Flávio Bolsonaro chega aos Estados Unidos com mulher e filhas
Flávio Bolsonaro chega aos Estados Unidos com mulher e filhas
Departamento de Estado dos EUA informou que concederá vistos ao senador, que não reconheceu a vitória do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva e fugiu do País
Por: Pedro Lima
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), candidato derrotado à Presidência, chegou aos Estados Unidos nesta terça‑feira (27) acompanhado da esposa e duas filhas, após a Polícia Federal cancelar seus passaportes por descumprir ordem judicial de entrega em 24 horas. A informação foi confirmada pela CNN e por autoridades americanas, e o Departamento de Estado informou que concederá vistos ao senador e sua família.
- A medida faz parte de uma investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Flávio nega as irregularidades, classificando a ação como tentativa de intimidação, e afirma que entregará os documentos à PF. Seu mandato como senador termina em 31 de janeiro de 2027, data em que perderá o foro por prerrogativa de função.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O senador e candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou nesta terça-feira (27), aos Estados Unidos com sua mulher e duas filhas. A informação foi divulgada pela CNN e confirmada por integrantes do governo americano. Nesta terça, a Polícia Federal comunicou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que Flávio descumpriu a ordem judicial para entrega dos seus passaportes. Por isso, a PF realizou o cancelamento dos passaportes dele em seu sistema de controle. Flávio Bolsonaro foi intimado na segunda-feira (26), a entregar seus passaportes em um prazo de 24 horas. Esse prazo venceu no final da manhã desta terça-feira (27), mas ele não compareceu para cumprir a ordem. Apesar do descumprimento, não é possível considerá-lo foragido, porque não há mandado de prisão contra o senador. A decisão foi tomada no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Flávio negou irregularidades e classificou a medida como uma tentativa de intimidação. O Departamento de Estado dos EUA informou que concederá vistos a Flávio Bolsonaro e sua família. O candidato do PL não reconheceu a derrota nas urnas ao presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O mandato de Flávio como senador termina em 31 de janeiro de 2027, data em que perde o foro por prerrogativa de função. Em vídeo, ele afirmou em vídeo, nesta segunda-feira, 26, que não sairia do País e que entregaria o passaporte à PF, seguindo a intimação que recebeu na manhã daquele dia. “Eu nunca pensei em sair do País. Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar”, disse o Flávio na véspera de deixar o Brasil.
Flávio Bolsonaro deixa o Brasil rumo aos Estados Unidos, diz coluna
Flávio Bolsonaro deixa o Brasil rumo aos Estados Unidos, diz coluna
Senador não entregou os passaportes à Polícia Federal no prazo determinado por Alexandre de Moraes e estava sem responder a aliados desde a manhã desta terça-feira (27)
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos, conforme confirmaram pessoas próximas à família e a coluna Grande Angular do Metrópoles. A última mensagem enviada ao aliado Rogério Marinho às 8h afirmava que ele estava “esfriando a cabeça”, sem esclarecer se já havia embarcado.
- A viagem ocorre após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de apreender os passaportes do parlamentar, que não cumpriu o prazo de entrega à Polícia Federal. Flávio, derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições, também responde a investigação de suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz.
Foto: Charles Viera
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou o Brasil com destino aos Estados Unidos, segundo informações publicadas pela coluna Grande Angular, do Metrópoles, nesta terça-feira (27). Pessoas próximas à família confirmaram que a aeronave está em voo. Flávio estava sem dar notícias a aliados desde o início da manhã. A última mensagem foi enviada às 8h ao senador Rogério Marinho, que coordenou sua campanha presidencial. Na conversa, ele afirmou que estava “esfriando a cabeça”, mas não esclareceu se havia saído do país. Na segunda-feira (26), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a apreensão dos passaportes do parlamentar. Flávio deveria entregar os documentos à Polícia Federal nesta terça-feira, mas descumpriu o prazo. O senador foi derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25). Ele também é investigado, junto ao advogado Willer Tomaz, por suspeita de lavagem de dinheiro.
PF cancela passaportes de Flávio Bolsonaro após descumprimento de ordem de Moraes
Senador não entregou os documentos dentro do prazo determinado pelo STF e Polícia Federal informou que comunicará o caso ao ministro Alexandre de Moraes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal cancelou os passaportes de Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) após o senador não cumprir o prazo de 24 horas imposto pelo STF para entregá‑los, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes. Apesar da medida, Flávio não é considerado foragido e não há mandado de prisão, mas a ação ocorre no contexto de investigação de suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o senador e o advogado Willer Tomaz.
- Rumores surgiram de que o parlamentar teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina; porém, os sistemas da PF não registraram saída oficial e autoridades argentinas negaram qualquer entrada. A imprensa argentina Infobae citou um suposto voo para os EUA, mas o avião não realizou novos deslocamentos, alimentando especulações sobre possíveis rotas não fiscalizadas.
Foto: Wilton Junior | Estadão
A Polícia Federal cancelou os passaportes de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após o senador não cumprir o prazo imposto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar os documentos. A corporação também deve informar ao ministro Alexandre de Moraes que a determinação judicial foi descumprida. Flávio havia sido intimado na segunda-feira (26) e tinha 24 horas para apresentar todos os passaportes em sua posse. O prazo terminou na manhã desta terça-feira (27), mas o senador não compareceu para realizar a entrega. Apesar da medida, Flávio não é considerado foragido. Até o momento, não existe mandado de prisão expedido contra ele. A situação ocorre em meio a rumores de que o parlamentar teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina após ser alvo da decisão do STF. A suspeita passou a circular nas últimas horas e mobilizou órgãos de controle migratório. Segundo investigadores, os sistemas da Polícia Federal não registraram qualquer saída oficial de Flávio Bolsonaro do território nacional. Diante disso, as autoridades passaram a apurar se o senador poderia ter deixado o país por rotas não fiscalizadas. A defesa do parlamentar havia informado à PF que a entrega dos passaportes aconteceria ainda durante a manhã desta terça, mas a medida não foi concretizada dentro do prazo estabelecido. A decisão de Alexandre de Moraes foi tomada no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz. Entre os elementos analisados no inquérito estão mensagens eletrônicas que, segundo os investigadores, citariam o senador como operador de uma conta mantida no exterior ligada ao advogado. Para a Polícia Federal, a existência de recursos fora do país poderia representar risco de fuga. Os investigadores também apontam que Tomaz viajou para os Estados Unidos após passar a ser alvo das apurações. Enquanto as especulações cresciam, aliados de Flávio apresentaram versões divergentes ao longo da manhã. Inicialmente, integrantes da campanha negaram que o senador tivesse deixado o Brasil. Nos bastidores, um aliado afirmou acreditar que a informação teria sido divulgada para pressionar pela decretação de uma eventual prisão. Horas depois, membros da equipe passaram a afirmar que buscavam confirmar onde o parlamentar estava. Do lado argentino, as autoridades também negaram qualquer registro relacionado à entrada de Flávio Bolsonaro no país. A Direção Nacional de Imigração informou que não encontrou movimentações em nome do senador e disse que uma aeronave que passou a ser citada nos rumores foi submetida a fiscalização. Segundo o órgão, os documentos da empresa responsável pelo avião estavam regulares e não havia plano de voo envolvendo integrantes da família Bolsonaro. A suspeita surgiu após uma publicação do site argentino Infobae, que informou que Flávio embarcaria para os Estados Unidos a partir de Puerto Iguazú em um jato executivo. Dados de rastreamento aéreo mostraram que a aeronave mencionada pousou na cidade argentina na noite de segunda-feira, mas não realizou novos deslocamentos posteriormente.
Rogério Marinho nega saída de Flávio Bolsonaro do Brasil após rumores de fuga
Rogério Marinho nega saída de Flávio Bolsonaro do Brasil após rumores de fuga
Coordenador da campanha do senador afirmou que o candidato permanece no país; boato surgiu após decisão do STF determinar a entrega de passaportes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Rogério Marinho (PL‑RN), coordenador‑geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), negou nesta terça‑feira (27) que o aliado tenha deixado o Brasil, desmentindo as informações divulgadas pelo portal argentino Infobae que afirmavam que Flávio teria cruzado a fronteira com a Argentina e embarcado para os Estados Unidos. A declaração surge após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a entrega de todos os passaportes do senador às autoridades, alimentando especulações sobre uma possível fuga.
- Com a negativa de Marinho, aliados reforçam que Flávio permanece em território nacional, enquanto o caso se desenvolve em meio à derrota do candidato na disputa presidencial e às diversas decisões judiciais que o cercam. Autoridades e a imprensa aguardam novos esclarecimentos sobre o cumprimento das medidas impostas pelo STF nos próximos dias.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto, negou nesta terça-feira (27) que o aliado tenha deixado o Brasil. A declaração foi dada após a circulação de informações apontando que o senador teria cruzado a fronteira com a Argentina e seguido para os Estados Unidos. “Não saiu”, afirmou Marinho ao ser questionado sobre o assunto. Os rumores começaram durante a madrugada, quando o portal argentino Infobae publicou uma reportagem informando que Flávio teria deixado o país por via terrestre e embarcaria em um voo privado com destino aos Estados Unidos. A publicação ocorreu poucas horas depois de vir a público uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinando que o senador entregue todos os seus passaportes às autoridades. A medida inclui documentos brasileiros e também eventuais passaportes de outras nacionalidades. A notícia repercutiu rapidamente nas redes sociais e em grupos políticos, alimentando especulações sobre uma possível tentativa de Flávio de deixar o país antes do cumprimento da ordem judicial. Com a negativa de Rogério Marinho, aliados do senador tentam afastar as suspeitas e reforçam que ele permanece em território nacional. Até o momento, não houve confirmação oficial de qualquer saída internacional por parte do parlamentar. O caso acontece em meio aos desdobramentos da derrota de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e das decisões judiciais que envolvem o senador. A expectativa é que novos esclarecimentos sobre o cumprimento das medidas determinadas pelo STF sejam divulgados nos próximos dias.
