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  • Preço dos combustíveis deve subir com a 'MP do Fim do Mundo'

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Redação Sudoeste Bahia

    10/06/2024 - 18:00


    Segundo distribuidoras, impacto da Medida Provisória do governo nos postos de combustíveis pode chegar a R$ 0,36 por litro a partir desta terça-feira (11)

    ECONOMIA

    - As distribuidoras de combustíveis estão avisando as respectivas redes de postos sobre aumento dos preços a partir desta terça-feira (11), segundo sindicatos. O aumento decorre da Medida Provisória 1.227, do Ministério da Fazenda, que restringe compensações de créditos de PIS e Cofins, apelidada de "MP do Fim do Mundo". O Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás (IBP) estima que a gasolina subirá entre 4% a 7%, adicionando R$ 0,20 a R$ 0,36 por litro, e o diesel entre 1% a 4%, adicionando R$ 0,10 a R$ 0,23 por litro. A MP pode impactar as distribuidoras de combustíveis em R$ 10 bilhões. Os postos têm liberdade para definir o preço final e podem repassar o aumento aos consumidores, segurar parte dele ou aumentar a margem de lucro. José Alberto Paiva Gouveia, presidente do Sincopetro, acredita que haverá apenas repasse do aumento das distribuidoras devido à alta concorrência. Das maiores distribuidoras, apenas a Ipiranga comunicou formalmente a rede de postos sobre o reajuste. Vibra e Raízen ainda não se manifestaram oficialmente, mas têm conversado com os revendedores. Emílio Martins, presidente do Recap, sugere que o aumento é uma pressão para que o Congresso rejeite a MP ou o governo a retire, devido ao impacto negativo na inflação.

  • Nordeste tem menor rendimento domiciliar per capita, aponta IBGE

    Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
    29/05/2024 - 11:30


    Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (29). O indicador econômico representa a média da renda recebida por pessoa em um domicílio

    ECONOMIA

    - Dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados nesta quarta-feira (29), apontam que a região Nordeste tem o menor rendimento domiciliar per capita do Brasil. Em 2023, a região teve rendimento de R$ 1.155 e um Coeficiente de Desequilíbrio Regional (CDR)  de 0,61. Os coeficientes são calculados com base nos valores de rendimentos regionais em comparação com a média nacional e a população residente apuradas pela Pnad Contínua. Rendimento domiciliar per capita é um indicador econômico que representa a média da renda recebida por pessoa em um domicílio. Para calcular o rendimento domiciliar per capita, soma toda a renda recebida por todos os membros do domicílio e divide esse valor pelo número de pessoas que residem na casa. Este indicador é importante para avaliar o padrão de vida e o bem-estar econômico de uma população. Já o CDR é uma medida utilizada para avaliar as desigualdades econômicas e sociais entre diferentes regiões de um país. O rendimento do Centro-Oeste era R$ 2.264, acima da média nacional (R$ 1.893), e Coeficiente 1,00. Já o Norte teve rendimento de R$ 1.314 e CDR de 0,69.

  • Câmara aprova taxação de 20% para compras internacionais de até US$ 50

    Foto: Reprodução      Foto: Reprodução
    29/05/2024 - 08:30


    Atualmente as compras até esse valor são isentas da cobrança do Imposto de Importação

    ECONOMIA

    - A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) um projeto que acaba com a isenção para compras internacionais de até US$ 50. Após um acordo entre Congresso e o governo federal, o imposto a ser aplicado nas vendas será de 20%. Diante do acordo alinhavado para que este fosse o percentual de taxação apresentado na Câmara, a votação foi simbólica. O texto segue para o Senado, onde deve ser votado nesta quarta-feira. O projeto atinge as vendas de sites estrangeiros como os asiáticos Shein e Shopee. O fim da isenção para importações de até US$ 50 foi incluída pelo relator, deputado Átila Lira (PP-PI), em um projeto do governo que cria incentivos para estimular a indústria de veículos sustentáveis. Inicialmente, a proposta do relator previa a incidência do imposto de importação federal, que é de 60%. Hoje, as compras do exterior abaixo de US$ 50 são taxadas somente pelo Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) estadual com alíquota de 17%.

