STF pode julgar Eduardo Bolsonaro por coação em breve
STF pode julgar Eduardo Bolsonaro por coação em breve
Ministro Alexandre de Moraes encaminhou o processo para julgamento após a Procuradoria-Geral da República apresentar as alegações finais e defender a condenação do ex-deputado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O processo envolvendo o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ganhou um novo impulso, com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando a inclusão do caso na pauta de julgamentos da Primeira Turma da Corte. A medida foi tomada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) concluir sua manifestação final, defendendo a condenação do ex-parlamentar pelo crime de coação. A acusação sustenta que Eduardo Bolsonaro teria atuado dos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras, interferindo nas investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado que culminaram na condenação de Jair Bolsonaro.
- Este avanço ocorre em meio a um cenário de crescente tensão política, com parlamentares governistas defendendo o aprofundamento das investigações sobre possíveis articulações internacionais. O deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) protocolou um pedido para incluir o senador Flávio Bolsonaro no inquérito, citando encontros internacionais. Enquanto governistas buscam ampliar as apurações, a oposição rechaça irregularidades nas agendas externas, aguardando os próximos desdobramentos do julgamento no STF.
Foto: Reprodução
O processo que tem como réu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (3), após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitar ao presidente da Primeira Turma da Corte, ministro Flávio Dino, a inclusão do caso na pauta de julgamentos. A medida foi tomada depois que a Procuradoria-Geral da República (PGR) concluiu sua manifestação final no processo e defendeu a condenação do ex-parlamentar pelo crime de coação. Com isso, o caso entra na fase decisiva e poderá ser analisado pelos ministros da Primeira Turma do STF nas próximas semanas. Segundo a acusação, Eduardo Bolsonaro teria atuado para pressionar autoridades brasileiras a partir dos Estados Unidos, em meio às investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado que resultaram na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nas alegações apresentadas ao Supremo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sustenta que o ex-deputado teria adotado uma estratégia contínua para interferir no andamento das investigações e influenciar decisões judiciais. A PGR argumenta que as ações atribuídas a Eduardo Bolsonaro buscavam constranger integrantes do sistema de Justiça e criar obstáculos ao prosseguimento das apurações. O avanço do processo ocorre em meio ao aumento da tensão política envolvendo aliados do ex-presidente. Parlamentares ligados à base governista também passaram a defender o aprofundamento das investigações sobre supostas articulações internacionais relacionadas aos processos que tramitam no Brasil. Na Câmara dos Deputados, o deputado federal Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) protocolou um pedido para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também seja incluído no inquérito. O requerimento cita encontros recentes do parlamentar com autoridades norte-americanas e questiona possíveis relações entre essas articulações e pressões externas envolvendo o cenário político brasileiro. Enquanto governistas defendem a ampliação das apurações, integrantes da oposição afirmam que não houve irregularidades nas agendas internacionais realizadas pelos parlamentares. O caso segue sob análise do Supremo Tribunal Federal e poderá ter novos desdobramentos após o julgamento pela Primeira Turma da Corte.
Eduardo Bolsonaro declara apoio a ACM Neto: " vambora tirar o PT daí"
Eduardo Bolsonaro declara apoio a ACM Neto: " vambora tirar o PT daí"
Ex-deputado federal afirmou que ACM Neto aparece como favorito na disputa pelo governo da Bahia e defendeu união da direita contra o PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto para a disputa pelo governo da Bahia, apontando-o como favorito no cenário eleitoral do estado. Bolsonaro defendeu abertamente o "voto útil" como estratégia para combater o PT na Bahia e criticou veementemente a prática do voto nulo, argumentando que tal escolha não contribui para a resolução dos problemas políticos e leva, por exclusão, ao apoio a ACM Neto.
- Em sua declaração, o ex-parlamentar comparou a decisão política a escolhas cotidianas, enfatizando que "a política é a arte do possível" e que é preciso lidar com as opções disponíveis. Ele também analisou o pleito de 2022, sugerindo que uma aliança entre ACM Neto e João Roma poderia ter alterado o resultado e fortalecido a oposição. Bolsonaro ainda mencionou a reaproximação entre Neto e Roma como um fator positivo para as eleições de 2026 e reiterou a importância da união da direita na Bahia para afastar o PT do poder, aproveitando para criticar o Movimento Brasil Livre.
