TSE e STF descartam anulação da eleição após Flávio Bolsonaro contestar resultado
Ministros citam ausência de elementos que justifiquem invalidar o pleito; Lula venceu o segundo turno com vantagem de 4,4 milhões de votos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) descartaram a possibilidade de anular o segundo turno das eleições presidenciais, apontando a diferença de cerca de 4,4 milhões de votos entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) como evidência de que não há fundamentos para contestação. Os ministros ressaltaram que não foram encontrados elementos que justifiquem a anulação, mesmo diante das controvérsias sobre a extensão do horário de votação e dos registros de votos após as 17h, que representaram apenas 0,81% da margem de vitória de Lula.
- A decisão ocorreu após uma série de pedidos de prorrogação do pleito, motivados por dificuldades de transporte de eleitores em diversas regiões, e após críticas internas sobre a interferência judicial. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, e o presidente do STF, Edson Fachin, defenderam a legitimidade dos resultados e a necessidade de respeitar a vontade popular, enquanto o senador Flávio Bolsonaro anunciou intenção de recorrer
Foto: Reprodução | Leobark Rodrigues
A possibilidade de anulação do segundo turno das eleições presidenciais é descartada por integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF). A avaliação dos ministros contraria a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL), que se recusou a reconhecer a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e anunciou que pretende recorrer à Justiça para tentar invalidar o resultado. Entre os argumentos considerados contrários à contestação está a diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos entre os candidatos. Lula foi reeleito com 64,2 milhões de votos, correspondentes a 51,79% dos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 59,8 milhões, ou 48,21%. Ministros das duas cortes também avaliam que não há elementos que sustentem a anulação do pleito. A discussão ocorre após uma série de decisões judiciais sobre a extensão do horário de votação no domingo (25), motivada por relatos de dificuldades de deslocamento de eleitores. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou, ao anunciar a vitória de Lula, que a medida não alterou a apuração dos votos. “Mesmo diante de todas essas circunstâncias, adotamos todas as providências que se fizeram necessárias e fomos absolutamente exitosos. Volto a dizer: não houve nenhuma alteração advinda da decisão judicial”, declarou. Nunes Marques também ponderou que não seria possível avaliar imediatamente todos os possíveis efeitos da decisão. “Não seria possível em poucas horas construir um juízo de certeza de que nenhum efeito colateral, especialmente no aspecto tecnológico, advindo de uma decisão judicial, viesse a impactar significativamente a apuração”, afirmou. Votos registrados após as 17h representam 0,81% da diferença - Dados do Tribunal Superior Eleitoral levantados pelo g1 indicam que 35.521 votos foram registrados depois das 17h de domingo, no horário de Brasília. O levantamento considerou informações de 497.897 seções eleitorais e utilizou os chamados logs, arquivos que registram os eventos e os horários de funcionamento das urnas eletrônicas. O total de votos contabilizados após o horário inicialmente previsto para o encerramento da votação equivale a 0,81% da vantagem obtida por Lula sobre Flávio Bolsonaro. O dado é citado no contexto dos questionamentos sobre a prorrogação do pleito. Outro ponto considerado pelos ministros é que a própria campanha do candidato do PL solicitou ao TSE a extensão da votação até as 19h em municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Flávio Bolsonaro também afirmou que fiscais de seu partido teriam sido “retirados de dentro da sala-cofre” durante a apuração. O TSE rebateu a declaração e a classificou como “falsa”, sob o argumento de que o espaço não é aberto à visitação. “Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito”, informou a Justiça Eleitoral. Decisão sobre prorrogação provocou divergências entre ministros - Apesar da avaliação de que não há motivos para anular a eleição, integrantes do TSE e do STF reconhecem, nos bastidores, problemas na condução do episódio. A decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo, foi criticada por integrantes da Justiça Eleitoral, que a consideraram uma interferência nas atribuições do TSE. Por outro lado, uma ala do STF questionou a demora de Nunes Marques para analisar as denúncias sobre dificuldades no transporte de eleitores. A sequência de decisões começou pela manhã, quando eleitores de Salvador relataram dificuldades para chegar aos locais de votação devido à redução da frota de ônibus. Às 13h15, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento do serviço e ordenou a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, que estava fora do país. Sete minutos depois, a campanha de Lula acionou o TSE para pedir a extensão da votação até as 19h em três cidades baianas. Nunes Marques informou que o pedido seria analisado. Às 15h27, a campanha de Flávio Bolsonaro solicitou a prorrogação do horário em 17 municípios de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, afetados por fortes chuvas. Dezenove minutos depois, às 15h46, o PT recorreu ao STF para ampliar a votação em três cidades da Bahia. Com novos relatos de dificuldades no transporte, o partido ampliou o pedido às 16h29 para todo o país. A solicitação foi distribuída a Cristiano Zanin quatro minutos depois. O ministro divulgou a decisão às 17h03, três minutos após o horário previsto para o encerramento da votação. Naquele momento, parte das urnas já havia sido fechada e a apuração estava em andamento. A determinação estendeu o horário até as 19h em todo o território nacional e provocou dificuldades operacionais na Justiça Eleitoral. Às 17h49, Nunes Marques orientou os tribunais regionais a manter abertas as seções que ainda estavam em funcionamento. Em conversa telefônica com Zanin, o presidente do TSE explicou que não seria tecnicamente possível reabrir urnas que já tivessem encerrado a votação e emitido seus boletins. Às 18h, Zanin publicou uma nova decisão para esclarecer que a prorrogação não se aplicava às urnas já encerradas. A votação foi concluída às 19h, e o TSE retomou a divulgação dos resultados. Após a proclamação da vitória de Lula, Nunes Marques telefonou para os dois candidatos para parabenizá-los pela participação no processo eleitoral. Fachin e presidentes do Congresso defendem respeito ao resultado - O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu o respeito à vontade dos eleitores e a estabilidade institucional após a confirmação da vitória de Lula. O ministro afirmou que eventuais divergências devem ser resolvidas dentro dos limites da Constituição, com respeito à soberania popular. No Congresso, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), também reconheceram a reeleição do petista. Os dois telefonaram para parabenizar Lula pelo resultado. “Venceu hoje a democracia. Não há o que se contestar”, declarou Alcolumbre. Motta, por sua vez, destacou a segurança e a rapidez da apuração e disse que o presidente terá a oportunidade de contribuir para a reconciliação do país. “Temos um processo eleitoral digno de todas as homenagens. Não só pela segurança, mas pela rapidez da apuração. Enquanto presidente da Câmara, quero dizer que a nossa Casa seguirá compromissada com o país”, afirmou.
Risco-país brasileiro salta 26% e atinge maior nível desde junho de 2025
Risco-país brasileiro salta 26% e atinge maior nível desde junho de 2025
Para estrategistas do Morgan Stanley, risco fiscal em alta ameaça ações, moeda e títulos de dívida do Brasil
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Credit Default Swap (CDS) de 5 anos do Brasil subiu 26% nesta segunda‑feira, atingindo 151,7 pontos – o maior nível desde junho de 2025 – refletindo a reprecificação dos ativos brasileiros após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. O indicador, que mede o risco‑país e protege contra calotes da dívida soberana, avançou de 120,2 pontos na sexta‑feira, sinalizando maior percepção de risco no mercado.
- Analistas do Morgan Stanley alertam que o CDS pode subir mais 40 pontos e que o dólar pode chegar a R$ 6,00 caso as pressões fiscais se intensifiquem, o que poderia impactar ações, a moeda e os títulos de dívida do Brasil. O relatório destaca que o risco fiscal em alta representa uma ameaça significativa ao cenário econômico nacional.
Foto: Wilton Junior | Estadão
O Credit Default Swap (CDS) de 5 anos do Brasil, um derivativo que protege contra calotes na dívida soberana, termômetro do risco-país, sobe 26% nesta segunda-feira e opera em 151,7 pontos - na sexta-feira, estava em 120,2 pontos. O indicador acompanhando a reprecificação dos ativos brasileiros com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. É o maior patamar do índice desde junho de 2025. Os estrategistas do Morgan Stanley avaliam que o CDS do Brasil pode subir 40 pontos, enquanto o dólar pode bater em R$ 6,00 se as pressões fiscais se intensificarem. A avaliação do banco americano, em relatório, é que o risco fiscal em alta ameaça ações, moeda e títulos de dívida do Brasil. Ao fim do primeiro turno, com Flávio Bolsonaro saindo na frente, o CDS chegou a cair para abaixo de 108 pontos, no menor nível em 6 anos. Em seguida, o indicador começou a subir novamente, em meio às dúvidas eleitorais, com as pesquisas mostrando empate técnico, mas sem embutir nas cotações uma vitória de Lula, observa um gestor de fundo dedicado a emergente em Nova York.
Após as 17h, foram computados 35 mil votos que pouco alteraram a diferença entre Lula e Flávio
Campanhas de Lula e de Flávio pediram prorrogação da votação após relatos de falta de ônibus e de chuvas pelo país
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 35.521 votos foram registrados após as 17h de domingo (25) no segundo turno da eleição presidencial, com Luiz Inácio Lula (PT) sendo reeleito com 51,79% dos votos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro (PL). A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos, totalizando 64,2 milhões, enquanto Bolsonaro recebeu 59,8 milhões.
- A votação foi prorrogada até as 19h pelo ministro Cristiano Zanin (STF) para as seções ainda abertas, após pedidos das duas campanhas. A campanha de Lula citou problemas no transporte público, enquanto a de Bolsonaro solicitou extensão em cinco estados afetados por fortes chuvas: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina.
Foto: Vittor Sales | Ricardo Stuckert
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que 35.521 votos foram registrados após as 17h de domingo (25), no horário de Brasília, durante o segundo turno da eleição presidencial. O número teve pouco impacto diante da diferença de votos entre Lula (PT), reeleito com 51,79%, e Flávio Bolsonaro (PL), que terminou a disputa com 48,21%. As informações foram levantadas pelo G1. A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos: teve 64,2 milhões, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro. Houve votação até mais tarde porque o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou o prazo até as 19h. A decisão foi proferida pouco depois das 17 horas. Como a maioria das urnas já tinha sido fechada, o ministro esclareceu que a medida valeria apenas para locais em que as seções eleitorais ainda estavam abertas. As duas campanhas haviam solicitado ao TSE mais tempo para os eleitores votarem. A de Lula relatou problemas no transporte público, como falta de ônibus, redução de frotas e cobrança indevida de passagens. A de Flávio Bolsonaro pediu a extensão em cinco estados atingidos por fortes chuvas: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. A campanha de Lula recorreu também ao STF, de onde partiu a decisão mandando estender o horário de votação em todo o país.
Confira os números que explicam a virada histórica de Lula sobre Flávio Bolsonaro
Petista reverteu desvantagem de 2,2 milhões de votos do primeiro turno, conquistou mais de 10 milhões de votos adicionais e terminou a disputa com vantagem de 4,38 milhões
Por: Jairo Costa Jr.