PF apura possível fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil rumo aos EUA
PF apura possível fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil rumo aos EUA
Site argentino Infobae noticiou suposta viagem do senador aos Estados Unidos em jatinho particular; interlocutores afirmam que ele está em casa, e Rogério Marinho negou a saída do país
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal entrou em contato com autoridades argentinas para confirmar se o senador Flávio Bolsonaro cruzou a fronteira após relatos do site Infobae de que ele teria deixado o Brasil de madrugada a bordo de um jato Gulfstream G400. A PF ainda não encontrou registro de passagem por pontos de migração, mas investiga a possibilidade de entrada irregular no país vizinho.
- O senador Rogério Marinho negou que Flávio tenha saído do Brasil, enquanto o STF determinou que o senador entregue todos os seus passaportes à Polícia Federal, inclusive os de outras nacionalidades, intensificando o escrutínio sobre seu deslocamento internacional.
Foto: Joédson Alves | Agência Brasil
A Polícia Federal (PF) entrou em contato com autoridades argentinas nesta terça-feira (27) para verificar se o senador Flávio Bolsonaro (PL) ingressou no país vizinho após uma notícia publicada pelo site argentino Infobae afirmar que ele teria deixado o Brasil durante a madrugada. Segundo a publicação, o senador teria partido de Puerto Iguazú, na Argentina, às 2h, em direção aos Estados Unidos, a bordo de um jato particular Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, pertencente à empresa Baires Fly. De acordo com informações da PF, Flávio Bolsonaro não passou por nenhum ponto regular de migração brasileiro nas últimas horas. A corporação, no entanto, considera a possibilidade de que ele tenha cruzado a fronteira sem passar pela fiscalização. A PF aguarda a confirmação das autoridades argentinas sobre um possível ingresso do senador no país. A assessoria de Flávio Bolsonaro foi procurada, mas ainda não havia se pronunciado. Dois interlocutores que conversaram nesta manhã com a equipe de segurança do senador afirmaram que ele está em casa. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha, também negou que Flávio tenha deixado o Brasil. “Não saiu”, disse à coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles. A notícia foi publicada horas depois de vir à tona que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes havia determinado que Flávio entregasse todos os passaportes à Polícia Federal, inclusive os de outras nacionalidades.
PL reconhece vitória de Lula após alterar comunicado publicado nas redes sociais
PL reconhece vitória de Lula após alterar comunicado publicado nas redes sociais
Legenda de Flávio Bolsonaro substituiu trecho que mencionava apenas “a dimensão do resultado” e passou a reconhecer a proclamação oficial do TSE
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido Liberal (PL), liderado por Valdemar Costa Neto, retirou a primeira nota nas redes sociais e divulgou uma versão revisada reconhecendo oficialmente a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais, conforme proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A mudança de texto mantém as críticas ao processo eleitoral, mas substitui a expressão “dimensão do resultado” por o reconhecimento direto do resultado, ao mesmo tempo em que destaca a necessidade de esclarecimentos dentro de um debate político equilibrado.
- A nova comunicação também ressalta o desempenho do PL nas eleições legislativas e estaduais, com a eleição de 121 deputados federais, 18 senadores, 229 deputados estaduais e distritais e seis governadores, e reafirma o compromisso do partido com a democracia, a liberdade e os valores da sigla, apesar das declarações de Flávio Bolsonaro sobre contestar o resultado e solicitar a cassação da chapa de Lula.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O Partido Liberal (PL), partido de Flávio Bolsonaro, apagou uma publicação nas redes sociais e divulgou uma nova nota na noite desta segunda-feira (26) para reconhecer oficialmente o resultado da eleição presidencial, vencida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A mudança ocorreu após a primeira versão do comunicado mencionar apenas “a dimensão do resultado presidencial”, sem reconhecer expressamente a vitória do petista. As duas versões foram assinadas pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que até então não havia reconhecido diretamente a vitória de Lula nem parabenizado o presidente reeleito. No primeiro texto, o dirigente defendia que os questionamentos sobre a votação fossem esclarecidos e criticava o aumento dos gastos públicos com benefícios sociais durante a campanha. “Reconhecemos a dimensão do resultado presidencial, mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos dentro de um debate político equilibrado e democrático. Seguiremos acompanhando os fatos e buscando respostas com responsabilidade, transparência e respeito às instituições”, dizia o comunicado original. Na versão revisada, o partido manteve as críticas, mas alterou o trecho inicial para confirmar o resultado oficial proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O texto passou a afirmar: “Reconhecemos o resultado presidencial, proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos dentro de um debate político equilibrado e democrático. Seguiremos acompanhando os fatos e buscando respostas com responsabilidade, transparência e respeito às instituições”. Questionamentos sobre a eleição - A primeira nota foi publicada um dia depois de Flávio Bolsonaro declarar que não reconheceria o resultado eleitoral. Na segunda-feira, o senador anunciou que pretende pedir ao TSE a cassação da chapa de Lula, sob a alegação de abuso de poder político e econômico. Flávio também criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender até as 19h o horário de votação em locais onde eleitores ainda aguardavam na fila. O senador argumentou que a medida alterou as condições da disputa, embora a própria campanha bolsonarista tivesse feito o mesmo pedido. Desempenho do PL nas eleições - Na nota atualizada, o partido também destacou os resultados obtidos nas eleições legislativas e estaduais. A legenda elegeu 121 deputados federais, 18 senadores, 229 deputados estaduais e distritais e seis governadores. Valdemar Costa Neto afirmou que o PL continuará atuando com independência e responsabilidade na defesa da democracia, da liberdade e dos valores defendidos pela sigla.
PF intima Flávio a entregar passaporte; senador diz que vai pedir cassação de chapa do PT
Senador derrotado na disputa presidencial criticou decisões do STF após ser intimado pela Polícia Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) declarou que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a derrota nas eleições presidenciais. A fala vem um dia depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes e ficar proibido de viajar por decisão judicial, além de enfrentar restrições de contato com o advogado investigado por lavagem de dinheiro.
- Flávio acusa o governo federal e o STF de interferências e gastos públicos que, segundo ele, desequilibraram a disputa, e anuncia que liderará a oposição do PL no Congresso. A defesa ainda pode recorrer das medidas judiciais enquanto o caso avança nas investigações do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita um dia após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais. Horas antes, o parlamentar informou ter sido intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e ficou proibido de deixar o país por decisão judicial. Flávio foi derrotado por Lula em uma disputa apertada. O petista venceu com 51,79% dos votos, o equivalente a 64,2 milhões de eleitores, enquanto o candidato do PL somou 48,21%, cerca de 59,8 milhões de votos. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador agradeceu aos apoiadores e voltou a questionar a lisura do processo eleitoral, apesar de não apresentar provas para as alegações. O parlamentar também não fez um reconhecimento direto da derrota nas urnas. “Vou pedir a cassação da chapa do Lula por todos os abusos cometidos durante a campanha”, declarou. Mudança de estratégia - A nova manifestação representa uma mudança de discurso. Na noite da eleição, Flávio havia afirmado que buscaria a anulação do pleito. Agora, o foco passou a ser um pedido de cassação da chapa vencedora. O senador acusa o governo federal de ter provocado desequilíbrio eleitoral por meio de gastos públicos realizados ao longo do ano. Segundo ele, as medidas econômicas anunciadas pela gestão petista teriam influenciado diretamente o resultado da disputa. As críticas também foram direcionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio voltou a contestar decisões da Corte e afirmou que o ambiente eleitoral foi marcado por interferências que, segundo ele, prejudicaram sua campanha. Intimação da PF - Durante o pronunciamento, o senador revelou que foi intimado pela Polícia Federal após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília. Segundo Flávio, a decisão judicial determinou a entrega dos passaportes e impôs restrições para viagens internacionais. Ele afirmou que a medida teria sido baseada em declarações atribuídas ao deputado Eduardo Bolsonaro sobre uma possível saída do país em caso de derrota eleitoral. O parlamentar negou ter defendido essa possibilidade e questionou os fundamentos da decisão. Apesar das críticas, disse que cumprirá a ordem judicial e entregará os documentos exigidos pelas autoridades. Oposição ao próximo governo - Mesmo sem reconhecer formalmente o resultado das urnas, Flávio Bolsonaro sinalizou que pretende assumir um papel de liderança na oposição ao novo mandato de Lula. O senador afirmou que irá reunir parlamentares do PL para organizar a atuação do partido no Congresso Nacional a partir do próximo ano. Segundo ele, o grupo pretende fiscalizar as ações do governo e atuar de forma coordenada contra pautas consideradas prejudiciais pela legenda. Investigação e novas restrições - A decisão judicial também proibiu Flávio de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro. Tomaz teve bens bloqueados e valores bilionários sequestrados por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida faz parte de um dos inquéritos que tramitam na Corte e que têm o senador como alvo de investigação. Além das restrições patrimoniais, o advogado também teve passaportes cancelados após decisões relacionadas às apurações conduzidas pela Polícia Federal. O que acontece agora - A defesa de Flávio Bolsonaro ainda poderá recorrer das medidas impostas pela Justiça. Enquanto isso, o senador segue sob as restrições determinadas pelo STF e prepara a ofensiva jurídica que pretende apresentar contra a chapa vencedora das eleições. Nos próximos dias, a expectativa é de que os desdobramentos do caso avancem tanto na esfera eleitoral quanto nas investigações que seguem em andamento no Supremo Tribunal Federal.
