PF intima Flávio a entregar passaporte; senador diz que vai pedir cassação de chapa do PT
Senador derrotado na disputa presidencial criticou decisões do STF após ser intimado pela Polícia Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) declarou que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a derrota nas eleições presidenciais. A fala vem um dia depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes e ficar proibido de viajar por decisão judicial, além de enfrentar restrições de contato com o advogado investigado por lavagem de dinheiro.
- Flávio acusa o governo federal e o STF de interferências e gastos públicos que, segundo ele, desequilibraram a disputa, e anuncia que liderará a oposição do PL no Congresso. A defesa ainda pode recorrer das medidas judiciais enquanto o caso avança nas investigações do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita um dia após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais. Horas antes, o parlamentar informou ter sido intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e ficou proibido de deixar o país por decisão judicial. Flávio foi derrotado por Lula em uma disputa apertada. O petista venceu com 51,79% dos votos, o equivalente a 64,2 milhões de eleitores, enquanto o candidato do PL somou 48,21%, cerca de 59,8 milhões de votos. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador agradeceu aos apoiadores e voltou a questionar a lisura do processo eleitoral, apesar de não apresentar provas para as alegações. O parlamentar também não fez um reconhecimento direto da derrota nas urnas. “Vou pedir a cassação da chapa do Lula por todos os abusos cometidos durante a campanha”, declarou. Mudança de estratégia - A nova manifestação representa uma mudança de discurso. Na noite da eleição, Flávio havia afirmado que buscaria a anulação do pleito. Agora, o foco passou a ser um pedido de cassação da chapa vencedora. O senador acusa o governo federal de ter provocado desequilíbrio eleitoral por meio de gastos públicos realizados ao longo do ano. Segundo ele, as medidas econômicas anunciadas pela gestão petista teriam influenciado diretamente o resultado da disputa. As críticas também foram direcionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio voltou a contestar decisões da Corte e afirmou que o ambiente eleitoral foi marcado por interferências que, segundo ele, prejudicaram sua campanha. Intimação da PF - Durante o pronunciamento, o senador revelou que foi intimado pela Polícia Federal após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília. Segundo Flávio, a decisão judicial determinou a entrega dos passaportes e impôs restrições para viagens internacionais. Ele afirmou que a medida teria sido baseada em declarações atribuídas ao deputado Eduardo Bolsonaro sobre uma possível saída do país em caso de derrota eleitoral. O parlamentar negou ter defendido essa possibilidade e questionou os fundamentos da decisão. Apesar das críticas, disse que cumprirá a ordem judicial e entregará os documentos exigidos pelas autoridades. Oposição ao próximo governo - Mesmo sem reconhecer formalmente o resultado das urnas, Flávio Bolsonaro sinalizou que pretende assumir um papel de liderança na oposição ao novo mandato de Lula. O senador afirmou que irá reunir parlamentares do PL para organizar a atuação do partido no Congresso Nacional a partir do próximo ano. Segundo ele, o grupo pretende fiscalizar as ações do governo e atuar de forma coordenada contra pautas consideradas prejudiciais pela legenda. Investigação e novas restrições - A decisão judicial também proibiu Flávio de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro. Tomaz teve bens bloqueados e valores bilionários sequestrados por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida faz parte de um dos inquéritos que tramitam na Corte e que têm o senador como alvo de investigação. Além das restrições patrimoniais, o advogado também teve passaportes cancelados após decisões relacionadas às apurações conduzidas pela Polícia Federal. O que acontece agora - A defesa de Flávio Bolsonaro ainda poderá recorrer das medidas impostas pela Justiça. Enquanto isso, o senador segue sob as restrições determinadas pelo STF e prepara a ofensiva jurídica que pretende apresentar contra a chapa vencedora das eleições. Nos próximos dias, a expectativa é de que os desdobramentos do caso avancem tanto na esfera eleitoral quanto nas investigações que seguem em andamento no Supremo Tribunal Federal.
Homem procurado pela Justiça de São Paulo é preso na rodoviária de Caculé
Homem procurado pela Justiça de São Paulo é preso na rodoviária de Caculé
Mandado de prisão preventiva foi expedido pela Comarca de Caraguatatuba. Homem foi localizado durante ação conjunta das polícias Militar e Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem com mandado de prisão preventiva emitido pela Justiça de São Paulo foi detido na tarde de sexta‑feira (23) no terminal rodoviário de Caculé, no sudoeste da Bahia, durante operação conjunta da Polícia Militar e da Polícia Federal. A 94ª Companhia Independente de Polícia Militar, por meio do 2º Pelotão, localizou o suspeito, confirmou a ordem judicial e o conduziu à Delegacia Territorial de Caculé.
- O mandado, expedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo – Comarca de Caraguatatuba – está relacionado a crimes de dano qualificado, ameaça e vias de fato. Após o cumprimento da ordem, o indivíduo permanece à disposição da Justiça local.
Foto: Divulgação | Policia Militar
Um homem com mandado de prisão preventiva em aberto expedido pela Justiça de São Paulo foi preso na tarde de sexta-feira (23), no terminal rodoviário de Caculé, no sudoeste da Bahia. A prisão foi realizada durante uma ação conjunta da Polícia Militar e da Polícia Federal. De acordo com a 94ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), equipes do 2º Pelotão localizaram o suspeito na rodoviária e confirmaram a existência da ordem judicial durante a abordagem. O mandado foi expedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio da Comarca de Caraguatatuba, e está relacionado aos crimes de dano qualificado, ameaça e vias de fato. Após o cumprimento da ordem judicial, o homem foi levado para a Delegacia Territorial de Caculé, onde permaneceu à disposição da Justiça.
Fotos mostram viagem de Lulinha com lobista em jatinho de 20 milhões de dólares, diz revista
Registros mostram filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem com lobista Roberta Luchsinger; Presidência foi procurada, mas não respondeu
Por: João Caires
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- A reportagem da revista Veja traz fotos que mostram a lobista Roberta Luchsinger viajando com o filho do presidente, Fabio Luis da Silva (Lulinha), a bordo de um jatinho Embraer Praetor 600, avaliado em mais de 20 milhões de dólares, durante uma visita à Finlândia e em eventos de alto padrão, como uma festa de réveillon em mansão alugada pela própria lobista.
- As imagens também revelam Lulinha ao lado de empresários como Marcelo Checon e de autoridades como Swedenberger Barbosa, enquanto a Polícia Federal investiga suspeitas de tráfico de influência e a ampliação de contratos federais ligados a essas relações, gerando intenso debate sobre possíveis irregularidades na gestão federal.
Foto: Reprodução | Revista Veja
Fotos obtidas pela revista Veja mostram que a lobista Roberta Luchsinger viajou na companhia do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Fabio Luis da Silva, conhecido como Lulinha. Uma das fotos mostra Lulinha, a lobista e amigos em um jatinho Embraer Praetor 600, cujo modelo novo é avaliado em mais de 20 milhões de dólares. Segundo a reportagem, a imagem foi captada durante uma viagem à Finlândia. Em outro registro, Lulinha, a lobista e um amigo posam em frente à aeronave. Procurada por Veja, a defesa de Lulinha negou irregularidades e afirmou que os registros se devem à amizade entre o filho do presidente e a empresária. O Estadão procurou a Presidência da República, que não respondeu até a publicação desta reportagem.
Foto: Reprodução | Revista Veja
O espaço segue aberto. Em outra imagem a que Veja teve acesso, Lulinha e Roberta posam ao lado do empresário Marcelo Checon. Segundo a reportagem, após janeiro de 2023, ao mesmo tempo que Checon estreitava seus laços de amizade com Lulinha e Roberta, uma de suas firmas expandiu o valor dos contratos que detinha com a gestão federal. Em outra imagem, Lulinha aparece em uma festa de réveillon em uma mansão alugada pela lobista. O filho do presidente posa ao lado de Swedenberger Barbosa, atual chefe-adjunto do gabinete pessoal de Lula, e de Marco Aurélio Santana, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente. Neste sábado, 17, em entrevista à CNN, Roberta Luchsinger afirmou que Lulinha reuniu-se com diversos ministros da gestão federal. A lobista e o filho do presidente são investigados pela Polícia Federal por tráfico de influência.
Advogado aliado de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 130 milhões em três meses, aponta PF
Investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas; empresário nega irregularidades e questiona vazamento do caso
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em três meses na conta bancária do advogado e empresário Willer Tomaz, suscitando suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e uso de empresas de apostas esportivas para ocultar recursos. O inquérito, aprovado pela Procuradoria‑Geral da República, segue no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes e inclui investigação de supostos favorecimentos a empresas do setor, fraudes em licitação da Loterj e vínculo com o ex‑governador Cláudio Castro.
