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  • OMS: Covid matou quase 15 milhões de pessoas em todo o mundo

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    05/05/2022 - 12:37


    De acordo com a estimativa, houve 14,9 milhões de óbitos em excesso

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    - A pandemia da Covid-19 matou quase três vezes mais pessoas do que mostram os dados oficiais, diz um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nesta quinta-feira (5). De acordo com a estimativa, houve 14,9 milhões de óbitos em excesso, ou seja, causados direta ou indiretamente pela pandemia, até o final de 2021. Entre janeiro de 2020 e dezembro do ano passado, foram notificadas oficialmente 5,4 milhões de mortes por Covid-19 em todo o mundo. O “excesso de mortalidade” é um indicador que calcula o número de pessoas que morreram por complicações da infecção do coronavírus e aquelas que perderam a vida como resultado indireto à pandemia. Ou seja, pacientes de outras doenças que não puderam acessar o sistema de saúde para tratar suas condições devido à sobrecarga do sistema de saúde durante os picos da pandemia. De acordo com a OMS, os números também são muito maiores do que a contagem oficial devido à subnotificação em muitos países. Mesmo antes da pandemia, cerca de seis em cada 10 mortes em todo o mundo não eram registradas.

  • Diagnóstico de depressão cresce 40% durante a pandemia

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    28/04/2022 - 08:00


    Prevalência da depressão é maior em mulheres, sendo 18,8% neste ano e 13,5% antes da pandemia

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    - O percentual de pessoas diagnosticadas com depressão no Brasil aumentou mais de 40% durante a pandemia de Covid, passando de 9,6% no período anterior à crise sanitária, para 13,5% no primeiro trimestre deste ano. Os dados divulgados nesta quarta-feira (27) são do Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em Tempos de Pandemia (Covitel), trabalho desenvolvido pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), em parceria com a organização não governamental Vital Strategies. Para o estudo, foram feitas 9 mil entrevistas por telefone, sendo metade por aparelho fixo e metade por celular, no período de janeiro a março. A amostra abrange as cinco regiões do país, incluindo população das capitais e do interior. A prevalência da depressão é maior em mulheres, sendo 18,8% neste ano e 13,5% antes da pandemia. 

  • Votação do piso salarial da enfermagem na Câmara dos Deputados será no dia 4 de maio

    Foto: Paula Fróes | GOVBA Foto: Paula Fróes | GOVBA
    20/04/2022 - 08:30


    Projeto de Lei já foi aprovado no Senado e tramita em regime de urgência

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    - Foi definida para o dia 4 de maio a votação do PL 2564, que institui o piso salarial da enfermagem, na Câmara dos Deputados. A decisão foi anunciada na noite desta terça-feira (19),por parlamentares, após reunião com o presidente da Casa, Arthur Lira. “Até lá, a enfermagem continuará mobilizada, sensibilizando os parlamentares sobre a importância da aprovação deste projeto de lei para a valorização profissional da categoria, que segue na linha de frente do combate à Covid-19. O Coren-BA está nesta luta, junto com o Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem e outras instâncias representativas”, destacou a presidente do Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA), Giszele Paixão. A proposta define salário inicial para os enfermeiros de R$4.750, a ser pago nacionalmente pelos serviços de saúde públicos e privados.Nos demais casos, haverá proporcionalidade: 70% do piso dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem; e 50% para os auxiliares de enfermagem e as parteiras. O texto prevê, ainda, a atualização monetária anual do piso da categoria com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e assegura a manutenção de salários eventualmente superiores ao valor inicial sugerido, independentemente da jornada de trabalho para a qual o profissional tenha sido contratado. O projeto foi aprovado no Senado em novembro de 2021, por unanimidade, após diversas audiências públicas e discussões. Na Câmara dos Deputados, o projeto tramita em regime de urgência.

  • Saúde alerta para aumento de 72% nos casos de dengue no país

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    05/04/2022 - 15:00


    Região Centro-Oeste foi a que apresentou a maior taxa incidência da doença

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    - Entre janeiro e março deste ano, foram confirmados 233 casos de dengue grave (DG) e 2.435 casos de dengue com sinais de alarme (DSA) no Brasil. Ao todo, foram 258.917 casos prováveis de dengue. Em comparação com o mesmo período de 2021, houve um aumento de 72,1% no número de casos, conforme boletim publicado na última segunda-feira (4) pelo Ministério da Saúde. Segundo o documento, a região Centro-Oeste foi a que apresentou a maior taxa incidência da doença, com 561,3 casos/100 mil habitantes, seguida das regiões Sul (135,6 casos/100 mil), Norte (117/100 mil), Sudeste (81,6/100 mil) e Nordeste (49,6/100 mil). Os municípios que apresentaram os maiores registros de casos prováveis de dengue até o dia 26 de março foram Goiânia/GO, com 22.532 casos, Brasília/DF, com 15.850 casos, e Palmas/TO, com 7.087 casos.

