Fachin suspende decisões de Mendonça e Dino sobre afastamento do chefe da PF
Fachin suspende decisões de Mendonça e Dino sobre afastamento do chefe da PF
Presidente do STF interrompe efeitos do afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, determinada por André Mendonça, e da posterior reintegração determinada por Flávio Dino
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Edson Fachin, do STF, suspendeu nesta quarta‑feira (9) os efeitos das decisões que afastaram o diretor‑geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, bem como a posterior reintegração ordenada pelo ministro Flávio Dino. Fachin determinou ainda que Andrei se manifeste em até 48 horas, enquanto permanecem pendentes o julgamento da Segunda Turma do STF e o pedido de suspensão de liminar em análise pela Presidência da Corte.
- A disputa surge no contexto das investigações do caso Master, que já envolveu ministros como André Mendonça, Alexandre de Moraes e o procurador‑geral da República, Paulo Gonet. Após o afastamento preventivo decretado por Mendonça, Dino reintegrou os diretores, mas a nova decisão de Fachin deixa ambas as medidas sem efeito, ampliando a crise institucional entre os ministros e a condução das apurações na Polícia Federal.
Foto: Alejandro Zambrana | STF
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quarta-feira (9) os efeitos das decisões que alteraram o comando da Polícia Federal. A medida interrompe tanto o afastamento do diretor-geral Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência, Leandro Almada, determinado por André Mendonça, quanto a decisão posterior de Flávio Dino que havia reintegrado os dois aos cargos. “É grave o quadro em que decisões de Ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal, quanto o pedido de suspensão de liminar que se encontra sob apreciação desta Presidência”, escreveu Fachin. Na decisão, ele determinou o prazo de 48 horas para que Andrei se manifeste. Crise começou com investigações do caso Master - A disputa entre ministros do Supremo se intensificou a partir de decisões relacionadas às investigações sobre o Banco Master. O caso envolveu inicialmente Mendonça e Alexandre de Moraes e, posteriormente, passou a incluir Fachin, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a direção da PF e Dino. Antes da sequência de decisões, já havia divergências entre o gabinete de Mendonça e a direção da Polícia Federal sobre a condução das apurações do caso Master. O ministro era relator das investigações relacionadas ao banco e também de um inquérito sobre repasses para a produção de um filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia orientado Andrei Rodrigues a procurar Mendonça para discutir a relação entre a Polícia Federal e o gabinete do relator. Afastamento, reintegração e nova suspensão - Na terça-feira (8), Mendonça determinou o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues e Leandro Almada. A decisão também suspendeu a produção e o compartilhamento de relatórios de inteligência e determinou a abertura de procedimentos criminais e administrativos na Corregedoria da PF. A medida foi questionada pela Advocacia-Geral da União (AGU), que recorreu a Fachin. Nesta quarta, antes da decisão do presidente do STF, Flávio Dino havia determinado a reintegração dos dois diretores, suspendendo os efeitos do afastamento de Mendonça. Agora, Fachin suspendeu os efeitos das duas decisões, deixando sem efeito, neste momento, tanto o afastamento determinado por Mendonça quanto a reintegração ordenada por Dino. A decisão ocorre enquanto continuam pendentes outros procedimentos relacionados à disputa entre os ministros e à condução das investigações envolvendo a Polícia Federal.
Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados no 1º turno, diz pesquisa
Levantamento mostra Lula com 38,4% e Flávio Bolsonaro com 37,3% no primeiro turno; margem indica empate técnico.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa eleitoral divulgada nesta quarta‑feira (9) pelo instituto Meio/Ideia indica uma disputa acirrada para a Presidência da República, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrando 38,4% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL) 37,3%, dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais, configurando empate técnico. A pesquisa, que ouviu 1.500 eleitores por telefone entre 4 e 7 de setembro, também aponta cenários de segundo turno onde Lula e Flávio permanecem empatados em 46% cada, e Lula enfrenta Ronaldo Caiado (PSD) com 46% a 42%, igualmente dentro da margem de erro.
- Outros candidatos aparecem com percentuais menores: Augusto Cury (Avante) 6,6%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado 4% cada, enquanto os demais ficam abaixo de 2%. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-07935/2026, com margem de erro de 2,5 pontos e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
Uma nova pesquisa eleitoral divulgada nesta quarta-feira (9) pelo instituto Meio/Ideia aponta uma disputa acirrada pela Presidência da República. No cenário de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 38,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 37,3%. Como a diferença está dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados. Na sequência aparecem Augusto Cury (Avante) com 6,6%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 4%. Os demais candidatos somam percentuais inferiores a 2%. O levantamento também simulou cenários de segundo turno. Na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, ambos aparecem com 46% das intenções de voto, configurando novo empate técnico. Contra Ronaldo Caiado, Lula registra 46%, enquanto o ex-governador de Goiás aparece com 42%, resultado que também representa empate técnico dentro da margem de erro. Nos demais confrontos, Lula vence numericamente Augusto Cury (46% a 40,9%), Romeu Zema (46% a 38%) e Renan Santos (46% a 40,3%). A pesquisa ouviu 1.500 eleitores por telefone entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07935/2026.
Lula empata tecnicamente com Flávio Bolsonaro e Augusto Cury em pesquisa Nexus/BTG
Presidente aparece à frente de Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos, segundo pesquisa registrada no TSE.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A nova pesquisa Nexus/BTG divulgada em 8 de setembro indica empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, com 45% a 46% das intenções de voto, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
- O levantamento também mostra empate técnico contra o escritor Augusto Cury (Avante) (45% a 43%) e mantém a vantagem de Lula contra Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão). A pesquisa, com 2.002 entrevistas telefônicas, foi contratada pelo BTG Pactual e registrada no TSE (protocolo BR-06790/2026).
Foto: Reprodução
Uma nova pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (8) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta disputas apertadas nos cenários de segundo turno da eleição presidencial. O levantamento aponta empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL) e também indica equilíbrio em uma eventual disputa contra o escritor Augusto Cury (Avante). No cenário contra Flávio Bolsonaro, o parlamentar aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Lula registra 45%. Como a diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, há empate técnico entre os candidatos. Em outro cenário, Lula aparece numericamente atrás de Augusto Cury, que soma 45%, contra 43% do atual presidente. A diferença, porém, também configura empate técnico. Nos confrontos com outros adversários, Lula mantém vantagem. Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o petista tem 46% das intenções de voto, diante de 43% do adversário. Já contra Romeu Zema (Novo), o presidente lidera por 47% a 40%. No cenário com Renan Santos (Missão), Lula aparece com 47%, enquanto o adversário registra 39%. A pesquisa Nexus/BTG entrevistou 2.002 eleitores por telefone entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo BTG Pactual e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06790/2026.
Pesquisa Quaest: desaprovação ao governo Lula sobe para 50%
Pesquisa Quaest: desaprovação ao governo Lula sobe para 50%
Levantamento realizado entre 3 e 6 de setembro mostra alta da desaprovação e queda da aprovação em relação à pesquisa anterior.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Quaest divulgada nesta segunda‑feira (7) mostrou que a desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu para 50%, enquanto a aprovação recuou para 43%, com 7% dos entrevistados sem resposta. O levantamento, realizado entre 3 e 6 de setembro com 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais, indica ainda que 38% classificam a gestão como negativa, 34% como positiva e 25% como regular, em um contexto marcado pela crise envolvendo o STF.
- Com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01720/2026, reforçando a tendência de aumento da desaprovação e queda da aprovação da administração Lula nos últimos dias.
Foto: Reprodução
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a crescer e chegou a 50%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7). O levantamento mostra que 43% dos brasileiros aprovam a forma como o petista administra o país, enquanto 7% não souberam ou preferiram não responder. Na comparação com a rodada anterior, divulgada na semana passada, a desaprovação aumentou dois pontos percentuais, passando de 48% para 50%. Já a aprovação caiu de 45% para 43%. A pesquisa também avaliou a percepção dos brasileiros sobre o governo. Atualmente, 38% classificam a gestão como negativa, índice um ponto acima do registrado anteriormente. A avaliação positiva recuou de 35% para 34%, enquanto 25% consideram o governo regular. Outros 3% não responderam. O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 6 de setembro, período marcado pela crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). Ao todo, foram entrevistados 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01720/2026.