- A apuração também aponta uma possível conta conjunta entre Willer Tomaz e o senador Flávio Bolsonaro, além de evidências de uso de aeronave vinculada ao político. Ambos negam irregularidades, acusando a PF de uso indevido de investigação para fins eleitorais. O caso ganhou destaque ao ser divulgado pouco antes do debate presidencial, alimentando polêmicas sobre corrupção e influência política no Brasil.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Polícia Federal (PF) identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em uma conta bancária vinculada ao advogado e empresário Willer Tomaz, em um intervalo de três meses. A apuração investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. De acordo com trechos do inquérito, entre março e maio do ano passado, a conta movimentou o valor, considerado pelos investigadores aparentemente incompatível com as atividades econômicas conhecidas do empresário. “A expressividade do montante, somada à curta janela temporal analisada, constitui elemento de interesse investigativo e reforça a necessidade de aprofundar a operação quanto à origem dos recursos”, afirma o relatório da PF. A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer favorável à abertura do inquérito e ao prosseguimento das apurações. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Investigação envolve empresas e apostas esportivas: Os investigadores também apontam que o conjunto empresarial relacionado a Willer apresenta uma estrutura operacional aparentemente incompatível com o volume financeiro movimentado. Para a PF, esse cenário reforça a hipótese de que as empresas possam ter sido utilizadas para dificultar a identificação da origem e do destino dos recursos, além dos beneficiários finais. A apuração inclui movimentações de até R$ 35 milhões em uma plataforma de apostas esportivas e saques em casas de apostas no exterior. A PF também investiga a atuação do advogado em possíveis casos de favorecimento a uma empresa do setor e suspeitas de fraude em uma licitação da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj). Outro ponto investigado é um pregão presencial da Loterj vencido pela empresa Pixs, além da relação do advogado com o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL). O material que deu origem à apuração foi obtido a partir de dados armazenados na nuvem de Willer Tomaz. O advogado foi alvo de busca e apreensão em agosto, durante a Operação Sem Desconto, que investiga irregularidades envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Advogado é amigo de Flávio Bolsonaro: Willer Tomaz mantém relação de proximidade com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. Segundo a investigação, o celular apreendido pela PF continha fotografias dos dois juntos, relacionadas a festas, encontros e reuniões. O advogado também é um dos proprietários da aeronave utilizada por Flávio em uma viagem em janeiro de 2025. O avião era administrado por uma empresa ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. A PF apura ainda indícios de que Flávio e Willer teriam compartilhado uma conta bancária. A suspeita surgiu a partir de uma troca de e-mails entre uma instituição financeira e o escritório de advocacia do empresário. A assessoria de Flávio negou a existência de uma conta conjunta. Willer também contestou a informação. Willer nega irregularidades: Em nota divulgada no domingo (18), o advogado afirmou que causa estranheza o vazamento de informações da investigação a poucas horas do debate presidencial. “Trata-se do uso indevido do aparato policial com o claro propósito de requentar acusações infundadas e interferir no resultado das urnas”, declarou. Willer negou movimentações financeiras irregulares relacionadas a empresas de apostas e afirmou que não houve circulação de recursos com essas companhias. “É igualmente inaceitável que a quebra do sigilo telemático sirva de instrumento para uma pescaria probatória destinada a fabricar falsos escândalos com fins político-eleitorais”, acrescentou.
Lobista diz que Lulinha reuniu-se inúmeras vezes com ministros e quer fazer delação sem poupar Lula
Roberta Luchsinger declarou em entrevista à CNN que o filho do presidente tinha acesso a ministros do governo e teria ajudado construtora a obter contratos; o Palácio do Planalto e a defesa de Lulinha ainda não se manifestaram
Por: Levy Teles
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- A lobista Roberta Luchsinger anunciou que pretende firmar acordo de delação premiada, afirmando que não poupará ninguém, inclusive o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho Fábio Lula, também investigados por tráfico de influência. Em entrevista à CNN Brasil, ela denunciou ameaças de morte, criticou duramente Lula, chamando‑o de “mau‑caráter” e “covarde”, e detalhou supostos contatos frequentes com ministros e autoridades do Palácio do Planalto para favorecer clientes, enquanto nega envolvimento em fraudes ao INSS.
- A defesa de Lulinha ainda não se manifestou, e o governo nega qualquer vínculo contratual decorrente das visitas da lobista a órgãos federais. O caso ganhou destaque após Lula chamar Luchsinger de “pilantra” e “Vorcaro feminino”, intensificando o embate político e as investigações da Polícia Federal sobre possíveis esquemas de influência e corrupção.
Foto: Reprodução | CNN
A lobista Roberta Luchsinger quer fazer um acordo de delação premiada e disse que não irá poupar nem o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e nem o filho mais velho de Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, amigo dela. Ela também afirmou que Lulinha esteve “inúmeras vezes” com ministros. “Vou fazer uma delação premiada porque não serei eu o boi de piranha”, disse. A lobista e o filho do presidente são investigados pela Polícia Federal por tráfico de influência. O Planalto ainda não se manifestou nem a defesa de Lulinha. Chamada de pilantra por Lula em entrevistas, a lobista revidou e disse que o presidente é mau-caráter, mentiroso, senil e machista. Ela também relatou receber ameaças de morte e temer pela segurança das filhas. “(A Polícia Federal) vai poder fazer o trabalho dela investigativo e contar com minha absoluta colaboração. Eu não vou poupar ninguém. Pode ser o presidente da República, que a meu ver é um grande mau caráter, é um grande mentiroso, e eu repito, um grande covarde. Não vou poupar filho de presidente, ninguém, porque o que está em questão é a verdade”, disse Roberta à CNN Brasil. Roberta também é investigada por sua relação com Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como artífice do esquema de fraudes a benefícios previdenciários. Ela nega participação no esquema. A defesa critica vazamentos de informações sigilos e diz que só vai se manifestar nos processos. As investigações mostram que ela usava acessos ao Palácio do Planalto, como ao filho do presidente e ao ex-chefe de gabinete, para tentar emplacar negócios de seus clientes. A lobista Roberta Luchsinger fez mais de 40 visitas a órgãos do governo federal desde o início do terceiro mandato de Lula. O governo nega ter havido desdobramentos contratuais a partir de reuniões de Luchsinger. A lobista disse que decidiu dar entrevista após ser chamada de “pilantra” e equiparada a Daniel Vorcaro, do Banco Master por Lula. Ela disse que o presidente teve uma atitude “canalha, covarde, de mau-caráter”. “No momento em que o presidente da República foi ao ar para mais de 200 milhões de telespectadores falar que eu era uma pilantra por uma, duas, três vezes, eu tive que tomar a minha própria defesa. Venho tentando ser calada. Venho sofrendo o que os olhos atrás dessa câmera não veem”, disse. Lula negou conhecer Luchsinger já chamou ela de “pilantra” em entrevista ao jornal nacional e de “Vorcaro feminino”. Lula também disse que Roberta teria atribuído a ele uma suposta oferta de cargo no governo, o que negou. Em razão do silêncio de Lulinha após os ataques feitos pelo presidente, Luchsinger chamou o filho de Lula de “covarde como o pai”. Na entrevista, Luchsinger disse que Lula mentiu ao falar que Lulinha nunca esteve com algumas das principais autoridades do governo federal. “O Lula é um grande mentiroso quando fala: ‘Ela é uma pilantra, mas meu filho, não. Meu filho jamais sentou com algum ministro. O filho dele sentava semanalmente com ministros, seja para trocar figurinha, seja para trocar outro tipo de diálogo. Eu sentava com ministros para discutir pautas relativas a políticas públicas”, disse. A lobista disse que Lula sabe quem ela é e agora diz não conhecê-la. “Acho que a principal coisa que ele tem certeza é que a melhor amiga do filho dele sou eu. O filho dele vivia comigo para cima e para baixo para todo lado, como ele não vai saber?” questionou. “Ele esqueceu, talvez, acho o presidente pode estar esclerosado e não se lembra, isso é normal. Ele está com 80 anos pode estar com alguma senilidade e não lembra. Ele não lembrava nem do Bolsa Família. Ele nunca sabe de nada do entorno dele.”
Dois homens são presos após retirarem encomenda com droga em agência dos Correios de Guanambi
Prisão aconteceu na tarde de terça-feira (13). Segundo a Polícia Militar, quatro tabletes de maconha foram encontrados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Dois homens, de 23 e 25 anos, foram presos em flagrante em Guanambi (BA) após a apreensão de quatro tabletes de maconha enviados por encomenda postal. A ação da Polícia Militar foi desencadeada por informações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) da Polícia Federal de Mato Grande do Sul, que alertou sobre um pacote suspeito recebido na cidade. Ao retirar a encomenda nos Correios, os suspeitos abriram a caixa na presença dos policiais, que encontraram a droga e prenderam os indivíduos.
- Além da maconha, foram apreendidos quatro celulares, R$ 200 em dinheiro e uma motocicleta Honda NXR Bros. A Polícia Civil agora investiga a origem da droga e as circunstâncias do envio, reforçando o combate ao tráfico de entorpecentes na região.
Foto: Divulgação | Policia Militar
Dois homens, de 23 e 25 anos, foram presos em flagrante na tarde de terça-feira (13), em Guanambi, no sudoeste da Bahia, após a apreensão de quatro tabletes de maconha enviados por encomenda postal. Segundo a Polícia Militar, a ação começou após informações repassadas pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) da Polícia Federal de Mato Grosso do Sul sobre a chegada de um pacote suspeito ao município. De acordo com a corporação, um dos suspeitos foi abordado por volta das 15h35, logo após retirar a encomenda em uma agência dos Correios localizada no Centro da cidade. Ainda conforme a PM, a caixa foi aberta com autorização do destinatário e os policiais encontraram quatro tabletes da droga. Durante a abordagem, o jovem informou que havia retirado o pacote a pedido de um colega de trabalho. Após diligências, os policiais localizaram o segundo suspeito, de 25 anos, em uma empresa de entregas do município. Os dois homens foram presos em flagrante. Além da droga, foram apreendidos quatro aparelhos celulares, R$ 200 em espécie e uma motocicleta Honda NXR Bros. A Polícia Civil investiga a origem da droga e as circunstâncias do envio da encomenda.
PRF apreende perfumes do Paraguai sem nota fiscal em Vitória da Conquista
PRF apreende perfumes do Paraguai sem nota fiscal em Vitória da Conquista
Produtos foram encontrados em veículo com três ocupantes e encaminhados à Receita Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Polícia Rodoviária Federal apreendeu perfumes sem documentação fiscal no km 830 da BR-116, em Vitória da Conquista (BA), durante a Operação Nossa Senhora Aparecida, realizada no feriado prolongado para reforçar a segurança nas rodovias. Os produtos, de origem paraguaia, foram encontrados em veículo com três ocupantes e encaminhados à Receita Federal e à Polícia Federal para as providências legais.
- A ação demonstra o intensificado combate ao contrabando nas rodovias federais e alerta para a importância da regularização de mercadorias.
Foto: PRF BAHIA
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu perfumes de origem paraguaia sem documentação fiscal na segunda-feira (12), durante fiscalização no km 830 da BR-116, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A apreensão ocorreu durante a Operação Nossa Senhora Aparecida, realizada no feriado prolongado para reforçar a segurança nas rodovias federais e combater crimes. Segundo a PRF, os produtos foram encontrados durante a inspeção de um veículo ocupado por três homens. Como não havia documentação fiscal que comprovasse a regularidade das mercadorias, os perfumes foram apreendidos. Os itens foram encaminhados à Receita Federal para os procedimentos administrativos. A ocorrência também foi comunicada à Polícia Federal para análise e adoção das medidas cabíveis.