  • Instituto Butantan produz vacina contra dengue que gera resposta imune em 90% dos voluntários

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    28/03/2022 - 18:00


    Achados referentes à fase 1 do ensaio clínico, realizada nos Estados Unidos, foram publicados no periódico científico Human Vaccines & Immunotherapeutics

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    - O Instituto Butantan está produzindo uma vacina contra a dengue em parceria com o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID), e os resultados são promissores. De acordo com a CNN, os resultados de uma análise mostraram que a vacina induziu a geração de anticorpos em 100% dos indivíduos que já tiveram dengue e em mais de 90% naqueles que nunca haviam tido contato com o vírus. Os achados referentes à fase 1 do ensaio clínico, realizada nos Estados Unidos, foram publicados no periódico científico Human Vaccines & Immunotherapeutics por pesquisadores da farmacêutica Merck, também parceira do Butantan.

  • Aprovada urgência para projeto que cria o Piso Salarial da Enfermagem na Câmara dos Deputados

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    23/03/2022 - 11:56


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    - A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira (22), o regime de urgência para o Projeto de Lei 2564/2020, do Senado Federal, que trata sobre o piso salarial da Enfermagem. Com isso, o projeto será votado no Plenário, sem ter que passar pelas comissões da Casa. O mérito do texto deverá ser analisado em abril, conforme sinalizou o presidente da Câmara, Arthur Lira, ao estabelecer um cronograma de trabalho para que sejam encontradas as fontes de recursos para subsidiar o aumento salarial dos profissionais nas redes públicas e nos hospitais filantrópicos. “A aprovação do requerimento de urgência foi uma sinalização positiva para a votação do projeto diretamente no Plenário, mas é preciso dar celeridade a estas discussões que foram propostas pelos líderes partidários, pois a Enfermagem não aguenta mais esperar por esta necessária valorização da nossa profissão”, destacou a presidente do Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA), Giszele Paixão, que passou o dia em Brasília percorrendo os gabinetes dos deputados para solicitar apoio pela aprovação da proposta. O PL 2564/2020 do Senado prevê piso de R$ 4.750 para enfermeiros e valores proporcionais de 70% para os técnicos e 50% auxiliares e parteiras. O projeto 2564/20 foi aprovado no Senado em novembro de 2021, por unanimidade, após diversas audiências públicas e discussões.

  • Baixa umidade e calor intenso: quais os cuidados que os sertanejos devem ter nesta época do ano?

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    10/02/2022 - 11:00


    Especialista recomenda a ingestão de pelo menos 200 ml de água a cada hora do dia nesta época do ano

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    - Passadas as chuvas que assolaram a Região Sudoeste até o mês de janeiro, o Sudoeste baiano volta para sua realidade típica de verão — a de altas temperaturas mescladas com baixíssima umidade. — Neste período do ano, portanto, alguns cuidados devem ser adotados para se evitar complicações de origem respiratória. De acordo com o médico Roberto da Silveira, a recomendação é a mesma, ou seja, o consumo de muito líquido. “O verão do sertão requer bastante cuidado no que diz respeito à hidratação. E muitas pessoas têm o péssimo hábito de consumir pouca água. O consumo de uma quantidade ideal de líquido é muito importante para que se mantenha o bom funcionamento de nossas funções vitais, além de ajudar a prevenir doenças típicas desta época do ano, como resfriados, gripes e até mesmo o agravamento de quadro de asma. Por isso, eu recomendo, que a pessoa beba pelo menos 200 ml de água de duas em duas horas”, aconselhou Roberto. Silveira também enumerou alguns procedimentos que podem ajudar a diminuir a sensação de desconforto respiratório em virtude da baixa umidade, como ardor no nariz e nos olhos, além de irritação na garganta. “Em primeiro lugar, tudo começa pela escolha da alimentação. Opte por alimentos com pouco sal ou gordura. Por isso, as frutas são excelentes opções, principalmente no período da tarde. Além de uma melhor digestão, elas são ricas em água, o que é uma boa opção para quem tem dificuldade em consumir o líquido. Outro aspecto deve ser o ambiente na casa ou local de trabalho. É ideal que o local seja amplamente ventilado e, se possível, que haja presença de plantas, pois elas contribuem para a manutenção da umidade do lugar. No momento de dormir, coloque uma bacia ou balde com água no cômodo, pois a evaporação vai contribuir para deixar o lugar com partículas suspensas, o que vai ajudar no processo respiratório”, explicou Roberto. 

