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Rogério Marinho acusou o PSD de favorecer Lula; Caiado negou qualquer aproximação com o PT.18 Ago 2026 / 06h30


Partido Novo aponta suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou uma ação movida pelo partido Novo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) por suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação durante o Carnaval de 2026. A ação contesta o desfile da Acadêmicos de Niterói, que levou à avenida um enredo sobre a trajetória política de Lula. Para o Novo, a apresentação funcionou como promoção eleitoral do então pré-candidato à reeleição, com utilização de recursos públicos e ampla divulgação na imprensa. Segundo o partido, a escola de samba recebeu R$ 9,65 milhões em recursos provenientes da Prefeitura de Niterói, do Governo do Rio de Janeiro e da Embratur. Ao admitir a ação, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, afirmou que os fatos narrados podem, em tese, caracterizar abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Lula e Alckmin foram citados e terão cinco dias para apresentar defesa. A decisão apenas autoriza o prosseguimento do processo e não torna os investigados inelegíveis. O mérito da ação ainda será analisado pelo TSE.
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