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  • Por uma cidade empreendedora: dialogia e cultura colaborativa com a sociedade caetiteense

    Foto: Mauri Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Mauri Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Mauri Oliveira

    05/05/2022 - 14:26


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    - Observa-se que a dinâmica do contemporâneo tem redefinido a maneira de como se observa o município de Caetité. É preciso avaliar os reflexos da crise sanitária da COVID-19. Vê-se um momento oportuno para trazermos para nossos lugares de fala, enquanto cidadãos, a pauta do empreendedorismo. O evento da última terça-feira (03), no Recanto Recreativo com a presença do especialista em inovação e empreendedorismo Me. Cláudio Luvizzotti veio arrebatar nossa expansão da consciência. Que possamos dar vazão às iniciativas que priorizem os microempreendedores do campo e da cidade. Pensemos também, em um contexto amplo, além do aspecto econômico para a cidade. As possibilidades assertivas de desenvolvimento para o individuo, para o bairro, ou a comunidade rural, no contexto de resolução de problemas, além da geração de capital social pra si e pra vida em sociedade. 

    Foto: Mauri Oliveira | Sudoeste Bahia
    Foto: Mauri Oliveira | Sudoeste Bahia

    Compreendo que o primeiro passo seja um diagnóstico sobre o que temos, isto é, qual realidade econômica da cidade. Pensa-se numa proposta de educação empreendedora, vista a partir das potencialidades que lhes são inerentes. Visualizar um processo de transformação da prática e de aprendizados viáveis em resultados funcionais, inclusive, de modo a ser compartilhado. Um exemplo fantástico é a Feira da Agricultura Familiar, ideia replicada em outros municípios da região. Afinal, num mundo de constantes mudanças e velocidade, nós temos o vir a tona a emergência de múltiplos paradigmas: modos de fazer, de pensar. Que as palavras do Luvizzotti “a sua alma tem sede daquilo que seus olhos ainda não viram”, possam se concretizar no município. Parabéns SEBRAE, CDL, Sala do Empreendedor por organizar essa monumental oportunidade para agregar conhecimentos.

  • Comemoração da morte do ex-astrólogo Olavo de Carvalho gera discussão na internet: ‘ódio do bem’

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    27/01/2022 - 15:30


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    - Na madrugada da última segunda-feira (24) morreu o ex-astrólogo e ideólogo de extrema direita, Olavo de Carvalho, certamente por complicações de Covid-19, doença esta que ele negou e tripudiou até o fim de seus dias. Olavo foi considerado uma espécie de ‘guru’ intelectual do governo de Jair Bolsonaro, embora o ex-astrólogo tenha negado por diversas vezes a pecha. No entanto, Carvalho era figura cativa entre os bolsonarianos, que chegaram a chamá-lo de professor, sendo que o mesmo indicou dois ministros. Por conta da estreita ligação do ideólogo com a família Bolsonaro e seus acólitos, a morte do polemista foi comemorada por aqueles que são antipáticos ao bolsonarismo, o que gerou grande discussão na internet, em que os adeptos dos pensamentos olavistas denominaram o comportamento como ‘ódio do bem’. Frases de efeito como “e daí, eu não sou coveiro”, “quer que eu faça o que?”, proferidas por Bolsonaro ao se referir às vítimas da Covid-19 dominaram o Twitter. O certo é que Olavo de Carvalho, que se autodenominava filósofo, mesmo sem reconhecimento acadêmico para tal, foi uma figura totalmente repugnante e, que, em vida, disseminou por demais o mal, prejudicando muita gente. Olavo destacou-se por seu negacionismo, pela divulgação de fake news, de teorias da conspiração e por  um vocabulário chulo que era espinafrado aos quatros ventos, principalmente a quem discordava de seus pensamentos. Porém, é razoável celebrar a morte de um ser humano? A resposta reside em um limiar entre valores cristãos e éticos. Na Grécia antiga, por exemplo, havia respeito ao luto mesmo em inimigos de guerra, e tal tradição foi incorporada ao cristianismo. Todavia, do ponto de vista filosófico, o ódio é um sentimento genuinamente humano, ainda mais para um elemento que nunca foi digno de qualquer respeito. Portanto, é comum que as pessoas odeiem uma figura tão maléfica como Olavo de Carvalho, o que desdobrou na comemoração de sua morte, afinal, como bem disse o filósofo Nietzsche,  “todo ódio pra fora é uma forma de não ressentimento."

  • Aprendemos tão pouco com 2021, o que nos faz pensar que 2022 será diferente?

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    06/01/2022 - 16:00


    Do ponto de vista individual, realização se tornou sinônimo de consumo. A palavra sucesso, que em sua gênese significa fazer acontecer, adquiriu a conotação de pertencer a uma cadeia consumista

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    - Toda virada de ano traz junto consigo uma profunda reflexão. Ou pelo menos deveria trazer. É o momento em que as pessoas fazem uma espécie de balanço de seus atos, com o objetivo de melhorar aquilo que não foi satisfatório, para evoluir no ano seguinte. É claro que as lições das experiências podem ser aprendidas e, com isso, a a adoção de novas práticas em qualquer época do ano, mas, nós seres humanos, necessitamos do chamado marco zero. Não por acaso, a maioria das metas começam no início da semana, do mês ou do ano seguinte. E por falar em ano, no caso do Brasil, 2022 promete ser um ano pra lá de quente. Não quente no sentido climático, caloroso no que diz respeito aos eventos que se avizinham. É ano de Copa do Mundo e de eleições. É claro que no caso da primeira, em cada torneio, os brasileiros têm se importado menos, ou seja, a torcida pela Seleção Brasileira já não tem a mesma dedicação de outros tempos. 22 também será o terceiro ano de pandemia no país. Portanto, apesar da vacinação ter avançado significativamente, o ‘velho normal’ parece que vai ter que esperar um pouco mais. E foi justamente com este cenário pandêmico, que os mais diversos agentes sociais afirmaram que a humanidade iria passar por um grande rompimento, no sentido de ressignificação de valores. Ledo engano. Virada mesmo, só ano. O ano novo já nasce com tons do que é há de mais velho e arcaico. A homofobia ainda é prática reinante no Brasil, o racismo estrutural não para de mostrar a sua cara, e o machismo rege as relações sociais de um patriarcado caduco e falido, dentre outros arcaísmos. Do ponto de vista individual, realização se tornou sinônimo de consumo. A palavra sucesso, que em sua gênese significa fazer acontecer, adquiriu a conotação de pertencer a uma cadeia consumista. Quanto mais cara é esta cadeia, mais o consumidor é considerado uma pessoa exitosa. E as redes sociais estão aí para servir de vitrine desta farsa consumista. Em nome da guerra híbrida que nos domina, é necessário estar no ‘point’ do momento, no lugar mais badalado, rodeado de gente ‘bonita’, com a roupa que é a última tendência em Nova Iorque,  Paris ou Miami. Enfim, não aprendemos nada  e não ressignificados nada. No mais, tudo não passa de  frases demagógicas de coaches que são exibidas nos stories do Instagram.

  • Com uma pandemia ainda em curso, festa de réveillon e carnaval são manifestações histéricas da insensibilidade coletiva

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    02/12/2021 - 14:00


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    - Graças a robustez do nosso Sistema Único de Saúde (SUS), aos esforços do governador João Dória (PSDB), de uma CPI no Senado Federal, da pressão da sociedade civil organizada e da imprensa, o expediente negacionista e anticientífico no que tange à pandemia, por parte de Jair Bolsonaro et caterva, se desdobraram ao bom senso. Com isso, podemos dizer então, que mesmo com atraso, que custou a vida de milhares de pessoas, a vacinação no Brasil é um sucesso. Êxito este que é refletido nas ruas, pois mesmo com a pandemia ainda em curso, paira uma sensação de tranquilidade na população, em que boa parte já abandonou as máscaras, estão realizando encontros, o público já voltou aos estádios de futebol e demais eventos, embora este comportamento seja um tão pouco displicente. O certo é que a pandemia chegou em um estágio de fadiga, a ponto de nem mesmo uma nova variante provocar medo nas pessoas. E esta realidade vai de encontro daquilo que se chamou de “novo normal”, ou seja, todos nós sabemos do que o vírus é capaz, mas admite-se conviver com ele, criando novos hábitos e remodelando os ritos sociais. Mas não, o que prevaleceu mesmo foi a força do ‘velho normal’, pois é muito difícil para uma sociedade incorporar novos hábitos e abandonar os velhos. Um exemplo claro dessa premissa, é a histeria da insensibilidade coletiva em torno da realização das festas de réveillon e do nosso famigerado carnaval, enquanto a ameaça da Covid-19 ainda está entre nós. E não venham com essa, “ah, mas Claudia Leitte, João Gomes e Daniela Mercury já estão fazendo suas festas.” Sim, no entanto, uma coisa é um evento particular em que as pessoas assumem os riscos, com exigência de comprovante de vacina e realização de testes rápidos, outra coisa é uma decisão no âmbito da administração pública que coloca milhões de pessoas na rua, com predisposição a troca de fluídos e otras cositas más, se é que me entendem. 