  • Preço da gasolina diminui 7,3% para as distribuidoras baianas

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    09/05/2024 - 19:00


    A Acelen, empresa que administra a Refinaria de Mataripe, também anunciou diminuição no valor do óleo diesel

    ECONOMIA

    - A Acelen anunciou a redução de 7,3% no valor da gasolina e de 4,3% no diesel para as distribuidoras baianas. A empresa de energia proprietária da Refinaria de Mataripe afirmou que “os preços dos produtos seguem critérios de mercado, considerando variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, dólar e frete, podendo variar para cima ou para baixo”. Em cotação no site Preço da Hora às 18h desta quinta-feira (9), os preços da gasolina em Salvador variam de R$ 6,09 a R$ 6,13. Já os valores do óleo diesel estão entre R$ 5,19 e R$ 5,83. A redução do preço neste mês veio após o aumento de 5,1% no valor da gasolina em abril. No dia 19 de abril, segundo cotação realizada no aplicativo Preço da Hora, o preço da gasolina nos postos já chegava a R$ 6,89.

  • Lula sanciona lei que altera tabela do Imposto de Renda

    Foto: Folhapress Foto: Folhapress
    Por Andreia Verdélio

    02/05/2024 - 10:30


    “Não haverá desoneração para favorecer os mais ricos”, diz presidente

    ECONOMIA

    - Nesta quarta-feira (1º), durante ato com trabalhadores na zona leste de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei nº 81/2024 que corrige a tabela do Imposto de Renda, aumentando a isenção para quem recebe até dois salários mínimos por mês. Ele reafirmou a promessa de, até o fim do seu mandato em 2026, aprovar a isenção do pagamento do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais. “Esse país vai tratar com muito respeito 203 milhões de homens e mulheres que moram nesse país. A economia brasileira já voltou a crescer, o salário já voltou a crescer, o imposto de renda eu prometi para vocês que até o final do meu mandato, até R$ 5 mil as pessoas não pagarão imposto de renda. E estou dizendo para vocês a palavra continua em pé”, disse Lula, destacando a articulação dos seus ministros com o Congresso Nacional na aprovação de medidas de interesse do governo. “Foi assim que nós fizemos, pela primeira vez no momento de democracia, a reforma tributária em que a gente vai despenalizar a pessoa de classe média que paga muito e fazer com que o muito rico pague um pouco do Imposto de Renda nesse país porque só o pobre é que paga. Nessa proposta de Imposto de Renda todo o alimento da cesta básica será desonerado e não terá Imposto de Renda sobre comida do povo trabalhador desse país”, acrescentou.

    Ainda durante o ato, Lula assinou o decreto de promulgação da Convenção e Recomendação sobre o Trabalho Decente para as Trabalhadoras e os Trabalhadores Domésticos. Desoneração - O presidente também aproveitou o discurso para criticar a manutenção da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia. Lula disse que “não haverá desoneração para favorecer os mais ricos”. No fim do ano passado, o Congresso Nacional aprovou o projeto de lei da desoneração que prorroga, até 2027, a troca da contribuição previdenciária – correspondente a 20% da folha de pagamento – por uma alíquota entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta de empresas de 17 setores da economia. O projeto também cortou de 20% para 8% a alíquota das contribuições ao INSS por parte dos municípios com até 156 mil habitantes. “A gente faz desoneração quando o povo pobre ganha, quando o trabalhador ganha, mas fazer desoneração sem que eles sequer se comprometam a gerar um emprego, sem que eles sequer se comprometam a dar garantia para quem está trabalhando. Eu quero dizer que no nosso país não haverá desoneração para favorecer os mais ricos e, sim, para favorecer aqueles que trabalham e que vivem de salário”, disse Lula. O presidente Lula vetou o projeto de lei da desoneração, mas o Congresso derrubou o veto ainda em dezembro do ano passado, mantendo o benefício às empresas. Para Lula, a medida não garante a geração de empregos e não pode haver desoneração da folha de pagamento de empresas sem contrapartida aos trabalhadores. A desoneração da folha de pagamento tem impacto de cerca de R$ 9 bilhões por ano à Previdência Social. A ajuda aos pequenos municípios fará o governo deixar de arrecadar R$ 10 bilhões por ano. O governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal e a ação tem o placar de 5 a 0 na Corte para suspender a desoneração. Para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é preciso encontrar um caminho para evitar prejuízos à Previdência Social. “A receita da Previdência é sagrada para pagar os aposentados. Não dá para brincar com essa coisa”, disse Haddad, nessa semana. O ato em São Paulo foi realizado no estacionamento da Neo Química Arena (estádio do Corinthians), na zona leste da capital paulista. Pela primeira vez, a celebração deixou de ser realizada na região central da cidade, no conhecido Vale do Anhangabaú. Durante seu discurso, Lula comentou sobre o esvaziamento do evento e cobrou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, responsável pela articulação do governo com os movimentos sociais. “Não pense que vai ficar assim. Vocês sabem que ontem eu conversei com ele sobre esse ato e eu disse para ele, ‘Márcio, o ato está mal convocado, nós não fizemos o esforço necessário para levar a quantidade de gente que era preciso levar’. Mas, de qualquer forma, eu estou acostumado a falar com mil, com 1 milhão, mas também, se for necessário, eu falo apenas com uma senhora maravilhosa que está ali na minha frente”, disse Lula. Pelo sexto ano seguido, os atos políticos do Dia do Trabalhador em todo o país são organizados, de forma unificada, pelas centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB e Intersindical Central da Classe Trabalhadora. Shows e apresentações culturais também fazem parte da programação. “Sob o tema Por um Brasil mais Justo, o 1º de Maio 2024 será um dia de celebração e reflexão para levar a toda a população brasileira a luta do movimento sindical em defesa da classe trabalhadora”, informou a CUT. Entre as pautas das entidades estão emprego decente, correção da tabela de Imposto de Renda, juros mais baixos, valorização do serviço e dos servidores públicos, igualdade salarial e aposentadoria digna.