TSE e STF descartam anulação da eleição após Flávio Bolsonaro contestar resultado
Ministros citam ausência de elementos que justifiquem invalidar o pleito; Lula venceu o segundo turno com vantagem de 4,4 milhões de votos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) descartaram a possibilidade de anular o segundo turno das eleições presidenciais, apontando a diferença de cerca de 4,4 milhões de votos entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) como evidência de que não há fundamentos para contestação. Os ministros ressaltaram que não foram encontrados elementos que justifiquem a anulação, mesmo diante das controvérsias sobre a extensão do horário de votação e dos registros de votos após as 17h, que representaram apenas 0,81% da margem de vitória de Lula.
- A decisão ocorreu após uma série de pedidos de prorrogação do pleito, motivados por dificuldades de transporte de eleitores em diversas regiões, e após críticas internas sobre a interferência judicial. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, e o presidente do STF, Edson Fachin, defenderam a legitimidade dos resultados e a necessidade de respeitar a vontade popular, enquanto o senador Flávio Bolsonaro anunciou intenção de recorrer
Foto: Reprodução | Leobark Rodrigues
A possibilidade de anulação do segundo turno das eleições presidenciais é descartada por integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF). A avaliação dos ministros contraria a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL), que se recusou a reconhecer a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e anunciou que pretende recorrer à Justiça para tentar invalidar o resultado. Entre os argumentos considerados contrários à contestação está a diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos entre os candidatos. Lula foi reeleito com 64,2 milhões de votos, correspondentes a 51,79% dos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 59,8 milhões, ou 48,21%. Ministros das duas cortes também avaliam que não há elementos que sustentem a anulação do pleito. A discussão ocorre após uma série de decisões judiciais sobre a extensão do horário de votação no domingo (25), motivada por relatos de dificuldades de deslocamento de eleitores. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou, ao anunciar a vitória de Lula, que a medida não alterou a apuração dos votos. “Mesmo diante de todas essas circunstâncias, adotamos todas as providências que se fizeram necessárias e fomos absolutamente exitosos. Volto a dizer: não houve nenhuma alteração advinda da decisão judicial”, declarou. Nunes Marques também ponderou que não seria possível avaliar imediatamente todos os possíveis efeitos da decisão. “Não seria possível em poucas horas construir um juízo de certeza de que nenhum efeito colateral, especialmente no aspecto tecnológico, advindo de uma decisão judicial, viesse a impactar significativamente a apuração”, afirmou. Votos registrados após as 17h representam 0,81% da diferença - Dados do Tribunal Superior Eleitoral levantados pelo g1 indicam que 35.521 votos foram registrados depois das 17h de domingo, no horário de Brasília. O levantamento considerou informações de 497.897 seções eleitorais e utilizou os chamados logs, arquivos que registram os eventos e os horários de funcionamento das urnas eletrônicas. O total de votos contabilizados após o horário inicialmente previsto para o encerramento da votação equivale a 0,81% da vantagem obtida por Lula sobre Flávio Bolsonaro. O dado é citado no contexto dos questionamentos sobre a prorrogação do pleito. Outro ponto considerado pelos ministros é que a própria campanha do candidato do PL solicitou ao TSE a extensão da votação até as 19h em municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Flávio Bolsonaro também afirmou que fiscais de seu partido teriam sido “retirados de dentro da sala-cofre” durante a apuração. O TSE rebateu a declaração e a classificou como “falsa”, sob o argumento de que o espaço não é aberto à visitação. “Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito”, informou a Justiça Eleitoral. Decisão sobre prorrogação provocou divergências entre ministros - Apesar da avaliação de que não há motivos para anular a eleição, integrantes do TSE e do STF reconhecem, nos bastidores, problemas na condução do episódio. A decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo, foi criticada por integrantes da Justiça Eleitoral, que a consideraram uma interferência nas atribuições do TSE. Por outro lado, uma ala do STF questionou a demora de Nunes Marques para analisar as denúncias sobre dificuldades no transporte de eleitores. A sequência de decisões começou pela manhã, quando eleitores de Salvador relataram dificuldades para chegar aos locais de votação devido à redução da frota de ônibus. Às 13h15, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento do serviço e ordenou a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, que estava fora do país. Sete minutos depois, a campanha de Lula acionou o TSE para pedir a extensão da votação até as 19h em três cidades baianas. Nunes Marques informou que o pedido seria analisado. Às 15h27, a campanha de Flávio Bolsonaro solicitou a prorrogação do horário em 17 municípios de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, afetados por fortes chuvas. Dezenove minutos depois, às 15h46, o PT recorreu ao STF para ampliar a votação em três cidades da Bahia. Com novos relatos de dificuldades no transporte, o partido ampliou o pedido às 16h29 para todo o país. A solicitação foi distribuída a Cristiano Zanin quatro minutos depois. O ministro divulgou a decisão às 17h03, três minutos após o horário previsto para o encerramento da votação. Naquele momento, parte das urnas já havia sido fechada e a apuração estava em andamento. A determinação estendeu o horário até as 19h em todo o território nacional e provocou dificuldades operacionais na Justiça Eleitoral. Às 17h49, Nunes Marques orientou os tribunais regionais a manter abertas as seções que ainda estavam em funcionamento. Em conversa telefônica com Zanin, o presidente do TSE explicou que não seria tecnicamente possível reabrir urnas que já tivessem encerrado a votação e emitido seus boletins. Às 18h, Zanin publicou uma nova decisão para esclarecer que a prorrogação não se aplicava às urnas já encerradas. A votação foi concluída às 19h, e o TSE retomou a divulgação dos resultados. Após a proclamação da vitória de Lula, Nunes Marques telefonou para os dois candidatos para parabenizá-los pela participação no processo eleitoral. Fachin e presidentes do Congresso defendem respeito ao resultado - O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu o respeito à vontade dos eleitores e a estabilidade institucional após a confirmação da vitória de Lula. O ministro afirmou que eventuais divergências devem ser resolvidas dentro dos limites da Constituição, com respeito à soberania popular. No Congresso, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), também reconheceram a reeleição do petista. Os dois telefonaram para parabenizar Lula pelo resultado. “Venceu hoje a democracia. Não há o que se contestar”, declarou Alcolumbre. Motta, por sua vez, destacou a segurança e a rapidez da apuração e disse que o presidente terá a oportunidade de contribuir para a reconciliação do país. “Temos um processo eleitoral digno de todas as homenagens. Não só pela segurança, mas pela rapidez da apuração. Enquanto presidente da Câmara, quero dizer que a nossa Casa seguirá compromissada com o país”, afirmou.
Após as 17h, foram computados 35 mil votos que pouco alteraram a diferença entre Lula e Flávio
Campanhas de Lula e de Flávio pediram prorrogação da votação após relatos de falta de ônibus e de chuvas pelo país
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 35.521 votos foram registrados após as 17h de domingo (25) no segundo turno da eleição presidencial, com Luiz Inácio Lula (PT) sendo reeleito com 51,79% dos votos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro (PL). A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos, totalizando 64,2 milhões, enquanto Bolsonaro recebeu 59,8 milhões.
- A votação foi prorrogada até as 19h pelo ministro Cristiano Zanin (STF) para as seções ainda abertas, após pedidos das duas campanhas. A campanha de Lula citou problemas no transporte público, enquanto a de Bolsonaro solicitou extensão em cinco estados afetados por fortes chuvas: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina.
Foto: Vittor Sales | Ricardo Stuckert
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que 35.521 votos foram registrados após as 17h de domingo (25), no horário de Brasília, durante o segundo turno da eleição presidencial. O número teve pouco impacto diante da diferença de votos entre Lula (PT), reeleito com 51,79%, e Flávio Bolsonaro (PL), que terminou a disputa com 48,21%. As informações foram levantadas pelo G1. A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos: teve 64,2 milhões, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro. Houve votação até mais tarde porque o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou o prazo até as 19h. A decisão foi proferida pouco depois das 17 horas. Como a maioria das urnas já tinha sido fechada, o ministro esclareceu que a medida valeria apenas para locais em que as seções eleitorais ainda estavam abertas. As duas campanhas haviam solicitado ao TSE mais tempo para os eleitores votarem. A de Lula relatou problemas no transporte público, como falta de ônibus, redução de frotas e cobrança indevida de passagens. A de Flávio Bolsonaro pediu a extensão em cinco estados atingidos por fortes chuvas: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. A campanha de Lula recorreu também ao STF, de onde partiu a decisão mandando estender o horário de votação em todo o país.
Flávio Bolsonaro diz ser ‘impossível reconhecer resultado da eleição’ e que pedirá anulação
Senador, que também acionou o TSE para pedir prorrogação do horário, reclamou da decisão de Zanin e alegou quebra ‘total de isonomia’.
Por: Caio Possati
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Narração automática (IA)Resumo
- Em entrevista após a derrota nas eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que não reconhece a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pediu a anulação do pleito, alegando irregularidades e criticando a extensão do horário de votação decidida pelo ministro Cristiano Zanin. O candidato afirmou que a decisão judicial quebra a isonomia e que desconhece quantos votos poderia ter conquistado nos estados onde as urnas não foram abertas.
