Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Texto prevê ensino transversal nos ensinos fundamental e médio e amplia conteúdo para previdência, tributos e seguros
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado aprovou projeto de lei que inclui educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. A educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica.
- A medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos, além de prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros.
Foto: Freepik | Reprodução
O Senado aprovou, nesta quarta-feira (15), o projeto de lei que inclui a educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. Como o texto recebeu alterações durante a tramitação, a proposta retorna à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De autoria da deputada federal Any Ortiz (Cidadania-RS), o projeto estabelece que a educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica. A relatora da proposta no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que a medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos. "Esse desenvolvimento integral exige, de forma cada vez mais evidente, a compreensão da realidade econômica e a capacidade de tomada de decisões sobre consumo consciente, inclusive como instrumento de prevenção ao endividamento futuro", disse. Segundo a senadora, o modelo transversal permite que o tema seja abordado em diferentes áreas do conhecimento, sem aumentar a carga horária das escolas. "[Com o ensino transversal] preserva-se a flexibilidade necessária à organização curricular dos estabelecimentos de ensino e evita-se a sobrecarga da matriz curricular, ao mesmo tempo em que se assegura a permeabilidade do tema às diversas áreas do conhecimento", completou. Durante a votação, Teresa Leitão também apresentou uma emenda, aprovada pelos senadores, para ampliar o conteúdo da educação financeira. Além de finanças pessoais, o texto passa a prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros. "Ao se estender a abordagem para além da dimensão estritamente financeira, alcançando as dimensões fiscal, previdenciária e securitária, amplia-se a capacidade do cidadão de compreender seus direitos e deveres perante o Estado e o mercado, de entender as forças e interesses que operam nessas dimensões e de planejar conscientemente o seu futuro", afirmou a relatora.
Congresso entra em recesso sem votar fim da escala 6x1
Congresso entra em recesso sem votar fim da escala 6x1
Proposta que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas continua parada no Senado; Congresso também analisa projetos sobre misoginia, frete e proteção aos animais antes do recesso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Congresso Nacional pode adiante sua análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas. A PEC foi aprovada pela Câmara, mas continua parada no Senado e não será votada antes do recesso parlamentar. Além disso, deputados e senadores buscam votar outras propostas consideradas prioritárias, como a proposta de criminalizar a misoginia e a Medida Provisória que altera as regras da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.
- O Congresso também discutirá a possibilidade de liberar recursos para subsidiar o preço do diesel e para ações emergenciais em municípios de Minas Gerais afetados pelas fortes chuvas.
Foto: Leonardo Sá | Agência Senado
O Congresso Nacional deve iniciar o recesso parlamentar neste sábado (18) sem concluir a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, mas continua parada no Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), ainda não encaminhou o texto para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o que inviabiliza a votação antes do recesso e adia a discussão para o segundo semestre. Além da PEC, deputados e senadores tentam avançar na votação de outras propostas consideradas prioritárias nesta última semana de atividades legislativas. Na Câmara, uma das principais pautas é o projeto que criminaliza a misoginia, equiparando o crime à prática do racismo. A proposta já foi aprovada por unanimidade no Senado e aguarda votação pelos deputados. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defende a construção de um texto de consenso antes da votação em plenário. Outra matéria que pode perder a validade é a Medida Provisória que altera as regras da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. O texto prevê o fortalecimento da fiscalização do piso mínimo do frete e estabelece multas para empresas que descumprirem a legislação. A proposta também recebeu alterações na Câmara, incluindo anistia para multas relacionadas às manifestações de caminhoneiros de 2022. A pauta da Câmara ainda inclui projetos que autorizam o uso de câmeras com reconhecimento facial em estações ferroviárias e rodoviárias e outro que prevê a cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de pessoas condenadas por abandonar animais. No Senado, também está prevista a análise de medidas provisórias que liberam recursos para subsidiar o preço do diesel e para ações emergenciais em municípios de Minas Gerais afetados pelas fortes chuvas.
Flávio Dino determina bloqueio de R$ 6,1 milhões de Eduardo Cunha
Flávio Dino determina bloqueio de R$ 6,1 milhões de Eduardo Cunha
Decisão do ministro Flávio Dino também suspende a execução de emendas parlamentares investigadas e determina envio de documentos pela Câmara dos Deputados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou o bloqueio de R$ 6,1 milhões em bens do ex-deputado federal Eduardo Cunha. A decisão judicial decorre das investigações da Operação Transparência, conduzida pela Polícia Federal, que apura o direcionamento irregular de emendas parlamentares da Comissão de Saúde. Segundo os investigadores, mesmo sem mandato desde 2016, o ex-parlamentar teria atuado diretamente no remanejamento de pelo menos 29 emendas voltadas para municípios de Minas Gerais.
- Além do congelamento de bens, a medida determina a suspensão imediata de todos os pagamentos e despesas relacionadas às emendas sob suspeita, sob o entendimento de que a falta de rastreabilidade dos recursos fere princípios constitucionais e pode configurar peculato-desvio. A Câmara dos Deputados foi intimada a enviar a documentação correspondente no prazo de dez dias, enquanto o caso segue sob a supervisão do STF e sem manifestação por parte da defesa de Eduardo Cunha até o momento.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou o bloqueio de R$ 6,1 milhões em bens do ex-deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-MG). A decisão, assinada na segunda-feira (6) e divulgada neste domingo (12), faz parte dos desdobramentos da Operação Transparência, que investiga um suposto esquema de direcionamento irregular de emendas parlamentares. Segundo a investigação da Polícia Federal, Eduardo Cunha teria influenciado a destinação de recursos públicos mesmo sem exercer mandato parlamentar desde 2016. Os investigadores apontam que o ex-presidente da Câmara atuava como um "vetor relevante" na definição e no remanejamento de emendas da Comissão de Saúde. De acordo com a PF, mensagens analisadas durante a investigação indicam que Cunha coordenou diretamente a destinação de pelo menos 29 emendas parlamentares, que somam aproximadamente R$ 6,15 milhões, destinadas a municípios de Minas Gerais, estado onde o ex-deputado pretende disputar uma vaga na Câmara nas próximas eleições. A decisão também determina a suspensão da execução de todas as despesas públicas relacionadas às emendas sob investigação, independentemente de estarem nas fases de empenho, liquidação ou pagamento. Além disso, a Câmara dos Deputados foi intimada a encaminhar, no prazo de dez dias, toda a documentação referente à tramitação das emendas citadas no inquérito. Na decisão, Flávio Dino afirmou que a falta de transparência e rastreabilidade na destinação de recursos públicos compromete os princípios constitucionais da administração pública e destacou que a conduta investigada pode, em tese, configurar o crime de peculato-desvio. A defesa de Eduardo Cunha foi procurada por veículos de imprensa, mas, até a publicação da reportagem, não havia se manifestado sobre a decisão judicial. O caso segue sob investigação da Polícia Federal e supervisão do STF.
Deputados aprovam crédito de R$ 10 bilhões para o diesel
Deputados aprovam crédito de R$ 10 bilhões para o diesel
Recursos serão destinados à ANP para reduzir os impactos da alta internacional dos combustíveis provocada pelos conflitos no Oriente Médio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1.344/2026, que abre um crédito extraordinário de R$ 10 bilhões no Orçamento da União para subsidiar o óleo diesel no mercado nacional. A matéria, que segue para análise do Senado Federal, prevê a utilização do superávit financeiro de 2025 para custear o benefício até o final de 2026, visando conter os reflexos da alta internacional do petróleo provocada por tensões no Oriente Médio.
- Operacionalizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o programa concede ressarcimento de R$ 0,32 por litro de diesel a produtores e importadores parceiros. Com a iniciativa, o governo federal busca estabilizar os custos de frete e transporte coletivo, garantindo o abastecimento do país e mitigando pressões inflacionárias.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória (MP) 1.344/2026, que abre um crédito extraordinário de R$ 10 bilhões no Orçamento da União para financiar o subsídio ao óleo diesel. O texto segue agora para análise do Senado Federal. A proposta foi aprovada sem alterações e prevê a utilização de recursos provenientes do superávit financeiro de 2025 para custear o benefício até 31 de dezembro de 2026. Os valores serão repassados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), responsável por operacionalizar os pagamentos aos produtores e importadores de diesel que aderirem ao programa, conforme as regras estabelecidas pelas Medidas Provisórias 1.340/2026 e 1.349/2026. O objetivo da iniciativa é reduzir os impactos da alta internacional do petróleo sobre o preço do diesel no Brasil. O aumento das cotações foi impulsionado pela escalada dos conflitos no Oriente Médio, especialmente após o agravamento das tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O primeiro subsídio ao diesel foi instituído em março deste ano pela MP 1.340/2026. Com a intensificação do cenário internacional, o governo federal editou, em abril, a MP 1.349/2026, ampliando o programa por meio do Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis. Desde 12 de março, produtores e importadores que aderiram ao programa passaram a receber um ressarcimento de R$ 0,32 por litro de diesel importado ou produzido no país. O benefício permanecerá em vigor até que os recursos de R$ 10 bilhões sejam totalmente utilizados ou até 31 de dezembro de 2026, o que ocorrer primeiro. Segundo o governo, a medida busca garantir o abastecimento nacional e reduzir os efeitos da volatilidade do mercado internacional sobre os custos do transporte de cargas e de passageiros, evitando impactos ainda maiores na inflação e na economia brasileira.
