Flávio Bolsonaro diz ser ‘impossível reconhecer resultado da eleição’ e que pedirá anulação
Senador, que também acionou o TSE para pedir prorrogação do horário, reclamou da decisão de Zanin e alegou quebra ‘total de isonomia’.
Por: Caio Possati
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- Em entrevista após a derrota nas eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que não reconhece a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pediu a anulação do pleito, alegando irregularidades e criticando a extensão do horário de votação decidida pelo ministro Cristiano Zanin. O candidato afirmou que a decisão judicial quebra a isonomia e que desconhece quantos votos poderia ter conquistado nos estados onde as urnas não foram abertas.
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do presidente Kassio Nunes Marques, confirmou a reeleição de Lula com 51,78% dos votos válidos contra 48,22% de Flávio Bolsonaro, ressaltando que o resultado foi oficialmente homologado. Flávio Bolsonaro prometeu acionar seu jurídico para contestar a decisão e buscar a anulação das eleições.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos. A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral. “É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições. Vou pedir a anulação”, disse o senador. O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h. A solicitação ao STF foi feito pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo. A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados. A vitória de Lula foi reconhecida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que afirmou ter ligado para ambos os candidatos, em pronunciamento na sede do TSE, em Brasília. Na fala, Nunes Marques confirmar a reeleição de Lula, com 51,78% dos votos válidos, ante 48,22% de Flávio. Críticas ao ministro Cristiano Zanin - Em discurso curto, feito ao lado de apoiadores em Brasília (DF), Flávio classificou como “sacanagem” o resultado do pleito e criticou a postura de Zanin. “O ministro da Suprema Corte, pela primeira vez na história, ex-advogado do Lula, dá uma canetada a pedido de um ex-sócio dele, que muda a regra do jogo”, disse Flávio. “No meio do jogo, às 17h01, o ministro Zanin, que não faz parte do Tribunal Superior Eleitoral, atropelando a Justiça especializada, toma uma decisão prorrogando por duas horas a eleição. Isso nunca tinha acontecido na história do Brasil.” O senador afirmou que a decisão judicial “quebra a isonomia” do pleito e alegou que nunca saberia quantos votos poderia ter “nos Estados onde as urnas não foram abertas”. “O que eu tenho que falar aqui agora é que é impossível, é impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram. Nós vamos usar o nosso jurídico, vamos pedir a anulação dessas eleições”, afirmou.
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Último levantamento Quaest antes da abertura das urnas aponta um empate técnico entre os candidatos à Presidência
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Quaest divulgada em 24/10, um dia antes do segundo turno, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% das intenções de voto válidos, frente a 49% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos ficam tecnicamente empatados; nos votos totais, Flávio tem 46% e Lula 45%.
- A pesquisa, que ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais, registrou variações de +1 ponto percentual para ambos os candidatos, 8% de brancos e nulos e 1% indecisos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-09158/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24/10), um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de voto válidos contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Nos votos totais, Flávio Bolsonaro tem 46%, contra 45% de Lula. Confira os resultados e as variações: Flávio Bolsonaro: 46% (+1 p.p); Lula: 45% (+1 p.p); Brancos e nulos: 8% (-1 p.p); Indecisos: 1% (-1 p.p). No último levantamento do instituto, divulgado na quarta-feira (21/10), o candidato do PL pontuava 45%, enquanto o petista marcou 44%. A pesquisa ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais entre sexta-feira (23/10) e este sábado. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09158/2026.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos contra 47% de Lula
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos contra 47% de Lula
Pesquisa mostrou que o senador e o chefe do Executivo oscilaram, cada um, em um ponto percentual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada em 21 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro lidera as intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, com 53% dos eleitores que já definiram sua escolha, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra 47%. O levantamento, que exclui brancos, nulos e indecisos, mostra ainda que Flávio avançou 1 ponto percentual desde a última sondagem, ao passo que Lula recuou o mesmo percentual.
- Em cenário de votos totais, Flávio soma 50% e Lula 45%, com 2% dos entrevistados indecisos e outros 2% que não pretendem votar em nenhum dos candidatos. A pesquisa, realizada entre 19 e 21 de outubro com 2.400 entrevistas telefônicas, tem margem de erro de dois pontos percentuais e taxa de confiança de 95,55%, estando registrada no TSE sob o número BR-03835/2026.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (21) mostrou que o senador Flávio Bolsonaro registra 53% das intenções de votos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47%. A projeção exclui os brancos, nulos e indecisos, portanto, mostra um cenário de votos válidos. Flávio e Lula disputam o segundo turno do pleito presidencial, marcado para domingo (25). Comparado com a rodada anterior, divulgada em 16 de outubro, o senador oscilou um ponto percentual para mais. O chefe do Executivo variou em um ponto percentual para menos. Em cenário de votos totais, Flávio soma 50%, enquanto Lula pontua 45%. São 2% os que disseram não saber em quem votar. Outros 2% responderam que não votam em nenhum dos dois candidatos. O levantamento também mostrou que 97% afirmaram que a escolha está “totalmente definida”. Outros 3% disseram que ainda podem mudar de opção. De 19 a 21 de outubro, a Gerp entrevistou 2.400 pessoas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com taxa de confiança de 95,55%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-03835/2026.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula
Pesquisa também mostrou que o chefe do Executivo é mais rejeitado pelo eleitorado do que o senador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada em 13 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a corrida presidencial com 55% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%, definindo o cenário para o segundo turno marcado para 25 de outubro. O levantamento mostra um aumento de dois pontos percentuais para Flávio em relação à pesquisa anterior de 3 de outubro, quando ele tinha 52%, e uma queda de três pontos para Lula, que antes alcançava 48%.
- A pesquisa também revela que 53% dos eleitores rejeitam Lula, contra 42% que rejeitam Flávio, com 1% dos entrevistados indicando que não votariam em nenhum dos candidatos. O estudo, realizado por telefone com 2.400 pessoas entre 8 e 9 e em 12 de outubro, tem margem de erro de dois pontos percentuais e taxa de confiança de 95,55%, estando registrado no TSE sob o número BR-07877/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Gerp divulgada nesta terça-feira (13) mostrou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 55% dos votos válidos na disputa ao Palácio do Planalto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%. O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Ante a rodada anterior, divulgada em 3 de outubro, Flávio oscilou em dois pontos percentuais para mais. Antes, o senador tinha 52%. Lula registrou retração de três pontos percentuais na intenção de votos. Na última rodada, o petista somava 48%. Segundo o levantamento, 94% dos entrevistados afirmaram que a escolha está “totalmente definida”. Outros 5% disseram que ainda podem mudar a opção de candidato à Presidência. Rejeição - A pesquisa mostrou também que Lula é mais rejeitado pelo eleitorado do que Flávio. Dos entrevistados, 53% disseram que “não votariam de jeito nenhum” no chefe do Executivo. Segundo o levantamento, Flávio é rejeitado por 42% do eleitorado. São 1% os que responderam não votar em nenhum dos candidatos. Também corresponde a 1% o eleitorado que afirmou votar em qualquer um. Outros 3% disseram não saber. De 8 a 9 e em 12 de outubro, Gerp entrevistou 2.400 pessoas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com taxa de confiança de 95,55%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-07877/2026.
TSE: Corregedor derruba decisão de Kassio e libera canal "Exército do Lula"
TSE: Corregedor derruba decisão de Kassio e libera canal "Exército do Lula"
Ricardo Villas Bôas Cueva anulou a suspensão determinada pelo presidente do tribunal e submeteu a decisão final ao plenário do TSE.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O corregedor‑geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, revogou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, medida que havia sido determinada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) por suposta desinformação.
