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  • Morte de Lampião completa 83 anos com missa virtual e divergência entre heroísmo ou vilania do cangaceiro

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    Por André Uzêda

    28/07/2021 - 08:00


    Oito décadas após sua morte, Virgulino Ferreira ainda desperta curiosidade, medo e fascínio

    DIVERSOS

    - Apenas 10 minutos do dia 28 de julho foram suficientes para findar a trajetória de uma das figuras históricas mais celebradas e controversas do país. Se o tempo da ação foi extremamente curto, a data e o local da execução de Virgulino Ferreira da Silva — "o Lampião" — tornaram-se perpétuos. Na grota da fazenda Angicos, pertencente ao município de Poço Redondo, no interior de Sergipe, o cangaceiro foi abatido por tiros de metralhadoras portáteis, disparados por uma expedição sob comando do incansável tenente ao seu encalço, João Bezerra, oficial das Alagoas. Maria Bonita, primeira-dama do cangaço, também sucumbiu na tocaia armada. Ao todo, 11 foram dizimados no primeiro alvorecer daquela manhã, em 1938. Passados 83 anos, as circunstâncias e o local da derrocada continuam sendo estudados por Lampiológos (pesquisadores do tema), enquanto Lampiófilos (adoradores de Virgulino) cultuam o espaço quase como um santo sepulcro. Por conta da pandemia, pelo segundo ano consecutivo, a tradicional missa na data da morte acontecerá apenas de forma virtual. O evento é organizado há 24 anos por Vera Ferreira, jornalista, neta de Lampião e Maria Bonita, e pelo Museu da Gente Sergipana, de financiamento público.

    Estudioso do tema, o escritor baiano Oleone Coelho Fontes, autor do livro "Lampião na Bahia" (na 11ª edição), mantém uma posição crítica em relação ao seu objeto de pesquisa. "Lampião era um facínora. Durante todo tempo que esteve no cangaço, Lampião não teve um ato de solidariedade, humanidade ou benfeitoria. Essa história que era um Robin Hood, que roubava dos ricos para dar aos pobres, é a mais pura mentira. Era exatamente o contrário. Ele roubava dos pobres, agricultores, pequenos fazendeiros e trabalhadores, para dar justamente coronéis", defende. O escritor sergipano José Bezerra, autor de "Lampião, Raposa da Caatinga", obra de mais de 700 páginas, vincula a vida do cangaceiro ao período histórico ao qual ele está inserido. "A violência era crônica nos sertões do Nordeste. Vigorava ali uma espécie de culto à coragem. A justiça daquele tempo era cara, lenta e rara. Os juízes e promotores eram figuras decorativas, nas mãos dos coronéis do sertão. Os jurados eram escolhidos a dedo. O Estado era omisso, só aparecia na hora de punir ou para cobrar impostos. Lampião é definido simplesmente como um fora da lei. Mas, afinal, onde estava a lei? O povo do sertão não conhecia a Justiça. A violência era crônica nos sertões do Nordeste", pondera. Destaque internacional - Os acontecimentos daquele 28 de julho, no sertão sergipano, repercutiram com enorme destaque até em publicações estrangeiras. A revista americana Time, em 15 de outubro de 1938, noticiou a morte do cangaceiro, chamando-o de "Lamp Post". O mesmo aconteceu com o The New York Times, tratando-o como "um dos mais temíveis bandidos do mundo ocidental". Periódicos da França e Argentina também dedicaram páginas ao assassinato de Lampião e seu bando. "Lampião viveu no mundo dos coronéis, jagunços, vaqueiros, tropeiros, curandeiros, beatos milagreiros, fanáticos, cantadores, repentistas, secas e epidemias. Virgulino Ferreira não foi nem herói nem bandido, foi simplesmente um sertanejo à moda do seu tempo, um tempo brabo em que o sujeito para ser respeitado tinha de mostrar que era cabra macho, e para isso era preciso honrar cada palavra que dizia, fosse para o bem, fosse para o mal", diz José Bezerra. Por 31 anos, as cabeças de Lampião, Maria Bonita e dos nove cangaceiros mortos na emboscada em Angicos, estiveram na Bahia. A maior parte do tempo no Instituto Nina Rodrigues, na Avenida Centenário, em Salvador. Mesmo diante de tamanha prova material, no entanto, muita gente até hoje sustenta a tese que Lampião não morreu naquele ataque coordenado por João Bezerra. A cabeça decapitada como troféu pertenceria a um sósia, em um drible coordenado pelo astuto cangaceiro. Em Buritis, interior de Minas Gerias, um ancião garantia ser o próprio homem. "Eu sou o verdadeiro Lampião. Homem nenhum conseguiu matar Lampião, e só Deus será capaz de me matar", dizia. Morreu em 1993, aos 96 anos, idade exata que Virgulino teria se vivo fosse. "É impossível Lampião ter morrido em Minas Gerais, com tantas testemunhas do fato do 28 de julho de 1938 e algo tão gigantesco passar despercebido? E a cabeça? Ela ficou tanto tempo em exposição e todos concordam que era de Lampião. No mais, o tal “Lampião de Buritis” não tinha leucoma no olho direito, só isso já derruba a tese de muitos que desconhecem nosso Cangaço e adoram inventar histórias. É uma polêmica que não vale a pena debater", diz Robério Santos, pesquisador do tema e dono do canal no YouTube O Cangaço na Literatura.

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  • DJ Ivis é preso após agressões contra ex-mulher

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    Por Kamille Martinho

    15/07/2021 - 08:00


    Vídeos gravados por câmera de segurança interna mostram o DJ Ivis agredindo a ex-mulher Pamella Holanda

    DIVERSOS

    - Após a divulgação de vídeos em que agride a ex-mulher, o cantor Iverson de Souza Araújo, conhecido como DJ Ivis, foi preso na tarde desta quarta-feira (14) em Fortaleza. O governador Camilo Santana confirmou a prisão do artista por meio das redes sociais. "Acabo de ser informado pelo nosso secretário de Segurança da prisão do DJ Ivis, no caso das agressões a Pamella Holanda. A prisão preventiva havia sido solicitada ontem pela nossa Polícia Civil e decretada há pouco pela Justiça. Que responda pelo crime cometido", publicou Camilo. Vídeos gravados por câmera de segurança interna mostram o DJ Ivis agredindo a ex-mulher Pamella Holanda na frente da filha e de outras duas pessoas, a mãe dela e um funcionário do produtor musical.