  • Em 2030, 68% dos brasileiros poderão estar com excesso de peso

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    26/01/2022 - 21:00


    Dados mostram que 26% das pessoas poderão estar obesas

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    - O ano de 2030 parece estar longe, mas uma projeção com dados alarmantes mostram como poderão estar os brasileiros daqui a oito anos: a prevalência de excesso de peso pode chegar a 68%, ou seja, sete em cada 10 pessoas, e a de obesidade a 26%, ou uma a cada quatro. Os dados levantados são do estudo A Epidemia de Obesidade e as DCNT – Causas, custos e sobrecarga no SUS, realizado por uma equipe formada por 17 pesquisadores de diversas universidades do Brasil e uma do Chile. Os resultados do estudo podem ser acessados por meio de endereço eletrônico. O estudo, que foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), mostra que, no Brasil, a prevalência do excesso de peso aumentou de 42,6% em 2006 para 55,4% em 2019. Já a obesidade saltou de 11,8% para 20,3% no mesmo período. Os dados revelam que o risco associado de diversas Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) é o mais preocupante e pode levar a consequências impactantes para o Sistema Único de Saúde (SUS). O acúmulo excessivo de gordura corporal está associado com o aumento no risco de mais de 30 DCNT, em maior ou menor grau. As DCNT são causadas por diversos fatores de risco, podem ficar um longo período ocultas e afetam pessoas por muitos anos, podendo resultar em incapacidades funcionais. As doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, as neoplasias (cânceres) e a diabetes mellitus são exemplos de DCNT. Na opinião do coordenador do estudo, professor e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Leandro Rezende, as causas populacionais podem ser o motivo para incentivar  o controle do sobrepeso e da obesidade. “O excesso de peso e obesidade vêm aumentando no mundo não por causas individuais, as causas populacionais da obesidade que vêm mudando. A gente define como causa populacional um conjunto de mudanças especialmente no sistema alimentar que foram ocorrendo a partir da década de 1970, 1980 e que notavelmente a partir de mudanças da legislação, mudanças nas leis agrícolas, mudanças na legislação quanto ao marketing e ao processamento dos alimentos. São essas questões que foram mudando e que tornaram o problema do excesso de peso e obesidade em uma epidemia”. As causas do excesso de peso e da obesidade devem ser combatidas no âmbito populacional ao invés do âmbito individual, para que sejam pensadas em estratégias de prevenção mais assertivas, ressaltou o professor. “Continuar focando no problema do excesso de peso e de obesidade, assim como para outros fatores de risco, como por exemplo, o tabagismo. Olhamos para o tabagismo como fenômenos populacionais e propomos estratégias de prevenção. Conseguimos sair de uma prevalência de 30%, 40% de tabagistas no Brasil para hoje menos de 10% . Notavelmente por conta das políticas públicas que foram feitas para que pudessem combater o cigarro como fenômeno populacional e não como escolha individual [como falta de vontade das pessoas pararem de fumar]”. Políticas públicas - Uma das estratégias sugeridas no estudo são a adoção de  políticas públicas e de ações voltadas à redução do consumo de alimentos ultraprocessados. A tributação desses tipos de alimentos, informação nutricional mais clara e simples no rótulo, restrição para marketing e publicidade desses produtos são exemplos dessas ações de âmbitos social e coletivo. Um exemplo é a campanha Tributo Saudável, que tem como causa aumentar o tributo de bebidas açucaradas para desestimular o consumo, ao mesmo tempo que traz impactos positivos para a economia. No Plano de Ações Estratégicas para enfrentamento das DCNT no Brasil (2021-2030), o Ministério da Saúde estipulou a meta de deter o crescimento da obesidade em adultos no país até 2030. Custo e sobrecarga no SUS - Estar com sobrepeso e obesidade não custa caro somente para a saúde do indivíduo, também para a saúde coletiva. O custo e a sobrecarga para o SUS também aumentou: somente em 2019 o gasto direto com DCNTs no país atingiu R$ 6,8 bilhões. O grupo de pesquisadores do estudo estimou que 22% desse valor (R$ 1,5 bilhão) podem ser atribuídos ao excesso de peso e à obesidade, com custos um pouco mais elevados em mulheres (R$ 762 milhões) do que nos homens (R$ 730 milhões). O levantamento mostrou que, além dos custos, foram 128,71 mil mortes, 495,99 mil hospitalizações e 31,72 milhões procedimentos ambulatoriais realizados pelo SUS, atribuíveis ao excesso de peso e obesidade. Guia Alimentar - Na visão dos pesquisadores, o Guia Alimentar para a População Brasileira também constitui uma das estratégias para implementação da diretriz de promoção da alimentação adequada e saudável que integra a Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN). Os guias alimentares contribuem para a melhora dos padrões de alimentação e nutrição e para a promoção da saúde das populações, já que os hábitos alimentares e as condições de saúde se modificam ao longo do tempo.