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do presidente Kassio Nunes Marques, confirmou a reeleição de Lula com 51,78% dos votos válidos contra 48,22% de Flávio Bolsonaro, ressaltando que o resultado foi oficialmente homologado. Flávio Bolsonaro prometeu acionar seu jurídico para contestar a decisão e buscar a anulação das eleições.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos. A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral. “É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições. Vou pedir a anulação”, disse o senador. O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h. A solicitação ao STF foi feito pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo. A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados. A vitória de Lula foi reconhecida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que afirmou ter ligado para ambos os candidatos, em pronunciamento na sede do TSE, em Brasília. Na fala, Nunes Marques confirmar a reeleição de Lula, com 51,78% dos votos válidos, ante 48,22% de Flávio. Críticas ao ministro Cristiano Zanin - Em discurso curto, feito ao lado de apoiadores em Brasília (DF), Flávio classificou como “sacanagem” o resultado do pleito e criticou a postura de Zanin. “O ministro da Suprema Corte, pela primeira vez na história, ex-advogado do Lula, dá uma canetada a pedido de um ex-sócio dele, que muda a regra do jogo”, disse Flávio. “No meio do jogo, às 17h01, o ministro Zanin, que não faz parte do Tribunal Superior Eleitoral, atropelando a Justiça especializada, toma uma decisão prorrogando por duas horas a eleição. Isso nunca tinha acontecido na história do Brasil.” O senador afirmou que a decisão judicial “quebra a isonomia” do pleito e alegou que nunca saberia quantos votos poderia ter “nos Estados onde as urnas não foram abertas”. “O que eu tenho que falar aqui agora é que é impossível, é impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram. Nós vamos usar o nosso jurídico, vamos pedir a anulação dessas eleições”, afirmou.
Confira os números que explicam a virada histórica de Lula sobre Flávio Bolsonaro
Petista reverteu desvantagem de 2,2 milhões de votos do primeiro turno, conquistou mais de 10 milhões de votos adicionais e terminou a disputa com vantagem de 4,38 milhões
Por: Jairo Costa Jr.
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Narração automática (IA)Resumo
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 ao reverter uma desvantagem de cerca de 2,2 milhões de votos no primeiro turno, alcançando 51,77 % dos votos válidos no segundo turno com 64,17 milhões de eleitores, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) ficou com 59,79 milhões (48,23 %).
- O salto de 10,3 milhões de votos de Lula foi impulsionado por 9,32 milhões de eleitores dos candidatos derrotados, um aumento de 2,83 milhões no comparecimento às urnas e a redução de 1,83 milhão de votos brancos e nulos, o que também fez a abstenção cair para 30,46 milhões (19,21 %). Esses fatores explicam a virada decisiva no segundo turno.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 após protagonizar uma virada inédita contra Flávio Bolsonaro (PL). Depois de encerrar o primeiro turno com uma desvantagem de aproximadamente 2,2 milhões de votos, o petista reverteu o resultado e chegou ao segundo turno com cerca de 64,2 milhões de votos, contra 59,8 milhões do adversário. Com 99,9% das urnas apuradas, Lula registrava 51,77% dos votos válidos, ante 48,23% de Flávio. A diferença entre os dois candidatos era de 4,38 milhões de votos. A dimensão da vitória fica evidente na comparação entre os turnos: Lula acrescentou mais de 10,2 milhões de votos à sua votação inicial, enquanto Flávio obteve cerca de 3,68 milhões a mais. Os números ajudam a entender como o candidato petista conseguiu reverter a vantagem construída pelo adversário na primeira etapa da disputa. Veja os principais dados que explicam o resultado. De uma desvantagem de 2,2 milhões à liderança de 4,4 milhões: No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu 56.104.503 votos, correspondentes a 47,03% dos válidos. Lula ficou com 53.879.538 votos, ou 45,16%. A diferença de 2.224.965 votos representou a menor distância entre os dois candidatos mais votados em um primeiro turno presidencial desde a redemocratização. No segundo turno, o quadro se inverteu. Lula alcançou 64.168.778 votos, enquanto Flávio terminou com 59.788.685. A mudança alterou em aproximadamente 6,6 milhões de votos a diferença entre os dois concorrentes. Lula saiu de uma desvantagem de 2,22 milhões para uma vantagem de 4,38 milhões. Lula ganhou 10,3 milhões de votos; Flávio, 3,7 milhões: A votação de Lula cresceu 10.289.240 votos entre o primeiro e o segundo turnos, um aumento de 19,1% em relação ao resultado inicial. Flávio Bolsonaro, por sua vez, conquistou mais 3.684.182 votos, crescimento de 6,6%. Somados, os dois candidatos receberam aproximadamente 13,97 milhões de votos adicionais. Desse total, 73,6% foram incorporados à votação de Lula e 26,4% à de Flávio. A diferença no ritmo de crescimento foi um dos fatores determinantes para a inversão do resultado. De onde vieram os quase 14 milhões de votos adicionais? A comparação entre os turnos aponta três componentes que ajudam a explicar contabilmente o crescimento líquido da votação dos dois finalistas: 9,32 milhões de votos: total obtido pelos candidatos derrotados no primeiro turno. 2,83 milhões de eleitores: aumento do comparecimento às urnas entre os dois turnos. 1,83 milhão de votos: redução do total de votos brancos e nulos. O comparecimento passou de 125,28 milhões de eleitores no primeiro turno para 128,11 milhões no segundo. No mesmo período, os votos brancos e nulos diminuíram de 5,98 milhões para 4,15 milhões. A combinação desses movimentos ampliou o universo de votos válidos disponíveis na disputa final. É importante ressaltar, porém, que esses números explicam a variação agregada da votação, mas não permitem identificar, individualmente, em quem votaram os eleitores que mudaram de escolha ou compareceram apenas no segundo turno. Abstenção caiu e votos brancos e nulos diminuíram: O segundo turno registrou maior participação eleitoral. A abstenção recuou de 33,47 milhões de eleitores, ou 21,08%, para 30,46 milhões, equivalentes a 19,21%. A queda foi de 1,87 ponto percentual, enquanto o comparecimento aumentou em aproximadamente 2,83 milhões de pessoas. Também houve redução dos votos brancos e nulos, que passaram de cerca de 5,98 milhões para 4,15 milhões, uma diminuição de aproximadamente 1,83 milhão. Com mais eleitores comparecendo e uma parcela menor dos votos sendo destinada a brancos e nulos, aumentou o número de votos válidos em disputa entre Lula e Flávio.
Lula conquista virada inédita em disputa presidencial e se reelege para 4º mandato
Presidente impõe derrota a Flávio Bolsonaro (PL) e conquista a reeleição no País; petista é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo e estenderá esse período por mais quatro anos
Por: Gabriel Hirabahasi e Levy Teles
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25) para um quarto mandato, vencendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51,76% dos votos válidos (64.086.543) contra 48,24% (59.731.922). Com 99,78% das urnas apuradas, Lula marcou a primeira virada entre o primeiro e o segundo turno na história das eleições presidenciais brasileiras.
- A vitória amplia a presença do PT no cenário político pós‑redemocratização, tornando Lula o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência por mais tempo, totalizando 16 anos no cargo. Aos 80 anos, ele será o presidente mais velho a tomar posse, superando Michel Temer e Getúlio Vargas no ranking de idade ao assumir o poder.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25), para um quarto e inédito mandato como presidente da República. O presidente derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), marcando a primeira virada em uma disputa presidencial na história entre o primeiro e o segundo turno. Com 99,78% das urnas apuradas, Lula tem 51,76% dos votos válidos (64.086.543 votos) contra 48,24% de Flávio (59.731.922 votos). Lula ampliará o período de poder do Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil pós-redemocratização. Esta é a sexta eleição presidencial vencida pelo PT desde o fim da ditadura militar e volta do voto direto para presidente. A sigla perdeu uma vez para Fernando Collor (então no PRN, em 1989), duas vezes para Fernando Henrique Cardoso (PSDB, em 1994 e 1998) e uma vez para Jair Bolsonaro (então no PSL, em 2018). Lula, aos 80 anos, aumentará a marca de presidente mais velho a tomar posse. Ele completará 81 anos na terça-feira, 27. Michel Temer, aos 75 anos, e Getúlio Vargas, aos 68 anos, são o segundo e o terceiro lugar nesse ranking. Lula é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo e estenderá esse período por mais quatro anos. Serão 16 anos no posto mais alto do Poder Executivo do País. Getúlio Vargas ocupou o cargo por 18 anos e meio, mas a maior parte foi durante a ditadura do Estado Novo.
Aliados de Flávio Bolsonaro questionam eleição antes do resultado e levantam suspeitas de golpe
Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato, Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem criticaram a prorrogação da votação determinada por Cristiano Zanin, após denúncias de dificuldades no transporte de eleitores
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Antes da divulgação do segundo turno das eleições presidenciais, aliados de Flávio Bolsonaro (PL) questionaram a legitimidade da prorrogação da votação até as 19h, decidida pelo ministro do STF Cristiano Zanin. Deputados como Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato, além de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, que estão nos Estados Unidos, acusaram tentativa de golpe e ameaçaram medidas como pedido de impeachment contra Zanin, gerando intenso debate sobre a condução do pleito.
- A extensão do horário foi motivada por denúncias de problemas no transporte público em municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Porto Velho (RO), Campina Grande (PB) e Salvador (BA). A Justiça Eleitoral orientou a manutenção das seções ainda abertas até as 19h, enquanto os votos já registrados seriam computados normalmente, em meio a críticas e suspeitas de interferência eleitoral.
