Flávio Dino participa de aula especial na Ufba sobre processo eleitoral
Flávio Dino participa de aula especial na Ufba sobre processo eleitoral
Encontro reunirá estudantes, profissionais e a comunidade para debate sobre democracia e Constituição em Salvador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, ministrará uma aula especial na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em Salvador, na próxima sexta-feira (28). O evento tem como tema "Desinformação e Processo Eleitoral: limites constitucionais" e visa promover um debate crucial sobre os desafios da desinformação nas eleições, bem como os limites impostos pela Constituição para proteger o processo democrático.
- Aberto ao público e com inscrições gratuitas realizadas por meio da plataforma Sympla, o encontro é uma iniciativa da Faculdade de Direito da Ufba. Flávio Dino, ministro do STF desde 2024, traz sua vasta experiência, que inclui passagens como governador do Maranhão, deputado federal, juiz federal e professor licenciado de Direito Constitucional, enriquecendo o debate com sua trajetória nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, ministrará uma aula especial na próxima sexta-feira (28), na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em Salvador. O tema será "Desinformação e Processo Eleitoral: limites constitucionais". Aberto ao público, o evento pretende promover um debate sobre os desafios da desinformação nas eleições e os limites impostos pela Constituição na proteção do processo democrático. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio da plataforma Sympla. Flávio Dino é ministro do STF desde 2024 e acumula trajetória nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Foi deputado federal, governador do Maranhão por dois mandatos, presidente do Consórcio da Amazônia Legal e juiz federal por 12 anos. Também presidiu a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), atuou como secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e é professor licenciado de Direito Constitucional da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). O encontro é promovido pela Faculdade de Direito da Ufba e será aberto à participação da comunidade acadêmica e do público em geral.
TSE aceita ação contra Lula e Alckmin por desfile de Carnaval de 2026
TSE aceita ação contra Lula e Alckmin por desfile de Carnaval de 2026
Partido Novo aponta suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou uma ação movida pelo partido Novo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice‑presidente Geraldo Alckmin, alegando abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação durante o Carnaval de 2026.
- A ação questiona o desfile da Acadêmicos de Niterói, que teria promovido Lula com recursos públicos e ampla divulgação, totalizando R$ 9,65 milhões. O TSE autorizou o prosseguimento do processo, mas não tornou os investigados inelegíveis, deixando o mérito da ação para análise futura.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou uma ação movida pelo partido Novo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) por suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação durante o Carnaval de 2026. A ação contesta o desfile da Acadêmicos de Niterói, que levou à avenida um enredo sobre a trajetória política de Lula. Para o Novo, a apresentação funcionou como promoção eleitoral do então pré-candidato à reeleição, com utilização de recursos públicos e ampla divulgação na imprensa. Segundo o partido, a escola de samba recebeu R$ 9,65 milhões em recursos provenientes da Prefeitura de Niterói, do Governo do Rio de Janeiro e da Embratur. Ao admitir a ação, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, afirmou que os fatos narrados podem, em tese, caracterizar abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Lula e Alckmin foram citados e terão cinco dias para apresentar defesa. A decisão apenas autoriza o prosseguimento do processo e não torna os investigados inelegíveis. O mérito da ação ainda será analisado pelo TSE.
Mais de 614 mil eleitores da Bahia ainda estão sem biometria para as Eleições 2026
Falta do cadastro biométrico não impede o voto, mas Justiça Eleitoral orienta atualização após o pleito
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Mais de 614 mil eleitores da Bahia ainda não possuem cadastro biométrico, o que representa 5,43% do eleitorado baiano. A Justiça Eleitoral esclarece que a ausência da biometria não impedirá a participação nas Eleições 2026, mas em caso de falha, o eleitor será orientado a atualizar a biometria posteriormente.
- A biometria foi implantada pela Justiça Eleitoral em 2008 como principal objetivo de reforçar a segurança do processo eleitoral, confirmando a identidade do eleitor e reduzindo o risco de fraudes. A identificação será realizada pelos procedimentos tradicionais adotados pela mesa receptora, mediante a apresentação de um documento oficial com foto.
Foto: Divulgação
Mais de 614 mil eleitores da Bahia ainda não possuem cadastro biométrico, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo, 614.886 pessoas estão aptas a votar sem a biometria registrada, o que representa 5,43% do eleitorado baiano, formado por 11.321.005 eleitores. Apesar do número, a Justiça Eleitoral esclarece que a ausência da biometria não impedirá a participação nas Eleições 2026. Nesses casos, a identificação será realizada pelos procedimentos tradicionais adotados pela mesa receptora, mediante a apresentação de um documento oficial com foto. Em todo o país, a situação é semelhante: dos 158,7 milhões de eleitores aptos a votar, cerca de 17,4 milhões ainda não fizeram o cadastramento biométrico, equivalente a 10,99% do eleitorado nacional. Implantada pela Justiça Eleitoral desde 2008, a biometria tem como principal objetivo reforçar a segurança do processo eleitoral, confirmando a identidade do eleitor e reduzindo o risco de fraudes. Durante a votação, quem já possui o cadastro poderá ser identificado pela leitura da impressão digital na urna eletrônica. Caso haja falha no reconhecimento, o sistema permite até quatro tentativas antes da adoção de outros procedimentos de conferência. Se a identidade for confirmada, o eleitor votará normalmente e será orientado a atualizar a biometria posteriormente. O prazo para realizar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral ou cadastrar a biometria para participar das Eleições 2026 foi encerrado em 6 de maio. Quem ainda precisa fazer o procedimento deverá aguardar a reabertura do atendimento presencial nos cartórios eleitorais após o término do processo eleitoral.