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  • Salário mínimo em 2025 poderá ser de R$ 1.502, prevê governo Lula

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    15/04/2024 - 08:00


    Caso o aumento seja confirmado, o novo salário terá uma alta de 6,37% em relação ao atual

    ECONOMIA

    - O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prevê que o salário mínimo do próximo ano pode ser de R$  1.502.  Caso o valor seja confirmado, haverá uma alta de 6,37% em relação ao piso atual. As informações são da Folha de S. Paulo. Atualmente  o valor do salário mínimo é de R$ 1.412. A quantia é válida desde 1º de janeiro de 2024, após ser decretado pelo presidente da República. A próxima atualização ainda pode alterar de acordo com as variações na estimativa para a inflação e possíveis revisões do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Uma nova estimativa será enviada no dia 31 de agosto. Para que haja a correção do salário mínimo é necessário analisar o Índice Nacional de Preços ao Consumidos (INPC) que mede a inflação que é notada por famílias que tem uma renda de até cinco salários mínimos. A previsão do governo é que nesse ano haja um aumento de 3,25% do acumulado de 2024.

  • Inflação oficial recua para 0,16% em março, diz IBGE

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Redação do Sudoeste Bahia

    10/04/2024 - 13:00


    Em fevereiro, a taxa ficou em 0,83%

    ECONOMIA

    - A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou para 0,16% em março deste ano. Em fevereiro, a taxa ficou em 0,83%. Já em março do ano passado, o índice registrado foi 0,71%.Com o resultado, o IPCA acumula taxa de 1,42% no ano e de 3,93% em 12 meses, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação de março foi puxada pelo grupo de despesas alimentação e bebidas, cujos preços subiram 0,53% no mês.

