Senado define votação da PEC que acaba com escala 6x1
Senado define votação da PEC que acaba com escala 6x1
Proposta prevê redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e será votada após cinco sessões de discussão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, divulgou nesta terça‑feira (6) o calendário para a votação da PEC que propõe o fim da escala 6x1 e a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. A proposta, já aprovada na Câmara dos Deputados e na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, passará por cinco sessões de discussão nas próximas duas semanas, com possibilidade de votação em primeiro turno no dia 15 de outubro.
- Alcolumbre afirmou ser favorável à mudança e garantiu que votará de acordo com sua consciência. Para ser aprovada, a PEC precisará de pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno, sendo necessárias ainda três sessões adicionais antes da votação em segundo turno.
Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou nesta terça-feira (6) o calendário para votação da PEC que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Segundo Alcolumbre, serão cinco sessões de discussão nesta e na próxima semana, com possibilidade de votação em primeiro turno em 15 de outubro. Depois, serão necessárias outras três sessões antes da votação em segundo turno. A proposta, aprovada pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, precisa de pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno para ser aprovada. Alcolumbre afirmou ser pessoalmente favorável à mudança. “Nesse dia, eu sei como eu vou votar”, declarou. Sobre a votação, disse que cada senador deverá decidir “com seu coração, com a sua consciência e a sua história”.
Bancada baiana na Câmara Federal terá quase 30% de renovação em 2026
Bancada baiana na Câmara Federal terá quase 30% de renovação em 2026
Dos 39 deputados eleitos, 28 foram reeleitos e 11 chegam pela primeira vez à bancada baiana
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A bancada da Bahia na Câmara dos Deputados passará a contar com 11 novos integrantes em 2027, elevando a rotatividade para 28,2% das 39 cadeiras. Dos 28 parlamentares reeleitos, metade aumentou o número de votos em relação a 2022, destacando-se Pastor Sargento Isidório, que teve alta de 170.983 votos, enquanto outros 14 sofreram redução, com Mario Negromonte Jr. registrando a maior queda.
- No cenário partidário, o PT mantém sete cadeiras e o PSD seis, enquanto União Brasil também chega a seis representantes. O Avante cresce para três cadeiras, o PL sobe para quatro e o PCdoB para três. Algumas federações, como a Federação Brasil da Esperança, mantêm a mesma quantidade de assentos, embora a composição interna tenha mudado, e a Federação União Progressista reduz de dez para oito deputados.
Foto: Rafa Neddermeyer | Agência Brasil
A bancada da Bahia na Câmara dos Deputados terá 11 novos integrantes a partir de 2027, enquanto 28 parlamentares conseguiram a reeleição. Com isso, 28,2% das 39 cadeiras destinadas ao estado serão ocupadas por nomes que não estavam na bancada eleita em 2022. Entre os novos deputados estão Daniel Alencar (PSD), Lucas Reis (PT), Sandro Filho (PP), Doutora Raissa Soares (PL), Diego Coronel (Republicanos), Carlos Muniz (PSDB), Olívia Santana (PCdoB), Ditinho Avivip (União Brasil), Maria Marighella (PT), Manuel Rocha (União Brasil), Charles Fernandes (PSD) e Elmo Vaz (Avante). Já 11 nomes que integravam a bancada eleita em 2022 não conseguiram retornar à Câmara: Otto Filho, Waldenor Pereira, Zé Neto, Paulo Magalhães, Rogéria Santos, José Rocha, Lídice da Mata, João Carlos Bacelar, Alex Santana, João Leão e Arthur Maia. Variação na votação - Dos 28 reeleitos, 14 ampliaram a quantidade de votos em relação a 2022 e outros 14 tiveram redução. O maior crescimento foi de Pastor Sargento Isidório, que passou de 77.164 para 248.147 votos, uma alta de 170.983. Na sequência aparecem Valmir Assunção, com aumento de 58.793 votos; Ivoneide Caetano, com 57.170; Raimundo Costa, com 49.421; e Antonio Brito, com 40.429. Também tiveram crescimento Neto Carletto (+32.585), Sérgio Brito (+31.815), Leur Lomanto Junior (+26.889), Jorge Solla (+23.081), Afonso Florence (+20.142), Gabriel Nunes (+16.612), Ricardo Maia (+11.147), Capitão Alden (+9.959) e Joseildo Ramos (+3.972). Na outra ponta, Mario Negromonte Jr teve a maior redução, com 46.175 votos a menos que em 2022. Claudio Cajado perdeu 43.714, Elmar Nascimento teve queda de 41.204, Léo Prates recuou 39.969 e Paulo Azi, 31.586. Também registraram redução Diego Coronel (-26.794), Márcio Marinho (-21.446), Dal Barreto (-17.768), Felix Mendonça Jr (-11.615), Daniel Almeida (-10.822), Alice Portugal (-9.963), Roberta Roma (-4.623), João Bacelar (-3.555) e Adolfo Viana (-3.334). Mudança na composição partidária - O PT continua com sete cadeiras e o PSD mantém seis. O União Brasil também chega a seis representantes, enquanto o PL passa de três para quatro. Avante cresce de uma para três cadeiras, e o PCdoB sobe de duas para três. Republicanos permanece com três parlamentares. O PP, que havia elegido quatro deputados em 2022, passa a ter dois. O PDT cai de duas cadeiras para uma, enquanto PSDB sobe de uma para duas. MDB e PSB mantêm uma vaga cada. O PV e o Podemos, que tinham uma cadeira cada em 2022, não terão representantes eleitos pela Bahia em 2026. Considerando as federações, a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, mantém dez cadeiras na Bahia, mesmo com a distribuição interna diferente entre as legendas. Já a Federação União Progressista, de União Brasil e PP, passa de dez representantes em 2022 para oito em 2026. Além da mudança no número de cadeiras, alguns reeleitos chegam à nova legislatura por outras legendas. Neto Carletto, por exemplo, foi eleito pelo Progressistas em 2022 e agora pelo Avante. Diego Coronel saiu do PSD para o Republicanos; Léo Prates, do PDT para o Republicanos; Mario Negromonte Jr., do Progressistas para o PSB; e Raimundo Costa, do Podemos para o PSD.
Arthur Maia não consegue reeleição e fica fora da bancada baiana na Câmara Federal
Deputado do União Brasil recebeu mais de 103 mil votos, mas não alcançou uma das 39 vagas destinadas à Bahia na Câmara dos Deputados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Arthur Maia (União Brasil), deputado federal pela Bahia, não conseguiu a reeleição nas eleições de 4 de julho, apesar de ter recebido 103.336 votos. Com 100% das urnas apuradas, o candidato ficou fora das 39 cadeiras destinadas ao estado, encerrando sua trajetória de quatro mandatos consecutivos na Câmara dos Deputados que se iniciou em 2011.
- Conhecido por sua atuação em temas como a reforma da Previdência de 2017 e a presidência da CPMI dos atos de 8 de janeiro, Maia tem uma longa carreira que inclui mandatos como vereador, deputado estadual e prefeito. Sem a reeleição, ele permanecerá no cargo até o término da legislatura atual, marcando o fim de uma das mais experientes bancadas baianas no Congresso.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O deputado federal Arthur Maia (União Brasil) não conseguiu renovar o mandato nas eleições deste domingo (4) e ficará fora da bancada baiana na Câmara dos Deputados a partir de 2027. Com 100% das urnas apuradas, o parlamentar recebeu 103.336 votos, mas não alcançou uma das 39 cadeiras destinadas ao estado no Congresso Nacional. O resultado surpreendeu parte do meio político baiano, já que Arthur Maia é um dos nomes mais experientes da atual bancada federal. Em Brasília desde 2011, o deputado acumulou quatro mandatos consecutivos e participou de discussões que marcaram a política nacional nos últimos anos. Apesar da votação expressiva, o parlamentar acabou impactado pelas regras do sistema proporcional, que define os eleitos com base não apenas na quantidade de votos recebidos pelos candidatos, mas também no desempenho dos partidos e federações. Com a distribuição final das vagas, Arthur Maia ficou fora da relação dos deputados federais eleitos pela Bahia. Natural de Salvador, Maia construiu sua trajetória política no interior do estado. Foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Guanambi, exerceu quatro mandatos como deputado estadual e também comandou a Prefeitura de Bom Jesus da Lapa entre 1993 e 1997. A chegada ao Congresso Nacional ocorreu nas eleições de 2010. Desde então, tornou-se um dos parlamentares mais conhecidos da política baiana em Brasília, atuando em temas ligados à economia, reformas administrativas e matérias de interesse nacional. Entre os momentos de maior destaque da carreira está a relatoria da proposta de reforma da Previdência apresentada em 2017, além da participação em debates sobre mudanças na legislação trabalhista e projetos voltados à modernização da administração pública. Em 2023, Arthur Maia voltou ao centro das atenções ao assumir a presidência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos de 8 de Janeiro. O colegiado investigou os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, e esteve entre os trabalhos mais acompanhados da política nacional naquele período. Sem conquistar a reeleição, o deputado permanecerá no exercício do mandato até o fim da atual legislatura.