PF abre inquérito sobre vazamento de foto de senador em piscina
PF abre inquérito sobre vazamento de foto de senador em piscina
Imagem gravada em celular apreendido pela PF mostrava parlamentar com políticos em mansão; abertura de investigação foi comunicada ao STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar o vazamento de uma fotografia encontrada no celular do senador Weverton Rocha (PDT‑MA), que o mostra ao lado de políticos do Centrão na piscina da casa do advogado Willer Tomaz. A imagem foi extraída pelos peritos durante a análise do aparelho apreendido na operação que investiga supostos desvios no INSS e já foi divulgada pela revista Piauí.
- A apuração interna foi iniciada após representação do próprio parlamentar e comunicada ao STF, com a PF ressaltando que o material integra um inquérito sigiloso ainda não disponibilizado aos advogados. Entre as primeiras diligências está o depoimento do delegado responsável pelo caso.
Foto: Divulgação | Polícia Federal
A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o vazamento de uma fotografia encontrada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA) ao lado de políticos do Centrão na piscina da casa do advogado Willer Tomaz. A imagem havia sido extraída pelos peritos durante a análise do aparelho apreendido na operação que apura suspeitas de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e foi divulgada em reportagem da revista Piauí. A apuração interna foi instaurada após uma representação apresentada pelo próprio parlamentar. Ao formalizar a abertura do procedimento, comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a corporação ressaltou que a foto integrava um inquérito mantido sob sigilo e que o documento ainda não havia sido disponibilizado aos advogados do processo. Uma das primeiras diligências previstas na investigação será o depoimento do delegado responsável pelo caso.
Campanha de Lula chama reportagem sobre Vorcaro de “farsa” e promete ação judicial
Advogados do Grupo Prerrogativas pediram investigação da Polícia Federal sobre uma possível articulação eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contestou a reportagem da revista Veja que apontava um suposto pagamento de R$ 30 milhões pelo banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um documentário sobre o petista. Em nota, a campanha classificou a publicação como “peça eleitoral irresponsável”, afirmou não haver registro oficial do depoimento citado e anunciou que adotará medidas judiciais contra a divulgação sem provas.
- Paralelamente, advogados ligados ao Grupo Prerrogativas acionaram a Polícia Federal para investigar uma possível articulação entre Vorcaro e pessoas da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), alegando suspeita de interferência eleitoral e tentativa de desviar atenções das investigações sobre o Banco Master. As acusações ainda dependem de apuração e não comprovam irregularidades.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
A campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contestou, nesta sexta-feira (9), uma reportagem da revista Veja sobre um suposto pagamento de R$ 30 milhões feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para financiar um documentário sobre o petista. Em nota, a campanha classificou a publicação como uma “peça eleitoral irresponsável”, afirmou que não existe registro oficial do depoimento citado e anunciou que adotará medidas judiciais. O comunicado também criticou a divulgação das acusações sem apresentação de provas. A reportagem menciona áudios, documentos e relatos atribuídos a Vorcaro, mas ressalta que não há comprovação de que Lula tenha se reunido com o banqueiro na ocasião citada nas mensagens. Paralelamente, os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida, ligados ao Grupo Prerrogativas, acionaram a Polícia Federal na quinta-feira (8) para pedir a investigação de uma possível articulação entre Vorcaro e pessoas ligadas à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). O pedido aponta suspeitas de interferência eleitoral e tentativa de desviar a atenção das investigações envolvendo o Banco Master. As alegações ainda dependem de apuração, e a existência de uma denúncia ou pedido de investigação não comprova, por si só, a ocorrência de irregularidades.
PF prende dupla suspeita de comprar e vender dinheiro falso em Guanambi
PF prende dupla suspeita de comprar e vender dinheiro falso em Guanambi
Investigação identificou diálogos sobre compra de dinheiro falsificado e encomendas interceptadas pelos Correios
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal lançou, nesta quinta‑feira (8), a Operação Money for Nothing para combater o crime de moeda falsa, resultando na prisão preventiva de dois suspeitos em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Durante a ação, agentes apreenderam celulares que continham conversas sobre a negociação e compra de cédulas falsificadas, além de encomendas interceptadas pelos Correios contendo notas falsas destinadas aos investigados.
- Os materiais recolhidos reforçaram as suspeitas de envolvimento dos presos no tráfico de dinheiro falsificado. Eles serão encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça Federal, enquanto as investigações prosseguem para identificar fornecedores, intermediários e demais participantes da rede criminosa.
Foto: Divulgação | Policia Federal
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (8), a Operação Money for Nothing para combater o crime de moeda falsa. Dois investigados foram presos preventivamente em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Segundo a PF, os suspeitos já eram alvo de uma operação de busca e apreensão. Na ocasião, agentes apreenderam aparelhos celulares que, após análise preliminar, revelaram diálogos relacionados à negociação e aquisição de cédulas falsificadas em grupos e ambientes virtuais. Além disso, os Correios haviam interceptado encomendas contendo cédulas falsas destinadas ao endereço residencial dos investigados. Para a PF, os elementos reunidos ao longo da apuração reforçaram os indícios de envolvimento dos suspeitos no crime. Após as prisões, os investigados serão encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça Federal. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar possíveis fornecedores, intermediários e outros envolvidos na atividade criminosa.
Operação Money for Nothing da PF prende dois por dinheiro falsificado em Guanambi
Correios também interceptaram encomendas com maços de dinheiro falso enviados aos suspeitos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na manhã de 8 de julho, a Polícia Federal lançou a Operação Money for Nothing para combater a circulação de moeda falsa, cumprindo dois mandados de prisão preventiva contra suspeitos em Guanambi, Bahia. A ação seguiu investigação iniciada com busca e apreensão na residência dos alvos, onde celulares revelaram negociações de cédulas falsificadas e os Correios já haviam interceptado encomendas contendo maços de dinheiro falso.
- Os detidos foram encaminhados ao sistema prisional estadual e permanecerão à disposição da Justiça Federal, enquanto as investigações prosseguem para identificar fornecedores e demais integrantes da rede. O nome da operação faz referência à música “Money for Nothing”, da banda Dire Straits, criando uma curiosa associação com o crime de falsificação.
Foto: Divulgação | PF
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8), a Operação Money for Nothing para combater a circulação e a comercialização de moeda falsa. Durante a ação, dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos contra investigados localizados em Guanambi, no sudoeste da Bahia. As prisões ocorreram após o avanço de uma investigação iniciada com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência dos suspeitos. Na ocasião, celulares apreendidos foram submetidos a perícia preliminar, que identificou diálogos e negociações relacionados à compra de cédulas falsificadas em grupos e ambientes virtuais. Além das provas encontradas nos aparelhos, os Correios já haviam interceptado encomendas com maços de dinheiro falso destinados à residência dos investigados. Segundo a PF, o conjunto de elementos reunidos no inquérito reforçou os indícios de envolvimento dos dois no esquema. Após as prisões, os investigados serão encaminhados ao sistema prisional do estado e ficarão à disposição da Justiça Federal. As investigações continuam para identificar possíveis fornecedores, intermediários e outros integrantes do grupo. Uma curiosidade sobre a operação é o nome escolhido pela Polícia Federal: “Money for Nothing”, que pode ser traduzido como “dinheiro por nada” ou “dinheiro fácil”, é uma das músicas mais conhecidas da banda britânica Dire Straits, lançada em 1985. A canção faz uma crítica à percepção de que algumas pessoas alcançam dinheiro e sucesso com facilidade, sem o mesmo esforço de quem observa de fora. O título acaba criando uma associação curiosa com uma operação que investiga justamente a circulação de dinheiro falso.
Polícia Federal arquiva investigação sobre possível interferência americana nas eleições
Investigação preliminar havia sido anunciada no dia do primeiro turno após reportagem do The Guardian sobre projeto americano que previa R$ 5 milhões a grupos críticos do STF
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal arquivou o pedido da Advocacia‑Geral da União (AGU) para apurar suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras, após a representação ter sido encaminhada à Diretoria de Inteligência. O pedido foi motivado por reportagem do The Guardian que apontou um projeto norte‑americano de US$ 175 milhões, incluindo R$ 5 milhões destinados a grupos de oposição ao STF, e levantou suspeitas de financiamento a iniciativas anticomunistas.
- A investigação surge num cenário de tensões diplomáticas, após sanções dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes em 2025, revogadas em dezembro, e com o governo Lula alertando para tentativas de influência externa no processo eleitoral. A PF confirmou que a apuração está em curso, embora ainda não tenha publicado a portaria do inquérito.
Foto: Reprodução
O pedido de apuração sobre uma suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras foi arquivado pela Polícia Federal. A representação havia sido apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU) à corporação na semana passada. A investigação preliminar foi anunciada pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, no dia da votação do primeiro turno, no domingo (4). "Recebemos uma representação da AGU sugerindo apuração de interferência externa. Foi encaminhado para a Diretoria de Inteligência para dar início à apuração. É uma investigação em andamento, um procedimento prévio. Não foi publicada a portaria do inquérito, mas já temos uma investigação em curso", afirmou Rodrigues na ocasião. O pedido da AGU foi motivado pela reportagem do jornal britânico The Guardian sobre um projeto norte-americano chamado "Combate à Litigância Deliberativa e à Censura no Brasil". A iniciativa previa cerca de R$ 5 milhões para grupos de oposição a supostos abusos do Judiciário e à censura orquestrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o veículo, os recursos fazem parte de um pacote de US$ 175 milhões (aproximadamente R$ 918 milhões) do principal fundo de direitos humanos do Departamento de Estado dos EUA. O montante também seria distribuído a projetos em outros países. Desse valor, o The Guardian informou que US$ 40 milhões seriam destinados a um fundo anticomunista, que um grupo de defesa dos direitos de sul-africanos brancos também receberia apoio e que aliados ideológicos dos Estados Unidos na Europa seriam incluídos em programas de recompensas. Esta não é a primeira medida do governo americano contra o STF. Em julho de 2025, os EUA sancionaram o ministro Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky, em retaliação à condução do julgamento que resultou na condenação e na prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado, após a derrota na disputa pela reeleição em 2022. As sanções foram revogadas em dezembro. O financiamento a grupos no Brasil surge agora em um contexto em que o governo do presidente Lula (PT) enxerga uma tentativa de interferência de Washington no processo eleitoral brasileiro.