Senado aprova projeto que amplia divulgação do Ligue 180 em todo o país
Senado aprova projeto que amplia divulgação do Ligue 180 em todo o país
Texto prevê campanhas em meios de comunicação, escolas, hospitais, órgãos públicos e transporte coletivo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O plenário do Senado Federal aprovou o projeto de lei que amplia a divulgação do Ligue 180, canal telefônico voltado para o recebimento de denúncias de violência contra a mulher. Como o texto já passou pela Câmara dos Deputados, a proposta segue agora para a sanção do presidente da República, consolidando um passo importante para o fortalecimento da rede de proteção às mulheres no país.
- A nova medida estabelece que o Governo Federal deve promover campanhas informativas em meios de comunicação de massa e fixar peças de divulgação em locais públicos e privados de grande circulação, como escolas, hospitais e transportes coletivos. A relatora do projeto, senadora Mara Gabrilli, ressaltou que a iniciativa ampliará o conhecimento do serviço pelas vítimas, facilitando o acesso a um mecanismo seguro de denúncia e acolhimento.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (8), o projeto de lei que amplia a divulgação do Ligue 180, serviço telefônico destinado ao recebimento de denúncias de violência contra a mulher. Como o texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, a proposta segue agora para sanção do presidente da República. Pelo projeto, o Governo Federal deverá promover campanhas de divulgação do canal em meios de comunicação de massa e em locais públicos e privados com grande circulação de pessoas. A medida prevê que o Ligue 180 seja divulgado em escolas, hospitais, órgãos públicos, casas de espetáculos, espaços de lazer, estabelecimentos privados e também em meios de transporte coletivo, com o objetivo de ampliar o acesso da população ao serviço. Relatora da proposta no Senado, a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) destacou que a iniciativa pode fortalecer as políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher. Segundo a parlamentar, ampliar a divulgação do canal permitirá que mais vítimas conheçam o serviço e tenham acesso a um mecanismo seguro para denunciar casos de violência e buscar orientação. O Ligue 180 funciona como um canal nacional de atendimento, orientação e encaminhamento de denúncias relacionadas à violência contra a mulher, contribuindo para o acionamento da rede de proteção e das autoridades competentes.
Hugo Motta cria comissão para discutir redução da maioridade
Hugo Motta cria comissão para discutir redução da maioridade
Proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos terá análise de uma comissão especial antes de seguir para votação no plenário da Câmara dos Deputados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou a criação de uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. Embora a instalação do colegiado não fosse obrigatória nesta etapa, a decisão faz com que o texto avance na tramitação da Casa, apesar de o presidente já ter sinalizado que a análise não deve ser concluída antes das eleições de outubro.
- A proposta, que altera o artigo 228 da Constituição Federal para permitir que jovens de 16 anos respondam criminalmente como adultos, já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Com a nova comissão, os partidos deverão indicar representantes para a análise de emendas e votação do parecer do relator, antes de a matéria seguir para o plenário da Câmara, reacendendo um debate histórico que divide opiniões no país.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou nesta segunda-feira (6) a criação de uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Com a decisão, o texto avança mais uma etapa na tramitação da Câmara. A instalação do colegiado não era obrigatória neste momento, mas Hugo Motta optou por dar continuidade ao debate. Apesar disso, o presidente da Casa já sinalizou que a intenção não é concluir a análise da proposta antes das eleições de outubro. A PEC já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que considerou o texto constitucional e autorizou o prosseguimento da tramitação legislativa. A proposta altera o artigo 228 da Constituição Federal para tornar penalmente imputáveis os adolescentes a partir de 16 anos, permitindo que respondam criminalmente como adultos. O tema chegou a integrar a PEC da Segurança Pública discutida no início deste ano, mas foi retirado do texto pelo relator, deputadi Mendonça Filho, após pedido de Hugo Motta. Na ocasião, parlamentares da base governista defenderam que a discussão sobre maioridade penal ocorresse separadamente. Com a criação da comissão especial, os partidos deverão indicar seus representantes para o colegiado. Após a instalação, haverá prazo para apresentação de emendas ao texto. Em seguida, o relator apresentará um parecer, que poderá ser votado pela comissão antes de seguir para análise do plenário da Câmara dos Deputados. A redução da maioridade penal é um dos temas mais debatidos do Congresso Nacional e costuma dividir opiniões entre parlamentares, juristas e especialistas em segurança pública e direitos da criança e do adolescente.
Deputados baianos gastam R$ 206 mil com viagens ao exterior
Deputados baianos gastam R$ 206 mil com viagens ao exterior
Levantamento aponta despesas com passagens e diárias para missões oficiais em oito países.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os deputados federais da Bahia gastaram mais de R$ 206 mil em recursos da Câmara dos Deputados para custear viagens oficiais ao exterior em 2026. O levantamento aponta que o deputado Cláudio Cajado liderou as despesas, acumulando R$ 52,9 mil em duas missões internacionais, com destaque para a participação na 152ª Assembleia da União Interparlamentar na Turquia e em uma agenda da ONU em Nova York.
- Outros parlamentares baianos também registraram gastos significativos, como Leo Prates, Rogéria Santos e Valmir Assunção, com despesas que variaram de R$ 25,1 mil a R$ 26,2 mil em destinos como Portugal, Inglaterra e Cuba. O levantamento ainda revela casos de deputados que receberam apenas diárias, sem reembolso de passagens, para integrar a comitiva presidencial em viagens à Ásia.
Cláudio Cajado teve o maior gasto entre os parlamentares baianos. Foto: reprodução
Os deputados federais da Bahia já utilizaram mais de R$ 206 mil em recursos da Câmara dos Deputados para custear viagens oficiais ao exterior em 2026. O levantamento, baseado em atos autorizativos da Casa, considera despesas com passagens aéreas e diárias destinadas à participação em eventos, missões parlamentares e agendas institucionais em diferentes países. Entre os parlamentares baianos, o maior gasto foi registrado pelo deputado Cláudio Cajado, que realizou duas viagens internacionais e acumulou R$ 52,9 mil em despesas. A missão mais onerosa ocorreu durante a participação na 152ª Assembleia da União Interparlamentar, na Turquia, com custo de R$ 34,8 mil entre passagens e diárias. Antes disso, o parlamentar esteve em Nova York, nos Estados Unidos, para a Audiência Parlamentar Anual da União Interparlamentar na ONU. Na sequência aparecem Leo Prates, com R$ 26,2 mil gastos em viagem ao Fórum de Lisboa, em Portugal, Rogéria Santos, com R$ 25,2 mil para participação em evento sobre direitos humanos em Londres, e Valmir Assunção, que utilizou R$ 25,1 mil em missão oficial a Havana, em Cuba. O levantamento também mostra que alguns deputados receberam apenas diárias, sem solicitar reembolso das passagens aéreas. É o caso de Jorge Solla e Zé Neto, que integraram a comitiva oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagens à Índia e à Coreia do Sul. Também figuram na relação João Bacelar, com R$ 18,6 mil em viagem aos Estados Unidos, Márcio Marinho, com R$ 11,5 mil em missão à Itália, e Paulo Azi, que recebeu R$ 8,1 mil em diárias para participação em agenda oficial em Nova York.
MEI poderá faturar até R$ 110 mil por ano, prevê projeto
MEI poderá faturar até R$ 110 mil por ano, prevê projeto
Novo teto poderá chegar a R$ 140 mil em 2028.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou à Câmara dos Deputados um projeto de lei complementar que propõe um aumento significativo no limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI). A iniciativa visa elevar o teto dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e, posteriormente, para R$ 140 mil em 2028. Além do reajuste financeiro, a proposta também permite que o MEI contrate até dois funcionários, em vez de um, ampliando a capacidade de expansão dos pequenos negócios.