Lula lidera primeiro turno e empata com Flávio Bolsonaro no segundo, aponta Quaest
Presidente aparece com 36% na primeira etapa e os dois registram 41% no confronto direto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da eleição presidencial com 36% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, segundo pesquisa Quaest contratada pela TV Globo divulgada em 7 de setembro. No cenário de segundo turno, os dois candidatos ficam tecnicamente empatados, com 41% cada, e Lula mantém vantagem nos confrontos contra Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Renan Santos e Romeu Zema.
- A pesquisa, realizada presencialmente com 2.004 eleitores entre 3 e 6 de setembro, indica margens de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, estando registrada no TSE sob o número BR-01720/2026. Em demais cenários de segundo turno, Lula supera os adversários, registrando de 39% a 44% dos votos, enquanto os indecisos e votos em branco variam entre 13% e 21%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da eleição presidencial, com 36% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, segundo pesquisa Quaest contratada pela Tv Globo e divulgada nesta segunda-feira (7). No segundo turno, os dois empatam numericamente, com 41% cada. O levantamento também mostra Lula à frente nos confrontos com Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Renan Santos e Romeu Zema. Primeiro turno Na pesquisa estimulada sem a presença de Pablo Marçal, os candidatos registraram os seguintes percentuais: Lula (PT): 36%; Flávio Bolsonaro (PL): 29%; Augusto Cury: 8%; Renan Santos: 3%; Ronaldo Caiado: 3%; Romeu Zema: 2%; Samara Martins: 1%; Branco, nulo ou nenhum: 8%; Indecisos: 10%. Com a inclusão de Pablo Marçal entre os candidatos, Lula permanece com 36% e Flávio Bolsonaro continua com 29%. Augusto Cury aparece com 8%, enquanto Renan Santos e Ronaldo Caiado registram 3% cada. Romeu Zema tem 2% e Pablo Marçal, 1%. Nesse cenário, 8% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum candidato, enquanto 9% estão indecisos. Segundo turno Na simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem tecnicamente empatados, com 41% cada. Outros 13% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum dos dois, enquanto 5% ainda não sabem em quem votar. Nos demais cenários, Lula aparece numericamente à frente dos adversários: Lula x Ronaldo Caiado: Lula registra 41%, contra 38% de Caiado. Branco, nulo ou nenhum somam 17%, e 4% estão indecisos. Lula x Augusto Cury: o presidente tem 39%, enquanto Cury aparece com 35%. Outros 21% optariam por branco, nulo ou nenhum, e 5% não souberam responder. Lula x Renan Santos: Lula alcança 42%, contra 37% de Renan. Branco, nulo ou nenhum representam 17%, enquanto 4% estão indecisos. Lula x Romeu Zema: Lula aparece com 44%, e Zema registra 33%. Nesse cenário, 19% escolheriam branco, nulo ou nenhum, e 4% ainda não definiram o voto. A pesquisa ouviu presencialmente 2.004 pessoas entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01720/2026.
Em discurso da Independência, Lula afirma que o Brasil "não será colônia de ninguém"
Presidente destacou soberania nacional, recursos estratégicos e protagonismo brasileiro no cenário internacional.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em pronunciamento nacional no Dia da Independência, reforçou que o Brasil não aceitará interferências externas e destacou a soberania política, econômica e comercial do país, afirmando que “não somos colônia e não seremos colônia de ninguém”.
- Lula ressaltou as riquezas estratégicas do Brasil – a segunda maior reserva de terras raras, a maior fonte de água doce e novas jazidas de petróleo – como motores do desenvolvimento nacional, vinculando a independência à garantia de direitos, saúde, educação e ao papel de liderança do país em meio ambiente, transição energética e combate à emergência climática.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (6), em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão em alusão ao Dia da Independência do Brasil, que o país não aceitará interferências externas em suas decisões políticas, econômicas e comerciais. Durante o discurso, Lula reforçou a soberania nacional e declarou: "Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém." O presidente também afirmou que "Nenhum governante estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar e para quem podemos vender. Somos um país soberano e nossas decisões pertencem a nós e a mais ninguém." Ao abordar as riquezas naturais do país, Lula destacou que o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, a maior fonte de água doce e novas jazidas de petróleo. Segundo ele, esses recursos devem impulsionar o desenvolvimento nacional. "Nossas riquezas devem servir ao futuro do povo brasileiro", afirmou. Durante o pronunciamento, o chefe do Executivo também defendeu que a independência do Brasil deve ser refletida na garantia de direitos e oportunidades para a população. "Um país soberano é aquele capaz de criar as oportunidades que o seu povo precisa para conquistar a própria independência: a independência financeira; a independência de poder estudar e pensar livremente, escolher a melhor profissão e o melhor emprego; ter mais tempo para si mesmo e para a sua família; a independência de contar, como previsto na Constituição Federal, com saúde pública de qualidade e a melhor educação gratuita para seus filhos; e de viver em um país livre da fome, da pobreza e de todas as formas de desigualdade, com direitos para todos, em vez de privilégios para poucos", declarou. Ao encerrar o discurso, Lula destacou o papel do Brasil no cenário internacional e afirmou: "Somos exemplo na defesa do meio ambiente. Nossa riqueza cultural encanta o mundo. Somos referência mundial em transição energética e no enfrentamento da emergência climática que ameaça o futuro da humanidade."
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Caso ocorre em meio aos desdobramentos do embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte, surpreendendo-os ao enfatizar que a instituição, com mais de 130 anos de história, tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem apoio externo. Os magistrados alertaram Lula sobre a necessidade de cautela nas críticas ao Supremo, destacando a dependência do governo nas decisões da Corte, inclusive em questões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- Preocupado com a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes, o presidente encomendou pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise. O episódio ocorre em meio ao acirramento da disputa entre Moraes e o ministro André Mendonça, e após o presidente do STF, Edson Fachin, determinar a separação das investigações de fake news envolvendo os dois ministros, prometendo levar as acusações ao plenário da Corte.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte durante o pronunciamento divulgado na última sexta-feira (4), em meio à crise envolvendo integrantes do Judiciário. A informação foi publicada pela coluna da jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Segundo a reportagem, o pedido surpreendeu ministros do STF, que afirmaram ao presidente que a Corte possui mais de 130 anos de história e tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem depender de apoio externo. Ainda de acordo com a coluna, os magistrados alertaram Lula para ter cautela em declarações críticas ao Supremo, destacando que o governo depende da atuação da Corte em temas de interesse institucional, inclusive em questões relacionadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A publicação também afirma que uma das principais preocupações de Lula é a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes. Por esse motivo, a campanha do presidente teria encomendado pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise junto ao eleitorado. O episódio ocorre após o acirramento da disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Na sexta-feira (4), o presidente do STF, Edson Fachin, determinou que as investigações solicitadas por Moraes contra Mendonça fossem retiradas do inquérito das fake news e conduzidas em procedimento separado. Segundo a Folha de S.Paulo, Fachin também informou a Lula que pretende levar ao plenário da Corte as acusações envolvendo os dois ministros.
Lula chama caso Banco Master de "maior roubo da história do Brasil" e cobra investigação
Presidente também defende criação de um código de ética para o Judiciário.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou o caso Banco Master como o "maior roubo da história do Brasil" e exigiu que as investigações avancem sem blindagem para nenhum suspeito, independentemente de cargo ou influência política. Em post nas redes sociais, Lula reforçou a necessidade de apurar todos os envolvidos, inclusive o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, e alertou contra "vazamentos seletivos" que possam comprometer a transparência.
- Além de cobrar respostas firmes do STF, do presidente da Corte Edson Fachin e do procurador‑geral Paulo Gonet, Lula apontou a crise como sinal da urgência de reformas no sistema político e judicial, defendendo a criação de um código de ética para magistrados e reforçando o direito da população de conhecer a verdade completa sobre o escândalo.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou, nesta quinta-feira (3), o caso Banco Master como o "maior roubo da história do Brasil" e defendeu que as investigações avancem sem qualquer tipo de proteção aos envolvidos. Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que a apuração deve alcançar todos os suspeitos, independentemente de cargo ou influência política. "É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer", declarou. O presidente também criticou o que chamou de "vazamentos seletivos" e disse que a população tem o direito de conhecer toda a verdade sobre o caso. Segundo ele, a crise evidencia a necessidade de reformas no sistema político e no Judiciário, incluindo a criação de um código de ética para magistrados. Lula afirmou ainda que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, apontado por ele como líder do esquema, mantinha relações com pessoas influentes e destacou que sua prisão e o fechamento do Banco Master ocorreram durante seu governo. Na primeira manifestação pública sobre a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente também cobrou uma atuação firme do presidente da Corte, Edson Fachin, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, para garantir a credibilidade das investigações.