- Cueva destacou a apresentação tardia de documentos, enfatizando a necessidade de harmonia entre as decisões da presidência e a jurisdição do tribunal para evitar contradições institucionais. A decisão foi criticada por André Janones e pelo próprio Lula, e o caso será encaminhado ao plenário do TSE para deliberação definitiva.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou neste domingo (11) a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que havia determinado a suspensão do canal "Exército do Lula" no WhatsApp. Horas antes, Kassio atendeu a um pedido da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL) para bloquear o canal com mais de 3,4 milhões de membros sob a alegação de propagação de desinformação, ato que gerou críticas do deputado federal André Janones (Rede-MG) e do próprio candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao revogar a medida, Cueva apontou que a campanha do adversário acionou a presidência do tribunal apenas 41 minutos após uma decisão anterior da própria corregedoria, apresentando documentos que não constavam no processo original sob sua relatoria. O corregedor ressaltou a necessidade de harmonia entre as decisões administrativas da presidência e a jurisdição do tribunal para evitar contradições institucionais e insegurança jurídica, decidindo encaminhar o caso para deliberação definitiva do plenário do TSE em data a ser definida.
Atuações de Kassio no TSE geram reação e acusações de parcialidade
Atuações de Kassio no TSE geram reação e acusações de parcialidade
Decisões do presidente da corte eleitoral contra a campanha de Lula e manobras em julgamentos geram incômodo em grupo de magistrados e juristas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Integrantes de uma ala do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e especialistas em direito eleitoral apontam indícios de favorecimento do presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, à campanha de Flávio Bolsonaro (PL), destacando a suspensão administrativa do canal de WhatsApp "Exército do Lula", administrado pelo deputado André Janones, e a posterior restauração por falta de provas. O caso foi classificado como censura prévia por juristas da Abradep e da FGV, que denunciam uso de pedidos de destaque para interromper julgamentos virtuais favoráveis ao ex‑presidente Lula.
- Três ministros da ala oposta relataram ao menos quatro ocasiões em que Kassio utilizou esses pedidos, alegando abuso de poder de polícia do TSE. O presidente da corte nega parcialidade, afirmando que os destaques visam garantir a jurisprudência do tribunal. A controvérsia alimenta o debate sobre a imparcialidade do TSE nas eleições presidenciais de 2026.
Foto: Reprodução
Integrantes de uma ala do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e especialistas em direito eleitoral apontam indícios de favorecimento do presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, à campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O incômodo aumentou após o magistrado suspender administrativamente o canal de WhatsApp "Exército do Lula", administrado pelo deputado federal André Janones, atropelando a competência do corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, que já analisava o caso e horas depois restabeleceu a conta por falta de provas. Além desse episódio, classificado como censura prévia por juristas da Academia Brasileira de Direito Público e Eleitoral (Abradep) e da FGV, três ministros da ala oposta contabilizam ao menos quatro ocasiões em que Kassio usou pedidos de destaque para interromper julgamentos virtuais onde a maioria já havia se formado a favor de Lula (PT). O grupo avalia uma reação institucional ao que consideram abuso do poder de polícia do TSE, enquanto interlocutores do presidente da corte negam qualquer parcialidade e afirmam que os pedidos de destaque ocorrem apenas para garantir a jurisprudência do tribunal.
TSE dá 48 horas para que Meta esclareça possível restrição a posts da campanha de Lula
PT apresentou dois levantamentos para embasar a acusação de prejuízo à candidatura do atual presidente; Empresa dona do Instagram, WhatsApp e Facebook diz que “alegações são falsas e não encontram respaldo nos fatos”
Por: Mateus Maia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu à Meta um prazo de 48 horas para esclarecer as acusações de restrição seletiva de posts da campanha de Lula feitas pelo PT, exigindo a preservação de registros, logs de moderação, dados de anúncios e métricas, além de detalhar as medidas aplicadas aos perfis oficiais e de terceiros desde 16 de agosto. O TSE também solicitou que a Meta explique anomalias nas visualizações de vídeos, o fundamento da desativação da conta de anúncios em 23 de setembro, a identificação da rede de 255 perfis e a aplicação da regra de exclusão de perfis de candidatos, enquanto a Agência Lupa e o Instituto Democracia em Xeque foram chamados a apresentar suas metodologias.
- Após a resposta da Meta, que negou as alegações afirmando serem falsas e sem respaldo nos fatos, a coligação e a Procuradoria‑Geral Eleitoral terão 24 horas cada para se manifestar antes que o pedido de tutela de urgência seja avaliado.
Foto: Reprodução | Adobe Stock
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estipulou, neste sábado, 10, o prazo de 48 horas para que a Meta preste esclarecimentos sobre a acusação de restrição seletiva a posts da campanha de Lula, feita pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo o despacho, a Meta deve: Preservar todos os registros, logs de moderação, dados de anúncios e métricas relacionados ao caso; Informar, perfil a perfil, todas as medidas aplicadas desde 16 de agosto aos perfis oficiais de Lula e às contas de terceiros, como redução de alcance, exclusão de recomendação, restrição de busca, etc.; Explicar as anomalias nas métricas dos vídeos publicados em 7 de outubro, inclusive se houve recontagem ou expurgo de visualizações; Especificar o fundamento concreto da desabilitação da conta de anúncios da campanha em 23 de setembro; Demonstrar se identificou a rede de 255 perfis e quais providências adotou; Descrever como aplica a regra de exclusão de perfis de candidatos dos sistemas de recomendação (art. 28, § 1º-A, da Res.-TSE nº 23.610/2019) e se o faz de forma idêntica para as duas candidaturas. O Tribunal também oficiou a Agência Lupa e o Instituto Democracia em Xeque para que apresentem a metodologia de seus levantamentos. Após a resposta da Meta, a coligação e a Procuradoria-Geral Eleitoral terão 24 horas cada para se manifestar, e o pedido de tutela de urgência será então apreciado. A Meta afirmou, em nota, que as alegações feitas mais cedo pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são “simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos”. “ As alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos. Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas nas nossas plataformas. Cumprimos com as normas eleitorais e estamos comprometidos com a isonomia do uso das nossas plataformas por todos”, afirmou a Meta, em nota.
TSE manda Janja e Lula retirar vídeos sobre programas sociais e Flávio Bolsonaro
TSE manda Janja e Lula retirar vídeos sobre programas sociais e Flávio Bolsonaro
Nunes Marques e André Mendonça entenderam que afirmações sobre cortes em programas específicos não tinham respaldo suficiente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Ministros do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques e André Mendonça, determinaram a retirada de vídeos publicados na internet que associam a possível vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) à redução de programas sociais. O primeiro fixou prazo de 24 horas para remover um vídeo que vincula Flávio à ampliação da jornada de trabalho e ao fim de iniciativas como o Farmácia Popular; o segundo exigiu, em até três horas, a retirada de propaganda da campanha de reeleição de Lula que alerta “Se o Flávio vence, você perde”.