  • País fecha janeiro com saldo positivo de 180.395 empregos com carteira

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Luciano Nascimento

    15/03/2024 - 12:00


    Total de trabalhadores celetistas cresce 0,39%

    ECONOMIA

    - O Brasil fechou janeiro com saldo positivo de 180.395 empregos com carteira assinada. O número é resultado de 2.067.817 admissões e 1.887.422 desligamentos. O estoque total de trabalhadores celetistas apresentou crescimento de 0,39% em relação ao de dezembro de 2023, contabilizando 45.697.670 vínculos. O balanço é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado hoje (15), em Brasília, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Das 180.395 novas vagas, os homens representaram 134.697 e as mulheres 45.720. A faixa etária com maior saldo foi de 18 a 24 anos com 89.523 postos de trabalho. O ensino médio completo apresentou saldo de 113.623 postos. Entre fevereiro de 2023 e janeiro de 2024, o Novo Caged anotou saldo positivo de 1.564.257 empregos, decorrente de 23.422.419 admissões e de 21.858.162 desligamentos. Saldos positivos - Em janeiro, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas acusaram saldos positivos. O destaque ficou para o setor de serviços com 80.587 postos de trabalho; em seguida, aparece a indústria geral, com 67.029 postos, principalmente na indústria de transformação: 65.763 postos. Na sequência, surgem a construção (49.091 postos) e a agropecuária (21.900). O comércio registrou saldo negativo de 38.212 empregos. Todas as regiões brasileiras apresentaram saldo positivo de empregos. A Região Sul, com 67.218 empregos, teve crescimento de 0,81%; a Sudeste, com 57.243, e expansão de 0,25%; a Centro-Oeste, com 40.026 e 0,99% de crescimento; a Nordeste anotou 11.606 empregos e 0,15% de crescimento; e a Norte ficou com 4.296 empregos e 0,19% de expansão. Na média nacional, os salários iniciais pagos a quem foi admitido em janeiro também subiram, ficando em R$ 2.118,32. Na comparação com dezembro, houve um aumento real de R$ 69,23 no salário médio de admissão, uma variação em torno de 3,38%.

  • Inflação oficial do Brasil acelera em fevereiro para 0,83%

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    12/03/2024 - 11:00


    Em 12 meses, IPCA acumula 4,5%, dentro do limite da meta do BC

    ECONOMIA

    - A inflação oficial de fevereiro, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), fechou em 0,83%, quase o dobro do mês anterior, janeiro(0,42%).Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (12). Os reajustes de mensalidades escolares foram os que mais pressionaram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O resultado ficou bem próximo de fevereiro de 2023, quando alcançou 0,84%. No acumulado de 12 meses, o IPCA soma 4,5%, dentro do limite máximo da meta do Banco Central. No ano, a inflação é de 1,25%. Um dos fatores que influenciou no resultado foi o reajuste dos preços do grupo de educação que tiveram o maior crescimento (4,98%). Isso representou 0,29 p.p.) do IPCA de fevereiro. Dentro do grupo, a maior contribuição veio dos cursos regulares (6,13%).As maiores altas vieram do ensino médio (8,51%), do ensino fundamental (8,24%), da pré-escola (8,05%) e da creche (6,03%). Também houve aumento na inflação do curso técnico (6,14%), ensino superior (3,81%) e pós-graduação (2,76%).

  • PIB baiano tem alta de 2,6% no quarto trimestre e fecha 2023 com crescimento

    Foto: Gov/BA Foto: Gov/BA
    Por redação do Sudoeste Bahia

    07/03/2024 - 12:30


    A principal contribuição para a expansão do PIB baiano em 2023 foi do setor agropecuário, o qual registrou crescimento acumulado de 5,2%