- Essa medida atende a uma antiga reivindicação de entidades representativas dos pequenos empreendedores e busca corrigir a defasagem do limite atual, que não é reajustado desde 2018 e não considera a inflação acumulada. O Ministério do Empreendedorismo justifica que muitos empreendedores são forçados a sair do regime simplificado ao ultrapassar o limite, mesmo sem um crescimento substancial de suas atividades. O projeto ainda passará por análise em comissões da Câmara e do Senado antes de seguir para sanção presidencial.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou à Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (29), um projeto de lei complementar que aumenta o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI). A proposta prevê que o teto passe dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e chegue a R$ 140 mil em 2028. Além do reajuste no limite de receita bruta anual, o projeto também amplia de um para dois o número máximo de funcionários que poderão ser contratados por um microempreendedor individual. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a proposta será encaminhada para a comissão especial que já analisa projetos relacionados ao tema. Nas redes sociais, ele afirmou que o envio do texto faz parte de um acordo firmado durante as negociações para a aprovação da proposta que trata do fim da escala de trabalho 6x1. A atualização do teto do MEI é uma reivindicação antiga de entidades que representam os pequenos empreendedores. Atualmente, o limite de faturamento está em vigor desde 2018, sem reajustes. De acordo com o Ministério do Empreendedorismo, a proposta busca corrigir essa defasagem, considerando a inflação acumulada e o crescimento natural da receita dos pequenos negócios. Segundo a pasta, muitos empreendedores acabam ultrapassando o limite atual e precisam deixar o regime simplificado, mesmo sem um aumento significativo da atividade. O projeto ainda será analisado pelas comissões da Câmara e do Senado antes de seguir para sanção presidencial, caso seja aprovado.
Conversas obtidas pela PF mostram Hugo Motta tratando de crédito com Daniel Vorcaro
Deputado também confirmou viagem a Portugal em aeronave de ex-banqueiro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, está sob investigação após mensagens obtidas pela Polícia Federal revelarem seu suposto envolvimento na liberação de um financiamento de R$ 22 milhões do Banco Master para uma empresa ligada à sua família. As conversas, divulgadas por veículos de imprensa, indicam que Motta teria solicitado apoio do empresário Daniel Vorcaro para viabilizar a operação de crédito destinada à companhia da sua cunhada, Bianca Medeiros, em março de 2024. Questionado, o parlamentar limitou-se a afirmar que a operação ocorreu dentro da legalidade.
- O caso se aprofundou após Motta admitir ter viajado a Portugal em uma aeronave de Daniel Vorcaro e ter tido parte de sua hospedagem em Lisboa custeada pelo empresário, supostamente a convite do senador Ciro Nogueira. No entanto, o relatório da Polícia Federal aponta divergências sobre o período pago por Vorcaro, que atualmente está preso em Brasília. As informações fazem parte da Operação Compliance Zero, que investiga irregularidades financeiras relacionadas ao Banco Master, com documentos tornados públicos após decisão do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O nome do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, aparece em mensagens obtidas pela Polícia Federal que tratam da liberação de um financiamento para uma empresa ligada à família de sua esposa. As conversas, reveladas pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmadas pelo g1, indicam que o parlamentar teria solicitado ao empresário Daniel Vorcaro apoio para viabilizar uma operação de crédito destinada à empresa de Bianca Medeiros, irmã de sua esposa, Luana Motta. De acordo com a investigação, os diálogos mencionam a liberação de pelo menos R$ 22 milhões por meio do Banco Master para a companhia da cunhada do deputado, em março de 2024. Questionado sobre o episódio, Hugo Motta não respondeu se atuou diretamente para viabilizar o empréstimo, limitando-se a afirmar que a operação financeira ocorreu dentro da legalidade. O caso ganhou novos desdobramentos após o parlamentar admitir, nesta quarta-feira (17), que participou de uma viagem a Portugal em uma aeronave de Daniel Vorcaro. Segundo Motta, o convite partiu do senador Ciro Nogueira. O presidente da Câmara também reconheceu que o então banqueiro custeou parte de sua hospedagem em Lisboa durante a viagem realizada em 2024. Segundo Motta, Vorcaro teria pago apenas duas diárias no hotel onde ficou hospedado. No entanto, informações reunidas pela Polícia Federal apontam divergências. O relatório da corporação indica que o ex-banqueiro arcou com cinco noites de hospedagem, enquanto documentos analisados pelos investigadores registram uma cobrança referente a sete dias de estadia. Os dados fazem parte do material tornado público após decisão do Supremo Tribunal Federal que retirou o sigilo de documentos encaminhados pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero. A investigação apura suspeitas de irregularidades financeiras relacionadas ao Banco Master. Atualmente, Daniel Vorcaro está preso em Brasília. Entre os elementos analisados pelos investigadores estão mensagens atribuídas ao ex-banqueiro, nas quais ele menciona a necessidade de reservar dois quartos em Lisboa para "Ciro e Hugo", em referência ao senador Ciro Nogueira e ao presidente da Câmara.
Apoio de Lula a senador pode gerar multa eleitoral de R$ 5 mil
Apoio de Lula a senador pode gerar multa eleitoral de R$ 5 mil
Presidente declarou apoio à reeleição de Veneziano Vital do Rêgo antes do período permitido pela legislação eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um vídeo do presidente Lula pode levar a uma investigação por propaganda eleitoral antecipada. Lula manifestou apoio à reeleição do senador Veneziano Vital do Rêgo, o que pode ser visto como um pedido explícito de voto fora do período autorizado pela legislação eleitoral. A infração prevê multa entre R$ 5 mil e R$ 25 mil.
- A declaração de Lula gerou repercussão política na Paraíba e pode afetar os planos do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que articulava o respaldo do governo à pré-candidatura de seu pai, Nabor Wanderley, ao Senado.
Foto: Reprodução
Um vídeo em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifesta apoio à reeleição do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) pode levar o petista a responder por propaganda eleitoral antecipada. Na gravação, divulgada nesta semana, Lula afirma que é preciso "reconduzir" Veneziano ao Senado e diz que a permanência do parlamentar no cargo lhe daria mais tranquilidade para governar caso seja reeleito em 2026. Para advogados ouvidos pela imprensa, a declaração pode ser interpretada como pedido explícito de voto fora do período autorizado pela legislação eleitoral. A infração prevê multa que varia entre R$ 5 mil e R$ 25 mil. Especialistas avaliam, porém, que uma eventual punição dependeria da apresentação de uma representação à Justiça Eleitoral. Caso haja condenação, a tendência seria a aplicação da penalidade mínima, por se tratar da primeira ocorrência atribuída ao presidente neste ciclo eleitoral. A manifestação também gerou repercussão política na Paraíba. O apoio público de Lula contraria os planos do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que articulava o respaldo do governo à pré-candidatura de seu pai, Nabor Wanderley (Republicanos), ao Senado. Após a divulgação do vídeo, Veneziano Vital do Rêgo minimizou a polêmica e afirmou que a declaração apenas reforça uma aliança política já conhecida. Segundo ele, a relação de confiança com Luiz Inácio Lula da Silva nunca esteve em dúvida. O senador também destacou sua atuação em apoio às pautas do governo federal no Congresso Nacional.
Governo retira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1
Governo retira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1
Decisão atende pedido de Hugo Motta e destrava votações de propostas como ampliação do teto do MEI e regulamentação da inteligência artificial
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal retirou o regime de urgência constitucional do projeto que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1, atendendo a um pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. A medida, comunicada nesta terça-feira, destrava a pauta da Câmara, que estava bloqueada pela regra constitucional que exige a análise de projetos urgentes em até 45 dias, impedindo o avanço de outras matérias em caso de descumprimento do prazo.