  • Após ser cobrada, Ivete rebate Fábio Vilas-Boas, mas comete erro grosseiro de português

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    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    29/03/2021 - 11:00


    DIVERSOS

    - A cantora baiana Ivete Sangalo foi cobrada pelo Secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, em uma postagem no Twitter, por maior envolvimento com causas sociais, em que Vilas-Boas referia-se especificamente à situação da pandemia, tanto na Bahia, como no Brasil. Escreveu então Fábio: “Ivete Sangalo você deveria ser mais envolvida em mais questões sociais. O Brasil está no caminho do colapso da saúde. O que você para ajudar a evitar?”, questionou o secretário. Rápida no gatilho como sempre, a cantora rebateu Vilas-Boas: “Não gosto de politicagem. Isso já está claro para todos que me acompanham. Cada um deve saber das suas responsabilidades. Portanto, me respeite quando for falar a meu respeito. Não me faça ensinar o seu trabalho, pois não permitirei que faça o meu”, rebateu Ivete.

    Foto: Reprodução | Redes Sociais
    Foto: Reprodução | Redes Sociais

    A partir daí, um intenso ‘bate-boca’ se deu entre a cantora e o chefe da pasta da Saúde. Porém, em um dos tuítes, a diva do axé cometeu um erro crasso de português, que não passou em branco pelos internautas. “Boa tarde, sr Secretário de saúde da Bahia Fábio Vilas Boas. Venho por meio dessa rede social, a qual o Sr utilizou para revelar o quanto pouco me conhece e o quanto pouco conhece  a cerca [Sic] da maneira que trabalho e da forma que realizo as atividades as quais me disponho!”, tuitou Ivete que errou escrevendo “a cerca”, que da forma que está, é sinônimo de gradeamento, quando o certo seria grafar ‘acerca’. Após o mal-entendido com Sangalo, Fábio pediu desculpas.

  • Nívia Maria Vasconcellos lança e-book e audiobook de poesias Cãibra de Nó

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    Por Redação do Sudoeste Bahia

    23/03/2021 - 15:30


    Com transmissão via Youtube, lançamento será em 26/03, às 19h

    DIVERSOS

    - A poeta, ficcionista, declamadora e letrista feirense Nívia Maria Vasconcellos vai lançar, no dia 26/03, às 19h, por meio de transmissão em seu canal Youtube, o e-book e audiobook de poesias Cãibra de Nó. Com 57 poemas, escritos entre 2014 e 2020, a publicação também ganhará uma versão impressa em breve, pela editora Sapatilha de Arame. O livro,  ilustrado por Ana Noronha, revisado por Esmeralda Barbosa Cravançola e com edição de Bruna Teixeira, faz parte do projeto Cãibra de Nó, selecionado pelo Prêmio Jorge Portugal, produzido apenas por mulheres – 11 no total. O lançamento terá a participação especial das cantoras Danny Nascimento, responsável pela trilha do audiobook, e Dayane Sampaio, que assina a produção executiva do projeto. Quem participar do lançamento terá acesso gratuito ao e-book e audiobook. Em Cãibra de Nó, o ponto fulcral é ter o corpo humano como a linha que atravessa todo o livro – “vísceras”, “músculo”, “garganta” são algumas das terminologias que permeiam os poemas. “Cãibra de nó nada mais é do que uma dor física, como toda dor que o corpo sente, ela é ambivalente, como o próprio livro. Ambivalente, porque essa mesma dor que faz sofrer é um sinal de que algo deve ser feito para haver mudança”, explica a autora, que avalia a obra como um ponto de inflexão na própria carreira literária.  Segundo Nívia, os seus demais livros publicados – “Invisibilidade”, “Para não suicidar”, “Escondedouro do amor”, “A Morte da Amada” – eram mais metafísicos. “Eles ficavam mais no campo de uma abstração, de uma reflexão, da não concretude. Já em Cãibra de Nó, eu consigo alcançar uma materialidade maior, a carne que pulsa. Nele, o poema é corpo”, analisa. Por isso, é um livro com mais substantivo concreto, palpável, poucas rimas, calcando-se, como aponta a poeta, no mesmo no ritmo corporal. “É a minha grande aventura, uma poética nova, que se apresentou para mim de forma muito inesperada, sentida, mas, ao mesmo tempo, é pensada racionalmente, escrita e reescrita”, revela. Para a jornalista e escritora soteropolitana Kátia Borges, que assina o texto de apresentação do livro, em Cãibra de Nó a poeta “oferece ao leitor a chance de experenciar outros percursos líricos de reconhecimento de si.  Trata-se, sobretudo, da perplexidade diante daquilo que em nós é carne e dos limites, tantas vezes marcados pela violência, dos nossos corpos em interação com o mundo”. Kátia classifica Nívia Maria Vasconcellos como uma das principais vozes literárias da Bahia.Cãibra de Nó tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal. Sobre a autora: além do Cãibra de Nó, Nívia Maria Vasconcellos publicou os livros Invisibilidade (MAC), Para não suicidar (Littera), Escondedouro do amor (Prêmio CDL de Literatura 2008-FSA), A morte da amada (Mondrongo) e A paixão dos suicidas (Selo João Ubaldo Ribeiro – Ano II/FGM-SSA). Lançou o disco A Vênus de Willendorf com o  grupo literomusical Mousikê. Tem poemas publicados na Coletânea Prêmio Off Flip (Selo Off Flip-RJ) e nas antologias Arcos de Mercúrio (DiaboA4), Sétimo Aeon (Baile Surrealista), Cantares de Arrumação (Mondrongo), Tudo no mínimo (Mondrongo), Estranha Beleza (Mondrongo), Antifascistas (Mondrongo) e organizou a coletânea de poetas Descuidosa de sua beleza (Mondrongo). É doutora em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Literatura e Cultura da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Serviço:  O quê? Lançamento do e-book e do audiobook Cãibra de Nó, de Nívia Maria Vasconcellos. Quando? 26/03, às 19h.Onde? Canal Nívia Maria Vasconcellos no YouTube: https://cutt.ly/1xQtRUt.  Quanto? Gratuito.