    ECONOMIA

    - O resultado do PIB da Bahia 2023, calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), mostra que a atividade econômica do estado (Produto Interno Bruto) registrou crescimento de 2,6% no quarto trimestre de 2023 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já na comparação com o terceiro trimestre de 2023, quando são eliminadas as influências sazonais ­– ajuste sazonal – houve alta de 1,1%. No ano de 2023 a economia baiana registrou crescimento de 1,1%. A economia baiana, no acumulado de janeiro a dezembro de 2023, registrou expansão de 1,1% em comparação com o mesmo período de 2022. A principal contribuição para a expansão do PIB baiano em 2023 foi do setor agropecuário, o qual registrou crescimento acumulado de 5,2%. O setor de serviços, que possui o maior peso na estrutura econômica do estado, também contribuiu positivamente para o resultado positivo de 2023 com expansão de 1,9%. Dentre as atividades de serviços, a maior variação foi observada em outros serviços (+6,1%), com destaque para as atividades profissionais e a atividade educação e saúde. Também ganhando participação ao longo da série, as atividades imobiliárias cresceram 2,5% no ano. Já o setor industrial apresentou queda de 1,7% no ano. O resultado negativo se deve às quedas das indústrias de transformação (-2,9%), extrativas (-8,5%) e construção civil (-0,7%); somente o segmento de geração, distribuição e consumo de energia elétrica, gás e água registrou desempenho positivo dentro desse setor (+4,7%). PIB em Valor Corrente - No 4º trimestre de 2023, o PIB baiano totalizou R$ 99,6 bilhões, sendo R$ 83,7 bilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) e R$ 15,9 bilhões aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios. Com relação aos grandes setores econômicos, a Agropecuária apresentou Valor Adicionado de R$ 3,3 bilhões, a Indústria R$ 22,5 bilhões e os Serviços R$ 57,9 bilhões. Para o ano de 2023, os resultados acumulados mostram PIB corrente equivalente a R$ 420,3 bilhões, sendo R$ 368,4 bilhões de Valor Adicionado (VA) e R$ 51,9 bilhões de impostos. Para os setores econômicos, os valores acumulados em 2023 são: Agropecuária (R$ 32,3 bilhões), Indústria (R$ 95,3 bilhões) e Serviços (R$ 240,7 bilhões). 4º Trimestre 2023 / 4º Trimestre 2022 - Quando comparado ao mesmo trimestre de 2022, o PIB da Bahia apresentou resultado positivo de 2,6% no quarto trimestre de 2023. O Valor Adicionado apresentou variação de 2,5% enquanto os impostos cresceram 3,1%. Todos os setores registraram expansão: agropecuária, com taxa positiva de 6,6%, indústria com alta de 5,0% e serviços, com 1,3%. O crescimento do setor agropecuário foi determinado pela expansão na produção de algodão, mandioca, milho e soja; além disso, o segmento da pecuária também contribuiu positivamente para expansão do setor. A expansão de 5,0% do setor industrial foi determinada pela indústria de transformação (+5,5%), da geração, distribuição e consumo de energia elétrica, gás e água (+9,4%) e da indústria extrativa (+2,4%). Enquanto a construção civil teve uma queda de 0,2%. Apesar de não ter apresentado o mesmo desempenho dos demais setores em 2023, serviços também fechou o ano com saldo positivo (+1,3%). Enquanto as atividades outros serviços (+5,1%); comércio (+0,6%) e imobiliárias (+2,6%) cresceram de janeiro a dezembro, a administração pública – importante atividade para a economia baiana – e transportes exibiram resultados negativos com -1,9% e -2,6%, respectivamente.

  • PIB do Brasil cresce 2,9% em 2023, anuncia IBGE

    Foto: Tania Rego Foto: Tania Rego
    01/03/2024 - 10:00


    De acordo com análise do IBGE, o maior destaque positivo foi a agropecuária, que cresceu 15,1% de 2022 para 2023

    ECONOMIA

    - O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 2,9% em 2023. O número foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (1º). O último trimestre do ano ficou estável em relação ao terceiro (0%), registrando uma desaceleração da economia. De acordo com análise do IBGE, o maior destaque positivo foi a agropecuária, que cresceu 15,1% de 2022 para 2023, puxado pela produção de soja e milho. Os setores de indústria e serviços - principal da economia brasileira - também tiveram crescimento, de 1,6% e 2,4%, respectivamente. Serviços foi responsável por puxar o PIB no segundo semestre do ano, e trouxe sustentação à desaceleração por conta do patamar elevado da taxa básica de juros, a Selic. Já o PIB per capita alcançou R$ 50.194, uma alta real (acima da inflação) de 2,2% em relação a 2022.

  • Governo busca R$ 1,5 bi em crédito para quem tem Bolsa Família abrir negócio

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    01/03/2024 - 07:00


    Dos 95 milhões de inscritos no CadÚnico, 56 milhões recebem Bolsa Família

    ECONOMIA

    - O governo federal organiza uma mudança na forma de concessão de crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) para poder estimular inscritos no CadÚnico a se tornarem empreendedores. Dos 95 milhões de inscritos, 56 milhões são beneficiários do Bolsa Família. As informações são do UOL. Ainda segundo o UOL, a estratégia do governo é desenhada a partir de quatro ministérios para destacar R$ 1,5 milhão do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para os empréstimos, com a garantia dada pelo Tesouro Nacional. O objetivo é captar R$ 20 bilhões junto de instituições financeiras para aplicar nas linhas créditos de bancos e agências, confome o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, explicou ao portal. O ministro ainda aponta que instituições internacionais como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o do Brics e o banco de desenvolvimento alemão KFW, demonstram interesse em participar do programa.