- A decisão foi anunciada pelo ministro José Guimarães, com autorização do presidente Lula, e põe fim a um impasse político. O governo, que inicialmente mantinha a urgência para pressionar o Senado, agora espera que a liberação da pauta permita a votação de propostas prioritárias, como a atualização do teto do MEI e a regulamentação da inteligência artificial. Além disso, o ministro citou a preocupação com as chamadas "pautas-bomba", que podem gerar um impacto de mais de R$ 111 bilhões anuais nas contas públicas.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
O governo federal retirou o regime de urgência constitucional do projeto que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. A medida foi comunicada ao Congresso Nacional nesta terça-feira (16) e atende a um pedido feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Com a retirada da urgência, a pauta da Câmara deixa de ficar travada pela proposta. Pela regra constitucional, projetos enviados pelo Executivo com pedido de urgência devem ser analisados em até 45 dias. Caso o prazo seja descumprido, outras matérias ficam impedidas de avançar no plenário. O projeto do governo tramita paralelamente à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o mesmo tema, já aprovada pela Câmara e atualmente em análise no Senado Federal. Pressão entre governo e Congresso - Hugo Motta vinha cobrando publicamente a retirada da urgência, argumentando que a existência de uma PEC em tramitação tornava desnecessária a manutenção do mecanismo. O governo, porém, resistia à medida como forma de pressionar o Senado a avançar na discussão sobre a redução da jornada de trabalho. A estratégia gerou insatisfação entre deputados, sobretudo diante da proximidade do recesso parlamentar e do calendário eleitoral. Parlamentares reclamavam que a pauta da Câmara permanecia bloqueada enquanto outras propostas consideradas prioritárias aguardavam votação. Diante do impasse, Motta chegou a sinalizar que colocaria em votação um projeto de lei com conteúdo semelhante ao aprovado na PEC, prevendo a redução da carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas e a adoção da escala 5x2 como regra. Governo espera avanço de outras propostas - O anúncio da retirada da urgência foi feito pelo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), que afirmou ter recebido autorização do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para formalizar a decisão. Segundo Guimarães, o governo espera que o destravamento da pauta permita a votação de matérias consideradas prioritárias pelo Executivo. Entre elas estão a atualização do teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI), a regulamentação da inteligência artificial e a criminalização da misoginia. Debate sobre pautas-bomba - Durante o anúncio, o ministro também citou a preocupação do governo com propostas classificadas como "pautas-bomba", expressão usada para projetos que aumentam despesas públicas ou reduzem receitas de forma significativa. De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, nove propostas em tramitação no Congresso podem gerar impacto superior a R$ 111 bilhões por ano nas contas públicas. Entre elas estão projetos que ampliam benefícios tributários, elevam repasses a municípios, criam novas despesas previdenciárias e ampliam regimes especiais de renegociação de dívidas. O governo argumenta que a aprovação dessas medidas pode dificultar o equilíbrio fiscal e pressionar o orçamento federal nos próximos anos.
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Equipe econômica estima impacto de R$ 817 bilhões em 13 anos e já prevê veto presidencial caso proposta seja aprovada pela Câmara.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, um projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo Lula no Congresso Nacional. A proposta é considerada uma "pauta-bomba" pela equipe econômica do Ministério da Fazenda, com potencial para gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União nos próximos 13 anos. Com alterações feitas pelos senadores, o texto retornará à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção presidencial.
- Integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula, devido ao receio de que os benefícios comprometam o equilíbrio fiscal e aumentem a pressão orçamentária. O projeto também gera preocupação no sistema financeiro, que alerta para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural, como o incentivo à inadimplência. Caso um eventual veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, o governo não descarta recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional. Considerada uma das principais preocupações da equipe econômica, a proposta é classificada pelo Ministério da Fazenda como uma "pauta-bomba" devido ao potencial impacto nas contas públicas. Segundo estimativas do governo federal, a medida poderá gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União ao longo dos próximos 13 anos. A aprovação ocorreu mesmo após articulações do Palácio do Planalto para barrar o avanço do texto. Como os senadores fizeram alterações na proposta, o projeto precisará retornar à Câmara dos Deputados para uma nova rodada de análise antes de seguir para sanção presidencial. Nos bastidores, integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula caso a matéria seja aprovada em definitivo pelo Congresso. A avaliação é de que os benefícios previstos para a renegociação das dívidas podem comprometer o equilíbrio fiscal e aumentar a pressão sobre o orçamento federal nos próximos anos. Além da resistência do governo, o projeto também gera preocupação no sistema financeiro. Instituições bancárias alertam para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural. O receio é que as condições consideradas mais flexíveis incentivem a inadimplência e provoquem insegurança jurídica nos contratos firmados entre produtores e agentes financeiros. Caso o veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, integrantes do governo não descartam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida. O tema deve seguir no centro do debate político e econômico nas próximas semanas, diante dos impactos que poderá provocar tanto para o agronegócio quanto para as contas públicas do país.
CCJ aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos
CCJ aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos
Texto ainda precisa passar por comissão especial e por duas votações no plenário da Câmara antes de seguir para o Senado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. A decisão, tomada por 44 votos a 18, representa a primeira etapa da tramitação da proposta no Congresso Nacional, com a comissão, presidida pelo deputado Leur Lomanto Júnior (União Brasil), analisando apenas a constitucionalidade da matéria.
- O mérito da proposta será debatido em uma comissão especial antes de seguir para votação no plenário da Câmara. O texto aprovado, sob relatoria do deputado Coronel Assis (PL-MT), focou exclusivamente na responsabilização criminal de adolescentes a partir dos 16 anos, retirando os dispositivos que alteravam a esfera civil. Além disso, a CCJ considerou admissíveis duas PECs apensadas, uma para redução em casos específicos (crimes hediondos) e outra para ampliar a responsabilização criminal para adolescentes entre 12 e 16 anos em situações de violência.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O parecer favorável foi aprovado por 44 votos a 18 e representa a primeira etapa da tramitação da proposta no Congresso Nacional. Presidida pelo deputado baiano Leur Lomanto Júnior (União Brasil), a comissão analisou apenas a constitucionalidade da matéria. O mérito da proposta ainda será debatido em uma comissão especial antes de seguir para votação no plenário da Câmara, onde precisará ser aprovada em dois turnos. Entre os parlamentares da Bahia que votaram a favor da admissibilidade da PEC estão Leur Lomanto Júnior, Arthur Maia, José Rocha e Paulo Azi, todos do União Brasil. Já os deputados Bacelar (PV), Félix Mendonça Júnior (PDT) e Lídice da Mata (PSB) votaram contra o avanço da proposta. O texto original, apresentado pelo ex-deputado Gonzaga Patriota (PE), previa a redução da maioridade civil e penal para 16 anos. Com isso, adolescentes passariam a responder criminalmente como adultos e também teriam acesso a direitos civis, como a possibilidade de celebrar contratos, obter carteira de habilitação e assumir outras responsabilidades legais. No entanto, o relator da matéria, deputado Coronel Assis (PL-MT), retirou os dispositivos relacionados à esfera civil. O parecer aprovado trata exclusivamente da responsabilização criminal de adolescentes a partir dos 16 anos, sem alterar regras sobre capacidade civil. Além da proposta principal, a CCJ também considerou admissíveis duas PECs apensadas ao texto. Uma delas prevê a redução da maioridade penal apenas em casos específicos, como crimes hediondos. A outra amplia a responsabilização criminal para adolescentes entre 12 e 16 anos em determinadas situações envolvendo violência ou crimes contra a vida. Com a aprovação na CCJ, a discussão sobre a redução da maioridade penal ganha novo impulso no Congresso e seguirá para as próximas fases de análise legislativa.
Redução da maioridade penal volta à pauta da CCJ nesta terça
Redução da maioridade penal volta à pauta da CCJ nesta terça
Discussão reúne argumentos sobre segurança pública, sistema socioeducativo e direitos dos adolescentes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Bruno Spada | Câmara dos Deputados
O debate sobre a redução da maioridade penal deve voltar ao centro das discussões na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (9). Após dois adiamentos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 32/15 e apensadas), que pretende diminuir de 18 para 16 anos a idade mínima para responsabilização criminal como adulto, está prevista para ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que se reúne a partir das 14h30. O parecer favorável à proposta foi apresentado pelo relator, deputado Coronel Assis (PL-MT). A leitura do relatório foi concluída no dia 27 de maio, mas a votação acabou sendo adiada após um pedido coletivo de vista. Antes disso, o parlamentar retirou do texto um trecho que autorizava jovens de 16 anos a realizar atos civis como casamento, assinatura de contratos, obtenção da Carteira Nacional de Habilitação e participação obrigatória nas eleições. O deputado argumenta que pesquisas recentes apontam apoio majoritário da população à redução da maioridade penal. Atualmente, adolescentes com mais de 16 anos que praticam infrações graves estão sujeitos a medidas socioeducativas, incluindo internação por até três anos. O tema, no entanto, divide opiniões entre os parlamentares. Durante a última discussão na comissão, a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) criticou a proposta e afirmou que apenas uma pequena parcela dos atos cometidos por adolescentes é considerada grave. Segundo ela, a entrada desses jovens no sistema prisional pode aumentar a influência de organizações criminosas sobre essa população. Se a admissibilidade da PEC for aprovada pela CCJ, o texto seguirá para uma comissão especial, responsável por aprofundar a análise da proposta antes de uma eventual votação em plenário.
Câmara aprova projeto que autoriza pais a internarem menores usuários de drogas
Câmara aprova projeto que autoriza pais a internarem menores usuários de drogas
Texto altera Lei Antidrogas, cria novas regras de acolhimento e exige comunicação ao MP e ao Conselho Tutelar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece novas regras para a internação de adolescentes usuários ou dependentes de drogas em situação de risco. O projeto altera a Lei Antidrogas e cria duas modalidades de internação, e agora segue para análise do Senado.
- O texto também cria o acolhimento voluntário de crianças e adolescentes em tratamento por dependência química, permitindo que permaneçam acompanhados dos pais ou responsáveis, e determina que o acolhimento não dispensa a frequência escolar, exceto em casos de ameaça comprovada à vida ou à integridade física.