Datafolha: Lula lidera no 1º turno e mantém empate técnico com Flávio Bolsonaro no 2º
Pesquisa mostra variações em relação ao levantamento anterior dentro da margem de erro; Augusto Cury se consolida no terceiro lugar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta‑feira (3) coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial, com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) com 33%. Augusto Cury (Avante) surge em terceiro lugar, alcançando 8%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) ficam atrás com 4%, 3% e 2%, respectivamente. No cenário de segundo turno, Lula chega a 46% contra 44% de Flávio, configurando um empate técnico dentro da margem de erro, e a rejeição dos dois principais candidatos permanece alta, com 47% contra Flávio e 45% contra Lula.
- O destaque da pesquisa é o crescimento expressivo de Augusto Cury, que quadruplicou seu percentual em relação à pesquisa anterior, consolidando-se como terceira força e podendo influenciar a composição do segundo turno caso mantenha a tendência de alta nas próximas sondagens.
Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (3) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial, com 38% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro (PL). Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro, com 8%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3%, e Romeu Zema (Novo), com 2%. Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB) têm 1% cada. Apesar da vantagem de cinco pontos de Lula no primeiro turno, o cenário muda no segundo turno. O petista aparece com 46%, contra 44% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Na pesquisa anterior, Lula tinha 47% e Flávio, 43%. Assim, a diferença entre os dois caiu de quatro para dois pontos percentuais. O levantamento também mostra elevada rejeição dos dois principais candidatos: 47% dizem que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum, enquanto 45% rejeitam Lula. O principal movimento no primeiro turno, porém, é o crescimento de Augusto Cury. O candidato do Avante chega a 8%, quatro vezes o percentual registrado na pesquisa anterior, e se consolida na terceira posição, abrindo uma distância significativa em relação aos demais concorrentes. A ascensão de Cury acrescenta uma nova variável à disputa. Embora ainda esteja distante dos dois líderes, sua votação já representa uma parcela relevante do eleitorado e pode ser decisiva para definir a composição do segundo turno, sobretudo se mantiver a trajetória de crescimento nas próximas pesquisas.
Congresso aprova fim da taxa das blusinhas
Congresso aprova fim da taxa das blusinhas
Texto aprovado nesta quinta-feira prevê monitoramento dos efeitos da isenção sobre setores brasileiros e medidas para evitar o uso comercial do benefício
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Congresso Nacional aprovou nesta quinta‑feira (3) a extinção da chamada “taxa das blusinhas”, que cobrava 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. A medida provisória segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e inclui mecanismos de monitoramento para avaliar impactos em emprego, competitividade, preços e arrecadação, com avaliações periódicas do Ministério da Fazenda e do próprio Congresso.
Foto: Ton Molina | Agência Senado
O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (3) o fim da chamada taxa das blusinhas, cobrança de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. A medida provisória agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A votação foi concluída pela Câmara e pelo Senado no último dia da semana de esforço concentrado. A tramitação precisou ser acelerada porque a medida provisória perde a validade em 8 de setembro. O texto enfrentou resistência de setores produtivos brasileiros, que argumentam que a redução da tributação sobre produtos importados pode prejudicar a concorrência com empresas nacionais. Para viabilizar a aprovação, a relatora da proposta, senadora Leila Barros (PDT-DF), incluiu mecanismos para acompanhar e mitigar possíveis impactos econômicos. Impactos serão avaliados periodicamente - A primeira análise dos efeitos da medida deverá ocorrer três meses após o início de sua vigência. Depois disso, o Ministério da Fazenda terá de realizar avaliações a cada seis meses, enquanto o Congresso fará uma revisão anual. O acompanhamento deverá considerar seis pontos: emprego e renda; competitividade da indústria e do comércio nacional; preços dos produtos; volume de compras internacionais; diferença entre bens importados e nacionais; e efeitos sobre a arrecadação. Cinco setores terão avaliação obrigatória: têxteis e vestuário, calçados, acessórios, brinquedos e cosméticos. O regime de tributação simplificada das remessas internacionais também será reavaliado anualmente pelo Congresso. Para isso, o Poder Executivo deverá apresentar, até 30 de abril de cada ano, um relatório sobre os impactos fiscais e econômicos da medida. O texto ainda autoriza o governo federal a estabelecer limites de quantidade ou frequência para compras internacionais feitas por pessoas físicas. A intenção é impedir o fracionamento de remessas e o uso do benefício tributário para atividades comerciais. Pontos ficaram de fora - Propostas discutidas durante a tramitação não entraram na versão final aprovada pelo Congresso. Entre elas está a exigência de utilização dos Correios pelas empresas beneficiadas para a realização das entregas. Também ficou de fora a criação de um sistema de cashback para consumidores. Segundo congressistas, o tema deverá ser discutido no âmbito da reforma tributária. O presidente da comissão mista que analisou a medida, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), comemorou a aprovação e afirmou que o texto buscou conciliar o acesso da população a produtos importados com a proteção de setores da economia nacional. “Nós conciliamos os interesses da economia nacional. Pela primeira vez, cinco setores intensivos na geração de obras e empregos para o povo, terão políticas compensatórias se forem comprovados os impactos. Setor de calçados, têxteis e vestuários, cosméticos e brinquedos terão a possibilidade de discutir com transparência os impactos”, afirmou. Taxa entrou em vigor em 2024 - A cobrança de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 passou a vigorar em agosto de 2024, após aprovação do Congresso. A regra incidia sobre remessas incluídas no programa Remessa Conforme. A taxação enfrentou forte repercussão negativa entre consumidores. Em maio deste ano, o governo editou uma medida provisória para acabar com a cobrança. A nova regra entrará em vigor na data que for definida pelo governo, que terá prazo máximo de 180 dias após a publicação da norma para colocá-la em funcionamento. A articulação para destravar a votação foi construída na semana passada, durante um almoço entre Lula e os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Além da medida sobre as compras internacionais, o governo também pretendia avançar nesta semana com a PEC que prevê o fim da escala 6x1 e com a PEC da Segurança. As duas propostas foram aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça na quarta-feira (2), mas devem ter a votação em plenário retomada apenas no intervalo entre o primeiro e o segundo turno das eleições.
Jaques Wagner minimiza pesquisas e diz que resultado das urnas será a ‘pesquisa verdadeira’
Senador afirmou que ele, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues já foram eleitos apesar de pesquisas desfavoráveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição ao Senado pela Bahia, minimizou a importância das pesquisas eleitorais, afirmando que o verdadeiro resultado será decidido nas urnas. Em entrevista à Rádio Jaraguar FM, Wagner destacou que, se dependesse de pesquisas, ele, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues não teriam sido eleitos, e reforçou sua estratégia de percorrer o interior do estado e apoiar a candidatura do presidente Lula e demais candidatos aliados.
- A pesquisa AtlasIntel divulgada recentemente mostra Rui Costa com 31,6% e Wagner com 26,5% das intenções de voto. Apesar dos números, Wagner mantém cautela, promete continuar trabalhando com humildade e buscar ampliar a base parlamentar para defender pautas trabalhistas.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição, minimizou nesta quinta-feira (3) a importância das pesquisas eleitorais e afirmou que o resultado das urnas será a “pesquisa verdadeira”. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Jaraguar FM, de Jacobina. “Se dependêssemos de pesquisa, eu, Rui [Costa] e Jerônimo [Rodrigues] nunca teríamos sido eleitos”, disse. A fala ocorreu após a divulgação de uma pesquisa AtlasIntel que aponta Rui Costa (PT) com 31,6% dos votos válidos e Wagner com 26,5% na disputa pelas duas vagas ao Senado pela Bahia. Apesar do resultado, o senador afirmou que prefere manter cautela e continuar trabalhando. “Vou calçar as sandálias da humildade e seguir trabalhando”, declarou. Wagner disse ainda que continuará percorrendo o interior do estado durante o fim de semana. O petista afirmou que pretende pedir votos para o presidente Lula (PT), o governador Jerônimo Rodrigues (PT), Rui Costa e candidatos aliados à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa da Bahia. Segundo ele, o objetivo é ampliar a base parlamentar para defender pautas voltadas aos trabalhadores.
Lula busca se distanciar de Moraes após novas revelações e adota discurso de que 'ninguém está acima da lei'
Presidente conversou com Edson Fachin, discutiu estratégia com aliados e pretende evitar que crise no STF tenha impacto na campanha pela reeleição
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a se distanciar do ministro do STF Alexandre de Moraes após a divulgação de mensagens que ligam o magistrado ao ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. Em reunião com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, Lula reforçou a necessidade de que todos respondam perante a lei, sem que o Executivo assuma protagonismo no debate judicial.