  • Arrecadação federal alcança R$ 280 bilhões e bate recorde histórico em janeiro

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    22/02/2024 - 14:30


    O resultado foi registrado após uma série de alterações nas regras de tributos aprovadas em 2023 pela equipe econômica

    ECONOMIA

    - No primeiro mês de 2024, a arrecadação do governo federal subiu 6,67% em termos reais, chegando a R$ 280,36 bilhões, de acordo com as informações divulgadas pela Secretaria da Receita Federal nesta quinta-feira (22). É o maior valor para todos os meses da série histórica do Fisco — que tem início em 1995. Ou seja, foi o valor mais alto em quase 30 anos, já considerando a correção pela inflação. O resultado foi registrado após uma série de alterações nas regras de tributos aprovadas em 2023 pela equipe econômica. O Fisco confirmou que a tributação de fundos exclusivos ajudou no aumento da arrecadação em janeiro deste ano, no valor de R$ 4,1 bilhões, assim como a retomada da tributação integral sobre combustíveis. A tributação do alto lucro dos bancos também contribuiu para o aumento.

  • Governo publica MP que isenta quem ganha até dois salários mínimos do IR

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    07/02/2024 - 15:00


    Medida Provisória foi publicada em edição extra no Diário Oficial da União nesta terça-feira (6)

    ECONOMIA

    - O governo federal publico a Medida Provisória (MP) que isenta do Imposto de Renda pessoas que gaham até dois salários mínimos. Assim, o trabalhador que recebe até  R$ 2.824 por mês não precisará pagar o imposto. A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na terça-feira (6). As informações do governo ainda apontam que a MP isentará 15,8 milhões de pessoas do Imposto de Renda. Antes, o teto de isenção era em até R$ 2.640, que correspondia a dois salários mínimos em 2023. Após o reajuste do salário mínimo essa faixa também precisou ser revista. Após a ser publicada no DO, ela será encaminhada ao Congresso Nacional, que deverá analisá-la em um prazo de até 120 dias. A mudança na faixa da isenção se adequa às leis de Diretrizes Orçamentárias e de Responsabilidade Fiscal, segundo informações do Ministério da Fazenda.

  • Governo Federal anuncia investimento de R$ 4,7 bi em recursos para Fiol e outros corredores do agro

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    Por Thiago Teixeira

    07/02/2024 - 10:30


    Entre as obras, estão previstas a retomada dos investimentos públicos na ferrovia Transnordestina, em Pernambuco, e das ferrovias Fiol 1 e 2 e a Fico, ligando Ilhéus, no Sul baiano, até Lucas do Rio Verde (MT)