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- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 ao reverter uma desvantagem de cerca de 2,2 milhões de votos no primeiro turno, alcançando 51,77 % dos votos válidos no segundo turno com 64,17 milhões de eleitores, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) ficou com 59,79 milhões (48,23 %).
- O salto de 10,3 milhões de votos de Lula foi impulsionado por 9,32 milhões de eleitores dos candidatos derrotados, um aumento de 2,83 milhões no comparecimento às urnas e a redução de 1,83 milhão de votos brancos e nulos, o que também fez a abstenção cair para 30,46 milhões (19,21 %). Esses fatores explicam a virada decisiva no segundo turno.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 após protagonizar uma virada inédita contra Flávio Bolsonaro (PL). Depois de encerrar o primeiro turno com uma desvantagem de aproximadamente 2,2 milhões de votos, o petista reverteu o resultado e chegou ao segundo turno com cerca de 64,2 milhões de votos, contra 59,8 milhões do adversário. Com 99,9% das urnas apuradas, Lula registrava 51,77% dos votos válidos, ante 48,23% de Flávio. A diferença entre os dois candidatos era de 4,38 milhões de votos. A dimensão da vitória fica evidente na comparação entre os turnos: Lula acrescentou mais de 10,2 milhões de votos à sua votação inicial, enquanto Flávio obteve cerca de 3,68 milhões a mais. Os números ajudam a entender como o candidato petista conseguiu reverter a vantagem construída pelo adversário na primeira etapa da disputa. Veja os principais dados que explicam o resultado. De uma desvantagem de 2,2 milhões à liderança de 4,4 milhões: No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu 56.104.503 votos, correspondentes a 47,03% dos válidos. Lula ficou com 53.879.538 votos, ou 45,16%. A diferença de 2.224.965 votos representou a menor distância entre os dois candidatos mais votados em um primeiro turno presidencial desde a redemocratização. No segundo turno, o quadro se inverteu. Lula alcançou 64.168.778 votos, enquanto Flávio terminou com 59.788.685. A mudança alterou em aproximadamente 6,6 milhões de votos a diferença entre os dois concorrentes. Lula saiu de uma desvantagem de 2,22 milhões para uma vantagem de 4,38 milhões. Lula ganhou 10,3 milhões de votos; Flávio, 3,7 milhões: A votação de Lula cresceu 10.289.240 votos entre o primeiro e o segundo turnos, um aumento de 19,1% em relação ao resultado inicial. Flávio Bolsonaro, por sua vez, conquistou mais 3.684.182 votos, crescimento de 6,6%. Somados, os dois candidatos receberam aproximadamente 13,97 milhões de votos adicionais. Desse total, 73,6% foram incorporados à votação de Lula e 26,4% à de Flávio. A diferença no ritmo de crescimento foi um dos fatores determinantes para a inversão do resultado. De onde vieram os quase 14 milhões de votos adicionais? A comparação entre os turnos aponta três componentes que ajudam a explicar contabilmente o crescimento líquido da votação dos dois finalistas: 9,32 milhões de votos: total obtido pelos candidatos derrotados no primeiro turno. 2,83 milhões de eleitores: aumento do comparecimento às urnas entre os dois turnos. 1,83 milhão de votos: redução do total de votos brancos e nulos. O comparecimento passou de 125,28 milhões de eleitores no primeiro turno para 128,11 milhões no segundo. No mesmo período, os votos brancos e nulos diminuíram de 5,98 milhões para 4,15 milhões. A combinação desses movimentos ampliou o universo de votos válidos disponíveis na disputa final. É importante ressaltar, porém, que esses números explicam a variação agregada da votação, mas não permitem identificar, individualmente, em quem votaram os eleitores que mudaram de escolha ou compareceram apenas no segundo turno. Abstenção caiu e votos brancos e nulos diminuíram: O segundo turno registrou maior participação eleitoral. A abstenção recuou de 33,47 milhões de eleitores, ou 21,08%, para 30,46 milhões, equivalentes a 19,21%. A queda foi de 1,87 ponto percentual, enquanto o comparecimento aumentou em aproximadamente 2,83 milhões de pessoas. Também houve redução dos votos brancos e nulos, que passaram de cerca de 5,98 milhões para 4,15 milhões, uma diminuição de aproximadamente 1,83 milhão. Com mais eleitores comparecendo e uma parcela menor dos votos sendo destinada a brancos e nulos, aumentou o número de votos válidos em disputa entre Lula e Flávio.
Confira o resultado da votação do segundo turno em Guanambi
Confira o resultado da votação do segundo turno em Guanambi
Apuração foi concluída neste domingo (25) após a contabilização das 192 seções eleitorais do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Eleitores de Guanambi conheceram neste domingo (25) o resultado do segundo turno da eleição municipal, com a apuração concluída nas 192 seções eleitorais da cidade. Segundo a Justiça Eleitoral, Luiz Inácio Lula foi o candidato mais votado, obtendo 35.676 votos (63,77% dos válidos), enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 20.269 votos (36,23%).
- A diferença supera 15 mil votos. Além dos votos válidos, foram registrados 579 votos em branco (1,00%) e 1.508 nulos (2,60%).
Foto: Reprodução | TSE
Os eleitores de Guanambi conheceram neste domingo (25) o resultado do segundo turno da eleição. A apuração foi concluída após a totalização dos votos registrados nas 192 seções eleitorais instaladas na cidade. De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, Lula foi o candidato mais votado no município e venceu a disputa com vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Na contagem final, Lula recebeu 35.676 votos, o equivalente a 63,77% dos votos válidos. Já Flávio Bolsonaro somou 20.269 votos, alcançando 36,23% da preferência do eleitorado guanambiense. A diferença entre os candidatos foi de mais de 15 mil votos. Além dos votos válidos, a votação registrou 579 votos em branco, o que representa 1,00% do total, e 1.508 votos nulos, correspondentes a 2,60%.
Segundo turno confirma ampla vitória de Lula em Caetité
Segundo turno confirma ampla vitória de Lula em Caetité
Município concluiu a apuração neste domingo (25) após a contabilização das 139 seções eleitorais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Lula lidera com 76,27% dos votos válidos em Caetité, totalizando 26.850 votos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 8.356 votos (23,73%). A diferença supera 18 mil votos, consolidando ampla vantagem de Lula no município, conforme dados da Justiça Eleitoral divulgados neste domingo (25).
- A apuração abrangeu 139 seções eleitorais, somando mais de 35 mil votos válidos. O resultado oficial está disponível nos canais da Justiça Eleitoral, reforçando a preferência do eleitorado local por Lula, que conquistou mais de três quartos dos votos.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Lula recebeu 26.850 votos, o equivalente a 76,27% dos votos válidos em Caetité, segundo resultado divulgado neste domingo (25). Flávio Bolsonaro obteve 8.356 votos, correspondendo a 23,73% da votação. De acordo com os números da apuração, a diferença entre os candidatos foi superior a 18 mil votos. O resultado consolidou uma ampla vantagem de Lula no município. Ao todo, os dois candidatos somaram mais de 35 mil votos válidos contabilizados na cidade. A votação ocorreu nas 139 seções eleitorais instaladas em Caetité. Conforme os dados divulgados pela Justiça Eleitoral, Lula alcançou mais de três quartos dos votos válidos registrados no município, enquanto Flávio Bolsonaro ficou com pouco menos de um quarto da preferência do eleitorado. O resultado oficial pode ser consultado nos canais da Justiça Eleitoral.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48%
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48%
Levantamento divulgado na véspera do segundo turno também mostra Flávio à frente nas intenções de voto totais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, indica que Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 52% dos votos válidos contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), configurando um empate técnico. Na versão estimulada da pesquisa, Flávio tem 49% das intenções de voto e Lula 46%, com variações dentro da margem de erro em relação ao levantamento anterior de 21 de outubro.
- Regionalmente, Flávio domina no Centro‑Oeste (71%) e no Sul (65%), enquanto Lula lidera no Nordeste (60%). Nas regiões Norte e Sudeste os candidatos ficam tecnicamente empatados. As projeções para o segundo turno apontam Flávio entre 51% e 53% e Lula entre 47% e 49%. A pesquisa entrevistou 2.400 eleitores por telefone entre 22 e 24 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95,55%.
Foto: Renato Pizzutto | Band
Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais configura empate técnico, segundo o instituto. Na pesquisa estimulada, considerando todos os entrevistados, Flávio aparece com 49% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46%. Outros 3% não souberam ou não responderam e 1% afirmou que não votará em nenhum dos candidatos. Em relação ao levantamento anterior da Gerp, divulgado em 21 de outubro, Flávio oscilou de 53% para 52% dos votos válidos, enquanto Lula passou de 47% para 48%. As variações ocorreram dentro da margem de erro. Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio tem 47% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Outros 8% não souberam responder e 1% citou outros nomes. O resultado também representa empate técnico. Rejeição dos candidatos: Lula é rejeitado por 48% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45% de rejeição. A diferença de três pontos percentuais configura empate técnico. Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois, 2% disseram que votariam em qualquer um e 3% não souberam responder. Resultados por região: No recorte regional dos votos válidos, Flávio Bolsonaro lidera no Centro-Oeste, com 71%, contra 29% de Lula, e no Sul, com 65%, ante 35% do petista. Lula aparece à frente no Nordeste, com 60% dos votos válidos, contra 40% de Flávio. Nas regiões Norte e Sudeste, os candidatos estão tecnicamente empatados. No Norte, Flávio tem 56% e Lula, 44%. No Sudeste, o candidato do PL registra 51%, contra 49% do petista. As comparações consideram as margens estatísticas específicas das amostras regionais. Projeções para o segundo turno: A Gerp também apresentou três projeções para o resultado da eleição deste domingo (25). Os modelos apontam Flávio Bolsonaro com percentuais entre 51% e 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparece entre 47% e 49%. Na projeção corrigida pelos resultados das urnas do primeiro turno, Flávio tem 51% e Lula, 49%. No modelo baseado na evolução do voto declarado, o candidato do PL aparece com 53%, contra 47% do petista. Já a projeção que considera a tendência dos últimos dias indica 51% para Flávio e 49% para Lula. As projeções utilizam dados de um acompanhamento diário realizado pela Gerp, com 9.600 entrevistas entre 9 e 24 de outubro. Os números são estimativas estatísticas para o resultado da votação e não correspondem diretamente à intenção de voto medida na pesquisa divulgada neste sábado. Metodologia: A pesquisa Gerp ouviu 2.400 eleitores entre os dias 22 e 24 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em todas as unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. O levantamento foi realizado com recursos próprios da Gerp Mercadologia e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09327/2026.
