Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
Angelo Coronel não descarta sabotagem após susto em voo de ACM Neto
Angelo Coronel não descarta sabotagem após susto em voo de ACM Neto
Parlamentar afirmou que Cenipa e Polícia Federal devem apurar se houve falha mecânica, humana ou ação provocada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Angelo Coronel declarou nesta quarta-feira (11) que nenhuma hipótese será descartada na investigação do incidente aéreo ocorrido na última segunda-feira (9), que transportava lideranças da oposição baiana. A aeronave sofreu uma despressurização durante um voo com destino a Brumado, levando a uma descida emergencial. Entre os passageiros estavam ACM Neto, João Roma e a deputada Roberta Roma. O caso será investigado pelo Cenipa e pela Polícia Federal para determinar as causas do ocorrido.
- Coronel classificou o episódio como o momento mais traumático de sua vida, descrevendo o pânico e o medo de morrer durante a brusca queda de altitude. Ele enfatizou a necessidade de uma investigação técnica aprofundada para esclarecer se a despressurização foi provocada por falha mecânica, erro humano ou alguma ação intencional. As causas do incidente permanecem desconhecidas e seguem sob investigação dos órgãos competentes.
Foto: Lula Marques | Agência Brasil
O senador Angelo Coronel afirmou nesta quarta-feira (11) que não pretende descartar nenhuma hipótese sobre o incidente envolvendo a aeronave que transportava lideranças da oposição baiana na última segunda-feira (9). O caso será investigado pelo Cenipa e pela Polícia Federal. O episódio ocorreu durante um voo com destino a Brumado. A bordo estavam o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, o ex-ministro João Roma, a deputada federal Roberta Roma, o deputado estadual Nelson Leal e o próprio Coronel. Em entrevista às rádios Metropolitana, Feliz FM e CBN Salvador, o senador afirmou que apenas uma investigação técnica poderá esclarecer o que provocou a despressurização. “Não quero ser irresponsável e dizer que houve sabotagem. Mas também não quero descartar nada. Tem que investigar tudo, até para saber se foi uma falha mecânica, humana ou algo provocado”, declarou. Coronel relatou que a aeronave realizou uma descida emergencial brusca, passando de cerca de 30 mil pés para aproximadamente 10 mil pés de altitude em poucos minutos. “Você está com 30 mil pés de altura. Depois cai repentinamente para em torno de 10 mil pés. Imagina a diferença, em uma velocidade grande, em queda livre, como se fosse um mergulho. Só restava orar e pedir a Deus”, afirmou. O senador classificou a ocorrência como o momento mais traumático de sua vida. “Foi a pior experiência dos meus 68 anos. Toda hora eu desperto com aquelas imagens. Ainda estou muito abalado. Foi uma situação de pânico, de medo real de morrer”, relatou. As causas da despressurização ainda são desconhecidas e seguem sob investigação dos órgãos competentes. Até o momento, não há conclusão oficial sobre o que provocou o incidente.
Homem é preso dentro de agência do INSS por estelionato em Feira de Santana
Homem é preso dentro de agência do INSS por estelionato em Feira de Santana
Mandado de prisão preventiva foi cumprido durante ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Federal em Feira de Santana.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 65 anos, identificado como Antonio Carlos da Silva Souza, foi preso na manhã desta quarta-feira (10) dentro de uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Feira de Santana, Bahia. Ele era investigado por crimes de estelionato e alvo de um mandado de prisão preventiva. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana, com apoio da Polícia Federal, enquanto o suspeito recebia atendimento na unidade.
- As investigações da Polícia Civil apontam que Souza estaria envolvido em golpes patrimoniais e fraudes relacionadas à obtenção de crédito, incluindo uma tentativa de contratação de empréstimo usando documentos falsos e a identidade de outro idoso. Após ser detido, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde permanece à disposição da Justiça, e as investigações continuam para identificar sua participação em outros crimes e possíveis vítimas.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Um homem de 65 anos investigado por crimes de estelionato foi preso na manhã desta quarta-feira (10) dentro de uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador. A prisão ocorreu enquanto o suspeito era atendido na unidade localizada no bairro Queimadinha. A ação foi realizada por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana, com apoio da Polícia Federal. De acordo com a Polícia Civil, Antonio Carlos da Silva Souza era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Criminal, do Júri, de Execuções Penais e da Infância e Juventude da Comarca de Camacan, no sul da Bahia, em setembro de 2025. As investigações apontam que o suspeito estaria envolvido em golpes patrimoniais e fraudes relacionadas à obtenção de crédito. Entre os casos apurados está uma tentativa de contratação de empréstimo mediante o uso de documentos falsos. Segundo a polícia, Antonio Carlos teria utilizado a identidade de outro idoso para tentar conseguir a liberação de um empréstimo junto a uma instituição financeira. O caso passou a ser investigado após indícios de fraude serem identificados pelas autoridades. Após ser localizado e detido, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde permanece custodiado à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar a possível participação do suspeito em outros crimes semelhantes, além de levantar o número de vítimas que possam ter sido prejudicadas pelas fraudes atribuídas a ele.
Nova delação de Vorcaro não traz fatos inéditos, avaliam investigadores
Nova delação de Vorcaro não traz fatos inéditos, avaliam investigadores
Primeira versão apresentada em maio já havia sido rechaçada por integrantes da PF e da PGR
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A segunda proposta de delação apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Federal foi considerada insuficiente por investigadores. A apuração do caso Master é obstaculizada por a defesa do ex-banqueiro não ter entregue informações inéditas.
- Uma nova reunião deve ocorrer para discutir os próximos passos das negociações, após a primeira proposta ter sido rejeitada em maio.