  • Bahia registra 2.184 casos de H3N2, com 100 óbitos, e 23 de Flurona

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    18/01/2022 - 17:30


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    - De 1º de novembro de 2021 até 18 de janeiro deste ano, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) registrou 2.184 casos de Influenza A, do tipo H3N2, distribuídos em 193 municípios. Deste total, 1.104 (50,54%) são residentes em Salvador. Vale ressaltar que se trata de uma amostragem de casos de Síndrome Gripal (SG), pois nem todas as amostras coletadas são testadas para Influenza. De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia, dos 2.184 casos, 454 evoluíram para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e necessitaram de internação, com 100 pacientes evoluindo para óbito, o que caracteriza uma letalidade de 22,02%. Os óbitos foram registrados nos municípios de Salvador (58), Feira de Santana (6), Teixeira de Freitas (6), Canavieiras (2), Ilhéus (2), Mulungu do Morro (2), Jequié (2), São Sebastião do Passé (2), Simões Filho (2) , Valença (02) e 01 óbito para cada um dos seguintes municípios: Mairi, Cabaceiras do Paraguaçu, Camaçari, Candeias, Catu, Guanambi, Itagimirim, Ituberá, Laje, Maragogipe, Nazaré, Pojuca, Ribeira do Pombal, Sapeaçu, Tanquinho, Urandi e Jequiriçá. Do total de óbitos, 50 (50 %) ocorreram no sexo feminino e 50 (50%) no sexo masculino. A maioria ocorreu na faixa etária acima de 80 anos (53 óbitos; 53%). Os outros ocorreram nas faixas de 70 a 79 anos (17 óbitos), 60 a 69 anos (9 ), 50 a 59 anos (10), 40 a 49 anos (6), 30 a 39 anos (3) e 10 a 14 anos (2). Sobre o óbito de uma criança de 4 anos registrado anteriormente, após revisão da causa básica de morte, foi reclassificado para óbitos por outras causas. Quanto aos antecedentes vacinais, observou-se que apenas dez (10) casos que evoluíram a óbito foram vacinados contra Influenza, ou seja 10%. No que se refere ao tratamento com antiviral, 31 (31%) utilizaram o oseltamivir (Tamiflu). Verificou-se a presença de comorbidades e/ou condições de risco para agravamento da doença em 78 (78%) óbitos. Dados Flurona - O Laboratório Central de Saúde da Pública da Bahia e a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Sesab confirmaram 23 casos de infecção simultânea dos vírus da Influenza e Covid-19, denominada Flurona, notificados nos seguintes municípios: Alagoinhas (02), Camaçari (01), Feira de Santana (02), Juazeiro (01), Lauro de Freitas (01), Muniz Ferreira (01), Mutuípe (01), Salvador (13), Vitória da Conquista (01). São dez (10) pacientes do sexo masculino e treze (13) do sexo feminino, com idades entre 8 e 91 anos. Medidas de prevenção - Enquanto a vacina Influenza da campanha de 2022 está em fase de produção, a população pode e deve adotar as seguintes medidas de precaução: utilizar máscara e álcool em gel; lavar as mãos várias vezes ao dia, principalmente antes de consumir alimentos; evitar tocar a face e mucosas de olhos, nariz e boca; cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; manter os ambientes bem ventilados; evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas de gripe; evitar aglomerações e ambientes fechados; e adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.

  • “Não faltará vacina contra Covid para crianças”, garante Queiroga

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    Por Rebeca Borges

    13/01/2022 - 11:19


    Primeiro lote do imunizante Pfizer para crianças de 5 a 11 anos chegou ao Brasil nesta madrugada, com 1,2 milhão de doses

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    - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, nesta quinta-feira (13/1), que não faltará vacina contra a Covid-19 para as crianças brasileiras. O primeiro lote do imunizante Pfizer para crianças de 5 a 11 anos chegou ao Brasil nesta madrugada. O avião com 1,248 milhão de doses pousou no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Depois, as vacinas foram enviadas ao Aeroporto de Guarulhos (SP), onde a equipe do Ministério da Saúde recebeu os imunizantes. Antes de embarcar para São Paulo, Queiroga publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que não faltará vacina para o público infantil. O ministro frisou que a vacinação não será obrigatória e que “os pais que desejarem” vacinar os filhos terão imunizantes disponíveis. A expectativa do governo é receber, até o fim do mês, 4,3 milhões de doses pediátricas. De acordo com a Pfier, as próximas remessas chegam ao país nos dias 20 e 27 de janeiro, trazendo 1,248 milhão e 1,818 milhão de unidades, respectivamente. Até o primeiro trimestre de 2022, o país deve receber um total de 20 milhões de vacinas para crianças.