Foto: Reprodução
Antes mesmo da divulgação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais, neste domingo (25), aliados de Flávio Bolsonaro (PL) passaram a questionar a legitimidade do processo eleitoral após o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a prorrogação da votação até as 19h. Entre os nomes que se manifestaram estão os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), além de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, que estão nos Estados Unidos. As declarações colocaram em dúvida a decisão judicial e levantaram questionamentos sobre a condução do pleito. A manifestação mais explícita foi feita por Nikolas Ferreira. Em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado afirmou: “Ou a gente ganha. Ou a gente ganha. Tá avisado”. Ele também ameaçou apresentar um pedido de impeachment contra Zanin. Questionado sobre a possibilidade de o PL contestar o resultado caso Flávio Bolsonaro perca, respondeu: “Tem alguma dúvida?”. Lucas Pavanato, eleito deputado federal, também publicou um vídeo em que questionou a decisão judicial e associou a ampliação do horário de votação a uma possível interferência no resultado. O político afirmou que não aceitaria uma tentativa de golpe. Eduardo Bolsonaro e Ramagem questionam decisão do STF - Nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro reagiu à prorrogação durante uma transmissão realizada em Miami, ao lado de Alexandre Ramagem e do comentarista Paulo Figueiredo. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que a decisão tinha “cheiro de queimado” e colocou em dúvida a credibilidade da votação. Eduardo foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. Já Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), recebeu pena de 16 anos de prisão por participação na trama golpista que tentou impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições de 2022. Ambos permanecem nos Estados Unidos. Ramagem também questionou a decisão e afirmou que resultados eleitorais considerados equivocados devem ser contestados. Durante a transmissão, disse que pretende retornar ao Brasil caso Flávio Bolsonaro vença, a depender de uma eventual anistia ou revisão de sua condenação. Prorrogação ocorreu após denúncias de problemas no transporte - A decisão de Cristiano Zanin foi tomada após a coligação de Lula solicitar a ampliação do horário de votação em municípios afetados por problemas no transporte público. O ministro determinou inicialmente a extensão até as 19h em todas as seções do país e, posteriormente, esclareceu que a medida deveria ser aplicada apenas nos locais em que as urnas ainda não haviam sido fechadas. Mensagens obtidas pelo ICL Notícias apontaram dificuldades no cumprimento da determinação em diferentes localidades. Em Porto Velho (RO), funcionários receberam orientação para não reabrir urnas já encerradas, enquanto, em Campina Grande (PB), equipamentos já haviam sido retirados de um local de votação. Em Salvador, denúncias de ônibus retidos nas garagens levaram a Justiça Eleitoral a determinar o restabelecimento integral da frota e a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza. A campanha de Flávio Bolsonaro também solicitou a prorrogação do horário de votação em municípios de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul afetados por chuvas e dificuldades de deslocamento. A decisão do STF, portanto, ocorreu em meio a relatos de obstáculos enfrentados por eleitores para chegar às urnas. A determinação estabeleceu que as seções ainda abertas permanecessem em funcionamento até as 19h, enquanto os votos registrados em urnas já fechadas seriam computados normalmente.
Pesquisa Veritá: Flávio tem 51,56% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,44%
Pesquisa Veritá: Flávio tem 51,56% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,44%
A diferença entre os candidatos é de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos registrados na rodada anterior
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) lidera a corrida presidencial com 51,56% dos votos válidos, segundo a pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste sábado (24). O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece com 48,44%, resultando em uma diferença de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos da rodada anterior.
- A pesquisa, que entrevistou 15.554 eleitores entre 19 e 23 de outubro por telefone, tem margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%, e foi registrada no TSE sob o número BR‑03181/2026. O Instituto Veritá foi um dos poucos que se aproximou do resultado do primeiro turno em sua última sondagem antes de 4 de outubro.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 51,56% dos votos válidos na disputa pela Presidência da República, segundo pesquisa do Instituto Veritá deste sábado (24). Já o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48,44%. A diferença entre os candidatos é de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos registrados na rodada anterior. O Instituto Veritá entrevistou 15.554 eleitores, entre 19 e 23 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O instituto foi um dos que mais se aproximou do resultado do primeiro turno na sua última pesquisa antes de 4 de outubro. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03181/2026.
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Último levantamento Quaest antes da abertura das urnas aponta um empate técnico entre os candidatos à Presidência
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa da Quaest divulgada em 24/10, um dia antes do segundo turno, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% das intenções de voto válidos, frente a 49% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos ficam tecnicamente empatados; nos votos totais, Flávio tem 46% e Lula 45%.
- A pesquisa, que ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais, registrou variações de +1 ponto percentual para ambos os candidatos, 8% de brancos e nulos e 1% indecisos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-09158/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24/10), um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de voto válidos contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Nos votos totais, Flávio Bolsonaro tem 46%, contra 45% de Lula. Confira os resultados e as variações: Flávio Bolsonaro: 46% (+1 p.p); Lula: 45% (+1 p.p); Brancos e nulos: 8% (-1 p.p); Indecisos: 1% (-1 p.p). No último levantamento do instituto, divulgado na quarta-feira (21/10), o candidato do PL pontuava 45%, enquanto o petista marcou 44%. A pesquisa ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais entre sexta-feira (23/10) e este sábado. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09158/2026.
Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49% na última pesquisa
Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49% na última pesquisa
O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Datafolha divulgou nesta sábado (24/10) uma pesquisa que indica Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%, configurando um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Nos votos totais, Flávio tem 48% contra 47% de Lula, com 3% de brancos e nulos e 2% de indecisos.
- A pesquisa, realizada entre 23 e 24 de outubro, ouviu 4.050 eleitores em todo o Brasil, com margem de erro de ±2 pontos e nível de confiança de 95%, e está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.
Foto: Reprodução
A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24/10), véspera do segundo turno da eleição, aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcou 49% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro (PL): 51% (+ 0,46 p.p); Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 49% (- 0,54 p.p). O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Voto válido é o critério adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na divulgação dos resultados do pleito. O modalidade exclui os votos em branco e nulos e, na pesquisa, os indecisos. Nos votos totais, Flávio tem 48% dos votos contra 47% de Lula. Brancos e nulos são 3% e indecisos marcam 2% Na última pesquisa, divulgada na quinta-feira (22/10), Flávio somou 50,54% dos votos válidos, e Lula 49,46%. Metodologia: A pesquisa foi realizada na sexta-feira (23/10) e neste sábado (24/10) e ouviu 4.050 brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48%
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48%
Levantamento divulgado na véspera do segundo turno também mostra Flávio à frente nas intenções de voto totais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, indica que Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 52% dos votos válidos contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), configurando um empate técnico. Na versão estimulada da pesquisa, Flávio tem 49% das intenções de voto e Lula 46%, com variações dentro da margem de erro em relação ao levantamento anterior de 21 de outubro.
- Regionalmente, Flávio domina no Centro‑Oeste (71%) e no Sul (65%), enquanto Lula lidera no Nordeste (60%). Nas regiões Norte e Sudeste os candidatos ficam tecnicamente empatados. As projeções para o segundo turno apontam Flávio entre 51% e 53% e Lula entre 47% e 49%. A pesquisa entrevistou 2.400 eleitores por telefone entre 22 e 24 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95,55%.
Foto: Renato Pizzutto | Band
Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais configura empate técnico, segundo o instituto. Na pesquisa estimulada, considerando todos os entrevistados, Flávio aparece com 49% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46%. Outros 3% não souberam ou não responderam e 1% afirmou que não votará em nenhum dos candidatos. Em relação ao levantamento anterior da Gerp, divulgado em 21 de outubro, Flávio oscilou de 53% para 52% dos votos válidos, enquanto Lula passou de 47% para 48%. As variações ocorreram dentro da margem de erro. Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio tem 47% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Outros 8% não souberam responder e 1% citou outros nomes. O resultado também representa empate técnico. Rejeição dos candidatos: Lula é rejeitado por 48% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45% de rejeição. A diferença de três pontos percentuais configura empate técnico. Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois, 2% disseram que votariam em qualquer um e 3% não souberam responder. Resultados por região: No recorte regional dos votos válidos, Flávio Bolsonaro lidera no Centro-Oeste, com 71%, contra 29% de Lula, e no Sul, com 65%, ante 35% do petista. Lula aparece à frente no Nordeste, com 60% dos votos válidos, contra 40% de Flávio. Nas regiões Norte e Sudeste, os candidatos estão tecnicamente empatados. No Norte, Flávio tem 56% e Lula, 44%. No Sudeste, o candidato do PL registra 51%, contra 49% do petista. As comparações consideram as margens estatísticas específicas das amostras regionais. Projeções para o segundo turno: A Gerp também apresentou três projeções para o resultado da eleição deste domingo (25). Os modelos apontam Flávio Bolsonaro com percentuais entre 51% e 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparece entre 47% e 49%. Na projeção corrigida pelos resultados das urnas do primeiro turno, Flávio tem 51% e Lula, 49%. No modelo baseado na evolução do voto declarado, o candidato do PL aparece com 53%, contra 47% do petista. Já a projeção que considera a tendência dos últimos dias indica 51% para Flávio e 49% para Lula. As projeções utilizam dados de um acompanhamento diário realizado pela Gerp, com 9.600 entrevistas entre 9 e 24 de outubro. Os números são estimativas estatísticas para o resultado da votação e não correspondem diretamente à intenção de voto medida na pesquisa divulgada neste sábado. Metodologia: A pesquisa Gerp ouviu 2.400 eleitores entre os dias 22 e 24 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em todas as unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. O levantamento foi realizado com recursos próprios da Gerp Mercadologia e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09327/2026.
Pesquisa Veritá: Flávio Bolsonaro tem 51,3% e Lula, 48,7% dos votos válidos no 2º turno
Segundo levantamento, 51,1% dos eleitores acreditam que Flávio assume a Presidência, independentemente de em quem vão votar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa eleitoral divulgada pelo Instituto Veritá nesta sexta‑feira (23) indica que, no cenário estimulado para o 2º turno da Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51,3% das intenções de voto contra 48,7% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No mesmo levantamento, 51,1% dos entrevistados acreditam que Bolsonaro vencerá, enquanto 44% pensam que Lula assumirá seu quarto mandato.
