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  • Rayssa Leal, a fada skatista de 13 anos que uniu o país

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    29/07/2021 - 11:00


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    - Em um ano marcado pela tragédia da Covid-19 no Brasil, em que mais de 550 mil brasileiros já foram mortos pela doença, desemprego recorde, a fome que voltou a assolar milhões de lares brasileiros, a fila do osso em Cuiabá, e um presidente imbecil, despreparado e burro, em que um dia do seu desastroso mandato parece durar um ano, a skatista maranhense Rayssa Leal, a “Fadinha”, conseguiu um feito que vai além de sua medalha de prata: Rayssa não só fez bonito com seu skate na pista de Tóquio, mas conseguiu unificar o país em torno de sua peripécia esportiva. Ao ver o sorriso metálico da menina de 13 anos, que se tornou a atleta mais jovem da história do Brasil a ganhar uma medalha olímpica, todos os brasileiros devem ter se questionado: Como o país que tem Rayssa Leal pode estar dando tão errado? O fato é que a Fadinha foi uma dose de esperança para um país machucado, um país em que a ignorância, a falta de empatia, o preconceito, a burrice, a descrença na ciência, a caretice, passaram não só a serem praticados diariamente, por uma gentalha que ninguém sabe de onde saiu, mas a serem exibidos com orgulho. E a pequena maranhense mostrou que o Brasil não é o dessa gente. Após voar do Japão para terras brasileiras, a Fadinha logo tratou de avisar que não queria qualquer tipo de comemoração, que ainda não era o momento dado o cenário pandêmico, e ainda pediu às pessoas que fossem se vacinar. Um verdadeiro tapa na cara dos negacionistas. Por tudo isso, obrigado Rayssa! Obrigado por representar de forma honrosa as cores nacionais em um esporte que recebe apoio mínimo, que ainda é marginalizado, mas obrigado, acima de tudo, por fazer toda uma nação se sentir humana novamente.

    Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.

  • É melhor investir com banco tradicional ou corretora?

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    21/07/2021 - 09:30


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    - Até alguns anos atrás, os bancos eram tidos por muitas pessoas como a única possibilidade para investir. Entretanto, assim como ocorreu em uma série de setores da sociedade, a tecnologia permitiu que corretoras de valores e fintechs sofisticassem seus serviços a ponto de hoje se apresentarem quase como sinônimos de aplicações financeiras. Ainda assim, muitos questionam se é melhor investir com banco tradicional ou corretora. A resposta está na análise do que cada um pode oferecer. Vantagens de investir com bancos - Por se tratar de instituições tradicionais na vida do brasileiro, os bancos certamente oferecem sensação de tranquilidade em relação ao uso do dinheiro do cliente. Isso tem a ver com questões como o hábito de ir até a agência e conhecer a marca da instituição, principalmente quando se trata de um banco grande. Além disso, em termos de comodidade, os serviços bancários podem ser atrativos, já que é comum que os gerentes ofereçam soluções para simplificar a vida do investidor, que em muitos casos, sequer exigem acompanhamento mais detalhado dos ativos, seja na sua escolha, seja no seu rendimento. Vantagens de investir com corretoras. Justamente por conta da facilidade que o cliente tem de investir por meio dos bancos é que as corretoras precisam sofisticar seus serviços, na oferta de soluções diferenciadas. É por isso que geralmente elas oferecem maior diversidade de produtos financeiros, com ativos originados em diferentes instituições. Isso quer dizer que se o cliente estiver em busca de diferenciais em termos de rentabilidade, segurança e liquidez, a tendência é que ele encontre nas corretoras e não nos bancos. Além disso, as corretoras têm se destacado por conta do uso da tecnologia na oferta de aplicativos e plataformas mais robustas, além das taxas cobradas. Nos últimos anos, elas revolucionaram o mercado com a isenção das taxas de Tesouro Direto, o que obrigou os bancos a também oferecerem essa isenção para não perderem clientes. Poréns em cada uma das soluções - O principal problema dos bancos tende a ser o conflito de interesses. Em geral, os gerentes precisam se preocupar tanto com os interesses do banco quanto do cliente, o que justifica a oferta de produtos pouco atraentes como os títulos de capitalização, por exemplo. Na tentativa de cumprir metas internas, as instituições tradicionais podem indicar ativos nem tão vantajosos. Por outro lado, uma deficiência que o investidor pode encontrar em algumas corretoras é ter que transferir o dinheiro da conta bancária para a conta da corretora sempre que quiser fazer uma aplicação. Dependendo da instituição onde ele tem o seu cadastro e da regularidade com que faz as aplicações, acaba sendo possível ter prejuízo, já que muitos bancos cobram valores elevados para fazer esse tipo de operação. Qual opção escolher - O mais indicado é o investidor assumir o controle da sua vida financeira. Assim, ele mesmo passa a ser o responsável pela escolha dos ativos mais propícios para os seus interesses, considerando elementos como seu perfil pessoal e o potencial de cada aplicação. Nessa lógica, as corretoras costumam ser mais interessantes do que os bancos, pois elas permitem essa maior autonomia aliada a uma oferta mais diversificada de ativos financeiros, principalmente em renda variável. Por outro lado, os bancos podem ser alternativas interessantes para quem não pretende se envolver com o universo dos investimentos, mas quer resultados financeiros melhores no longo prazo. Nesse caso, a opção de confiar essa tarefa ao gerente pode ser considerada, muito embora a tendência é de que no longo prazo esses resultados sejam inferiores aos de investidores que optaram por outro caminho. O que analisar antes de investir - No geral, as corretoras costumam trazer melhores possibilidades, desde que o aplicador saiba qual é o seu perfil e trabalhe com estratégias. Isso pode ser identificado a partir de uma análise que que define os perfis dos investidores como conversadores, moderados e arrojados. Existem ativos indicados para cada tipo de perfil, ou seja, entendendo qual é o perfil, o investidor pode olhar para aquilo que o mercado oferece e escolher onde investir seu dinheiro. Caso ele seja de perfil arrojado, por exemplo, soluções como o mercado de ações, em especial, práticas como o day trade ou os fundos de investimentos costumam ser recomendadas. Já para o conservador, soluções de investimento em renda fixa como o Tesouro Direto e os CDBs acabam fazendo mais sentido, uma vez que elas permitem a formação de uma reserva de emergência útil para os primeiros passos na construção de uma estratégia financeira.

  • O que pode levar a um mal súbito?

    Por Andréia Vitório

    19/07/2021 - 10:29


    Em 90% dos casos, a arritmia cardíaca é a responsável pelo mal súbito, que pode acometer pessoas de qualquer idade

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    - Mal súbito é caracterizado por uma perda súbita da consciência, geralmente seguida de acometimento das funções vitais e consequente parada cardiorrespiratória. No Brasil, o mal súbito é a causa de em torno de 320 mil óbitos por ano. Mas, afinal, o que pode levar uma pessoa a um mal súbito? De acordo com o Dr. Mozart Cardoso Filho, cardiologista da Diagnoson a+, do Grupo Fleury, existem diversas condições que predispõe a incidência desse quadro. “Desde um simples distúrbio hidroeletrolítico, como uma desidratação, até casos mais graves, como infarto agudo do miocárdio, picos elevados da pressão arterial ou acidente vascular cerebral. Porém as pessoas aparentemente saudáveis também estão incluídas neste grupo”, como no caso de alguns atletas que recentemente apresentaram esse episódio, explica o especialista. Ainda, segundo o Dr. Mozart, sintomas como palpitação, dor torácica, falta de ar, palidez, tontura ou dor de cabeça são os mais comuns, porém muitas vezes o paciente não consegue se manifestar sobre os sintomas, evoluindo instantaneamente com perda da consciência. A maioria das ocorrências são fora do ambiente hospitalar, sendo necessário atendimento rápido para que seja evitada a morte definitiva ou sequelas decorrentes da parada cardíaca. Havendo uma alta incidência entre a população mais idosa, 86% das vezes o mal súbito ocorre dentro dos lares das vítimas e 14% ocorrem em locais públicos de grande concentração de pessoas, como em shoppings, aeroportos, aeronaves e estádios de futebol. Além de fazer contato com o serviço de emergência (SAMU), as medidas de socorro prestadas à vítima devem ser feitas, de preferência, por uma pessoa bem treinada que poderá avaliar as vias aéreas, a respiração, a circulação e o nível de consciência do paciente. Se necessário, deve-se utilizar as manobras de ressuscitação cardiorrespiratória, até que o SAMU chegue ao local da ocorrência. Quando disponível, o uso de um desfibrilador externo automático (DEA) poderá identificar o ritmo cardíaco e realizar automaticamente um choque elétrico no coração, revertendo uma arritmia ou parada cardíaca. “Por isso a importância de cada vez mais termos pessoas leigas bem informadas e treinadas para um suporte básico de vida, que poderão salvar muitas vidas até que um serviço de atendimento médico de urgência (SAMU) chegue para atender a vítima”, comenta o médico. Os portadores de doenças cardiovasculares, neurológicas, diabetes, obesidade mórbida, tabagistas, usuários de drogas e pacientes com história familiar de morte súbita estão dentro do grupo de risco das pessoas que podem sofrer um mal súbito. Como medida de prevenção, as pessoas enquadradas no grupo de risco devem fazer um check-up anual orientado por um médico clínico ou cardiologista, quando serão realizados exames simples como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste de esforço, exames de sangue de rotina e específicos de acordo com o perfil de cada pessoa. “Em 90% dos casos, a arritmia cardíaca é responsável pelo mal súbito que pode acometer pessoas de qualquer idade”, conclui Dr. Mozart.