Foto: Reprodução | Bigstock
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (28) o projeto de lei que estabelece novas regras para a internação de adolescentes usuários ou dependentes de drogas em situação de risco. A proposta, apresentada originalmente pelo deputado baiano Pastor Sargento Isidório (Avante), recebeu substitutivo do relator, deputado Dr. Fernando Máximo (PL‑RO), e segue agora para análise do Senado. O texto altera a Lei Antidrogas e cria duas modalidades de internação: a assistida, que exige consentimento dos pais ou responsáveis e concordância do adolescente, e a voluntária, que pode ser solicitada pelos pais, responsáveis ou, na ausência deles, determinada por autoridade competente. Em ambos os casos, a internação e a alta deverão ser comunicadas ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público em até 72 horas. O projeto também proíbe internações em comunidades terapêuticas acolhedoras, restringindo o atendimento a instituições credenciadas e com estrutura adequada. Segundo o relator, a proposta “disciplina a internação de adolescentes usuários ou dependentes de drogas em situação de risco, observadas as garantias legais e procedimentais cabíveis”. Além disso, o texto cria o acolhimento voluntário de crianças e adolescentes em tratamento por dependência química, permitindo que permaneçam acompanhados dos pais ou responsáveis. As instituições deverão contar com equipe multiprofissional, ambiente com aspecto residencial e espaços destinados a estudo e cursos. O projeto determina ainda que o acolhimento não dispensa a frequência escolar, exceto em casos de ameaça comprovada à vida ou à integridade física por organizações criminosas ou grupos ligados ao tráfico de drogas. A proposta segue agora para o Senado, onde será votada antes de eventual sanção presidencial.
Deputados baianos votaram em peso na PEC que acaba com a jornada 6x1
Deputados baianos votaram em peso na PEC que acaba com a jornada 6x1
Proposta reduz jornada semanal para 40 horas e garante dois dias de descanso remunerado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece dois dias de descanso remunerado. A proposta foi aprovada com ampla maioria e agora segue para análise do Senado Federal. A transição prevê uma jornada de 42 horas semanais após dois meses da promulgação e 40 horas semanais após 14 meses, sem redução salarial.
- O texto foi aprovado com 472 votos favoráveis no primeiro turno e 461 votos a favor no segundo turno, enquanto alguns deputados da Bahia não participaram das votações. A PEC é considerada uma das mudanças mais relevantes nas regras trabalhistas debatidas nos últimos anos no Congresso Nacional.
Foto: Ricardo Rimoli | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, na noite desta quarta-feira (27), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece dois dias de descanso remunerado, colocando fim à escala 6x1 no Brasil. A proposta recebeu ampla maioria nas duas votações. No primeiro turno, o texto foi aprovado por 472 votos favoráveis e 22 contrários. Já no segundo turno, foram 461 votos a favor e 19 contra. Agora, a matéria segue para análise do Senado Federal. Entre os deputados federais da Bahia, todos os parlamentares presentes votaram favoravelmente à proposta nos dois turnos. Apenas alguns deputados não participaram das votações. No primeiro turno, estiveram ausentes Adolfo Viana e João Carlos Bacelar. Já no segundo turno, além deles, Jorge Araujo também não participou da votação, apesar de ter votado favoravelmente na primeira etapa. A PEC aprovada prevê uma transição gradual para a redução da jornada de trabalho. Conforme o texto, dois meses após a promulgação da futura emenda constitucional, os trabalhadores passarão a ter direito a dois dias de descanso semanal remunerado, enquanto a carga horária será reduzida para 42 horas semanais. Após 14 meses da promulgação, a jornada cairá para 40 horas semanais, sem redução salarial. A proposta é considerada uma das mudanças mais relevantes nas regras trabalhistas debatidas nos últimos anos no Congresso Nacional e deve provocar forte discussão no Senado, principalmente entre representantes do setor empresarial e entidades sindicais. Deputados baianos que votaram a favor da PEC : Deputados baianos que votaram a favor nos dois turnos: Afonso Florence, Alice Portugal, Antônio Brito, Bacelar, Capitão Alden, Charles Fernandes, Cláudio Cajado, Dal Barreto, Daniel Almeida, Diego Coronel, Elmar Nascimento, Félix Mendonça, Júnior Gabriel Nunes, Ivoneide Caetano, Jorge Solla, Joseildo Ramos, Leo Prates, Leur Lomanto Júnior, Lídice da Mata, Marcelo Nilo, Márcio Marinho, Mário Negromonte Jr., Neto Carletto, Pastor Sargento Isidório, Paulo Azi, Paulo Magalhães, Raimundo Costa, Ricardo Maia, Roberta Roma, Rogéria Santos, Sergio Brito, Valmir Assunção, Waldenor Pereira, Zé Neto.
Veja quais serão os próximos passos da PEC do fim da escala 6x1
Veja quais serão os próximos passos da PEC do fim da escala 6x1
Proposta que reduz jornada semanal foi aprovada nesta quarta-feira pela comissão da Câmara
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa pôr fim à escala de trabalho 6x1 e reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. A medida representa um avanço significativo nas discussões sobre direitos trabalhistas, estabelecendo também um limite de oito horas diárias e garantindo duas folgas remuneradas por semana, preferencialmente aos domingos, sem redução salarial. O texto agora segue para votação no plenário da Câmara, necessitando de 308 votos favoráveis em dois turnos para ser aprovado antes de seguir para análise no Senado.
- A proposta, que reúne textos dos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton, prevê uma implementação gradual das mudanças. A redução de duas horas da jornada semanal deverá ser aplicada em até dois meses após a promulgação da PEC, com as duas horas restantes sendo reduzidas em até um ano após a primeira fase. O fim da escala 6x1 entrará em vigor 60 dias após a promulgação, e quaisquer acordos ou convenções coletivas incompatíveis com as novas regras perderão validade automaticamente após esse período.
Foto: Vinicius Loures | Câmara dos Deputados
A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. Com o avanço no colegiado, o texto segue agora para análise do plenário da Casa. Para ser aprovada, a proposta precisará receber ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos de votação na Câmara. Caso passe pelos deputados, a PEC ainda precisará ser analisada pelo Senado antes de entrar em vigor. O que prevê a proposta - O texto aprovado estabelece limite máximo de oito horas diárias de trabalho, além da garantia de duas folgas remuneradas por semana, sendo uma delas preferencialmente aos domingos. A proposta também determina que não poderá haver redução salarial para os trabalhadores. A PEC reúne textos apresentados pelos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton. As versões iniciais defendiam uma jornada semanal de 36 horas, mas o acordo final fixou o limite em 40 horas. Implementação será gradual - Segundo o relatório aprovado, a implementação das mudanças ocorrerá de forma gradual. Duas horas da redução semanal deverão ser aplicadas em até dois meses após a promulgação da PEC, enquanto as outras duas horas precisarão ser reduzidas em até um ano depois da primeira etapa. Já o fim da escala 6x1 passará a valer 60 dias após a promulgação da proposta. O texto também prevê que acordos e convenções coletivas incompatíveis com as novas regras perderão validade automaticamente após esse prazo.
Fiesp articula pressão sobre Senado contra fim da escala 6x1
Fiesp articula pressão sobre Senado contra fim da escala 6x1
Representantes do setor devem se reunir com Davi Alcolumbre para tentar retardar a transição da jornada semanal de 44 para 40 horas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Representantes de setores produtivos do país começaram uma articulação para tentar barrar ou retardar a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas. O objetivo é desacelerar a tramitação da proposta, que tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.Entre os principais pontos da proposta está a redução da jornada semanal de trabalho em duas etapas, com a primeira mudança começando 60 dias após a promulgação da PEC e a segunda redução sendo aplicada nos 12 meses seguintes. O texto ainda precisa ser levado ao plenário da Câmara dos Deputados, o que pode ampliar o embate entre representantes dos trabalhadores e setores empresariais.
Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
Representantes de diversos setores produtivos do país iniciaram uma articulação em Brasília para tentar barrar ou retardar o avanço da proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. O grupo empresarial, liderado por Paulo Skaf, presidente da Fiesp, deve se reunir nesta terça-feira (26) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O objetivo do encontro é tentar desacelerar a tramitação da proposta que altera a jornada de trabalho no país. Desde o início das discussões, empresários vêm demonstrando preocupação com possíveis impactos econômicos e aumento de custos operacionais caso a medida seja aprovada. Nos bastidores políticos, a proposta ganhou força após acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para implantação gradual das mudanças no prazo de 14 meses. O relator da PEC que trata do fim da escala 6x1, o deputado federal baiano Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta segunda-feira (25) o relatório prevendo uma transição escalonada da carga horária. Pela proposta, a redução será feita em duas etapas de duas horas cada. A primeira mudança começaria 60 dias após a promulgação da PEC. Já a segunda redução seria aplicada nos 12 meses seguintes. A expectativa em Brasília é de que o texto seja levado ao plenário da Câmara dos Deputados ainda nesta semana, ampliando o embate entre representantes dos trabalhadores e setores empresariais.