- Os ministros reconheceram a importância da liberdade de expressão e da crítica política, mas concluíram que as alegações sobre cortes em programas como Pé‑de‑Meia, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida e merenda escolar não têm respaldo nas propostas do candidato. Mendonça destacou que o plano de governo de Flávio prevê a manutenção desses benefícios. As decisões foram tomadas individualmente e ainda aguardam análise do plenário do TSE.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Os ministros Nunes Marques e André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinaram a retirada de vídeos publicados na internet que associam uma possível vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) à redução de programas sociais. As decisões atingem conteúdos divulgados em perfis da primeira-dama Janja Lula da Silva e da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nunes Marques estabeleceu prazo de 24 horas para a remoção de um vídeo que atribui a Flávio a intenção de ampliar a jornada de trabalho para sete dias por semana e acabar com programas como o Farmácia Popular. Já André Mendonça determinou a retirada, em até três horas, de uma propaganda da campanha de Lula com a mensagem “Se o Flávio vence, você perde”. O vídeo relaciona possíveis cortes de R$ 200 bilhões no orçamento, mencionados pelo senador, a reduções de recursos para iniciativas como Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida e merenda escolar. Os ministros reconheceram a proteção à liberdade de expressão e à crítica política, mas avaliaram que as afirmações sobre cortes em programas específicos não tinham respaldo suficiente nas propostas e declarações disponíveis. Mendonça também destacou que o plano de governo de Flávio prevê a manutenção de programas sociais. As decisões foram tomadas individualmente e ainda deverão ser analisadas pelo plenário do TSE.
Vídeo de crianças em Uganda pedindo votos para Flávio vira alvo de ação
Vídeo de crianças em Uganda pedindo votos para Flávio vira alvo de ação
Petistas acionaram a Justiça Eleitoral e a Procuradoria-Geral Eleitoral para investigar possível abuso econômico e propaganda irregular.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou a Justiça Eleitoral para investigar o projeto de criptomoedas B22, que distribui tokens a usuários que divulgam conteúdo favorável ao senador Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa é acusada de propaganda eleitoral irregular, abuso de poder econômico e compra de votos, após um vídeo com crianças usando camisetas da marca alcançar mais de 1,2 milhão de visualizações.
- Lula pede a remoção do site e o bloqueio de conteúdos, enquanto a campanha de Flávio Bolsonaro nega qualquer vínculo e ameaça ação judicial. O idealizador do B22 afirma que o projeto não tem ligação oficial com partidos, e a Procuradoria‑Geral Eleitoral e o TSE foram solicitados a apurar possíveis crimes eleitorais.
Foto: Reprodução
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou a Justiça Eleitoral e pediu investigação sobre um projeto de criptomoedas que oferece tokens a usuários que compartilham conteúdos de apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa, chamada B22, é alvo de acusações de possível propaganda eleitoral irregular, abuso do poder econômico e compra de votos. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o site foi lançado em 6 de outubro e oferece tokens digitais a quem divulgar mensagens relacionadas ao projeto. Um vídeo publicado no perfil do Instagram de uma organização que arrecada recursos para crianças em Uganda mostra crianças usando camisetas com a marca B22 e cantando uma música que pede votos para Flávio. A gravação ultrapassou 1,2 milhão de visualizações, segundo as informações divulgadas. Em uma transmissão ao vivo, o idealizador do projeto, Kevim Flores, afirmou que a iniciativa buscava incentivar pessoas que votaram em Lula no primeiro turno a compartilhar o conteúdo. A campanha petista sustenta que a oferta de tokens pode representar uma vantagem econômica em troca de divulgação eleitoral e pediu a remoção de conteúdos e o bloqueio do site. Também solicitou à Procuradoria-Geral Eleitoral que apure possíveis crimes eleitorais. A legislação eleitoral restringe o pagamento por propaganda na internet e proíbe a distribuição de vantagens para aliciar eleitores. A campanha de Flávio Bolsonaro negou qualquer vínculo com o projeto e afirmou que pretende adotar medidas judiciais para retirar o site do ar. Em nota, declarou desconhecer a autoria da página e disse que seus canais oficiais foram informados ao Tribunal Superior Eleitoral. O site B22, por sua vez, afirma que o projeto não tem vínculo oficial com políticos, partidos ou campanhas e que a distribuição de tokens independe de preferência eleitoral. As acusações ainda dependem de apuração pelas autoridades competentes.
TSE julga nesta quinta candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado
TSE julga nesta quinta candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado
Ex-procurador recebeu 2,9 milhões de votos no Paraná, mas candidatura é questionada com base na Lei da Ficha Limpa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisará nesta quinta‑feira (8) o registro de candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná. Caso a maioria dos ministros o considere inelegível, os 2,9 milhões de votos recebidos serão anulados e será convocada nova eleição para a vaga. Dallagnol, ex‑procurador da Lava Jato, afirma confiar na decisão da Corte, ressaltando o respeito ao voto popular.
- A disputa surge após a decisão de 2023 do TSE, que indeferiu seu registro para a Câmara dos Deputados por ter se exonerado do Ministério Público Federal antes de processos disciplinares no CNMP, violando a Lei da Ficha Limpa. O PT do Paraná recorreu ao TSE contra a decisão do TRE‑PR que manteve o registro, e o julgamento final ocorrerá agora na instância eleitoral superior.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve julgar nesta quinta-feira (8) o registro de candidatura do ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol (Novo), eleito para uma das duas vagas do Paraná no Senado com 2,9 milhões de votos. A diplomação, porém, depende da decisão da Corte sobre a validade da candidatura. Se a maioria dos ministros considerar Dallagnol inelegível, os votos recebidos serão anulados e uma nova eleição para a vaga deverá ser realizada. Em nota divulgada nesta quarta-feira (7), Dallagnol afirmou que "confia que o julgamento honrará essa missão, com independência, respeito à lei e à soberania popular, acima de quaisquer vínculos pessoais ou interesses políticos". "O povo do Paraná fez sua escolha. Seus votos merecem respeito", declarou. A candidatura é questionada com base em uma decisão do próprio TSE, de 2023, que indeferiu o registro de Dallagnol para a Câmara dos Deputados e resultou na perda do mandato. Na ocasião, a Corte entendeu que ele havia antecipado o pedido de exoneração do Ministério Público Federal, em 2021, enquanto havia procedimentos em andamento no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), para evitar eventual abertura de processo administrativo disciplinar (PAD). Pela Lei da Ficha Limpa, integrantes do Ministério Público que pedem exoneração enquanto respondem a PAD podem ficar inelegíveis por oito anos. Ao analisar o caso anterior, o TSE entendeu que os procedimentos em tramitação no CNMP poderiam resultar na abertura de processos disciplinares e que a exoneração antecipada teria evitado a incidência da regra. Para a disputa deste ano, Dallagnol foi novamente alvo de ações que alegam que a inelegibilidade se estenderia até 2029. O principal processo foi apresentado pela coligação que apoiou a candidatura do PT ao Governo do Paraná. Em setembro, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu, por 4 votos a 3, manter o registro da candidatura. A maioria considerou, entre outros pontos, que os procedimentos antigos não resultaram efetivamente em novos PADs ou sanções. O PT recorreu ao TSE, que agora fará a análise definitiva do caso na instância eleitoral superior.
TSE aprova regras para horário eleitoral no 2º turno das eleições
TSE aprova regras para horário eleitoral no 2º turno das eleições
ádio e televisão terão dez minutos diários de propaganda em rede e 25 minutos para inserções.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade as novas regras para o horário eleitoral gratuito do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A propaganda começa na sexta‑feira, 9 de outubro, e segue até 23 de outubro, com emissoras de rádio e TV reservando dez minutos diários de segunda a sábado para a propaganda em rede e 25 minutos diários de segunda a domingo para inserções eleitorais.