- A pesquisa, realizada entre 18 e 22 de outubro com 15.554 eleitores, tem margem de erro de 1 ponto percentual e nível de confiança de 95%, estando registrada no TSE sob o número BR-06070/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Veritá sobre as intenções de voto para a Presidência da República mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 51,3% no 2º turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48,7%. Os números são referentes ao cenário estimulado, quando uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados. Confira os resultados: Flávio Bolsoanaro (PL): 50,2%; Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 47,5%; Nulo / Branco: 1,4%; Não sabe / Não respondeu (NS/NR): 0,9%. Quem vence? A pesquisa Veritá perguntou aos eleitores quem eles achavam que ganharia as eleições, independentemente de quem eles votariam. Nesse cenário, 51,1% dos respondentes afirmam que Flávio ganhará a eleição, enquanto 44% dizem que Lula assumirá seu quarto mandato. Metodologia: A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22 de outubro, com as entrevistas de 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06070/2026.
Pesquisa Real Time: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos
Pesquisa Real Time: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos
Levantamento mostra empate técnico entre os dois candidatos no limite da margem de erro e indica recuo nas intenções de voto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Real Time Big Data divulgada em 23/10 indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa para o segundo turno com 52 % das intenções de voto válidas, frente a 48 % de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No modelo espontâneo, a diferença de quatro pontos percentuais coloca a corrida em empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos, enquanto nos votos totais Flávio aparece com 49 % contra 45 % de Lula.
- A sondagem, que entrevistou 2 000 eleitores entre 19 e 22 de outubro, registra rejeição de 36 % para Lula e 33 % para Flávio, com 28 % dos respondentes descartando ambos os candidatos. A pesquisa está registrada no TSE (número BR‑09670/2026) e destaca que 95 % dos entrevistados já definiram seu voto para o segundo turno.
Foto: Reprodução
Nova pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (23/10) mostra vantagem numérica do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa presidencial de segundo turno. De acordo com o levantamento, Flávio tem 52% das intenções de voto, ante 48% do petista. O cálculo considera votos válidos (quando são retirados os nulos/brancos e indecisos). No modelo espontâneo, quando os entrevistados são apresentados aos nomes dos candidatos, há uma diferença de quatro pontos percentuais (p.p.) entre Lula e Flávio Bolsonaro, o que configura empate técnico entre eles, considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O empate é no limite da margem. Já em relação aos votos totais, Flávio aparece com 49% e Lula conta com 45%. Veja os resultados: Flávio Bolsonaro (PL): 49%; Lula (PT): 45%; Nulo/Branco: 5%; Não sabe/Não quis responder: 1%. A sondagem mostra um leve aumento nas intenções de voto a favor de Flávio Bolsonaro. De acordo com pesquisa divulgada pelo mesmo instituo na última terça-feira (20/10), Flávio tinha 48% das intenções de voto e Lula 45% na pesquisa estimulada. Em relação aos votos válidos, não houve mudança dos resultados em relação ao mesmo levantamento divulgado na última terça. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09670/2026. Rejeição: A pesquisa também testou o índice de rejeição entre os dois candidatos. Para 36% dos entrevistados o voto em Lula não é opção, enquanto 33% afirmaram que não votariam em Flávio Bolsonaro. Outros 28% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos. Outros 3% não rejeitam ninguém. O levantamento também mostra que 95% dos entrevistados já têm voto para o 2º turno definido. Veja o que dizem os eleitores de cada um dos candidatos: Eleitor de Flávio Bolsonaro: Não mudaria de jeito nenhum: 94%; Dificilmente mudaria: 4%; Posso mudar para Lula: 2%; Eleitor de Lula: Não mudaria de jeito nenhum: 93%; Dificilmente mudaria: 5%; Posso mudar para Flávio: 2%.
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 47% e Lula 46% a três dias das eleições
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 47% e Lula 46% a três dias das eleições
No levantamento anterior, senador tinha 47% contra 45% do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa Datafolha divulgada em 22 de outubro mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados, com 47% e 46% das intenções de voto totais, respectivamente. Excluindo brancos, nulos e indecisos, ambos alcançam 50% dos votos válidos, enquanto a rejeição também chega a 48% para cada candidato.
- A aprovação do presidente Lula registra 49% contra 48% de desaprovação, e a avaliação da gestão indica que 39% dos eleitores a consideram ruim ou péssima, 36% a julgam ótima ou boa e 24% a classificam como regular. Na pesquisa anterior, Flávio liderava levemente com 47% dos votos totais e 51% dos válidos.
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 22, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de votos totais e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46%. Os dois estão empatados tecnicamente. Brancos e nulos são 5% e os eleitores indecisos são 2%. Considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos e nulos e os indecisos, Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula tem 50%. No levantamento anterior, Flávio tinha 47% dos votos totais e Lula estava com 45%. Brancos e nulos são 6% e os indecisos são 2%. Com relação aos votos válidos, o senador tinha 51% e o presidente, 49%. A nova pesquisa também indica que os dois candidatos estão empatados na rejeição dos eleitores: 48% para cada um deles. De acordo com o instituto, a aprovação do desempenho do presidente hoje é de 49%, enquanto 48% desaprovam. Quanto à avaliação de governo, são 39% os eleitores que consideram a gestão ruim ou péssima, contra 36% que a veem como ótima ou boa. São 24% os que consideram o governo regular. A pesquisa Datafolha ouviu 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro, de forma presencial. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-09709/2026.
Pesquisa Indexa/Broadcast: Flávio tem 45,2% ante 44,1% de Lula
Pesquisa Indexa/Broadcast: Flávio tem 45,2% ante 44,1% de Lula
Porcentual de entrevistados que declaram que não devem votar caiu de 8% para 4,8%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Indexa/Broadcast divulgada em 22 de outubro de 2026 indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) lidera a simulação de segundo turno com 45,2% das intenções de voto, ligeiramente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 44,1%. Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, o resultado configura um empate técnico, com Flávio Bolsonaro alcançando 50,6% dos votos válidos contra 49,4% de Lula.
- Em comparação com a rodada anterior, Flávio Bolsonaro subiu 1,6 ponto percentual e Lula 2 pontos, enquanto o percentual de eleitores que não pretendem votar caiu de 8% para 4,8%. A pesquisa, baseada em 2.000 entrevistas telefônicas realizadas entre 20 e 21 de outubro, está registrada no TSE sob o número BR-02348/2026 e traz ainda dados sobre a definição de voto, com 89,8% dos entrevistados afirmando que já decidiram seu voto.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45,2% das intenções de voto, ante 44,1% do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em uma simulação estimulada de segundo turno da pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quinta-feira (22). Considerando a margem de erro de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, configura empate técnico. Dos entrevistados, 4,8% afirmam que não iriam votar, 4,3% dizem que votarão nulo ou branco e outros 1,6% não sabem. Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 50,6% do total contra 49,4% de Lula. Na comparação com a rodada anterior da pesquisa Indexa/Broadcast de 15 de outubro, o senador oscilou 1,6 ponto porcentual para cima nos votos totais, pois havia registrado 43,6%, enquanto o presidente Lula oscilou 2 pontos porcentuais para cima em uma simulação de segundo turno, pois havia registrado 42,1% na rodada anterior. O porcentual de entrevistados que declaram que não devem votar caiu de 8% para 4,8%. Na edição divulgada nesta quinta, a Indexa traz os números com abertura da casa decimal em virtude de a disputa estar acirrada. Na pesquisa espontânea, Flávio Bolsonaro tem 41,9% das intenções de votos ante 41,1% de Lula. Outros 4,5% afirmam que não devem votar, 4,8% declararam voto nulo ou branco e 7,8% não sabem. Este é o quinto levantamento fruto da parceria firmada entre o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) e a Indexa Pesquisas para a divulgação de sondagens eleitorais qualitativas e quantitativas exclusivas sobre a corrida à Presidência da República. Voto definido - Questionados se o voto está definido, 89,8% afirmam que já está definido contra 86,5% da rodada anterior, enquanto 7,3% dizem que podem mudar ante 11,5% há uma semana. Outros 2,9% não sabem ou não opinaram. Entre os candidatos, o porcentual de eleitores que dizem que o voto está definido é de 95% para Flávio Bolsonaro com 4% que podem mudar contra 93% de Lula com 6% que podem mudar. Metodologia - A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 20 e 21 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02348/2026.
Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Percentual do senador oscilou 1 ponto para baixo em 3 dias e o do petista avançou na mesma proporção; é um empate técnico na margem de erro, de 1,6 ponto percentual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa PoderData/Aya divulgada em 22 de outubro de 2026 indica que, a três dias do segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%. A variação de um ponto percentual para baixo para Flávio e de um ponto para cima para Lula está dentro da margem de erro de 1,6 ponto, sugerindo um possível empate técnico entre os candidatos.
Foto: Divulgação | Poder 360
A 3 dias do 2º turno da eleição, pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta 5ª feira (22.out.2026), mostra que as intenções de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilaram 1 ponto percentual para baixo em 3 dias, enquanto as do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram na mesma proporção. Agora, o candidato do PL tem 51% dos votos válidos, ante 49% do petista. Essas variações foram dentro da margem de erro do levantamento, o que significa que os candidatos podem estar no mesmo lugar, em empate técnico. A pesquisa foi realizada de 19 a 21 de outubro, com 4.000 entrevistas e margem de erro de 1,6 ponto percentual. O estudo capta os impactos dos desdobramentos políticos da última semana, que incluem a entrevista de Roberta Luchsinger à CNN, na noite de sábado (17.out), com críticas a Lula, e o debate entre os 2 candidatos, realizado pela Band no domingo (18.out). Capta também uma onda de propagandas negativas de Lula contra Flávio nas redes socias, bem como o disparo do governo federal de milhões de mensagens via WhatsApp para beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais. Depois do 1º turno de 4 de outubro, Flávio saiu à frente com 6 pontos percentuais de vantagem na 1ª pesquisa PoderData/Aya para esta fase da campanha. Na sequência, Lula avançou e a distância entre eles caiu para zero, com cada um marcando 50% dos votos válidos. Agora, Flávio mantém a dianteira registrada na rodada anterior, realizada de 16 a 18 de outubro, com 2 pontos percentuais de vantagem sobre Lula. Desde o final do 1º turno, o petista nunca esteve à frente de Flávio nas pesquisas PoderData/Aya. No 1º turno das eleições, Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%. A vantagem do senador.