    ECONOMIA

    - O Governo Federal pretende investir R$ 4,7 bilhões, neste ano, nos chamados corredores do agro, que são as rodovias e ferrovias usadas para exportação dos principais produtos do agronegócio brasileiro, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia, e a Transnordestina, em Pernambuco. O aporte foi anunciado pelo ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), em entrevista a jornalistas nesta terça-feira (6), e equivale a uma ampliação de 30% em relação às verbas destinadas no ano passado (R$ 3,6 bilhões). Em 2022, ainda segundo o Ministério dos Transportes, foi investido R$ 1,9 bilhão nos corredores do agro. O novo pacote de investimentos prevê 60 obras consideradas estruturantes, sendo R$ 2,66 bilhões para a infraestrutura do Arco Norte e R$ 2,05 bilhões para o Arco Sul/Sudeste. Entre as obras, estão previstas a retomada dos investimentos públicos na ferrovia Transnordestina, em Pernambuco, e das ferrovias Fiol 1 e 2 e a Fico, ligando Ilhéus, no Sul baiano, até Lucas do Rio Verde (MT). “Vai criar esse corredor que estamos chamando de leste-oeste, que vai ligar Ilhéus até Água Boa (MT), mas depois de Água Boa, com a Fico 2, até Lucas do Rio Verde (MT)”, disse o ministro, que acrescentou que a ideia é, no futuro, conectar a ferrovia transnordestina a ferrovia Norte-Sul. O ministro ainda criticou o teto de gastos, criado em 2016 durante o governo de Michel Temer com o objetivo de limitar o aumento das despesas públicas à variação da inflação, afirmando que a medida fez com que o investimento fosse reduzido em diversas áreas. “O teto de gastos transformou o Brasil no país que menos investiu entre todas as economias relevantes. Se investe pouco, obviamente a infraestrutura piora. Agora ela está voltando a melhorar, mas ainda está recuperando um passivo desses últimos anos”, disse Renan Filho. Vale lembrar que, no ano passado, o mecanismo foi substituído pelo novo arcabouço fiscal, que limita os gastos à variação da receita do governo, possibilitando aumentar despesas quando há aumento de arrecadação. RODOVIAS - Em relação às novas obras em rodovias, no Arco Norte, que envolve os estados do Norte, além de Mato Grosso, Bahia, Maranhão e Piauí, o ministério prevê, entre outras obras, duplicar a BR-135, no Maranhão, restaurar a BR-158, no Pará, recuperar a BR-242, na Bahia. Segundo o Ministério dos Transportes, foi possível aumentar de 52% para 80% o total das rodovias do Arco Norte consideradas em bom estado no período de dezembro de 2022 a dezembro de 2023. Inclusive, as ações, por exemplo na BR-242, que liga o Oeste da Bahia a Salvador, foi um pedido do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que defendeu que a infraestrutura é o fator mais importante para a formação dos preços dos produtos. “A formação de preços está diretamente ligada ao custo de frete. Se nós não tivéssemos essas condições de rodovias, certamente a soja estaria abaixo do custo de produção”, disse o ministro. Sobre a infraestrutura do Arco Sul/Sudeste, que engloba todo o Centro-Sul do Brasil, o governo prevê a conclusão da Ferrovia Norte Sul, a intensificação das obras da ferrovia Fico, além de duplicação da BR-163, do Paraná, das BRs-470 e 290, em Santa Catarina, e das BRs-116 e 386, no Rio Grande do Sul. A meta do governo, de acordo com o ministro Renan Filho, é chegar a 90% da malha rodoviária do Arco Norte sendo considerada boa, com 80% das rodovias em boas condições em todo o país. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) realiza a avaliação sobre a qualidade da malha rodoviária brasileira por meio do Índice de Composição da Manutenção (ICM).

  • Novo salário mínimo de R$ 1.412 passa a ser pago nesta quinta-feira

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    01/02/2024 - 08:30


    Nova quantia representa um aumento de R$ 92 comparado ao ano de 2022

    ECONOMIA

    - O novo salário mínimo de R4 1.412 começa a ser pago nesta quinta-feira (1º), após o valor ter passado por um reajuste de 7% no início do ano. O montante atualizado representa um aumento de R$ 92 se comparado com o de 2022, que era de R$ 1.320. Apesar de começar a ser pago em fevereiro, o valor já estava valendo desde o 1º de janeiro. Dados o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), apontam que cerca de 59 milhões de pessoas tem renda ligada ao salário mínimo no país e que com a atualização R$ 69,9 bilhões serão injetados na economia. O novo valor do salário mínimo irá impactar beneficiários do seguro-desemprego, que deverão ter uma taxa inicial reajustada.  Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram a receber o novo piso nos últimos cinco dias de janeiro. A quantia para eles será paga até o quinto dia útil de fevereiro.

  • Taxa de desemprego registrada em 2023 é a menor desde 2014, diz IBGE

    Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil
    31/01/2024 - 16:00


    A informação consta na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quarta-feira (31)

    ECONOMIA

    - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quarta-feira (31), que a taxa média de desemprego em 2023 atingiu 7,8%, portanto, é o menor índice registrado desde 2014, quando o indicador foi de 7%. A informação consta na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). A taxa de desemprego em 2022 era de 9,6%, ou seja, houve diminuição de 1,8 ponto percentual durante o período de um ano. De acordo com o instituto, o resultado foi o reflexo do processo de recuperação do mercado de trabalho após o pico da pandemia da Covid-19. A pesquisa ainda apontou que a população média ocupada era a equivalente a 100,7 milhões de pessoas em 2023. O número representa um crescimento de 3,8% em comparação com os dados coletados em 2022.