- O tempo será dividido igualmente entre os dois candidatos: o Partido Liberal (PL) e a coligação Brasil Pronto Pra Mais (PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança, PT, PCdoB, PV e Federação PSOL Rede). Cada candidatura terá 12 minutos e 30 segundos por dia nas inserções, com a ordem de veiculação alternando conforme o plano de mídia aprovado pelo TSE, relatado pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (6), as regras para o horário eleitoral gratuito do segundo turno das eleições de 2026 para presidente da República. A propaganda começa na próxima sexta-feira (9) e será veiculada até 23 de outubro. De segunda-feira a sábado, as emissoras de rádio e televisão reservarão dez minutos diários para a propaganda eleitoral gratuita em rede. Também serão destinados 25 minutos por dia, de segunda-feira a domingo, às inserções eleitorais. O tempo será dividido igualmente entre os dois candidatos. Na propaganda em rede, o Partido Liberal (PL) terá cinco minutos, enquanto a coligação Brasil Pronto Pra Mais, formada por PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) e Federação PSOL Rede, também terá cinco minutos. Nas inserções, cada candidatura terá direito a 12 minutos e 30 segundos por dia. A veiculação começará pela candidatura que recebeu mais votos no primeiro turno, com alternância da ordem a cada programa em bloco ou inserção, conforme o plano de mídia aprovado pelo TSE. A proposta foi relatada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.
TSE explica falha na divulgação dos votos no primeiro turno
TSE explica falha na divulgação dos votos no primeiro turno
Sistema ficou 50 minutos sem atualizar os resultados para presidente, mas contagem dos votos não foi afetada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que a interrupção de 50 minutos na divulgação dos resultados do primeiro turno não comprometeu a contabilização dos votos para presidente e vice‑presidente, apesar da aba “Brasil” do painel ficar sem atualização entre 19h14 e 20h04 de domingo (4). A falha foi atribuída ao grande volume de dados recebidos simultaneamente, mas o processo de apuração seguiu normalmente.
- A área técnica do TSE está investigando o incidente para evitar recorrências no segundo turno, previsto para 25 de outubro, reforçando o compromisso com a transparência e a segurança do processo eleitoral.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira (6) que a interrupção de 50 minutos na divulgação dos resultados do primeiro turno não afetou a contabilização dos votos para presidente e vice-presidente. A aba “Brasil” do painel de resultados ficou sem atualização entre 19h14 e 20h04 de domingo (4). Segundo o TSE, a falha ocorreu devido ao grande volume de dados recebido simultaneamente pelo sistema, mas os votos continuaram sendo contabilizados normalmente. A Corte informou que a área técnica investiga o problema para evitar que a falha volte a ocorrer no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Lula avalia chamar João Santana para campanha do 2º turno
Lula avalia chamar João Santana para campanha do 2º turno
Segundo o Metrópoles, emissários do presidente devem sondar o publicitário, que já comandou campanhas vitoriosas de Lula e Dilma.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia contratar o publicitário João Santana para reforçar sua campanha no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Dentro do PT, há divergências: uma ala defende a substituição do atual marqueteiro Raul Rabelo, enquanto outra prefere manter Rabelo e incorporar Santana à equipe.
- A discussão surge após Flávio terminar o primeiro turno à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula, conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). João Santana já comandou campanhas presidenciais de Lula em 2006 e de Dilma Rousseff em 2010 e 2014, e em 2026 trabalhou nas campanhas de ACM Neto na Bahia e de Ciro Gomes no Ceará, ambas derrotadas. A eventual entrada de Santana ainda não foi confirmada.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia chamar o publicitário João Santana para reforçar sua campanha no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Parte do PT defende a substituição do atual marqueteiro, Raul Rabelo, enquanto outra ala prefere manter o publicitário e incorporar Santana à equipe. A discussão ocorre após Flávio terminar o primeiro turno à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos contra 45,16%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). João Santana comandou as campanhas presidenciais de Lula em 2006 e de Dilma Rousseff em 2010 e 2014. Em 2026, ele trabalhou nas campanhas de ACM Neto ao governo da Bahia e de Ciro Gomes ao governo do Ceará, ambos derrotados no primeiro turno. A eventual entrada de Santana na campanha de Lula ainda não foi confirmada.
Eleições 2026: veja como Caetité votou para presidente, governador e deputados
Eleições 2026: veja como Caetité votou para presidente, governador e deputados
Ivana Bastos liderou disputa para deputada estadual; Félix Mendonça foi o mais votado para deputado federal. Lula e Jerônimo também venceram no município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Eleitores de Caetité decidiram neste domingo (4) as preferências para presidente, governador, deputado federal e deputado estadual nas Eleições 2026. Na Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos liderou com 11.045 votos (34,78%), seguida por Fabíola Mansur (17,34%) e Tiago Correia (5,24%). Para a Câmara dos Deputados, Félix Mendonça foi o mais votado com 5.879 votos (18,69%). No âmbito estadual, Jerônimo Rodrigues venceu a disputa pelo governo da Bahia com 20.239 votos (63,97%) contra ACM Neto (35,50%).
- Na disputa presidencial, Lula conquistou 23.679 votos (71,64%) em Caetité, superando Flávio Bolsonaro, que recebeu 7.558 votos (22,87%). A votação municipal não define isoladamente a eleição dos cargos proporcionais, pois as vagas de deputado são distribuídas pelo sistema proporcional estadual, conforme dados divulgados pelo município e disponíveis na plataforma do Tribunal Superior Eleitoral.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Os eleitores de Caetité definiram neste domingo (4) suas preferências para presidente, governador, deputado federal e deputado estadual nas Eleições 2026. Na disputa para a Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos foi a candidata mais votada no município, com 11.045 votos, o equivalente a 34,78% dos votos válidos. Fabíola Mansur ficou em segundo lugar, com 5.506 votos (17,34%), seguida por Tiago Correia, com 1.665 (5,24%), Bete Ataíde (Bete de Zé de Agdônio), com 977 (3,08%), e Felipe Duarte, que recebeu 817 votos (2,57%). Para deputado federal, Félix Mendonça foi o mais votado em Caetité, com 5.879 votos, correspondentes a 18,69% dos votos válidos. Na disputa pelo Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues terminou à frente no município, com 20.239 votos (63,97%), enquanto ACM Neto recebeu 11.231 votos (35,50%). Para a Presidência da República, Lula liderou a votação em Caetité, com 23.679 votos (71,64%), contra 7.558 votos (22,87%) de Flávio Bolsonaro. A votação municipal não determina, isoladamente, a eleição dos candidatos aos cargos proporcionais, já que as vagas de deputado são distribuídas pelo sistema proporcional com base na votação estadual. Os dados divulgados pelo município fazem parte da totalização das Eleições 2026 e podem ser consultados na plataforma oficial do Tribunal Superior Eleitoral.
Nunes Marques manda incluir Zema em debate presidencial da Globo
Nunes Marques manda incluir Zema em debate presidencial da Globo
Decisão considera que o Novo possui cinco deputados federais em exercício e também alcança candidatos da legenda aos governos do Rio e do Distrito Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça‑feira (29) que o candidato à Presidência Romeu Zema, do Novo, seja incluído nos debates promovidos pela TV Globo, já que o partido conta com cinco deputados federais em exercício, critério exigido pela legislação.
- A decisão também garante a participação de André Marinho, candidato ao governo do Rio de Janeiro, e de Kiko Caputo, candidato ao Distrito Federal, e foi comunicada às emissoras com urgência, pouco antes do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta terça-feira (29) que o candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) seja incluído nos debates promovidos pela TV Globo. A decisão também alcança candidatos do partido aos governos do Rio de Janeiro e do Distrito Federal. Segundo o ministro, o Novo possui atualmente cinco deputados federais em exercício, número que atende ao critério previsto na legislação para participação em debates. O partido havia questionado no TSE a regra utilizada para definir a representatividade das legendas, defendendo que fossem considerados os parlamentares que integram atualmente a bancada, incluindo aqueles que se filiaram depois das eleições. Na decisão, Nunes Marques determinou que as emissoras responsáveis pelos debates sejam comunicadas com urgência. Com a medida, Zema poderá participar do debate presidencial previsto para quinta-feira (1º), enquanto André Marinho, candidato ao governo do Rio, e Kiko Caputo, que disputa o governo do Distrito Federal, também passam a ter direito de participação nos debates da emissora. A decisão ocorre a poucos dias do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro.