  • 50 anos após morte de Anísio Teixeira, escritor aponta 'farsa': 'Ele vinha recebendo ameaças'

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    Por Matheus Simoni

    16/03/2021 - 14:30


    DIVERSOS

    - Autor do livro "Breve história da vida e morte de Anísio Teixeira – Desmontada a farsa da queda no fosso do elevador", João Augusto de Lima Rocha falou sobre o desaparecimento do educador, morto em 1971, aos 70 anos, oficialmente após cair em um elevador no prédio do professor e crítico Aurélio Buarque de Holanda, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro. O contexto da ditadura militar da época norteia a obra, que mostra as evidências de que ele foi alvo de um assassinato. "Amigo de familiares dele, principalmente de Haroldo Lima, que faz o prefácio desse livro, começamos a buscar informações da família para descobrir o que, de fato, se confirmava ou não. Em 1988, eu já tinha organizado a Organização Anísio Teixeira e Anísio voltou a ser discutido, não se encontrava um só livro. Começou a aparecer o nome de Anísio", afirmou o professor, em entrevista a Mário Kertész e Malu Fontes na Rádio Metrópole hoje (16). Ainda de acordo com ele, o livro, recentemente lançado pela Edufba, a Editora da Universidade Federal da Bahia, onde o autor é professor titular da Escola Politécnica, conta detalhes que o levam a crer na possibilidade dele ter sido morto pelo Exército. "Verifiquei com militares amigos meus que Anísio Teixeira estava detido na Aeronáutica. Então, se estava detido na Aeronáutica, não morreu no fosso do elevador. Tinha outra versão", afirmou". "Ele estava recebendo ameaças de morte. Eu tinha hipóteses disso", disse João Augusto.  Ainda de acordo com o professor, a situação retratada no livro apontam indícios contundentes. "Pelas informações que Afrânio me deu, a respeito do oficial da Marinha e os fatos da necropsia, onde os titulares da Medicina achavam que não poderia ter sido uma queda no fosso, já que a concentração de energia foi em um ponto só, na cabeça. O livro mostra. Ele teve uma lesão muito localizada, essa foi considerada a causa mortis. Quebrou várias costelas e vários ossos. Segundo o próprio Afrânio Coutinho, as lesões, pelo que diziam os professores, eram de objetos cilíndricos. Tomou muita pancada e depois foi jogado até lá", afirmou.

  • Belo é preso por fazer show em escola no Rio de Janeiro durante a pandemia

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    Por James Martins

    17/02/2021 - 16:00


    DIVERSOS

    - O cantor Belo foi preso hoje (17), pela Delegacia de Combate às Drogas, da Polícia Civil do Rio de Janeiro, por fazer um show no Complexo da Maré, na Zona Norte da capital, furando os protocolos de restrições da pandemia de covid-19. O evento aconteceu no último sábado (13), dentro de um colégio público. Ele foi abordado e preso em Angra dos Reis, enquanto estava uma produtora local. Também foram apreendidos equipamentos de som e veículos. A polícia investiga também uma possível invasão ao Ciep 326- Professor César Pernetta, já que o show não obteve autorização das autoridades de Saúde. Vídeos postados por fãs do artista em redes sociais mostram grande aglomeração no local, com gente inclusive em cima do palco. Em entrevista à TV Globo, o cantor argumentou: “Fizemos o show seguindo todos os protocolos. Não temos controle do geral. Isso nem os governantes têm. As praias estão lotadas, transportes públicos, e só quem sofre as consequências são os artistas. Que foi o primeiro segmento a parar, e até agora não temos apoio de ninguém sobre a nossa retomada. Sustentamos mais de 50 famílias”. De acordo com a polícia, todas as pessoas envolvidas no evento serão ouvidas, e Belo será intimado para esclarecer quem pagou o cachê do show.

  • Carnaval em casa: confira a agenda de lives para este domingo

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    Por Juliana Rodrigues

    14/02/2021 - 15:00


    DIVERSOS

    - A programação de lives para este domingo (14) está agitada, com opções para todos os gostos. Quem quiser sentir o clima do Carnaval de Salvador, cancelado neste ano por conta da pandemia, poderá curtir as apresentações de Bell Marques, ATTØØXXA e Gerônimo. Já quem gosta de música pop não pode perder as lives de Anitta e Luísa Sonza. Confira: Os Barões da Pisadinha e Matheus & Kauan – Live Camarote em Casa - 14h - YouTube; Bell Marques – Live Camaleão - 16h - YouTube; Preta Gil com participação de Alcione, Teresa Cristina e Mumuzinho - Live do Bloco da Preta - 16h – YouTube; ATTØØXXA – Bailaum BLVCK BVNG live - 17h - YouTube; Anitta - Bloco da Anitta - 17h - YouTube; Gerônimo recebe Larissa Luz e Nara Couto - 19h - YouTube; Luísa Sonza - CarnaTinder - 20h30 - YouTube.

  • Axé sobre o fim do mundo, “Eva” é, talvez, o maior hit do carnaval baiano de todos os tempos

    Foto: Reprodução | RBS TV Foto: Reprodução | RBS TV
    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    14/02/2021 - 09:00