  • Decreto estadual também cobra comprovante de vacinação para acesso às academias

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    12/01/2022 - 17:00


    Funcionamento dos estabelecimentos voltados para atividades físicas ficam condicionados à cobrança da vacinação para os clientes

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    - Passou meio desapercebido e o governador Rui Costa também não tocou no assunto em suas entrevistas, mas desde esta terça-feira (11) é obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação para acesso às academias de musculação e estabelecimentos voltados para atividades físicas. A nova regra consta no mais recente decreto de enfrentamento ao novo coronavírus que reduziu de cinco para três mil o público máximo nos eventos, além de exigir comprovante de vacinação em bares, restaurantes, espaços culturais, cinemas, teatro, parques de exposições e equipamentos assemelhados. Confira outro locais onde será exigido o comprovante de vacinação: - o governo do estado mantém a exigência da vacinação para acesso a unidades prisionais, do Detran, e Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), assim como a visitação social às unidades de saúde, às unidades prisionais e às unidades policiais do Estado, além de escolas da rede pública estadual e qualquer outro prédio público do estado. - A medida também vale para a utilização dos serviços de transporte coletivo rodoviário intermunicipal de passageiros, público e privado, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans.

  • Dermatologista dá dicas de como cuidar da pele no verão e se prevenir contra o câncer e outra doenças

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    12/01/2022 - 10:37


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    - Quando a estação mais quente do ano chega, é necessário lembrar que os cuidados com a pele nesse período devem ser redobrados, a fim de mantê-la saudável e diminuir o risco de câncer de pele e outras doenças. Além disso, a exposição solar sem proteção pode provocar queimaduras e o envelhecimento precoce da pele. É por isso que todos os anos, no início do verão, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promove a campanha Dezembro Laranja, que tem como foco a conscientização acerca das medidas para prevenção ao câncer de pele. Neste verão, a SBD estima que com a queda nos indicadores de morbidade e de mortalidade relacionados à Covid-19, as praias e os espaços abertos voltarão a ser ocupados com muito mais intensidade. Com a mensagem central “Adicione mais fator de proteção ao seu verão”, o Dezembro Laranja reforça a necessidade de a população agregar à sua rotina as medidas necessárias que garantam uma exposição ao sol sem danos para a pele. Nesse sentido, a professora do curso de Medicina do Centro Universitário UniFG, dermatologista Gilberta Kumaira, enumerou alguns cuidados essenciais que quem pretende frequentar piscinas, clubes, praias e outros espaços abertos devem tomar. Contudo, a médica ressalta a necessidade de ainda se prestar atenção às recomendações das autoridades sanitárias contra o Coronavírus, evitando aglomerações nesses ambientes. Confira as dicas a seguir:  Garantir uma hidratação intensa, tanto oral quanto tópica. É necessário ingerir bastante líquido, que pode ser água ou água de coco e suco de frutas natural. Além da ingestão hídrica, que deve ser maior nesta época, a especialista reforça a importância de fazer uma hidratação adequada da pele, usando produtos apropriados para cada tipo de pele. “Essa hidratação deve ser feita imediatamente após o banho. Então, no máximo 3 minutos após o banho, porque o hidratante precisa de um pouco de umidade da pele para penetrar melhor na camada da epiderme”, completa. Evitar banhos quentes. O banho quente retira a proteção natural da pele, piorando a qualidade da mesma. Sendo assim, a dermatologista recomenda que as pessoas evitem banhos quentes e o excesso de banhos. Utilizar corretamente o protetor solar. O protetor solar deve ser reaplicado a cada duas horas, sempre 30 minutos antes de iniciar a exposição solar. “Porém, se você entrou na água, mesmo que não tenha dado as duas horas ainda, mesmo que o protetor indique que é a prova d’água, você deve reaplicar imediatamente, senão perde a eficácia. Nós temos hoje as roupas com protetor solar, que também ajudam bastante. Então, temos blusas, temos chapéus, luvas, que seriam uma excelente indicação para aquelas pessoas que têm dificuldade de estar aplicando o próprio protetor solar”, alerta a Dra. Gilberta Kumaira. Consumir alimentos ricos em licopeno e vitamina C, que ajudam a prevenir o envelhecimento precoce e reparar o dano celular. O licopeno é um antioxidante, presente em alimentos como tomate e frutas vermelhas. A médica indica, ainda, o consumo de alimentos como castanha do pará, chocolate amargo e chá verde, que possuem nutrientes com ação antioxidante, anti-inflamatória e protetora da pele. “São alimentos que são de grande importância para consumirmos no nosso dia a dia”, disse a médica. Além desses, a especialista também recomenda alimentos para quem deseja potencializar o bronzeamento da pele, ricos em betacaroteno, como cenoura, acerola, beterraba, abóbora, mamão e folhas verde escuro. Não esquecer da proteção ocular. É importante, ainda, utilizar óculos apropriados para proteção do globo ocular. “A gente sempre fala do protetor solar tópico, as roupas com proteção solar, mas a gente as vezes acaba esquecendo da utilização do óculos de sol, que também é fundamental para estar protegendo, para evitar danos à retina”, explica a dermatologista. Atenção redobrada para as micoses. Além da questão do maior risco para câncer de pele, com a associação de sol, areia, praia, piscina e suor, pode ocorrer um aumento da proliferação das micoses. A médica afirma que após entrar no mar ou piscina, é importante que as pessoas tomem banho com água doce e sequem adequadamente todas as partes e dobras do corpo que podem ficar úmidas: “Tem que estar hidratando também essa pele para não ter um aumento do risco de ressecamento, causando outros tipos de alergias”. Além disso, é preciso evitar permanecer com roupas molhadas e evitar praias consideradas impróprias para banhos ou piscinas não adequadamente tratadas.  