Fux suspende decisão de Dino sobre fake news envolvendo Nossa Senhora Aparecida e Flávio Bolsonaro
Ministro restabeleceu determinação do TSE cassada pelo colega no domingo, 27. X, Meta, TikTok e Google têm 24 horas para cumprir a nova decisão
Por: Redação
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Luiz Fux, do STF, suspendeu nesta segunda‑feira a decisão do ministro Flávio Dino que havia derrubado a ordem do TSE para remover publicações contendo a falsa informação de que Flávio Bolsonaro pretende retirar o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.
- Fux restabeleceu as publicações retiradas e deu 24 horas para que plataformas como X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova determinação, ressaltando que a medida é provisória e visa evitar efeitos conflitantes antes do julgamento definitivo no plenário da Corte, em meio à proximidade das eleições.
Foto: Wilton Junior | Estadão
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, no final da noite desta segunda-feira, 28, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito. Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão. Ainda segundo Fux, a medida é provisória e não encerra a discussão de mérito. Para ele, a suspensão é necessária diante da proximidade das eleições e do risco de que decisões sucessivas sobre o mesmo conteúdo produzam efeitos antes da análise definitiva do caso pelo colegiado. A decisão vem após recurso apresentado pelo candidato à Presidência da República pelo PL. Além de solicitar a suspensão dos efeitos da medida tomada por Dino no último domingo, 27, Flávio pediu para o caso ser submetido ao plenário da Corte. Dino justificou a cassação alegando que, com ela, “ficam preservadas a liberdade de expressão e a liberdade religiosa dos que defendem a manutenção da lei que transformou Nossa Senhora de Aparecida em ‘Padroeira do Brasil’”.
Fux suspende decisão de Dino e retoma retirada de post sobre Nossa Senhora
Fux suspende decisão de Dino e retoma retirada de post sobre Nossa Senhora
Ministro atendeu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e suspendeu decisão de Flávio Dino que havia permitido a publicação do conteúdo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, reverteu nesta segunda‑feira (28) a decisão do ministro Flávio Dino que havia mantido nas redes sociais a publicação do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida. A medida restabelece a ordem anterior do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, que exigia a retirada do conteúdo por considerar que a postagem poderia interferir na formação da vontade do eleitor ao fazer referência a uma suposta relação entre Flávio Bolsonaro e críticas à santa.
- A decisão de Fux tem caráter provisório e será analisada pelo plenário do STF na quarta‑feira (30), preservando a competência da Corte para resolver o conflito entre liberdade de expressão e proteção da imagem da figura religiosa em período eleitoral. O caso segue como ponto de tensão entre o Poder Judiciário e a campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que contestou a suspensão anterior.
Foto: Reprodução | TV Justiça
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta segunda-feira (28) a decisão de Flávio Dino que havia autorizado a permanência nas redes sociais de uma publicação do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida. Com a decisão, volta a valer a determinação do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para a retirada do conteúdo. Fux tomou a decisão após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que contestou a decisão de Dino. A determinação tem caráter provisório e o caso deverá ser analisado pelo plenário do STF nesta quarta-feira (30). A publicação de Tabet fazia referência a uma suposta relação entre Flávio Bolsonaro e críticas a Nossa Senhora Aparecida. Mendonça havia determinado a retirada do conteúdo por considerar que a postagem apresentava expressões de caráter depreciativo e poderia interferir na formação da vontade do eleitor. Dino havia suspendido a ordem do TSE no domingo (27), ao analisar recurso apresentado pela defesa de Tabet. Na decisão, Dino afirmou que a publicação não citava nominalmente Flávio Bolsonaro e que, naquele momento, não havia elementos suficientes para justificar a restrição ao conteúdo. Ao suspender a decisão de Dino, Fux afirmou que não estava julgando definitivamente a legalidade da publicação nem a correção da decisão do TSE, mas preservando a competência do plenário do Supremo para analisar o conflito. O caso agora será submetido aos demais ministros do STF.
Reprovação ao STF atinge maior índice da série histórica, diz Datafolha
Reprovação ao STF atinge maior índice da série histórica, diz Datafolha
Índice é o maior da série histórica iniciada em 2019; apenas 18% avaliam positivamente a atuação dos ministros.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Datafolha divulgada em 26 de setembro de 2026 mostrou que a avaliação negativa do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a 47%, o maior nível desde o início da série histórica em 2019. Apenas 18% dos entrevistados consideram a atuação dos ministros ótima ou boa, enquanto 31% a classificam como regular. Entre eleitores de Lula (PT), 32% dão avaliação positiva ao STF, ao passo que 24% são negativos; entre os de Flávio Bolsonaro (PL), apenas 6% dão nota positiva e 69% avaliam a atuação como ruim ou péssima.
- A pesquisa também revelou que 45% dos respondentes apoiam a proposta do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de criar um Código de Ética e Conduta para a Corte. Além disso, 33% acreditam que a atuação do STF prejudica mais a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto 23% apontam maior prejuízo à candidatura de Lula. O levantamento, com margem de erro de dois pontos percentuais, foi realizado com 2.002 eleitores em 125 municípios e está registrado no TSE sob o número BR-00304/2026.
Foto: Gustavo Moreno | STF
A avaliação negativa do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a 47% e atingiu o maior nível da série histórica do Datafolha, iniciada em 2019. O resultado faz parte de pesquisa divulgada no sábado (26). Segundo o levantamento, 18% dos entrevistados consideram a atuação dos ministros ótima ou boa, enquanto 31% classificam o trabalho como regular. Outros 4% não souberam ou não responderam. Em maio deste ano, a avaliação negativa do STF era de 40%. Entre os eleitores que declararam voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 32% avaliaram positivamente o trabalho dos ministros, enquanto 24% fizeram uma avaliação negativa. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 6% consideraram a atuação do STF ótima ou boa e 69% a classificaram como ruim ou péssima. A pesquisa também perguntou sobre a proposta do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de criação de um Código de Ética e Conduta para os integrantes da Corte. Ao todo, 45% são favoráveis à medida, sendo 23% totalmente a favor e 23% parcialmente a favor. Outros 33% são contrários, 5% não são a favor nem contra e 17% não souberam responder. O levantamento também abordou a percepção dos eleitores sobre a influência da atuação do STF na disputa presidencial. Para 33%, a atuação dos ministros prejudica mais a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto 23% apontaram maior prejuízo à candidatura de Lula. A pesquisa Datafolha foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, em 125 municípios, entre os dias 22 e 23 de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00304/2026.
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Decisão determina o restabelecimento de publicações removidas sob o mesmo fundamento em meio à campanha eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Ministro Flávio Dino, do STF, anulou nesta domingo (27) a decisão do ministro André Mendonça, do TSE, que havia ordenado a retirada de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida nas redes sociais durante a campanha eleitoral de 2026. A medida foi revertida após pedido do humorista Antonio Tabet, que alegou violação da liberdade de expressão e religiosa, e o STF entendeu que não havia provas suficientes de que o conteúdo referia‑se diretamente ao candidato Flávio Bolsonaro.