Foto: Divulgação | SAP-SP
A segunda versão da proposta de delação apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal tem sido vista por investigadores como insuficiente para avançar nas negociações. Segundo integrantes da apuração do caso Master, o material entregue não trouxe informações inéditas e manteve um tom predominantemente defensivo. Apesar da avaliação negativa, uma nova reunião entre a defesa de Vorcaro e os órgãos responsáveis pela investigação deve ocorrer ainda nesta semana para discutir os próximos passos das tratativas. As negociações para um acordo de colaboração já haviam enfrentado obstáculos anteriormente. Em maio, a primeira proposta apresentada pelos advogados do ex-banqueiro foi rejeitada por policiais federais e procuradores, levando a PF a anunciar o encerramento das conversas. Dias depois, porém, a corporação voltou a considerar a possibilidade de um acordo após receber a sinalização de que Vorcaro poderia fornecer novos elementos para as investigações. Há uma percepção entre esses investigadores de que os novos capítulos narrados pelo banqueiro foram mais detalhados, com contexto, informações e datas, mas ainda sem elementos que eles já não soubessem.
FICCO captura 406 foragidos e bloqueia R$ 102 milhões
FICCO captura 406 foragidos e bloqueia R$ 102 milhões
Desde a criação da força-tarefa, ações integradas já resultaram na captura de foragidos em diversos estados e no exterior, além do bloqueio de recursos ligados às facções.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Bahia alcançou o marco de 406 criminosos foragidos capturados desde sua criação em 2023, além de bloquear aproximadamente R$ 102 milhões vinculados a esquemas de lavagem de dinheiro associados a organizações criminosas.
- A FICCO, uma força-tarefa que reúne diferentes órgãos de segurança, realizou operações em várias regiões do país, incluindo a captura de líderes de grupos criminosos no exterior. O secretário da Segurança Pública da Bahia destaca a importância da integração entre as instituições envolvidas no enfrentamento ao crime organizado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Bahia alcançou a marca de 406 criminosos foragidos da Justiça capturados desde sua implantação, em 2023. No mesmo período, as ações da força-tarefa também resultaram no bloqueio de aproximadamente R$ 102 milhões vinculados a esquemas de lavagem de dinheiro associados a organizações criminosas. Os resultados refletem o fortalecimento das estratégias de inteligência e integração entre as forças de segurança que atuam no combate às facções criminosas dentro e fora do estado. Entre os presos estão líderes de grupos criminosos localizados em diferentes regiões do país e até mesmo no exterior. Segundo dados divulgados pela força integrada, somente em 2026 seis alvos considerados prioritários foram localizados e capturados na Bolívia. Também houve prisões realizadas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina, ampliando o alcance das investigações conduzidas pela equipe baiana. O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou que os resultados são fruto da atuação conjunta das instituições envolvidas no enfrentamento ao crime organizado. De acordo com ele, a integração entre policiais militares, civis, federais, penais, policiais rodoviários federais e peritos tem sido fundamental para agilizar o compartilhamento de informações estratégicas e a tomada de decisões operacionais. O coordenador da FICCO Bahia, Eduardo Badaró, ressaltou que as ações da força não se concentram apenas no combate às facções. Segundo ele, operações permanentes também priorizam a localização de autores de crimes graves contra a vida, como homicídios, feminicídios e latrocínios. Como exemplo, o delegado citou a prisão de um homem procurado por assassinato que foi localizado na última quarta-feira enquanto tentava deixar a Bahia. O suspeito acabou capturado na rodoviária de Salvador antes de conseguir fugir. Criada para fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas, a FICCO reúne diferentes órgãos de segurança em um mesmo ambiente operacional, permitindo uma atuação coordenada em investigações, prisões e bloqueios patrimoniais. A expectativa é que novas operações sejam realizadas ao longo do ano para ampliar a descapitalização das facções e reduzir a atuação desses grupos em território baiano.
Vorcaro cita Flávio Bolsonaro e filme "Dark Horse" em nova proposta de delação premiada
Empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse"
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O empresário e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, apresentou uma nova proposta de delação premiada à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR), citando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma suposta cobrança de recursos para a produção do filme 'Dark Horse', uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro detalhou movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionou nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores.
- Vorcaro relata ter recebido pedidos para o repasse de cerca de R$ 60 milhões para a produção do filme, o que foi revelado por um áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil. Embora o senador Flávio Bolsonaro negue irregularidades, a proposta de delação de Vorcaro pode trazer novas revelações sobre as investigações envolvendo o ex-presidente e seu filho.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, citou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma nova proposta de delação premiada apresentada nesta semana à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR). O empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse", obra inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro incluiu o episódio em uma nova versão do acordo de delação entregue às autoridades na segunda-feira (1º). O banqueiro teria detalhado movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionado nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores. Vorcaro teria narrado as cobranças e as transferências de cerca de R$ 60 milhões para a produção da cinebiografia sobre o ex-presidente. Em 13 de maio, o site The Intercept Brasil revelou áudio em que o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), pede a Vorcaro um repasse milionário para execução do filme Dark Horse. O parlamentar afirma que não há irregularidades e ressalta tratar-se de um contrato privado. Preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Vorcaro teve uma proposta anterior de delação rejeitada. Na avaliação dos investigadores, o material apresentado continha omissões e deixava de esclarecer fatos considerados relevantes para as apurações.
Mulher com mandado por estelionato é presa em terminal rodoviário de Guanambi
Mulher com mandado por estelionato é presa em terminal rodoviário de Guanambi
Suspeita foi localizada dentro de um ônibus durante ação conjunta da PM e Polícia Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A polícia prendeu uma mulher de 43 anos no Terminal Rodoviário de Guanambi, Bahia, devido a um mandado de prisão por estelionato emitido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A prisão ocorreu após a confirmação da identidade e do mandado em aberto. A suspeita permanece à disposição da Justiça.
- A ação conjunta da Polícia Militar e do Grupo de Capturas da Polícia Federal foi realizada no 17º BPM, com o objetivo de cumprir a ordem judicial.
Foto: Reprodução
Uma mulher de 43 anos foi presa na manhã de terça-feira (2) no Terminal Rodoviário de Guanambi, no sudoeste da Bahia. Segundo a Polícia Militar, ela tinha um mandado de prisão por estelionato expedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A prisão ocorreu durante uma ação conjunta do 17º BPM e do Grupo de Capturas da Polícia Federal. As equipes foram ao terminal para cumprir a ordem judicial e localizaram a suspeita dentro de um ônibus que fazia a linha entre Guanambi e Ibotirama. Após a confirmação da identidade e do mandado em aberto, a mulher foi conduzida à Delegacia Territorial de Guanambi, onde o caso foi registrado. A suspeita permanece à disposição da Justiça.