  • Ao som da ultima trombeta

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    Por José Roberto

    12/07/2021 - 21:25


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    - Vendo hoje a foto do prefeito de Guanambi com o presidente em Brasília, me lembrei da frase histórica de Prisco Viana: “Vamos nos unir aos bons!” E cá com meus botões confabulei que a representação de Guanambi foi a Brasília fazer exatamente o contrário. No pior momento da República, com o presidente acuado por denuncias de negligência e peculato, nos episódios que envolvem o seu Ministério da Saúde; com uma CPI no seu calcanhar; desgastado e repudiado no mundo inteiro, sob acusações de genocídio por não comprar há tempo as vacinas que poderiam ter salvo boa parte dos mais de 530 mil óbitos da pandemia. Bem, o presidente, que em Brasília só fala para o “gado” (nome dado aos seguidores que o chamam de Mito, que o esperam todas as manhãs no “cercadinho”- nome dado ao gradio montado em frente ao Palácio da Alvorada), hoje recebeu a delegação ilustre de Guanambi; imagino que devam ter ido levar apoio político ou uma palavra de conforto ao presidente nesse momento que seu governo agoniza. Mas não estranhem, apesar de ter negado durante a última campanha, o prefeito é bolsonarista, e como dizia o pensador Waan Oliver, “os iguais se reconhecem e se atraem”, por isso não tomem essa vergonha para si.

  • 500 mil mortes de um pesadelo que ainda está longe do fim

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    21/06/2021 - 07:50


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    - 500 mil mortes. 500 mil amores, 500 mil pais, 500 mil mães, 500 mil filhos, 500 mil irmãos, 500 mil amigas, 500 mil amigos, 500 mil sonhos, 500 mil corações. Nenhum termo linguístico é capaz de significar a dor dessa tragédia. Sorrir nesses dias está muito difícil. É muito difícil fingir que nada está acontecendo. Claro que eu estou falando de pessoas dotadas de sensibilidade e empatia, não destas que insistem em viver em seus mundinhos insignificantes. E sim! Estávamos errados. A pandemia não vai ensinar nada a essa gente. Essa gente mesquinha, ou como bem disse Cazuza, “essa gente careta e covarde”, que insiste em continuar aglomerando, em andar sem máscara, na festinha clandestina, no sítio do amigo, no churrasquinho na laje, enfim, são todos farinha do mesmo do saco, pois até o vírus evolui, mas esse povo não. É claro que todos nós temos a nossa parcela de culpa nessa marca macabra, pois vivemos em sociedade, e assim como todas as conquistas devem ser compartilhadas, as tragédias também devem ser divididas. Mas algumas pessoas têm mais responsabilidade do que outras, dado o poder de decisão que possuem. A Covid-19 no Brasil é fruto de uma gestão negacionista, que apostou em curas e tratamentos milagrosos, de um presidente que aglomera e incentiva que seu povo faça o mesmo. À medida que a CPI da Covid avança e joga luz sobre a realidade dos fatos, através de documentos e depoimentos, fica claro e cristalino que tudo poderia ter sido diferente. Diferente se a presidência da República respondesse aos e-mails da Pfizer, se houvesse empenho para aquisição de vacinas, se houvesse um discurso único que mobilizasse toda a nação e não somente os seus acólitos, se houvesse quadros competentes para gerenciar a crise e  não meia dúzia de incapazes  com repertório intelectual menor do que de um aluno do ensino fundamental ao não saberem a diferença entre vírus e protozoário. O pior que este pesadelo ainda está longe de acabar, mas a estes signatários da catástrofe, a história não os absolverá, não por vingança, mas por Justiça, pois o principal responsável por este morticínio tem nome e sobrenome: Jair Messias Bolsonaro. 

    Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia. 

  • Ricardinho Ribeiro: 100 dias de continuidade de uma gestão sem marca e sem legado para a sociedade livramentense

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    10/04/2021 - 10:00


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    - Hoje (10) completam-se 100 dias do segundo mandato de Ricardinho Ribeiro (Rede), à frente da Prefeitura de Livramento. É uma prática comum entre os historiadores e jornalistas registrar um personagem político conforme sua marca de atuação, no caso de um ocupante do Executivo, a sua marca ou legado de gestão. No entanto, quando se trata de Livramento de Nossa Senhora, a sensação de vazio ou inércia é latente. É muito difícil para um livramentense apontar qualquer marca de trabalho, quando se trata da gestão Ribeiro, que completa neste 10 de abril, 4 anos e 100 dias. Entre seus apoiadores, até tentaram colocar nele o epíteto de prefeito obreiro, dado um programa de reformas e reparos, destes feitos às vésperas de eleições, em que Ricardinho fazia uso de uma já manjada peça de marketing, em que aparecia na obra, e sempre finalizava seu discurso de improviso, dada a dificuldade que o gestor possui com a oratória, com o seguinte bordão: “E o trabalho não para!” Só não era mais canhestra a cena, porque Ricardinho não fazia uso do famigerado capacete branco. Por conta deste pacote de reparos, um de seus seguidores e empregado na gestão municipal de Livramento, com relativo conhecimento de história, chegou a dizer que Ricardinho era o “Juscelino do sertão”, fazendo uma alusão ao presidente Juscelino kubitschek, aquele dos 50 anos em 5, que foi responsável, dentre outros feitos, pela construção de Brasília. Porém, seria mais assertivo, compará-lo com Odorico Paraguaçu, icônico personagem de Dias Gomes, pois Ricardinho não só viabilizou nada para que possa ser lembrado, como também não preservou, em grande parte, o  legado de seus antecessores, como os postos de saúde, por exemplo. No entanto, no momento em que o fruticultor completa 100 dias de sua segunda gestão, áudios vazados por ex-funcionário da prefeitura, apontam para um possível esquema de “laranjas”, em que Ricardinho e seu filho, Aécio Ribeiro, seriam beneficiados e, vereadores da oposição, já protocolaram um pedido de abertura de Comissão Especial de Inquérito (CEI), equivalente a uma CPI — Comissão Parlamentar de Inquérito —. E existe grande possibilidade que a CEI seja aberta, já que o requerimento conta com cinco assinaturas, mais do que a terça parte necessária, visto que o Legislativo livramentense possui 13 edis. Por isso, parafraseando Odorico Paraguaçu, Ricardinho pode entrar para os "anais e menstruais" da história política de Livramento como sendo o primeiro prefeito investigado por uma CPI. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

    Este artigo não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.

  • Como conseguir um advogado gratuito

    Foto: Reprodução | Pixabay Foto: Reprodução | Pixabay
    02/04/2021 - 22:29


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    - O direito de ter um advogado gratuito, de conseguir assistência judiciária integral e gratuita, está prevista no inciso LXXIV do Artigo 5º da Constituição Federal de 1988 e no art. 98 do Código de processo civil. Sabemos que muitas pessoas perdem seus direitos porque não podem pagar um advogado para fazer suas demandas. Apesar de existir várias maneiras de conseguir um advogado sem pagar por ele, muitas pessoas não tem conhecimento disso, confira quais são as possibilidades: Defensoria Pública: A instituição responsável por prestar assistência jurídica integral e gratuita às pessoas que não podem pagar pelos serviços é a Defensoria Pública. Isso significa muito mais do que assistência jurídica, pois inclui também a defesa, em todas as esferas, dos direitos das pessoas carentes. Para que você consiga ser assistido por um defensor público, é necessário comprovar uma baixa renda familiar, é necessário ficar claro que a renda não é suficiente para contratar um advogado, sem prejuízo do sustento da família. A comprovação de renda será exigida antes do início das atividades. Ainda, deve-se explicar que a Defensoria estadual, não desenvolve atividades relacionadas a questões trabalhistas ou previdenciárias. Nestes casos, o ideal é entrar em contato com a Defensoria Pública da União ou com uma associação de categoria. Assim, o interessado encontrará apoio judiciário. As principais atividades que os advogados da Defensoria Pública desempenham são: Ação de divórcio; Ações relacionadas a pensão alimentícia, ação de alimentos, revisão de alimentos para aumentar ou diminuir a pensão, exoneração de alimentos, cobrança de pensão atrasada; Ações relacionadas a guarda da criança; Aplicação da Lei Maria da Penha; Ações relacionadas a infância cível e criminal; Ações criminais; Mandados de segurança para conseguir medicamentos e tratamentos médicos; Liberação condicional e compensação por danos; Pedidos de adoção ou custódia. Núcleo de Prática Jurídica nas Universidades de Direito: Outra forma de conseguir um advogado sem pagar pelo serviço é em uma universidade de Direito na sua cidade. Antes de se dirigir ao local, no entanto, é aconselhável entrar em contato com a instituição de ensino por telefone para saber os dias e horários de trabalho, os documentos necessários para trazer e se estão envolvidos em assuntos como o seu. Isso porque, algumas universidades disponibilizam atendimento em todas as áreas do direito ou apenas em setores específicos. Você encontrará núcleos que tratam apenas de processos relacionados ao direito do consumidor. Ou, também podem encontrar um advogado especializado em casos familiares, onde conseguem resolver, por exemplo, questões de pensão. Dessa forma, confira se ela realmente atende às suas necessidades. No local, os alunos que estão mais avançados no curso irão auxiliá-lo na supervisão de professores que são advogados e, após analisar o cabimento do processo, você poderá ajuizar a ação que deseja sem pagar nada por consultas e futuras petições. Para receber esse tipo de ajuda, costuma-se avaliar a renda mensal e o fato de morar em uma região próxima à universidade. Advogado gratuito pela OAB: Em algumas cidades a OAB, através de convênio, realiza o papel da defensoria, além disso a OAB aprovou a possibilidade da atuação de advogados privados de forma gratuita, o chamado atendimento "pro bono", assim, o advogado que estiver disposto a fazer tal ação será contactado pela OAB quando do surgimento de um cliente que se encaixe nas exigências necessárias para tal atendimento. Importante destacar que tais advogados estão proibidos de atenderem de maneira gratuita apenas dois tipos de causas, aquelas que envolvam partidos políticos ou eleitorais. Se seu litígio não trata desses assuntos, você deve dirigir-se à OAB mais próxima para comprovar renda e situação financeira. Para isso, alguns documentos vão ajudar. São eles: Carteira de trabalho; Comprovante de pagamentos (contracheques); Dados da conta bancária; Confirmação de endereço; Documento de identificação (CPF e RG).