- A decisão também determina o restabelecimento de outras postagens removidas pelo mesmo fundamento, gerando debate sobre os limites da censura nas plataformas digitais e o papel das instituições judiciais na disputa eleitoral. O caso destaca a tensão entre a proteção da imagem de candidatos e o direito ao debate político e religioso nas redes sociais.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou neste domingo (27) uma decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia determinado a remoção de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida durante a campanha eleitoral. A decisão foi tomada após pedido do humorista Antonio Tabet, que teve uma postagem retirada da plataforma X. No conteúdo, Tabet escreveu que a “família miliciana” estaria atacando Nossa Senhora Aparecida, sem citar nominalmente o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Segundo a Agência Brasil, Dino considerou que a retirada dependeria de presumir que a expressão usada pelo humorista se referia diretamente ao candidato. Para o ministro, não havia grau suficiente de certeza sobre eventual ilicitude que justificasse a remoção e restrições à liberdade de expressão e religiosa. A decisão de Dino também determina o restabelecimento de outras publicações que tenham sido removidas pelo mesmo fundamento. Mendonça havia determinado a retirada dos conteúdos após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que alegou que as publicações associavam falsamente o candidato à possibilidade de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Flávio nega ter essa intenção. Não há, segundo a apuração publicada pela Folha, declaração conhecida do candidato defendendo a retirada do título. A decisão ocorre em meio à disputa eleitoral de 2026 e ao debate sobre os limites da liberdade de expressão nas redes sociais. Dino afirmou que posições políticas e religiosas podem ser livremente debatidas, enquanto Mendonça havia considerado a remoção necessária diante da proximidade da eleição e do potencial de disseminação do conteúdo.
Quaest: ACM Neto tem 42% e Jerônimo, 40%, na disputa pelo governo da Bahia
Quaest: ACM Neto tem 42% e Jerônimo, 40%, na disputa pelo governo da Bahia
Levantamento mostra diferença de dois pontos percentuais entre os dois principais candidatos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa realizada pela Quaest, divulgada em 24 de setembro, indica um empate técnico entre ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pelo governo da Bahia, com 42% e 40% das intenções de voto, respectivamente, dentro da margem de erro de três pontos percentuais. Na simulação de segundo turno, ACM Neto lidera com 45% contra 43% de Jerônimo, também dentro da margem de erro, enquanto 7% dos eleitores permanecem indecisos.
- A pesquisa revela ainda que 56% dos entrevistados aprovam a atual administração de Jerônimo Rodrigues, e que a violência (40%) e a saúde (34%) são os principais problemas apontados pelos bahianos. O levantamento, com 900 entrevistas realizadas entre 20 e 23 de setembro, tem nível de confiança de 95% e foi contratado pela TV Bahia, estando registrado no TSE sob o número BA-01850/2026.
Foto: Reprodução
O levantamento realizado pela Quaest aponta empate técnico entre ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pelo Governo da Bahia. Divulgada nesta quinta-feira (24), a pesquisa mostra 42% das intenções de voto para ACM Neto e 40% para Jerônimo. A diferença está dentro da margem de erro de três pontos percentuais. Na pesquisa anterior, divulgada em agosto, ACM Neto tinha 39% e Jerônimo aparecia com 37%. Os demais candidatos registraram 1% ou menos. Entre os entrevistados, 9% ainda não decidiram o voto e 8% afirmaram que pretendem votar em branco, anular ou não comparecer às urnas. Em um cenário de segundo turno, ACM Neto aparece com 45% e Jerônimo com 43%, também dentro da margem de erro. Nesse caso, 7% estão indecisos e 5% escolheriam branco, nulo ou não votariam. Sobre a administração estadual, 56% disseram aprovar o governo de Jerônimo, enquanto 35% declararam desaprovação. A violência foi apontada como o principal problema da Bahia por 40% dos entrevistados, seguida pela saúde, com 34%. A Quaest entrevistou 900 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e foi contratado pela TV Bahia. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-01850/2026.
TSE suspende campanha de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná
TSE suspende campanha de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná
Liminar impede uso de recursos públicos, propaganda e participação em atos de campanha
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu liminar que suspende todos os atos de campanha de Deltan Dallagnol, candidato ao Senado pelo Paraná nas eleições de 2026, após recurso da coligação Paraná Para Todos e da Federação Brasil da Esperança contra decisão do TRE‑PR. O ministro Floriano de Azevedo Marques apontou risco ao processo eleitoral e citou precedente de 2023 que indeferiu seu registro para a Câmara, mantendo Dallagnol impedido de usar recursos públicos, veicular propaganda e participar de debates até novo julgamento do colegiado.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, por meio de uma liminar, os atos de campanha de Deltan Dallagnol, candidato ao Senado pelo Paraná nas eleições de 2026. A decisão foi tomada pelo ministro Floriano de Azevedo Marques em uma ação que questiona o registro da candidatura. O pedido foi apresentado pela Coligação Paraná Para Todos e pela Federação Brasil da Esperança, que recorreram contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) que havia deferido o registro de Dallagnol. Na decisão, o ministro considerou haver elementos que justificam a análise do recurso e apontou risco ao processo eleitoral caso a campanha continuasse enquanto a questão sobre a elegibilidade permanece em discussão. Com a liminar, Dallagnol fica impedido de receber e utilizar recursos públicos de campanha, veicular propaganda eleitoral no rádio e na televisão, participar de debates e realizar outros atos de campanha. A decisão é provisória e ainda deverá ser submetida à análise do colegiado do TSE. O ministro também citou como fundamento um julgamento de 2023, quando o tribunal indeferiu o registro de Dallagnol para a Câmara dos Deputados por entender que houve fraude à lei relacionada à sua saída do Ministério Público Federal. O caso atual trata da candidatura ao Senado e ainda terá o recurso analisado pela Justiça Eleitoral.
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Caso ocorre em meio aos desdobramentos do embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte, surpreendendo-os ao enfatizar que a instituição, com mais de 130 anos de história, tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem apoio externo. Os magistrados alertaram Lula sobre a necessidade de cautela nas críticas ao Supremo, destacando a dependência do governo nas decisões da Corte, inclusive em questões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- Preocupado com a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes, o presidente encomendou pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise. O episódio ocorre em meio ao acirramento da disputa entre Moraes e o ministro André Mendonça, e após o presidente do STF, Edson Fachin, determinar a separação das investigações de fake news envolvendo os dois ministros, prometendo levar as acusações ao plenário da Corte.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte durante o pronunciamento divulgado na última sexta-feira (4), em meio à crise envolvendo integrantes do Judiciário. A informação foi publicada pela coluna da jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Segundo a reportagem, o pedido surpreendeu ministros do STF, que afirmaram ao presidente que a Corte possui mais de 130 anos de história e tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem depender de apoio externo. Ainda de acordo com a coluna, os magistrados alertaram Lula para ter cautela em declarações críticas ao Supremo, destacando que o governo depende da atuação da Corte em temas de interesse institucional, inclusive em questões relacionadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A publicação também afirma que uma das principais preocupações de Lula é a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes. Por esse motivo, a campanha do presidente teria encomendado pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise junto ao eleitorado. O episódio ocorre após o acirramento da disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Na sexta-feira (4), o presidente do STF, Edson Fachin, determinou que as investigações solicitadas por Moraes contra Mendonça fossem retiradas do inquérito das fake news e conduzidas em procedimento separado. Segundo a Folha de S.Paulo, Fachin também informou a Lula que pretende levar ao plenário da Corte as acusações envolvendo os dois ministros.
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Declaração foi feita durante cerimônia de lacração dos sistemas que serão usados nas eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Em discurso na cerimônia de lacração dos sistemas eleitorais de 2026, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, reforçou que a Justiça Eleitoral atua com total imparcialidade, não escolhe vencedores e garante eleições seguras por meio de múltiplas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente.