Homem com mandado de prisão é preso em terminal de Guanambi
Homem com mandado de prisão é preso em terminal de Guanambi
Homem de 38 anos foi localizado após informação compartilhada pela Polícia Federal de Vitória da Conquista
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 38 anos, condenado por crime contra a dignidade sexual, foi capturado pela Polícia Militar no terminal rodoviário de Guanambi, Bahia, na terça‑feira (6). A prisão ocorreu após informação da Polícia Federal de Vitória da Conquista sobre mandado de prisão emitido pela Comarca de Mogi Mirim, SP.
- A sentença, definitiva, prevê nove anos e quatro meses de reclusão em regime fechado, e o detido foi colocado à disposição da Justiça. O caso reforça a cooperação entre polícias estaduais e federais no cumprimento de ordens judiciais.
Foto: Reprodução
Um homem de 38 anos, condenado a nove anos e quatro meses de prisão por crime contra a dignidade sexual, foi preso pela Polícia Militar nesta terça-feira (6), no terminal rodoviário de Guanambi, no sudoeste da Bahia. Segundo o 17º BPM, a equipe recebeu informações da Polícia Federal de Vitória da Conquista sobre a existência de um mandado de prisão em aberto e localizou o suspeito no terminal. Durante a abordagem, os policiais confirmaram a ordem judicial expedida pela Comarca de Mogi Mirim, em São Paulo. A condenação é definitiva e prevê o cumprimento da pena, inicialmente, em regime fechado. O homem foi detido e ficou à disposição da Justiça.
Lula diz que “está ficando todo mundo nu” ao citar Luciano Huck e Daniel Vorcaro
Lula diz que “está ficando todo mundo nu” ao citar Luciano Huck e Daniel Vorcaro
Presidente mencionou viagens em aeronave ligada ao banqueiro e contrato publicitário envolvendo o Domingão com Huck.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou o apresentador Luciano Huck durante entrevista ao podcast Flow, apontando que Huck utilizou uma aeronave fornecida pelo banqueiro Daniel Vorcaro para reduzir custos do programa na TV Globo e citando negociações de patrocínio envolvendo o Will Bank, com valores de R$ 83 milhões em mídia e R$ 26 milhões em contrato pessoal. Lula também criticou a postura da Globo sobre a proibição das apostas esportivas, alegando que a emissora seria impactada por ser dona da BetMGM, e descreveu o conjunto de escândalos envolvendo políticos como “uma putaria”.
- A entrevista, que atraiu mais de 1,6 milhão de espectadores simultâneos, trouxe à tona mensagens da Polícia Federal que mostram Huck usando o avião do banqueiro para viajar à Europa e ao encontro com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, além de revelar acordos publicitários de grande monta entre o apresentador e a emissora.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou o apresentador Luciano Huck, da TV Globo, durante entrevista ao podcast Flow, na noite desta quinta-feira (1º), ao comentar a relação dele com o banqueiro Daniel Vorcaro. Na conversa com Igor Coelho, Lula mencionou o uso de uma aeronave ligada ao empresário e negociações de patrocínio ao programa do apresentador. “Está ficando todo mundo nu diante da sociedade”, declarou. Ao comentar o caso, Lula afirmou que Huck utilizava o avião de Vorcaro “para baratear os custos do programa dele junto à Globo”. O presidente também citou o financiamento da atração por um banco ligado ao empresário. “Até o Luciano Huck, que aparece de vez em quando querendo ser político, o cara moderno, que não tá na política, que é de fora, fez um curso não sei aonde”, afirmou. As declarações ocorrem após a divulgação de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro. Os registros apontam que Huck utilizou uma aeronave disponibilizada pelo banqueiro para viajar à Europa em 2024, quando entrevistou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. O avião levou o apresentador a Varsóvia, na Polônia, de onde seguiu para Kiev. As conversas também mencionam negociações envolvendo o patrocínio do Will Bank ao “Domingão com Huck”. Nas mensagens, aparecem referências a R$ 83 milhões em mídia para a Globo e R$ 26 milhões em um “contrato pessoal”, valores relacionados ao acordo publicitário. Durante a entrevista, Lula ampliou as críticas a políticos citados nas revelações e classificou o conjunto dos episódios como “uma putaria”. “A gente descobre uma sequência de senadores, deputados, tudo com as meninas da Suíça, da Suécia, sei lá. Ou seja, virou uma putaria, desculpa o palavrão”, afirmou. O presidente também comentou a atuação da TV Globo em relação às apostas esportivas e ironizou a posição da emissora sobre a medida provisória que, segundo ele, proibiu as bets no Brasil. “A Globo vai ficar chateada comigo com o fim das bets, porque é dona da BetMGM”, declarou. A entrevista ao Flow chegou a registrar mais de 1,6 milhão de espectadores simultâneos, conforme os dados mencionados na transmissão.
Mensagens de Vorcaro apontam jantar com Padilha fora da agenda em 2024
Mensagens de Vorcaro apontam jantar com Padilha fora da agenda em 2024
Mensagens extraídas pela PF do celular de Daniel Vorcaro indicam que cinco pessoas participaram do jantar na casa do então banqueiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Mensagens vazadas da Polícia Federal revelam que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou de um jantar em Brasília com o banqueiro Daniel Vorcaro em 23 de outubro de 2024, encontro não registrado na agenda oficial e que contou ainda com o secretário‑executivo Olavo Noleto, um assessor de Padilha e outros convidados. O jantar ocorreu pouco antes da reunião de Vorcaro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e coincidiu com a aquisição de 25% da farmacêutica Biomm pelo banqueiro, empresa que depois firmou parceria com o Ministério da Saúde para fornecimento de insulina.
- As investigações da PF continuam a apurar possíveis ligações entre Vorcaro, membros do governo e a Biomm, enquanto as assessorias de Padilha e Noleto declaram que não houve desdobramentos do encontro. A Anvisa também nega qualquer favorecimento ao presidente da agência e afirma que a Biomm recebeu tratamento igual ao de outras empresas reguladas.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
Mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro indicam que o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou de um jantar na casa do então banqueiro, em Brasília, em 23 de outubro de 2024. Na época, Padilha era ministro das Relações Institucionais e o encontro não foi registrado em sua agenda oficial. Segundo as mensagens, também participaram o então secretário-executivo da pasta, Olavo Noleto, um assessor de Padilha, um primo de Vorcaro e o consultor Júlio Cezar. O encontro ocorreu menos de dois meses antes de Vorcaro se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 4 de dezembro, no Palácio do Planalto. As conversas também mostram que Vorcaro já mantinha contato com Noleto e tinha interesse em se aproximar de integrantes do governo. Naquele período, o banqueiro havia adquirido 25% da farmacêutica Biomm, que posteriormente firmou parceria com o Ministério da Saúde para fornecimento de insulina. Em mensagens de dezembro de 2024, o empresário Walfrido dos Mares Guia informou a Vorcaro sobre avanços relacionados à Biomm e citou integrantes da área da Saúde. Procuradas, as assessorias de Padilha e Noleto não detalharam o conteúdo do jantar e afirmaram que não houve desdobramento relacionado ao encontro. A Anvisa também negou relação entre seu atual presidente e Vorcaro e afirmou que a Biomm recebeu tratamento igual ao destinado às demais empresas reguladas. As investigações sobre as relações de Vorcaro com integrantes do governo e outros agentes públicos seguem em andamento.
Em mensagens, Motta e Vorcaro citam negócio de R$ 45 milhões na Paraíba: "formato em sociedade"
Conversas extraídas pela PF discutem compra de terreno na Paraíba, empréstimo de R$ 22 milhões e assuntos como FGC e mercado de carbono
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Novas mensagens vazadas pela Polícia Federal revelam que Hugo Motta (Republicanos‑PB) manteve contato direto com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para discutir a compra de um terreno de mais de 400 hectares em João Pessoa, avaliado em R$ 45 milhões, e um empréstimo de pelo menos R$ 22 milhões concedido à empresa da cunhada de Motta. As conversas detalham a assinatura de documentos, o pagamento à Intercement e a formação de sociedade, além de mencionar o valor fiscal de R$ 101 milhões do imóvel, indicando forte vínculo entre o parlamentar e o setor bancário.
- Além da negociação imobiliária, as mensagens abordam um estudo sobre o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), um projeto de lei relacionado ao mercado de carbono e a logística de um voo de Guarulhos a Brasília. Em nota, Motta nega qualquer irregularidade, afirmando que suas relações com o empresariado são legítimas e que confia nas investigações em curso.