Confira os 39 deputados federais eleitos pela Bahia para a próxima legislatura
Confira os 39 deputados federais eleitos pela Bahia para a próxima legislatura
Estado definiu neste domingo (4) os representantes que ocuparão as cadeiras baianas na Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2027
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia definiu neste domingo (4) os 39 deputados federais que representarão o estado na Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2027, reforçando a presença de grupos tradicionais como a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) com dez cadeiras, e a Federação União Progressista (PP e União Brasil) com oito. O PSD garantiu seis vagas, enquanto outras legendas – MDB, PSDB, Avante, Republicanos, PSB, PDT e PL – completam a bancada, refletindo o panorama político baiano e as próximas articulações legislativas.
- O novo cenário eleitoral serve como termômetro das forças que deverão influenciar debates sobre saúde, infraestrutura, educação, segurança pública e desenvolvimento econômico, tanto no âmbito estadual quanto nacional, sinalizando a continuidade da base governista e a dinâmica das disputas políticas nos próximos anos.
Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
A Bahia definiu neste domingo (4) os 39 deputados federais que vão representar o estado na Câmara dos Deputados pelos próximos quatro anos. Os parlamentares eleitos assumirão os mandatos em fevereiro de 2027 e terão a missão de defender interesses baianos em temas como saúde, infraestrutura, educação, segurança pública e desenvolvimento econômico. O resultado das urnas redesenhou a composição da bancada federal baiana e confirmou a força de grupos políticos tradicionais no estado. A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, conquistou o maior número de cadeiras, com dez representantes eleitos. Logo atrás ficou a Federação União Progressista, integrada por PP e União Brasil, que garantiu oito vagas. Entre os nomes eleitos pela Federação União Progressista estão Sandro Filho, Claudio Cajado, Elmar Nascimento, Dal Barreto, Leur Lomanto Junior, Ditinho Avivip, Paulo Azi e Manuel Rocha. Já o PSD conquistou seis cadeiras com Antonio Brito, Daniel Alencar, Gabriel Nunes, Sergio Brito, Raimundo da Costa e Charles Fernandes, consolidando mais uma vez uma das maiores representações da Câmara pela Bahia. A Federação Brasil da Esperança formará a maior bancada do estado em Brasília. Foram eleitos Lucas Reis, Ivoneide Caetano, Jorge Solla, Valmir Assunção, Afonso Florence, Maria Marighella, Joseildo, Daniel Almeida, Olivia Santana e Alice Portugal. O grupo reforça o protagonismo da base governista no cenário político baiano. O MDB garantiu uma vaga com Ricardo Maia. O PSDB elegeu Carlos Muniz e Adolfo Viana. O Avante conquistou três cadeiras com Pastor Sargento Isidório, Neto Carletto e Elmo Vaz. O Republicanos também assegurou três representantes: Diego Coronel, Léo Prates e Márcio Marinho. Outras legendas também terão espaço na bancada baiana. O PSB elegeu Mario Negromonte Jr., enquanto o PDT garantiu uma vaga com Felix Mendonça Jr. Já o PL conquistou quatro cadeiras com Doutora Raissa Soares, Roberta Roma, Capitão Alden e João Bacelar. Com a definição dos eleitos, os partidos iniciam agora uma nova fase de articulações políticas de olho na posse da próxima legislatura. O resultado também serve como termômetro das forças que devem influenciar os debates e as disputas eleitorais na Bahia nos próximos anos, tanto no cenário estadual quanto nacional.
Erika Hilton é reeleita e se torna a deputada federal mais votada da história
Erika Hilton é reeleita e se torna a deputada federal mais votada da história
Deputada do PSOL-SP ultrapassou votação de Joice Hasselmann, que tinha o recorde desde 2018
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Erika Hilton (PSOL‑SP) foi reeleita para a Câmara dos Deputados, tornando‑se a mulher mais votada da história do Brasil com 1.406.671 votos, segundo a apuração de 88,52% das urnas em São Paulo. O recorde supera o de Joice Hasselmann (2018) e representa mais de cinco vezes a votação que a deputada recebeu em 2022.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
Erika Hilton (PSOL-SP) foi reeleita para a Câmara dos Deputados e se tornou a mulher mais votada da história do Brasil para o cargo. Com 88,52% das urnas apuradas em São Paulo, a deputada havia alcançado 1.406.671 votos. A votação supera o recorde anterior, de Joice Hasselmann, que recebeu 1.078.666 votos em 2018, quando foi eleita deputada federal por São Paulo. Erika também ampliou em mais de cinco vezes a votação obtida na eleição de 2022, quando recebeu 256.903 votos. No total de votos para deputado federal em São Paulo, Erika aparecia na segunda colocação, atrás de Lucas Pavanato (PL), que ultrapassou 2,7 milhões de votos. Em Minas Gerais, Nikolas Ferreira (PL) também superou a marca de 2 milhões de votos. Outra mulher com votação expressiva foi Julia Zanatta (PL-SC), que havia recebido 527.441 votos e ocupava a segunda posição entre as mulheres mais votadas para a Câmara. Sâmia Bomfim (PSOL-SP) aparecia na sequência, com 515 mil votos. Os números ainda eram parciais durante a apuração e poderiam ser atualizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Justiça Eleitoral disponibiliza os resultados em tempo real à medida que os boletins de urna são recebidos e processados.
Nikolas Ferreira (PL) é reeleito e se torna o deputado federal mais votado da história
Deputado do PL-MG supera votação de Eduardo Bolsonaro, que detinha o recorde desde 2018
Por: Victor Quirino
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- Nikolas Ferreira (PL-MG) foi reeleito neste domingo (4) e se tornou o deputado federal mais votado da história do Brasil, com mais de 2,6 milhões de votos em Minas Gerais, superando o recorde anterior de Eduardo Bolsonaro (PL‑SP). A conquista destaca a forte base eleitoral do parlamentar e reforça sua posição de destaque no cenário político nacional.
- Com a votação parcial, Nikolas liderava amplamente a disputa, seguido por Ana Elisa (PT) e Duda Salabert. O recorde de 2,6 milhões de votos supera marcas históricas, como a de Enéas Carneiro em 2002, e será confirmado pelos resultados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Divulgação
Nikolas Ferreira (PL-MG) foi reeleito para a Câmara dos Deputados neste domingo (4) e se tornou o deputado federal mais votado da história do Brasil. Durante a apuração em Minas Gerais, o parlamentar ultrapassou 2,6 milhões de votos, superando o recorde anterior. A marca pertencia a Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que recebeu 1.843.735 votos nas eleições de 2018. Naquele pleito, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi eleito para a Câmara pelo estado de São Paulo. Com a votação parcial, Nikolas também liderava a disputa para deputado federal em Minas Gerais com ampla vantagem. Ana Elisa (PT) aparecia na segunda colocação, com 442.947 votos, enquanto Duda Salabert ocupava o terceiro lugar, com 206.450 votos. Nikolas já havia registrado uma das maiores votações da história para a Câmara em 2022, quando recebeu 1.492.047 votos. O ranking também tinha entre seus principais resultados a votação de Enéas Carneiro, que obteve 1.573.642 votos em 2002. A votação de Nikolas ainda estava em atualização durante a apuração. Os resultados oficiais das eleições são divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e podem ser acompanhados em tempo real pela plataforma da Justiça Eleitoral.
Flávio nega querer retirar título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida
Flávio nega querer retirar título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida
Declaração ocorre após projeto de 2007 voltar a circular nas redes e ser associado ao candidato.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta‑feira (25) ter apoiado qualquer proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil, após a circulação nas redes sociais de um projeto antigo (PL 2.623/2007) que foi erroneamente associado ao candidato. O parlamentar afirmou que nunca defendeu a mudança, que respeita todas as religiões e que o projeto, apresentado pelo ex‑deputado Victório Galli, foi arquivado pela Câmara em 2008 e não tem autoria sua.
- A polêmica ganhou força no contexto da disputa eleitoral, com Flávio também criticando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reforçando que o Estado não deve interferir em questões internas da Igreja Católica. As declarações foram feitas após participar de uma cerimônia da Polícia Militar do Rio de Janeiro e refletem a tensão entre candidatos nas redes sociais.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta-feira (25) ter apoiado qualquer proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A declaração ocorreu após voltar a circular nas redes sociais um projeto antigo que passou a ser associado ao candidato. “É mentira que apoiei projeto para retirar Aparecida como padroeira do Brasil”, afirmou Flávio a jornalistas após participar de uma cerimônia de formação de praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro. O candidato também negou que pretenda defender uma mudança desse tipo caso seja eleito e afirmou que respeita todas as religiões. A polêmica envolve o Projeto de Lei 2.623/2007, apresentado pelo então deputado federal Victório Galli, que propunha alterar a referência a Nossa Senhora Aparecida na legislação. A proposta foi arquivada pela Câmara dos Deputados em 2008 e não é de autoria de Flávio Bolsonaro. A repercussão aumentou após conteúdos nas redes sociais relacionarem o projeto à atual candidatura presidencial. Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e afirmou que o Estado não deve interferir em questões internas da Igreja Católica. As declarações fazem parte da disputa eleitoral e foram dadas em meio à repercussão do episódio nas redes sociais.
Câmara aprova isenção do imposto para compras internacionais de até US$ 50
Câmara aprova isenção do imposto para compras internacionais de até US$ 50
Texto-base foi aprovado nesta quinta-feira (3), mas deputados ainda precisam analisar destaques antes de concluir a votação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta‑feira (3) o texto‑base da medida provisória que pode acabar com a cobrança de 20% de imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”. A votação foi simbólica, mas ainda faltam análises de destaques antes da conclusão; o projeto segue para o Senado, com validade da MP até 8 de setembro.