- A declaração surge em meio à crise no Supremo Tribunal Federal, onde os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes estão envolvidos em investigação após relatório da Polícia Federal sobre o caso Banco Master. O presidente do STF, Edson Fachin, determinou prazo de cinco dias para manifestações e encaminhou o caso a procedimento próprio, separado da apuração das fake news.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, afirmou nesta sexta-feira (4) que a Justiça Eleitoral atua com imparcialidade e não interfere na escolha dos eleitores. A declaração foi feita durante a cerimônia de lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições de 2026. Em seu discurso, o ministro ressaltou que o papel do TSE é garantir o cumprimento da Constituição e a realização de eleições seguras. "A Justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição", afirmou. Nunes Marques também destacou que a segurança do processo eleitoral é resultado de diversas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente, reforçando que os sistemas permanecem transparentes e passíveis de verificação pelas entidades responsáveis. A manifestação ocorre em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. Após a divulgação de um relatório da Polícia Federal relacionado ao caso Banco Master, Moraes pediu a abertura de investigação contra Mendonça. O presidente do STF, Edson Fachin, concedeu prazo de cinco dias para manifestações dos envolvidos e determinou que a apuração tramite em procedimento próprio, separado do inquérito das fake news.
TSE conclui lacração dos sistemas das urnas para as eleições de 2026
TSE conclui lacração dos sistemas das urnas para as eleições de 2026
Procedimento impede alterações nos programas das urnas e reforça a segurança do processo eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu nesta sexta‑feira (4) a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão usados nas eleições de 2026, reforçando a segurança e a transparência do processo eleitoral.
- O procedimento, liderado pelo ministro Kassio Nunes Marques, garante que os softwares das urnas eletrônicas, transmissão de boletins e totalização de votos permaneçam idênticos às versões testadas, com códigos hash para auditoria e armazenamento em sala‑cofre.
Foto: Reprodução | TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu, nesta sexta-feira (4), a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições de 2026. A etapa faz parte da preparação da infraestrutura tecnológica responsável pelo funcionamento das urnas eletrônicas, pela apuração dos votos e pela divulgação dos resultados. A cerimônia foi conduzida pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. Após a assinatura digital, os programas foram lacrados e armazenados na sala-cofre da Corte, impedindo qualquer alteração nos sistemas que serão utilizados no pleito. Segundo o ministro, o procedimento garante que os softwares permaneçam idênticos às versões previamente testadas e fiscalizadas, assegurando autenticidade, integridade e transparência durante as eleições. A assinatura digital gera códigos de verificação, conhecidos como hashes, que permitem confirmar posteriormente que os programas instalados nas urnas são exatamente os mesmos aprovados pelo TSE. Os sistemas também podem ser auditados por entidades fiscalizadoras, que acompanham todas as etapas do processo. Entre os programas lacrados estão os responsáveis pelo funcionamento das urnas eletrônicas, pela transmissão dos boletins de urna, pela totalização dos votos e pelos mecanismos de segurança e criptografia das informações.
AtlasIntel: ACM Neto e Jerônimo aparecem em empate técnico na disputa eleitoral
AtlasIntel: ACM Neto e Jerônimo aparecem em empate técnico na disputa eleitoral
Levantamento mostra ex-prefeito com 48,8% das intenções de voto, contra 47,5% do atual governador; cenário também é equilibrado no segundo turno
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa AtlasIntel, realizada em parceria com o jornal A TARDE, indica um empate técnico nas eleições de outubro para o Governo da Bahia. ACM Neto (União Brasil) lidera com 48,8% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 47,5%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Quando considerados apenas os votos válidos, os números ficam em 50% para ACM Neto e 48,7% para Rodrigues, mantendo a disputa acirrada.
- A simulação de um eventual segundo turno também mostra a proximidade dos candidatos: 49,2% para ACM Neto e 48,6% para Jerônimo Rodrigues, ou 50,3% contra 49,7% nos votos válidos. O levantamento, com 1.804 eleitores baianos entrevistados entre 28 de agosto e 2 de setembro, foi feito por recrutamento digital aleatório (RDR) e está registrado no TSE sob o número BA-08891/2026.
Foto: Reprodução
A primeira pesquisa AtlasIntel em parceria com o jornal A TARDE para as eleições de outubro aponta um cenário de equilíbrio na disputa pelo Governo da Bahia. O levantamento divulgado nesta quarta-feira (2) mostra ACM Neto (União Brasil) com 48,8% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparece com 47,5%. Como a pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Na sequência, Ronaldo Mansur (Psol) registra 1,1% das intenções de voto, seguido por Aroldo Félix (UP), com 0,1%. O candidato Ariel Capistrano (DC) não pontuou. Os votos brancos e nulos somam 1,6%, enquanto 0,9% dos entrevistados disseram não saber em quem votar. Considerando apenas os votos válidos, ACM Neto alcança 50%, contra 48,7% de Jerônimo Rodrigues. Apesar da vantagem numérica, a diferença permanece dentro da margem de erro, mantendo o cenário de empate técnico. A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre os dois principais candidatos. Nesse cenário, ACM Neto aparece com 49,2% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues registra 48,6%. Nos votos válidos, o ex-prefeito de Salvador tem 50,3%, contra 49,7% do governador, confirmando uma disputa acirrada. O levantamento foi realizado entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro, com 1.804 eleitores baianos, por meio de recrutamento digital aleatório (RDR). A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-08891/2026.
Jerônimo aparece à frente de ACM Neto em nova pesquisa para o Governo da Bahia
Jerônimo aparece à frente de ACM Neto em nova pesquisa para o Governo da Bahia
Levantamento ouviu 1.200 eleitores em municípios baianos entre os dias 17 e 22 de agosto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, lidera a pesquisa de intenção de voto divulgada pelo instituto Opnus, com 35% dos eleitores citando-o em cenário espontâneo, superando ACM Neto, que tem 30%. Em cenários estimulados, a diferença entre os candidatos diminui, com Jerônimo alcançando 43% e ACM 40%, indicando um empate técnico dentro da margem de erro de três pontos percentuais.
- A pesquisa, realizada entre 17 e 22 de agosto com 1.200 eleitores em todo o estado, também destaca a presença de outros candidatos com 1% de intenção de voto, além de 5 a 6% de votos em branco ou nulo e 9% de indecisos. O levantamento foi contratado pelo BNews, registrado no TSE sob o número BA-04472/2026 e reflete a dinâmica política que antecede as eleições de 2026.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), aparece numericamente à frente do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), em pesquisa divulgada nesta segunda-feira (24) pelo instituto Opnus. O levantamento avaliou diferentes cenários para a disputa pelo Governo da Bahia nas eleições de 2026. Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista prévia de candidatos, Jerônimo foi citado por 35% dos eleitores, contra 30% de ACM Neto. Outros candidatos somaram 2%, enquanto 5% afirmaram votar em branco ou nulo. Já 28% disseram não saber ou preferiram não responder. No primeiro cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados, Jerônimo registra 43% das intenções de voto, enquanto ACM Neto aparece com 40%. Ronaldo Mansur (PSOL) e José Estêvão (Democracia Cristã) têm 1% cada. Maria Bona (PCO) e Aroldo Félix (UP) não pontuaram. Brancos e nulos somam 5%, e 9% dos entrevistados não souberam ou não responderam. Em outro cenário estimulado, com Ariel Capistrano representando a Democracia Cristã, Jerônimo alcança 42%, enquanto ACM Neto registra 41%. Maria Bona, Ronaldo Mansur e Aroldo Félix aparecem com 1% cada. Ariel Capistrano não pontuou. Os votos em branco e nulo totalizam 6%, e 9% dos entrevistados não responderam ou disseram não saber em quem votar. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os cenários estimulados indicam empate técnico entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto. A pesquisa ouviu presencialmente 1.200 eleitores em municípios de toda a Bahia entre os dias 17 e 22 de agosto. O levantamento foi contratado pelo BNews e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-04472/2026.