Foto: Mário Agra | Câmara dos Deputados
Novas mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, mostram Hugo Motta (Republicanos-PB) discutindo com o ex-banqueiro detalhes de uma negociação imobiliária na Paraíba. As conversas, que foram divulgadas pelo site Fatos Online e confirmadas pela Folha, se somam aos diálogos que já haviam revelado a proximidade entre o presidente da Câmara e Vorcaro. O novo conjunto de mensagens, porém, trata principalmente de negócios e assuntos de interesse do ex-banqueiro. Entre eles estão a compra de um terreno em João Pessoa, um empréstimo de pelo menos R$ 22 milhões concedido pelo Master à empresa da cunhada de Motta, além de discussões sobre o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e um projeto de lei relacionado ao mercado de carbono. “Formato de sociedade” - Em 9 de março de 2024, Motta procurou Vorcaro durante a negociação para comprar uma área de uma antiga fábrica de cimento em João Pessoa. Na mensagem, o deputado afirmou que os documentos para transferir a empresa para sua cunhada já estavam assinados e mencionou um acordo de sociedade. "Boa noite amigo! Td bem? Desculpa incomodar no sábado, estou aqui reunido com o pessoal para finalizar a negociação de compra da área aqui de JP. Conforme falamos, já temos os documentos assinados passando a empresa para minha cunhada ela iniciou a negociação com a Adriana mas acredito que ela não tá sabendo do formato de sociedade que ficou combinado", escreveu. Motta terminou a mensagem pedindo orientação sobre como proceder diante do prazo para o pagamento à Intercement. Quatro dias depois, o deputado voltou a falar sobre a negociação. Ele afirmou que o sogro estava com ele e que haviam sido concluídas as assinaturas necessárias para o pagamento. "Certo, meu sogro está até aqui, queria levar ele pq acabamos agora de desenrolar as assinaturas que faltavam para poder prosseguir o pagamento. Se vc achar conveniente, analisa e me avisa", escreveu. Em 15 de março, Motta agradeceu a Vorcaro pela parceria e disse que a negociação havia sido concluída dentro do prazo. "Deu tudo certo a tempo de cumprir o contrato. Depois vamos marcar uma conversa para traçar os próximos passos, acredito que vamos ter êxito no projeto! Forte abraço!", afirmou. Vorcaro respondeu: "Muito feliz de estarmos juntos! Te admiro muito e esse é o início de uma parceria de vida". Terreno de R$ 45 milhões - O negócio envolvia um terreno de mais de 400 hectares, pertencente a uma antiga fábrica de cimento em João Pessoa. A área foi comprada por R$ 45 milhões e seria destinada à construção de um novo bairro. O negócio ocorreu no mesmo período em que a cunhada de Motta obteve um empréstimo de pelo menos R$ 22 milhões junto ao Banco Master. O crédito foi utilizado para financiar a aquisição do imóvel. Segundo as matrículas, o valor fiscal do terreno era de R$ 101 milhões. Esse valor é calculado pela prefeitura e serve como referência para a cobrança de impostos. FGC e mercado de carbono - As mensagens também mostram Motta tratando de outros assuntos de interesse de Vorcaro. Em 23 de março de 2024, o deputado pediu ao banqueiro um estudo relacionado ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). "Quando puder lembra de pedir a seu pessoal o estudo daquele assunto do FGC, se vc for a Brasília essa semana podemos voltar a falar para ver onde podemos tentar encaixar esse assunto", escreveu. Meses depois, em novembro, Vorcaro procurou Motta para conversar sobre um projeto de lei relacionado ao mercado de carbono. "consegue encontrar mais tarde hoje", perguntou o ex-banqueiro. Motta respondeu: "Sim. Pegando o texto aqui para te mandar". As mensagens também registram uma conversa sobre o uso de uma aeronave. Em abril de 2024, Motta perguntou a Vorcaro de onde sairia o avião que o levaria de Guarulhos para Brasília. "Já vai estar te esperando", respondeu o ex-banqueiro. Motta nega irregularidades - Em nota enviada por sua assessoria, Hugo Motta afirmou que mantém diálogo com diferentes segmentos do empresariado e representantes da sociedade. "Enfatizo que não há nenhum ilícito retratado nos diálogos publicados e repudio a tentativa de atribuir conversas descontextualizadas a qualquer relação de interesse espúrio ou de favorecimento por minha parte. Tenho uma vida limpa, assim como é limpa a minha atuação política nesses 15 anos de vida pública", afirmou. Sobre o empréstimo, Motta disse que "o contrato de empréstimo realizado por empresa privada com um banco privado se deu quando não se tinha conhecimento dos fatos e investigações que posteriormente vieram a público sobre o Master e o seu dono". "Reitero que confio nos órgãos responsáveis pelas investigações, a quem cabe responder pelas apurações", declarou.
Polícia Federal cumpre mandado em Guanambi durante operação contra crimes de abuso sexual infantil
Ação faz parte da 10ª fase da Operação Voz da Infância, deflagrada nesta terça-feira (29). Mandados também foram cumpridos em Goiás e no Paraná.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal realizou, na 10ª fase da Operação Voz da Infância, um mandado de busca e apreensão em Guanambi (BA), parte de quatro ações simultâneas nas cidades de Goiânia (GO), Guanambi (BA) e Imbituva (PR). A operação visa coibir o armazenamento e o compartilhamento online de material de abuso sexual contra crianças e adolescentes, e resultou na prisão em flagrante de um homem e na apreensão de dispositivos eletrônicos para análise pericial.
- Os aparelhos apreendidos serão examinados pela Polícia Federal para identificar outros envolvidos e avançar nas investigações de aliciamento e estupro de vulnerável. A ação reforça o combate a crimes digitais contra menores, integrando esforços de segurança pública em todo o país.
Foto: Divulgação | Polícia Federal
A Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão em Guanambi, no sudoeste da Bahia, durante a 10ª fase da Operação Voz da Infância, realizada nesta terça-feira (29). A operação tem como alvo investigações relacionadas ao armazenamento e ao compartilhamento, pela internet, de arquivos com conteúdo de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Goiânia (GO), Guanambi (BA) e Imbituva (PR). Segundo a Polícia Federal, a investigação também apura possíveis casos de aliciamento de crianças e adolescentes e estupro de vulnerável. Durante o cumprimento das medidas judiciais, um homem foi preso em flagrante. Em Guanambi, policiais federais cumpriram uma das ordens expedidas pela Justiça e apreenderam dispositivos eletrônicos que serão submetidos à análise pericial. De acordo com a Polícia Federal, o material recolhido poderá contribuir para a identificação de outros envolvidos e para o avanço das investigações. A Operação Voz da Infância integra ações de combate a crimes praticados no ambiente digital contra crianças e adolescentes. Os dispositivos eletrônicos apreendidos serão analisados pela Polícia Federal.
“Se me deu, já bebi”, diz Lula sobre suposto whisky de Vorcaro
“Se me deu, já bebi”, diz Lula sobre suposto whisky de Vorcaro
Presidente afirmou, em entrevista à Band, que não sabe se recebeu a bebida, mas disse que, caso tenha ganhado, já a consumiu
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, comentou em entrevista à Band que não se lembra de ter recebido um presente de whisky mencionado em uma mensagem localizada pela Polícia Federal no celular do ex‑dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Lula afirmou que, se o presente chegou, já o consumiu, mas ressaltou que a existência da mensagem não comprova a entrega da bebida. A troca de mensagens, datada de 22 de janeiro de 2025, foi descoberta durante as investigações da PF sobre o Banco Master, nas quais também constam referências a um encontro entre Lula e Vorcaro no Palácio do Planalto em dezembro de 2024. A Secretaria de Comunicação da Presidência já negou que o presidente tenha recebido o whisky, destacando que o encontro foi único.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, comentou neste domingo (27) uma mensagem localizada pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, na qual é mencionado um suposto presente de whisky. Em entrevista à Band, Lula afirmou que não se lembra de ter recebido a bebida, mas disse que, caso tenha ganhado, já a consumiu. “Se me deu whisky, já bebi. Eu ganho muita coisa, lembrança, sabe? Não sei se me deu, mas se deu já bebi, pode ficar certo”, declarou. A referência ao presente aparece em uma conversa entre o advogado Walfrido Warde, que representava Vorcaro, e o ex-banqueiro. Na mensagem, datada de 22 de janeiro de 2025, Warde afirma que havia conversado com Lula e relata que o presidente teria perguntado sobre Vorcaro, além de agradecer novamente pelo whisky e enviar um abraço. Vorcaro respondeu à mensagem com um emoji de coração. O registro foi localizado pela Polícia Federal durante as investigações relacionadas ao Banco Master. Lula havia se reunido com Vorcaro no Palácio do Planalto em 4 de dezembro de 2024, segundo reportagens sobre o caso. A existência da mensagem, porém, não comprova por si só que o presidente tenha recebido a bebida. Em manifestação anterior sobre mensagens envolvendo integrantes do governo e Vorcaro, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência afirmou que Lula se encontrou com o ex-banqueiro apenas uma vez e negou que o presidente tenha recebido o suposto presente.
Mensagens mostram proximidade entre Alcolumbre e Vorcaro, diz Veja
Mensagens mostram proximidade entre Alcolumbre e Vorcaro, diz Veja
Em uma das mensagens, Alcolumbre diz a Vorcaro: “Sou seu irmão. Pra vida toda”, segundo reportagem.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal apreendeu o celular do banqueiro Daniel Vorcarro e divulgou mensagens que mostram proximidade e troca de favores com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, conforme reportagem da Veja. Os diálogos revelam cumprimentos pessoais, referências a “irmão” e acordos para encontros e festas privadas, além de solicitações de apoio para identificar fontes jornalísticas e acesso a ambientes políticos.
- As conversas surgem no meio das investigações sobre o Banco Master, que já foram alvo de pedidos de CPI que o senador não encaminhou. Alcolumbre nega irregularidades e afirma não conhecer o banqueiro, mas as novas mensagens reforçam suspeitas de influência e favorecimento, alimentando o debate sobre a necessidade de maior transparência nas relações entre poder público e setor financeiro.
Foto: Reprodução
Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro revelam uma relação de proximidade entre o banqueiro e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), segundo reportagem publicada pela revista Veja. De acordo com a publicação, os diálogos mostram conversas frequentes entre os dois e incluem articulações para encontros e festas privadas com autoridades. Em 1º de fevereiro de 2025, após a reeleição de Alcolumbre para a presidência do Senado, Vorcaro o parabenizou. Na resposta, o senador escreveu: “Fala meu amor” e, em seguida, afirmou: “Sou seu irmão. Pra vida toda”. O banqueiro respondeu que também o considerava um irmão e declarou estar à disposição “a qualquer tempo pra qualquer coisa”. Segundo a Veja, o material apreendido pela PF também reúne mensagens sobre eventos privados e contatos com outras autoridades. A reportagem relata ainda que Alcolumbre teria recorrido a Vorcaro para tentar identificar a fonte de um jornalista, enquanto o banqueiro buscava apoio do senador para acessar determinadas pessoas e ambientes. As conversas também mencionam festas organizadas com a participação de autoridades e encontros privados. A relação entre Alcolumbre e Vorcaro ganhou destaque no contexto das investigações envolvendo o Banco Master. Em maio deste ano, o presidente do Senado não deu andamento a pedidos de criação de uma CPI para investigar o caso. Alcolumbre já negou irregularidades e, segundo a Veja, chegou a afirmar anteriormente que não conhecia o banqueiro. As novas mensagens, agora divulgadas pela revista, foram obtidas a partir do conteúdo extraído do celular de Vorcaro pela Polícia Federal.
CNJ faz operação contra desembargador do TRF-1 ligado a Kassio Nunes
CNJ faz operação contra desembargador do TRF-1 ligado a Kassio Nunes
Magistrado é citado em mensagens de Daniel Vorcaro e foi juiz auxiliar de Kassio Nunes Marques.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Conselho Nacional de Justiça, com apoio da Polícia Federal, realizou operação no gabinete do desembargador Newton Pereira Ramos Neto (TRF‑1) nesta quinta‑feira (24), após determinação do corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, como parte de investigação sobre suposta influência do ex‑controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
- Mensagens extraídas do celular de Vorcaro apontam Ramos como membro da “Turma do KN”, ligada ao ministro do STF Kassio Nunes Marques, e envolvem a advogada Camilla Ramos, esposa do magistrado, que teria contrato com o Banco Master para atuar em precatórios do setor sucroalcooleiro, com honorários de até R$ 427 milhões. A operação recolheu documentos e equipamentos eletrônicos; o procedimento segue sigiloso e ainda não comprova irregularidade.