Pesquisa Veritá: Flávio Bolsonaro tem 51,3% e Lula, 48,7% dos votos válidos no 2º turno
Segundo levantamento, 51,1% dos eleitores acreditam que Flávio assume a Presidência, independentemente de em quem vão votar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa eleitoral divulgada pelo Instituto Veritá nesta sexta‑feira (23) indica que, no cenário estimulado para o 2º turno da Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51,3% das intenções de voto contra 48,7% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No mesmo levantamento, 51,1% dos entrevistados acreditam que Bolsonaro vencerá, enquanto 44% pensam que Lula assumirá seu quarto mandato.
- A pesquisa, realizada entre 18 e 22 de outubro com 15.554 eleitores, tem margem de erro de 1 ponto percentual e nível de confiança de 95%, estando registrada no TSE sob o número BR-06070/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Veritá sobre as intenções de voto para a Presidência da República mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 51,3% no 2º turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48,7%. Os números são referentes ao cenário estimulado, quando uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados. Confira os resultados: Flávio Bolsoanaro (PL): 50,2%; Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 47,5%; Nulo / Branco: 1,4%; Não sabe / Não respondeu (NS/NR): 0,9%. Quem vence? A pesquisa Veritá perguntou aos eleitores quem eles achavam que ganharia as eleições, independentemente de quem eles votariam. Nesse cenário, 51,1% dos respondentes afirmam que Flávio ganhará a eleição, enquanto 44% dizem que Lula assumirá seu quarto mandato. Metodologia: A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22 de outubro, com as entrevistas de 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06070/2026.
Pesquisa Real Time: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos
Pesquisa Real Time: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos
Levantamento mostra empate técnico entre os dois candidatos no limite da margem de erro e indica recuo nas intenções de voto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Real Time Big Data divulgada em 23/10 indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa para o segundo turno com 52 % das intenções de voto válidas, frente a 48 % de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No modelo espontâneo, a diferença de quatro pontos percentuais coloca a corrida em empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos, enquanto nos votos totais Flávio aparece com 49 % contra 45 % de Lula.
- A sondagem, que entrevistou 2 000 eleitores entre 19 e 22 de outubro, registra rejeição de 36 % para Lula e 33 % para Flávio, com 28 % dos respondentes descartando ambos os candidatos. A pesquisa está registrada no TSE (número BR‑09670/2026) e destaca que 95 % dos entrevistados já definiram seu voto para o segundo turno.
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Nova pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (23/10) mostra vantagem numérica do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa presidencial de segundo turno. De acordo com o levantamento, Flávio tem 52% das intenções de voto, ante 48% do petista. O cálculo considera votos válidos (quando são retirados os nulos/brancos e indecisos). No modelo espontâneo, quando os entrevistados são apresentados aos nomes dos candidatos, há uma diferença de quatro pontos percentuais (p.p.) entre Lula e Flávio Bolsonaro, o que configura empate técnico entre eles, considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O empate é no limite da margem. Já em relação aos votos totais, Flávio aparece com 49% e Lula conta com 45%. Veja os resultados: Flávio Bolsonaro (PL): 49%; Lula (PT): 45%; Nulo/Branco: 5%; Não sabe/Não quis responder: 1%. A sondagem mostra um leve aumento nas intenções de voto a favor de Flávio Bolsonaro. De acordo com pesquisa divulgada pelo mesmo instituo na última terça-feira (20/10), Flávio tinha 48% das intenções de voto e Lula 45% na pesquisa estimulada. Em relação aos votos válidos, não houve mudança dos resultados em relação ao mesmo levantamento divulgado na última terça. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09670/2026. Rejeição: A pesquisa também testou o índice de rejeição entre os dois candidatos. Para 36% dos entrevistados o voto em Lula não é opção, enquanto 33% afirmaram que não votariam em Flávio Bolsonaro. Outros 28% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos. Outros 3% não rejeitam ninguém. O levantamento também mostra que 95% dos entrevistados já têm voto para o 2º turno definido. Veja o que dizem os eleitores de cada um dos candidatos: Eleitor de Flávio Bolsonaro: Não mudaria de jeito nenhum: 94%; Dificilmente mudaria: 4%; Posso mudar para Lula: 2%; Eleitor de Lula: Não mudaria de jeito nenhum: 93%; Dificilmente mudaria: 5%; Posso mudar para Flávio: 2%.
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 47% e Lula 46% a três dias das eleições
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 47% e Lula 46% a três dias das eleições
No levantamento anterior, senador tinha 47% contra 45% do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa Datafolha divulgada em 22 de outubro mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados, com 47% e 46% das intenções de voto totais, respectivamente. Excluindo brancos, nulos e indecisos, ambos alcançam 50% dos votos válidos, enquanto a rejeição também chega a 48% para cada candidato.
- A aprovação do presidente Lula registra 49% contra 48% de desaprovação, e a avaliação da gestão indica que 39% dos eleitores a consideram ruim ou péssima, 36% a julgam ótima ou boa e 24% a classificam como regular. Na pesquisa anterior, Flávio liderava levemente com 47% dos votos totais e 51% dos válidos.
Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 22, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de votos totais e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46%. Os dois estão empatados tecnicamente. Brancos e nulos são 5% e os eleitores indecisos são 2%. Considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos e nulos e os indecisos, Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula tem 50%. No levantamento anterior, Flávio tinha 47% dos votos totais e Lula estava com 45%. Brancos e nulos são 6% e os indecisos são 2%. Com relação aos votos válidos, o senador tinha 51% e o presidente, 49%. A nova pesquisa também indica que os dois candidatos estão empatados na rejeição dos eleitores: 48% para cada um deles. De acordo com o instituto, a aprovação do desempenho do presidente hoje é de 49%, enquanto 48% desaprovam. Quanto à avaliação de governo, são 39% os eleitores que consideram a gestão ruim ou péssima, contra 36% que a veem como ótima ou boa. São 24% os que consideram o governo regular. A pesquisa Datafolha ouviu 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro, de forma presencial. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-09709/2026.
Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Percentual do senador oscilou 1 ponto para baixo em 3 dias e o do petista avançou na mesma proporção; é um empate técnico na margem de erro, de 1,6 ponto percentual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa PoderData/Aya divulgada em 22 de outubro de 2026 indica que, a três dias do segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%. A variação de um ponto percentual para baixo para Flávio e de um ponto para cima para Lula está dentro da margem de erro de 1,6 ponto, sugerindo um possível empate técnico entre os candidatos.
Foto: Divulgação | Poder 360
A 3 dias do 2º turno da eleição, pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta 5ª feira (22.out.2026), mostra que as intenções de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilaram 1 ponto percentual para baixo em 3 dias, enquanto as do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram na mesma proporção. Agora, o candidato do PL tem 51% dos votos válidos, ante 49% do petista. Essas variações foram dentro da margem de erro do levantamento, o que significa que os candidatos podem estar no mesmo lugar, em empate técnico. A pesquisa foi realizada de 19 a 21 de outubro, com 4.000 entrevistas e margem de erro de 1,6 ponto percentual. O estudo capta os impactos dos desdobramentos políticos da última semana, que incluem a entrevista de Roberta Luchsinger à CNN, na noite de sábado (17.out), com críticas a Lula, e o debate entre os 2 candidatos, realizado pela Band no domingo (18.out). Capta também uma onda de propagandas negativas de Lula contra Flávio nas redes socias, bem como o disparo do governo federal de milhões de mensagens via WhatsApp para beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais. Depois do 1º turno de 4 de outubro, Flávio saiu à frente com 6 pontos percentuais de vantagem na 1ª pesquisa PoderData/Aya para esta fase da campanha. Na sequência, Lula avançou e a distância entre eles caiu para zero, com cada um marcando 50% dos votos válidos. Agora, Flávio mantém a dianteira registrada na rodada anterior, realizada de 16 a 18 de outubro, com 2 pontos percentuais de vantagem sobre Lula. Desde o final do 1º turno, o petista nunca esteve à frente de Flávio nas pesquisas PoderData/Aya. No 1º turno das eleições, Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%. A vantagem do senador.
Campanha de Lula acusa Meta de beneficiar Flávio com manipulação e pede cassação da chapa do PL
Ação ao TSE reúne denúncias de irregularidades que teriam sido cometidas pela plataforma digital a favor do senador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com pedido ao Tribunal Superior Eleitoral para investigar suposta manipulação algorítmica da Meta que, segundo a denúncia, teria favorecido a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). A ação aponta bloqueio de impulsionamento do perfil @lulaoficial, alcance médio de Reels quase três vezes maior para Flávio, uso de IA da Meta para gerar peças “Vote 22” e cita 255 perfis sintéticos e 1.613 anúncios políticos pagos em moeda estrangeira.
- Além de Flávio, a investigação inclui o deputado Alfredo Gaspar, o influenciador Pablo Marçal e o empresário Tallis Gomes, que atuam como conselheiros da chapa. A denúncia também acusa a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) de impulsionar anúncios entre 7 e 9 de julho e destaca que a Meta violou ordens judiciais, apesar de negar intenção de favorecer o candidato. Um documento de especialistas da ONU, divulgado pelo QG presidencial, reforça a necessidade de tratamento equânime das plataformas nas eleições brasileiras.
Foto: Vitor Sales | Ricardo Stuckert
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a investigação de uma fórmula usada pela empresa Meta que, de acordo com a denúncia, tem como objetivo manipular algoritmos e favorecer a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto. A ação reúne denúncias de irregularidades, entre as quais o bloqueio do impulsionamento do perfil @lulaoficial, às vésperas do primeiro turno, e o alcance médio do Reel quase três vezes maior para Flávio. Munida de fatos que indicam manipulação algorítmica por parte das plataformas da Meta (Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI), a coligação de Lula solicita ao TSE a cassação da chapa liderada pelo senador. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral também atinge o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), vice de Flávio na chapa, o influenciador Pablo Marçal e o empresário Tallis Gomes. Marçal e Tallis atuam na campanha do candidato do PL como conselheiros. Ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, em 2024, Marçal age sobretudo nas redes sociais. Tallis, por sua vez, faz articulações com empresários conservadores, contrários à reeleição de Lula. O argumento central da ação produzida por advogados da campanha petista é que Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI deram tratamento desigual a Lula e a Flávio e, com isso, beneficiaram a chapa do adversário. O pedido do comitê de Lula mostra, por exemplo, que o alcance médio por Reel foi quase três vezes maior para Flávio, mesmo com menos seguidores. Além disso, a Meta AI gerou peças com “Vote 22” e recusou pedidos equivalentes com o número 13. O ação também aponta falhas contra uma rede de 255 perfis de conteúdo sintético e 1.613 anúncios políticos pagos em moeda estrangeira. Cita, ainda, impulsionamento de anúncios pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) entre os últimos dias 7 e 9 e acusa a Meta de descumprir ordens judiciais. O pagamento de anúncios por pessoa jurídica é vedado pela Lei Eleitoral. Cobrada pela campanha de Lula em outras ocasiões, a Meta já admitiu problemas de moderação nas redes sociais e falhas técnicas. A empresa negou, porém, que tenha intenção de beneficiar Flávio na disputa presidencial. Nesta quarta-feira 21, o QG do presidente também divulgou um documento, produzido por especialistas independentes da ONU, cobrando da Meta tratamento equânime aos candidatos nas eleições brasileiras e a correção de problemas verificados. “Perder alcance pode significar perder voz no debate público e a capacidade de mobilizar comunidades”, diz um trecho do documento. “Algoritmos, sistemas de IA e decisões de moderação de conteúdo não devem se tornar árbitros invisíveis da discussão política”. Na semana passada, a campanha de Flávio Bolsonaro também pediu a cassação da chapa de Lula sob acusação de que estruturas sindicais estariam destinando recursos para o campanha do petista.
Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) mostra queda na rejeição dos dois candidatos; senador aparece numericamente à frente nas intenções de voto válidas, com 45% contra 44% do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 52% de rejeição entre os eleitores, superando em cinco pontos percentuais os 47% de rejeição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conforme pesquisa Quaest divulgada em 21 de outubro. A pesquisa, encomendada pelo Grupo Globo e com nível de confiança de 95%, mostra ainda que a disputa de intenções de voto está apertada: Flávio aparece com 45% e Lula com 44%, enquanto brancos, nulos e indecisos somam 11%.
- Os números refletem o cenário pós‑aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 no Congresso, as sabatinas na TV Globo e o debate na TV Band. A pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre 17 e 20 de outubro e está registrada no TSE sob o número BR-08535/2026, indicando uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos à do senador desde a rodada anterior.
Foto: Edilson Rodrigues | Ricardo Stuckert
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% de rejeição entre os eleitores brasileiros, cinco pontos percentuais acima dos 47% registrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). Os dois disputam o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo domingo (25). Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, Lula tinha 53% de rejeição, enquanto Flávio aparecia com 54%. Os novos números indicam uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos na do senador. O levantamento também mostra uma disputa apertada nas intenções de voto válidas. Flávio Bolsonaro aparece com 45%, contra 44% de Lula. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 9%, enquanto 2% estão indecisos. Segundo a pesquisa, o levantamento ocorre após a aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 pelo Congresso, as sabatinas dos candidatos na TV Globo e o debate realizado pela TV Band. Metodologia: Encomendada pelo Grupo Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.
Pesquisa Palver mostra Flávio com 50% e Lula com 48%
Pesquisa Palver mostra Flávio com 50% e Lula com 48%
O levantamento foi feito entre 18 e 20 de outubro e ouviu 5.000 pessoas pela internet
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Palver, realizada entre 18 e 20 de outubro com 5.000 entrevistados pela internet, indica um empate técnico na corrida presidencial: Flávio Bolsonaro (PL) registra 50% dos votos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega a 48%, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais. O senador manteve o patamar da pesquisa anterior, já o presidente recuou um ponto.
- Nos recortes de eleitores de outros candidatos, também há empates: entre os que votaram em Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos os principais candidatos obtêm 42% a 44% de apoio. Lula lidera entre os apoiadores de Augusto Cury (52% contra 43% de Flávio). A maioria (79%) afirma que nada mudaria sua decisão de voto, enquanto escândalos, desistência ou questões econômicas são citados por menores percentuais.
Foto: Reprodução
Pesquisa da Palver mostra empate técnico na disputa presidencial, com Flávio Bolsonaro (PL) marcando 50% dos votos totais e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48%. Na comparação com a pesquisa anterior, do último dia 13, o senador do PL manteve o patamar, enquanto o presidente oscilou um ponto para baixo. O levantamento foi feito entre 18 e 20 de outubro e ouviu 5.000 pessoas pela internet. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais. No recorte sobre os eleitores de outros candidatos no primeiro turno, há empate técnico entre os que votaram em Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD). Entre os eleitores de Renan, Flávio obtém 42%, enquanto Lula fica com 39%, dentro da margem de erro. Já no grupo que optou por Caiado, ambos ficam com 44%. Lula lidera no grupo que votou em Augusto Cury (Avante), obtendo 52% contra 43% para Flávio. Isso ocorre apesar de o best-seller ter declarado apoio ao senador do PL. A Palver também questionou os eleitores sobre o grau de certeza do voto. Entre os entrevistados, 79% afirmaram que nada os faria mudar de ideia. O restante cita diversos motivos que os levariam a alterar o voto: escândalo grave (7%), desistência ou impedimento (4%) ou mudança na economia (3%).
Governo Lula admite falta de recursos para manter políticas atuais a partir de 2028
Projeção não considera novas promessas anunciadas pelo presidente na campanha à reeleição, como reajuste do Bolsa Família, Pix de R$ 5 mil MEIs e passe livre no transporte; consultorias do Congresso apontam preocupações com Orçamento nos próximos anos
Por: Daniel Weterman
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo de Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso a projeção de que, a partir de 2028, haverá déficit nas contas públicas – R$ 15,8 bi em 2028, R$ 14,9 bi em 2029 e R$ 23 bi em 2030 – enquanto o PLOA de 2027 ainda apresenta equilíbrio entre despesas discricionárias e o limite do arcabouço fiscal. O cálculo não inclui novas promessas de campanha, como o reajuste do Bolsa Família, o Pix de R$ 5 mil para MEIs e a gratuidade do transporte público nos fins de semana, que podem exigir novos ajustes orçamentários.
- O Ministério do Planejamento alerta que os números são preliminares e não consideram ganhos de eficiência ou cortes de gastos, afirmando que não há risco imediato de descumprimento das regras fiscais. O debate se intensifica na disputa eleitoral, com críticas de Flávio Bolsonaro ao modelo de gastos e preocupação de consultorias do Congresso quanto ao crescimento de despesas obrigatórias, que devem subir 22,8 % entre 2027 e 2030, reduzindo a flexibilidade do orçamento federal.
Foto: Reprodução | Folha Press
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou ao Congresso Nacional que será necessário promover ajustes nas contas públicas nos próximos anos para manter o cumprimento das regras do arcabouço fiscal. As projeções encaminhadas junto ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 indicam que os recursos disponíveis poderão não ser suficientes para sustentar as políticas atualmente em vigor a partir de 2028. O levantamento compara o custo estimado para manter os programas e ações do Poder Executivo com o espaço permitido pelas regras fiscais. Pelos cálculos apresentados, haveria insuficiência de recursos de R$ 15,8 bilhões em 2028, R$ 14,9 bilhões em 2029 e R$ 23 bilhões em 2030. Para 2027, o cenário é diferente. Segundo o governo, o orçamento já encaminhado ao Legislativo prevê equilíbrio entre as despesas discricionárias e o limite permitido pelo arcabouço fiscal, ambos estimados em R$ 222,1 bilhões. Projeção não inclui novas promessas de campanha: As estimativas foram elaboradas em agosto e não consideram medidas anunciadas por Lula durante a campanha à reeleição. Entre elas estão a proposta de reajuste do Bolsa Família, a criação de um Pix de R$ 5 mil para microempreendedores individuais (MEIs) e a gratuidade do transporte público aos domingos e fins de semana. De acordo com projeções já divulgadas, a implementação dessas medidas exigiria novos ajustes no orçamento federal. Na mensagem enviada ao Congresso, o governo afirma que a diferença entre as despesas estimadas e o espaço disponível aponta para a necessidade de reavaliar programas e redefinir prioridades orçamentárias nos próximos exercícios. “A distância entre a linha de base e o espaço disponível aponta a necessidade de revisão de gastos nos próximos exercícios, esforço contido e estável, a ser conduzido no próprio ciclo orçamentário por meio da reavaliação de programas e da repriorização alocativa”, diz o documento. O que diz o Ministério do Planejamento: Em manifestação sobre os números, o Ministério do Planejamento e Orçamento afirmou que as projeções representam um exercício de planejamento e devem ser analisadas com cautela. Segundo a pasta, os cálculos apresentados pelos órgãos federais não incluem possíveis ganhos de eficiência administrativa, encerramento de projetos, revisões de gastos e outras medidas de gestão que podem ser adotadas ao longo dos próximos anos. O ministério também informou que o cenário projetado não indica descumprimento das regras fiscais nem desequilíbrio imediato das contas públicas. De acordo com a nota, os orçamentos anuais continuarão sendo elaborados dentro dos limites estabelecidos pelo Regime Fiscal Sustentável, conhecido como arcabouço fiscal. Debate sobre ajuste das contas públicas: O tema ganhou espaço na disputa eleitoral. Durante a campanha, Lula tem criticado a proposta do candidato do PL, Flávio Bolsonaro, de promover cortes expressivos nos gastos da administração pública em caso de vitória. Aliados do presidente afirmam que uma redução de grande porte nas despesas federais atingiria áreas como programas sociais, Previdência Social, saúde e educação. Flávio Bolsonaro, por sua vez, nega a intenção de cortar benefícios sociais. Integrantes de sua campanha defendem a redução de gastos considerados administrativos, como despesas com viagens oficiais, cargos comissionados, estruturas ministeriais e super-salários. Crescimento das despesas obrigatórias preocupa técnicos: A equipe econômica do governo tem defendido mecanismos para desacelerar o crescimento de despesas obrigatórias e abrir espaço para investimentos e custeio da máquina pública.Pelas projeções oficiais, os gastos obrigatórios, como aposentadorias e pensões, devem crescer 22,8% entre 2027 e 2030. No mesmo período, as despesas discricionárias, que incluem investimentos e manutenção dos órgãos públicos, teriam expansão estimada em 8%. O governo sustenta que futuras iniciativas serão avaliadas dentro dos limites fiscais e no processo anual de elaboração do orçamento. Avaliação das consultorias do Congresso: Consultorias técnicas da Câmara dos Deputados e do Senado também apontaram preocupação com as projeções enviadas pelo Executivo. Os especialistas destacam diferenças entre os parâmetros econômicos utilizados pelo governo e as expectativas do mercado financeiro para indicadores como crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), inflação e taxa básica de juros. Segundo nota técnica elaborada pelas consultorias, essas variáveis exercem influência direta sobre arrecadação, despesas e resultado das contas públicas, exigindo cautela na análise das projeções para os próximos anos. Entre os pontos observados está a estimativa de crescimento econômico de 2,5% para 2027 incluída na proposta orçamentária. O percentual é superior à mediana das expectativas de mercado registradas em setembro de 2026, de 1,43%. Também há diferença em relação ao resultado fiscal previsto. Enquanto o governo projetou superávit de R$ 18,6 bilhões em 2027, o mercado estimava déficit de R$ 45,4 bilhões para o mesmo período. As consultorias do Congresso afirmam que o avanço mais acelerado das despesas obrigatórias reduz gradualmente a flexibilidade do orçamento federal. O cenário seguirá sendo acompanhado durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária de 2027 no Congresso Nacional.
Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Levantamento mostra vantagem de quatro pontos para o candidato do PL, o que representa um empate no limite da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Pesquisa Real Time Big Data divulgada em 20/10 mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) liderando com 52% dos votos válidos contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno da Presidência, dentro da margem de erro de dois pontos. Na pesquisa estimulada, Flávio tem 48% e Lula 45%; na espontânea, 47% contra 44%, indicando empate técnico.
- O levantamento revela diferenças de apoio por gênero e renda: 52% dos homens preferem Flávio versus 41% para Lula, enquanto entre as mulheres Lula lidera com 49% contra 45% de Flávio. Eleitores com renda acima de cinco salários mínimos favorecem Flávio (61% vs 33% de Lula), já os de até dois salários mínimos dão 54% a Lula. As taxas de rejeição são 33% para Flávio e 35% para Lula, e 93% dos entrevistados já definiram o voto.
Foto: Reprodução
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 52% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da Presidência da República. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 48%, empatado tecnicamente no limite da margem de erro. O levantamento foi realizado entre 15 e 19 de outubro, com 2 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-02952/2026. Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. A diferença de três pontos configura empate técnico dentro da margem de erro. Veja os números: Flávio Bolsonaro (PL): 48%; Lula (PT): 45%; Brancos e nulos: 5%; Não sabem ou não responderam: 2%. Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Flávio tem 47%, enquanto Lula soma 44%. Outros 5% afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 4% não souberam responder. Flávio cresce dois pontos: Em comparação com a rodada de 1º de outubro, Flávio passou de 46% para 48% das intenções de voto na pesquisa estimulada. Lula permaneceu com 45% no mesmo período. O levantamento também mostra diferenças no perfil dos eleitores. Flávio registra 52% entre os homens, contra 41% de Lula. Entre as mulheres, o petista aparece com 49%, enquanto o senador tem 45%. A divisão também se repete por renda. Lula tem 54% entre os entrevistados que recebem até dois salários mínimos, contra 39% de Flávio. Já entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, o candidato do PL registra 61%, diante de 33% do presidente. Rejeição e definição do voto: Na avaliação de rejeição, Lula aparece com 35%, enquanto Flávio tem 33%. Outros 28% afirmam rejeitar os dois candidatos, e 4% dizem não rejeitar nenhum deles. A pesquisa aponta ainda que 93% dos entrevistados afirmam já ter definido o voto para o segundo turno, marcado para domingo (25). Entre os eleitores de Flávio, 94% dizem que não mudariam de candidato de jeito nenhum. No eleitorado de Lula, esse percentual é de 90%.
Alcolumbre reúne senadores e tende a não pautar PEC da Segurança Pública antes da eleição
Presidente do Senado prefere que a proposta seja discutida após o período eleitoral
Por: Victor Ohana
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), se reuniu com senadores nesta segunda‑feira (19) e indicou que a PEC da Segurança Pública não será pauta antes das eleições de 25 de outubro, preferindo que o tema seja debatido após o pleito. Alcolumbre tem discutido a decisão ao longo do dia, sinalizando que não haverá sessão deliberativa sobre a proposta nesta semana.
- A PEC, iniciativa do governo Lula, visa ampliar a competência da União na segurança pública, mas gerou divergências internas ao incluir discussões sobre a redução da maioridade penal. Enquanto aliados de Flávio Bolsonaro propõem a diminuição para 14 anos, o líder do PT no Senado, Camilo Santana, sugeriu 16 anos para crimes hediondos, apesar da posição histórica do partido contra a medida. Lula, por sua vez, defendeu a redução em entrevista à TV Globo.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), reuniu-se com senadores nesta segunda-feira (19), e tende a não pautar a PEC da Segurança Pública antes da eleição de 25 de outubro, disseram fontes ao Broadcast Político. Conforme apurou a reportagem, Alcolumbre ainda discute a decisão com parlamentares ao longo do dia. Segundo relatos, a base governista recebeu de Alcolumbre o indicativo de que não haverá convocação de sessão deliberativa sobre a PEC da Segurança Pública nesta semana, por preferir que o tema seja apreciado depois do período eleitoral. Fontes afirmam que o presidente do Senado debate com senadores desde a manhã se haverá sessão ou não nesta semana e qual será a pauta. A PEC da Segurança Pública é de autoria do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e tem como mote geral a ampliação dos poderes da União sobre a segurança pública, que atualmente é de competência dos governadores. Porém, o campo governista rachou após aliados de Flávio Bolsonaro (PL) terem apresentado uma emenda que estabelece a redução da maioridade para 14 anos. Embora a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), seja contrária à redução da maioridade penal, o líder do PT no Senado, Camilo Santana (PT-CE), decidiu apresentar uma emenda com a proposta de redução para 16 anos em casos de crime hediondo. Historicamente, o PT é contra a redução da maioridade penal, mas a ala de Camilo sustenta que marcar essa posição agora pode fazer Lula perder votos. Segundo apurou o Broadcast Político do Jornal Estadão, Camilo ainda vai insistir com Alcolumbre para que paute a votação da PEC da Segurança Pública nesta semana. Lula defendeu a redução da maioridade penal na sabatina da TV Globo na semana passada, após o líder do PT ter apresentado a emenda.
PoderData: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos contra 48% de Lula no 2º turno
Senador abriu vantagem de quatro pontos percentuais sobre o presidente; pesquisa ouviu 3 mil eleitores entre 16 e 18 de outubro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa PoderData, realizada entre 16 e 18 de outubro, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera o segundo turno da eleição presidencial com 52% dos votos válidos, frente a 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento mostra ainda que, na intenção de voto total, Flávio tem 49% contra 46% de Lula, com 4% dos eleitores pretendendo votar em branco ou anular o voto.
- Flávio Bolsonaro destaca‑se entre os homens (57% de intenção) e no Sul (62% de apoio), enquanto Lula lidera entre as mulheres (51%) e no Nordeste (61%). A pesquisa também aponta 50% de desaprovação ao governo Lula e 45% de aprovação, com margem de erro de 1,8 ponto percentual e registro no TSE (BR-02586/2026).
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% dos votos válidos contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa PoderData realizada entre os dias 16 e 18 de outubro. A diferença é de quatro pontos percentuais. Na rodada anterior do levantamento, os dois candidatos apareciam empatados, com 50% dos votos válidos cada. Flávio avançou dois pontos percentuais, enquanto Lula recuou dois pontos. Na intenção de voto total, Flávio aparece com 49%, contra 46% de Lula. Os eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto somam 4%, enquanto 2% não souberam responder. Intenção de voto por perfil do eleitorado: Flávio Bolsonaro lidera entre os homens, com 57% das intenções de voto, contra 40% de Lula. Entre as mulheres, o presidente tem 51%, enquanto o senador registra 42%. O levantamento também aponta diferenças regionais. No Nordeste, Lula tem 61% das intenções de voto, contra 34% de Flávio. Já no Sul, o senador aparece com 62%, enquanto o presidente soma 32%. Entre os eleitores que votaram em Flávio Bolsonaro no primeiro turno, 95% afirmam que pretendem repetir o voto. No caso de Lula, o índice é de 94%. Avaliação do governo Lula: A pesquisa também mostra que 50% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, enquanto 45% aprovam. Outros 5% não souberam responder. Em relação ao desempenho pessoal do presidente, a desaprovação é de 50%, contra 44% de aprovação. Outros 6% não souberam responder. Metodologia: A pesquisa PoderData ouviu 3 mil eleitores, por telefone, entre os dias 16 e 18 de outubro, em 695 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro estimada é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02586/2026.
BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 46,5% das intenções de voto, contra 45,9% de Lula, mostra pesquisa
No levantamento anterior, senador registrou 48% das intenções de voto, enquanto presidente tinha 45%
Por: Rayllanna Cardoso e Elizabeth Lopes
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- A pesquisa Nexus, contratada pelo BTG Pactual, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) tem 46,5% das intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, ligeiramente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 45,9%. Os números apontam para um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, e a nova forma de registro com casas decimais mostra Flávio com 50,3% dos votos válidos contra 49,7% de Lula.
- Na rodada anterior, Flávio aparecia com 47,9% e Lula com 45,1%, enquanto a rejeição ao presidente Lula caiu para 47,8% e a de Flávio Bolsonaro ficou em 46,8%. A pesquisa ouviu 2.002 eleitores por telefone entre 16 e 18 de outubro, com nível de confiança de 95% e está registrada no TSE sob o protocolo BR‑04499/2026.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 46,5% das intenções de voto no segundo turno da eleição presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45,9%, segundo pesquisa Nexus divulgada nesta segunda-feira, 19. Os dados apontam para empate técnico dentro da margem de erro do levantamento, de dois pontos porcentuais. A Nexus informou que, a partir desta rodada, passa a publicar os percentuais de intenções de voto com casa decimal. Os dados da série histórica também foram reapresentados nesse formato. Segundo o instituto, devido ao arredondamento, a soma dos percentuais pode variar de 99,9% a 100,1%. Na rodada anterior, divulgada na semana passada, Flávio tinha 47,9% das intenções de voto, enquanto Lula aparecia com 45,1%, de acordo com a nova forma de registro das intenções de voto. Sem casa decimal, o resultado foi de 48% ante 45%. Contratada pelo BTG Pactual, a Nexus ouviu 2.002 eleitores por telefone entre os dias 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, e o nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04499/2026. Considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo os brancos, nulos e indecisos, o resultado da nova pesquisa BTG/Nexus aponta Flávio com 50,3% e Lula, com 49,7%. No resultado oficial do primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%. Rejeição - O presidente Lula é rejeitado 47,8% do eleitorado, enquanto 46,8% rechaçam Flávio Bolsonaro. A rejeição ao petista caiu 2,8 pontos porcentuais desde o último levantamento (de 50,6% para 47,8%), enquanto a de Flávio Bolsonaro oscilou 0,2 ponto (de 47% para 46,8%).
ACM Neto reforça apoio a Flávio e critica Lula em ato na Barra
ACM Neto reforça apoio a Flávio e critica Lula em ato na Barra
Ex-prefeito chamou mobilização de “Carnaval da mudança no Brasil”
Por: Marcos Flávio Nascimento e Neison Cerqueira
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- O ex‑prefeito de Salvador e líder do União Brasil na Bahia, ACM Neto, utilizou o trio elétrico do “Bloquinho do 22”, na Barra, como palco para reforçar seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e atacar o PT e o presidente Lula. Neto destacou a parceria com Flávio, lembrando uma conversa em Brasília, e definiu o evento como o “Carnaval da mudança no Brasil”, prometendo que, caso Bolsonaro vença, a Bahia receberá atenção do governo federal mesmo sob governador do PT.