    DIVERSOS

    - É quase uma unanimidade de opinião que a música que não pode deixar de ser tocada em um dia de carnaval é Eva, que ficou imortalizada com a banda de mesmo nome, à época, liderada por Ivete Sangalo. Basta o primeiro acorde da canção, que começa com um riff de guitarra, e que vai crescendo até um clímax que se mantém do início ao fim da música, para que energias separadas se transformem em um único quantum. No momento de Eva, é a celebração de um ritual: os foliões largam de seus pares, então, beijos são interrompidos, o olhar disperso de quem não tem par se volta para o palco, os corpos são alinhados, e seguem o ritmo, o compasso das batidas de Eva, e a avenida se transforma numa catarse em que palmas intercaladas iniciam a libertação do corpo que se dá na hora do refrão: “eu sou Adão e você será… Minha pequena, Eva, o nosso amor na última astronave, além do infinito, eu vou voar [...]”, e as pessoas pulam para, de fato, alcançarem o infinito. Antes de uma música ser lançada, não se sabe o poder, o significado, nem muito menos o alcance que ela terá. No caso de Eva, ela foi regravada no Brasil pela banda de pop rock oitentista Rádio Táxi, em 1983, como sendo uma versão da música Eva, do cantor italiano Umberto Tozzi, que a gravou um ano antes. Apesar da alegria e da sensação de euforia que Eva transcende, a letra da canção retrata o fim do mundo, o apocalipse. Isso porque na década de 80, o mundo vivenciava os desdobramentos de um conflito não armado, envolvendo os Estados Unidos e a então União Soviética, que ficou conhecido como Guerra Fria, em que as duas potências dominavam a tecnologia envolvendo bombas atômicas. E foi justamente em uma possível guerra nuclear, que poderia extinguir a humanidade, que Tozzi se baseou para escrever a letra. E mesmo destoando da versão original, a versão brasileira não deixa de trazer os versos apocalípticos. “Afinal, não há nada mais que o céu azul pra gente voar sobre o Rio, Beirute ou Madagascar, toda a Terra reduzida a nada, nada mais, e minha vida é um flash (flash) de controles, botões anti-atômicos”, diz assim um trecho do hit em que fica nítido a retratação do fim do mundo por um grande hecatombe nuclear. Histórias à parte, o certo é que Eva, sempre que tocar em um dia de carnaval, irá trazer uma explosão atômica de êxtase e alegria ao coração do folião, fazendo da canção, se não, o maior hit do carnaval baiano de todos os tempos.

  • Sem carnaval, amantes da festa relembram a folia pelos tbt´s nas redes sociais

    Foto: Reprodução | G1 Foto: Reprodução | G1
    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    11/02/2021 - 17:45


    Sem o carnaval, só a cidade de Salvador deixará de faturar cerca de R$ 1,7 bilhão pelo cancelamento do espetáculo

    DIVERSOS

    - Até mesmo o governador da Bahia, Rui Costa (PT), resolveu relembrar o carnaval em sua conta no Instagram. “Quem não postar #tbt de carnaval hoje nem baiano deve ser”, brincou Rui no post que relembrou que exatamente nesta quinta-feira (11), se não houvesse pandemia, o dia seria marcado pela entrega das chaves da cidade ao Rei Momo. O carnaval é considerado um símbolo de brasilidade, embora haja pessoas que não gostem da festa momesca, como não poderia ser diferente. No entanto, sem o carnaval, só a cidade de Salvador deixará de faturar cerca de R$ 1,7 bilhão pelo cancelamento do espetáculo. Aos amantes da folia, restou apenas postar em suas redes sociais fotos tiradas em dias de carnaval, os famosos #tbt´s, que na linguagem das redes sociais significa lembrança. E o sentimento de frustração é válido, pois dentre inúmeras festas, talvez, justamente o carnaval, seja a que menos combina com uma pandemia viral, afinal, carnaval é aglomerar, é estar junto, abraçar e, essencialmente, troca de fluidos. Mas se serve de consolo, pelo menos para sentir o gostinho de carnavalizar, muitos artistas estarão transmitindo lives musicais pelo YouTube, a exemplo de Ivete Sangalo, Claudia Leitte e Léo Santana.

  • Governo pede explicações para WhatsApp sobre nova política de privacidade

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Stephanie Suerdieck

    09/02/2021 - 08:00


    DIVERSOS

    - O WhatsApp e Facebook, dono da plataforma, terão que esclarecer as alterações na política de privacidade do aplicativo de mensagens. O pedido foi feito pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) na última sexta-feira (5). O órgão, vinculado ao Ministério da Justiça, enviou uma notificação para as duas empresas, que devem responder 10 questionamentos sobre as alterações programadas para vigorar a partir de maio. O aviso sobre a atualização nos termos de uso foi feito através de notificação enviada aos usuários do Whatsapp no início deste ano. O prazo dado pela Senacon para o envio dos esclarecimentos é de 15 dias, a contar do recebimento da notificação. A Secretaria quer saber, por exemplo, por que é diferente a política de privacidade para usuários da União Europeia, por exemplo, que tem permissão para escolher não compartilhar informações. O bloco europeu segue um conjunto de regras diferente do restante do mundo, por causa da lei de proteção de dados local. A Senacon quer que o Facebook explique os seguintes pontos da nova política que valerá para o Brasil: - Quais os impactos da nova política de privacidade comparado com versões anteriores; - Quais dados são colocados à disposição de terceiros, incluindo as empresas do Facebook; - Se o usuário poderá controlar quais dados pessoais poderão ser compartilhados; - E se há a opção de continuar usando o WhatsApp caso o usuário não aceite a nova política.