Foto: Reprodução
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com apoio da Polícia Federal (PF), realizou nesta quinta-feira (24) uma operação no gabinete do desembargador Newton Pereira Ramos Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). A diligência foi determinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, e faz parte de um procedimento que apura a conduta do magistrado em processos relacionados a interesses do ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo informações divulgadas por veículos que tiveram acesso ao caso, mensagens extraídas pela PF do celular de Vorcaro citam Newton Ramos como integrante da chamada “Turma do KN”, expressão associada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques. Ramos foi juiz auxiliar de Nunes Marques quando o ministro ocupava a vice-presidência do TRF-1 e, posteriormente, os dois passaram a integrar o STF e o TRF-1, respectivamente. As mensagens também envolvem a advogada Camilla Ramos, esposa do desembargador, cujo escritório teria firmado contrato com o Banco Master para atuar em processos relacionados a precatórios do setor sucroalcooleiro, com honorários que poderiam chegar a R$ 427 milhões em caso de êxito. A operação desta quinta-feira busca recolher documentos e equipamentos eletrônicos que possam contribuir para as investigações. O procedimento tramita sob sigilo e, até o momento, a realização da diligência não significa que tenha sido comprovada qualquer irregularidade ou crime por parte do magistrado.
PF investiga fraude em licitações e cumpre mandado em Vitória da Conquista
PF investiga fraude em licitações e cumpre mandado em Vitória da Conquista
Operação Legado cumpre mandados em 13 cidades baianas, incluindo Vitória da Conquista.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal e a Controladoria‑Geral da União (CGU) deram início à Operação Legado, que investiga suspeitas de fraudes em licitações e contratações diretas realizadas por municípios da Bahia, Piauí, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe e do Distrito Federal. Foram cumpridos 44 mandados de busca e apreensão em 22 localidades, com foco especial na área da saúde, e o TRF‑1 autorizou medidas patrimoniais e bloqueio de bens de até R$ 3,4 milhões.
- As investigações apontam coordenação entre empresas e agentes públicos para simular concorrência, direcionar contratos e cobrar valores acima do mercado, além de entregar equipamentos usados como novos. Foram analisados 56 procedimentos que movimentaram cerca de R$ 17 milhões, podendo configurar crimes como organização criminosa, fraude em licitação, falsidade documental, peculato e corrupção ativa e passiva.
Foto: Polícia Federal
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quinta-feira (24) a Operação Legado, que investiga suspeitas de fraudes em licitações e contratações diretas realizadas por municípios, principalmente na área da saúde. Ao todo, são cumpridos 44 mandados de busca e apreensão em 22 municípios da Bahia, Piauí, Espírito Santo, Minas Gerais e Sergipe, além do Distrito Federal. Na Bahia, as medidas ocorrem em Itabuna, Ibirataia, Eunápolis, Itapitanga, Salvador, São Felipe, Ubatã, Uruçuca, Feira de Santana, Itabela, Presidente Tancredo Neves, Teixeira de Freitas e Vitória da Conquista, que tem um mandado entre os alvos da operação. Segundo a PF e a CGU, empresários e pessoas que ocupam ou já ocuparam cargos públicos municipais estão entre os investigados. A apuração aponta que empresas teriam atuado de forma coordenada para fraudar contratações públicas, com indícios de simulação de concorrência, direcionamento de contratos e cobrança de valores acima dos praticados no mercado. Os investigadores também identificaram suspeitas de pagamento por produtos que não teriam sido entregues e de fornecimento de equipamentos usados apresentados como novos. A análise financeira encontrou ainda movimentações consideradas suspeitas e indícios de possíveis pagamentos de vantagens indevidas a agentes públicos. Conforme as investigações, foram examinados 56 procedimentos de contratação realizados em 31 municípios, que movimentaram aproximadamente R$ 17 milhões. Os fatos investigados podem configurar, em tese, crimes de organização criminosa, fraude em licitação e contrato público, falsidade documental, peculato e corrupção ativa e passiva. As buscas foram autorizadas pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que também determinou 13 medidas de caráter patrimonial e o bloqueio de bens e valores de até R$ 3,4 milhões. As investigações continuam para esclarecer a participação de cada envolvido e verificar a extensão das possíveis irregularidades.
PRF apreende cerca de 96 kg de maconha em veículo na BR-324 em Feira de Santana
PRF apreende cerca de 96 kg de maconha em veículo na BR-324 em Feira de Santana
Motorista foi detido após agentes identificarem condução perigosa na BR-324.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu aproximadamente 96 kg de maconha na noite de 22 de setembro, durante uma fiscalização no km 523 da BR‑324, em Feira de Santana (BA). A operação ocorreu após agentes abordarem uma Fiat Strada prata que trafegava de forma perigosa, encontrando a droga acondicionada na caçamba do veículo.
- O motorista foi detido e, junto ao veículo e ao entorpecente, encaminhado à delegacia de Feira de Santana, onde o caso seguirá com as medidas cabíveis, reforçando o combate ao tráfico de drogas na região.
Foto: PRF Bahia
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 96 quilos de maconha na noite desta terça-feira (22), durante uma fiscalização no km 523 da BR-324, em Feira de Santana, na Bahia. Segundo a PRF, os agentes abordaram um Fiat Strada prata após identificarem que o veículo trafegava de forma perigosa. Durante a fiscalização, os policiais encontraram a droga acondicionada na caçamba. O motorista foi detido e encaminhado, junto com o veículo e o entorpecente, para uma delegacia de Feira de Santana, onde o caso foi apresentado para as medidas cabíveis.
Mendonça acusa Moraes de abuso de autoridade em caso Master
Mendonça acusa Moraes de abuso de autoridade em caso Master
Ministro apresentou defesa a Edson Fachin e questionou a legalidade dos relatórios de inteligência usados contra ele
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro André Mendonça, do STF, acusou o colega Alexandre de Moraes de ilegalidades ao solicitar à Polícia Federal relatórios de inteligência que questionam sua atuação como relator do caso Banco Master. Mendonça alegou abuso de autoridade e denunciação caluniosa, destacando que os documentos carecem de assinatura e valor probatório, e que foram usados para tentar intimidar a Justiça.
- A disputa se insere no contexto da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de corrupção envolvendo o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master. Enquanto Mendonça defende a retirada de sigilo de mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes, o ministro acusado nega irregularidades e pede investigação contra Mendonça por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.
Foto: Antônio Augusto | STF
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), acusou o também ministro Alexandre de Moraes de cometer ilegalidades ao solicitar à Polícia Federal relatórios de inteligência utilizados para questionar sua atuação como relator do caso envolvendo o antigo Banco Master. A manifestação foi apresentada nesta terça-feira (22) ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, dentro do prazo estabelecido para que Mendonça respondesse às acusações feitas por Moraes. Segundo Mendonça, o procedimento adotado pelo colega poderia configurar abuso de autoridade e direcionamento de investigação. “Os vícios que o prolator imputou a este signatário são, na realidade e em verdade, aqueles verificados em seu próprio ato —e não naquele que ele visa atacar”, escreveu o ministro. A controvérsia teve origem na divulgação de um relatório de inteligência atribuído à Polícia Federal que levantou suspeitas sobre a condução, por Mendonça, das investigações da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras relacionadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo controlador do Banco Master. O documento divulgado não possui assinatura nem timbre da PF e traz advertências sobre seu caráter conjectural e a ausência de valor probatório. Outros relatórios também foram encaminhados à Corte. Na defesa, Mendonça afirmou que os documentos apresentam críticas à condução das investigações e questionou a forma como Moraes teria obtido acesso ao material. O ministro também sustentou que houve inserção de seu nome no chamado Inquérito das Fake News sem investigação prévia e afirmou que a apuração de ministros do Supremo deveria observar a competência do plenário da Corte. “São ‘relatórios’ sem qualquer identificação de autoria, com múltiplas advertências quanto à sua ausência de validade probatória”, escreveu Mendonça. Em outro trecho, afirmou que haveria “atividade ilícita da Polícia Federal” e “evidente denunciação caluniosa e abuso de autoridade” na tentativa, segundo ele, de intimidar e obstruir a Justiça. As afirmações integram a defesa apresentada pelo ministro e não representam conclusões judiciais sobre eventual prática de crime. O caso está relacionado ao confronto entre os ministros após Mendonça retirar o sigilo de documentos da Operação Compliance Zero que continham informações extraídas do celular de Daniel Vorcaro. Segundo a Polícia Federal, o material reunia 52 mensagens que teriam sido enviadas por Vorcaro a Moraes entre 2023 e novembro de 2025, quando o empresário foi preso. Em uma das mensagens, o ex-banqueiro aparenta mencionar um contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Em outro trecho, Vorcaro aparenta buscar informações sobre uma possível operação policial contra ele. Os investigadores informaram que as respostas atribuídas ao interlocutor não puderam ser recuperadas. Moraes, por sua vez, negou irregularidades e classificou como “inconstitucional e ilegal” a investigação conduzida por Mendonça relacionada às mensagens. Em reação à divulgação do material, Moraes encaminhou ao presidente do STF os relatórios de inteligência que levantavam suspeitas sobre a atuação de Mendonça e pediu a abertura de investigação contra o ministro por suspeitas de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. O embate entre os dois ministros ocorre em meio à disputa institucional envolvendo a condução do caso Master. Em setembro, o plenário do STF chegou a analisar questões relacionadas aos pedidos de investigação, mas o mérito não foi examinado naquela sessão após pedido de vista do ministro Flávio Dino.