  • Por que o meu negócio não dá certo? Veja como se destacar online

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    09/03/2021 - 23:10


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    - O modo de vender mudou e hoje a internet é o principal canal utilizado por empresas e empreendedores. No entanto, muita gente ainda comete erros que podem ser evitados, antes de se tornarem um problema para os negócios. Os erros, sobretudo no início, são mais comuns do que parecem. Você sabia que apenas 40% das empresas baianas continuam funcionando após cinco anos, de acordo com o IBGE? Isso acontece por alguns fatores que você verá ao longo deste artigo. Agora, mais do que nunca, é preciso evitá-los, uma vez que a pandemia é um momento desafiador para muita gente, já que o comércio poderá ser fechado por medidas restritivas. É importante estar ainda mais preparado para os novos tempos. Neste artigo, você vai conhecer quais são as principais falhas na hora de começar o seu próprio negócio e como se prevenir. Confira: 1. Não saber o que os clientes querem - Em geral, sabe-se quais são as vantagens e os motivos que levam alguém a empreender, incluindo a flexibilidade ou a possibilidade de estabelecer as próprias regras. Mas, antes de começar o seu próprio negócio, é fundamental conhecer muito bem o seu mercado de atuação e sobretudo oferecer aquilo que o seu cliente precisa, ou até mesmo, superar as expectativas. Por isso, estude muito bem antes de começar e busque oferecer o melhor, dentro das suas possibilidades e, aos poucos, expandir a sua atuação. Lembre-se que ter um negócio não é somente vender e que mesmo com muita motivação é necessário ter conhecimento técnico, sobretudo antes de investir. Mas como vou saber se os clientes querem comprar o que eu tenho para oferecer? A resposta é simples: pense se o seu produto está, de fato, solucionando o problema de alguém. 2. Não utilizar o Marketing Digital - O Marketing Digital consiste em um conjunto de ferramentas que permitem que você venda o seu produto de maneira efetiva, de acordo com a sua estratégia. Atualmente, essa área cresceu muito e hoje oferece uma gama de possibilidades. No entanto, ainda que pareça muita coisa para aprender, é fundamental que você busque saber mais sobre ele. Uma boa maneira é conversar com a 2T-Digital, agência de marketing digital que pode ajudar você com algumas áreas específicas, como por exemplo a criação de conteúdo e estratégias. 3. Não se posicionar no Google - O Google hoje é o buscador mais utilizado no mundo todo. Sendo assim, se você vende algo é fundamental estar nele para que você seja encontrado por futuros clientes. Mas como é possível se posicionar no Google? Por meio da sua presença online, que inclui desde o seu site, até o SEO, o conjunto de boas práticas para criar conteúdo. 4. Não saber como atrair o cliente - Sonhar, investir e ter boas intenções é fundamental, mas conhecer técnicas certas ou desenvolver as suas é crucial para o sucesso. Os clientes refletem o seu negócio. Tão importante quanto manter os antigos, é prospectar novos clientes. No entanto, se você não está conseguindo atrair novos clientes, talvez seja importante repensar as suas estratégias e sobretudo a maneira com que você se comunica. 5. Não ter um bom processo de venda - Um grande problema que pode levar ao fracasso é a falta de clareza nos processos, principalmente se tratando das vendas. Por isso, pense e repense sobre o processo de vendas do seu negócio e busque atualizá-lo sempre para que seja o mais transparente possível. 6. Não ter clareza sobre os números - Esse é um erro muito comum. Ainda que você não tenha familiaridade com os números, é muito importante que, ao se tratar do seu negócio ou das suas finanças, você tenha total controle. Sem isso, é muito difícil garantir que tudo está, de fato, correndo bem. Por isso, não tenha medo de mensurar os dados e sempre seja muito honesto consigo mesmo ao fazer isso. Como evitar esses erros? O primeiro passo é ter conhecimento sobre eles para que você não seja pego de surpresa no meio do caminho! Antes de finalizar, veja o que você deve fazer para garantir o sucesso do seu negócio: Tenha um bom planejamento - O planejamento é fundamental para o crescimento e estabilidade de um negócio. Sendo assim, defina quais são os seus objetivos a médio, curto e longo prazo. A partir disso, tenha sempre uma reserva de emergência para evitar problemas financeiros que podem surgir no caminho. Invista em conhecimento - Esteja sempre se atualizando por meio de cursos, livros e network. Se mostre aberto para aprender e evoluir. Além disso, busque investir em boas parcerias, sobretudo com profissionais que trabalham no mesmo setor que você.

  • Março das Mulheres | Conheça a verdadeira história do 8 de março

    Foto: Arte | Wilcker Morais Foto: Arte | Wilcker Morais
    Por Lu Sudré

    08/03/2021 - 14:30


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    - Todos os anos, divulga-se a história de que o Dia Internacional da Mulher surgiu em homenagem a 129 operárias estadunidenses de uma fábrica têxtil que morreram carbonizadas, vítimas de um incêndio intencional no dia 8 de março de 1957, em Nova York. Segundo a versão que circula no senso comum, o crime teria ocorrido em retaliação a uma série de greves e levantes das trabalhadoras. Embora essa seja a narrativa mais conhecida, quando se fala sobre a origem da data comemorativa, ela não é verdadeira. O primeiro registro remete a 1910. Durante a II Conferência Internacional das Mulheres em Copenhague, na Dinamarca, Clara Zetkin, feminista marxista alemã, propôs que as trabalhadoras de todos os países organizassem um dia especial das mulheres, cujo primeiro objetivo seria promover o direito ao voto feminino. A reivindicação também inflamava feministas de outros países, como Estados Unidos e Reino Unido. No ano seguinte, em 25 de março, ocorreu um incêndio na fábrica Triangle Shirtwaist, em Nova York, que matou 146 trabalhadores -- incluindo 125 mulheres, em sua maioria mulheres imigrantes judias e italianas, entre 13 e 23 anos. A tragédia fez com que a luta das mulheres operárias estadunidenses, coordenada pelo histórico sindicato International Ladies' Garment Workers' Union (em português, União Internacional de Mulheres da Indústria Têxtil), crescesse ainda mais, em defesa de condições dignas de trabalho. As russas soviéticas também tiveram um papel central no estabelecimento do 8 de março como data comemorativa e de lutas. Por “Pão e paz”, no dia 8 de março de 1917, no calendário ocidental, e 23 de fevereiro no calendário russo, mulheres tecelãs e mulheres familiares de soldados do exército tomaram as ruas de Petrogrado (hoje São Petersburgo). De fábrica em fábrica, elas convocaram o operariado russo contra a monarquia e pelo fim da participação da Rússia na I Guerra Mundial.