  • Em sua curta, mas meteórica carreira, Marília Mendonça foi um exercício de contemporaneidade

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    06/11/2021 - 14:00


    Em sua curta passagem, Marília Dias Mendonça, de apenas 26 anos, recebeu a alcunha de “rainha da sofrência”, mas quem sofre agora é um país inteiro por sua precoce partida, pois o que vai doer mesmo é “não escutar o seu bye bye”

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    - Eu me lembro da primeira vez que escutei Marília Mendonça. E, claro, o local não podia ser outro senão o boteco. De imediato, eu fui arrebatado por aquela forte e muito potente voz feminina. Assim como milhões de brasileiros, conheci a cantora sertaneja pelo mega hit “Infiel”, que bombou nas rádios e nos serviços de streaming no já longínquo ano de 2016. Até então, para mim, seria mais uma cantora dessas que aparecem em uma estação, mas somem na outra estação seguinte. Todavia, a cada música que a menina nascida na pequena cidade de Cristianópolis, no estado de Goiás, emplacava, percebia-se que Marília Mendonça tinha uma peculiaridade que a diferenciava de seus pares do chamado sertanejo universitário — a autenticidade. — É claro que a estética era a mesma de sempre — o coração partido, as traições amorosas e as consequentes dores de cotovelo —, mas, nas músicas de Mendonça, a mulher deixava de ser a agente passiva da narrativa para assumir o papel de protagonista. Nas canções, as alegorias contemporâneas estão presentes — as mensagens trocadas com os crushes pelas redes sociais, os relacionamentos líquidos, a bebida com forma de escapismo —, mas imerso a este interlúdio de obviedades, lá estava Marília ao dizer: “Se ele não te quer, supera. De mulher para mulher, supera.” Era um toque, o toque de uma compositora que fazia questão de se aproximar de seu interlocutor, o toque que uma amiga dava para outra para superar o boy. Outro paradigma quebrado por Marília diz respeito à estética física. A voz de “Troca de Calçada” não se curvou a nenhum expediente gordofóbico, nem se rendeu ao corpo fit que é tão cultuado no Brasil. E é claro que tal atitude pode ser enxergada como um ato de resistência. A resistência de uma mulher comum em um universo majoritariamente masculino, e que ainda é permeado por machismos e objetificação do corpo feminino. Por tudo isso, em sua curta passagem, Marília Dias Mendonça, de apenas 26 anos, recebeu a alcunha de “rainha da sofrência” por cantar as dores de sua geração, mas quem sofre agora é um país inteiro por sua precoce partida, pois o que vai doer mesmo é “não escutar o seu bye bye”.

  • Reconstrução capilar: o que é e como funciona?

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    21/10/2021 - 13:59


    A reconstrução capilar ajuda na reposição temporária da queratina no fio, mas não deve ser usada em caso de problemas crônicos, como na miniaturização

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    A reconstrução capilar é uma das etapas do cronograma capilar juntamente com a hidratação e a nutrição. Conforme se intensifica o uso de químicos nos cabelos, como progressivas, descoloração e tingimento, mais a reconstrução capilar torna-se uma alternativa para tratamento dos danos à haste. O que é e para que serve a reconstrução capilar? A reconstrução capilar é a etapa do cronograma capilar indicada para fios muito danificados em decorrência da exposição a tratamentos químicos regulares. Normalmente, esse tratamento é recomendado quando há perda do diâmetro do fio em decorrência da perda de massa no cabelo, o que pode ocorrer devido aos procedimentos capilares ou mesmo uso excessivo de equipamentos de calor. Desta forma, a proposta da reconstrução capilar é aumentar a massa do fio por meio da reposição de queratina, razão pela qual esse tratamento é feito, geralmente, em salões de beleza e não em casa.

    O principal procedimento indicado na reconstrução capilar é a cauterização, que consiste na aplicação de um produto rico em queratina no fio e selagem com chapinha e secador. Um estudo indicou que a cauterização capilar pode aumentar o diâmetro do fio em até 49% no caso de cabelos danificados e quimicamente tratados. Apesar disso, é importante ter consciência que a cauterização promove um tipo de remendo de queratina no cabelo, o que não indica que o fio será permanentemente maior ou mais saudável. De fato, em alguns casos a cauterização pode ser prejudicial aos cabelos, uma vez que também consiste em um tratamento químico nos fios, demandando avaliação específica caso a caso. Também é preciso assegurar-se quanto à confiabilidade do profissional e dos produtos usados na cauterização, uma vez que a má execução da técnica pode resultar em rigidez dos fios, tornando-os mais predispostos à quebra. Como deixar o cabelo mais saudável? Apesar do estudo indicar que a reconstrução capilar por meio da cauterização pode aumentar a massa do fio, é preciso compreender como funciona a saúde capilar. Os produtos tópicos, como shampoos, condicionadores, máscaras, óleos, leave-in e outros ajudam no tratamento externo dos fios, como fazendo a remoção de excesso de óleos, fechando as cutículas da haste do cabelo e ajudando na hidratação devido à retenção de água. Dessa forma, esses produtos contribuem principalmente na estética do fio, deixando-o com aspecto limpo, sedoso, macio, maleável e etc. Apesar desses cuidados influenciarem a saúde capilar, como por meio da higienização dos fios que, quando insuficiente pode resultar em dermatite, há limitações. Os produtos tópicos não conseguem interferir na saúde interna do fio, ou seja, no córtex da haste capilar, como proporcionando nutrição ou reposição definitiva de queratina ao fio. A saúde capilar depende, primordialmente, da disponibilidade de nutrientes no organismo, o que é obtido por meio da alimentação ou suplementação. Quando a dieta é pobre em nutrientes, o crescimento do cabelo, que é um processo secundário do organismo, será prejudicado para que funções vitais sejam mantidas. Dessa forma, a principal forma de manter a saúde dos cabelos é por meio de uma alimentação balanceada e nutritiva, com disponibilidade adequada de nutrientes presentes em opções como vegetais, hortaliças, legumes, frutas, grãos, sementes e outros. Os cuidados com a higienização e tratamentos do cabelo também são importantes, mas devem ser acompanhados de uma alimentação saudável. Especialmente pessoas que fazem tratamentos químicos, como alisamento, relaxamento ou tintura devem investir em hidratações periódicas, pois os fios tendem a ficar mais ressecados. Quando buscar ajuda especializada? A reconstrução capilar pode ser indicada para alguns casos nos quais há perda de massa da haste do cabelo em decorrência dos procedimentos químicos. No entanto, esse quadro não deve ser confundido com a miniaturização dos cabelos, que consiste em um processo crônico de afinamento da haste capilar em decorrência da atrofia dos folículos pilosos. A miniaturização dos fios é um dos indícios da alopecia androgenética ou alopecia de padrão feminino. Conforme o quadro de afinamento avança, o folículo piloso fica mais atrofiado até que para definitivamente de produzir novos fios, causando a calvície. A reconstrução capilar por meio de tratamentos como a cauterização não é efetiva no tratamento da miniaturização dos fios, que envolve abordagem terapêutica combinada com medicamentos tópicos e de via oral. Dessa forma, é importante distinguir o afinamento do cabelo causado pelo excesso de danos aos fios ou procedimentos químicos frequentes com a miniaturização, que é crônica e de origem genética e hormonal. Nos homens a miniaturização concentra-se especialmente na área das entradas e topo da cabeça, enquanto nas mulheres é mais difusa no couro cabeludo, sendo mais comum após a menopausa. De modo geral, há uma área da saúde para isso, com um médico especialista em cabelos que contribui na investigação clínica e no diagnóstico acertado dessas condições, melhorando as chances de sucesso do tratamento.