Pastor Sargento Isidório vai à sessão vestido de operário na Câmara
Pastor Sargento Isidório vai à sessão vestido de operário na Câmara
Deputado federal baiano participou de reunião da comissão especial da Câmara usando capacete e colete de construção civil para defender mudanças na jornada de trabalho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) chamou a atenção na Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (25), ao se manifestar em defesa da jornada de trabalho 5x2. Durante sessão da comissão especial que discute o fim da escala 6x1 em Brasília, o parlamentar compareceu vestido com capacete e colete laranja de operário da construção civil, carregando uma placa com sua reivindicação.
- A manifestação de Isidório ocorreu no âmbito dos debates sobre uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa alterar o modelo atual de carga horária semanal no país, buscando encerrar a jornada 6x1, que ele categoriza como "escravocrata" em redes sociais. Não é a primeira vez que o deputado utiliza tal figurino para o tema, e a proposta tem gerado amplos debates entre parlamentares, trabalhadores e empresários, com a relatoria a cargo do deputado baiano Leo Prates (Republicanos-BA).
Foto: Reprodução
O deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) chamou atenção durante a sessão da comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o fim da escala 6x1, nesta segunda-feira (25), em Brasília. Vestido com capacete e colete laranja de operário da construção civil, o parlamentar participou da reunião carregando uma placa em defesa da jornada de trabalho 5x2. A manifestação ocorreu durante os debates sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende alterar o modelo atual de carga horária semanal no país. Antes da sessão, Isidório publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que viajaria à capital federal para “garantir a 5x2, dando fim à escala escravocrata de 6x1”. Não é a primeira vez que o deputado utiliza o figurino durante discussões sobre o tema. Em 10 de maio, ele já havia comparecido a outra reunião da comissão vestido da mesma forma. A proposta em análise na Câmara tem provocado debates entre parlamentares, representantes de trabalhadores e setores empresariais. O texto prevê mudanças na jornada semanal de trabalho e será analisado pela comissão especial antes de seguir para votação. A relatoria da proposta está sob responsabilidade do deputado baiano Leo Prates (Republicanos-BA).
Relator apresenta parecer da PEC do fim da escala 6x1 com redução gradual da jornada de trabalho
Parecer do deputado Léo Prates prevê redução da carga semanal sem corte salarial e estabelece período de adaptação para empresas e trabalhadores
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado Léo Prates apresentou o parecer da PEC que propõe o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas sem redução salarial. A mudança ocorreria de forma gradual, com as primeiras duas horas da redução aplicadas em até dois meses e a redução total para 40 horas em até um ano após.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O deputado Léo Prates apresentou nesta segunda-feira (25) o parecer da PEC que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas sem redução salarial. O texto propõe que a mudança aconteça de forma gradual, em até 14 meses após a promulgação da proposta. Segundo o relatório, as primeiras duas horas da redução seriam aplicadas em até dois meses. Já a redução total para 40 horas ocorreria em até um ano após essa primeira etapa.
A proposta também prevê ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, com início 60 dias após a promulgação da PEC. Texto ainda será votado - A expectativa é de que a proposta seja analisada pela comissão especial da Câmara ainda nesta semana antes de seguir para votação no plenário. Caso aprovada pelos deputados, a PEC ainda precisará passar pelo Senado. O período de transição foi um dos principais pontos de debate entre governo, empresários e parlamentares. Representantes do setor produtivo pediam mais tempo para adaptação às novas regras trabalhistas. O texto ainda determina que acordos e convenções coletivas incompatíveis com a nova jornada perderão validade após 60 dias da promulgação da PEC, obrigando sindicatos e empresas a renegociarem os contratos.
Motta detalha proposta que prevê fim da escala 6x1 e semana de 40 horas
Motta detalha proposta que prevê fim da escala 6x1 e semana de 40 horas
Escala vai prever transição para 40 horas em 1 ano
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê a redução da jornada máxima semanal de trabalho de 44 para 40 horas sem alteração salarial. A medida deve entrar em vigor após 60 dias da promulgação e será implementada de forma gradual.
- A PEC também prevê a garantia de dois dias de descanso por semana para os trabalhadores e a criação de regulamentações específicas para diferentes categorias profissionais.
Foto: Marina Ramos | Camara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, apresentou nesta segunda-feira os detalhes da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 no Brasil. O texto estabelece a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem alteração salarial, além da garantia de dois dias de descanso por semana para os trabalhadores. Antes do anúncio, Motta se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para alinhar os últimos pontos da proposta, considerada prioritária pelo Palácio do Planalto. Segundo o texto apresentado, a PEC deverá entrar em vigor 60 dias após a promulgação. A transição será feita de forma gradual: ainda neste ano, a carga horária semanal cairá de 44 para 42 horas. As duas horas restantes serão reduzidas em 2027, chegando ao limite de 40 horas semanais. A proposta também prevê regulamentações específicas para diferentes categorias profissionais. No caso de trabalhadores vinculados ao Microempreendedor Individual (MEI), as regras serão definidas por meio de projeto de lei, com o objetivo de permitir maior capacidade de contratação. Outros setores também terão legislação própria para tratar das particularidades de cada atividade. O relatório final da PEC será divulgado ainda nesta tarde e deve ser votado na comissão especial da Câmara ao longo desta semana. O relator da proposta, Leo Prates, passou o fim de semana reunido com consultores legislativos para analisar mais de 100 sugestões apresentadas ao texto. Ele também discutiu o tema com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, além de Hugo Motta. Nos bastidores, aliados do governo afirmam que já existe entendimento entre Lula e Motta para que a garantia dos dois dias de folga passe a valer ainda neste ano. A medida é tratada como estratégica pelo governo federal e tem sido defendida como uma das principais pautas trabalhistas da atual gestão. Um dos principais impasses nas negociações foi a definição da regra de transição entre a jornada atual de 44 horas e o novo limite de 40 horas semanais. Parte do governo defendia aplicação imediata da mudança, enquanto outro grupo aceitava uma adaptação gradual para evitar impactos econômicos e operacionais. A proposta deverá ter um texto mais enxuto, deixando temas específicos para regulamentação posterior. Estudos do governo apontam que cerca de 50 categorias possuem legislação própria sobre jornada de trabalho, incluindo trabalhadores domésticos, comerciários, esportistas e aeronautas. Entre 10 e 12 setores são considerados mais sensíveis e demandam atenção especial durante a implementação das novas regras.
Câmara pode votar PEC do fim da escala 6x1 na próxima quinta-feira
Câmara pode votar PEC do fim da escala 6x1 na próxima quinta-feira
Texto deve ser analisado pela comissão especial e pelo plenário no mesmo dia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, pretende fechar um acordo para votar na próxima quinta-feira a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6x1. O texto ainda passa por ajustes e é esperado que seja aprovado no mesmo dia na comissão especial e também no plenário da Casa, em dois turnos.
- A negociação deve tratar principalmente da criação de uma regra de transição para reduzir os impactos da mudança em setores que podem ser mais afetados pela proposta, incluindo a aplicação gradual da nova jornada de trabalho em um período entre três e cinco anos. O governo federal trabalha para diminuir esse prazo de adaptação.
Foto: Kayo Magalhaes | Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, pretende fechar um acordo para votar na próxima quinta-feira (28) a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6x1. Segundo a coluna da jornalista Clarissa Oliveira na CNN, a expectativa é que o texto, que ainda passa por ajustes, seja aprovado no mesmo dia na comissão especial e também no plenário da Casa, em dois turnos. A PEC será um dos assuntos discutidos em reunião entre Hugo Motta e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcada para a manhã desta segunda-feira (25). O encontro foi solicitado pelo presidente da República. A negociação deve tratar principalmente da criação de uma regra de transição para reduzir os impactos da mudança em setores que podem ser mais afetados pela proposta. Entre as ideias em discussão está a aplicação gradual da nova jornada de trabalho em um período entre três e cinco anos. O governo federal, no entanto, trabalha para diminuir esse prazo de adaptação.
Com aval do PT e do PL, Câmara aprova nova farra para partidos
Com aval do PT e do PL, Câmara aprova nova farra para partidos
Projeto que blinda partidos às vésperas das eleições avança para o Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que altera a Lei dos Partidos Políticos, flexibilizando mecanismos de fiscalização e autorizando o envio automatizado de mensagens por partidos e candidatos. O texto limita multas, reduz punições, estabelece novas regras para prestação de contas e impede punições como suspensão de repasses do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral durante o semestre das eleições.