- O governo busca impedir que a crise no Supremo influencie a campanha de reeleição, enquanto o ministro Gilmar Mendes manifesta preocupação com a falta de apoio institucional à Polícia Federal. O senador Flávio Bolsonaro intensifica pedidos de impeachment contra Moraes. Uma pesquisa da Quaest indica empate técnico entre Lula (42%) e Bolsonaro (41%) para o segundo turno.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a adotar uma estratégia de distanciamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após a divulgação de novas informações envolvendo o magistrado e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. Na terça-feira (1º), Lula conversou com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, em meio à repercussão das mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro. O episódio aumentou a pressão sobre a Corte e levou o Palácio do Planalto a discutir os possíveis reflexos políticos do caso. Na manhã desta quarta-feira (2), o presidente reuniu aliados para definir a posição pública da campanha. A orientação é defender que todos devem responder perante a lei, independentemente do cargo ocupado, sem que o governo assuma protagonismo no debate sobre o Supremo. O posicionamento foi antecipado pelo presidente nacional do PT e coordenador da campanha de Lula, Edinho Silva. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou que "ninguém está acima da lei" e defendeu mudanças no sistema político e judicial, incluindo a criação de um código de ética para integrantes do Judiciário e do Ministério Público, além do fim dos supersalários. Enquanto isso, Lula deve evitar declarações espontâneas sobre o assunto e só pretende comentar o caso se for questionado durante entrevistas. Integrantes do governo avaliam que a investigação não deve ser tratada como pauta do Executivo e buscam impedir que a crise envolvendo o STF tenha impacto direto na campanha pela reeleição. Também na terça-feira, o ministro Gilmar Mendes procurou Lula para manifestar preocupação com o que considera falta de apoio institucional à cúpula da Polícia Federal, em meio ao embate entre o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e o ministro André Mendonça sobre as investigações relacionadas ao Banco Master. As revelações envolvendo Alexandre de Moraes também foram exploradas por aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula na disputa presidencial. O grupo voltou a defender o impeachment do ministro e intensificou as críticas ao Supremo. Nos bastidores do governo, a avaliação é de que o desgaste da Corte pode influenciar o cenário eleitoral, já que Lula e ministros do STF mantiveram forte aproximação política nos últimos anos. A preocupação ganhou força após a divulgação de uma pesquisa Quaest, nesta quarta-feira, que apontou Lula com 42% das intenções de voto no segundo turno, contra 41% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
Lula se reúne com ministros do STF em meio à crise envolvendo Alexandre de Moraes
Interlocutores do presidente relataram críticas a André Mendonça, relator do caso que envolve o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na noite de terça‑feira (1º) com ministros do Supremo Tribunal Federal para discutir a crise desencadeada pela divulgação de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Na reunião, aliados de Moraes criticaram o relator do caso, ministro André Mendonça, apontando que suas decisões favorecem adversários políticos de Lula, apesar das negativas dos interlocutores.
- A conversa também abordou a postura do advogado‑geral da União, Jorge Messias, que não teria avançado com medidas na AGU para contestar as iniciativas de Mendonça. O episódio destaca tensões entre o Executivo e o Judiciário, envolvendo figuras como Jair Bolsonaro e seu filho Flávio Bolsonaro, e reforça a atenção da mídia, como a CNN, sobre o impasse judicial.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou na noite de terça-feira (1º) com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a crise envolvendo a Corte após a divulgação de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações divulgadas pela CNN, Lula ouviu ministros próximos a Moraes, que fizeram críticas à atuação do ministro André Mendonça, relator do caso relacionado ao banco. Aos interlocutores do presidente, aliados de Moraes afirmaram que Mendonça estaria adotando medidas alinhadas a adversários políticos de Lula. Mendonça foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do senador Flávio Bolsonaro (PL), apontado como um dos principais nomes da oposição. As acusações contra o ministro, no entanto, são rejeitadas por seus interlocutores. Durante as conversas, aliados de Moraes também defenderam uma atuação mais contundente de Lula diante da crise. Ainda de acordo com a CNN, integrantes do grupo ligado ao ministro criticaram o advogado-geral da União, Jorge Messias, por não ter avançado com uma medida na Advocacia-Geral da União (AGU) para contestar iniciativas de Mendonça relacionadas ao caso.
Quaest mostra Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 41% em cenário de 2º turno
Quaest mostra Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 41% em cenário de 2º turno
Levantamento aponta empate técnico; pesquisa também simulou disputas com Caiado, Renan Santos, Zema e Augusto Cury
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Nova pesquisa Quaest para a eleição presidencial de 2026 aponta um cenário de empate técnico em um eventual segundo turno entre o presidente Lula (PT), com 42%, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 41%. O levantamento, contratado pela Globo e O Globo, ouviu 2.004 eleitores e possui margem de erro de dois pontos percentuais.
- Além do confronto direto com Flávio Bolsonaro, a pesquisa simulou outros quatro cenários contra Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Renan Santos e Romeu Zema, nos quais o atual presidente mantém a liderança nas intenções de voto.
Foto: Reprodução
A pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta‑feira (2) pela Globo e pelo jornal O Globo, apresentou cinco cenários de 2º turno para a eleição presidencial de 2026. No confronto mais acirrado, Lula (PT) aparece com 42%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) marca 41%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, com nível de confiança de 95% e registro no TSE sob o número BR‑07065/2026. Além da disputa com Flávio Bolsonaro, a Quaest simulou outros quatro cenários de segundo turno. Contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 42%, enquanto o governador de Goiás marca 37%. No confronto com Augusto Cury (Avante), Lula tem 40% e o escritor aparece com 34%. Já contra Renan Santos (Missão), o presidente registra 43% ante 36% do adversário. No cenário envolvendo Romeu Zema (Novo), Lula lidera com 44%, enquanto o governador de Minas Gerais soma 33%.
Quaest: Lula lidera corrida presidencial com 37%, e Flávio Bolsonaro tem 29%
Quaest: Lula lidera corrida presidencial com 37%, e Flávio Bolsonaro tem 29%
Augusto Cury aparece em terceiro, com 10%, em pesquisa divulgada nesta quarta-feira (2).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto no primeiro turno, somando 37% das intenções de voto. O senador Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar com 29%, seguido pelo escritor Augusto Cury, que registra 10% da preferência do eleitorado.
- O levantamento também testou um cenário alternativo com a inclusão de Pablo Marçal e mediu a intenção espontânea, na qual Lula obtém 28% contra 20% de Flávio Bolsonaro, em meio a 42% de indecisos. Encomendada pela Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa ouviu 2.004 eleitores em âmbito nacional com margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa pelo Palácio do Planalto no primeiro turno, com 37% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2). O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 29%, seguido pelo escritor Augusto Cury (Avante), que tem 10%. No cenário estimulado, Renan Santos (Missão) registra 3%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram. O levantamento também testou um cenário com Pablo Marçal (PRTB), no qual Lula mantém 37% e Flávio Bolsonaro sobe para 30%. Cury continua com 10%, enquanto Marçal aparece com 1%. Marçal está inelegível, e a possibilidade de disputar a eleição ainda depende de decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Lula tem 28%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 20%, e Augusto Cury, com 4%. Outros nomes somam 4%, enquanto 42% dos entrevistados estão indecisos. A Quaest ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07065/2026 e foi encomendada pelo jornal O Globo e pela Globo.
Bolsa Família não terá aumento previsto no orçamento federal de 2027
Bolsa Família não terá aumento previsto no orçamento federal de 2027
Projeto enviado ao Congresso estima R$ 157,1 bilhões para o programa no próximo ano
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal informou que não há previsão de aumento nos valores pagos pelo Bolsa Família em 2027, conforme a proposta de orçamento enviada ao Congresso Nacional, que destina R$ 157,1 bilhões ao programa para o próximo ano, valor inferior ao de 2026 e 2025. Desde a retomada do programa em março de 2023, os benefícios não foram reajustados; o pagamento mínimo permanece em R$ 600 por família, com complementos para crianças, gestantes, jovens e bebês, atendendo cerca de 19,3 milhões de famílias.