Ex-sócio de Vorcaro contesta PF e defende Jaques Wagner no STF
Ex-sócio de Vorcaro contesta PF e defende Jaques Wagner no STF
Defesa contesta interpretação da Polícia Federal e afirma que emenda apresentada por Wagner previa limite para juros
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O empresário Augusto Ferreira Lima, ex‑sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma petição afirmando que a ampliação do crédito consignado, alvo da investigação, foi criada por medida provisória do governo Jair Bolsonaro em 2022, e não por emenda do senador Jaques Wagner. A defesa contestou restrições impostas pelo ministro André Mendonça e a interpretação da Polícia Federal sobre a participação de Wagner na tramitação da MP 1.106/2022, que depois se converteu na Lei nº 14.431/2022, destacando que a proposta do senador limitava apenas juros e não favorecia instituições financeiras.
- A petição surge após a PF, ao analisar o celular de Lima, encontrar contatos com Wagner, integrando a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. Enquanto a PF inclui Wagner nos elementos analisados, a defesa argumenta que o banco não teria benefício direto da medida e que a emenda de Wagner não foi incorporada ao texto final da legislação. O senador nega qualquer ilícito, e o caso continuará sob supervisão do STF.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a ampliação do crédito consignado apontada na investigação como possível benefício ao setor teve origem em uma medida provisória editada pelo governo de Jair Bolsonaro em 2022, e não em uma emenda apresentada pelo senador Jaques Wagner (PT-BA). A manifestação consta de uma petição apresentada ao STF em junho, cuja existência foi divulgada pelo Metrópoles nesta terça-feira (22), no contexto da investigação que apura a relação entre Wagner e pessoas ligadas ao Banco Master. A defesa de Augusto Lima contestou medidas restritivas determinadas pelo ministro André Mendonça e também questionou a interpretação da Polícia Federal sobre a participação do senador na tramitação da Medida Provisória nº 1.106/2022. A documentação oficial da Câmara dos Deputados confirma que a MP foi editada pelo Poder Executivo em março de 2022 e tinha como objetivo ampliar a margem de crédito consignado para aposentados, pensionistas e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de autorizar operações para beneficiários de programas federais de transferência de renda. A medida posteriormente foi convertida na Lei nº 14.431/2022. Segundo a defesa de Lima, teria ocorrido uma confusão entre o conteúdo original da medida provisória e a Emenda nº 30 apresentada por Wagner durante a tramitação no Congresso. A proposta do senador, conforme o texto oficial disponível na Câmara, estabelecia limites para os juros cobrados em operações de crédito consignado. A emenda não foi incorporada ao texto final da legislação. Na petição, os advogados argumentam que a diferença seria relevante para a investigação porque, na avaliação da defesa, uma proposta destinada a limitar juros não demonstraria intenção de favorecer instituições financeiras. A Polícia Federal, por outro lado, incluiu a atuação de Wagner na tramitação da MP entre os elementos analisados na investigação sobre sua relação com integrantes do Banco Master. Segundo a PF, o senador teria atuado em temas de interesse da instituição financeira, enquanto a defesa de Augusto Lima contesta essa interpretação. Outro argumento apresentado ao STF é que o Banco Master não estaria habilitado para operar na modalidade de crédito consignado relacionada à medida provisória. A defesa sustenta, por isso, que não haveria benefício direto ao banco decorrente da MP. A manifestação ocorre após a Polícia Federal identificar, durante a análise do celular de Augusto Lima, contatos e conversas entre o empresário e Jaques Wagner. As informações integram a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas relacionadas ao Banco Master. A investigação também analisa outros episódios envolvendo Wagner e pessoas ligadas ao banco. O senador nega irregularidades e afirma que não praticou atos ilícitos. As alegações apresentadas pela defesa de Augusto Lima ainda fazem parte do processo e serão analisadas no âmbito da investigação conduzida sob supervisão do STF.
PF investiga emenda de R$ 199 mil de Flávio Bolsonaro após pedido de condenado no caso Marielle
Mensagens apreendidas mostram tratativas entre assessora do senador e Robson Calixto, conhecido como Peixe
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal está investigando a destinação de uma emenda parlamentar de R$ 199 mil feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) a um projeto de futebol infantil do Instituto de Formação Profissional José Carlos Procópio (Ifop), após solicitação de Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, condenado pelo STF por envolvimento no caso Marielle Franco. Mensagens apreendidas revelam que Calixto pediu à assessora do senador, Maria de Fátima Bezerra Castro, a liberação dos recursos, que foram transferidos em novembro de 2023 e podem ter sido desviados para um escritório dos administradores da entidade, conforme indícios do Tribunal de Contas da União.
Foto: Diego Vara | Reuters
A Polícia Federal investiga a destinação de uma emenda parlamentar de R$ 199 mil feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a um projeto esportivo no Rio de Janeiro após uma solicitação de Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (21) pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela revista Piauí, a partir de mensagens apreendidas pela PF no celular de Calixto. Segundo a investigação, os diálogos ocorreram em 2023 entre Calixto e Maria de Fátima Bezerra Castro, assessora do gabinete de Flávio no Senado, e tratavam da liberação de recursos para o Instituto de Formação Profissional José Carlos Procópio (Ifop). O dinheiro foi destinado a um projeto de futebol infantil da entidade, localizada na região da Taquara, na Zona Oeste do Rio, área apontada como de influência dos irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, condenados pelo STF como mandantes da morte de Marielle. Registros do Portal da Transparência indicam que R$ 199 mil foram transferidos para o instituto em novembro de 2023. As mensagens analisadas pelos investigadores mostram que Calixto procurou a assessora para tratar da liberação da verba. Em seguida, segundo a apuração, ele foi convidado para uma cerimônia no Rio de Janeiro e orientado a reforçar pessoalmente o pedido ao senador. A investigação também identificou conversas sobre outros pedidos feitos à assessora, incluindo ingressos para camarote durante o Carnaval. A PF apura se houve irregularidades na intermediação e na aplicação das emendas. O repasse faz parte de uma apuração mais ampla sobre possíveis desvios de emendas parlamentares destinadas a organizações no Rio de Janeiro. Segundo informações divulgadas na imprensa, o Tribunal de Contas da União identificou indícios de irregularidades na utilização dos recursos enviados ao instituto, incluindo transferências para um escritório pertencente aos próprios administradores da entidade. A investigação está relacionada à Operação Emendatio, que apura suspeitas envolvendo emendas destinadas a organizações ligadas ao grupo dos irmãos Brazão. Flávio Bolsonaro não foi alvo dos mandados dessa operação. Em manifestação divulgada após a publicação das reportagens, Flávio Bolsonaro afirmou que a destinação dos recursos ocorreu dentro da legislação e seguiu critérios técnicos e exigências do Ministério do Esporte. O senador também declarou que a execução da verba foi comprovada por documentação e que eventuais valores remanescentes foram devolvidos. A defesa de Robson Calixto e a assessoria de Maria de Fátima não apresentaram manifestação nas reportagens consultadas. A investigação da PF busca esclarecer as circunstâncias da solicitação, a atuação de intermediários e a aplicação dos recursos públicos. Até o momento, as informações divulgadas apontam para uma apuração sobre possível irregularidade na destinação e execução da emenda, e não estabelecem que Flávio Bolsonaro tenha participado do assassinato de Marielle Franco.
Mensagens de Vorcaro mostram que ele se dizia “número 1” de Hugo Motta
Mensagens de Vorcaro mostram que ele se dizia “número 1” de Hugo Motta
Dados extraídos pela PF também revelam referências a encontros com o presidente da Câmara e outros políticos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Mensagens obtidas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, revelam que ele se autodenominava “número 1” do presidente da Câmara, Hugo Motta, chamando‑o de “irmão”. Em conversa de 2 de fevereiro de 2025 com o diretor jurídico Luiz Rennó, Vorcaro confirmou estar em Brasília com “Davi e Hugo”, referindo‑se ao presidente do Senado Davi Alcolumbre e ao deputado Motta, logo após a eleição de Motta à presidência da Câmara e de Alcolumbre ao Senado.
- A investigação da Polícia Federal aponta que Vorcaro custeou estadias de Motta em Lisboa, pagou suítes para o senador Ciro Nogueira e organizou uma degustação de uísque e charutos em Nova York, cujo gasto chegou a US$ 1,02 milhão (cerca de R$ 5,25 milhões). Mensagens adicionais mostram contato direto entre Motta e Vorcaro, inclusive discussões envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, levantando suspeitas de favorecimento e vantagens indevidas no Congresso nacional.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
Dados obtidos do celular de Daniel Vorcaro pela Polícia Federal (PF) mostram que o dono do Banco Master se definia como “o número 1” do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a quem também chamava de “irmão”. As informações são da coluna de Malu Gaspar, do jornal O Globo. Em uma conversa de 2 de fevereiro de 2025 com o diretor jurídico do banco, Luiz Rennó, Vorcaro afirmou que estava em Brasília “com Davi e Hugo”, em referência ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e a Motta. Questionado pelo advogado se tinha bom trânsito com o deputado, o banqueiro respondeu: “Transito bem? Kkkk. Sou ‘number 1’. Amigo irmão”. A conversa ocorreu um dia após Motta ser eleito presidente da Câmara em primeiro turno, com 444 votos e o apoio de 17 partidos, entre eles PL e PT. Na mesma data, Alcolumbre foi eleito para comandar o Senado, com 73 dos 81 votos. Procurado por meio de sua assessoria, Hugo Motta ainda não havia se manifestado sobre o conteúdo das mensagens. O espaço permanece aberto para posicionamento. Viagens e encontros - Segundo a investigação da PF, Vorcaro também teria custeado estadias de Motta durante uma viagem a Lisboa, em 2024. Na ocasião, o presidente da Câmara afirmou não ver problemas no pagamento das diárias, por se tratar de um evento que classificou como “corporativo e jurídico”. A PF apontou ainda que Vorcaro pagou suítes em um hotel de Lisboa para Motta e para o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Ciro é investigado por suspeita de ter recebido vantagens indevidas do banqueiro em razão de sua atuação em favor do Banco Master no Congresso Nacional. Em maio de 2024, Motta também esteve entre as autoridades que participaram de uma degustação de uísque e charutos organizada por Vorcaro em Nova York. O encontro ocorreu no Carnegie Club, em Manhattan, e a conta do estabelecimento chegou a US$ 1,02 milhão, valor convertido pela PF para cerca de R$ 5,25 milhões. Mensagens obtidas anteriormente pela investigação também mostram que Motta mantinha contato com Vorcaro. Em março de 2025, durante uma conversa com a então namorada, Martha Graeff, o banqueiro afirmou que “Hugo e Ciro” haviam chegado à sua casa para “falar com Alexandre”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Eduardo Bolsonaro é demitido da PF após processo por abandono de cargo
Eduardo Bolsonaro é demitido da PF após processo por abandono de cargo
Ex-deputado não retornou à função de escrivão após perder mandato; decisão foi publicada no Diário Oficial da União
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou nesta segunda‑feira (21) a demissão do ex‑deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL‑SP) do cargo de escrivão da Polícia Federal, após o Processo Administrativo Disciplinar concluir que ele abandonou o cargo por faltas injustificadas superiores a 30 dias consecutivos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e segue a determinação da PF de que o parlamentar retornasse ao serviço, o que não ocorreu, pois ele permaneceu nos Estados Unidos.