Homem é preso suspeito de gravar imagens de abuso infantil em Vitória da Conquista
PF aponta que parte do material foi produzida dentro da casa do investigado; prisão ocorreu após operação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem foi preso em Vitória da Conquista, Bahia, suspeito de produzir e armazenar imagens de abuso sexual infantil. A prisão ocorreu após a deflagração da Operação Hang Loser, que apura crimes de estupro de vulnerável e produção de material contendo cenas de abuso sexual contra crianças e adolescentes.
- A perícia será realizada em celulares e outros dispositivos eletrônicos apreendidos na residência, que terão relatórios de monitoramento cibernético que apontaram o armazenamento de arquivos com conteúdo ilegal envolvendo menores.
Foto: Divulgação | Policia Federal
Um homem foi preso preventivamente em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, suspeito de produzir e armazenar imagens de abuso sexual infantil dentro da própria residência. Segundo a Polícia Federal, a análise do material apreendido indica que parte das fotografias foi registrada em cômodos da casa, como quarto e sala. A prisão ocorreu no sábado (30), após a deflagração da Operação Hang Loser, realizada na quinta-feira (28). A investigação apura crimes de estupro de vulnerável, produção e armazenamento de material contendo cenas de abuso sexual contra crianças e adolescentes. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, agentes recolheram celulares e outros dispositivos eletrônicos, que serão submetidos à perícia. De acordo com a PF, os indícios surgiram após relatórios de monitoramento cibernético apontarem o armazenamento, em serviços de nuvem, de arquivos com conteúdo ilegal envolvendo menores. A corporação informou ainda que não encontrou estúdio de produção audiovisual na residência, contrariando informações divulgadas nas redes sociais. A PF esclareceu que apenas identificou que parte das imagens analisadas foi produzida dentro da casa do investigado. A prisão preventiva foi autorizada pela Justiça e cumprida no sábado. O homem permanece à disposição do Judiciário.
FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
Força integrada coordenada pela Polícia Federal cumpriu centenas de mandados e intensificou o combate ao tráfico, à lavagem de dinheiro e às lideranças criminosas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA) causou um prejuízo estimado em R$ 102 milhões às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). O balanço abrange as operações realizadas desde a implantação da força-tarefa em agosto de 2023 até maio de 2026, com a Polícia Federal coordenando as ações que envolvem forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal no combate ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.
- As investigações resultaram no cumprimento de 210 mandados judiciais para bloqueio de recursos e 402 mandados de busca e apreensão, culminando na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças estratégicas. Entre os detidos, destaca-se a prisão de um líder de facção em São Paulo com atuação no sudoeste baiano, além da captura de dois líderes do Comando Vermelho na Bolívia, demonstrando a atuação transfronteiriça da FICCO/BA em colaboração com a Interpol. A Bahia foi pioneira no Nordeste ao adotar essa força-tarefa, uma estratégia crucial no enfrentamento ao crime organizado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
As facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sofreram um prejuízo estimado em R$ 102 milhões após ações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA). O balanço considera operações realizadas entre agosto de 2023, quando a força-tarefa foi implantada no estado, e maio de 2026.Coordenada pela Polícia Federal, a FICCO reúne forças de segurança estaduais, federais e a polícia penal em ações voltadas ao combate ao tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o bloqueio dos recursos ocorreu a partir do cumprimento de 210 mandados judiciais relacionados à descapitalização das organizações criminosas.No período, foram executados 402 mandados de busca e apreensão em operações conduzidas pela própria força-tarefa e em ações integradas com outros órgãos de segurança. As investigações também resultaram na captura de centenas de criminosos, incluindo lideranças consideradas estratégicas do PCC e do CV.Entre as prisões de destaque está a captura, em maio deste ano, de um líder de facção com atuação no sudoeste baiano, localizado na capital paulista durante uma operação conjunta das forças de segurança da Bahia e de São Paulo.A atuação da FICCO também ultrapassou fronteiras. A Bolívia aparece como um dos principais destinos utilizados por integrantes de facções para tentar escapar da Justiça brasileira. Em uma ação internacional, dois líderes do Comando Vermelho da Bahia foram presos no país vizinho após troca de informações entre a FICCO e a Interpol.A Bahia foi o primeiro estado do Nordeste a implantar a força-tarefa, considerada uma das principais estratégias nacionais de enfrentamento ao crime organizado e ao poder financeiro das facções.
PF faz operação contra descontos ilegais em aposentadorias
PF faz operação contra descontos ilegais em aposentadorias
Investigação apura supostos descontos indevidos em benefícios do INSS por meio de acordos firmados entre associações e o instituto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (27) uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga suspeitas de descontos ilegais aplicados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação mobilizou 31 mandados de busca e apreensão nos estados de Pernambuco, São Paulo, Paraíba e no Distrito Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União e autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.
- As investigações apontam indícios de crimes como organização criminosa, estelionato previdenciário e ocultação de patrimônio. Os principais alvos são indivíduos e associações, como Unibap (com destaque para Gutemberg Tito de Souza e Zacarias Canuto Sobrinho) e Abenprev, que teriam firmado acordos de cooperação com o INSS entre 2021 e 2023 para realizar descontos diretamente nos benefícios sem a devida autorização dos beneficiários.
Foto: Divulgação | Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (27), uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga suspeitas de descontos ilegais em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social. Ao todo, estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão nos estados de Pernambuco, São Paulo, Paraíba e no Distrito Federal. A operação conta também com apoio da Controladoria-Geral da União. A decisão que autorizou a ação foi assinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Segundo a Polícia Federal, as investigações apontam indícios de crimes como organização criminosa, estelionato previdenciário e ocultação de patrimônio. Os principais alvos são pessoas ligadas a associações que mantinham autorização para realizar descontos diretamente nos benefícios pagos pelo INSS. Entre os investigados estão Gutemberg Tito de Souza e Zacarias Canuto Sobrinho, ligados à Unibap. Pessoas vinculadas à Abenprev também foram alvo da operação. As associações investigadas teriam firmado acordos de cooperação com o INSS entre os anos de 2021 e 2023. A suspeita é que descontos indevidos tenham sido aplicados em aposentadorias e pensões sem autorização regular dos beneficiários. A PF informou que a investigação segue em andamento e que o material apreendido será analisado para aprofundar as apurações sobre o suposto esquema.