  • Dados vazados podem render R$ 80,8 milhões ao criminoso

    Por Isabela Bolzani e Beatriz Montesanti

    03/02/2021 - 09:30


    DIVERSOS

    - O hacker que vazou informações de mais de 220 milhões de brasileiros em janeiro pode lucrar cerca de US$ 15 milhões caso consiga vender todos os dados disponibilizados, estimaram especialistas. O montante equivale a R$ 80,8 milhões. A Folha teve acesso à publicação do criminoso em um fórum de vendas de informações. Em inglês, o hacker faz a propaganda do que possui: dá a origem dos dados (Brasil), afirma que as informações disponíveis são pessoais e comerciais e afirma que a compra mínima é de US$ 500 (R$ 2.693,75). Segundo uma tabela de preços publicada pelo criminoso, um lote com dados de até 100 pessoas físicas ou jurídicas custaria cerca de US$ 50 (R$ 269,40), por exemplo. O megavazamento de dados foi descoberto em 20 de janeiro pelo dfndr lab, laboratório de cibersegurança da Psafe. O número é maior do que o total de habitantes do Brasil, de aproximadamente 212 milhões - o que indica que o vazamento pode incluir informações de pessoas que já morreram e CPFs inativos. Segundo a dfndr lab, os pesquisadores seguem investigando como essas informações teriam sido obtidas. Ainda não há detalhes ou informações sobre os responsáveis. Um levantamento mais assertivo feito pela Syhunt apontou que os dados de cerca de 223 milhões de brasileiros foram expostos, além de informações de 40 milhões de empresas e 104 milhões de veículos. São cerca de 37 grupos de informações diferentes relacionadas às pessoas físicas, que podem englobar: nome completo, CPF, gênero, data de aniversário, estado civil, vínculos (familiares, por exemplo), email, telefone, endereço, ocupação, título eleitoral, RG, escolaridade, poder aquisitivo, fotos de rosto, entre outros. Para pessoas jurídicas, são 17 grupos de informações que podem incluir CNPJ, nome da empresa, tamanho, número de funcionários, email, telefone, endereço, entre outros. Outro levantamento também feito pela empresa de segurança Syhunt apontou que os dados de autoridades do país estão entre as informações que o hacker tenta vender na internet. Estariam expostas informações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), do ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia e do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, entre outros nomes. Segundo executivos do mercado, as opiniões entre pesquisadores de segurança estão divididas. Há aqueles que acreditam que o vazamento de dados foi um trabalho interno realizado deliberada e maliciosamente por um funcionário. Outros acreditam que houve uma compilação de vários vazamentos que aconteceram nos últimos anos em um único arquivo. Também é possível que um vazamento mais recente tenha acontecido e sido complementado com informações que já estavam sendo vendidas no mercado. Segundo Felipe Dagaron, fundador da Syhunt, apesar de o hacker ter referido o arquivo disponível como sendo de um banco de dados do Serasa Experian, não há provas que incriminem a companhia. Segundo relatório da Syhunt, o criminoso também incluiu pelo menos quatro documentos PDF produzidos pelo Serasa junto com seus arquivos de amostra. Na tabela de preços, o criminoso fixou um preço diferente para informações que ele afirma serem do Mosaic (serviço oferecido pelo birô de crédito): um lote com dados de até 100 pessoas físicas ou jurídicas valeria entre US$ 75 (R$ 404,10) e US$ 100 (R$ 538,80). "É preciso ter cuidado com essa afirmação, pois não há nenhum indicativo de que de fato a origem de dados seja o Serasa. É preciso de mais dados e de uma investigação mais aprofundada", disse Dagaron. Em nota, o birô de crédito afirmou que fez uma investigação detalhada em sua base de dados e negou ser a fonte do vazamento. "Não vemos evidências de que nossos sistemas tenham sido comprometidos. Fizemos uma investigação aprofundada que indica que não há correspondência entre os campos das pastas disponíveis na web com os campos de nossos sistemas. Além disso, os dados que vimos incluem elementos que nem mesmo temos em nossos sistemas. Concluímos que esta é uma alegação infundada", informou o birô de crédito. A companhia afirmou que continua monitorando a situação e segue em contato com os reguladores. O criminoso afirma, ainda, aceitar apenas bitcoins como pagamento. "Além da maior dificuldade de rastreamento, o fato de a criptomoeda ser mais conhecida também facilita as transações", afirmou o consultor da Sunlit Technologies, Mario Fialho. As informações, segundo os especialistas, circulam na dark web - espaço no qual o rastreamento dos computadores usados para acessar os sites é praticamente impossível. Segundo o advogado e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, Ronaldo Lemos, um incidente desta magnitude ocorre sempre por uma sequência de erros. "Dentre eles promover a centralização de base de dados. Quanto mais centralizada uma base de dados, maior o incentivo para que seja atacada e vazada. É uma questão econômica, o incentivo para obter aqueles dados vai se tornando cada vez maior", afirmou. Lemos disse ainda que esse vazamento de dados é o batismo de fogo da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados). A função da autoridade, neste caso, é completa: coordenar a investigação, analisar a questão, instruir o processo e aplicar penas. "A LGPD deu funções muito amplas para a ANPD", disse o especialista. Na semana passada, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Nacional enviou um ofício à ANPD solicitando medidas imediatas para apurar o recente megavazamento de dados. Em nota, a ANPD afirmou que, desde que tomou conhecimento do vazamento de dados, destacou todo o seu quadro técnico para analisar os aspectos do ocorrido com base na LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). "A ANPD já recebeu informações do Serasa e, na busca por mais esclarecimentos, oficiou a Polícia Federal, a empresa Psafe, o Comitê Gestor da Internet no Brasil e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República", afirmou o órgão. Diante da especulação de que os dados teriam tido origem no Serasa, a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) e o Procon-SP notificaram o birô de crédito, pedindo explicações sobre o vazamento de dados. Questionada sobre a existência de uma investigação sobre o caso, a Polícia Federal não respondeu até a conclusão desta reportagem.

  • Já estão abertas as inscrições para o concurso da Polícia Federal

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    24/01/2021 - 10:00


    DIVERSOS

    - Começaram na última sexta-feira (22), as inscrições para o concurso da Polícia Federal, um dos mais aguardados pelos concurseiros. Ao todo, são ofertadas 1.500 vagas distribuídas entre os cargos de agente, escrivão, papiloscopista e delegado. Todos os cargos exigem nível superior completo (em qualquer área), com exceção do cargo de advogado que exige formação em direito. Além das 1.500 vagas, serão disponibilizadas mais 500 vagas para cadastro de reserva. Os interessados têm até o dia 9 de fevereiro para realizarem as inscrições e o pagamento destas pode ser feito até o dia 3 de março. Na primeira etapa do concurso serão aplicadas as provas objetivas e discursivas, compostas por matérias de conhecimento geral e também conhecimento específico. Após aprovação na primeira etapa, os candidatos serão submetidos a testes de aptidão psicológica e física, além de avaliação médica, de caráter eliminatório. A organização do processo seletivo ficou a cargo da Cebraspe (antiga UNB) e as provas serão aplicadas provavelmente no dia 21 de março. Para mais informações acesse o site da banca clicando aqui.