     

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  • Erros comuns de edição de vídeo e como evitá-los

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    Por Adiel Silva Mendes

    25/08/2021 - 16:05


    Salve os seus vídeos evitando os erros com soluções simples.

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    - Quando se trata de edição de vídeo nem todos os processos são simples, ainda assim, depois de algum tempo de dedicação é possível aprender a editar um vídeo com algum padrão de qualidade minimamente aceitável.

    No entanto, é relativamente comum que alguns erros básicos de edição de vídeo ocorram, principalmente para quem está nos estágios iniciais e se aventurando na criação de conteúdo audiovisual.

    Para te auxiliar neste processo, listamos os erros mais comuns de edição de vídeo, com uma solução de como evitá-los, confira a seleção e as dicas abaixo:

    Uso de conteúdo com direitos autorais - A lei que restringe o uso de conteúdo de terceiros muda conforme o país, porém, no Brasil, a lei dos direitos autorais é extremamente rígida, e muito atuante, principalmente nas redes sociais e plataformas de streaming.

    A solução neste caso, é utilizar conteúdo de terceiro que seja livre de direitos autorais e para uso irrestrito, já que muitos são liberados condicionando o seu uso a algumas regras, como, por exemplo, a não monetização ou obtenção de lucros com a peça divulgada.

    Quando isso ocorre, a melhor alternativa é contar com os serviços da InVideo, que é um editor de vídeo que possui uma extensa base de banco de dados com músicas, imagens, fotografias, efeitos sonoros, transições e templates de vídeo livres de direitos autorais.

    Falta de planejamento durante a edição - Quando se trata de edição de vídeo, a principal questão é adicionar cortes e transições em uma timeline de maneira organizada. Ou seja, a premissa do serviço requer organização, no entanto, muitos editores iniciam os trabalhos sem planejamento algum.

    A melhor alternativa para se criar um planejamento para a edição de vídeo é pensar em um modelo que você deseja seguir, por exemplo, para peças de videoclipe, onde o som é parte relevante, inicie o processo pela escolha da música, então pense nas transições e insira os recortes.

    O mesmo vale para as demais temáticas de edição, caso seja um conteúdo autoral apresentado, os trabalhos devem ser iniciados no roteiro, após elaborados todos os passos, é possível gravar e se basear na primeira etapa para montar a edição.

    Utilizar transições e efeitos em demasia - Nem sempre o trabalho do editor se trata de criar um vídeo totalmente rebuscado e trabalhado em efeitos e edições, se assemelhando a um clipe psicodélico. Geralmente, o esperado é uma peça de vídeo fluida e algo próximo a uma apresentação natural.

    Neste caso, a solução é ponderar a mão na hora de adicionar os efeitos e as transições, optando por deixar o assunto fluido, nem rápido demais e tão pouco lento, sempre pensando em algo que seja agradável de assistir.

    Uma boa alternativa é buscar por influências e inspirações em edições semelhantes de peças que são consideradas um sucesso, garantindo uma base para seguir e não perder a mão na hora de adicionar as transições e efeitos.

    Controlando esses três erros comuns na edição de vídeo, você deve assegurar um trabalho melhor, mais rápido, com oportunidades maiores de aprovação e que não tenha que ser alterado no futuro.

  • Rayssa Leal, a fada skatista de 13 anos que uniu o país

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    29/07/2021 - 11:00


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    - Em um ano marcado pela tragédia da Covid-19 no Brasil, em que mais de 550 mil brasileiros já foram mortos pela doença, desemprego recorde, a fome que voltou a assolar milhões de lares brasileiros, a fila do osso em Cuiabá, e um presidente imbecil, despreparado e burro, em que um dia do seu desastroso mandato parece durar um ano, a skatista maranhense Rayssa Leal, a “Fadinha”, conseguiu um feito que vai além de sua medalha de prata: Rayssa não só fez bonito com seu skate na pista de Tóquio, mas conseguiu unificar o país em torno de sua peripécia esportiva. Ao ver o sorriso metálico da menina de 13 anos, que se tornou a atleta mais jovem da história do Brasil a ganhar uma medalha olímpica, todos os brasileiros devem ter se questionado: Como o país que tem Rayssa Leal pode estar dando tão errado? O fato é que a Fadinha foi uma dose de esperança para um país machucado, um país em que a ignorância, a falta de empatia, o preconceito, a burrice, a descrença na ciência, a caretice, passaram não só a serem praticados diariamente, por uma gentalha que ninguém sabe de onde saiu, mas a serem exibidos com orgulho. E a pequena maranhense mostrou que o Brasil não é o dessa gente. Após voar do Japão para terras brasileiras, a Fadinha logo tratou de avisar que não queria qualquer tipo de comemoração, que ainda não era o momento dado o cenário pandêmico, e ainda pediu às pessoas que fossem se vacinar. Um verdadeiro tapa na cara dos negacionistas. Por tudo isso, obrigado Rayssa! Obrigado por representar de forma honrosa as cores nacionais em um esporte que recebe apoio mínimo, que ainda é marginalizado, mas obrigado, acima de tudo, por fazer toda uma nação se sentir humana novamente.

    Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.

  • É melhor investir com banco tradicional ou corretora?

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    21/07/2021 - 09:30


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    - Até alguns anos atrás, os bancos eram tidos por muitas pessoas como a única possibilidade para investir. Entretanto, assim como ocorreu em uma série de setores da sociedade, a tecnologia permitiu que corretoras de valores e fintechs sofisticassem seus serviços a ponto de hoje se apresentarem quase como sinônimos de aplicações financeiras. Ainda assim, muitos questionam se é melhor investir com banco tradicional ou corretora. A resposta está na análise do que cada um pode oferecer. Vantagens de investir com bancos - Por se tratar de instituições tradicionais na vida do brasileiro, os bancos certamente oferecem sensação de tranquilidade em relação ao uso do dinheiro do cliente. Isso tem a ver com questões como o hábito de ir até a agência e conhecer a marca da instituição, principalmente quando se trata de um banco grande. Além disso, em termos de comodidade, os serviços bancários podem ser atrativos, já que é comum que os gerentes ofereçam soluções para simplificar a vida do investidor, que em muitos casos, sequer exigem acompanhamento mais detalhado dos ativos, seja na sua escolha, seja no seu rendimento. Vantagens de investir com corretoras. Justamente por conta da facilidade que o cliente tem de investir por meio dos bancos é que as corretoras precisam sofisticar seus serviços, na oferta de soluções diferenciadas. É por isso que geralmente elas oferecem maior diversidade de produtos financeiros, com ativos originados em diferentes instituições. Isso quer dizer que se o cliente estiver em busca de diferenciais em termos de rentabilidade, segurança e liquidez, a tendência é que ele encontre nas corretoras e não nos bancos. Além disso, as corretoras têm se destacado por conta do uso da tecnologia na oferta de aplicativos e plataformas mais robustas, além das taxas cobradas. Nos últimos anos, elas revolucionaram o mercado com a isenção das taxas de Tesouro Direto, o que obrigou os bancos a também oferecerem essa isenção para não perderem clientes. Poréns em cada uma das soluções - O principal problema dos bancos tende a ser o conflito de interesses. Em geral, os gerentes precisam se preocupar tanto com os interesses do banco quanto do cliente, o que justifica a oferta de produtos pouco atraentes como os títulos de capitalização, por exemplo. Na tentativa de cumprir metas internas, as instituições tradicionais podem indicar ativos nem tão vantajosos. Por outro lado, uma deficiência que o investidor pode encontrar em algumas corretoras é ter que transferir o dinheiro da conta bancária para a conta da corretora sempre que quiser fazer uma aplicação. Dependendo da instituição onde ele tem o seu cadastro e da regularidade com que faz as aplicações, acaba sendo possível ter prejuízo, já que muitos bancos cobram valores elevados para fazer esse tipo de operação. Qual opção escolher - O mais indicado é o investidor assumir o controle da sua vida financeira. Assim, ele mesmo passa a ser o responsável pela escolha dos ativos mais propícios para os seus interesses, considerando elementos como seu perfil pessoal e o potencial de cada aplicação. Nessa lógica, as corretoras costumam ser mais interessantes do que os bancos, pois elas permitem essa maior autonomia aliada a uma oferta mais diversificada de ativos financeiros, principalmente em renda variável. Por outro lado, os bancos podem ser alternativas interessantes para quem não pretende se envolver com o universo dos investimentos, mas quer resultados financeiros melhores no longo prazo. Nesse caso, a opção de confiar essa tarefa ao gerente pode ser considerada, muito embora a tendência é de que no longo prazo esses resultados sejam inferiores aos de investidores que optaram por outro caminho. O que analisar antes de investir - No geral, as corretoras costumam trazer melhores possibilidades, desde que o aplicador saiba qual é o seu perfil e trabalhe com estratégias. Isso pode ser identificado a partir de uma análise que que define os perfis dos investidores como conversadores, moderados e arrojados. Existem ativos indicados para cada tipo de perfil, ou seja, entendendo qual é o perfil, o investidor pode olhar para aquilo que o mercado oferece e escolher onde investir seu dinheiro. Caso ele seja de perfil arrojado, por exemplo, soluções como o mercado de ações, em especial, práticas como o day trade ou os fundos de investimentos costumam ser recomendadas. Já para o conservador, soluções de investimento em renda fixa como o Tesouro Direto e os CDBs acabam fazendo mais sentido, uma vez que elas permitem a formação de uma reserva de emergência útil para os primeiros passos na construção de uma estratégia financeira.