  • Brasileiro em Israel é o primeiro paciente a receber pílula para Covid

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    05/01/2022 - 14:00


    Por ter Doença de Chron, o economista não desenvolveu anticorpos para o vírus mesmo vacinado

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    - Um brasileiro, morador de Israel, foi o primeiro infectado com Covid-19 a tomar o medicamento paxlovid, da Pfizer. O economista Simcha Neumark, 33, nasceu em São Paulo e mora em Jerusalém desde 2013. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, ele foi diagnosticado com a doença na sexta-feira (31) e no domingo (2) foi escolhido para ser o primeiro a receber o remédio após procurar atendimento médico. Neumark tem Doença de Crohn e, por isso, não desenvolveu anticorpos para o vírus, mesmo vacinado. Ele disse ter sido vacinado cinco vezes, três em Israel e duas no Brasil - para onde costuma viajar a trabalho. Com relação à experiência de ter tomado o medicamento contra a Covid-19, Neumark afirma que horas depois já se sentia melhor. A febre e a dor de garganta haviam cessado cerca de 15 horas após receber a pílula.

  • França identifica nova variante do coronavírus com 46 mutações

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    05/01/2022 - 10:00


    A cepa IHU, descoberta em instituto de Marselha, está associada ao aumento de transmissão do coronavírus no país europeu

    SAÚDE

    - Pesquisadores do Instituto Hospitalar Universitáriro, em Marselhe (FRA), comunicaram a descoberta de uma nova variante do novo coronavírus. Com designação técnica B.1.640.2 e também chamada de IHU em referência ao local onde foi identificada, a nova cepa tem 46 mutações e está associada a potencial aumento da transmissão do vírus no país europeu. A variante francesa é uma derivação da B.1.640, detectada no fim de setembro de 2021 na República do Congo. Os primeiros casos da IHU foram observados na localidade de Forcalquier, na região de Provença-Alpes-Costa Azul. Na mesma região, mas em Marselha, uma dezena de casos surgiram associados a viagens a Camarões, país africano que faz fronteira com a República do Congo. O IHU de Marselha, especialista em doenças infecciosas, é dirigido pelo médico Didier Raoult, que recebeu advertência da Ordem dos Médicos francesa por ter violado o código de ética. Ele promoveu o uso do remédio antimalária hidroxicloroquina como tratamento para a Covid-19 sem provas de sua eficácia. Identificada em novembro de 2021, a Õmicron é considerdada a mais contagiosa de todas as variantes do coronavírus, apresentando mais de 30 mutações genéticas na proteína da espícula, a “chave” que permite ao vírus entrar nas células humanas. Vários países, incluindo Portugal e França, têm atingindo recordes diários de infecções devido à circulação dessa variante. Com informações da Agência Brasil e da Rádio e Televisão de Portugal (RTP).

  • Dupla infecção: RJ e Ceará registram casos de Covid e Influenza ao mesmo tempo

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    Por Leilane Teixeira

    04/01/2022 - 09:07


    No Rio, família diz que adolescente testou positivo mas secretaria estadual não confirma. No Ceará, 3 pacientes foram diagnosticados com as 2 síndromes gripais juntas

    SAÚDE

    - Os estados do Rio de Janeiro e Ceará já registram casos de infecção por Covid-19 e influenza ao mesmo tempo, fenômeno que está sendo chamado de “flurona”, uma junção do nome das duas doenças. No Rio, a dupla infecção foi identificada em um adolescente de 16 anos. Mãe do jovem, a fisioterapeuta Adriana Soutto Mayor diz que ele começou a apresentar sintomas leves, como coriza e febre baixa, na última quarta-feira (29). Como o filho continuou com o mesmo quadro, ela decidiu levá-lo para fazer um teste no dia seguinte. A fisioterapeuta diz que o filho está bem e que tomou as duas doses da vacina. Segundo ela, as autoridades de saúde do Rio já entraram em contato para investigar o caso. Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde diz que ainda não confirmou a dupla infecção e que, em geral, os casos são notificados pela doença com maior gravidade, no caso a Covid-19. “É importante ressaltar que ainda não existem estudos científicos publicados que confirmem as implicações clínicas ou imunológicas da infecção conjunta. A Secretaria reforça que vai acompanhar qualquer ocorrência que venha a ser notificada no estado.” No Ceará, o governo já confirmou três casos de coinfecção, todos eles em Fortaleza. Trata-se de duas crianças de um ano, cujos quadros clínicos não foram graves e que já receberam alta, e de um homem de 52 anos que não precisou ser internado. Segundo a Secretaria da Saúde do estado, não se sabe ainda qual cepa do coronavírus infectou os três. A pasta informou, porém, que os pacientes foram contaminados pela H3N2, uma das cepas da influenza.