Flávio diz ao TSE aceitar abrir sigilo de 20 anos, mas cria lista de condições de divulgação de Lula
Senador responde a desafio feito pelo presidente petista
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral uma petição pedindo a quebra de seus próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos 20 anos, mas condicionou a medida à divulgação de informações financeiras e registros de pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, incluindo dados sobre gastos e agendas do governo federal. O senador também solicitou a abertura de sigilos de empresas das quais é sócio, de familiares citados por Lula e de figuras ligadas a supostas fraudes contra aposentados do INSS.
- Além disso, a petição exige a publicação de reuniões entre Lula e o banqueiro Daniel Vorcaro, voos de aeronaves associadas ao mesmo, detalhes do cartão corporativo da Presidência desde janeiro de 2023, agenda da primeira‑dama Rosângela Lula da Silva e despesas de helicópteros e do Palácio da Alvorada. Flávio alerta que, caso Lula recuse as condições, a recusa deve ser registrada no processo, reforçando seu pedido de transparência total sobre pessoas e empresas próximas ao presidente.
Foto: Werther Santana | Estadao
O candidato à Presidência da Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em petição apresentada nesta quarta-feira (21), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que autoriza a quebra de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico referentes aos últimos 20 anos. O senador condicionou, porém, a medida à divulgação de informações financeiras e registros de pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de dados sobre gastos e agendas do governo federal. Na manifestação, Flávio respondeu à iniciativa de Lula de autorizar a abertura dos próprios sigilos e dos de familiares, além dos registros da empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações. O presidente havia condicionado a medida à adoção de procedimento semelhante pelo adversário. Flávio afirmou que também não se opõe à divulgação de mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. O senador estendeu a autorização às empresas das quais é sócio ou administrador e aos familiares citados por Lula. Alegou, no entanto, que a abertura de seus dados deve ocorrer simultaneamente à divulgação de informações que, segundo ele, permitiriam esclarecer suspeitas envolvendo pessoas próximas ao presidente. A petição listou uma série de exigências, entre elas a divulgação de registros de reuniões de Lula com Vorcaro, em dezembro de 2024, e de entradas do banqueiro e de intermediários nos Palácios do Planalto e da Alvorada. O senador também pediu informações sobre reuniões do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega com integrantes do governo e registros de voos de uma aeronave atribuída a Vorcaro. O documento ainda solicitou a abertura de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de pessoas relacionadas a investigações sobre as fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. Entre os nomes citados estão Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”; “Marcola”, ex-chefe de gabinete de Lula; e a empresária e lobista Roberta Luchsinger. Flávio também pediu informações sobre empresas ligadas aos filhos do presidente e ao Instituto Lula. Outro eixo da petição trata da transparência dos gastos públicos. O senador solicitou a divulgação integral das despesas do cartão corporativo da Presidência desde janeiro de 2023, além da agenda da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, anterior a fevereiro de 2025, dos registros de visitas dos filhos do presidente e de informações sobre o uso de helicópteros e despesas do Palácio da Alvorada. Flávio argumentou que a proposta de Lula seria insuficiente para esclarecer suspeitas relacionadas a terceiros e que a transparência deveria abranger informações sobre pessoas e empresas próximas ao presidente, além de despesas custeadas com recursos públicos. Caso o presidente não aceite as condições, Flávio solicita que a recusa seja registrada no processo.
Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) mostra queda na rejeição dos dois candidatos; senador aparece numericamente à frente nas intenções de voto válidas, com 45% contra 44% do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 52% de rejeição entre os eleitores, superando em cinco pontos percentuais os 47% de rejeição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conforme pesquisa Quaest divulgada em 21 de outubro. A pesquisa, encomendada pelo Grupo Globo e com nível de confiança de 95%, mostra ainda que a disputa de intenções de voto está apertada: Flávio aparece com 45% e Lula com 44%, enquanto brancos, nulos e indecisos somam 11%.
- Os números refletem o cenário pós‑aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 no Congresso, as sabatinas na TV Globo e o debate na TV Band. A pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre 17 e 20 de outubro e está registrada no TSE sob o número BR-08535/2026, indicando uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos à do senador desde a rodada anterior.
Foto: Edilson Rodrigues | Ricardo Stuckert
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% de rejeição entre os eleitores brasileiros, cinco pontos percentuais acima dos 47% registrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). Os dois disputam o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo domingo (25). Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, Lula tinha 53% de rejeição, enquanto Flávio aparecia com 54%. Os novos números indicam uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos na do senador. O levantamento também mostra uma disputa apertada nas intenções de voto válidas. Flávio Bolsonaro aparece com 45%, contra 44% de Lula. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 9%, enquanto 2% estão indecisos. Segundo a pesquisa, o levantamento ocorre após a aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 pelo Congresso, as sabatinas dos candidatos na TV Globo e o debate realizado pela TV Band. Metodologia: Encomendada pelo Grupo Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos contra 47% de Lula
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos contra 47% de Lula
Pesquisa mostrou que o senador e o chefe do Executivo oscilaram, cada um, em um ponto percentual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Gerp divulgada em 21 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro lidera as intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, com 53% dos eleitores que já definiram sua escolha, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra 47%. O levantamento, que exclui brancos, nulos e indecisos, mostra ainda que Flávio avançou 1 ponto percentual desde a última sondagem, ao passo que Lula recuou o mesmo percentual.
- Em cenário de votos totais, Flávio soma 50% e Lula 45%, com 2% dos entrevistados indecisos e outros 2% que não pretendem votar em nenhum dos candidatos. A pesquisa, realizada entre 19 e 21 de outubro com 2.400 entrevistas telefônicas, tem margem de erro de dois pontos percentuais e taxa de confiança de 95,55%, estando registrada no TSE sob o número BR-03835/2026.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (21) mostrou que o senador Flávio Bolsonaro registra 53% das intenções de votos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47%. A projeção exclui os brancos, nulos e indecisos, portanto, mostra um cenário de votos válidos. Flávio e Lula disputam o segundo turno do pleito presidencial, marcado para domingo (25). Comparado com a rodada anterior, divulgada em 16 de outubro, o senador oscilou um ponto percentual para mais. O chefe do Executivo variou em um ponto percentual para menos. Em cenário de votos totais, Flávio soma 50%, enquanto Lula pontua 45%. São 2% os que disseram não saber em quem votar. Outros 2% responderam que não votam em nenhum dos dois candidatos. O levantamento também mostrou que 97% afirmaram que a escolha está “totalmente definida”. Outros 3% disseram que ainda podem mudar de opção. De 19 a 21 de outubro, a Gerp entrevistou 2.400 pessoas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com taxa de confiança de 95,55%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-03835/2026.
Campanha de Lula acusa Meta de beneficiar Flávio com manipulação e pede cassação da chapa do PL
Ação ao TSE reúne denúncias de irregularidades que teriam sido cometidas pela plataforma digital a favor do senador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com pedido ao Tribunal Superior Eleitoral para investigar suposta manipulação algorítmica da Meta que, segundo a denúncia, teria favorecido a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). A ação aponta bloqueio de impulsionamento do perfil @lulaoficial, alcance médio de Reels quase três vezes maior para Flávio, uso de IA da Meta para gerar peças “Vote 22” e cita 255 perfis sintéticos e 1.613 anúncios políticos pagos em moeda estrangeira.
- Além de Flávio, a investigação inclui o deputado Alfredo Gaspar, o influenciador Pablo Marçal e o empresário Tallis Gomes, que atuam como conselheiros da chapa. A denúncia também acusa a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) de impulsionar anúncios entre 7 e 9 de julho e destaca que a Meta violou ordens judiciais, apesar de negar intenção de favorecer o candidato. Um documento de especialistas da ONU, divulgado pelo QG presidencial, reforça a necessidade de tratamento equânime das plataformas nas eleições brasileiras.
Foto: Vitor Sales | Ricardo Stuckert
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a investigação de uma fórmula usada pela empresa Meta que, de acordo com a denúncia, tem como objetivo manipular algoritmos e favorecer a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto. A ação reúne denúncias de irregularidades, entre as quais o bloqueio do impulsionamento do perfil @lulaoficial, às vésperas do primeiro turno, e o alcance médio do Reel quase três vezes maior para Flávio. Munida de fatos que indicam manipulação algorítmica por parte das plataformas da Meta (Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI), a coligação de Lula solicita ao TSE a cassação da chapa liderada pelo senador. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral também atinge o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), vice de Flávio na chapa, o influenciador Pablo Marçal e o empresário Tallis Gomes. Marçal e Tallis atuam na campanha do candidato do PL como conselheiros. Ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, em 2024, Marçal age sobretudo nas redes sociais. Tallis, por sua vez, faz articulações com empresários conservadores, contrários à reeleição de Lula. O argumento central da ação produzida por advogados da campanha petista é que Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI deram tratamento desigual a Lula e a Flávio e, com isso, beneficiaram a chapa do adversário. O pedido do comitê de Lula mostra, por exemplo, que o alcance médio por Reel foi quase três vezes maior para Flávio, mesmo com menos seguidores. Além disso, a Meta AI gerou peças com “Vote 22” e recusou pedidos equivalentes com o número 13. O ação também aponta falhas contra uma rede de 255 perfis de conteúdo sintético e 1.613 anúncios políticos pagos em moeda estrangeira. Cita, ainda, impulsionamento de anúncios pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) entre os últimos dias 7 e 9 e acusa a Meta de descumprir ordens judiciais. O pagamento de anúncios por pessoa jurídica é vedado pela Lei Eleitoral. Cobrada pela campanha de Lula em outras ocasiões, a Meta já admitiu problemas de moderação nas redes sociais e falhas técnicas. A empresa negou, porém, que tenha intenção de beneficiar Flávio na disputa presidencial. Nesta quarta-feira 21, o QG do presidente também divulgou um documento, produzido por especialistas independentes da ONU, cobrando da Meta tratamento equânime aos candidatos nas eleições brasileiras e a correção de problemas verificados. “Perder alcance pode significar perder voz no debate público e a capacidade de mobilizar comunidades”, diz um trecho do documento. “Algoritmos, sistemas de IA e decisões de moderação de conteúdo não devem se tornar árbitros invisíveis da discussão política”. Na semana passada, a campanha de Flávio Bolsonaro também pediu a cassação da chapa de Lula sob acusação de que estruturas sindicais estariam destinando recursos para o campanha do petista.