Foto: Reprodução
O governo federal não prevê aumento nos valores pagos pelo Bolsa Família em 2027. A informação consta na proposta de orçamento enviada ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31), que estima R$ 157,1 bilhões para o programa no próximo ano. O montante é inferior aos R$ 158,6 bilhões previstos para 2026 e aos R$ 167,2 bilhões destinados ao programa em 2025. Desde a retomada do Bolsa Família, em março de 2023, os valores dos benefícios não foram reajustados. Atualmente, o pagamento mínimo é de R$ 600 por família, com adicionais conforme a composição familiar: R$ 150 para cada criança de até seis anos e R$ 50 para gestantes, jovens de 7 a 18 anos incompletos e bebês de até seis meses. Em agosto, cerca de 19,3 milhões de famílias receberam o benefício. Para participar do programa, a renda mensal por integrante da família deve ser de até R$ 218, além da necessidade de manter o Cadastro Único atualizado e cumprir as exigências nas áreas de saúde e educação. O Bolsa Família é uma das principais políticas sociais do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A legislação permite a correção dos valores em um intervalo máximo de dois anos, mas, segundo o governo, a regra dá autorização para o reajuste, sem torná-lo obrigatório.
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
TSE manda suspender propaganda de Lula com críticas a Flávio Bolsonaro
Propaganda citava supostos episódios envolvendo o candidato do PL e foi suspensa até o julgamento do mérito do pedido de direito de resposta.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Estela Aranha, concedeu liminar que suspende a inserção publicitária da campanha de Luiz Inácio Lula que acusava o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro de ser "funcionário fantasma", de envolvimento em lavagem de dinheiro, na chamada "rachadinha" e de ter homenageado líder de grupo de extermínio. A medida foi tomada após pedido de direito de resposta do senador e permanece até que o TSE analise o mérito, com a exigência de comunicar imediatamente as emissoras de TV para cessar a veiculação. A relatora considerou que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política ao apresentar acusações descontextualizadas e sem respaldo suficiente, podendo induzir o eleitor a crer que Bolsonaro ainda responde juridicamente pelos fatos, embora a denúncia da "rachadinha" tenha sido arquivada.
Foto: Reprodução
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão imediata de uma inserção da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que fazia acusações contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A decisão é liminar e foi tomada após pedido de direito de resposta apresentado pelo senador. A suspensão vale até que o TSE analise o mérito da ação. Intitulada “Currículo de Flávio Bolsonaro”, a propaganda apresentava uma série de acusações contra o candidato. Entre elas, afirmava que ele teria sido “funcionário fantasma”, teria sido denunciado por lavagem de dinheiro e organização criminosa no caso conhecido como “rachadinha” e teria homenageado um líder de grupo de extermínio no Rio de Janeiro. A peça também fazia referência a uma investigação relacionada ao Banco Master e afirmava que Flávio Bolsonaro teria sido “flagrado pela Polícia Federal pedindo R$ 134 milhões”. O conteúdo chegou a ser divulgado nas redes sociais pelo secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, ex-presidente do partido na Bahia. A publicação foi posteriormente retirada da rede social X em cumprimento à decisão judicial. Ao analisar o pedido, Estela Aranha entendeu, em uma avaliação preliminar, que a propaganda ultrapassou os limites da crítica política. Para a ministra, o material associava Flávio Bolsonaro a organizações criminosas a partir de informações apresentadas de maneira descontextualizada e sem respaldo suficiente na própria peça publicitária. A relatora destacou que fatos relacionados à vida pública de candidatos podem ser explorados durante uma campanha eleitoral. No entanto, segundo ela, a apresentação dessas informações precisa respeitar a situação jurídica atual dos envolvidos. Um dos pontos citados na decisão foi a referência ao caso da chamada “rachadinha”. A ministra observou que a denúncia relacionada ao episódio foi posteriormente arquivada. Na avaliação dela, a forma como o assunto foi apresentado poderia levar o eleitor a interpretar que Flávio Bolsonaro ainda responde atualmente àquelas acusações. Outro fator considerado pela magistrada foi o formato utilizado na propaganda. O material apresentava as acusações como se fizessem parte de um currículo profissional, recurso que, segundo a decisão, poderia conferir aparência documental às afirmações. Para Estela Aranha, a combinação de textos, imagens e narração aumentou o potencial de impacto da peça e poderia transmitir ao eleitorado uma percepção incompatível com a situação jurídica atual do candidato. A decisão ressalva que a Justiça Eleitoral não busca impedir críticas ou o debate político durante a campanha. O entendimento, porém, é de que informações falsas, imprecisas ou gravemente descontextualizadas não podem ser utilizadas para influenciar a escolha dos eleitores. Com a liminar, Lula e a coligação “Brasil Pronto Pra Mais” ficam impedidos de veicular novamente a inserção até uma nova decisão no processo. A ministra também determinou que o pool de emissoras de televisão seja comunicado imediatamente para cumprir a suspensão. A decisão ainda será submetida à análise definitiva da Justiça Eleitoral.
Diminui vantagem de Lula sobre Flávio em eventual 2º turno, aponta AtlasIntel/Bloomberg
Agora, o petista soma 43,4%, ante 45% na pesquisa anterior em julho, ao passo que Flávio aparece com 33,7%, ante 36%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31) mostra que a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o senador Flávio Bolsonaro diminuiu, mantendo Lula na liderança do primeiro turno com 43,4% contra 33,7% de Flávio. No cenário de um possível segundo turno, Lula teria 47,1% das intenções de voto, enquanto Flávio alcançaria 42,6%, refletindo uma queda na margem de apoio e um aumento nas rejeições a ambos os candidatos.
- A pesquisa, realizada online entre 25 e 30 de agosto com 5.014 entrevistados, também revelou que a desaprovação do governo Lula subiu para 51,1% e a aprovação caiu para 45,4%, enquanto a rejeição a Flávio Bolsonaro ficou em 52,7%. A margem de erro de 1 ponto percentual indica que os resultados são confiáveis, mas ainda há espaço para mudanças nas intenções de voto à medida que a eleição se aproxima.
Foto: Reprodução
A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno entre ambos da eleição presidencial de outubro diminuiu, apontou pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31). O levantamento apontou ainda que Lula manteve a liderança no primeiro turno. Agora, o petista soma 43,4%, ante 45% na pesquisa anterior em julho, ao passo que Flávio aparece com 33,7%, ante 36%. Em terceiro lugar aparecem empatados tecnicamente Augusto Cury (Avante), com 7,8%, e Renan Santos (Missão), com 7,6%. Nenhum outro candidato ultrapassa a marca de 3,3%. Ainda de acordo com a pesquisa da AtlasIntel, contratada pela Bloomberg, Lula venceria um possível segundo turno nas eleições presidenciais de outubro contra Flávio Bolsonaro com 47,1% das intenções de voto, contra 42,6% de Flávio Bolsonaro. No levantamento realizado em julho, Lula registrava 49,2% dos votos, e o senador Bolsonaro, 42,9%. A pesquisa mostrou ainda que a rejeição a Flávio é de 52,7%, ao passo que 52% rejeitam Lula. Ainda de acordo com o levantamento, a avaliação negativa do governo Lula é de 51,1%, ante 49% na pesquisa anterior, enquanto os que veem o governo de forma positiva somam 37%, ante 38%, e os que o enxergam como regular totalizam 11,9%, ante 13%. A desaprovação a Lula ficou em 52,9%, ante 51%, enquanto os que o aprovam somam 45,4%, ante 48%. A AtlasIntel entrevistou 5.014 pessoas online entre os dias 25 e 30 de agosto. A margem de erro é de 1 ponto percentual.
Pesquisa AtlasIntel mostra Lula com quase 10 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro
Levantamento ouviu 4.999 eleitores entre os dias 26 e 30 de agosto e tem margem de erro de um ponto percentual.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, divulgada em 31 de agosto, mostra Lula liderando a corrida presidencial com 43,6% das intenções de voto, 9,9 pontos acima de Flávio Bolsonaro, que tem 33,7%. Ambos os candidatos registraram queda em relação ao levantamento de julho, enquanto outros candidatos ganharam espaço.
