Senado aprova PEC que prevê fim da escala 6x1 em dois turnos
Proposta foi aprovada em dois turnos, com 75 votos favoráveis no primeiro; texto prevê redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial.15 Out 2026 / 05h00
Ex-deputado afirmou que permanecerá nos Estados Unidos após condenação a quatro anos e dois meses de prisão; durante evento em Washington, Javier Milei também atacou Lula e declarou apoio a Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Reprodução
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (14), em Washington, que não pretende voltar ao Brasil após ser condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação e voltou a defender a saída do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Eu não vou puxar uma cadeia sendo inocente, não”, declarou a jornalistas durante um jantar em celebração à cultura hispânica nos Estados Unidos, que contou com a presença do presidente argentino, Javier Milei. Na semana passada, Moraes determinou o cumprimento da pena e o cancelamento dos passaportes de Eduardo, condenado por atos praticados nos Estados Unidos para intimidar o Judiciário brasileiro e tentar impedir a análise da trama golpista. Durante o evento, o ex-deputado afirmou que a saída de Moraes do STF seria necessária para um eventual governo de seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para o dia 25. “Primeiro a gente vai ter que expurgar esse câncer chamado Alexandre de Moraes da Suprema Corte”, disse. Eduardo também declarou confiança na candidatura do irmão, mas reconheceu que a disputa eleitoral não está decidida. Segundo ele, as pesquisas “podem dar um norte, mas não são tudo”. O ex-deputado afirmou ainda que pretende conversar com Milei sobre a relação entre Brasil e Argentina caso Flávio vença a eleição. O presidente argentino, por sua vez, atacou Lula durante o evento e o chamou de “ditador comunista”, além de manifestar apoio à candidatura de Flávio e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Eduardo. Os discursos ocorreram em meio à discussão sobre a relação entre setores da direita e o STF e à possibilidade de parlamentares defenderem processos de impeachment contra ministros da Corte. Eduardo também negou ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que declarasse apoio à candidatura de Flávio. Ele defendeu uma aproximação entre governos de direita da América Latina e os Estados Unidos e afirmou que uma eventual vitória do irmão poderia ampliar a cooperação regional.
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