Fotos mostram viagem de Lulinha com lobista em jatinho de 20 milhões de dólares, diz revista
Registros mostram filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem com lobista Roberta Luchsinger; Presidência foi procurada, mas não respondeu
Por: João Caires
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Narração automática (IA)Resumo
- A reportagem da revista Veja traz fotos que mostram a lobista Roberta Luchsinger viajando com o filho do presidente, Fabio Luis da Silva (Lulinha), a bordo de um jatinho Embraer Praetor 600, avaliado em mais de 20 milhões de dólares, durante uma visita à Finlândia e em eventos de alto padrão, como uma festa de réveillon em mansão alugada pela própria lobista.
- As imagens também revelam Lulinha ao lado de empresários como Marcelo Checon e de autoridades como Swedenberger Barbosa, enquanto a Polícia Federal investiga suspeitas de tráfico de influência e a ampliação de contratos federais ligados a essas relações, gerando intenso debate sobre possíveis irregularidades na gestão federal.
Foto: Reprodução | Revista Veja
Fotos obtidas pela revista Veja mostram que a lobista Roberta Luchsinger viajou na companhia do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Fabio Luis da Silva, conhecido como Lulinha. Uma das fotos mostra Lulinha, a lobista e amigos em um jatinho Embraer Praetor 600, cujo modelo novo é avaliado em mais de 20 milhões de dólares. Segundo a reportagem, a imagem foi captada durante uma viagem à Finlândia. Em outro registro, Lulinha, a lobista e um amigo posam em frente à aeronave. Procurada por Veja, a defesa de Lulinha negou irregularidades e afirmou que os registros se devem à amizade entre o filho do presidente e a empresária. O Estadão procurou a Presidência da República, que não respondeu até a publicação desta reportagem.
Foto: Reprodução | Revista Veja
O espaço segue aberto. Em outra imagem a que Veja teve acesso, Lulinha e Roberta posam ao lado do empresário Marcelo Checon. Segundo a reportagem, após janeiro de 2023, ao mesmo tempo que Checon estreitava seus laços de amizade com Lulinha e Roberta, uma de suas firmas expandiu o valor dos contratos que detinha com a gestão federal. Em outra imagem, Lulinha aparece em uma festa de réveillon em uma mansão alugada pela lobista. O filho do presidente posa ao lado de Swedenberger Barbosa, atual chefe-adjunto do gabinete pessoal de Lula, e de Marco Aurélio Santana, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente. Neste sábado, 17, em entrevista à CNN, Roberta Luchsinger afirmou que Lulinha reuniu-se com diversos ministros da gestão federal. A lobista e o filho do presidente são investigados pela Polícia Federal por tráfico de influência.
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Número de indecisos dobra na espontânea, que registra empate numérico; a situação é de empate técnico, com 1 ponto de diferença entre os dois candidatos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta‑feira (21) indica que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão praticamente empatados para o segundo turno, com 45% e 44% das intenções de voto, respectivamente. A margem de erro de dois pontos mantém o cenário como empate técnico, enquanto 9% dos eleitores pretendem votar em branco ou nulo e 2% ainda estão indecisos.
- Na sondagem espontânea, que não apresenta previamente os nomes dos candidatos, ambos alcançaram 40% de apoio, mas o número de indecisos dobrou para 14% em apenas uma semana. O levantamento, contratado pela TV Globo, reflete o impacto de recentes marcos da campanha, como o fim da escala 6x1, entrevistas na Globo e debate na Band, além de intensas mobilizações nas ruas e nas redes sociais.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno, mostra distância de apenas um ponto entre Flávio Bolsonaro (PL), que tem 45% das intenções de voto, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 44%. Em comparação com a sondagem da última semana, Flávio oscilou um ponto para baixo, e Lula permaneceu com o mesmo percentual. Pessoas que dizem que vão botar em branco ou nulo se mantêm em 9%, e os indecisos são 2%. Na modalidade espontânea, aquela em que o entrevistado não é apresentado previamente aos nomes dos candidatos, os dois aparecem em empate numérico, com 40% cada. Esse formato é importante para medir quão convicto está o eleitor. O dado mais relevante da espontânea na nova rodada é o número de indecisos, que dobrou em uma semana e chegou a 14%. A nova pesquisa é a primeira do instituto depois de momentos importantes da campanha. Na semana passada, foi promulgado o fim da escala 6x1, bandeira eleitoral de Lula. Depois, os candidatos participaram das entrevistas da Globo e do debate da Band. Também cresceram, desde então, as mobilizações nas ruas e nas redes em prol dos candidatos. O levantamento foi contratado pelo GLOBO e a TV Globo. Pela margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos, os candidatos seguem em empate técnico.
Pesquisa Palver mostra Flávio com 50% e Lula com 48%
Pesquisa Palver mostra Flávio com 50% e Lula com 48%
O levantamento foi feito entre 18 e 20 de outubro e ouviu 5.000 pessoas pela internet
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa da Palver, realizada entre 18 e 20 de outubro com 5.000 entrevistados pela internet, indica um empate técnico na corrida presidencial: Flávio Bolsonaro (PL) registra 50% dos votos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega a 48%, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais. O senador manteve o patamar da pesquisa anterior, já o presidente recuou um ponto.
- Nos recortes de eleitores de outros candidatos, também há empates: entre os que votaram em Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos os principais candidatos obtêm 42% a 44% de apoio. Lula lidera entre os apoiadores de Augusto Cury (52% contra 43% de Flávio). A maioria (79%) afirma que nada mudaria sua decisão de voto, enquanto escândalos, desistência ou questões econômicas são citados por menores percentuais.
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Pesquisa da Palver mostra empate técnico na disputa presidencial, com Flávio Bolsonaro (PL) marcando 50% dos votos totais e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48%. Na comparação com a pesquisa anterior, do último dia 13, o senador do PL manteve o patamar, enquanto o presidente oscilou um ponto para baixo. O levantamento foi feito entre 18 e 20 de outubro e ouviu 5.000 pessoas pela internet. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais. No recorte sobre os eleitores de outros candidatos no primeiro turno, há empate técnico entre os que votaram em Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD). Entre os eleitores de Renan, Flávio obtém 42%, enquanto Lula fica com 39%, dentro da margem de erro. Já no grupo que optou por Caiado, ambos ficam com 44%. Lula lidera no grupo que votou em Augusto Cury (Avante), obtendo 52% contra 43% para Flávio. Isso ocorre apesar de o best-seller ter declarado apoio ao senador do PL. A Palver também questionou os eleitores sobre o grau de certeza do voto. Entre os entrevistados, 79% afirmaram que nada os faria mudar de ideia. O restante cita diversos motivos que os levariam a alterar o voto: escândalo grave (7%), desistência ou impedimento (4%) ou mudança na economia (3%).
Pesquisa Meio/Ideia: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno e Lula, 48,9%
A quatro dias do segundo turno, candidatos aparecem tecnicamente empatados, segundo levantamento Meio/Ideia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa divulgada pelo Meio/Ideia nesta quarta‑feira (21/10) indica um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno das eleições presidenciais. Com 51,1% dos votos válidos, o candidato do PL lidera por apenas 2,5 pontos percentuais de margem de erro, enquanto Lula registra 48,9%, configurando um cenário de disputa acirrada.
- O levantamento, que entrevistou 1.500 eleitores entre 15 e 19 de outubro, mostra que 83,7% dos respondentes já decidiram seu voto, e 16,3% ainda podem mudar até o domingo (25/10), data prevista para o segundo turno. Os resultados, registrados no TSE sob o número BR‑08251/2026, reforçam a importância da decisão dos eleitores indecisos nas próximas semanas.
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Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21/10) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão empatados tecnicamente na disputa de segundo turno para as eleições presidenciais. Segundo o levantamento, o candidato do PL soma 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do petista. O resultado representa um empate técnico dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais. Entre os votos totais, considerando brancos e nulos, Flávio pontua 48%, enquanto Lula, tem 46% das intenções de voto. Os que dizem votar em branco ou nulo são 3,4%, e outros 2,6% não sabem em quem vão votar. A pesquisa anterior, feita antes do primeiro turno, indicava Lula com 48,5% ante 48% de Flávio na segunda fase da corrida eleitoral. Ainda de acordo com o levantamento, 83,7% dos entrevistados afirmam estar decididos sobre em quem votar, enquanto 16,3% consideram mudar de candidato até domingo (25/10), data do segundo turno. A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é 2,5 pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-08251/2026.
