    Foto: Reprodução
    Foto: Reprodução

    A Revolução das Trabalhadoras 

    A revolta se estendeu por vários dias, assumindo gradativamente um caráter de greve geral e de luta política. Ao final, eliminou-se a autocracia russa e possibilitou-se a chegada dos bolcheviques ao poder. A atuação de mulheres russas revolucionárias como Aleksandra Kollontai, Nadiéjda Krúpskaia, Inessa Armand, Anna Kalmánovitch, Maria Pokróvskaia, Olga Chapír e Elena Kuvchínskaia, é considerada imprescindível para o início da revolução.“A história real do 8 de março é totalmente marcada pela história da luta socialista das mulheres, que não desvincula a batalha pelos direitos mais elementares -- que, naquele momento, era o voto feminino -- da batalha contra o patriarcado e o sistema capitalista”, ressalta a historiadora Diana Assunção, integrante do coletivo feminista Pão e Rosas. A pesquisadora explica que houve uma articulação histórica para esvaziar o conteúdo político do 8 de março, transformá-lo em “uma data simbólica inofensiva” e em um nicho de mercado, apagando sua origem operária. “No dia da mulher, compram-se flores e presentes para as mulheres. Tentam esconder o conteúdo subversivo do significado desse dia, que é questionar o patriarcado. Tentam esconder que a luta das mulheres sempre esteve vinculada à luta socialista, perigosa para o status quo”, acrescenta Assunção. Em 1921, na Conferência Internacional das Mulheres Comunistas, o dia 8 de março foi aceito como dia oficial de lutas, em referência aos acontecimentos de 1917. A data foi reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975. 

    Retornar às origens

    A cada 8 de março, as mulheres trazem à tona questionamentos sobre a hipocrisia em torno das homenagens que recebem apenas nessa data. Em todos os dias do ano, o gênero feminino é o principal alvo da violência e da desigualdade. Em resposta, trabalhadoras em todo o mundo se organizam cada vez mais pela defesa de seus direitos. Em 2017 e 2018, elas organizaram uma greve internacional com adesão de 40 países, com o lema “Se nossas vidas não importam, que produzam sem nós”.  Assunção comemora o “resgate de um método de luta da classe operária de enfrentamento aos patrões e aos capitalistas”. "O que estamos vendo é justamente que a revolta e a luta de classes têm rosto de mulher a nível internacional, com a luta a que estamos assistindo nos últimos anos, com essa verdadeira primavera feminista no mundo inteiro, com enormes marchas. Mas, agora, com uma cara cada vez mais operária", ressalta. "As mulheres são metade da classe operária, e as mulheres negras estão mostrando que são linha de frente em vários processos de luta". A historiadora avalia que é importante resgatar a verdadeira origem do Dia Internacional da Mulher, pois, segundo ela, foram as proletárias que avançaram efetivamente em medidas concretas para atacar os pilares que sustentam a opressão às mulheres. “Mais do que nunca, precisamos da organização dos trabalhadores com as mulheres à frente, mostrando que são vanguarda, inclusive da classe operária. Enfim, sacudindo os movimentos, os sindicatos, com toda força expressada internacionalmente”, enfatiza. Assunção possui grandes expectativas para o 8 de março de 2019, comemorado com mobilizações em dezenas de países e em todos os estados do Brasil. “O oito de março que estamos vivendo agora precisa ser internacional, como parte da luta por uma paralisação internacional de mulheres, que enfrente o Bolsonaro, que enfrente todos os presidentes da extrema direita. Essa é a perspectiva que deveria ser levada à diante. Por Marielle e por todas as mulheres assassinadas. É preciso entender que o capitalismo é uma suja prisão, e que precisamos lutar por uma nova sociedade”, defende a pesquisadora, ressaltando, mais uma vez, o legado das mulheres revolucionárias.

  • 250 mil mortos e um país à deriva

    Foto: Reprodução | Estadão Conteúdo Foto: Reprodução | Estadão Conteúdo
    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    25/02/2021 - 10:00


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    - Ontem (24), o Brasil atingiu a triste marca de 250 mil mortos pela pandemia do novo coronavírus. É o maior morticínio da história brasileira. Com a triste marca, as redações dos jornais se debruçam a fazer uma série de comparativos estatísticos, já que é quase impossível contar a história individual de cada vítima, como numa matéria que aponta que a quantidade de pessoas mortas daria para lotar três estádios do tamanho do Maracanã. No entanto, são 250 mil pessoas que tiveram suas vidas e seus destinos abreviados, 250 amores de alguém, 250 mil sonhos, 250 mil pessoas que não terão a oportunidade de colocar um ponto final em suas próprias trajetórias. E de pensar que tudo poderia ter sido diferente, e que talvez centenas de milhares de vidas poderiam ter sido poupadas de um desfecho tão cruel. Capricho da democracia, talvez, todavia, mesmo o mais astuto cientista político afirma que seria muito improvável, por mais elaborada que fossem as alianças políticas, evitar que Jair Messias Bolsonaro vencesse as eleições de 2018. O Brasil tem à frente de sua República não somente um presidente que negou a gravidade da doença, mas que conspirou e conspira o tempo todo para sabotar as medidas de segurança sanitária, como o distanciamento social e o uso de máscara, aliás equipamento este que Jair raramente usa. Como se não bastasse, Messias propagandeou o uso de uma medicação, a famigerada cloroquina, sem que o fármaco tenha qualquer eficiência no tratamento da Covid-19. Mas o que é mais lamentável é saber  que em agosto do ano passado, a Pfizer teria oferecido ao Brasil um contrato em condições especiais para a compra de 70 milhões de doses da vacina contra a Covid-19, porém Jair, em um ato leviano e displicente, ignorou a farmacêutica. Soma-se a maior crise sanitária da história brasileira, a falta de rumo da economia brasileira que patina sob a batuta de Paulo Guedes, os milhões de brasileiros sem ter o que comer e os passos sorrateiros de um presidente que sonha todos os dias e todas as noites com um novo 64. O gigante pela própria natureza está, de fato, deitado em berço esplêndido e à deriva total.

    Este artigo não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.

  • Da arte à ciência: como o bônus está progredindo em 2020

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    23/12/2020 - 15:53


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    - A ideia de ceder bônus a usuários não é nenhuma novidade, e o princípio por trás da prática permaneceu inalterado por vários anos. Contudo, com o avanço tecnológico, essa arte de sortear e distribuir alguns mimos aos jogadores vem se tornando cada vez mais uma espécie de ciência exata. Atualmente, os analistas contam com uma infinidade de dados e estatísticas com as quais podem trabalhar. Quando combinados com a tecnologia correta, eles fazem com que o operador alcance o desenvolvimento financeiro almejado. Com isso, as plataformas de jogatina estão investindo cada vez mais na propagação de bônus, variando principalmente em seus tipos, já que são uma ótima alternativa para atrair novos jogadores. Como o sistema funciona - Os usuários adoram receber alguns mimos e vantagens gratuitas. Elas variam de acordo com o negócio e podem ser desde uma bebida em um estabelecimento, um desconto na compra de um produto, ou até mesmo R$ 50 reais extras para apostar em sua mesa predileta, já que os jogadores também vivem em busca de algumas regalias. E pode até parecer simples e fácil, mas saber a hora certa de fornecer uma vantagem a um jogador de acordo com suas preferências é a principal diferença entre uma plataforma de jogatina mediana e uma próspera. Um exemplo é o leo vegas cassino bônus, que diversifica bastante suas promoções, atendendo a um público variado, e ainda conta com uma gama impressionante de jogos no seu catálogo, sempre buscando satisfazer seus usuários. E muito disso só se tornou possível depois de uma análise apurada dos dados, que revelava a preferência dos seus clientes. Além disso, muitas empresas que administravam estabelecimentos físicos migraram para o mundo virtual, e passaram a buscar alternativas para atrair esses usuários e manter seus clientes engajados por longos períodos. O CEO da Every Matrix’s CasinoEngine, Stian Enger Pettersen, revela um pouco dos seus conhecimentos sobre o assunto, e ainda nos mostra algumas ideias sobre como as plataformas de jogatina podem obter sucesso com promoções em 2020. “Vinte anos atrás, tudo se baseava mais na intuição. Um gerente de cassino teve que fazer muitos experimentos e isso nem sempre foi baseado em dados concretos, porque, simplesmente, havia poucos deles disponíveis. Os dados disponíveis costumam ser difíceis de examinar e tomavam muito tempo” disse Pettersen. O CEO ainda ressalta, que atualmente os administradores conseguem verificar os dados em tempo real, e conseguem verificar se suas estratégias estão dando certo ou não, facilitando e muito o seu trabalho. Peterssen reitera que, “com os dados disponíveis e as ferramentas agora tornamos tudo muito mais preciso. Você pode rastrear um jogador até o ponto em que conhece todo o seu comportamento e pode prever com precisão seu próximo movimento e dar uma recompensa adequada. Para os novatos, isso pode ser um monte de rodadas grátis, para os VIPs de alto rendimento, muito mais do que isso”. Essa análise de dados vem ocorrendo desde o início dos anos 90 - desde então, as grandes empresas seguem os passos dos jogadores, oferecendo aquilo que eles esperam. Agora elas conseguem reconhecer os padrões de comportamento dos seus usuários, e ativam as recompensas em tempo real, no momento certo, utilizando vários algoritmos avançados e máquinas com Inteligência Artificial de aprendizado. Segundo Petersen, “estamos trabalhando com milissegundos e configurações muito sofisticadas para garantir que funcione como um relógio suíço”.  Vem sendo colocada em prática uma gama enorme de recompensas aos usuários, cada uma delas com suas vantagens e apelo próprios. As bonificações podem ser escolhidas com base em filtros, ações específicas, ou combinações de gatilho, alguns exemplos sendo o ato de se registrar na plataforma e ganhar prêmios, ou multiplicar a quantidade do depósito, giros grátis, entre outros. A tecnologia conta com opções praticamente ilimitadas, e basta somente saber o momento certo de puxar o gatilho. Mas assim como a tecnologia vai se tornando mais complexa, as expectativas dos usuários também, e elas são ainda mais exigentes, então além das promoções, uma plataforma que pretende manter seus jogadores deve organizar torneios competitivos e ofertar jogos de alta qualidade. Só assim o usuário irá se envolver completamente com a jogatina.