  • O que pode levar a um mal súbito?

    Por Andréia Vitório

    19/07/2021 - 10:29


    Em 90% dos casos, a arritmia cardíaca é a responsável pelo mal súbito, que pode acometer pessoas de qualquer idade

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    - Mal súbito é caracterizado por uma perda súbita da consciência, geralmente seguida de acometimento das funções vitais e consequente parada cardiorrespiratória. No Brasil, o mal súbito é a causa de em torno de 320 mil óbitos por ano. Mas, afinal, o que pode levar uma pessoa a um mal súbito? De acordo com o Dr. Mozart Cardoso Filho, cardiologista da Diagnoson a+, do Grupo Fleury, existem diversas condições que predispõe a incidência desse quadro. “Desde um simples distúrbio hidroeletrolítico, como uma desidratação, até casos mais graves, como infarto agudo do miocárdio, picos elevados da pressão arterial ou acidente vascular cerebral. Porém as pessoas aparentemente saudáveis também estão incluídas neste grupo”, como no caso de alguns atletas que recentemente apresentaram esse episódio, explica o especialista. Ainda, segundo o Dr. Mozart, sintomas como palpitação, dor torácica, falta de ar, palidez, tontura ou dor de cabeça são os mais comuns, porém muitas vezes o paciente não consegue se manifestar sobre os sintomas, evoluindo instantaneamente com perda da consciência. A maioria das ocorrências são fora do ambiente hospitalar, sendo necessário atendimento rápido para que seja evitada a morte definitiva ou sequelas decorrentes da parada cardíaca. Havendo uma alta incidência entre a população mais idosa, 86% das vezes o mal súbito ocorre dentro dos lares das vítimas e 14% ocorrem em locais públicos de grande concentração de pessoas, como em shoppings, aeroportos, aeronaves e estádios de futebol. Além de fazer contato com o serviço de emergência (SAMU), as medidas de socorro prestadas à vítima devem ser feitas, de preferência, por uma pessoa bem treinada que poderá avaliar as vias aéreas, a respiração, a circulação e o nível de consciência do paciente. Se necessário, deve-se utilizar as manobras de ressuscitação cardiorrespiratória, até que o SAMU chegue ao local da ocorrência. Quando disponível, o uso de um desfibrilador externo automático (DEA) poderá identificar o ritmo cardíaco e realizar automaticamente um choque elétrico no coração, revertendo uma arritmia ou parada cardíaca. “Por isso a importância de cada vez mais termos pessoas leigas bem informadas e treinadas para um suporte básico de vida, que poderão salvar muitas vidas até que um serviço de atendimento médico de urgência (SAMU) chegue para atender a vítima”, comenta o médico. Os portadores de doenças cardiovasculares, neurológicas, diabetes, obesidade mórbida, tabagistas, usuários de drogas e pacientes com história familiar de morte súbita estão dentro do grupo de risco das pessoas que podem sofrer um mal súbito. Como medida de prevenção, as pessoas enquadradas no grupo de risco devem fazer um check-up anual orientado por um médico clínico ou cardiologista, quando serão realizados exames simples como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste de esforço, exames de sangue de rotina e específicos de acordo com o perfil de cada pessoa. “Em 90% dos casos, a arritmia cardíaca é responsável pelo mal súbito que pode acometer pessoas de qualquer idade”, conclui Dr. Mozart.

  • Ao som da ultima trombeta

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    Por José Roberto

    12/07/2021 - 21:25


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    - Vendo hoje a foto do prefeito de Guanambi com o presidente em Brasília, me lembrei da frase histórica de Prisco Viana: “Vamos nos unir aos bons!” E cá com meus botões confabulei que a representação de Guanambi foi a Brasília fazer exatamente o contrário. No pior momento da República, com o presidente acuado por denuncias de negligência e peculato, nos episódios que envolvem o seu Ministério da Saúde; com uma CPI no seu calcanhar; desgastado e repudiado no mundo inteiro, sob acusações de genocídio por não comprar há tempo as vacinas que poderiam ter salvo boa parte dos mais de 530 mil óbitos da pandemia. Bem, o presidente, que em Brasília só fala para o “gado” (nome dado aos seguidores que o chamam de Mito, que o esperam todas as manhãs no “cercadinho”- nome dado ao gradio montado em frente ao Palácio da Alvorada), hoje recebeu a delegação ilustre de Guanambi; imagino que devam ter ido levar apoio político ou uma palavra de conforto ao presidente nesse momento que seu governo agoniza. Mas não estranhem, apesar de ter negado durante a última campanha, o prefeito é bolsonarista, e como dizia o pensador Waan Oliver, “os iguais se reconhecem e se atraem”, por isso não tomem essa vergonha para si.

  • 500 mil mortes de um pesadelo que ainda está longe do fim

    Foto: Reprodução  Foto: Reprodução
    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    21/06/2021 - 07:50


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    - 500 mil mortes. 500 mil amores, 500 mil pais, 500 mil mães, 500 mil filhos, 500 mil irmãos, 500 mil amigas, 500 mil amigos, 500 mil sonhos, 500 mil corações. Nenhum termo linguístico é capaz de significar a dor dessa tragédia. Sorrir nesses dias está muito difícil. É muito difícil fingir que nada está acontecendo. Claro que eu estou falando de pessoas dotadas de sensibilidade e empatia, não destas que insistem em viver em seus mundinhos insignificantes. E sim! Estávamos errados. A pandemia não vai ensinar nada a essa gente. Essa gente mesquinha, ou como bem disse Cazuza, “essa gente careta e covarde”, que insiste em continuar aglomerando, em andar sem máscara, na festinha clandestina, no sítio do amigo, no churrasquinho na laje, enfim, são todos farinha do mesmo do saco, pois até o vírus evolui, mas esse povo não. É claro que todos nós temos a nossa parcela de culpa nessa marca macabra, pois vivemos em sociedade, e assim como todas as conquistas devem ser compartilhadas, as tragédias também devem ser divididas. Mas algumas pessoas têm mais responsabilidade do que outras, dado o poder de decisão que possuem. A Covid-19 no Brasil é fruto de uma gestão negacionista, que apostou em curas e tratamentos milagrosos, de um presidente que aglomera e incentiva que seu povo faça o mesmo. À medida que a CPI da Covid avança e joga luz sobre a realidade dos fatos, através de documentos e depoimentos, fica claro e cristalino que tudo poderia ter sido diferente. Diferente se a presidência da República respondesse aos e-mails da Pfizer, se houvesse empenho para aquisição de vacinas, se houvesse um discurso único que mobilizasse toda a nação e não somente os seus acólitos, se houvesse quadros competentes para gerenciar a crise e  não meia dúzia de incapazes  com repertório intelectual menor do que de um aluno do ensino fundamental ao não saberem a diferença entre vírus e protozoário. O pior que este pesadelo ainda está longe de acabar, mas a estes signatários da catástrofe, a história não os absolverá, não por vingança, mas por Justiça, pois o principal responsável por este morticínio tem nome e sobrenome: Jair Messias Bolsonaro. 

    Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia. 