- A proposta cria um sistema de monitoramento dos efeitos econômicos, com avaliação inicial em três meses e revisões a cada seis meses, focando nos setores têxtil, de vestuário, calçados, brinquedos e cosméticos. O ministro da Fazenda pode alterar as alíquotas, inclusive estabelecer alíquota zero, embora o ICMS estadual continue em vigor, gerando debate entre consumidores e o comércio brasileiro após acordo entre o presidente Lula e líderes da Câmara e do Senado.
Foto: Kayo Magalhaes | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (3) o texto-base da medida provisória que permite o fim da cobrança de 20% de imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”. A votação ocorreu de forma simbólica, mas os deputados ainda precisam analisar destaques antes de concluir a apreciação da proposta. Depois dessa etapa, o texto seguirá para o Senado, que também precisa votar a medida antes do fim de sua validade, previsto para 8 de setembro. A proposta aprovada pela comissão mista cria ainda um sistema de acompanhamento dos efeitos da mudança sobre a economia brasileira. A primeira avaliação deverá ser feita três meses após a entrada em vigor das novas regras e, posteriormente, a cada seis meses. O Ministério da Fazenda deverá analisar indicadores como emprego, renda, arrecadação federal e competitividade da indústria e do comércio. O monitoramento terá atenção especial aos setores têxtil e de vestuário, calçados, acessórios, brinquedos e cosméticos. Caso sejam constatados efeitos considerados relevantes, a Fazenda poderá avaliar medidas para reduzir os impactos sobre esses segmentos. O texto também autoriza o ministro da Fazenda a alterar as alíquotas do imposto de importação aplicadas às remessas internacionais, inclusive com a possibilidade de estabelecer alíquota zero para compras de até US$ 50. A mudança, porém, não elimina o ICMS cobrado pelos estados. Como o tributo é estadual, eventual redução ou isenção depende das regras definidas pelos governos estaduais. A votação ocorre após um acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A expectativa é de que a proposta também seja analisada pelo Senado nesta quinta-feira. Criada em 2024, a cobrança de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 provocou críticas entre consumidores, que passaram a pagar mais por produtos adquiridos em plataformas estrangeiras. Por outro lado, representantes do comércio brasileiro defendem a tributação e argumentam que a cobrança é necessária para reduzir uma diferença de concorrência entre empresas nacionais e vendedores estrangeiros. A possibilidade de acabar com o imposto voltou ao centro do debate político diante do impacto da medida sobre consumidores que fazem compras internacionais de pequeno valor.
PEC da Segurança será analisada pelo Senado na próxima quarta-feira
PEC da Segurança será analisada pelo Senado na próxima quarta-feira
Proposta é uma das prioridades do governo Lula e busca ampliar o combate ao crime organizado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A PEC da Segurança, considerada prioridade do governo de Lula, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima quarta-feira (2). O presidente do colegiado, senador Otto Alencar, confirmou a data em entrevista à GloboNews, destacando a intenção de endurecer o combate ao crime organizado e ampliar os instrumentos de enfrentamento às facções criminosas.
- A proposta, aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados em 4 de março, ficou parada no Senado desde 10 de março. Na última sexta-feira (21), a matéria foi encaminhada à CCJ após conversa entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinalizando retomada da tramitação de pautas governamentais. Se aprovada sem alterações, a PEC não precisará retornar à Câmara, acelerando sua tramitação.
Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
A PEC da Segurança, uma das prioridades do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima quarta-feira (2). A informação foi confirmada pelo presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA) em entrevista à GloboNews. A proposta busca endurecer o combate ao crime organizado, ampliar os instrumentos de enfrentamento às facções criminosas e alterar dispositivos constitucionais relacionados à segurança pública. O texto foi aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados em 4 de março, mas estava sem avanço no Senado desde 10 de março. Na última sexta-feira (21), a matéria foi encaminhada à CCJ após uma conversa entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em um movimento visto por governistas como retomada da tramitação de pautas de interesse do governo. O relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), decidiu manter integralmente o texto aprovado pela Câmara. Caso seja aprovada pelos senadores sem alterações, a PEC não precisará retornar à Câmara, o que pode acelerar a tramitação.
Relator do fim da escala 6x1 promete apresentar relatório no Senado na quinta-feira
Senador Omar Aziz ainda avalia se manterá a versão aprovada pela Câmara e prevê análise da proposta pela CCJ na próxima semana
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Omar Aziz, relator da Proposta de Emenda à Constituição que busca acabar com a escala 6x1, anunciou que apresentará seu parecer na quinta-feira (27) e que ainda não decidiu se manterá o texto aprovado pela Câmara.
- A proposta, que conta com o apoio do governo Lula, precisará ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça antes de ser votada no plenário do Senado, em um calendário eleitoral que deixa apenas uma semana de votações entre 31 de agosto e 4 de setembro.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, afirmou nesta segunda-feira (24) que pretende apresentar seu parecer na quinta-feira (27). A previsão atende à expectativa do governo Lula de acelerar a tramitação da proposta, mas o parlamentar ainda não decidiu se manterá o texto aprovado pela Câmara. A informação é da Folha de São Paulo. “Quero apresentar o relatório na quinta, para podermos votar na outra quarta-feira [na CCJ]. Ainda vou analisar a proposta, não decidi se manterei ou não [o texto da Câmara]”, afirmou Aziz. Antes de chegar ao plenário do Senado, a PEC precisa ser analisada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), presidida pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), aliado do governo. Com o calendário eleitoral, o Congresso terá apenas uma semana de votações, entre 31 de agosto e 4 de setembro, antes das eleições. Por isso, o governo tenta acelerar a análise para aprovar a proposta na CCJ e, se houver acordo, levá-la ao plenário no mesmo dia.
Federação de PT, PV e PCdoB espera manter força na Bahia, mas enfrenta disputa entre aliados
Expectativa é repetir o atual número de parlamentares, embora nomes tradicionais e estreantes disputem os mesmos espaços.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A federação formada por PT, PV e PCdoB projeta manter o tamanho da atual bancada na Assembleia Legislativa da Bahia nas eleições deste ano, com expectativa de eleger 18 deputados estaduais, podendo variar entre 17 e 19 cadeiras. A disputa interna pelos cargos é considerada uma das mais acirradas entre os próprios aliados, com nomes como Rosemberg Pinto, Zé Raimundo, Osni Cardoso, Robinson Almeida, Júnior Muniz, Angelo Almeida, Rowenna Brito, Bobô, Zó, Fabrício Falcão, Eduardo Salles e Marquinho Viana entre os favoritos.
- Na corrida para a Câmara dos Deputados, a federação busca conquistar 10 cadeiras, embora reconheça a possibilidade de eleger apenas nove. Os candidatos mais fortes são Lucas Reis, Jorge Solla, Zé Neto e Ivoneide Caetano, enquanto outros como Olívia Santana, Alice Portugal, Daniel Almeida, Waldenor Pereira, Afonso Florence, Valmir Assunção, Joseildo Ramos e Bacelar também disputam vagas. Em ambos os níveis, a competição por votos entre candidatos da própria federação determinará quem ocupará as últimas cadeiras.
Foto: Reprodução
A federação formada por PT, PV e PCdoB projeta manter o tamanho da atual bancada na Assembleia Legislativa da Bahia nas eleições deste ano. A expectativa é eleger 18 deputados estaduais, com possibilidade de variar entre 17 e 19 cadeiras. Nos bastidores, porém, a disputa pelas vagas é considerada uma das mais acirradas entre os próprios aliados. Entre os nomes apontados como favoritos para a Assembleia estão os petistas Rosemberg Pinto, Zé Raimundo, Osni Cardoso, Robinson Almeida, Júnior Muniz, Angelo Almeida e Rowenna Brito. Pelo PCdoB, aparecem Bobô, Zó e Fabrício Falcão. No PV, os mais cotados são Eduardo Salles e Marquinho Viana. As demais vagas devem ser disputadas por Juvenilson Passos, Júlio Pinheiro, Neusa Cadore, Euclides Fernandes, Fátima Nunes, Radiovaldo Costa, Jacó, Rui Oliveira, Roberto Carlos, Antônio Henrique Júnior e Fabíola Mansur. Na corrida para a Câmara dos Deputados, a federação trabalha com a meta de conquistar 10 cadeiras, embora aliados admitam a possibilidade de eleger apenas nove. Os nomes considerados mais fortes são Lucas Reis, Jorge Solla, Zé Neto e Ivoneide Caetano. Também disputam vagas Olívia Santana, Alice Portugal, Daniel Almeida, Waldenor Pereira, Afonso Florence, Valmir Assunção, Joseildo Ramos e Bacelar. Nos bastidores, lideranças reconhecem que a disputa por votos entre candidatos da própria federação deve definir quem ficará com as últimas vagas.
Governo tenta aprovar fim da taxa das blusinhas antes de medida perder validade
Governo tenta aprovar fim da taxa das blusinhas antes de medida perder validade
Texto prevê o fim do imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal pretende intensificar, na próxima semana, a articulação com a base aliada no Congresso Nacional para acelerar a tramitação da medida provisória (MP) que elimina o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como "taxa das blusinhas".