  • Como economizar nas finanças do seu negócio

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    23/12/2020 - 15:15


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    - Criar uma empresa e gerenciar um negócio são duas coisas instáveis e imprevisíveis, pois é o resultado de uma conjuntura de fatores que muitas vezes podem não estar ao alcance do empreendedor. Porém, para que uma empresa tenha maiores chances de sucesso, é importante que ela tenha um modelo de gestão bem elaborado com planejamento e invista em soluções para cortes de gastos desnecessários. O empreendedor precisa saber planejar as suas finanças, pois o controle é importante para mostrar quais produtos ou serviços que dão mais lucro e quais custam mais do que rendem. Com a grande quantidade de tarefas diárias demandadas pelos empresários, é essencial que estejam abertos às ferramentas digitais e aplicativos como um suporte para organização das finanças. Hoje em dia existem vários aplicativos e plataformas no mercado voltados para a área de gestão de negócios e empreendedorismo. Alguns outros apps voltados para esquematização e agendas também são ótimas formas de controlar os gatos e melhorar a gestão do capital da empresa, além de facilitar a visualização de gastos que poderiam ser economizados. Um bom controle de caixa pode ser o grande diferencial de um negócio de sucesso, ou de fracasso. Normalmente, o maior erro dos negócios que não dão certo é justamente a falta de planejamento, pois as pessoas acabam se equivocando com as finanças das empresas e assim nascem dívidas por meio de investimentos errados. Pensando nisso, trouxemos algumas informações essenciais para que todo empreendedor consiga economizar em gastos desnecessários e em elementos que podem facilmente ser substituídos por opções mais acessíveis.

     

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    Invista no Home Office - Uma das alternativas mais viáveis para economia nos negócios é flexibilizar o horário de trabalho no espaço físico da empresa. Além de diminuir os gastos com a equipe, permitir o trabalho dos colaboradores de casa é uma forma de poupar gastos com a estrutura da empresa. O trabalho remoto é uma tendência no mercado que vem crescendo cada vez mais ao decorrer dos anos, pois possibilita às empresas um rendimento muito maior dos colaboradores e consequentemente o aumento da produtividade. Isso porque a produtividade está diretamente ligada ao bem estar do funcionário e fatores externos como o ambiente de trabalho. Poder trabalhar de sua própria casa é um estímulo a mais para qualquer pessoa, pois flexibiliza o tempo de trabalho e possibilita maior autonomia para os colaboradores. Além da liberdade dos funcionários, a empresa também sairá lucrando com a contenção de gastos e suporte ao espaço físico. Hoje em dia, com os serviços de gestão de projetos e aplicativos de produtividade, é muito mais fácil gerenciar um trabalho remoto. Com uma plataforma bem estruturada de workplace e um bom planejamento de trabalho, a empresa e os colaboradores saem lucrando proporcionalmente. O empreendedor economiza nas despesas com a estrutura física reduzida e o funcionário ganha maior liberdade para investir na qualidade de vida, além de reduzir gastos com deslocamento para o trabalho. Terceirize os serviços não essenciais - Muitas empresas gastam grande parte do orçamento com serviços e produtos que poderiam ser facilmente substituídos ou terceirizados. Um exemplo disso é a grande distribuição de setores que geram um gasto mensal significativo para as empresas, como setores de limpeza, segurança, manutenção, entre outros. A terceirização é um tema que vem sendo adotado por várias empresas hoje em dia e garante uma redução de custos significativa, principalmente para as pequenas empresas. Terceirizar alguns serviços pode gerar redução de gastos com estruturas, máquinas, produtos, além de economizar com a rotatividade de funcionários, faltas e substituição nas férias. Contratar serviços de terceiros também promove uma otimização do tempo do empreendedor, visto que diminui a preocupação com equipes específicas e as condições de trabalho. Além disso, sobra mais tempo para se dedicar a assuntos e segmentos da área de atuação da empresa, garantindo melhores resultados. Outro fator relevante é a qualidade dos serviços terceirizados, pois a maioria das empresas que fornece serviços específicos possuem uma equipe mais especializada em determinado nicho e sempre estão em busca de novas tendências no mercado. Investir no trabalho dos profissionais freelancers também é uma ótima alternativa para terceirizar alguns serviços e até mesmo obter melhores resultados em menor tempo.

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    Garanta o domínio do seu site - Garantir a exclusividade do nome da empresa nas mídias digitais é quase tão importante que a qualidade do serviço ou produto oferecido. Ter um domínio registrado e um site oficial da sua marca te garante uma economia de gastos futuros, pois evita que outras empresas registrem o mesmo domínio em sites na internet. Para comprar um domínio já existente de terceiros na internet pode ser um investimento muito mais caro que o habitual, por isso procure registrar o domínio de seu negócio o quanto antes e evite transtornos futuros. Isso é muito importante para criar um canal próprio como um site o blog, tendo em vista o grande aumento do uso de alternativas digitais por parte dos clientes e consumidores. Para os pequenos negócios que possuem orçamento ainda mais limitado, algumas empresas disponibilizam pacotes de web host com domínio grátis, o que é uma ótima alternativa para economizar ainda mais nas finanças quando o assunto é estratégia de marketing. Motive os colaboradores - Investir no reconhecimento dos colaboradores e na área da psicologia organizacional pode ser uma ótima alternativa de evitar gastos posteriores. Isso porque trabalhadores mais motivados e com qualidade de vida rendem muito mais e fazem menos horas extras, o que reflete diretamente no lucro mensal da empresa.Além disso, o turnover não é nada bom para a reputação e imagem de uma empresa. Além disso, os gastos com demissões, contratações e treinamentos também podem ser um grande ralo de custos desnecessários.

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    Invista em Marketing Digital - O marketing digital veio para revolucionar a área do marketing tradicional e fazer tudo isso de forma muito mais acessível e dinâmica para todos. Utilizar as ferramentas digitais e as redes sociais como forma de impulsionar os negócios é hoje um dos grandes segredos para o sucesso dos negócios. A quantidade de plataformas grátis no mercado é imensa e o número de alcance das redes sociais é maior ainda. Para os pequenos empreendedores, investir no marketing digital e nas redes sociais como o Instagram e Youtube é uma ótima forma de divulgar seus produtos e serviços de forma gratuita e eficiente. Além de conter gastos com serviços de publicidade tradicionais, as redes sociais possibilitam um engajamento e contato direto com os clientes, criando uma relação de confiança e gerando oportunidades de vendas muito maiores. Conclusão - Essas foram algumas formas de economizar e conter gastos no seu negócio. São dicas simples e que podem ser feitas por microempreendedores como também pelos grandes empresários. Muitos dos gastos feitos pelas empresas no dia a dia poderiam ser diminuídos ou substituídos por alternativas mais acessíveis. Para que isso aconteça é sempre necessário fazer uma análise constante das finanças e um planejamento preciso dos gastos mensais. Você realmente conhece os custos da sua empresa? Estar ciente de todos os gastos é fundamental para saber onde poderá contê-los. O sucesso de uma organização não depende apenas do lucro final da empresa, mas principalmente do quanto ela gasta. Além disso, é importante diferenciar quais são os custos e quais as despesas da empresa, pois as despesas são gastos necessários para que os produtos e serviços continuem com qualidade. Economizar nas finanças é uma forma de estar mais preparado para imprevistos e crises financeiras. Por fim, aproveite as dicas e busque sempre compartilhar essas questões com a equipe, pois os colaboradores também são elementos importantes no processo de controle das finanças e contenção de gastos.