  • Ricardinho Ribeiro: 100 dias de continuidade de uma gestão sem marca e sem legado para a sociedade livramentense

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    10/04/2021 - 10:00


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    - Hoje (10) completam-se 100 dias do segundo mandato de Ricardinho Ribeiro (Rede), à frente da Prefeitura de Livramento. É uma prática comum entre os historiadores e jornalistas registrar um personagem político conforme sua marca de atuação, no caso de um ocupante do Executivo, a sua marca ou legado de gestão. No entanto, quando se trata de Livramento de Nossa Senhora, a sensação de vazio ou inércia é latente. É muito difícil para um livramentense apontar qualquer marca de trabalho, quando se trata da gestão Ribeiro, que completa neste 10 de abril, 4 anos e 100 dias. Entre seus apoiadores, até tentaram colocar nele o epíteto de prefeito obreiro, dado um programa de reformas e reparos, destes feitos às vésperas de eleições, em que Ricardinho fazia uso de uma já manjada peça de marketing, em que aparecia na obra, e sempre finalizava seu discurso de improviso, dada a dificuldade que o gestor possui com a oratória, com o seguinte bordão: “E o trabalho não para!” Só não era mais canhestra a cena, porque Ricardinho não fazia uso do famigerado capacete branco. Por conta deste pacote de reparos, um de seus seguidores e empregado na gestão municipal de Livramento, com relativo conhecimento de história, chegou a dizer que Ricardinho era o “Juscelino do sertão”, fazendo uma alusão ao presidente Juscelino kubitschek, aquele dos 50 anos em 5, que foi responsável, dentre outros feitos, pela construção de Brasília. Porém, seria mais assertivo, compará-lo com Odorico Paraguaçu, icônico personagem de Dias Gomes, pois Ricardinho não só viabilizou nada para que possa ser lembrado, como também não preservou, em grande parte, o  legado de seus antecessores, como os postos de saúde, por exemplo. No entanto, no momento em que o fruticultor completa 100 dias de sua segunda gestão, áudios vazados por ex-funcionário da prefeitura, apontam para um possível esquema de “laranjas”, em que Ricardinho e seu filho, Aécio Ribeiro, seriam beneficiados e, vereadores da oposição, já protocolaram um pedido de abertura de Comissão Especial de Inquérito (CEI), equivalente a uma CPI — Comissão Parlamentar de Inquérito —. E existe grande possibilidade que a CEI seja aberta, já que o requerimento conta com cinco assinaturas, mais do que a terça parte necessária, visto que o Legislativo livramentense possui 13 edis. Por isso, parafraseando Odorico Paraguaçu, Ricardinho pode entrar para os "anais e menstruais" da história política de Livramento como sendo o primeiro prefeito investigado por uma CPI. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

    Este artigo não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.

  • Como conseguir um advogado gratuito

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    02/04/2021 - 22:29


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    - O direito de ter um advogado gratuito, de conseguir assistência judiciária integral e gratuita, está prevista no inciso LXXIV do Artigo 5º da Constituição Federal de 1988 e no art. 98 do Código de processo civil. Sabemos que muitas pessoas perdem seus direitos porque não podem pagar um advogado para fazer suas demandas. Apesar de existir várias maneiras de conseguir um advogado sem pagar por ele, muitas pessoas não tem conhecimento disso, confira quais são as possibilidades: Defensoria Pública: A instituição responsável por prestar assistência jurídica integral e gratuita às pessoas que não podem pagar pelos serviços é a Defensoria Pública. Isso significa muito mais do que assistência jurídica, pois inclui também a defesa, em todas as esferas, dos direitos das pessoas carentes. Para que você consiga ser assistido por um defensor público, é necessário comprovar uma baixa renda familiar, é necessário ficar claro que a renda não é suficiente para contratar um advogado, sem prejuízo do sustento da família. A comprovação de renda será exigida antes do início das atividades. Ainda, deve-se explicar que a Defensoria estadual, não desenvolve atividades relacionadas a questões trabalhistas ou previdenciárias. Nestes casos, o ideal é entrar em contato com a Defensoria Pública da União ou com uma associação de categoria. Assim, o interessado encontrará apoio judiciário. As principais atividades que os advogados da Defensoria Pública desempenham são: Ação de divórcio; Ações relacionadas a pensão alimentícia, ação de alimentos, revisão de alimentos para aumentar ou diminuir a pensão, exoneração de alimentos, cobrança de pensão atrasada; Ações relacionadas a guarda da criança; Aplicação da Lei Maria da Penha; Ações relacionadas a infância cível e criminal; Ações criminais; Mandados de segurança para conseguir medicamentos e tratamentos médicos; Liberação condicional e compensação por danos; Pedidos de adoção ou custódia. Núcleo de Prática Jurídica nas Universidades de Direito: Outra forma de conseguir um advogado sem pagar pelo serviço é em uma universidade de Direito na sua cidade. Antes de se dirigir ao local, no entanto, é aconselhável entrar em contato com a instituição de ensino por telefone para saber os dias e horários de trabalho, os documentos necessários para trazer e se estão envolvidos em assuntos como o seu. Isso porque, algumas universidades disponibilizam atendimento em todas as áreas do direito ou apenas em setores específicos. Você encontrará núcleos que tratam apenas de processos relacionados ao direito do consumidor. Ou, também podem encontrar um advogado especializado em casos familiares, onde conseguem resolver, por exemplo, questões de pensão. Dessa forma, confira se ela realmente atende às suas necessidades. No local, os alunos que estão mais avançados no curso irão auxiliá-lo na supervisão de professores que são advogados e, após analisar o cabimento do processo, você poderá ajuizar a ação que deseja sem pagar nada por consultas e futuras petições. Para receber esse tipo de ajuda, costuma-se avaliar a renda mensal e o fato de morar em uma região próxima à universidade. Advogado gratuito pela OAB: Em algumas cidades a OAB, através de convênio, realiza o papel da defensoria, além disso a OAB aprovou a possibilidade da atuação de advogados privados de forma gratuita, o chamado atendimento "pro bono", assim, o advogado que estiver disposto a fazer tal ação será contactado pela OAB quando do surgimento de um cliente que se encaixe nas exigências necessárias para tal atendimento. Importante destacar que tais advogados estão proibidos de atenderem de maneira gratuita apenas dois tipos de causas, aquelas que envolvam partidos políticos ou eleitorais. Se seu litígio não trata desses assuntos, você deve dirigir-se à OAB mais próxima para comprovar renda e situação financeira. Para isso, alguns documentos vão ajudar. São eles: Carteira de trabalho; Comprovante de pagamentos (contracheques); Dados da conta bancária; Confirmação de endereço; Documento de identificação (CPF e RG).