  • Tradicional carnaval de Salvador poderá acontecer em outubro de 2021

    Foto: Reprodução | Correio Foto: Reprodução | Correio
    Por Tiago Rego | Sudoeste Bahia

    27/11/2020 - 12:00


    DIVERSOS

    - Por conta da pandemia de coronavírus, as festas de massa foram canceladas e muitas sofreram alterações em suas datas. É o caso das festas de reveillon e do maior festa de rua do planeta, o carnaval de Salvador. De acordo com pronunciamento do prefeito da capital baiana ACM Neto (DEM), ele não acredita que até o meio do ano que vem toda população brasileira esteja vacinada, portanto, em conjunto com os organizadores da festa, a Prefeitura Municipal de Salvador decidiu adiar a folia momesca. Uma possível data para o evento seria em outubro de 2021. Os mais otimistas acreditam ser possível realizar o evento em julho.

  • Governo da Bahia realiza leilões em plataforma virtual e usa tecnologia na web para incentivar ideia

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    16/11/2020 - 20:00


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    - Desde o início de 2020, o governo baiano tem realizado diversos leilões virtuais como uma forma alternativa de conseguir aumentar a arrecadação do estado. Além de carros e motos, vários aparelhos eletrônicos e até imóveis também entram na lista de objetos disponíveis. Os leilões são realizados por diferentes empresas, mas todas utilizando uma plataforma de live streaming. Um sinal de que essas inovações tecnológicas estão ganhando espaço na Bahia. Apenas no mês de novembro, dois leilões de grande porte chamaram atenção de todo o estado baiano. O primeiro, organizado totalmente pelo governo, tem como objetivo leiloar veículos registrados pelo Ministério Público (MPBA) e também pelo Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA). Segundo informações do próprio leilão, que será realizado pela MP Leilões, serão mais de 244 itens, com preços iniciais variando entre R$ 350 e R$ 400. O segundo leilão é organizado pela Superintendência de Trânsito do Salvador (Transalvador), que possui sucatas e automóveis nos lotes, com preços iniciais entre R$ 195 a R$ 6 mil. Ou seja, a margem para participar destes eventos são grandes. Assim como esses dois, outros leilões virtuais estão acontecendo por todo a Bahia, e sempre via live streaming, que é uma forma eficiente e mais econômica para realizar os leilões. Além de Salvador, os leilões também acontecem pela internet em todo o estado. No início de outubro, como mostramos recentemente em reportagem, a Prefeitura de Guanambi publicou o edital para realizar o leilão de veículos que estão registrados pela Polícia Militar. Assim como nos dois outros casos, o leilão de Guanambi também será de responsabilidade da MP Leilões e feito completamente online via streaming. Tecnologias em uso - As novas tecnologias estão ganhando cada vez mais espaço no país, e as plataformas de live streaming mais ainda. Essa inovação utilizada nos leilões acaba sendo uma forma fácil de realizar os eventos, que pode ser feito sem a necessidade do deslocamento das pessoas. Isso fez com que várias plataformas surgissem no mercado, como a Brasil Brokers e a Leilões Web, que costumam garantir que os leilões sejam feitos com qualidade e segurança. O live streaming é uma tecnologia recente, e que normalmente é mais usada para o entretenimento e não só para leilões ou trabalhos. Um exemplo é a TwitchTV, que é uma plataforma de live streaming mais direcionada para os fãs de jogos eletrônicos, e que só ficou popular no Brasil nestes últimos três anos. A tecnologia também é utilizada em jogos de mesa de cassinos online, em plataformas como da 888 Casino e da Bet.pt, que usam o live streaming para dar uma experiência mais real aos jogadores online. Até mesmo os shows de músicas encontraram nas lives em redes sociais, principalmente no Instagram e no Facebook, uma forma de alinhar a indústria da música com as novas tecnologias. Em abril deste ano, por exemplo, um documentário de Gilberto Gil com o grupo BaianaSystem foi lançado durante uma transmissão ao vivo. Assim, é possível ver que as inovações tecnológicas são utilizadas de forma cada vez mais ampla, seja na indústria do entretenimento ou então em leilões organizados pelo governo. O live streaming ajuda a conectar as pessoas, mesmo com alguns quilômetros de distância. Imóveis no Nordeste - Além dos carros e outros produtos eletrônicos, alguns grupos de leilões também oferecem imóveis nestes eventos. A empresa Nordeste Leilões, por exemplo, é uma das maiores da região, justamente por fazer negócios em diferentes estados nordestinos. Na Bahia, os leilões costumam ter mais atenção nas capitais, apesar de Vitória da Conquista ter sido sede de um evento realizado pelo grupo. A segurança é uma das maiores preocupações dessas empresas, já que ao realizar esses leilões via streaming é algo que requer investimento na segurança digital. Contudo, todas essas companhias de grande porte costumam oferecer garantias do serviço, sem qualquer vazamento ou outro perigo. Na verdade, os leilões realizados online costumam oferecer até mais privacidade e segurança para quem participa. O Governo da Bahia encontrou uma forma simples, e eficaz, para conseguir aumentar a arrecadação via o uso de serviços online. Isso é uma ótima notícia para o estado, que se mostra cada vez mais eficiente. Afinal, as novas tecnologias vieram para ajudar com essas burocracias, que podem ser todas resolvidas com alguns cliques. Os leilões são a prova disso, pois estão ficando cada vez mais populares pela disponibilidade online. Ou seja, se esses eventos despertam alguma curiosidade, vale a pena conhecer mais de como funciona todo o processo.

  • Incêndios são registrados em Matina e Palmas de Monte Alto

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    Por Willian Silva

    29/09/2020 - 15:09


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    Em Matina, município vizinho a Guanambi, um incêndio de grandes proporções atingiu uma comunidade no município. Segundo informações obtidas pelo Sudoeste Bahia, incêndio na Fazenda Vargem, as margens da rodovia que liga Matina a Riacho de Santana, teve início na tarde desta segunda-feira (28), em uma propriedade particular. Segundo uma fonte ouvida, o proprietário da pastagem disse que o incêndio foi criminoso.