- Além de criticar a passagem de Lula pelo Farol da Barra, Neto conclamou os baianos a votar em Flávio no segundo turno, enfatizando que mudar a Bahia depende de mudar o Brasil. O discurso encerrou com um canto de apoio ao candidato, reforçando a presença de apoiadores e a mensagem de orgulho nacional.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O ex-prefeito de Salvador e líder do União Brasil na Bahia, ACM Neto, discursou no trio elétrico utilizado como palanque durante o “Bloquinho do 22”, realizado neste sábado (17), na Barra. O político reforçou o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, criticou o PT e classificou a mobilização como o “Carnaval da mudança no Brasil”. Neto contou que convidou Flávio para participar do ato durante uma conversa em Brasília, na semana anterior, quando anunciou apoio à candidatura do bolsonarista. “Eu disse: ‘Flávio, a gente vai fazer lá no Farol da Barra’. Imediatamente, Flávio me disse: ‘Neto, eu tenho recordações maravilhosas de Salvador, em especial da Barra, porque eu sou um carnavalesco da vida inteira’”, relatou. Na sequência, Neto disse ter respondido ao candidato que o evento seria o “Carnaval da mudança no Brasil”. ACM Neto critica Lula - Durante o discurso, o ex-prefeito também relembrou uma passagem de Lula pelo Farol da Barra no fim do primeiro turno. Segundo Neto, o presidente teria utilizado a ocasião para atacá-lo. “Naquela noite, ele veio aqui para me agredir, para me ofender e para mentir aos baianos e aos brasileiros”, afirmou. Neto então direcionou críticas ao presidente e defendeu que a Bahia não pertence politicamente ao PT. “Lula, a resposta que eu dou às suas mentiras é hoje mostrando que a Bahia não pertence ao PT”, declarou. Em seguida, reforçou o apoio a Flávio no segundo turno. “No dia 25 de outubro, a Bahia é Flávio 22 para presidente”, disse. ACM Neto pede atenção à Bahia em eventual governo de Flávio - Em outro trecho do discurso, ACM Neto afirmou que, caso Flávio Bolsonaro seja eleito, espera que o estado receba atenção do governo federal mesmo sendo comandado por um governador do PT. “Mas eu quero, Flávio, lhe pedir que, como presidente, mesmo ele sendo do PT, você ajude a Bahia e trabalhe pelo povo baiano”, afirmou. Na sequência, voltou a relacionar a disputa nacional com o cenário político estadual. “Porque para mudar a Bahia, nós vamos primeiro mudar o Brasil”, declarou. Ao final da participação, Neto comemorou a presença de apoiadores no evento e puxou com Flávio o canto “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.
Lobista diz que Lulinha reuniu-se inúmeras vezes com ministros e quer fazer delação sem poupar Lula
Roberta Luchsinger declarou em entrevista à CNN que o filho do presidente tinha acesso a ministros do governo e teria ajudado construtora a obter contratos; o Palácio do Planalto e a defesa de Lulinha ainda não se manifestaram
Por: Levy Teles
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- A lobista Roberta Luchsinger anunciou que pretende firmar acordo de delação premiada, afirmando que não poupará ninguém, inclusive o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho Fábio Lula, também investigados por tráfico de influência. Em entrevista à CNN Brasil, ela denunciou ameaças de morte, criticou duramente Lula, chamando‑o de “mau‑caráter” e “covarde”, e detalhou supostos contatos frequentes com ministros e autoridades do Palácio do Planalto para favorecer clientes, enquanto nega envolvimento em fraudes ao INSS.
- A defesa de Lulinha ainda não se manifestou, e o governo nega qualquer vínculo contratual decorrente das visitas da lobista a órgãos federais. O caso ganhou destaque após Lula chamar Luchsinger de “pilantra” e “Vorcaro feminino”, intensificando o embate político e as investigações da Polícia Federal sobre possíveis esquemas de influência e corrupção.
Foto: Reprodução | CNN
A lobista Roberta Luchsinger quer fazer um acordo de delação premiada e disse que não irá poupar nem o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e nem o filho mais velho de Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, amigo dela. Ela também afirmou que Lulinha esteve “inúmeras vezes” com ministros. “Vou fazer uma delação premiada porque não serei eu o boi de piranha”, disse. A lobista e o filho do presidente são investigados pela Polícia Federal por tráfico de influência. O Planalto ainda não se manifestou nem a defesa de Lulinha. Chamada de pilantra por Lula em entrevistas, a lobista revidou e disse que o presidente é mau-caráter, mentiroso, senil e machista. Ela também relatou receber ameaças de morte e temer pela segurança das filhas. “(A Polícia Federal) vai poder fazer o trabalho dela investigativo e contar com minha absoluta colaboração. Eu não vou poupar ninguém. Pode ser o presidente da República, que a meu ver é um grande mau caráter, é um grande mentiroso, e eu repito, um grande covarde. Não vou poupar filho de presidente, ninguém, porque o que está em questão é a verdade”, disse Roberta à CNN Brasil. Roberta também é investigada por sua relação com Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como artífice do esquema de fraudes a benefícios previdenciários. Ela nega participação no esquema. A defesa critica vazamentos de informações sigilos e diz que só vai se manifestar nos processos. As investigações mostram que ela usava acessos ao Palácio do Planalto, como ao filho do presidente e ao ex-chefe de gabinete, para tentar emplacar negócios de seus clientes. A lobista Roberta Luchsinger fez mais de 40 visitas a órgãos do governo federal desde o início do terceiro mandato de Lula. O governo nega ter havido desdobramentos contratuais a partir de reuniões de Luchsinger. A lobista disse que decidiu dar entrevista após ser chamada de “pilantra” e equiparada a Daniel Vorcaro, do Banco Master por Lula. Ela disse que o presidente teve uma atitude “canalha, covarde, de mau-caráter”. “No momento em que o presidente da República foi ao ar para mais de 200 milhões de telespectadores falar que eu era uma pilantra por uma, duas, três vezes, eu tive que tomar a minha própria defesa. Venho tentando ser calada. Venho sofrendo o que os olhos atrás dessa câmera não veem”, disse. Lula negou conhecer Luchsinger já chamou ela de “pilantra” em entrevista ao jornal nacional e de “Vorcaro feminino”. Lula também disse que Roberta teria atribuído a ele uma suposta oferta de cargo no governo, o que negou. Em razão do silêncio de Lulinha após os ataques feitos pelo presidente, Luchsinger chamou o filho de Lula de “covarde como o pai”. Na entrevista, Luchsinger disse que Lula mentiu ao falar que Lulinha nunca esteve com algumas das principais autoridades do governo federal. “O Lula é um grande mentiroso quando fala: ‘Ela é uma pilantra, mas meu filho, não. Meu filho jamais sentou com algum ministro. O filho dele sentava semanalmente com ministros, seja para trocar figurinha, seja para trocar outro tipo de diálogo. Eu sentava com ministros para discutir pautas relativas a políticas públicas”, disse. A lobista disse que Lula sabe quem ela é e agora diz não conhecê-la. “Acho que a principal coisa que ele tem certeza é que a melhor amiga do filho dele sou eu. O filho dele vivia comigo para cima e para baixo para todo lado, como ele não vai saber?” questionou. “Ele esqueceu, talvez, acho o presidente pode estar esclerosado e não se lembra, isso é normal. Ele está com 80 anos pode estar com alguma senilidade e não lembra. Ele não lembrava nem do Bolsa Família. Ele nunca sabe de nada do entorno dele.”
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 50% da intenções de voto; Lula marca 45%
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 50% da intenções de voto; Lula marca 45%
Levantamento divulgado na sexta-feira (16) mostra vantagem de cinco pontos percentuais do candidato do PL; diferença é estatisticamente significativa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada em 16 de outubro de 2026 indica que Flávio Bolsonaro (PL) lidera o segundo turno das eleições presidenciais com 50% das intenções de voto, frente a 45% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento, realizado por entrevistas telefônicas com 2.400 eleitores e margem de erro de dois pontos percentuais, mostra que a vantagem de cinco pontos é estatisticamente significativa, tanto na amostra total quanto nos votos válidos (52% x 48%).
- A análise segmentada revela diferenças marcantes: entre os homens, Bolsonaro tem 58% contra 38% de Lula, enquanto as mulheres preferem o presidente (52% a 42%). Por faixa etária, o senador lidera entre 35 e 44 anos (56% a 41%) e perde entre 60+ (47% a 51%). A renda também influencia, com Lula dominante entre quem ganha até um salário mínimo (66% a 28%) e Bolsonaro à frente na faixa de dois a cinco salários (61% a 34%). Regionalmente, Bolsonaro vence Sul, Centro‑Oeste, Norte e Sudeste; Lula mantém o Nordeste. A maioria dos eleitores (97%) afirma ter a decisão de voto definida.
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Pesquisa Gerp divulgada na sexta-feira (16) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Os números são da modalidade estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. A vantagem do senador é de cinco pontos percentuais, considerada estatisticamente significativa pelo instituto. Segundo o levantamento, 3% dos entrevistados não souberam ou não responderam, enquanto 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos. Na comparação com a pesquisa divulgada em 12 de outubro, Flávio Bolsonaro passou de 53% para 50%, enquanto Lula oscilou de 44% para 45%. Com isso, a diferença entre os dois candidatos caiu de nove para cinco pontos percentuais. Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro aparece com 52%, contra 48% de Lula. Segundo o instituto, a diferença de quatro pontos percentuais também é estatisticamente significativa. Intenção de voto por sexo, idade e renda - O levantamento mostra diferenças nas intenções de voto de acordo com o perfil dos entrevistados. Entre os homens, Flávio Bolsonaro registra 58%, contra 38% de Lula. Já entre as mulheres, o presidente lidera com 52%, enquanto o senador aparece com 42%. Na divisão por faixa etária, Flávio tem 56% entre os eleitores de 35 a 44 anos, contra 41% de Lula. O petista, por sua vez, registra 51% entre os entrevistados com 60 anos ou mais, enquanto o candidato do PL tem 47%. A renda também apresenta diferenças. Entre os eleitores com rendimento familiar de até um salário mínimo, Lula alcança 66% das intenções de voto, contra 28% de Flávio. Já na faixa de dois a cinco salários mínimos, o senador tem 61%, enquanto o presidente aparece com 34%. Flávio lidera em quatro regiões; Lula vence no Nordeste - No recorte por regiões, considerando os votos válidos da pesquisa estimulada, Flávio Bolsonaro aparece à frente no Sul (67% a 33%), Centro-Oeste (66% a 34%), Norte (61% a 39%) e Sudeste (55% a 45%). Lula lidera no Nordeste, com 65% dos votos válidos, contra 35% do adversário. Segundo a Gerp, as diferenças registradas nas cinco regiões são estatisticamente significativas. Maioria afirma já ter definido o voto - A pesquisa também perguntou aos entrevistados que escolheram um dos candidatos se a decisão de voto é definitiva. Entre eles, 97% afirmaram que a escolha está totalmente definida, enquanto 2% disseram que ainda podem mudar de candidato. Outros 1% não souberam responder. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 98% declararam que a escolha está definida. No eleitorado de Lula, o percentual é de 97%. Metodologia - A pesquisa Gerp Mercadologia ouviu 2.400 eleitores em todo o Brasil entre os dias 14 e 16 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05187/2026.