- A demissão ocorre poucos dias depois de a Primeira Turma do STF rejeitar, por unanimidade, os recursos contra a condenação de Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão por coação, além da perda do cargo de escrivão e da inelegibilidade por oito anos. O caso está ligado a supostas tentativas de pressionar autoridades norte‑americanas para interferir em processos envolvendo seu pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro.
Foto: Reprodução
O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou nesta segunda-feira (21) a demissão do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) do cargo de escrivão da Polícia Federal. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União e aponta como motivo o abandono de cargo, caracterizado por faltas injustificadas ao serviço por período superior a 30 dias consecutivos. A decisão é resultado de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado após Eduardo Bolsonaro não retornar às atividades na Polícia Federal depois do encerramento de seu mandato parlamentar. A PF havia determinado o retorno do então deputado ao cargo de escrivão, mas ele permaneceu nos Estados Unidos. O processo administrativo foi concluído pela corporação em julho deste ano e encaminhado ao Ministério da Justiça para a formalização da demissão. Eduardo Bolsonaro estava afastado da PF para exercer o mandato de deputado federal. Após perder o mandato em dezembro de 2025, em razão do número de faltas às sessões da Câmara, a Polícia Federal determinou seu retorno às funções. Como não houve a reapresentação ao trabalho, foi aberto o procedimento disciplinar que culminou na demissão. A demissão ocorre poucos dias depois de a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal rejeitar, por unanimidade, os recursos apresentados contra a condenação de Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. O julgamento terminou em 18 de setembro, com placar de 4 votos a 0. A condenação está relacionada à atuação do ex-deputado nos Estados Unidos. Segundo a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República, ele teria buscado pressionar autoridades norte-americanas para adotar medidas contra autoridades brasileiras e contra o Brasil, com o objetivo de interferir no processo envolvendo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa contestou as acusações. Além da pena de prisão, a decisão do STF determinou a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos, conforme o julgamento da Primeira Turma. A demissão administrativa publicada nesta segunda-feira formaliza, no âmbito do Ministério da Justiça, o desligamento do ex-deputado dos quadros da Polícia Federal.
Foto no celular de Vorcaro mostra Gonet ao lado de banqueiro em festa em Londres
Foto no celular de Vorcaro mostra Gonet ao lado de banqueiro em festa em Londres
Procurador-geral da República participou de evento, em Londres, promovido pelo Banco Master em abril de 2024
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma imagem capturada no celular de Daniel Vorcaro e divulgada pelo jornal O Globo mostra o procurador‑geral da República, Paulo Gonet, ao lado do ex‑banqueiro durante uma festa em Londres, em abril de 2024, com charuto e copos de bebida.
- A assessoria da PGR confirmou o evento, e Gonet, que assumiu o cargo em dezembro de 2023, reiterou que seu contato com Vorcaro foi “brevíssimo e banal”, enquanto o caso ganha destaque na sessão do plenário do STF sobre o relatório da PF envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.
Foto: Reprodução
Uma imagem encontrada pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro mostra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ao lado do então banqueiro durante uma festa realizada em Londres, no Reino Unido. A fotografia foi divulgada pelo jornal O Globo. Segundo o jornal, a imagem teria sido enviada a Vorcaro pelo advogado Ciro Soares. No registro, Gonet aparece segurando um charuto, enquanto Vorcaro está sentado à sua frente. Os dois sorriem para a câmera ao lado de outras duas pessoas, em um ambiente com copos de bebidas alcoólicas. A assessoria da Procuradoria-Geral da República informou que a foto foi feita durante um evento realizado em abril de 2024, que contou com a participação de diversas autoridades. Gonet já havia admitido publicamente ter comparecido à ocasião. Paulo Gonet assumiu o cargo de procurador-geral da República em dezembro de 2023. Na última terça-feira (15), durante sessão do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) voltada à discussão da validade de um relatório da Polícia Federal envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, Gonet disse que não teve um relacionamento de proximidade com Vorcaro e que a única ligação com o ex-banqueiro foi “brevíssima e banal”.
ACM Neto diz que operação contra ele é tentativa de interferir na eleição: “Nada disso vai me abalar”
Candidato do União Brasil repudia vazamento de pedido negado pelo STF, acusa grupo adversário de criar factoides a duas semanas do pleito e reafirma agenda pelo estado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em nota oficial divulgada nesta quinta‑feira (17), o ex‑prefeito de Salvador e candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), denunciou o vazamento de um pedido de busca e apreensão da Polícia Federal, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal Federal. O candidato classificou o episódio como uma manobra política destinada a prejudicar sua candidatura na reta final da disputa eleitoral, acusando a criação de "factoides" e insinuações mentirosas para associar seu nome a situações inexistentes.
- ACM Neto ressaltou que a Operação Overclean, iniciada em dezembro de 2024, não apontou qualquer conduta ilícita sua e que a decisão do STF comprova a inconsistência das alegações. Ele também acusou o grupo político que governa a Bahia há duas décadas de usar estruturas do Estado para manipular o pleito, afirmando que, com 17 dias restantes, manterá sua agenda de campanha até a votação marcada para 4 de outubro.
Foto: Valter Pontes | Secom
Em nota oficial divulgada nesta quinta-feira (17), o ex-prefeito de Salvador e candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), reagiu ao vazamento de um pedido de busca e apreensão feito pela Polícia Federal e negado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da 10ª fase da . O candidato classificou o episódio como uma manobra política para prejudicar sua candidatura na reta final da disputa eleitoral. “Fica cada vez mais clara a tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento”, declarou ACM Neto. Rejeição do STF e alegação de inconsistência - A solicitação da PF, que contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) no início do ano, envolvia apurações sobre contratos da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte. Contudo, o relator do caso no STF, . ACM Neto destacou que a Operação Overclean começou em dezembro de 2024 e que, em quase dois anos de investigações, jamais houve qualquer apontamento de conduta ilícita praticada por ele. Segundo o candidato, a própria decisão do STF confirma a total inconsistência das ilações. Ataque do grupo adversário - Faltando pouco mais de duas semanas para o pleito, o ex-prefeito acusou o grupo político que comanda o governo do estado da Bahia há 20 anos de utilizar estruturas de Estado para tentar manipular o resultado das urnas. “Temos a chance de, em 17 dias, vencer um grupo político (...) que já demonstrou que é capaz de fazer qualquer coisa para se manter no poder. Nada disso vai me abalar e nem me desviar do meu propósito de servir ao povo da Bahia”, afirmou. O candidato reafirmou que manterá a agenda de campanha em todo o estado, apresentando suas propostas até o dia da votação, agendado para 4 de outubro.
Operação Overclean: STF nega busca contra ACM Neto; investigação apura contratos de R$ 80 milhões
Ministro Nunes Marques negou pedido da Polícia Federal, que havia recebido parecer favorável da PGR.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques, negou o pedido da Polícia Federal (PF) para efetuar buscas contra o candidato à governadoria da Bahia, ACM Neto (União Brasil), no âmbito da décima fase da Operação Overclean. A operação investiga supostas irregularidades em contratos da Secretaria de Educação de Belo Horizonte, que somam mais de R$ 80 milhões, e já cumpriu 24 mandados de busca em seis estados, incluindo Minas Gerais, Bahia e São Paulo.
- A PF apura possíveis fraudes em licitações, organização criminosa e lavagem de dinheiro, envolvendo ACM Neto, o ex‑secretário Bruno Barral e o empresário José Marcos de Moura, conhecido como “Rei do Lixo”. ACM Neto negou qualquer envolvimento, alegando tentativa de interferência eleitoral, enquanto a investigação segue em andamento sem decisão definitiva sobre o mérito das suspeitas.
Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques negou um pedido da Polícia Federal (PF) para realizar buscas contra ACM Neto (União Brasil), candidato ao governo da Bahia. A solicitação foi feita no âmbito da décima fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17), que investiga suspeitas de irregularidades em contratos da Secretaria de Educação de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado favoravelmente à medida, mas o ministro não autorizou a busca contra o político. A investigação apura possíveis fraudes em contratações realizadas entre 2024 e 2025, envolvendo serviços e materiais didáticos. Segundo a Polícia Federal, pelo menos três procedimentos investigados resultaram em contratos que, somados, ultrapassam R$ 80 milhões. Outros contratos também estão sob apuração. Ao todo, são cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Tocantins, Paraná e Espírito Santo.De acordo com informações divulgadas pela imprensa, a PF investiga se ACM Neto participou da indicação de Bruno Barral para a Secretaria de Educação de Belo Horizonte com o objetivo de favorecer empresários em licitações públicas. Barral ocupou o cargo durante a gestão do prefeito Fuad Noman e já havia trabalhado com ACM Neto na Prefeitura de Salvador, quando o político baiano administrou a capital entre 2013 e 2020. O ex-secretário está entre os alvos da nova fase da operação. A investigação também alcança o empresário José Marcos de Moura, conhecido como “Rei do Lixo”, e outros empresários. A PF apura possíveis crimes contra a administração pública, fraude em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As suspeitas ainda estão em investigação e não representam uma condenação. Em manifestação divulgada nesta quinta-feira, ACM Neto negou qualquer relação com os fatos investigados e afirmou que a divulgação do pedido de busca representa uma tentativa de interferência no processo eleitoral. O candidato também declarou que considera as suspeitas infundadas. A negativa do pedido de busca pelo STF não significa, por si só, o encerramento da investigação ou uma decisão definitiva sobre o mérito das suspeitas. A operação segue em andamento, e a Polícia Federal continua apurando os contratos e a possível participação dos investigados.
