  • Quatro vacinas e muitas dúvidas: a população brasileira ainda não sabe com qual vacina e nem quando vai se vacinar

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    16/12/2020 - 17:30


    No entanto, mesmo diante de tantas informações acerca das vacinas, na contramão de muitos países que já estão vislumbrando o fim da pandemia, o Brasil ainda não sabe se vive a primeira ou se de fato entrou na segunda onda

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    - Enquanto que alguns países já começaram a vacinar seus cidadãos, no Brasil, a população brasileira não sabe quando vai começar a se vacinar e nem sequer qual a vacina receberá. O Ministério da Saúde, que já teve dois ministros demitidos, gerido pelo militar Eduardo Pazuello, ainda não dispõe de um planejamento convincente em relação a uma logística de imunização. E quando se trata de vacina, atualmente, estão praticamente prontas, a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, a vacina da Pfizer, dos Estados Unidos em parceria com a empresa alemã Biontech, a vacina de Oxford, do Reino Unido, desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca e, finalmente, a Sputnik V, do Instituto Gamaleya, na Rússia. Cada vacina possui um princípio biológico de atuação e uma forma diferente de ser conservada. Daí, o grande desafio brasileiro, já que o país possui dimensões continentais e, por isso, muitas localidades são de difícil acesso. A vacina da Pfizer, por exemplo, precisa ser armazenada a uma temperatura de -70 º C, pois a atuação imunizante se baseia em molécula de RNA (ácido ribonucleico) e tem eficácia de 95%. Já a vacina russa Sputnik V deve ser conservada a -18 ºC e  utiliza anticorpos como princípio imunizante, e tem eficácia comprovada de 91%. A CoronaVac, pretendida pelo Governo de São Paulo, precisa ser conservada a uma temperatura entre 2 a 8 ° C, e com eficácia de 97%, é uma das mais promissoras. Por último, a vacina de Oxford, a preferida do Governo Federal, se mostrou eficaz em 70% dos testes. Com técnicas biológicas diferentes, com necessidades de conservação diferentes, as quatro vacinas convergem em único ponto: elas precisam de mais de uma dose para para garantia de proteção ao vacinado. No entanto, mesmo diante de tantas informações acerca das vacinas, na contramão de muitos países que já estão vislumbrando o fim da pandemia, o Brasil ainda não sabe se vive a primeira ou se de fato entrou na segunda onda.

  • Eu testei o PIX e aprovei!

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    19/11/2020 - 12:00


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    - Sempre quando surge um recurso tecnológico novo, gera uma certa insegurança. Esta insegurança tem a ver com o desconhecimento em relação a inovação técnica. No caso do PIX, se trata de uma modalidade de movimentação financeira bem semelhante aos conhecidos TEDs (Transferência Eletrônica Disponível) e DOCs (Documento de Ordem de Crédito), só que uma uma diferença fundamental: a transação financeira é instantânea e pode ser feita 24 horas por dia. Com o PIX, o usuário poder fazer pagamentos diversos, entre transferências, depósitos, entre outros, e o que é melhor: tudo de graça. E de acordo com especialistas, o PIX é o primeiro passo para a digitalização do dinheiro, ou seja, num futuro próximo, não vamos mais utilizar as famigeradas cédulas de papel. Tudo será feito através de moeda digital e online por meio dos celulares do tipo smartphones. No meu caso, ontem (18), eu resolvi testar a novidade. E posso dizer que é tudo muito simples. Em primeiro lugar, deve-se baixar o aplicativo do banco em que se é cliente. Em segundo lugar, deve cadastrar as chamadas “chaves”. As chaves nada mais são do que alternativas aos dados de sua conta, ou seja, o usuário terá a opção de vincular outras informações, como email, número de telefone celular, o CPF ou ainda uma chave aleatória (pode ser uma palavra ou número, código e etc.). Agora vem, a melhor parte: para realizar a movimentação financeira (pagar,  transferir dinheiro ou receber dinheiro) basta usar uma dessas chaves e pronto! O dinheiro cai na conta em no máximo 10 segundos. Realizei o pagamento de um serviço de streaming (transmissão via internet). No site da empresa, fiz a opção de pagar com o PIX. Então, um QR Code foi gerado na tela do meu computador, eu apontei a câmera do celular para ele e o contrato do serviço foi feito na hora. Também transferir uma pequena quantia de uma conta para outra, isso às 23 horas. Em menos de 10 segundos, o dinheiro já estava disponível. Enfim, o serviço é confiável e eficiente. Por tudo isso, como bem disse Albert Einstein: admirável mundo novo!

    Sobre o autor: Tiago Rego é jornalista, aficionado por novidades tecnológicas e estudioso do ramo da tecnologia da informação. Contato: [email protected]

  • O uso de bancos digitais e de outras plataformas online faz crescer a preocupação com a proteção de dados na internet

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    24/09/2020 - 16:00


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    - A segurança na internet é um dos assuntos mais importantes da atualidade. Com a popularização dos smartphones, e o maior uso de ferramentas digitais, o investimento das empresas para garantir a segurança de dados e informações se transformou em algo essencial. Um dos setores que merece maior atenção é do mercado financeiro, que se transformou com as novas tecnologias. Porém, as redes sociais e os jogos online não ficam de fora deste assunto. Nos últimos anos, a chegada dos bancos digitais mudou a forma com que as pessoas utilizam as contas bancárias. Desde as instituições mais novas, como o NuBank ou o Banco Inter, até as mais tradicionais, como o Banco do Brasil ou o Itaú, todas apostaram na digitalização de alguns dos serviços disponíveis por um banco, seja uma transferência ou um pagamento de boleto. Assim, a segurança na internet se transformou em uma preocupação real. Uma pesquisa recente da Federação Brasileira dos Bancos aponta que são investidos cerca de R$ 20 bilhões anualmente em novas tecnologias voltadas para a segurança de dados. As instituições já buscaram diferentes metodologias para garantir a proteção e sigilo do cliente, como o uso de senhas temporárias, tokens e chaves de segurança. A ideia é fazer com que o sistema seja prático e, ao mesmo tempo, seguro. Algo difícil de conseguir. Esse tema é importante também aqui na Bahia. Desde 2015, por exemplo, Salvador conta com centro de segurança de dados da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb). O local teve o investimento de R$ 20 milhões, e recebeu uma estrutura capaz de armazenar mais de 700 terabytes de informações das mais diferentes áreas do governo estadual, como Educação, Saúde, Tributos e Finanças. É o centro de dados da região Norte e Nordeste. Redes sociais e jogos: Entretanto, não é apenas o setor financeiro que se preocupa com a segurança online. Em junho de 2020, por exemplo, o Facebook anunciou a chegada do WhatsApp Pay no Brasil. Este é um serviço de pagamentos digitais que se utiliza da rede social como base de todo o processo. Apesar da ideia inovadora, a preocupação com a segurança dessa funcionalidade chamou atenção do Banco Central, que garantiu estar trabalhando pela liberação do serviço, mas com toda a seguridade possível. Outras redes sociais, como o Instagram e o Twitter, também costumam investir neste quesito, principalmente para garantir a segurança de dados dos usuários que se utilizam da plataforma. O mesmo vale para os jogos online, sejam eles de apostas ou de outras categorias. A empresa Kaspersky, que é especialista em segurança online, possui no site oficial algumas dicas para reconhecer quais sites e plataformas de jogo são seguras. Já o portal do Casinos.pt utiliza uma série de parâmetros, principalmente no quesito de privacidade, para selecionar os cassinos online mais seguros para apostar. O portal TechTudo também possui algumas dicas, e indicações, com jogos disponíveis na internet que são totalmente seguros. Até mesmo os consoles de última geração, como o PlayStation e o Nintendo Switch, investem alto quando o assunto é segurança. Essas duas empresas possuem páginas específicas nos sites oficiais explicando quais são as ações e os investimentos que realizam no setor. A Sony, por exemplo, possui um canal oficial que explica e ajuda qualquer pessoa que teve problemas de segurança na conta da PlayStation Network. Empresas especializadas: Com o objetivo de garantir a segurança de todos na internet, algumas empresas gigantes estão realizando ações e investimentos apenas em serviços que garantam a proteção de dados. É o caso, por exemplo, da Dell Technologies. Essa companhia norte-americana é mais famosa por vender computadores e componentes eletrônicos, mas nos últimos anos tem oferecido diversos serviços de segurança de dados, sejam estes físicos ou armazenados em nuvem. Ou seja, o investimento para proteger informações nunca esteve tão alto. Ter segurança na internet é fundamental, seja para utilizar o banco, uma rede social ou algum jogo online. Por isso, todos os investimentos e ações que citamos são importantes para as pessoas. Quem não conhece nada do setor de tecnologia, pode acabar ficando perdido e, ao mesmo tempo, vulnerável. É papel dessas empresas, assim como do governo, garantir a segurança de qualquer pessoa que acesse a internet. Conseguir fazer isso exige cada vez mais investimento e atenção.