Governo brasileiro barra entrada de autoridades dos EUA em meio a debate sobre eleições
Governo brasileiro avaliou que a visita poderia ser interpretada como interferência no processo eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores, negou os vistos de entrada para dois representantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos que pretendiam visitar o país para discutir temas relacionados às eleições de outubro. A decisão foi tomada sob a avaliação de que a presença da comitiva norte-americana poderia ser interpretada como uma interferência no processo eleitoral nacional, especialmente após reuniões em que se levantaram suspeitas infundadas sobre a segurança das urnas eletrônicas.
- O debate sobre a confiabilidade do sistema eleitoral foi reacendido por declarações do pré-candidato Flávio Bolsonaro, que associou os equipamentos à empresa venezuelana Smartmatic. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desmentiu a informação, reafirmando que as urnas e os softwares correspondentes são desenvolvidos e supervisionados de forma direta pela própria Justiça Eleitoral brasileira, assegurando a total integridade e transparência do pleito.
Foto: Reprodução
O governo brasileiro negou os vistos de entrada para dois representantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos que pretendiam visitar o país para tratar de temas relacionados às eleições de outubro. A decisão foi confirmada neste sábado (25) pelo Ministério das Relações Exteriores. Os vistos foram recusados na sexta-feira (24) e atingem Riley Barnes, subsecretário para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, e Samuel Samson, subsecretário adjunto do mesmo órgão. Segundo o Itamaraty, a intenção da comitiva era realizar reuniões com autoridades eleitorais brasileiras para discutir questões ligadas à liberdade de expressão durante o período eleitoral. De acordo com o governo, o pedido de visita ocorreu logo após um encontro entre políticos brasileiros e diplomatas estrangeiros em que foram levantadas suspeitas sobre a segurança das urnas eletrônicas. Diante desse contexto, o Executivo avaliou que a presença dos representantes norte-americanos poderia ser interpretada como uma interferência no processo eleitoral brasileiro e decidiu negar a autorização de entrada. O debate sobre a confiabilidade das urnas voltou ao centro das discussões depois que o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, sem apresentar provas, que os equipamentos utilizados nas eleições brasileiras seriam fornecidos pela empresa venezuelana Smartmatic. A informação foi desmentida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em nota divulgada na quarta-feira (22), a Corte esclareceu que a Smartmatic nunca forneceu urnas eletrônicas nem softwares utilizados nas eleições brasileiras. O tribunal reforçou que os equipamentos foram desenvolvidos por técnicos da própria Justiça Eleitoral e são produzidos por empresas contratadas por meio de licitações públicas, sob supervisão direta do TSE, garantindo segurança e transparência ao processo eleitoral. As informações foram divulgadas pela Agência Brasil.
Presidnte do TSE vai convidar União Europeia para acompanhar eleições
Presidnte do TSE vai convidar União Europeia para acompanhar eleições
Convite será enviado nos próximos dias e faz parte da estratégia do tribunal para ampliar a transparência e fortalecer a confiança no processo eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, planeja convidar a União Europeia para atuar como observadora nas eleições brasileiras deste ano. Se aceito, será a primeira vez que uma missão oficial europeia monitorará um pleito no Brasil. A iniciativa visa ampliar a participação de observadores internacionais, reforçando a transparência e a credibilidade do processo eleitoral, com o objetivo de reduzir questionamentos sobre os resultados e o funcionamento das urnas eletrônicas.
- Este convite se insere numa estratégia mais ampla da Justiça Eleitoral para fortalecer os mecanismos de fiscalização. Além da possível presença da União Europeia, que enviaria uma Missão de Especialistas Eleitorais após trâmites diplomáticos, o TSE já confirmou a participação de organismos como a OEA, Uniore e CPLP. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também terá acompanhamento direto do processo eleitoral, conforme novas resoluções.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, pretende convidar a União Europeia para acompanhar as eleições brasileiras deste ano. Caso o bloco aceite o convite, será a primeira vez que uma missão oficial europeia participará do monitoramento de um pleito no país. A iniciativa faz parte de uma estratégia do tribunal para ampliar a participação de observadores internacionais e reforçar a transparência do processo eleitoral. Nos bastidores, Kassio tem defendido que a presença de mais instituições independentes ajuda a fortalecer a credibilidade das eleições e a reduzir questionamentos sobre os resultados e o funcionamento das urnas eletrônicas. Segundo o TSE, o convite deverá ser formalizado nos próximos dias. A expectativa é que a União Europeia envie uma Missão de Especialistas Eleitorais, modelo formado por técnicos independentes que acompanham diferentes etapas do processo eleitoral e, posteriormente, elaboram um relatório com avaliações e recomendações. A participação da missão ainda depende de trâmites diplomáticos envolvendo o governo federal, responsável pelos convites oficiais a observadores internacionais. Além da possível presença da União Europeia, o TSE já confirmou a participação de organismos que tradicionalmente acompanham eleições brasileiras, como a Organização dos Estados Americanos (OEA), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A ampliação da observação internacional ocorre em um momento em que a Justiça Eleitoral busca fortalecer mecanismos de fiscalização e transparência. Entre as novidades previstas para o pleito, está a possibilidade de acompanhamento direto do processo eleitoral pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), medida incluída nas resoluções aprovadas para as eleições deste ano.
