- A MP permanece paralisada porque a comissão mista responsável por analisá‑la ainda não foi instalada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O governo enviou um pedido formal para que o colegiado seja criado, de modo que a proposta possa avançar no Congresso, antes da validade expirar em 8 de setembro.
Foto: Diogo Zacarias | Ministério da Fazenda
O governo federal pretende intensificar, na próxima semana, a articulação com a base aliada no Congresso Nacional para acelerar a tramitação da medida provisória (MP) que elimina o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como "taxa das blusinhas". A informação foi divulgada nesta quarta-feira (19) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante participação no Fórum Saúde, realizado em Brasília. Segundo o ministro, a prioridade é garantir a instalação da comissão mista responsável por analisar a proposta. "O esforço do governo é mobilizar a base do Congresso Nacional e constituir a comissão mista da medida provisória", afirmou Durigan. A instalação do colegiado, prevista para a semana passada, foi adiada. Sem a análise da comissão, a tramitação da medida segue paralisada. A MP perde a validade no dia 8 de setembro caso não seja aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. O atraso ocorreu porque a comissão ainda não foi instalada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Diante da situação, o governo encaminhou um pedido formal para que o colegiado seja criado e a proposta possa avançar no Congresso.
TSE suspende julgamento do PT e trava repasse do fundo eleitoral
TSE suspende julgamento do PT e trava repasse do fundo eleitoral
Decisão impede, por enquanto, o repasse de 48% dos R$ 4,96 bilhões do fundo eleitoral aos partidos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu o julgamento de um pedido do PT para alterar o cálculo de distribuição do fundo eleitoral das eleições de 2026. A ministra Estela Aranha pediu vista do processo, e o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido. Com a suspensão, 48% dos recursos do fundo eleitoral ficam temporariamente bloqueados para todas as legendas.
- O PT questiona o cálculo utilizado pela Justiça Eleitoral, que levou em conta 68 deputados da legenda na Câmara, e defende que o deputado Paulão também seja considerado na distribuição.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu nesta quinta-feira (13) o julgamento de um pedido do PT para alterar o cálculo de distribuição do fundo eleitoral das eleições de 2026. A análise foi interrompida após a ministra Estela Aranha pedir vista do processo. Antes disso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, votou contra o pedido do partido. Com a suspensão, 48% dos recursos do fundo eleitoral ficam temporariamente bloqueados para todas as legendas. Segundo Nunes Marques, nenhum partido poderá receber essa parcela até que o julgamento seja concluído. O PT questiona o cálculo utilizado pela Justiça Eleitoral, que levou em conta 68 deputados da legenda na Câmara. O partido defende que o deputado Paulão (PT-AL) também seja considerado na distribuição. Paulão perdeu o mandato após uma retotalização dos votos das eleições de 2022 e foi substituído por Nivaldo Albuquerque (Republicanos-AL). A ministra Estela Aranha afirmou que pediu vista porque também analisa o processo relacionado à perda do mandato de Paulão. Para as eleições de 2026, os partidos terão R$ 4,96 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). A maior parte é distribuída conforme o número de cadeiras na Câmara e a votação obtida pelos partidos nas eleições anteriores. O PL terá a maior parcela, estimada em R$ 881,6 milhões, enquanto o PT terá cerca de R$ 615,3 milhões. A ministra terá até 30 dias para devolver o processo ao plenário. A campanha eleitoral começa oficialmente no próximo domingo (16).
Conselho de Ética aprova continuidade de processo contra Erika Hilton
Conselho de Ética aprova continuidade de processo contra Erika Hilton
Por 10 votos a 5, colegiado admite representação por suposta quebra de decoro; deputada terá prazo para apresentar defesa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou, por 10 votos a 5, a admissibilidade do processo disciplinar contra a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP). A representação, apresentada pelo partido Missão, acusa a parlamentar de quebra de decoro decorrente de publicações feitas em suas redes sociais após assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
- O parecer favorável ao prosseguimento da ação foi relatado pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB). A defesa de Erika Hilton tentou afastar o relator sob alegação de falta de imparcialidade, pedido que foi rejeitado pela presidência do colegiado. Com a decisão, o processo entra na fase de instrução para coleta de provas e depoimentos, podendo resultar em sanções que vão de advertência à perda de mandato.
Foto: Reprodução
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (11), o parecer que autoriza a continuidade do processo disciplinar contra a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP). A admissibilidade da representação foi aprovada por 10 votos a 5. Com a decisão, o processo seguirá sua tramitação no colegiado. A parlamentar será notificada para apresentar defesa, indicar testemunhas e acompanhar as próximas etapas do procedimento, que poderá resultar no arquivamento da ação ou na aplicação de sanções previstas no Regimento Interno da Câmara, incluindo a perda do mandato, cuja decisão final cabe ao plenário da Casa. A representação foi protocolada pelo partido Missão, em março deste ano, e questiona declarações feitas por Erika Hilton nas redes sociais após sua eleição para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Segundo o partido, as publicações configurariam quebra de decoro parlamentar. Entre as manifestações citadas está uma mensagem publicada na rede social X, em que a deputada respondeu às críticas recebidas após assumir o comando da comissão. O parecer favorável à continuidade da ação foi apresentado pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), relator do caso e líder da oposição na Câmara. Durante a análise, ele afirmou que seu voto tratava apenas da admissibilidade da representação, ressaltando que a decisão sobre eventual punição caberá ao Conselho de Ética ao fim da instrução do processo. Erika Hilton não participou da reunião desta terça-feira. Em manifestação apresentada anteriormente ao Conselho, a deputada pediu o afastamento do relator sob a alegação de falta de imparcialidade. O pedido, no entanto, foi rejeitado pelo presidente do colegiado, deputado Fábio Schiochet (União-SC). Na defesa, a parlamentar argumentou que Cabo Gilberto é autor de um projeto de lei que prevê que a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher seja exercida exclusivamente por deputadas do sexo feminino, o que, segundo ela, comprometeria sua isenção para relatar o caso. Com a aprovação da admissibilidade, o Conselho de Ética iniciará a fase de instrução, na qual serão analisadas as provas e os argumentos apresentados pelas partes antes da elaboração do parecer final.
Hugo Motta declara apoio a Lula nas eleições de 2026
Hugo Motta declara apoio a Lula nas eleições de 2026
Presidente da Câmara afirmou que ele e o Republicanos da Paraíba pretendem apoiar a candidatura de Lula à reeleição.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou oficialmente seu apoio à candidatura de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o pleito de 2026. A decisão acompanha o posicionamento do diretório do Republicanos na Paraíba, que se beneficiou da resolução da convenção nacional da sigla de manter neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto, liberando seus membros e diretórios estaduais para definirem suas próprias alianças.
- Além de mitigar as tensões recentes entre o comando da Câmara e o Palácio do Planalto, o movimento de Motta busca consolidar palanques regionais na Paraíba, estado onde Lula obteve expressiva votação em 2022. O parlamentar trabalha na articulação para viabilizar a candidatura de seu pai, Nabor Wanderley, ao Senado Federal, em uma chapa que deve contar com o apoio do ex-governador João Azevêdo e do próprio presidente da República.
Foto: Reprodução
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (10) que pretende apoiar a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição em 2026. Segundo Motta, o posicionamento também será seguido pelo Republicanos na Paraíba. A declaração ocorre poucos dias depois de o Republicanos decidir, em convenção nacional, manter posição de neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto. Com a decisão, os diretórios estaduais e os integrantes da legenda ficaram livres para apoiar o candidato de sua preferência. Motta afirmou que aguardava a definição nacional da sigla antes de tornar público seu posicionamento. Segundo ele, a tendência do partido na Paraíba já era de apoiar Lula. “O Republicanos, em nível nacional, declarou a posição de neutralidade, liberando os diretórios estaduais e seus membros para apoiar quem entender ser a melhor candidatura para o país”, afirmou o deputado. O presidente da Câmara disse ainda que o grupo político que lidera no estado deverá formalizar o apoio ao petista. “A nossa posição está sendo aqui revelada em primeira mão, de apoio ao presidente Lula em seu projeto de reeleição”, declarou. A manifestação ocorreu durante a posse da advogada Giovanna Mayer como desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Na política estadual, Motta também trabalha para viabilizar a candidatura de seu pai, Nabor Wanderley, prefeito de Patos, ao Senado. A articulação envolve uma possível chapa com o ex-governador João Azevêdo (PSB) e busca contar com o apoio de Lula. A aproximação entre Motta e o grupo do presidente ocorre depois de um período de tensão entre o comando da Câmara e o governo federal durante votações no Congresso. O deputado paraibano foi um dos principais defensores da neutralidade do Republicanos na eleição presidencial. A decisão nacional da legenda foi confirmada na última terça-feira (4). Segundo o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP), 17 diretórios estaduais defenderam a neutralidade, enquanto nove optaram por uma aliança nacional com o PL. Apenas um diretório declarou preferência pelo apoio a Lula. Na Paraíba, Lula obteve 66,6% dos votos no segundo turno da eleição presidencial de 2022, contra 33,4% do então presidente Jair Bolsonaro (PL).