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
Investigação apura supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal recusou a proposta de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, devido a inconsistências nas informações fornecidas. A decisão foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que é o responsável pelo inquérito. A investigação, iniciada em 2024, apura a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, um esquema que teria gerado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional.
- Apesar da recusa inicial, a PF não descarta a possibilidade de novas negociações caso Vorcaro apresente dados mais relevantes, enquanto a Procuradoria-Geral da República segue avaliando a proposta de delação. Vorcaro foi preso preventivamente em novembro de 2025 durante a Operação Compliance Zero e novamente em março deste ano. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025, e a homologação ou rejeição do acordo de delação caberá, em última instância, ao ministro André Mendonça.
Foto: Divulgação | Banco Master
A Polícia Federal decidiu não validar a proposta de colaboração premiada negociada com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações da investigação, os agentes responsáveis consideraram inconsistentes as informações apresentadas pelo empresário durante as negociações do acordo. A apuração foi iniciada em 2024, após solicitação do Ministério Público Federal, e investiga a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, em um esquema que pode ter causado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional. De acordo com fontes ligadas ao caso, a decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pelo inquérito. Apesar da recusa, a polícia não descarta novas negociações caso Vorcaro apresente informações consideradas relevantes. A Procuradoria-Geral da República segue analisando a proposta de delação apresentada pela defesa do banqueiro. Vorcaro foi preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Ele chegou a ser liberado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas voltou a ser preso em março deste ano, durante a terceira fase da operação. Segundo a investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025. A decisão final sobre um eventual acordo de delação caberá ao ministro André Mendonça, responsável por homologar ou rejeitar a colaboração premiada.
PF não encontra indícios de crime eleitoral envolvendo prefeito de Rio de Contas
PF não encontra indícios de crime eleitoral envolvendo prefeito de Rio de Contas
Relatório aponta falta de provas e descarta abertura de inquérito
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal não identificou indícios de crimes eleitorais contra o prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista da Silva. A corporação havia sido autorizada a investigar denúncias de caixa dois e irregularidades em licitações após pedido da Procuradoria Regional Eleitoral. Com a conclusão da PF, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) deve decidir se arquiva o caso ou solicita novas diligências.
- A análise da PF foi feita após denúncias que não apresentavam elementos mínimos para justificar a abertura de inquérito, considerando que as acusações eram vagas, sem datas, locais ou testemunhas que sustentassem os relatos.
Foto: Vaner Casaes | ALBA
A Polícia Federal informou ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) que não identificou indícios de crime eleitoralatribuídos ao prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista da Silva. A análise foi feita após denúncias que citavam possível caixa dois e irregularidades em licitações da gestão municipal. No despacho, o delegado Victor Emmanuel Brito Menezes afirma que as acusações não apresentavam elementos mínimos para justificar a abertura de inquérito. Segundo a PF, as denúncias eram vagas, sem datas, locais ou testemunhas que sustentassem os relatos. A corporação também destacou que despesas com palco, som e iluminação — apontadas como suspeitas — constam na prestação de contas do então candidato e foram aprovadas pela Justiça Eleitoral. Além disso, os contratos citados teriam sido pagos com recursos municipais e estaduais, sem verba federal, o que afasta a competência da PF. A investigação havia sido autorizada pelo TRE-BA em março de 2026, após pedido da Procuradoria Regional Eleitoral. Com a conclusão da PF, o tribunal deve decidir se arquiva o caso ou solicita novas diligências.
Aliado de Flávio Bolsonaro pede ao STF investigação sobre vazamentos do caso Master
Reunião com André Mendonça ocorreu após divulgação de áudios sobre pedido de R$ 134 milhões para filme sobre Jair Bolsonaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, reuniu-se com o ministro do STF André Mendonça para pedir apuração sobre vazamentos da investigação do Banco Master. As informações são da CNN e do Estadão. O pedido ocorreu após o The Intercept Brasil divulgar conversas em que Flávio negocia com o banqueiro Daniel Vorcaro o pagamento de R$ 134 milhões para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro.
- A defesa de Flávio está preocupada com supostos "vazamentos seletivos" no caso, que reúne cerca de 7 terabytes de informações. O senador admitiu ter buscado patrocínio privado para a produção, mas negou qualquer irregularidade.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, se reuniu nesta quinta-feira (14) com o ministro do STF André Mendonça para pedir apuração sobre vazamentos da investigação envolvendo o Banco Master. As informações são da CNN e do Estadão. O pedido ocorreu após o The Intercept Brasil divulgar conversas em que Flávio negocia com o banqueiro Daniel Vorcaro o pagamento de R$ 134 milhões para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro. Segundo Marinho, a defesa está preocupada com supostos “vazamentos seletivos” no caso, que reúne cerca de 7 terabytes de informações. As mensagens divulgadas fazem parte do material apreendido pela Polícia Federal durante a Operação Compliance Zero. Em um dos áudios, Flávio cobra recursos de Vorcaro para despesas do filme “Dark Horse”. Em nota, o senador admitiu ter buscado patrocínio privado para a produção, mas negou qualquer irregularidade.
Lula diz que relação entre Flávio e banqueiro é “caso de polícia”
Lula diz que relação entre Flávio e banqueiro é “caso de polícia”
Presidente evitou comentar detalhes do caso, mas afirmou que investigação deve ser conduzida pela Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “caso de polícia” a relação entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. A declaração foi feita nesta quinta-feira (14) durante agenda oficial em Camaçari, Bahia, após questionamentos de jornalistas sobre mensagens que revelaram tratativas entre os dois a respeito do financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula reiterou que não é policial nem procurador e que o assunto deve ser investigado pela Polícia Federal.