Opinião: Flávio chega à reta final como favorito em eleição aberta
Opinião: Flávio chega à reta final como favorito em eleição aberta
Mobilização do PT e força do governo estreitaram a diferença nas pesquisas; virada ainda depende de convencer indecisos em dez dias marcados por debates
Por: Silvio Cascione
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Narração automática (IA)Resumo
- O segundo turno da eleição presidencial brasileira se aproxima, com Flávio como favorito, mas a diferença de votos ainda é estreita e pode mudar nos próximos dias. As primeiras pesquisas apontam uma vantagem de três a quatro pontos para Flávio, porém a tendência indica que Lula está se aproximando novamente, impulsionado pela forte mobilização nas redes e nas ruas, além de debates televisivos que podem influenciar eleitores indecisos.
- A campanha de Lula ganha força com o apoio de figuras como André Janones e a retórica de medo sobre a volta de Bolsonaro, enquanto Flávio tenta reagir após um início confiante, adotando estratégias como o apoio ao fim da escala 6x1. Questões como corrupção, segurança pública e a Operação Unha e Carne permanecem como fatores decisivos para o eleitorado nas últimas semanas antes da votação.
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O segundo turno da eleição presidencial entra na reta final com Flávio como favorito. Mas, a dez dias da votação, a diferença entre ele e Lula é pequena, e o jogo não terminou. Começo pelas pesquisas. No primeiro turno, elas subestimaram Flávio. Parte disso se deveu ao voto útil: eleitores de candidatos alternativos que mudaram de ideia entre o sábado e o domingo e não foram captados pelos institutos. Houve, além disso, alguma subestimação adicional. Do primeiro para o segundo turno, porém, as pesquisas costumam calibrar melhor seus resultados, e historicamente a taxa de erro cai. Na passagem para o segundo turno, o próprio resultado das urnas indicava que a vantagem de Flávio tenderia a crescer. A maior parte dos eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado e Renan Santos apontava o senador, e não Lula, como segunda opção. Pela conta da Eurasia Group, com base na distribuição dos votos e nessas preferências declaradas em pesquisas, a diferença de dois pontos do primeiro turno deveria se converter em uma vantagem de três a quatro pontos para Flávio no segundo. As primeiras pesquisas do segundo turno mostraram uma vantagem até um pouco maior que essa. Pode ter sido o reflexo de eleitores aderindo ao candidato que saiu na frente, ou sendo levados pelo desejo de mudança. Essa diferença, no entanto, já está caindo e voltou para perto da faixa de três a quatro pontos estimada inicialmente. Os números variam de um instituto para outro, mas a tendência sugere que Lula pode entrar na última semana a uma distância ainda menor. Isso tem a ver com a mudança na campanha. O primeiro fator é a própria condição de favorito. Na Quaest, 53% dos eleitores acreditam que Flávio vencerá; na véspera do primeiro turno, eram 35%, e a maioria apostava em Lula. Quando o eleitor passa a ver um governo Flávio como provável, ouve com mais atenção os argumentos sobre como seria esse governo. O discurso do medo, da volta de Jair Bolsonaro ao poder, ganhou força de uma semana para cá: hoje, 43% dizem temer a volta da família Bolsonaro, mesmo percentual dos que temem a reeleição de Lula. Mais importante, porém, é a mobilização que o PT conseguiu nas redes e nas ruas. O “exército” de André Janones, as selfies de Lula e as manifestações de rua melhoraram a coordenação de uma militância que, no primeiro turno, esteve muito mais dispersa. Tudo isso ajuda a projetar melhor a força do incumbente, que era a razão principal do leve favoritismo de Lula antes do primeiro turno: a possibilidade de tomar medidas que mexem com a popularidade ou, no mínimo, pautam o debate público. A redução da jornada de trabalho, por exemplo, será amplificada por essa campanha mais mobilizada e mais organizada. Do outro lado, a campanha de Flávio começou o segundo turno no clima de “já ganhou” e demorou a reagir. Agora se reorganiza, com mobilizações próprias e um aconselhamento mais ativo de Jair Bolsonaro, ainda que ele não apareça diretamente. Foi depois de visitar o pai, na terça-feira, que Flávio anunciou voto a favor do fim da escala 6x1. Trata-se de uma decisão tática para não ficar do lado de uma posição impopular e deixar o tema esfriar até o dia 25. O ex-presidente terá mais influência sobre as próximas decisões da campanha. Nesse contexto, os debates, na Band no domingo e na Globo na sexta-feira seguinte, serão mais importantes do que em eleições passadas. O confronto direto é uma oportunidade para Lula convencer quem está em dúvida ou pensa em não votar. Na Quaest, 9% dos eleitores dizem que ainda podem mudar o voto. Por ora, a mobilização do governo parece ter chegado tarde para reverter o que Flávio construiu no primeiro turno. Corrupção e segurança pública, as principais preocupações do eleitor, continuam atrapalhando Lula, mesmo que escândalos desgastem também a campanha de Flávio – como pode ser o caso no Rio de Janeiro, com a nova fase da Operação Unha e Carne, e com as novas informações sobre a relação entre o ministro do STF Kassio Nunes Marques e o banqueiro Daniel Vorcaro. No segundo turno, o senador é o favorito. Mas, com uma diferença dessa ordem e dez dias pela frente, a eleição ainda não terminou.
Fim da 6x1 terá mudanças pós-eleição para excluir setores; texto já é preparado por base de Lula
PEC paralela está sendo elaborada pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM)
Por: Roseann Kennedy
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Narração automática (IA)Resumo
- A base do governo Lula está preparando uma nova Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que pode abrir exceções ao fim da jornada 6x1, com o texto a ser divulgado somente após o segundo turno das eleições. A medida, apresentada como trunfo de campanha, visa permitir ajustes rápidos para setores específicos, como trabalhadores de plataformas de petróleo e pilotos, mantendo o limite de 40 horas semanais e duas folgas.
- O relator da PEC, senador Omar Aziz (PSD‑AM), e o senador Eduardo Braga (MDB‑AM), responsável pela versão paralela, destacam a necessidade de regulamentação para evitar custos operacionais elevados e inflação, ao mesmo tempo que garantem atenção ao pequeno comércio. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, confirmou que o Congresso trabalhará nos ajustes, buscando equilibrar a flexibilidade setorial com a proteção dos direitos trabalhistas.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
A base do governo Lula já prepara uma nova Proposta de Emenda Constitucional para abrir exceções em relação ao fim da jornada 6x1. O texto, porém, só será conhecido após o segundo turno da corrida eleitoral. Na tentativa de apresentar pauta positiva e buscar uma virada de votos na corrida ao Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mobilizou seus aliados e votou, às pressas, o texto da PEC. A ordem foi para aprovar a matéria da mesma forma como havia passado na Câmara dos Deputados em maio, para dar tempo de apresentar ainda como um trunfo na campanha eleitoral. Mas o Planalto e seus interlocutores no Congresso já sabiam da necessidade de rapidamente fazer ajustes para evitar problemas em alguns segmentos. “É preciso notar que existem alguns setores de que o Senado e a Câmara vão ter que tratar (dos ajustes) com a maior rapidez possível”, disse o relator da PEC, senador Omar Aziz (PSD-AM), ainda durante a sessão de votação. Como exemplo, ele citou dois casos: trabalhadores de plataformas de petróleo e pilotos. Mas observou que há outros. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) confirmou que o Congresso fará ajustes. A própria PEC aprovada prevê um período para regulamentação em segmentos com jornadas específicas, desde que sejam mantidos e computados o limite de 40 horas e as duas folgas semanais. Para isso, bastaria um projeto de regulamentação. Entretanto, a base de Lula está preparando uma nova mudança constitucional, que abriria espaço para debater outras alterações. O texto da PEC paralela está sob responsabilidade do senador Eduardo Braga (MDB-AM). À Coluna do Estadão, ele negou a possibilidade de mexer na garantia de ter mais tempo de folga, como aprovado esta semana, e disse que a opção por emenda constitucional é para evitar que os ajustes sejam facilmente alterados posteriormente de acordo com o humor dos governantes. Durante a sessão do Senado, Braga ressaltou: “Eu já fui empresário, prefeito e governador e sei o que é fechar uma folha de pagamento. Por isso, digo com tranquilidade que esta mudança exige adaptação estrutural da legislação e das empresas para evitar elevação de custos operacionais e, consequentemente, inflação de serviços”. “Não ignoro as preocupações do pequeno comerciante. Não ignoro as preocupações dos setores que têm as suas especificidades. Onde houver essa especificidade, e há, este Congresso tem o dever de contribuir com soluções””, complementou.
Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 42% no 2º turno, aponta Indexa/Broadcast
Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 42% no 2º turno, aponta Indexa/Broadcast
Em votos válidos, candidato do PL tem 51% e presidente 49%; 8% afirmam que não vão votar, 4% dizem que votarão nulo ou branco e outros 2% estão indecisos ou não sabem
Por: Isadora Duarte e Geovani Bucci
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a simulação de segundo turno da eleição presidencial de 2026, com 44% das intenções de voto contra 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo a pesquisa Indexa/Broadcast divulgada em 15 de outubro. Dentro da margem de erro de 2,2 pontos, o resultado configura empate técnico, e nos votos válidos Bolsonaro tem 51% contra 49% de Lula.
- A sondagem entrevistou 2.000 eleitores por telefone entre 13 e 14 de outubro, com nível de confiança de 95% e está registrada no TSE sob o número BR-04629/2026. Este é o primeiro levantamento do segundo turno da parceria Estadão/Broadcast e Indexa, que já havia apontado Lula à frente no primeiro turno.
Foto: Reprodução | Wilton Júnior e Daniel Teixeira
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 44% das intenções de voto no segundo turno da eleição presidencial, frente a 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em uma simulação estimulada de segundo turno da pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quinta-feira, 15. Considerando a margem de erro de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, o resultado configura empate técnico. Dos entrevistados, 8% afirmam que não iriam votar, 4% dizem que votarão nulo ou branco e outros 2% estão indecisos ou não sabem. Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 51% do total contra 49% de Lula. Este é o primeiro levantamento Indexa/Broadcast do 2º turno das eleições. Antes do 1º turno, pesquisa da Indexa/Broadcast de 30 de setembro apontava o presidente Lula com 43% das intenções de voto ante 42% de Flávio em uma simulação de segundo turno. Esse é o quarto levantamento fruto da parceria firmada entre o Estadão/Broadcast e a Indexa Pesquisas para a divulgação de sondagens eleitorais qualitativas e quantitativas exclusivas sobre a corrida à Presidência da República. A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 13 e 14 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04629/2026.