Manifestações pedem aprovação do PL da Misoginia e combate à violência contra mulheres
Mobilização aconteceu em diversas cidades brasileiras para defender a aprovação de projeto que cria punições específicas para crimes motivados por ódio e discriminação contra mulheres.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Manifestações do movimento Levante Mulheres Vivas ocorreram em diversas cidades brasileiras para pressionar a Câmara dos Deputados a votar o Projeto de Lei (PL) 896/2023, conhecido como PL da Misoginia. Já aprovada pelo Senado, a proposta altera a legislação nacional para incluir a misoginia entre os crimes de discriminação e preconceito, prevendo pena de dois a cinco anos de reclusão para quem praticar, incitar violência ou ofender a dignidade das mulheres em razão de sua condição de gênero.
- O movimento, que realizou atos em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, foca no combate ao aumento da violência de gênero e dos discursos de ódio, especialmente no ambiente virtual. Apoiadores defendem que a nova lei ajudará a enfrentar crimes digitais, como o compartilhamento de conteúdos que incitam violência sexual e a produção de imagens falsas de nudez, esperando sensibilizar os parlamentares para a votação do projeto após a retomada das sessões em agosto.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Cidades de todas as regiões do país receberam neste domingo (3) mobilizações do Levante Mulheres Vivas, movimento que cobra da Câmara dos Deputados a votação do Projeto de Lei (PL) 896/2023, conhecido como PL da Misoginia. A proposta já foi aprovada pelo Senado e aguarda inclusão na pauta do plenário da Câmara. O projeto altera a Lei nº 7.716/1989 para incluir a misoginia entre os crimes de discriminação e preconceito. A proposta prevê pena de dois a cinco anos de prisão para quem praticar, incentivar ou incitar violência, restringir direitos ou ofender a dignidade de mulheres em razão de sua condição. O texto também amplia a proteção legal ao incluir a condição de mulher entre as hipóteses de injúria discriminatória. Segundo a cofundadora do movimento, Rachel Ripani, a mobilização reuniu mulheres, homens e representantes da sociedade civil preocupados com o aumento da violência de gênero e da disseminação de discursos de ódio contra mulheres nas redes sociais. Ela afirma que o objetivo da proposta é combater práticas criminosas, sem restringir a liberdade de opinião ou de expressão. Os organizadores também defendem que a nova legislação ajude a enfrentar crimes praticados no ambiente digital, como a divulgação de conteúdos que incentivem violência sexual, a produção de imagens falsas de nudez e outras formas de violência virtual contra mulheres e adolescentes. As manifestações ocorreram em cidades como Salvador, Juazeiro, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e João Pessoa. O movimento espera sensibilizar os deputados para que o projeto seja votado após a retomada das sessões deliberativas da Câmara, prevista para agosto. Segundo os organizadores, a aprovação da proposta é considerada uma medida importante para fortalecer o combate à violência e ao discurso de ódio contra as mulheres no Brasil.
Projeto de lei prevê proteção extra para idosos contra golpes bancários
Projeto de lei prevê proteção extra para idosos contra golpes bancários
Proposta permite que clientes com 60 anos ou mais indiquem uma pessoa de confiança para validar transações financeiras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um novo projeto de lei na Câmara dos Deputados buscou fortalecer a segurança financeira dos idosos ao criar sistemas de autenticação em duas etapas para transações bancárias e autorização de alguém de confiança para garantir a autenticidade das mesmas, e essa é uma ação que visa reduzir as consequências de golpes.
- O projeto visa atender às necessidades da população idosa, facilitar o acesso aos recursos financeiros da pessoa de confiança aprovada, reduzindo a exposição de fraudes e golpes.
- A adesão ao sistema é facultativa, cabendo ao próprio cliente decidir se deseja utilizar o recurso, e para o projeto entrar em vigor ele precisará ser aprovado pelos deputados e senadores.
- O deputado Lucas Abrahao, da Rede, é quem apresentou a proposta, destacando a necessidade de reforçar a segurança dessas pessoas contra golpes.
Foto: Reprodução | Pixabay
Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados pretende reforçar a segurança de idosos contra golpes bancários ao criar um sistema de autenticação em duas etapas para clientes com 60 anos ou mais. A proposta prevê que bancos e instituições financeiras ofereçam, gratuitamente, uma ferramenta que permita ao idoso indicar uma pessoa de confiança para confirmar determinadas transações antes da conclusão da operação. A adesão ao sistema será facultativa, cabendo ao próprio cliente decidir se deseja utilizar o recurso. Pelo texto, a pessoa indicada poderá apenas autorizar ou rejeitar as movimentações financeiras, sem acesso ao saldo, extratos ou qualquer outra informação da conta. Segundo o autor da proposta, deputado Lucas Abrahao (Rede-AP), a medida busca reduzir os prejuízos causados por fraudes e golpes, que atingem com maior frequência a população idosa. O projeto ainda será analisado por comissões da Câmara e, para entrar em vigor, precisará ser aprovado pelos deputados e senadores.
Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Texto prevê ensino transversal nos ensinos fundamental e médio e amplia conteúdo para previdência, tributos e seguros
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado aprovou projeto de lei que inclui educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. A educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica.
- A medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos, além de prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros.
Foto: Freepik | Reprodução
O Senado aprovou, nesta quarta-feira (15), o projeto de lei que inclui a educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. Como o texto recebeu alterações durante a tramitação, a proposta retorna à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De autoria da deputada federal Any Ortiz (Cidadania-RS), o projeto estabelece que a educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica. A relatora da proposta no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que a medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos. "Esse desenvolvimento integral exige, de forma cada vez mais evidente, a compreensão da realidade econômica e a capacidade de tomada de decisões sobre consumo consciente, inclusive como instrumento de prevenção ao endividamento futuro", disse. Segundo a senadora, o modelo transversal permite que o tema seja abordado em diferentes áreas do conhecimento, sem aumentar a carga horária das escolas. "[Com o ensino transversal] preserva-se a flexibilidade necessária à organização curricular dos estabelecimentos de ensino e evita-se a sobrecarga da matriz curricular, ao mesmo tempo em que se assegura a permeabilidade do tema às diversas áreas do conhecimento", completou. Durante a votação, Teresa Leitão também apresentou uma emenda, aprovada pelos senadores, para ampliar o conteúdo da educação financeira. Além de finanças pessoais, o texto passa a prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros. "Ao se estender a abordagem para além da dimensão estritamente financeira, alcançando as dimensões fiscal, previdenciária e securitária, amplia-se a capacidade do cidadão de compreender seus direitos e deveres perante o Estado e o mercado, de entender as forças e interesses que operam nessas dimensões e de planejar conscientemente o seu futuro", afirmou a relatora.
Congresso entra em recesso sem votar fim da escala 6x1
Congresso entra em recesso sem votar fim da escala 6x1
Proposta que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas continua parada no Senado; Congresso também analisa projetos sobre misoginia, frete e proteção aos animais antes do recesso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Congresso Nacional pode adiante sua análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas. A PEC foi aprovada pela Câmara, mas continua parada no Senado e não será votada antes do recesso parlamentar. Além disso, deputados e senadores buscam votar outras propostas consideradas prioritárias, como a proposta de criminalizar a misoginia e a Medida Provisória que altera as regras da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.
- O Congresso também discutirá a possibilidade de liberar recursos para subsidiar o preço do diesel e para ações emergenciais em municípios de Minas Gerais afetados pelas fortes chuvas.
Foto: Leonardo Sá | Agência Senado
O Congresso Nacional deve iniciar o recesso parlamentar neste sábado (18) sem concluir a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, mas continua parada no Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), ainda não encaminhou o texto para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o que inviabiliza a votação antes do recesso e adia a discussão para o segundo semestre. Além da PEC, deputados e senadores tentam avançar na votação de outras propostas consideradas prioritárias nesta última semana de atividades legislativas. Na Câmara, uma das principais pautas é o projeto que criminaliza a misoginia, equiparando o crime à prática do racismo. A proposta já foi aprovada por unanimidade no Senado e aguarda votação pelos deputados. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defende a construção de um texto de consenso antes da votação em plenário. Outra matéria que pode perder a validade é a Medida Provisória que altera as regras da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. O texto prevê o fortalecimento da fiscalização do piso mínimo do frete e estabelece multas para empresas que descumprirem a legislação. A proposta também recebeu alterações na Câmara, incluindo anistia para multas relacionadas às manifestações de caminhoneiros de 2022. A pauta da Câmara ainda inclui projetos que autorizam o uso de câmeras com reconhecimento facial em estações ferroviárias e rodoviárias e outro que prevê a cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de pessoas condenadas por abandonar animais. No Senado, também está prevista a análise de medidas provisórias que liberam recursos para subsidiar o preço do diesel e para ações emergenciais em municípios de Minas Gerais afetados pelas fortes chuvas.
Flávio Dino determina bloqueio de R$ 6,1 milhões de Eduardo Cunha
Flávio Dino determina bloqueio de R$ 6,1 milhões de Eduardo Cunha
Decisão do ministro Flávio Dino também suspende a execução de emendas parlamentares investigadas e determina envio de documentos pela Câmara dos Deputados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou o bloqueio de R$ 6,1 milhões em bens do ex-deputado federal Eduardo Cunha. A decisão judicial decorre das investigações da Operação Transparência, conduzida pela Polícia Federal, que apura o direcionamento irregular de emendas parlamentares da Comissão de Saúde. Segundo os investigadores, mesmo sem mandato desde 2016, o ex-parlamentar teria atuado diretamente no remanejamento de pelo menos 29 emendas voltadas para municípios de Minas Gerais.