- O projeto também permite que partidos registrem números oficiais de telefone para envio de mensagens a eleitores sem bloqueio, e limita multas aplicadas pela Justiça Eleitoral em casos de rejeição de contas partidárias. Além disso, as legendas poderão parcelar débitos em até 180 meses.
Foto: Kayo Magalhaes | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (19) um projeto que altera regras da Lei dos Partidos Políticos e flexibiliza mecanismos de fiscalização das legendas. A proposta limita multas, reduz punições, estabelece novas regras para prestação de contas e autoriza o envio automatizado de mensagens por partidos e candidatos. O texto foi incluído de última hora no sistema de votações pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), embora ele tenha deixado a Mesa Diretora pouco antes do início da análise da matéria. Entre os pontos aprovados, está a proibição de bloqueio ou suspensão de recursos do Fundo Partidário para partidos criados a partir de fusões ou incorporações, mesmo que existam irregularidades em prestações de contas anteriores das legendas incorporadas. A proposta também prevê que as novas regras entrem em vigor imediatamente após eventual sanção presidencial, sem necessidade de respeitar o princípio da anualidade eleitoral, que determina prazo mínimo de um ano antes das eleições para mudanças nas regras do processo eleitoral. Alguns dispositivos podem gerar questionamentos jurídicos justamente por impactarem diretamente as disputas eleitorais. Um dos exemplos citados é a autorização para disparos automatizados de mensagens durante campanhas. O projeto estabelece ainda prazo máximo de três anos para que a Justiça Eleitoral julgue as contas partidárias. Caso a análise não seja concluída nesse período, o processo será extinto. Outro trecho aprovado impede punições como suspensão de repasses do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral durante o semestre das eleições. O texto também proíbe descontos relacionados a condenações anteriores nesse período e impede a suspensão de diretórios partidários. Disparos liberados: A proposta permite que partidos, políticos e candidatos registrem números oficiais de telefone junto à Justiça Eleitoral para envio de mensagens a eleitores sem bloqueio por aplicativos e plataformas digitais, salvo em caso de decisão judicial. Segundo o texto, mensagens enviadas para pessoas previamente cadastradas não serão consideradas disparos em massa, mesmo quando realizadas por sistemas automatizados ou bots. A medida contraria iniciativas da Justiça Eleitoral voltadas ao combate à desinformação e ao uso automatizado de mensagens em campanhas políticas. Multas reduzidas: O projeto limita a R$ 30 mil as multas aplicadas pela Justiça Eleitoral em casos de rejeição de contas partidárias. Atualmente, as punições podem chegar a até 20% do valor considerado irregular. Além disso, as legendas poderão parcelar débitos em até 180 meses, independentemente do valor da dívida. O texto também determina que a desaprovação das contas não impedirá partidos de participar das eleições. Outro ponto aprovado blinda diretórios nacionais de sanções aplicadas a diretórios estaduais e municipais, ao deixar explícito que não há responsabilidade solidária entre os órgãos partidários. A proposta ainda autoriza partidos a criarem universidades e cobrarem mensalidades, dispensa comprovação detalhada de atividades exercidas por dirigentes partidários e altera regras para convocação de suplentes, que passarão a precisar ser do mesmo partido do parlamentar afastado. O texto segue agora para análise do Senado e, se aprovado, dependerá de sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para entrar em vigor.
Arthur Maia diz ter retirado apoio a proposta que adia fim da escala 6×1
Arthur Maia diz ter retirado apoio a proposta que adia fim da escala 6×1
Deputado federal afirmou nas redes sociais que retirou apoio à proposta que adia por dez anos o fim da escala 6×1 no Brasil
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Arthur Oliveira Maia anunciou que retirou sua assinatura da emenda que propõe adiar em dez anos o fim da escala 6×1 no Brasil. A decisão foi tomada após a repercussão negativa nas redes sociais pelo seu apoio à proposta de adiar as mudanças na jornada de trabalho, previstas para valer em 2036.
- A proposta em discussão no Congresso prevê alterações nas regras da jornada semanal e debate o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos com um dia de descanso.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Após assinar, com mais oito deputados baianos, a proposta de adiar a PEC da escala 6x1, deputado federal Arthur Oliveira Maia afirmou nesta quarta-feira (20) que retirou sua assinatura da emenda que propõe adiar em dez anos o fim da escala 6×1 no Brasil. A declaração foi feita após a repercussão negativa envolvendo o nome do parlamentar entre os apoiadores da proposta protocolada na Câmara dos Deputados. O texto prevê que as mudanças na jornada de trabalho só passem a valer em 2036. Nas redes sociais, Arthur Maia respondeu diretamente a uma internauta que criticou sua posição sobre o tema. “Você ser contra a escala 6×1 e ser a favor de postergar por 10 anos uma decisão que pode mudar a vida dos baianos que trabalham em escala 6×1, isso sim é vergonhoso”, escreveu a usuária. Em resposta, o deputado declarou: “Já retirei a minha assinatura”. O nome de Arthur Maia aparecia entre os parlamentares que apoiaram a emenda apresentada dentro da comissão especial que analisa a PEC 221/2019, proposta que trata da redução da jornada semanal de trabalho. A repercussão nas redes sociais gerou uma onda de cobranças ao parlamentar baiano nas últimas horas, com milhares de comentários criticando o apoio ao adiamento das mudanças na escala de trabalho. A proposta em discussão no Congresso prevê alterações nas regras da jornada semanal e também debate o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos com um dia de descanso. A comissão especial responsável pela análise da matéria tem como relator o deputado baiano Léo Prates, e a expectativa é que o relatório seja votado ainda neste mês.
Arthur Maia e Zé Rocha assinam emenda que adia fim da escala 6x1
Arthur Maia e Zé Rocha assinam emenda que adia fim da escala 6x1
Proposta apresentada na Câmara prevê que mudanças na jornada de trabalho só entrem em vigor em 2036 e cria exceções para atividades consideradas essenciais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Nove deputados federais baianos assinaram uma emenda que pode adiar por dez anos a aplicação do fim da escala 6x1 no Brasil. A emenda condiciona a aplicação das novas regras à aprovação de uma lei complementar que definirá quais atividades serão consideradas essenciais.
- A proposta altera o artigo 7º da Constituição Federal e estabelece jornada máxima de oito horas diárias e 40 horas semanais, com exceções para atividades consideradas essenciais.
Fotomontagem: Sudoeste Bahia
Nove deputados federais da Bahia, entre eles Arthur Maia e Zé Rocha, assinaram uma emenda apresentada na Câmara dos Deputados que pode adiar por dez anos a aplicação do fim da escala 6x1 no Brasil. O texto foi protocolado dentro da comissão especial que analisa a PEC 221/2019, proposta que trata da redução da jornada semanal de trabalho. A emenda prevê que as mudanças só passem a valer em 2036 e condiciona a aplicação das novas regras à aprovação de uma lei complementar que definirá quais atividades serão consideradas essenciais. Na prática, setores enquadrados nessa categoria poderão manter jornadas de até 44 horas semanais. Entre os parlamentares baianos que assinaram a proposta estão Capitão Alden, Arthur Oliveira Maia, José Rocha, Roberta Roma, João Carlos Bacelar, Diego Coronel, Paulo Azi, Rogéria Santos e Claudio Cajado. A proposta altera o artigo 7º da Constituição Federal e estabelece jornada máxima de oito horas diárias e 40 horas semanais. No entanto, cria exceções para atividades consideradas essenciais, que serão regulamentadas posteriormente. A PEC 221/2019 foi apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes e propõe a redução da jornada semanal para 36 horas. Já a PEC 8/2025, apresentada pela deputada Erika Hilton, foi incorporada ao texto e prevê a adoção da semana de quatro dias de trabalho. A comissão especial que discute a proposta é presidida por Alencar Santana e tem como relator o deputado baiano Léo Prates. A expectativa é de que o relatório seja votado ainda neste mês.