  • Com aumento de ICMS, combustíveis ficarão mais caros a partir de 1º/2

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Flávia Said e Madu Toledo

    31/01/2024 - 13:00


    As alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na gasolina, no diesel e no biodiesel serão reajustadas

    ECONOMIA

    - As alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na gasolina, no diesel e no biodiesel serão reajustadas. O aumento é decorrente de decisão do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários de Fazenda de todas as unidades da Federação do Brasil. Os estados aprovaram as novas alíquotas em outubro do ano passado, com vigência a partir de fevereiro deste ano. Foi a primeira alta do imposto estadual desde que ele passou a ser cobrado em uma alíquota única nacional. O ICMS da gasolina subirá R$ 0,15, passando de R$ 1,22 para R$ 1,37. Já o preço do diesel e do biodiesel aumentará R$ 0,12, passando de R$ 0,94 para R$ 1,06. A alíquota do gás de cozinha, por sua vez, passará de R$ 0,16 para R$ 1,41 por quilo. Além desse reajuste que ocorrerá na quinta-feira nas distribuidoras, nesta terça (30/1) houve aumento de R$ 0,10 no etanol e R$ 0,07 na gasolina, em consequência da elevação do anidro nas usinas canavieiras. Alíquota única - Uma lei unificou o ICMS sobre os combustíveis, estipulando o prazo de um ano para a primeira alteração de alíquota. Depois disso, as revisões passariam a ser feitas a cada seis meses. Além da alíquota única, o ICMS passou a ser calculado em reais por litro, e não mais como um percentual sobre o preço na bomba. A nova base de cálculo do ICMS começou a valer no dia 1º de julho de 2023. Até então, cada estado cobrava um percentual sobre o preço de referência, definido a cada 15 dias por meio de pesquisas nos postos. Em 2023, a União fez um acordo para compensar estados e municípios por renúncias fiscais realizadas pelo governo federal em 2022. A União precisou cobrir as perdas do ICMS com a redução do imposto sobre combustíveis no ano retrasado, ainda no governo Jair Bolsonaro (PL).

  • Jovens "nem-nem" deixam de contribuir R$ 46,3 bilhões na economia, aponta pesquisa

    Foto: Agência Senado Foto: Agência Senado
    15/01/2024 - 11:00


    Dados do IBGE apontam que cerca de 10,9 milhões de jovens entre 18 a 24 anos nem estudam e nem trabalham

    ECONOMIA

    - Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontam que jovens entre os 18 e 24 anos, que não estão empregados ou estudam deixam de contribuir cerca de R$ 46,3 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB). As informações foram fornecidas à CNN. O quantitativo de jovens que estão desocupados no país gira em torno de 10,9 milhões, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes ao ano de 2022. Destes, 4,7 milhões não foram em busca de empregos ou gostariam de trabalhar. A pesquisa do CNC teve uma abordagem mais cautelosa na análise de dados relacionados ao mercado de trabalho e o PIB e teve um foco na faixa etária específica que estava disponível nos registros oficiais, de 7,6 milhões. Se participassem, o PIB poderia ter sido de R$ 10,146 trilhões, em comparação com o valor real obtido em 2022 de R$ 10,1 trilhões.

  • Preços da gasolina e do etanol voltam a subir após semanas de queda, diz ANP

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    13/01/2024 - 07:30


    Foi o primeiro aumento após cinco semanas de baixa

    ECONOMIA

    - Após semanas de queda, os preços da gasolina e do etanol hidratado voltaram a subir no país, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis). O preço do diesel também subiu, ainda que em menor intensidade. De acordo com a ANP, a gasolina foi vendida, em média, a R$ 5,58 pelos postos brasileiros nesta semana, alta de R$ 0,02 por litro em relação à semana anterior. Foi o primeiro aumento após cinco semanas de baixa. O preço do etanol hidratado, principal concorrente da gasolina, subiu R$ 0,04, para R$ 3,43 por litro, mesmo com queda na cotação do produto nas usinas de São Paulo. Já o preço do diesel teve ligeira alta, ainda como reflexo da retomada da cobrança de impostos federais no início do ano. O diesel S-10 foi vendido, em média, a R$ 5,98 por litro, acréscimo de R$ 0,01 em relação à semana anterior. Em duas semanas, a alta acumulada é de R$ 0,04 por litro, segundo a ANP. O aumento da carga tributária, de R$ 0,32 por litro, foi parcialmente compensado por corte do preço do produto nas refinarias da Petrobras após o Natal. Em fevereiro, diesel e gasolina voltarão ser pressionados pelo aumento do ICMS. A alíquota do imposto estadual sobre a gasolina subirá R$ 0,15, para R$ 1,37 por litro. No diesel, a alta será de R$ 0,12, para R$ 1,06 por litro.