- Além do congelamento de bens, a medida determina a suspensão imediata de todos os pagamentos e despesas relacionadas às emendas sob suspeita, sob o entendimento de que a falta de rastreabilidade dos recursos fere princípios constitucionais e pode configurar peculato-desvio. A Câmara dos Deputados foi intimada a enviar a documentação correspondente no prazo de dez dias, enquanto o caso segue sob a supervisão do STF e sem manifestação por parte da defesa de Eduardo Cunha até o momento.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou o bloqueio de R$ 6,1 milhões em bens do ex-deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-MG). A decisão, assinada na segunda-feira (6) e divulgada neste domingo (12), faz parte dos desdobramentos da Operação Transparência, que investiga um suposto esquema de direcionamento irregular de emendas parlamentares. Segundo a investigação da Polícia Federal, Eduardo Cunha teria influenciado a destinação de recursos públicos mesmo sem exercer mandato parlamentar desde 2016. Os investigadores apontam que o ex-presidente da Câmara atuava como um "vetor relevante" na definição e no remanejamento de emendas da Comissão de Saúde. De acordo com a PF, mensagens analisadas durante a investigação indicam que Cunha coordenou diretamente a destinação de pelo menos 29 emendas parlamentares, que somam aproximadamente R$ 6,15 milhões, destinadas a municípios de Minas Gerais, estado onde o ex-deputado pretende disputar uma vaga na Câmara nas próximas eleições. A decisão também determina a suspensão da execução de todas as despesas públicas relacionadas às emendas sob investigação, independentemente de estarem nas fases de empenho, liquidação ou pagamento. Além disso, a Câmara dos Deputados foi intimada a encaminhar, no prazo de dez dias, toda a documentação referente à tramitação das emendas citadas no inquérito. Na decisão, Flávio Dino afirmou que a falta de transparência e rastreabilidade na destinação de recursos públicos compromete os princípios constitucionais da administração pública e destacou que a conduta investigada pode, em tese, configurar o crime de peculato-desvio. A defesa de Eduardo Cunha foi procurada por veículos de imprensa, mas, até a publicação da reportagem, não havia se manifestado sobre a decisão judicial. O caso segue sob investigação da Polícia Federal e supervisão do STF.
Deputados aprovam crédito de R$ 10 bilhões para o diesel
Deputados aprovam crédito de R$ 10 bilhões para o diesel
Recursos serão destinados à ANP para reduzir os impactos da alta internacional dos combustíveis provocada pelos conflitos no Oriente Médio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1.344/2026, que abre um crédito extraordinário de R$ 10 bilhões no Orçamento da União para subsidiar o óleo diesel no mercado nacional. A matéria, que segue para análise do Senado Federal, prevê a utilização do superávit financeiro de 2025 para custear o benefício até o final de 2026, visando conter os reflexos da alta internacional do petróleo provocada por tensões no Oriente Médio.
- Operacionalizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o programa concede ressarcimento de R$ 0,32 por litro de diesel a produtores e importadores parceiros. Com a iniciativa, o governo federal busca estabilizar os custos de frete e transporte coletivo, garantindo o abastecimento do país e mitigando pressões inflacionárias.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória (MP) 1.344/2026, que abre um crédito extraordinário de R$ 10 bilhões no Orçamento da União para financiar o subsídio ao óleo diesel. O texto segue agora para análise do Senado Federal. A proposta foi aprovada sem alterações e prevê a utilização de recursos provenientes do superávit financeiro de 2025 para custear o benefício até 31 de dezembro de 2026. Os valores serão repassados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), responsável por operacionalizar os pagamentos aos produtores e importadores de diesel que aderirem ao programa, conforme as regras estabelecidas pelas Medidas Provisórias 1.340/2026 e 1.349/2026. O objetivo da iniciativa é reduzir os impactos da alta internacional do petróleo sobre o preço do diesel no Brasil. O aumento das cotações foi impulsionado pela escalada dos conflitos no Oriente Médio, especialmente após o agravamento das tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O primeiro subsídio ao diesel foi instituído em março deste ano pela MP 1.340/2026. Com a intensificação do cenário internacional, o governo federal editou, em abril, a MP 1.349/2026, ampliando o programa por meio do Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis. Desde 12 de março, produtores e importadores que aderiram ao programa passaram a receber um ressarcimento de R$ 0,32 por litro de diesel importado ou produzido no país. O benefício permanecerá em vigor até que os recursos de R$ 10 bilhões sejam totalmente utilizados ou até 31 de dezembro de 2026, o que ocorrer primeiro. Segundo o governo, a medida busca garantir o abastecimento nacional e reduzir os efeitos da volatilidade do mercado internacional sobre os custos do transporte de cargas e de passageiros, evitando impactos ainda maiores na inflação e na economia brasileira.
Senado aprova projeto que amplia divulgação do Ligue 180 em todo o país
Senado aprova projeto que amplia divulgação do Ligue 180 em todo o país
Texto prevê campanhas em meios de comunicação, escolas, hospitais, órgãos públicos e transporte coletivo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O plenário do Senado Federal aprovou o projeto de lei que amplia a divulgação do Ligue 180, canal telefônico voltado para o recebimento de denúncias de violência contra a mulher. Como o texto já passou pela Câmara dos Deputados, a proposta segue agora para a sanção do presidente da República, consolidando um passo importante para o fortalecimento da rede de proteção às mulheres no país.
- A nova medida estabelece que o Governo Federal deve promover campanhas informativas em meios de comunicação de massa e fixar peças de divulgação em locais públicos e privados de grande circulação, como escolas, hospitais e transportes coletivos. A relatora do projeto, senadora Mara Gabrilli, ressaltou que a iniciativa ampliará o conhecimento do serviço pelas vítimas, facilitando o acesso a um mecanismo seguro de denúncia e acolhimento.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (8), o projeto de lei que amplia a divulgação do Ligue 180, serviço telefônico destinado ao recebimento de denúncias de violência contra a mulher. Como o texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, a proposta segue agora para sanção do presidente da República. Pelo projeto, o Governo Federal deverá promover campanhas de divulgação do canal em meios de comunicação de massa e em locais públicos e privados com grande circulação de pessoas. A medida prevê que o Ligue 180 seja divulgado em escolas, hospitais, órgãos públicos, casas de espetáculos, espaços de lazer, estabelecimentos privados e também em meios de transporte coletivo, com o objetivo de ampliar o acesso da população ao serviço. Relatora da proposta no Senado, a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) destacou que a iniciativa pode fortalecer as políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher. Segundo a parlamentar, ampliar a divulgação do canal permitirá que mais vítimas conheçam o serviço e tenham acesso a um mecanismo seguro para denunciar casos de violência e buscar orientação. O Ligue 180 funciona como um canal nacional de atendimento, orientação e encaminhamento de denúncias relacionadas à violência contra a mulher, contribuindo para o acionamento da rede de proteção e das autoridades competentes.
Hugo Motta cria comissão para discutir redução da maioridade
Hugo Motta cria comissão para discutir redução da maioridade
Proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos terá análise de uma comissão especial antes de seguir para votação no plenário da Câmara dos Deputados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou a criação de uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. Embora a instalação do colegiado não fosse obrigatória nesta etapa, a decisão faz com que o texto avance na tramitação da Casa, apesar de o presidente já ter sinalizado que a análise não deve ser concluída antes das eleições de outubro.
- A proposta, que altera o artigo 228 da Constituição Federal para permitir que jovens de 16 anos respondam criminalmente como adultos, já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Com a nova comissão, os partidos deverão indicar representantes para a análise de emendas e votação do parecer do relator, antes de a matéria seguir para o plenário da Câmara, reacendendo um debate histórico que divide opiniões no país.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou nesta segunda-feira (6) a criação de uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Com a decisão, o texto avança mais uma etapa na tramitação da Câmara. A instalação do colegiado não era obrigatória neste momento, mas Hugo Motta optou por dar continuidade ao debate. Apesar disso, o presidente da Casa já sinalizou que a intenção não é concluir a análise da proposta antes das eleições de outubro. A PEC já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que considerou o texto constitucional e autorizou o prosseguimento da tramitação legislativa. A proposta altera o artigo 228 da Constituição Federal para tornar penalmente imputáveis os adolescentes a partir de 16 anos, permitindo que respondam criminalmente como adultos. O tema chegou a integrar a PEC da Segurança Pública discutida no início deste ano, mas foi retirado do texto pelo relator, deputadi Mendonça Filho, após pedido de Hugo Motta. Na ocasião, parlamentares da base governista defenderam que a discussão sobre maioridade penal ocorresse separadamente. Com a criação da comissão especial, os partidos deverão indicar seus representantes para o colegiado. Após a instalação, haverá prazo para apresentação de emendas ao texto. Em seguida, o relator apresentará um parecer, que poderá ser votado pela comissão antes de seguir para análise do plenário da Câmara dos Deputados. A redução da maioridade penal é um dos temas mais debatidos do Congresso Nacional e costuma dividir opiniões entre parlamentares, juristas e especialistas em segurança pública e direitos da criança e do adolescente.