  • Epidemia de gripe atinge a Bahia e outros 16 estados, diz levantamento

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    24/12/2021 - 09:15


    De acordo com a Sesab, o estado registrou 395 casos de Síndrome Gripal (SG) com laudo positivo para Influenza A H3N2 em boletim divulgado na quinta-feira (23)

    SAÚDE

    - A epidemia do vírus da gripe H3N2 já atinge 17 estados do país, segundo levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo. No entanto, devido a instabilidade nos sistemas de notificação do Ministério da Saúde, não é possível saber o tamanho do problema. Segundo a pesquisa, além de São Paulo e Rio de Janeiro, os estados do Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Rondônia são os de maior avanço da doença, tendo o maior número de infecções. De acordo com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), em boletim divulgado na quinta-feira (23), o estado registrou 395 casos de Síndrome Gripal (SG) com laudo positivo para Influenza A H3N2 e cinco mortes ocasionadas pela doença. Desses, 72 casos evoluíram para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e necessitaram de hospitalização, sendo 01 de Camaçari, 01 de Lauro de Freitas e 69 de Salvador. Os dados são referentes até a semana epidemiológica 51, encerrada na última quarta-feira (22). No estado já foram registrados 5 óbitos ocasionados pela Síndrome Respiratória Aguda Grave por Influenza A H3N2, o que representa uma taxa de letalidade de 6,9% entre os casos de SRAG hospitalizados. A maior letalidade foi observada na faixa etária igual ou maior a 80 anos, com registro de 03 óbitos dentre os 17 casos confirmados nesse grupo (17,6%); seguido da faixa de 60 a 69 anos, com 01 óbito dentre 7 casos (14,3%); e 70 a 79 anos, com 01 óbito dentre 14 casos. Não foram registrados óbitos em menores de 59 anos. Monitoramento - O monitoramento da circulação de vírus respiratórios é realizado através da notificação dos casos de SRAG no sistema de informação SIVEP-GRIPE. “E também através de amostragem realizada por unidades sentinelas da Síndrome Gripal (SG). Para efeito de notificação, devem ser considerados os casos de SRAG hospitalizados ou os óbitos por SRAG independentemente de hospitalização”, explica o boletim. Devido à instabilidade no sistema de informação do Ministério da Saúde, o acesso aos dados de notificação de casos tem sido inconsistente e descontínuo, fazendo com que as informações permaneçam sujeitas a revisão. Casos no país - Ainda segundo o levantamento da Folha, somando os números informados pelas secretarias de saúde dos estados, o país registra ao menos 1.312 casos e 10 mortes por síndrome gripal causada pela cepa H3N2, a principal em circulação. Mais de metade dos casos (772) está no Amazonas, mas o estado não detalhou se em todos eles a variante foi confirmada por análise laboratorial, como nos outros locais.

  • Risco de internação da Ômicron é menor do que Delta, diz estudo

    Por Agência Brasil

    23/12/2021 - 07:00


    Pesquisa do Imperial College mostra menor potencial de internação

    SAÚDE

    - O risco de internação hospitalar para pacientes com a variante Ômicron da covid-19 é de 40 a 45% menor do que os pacientes com a variante Delta, de acordo com um estudo publicado pelo Imperial College de Londres nesta quarta-feira (22). “De maneira geral, encontramos evidências de redução no risco de hospitalização com a Ômicron em relação às infecções com a Delta, pesando todos os casos no período do estudo”, afirmaram os pesquisadores, que analisou dados de casos confirmados por testes PCR na Inglaterra entre 1 e 14 de dezembro. Os cientistas correm para responder perguntas sobre a virulência e gravidade da Ômicron para ajudar governos a responderem à variante, que se espalha rapidamente pelo mundo. O estudo britânico segue um outro sul-africano divulgado nesta quarta-feira que descobriu que pessoas diagnosticadas com a Ômicron na África do Sul entre 1º de Outubro e 30 de novembro tinham 80% menos chances de serem internadas do que as diagnosticadas com outra variante no mesmo período. Pesquisadores do Imperial College disseram que o risco de qualquer visita ao hospital com a Ômicron era entre 20 e 25% menor do que com a Delta. Os cientistas acrescentam, no entanto, que as reduções em hospitalizações precisam ser consideradas levando-se em conta o maior risco de infecção com a Ômicron, devido à redução na proteção oferecida tanto pela vacinação quando pela infecção natural.