- Além de comentar o caso, o presidente aproveitou a visita para fazer declarações políticas indiretas, criticando o uso de inteligência artificial em campanhas eleitorais e afirmando que “a verdade tarda, mas não falha”. A agenda na Bahia incluiu a entrega de 384 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida em Camaçari, com investimento de R$ 65 milhões, e a visita à Fafen Bahia, uma unidade de fertilizantes nitrogenados em Candeias que retomou suas atividades em janeiro após um aporte de R$ 100 milhões.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (14) que a relação entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro é um “caso de polícia”. A declaração foi dada durante agenda oficial em Camaçari, após questionamento de jornalistas sobre o assunto. “Eu não vou comentar. É caso de polícia. Eu não sou policial, eu não sou procurador-geral”, afirmou Lula ao encerrar o discurso. Em seguida, o presidente disse que o caso deve ser tratado pela Polícia Federal. A fala ocorreu um dia após a divulgação de mensagens trocadas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. A reportagem revelou tratativas relacionadas ao financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Mais cedo, durante a inauguração de residenciais do programa Minha Casa, Minha Vida, Lula também fez declarações indiretas sobre o cenário político. Sem citar nomes, afirmou que “a verdade tarda, mas não falha” e criticou o uso de inteligência artificial em campanhas eleitorais. Na agenda em Camaçari, o presidente participou da entrega de dois conjuntos habitacionais com 384 unidades. Segundo o governo federal, o empreendimento recebeu investimento de R$ 65 milhões por meio do Novo PAC. Durante a visita à Bahia, Lula também esteve na Fafen Bahia, unidade de fertilizantes nitrogenados que retomou as atividades em janeiro após permanecer hibernada desde 2019. Conforme o governo federal, a planta recebeu investimento de R$ 100 milhões e possui capacidade de produzir 1.300 toneladas diárias de ureia, volume equivalente a cerca de 5% da demanda nacional.
Prefeito de Rio de Contas acumula seis investigações e vira alvo de inquérito na Polícia Federal
MP-BA apura possível irregularidade em contrato de transporte escolar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista da Silva, responde a um novo inquérito civil do MP-BA, elevando para seis o número de investigações abertas contra sua gestão em pouco mais de um ano. O tribunal também autorizou a abertura de uma petição criminal para apurar indícios de crimes eleitorais e irregularidades em contratos firmados pela administração municipal.
- As investigações envolvem a prestação de contas da gestão, a contratação de uma empresa de transporte escolar e suspeitas de falhas na execução do serviço, além da possibilidade de prejuízo aos cofres públicos.
Foto: Reprodução | Sandra Travassos
O prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista da Silva, passou a responder a um novo inquérito civil do Ministério Público da Bahia (MP‑BA), elevando para seis o número de investigações abertas contra sua gestão em pouco mais de um ano. O procedimento foi instaurado na terça-feira (28). A apuração mais recente envolve a contratação da empresa Araújo Alves Empreendimentos Ltda, de Jussiape, responsável pelo transporte escolar no município. O MP investiga suspeitas de falhas na execução do serviço e possível prejuízo aos cofres públicos. Paralelamente, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE‑BA) autorizou a abertura de uma petição criminal para apurar indícios de crimes eleitorais e irregularidades em contratos firmados pela administração municipal. A decisão determinou o envio do caso à Polícia Federal, que ficará responsável pelas diligências. As investigações também analisam a prestação de contas da gestão. O prefeito não se manifestou sobre as acusações até a última atualização desta matéria.
Foragido da Justiça é preso em rodoviária de Bom Jesus da Lapa
Foragido da Justiça é preso em rodoviária de Bom Jesus da Lapa
Suspeito tentava fugir para Salvador e foi interceptado antes de embarcar.
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Uma operação conjunta entre a Polícia Militar da Bahia e a Polícia Federal resultou na prisão de um foragido da Justiça na tarde de domingo (26), em Bom Jesus da Lapa. O homem foi localizado no terminal rodoviário do município por equipes da Rondesp Meio Oeste, após troca de informações de inteligência entre as forças de segurança.Segundo a polícia, o suspeito tinha um mandado de prisão em aberto e pretendia deixar a cidade com destino a Salvador. Com base nas características repassadas, os agentes montaram um cerco no local e realizaram a abordagem. A identidade do alvo foi confirmada, assim como a validade da ordem judicial.O homem recebeu voz de prisão ainda na rodoviária e não ofereceu resistência. Ele foi encaminhado à delegacia, onde o caso foi registrado. Após os procedimentos, o suspeito ficará à disposição da Justiça.
Operação da PF combate extração ilegal de quartzo em Brotas de Macaúbas
Operação da PF combate extração ilegal de quartzo em Brotas de Macaúbas
Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Bom Jesus da Lapa
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A Polícia Federal deflagrou a "Operação Minério Clandestino" para investigar a extração irregular de quartzo no oeste da Bahia . Ao todo, os agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira (15) . As ordens judiciais foram distribuídas da seguinte forma: Três mandados em Brotas de Macaúbas, no interior baiano. Um mandado em Inimutaba, no estado de Minas Gerais. As medidas foram expedidas pela Justiça Federal de Bom Jesus da Lapa . A apuração aponta indícios de crime contra o patrimônio mineral, que é de competência exclusiva da União. Durante as buscas, os policiais federais apreenderam documentos, equipamentos e outros materiais correlatos. Todo o montante será submetido a exames periciais para detalhar a dinâmica do crime e identificar os demais envolvidos no esquema clandestino. O material recolhido será analisado para rastrear a cadeia de comercialização do minério extraído de forma ilegal.