  • Por que o meu negócio não dá certo? Veja como se destacar online

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    09/03/2021 - 23:10


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    - O modo de vender mudou e hoje a internet é o principal canal utilizado por empresas e empreendedores. No entanto, muita gente ainda comete erros que podem ser evitados, antes de se tornarem um problema para os negócios. Os erros, sobretudo no início, são mais comuns do que parecem. Você sabia que apenas 40% das empresas baianas continuam funcionando após cinco anos, de acordo com o IBGE? Isso acontece por alguns fatores que você verá ao longo deste artigo. Agora, mais do que nunca, é preciso evitá-los, uma vez que a pandemia é um momento desafiador para muita gente, já que o comércio poderá ser fechado por medidas restritivas. É importante estar ainda mais preparado para os novos tempos. Neste artigo, você vai conhecer quais são as principais falhas na hora de começar o seu próprio negócio e como se prevenir. Confira: 1. Não saber o que os clientes querem - Em geral, sabe-se quais são as vantagens e os motivos que levam alguém a empreender, incluindo a flexibilidade ou a possibilidade de estabelecer as próprias regras. Mas, antes de começar o seu próprio negócio, é fundamental conhecer muito bem o seu mercado de atuação e sobretudo oferecer aquilo que o seu cliente precisa, ou até mesmo, superar as expectativas. Por isso, estude muito bem antes de começar e busque oferecer o melhor, dentro das suas possibilidades e, aos poucos, expandir a sua atuação. Lembre-se que ter um negócio não é somente vender e que mesmo com muita motivação é necessário ter conhecimento técnico, sobretudo antes de investir. Mas como vou saber se os clientes querem comprar o que eu tenho para oferecer? A resposta é simples: pense se o seu produto está, de fato, solucionando o problema de alguém. 2. Não utilizar o Marketing Digital - O Marketing Digital consiste em um conjunto de ferramentas que permitem que você venda o seu produto de maneira efetiva, de acordo com a sua estratégia. Atualmente, essa área cresceu muito e hoje oferece uma gama de possibilidades. No entanto, ainda que pareça muita coisa para aprender, é fundamental que você busque saber mais sobre ele. Uma boa maneira é conversar com a 2T-Digital, agência de marketing digital que pode ajudar você com algumas áreas específicas, como por exemplo a criação de conteúdo e estratégias. 3. Não se posicionar no Google - O Google hoje é o buscador mais utilizado no mundo todo. Sendo assim, se você vende algo é fundamental estar nele para que você seja encontrado por futuros clientes. Mas como é possível se posicionar no Google? Por meio da sua presença online, que inclui desde o seu site, até o SEO, o conjunto de boas práticas para criar conteúdo. 4. Não saber como atrair o cliente - Sonhar, investir e ter boas intenções é fundamental, mas conhecer técnicas certas ou desenvolver as suas é crucial para o sucesso. Os clientes refletem o seu negócio. Tão importante quanto manter os antigos, é prospectar novos clientes. No entanto, se você não está conseguindo atrair novos clientes, talvez seja importante repensar as suas estratégias e sobretudo a maneira com que você se comunica. 5. Não ter um bom processo de venda - Um grande problema que pode levar ao fracasso é a falta de clareza nos processos, principalmente se tratando das vendas. Por isso, pense e repense sobre o processo de vendas do seu negócio e busque atualizá-lo sempre para que seja o mais transparente possível. 6. Não ter clareza sobre os números - Esse é um erro muito comum. Ainda que você não tenha familiaridade com os números, é muito importante que, ao se tratar do seu negócio ou das suas finanças, você tenha total controle. Sem isso, é muito difícil garantir que tudo está, de fato, correndo bem. Por isso, não tenha medo de mensurar os dados e sempre seja muito honesto consigo mesmo ao fazer isso. Como evitar esses erros? O primeiro passo é ter conhecimento sobre eles para que você não seja pego de surpresa no meio do caminho! Antes de finalizar, veja o que você deve fazer para garantir o sucesso do seu negócio: Tenha um bom planejamento - O planejamento é fundamental para o crescimento e estabilidade de um negócio. Sendo assim, defina quais são os seus objetivos a médio, curto e longo prazo. A partir disso, tenha sempre uma reserva de emergência para evitar problemas financeiros que podem surgir no caminho. Invista em conhecimento - Esteja sempre se atualizando por meio de cursos, livros e network. Se mostre aberto para aprender e evoluir. Além disso, busque investir em boas parcerias, sobretudo com profissionais que trabalham no mesmo setor que você.

  • Março das Mulheres | Conheça a verdadeira história do 8 de março

    Foto: Arte | Wilcker Morais Foto: Arte | Wilcker Morais
    Por Lu Sudré

    08/03/2021 - 14:30


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    - Todos os anos, divulga-se a história de que o Dia Internacional da Mulher surgiu em homenagem a 129 operárias estadunidenses de uma fábrica têxtil que morreram carbonizadas, vítimas de um incêndio intencional no dia 8 de março de 1957, em Nova York. Segundo a versão que circula no senso comum, o crime teria ocorrido em retaliação a uma série de greves e levantes das trabalhadoras. Embora essa seja a narrativa mais conhecida, quando se fala sobre a origem da data comemorativa, ela não é verdadeira. O primeiro registro remete a 1910. Durante a II Conferência Internacional das Mulheres em Copenhague, na Dinamarca, Clara Zetkin, feminista marxista alemã, propôs que as trabalhadoras de todos os países organizassem um dia especial das mulheres, cujo primeiro objetivo seria promover o direito ao voto feminino. A reivindicação também inflamava feministas de outros países, como Estados Unidos e Reino Unido. No ano seguinte, em 25 de março, ocorreu um incêndio na fábrica Triangle Shirtwaist, em Nova York, que matou 146 trabalhadores -- incluindo 125 mulheres, em sua maioria mulheres imigrantes judias e italianas, entre 13 e 23 anos. A tragédia fez com que a luta das mulheres operárias estadunidenses, coordenada pelo histórico sindicato International Ladies' Garment Workers' Union (em português, União Internacional de Mulheres da Indústria Têxtil), crescesse ainda mais, em defesa de condições dignas de trabalho. As russas soviéticas também tiveram um papel central no estabelecimento do 8 de março como data comemorativa e de lutas. Por “Pão e paz”, no dia 8 de março de 1917, no calendário ocidental, e 23 de fevereiro no calendário russo, mulheres tecelãs e mulheres familiares de soldados do exército tomaram as ruas de Petrogrado (hoje São Petersburgo). De fábrica em fábrica, elas convocaram o operariado russo contra a monarquia e pelo fim da participação da Rússia na I Guerra Mundial.

    Foto: Reprodução
    Foto: Reprodução

    A Revolução das Trabalhadoras 

    A revolta se estendeu por vários dias, assumindo gradativamente um caráter de greve geral e de luta política. Ao final, eliminou-se a autocracia russa e possibilitou-se a chegada dos bolcheviques ao poder. A atuação de mulheres russas revolucionárias como Aleksandra Kollontai, Nadiéjda Krúpskaia, Inessa Armand, Anna Kalmánovitch, Maria Pokróvskaia, Olga Chapír e Elena Kuvchínskaia, é considerada imprescindível para o início da revolução.“A história real do 8 de março é totalmente marcada pela história da luta socialista das mulheres, que não desvincula a batalha pelos direitos mais elementares -- que, naquele momento, era o voto feminino -- da batalha contra o patriarcado e o sistema capitalista”, ressalta a historiadora Diana Assunção, integrante do coletivo feminista Pão e Rosas. A pesquisadora explica que houve uma articulação histórica para esvaziar o conteúdo político do 8 de março, transformá-lo em “uma data simbólica inofensiva” e em um nicho de mercado, apagando sua origem operária. “No dia da mulher, compram-se flores e presentes para as mulheres. Tentam esconder o conteúdo subversivo do significado desse dia, que é questionar o patriarcado. Tentam esconder que a luta das mulheres sempre esteve vinculada à luta socialista, perigosa para o status quo”, acrescenta Assunção. Em 1921, na Conferência Internacional das Mulheres Comunistas, o dia 8 de março foi aceito como dia oficial de lutas, em referência aos acontecimentos de 1917. A data foi reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975. 

    Retornar às origens

    A cada 8 de março, as mulheres trazem à tona questionamentos sobre a hipocrisia em torno das homenagens que recebem apenas nessa data. Em todos os dias do ano, o gênero feminino é o principal alvo da violência e da desigualdade. Em resposta, trabalhadoras em todo o mundo se organizam cada vez mais pela defesa de seus direitos. Em 2017 e 2018, elas organizaram uma greve internacional com adesão de 40 países, com o lema “Se nossas vidas não importam, que produzam sem nós”.  Assunção comemora o “resgate de um método de luta da classe operária de enfrentamento aos patrões e aos capitalistas”. "O que estamos vendo é justamente que a revolta e a luta de classes têm rosto de mulher a nível internacional, com a luta a que estamos assistindo nos últimos anos, com essa verdadeira primavera feminista no mundo inteiro, com enormes marchas. Mas, agora, com uma cara cada vez mais operária", ressalta. "As mulheres são metade da classe operária, e as mulheres negras estão mostrando que são linha de frente em vários processos de luta". A historiadora avalia que é importante resgatar a verdadeira origem do Dia Internacional da Mulher, pois, segundo ela, foram as proletárias que avançaram efetivamente em medidas concretas para atacar os pilares que sustentam a opressão às mulheres. “Mais do que nunca, precisamos da organização dos trabalhadores com as mulheres à frente, mostrando que são vanguarda, inclusive da classe operária. Enfim, sacudindo os movimentos, os sindicatos, com toda força expressada internacionalmente”, enfatiza. Assunção possui grandes expectativas para o 8 de março de 2019, comemorado com mobilizações em dezenas de países e em todos os estados do Brasil. “O oito de março que estamos vivendo agora precisa ser internacional, como parte da luta por uma paralisação internacional de mulheres, que enfrente o Bolsonaro, que enfrente todos os presidentes da extrema direita. Essa é a perspectiva que deveria ser levada à diante. Por Marielle e por todas as mulheres assassinadas. É preciso entender que o capitalismo é uma suja prisão, e que precisamos lutar por uma nova sociedade”, defende a pesquisadora, ressaltando, mais uma vez, o legado das mulheres revolucionárias.