- No cenário de segundo turno, Lula mantém vantagem sobre todos os adversários, vencendo Flávio Bolsonaro por 47,1% a 42,6% e superando Jair Bolsonaro em 46,8% a 44,1%. A pesquisa também revelou que 46,4% dos eleitores temem a reeleição de Lula, enquanto 45,5% se preocupam com uma vitória de Flávio Bolsonaro. O estudo contou com 4.999 entrevistados, margem de erro de 1 ponto percentual e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
Pesquisa AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg e divulgada nesta segunda-feira (31), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial, com vantagem de 9,9 pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) no cenário de primeiro turno. Segundo o levantamento, Lula registra 43,6% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33,7%. Em comparação com a pesquisa divulgada em julho, ambos oscilaram para baixo. O presidente recuou 1,4 ponto percentual, enquanto o senador perdeu 2,3 pontos. A redução nas intenções de voto dos dois principais concorrentes abriu espaço para o crescimento de outros candidatos. O escritor Augusto Cury (Avante) passou a ocupar a terceira colocação, com 7,8%, seguido por Renan Santos (Missão), que aparece com 7,6%. Nos cenários simulados de segundo turno, Lula também mantém vantagem sobre todos os adversários testados. Em uma disputa direta contra Flávio Bolsonaro, o presidente venceria por 47,1% a 42,6%. O levantamento também simulou um confronto entre Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Mesmo com a diferença mais apertada, o atual presidente aparece à frente, com 46,8%, contra 44,1% do ex-chefe do Executivo. Contra Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos, Lula também lidera as intenções de voto no segundo turno, com vantagens que variam entre 5,6 e 21,5 pontos percentuais, conforme o cenário analisado. A pesquisa avaliou ainda a percepção dos eleitores sobre o resultado da eleição. Pela primeira vez nesta série de levantamentos, a reeleição de Lula passou a ser o cenário que mais preocupa os entrevistados. Ao todo, 46,4% disseram ter receio de uma nova vitória do petista, enquanto 45,5% afirmaram estar mais preocupados com uma eventual eleição de Flávio Bolsonaro. O levantamento ouviu 4.999 eleitores entre os dias 26 e 30 de agosto, por meio de recrutamento digital. A margem de erro é de um ponto percentual, com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04582/2026.
Quaest: Lula lidera disputa presidencial na Bahia com 50% contra 17% de Flávio Bolsonaro
Presidente também aparece com 59% de aprovação entre os baianos, enquanto 36% desaprovam sua gestão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Quaest divulgada em 27 de agosto aponta Lula com 50% das intenções de voto na Bahia, enquanto Flávio Bolsonaro fica em 17%, e Ronaldo Caiado e Augusto Cury empatam em 4% cada. Em um cenário alternativo, a inclusão do empresário Pablo Marçal eleva Lula para 53% e Bolsonaro para 16%, com os demais candidatos abaixo de 3%.nnAlém dos números de votação, a pesquisa revela que 59% dos entrevistados aprovam a gestão de Lula, 36% a desaprovam e 5% não souberam ou não responderam. A margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95% foram confirmados em uma amostra de 900 eleitores com 16 anos ou mais, realizada entre 23 e 26 de agosto pela TV Bahia, afiliada da Globo.
Fotos: Divulgação
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) aponta uma liderança expressiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela Presidência entre os eleitores da Bahia. No primeiro cenário apresentado pelo levantamento, o petista soma 50% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 17%. Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) aparecem empatados na terceira posição, com 4% cada. Rui Costa Pimenta (PCO) registra 2%. Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata) não alcançaram 1% das intenções de voto. Os entrevistados que não souberam ou não responderam correspondem a 12%, enquanto 8% afirmaram que votariam em branco ou nulo ou que não pretendem votar. Em um segundo cenário testado pela Quaest, com a inclusão do empresário Pablo Marçal (PRTB), Lula amplia a vantagem e chega a 53%. Flávio Bolsonaro aparece com 16%. Augusto Cury e Ronaldo Caiado têm 3% cada, enquanto Marçal registra 2%. Rui Costa Pimenta, Renan Santos e Romeu Zema aparecem com 1% cada. Samara Martins, Edmilson Costa, Clariana Barão, Hertz Dias e Wilson Grassi não pontuaram. Neste cenário, 13% dos entrevistados se declararam indecisos ou não souberam responder. Outros 7% disseram que votariam em branco ou nulo ou que não pretendem comparecer às urnas. O levantamento também avaliou a percepção dos baianos sobre a gestão de Lula. O governo é aprovado por 59% dos entrevistados, enquanto 36% afirmam desaprová-lo. Outros 5% não souberam ou não responderam. Encomendada pela TV Bahia, afiliada da Globo, a pesquisa ouviu 900 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
PEC da Segurança será analisada pelo Senado na próxima quarta-feira
PEC da Segurança será analisada pelo Senado na próxima quarta-feira
Proposta é uma das prioridades do governo Lula e busca ampliar o combate ao crime organizado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A PEC da Segurança, considerada prioridade do governo de Lula, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima quarta-feira (2). O presidente do colegiado, senador Otto Alencar, confirmou a data em entrevista à GloboNews, destacando a intenção de endurecer o combate ao crime organizado e ampliar os instrumentos de enfrentamento às facções criminosas.
- A proposta, aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados em 4 de março, ficou parada no Senado desde 10 de março. Na última sexta-feira (21), a matéria foi encaminhada à CCJ após conversa entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinalizando retomada da tramitação de pautas governamentais. Se aprovada sem alterações, a PEC não precisará retornar à Câmara, acelerando sua tramitação.
Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
A PEC da Segurança, uma das prioridades do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima quarta-feira (2). A informação foi confirmada pelo presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA) em entrevista à GloboNews. A proposta busca endurecer o combate ao crime organizado, ampliar os instrumentos de enfrentamento às facções criminosas e alterar dispositivos constitucionais relacionados à segurança pública. O texto foi aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados em 4 de março, mas estava sem avanço no Senado desde 10 de março. Na última sexta-feira (21), a matéria foi encaminhada à CCJ após uma conversa entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em um movimento visto por governistas como retomada da tramitação de pautas de interesse do governo. O relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), decidiu manter integralmente o texto aprovado pela Câmara. Caso seja aprovada pelos senadores sem alterações, a PEC não precisará retornar à Câmara, o que pode acelerar a tramitação.
PL prepara visita de Flávio Bolsonaro à Bahia com base em Vitória da Conquista
PL prepara visita de Flávio Bolsonaro à Bahia com base em Vitória da Conquista
Enquanto PL organiza agenda, Lula tem caminhada confirmada em Salvador nesta sexta-feira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Partido Liberal (PL) já delineou a primeira agenda de campanha do senador Flávio Bolsonaro na Bahia, com a expectativa de que o candidato à Presidência visite o estado na segunda semana de setembro. A cidade de Vitória da Conquista deverá ser a base principal das atividades, embora o roteiro ainda esteja em definição e possa incluir outros municípios baianos.
- Enquanto o PL prepara a presença de Flávio Bolsonaro, a oposição liderada por ACM Neto (União Brasil) mantém a chapa em vigor, com João Roma como candidato ao Senado. Em contraste, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já confirmou sua agenda na Bahia, participando de uma caminhada no bairro da Liberdade, em Salvador, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Foto: Reprodução | CNN
O Partido Liberal (PL) articula a primeira agenda de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Bahia. A expectativa da legenda é que o candidato à Presidência da República visite o estado na segunda semana de setembro, embora a data ainda não tenha sido confirmada. Segundo informações, a cidade de Vitória da Conquista deve servir como principal base das atividades do presidenciável durante a passagem pelo estado. O roteiro, no entanto, ainda está sendo definido e poderá incluir outros municípios baianos. Integrantes do partido avaliam como remota a possibilidade de Flávio Bolsonaro participar de atos na Bahia durante o feriado de 7 de Setembro, em razão de compromissos da campanha nacional. Na Bahia, o PL integra a chapa de oposição liderada por ACM Neto (União Brasil) ao governo do estado. O presidente estadual da legenda, João Roma, é o candidato do grupo ao Senado. Enquanto o roteiro de Flávio Bolsonaro segue em definição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já tem agenda confirmada na Bahia. Nesta sexta-feira (28), o petista participa de uma caminhada no bairro da Liberdade, em Salvador, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Em entrevista, Caiado compara anistia do 8 de Janeiro à anulação das condenações de Lula
Presidenciável afirmou que pretende enviar ao Congresso um projeto de anistia "ampla e irrestrita" caso seja eleito.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, defendeu a concessão de uma anistia ampla aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, comparando a medida à anulação das condenações de Lula na Operação Lava Jato. Ele afirmou que a proposta visa pacificar o país e que o Supremo já concedeu anistia ao presidente Lula, embora as condenações de Lula não tenham sido anuladas por anistia, mas sim pelo STF em 2021.