Ex-deputado Uldurico Júnior é alvo de buscas em investigação sobre corrupção eleitoral
Mandados foram cumpridos em Salvador e Teixeira de Freitas; investigação apura possível ligação com facções
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O ex-deputado federal Uldurico Júnior foi alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal nesta terça-feira (14), no âmbito da Operação Colligatio. Ao todo, três mandados foram expedidos pela Justiça e são cumpridos nos municípios de Teixeira de Freitas, no Extremo Sul, e em Salvador.A investigação foi iniciada a partir de informações do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e da Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça da Bahia. Segundo a PF, o caso apura a suspeita de corrupção eleitoral, organização criminosa e outros delitos. De acordo com a corporação, há indícios de uma possível aliança entre um então candidato à prefeitura de Teixeira de Freitas — que seria Uldurico Júnior — e lideranças de facções criminosas custodiadas em presídios do estado, com o objetivo de obter vantagem eleitoral nas eleições de 2024. As medidas cautelares têm como finalidade a coleta de provas, incluindo aparelhos celulares, computadores, mídias de armazenamento e documentos físicos e digitais que possam contribuir para o avanço das investigações. Ainda segundo a Polícia Federal, caso as suspeitas sejam confirmadas, os envolvidos poderão responder por crimes como corrupção eleitoral, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, entre outros.A PF informou que as investigações seguem em andamento e que novas diligências podem ser realizadas conforme o avanço do caso.
PF investiga se dinheiro desviado do INSS bancou viagens de Lulinha
PF investiga se dinheiro desviado do INSS bancou viagens de Lulinha
Relatório aponta movimentações financeiras suspeitas e uso de agência de viagens; defesa nega irregularidades e diz que não há ligação com desvios.
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A Polícia Federal investiga se recursos desviados de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social foram utilizados, de forma indireta, para custear despesas ligadas a Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.A apuração tem como base a análise de transferências bancárias do empresário Antônio Camilo Antunes, apontado como suspeito de liderar um esquema bilionário de desvios. Segundo a investigação, parte dos valores foi repassada à empresária Roberta Luchsinger, que, na sequência, realizou pagamentos a uma agência de viagens supostamente utilizada por Lulinha.De acordo com relatório obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, a PF identificou que Roberta recebeu ao menos R$ 1,1 milhão do empresário investigado. No mesmo período, ela teria transferido cerca de R$ 640 mil para a agência Vulcano Viagens.Os investigadores apontam que o contato da empresa aparece vinculado ao cadastro de Lulinha em sistemas de controle de tráfego aéreo, indicando a emissão de passagens associadas ao seu nome.A PF avalia que a movimentação pode reforçar depoimento de Edson Claro, que afirmou ter ouvido que o empresário financiava despesas do filho do presidente, incluindo viagens.A defesa de Lulinha afirma que não há relação direta ou indireta com os desvios investigados no INSS e classificou as conclusões preliminares como tentativa indevida de envolvê-lo no caso.Os advogados também informaram que ele se colocou à disposição do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, para prestar esclarecimentos.Já a defesa de Roberta Luchsinger declarou que a agência de viagens é utilizada por ela e sua família, e que eventuais emissões de passagens para Lulinha seriam circunstanciais. Segundo os advogados, os valores recebidos do empresário investigado não têm relação com repasses ao filho do presidente.A PF destaca que as informações são preliminares e derivam da quebra de sigilo bancário dos envolvidos. Até o momento, não há identificação do número de viagens eventualmente custeadas nem confirmação de datas.O inquérito busca esclarecer se houve triangulação de recursos para ocultar a origem do dinheiro desviado de aposentadorias.Lulinha passou a ser citado na investigação após menções em depoimentos e diálogos interceptados. Em uma das conversas analisadas, o empresário investigado teria indicado que um pagamento feito à empresa de Roberta teria como destino “o filho do rapaz”.A apuração segue em andamento e depende de novos elementos para confirmar ou descartar o envolvimento dos citados.
Operação da PF contra tráfico de drogas e armas cumpre mandados no Oeste
Operação da PF contra tráfico de drogas e armas cumpre mandados no Oeste
Ação da Polícia Federal cumpriu 13 mandados de busca e apreensão e prendeu um investigado em flagrante por porte de drogas.
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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (5) a Operação Novo Oeste, voltada ao combate de uma organização criminosa suspeita de envolvimento com tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro com atuação na região Oeste da Bahia. Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão em seis unidades da federação: Bahia, Sergipe, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal.Na Bahia, as diligências ocorreram nas cidades de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães. Um dos investigados foi preso em flagrante durante a operação por porte de drogas. Além disso, os agentes cumpriram um mandado de prisão que estava em aberto na cidade de Aracaju.Segundo a Polícia Federal, a investigação busca rastrear o patrimônio dos suspeitos e desarticular o grupo criminoso, que é investigado por movimentar recursos oriundos de atividades ilegais.
Polícia Federal afasta Eduardo Bolsonaro por excesso de faltas
Polícia Federal afasta Eduardo Bolsonaro por excesso de faltas
Decisão é preventiva e ocorre após ausência superior a 30 dias; corregedoria abriu processo administrativo.
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro foi afastado de forma preventiva do cargo de escrivão da Polícia Federal por excesso de faltas não justificadas. A decisão determina que ele entregue a arma de fogo institucional e a carteira funcional em até cinco dias úteis. Em 2 de janeiro, a PF havia ordenado o retorno imediato de Eduardo ao exercício do cargo no Rio de Janeiro, após a cassação do mandato parlamentar. Desde 19 de dezembro de 2025, porém, ele acumula ausências não justificadas. O ex-deputado está nos Estados Unidos.À época, a corporação informou que a ausência poderia resultar em providências administrativas e disciplinares. Nesta quinta-feira (26), foi publicado o despacho do corregedor regional da PF no Rio com a formalização do afastamento. Em 27 de janeiro, a corregedoria instaurou processo administrativo para apurar se houve abandono intencional do cargo por mais de 30 dias consecutivos. O afastamento permanece válido até a conclusão do procedimento.Eduardo ingressou como escrivão da PF em 2010, em Guajará-Mirim (RO), e atuou até 2015, quando se licenciou para assumir o mandato de deputado federal. Por que o mandato foi cassado: O mandato foi cassado com base em regra constitucional que prevê a perda do cargo para parlamentares que faltarem a mais de um terço das sessões deliberativas do ano. Desde o início do ano, Eduardo reside nos Estados Unidos, alegando perseguição política e jurídica. O que faz um escrivão da PF: O escrivão é responsável pela formalização de procedimentos investigativos, garantindo a validade jurídica de inquéritos policiais. Também atua na lavratura de autos e mandados, organização de documentos, controle de provas e registros de fianças.