  • 250 mil mortos e um país à deriva

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    25/02/2021 - 10:00


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    - Ontem (24), o Brasil atingiu a triste marca de 250 mil mortos pela pandemia do novo coronavírus. É o maior morticínio da história brasileira. Com a triste marca, as redações dos jornais se debruçam a fazer uma série de comparativos estatísticos, já que é quase impossível contar a história individual de cada vítima, como numa matéria que aponta que a quantidade de pessoas mortas daria para lotar três estádios do tamanho do Maracanã. No entanto, são 250 mil pessoas que tiveram suas vidas e seus destinos abreviados, 250 amores de alguém, 250 mil sonhos, 250 mil pessoas que não terão a oportunidade de colocar um ponto final em suas próprias trajetórias. E de pensar que tudo poderia ter sido diferente, e que talvez centenas de milhares de vidas poderiam ter sido poupadas de um desfecho tão cruel. Capricho da democracia, talvez, todavia, mesmo o mais astuto cientista político afirma que seria muito improvável, por mais elaborada que fossem as alianças políticas, evitar que Jair Messias Bolsonaro vencesse as eleições de 2018. O Brasil tem à frente de sua República não somente um presidente que negou a gravidade da doença, mas que conspirou e conspira o tempo todo para sabotar as medidas de segurança sanitária, como o distanciamento social e o uso de máscara, aliás equipamento este que Jair raramente usa. Como se não bastasse, Messias propagandeou o uso de uma medicação, a famigerada cloroquina, sem que o fármaco tenha qualquer eficiência no tratamento da Covid-19. Mas o que é mais lamentável é saber  que em agosto do ano passado, a Pfizer teria oferecido ao Brasil um contrato em condições especiais para a compra de 70 milhões de doses da vacina contra a Covid-19, porém Jair, em um ato leviano e displicente, ignorou a farmacêutica. Soma-se a maior crise sanitária da história brasileira, a falta de rumo da economia brasileira que patina sob a batuta de Paulo Guedes, os milhões de brasileiros sem ter o que comer e os passos sorrateiros de um presidente que sonha todos os dias e todas as noites com um novo 64. O gigante pela própria natureza está, de fato, deitado em berço esplêndido e à deriva total.

    Este artigo não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.

  • Da arte à ciência: como o bônus está progredindo em 2020

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    23/12/2020 - 15:53


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    - A ideia de ceder bônus a usuários não é nenhuma novidade, e o princípio por trás da prática permaneceu inalterado por vários anos. Contudo, com o avanço tecnológico, essa arte de sortear e distribuir alguns mimos aos jogadores vem se tornando cada vez mais uma espécie de ciência exata. Atualmente, os analistas contam com uma infinidade de dados e estatísticas com as quais podem trabalhar. Quando combinados com a tecnologia correta, eles fazem com que o operador alcance o desenvolvimento financeiro almejado. Com isso, as plataformas de jogatina estão investindo cada vez mais na propagação de bônus, variando principalmente em seus tipos, já que são uma ótima alternativa para atrair novos jogadores. Como o sistema funciona - Os usuários adoram receber alguns mimos e vantagens gratuitas. Elas variam de acordo com o negócio e podem ser desde uma bebida em um estabelecimento, um desconto na compra de um produto, ou até mesmo R$ 50 reais extras para apostar em sua mesa predileta, já que os jogadores também vivem em busca de algumas regalias. E pode até parecer simples e fácil, mas saber a hora certa de fornecer uma vantagem a um jogador de acordo com suas preferências é a principal diferença entre uma plataforma de jogatina mediana e uma próspera. Um exemplo é o leo vegas cassino bônus, que diversifica bastante suas promoções, atendendo a um público variado, e ainda conta com uma gama impressionante de jogos no seu catálogo, sempre buscando satisfazer seus usuários. E muito disso só se tornou possível depois de uma análise apurada dos dados, que revelava a preferência dos seus clientes. Além disso, muitas empresas que administravam estabelecimentos físicos migraram para o mundo virtual, e passaram a buscar alternativas para atrair esses usuários e manter seus clientes engajados por longos períodos. O CEO da Every Matrix’s CasinoEngine, Stian Enger Pettersen, revela um pouco dos seus conhecimentos sobre o assunto, e ainda nos mostra algumas ideias sobre como as plataformas de jogatina podem obter sucesso com promoções em 2020. “Vinte anos atrás, tudo se baseava mais na intuição. Um gerente de cassino teve que fazer muitos experimentos e isso nem sempre foi baseado em dados concretos, porque, simplesmente, havia poucos deles disponíveis. Os dados disponíveis costumam ser difíceis de examinar e tomavam muito tempo” disse Pettersen. O CEO ainda ressalta, que atualmente os administradores conseguem verificar os dados em tempo real, e conseguem verificar se suas estratégias estão dando certo ou não, facilitando e muito o seu trabalho. Peterssen reitera que, “com os dados disponíveis e as ferramentas agora tornamos tudo muito mais preciso. Você pode rastrear um jogador até o ponto em que conhece todo o seu comportamento e pode prever com precisão seu próximo movimento e dar uma recompensa adequada. Para os novatos, isso pode ser um monte de rodadas grátis, para os VIPs de alto rendimento, muito mais do que isso”. Essa análise de dados vem ocorrendo desde o início dos anos 90 - desde então, as grandes empresas seguem os passos dos jogadores, oferecendo aquilo que eles esperam. Agora elas conseguem reconhecer os padrões de comportamento dos seus usuários, e ativam as recompensas em tempo real, no momento certo, utilizando vários algoritmos avançados e máquinas com Inteligência Artificial de aprendizado. Segundo Petersen, “estamos trabalhando com milissegundos e configurações muito sofisticadas para garantir que funcione como um relógio suíço”.  Vem sendo colocada em prática uma gama enorme de recompensas aos usuários, cada uma delas com suas vantagens e apelo próprios. As bonificações podem ser escolhidas com base em filtros, ações específicas, ou combinações de gatilho, alguns exemplos sendo o ato de se registrar na plataforma e ganhar prêmios, ou multiplicar a quantidade do depósito, giros grátis, entre outros. A tecnologia conta com opções praticamente ilimitadas, e basta somente saber o momento certo de puxar o gatilho. Mas assim como a tecnologia vai se tornando mais complexa, as expectativas dos usuários também, e elas são ainda mais exigentes, então além das promoções, uma plataforma que pretende manter seus jogadores deve organizar torneios competitivos e ofertar jogos de alta qualidade. Só assim o usuário irá se envolver completamente com a jogatina.

  • Como economizar nas finanças do seu negócio

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    23/12/2020 - 15:15


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    - Criar uma empresa e gerenciar um negócio são duas coisas instáveis e imprevisíveis, pois é o resultado de uma conjuntura de fatores que muitas vezes podem não estar ao alcance do empreendedor. Porém, para que uma empresa tenha maiores chances de sucesso, é importante que ela tenha um modelo de gestão bem elaborado com planejamento e invista em soluções para cortes de gastos desnecessários. O empreendedor precisa saber planejar as suas finanças, pois o controle é importante para mostrar quais produtos ou serviços que dão mais lucro e quais custam mais do que rendem. Com a grande quantidade de tarefas diárias demandadas pelos empresários, é essencial que estejam abertos às ferramentas digitais e aplicativos como um suporte para organização das finanças. Hoje em dia existem vários aplicativos e plataformas no mercado voltados para a área de gestão de negócios e empreendedorismo. Alguns outros apps voltados para esquematização e agendas também são ótimas formas de controlar os gatos e melhorar a gestão do capital da empresa, além de facilitar a visualização de gastos que poderiam ser economizados. Um bom controle de caixa pode ser o grande diferencial de um negócio de sucesso, ou de fracasso. Normalmente, o maior erro dos negócios que não dão certo é justamente a falta de planejamento, pois as pessoas acabam se equivocando com as finanças das empresas e assim nascem dívidas por meio de investimentos errados. Pensando nisso, trouxemos algumas informações essenciais para que todo empreendedor consiga economizar em gastos desnecessários e em elementos que podem facilmente ser substituídos por opções mais acessíveis.