    Foto: Latinha Lélis
    Foto: Latinha Lélis

    Além da fazenda Vargem, o incêndio alcançou várias outras propriedadesa no entorno. O incêndio durou mais de cinco horas e teve uma área queimada de, aproximadamente, 20 hectares. Um vídeo do incêndio foi postado nas redes sociais. Um segundo incêndio, foi registrado no fim da manhã desta terça-feira (29). Desta vez o local foi a Serra de Palmas de Monte Alto. No local estão várias torres de telefonia e televisão. Voluntários tentaram conter o fogo que poderia chegar ao outro lado da serra. Conforme informação da secretária de Meio Ambiente de Monte Alto, Maria Rosa Neves, o incêndio teve início no morro do Cristo e atingiu as torres de telefonia celular. O incêndio passou para o outro lado da encosta. O fogo, por não haver mais nada a queimar, apagou sozinho. A área incendiada ainda sendo calculada.

  • Estudante de psicologia de Paramirim faz uso de popularidade na internet para falar sobre saúde mental

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    Por Tiago Rego

    23/09/2020 - 16:00


    A autenticidade é chave para se alcançar a liberdade e o amor próprio. Você passa a viver a vida de forma mais leve

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    - Eduarda Silva tem 20 anos e é natural de Paramirim, no sudoeste baiano, e está no 4º período do curso de psicologia. Assim como a maioria das jovens de sua geração, as redes sociais fazem parte de seu cotidiano. E a moça faz sucesso na internet. Só em seu perfil no Instagram, Eduarda já soma mais de 33 mil seguidores ou 33K, como também é quantificado. E a estudante divide sua rotina entre atividades acadêmicas, leitura de livros extracurriculares, a prática de exercícios físicos, além de filmes e séries. E tudo isso é divido com seus seguidores. Eduarda também realiza trabalhos como modelo fotográfica. Até aí, parece se tratar de um típico perfil que é conhecido nas redes como “blogueirinha” ou ainda digital influencer. Mas o que chamou atenção desta reportagem foi o fato de Eduarda usar a sua popularidade para poder falar sobre saúde mental com seus seguidores. Em seus stories, a jovem chama a atenção para temas como ansiedade, depressão e até mesmo ego. Por conta disso, nós entramos em contato com a universitária que nos contou sobre suas motivações para falar de temas que não são tão descontraídos como comentar uma série nos stories ou postar uma foto em um dia ensolarado. Eduarda conta que tudo se trata de uma mudança de mentalidade em que ela mesma denomina de evolução. “Quando eu comecei a buscar a evoluir, eu compartilhava frases e textos sobre a vida em geral. Na minha percepção, a evolução é um dos setores para a saúde mental, pois permite que nos conheçamos melhor e assim possamos respeitar cada fase que a gente vive. E por externar sobre saúde mental nos meus stories, consequentemente, as pessoas me agradeciam pelas frases motivacionais e afirmavam que era exatamente aquilo que elas precisavam ouvir no momento”, disse.

     

    Foto: Reprodução | @eduardaps_
    Foto: Reprodução | @eduardaps_

    Em relação à discussão sobre a toxicidade das redes, Eduarda aconselha que as pessoas não devem ficar se comparando com outras e garante que a vida é bem além do que é revelada nas redes sociais. “Eu não sou perfeita. E nem quero passar a ideia de perfeição. Você não pode se comparar com pessoas que se formam cedo, com corpos esculturais que são exibidos na internet, enfim. Temos que enxergar no outro uma fonte de inspiração para buscarmos ser a melhor versão de nós mesmos”, aconselhou. Eduarda também não se furtou e falou de como está lidando com o período da pandemia e com as restrições que ela impõe. “Confesso que não só eu, mas pessoas próximo a mim tiveram momentos de desequilíbrio emocional, o que é normal por conta de tudo que estamos vivendo. Mas eu estou tentando ocupar minha mente com coisas boas. Leio bons livros, assisto séries e estou conversando mais com meus amigos, principalmente por chamada de vídeo. Busquei também ficar um pouco mais sozinha para silenciar a minha mente. É claro que eu acompanho as notícias sobre a pandemia, mas evito o bombardeio de informações. Agora, estou apreciando mais o simples; o que antes era ignorado, mas a pandemia veio nos mostrar isso”, descreveu. Para finalizar, Eduarda afirma que a autenticidade é sempre o melhor caminho. “O melhor conselho é do seja você mesmo. Você não pode perder a oportunidade de dar o seu melhor para o mundo. Cada detalhe te faz ser único. Inúmeras pessoas poderão se inspirar em você assim como aquele outro te inspira. A autenticidade é chave para se alcançar a liberdade e o amor próprio. Você passa a viver a vida de forma mais leve”.

  • Afinal, a queda de cabelo é maior na quarentena?

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    14/09/2020 - 16:00


    Dermatologista explica causas, recomenda suplementação e destaca a questão emocional durante a pandemia como fator de risco.