  • Coronavírus 7x1 Brasil: das praias lotadas aos paredões de som

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    Por Tiago Rego

    31/08/2020 - 20:00


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    - Há aproximadamente três meses, uma página de humor que eu sigo no Instagram divulgou um meme com a seguinte frase: “será que é só eu que estou de quarentena”, indagava. É exatamente essa sensação que de quem está seguindo rigidamente o distanciamento social. Em domingo desses, eu saí para dar uma volta de carro, daquelas rodadas apenas para ouvir uma música e olhar um pouco a paisagem, afinal, para quem já está há mais de 150 dias confinado, chega um tempo que a coisa começa a ficar estafante. E mesmo sendo descrente em relação ao comportamento do brasileiro, o que eu vi me deixou pasmo. Com o auxílio emergencial no bolso, as pessoas estão se aglomerando em bares lotados e brindando como se tivessem voltados de um longo exílio. O que me levou a fazer a uma série de questionamentos. Será que essas pessoas não têm empatia? Afinal, beber para celebrar o que? E não é só pelo coletivo que reside o meu incômodo, mas é porque o vírus maldito continua a solta na minha cidade e, pelo que eu saiba, a vacina ainda não foi produzida. E para completar, fiquei sabendo também que está rolando umas festas clandestinas em alguns sítios. Estas festas seguem todo um sistema de logística. Primeiro, o organizador te inclui em uma lista de transmissão em aplicativo de mensagem instantânea. Depois, ele te informa dia, hora e local do evento clandestino. E outra, os preços variam entre R$ 200 a R$ 400 (caso haja churrasco). Além do flerte com a morte, o sujeito que for no entretenimento paralelo, terá direito a cerveja ruim e quente, carne de qualidade duvidosa e, claro, a um paredão de som que  provoca um zumbido no ouvido no dia seguinte. Enfim, a combinação perfeita. Algumas são até batizadas de “coronafest”. Outro indício que a pandemia “passou” são os stories do povo no Instagram. Todo mundo rindo e aglomerado em seus rolês corriqueiros. E essa gente posta sem qualquer pudor. É claro que a gente tem que procurar se distrair um pouco, afinal, nem mesmo a pessoa mais equilibrada emocionalmente consegue suportar essa barra que a humanidade vem vivendo. Mas sei lá, acho que essas coisas deveriam ser deixadas offline e sem aglomerar. Porém, Gabriela Pugliesi parece ter feito escola. Mas essa situação não é exclusiva do meu âmbito de convivência, as praias em cidades como Rio de Janeiro, Santos, Florianópolis e outras localidades litorâneas estão repletas de pessoas que, ao que tudo indica, já deram uma banana para a pandemia há muito tempo. É assim mesmo, vamos viver o agora, pois o amanhã pode não chegar. É evidente que estas atitudes se justificam por conta de uma mentalidade imediatista que é típica dos nossos tempos, todavia eu nunca pensei que este expediente se estenderia quando se tratasse de vidas e dores humanas. Mas é como dizem, segue o baile. Até o momento, o coronavírus está dando um 7x1 no Brasil. São poucas as pessoas que irão extrair alguma lição dessa tragédia em que todos nós temos responsabilidade. As pessoas vazias continuarão vazias, as pessoas fúteis seguirão fúteis e assim por diante. Afinal, parafraseando o jornalista Mauro Cezar Pereira: 7 a 1 é pouco para essa gente!

    Tiago Rego é jornalista e escreve crônicas para tornar o cotidiano mais leve.

    Este texto não reflete necessariamente a opinião do Site Sudoeste Bahia.

  • Caetité: um olhar sobre a política contemporânea

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    Por Mauri Oliveira

    20/08/2020 - 11:30


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    - Ontem chegou uma mensagem em meu celular. Trata-se de uma pergunta: “quais posturas espero dos líderes políticos para as eleições deste ano?” Confesso que estava pronto para digitar, “menos promessas irrealizáveis”. No entanto, queria uma resposta mais profunda, tal pergunta exigia mais, e resolvi colocar nesta coluna. A princípio, não diria que espero, em sentido de aguardar algo, e sim em ações coletivas de participação protagonista da população para a edificação da cidadania em sua plenitude. Como diz a canção, “pra não dizer que não falei das flores” de Geraldo Vandré, “quem sabe faz a horanão espera acontecer”. O eleitor precisa ajudar a construir objetividade e transparência na esfera pública. Precisa-se ter capacidade de instrumentalizar espaços de fala, inclusive em entendimento ao artigo quinto da Constituição Federal, o qual dá o direito da liberdade individual e capacidade de autonomia. Persiste em Caetité, o desequilíbrio entre o “Eu” e o “Nós’”. De modo que existem poucas pessoas altruístas que visam o bem-estar coletivo utilizando seu perfil de liderança. A grande maioria se preocupa tanto com seus próprios problemas e vive em um estado de medo e egoísmo. Muito embora, a finalidade do poder é servir uns aos outros e não servir a si mesmo, quando esse último ocorre, há uma ruptura ética e social. Admiro pessoas que se abrem as novas possibilidades. Olhares diferentes sobre a política. Um exemplo é conversar com alguém com percepções diferentes das suas. De forma respeitável, sem radicalizações e optar por diálogos e atitudes humanitárias. Têm-se, a oportunidade de refinar sua capacidade de compreensão, como também, reafirmar suas convicções ou estabelecer critérios para mudá-las. E tá tudo bem. De certo, quanto mais nos doamos, mais recebemos de volta. É surpreendente e, de um valor inestimável, quando colhemos os frutos de um exaustivo tempo de espera. Enquanto não dermos nossas contribuições para Caetité nada de novo surgirá em nossa história, talvez isso doa profundamente e na busca por respostas se depare com novos modelos de gestão. O principal desafio é planejar o poder político, a começar por territórios, os quais as pessoas vivem por meio da mobilização da cidadania. O propósito é que esses reaproximem do poder de escolhas sobre a própria vida, debatam por uma sociedade mais justa e equitativa, retomem a gestão do que é público e bem comum. Não se trata de estratégias de programas partidários, mas de espaços de fala em defesa dos direitos humanos. O ápice da refundação da política com novos fundamentos e inovações como ateliês legislativos, reuniões populares em que se formulam projetos de lei de maneira democrática e com responsabilidade. Nas eleições municipais deste ano tem-se a possiblidade de edificar a cidadania, bem como o poder de decisão sobre a qualidade de vida dos munícipes em seus guetos. O que vai exigir mecanismos efetivos de participação e controle sobre a gestão pública, além de novas regras para o funcionamento político. Percebo essas inquietações em expressividades das inúmeras pessoas engajadas nos projetos sociais de nossa cidade. Pessoas dispostas a fazer o bem, sem esperar algo em troca. Fazem, ao invés de reclamar. Estão dispostos em ver a mudança na prática. Assim, surge outro questionamento: por que acreditar na política do país? Acredite, não há soluções fora dela. Sei que há motivos para descréditos, sobretudo aos inúmeros casos de corrupção. Contudo, não se pode generalizar, ou em protesto, não ir às urnas. O desinteresse só perpetua o exercício dos maus políticos. A apatia os alimenta e confere-lhe poder. O desalento afasta os cidadãos engajados por causa do sistema corrupto. 2020 é o ano de alimentar a esperança, de acreditar na política como força transformadora para os próximos anos que virão. Aonde o futuro vai nos levar? Podemos descobrir juntos nas pequenas ações do cotidiano. Olhemos em nossa volta.

  • Opinião: 100 mil mortes por Covid-19; negacionismo e incompetência

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    Por Tiago Rego, jornalista.

    08/08/2020 - 21:21


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    - 08 de agosto de 2020. Este dia ficará marcado na história e na memória de todos os brasileiros que vivenciaram a pandemia por coronavírus. Hoje atingimos a lastimável marca de 100 mil mortes por conta da Covid-19. E sim, as marcas redondas são sempre destacadas, embora que neste caso, de forma negativa. Nem mesmo o mais pessimista de todos, como este jornalista que vos escreve imaginou tamanha tragédia. E meu pessimismo em nada tem a ver com falta de fé ou negativismo. Mas diante da complexidade social do Brasil e da postura do presidente Jair Bolsonaro e seus asseclas, desde o registro do primeiro caso de coronavírus no país, e para qualquer pessoa com a mínima honestidade intelectual, não era preciso ser nenhum especialista para prever o pior. Bolsonaro sempre negou doença e incentivou tanto verbalmente, como com atitudes o não distanciamento social. Caminhadas por Brasília causando  aglomeração, atos populistas em lanchonetes, entradas em farmácias, participação em atos de seus apoiadores, entre outros, serviram como base para a formação de uma narrativa negacionista, sem contar nas milhões de fake news que saem das redes bolsonaristas todos os dias, redes estas, em que muitas já foram desarticuladas pelo Supremo Tribunal Federal. Por conta do negacionismo, o país ficou dividido, quando na verdade, era de Bolsonaro enquanto presidente da República, a responsabilidade de unificar a sociedade brasileira. Mas não, perolas como “é só uma gripezinha”, “eu tenho histórico de atleta” até a trágica e impiedosa declaração “e daí? Eu não sou coveiro”, dentre outras atrocidades, incentivaram a descrença na doença. Para muitos, o vírus não existe e as mortes são manipulação da “mídia comunista”.  Não quero dizer com isso que Bolsonaro é o único responsável por esta marca macabra. Não. Mas o presidente é, sim, o principal responsável. Isso porque foram dois ministros da Saúde demitidos em plena pandemia, e agora um general do Exército Brasileiro, sem qualquer entendimento de questões sanitárias, está à frente do Ministério da Saúde e, para completar a tragédia, a escolha de uma medicação (hidroxicloroquina) propagandeada por Bolsonaro como troféu ou solução divina, sem a menor eficácia contra a Covid-19. Da minha parte, se você está lendo este texto e perdeu alguém da sua família ou próximo em decorrência da Covid-19, fica aqui os minhas sinceras condolências. Dizem que todo país tem o governo que merece, mas não, não merecíamos Jair Messias Bolsonaro. Este texto não reflete a opinião do site Sudoeste Bahia.