  • Para liberar Coronavac em crianças, Anvisa pede informações a Butantan

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    22/12/2021 - 08:00


    Atualmente, apenas o imunizante da Pfizer foi autorizado para o público infantil

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    - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou informações complementares para analisar o pedido de  uso emergencial da Coronavac no público infantil. A decisão foi tomada  nesta terça-feira (21) após reunião com técnicos da Anvisa, representantes do Instituto Butantan e sociedades médicas. De acordo com a análise feita pelos pesquisadores da Anvisa e especialistas, como pediatras e imunologistas, os dados apresentados pelo instituto paulista não são suficientes. Os avaliadores entenderam que o Butantan precisa apresentar dados ''ausentes no processo'' para, depois, avaliar se libera ou não a vacina da Coronavac em crianças e adolescentes. ''A Anvisa vai encaminhar ao Instituto uma série de questionamentos sobre dados que ainda não estão presentes no processo e que impedem a conclusão da análise pela Agência'', informou a agência reguladora em nota. A reunião foi divida em duas etapas. Primeiro os representantes do Instituto apresentaram estudos sobre o imunizante em crianças e passaram a responder aos questionamentos de especialistas presentes no encontro. Na segunda etapa,  apenas técnicos da reguladora e representantes de sociedades médicas analisaram as informações prestadas pelo Butantan. ''Na avaliação dos técnicos da Anvisa e dos especialistas externos convidados há lacunas importantes nos dados apresentados pelo Butantan que ainda impedem afirmar de forma científica o grau de imunidade gerado nas crianças e adolescentes.'' O Instituto Butantan divulgou uma nota em que ''agradece as associações médicas'' que estiveram na reunião e informou que ''foram apresentados dados robustos sobre imunogenicidade e segurança do imunizante mostrando, mais uma vez, que há elementos suficientes para autorização''. Por se tratar de vacinas para crianças, a Anvisa incluiu as reuniões com especialistas da área no processo de autorização de imunizantes para esse público. Segundo a agência, a mesma medida foi adotada durante os estudos sobre a vacina da Pfizer, liberada para crianças na semana passada.

  • Com duas mortes, Bahia registra 185 casos de H3N2; 61 evoluíram para internação

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    21/12/2021 - 18:14


    Segundo o Lacen, os casos de internação são: 01 em Camaçari, 01 em Lauro de Freitas e 59 em Salvador

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    - A Bahia possui 185 casos de Síndrome Gripal (SG) com laudo positivo para Influenza A H3N2 e duas mortes ocasionadas pela doença. De acordo com o boletim divulgado pelo Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lancen-BA) nesta terça-feira (21), 61 casos evoluíram para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e necessitaram de hospitalização, sendo 01 de Camaçari, 01 de Lauro de Freitas e 59 de Salvador. A segunda vítima registrada, um homem de 84 anos, não estava vacinado contra a doença, possuía cardiopatia crônica e doença neurológica. O primeiro óbito por H3N2 na Bahia ocorreu na semana passada, uma mulher de 80 anos que residia em Salvador e também não estava vacinada. Além de Salvador, com 151 casos, também registraram ocorrências os municípios de Alagoinhas (1), Aratuípe (1), Cachoeira (1), Camaçari (3), Catu (3), Conceição do Jacuípe (1), Eunápolis (1), Feira de Santana (2), Gandu (1), Ilhéus (1), Itabepi (2), Laje (1), Lauro de Freitas (4), Macajuba (1), Nazaré (1), Porto Seguro (1), Presidente Tancredo Neves (2), São Sebastião do Passé (5), Teolândia (1), Vitória da Conquista (1). O documento destaca ainda que, devido instabilidades nos sistemas de informação do Ministério da Saúde, o acesso aos dados de notificação de casos tem sido inconsistente e descontínuo, fazendo com que as informações permaneçam sujeitas a revisão. Para efeito de notificação no sistema de informação Sivep-Gripe, devem ser considerados os casos de SRAG hospitalizados ou os óbitos por SRAG independentemente de hospitalização.

  • Ministério da Saúde anuncia 4ª dose para imunossuprimidos

    Foto: Reprodução | GOV/BA Foto: Reprodução | GOV/BA
    21/12/2021 - 15:30


    A nova dose de reforço deve ser administrada quatro meses após a terceira dose; veja a lista de imunossuprimidos

    SAÚDE

    - Na mesma nota técnica em que reduz o intervalo para a aplicação da terceira dose, publicada na última segunda-feira (20), o Ministério da Saúde anunciou também a aplicação de mais uma dose para aqueles que são imunossuprimidos. A chamada 4ª dose deverá ser aplicada em um intervalo de quatro meses após a administração da 3ª dose. São listados os imunossuprimidos no documento: pessoas com imunodeficiência primária grave; quimioterapia para câncer; transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas em uso de drogas imunossupressoras; e pessoas vivendo com HIV/Aids, entre outras. Até o momento, a dose de reforço é destinada apenas para pessoas com 18 anos ou mais.