- Além da anistia, Caiado apresentou planos econômicos que incluem limitar as despesas públicas a no máximo 50% do PIB, corrigidas pela inflação, e a possibilidade de alterar a idade mínima para aposentadoria. Na área de segurança, ele defende a criação da “SulPol”, uma força de cooperação policial inspirada na Europol, e planeja abrir investigações envolvendo o INSS e o Banco Master, enquanto mantém a intenção de contar com governadores Eduardo Leite e Ratinho Júnior em seu governo.
Foto: Reprodução - TV Globo
O candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, defendeu nesta terça-feira (25) a concessão de uma anistia ampla aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Durante entrevista à TV Globo, o ex-governador de Goiás afirmou que a medida seria uma forma de "pacificar o país" e comparou a proposta à anulação das condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Operação Lava Jato. "Vou encaminhar um projeto de anistia ampla e irrestrita, da mesma maneira que, de uma forma especial, o Supremo também concedeu ao presidente Lula", declarou. As condenações de Lula, no entanto, não foram anuladas por meio de anistia. Em 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou os processos ao reconhecer irregularidades processuais na Operação Lava Jato. Na entrevista, Caiado afirmou que nunca questionou o resultado das eleições e se definiu como democrata. Segundo ele, "o traço do brasileiro não é de construir o ódio" e outras anistias concedidas no país serviriam de exemplo para a proposta. Questionado sobre economia, o candidato disse que pretende limitar as despesas públicas a, no máximo, 50% do Produto Interno Bruto (PIB), corrigidas pela inflação, mas afirmou que ainda não detalhará medidas como uma eventual mudança na idade mínima para aposentadoria. Na área da segurança pública, Caiado voltou a defender a criação da "SulPol", uma força de cooperação policial entre o Brasil e países vizinhos, inspirada na Europol, para reforçar o combate ao crime organizado. O presidenciável também criticou o governo Lula na área da segurança, afirmou que pretende pedir ao STF a abertura do sigilo de investigações envolvendo o INSS e o Banco Master e negou que o PSD esteja negociando uma eventual desistência da candidatura de Romeu Zema (Novo) em seu favor. Durante agenda em São Paulo, Caiado ainda afirmou que, caso seja eleito, pretende contar com os governadores Eduardo Leite (PSD) e Ratinho Júnior (PSD) em sua equipe de governo, classificando ambos como "exemplo" de gestão pública.
Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro empatam na disputa presidencial em São Paulo
Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro empatam na disputa presidencial em São Paulo
Levantamento mostra os dois candidatos com 30% das intenções de voto no maior colégio eleitoral do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A nova pesquisa da Quaest, realizada 40 dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais, aponta empate entre Lula e Bolsonaro, ambos com 30% das intenções de voto em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Lula reduziu a diferença de quatro pontos em relação ao levantamento de julho, enquanto Bolsonaro mantém 30%, com Pablo Marçal em 4% e outros candidatos abaixo de 3%.
- Além disso, 13% dos entrevistados estão indecisos e 12% planejam votar em branco, anular ou não comparecer. Em cenário sem Marçal, Bolsonaro permanece em 30% e Lula em 29%, mantendo o empate técnico, enquanto Renan Santos sobe para 5% e Romeu Zema para 3%.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
A 40 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, uma nova pesquisa Quaest aponta empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo eleitorado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país. No cenário estimulado, os dois aparecem com 30% das intenções de voto. Em comparação com o levantamento realizado no fim de julho, Lula reduziu a diferença de quatro pontos e alcançou o adversário, que anteriormente registrava 34%, contra 30% do petista. Na sequência aparecem Pablo Marçal (PRTB), com 4%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%, e Augusto Cury (Avante), com 2%. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) têm 1% cada. Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto. A pesquisa também mostra que 13% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 12% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Em um segundo cenário, sem Pablo Marçal — que aparece no levantamento apesar de estar com os direitos políticos cassados —, Flávio Bolsonaro mantém 30% das intenções de voto, enquanto Lula registra 29%, permanecendo em empate técnico dentro da margem de erro. Sem Marçal, Renan Santos sobe para 5%, Ronaldo Caiado alcança 4% e Romeu Zema passa a ter 3% das intenções de voto.
Lula confirma presença em ato de campanha de Jerônimo em Salvador na sexta-feira
Lula confirma presença em ato de campanha de Jerônimo em Salvador na sexta-feira
Jerônimo também convocou militantes, lideranças políticas e apoiadores para participarem da mobilização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador Jerônimo Rodrigues (PT) confirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará de um ato da campanha governista em Salvador na próxima sexta-feira (28). Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record Bahia, Jerônimo destacou a parceria com Lula e a intenção de continuar governando em alinhamento com o Palácio do Planalto, convocando militantes e lideranças para a mobilização.
- A visita de Lula a Salvador, segunda em agosto, reforça a estratégia da campanha governista de manter o presidente como principal cabo eleitoral da chapa na Bahia, junto a senadores Rui Costa e Jaques Wagner e ao vice-governador Otto Alencar, em meio à reeleição de Jerônimo e à candidatura de Geraldo Júnior ao vice-governador.
Foto: Reprodução
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) anunciou nesta terça-feira (25) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará de um ato da campanha governista em Salvador na próxima sexta-feira (28). A confirmação, segundo Jerônimo, ocorreu durante uma conversa entre os dois nesta terça. Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record Bahia, o governador destacou a parceria com o presidente e afirmou que pretende continuar governando em alinhamento com o Palácio do Planalto. "Eu vou continuar governando ao lado do presidente Lula. Vamos ter dois senadores, Rui Costa e Jaques Wagner, além de Otto Alencar, que já está lá. Quero aproveitar e dar a notícia em primeira mão: Lula acabou de falar comigo e confirmou a vinda nesta sexta-feira para Salvador", afirmou. Jerônimo também convocou militantes, lideranças políticas e apoiadores para participarem da mobilização. De acordo com a coordenação da campanha, a programação completa do evento será divulgada nos próximos dias. Esta será a segunda visita de Lula a Salvador neste mês. No início de agosto, o presidente participou da convenção que oficializou as candidaturas de Jerônimo Rodrigues à reeleição, de Geraldo Júnior (MDB) à vice-governadoria e de Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) ao Senado. A nova agenda reforça a estratégia da campanha governista de manter Lula como principal cabo eleitoral da chapa na Bahia durante o período eleitoral.
Justiça começa a barrar uso de ‘Bolsonaro’ por candidatos sem vínculo familiar; entenda
Legislação permite apelidos e nomes pelos quais candidatos são conhecidos, mas proíbe identificações que gerem dúvida sobre vínculos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral tem impedido candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro de usar o sobrenome do ex‑presidente no nome de urna, alegando risco de confusão sobre parentesco. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso retiraram referências como "Renato Araújo do Bolsonaro" e "Flaviane do Bolsonaro", reforçando a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos.
- O caso faz parte de uma maior fiscalização que já identificou 39 candidatos usando os nomes de Lula ou Bolsonaro em 2026, com o Ministério Público Eleitoral solicitando a retirada de referências em pelo menos sete situações. A medida destaca a importância de evitar nomes que possam sugerir relações inexistentes e garante a clareza na identificação dos candidatos.
Foto: Ton Molina | STF
A Justiça Eleitoral começou a impedir que candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro usem o sobrenome do ex-presidente no nome de urna. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso determinaram a retirada da referência e reforçaram a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos. As informações são do O Globo. No Rio, o candidato do Partido Liberal (PL) a deputado federal Renato de Araújo Corrêa foi impedido de disputar a eleição como “Renato Araújo do Bolsonaro”. Em Mato Grosso, a candidata do Novo a deputada estadual Flaviane Ramalho de Oliveira também teve rejeitado o nome “Flaviane do Bolsonaro” e deverá concorrer como “Dr.ª Flaviane Ramalho”. Decisões nos estados - No caso de Renato, a defesa apresentou registros para comprovar sua proximidade com a família Bolsonaro. Ele é amigo do ex-presidente e mantém relação pública com seus familiares. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), porém, considerou que essa ligação não permite incorporar “Bolsonaro” à identificação eleitoral, devido ao risco de confundir o eleitor sobre um possível parentesco. Em Mato Grosso, Flaviane alegou que “do Bolsonaro” representava sua identificação política com o bolsonarismo, e não uma relação familiar. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) rejeitou o argumento porque ela não demonstrou ser conhecida por esse nome antes da eleição. Nas disputas de 2022 e 2024, havia usado “Dra. Flaviane Ramalho”. As decisões fazem parte de uma disputa maior. Segundo o O Globo, 39 candidatos registraram Lula ou Bolsonaro no nome de urna neste ano, e o Ministério Público Eleitoral já havia pedido a retirada dessas referências em pelo menos sete casos. Entre os nomes questionados estão “Alessandro Bolsonaro”, “Negona do Bolsonaro”, “Rodrigo Bolsonaro”, “Bruno Bolsonaro Scheid” e “Fabiana Bolsonaro”. Regra eleitoral - A legislação permite o uso de prenome, sobrenome, apelido, nome abreviado ou outra identificação pela qual o candidato seja conhecido. O problema surge quando a escolha pode criar dúvida sobre sua identidade ou sugerir uma relação inexistente. Também há um caso semelhante envolvendo Lula: o MPE questionou o uso de “Cadu de Lula” por Carlos Eduardo Xavier, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo do Rio Grande do Norte. Os primeiros julgamentos de 2026 retomam decisões anteriores da Justiça Eleitoral. Em 2022, o TRE-RJ já havia impedido candidatos sem parentesco com Bolsonaro de usar os nomes “Max Bolsonaro” e “Helio Bolsonaro”. Agora, as novas decisões podem influenciar a análise de outros registros que ainda aguardam julgamento.