  • 120 anos de Anísio Teixeira: um prelúdio para o futuro da educação

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    Por Mauri Oliveira

    12/07/2020 - 18:30


    Posso pedir um tempinho teu para conversarmos um pouco? Sei que os tempos estão difíceis e realmente acredito que dialogar cura.

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    - Há um processo de idas e vindas aos momentos tensos da história da humanidade. E, hoje, nos deparamos com uma época da exaustão humana nessa sociedade do espetáculo, e não sabemos precisamente em qual momento deixamos o ódio vencer a racionalidade e quantos encontraram vozes nos discursos rasos de quebra da subjetividade. Atônitos com os rumos do pensamento de um parcela do país, já prevista por Anísio Teixeira: “o conhecimento e a vida adquiriram complexidade tamanha que só uma autêntica disciplina poderá ajudá-lo a se servir da ciência, a compreender a vida em sua moderna complexidade e amplitude e dominá-la e submetê-la a uma ordem humana.” (TEIXEIRA, 1971, p.199). Assim, faz-se necessária a compreensão do esgotamento social para começarmos a trabalhar uma agenda positiva. É preciso alento de sensibilidade e sopro de esperança em tempos apáticos, nos quais a disseminação cultural da ignorância, de injustiças e generalizações, insistem em ser confortáveis na formação de conceitos e preconceitos, em um campo limitado de visões. Anísio Teixeira, apesar de não ter vivido no contexto da indústria cultural capitalista, soube apontar caminhos possíveis na construção da escola em contexto de universalização pública e gratuita, bem como sabedor do uso das mídias para estreitar o acesso à educação – coincidência, usarmos em contexto da pandemia, vivenciada mundialmente.

    Foto: Divulgação | Ascom PMC
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    Ele vislumbrou múltiplas possiblidades principalmente no uso do rádio, meio de comunicação que Teixeira conheceu e, certamente, perceberia a importância das potencialidades da educação direcional e suas capacidades cognitivas com auxílio das novas multiplataformas. Além de interligada com novas pluralidades comunicacionais, a escola precisa ser fortalecida como ambiente de vivência simultâneo de interação social, como, por exemplo, a Escola Parque de Anísio Teixeira, como construção de caminhos dentro e fora dos espaços físicos. Por fim, destaco o discurso de posse como diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, em 1952, quando Anísio Teixeira afirmou: “Não podemos fazer escolas sem professores e, muito menos, improvisá-los”. Nesse sentido, hoje, 12 de julho de 2020, é momento de parabenizar nossos professores caetiteenses por toda garra e brilho com que abraçam os ideais anisianos em seu cotidiano pedagógico. Professores que milagram-se e vibram com cada vitória de um aluno. Obrigado, professores, por, através de suas linguagens de mediação, ajudarem nossos munícipes a decodificarem a realidade, dar lucidez no filtro semiótico cultural para compreender o mundo. Obrigado por continuarem o legado do educador Anísio Teixeira, mesmo com inúmeros processos de ruptura e das inseguranças do hoje. Que a esperança faça alvorecer dentro de ti os sentidos da vida e os porquês de você ser professor (a). Agora me dá aqui um abraço virtual! Você é luz e fortaleza do nosso futuro!

    Mauri Oliveira | Jornalista e Radialista da Educadora 100, 7 FM e do portal Sudoeste Bahia, assessor de imprensa do CDS-Alto Sertão e coordenador da Pastoral da Comunicação Diocesana.

  • Estágios de recuperação de infidelidade

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    22/06/2020 - 09:39


    Cada parte vai se sentir mal por um tempo. Então, como superar um caso?

    ARTIGOS

    - Antes de examinarmos dicas sobre como se recuperar da infidelidade, é crucial entender os estágios de recuperação da infidelidade. Embora não exista um tamanho único para todas as fórmulas para estágios de cura após a infidelidade, como cada casal tem sua situação única, é aconselhável examinar os princípios generalizados dos estágios de recuperação de um caso. A fase do trauma é o estágio mais difícil quando um caso é divulgado ou descoberto. A revelação destrói sua confiança e faz você sentir que seu mundo inteiro está entrando em colapso. É aconselhável não tomar nenhuma decisão sobre o curso futuro de seu relacionamento durante essa fase de luto, pois você se sente sozinho, irritado e confuso. A fase de chegar a um acordo ou entendimento acontece quando você começa a superar sua negação inicial, raiva e confusão. Nesse estágio, você pode ter esperança no futuro, se decidir ficar juntos. Você estará disposto a entender como o caso aconteceu e o processo em que sua contribuição está no colapso do relacionamento e no caso que se seguiu. O desenvolvimento do novo estágio do relacionamento anuncia a decisão mais crucial sobre permanecer juntos como casal ou deixar ir e seguir em frente. Se você decidir reconstruir um futuro juntamente com a ajuda de uma intervenção profissional especializada, poderá encontrar maneiras de fazer o casamento funcionar com uma compreensão, flexibilidade e força novas em sua parceria conjugal. Aqui estão algumas dicas sobre como superar um caso e como se recuperar da infidelidade. 1. Chegue ao ponto de divulgação completa: Após a infidelidade, o parceiro que foi traído se sentirá completamente desamparado; eles não têm informações e se perguntam continuamente o que aconteceu. De fato, eles podem ficar obcecados com a mudança dos acontecimentos. A imaginação tende a enlouquecer quando depende apenas da especulação. Após o choque inicial das notícias, concorde em se encontrar e conversar sobre como as coisas aconteceram. Certifique-se de que ambos estão prontos, pois esta será uma conversa intensa. É hora de chegar ao ponto de divulgação completa. O parceiro traído merece saber o que aconteceu com a pessoa que o fez e os culpados precisam ter a oportunidade de esclarecer as coisas. O importante é que vocês dois sejam completamente honestos; também é importante que todos avaliem sua prontidão e solicitem uma reunião adicional posteriormente para que você possa digerir as informações ao longo do tempo. Para curar após a infidelidade, mantenha as linhas de comunicação abertas e ouça com calma. Isso é apenas uma troca de informações, não é hora de acusar. 2. Oferecer empatia um pelo outro: Obviamente, o parceiro que foi traído se sentirá traído e até menosprezado; mas o parceiro que traiu provavelmente também terá um turbilhão de sentimentos, incluindo culpa e tristeza pelos erros cometidos. E ambos os parceiros lamentarão como costumava ser o relacionamento deles. A recuperação dessa infidelidade exige que ambos os parceiros ofereçam empatia pelo outro. Também exige que cada um deles não se afunde em sua própria autopiedade. Sim, ambos se sentem terríveis com o que lhes aconteceu. Mas considere os sentimentos da outra pessoa. Quanto mais vocês dois puderem se concentrar em como a outra pessoa está se sentindo, mais fácil será se recuperar de seus próprios sentimentos perturbados. 3. Peça desculpas e assuma a responsabilidade: Obviamente, a pessoa que traiu deve se desculpar por trair de tal maneira que o outro parceiro saiba com certeza que realmente sente muito. Mas ambos os parceiros também precisam conversar e pedir desculpas pelo que levou o casamento a acabar nessa situação. Então, cada um deve aceitar as desculpas do outro - mesmo que demore algum tempo para chegar a esse ponto - para que eles possam seguir em frente. E então ambos os parceiros precisam assumir a responsabilidade por quaisquer crimes relacionados à infidelidade. 4. Decida se fica junto: Vocês ainda se amam? Esta questão é realmente o cerne de onde as coisas vão daqui. Mesmo se houver apenas um grama de amor, basta. Você pode decidir juntos seguir em frente. Obviamente, você não pode forçar o outro parceiro a ficar - você só pode controlar suas próprias decisões. Então fale sobre isso. Se vocês ficassem juntos, como seriam suas vidas? Se ficassem juntos, poderiam criar um vínculo ainda mais forte. Apenas certifique-se de ter a conversa para que vocês dois saibam para onde as coisas vão daqui. 5. Reconstrua a confiança em seu casamento: Quando você voltar à estaca zero, é hora de começar a reconstruir. Aceite que as coisas serão diferentes e mantenha o compromisso de fazê-lo funcionar. Se você deseja se recuperar da infidelidade, infelizmente, você deve começar do início novamente. Mas não olhe para isso como uma tarefa - veja como uma oportunidade. Número um, é hora de entrar em contato com uma terapeuta matrimonial. Você precisa de um terceiro para ajudar a mediar emoções e também falar sobre as questões importantes que surgirão. Reconstruir a confiança não é para os fracos de coração - forçará você a enfrentar as partes mais vulneráveis de si mesmo. Muitos homens e mulheres tem medo de confrontar os seus parceiros sobre traição, muitas vezes por medo de perder a pessoa, ou, como muitos relatam: “eu quero sair da relação, mas tenho medo de perder meu patrocínio financeiro e me sentir perdido/perdida”. Porém, se você resolver perdoar, comprometa-se a se ver através dele, de mãos dadas, e você pode se recuperar disso juntos.