PF investiga grupo suspeito de fraude contra Caixa Econômica na Bahia
PF investiga grupo suspeito de fraude contra Caixa Econômica na Bahia
Investigação apura fraude de R$ 1,2 milhão contra a Caixa
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A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (25), dez mandados de busca e apreensão durante a Operação Hydra, que investiga um grupo suspeito de aplicar fraudes contra a Caixa Econômica Federal na Bahia. Segundo a PF, o prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 1,2 milhão. As investigações apontam que os suspeitos utilizavam documentos falsos para abrir contas bancárias em nome de terceiros. Após a abertura das contas, eram contratadas operações de crédito e realizados saques considerados ilícitos dos valores obtidos.Os mandados foram cumpridos em Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Paulo Afonso e Itabuna. A investigação segue em andamento para identificar todos os envolvidos e dimensionar o alcance das fraudes.
Lula diz que quer PF nos EUA para prender brasileiros
Lula diz que quer PF nos EUA para prender brasileiros
Em Nova Déli, presidente afirma que pretende obter aval de Trump para operações da Polícia Federal nos EUA contra crime organizado.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende realizar operações da Polícia Federal nos Estados Unidos, com autorização do governo de Donald Trump, para combater o crime organizado e prender brasileiros envolvidos em atividades criminosas em solo norte-americano. A declaração foi feita neste domingo (22), em Nova Déli, onde Lula participava de uma cúpula sobre inteligência artificial e uma visita de Estado convidado pelo primeiro-ministro Narendra Modi.“Eu não quero recebê-los, eu quero prendê-los”, afirmou o presidente ao se referir aos criminosos brasileiros nos EUA.A proposta surge em meio à intenção de aprofundar a cooperação bilateral no enfrentamento ao crime organizado, inspirada em parte pela invasão americana à Venezuela que resultou na prisão do ex-presidente Nicolás Maduro sob alegação de narcotráfico e crime organizado — ação que gerou preocupação no governo brasileiro sobre instabilidade regional.Lula afirmou que o governo dos EUA já recebeu informações, como nomes e documentos da Receita Federal do Brasil, sobre suspeitos que vivem nos Estados Unidos. Ele disse que o tema será um dos principais na reunião bilateral prevista com Trump em março — encontro que deve contar com ministros, incluindo o da Justiça e representantes da PF e da Receita.O presidente também afirmou que a PF terá representantes em comitiva oficial e poderá expandir sua atuação em outros países, desde que haja autorização dos governos locais.A iniciativa sinaliza uma tentativa de intensificar o combate ao crime transnacional, mas depende de interlocução diplomática com Washington e de acordos formais sobre jurisdição e cooperação entre as forças de segurança dos dois países.
Homem é preso na Bahia por armazenar e compartilhar material de abuso infantil
Homem é preso na Bahia por armazenar e compartilhar material de abuso infantil
Ação da PF em Itaberaba apreendeu computadores com material de exploração sexual infantojuvenil.
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Foto: Divulgação | Polícia Federal
Um homem foi preso nesta terça-feira (11) em Itaberaba, no Piemonte do Paraguaçu, acusado de armazenar e compartilhar material de abuso sexual infantil pela internet. A ação fez parte da Operação M3dlin, deflagrada pela Polícia Federal (PF). Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão em um imóvel do investigado, os agentes encontraram arquivos com conteúdo de exploração sexual de crianças e adolescentes.Segundo a PF, dispositivos eletrônicos apreendidos no local serão periciados para identificar outros possíveis envolvidos e evitar a continuidade da disseminação do material. O mandado judicial foi expedido pela Justiça Federal de Feira de Santana. Ainda de acordo com a corporação, o suspeito deve responder pelos crimes de armazenamento e compartilhamento de material pornográfico envolvendo menores de idade.Caso seja condenado, ele pode pegar até dez anos de prisão.
Polícia Federal desarticula grupo que compartilhava pornografia infantil em redes sociais
Durante a operação Infância Segura, agentes encontraram arquivos com cenas de abuso sexual infantil em dispositivos do suspeito.
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Um homem foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira (5) em Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, suspeito de armazenar material relacionado a abuso sexual infantil. A ação foi realizada no âmbito da Operação Infância Segura, deflagrada pela Polícia Federal (PF). Segundo a corporação, as investigações identificaram um grupo em rede social com mais de 1,2 mil integrantes, criado para compartilhar conteúdo de exploração sexual de crianças e adolescentes. O investigado participava ativamente das trocas, utilizando plataformas digitais e redes sociais para manter contato com outros envolvidos em diferentes estados do país.Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os agentes encontraram arquivos com cenas de abuso sexual infantil armazenados em celulares e computadores do suspeito. Também foram localizadas mensagens que comprovam o compartilhamento do material criminoso. Diante das evidências, o homem foi preso em flagrante e encaminhado à sede da Polícia Federal em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. O material apreendido será submetido a perícia especializada, que deve auxiliar na identificação de outros suspeitos e na localização das vítimas.Em nota, a Polícia Federal reforçou a importância da prevenção e do diálogo familiar como medidas essenciais para proteger crianças e adolescentes de crimes virtuais. O órgão orienta que pais e responsáveis acompanhem o uso da internet, observem mudanças de comportamento e orientem os menores sobre riscos e segurança digital. “A prevenção, aliada à informação, é a forma mais eficaz de garantir a segurança e o bem-estar dos menores”, destacou a PF em nota. A corporação também alertou sobre o uso adequado da terminologia para tratar desse tipo de crime. O termo correto, segundo a PF, é “abuso sexual de crianças e adolescentes”, por evidenciar a violência e o dano causado às vítimas, evitando a banalização do tema.
PF deflagra nova fase da Operação Magna Fraus contra desvio de R$ 813 milhões via PIX
Operação cumpre mandados no Brasil e no exterior para desarticular grupo que teria desviado mais de R$ 800 milhões por meio de empresas de gestão de transferências PIX.