TSE manda Lula e PT retirarem vídeos com pedido de votos antes do início da campanha
Decisão liminar aponta propaganda eleitoral antecipada durante convenção partidária na Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, determinou que Lula, o PT e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, além do YouTube, removam em até 24 horas trechos de vídeos em que Lula faz pedidos de votos durante uma convenção partidária na Bahia, antes do início oficial da campanha eleitoral. A medida, tomada em caráter liminar, atende parcialmente a um pedido do partido Novo e pode levar à retirada completa das transmissões caso não seja possível editar os vídeos.
- A decisão ressalta que as declarações ultrapassaram os limites da pré‑campanha, contendo pedidos explícitos de voto como “vote em mim” e “me elejam pela quarta vez”, e que a convenção partidária não exime a propaganda eleitoral antecipada. A medida já está em vigor, mas será analisada pelo plenário do TSE, que decidirá se a mantém ou não.
Foto: Ricardo Stuckert
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) André Mendonça determinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o PT, o governador da Bahia Jerônimo Rodrigues (PT) e o YouTube removam, em até 24 horas, trechos de vídeos em que Lula faz pedidos de votos durante uma convenção partidária realizada na Bahia, antes do início oficial da campanha eleitoral. A decisão, em caráter liminar, atende parcialmente a um pedido apresentado pelo partido Novo. Caso não seja possível editar os vídeos, o ministro determinou que a transmissão completa seja retirada das plataformas. Na decisão, Mendonça afirmou que as declarações ultrapassaram os limites permitidos para a pré-campanha ao conterem pedidos explícitos de voto, citando frases como "vote em mim", "me elejam pela quarta vez" e "dê um votinho pra mim". Durante o evento, Lula também pediu votos para os candidatos ao Senado pela Bahia, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT). O ministro ressaltou que o fato de as declarações terem ocorrido em uma convenção partidária não afasta a caracterização de propaganda eleitoral antecipada. A decisão já está em vigor, mas ainda será submetida à análise do plenário do TSE, que decidirá se mantém ou não a medida.
TSE aceita ação contra Lula e Alckmin por desfile de Carnaval de 2026
TSE aceita ação contra Lula e Alckmin por desfile de Carnaval de 2026
Partido Novo aponta suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou uma ação movida pelo partido Novo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice‑presidente Geraldo Alckmin, alegando abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação durante o Carnaval de 2026.
- A ação questiona o desfile da Acadêmicos de Niterói, que teria promovido Lula com recursos públicos e ampla divulgação, totalizando R$ 9,65 milhões. O TSE autorizou o prosseguimento do processo, mas não tornou os investigados inelegíveis, deixando o mérito da ação para análise futura.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou uma ação movida pelo partido Novo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) por suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação durante o Carnaval de 2026. A ação contesta o desfile da Acadêmicos de Niterói, que levou à avenida um enredo sobre a trajetória política de Lula. Para o Novo, a apresentação funcionou como promoção eleitoral do então pré-candidato à reeleição, com utilização de recursos públicos e ampla divulgação na imprensa. Segundo o partido, a escola de samba recebeu R$ 9,65 milhões em recursos provenientes da Prefeitura de Niterói, do Governo do Rio de Janeiro e da Embratur. Ao admitir a ação, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, afirmou que os fatos narrados podem, em tese, caracterizar abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Lula e Alckmin foram citados e terão cinco dias para apresentar defesa. A decisão apenas autoriza o prosseguimento do processo e não torna os investigados inelegíveis. O mérito da ação ainda será analisado pelo TSE.
Maria Bona é oficializada pelo PCO e será a única mulher na disputa pelo Governo da Bahia
Liderança política da região de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, ela será a única mulher na disputa pelo comando do Executivo estadual.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Maria Bona, militante do Partido da Causa Operária (PCO), foi oficialmente registrada como candidata ao Governo da Bahia nas eleições de 2026, tornando-se a única mulher na disputa pelo comando do Executivo estadual. A candidatura, com o número 29, foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e está ativa no sistema DivulgaCand.
- A corrida pelo Palácio de Ondina reúne sete candidatos: Jerônimo Rodrigues (PT), ACM Neto (União Brasil), Ronaldo Mansur (PSOL), José Estevão (DC), Ariel Capistrano (DC), Aroldo Félix (UP) e Maria Bona (PCO). A presença de Bona destaca a crescente participação feminina na política baiana e pode influenciar o equilíbrio de forças na disputa estadual.
Foto: Reprodução
A militante Maria Bona foi oficializada pelo Partido da Causa Operária (PCO) como candidata ao Governo da Bahia nas eleições de 2026. Liderança política da região de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, ela será a única mulher na disputa pelo comando do Executivo estadual. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a candidatura foi registrada com o número 29 e, até a última atualização do sistema DivulgaCand, estava apta a concorrer. Com a confirmação de Maria Bona, a corrida pelo Palácio de Ondina reúne sete candidatos: Jerônimo Rodrigues (PT), que tenta a reeleição; ACM Neto (União Brasil); Ronaldo Mansur (PSOL); José Estevão (DC); Ariel Capistrano (DC); Aroldo Félix (UP) e Maria Bona (PCO).
Prazo para solicitar voto em trânsito termina nesta semana; confira
Prazo para solicitar voto em trânsito termina nesta semana; confira
Eleitores podem fazer a solicitação pela internet ou presencialmente em cartórios eleitorais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Termina nesta quinta-feira (20) o prazo para os eleitores solicitarem a habilitação para o voto em trânsito para as eleições de outubro. O procedimento pode ser realizado de forma online, por meio do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral do país mediante a apresentação de um documento oficial de identidade com foto.
- A modalidade é permitida apenas em capitais e municípios com mais de 100 mil eleitores, com regras específicas para cada caso. Quem estiver no mesmo estado de seu domicílio eleitoral poderá votar para todos os cargos, ao passo que quem estiver em outro estado poderá votar somente para presidente da República.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O prazo para eleitores solicitarem a habilitação para votar em trânsito nas eleições de outubro termina nesta quinta-feira (20). O pedido pode ser feito pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral do país. Pela internet, o eleitor deve acessar a opção “Fazer Transferência temporária do local de votação”, preencher os dados solicitados, consultar os locais disponíveis e seguir as orientações da página do TSE. No atendimento presencial, é necessário comparecer ao cartório eleitoral mais próximo com um documento oficial de identificação com foto. O voto em trânsito é permitido exclusivamente em capitais e municípios com mais de 100 mil eleitores. Quem votar em uma cidade do mesmo estado do domicílio eleitoral poderá escolher todos os cargos em disputa. Já quem estiver em outro estado poderá votar apenas para presidente da República. O eleitor também pode indicar cidades diferentes para cada turno, e alterações ou cancelamentos só podem ser feitos até 20 de agosto. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, com votação para deputado federal, deputado estadual ou distrital, governador, senador e presidente. O segundo turno, se necessário, está marcado para 5 de outubro. Eleitores com título registrado no exterior que estiverem no Brasil poderão votar em trânsito apenas para presidente, enquanto quem tem título no Brasil e estiver fora do país não poderá utilizar essa modalidade.
