Deputados baianos gastam R$ 206 mil com viagens ao exterior
Deputados baianos gastam R$ 206 mil com viagens ao exterior
Levantamento aponta despesas com passagens e diárias para missões oficiais em oito países.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os deputados federais da Bahia gastaram mais de R$ 206 mil em recursos da Câmara dos Deputados para custear viagens oficiais ao exterior em 2026. O levantamento aponta que o deputado Cláudio Cajado liderou as despesas, acumulando R$ 52,9 mil em duas missões internacionais, com destaque para a participação na 152ª Assembleia da União Interparlamentar na Turquia e em uma agenda da ONU em Nova York.
- Outros parlamentares baianos também registraram gastos significativos, como Leo Prates, Rogéria Santos e Valmir Assunção, com despesas que variaram de R$ 25,1 mil a R$ 26,2 mil em destinos como Portugal, Inglaterra e Cuba. O levantamento ainda revela casos de deputados que receberam apenas diárias, sem reembolso de passagens, para integrar a comitiva presidencial em viagens à Ásia.
Cláudio Cajado teve o maior gasto entre os parlamentares baianos. Foto: reprodução
Os deputados federais da Bahia já utilizaram mais de R$ 206 mil em recursos da Câmara dos Deputados para custear viagens oficiais ao exterior em 2026. O levantamento, baseado em atos autorizativos da Casa, considera despesas com passagens aéreas e diárias destinadas à participação em eventos, missões parlamentares e agendas institucionais em diferentes países. Entre os parlamentares baianos, o maior gasto foi registrado pelo deputado Cláudio Cajado, que realizou duas viagens internacionais e acumulou R$ 52,9 mil em despesas. A missão mais onerosa ocorreu durante a participação na 152ª Assembleia da União Interparlamentar, na Turquia, com custo de R$ 34,8 mil entre passagens e diárias. Antes disso, o parlamentar esteve em Nova York, nos Estados Unidos, para a Audiência Parlamentar Anual da União Interparlamentar na ONU. Na sequência aparecem Leo Prates, com R$ 26,2 mil gastos em viagem ao Fórum de Lisboa, em Portugal, Rogéria Santos, com R$ 25,2 mil para participação em evento sobre direitos humanos em Londres, e Valmir Assunção, que utilizou R$ 25,1 mil em missão oficial a Havana, em Cuba. O levantamento também mostra que alguns deputados receberam apenas diárias, sem solicitar reembolso das passagens aéreas. É o caso de Jorge Solla e Zé Neto, que integraram a comitiva oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagens à Índia e à Coreia do Sul. Também figuram na relação João Bacelar, com R$ 18,6 mil em viagem aos Estados Unidos, Márcio Marinho, com R$ 11,5 mil em missão à Itália, e Paulo Azi, que recebeu R$ 8,1 mil em diárias para participação em agenda oficial em Nova York.
MEI poderá faturar até R$ 110 mil por ano, prevê projeto
MEI poderá faturar até R$ 110 mil por ano, prevê projeto
Novo teto poderá chegar a R$ 140 mil em 2028.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou à Câmara dos Deputados um projeto de lei complementar que propõe um aumento significativo no limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI). A iniciativa visa elevar o teto dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e, posteriormente, para R$ 140 mil em 2028. Além do reajuste financeiro, a proposta também permite que o MEI contrate até dois funcionários, em vez de um, ampliando a capacidade de expansão dos pequenos negócios.
- Essa medida atende a uma antiga reivindicação de entidades representativas dos pequenos empreendedores e busca corrigir a defasagem do limite atual, que não é reajustado desde 2018 e não considera a inflação acumulada. O Ministério do Empreendedorismo justifica que muitos empreendedores são forçados a sair do regime simplificado ao ultrapassar o limite, mesmo sem um crescimento substancial de suas atividades. O projeto ainda passará por análise em comissões da Câmara e do Senado antes de seguir para sanção presidencial.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou à Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (29), um projeto de lei complementar que aumenta o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI). A proposta prevê que o teto passe dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e chegue a R$ 140 mil em 2028. Além do reajuste no limite de receita bruta anual, o projeto também amplia de um para dois o número máximo de funcionários que poderão ser contratados por um microempreendedor individual. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a proposta será encaminhada para a comissão especial que já analisa projetos relacionados ao tema. Nas redes sociais, ele afirmou que o envio do texto faz parte de um acordo firmado durante as negociações para a aprovação da proposta que trata do fim da escala de trabalho 6x1. A atualização do teto do MEI é uma reivindicação antiga de entidades que representam os pequenos empreendedores. Atualmente, o limite de faturamento está em vigor desde 2018, sem reajustes. De acordo com o Ministério do Empreendedorismo, a proposta busca corrigir essa defasagem, considerando a inflação acumulada e o crescimento natural da receita dos pequenos negócios. Segundo a pasta, muitos empreendedores acabam ultrapassando o limite atual e precisam deixar o regime simplificado, mesmo sem um aumento significativo da atividade. O projeto ainda será analisado pelas comissões da Câmara e do Senado antes de seguir para sanção presidencial, caso seja aprovado.
Conversas obtidas pela PF mostram Hugo Motta tratando de crédito com Daniel Vorcaro
Deputado também confirmou viagem a Portugal em aeronave de ex-banqueiro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, está sob investigação após mensagens obtidas pela Polícia Federal revelarem seu suposto envolvimento na liberação de um financiamento de R$ 22 milhões do Banco Master para uma empresa ligada à sua família. As conversas, divulgadas por veículos de imprensa, indicam que Motta teria solicitado apoio do empresário Daniel Vorcaro para viabilizar a operação de crédito destinada à companhia da sua cunhada, Bianca Medeiros, em março de 2024. Questionado, o parlamentar limitou-se a afirmar que a operação ocorreu dentro da legalidade.
- O caso se aprofundou após Motta admitir ter viajado a Portugal em uma aeronave de Daniel Vorcaro e ter tido parte de sua hospedagem em Lisboa custeada pelo empresário, supostamente a convite do senador Ciro Nogueira. No entanto, o relatório da Polícia Federal aponta divergências sobre o período pago por Vorcaro, que atualmente está preso em Brasília. As informações fazem parte da Operação Compliance Zero, que investiga irregularidades financeiras relacionadas ao Banco Master, com documentos tornados públicos após decisão do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O nome do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, aparece em mensagens obtidas pela Polícia Federal que tratam da liberação de um financiamento para uma empresa ligada à família de sua esposa. As conversas, reveladas pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmadas pelo g1, indicam que o parlamentar teria solicitado ao empresário Daniel Vorcaro apoio para viabilizar uma operação de crédito destinada à empresa de Bianca Medeiros, irmã de sua esposa, Luana Motta. De acordo com a investigação, os diálogos mencionam a liberação de pelo menos R$ 22 milhões por meio do Banco Master para a companhia da cunhada do deputado, em março de 2024. Questionado sobre o episódio, Hugo Motta não respondeu se atuou diretamente para viabilizar o empréstimo, limitando-se a afirmar que a operação financeira ocorreu dentro da legalidade. O caso ganhou novos desdobramentos após o parlamentar admitir, nesta quarta-feira (17), que participou de uma viagem a Portugal em uma aeronave de Daniel Vorcaro. Segundo Motta, o convite partiu do senador Ciro Nogueira. O presidente da Câmara também reconheceu que o então banqueiro custeou parte de sua hospedagem em Lisboa durante a viagem realizada em 2024. Segundo Motta, Vorcaro teria pago apenas duas diárias no hotel onde ficou hospedado. No entanto, informações reunidas pela Polícia Federal apontam divergências. O relatório da corporação indica que o ex-banqueiro arcou com cinco noites de hospedagem, enquanto documentos analisados pelos investigadores registram uma cobrança referente a sete dias de estadia. Os dados fazem parte do material tornado público após decisão do Supremo Tribunal Federal que retirou o sigilo de documentos encaminhados pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero. A investigação apura suspeitas de irregularidades financeiras relacionadas ao Banco Master. Atualmente, Daniel Vorcaro está preso em Brasília. Entre os elementos analisados pelos investigadores estão mensagens atribuídas ao ex-banqueiro, nas quais ele menciona a necessidade de reservar dois quartos em Lisboa para "Ciro e Hugo", em referência ao senador Ciro Nogueira e ao presidente da Câmara.
Apoio de Lula a senador pode gerar multa eleitoral de R$ 5 mil
Apoio de Lula a senador pode gerar multa eleitoral de R$ 5 mil
Presidente declarou apoio à reeleição de Veneziano Vital do Rêgo antes do período permitido pela legislação eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um vídeo do presidente Lula pode levar a uma investigação por propaganda eleitoral antecipada. Lula manifestou apoio à reeleição do senador Veneziano Vital do Rêgo, o que pode ser visto como um pedido explícito de voto fora do período autorizado pela legislação eleitoral. A infração prevê multa entre R$ 5 mil e R$ 25 mil.
- A declaração de Lula gerou repercussão política na Paraíba e pode afetar os planos do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que articulava o respaldo do governo à pré-candidatura de seu pai, Nabor Wanderley, ao Senado.