     

    Foto: Reprodução | Pixabay
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    Invista no Home Office - Uma das alternativas mais viáveis para economia nos negócios é flexibilizar o horário de trabalho no espaço físico da empresa. Além de diminuir os gastos com a equipe, permitir o trabalho dos colaboradores de casa é uma forma de poupar gastos com a estrutura da empresa. O trabalho remoto é uma tendência no mercado que vem crescendo cada vez mais ao decorrer dos anos, pois possibilita às empresas um rendimento muito maior dos colaboradores e consequentemente o aumento da produtividade. Isso porque a produtividade está diretamente ligada ao bem estar do funcionário e fatores externos como o ambiente de trabalho. Poder trabalhar de sua própria casa é um estímulo a mais para qualquer pessoa, pois flexibiliza o tempo de trabalho e possibilita maior autonomia para os colaboradores. Além da liberdade dos funcionários, a empresa também sairá lucrando com a contenção de gastos e suporte ao espaço físico. Hoje em dia, com os serviços de gestão de projetos e aplicativos de produtividade, é muito mais fácil gerenciar um trabalho remoto. Com uma plataforma bem estruturada de workplace e um bom planejamento de trabalho, a empresa e os colaboradores saem lucrando proporcionalmente. O empreendedor economiza nas despesas com a estrutura física reduzida e o funcionário ganha maior liberdade para investir na qualidade de vida, além de reduzir gastos com deslocamento para o trabalho. Terceirize os serviços não essenciais - Muitas empresas gastam grande parte do orçamento com serviços e produtos que poderiam ser facilmente substituídos ou terceirizados. Um exemplo disso é a grande distribuição de setores que geram um gasto mensal significativo para as empresas, como setores de limpeza, segurança, manutenção, entre outros. A terceirização é um tema que vem sendo adotado por várias empresas hoje em dia e garante uma redução de custos significativa, principalmente para as pequenas empresas. Terceirizar alguns serviços pode gerar redução de gastos com estruturas, máquinas, produtos, além de economizar com a rotatividade de funcionários, faltas e substituição nas férias. Contratar serviços de terceiros também promove uma otimização do tempo do empreendedor, visto que diminui a preocupação com equipes específicas e as condições de trabalho. Além disso, sobra mais tempo para se dedicar a assuntos e segmentos da área de atuação da empresa, garantindo melhores resultados. Outro fator relevante é a qualidade dos serviços terceirizados, pois a maioria das empresas que fornece serviços específicos possuem uma equipe mais especializada em determinado nicho e sempre estão em busca de novas tendências no mercado. Investir no trabalho dos profissionais freelancers também é uma ótima alternativa para terceirizar alguns serviços e até mesmo obter melhores resultados em menor tempo.

    Foto: Reprodução | Pixabay
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    Garanta o domínio do seu site - Garantir a exclusividade do nome da empresa nas mídias digitais é quase tão importante que a qualidade do serviço ou produto oferecido. Ter um domínio registrado e um site oficial da sua marca te garante uma economia de gastos futuros, pois evita que outras empresas registrem o mesmo domínio em sites na internet. Para comprar um domínio já existente de terceiros na internet pode ser um investimento muito mais caro que o habitual, por isso procure registrar o domínio de seu negócio o quanto antes e evite transtornos futuros. Isso é muito importante para criar um canal próprio como um site o blog, tendo em vista o grande aumento do uso de alternativas digitais por parte dos clientes e consumidores. Para os pequenos negócios que possuem orçamento ainda mais limitado, algumas empresas disponibilizam pacotes de web host com domínio grátis, o que é uma ótima alternativa para economizar ainda mais nas finanças quando o assunto é estratégia de marketing. Motive os colaboradores - Investir no reconhecimento dos colaboradores e na área da psicologia organizacional pode ser uma ótima alternativa de evitar gastos posteriores. Isso porque trabalhadores mais motivados e com qualidade de vida rendem muito mais e fazem menos horas extras, o que reflete diretamente no lucro mensal da empresa.Além disso, o turnover não é nada bom para a reputação e imagem de uma empresa. Além disso, os gastos com demissões, contratações e treinamentos também podem ser um grande ralo de custos desnecessários.

    Foto: Reprodução | Pixabay
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    Invista em Marketing Digital - O marketing digital veio para revolucionar a área do marketing tradicional e fazer tudo isso de forma muito mais acessível e dinâmica para todos. Utilizar as ferramentas digitais e as redes sociais como forma de impulsionar os negócios é hoje um dos grandes segredos para o sucesso dos negócios. A quantidade de plataformas grátis no mercado é imensa e o número de alcance das redes sociais é maior ainda. Para os pequenos empreendedores, investir no marketing digital e nas redes sociais como o Instagram e Youtube é uma ótima forma de divulgar seus produtos e serviços de forma gratuita e eficiente. Além de conter gastos com serviços de publicidade tradicionais, as redes sociais possibilitam um engajamento e contato direto com os clientes, criando uma relação de confiança e gerando oportunidades de vendas muito maiores. Conclusão - Essas foram algumas formas de economizar e conter gastos no seu negócio. São dicas simples e que podem ser feitas por microempreendedores como também pelos grandes empresários. Muitos dos gastos feitos pelas empresas no dia a dia poderiam ser diminuídos ou substituídos por alternativas mais acessíveis. Para que isso aconteça é sempre necessário fazer uma análise constante das finanças e um planejamento preciso dos gastos mensais. Você realmente conhece os custos da sua empresa? Estar ciente de todos os gastos é fundamental para saber onde poderá contê-los. O sucesso de uma organização não depende apenas do lucro final da empresa, mas principalmente do quanto ela gasta. Além disso, é importante diferenciar quais são os custos e quais as despesas da empresa, pois as despesas são gastos necessários para que os produtos e serviços continuem com qualidade. Economizar nas finanças é uma forma de estar mais preparado para imprevistos e crises financeiras. Por fim, aproveite as dicas e busque sempre compartilhar essas questões com a equipe, pois os colaboradores também são elementos importantes no processo de controle das finanças e contenção de gastos.

  • Quatro vacinas e muitas dúvidas: a população brasileira ainda não sabe com qual vacina e nem quando vai se vacinar

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    16/12/2020 - 17:30


    No entanto, mesmo diante de tantas informações acerca das vacinas, na contramão de muitos países que já estão vislumbrando o fim da pandemia, o Brasil ainda não sabe se vive a primeira ou se de fato entrou na segunda onda

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    - Enquanto que alguns países já começaram a vacinar seus cidadãos, no Brasil, a população brasileira não sabe quando vai começar a se vacinar e nem sequer qual a vacina receberá. O Ministério da Saúde, que já teve dois ministros demitidos, gerido pelo militar Eduardo Pazuello, ainda não dispõe de um planejamento convincente em relação a uma logística de imunização. E quando se trata de vacina, atualmente, estão praticamente prontas, a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, a vacina da Pfizer, dos Estados Unidos em parceria com a empresa alemã Biontech, a vacina de Oxford, do Reino Unido, desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca e, finalmente, a Sputnik V, do Instituto Gamaleya, na Rússia. Cada vacina possui um princípio biológico de atuação e uma forma diferente de ser conservada. Daí, o grande desafio brasileiro, já que o país possui dimensões continentais e, por isso, muitas localidades são de difícil acesso. A vacina da Pfizer, por exemplo, precisa ser armazenada a uma temperatura de -70 º C, pois a atuação imunizante se baseia em molécula de RNA (ácido ribonucleico) e tem eficácia de 95%. Já a vacina russa Sputnik V deve ser conservada a -18 ºC e  utiliza anticorpos como princípio imunizante, e tem eficácia comprovada de 91%. A CoronaVac, pretendida pelo Governo de São Paulo, precisa ser conservada a uma temperatura entre 2 a 8 ° C, e com eficácia de 97%, é uma das mais promissoras. Por último, a vacina de Oxford, a preferida do Governo Federal, se mostrou eficaz em 70% dos testes. Com técnicas biológicas diferentes, com necessidades de conservação diferentes, as quatro vacinas convergem em único ponto: elas precisam de mais de uma dose para para garantia de proteção ao vacinado. No entanto, mesmo diante de tantas informações acerca das vacinas, na contramão de muitos países que já estão vislumbrando o fim da pandemia, o Brasil ainda não sabe se vive a primeira ou se de fato entrou na segunda onda.