Deputados propõem reduzir FGTS pela metade em troca do fim da escala 6x1
Deputados propõem reduzir FGTS pela metade em troca do fim da escala 6x1
Emenda apresentada na Câmara condiciona nova jornada a cortes de encargos trabalhistas e benefícios fiscais para empresas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O debate sobre o fim da escala 6x1 ganhou força na Câmara dos Deputados após a apresentação de uma emenda que propõe reduzir pela metade o depósito do FGTS como contrapartida para a mudança na jornada. A proposta é liderada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS) e visa evitar aumento de custos às empresas. O projeto pretende reduzir a carga máxima de 44 para 36 horas semanais em 10 anos.nnA emenda recebeu apoio de 176 deputados e sugere o corte do depósito mensal do FGTS, isenção do INSS patronal apenas para novas contratações, benefícios fiscais e créditos tributários para micro e pequenas empresas.,
Foto: Ricardo Rimoli | Câmara dos Deputados
O debate sobre o fim da escala 6x1 ganhou força na Câmara dos Deputados após a apresentação de uma emenda que propõe reduzir pela metade o depósito do FGTS como contrapartida para a mudança na jornada. O texto foi protocolado no fim do prazo e passou a orientar a articulação de parlamentares da oposição e do Centrão. A proposta é liderada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS), que defende medidas de compensação para evitar aumento de custos às empresas. Segundo ele, setores como comércio e serviços seriam os mais afetados pela redução da carga semanal sem ajustes fiscais. O relator do projeto na comissão especial, Reginaldo Lopes (PT-MG), vai avaliar se as mudanças serão incorporadas ao parecer final. O que propõe a emenda: A emenda recebeu apoio de 176 deputados, incluindo nomes da oposição como Nikolas Ferreira (PL-MG), Bia Kicis (PL-DF), Zé Trovão (PL-SC) e Marco Feliciano (PL-SP). O grupo afirma que a redução da jornada sem compensações pode gerar demissões e pressionar a economia. As principais medidas sugeridas são: Corte no FGTS — Depósito mensal cairia de 8% para 4% do salário. Isenção do INSS patronal — Alíquota de 20% seria zerada, mas apenas para novas contratações. Benefícios fiscais — Gastos com novos funcionários poderiam ser abatidos do IRPJ e da CSLL. Créditos tributários — Micro e pequenas empresas do Simples teriam abatimentos extras. O texto também prevê um prazo de adaptação de 10 anos para que a nova jornada passe a valer totalmente. Como é o projeto original: A proposta que deu origem ao debate reduz a carga máxima de 44 para 36 horas semanais, com transição gradual: 40 horas no primeiro ano e queda de uma hora por ano até chegar ao limite final. O texto proíbe redução salarial. Próximos passos: As negociações são conduzidas pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, que mantém reuniões com líderes partidários e representantes do setor produtivo. A comissão especial pretende acelerar votações e debates nos próximos dias. O projeto segue em análise na Câmara e ainda não tem data para ser votado no plenário.
Comissão da Câmara aprova suspensão de até 10 anos da CNH para homicídio culposo no trânsito
Projeto também aumenta de quatro para oito anos o tempo máximo de prisão para motoristas condenados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que aumenta as punições para motoristas condenados por homicídio culposo no trânsito.
- O texto do PL 276/26 amplia a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação para até 10 anos e aumenta a pena de prisão de dois a quatro anos para quatro a oito anos, caso seja aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que aumenta as punições para motoristas condenados por homicídio culposo no trânsito, quando não há intenção de matar.
O texto do PL 276/26, aprovado na última quarta-feira (13), amplia para até 10 anos o período de suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e aumenta o tempo de detenção previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Atualmente, o artigo 293 do CTB estabelece suspensão do direito de dirigir entre dois meses e cinco anos para condutores condenados por homicídio culposo. Com a proposta, a punição máxima passa para 10 anos. O projeto também altera a pena de prisão. Hoje, o CTB prevê detenção de dois a quatro anos. O novo texto aumenta a punição para quatro a oito anos de prisão. A autora da proposta, Delegada Ione, afirmou que o aumento do período de suspensão da CNH tem caráter preventivo e busca afastar das ruas motoristas considerados incapazes de conduzir veículos com segurança. O relator da proposta na comissão, Bebeto, manteve o texto original do projeto. Segundo ele, embora o crime continue sendo classificado como culposo, muitas ocorrências envolvem “violações graves do dever objetivo de cuidado”, o que justificaria punições mais severas. O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.
Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria que pode reduzir pena de Bolsonaro
Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria que pode reduzir pena de Bolsonaro
Texto foi publicado após derrubada de veto de Lula no Congresso e altera regras de cálculo e progressão de penas em crimes ligados aos ataques de 2023
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria, cujo texto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União. Esta medida abre caminho para a possível redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, sentenciado a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista. A promulgação ocorreu após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia barrado o projeto na mesma data em que os ataques completaram três anos.
- A derrubada do veto presidencial foi aprovada na última quinta-feira (30) tanto na Câmara dos Deputados, com 318 votos favoráveis, quanto no Senado, que registrou 49 votos pela rejeição, superando as maiorias necessárias. Antes da votação, o senador Alcolumbre realizou uma manobra legislativa, retirando da análise um trecho do projeto que entrava em conflito com a Lei Antifacção, que endurece as regras de progressão de regime. Essa exclusão impediu que a derrubada do veto reintroduzisse flexibilizações para crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos, focando a nova lei especificamente na dosimetria.
Foto: Reprodução
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria. O texto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e abre caminho para a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista. A promulgação ocorre após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que havia barrado o projeto em 8 de janeiro deste ano, data em que os ataques completaram três anos. Na última quinta-feira (30), Câmara dos Deputados e Senado rejeitaram o veto presidencial. Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, o placar foi de 49 votos pela rejeição e 24 contra. Para a derrubada, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado. Antes da votação, Alcolumbre adotou uma manobra legislativa ao retirar da análise um trecho do projeto que entrava em conflito com a Lei Antifacção, que endureceu regras de progressão de regime. Esse trecho previa flexibilizações na progressão de regime para condenados por crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos. A exclusão foi tratada como “prejudicialidade” e impediu que a derrubada do veto reintroduzisse dispositivos considerados mais brandos na legislação penal.
Relator prevê votação sobre fim da escala 6x1 em 26 de maio
Relator prevê votação sobre fim da escala 6x1 em 26 de maio
Plano de trabalho inclui audiências em quatro estados antes da análise na comissão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado Léo Prates (Republicanos-BA) apresentou o cronograma da comissão especial que analisa a PEC que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6x1. O plano prevê votação final no dia 26 de maio e posterior votação no plenário da Câmara.
- A comissão especial realizará 11 reuniões, incluindo audiências públicas em estados como Paraíba, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O objetivo das audiências é reunir informações sobre os impactos da mudança e ouvir trabalhadores e empregadores.
Foto: Reprodução | Bruno Spada
O deputado Léo Prates (Republicanos‑BA), relator da PEC que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1, apresentou nesta terça‑feira (5) o cronograma de atividades da comissão especial responsável por analisar a proposta. O plano prevê que o parecer seja votado no colegiado no dia 26 de maio. De acordo com Prates, a expectativa é que o texto siga para o plenário já no dia seguinte. O relator organizou 11 reuniões, com encontros às terças e quartas em Brasília e audiências públicas nos estados às quintas‑feiras. A primeira será realizada na Paraíba, estado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos‑PB). Depois, estão previstas agendas em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O deputado afirmou que o objetivo das audiências é reunir informações sobre impactos econômicos, sociais e jurídicos da mudança, além de ouvir trabalhadores e comparar experiências internacionais. O cronograma inclui debates sobre uso do tempo de trabalho, efeitos econômicos da redução da jornada e posições de empregadores e trabalhadores. A apresentação do relatório está marcada para 20 de maio. Também estão previstos seminários em Belo Horizonte e São Paulo. A PEC já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e agora tramita na comissão especial, que analisa propostas apresentadas pelos deputados Erika Hilton (PSOL‑SP) e Reginaldo Lopes (PT‑MG). Após a votação no colegiado, o texto seguirá para o plenário da Câmara.
Comissão inicia debate sobre fim da escala 6x1 na Câmara
Comissão inicia debate sobre fim da escala 6x1 na Câmara
Comissão terá reuniões semanais e audiências públicas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A comissão especial responsável por discutir o fim da escala 6x1 começa suas atividades nesta terça-feira, com o objetivo de dar ritmo acelerado às discussões. Os parlamentares terão dez sessões para sugerir alterações ao texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC).
- O relator, deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA), terá cerca de três semanas para consolidar o parecer, que deve reunir duas propostas sobre a redução da jornada de trabalho.,
Foto: Divulgação | Câmara dos Deputados
A comissão especial responsável por discutir o fim da escala 6x1 começa suas atividades nesta terça-feira (5), com a apresentação do cronograma de trabalho pelo relator, deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA). O colegiado é presidido pelo deputado Alencar Santana (PT-SP).
A proposta é dar ritmo acelerado às discussões, com previsão de duas reuniões semanais e uma audiência pública. Os parlamentares terão, ao todo, dez sessões para sugerir alterações ao texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC). A expectativa é que o relatório seja apreciado na própria comissão entre os dias 25 e 26 de maio. Caso não haja pedido de vista, a matéria deve seguir para análise no plenário no dia 27. O relator terá cerca de três semanas para consolidar o parecer, que deve reunir duas propostas sobre a redução da jornada de trabalho. Ambas já foram aprovadas anteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.