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Foto: Divulgação | Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (30), a segunda fase da Operação Magna Fraus, que investiga um esquema responsável por desviar cerca de R$ 813 milhões por meio de fraudes eletrônicas e invasões de sistemas de empresas que gerenciam transferências PIX.De acordo com a PF, os valores foram retirados de contas utilizadas por bancos e instituições de pagamento para administrar as transações de seus clientes. As investigações identificaram ramificações no Brasil e no exterior, o que levou à expedição de ordens de prisão internacional, com apoio da Interpol na Argentina e em Portugal. Na Espanha, a ação contou com a colaboração da Brigada Central de Fraudes Informáticos, da Polícia Nacional Espanhola.No Brasil, estão sendo cumpridos 42 mandados de busca e apreensão e 26 de prisão — sendo 19 preventivas e sete temporárias — nas cidades de Goiânia, Brasília, João Pessoa e Belo Horizonte. Em Minas Gerais, as ações se estendem aos municípios de Betim e Uberlândia.A operação também alcança Santa Catarina (Itajaí e Balneário Camboriú), Bahia (Camaçari) e São Paulo, incluindo a capital e o município de Praia Grande.Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores que somam até R$ 640 milhões.Segundo a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático, furto mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro.
Nova operação mira descontos irregulares em benefícios do INSS
Nova operação mira descontos irregulares em benefícios do INSS
Mandados são cumpridos em sete estados e no Distrito Federal; esquema envolve inserção de dados falsos e ocultação de patrimônio.
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Foto: Divulgação | Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9), uma nova etapa da Operação Sem Desconto, que apura fraudes em descontos associativos aplicados indevidamente sobre aposentadorias e pensões do INSS. A investigação conta com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU). Segundo nota oficial, estão sendo cumpridos 66 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ordens judiciais são executadas nos estados de São Paulo, Sergipe, Amazonas, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Pernambuco e Bahia, além do Distrito Federal.De acordo com a PF, a ofensiva busca aprofundar a apuração sobre crimes como falsificação de dados em sistemas públicos, formação de organização criminosa e ocultação ou dilapidação de bens.
Polícia Federal investiga abuso sexual e sequestro em cruzeiro com shows de sertanejos
Jovens que são dos estados de Santa Catarina e São Paulo foram contratadas por uma agência para trabalhar como modelos
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- A Polícia Federal investiga o Navio Cabaré, cruzeiro da empresa Promoação, por suspeita de sequestro, assédio sexual, importunação sexual e tráfico de pessoas. A embarcação contou com atrações dos sertanejos Leonardo e Bruno e Marrone.Quatro jovens, com idades entre 18 e 21 anos, teriam sido vítimas do esquema. Após chegarem ao navio, elas relataram que os funcionários do local forneciam bebidas suspeitas de conter substâncias incomuns. Além disso, as vítimas eram impedidas de se comunicar externamente e só podiam se locomover no navio sob vigilância. Uma das jovens conseguiu ter acesso a um telefone e fez contato com a família, que acionou a Polícia Federal. O navio, que saiu do Porto de Santos, foi abordado pela PF na última segunda-feira (13), em Angra dos Reis, durante uma ação que resgatou as quatro mulheres. Elas foram levadas à Delegacia de Polícia Federal em Angra dos Reis, onde foram encaminhadas ao Instituto Médico-Legal para a realização de exames de corpo de delito. O inquérito segue para apurar se houve participação de outras pessoas. De acordo com a PF, as jovens, que são dos estados de Santa Catarina e São Paulo, foram contratadas por uma agência para trabalhar como modelos. Em nota, a Promoação, responsável por organizar o evento e fretar o navio, classificou a denúncia como infundada. A empresa disse já ter apresentado sua versão à "autoridade policial local, a qual, nessa premissa, entendeu que os fatos narrados não se sustentam, afastando inclusive a prisão de qualquer envolvido". A Polícia Federal, no entanto, afirma continuar investigando o caso e que "há elementos que indicam indícios de crime".
Região: PF faz operação contra falsificação de documentos e estelionatos no INSS e na Caixa
A operação acontece em Vitória da Conquista. A prática fraudulenta causou um prejuízo de aproximadamente R$ 60 mil.
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | PF
- Na manhã desta terça-feira (11), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Dupla Face, que tem como objetivo combater esquemas de falsificação de documentos públicos e estelionatos contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Caixa Econômica Federal. A ação acontece na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Segundo informações da PF, quatro mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos. Ainda de acordo com a PF, a prática fraudulenta causou um prejuízo de aproximadamente R$ 60 mil, em empréstimos fraudulentos, além de possíveis outras fraudes que podem estar associadas ao grupo, a exemplo de 2022, quando um dos investigados se passou por um aposentado e, por meio de documentos falsos, realizou um empréstimo consignado na Caixa. Os suspeitos são investigados por associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado. As penas máximas podem somar mais de 15 anos de prisão.
Governo muda superintendentes da Polícia Federal nos estados
Governo muda superintendentes da Polícia Federal nos estados
Nomeações foram publicadas no Diário Oficial da União
Por: André Richter
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Foto: Agência Brasil
O governo federal nomeou novo comando para as superintendências da Polícia Federal (PF) nos estados. As nomeações foram publicadas nessa quarta-feira (18) em edição extra do Diário Oficial da União, que também autorizou trocas na direção da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas unidades da federação. Entre os nomeados, está o delegado Leandro Almada da Costa para chefiar a Superintendência da PF no Rio de Janeiro. Ele participou das investigações sobre o assassinato de vereadora Marielle Franco. A delegada Chistiane Correa Machado assumirá a Superintendência da PF na Paraíba. Ela foi responsável pela investigação sobre a suposta interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação. Novo diretor-geral - Na semana passada, Andrei Passos assumiu a Diretoria-Geral da PF e disse que não aceitará qualquer tipo de interferência nas investigações. “Nossa atuação será sempre pautada pelo estrito cumprimento da lei e pelos princípios do Estado Democrático de Direito. Esse será um norte inafastável na gestão das investigações policiais, que serão coordenadas com base no trinômio qualidade da prova, autonomia investigativa e responsabilidade, e com absoluto rigor em relação a eventuais desvios ou personalismos”, disse Rodrigues durante a cerimônia em que assumiu o cargo.