Foto: Reprodução
Um vídeo em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifesta apoio à reeleição do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) pode levar o petista a responder por propaganda eleitoral antecipada. Na gravação, divulgada nesta semana, Lula afirma que é preciso "reconduzir" Veneziano ao Senado e diz que a permanência do parlamentar no cargo lhe daria mais tranquilidade para governar caso seja reeleito em 2026. Para advogados ouvidos pela imprensa, a declaração pode ser interpretada como pedido explícito de voto fora do período autorizado pela legislação eleitoral. A infração prevê multa que varia entre R$ 5 mil e R$ 25 mil. Especialistas avaliam, porém, que uma eventual punição dependeria da apresentação de uma representação à Justiça Eleitoral. Caso haja condenação, a tendência seria a aplicação da penalidade mínima, por se tratar da primeira ocorrência atribuída ao presidente neste ciclo eleitoral. A manifestação também gerou repercussão política na Paraíba. O apoio público de Lula contraria os planos do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que articulava o respaldo do governo à pré-candidatura de seu pai, Nabor Wanderley (Republicanos), ao Senado. Após a divulgação do vídeo, Veneziano Vital do Rêgo minimizou a polêmica e afirmou que a declaração apenas reforça uma aliança política já conhecida. Segundo ele, a relação de confiança com Luiz Inácio Lula da Silva nunca esteve em dúvida. O senador também destacou sua atuação em apoio às pautas do governo federal no Congresso Nacional.
Governo retira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1
Governo retira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1
Decisão atende pedido de Hugo Motta e destrava votações de propostas como ampliação do teto do MEI e regulamentação da inteligência artificial
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal retirou o regime de urgência constitucional do projeto que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1, atendendo a um pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. A medida, comunicada nesta terça-feira, destrava a pauta da Câmara, que estava bloqueada pela regra constitucional que exige a análise de projetos urgentes em até 45 dias, impedindo o avanço de outras matérias em caso de descumprimento do prazo.
- A decisão foi anunciada pelo ministro José Guimarães, com autorização do presidente Lula, e põe fim a um impasse político. O governo, que inicialmente mantinha a urgência para pressionar o Senado, agora espera que a liberação da pauta permita a votação de propostas prioritárias, como a atualização do teto do MEI e a regulamentação da inteligência artificial. Além disso, o ministro citou a preocupação com as chamadas "pautas-bomba", que podem gerar um impacto de mais de R$ 111 bilhões anuais nas contas públicas.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
O governo federal retirou o regime de urgência constitucional do projeto que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. A medida foi comunicada ao Congresso Nacional nesta terça-feira (16) e atende a um pedido feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Com a retirada da urgência, a pauta da Câmara deixa de ficar travada pela proposta. Pela regra constitucional, projetos enviados pelo Executivo com pedido de urgência devem ser analisados em até 45 dias. Caso o prazo seja descumprido, outras matérias ficam impedidas de avançar no plenário. O projeto do governo tramita paralelamente à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o mesmo tema, já aprovada pela Câmara e atualmente em análise no Senado Federal. Pressão entre governo e Congresso - Hugo Motta vinha cobrando publicamente a retirada da urgência, argumentando que a existência de uma PEC em tramitação tornava desnecessária a manutenção do mecanismo. O governo, porém, resistia à medida como forma de pressionar o Senado a avançar na discussão sobre a redução da jornada de trabalho. A estratégia gerou insatisfação entre deputados, sobretudo diante da proximidade do recesso parlamentar e do calendário eleitoral. Parlamentares reclamavam que a pauta da Câmara permanecia bloqueada enquanto outras propostas consideradas prioritárias aguardavam votação. Diante do impasse, Motta chegou a sinalizar que colocaria em votação um projeto de lei com conteúdo semelhante ao aprovado na PEC, prevendo a redução da carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas e a adoção da escala 5x2 como regra. Governo espera avanço de outras propostas - O anúncio da retirada da urgência foi feito pelo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), que afirmou ter recebido autorização do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para formalizar a decisão. Segundo Guimarães, o governo espera que o destravamento da pauta permita a votação de matérias consideradas prioritárias pelo Executivo. Entre elas estão a atualização do teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI), a regulamentação da inteligência artificial e a criminalização da misoginia. Debate sobre pautas-bomba - Durante o anúncio, o ministro também citou a preocupação do governo com propostas classificadas como "pautas-bomba", expressão usada para projetos que aumentam despesas públicas ou reduzem receitas de forma significativa. De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, nove propostas em tramitação no Congresso podem gerar impacto superior a R$ 111 bilhões por ano nas contas públicas. Entre elas estão projetos que ampliam benefícios tributários, elevam repasses a municípios, criam novas despesas previdenciárias e ampliam regimes especiais de renegociação de dívidas. O governo argumenta que a aprovação dessas medidas pode dificultar o equilíbrio fiscal e pressionar o orçamento federal nos próximos anos.
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Equipe econômica estima impacto de R$ 817 bilhões em 13 anos e já prevê veto presidencial caso proposta seja aprovada pela Câmara.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, um projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo Lula no Congresso Nacional. A proposta é considerada uma "pauta-bomba" pela equipe econômica do Ministério da Fazenda, com potencial para gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União nos próximos 13 anos. Com alterações feitas pelos senadores, o texto retornará à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção presidencial.
- Integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula, devido ao receio de que os benefícios comprometam o equilíbrio fiscal e aumentem a pressão orçamentária. O projeto também gera preocupação no sistema financeiro, que alerta para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural, como o incentivo à inadimplência. Caso um eventual veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, o governo não descarta recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional. Considerada uma das principais preocupações da equipe econômica, a proposta é classificada pelo Ministério da Fazenda como uma "pauta-bomba" devido ao potencial impacto nas contas públicas. Segundo estimativas do governo federal, a medida poderá gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União ao longo dos próximos 13 anos. A aprovação ocorreu mesmo após articulações do Palácio do Planalto para barrar o avanço do texto. Como os senadores fizeram alterações na proposta, o projeto precisará retornar à Câmara dos Deputados para uma nova rodada de análise antes de seguir para sanção presidencial. Nos bastidores, integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula caso a matéria seja aprovada em definitivo pelo Congresso. A avaliação é de que os benefícios previstos para a renegociação das dívidas podem comprometer o equilíbrio fiscal e aumentar a pressão sobre o orçamento federal nos próximos anos. Além da resistência do governo, o projeto também gera preocupação no sistema financeiro. Instituições bancárias alertam para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural. O receio é que as condições consideradas mais flexíveis incentivem a inadimplência e provoquem insegurança jurídica nos contratos firmados entre produtores e agentes financeiros. Caso o veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, integrantes do governo não descartam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida. O tema deve seguir no centro do debate político e econômico nas próximas semanas, diante dos impactos que poderá provocar tanto para o agronegócio quanto para as contas públicas do país.
CCJ aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos
CCJ aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos
Texto ainda precisa passar por comissão especial e por duas votações no plenário da Câmara antes de seguir para o Senado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. A decisão, tomada por 44 votos a 18, representa a primeira etapa da tramitação da proposta no Congresso Nacional, com a comissão, presidida pelo deputado Leur Lomanto Júnior (União Brasil), analisando apenas a constitucionalidade da matéria.
- O mérito da proposta será debatido em uma comissão especial antes de seguir para votação no plenário da Câmara. O texto aprovado, sob relatoria do deputado Coronel Assis (PL-MT), focou exclusivamente na responsabilização criminal de adolescentes a partir dos 16 anos, retirando os dispositivos que alteravam a esfera civil. Além disso, a CCJ considerou admissíveis duas PECs apensadas, uma para redução em casos específicos (crimes hediondos) e outra para ampliar a responsabilização criminal para adolescentes entre 12 e 16 anos em situações de violência.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O parecer favorável foi aprovado por 44 votos a 18 e representa a primeira etapa da tramitação da proposta no Congresso Nacional. Presidida pelo deputado baiano Leur Lomanto Júnior (União Brasil), a comissão analisou apenas a constitucionalidade da matéria. O mérito da proposta ainda será debatido em uma comissão especial antes de seguir para votação no plenário da Câmara, onde precisará ser aprovada em dois turnos. Entre os parlamentares da Bahia que votaram a favor da admissibilidade da PEC estão Leur Lomanto Júnior, Arthur Maia, José Rocha e Paulo Azi, todos do União Brasil. Já os deputados Bacelar (PV), Félix Mendonça Júnior (PDT) e Lídice da Mata (PSB) votaram contra o avanço da proposta. O texto original, apresentado pelo ex-deputado Gonzaga Patriota (PE), previa a redução da maioridade civil e penal para 16 anos. Com isso, adolescentes passariam a responder criminalmente como adultos e também teriam acesso a direitos civis, como a possibilidade de celebrar contratos, obter carteira de habilitação e assumir outras responsabilidades legais. No entanto, o relator da matéria, deputado Coronel Assis (PL-MT), retirou os dispositivos relacionados à esfera civil. O parecer aprovado trata exclusivamente da responsabilização criminal de adolescentes a partir dos 16 anos, sem alterar regras sobre capacidade civil. Além da proposta principal, a CCJ também considerou admissíveis duas PECs apensadas ao texto. Uma delas prevê a redução da maioridade penal apenas em casos específicos, como crimes hediondos. A outra amplia a responsabilização criminal para adolescentes entre 12 e 16 anos em determinadas situações envolvendo violência ou crimes contra a vida. Com a aprovação na CCJ, a discussão sobre a redução da maioridade penal ganha novo impulso no Congresso e seguirá para as próximas fases de análise legislativa.
