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    - Durante o período de isolamento social, aumentaram as queixas sobre a perda de fios. O Dr. Daniel Fernandes Melo, dermatologista e coordenador de departamento de cabelos da Sociedade Brasileira de Dermatologia - Regional Rio de Janeiro (SBD-RJ), explica que o estado emocional pode, eventualmente, deflagrar queda de cabelo. “A questão envolve vários fatores. Um deles é o próprio isolamento social, que pode aumentar a percepção da queda de fios. Além disso, existe a questão emocional, que também pode contribuir como um possível gatilho para alguns tipos de queda de cabelo”. O especialista recomenda a busca de um profissional qualificado para analisar os casos individualmente. “Os médicos dermatologistas apresentam o melhor caminho para realizar atendimentos presenciais com toda a segurança e há a telemedicina, que já é realidade. O essencial é buscar um profissional capacitado para auxiliar no problema”, orienta o Dr. Melo. Não existe equação exata e comprovada para identificar quando a queda de cabelo deixa de ser normal para se tornar um problema. “Você é o principal agente para verificar mudanças no padrão de queda. Se começa a te incomodar, então é o momento certo de falar com um especialista para buscar a causa do problema e o tratamento mais adequado”, assinala o especialista. A queda de cabelo (alopecia) pode ser classificada em dois grandes grupos: cicatricial, na qual existem danos irreversíveis ao folículo e, em sua maioria, não sendo possível o retorno do crescimento dos cabelos; e a causa não-cicatricial, que é mais comum na população e, em parte dos casos, pode ser revertida após o fim da alteração do folículo, voltando a crescer cabelo na área acometida. As quedas não cicatriciais são as mais comuns. Entre elas, está o eflúvio telógeno, que consiste em um aumento da perda diária de fios de cabelo, fruto de uma migração difusa e abrupta dos fios para a fase de repouso do ciclo capilar (telógena). Entre outros motivos, ele pode ser causado por dietas restritivas, cirurgias como a bariátrica e o parto. Má alimentação, estresse emocional relevante e algumas medicações também são causas que podem culminar em queda de cabelo. De acordo com o dermatologista, determinados nutrientes estão ligados ao bom funcionamento do ciclo capilar. É o caso do ferro, zinco e as vitaminas D e B12. Os fios são formados por queratina. Os elementos que servem de matéria-prima para a produção desse componente, como a cistina, também são importantes. Isso explica porque os tratamentos muitas vezes estão ligados à suplementação de nutrientes e elementos que atuam na construção dos fios. Essa complementação é importante para a saúde do corpo como um todo. “Por exemplo, uma mulher que perde muito ferro durante a menstruação e tenha alguma comorbidade ou histórico médico associado que possa levar a uma anemia, precisa de suplementação específica, diferente daquela que possui perda de outro nutriente. Por isso, antes da utilização de qualquer medicamento, é preciso buscar o aconselhamento de um médico, sobretudo com atuação e experiência em queixas capilares membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia”. Outro aspecto importante para pessoas com essa condição é a paciência. “O tratamento capilar apresentará resultados clinicamente visíveis somente a partir de três a quatro meses, em geral. Porém, pode levar até mais tempo, dependendo da condição clínica do paciente. As interrupções no tratamento afetam diretamente o resultado. Também vale lembrar que precisamos cuidar do aspecto emocional, seja no que se refere ao período da quarentena ou não, para que não tenhamos reflexos em outras áreas do nosso organismo. Estamos vivendo um momento atípico, mas que irá passar, assim como todas as fases difíceis que todos enfrentamos ao longo da vida”, lembra o dermatologista.

  • Congresso virtual das Testemunhas de Jeová, “Não Perca a Alegria!” supera as expectativas

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    22/08/2020 - 09:30


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    - “Emocionante, superou minhas expectativas!”. Quem tem assistido o programa do congresso global “Não perca a Alegria!” se surpreendeu com a qualidade dos vídeos, entrevistas e discursos. Pela primeira vez na história, o congresso anual das Testemunhas de Jeová, que é um evento muito aguardado por milhões de pessoas, é realizado apenas pela internet. Durante julho e agosto de 2020, congregações, famílias, e convidados estão assistindo gratuitamente ao programa pelo site jw.org. “Nossa adoração a Deus é baseada no amor que temos por Ele e por outros, independentemente de onde estamos fisicamente. Mesmo diante de situações estressantes e desesperadoras, o congresso destaca que é possível encontrar razões para alegria”, disse João Leonardo, porta-voz regional das Testemunhas de Jeová. O programa está sendo postado no site em seis partes, cada uma correspondendo a uma sessão da manhã ou da tarde do programa que duraria três dias. Milhões de pessoas viram as primeiras quatro partes do congresso nas semanas anteriores. Nos dias 22 e 29 de agosto, serão postadas as duas últimas sessões. Um ponto alto do programa será a exibição da segunda e última parte do filme sobre a vida de Neemias – um personagem histórico que ajudou a antiga nação de Israel a encontrar alegria na adoração a Deus. Algumas congregações combinaram reunir pequenos grupos, por videoconferência, após  cada sessão do congresso para conversar sobre o que aprenderam. “De muitas formas nos sentimos mais próximos uns dos outros como família espiritual”, disse Josenilton Santos, porta-voz regional assistente.

  • Casal é flagrado transando durante audiência pública virtual da Câmara Municipal

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    Por Juliana Rodrigues

    14/08/2020 - 18:15


    Procurada, a Câmara do Rio ainda não se manifestou sobre o incidente

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    - Uma cena marcou uma audiência pública virtual convocada pela Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara do Rio de Janeiro, na tarde de hoje (14). Enquanto os vereadores Leonel Brizola (PSOL), Babá (PSOL) e Célio Lupparelli (DEM) discutiam sobre uma das pautas, a câmera de uma representante popular presente na reunião, flagrou casal fazendo sexo ao fundo. De acordo com o jornal O Globo, apesar da performance explícita de sexo, no entanto, os parlamentares e as demais pessoas presentes na chamada de vídeo não interromperam a sessão nem por um segundo. Procurada, a Câmara do Rio ainda não se manifestou sobre o incidente.

  • Desembargador que humilhou guarda municipal em Santos diz que está arrependido e pede desculpas

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    Por Lara Curcino

    24/07/2020 - 08:30


    Eduardo de Siqueira foi flagrado sem máscara e multado por um agente, chamado por ele de ‘analfabeto’ após punição

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    - O desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira, do Tribunal de Justiça de São Paulo, se disse arrependido e pediu desculpas por ter humilhado o guarda municipal Cícero Hilário Roza Neto em uma praia de Santos, além de ter rasgado uma multa aplicada a ele pelo agente. “Eu me exaltei, desmedidamente, com o guarda municipal Cícero Hilário, razão pela qual venho a público lhe pedir desculpas”, escreveu Siqueira, em nota. Sua atitude, segundo ele, teve como “pano de fundo uma profunda indignação com a série de confusões normativas que têm surgido durante a pandemia — como a edição de decretos municipais que contrariam a legislação federal — e às inúmeras abordagens ilegais e agressivas que recebi antes, que sem dúvida exaltam os ânimos”. “Nada disso, porém, justifica os excessos ocorridos, dos quais me arrependo”, completou. No episódio, o desembargador foi multado em R$ 100 por desrespeito ao uso obrigatório de máscara, no último sábado (18), e se irritou com a situação. Em vídeo, ele aparece chamando o guarda de “analfabeto” e dizendo que o agente não tinha nenhuma autoridade. "O senhor sabe ler? Então leia bem com quem o senhor está se metendo", disse Siqueira a Cícero. "Você quer que eu jogue na sua cara? Faz aí a multa.”