Pesquisa BTG/Nexus mostra Lula em empate técnico com Flávio Bolsonaro e Caiado no 2º turno
Presidente aparece com 46% das intenções de voto nos dois cenários simulados de segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Nexus, contratada pelo BTG Pactual e divulgada em 24 de agosto, mostra o presidente Lula em empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro, com 46% das intenções de voto para Lula e 45% para Bolsonaro. O restante dos eleitores se dividiu em 8% que prefeririam branco ou nulo e 1% que não souberam ou não responderam.
- No cenário contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, Lula novamente lidera com 46% enquanto Caiado tem 42%. O estudo, que entrevistou 2.006 eleitores por telefone entre 21 e 23 de agosto, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sendo registrado no TSE sob o protocolo BR-09028/2026.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
Pesquisa Nexus, contratada pelo BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira (24), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL) e com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) em cenários simulados de segundo turno da eleição presidencial de 2026. Na disputa contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o senador registra 45%. Outros 8% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 1% não soube ou preferiu não responder. No cenário contra Ronaldo Caiado, o presidente também soma 46% das intenções de voto. O ex-governador alcança 42%. Nesse caso, 11% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 2% não responderam ou afirmaram não saber em quem votar. Como a pesquisa possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois confrontos são considerados tecnicamente empatados. O levantamento entrevistou 2.006 eleitores por telefone entre os dias 21 e 23 de agosto. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09028/2026.
Flávio Bolsonaro diz que Lula é seu único adversário e critica governo durante debate da Band
Candidato do PL não participou do debate da Band e divulgou vídeo nas redes sociais durante a transmissão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais durante o primeiro debate presidencial de 2026, promovido pela TV Band, em que afirmou que os candidatos presentes no estúdio não são seus adversários e direcionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio não participou do debate, assim como Lula, e o governador Romeu Zema (Novo) desistiu da participação pouco antes do início do programa.
- No vídeo, Flávio concentrou as críticas na economia e no aumento do custo de vida, citando a redução de produtos nas embalagens, o endividamento de famílias e empresas e a suposta elevação de impostos pelo governo federal. Ele também mencionou investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais durante o primeiro debate presidencial de 2026, promovido pela TV Band neste domingo (23). Na gravação, ele afirmou que os candidatos presentes no estúdio não são seus adversários e direcionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio não participou do debate, assim como Lula (PT). O governador Romeu Zema (Novo), que também estava previsto para o encontro, desistiu da participação pouco antes do início do programa. No vídeo, o candidato declarou que Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) não representam seus principais adversários na disputa. "Os que vão debater hoje não são meus adversários. Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem tá no poder e tá destruindo o Brasil", afirmou. Ao longo da gravação, Flávio concentrou as críticas na economia e no aumento do custo de vida. Ele citou a redução da quantidade de produtos nas embalagens, o endividamento de famílias e empresas e afirmou que o governo federal estaria elevando impostos para ampliar a arrecadação. O presidenciável também mencionou investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, relacionadas a supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.
Lula diz que filho terá direito de provar inocência em investigação da PF
Lula diz que filho terá direito de provar inocência em investigação da PF
Presidente afirmou que não interfere no trabalho da Polícia Federal e defendeu o direito à ampla defesa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Lula afirmou que "todo mundo tem o direito de provar ser inocente" ao comentar a investigação da Polícia Federal que envolve seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção em favor de empresas junto ao governo federal. Ele destacou que não interfere no trabalho dos órgãos de investigação e defendeu a ampla defesa.
- O presidente também alertou para a cautela diante das informações divulgadas durante as investigações, ressaltando que a mesma lógica se aplica a qualquer pessoa, inclusive membros da família, e que ninguém está impune se cometer erro.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que "todo mundo tem o direito de provar ser inocente" ao comentar a investigação da Polícia Federal que envolve seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção em favor de empresas junto ao governo federal. A declaração foi dada em entrevista à Record, na noite deste domingo (23). Durante a conversa, Lula afirmou que não interfere no trabalho dos órgãos de investigação e defendeu que todos tenham direito à ampla defesa. "Eu não sou um presidente que tenta proibir investigação. Eu não ameaço mandar ministro embora, eu não ameaço delegado. Todo mundo tem o direito de provar ser inocente. Se isso acontecer, eles serão perdoados, mas se alguém cometeu erro, e esse erro for ser prejuízo aos quais todos essas pessoas terão que pagar", declarou. O presidente também disse que é preciso cautela diante das informações divulgadas durante as investigações e afirmou que o mesmo entendimento vale para qualquer pessoa, inclusive integrantes de sua família. "Olha, eu acho que há muita ilação e nós temos que tomar muito cuidado com isso. Quando começa a vazar [informações] você pode perder o equilíbrio. [...] Eu tenho dito para pessoas que são inocentes: 'provem, não tem coragem de ser investigado, de participar de inquérito'. Isso vale pro meu filho, vale pra qualquer pessoa. Ninguém está impune se cometeu erro", acrescentou.
Ministério Público Eleitoral diz que chapéu de Lula na foto da urna não fere regras do TSE
Presidente passou a usar chapéu após recomendação médica, segundo a assessoria de imprensa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não identificou irregularidades na fotografia de Lula para a urna eletrônica, em que o presidente usa um chapéu-panamá, e concluiu que o acessório não possui conotação de propaganda eleitoral nem dificulta o reconhecimento do candidato pelos eleitores. Espinosa argumentou que permitir o uso do chapéu atende ao princípio do pluralismo político previsto na Constituição, enquanto a assessoria de Lula afirmou que é a primeira vez que o presidente utiliza o acessório em campanha, justificando a escolha por recomendação médica após a retirada de uma lesão de câncer de pele no couro cabeludo.
- A resolução do TSE exige que as fotos dos candidatos sejam frontais, em formato de busto e com trajes adequados, proibindo elementos cênicos ou adornos que possam caracterizar propaganda eleitoral ou dificultar a identificação do candidato. O texto também menciona que o chapéu-panamá, nomeado em homenagem ao Canal do Panamá, é tradicionalmente produzido no Equador, mas comercializado amplamente a partir do país.
Foto: Reprodução
O vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não identificou irregularidades na fotografia apresentada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a urna eletrônica. Na imagem, o candidato aparece usando um chapéu-panamá. No parecer, o representante do Ministério Público Eleitoral concluiu que o acessório não possui conotação de propaganda eleitoral e também não dificulta o reconhecimento do candidato pelos eleitores. Para Espinosa, permitir o uso da peça atende ao princípio do pluralismo político previsto na Constituição. Segundo a assessoria de Lula, esta é a primeira vez que o presidente utiliza o chapéu em uma campanha presidencial. O acessório passou a fazer parte da rotina do petista por recomendação médica, após a retirada de uma lesão de câncer de pele no couro cabeludo, em abril deste ano. A resolução do TSE estabelece que a fotografia dos candidatos para a urna eletrônica deve ser frontal, em formato de busto e com trajes adequados para uma foto oficial. A norma também proíbe elementos cênicos ou adornos que possam caracterizar propaganda eleitoral, induzir o eleitor ou dificultar a identificação do candidato. Conhecido mundialmente durante a construção do Canal do Panamá, o chapéu-panamá ganhou esse nome por ter sido amplamente comercializado a partir do país, embora seja tradicionalmente produzido no Equador.
