Governo pode precisar ajustar Orçamento de 2027 em R$ 39,9 bilhões
Governo pode precisar ajustar Orçamento de 2027 em R$ 39,9 bilhões
Reajuste do Bolsa Família, novas medidas para famílias e empreendedores e redução de receitas estão entre os fatores que pressionam as contas públicas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo de Luiz Inácio Lula da Silva pode precisar ajustar até R$ 39,9 bilhões na proposta de Orçamento de 2027, incluindo R$ 33,55 bilhões em despesas e R$ 6,39 bilhões em receitas que deverão ser deixadas de arrecadar. Entre os principais gastos estão o aumento do Bolsa Família (R$ 22,7 bi), o aporte ao programa Desenrola 3.0 (R$ 5 bi), a ampliação do Pé‑de‑Meia para universitários (R$ 4,6 bi/ano) e o Pix MEI (R$ 5 bi em quatro anos).
Foto: Pedro Kirilos | Estadão
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá precisar ajustar em até R$ 39,9 bilhões a proposta de Orçamento de 2027 para acomodar novas despesas e compensar perdas de arrecadação relacionadas a medidas anunciadas recentemente. O valor inclui até R$ 33,55 bilhões em despesas que precisam ser remanejadas e R$ 6,39 bilhões em receitas que o Executivo prevê deixar de arrecadar. O montante definitivo ainda está em discussão e deverá ser encaminhado ao Congresso após o segundo turno das eleições, por meio de uma mensagem modificativa. Entre as principais pressões sobre as despesas está o custo estimado de R$ 22,7 bilhões com o reajuste do Bolsa Família, além de um aporte inicial de R$ 5 bilhões para o programa Desenrola 3.0, voltado à renegociação de dívidas. O governo também avalia os custos de duas promessas de Lula: a ampliação do Pé-de-Meia para estudantes universitários, estimada em R$ 4,6 bilhões por ano, e o Pix MEI, que prevê repasses de até R$ 5 mil para microempreendedores individuais investirem nos negócios. Para o Pix MEI, a estimativa é de R$ 5 bilhões em quatro anos. Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, o governo deverá incorporar cerca de R$ 1,25 bilhão por ano à proposta. Na arrecadação, a previsão inclui uma perda de R$ 5,27 bilhões com o fim das bets e de R$ 1,12 bilhão com uma proposta de perdão de dívidas de microempreendedores individuais. Apesar das pressões, a proposta orçamentária prevê superávit de R$ 18,6 bilhões, valor R$ 10,1 bilhões acima do necessário para cumprir a regra fiscal, o que pode abrir espaço para absorver parte das perdas de receita. O governo também propôs elevar o limite anual de faturamento para enquadramento como microempreendedor individual (MEI), de R$ 81 mil para R$ 110 mil. O impacto estimado dessa mudança, de R$ 1,57 bilhão, já está incluído no Orçamento de 2027. Os ajustes serão necessários para compatibilizar as medidas com as regras fiscais, incluindo o limite de despesas do arcabouço fiscal e a meta de resultado primário.
Flávio Bolsonaro diz que não irá a debate com Lula na Band
Flávio Bolsonaro diz que não irá a debate com Lula na Band
Senador afirmou que a participação no último debate, previsto para a TV Globo, ainda depende da avaliação de sua equipe. A Band confirmou a realização do confronto neste domingo (18).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) confirmou que não participará do debate previsto para domingo (18) na Band, ao lado do presidente Lula (PT). O parlamentar informou que a decisão está em análise pela sua equipe técnica, deixando claro que não há previsão de presença no confronto televisivo.
- A Band garantiu a manutenção do programa e avisou que, caso algum candidato falte, o púlpito ficará vazio. As ausências de Lula e Flávio nos debates do primeiro turno já haviam provocado o cancelamento de dois dos quatro encontros planejados, com o último debate da Globo sendo suspenso após a desistência de ambos os candidatos e intervenções do TSE.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, afirmou nesta terça-feira (13) que não participará do debate com o presidente Lula (PT), previsto para domingo (18), na Band. Segundo o parlamentar, a presença no último confronto da campanha, organizado pela TV Globo, ainda está em análise. “Não vou, não está previsto ir nesse debate no domingo. Estamos analisando, e quem vai dar a palavra final vai ser a minha equipe técnica, de ir no último debate [da Globo]”, declarou. A Band confirmou que o programa está mantido e informou que, caso um dos candidatos não compareça, seu púlpito ficará vazio. Após o primeiro turno, Flávio havia afirmado que participaria dos debates da segunda etapa da eleição, assim como Lula, que também defendeu a realização dos confrontos. Os dois candidatos não compareceram aos debates do primeiro turno, e as ausências contribuíram para o cancelamento de dois dos quatro encontros previstos. Na ocasião, Lula alegou que os confrontos poderiam favorecer ataques de vários adversários, enquanto Flávio sustentou que a ausência do presidente inviabilizava o debate direto. O encontro da Globo acabou cancelado após a ausência de Lula, a desistência de Flávio e decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a participação de candidatos e a possibilidade de exibir púlpitos vazios.
BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 48% das intenções de voto contra 45% de Lula, em cenário de 2º turno
No levantamento anterior, antes do primeiro turno, senador tinha 44% das intenções de voto enquanto presidente registrou 46%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O levantamento BTG/Nexus divulgado em 13 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) tem 48% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%. Com margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados, e os votos em branco, nulos e indecisos somam 5% dos entrevistados.
- A pesquisa, que entrevistou 2.002 eleitores entre 9 e 12 de outubro, mostra ainda que, considerando apenas os votos válidos, Flávio lidera com 52% contra 48% de Lula, superando os resultados oficiais do primeiro turno (Flávio 47,03% e Lula 45,16%).
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registrou 48% das intenções de voto contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de acordo com levantamento BTG/Nexus divulgado nesta terça-feira (13). Os votos em branco, nulos e em nenhum dos dois candidatos ao Planalto somaram 5% dos entrevistados no cenário estimulado. Os que não responderam somaram 2%. Considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais - para mais ou para menos - os dois candidatos estão empatados tecnicamente. No levantamento anterior, feito antes do primeiro turno, Flávio Bolsonaro aparecia com 44% das intenções de voto, contra 46% de Lula, também em empate técnico. A pesquisa entrevistou 2.002 eleitores entre os dias 9 e 12 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, e o intervalo de confiança, de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07997/2026. No resultado oficial do primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%. Considerados apenas os votos válidos, o resultado da nova pesquisa BTG/Nexus aponta Flávio como 52% e Lula, 48%.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula
Pesquisa também mostrou que o chefe do Executivo é mais rejeitado pelo eleitorado do que o senador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada em 13 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a corrida presidencial com 55% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%, definindo o cenário para o segundo turno marcado para 25 de outubro. O levantamento mostra um aumento de dois pontos percentuais para Flávio em relação à pesquisa anterior de 3 de outubro, quando ele tinha 52%, e uma queda de três pontos para Lula, que antes alcançava 48%.
- A pesquisa também revela que 53% dos eleitores rejeitam Lula, contra 42% que rejeitam Flávio, com 1% dos entrevistados indicando que não votariam em nenhum dos candidatos. O estudo, realizado por telefone com 2.400 pessoas entre 8 e 9 e em 12 de outubro, tem margem de erro de dois pontos percentuais e taxa de confiança de 95,55%, estando registrado no TSE sob o número BR-07877/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Gerp divulgada nesta terça-feira (13) mostrou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 55% dos votos válidos na disputa ao Palácio do Planalto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%. O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Ante a rodada anterior, divulgada em 3 de outubro, Flávio oscilou em dois pontos percentuais para mais. Antes, o senador tinha 52%. Lula registrou retração de três pontos percentuais na intenção de votos. Na última rodada, o petista somava 48%. Segundo o levantamento, 94% dos entrevistados afirmaram que a escolha está “totalmente definida”. Outros 5% disseram que ainda podem mudar a opção de candidato à Presidência. Rejeição - A pesquisa mostrou também que Lula é mais rejeitado pelo eleitorado do que Flávio. Dos entrevistados, 53% disseram que “não votariam de jeito nenhum” no chefe do Executivo. Segundo o levantamento, Flávio é rejeitado por 42% do eleitorado. São 1% os que responderam não votar em nenhum dos candidatos. Também corresponde a 1% o eleitorado que afirmou votar em qualquer um. Outros 3% disseram não saber. De 8 a 9 e em 12 de outubro, Gerp entrevistou 2.400 pessoas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com taxa de confiança de 95,55%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-07877/2026.
Ratinho Junior anuncia apoio a Flávio Bolsonaro: ‘Vamos caminhar juntos’
Ratinho Junior anuncia apoio a Flávio Bolsonaro: ‘Vamos caminhar juntos’
Governador do Paraná disse que conversou com o senador e com Tarcísio de Freitas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da eleição presidencial, destacando alinhamento com Tarcísio de Freitas e reforçando a união pelo futuro do Brasil.
- O apoio vem após a derrota de Ratinho no estado, onde seu candidato Sandro Alex foi superado por Sérgio Moro, e após a queda de candidatos como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury, que também declararam apoio a Flávio; a disputa entre Flávio (47 %) e Lula (45 %) será decidida em 25 de outubro.
Foto: Alan Santos | PR
O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou neste sábado (10), apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa pela Presidência contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Conversei com o Flávio Bolsonaro e com o governador Tarcísio (de Freitas, São Paulo). Vamos caminhar juntos pelo futuro do nosso Brasil!”, escreveu o governador nas redes sociais. No primeiro turno, o candidato do PSD à Presidência, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, ficou em quinto lugar com 2,18% dos votos.Durante a campanha presidencial, Ronaldo Caiado chegou a anunciar que o governador do Paraná seria ministro da Infraestrutura no caso de uma eventual vitória. Ratinho também saiu derrotado na eleição do Paraná. O candidato de seu grupo político, Sandro Alex (PSD), perdeu a disputa pelo governo do Estado para o ex-juiz Sérgio Moro (PL) no primeiro turno. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante), candidatos à Presidência da República derrotados no primeiro turno, vão apoiar Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da disputa. Renan Santos (Missão), que terminou em quarto lugar, liberou os apoiadores e não deve oferecer apoio nem ao senador do PL e nem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na etapa inicial, Flávio recebeu 47% dos votos, e Lula, 45%. A definição sobre o próximo presidente do Brasil acontece em 25 de outubro.
