Foto: Reprodução
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto para a disputa pelo governo da Bahia e afirmou acreditar que o pré-candidato do União Brasil aparece como favorito no cenário eleitoral do estado. Durante declaração pública, Eduardo Bolsonaro defendeu o chamado “voto útil” contra o PT e criticou a possibilidade de eleitores anularem o voto nas eleições. “O voto nulo não vai resolver nada, o PT você pode descartar. Então, você gostando ou indo por um processo de exclusão, você vai chegar em ACM Neto”, afirmou. O ex-parlamentar também comparou a escolha política a decisões práticas do cotidiano e disse que “a política é a arte do possível”. “A política é interessante porque eu sei que vai ter gente que vai torcer o nariz. Mas não adianta torcer o nariz. Tem arroz e tem feijão. Vai querer o quê?”, declarou. Eduardo Bolsonaro ainda comentou a eleição de 2022 na Bahia e avaliou que uma eventual aliança entre ACM Neto e João Roma poderia ter alterado o resultado do pleito vencido pelo governador Jerônimo Rodrigues. “Alguns amigos da Bahia falam que, se tivesse feito um acordo com o João Roma, ele performou exatamente aquilo que faltou para o ACM Neto ganhar no primeiro turno”, disse. Segundo Eduardo, a reaproximação política entre ACM Neto e João Roma fortalece a oposição baiana para as eleições de 2026. “ACM Neto voltou a ter uma boa relação com o João Roma, pelo menos é o que eu tenho acompanhado. Então isso daí faz com que tenha realmente uma possibilidade grande da eleição de ACM Neto”, afirmou. O ex-deputado também fez críticas ao Movimento Brasil Livre ao comentar o voto nulo e voltou a defender união entre grupos da direita na Bahia. “Na Bahia, ACM Neto, e vambora tirar o PT daí”, concluiu.
PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro ao STF
PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro ao STF
Procuradoria acusa ex-deputado de tentar pressionar ministros do Supremo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo. O pedido foi feito nas alegações finais assinadas pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, nesta segunda-feira (11). A acusação sustenta que Eduardo Bolsonaro teria utilizado entrevistas e publicações em redes sociais para pressionar autoridades brasileiras, buscando sanções internacionais contra ministros do STF e integrantes do governo federal, com o objetivo de beneficiar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em uma investigação de suposta trama golpista.
- A PGR aponta que o ex-parlamentar agiu deliberadamente para intimidar ministros, inclusive buscando apoio do governo dos Estados Unidos para impor sobretaxas a produtos brasileiros e restrições de vistos a ministros do STF, o que, segundo a acusação, teria gerado impactos econômicos. Eduardo Bolsonaro, atualmente nos EUA e sem mandato, foi defendido pela Defensoria Pública da União, que alegou imunidade parlamentar para suas declarações, argumento contestado pela Procuradoria.
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A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo. O pedido foi encaminhado nesta segunda-feira (11) nas alegações finais assinadas pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. Segundo a acusação, Eduardo Bolsonaro utilizou entrevistas e publicações em redes sociais para pressionar autoridades brasileiras e buscar sanções internacionais contra ministros do STF e integrantes do governo federal. A PGR sustenta que o objetivo seria beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que investiga a suposta trama golpista. De acordo com Gonet, o ex-parlamentar teria atuado deliberadamente para intimidar ministros responsáveis pelo julgamento da ação penal relacionada ao caso. “Comprovou-se que o réu deliberadamente se utilizou de graves ameaças contra as autoridades responsáveis pelo julgamento”, afirmou o procurador nas alegações finais. A investigação apurou a atuação de Eduardo Bolsonaro junto ao governo dos Estados Unidos em defesa de medidas como sobretaxas contra produtos brasileiros e restrições de vistos para ministros do STF. Para a PGR, parte das ameaças mencionadas pelo ex-deputado acabou se concretizando, provocando impactos econômicos em setores produtivos brasileiros afetados pelas tarifas impostas pelos norte-americanos. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o ano passado e perdeu o mandato parlamentar após acumular faltas às sessões da Câmara dos Deputados. Durante o andamento do processo, o ex-deputado não constituiu advogado particular e foi representado pela Defensoria Pública da União. A defesa argumentou que as declarações feitas por Eduardo estão protegidas pela imunidade parlamentar prevista na Constituição.
Eduardo Bolsonaro critica Moraes e diz que decisão sobre Jair Bolsonaro é política
Ex-deputado afirmou nas redes sociais que medida não tem fundamento jurídico e voltou a contestar acusações relacionadas aos atos de 8 de janeiro
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou, nesta terça-feira (24), a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prisão domiciliar temporária do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação na rede social X, Eduardo Bolsonaro afirmou que a medida não teria fundamento jurídico e seria motivada por razões políticas. Segundo ele, a decisão do magistrado estaria relacionada a uma preocupação com possíveis consequências caso o ex-presidente permanecesse preso.Na postagem, o ex-deputado também mencionou o estado de saúde de Jair Bolsonaro e disse esperar que ele receba acompanhamento médico adequado durante o período de prisão domiciliar. Eduardo Bolsonaro voltou ainda a contestar as acusações relacionadas aos Ataques de 8 de janeiro de 2023. Ele afirmou que a prisão do ex-presidente seria injusta e argumentou que, na data dos atos, Jair Bolsonaro estava fora do país e já não ocupava o cargo de presidente da República.O ex-deputado também declarou que o pai foi um presidente honesto e defendeu o legado político do ex-mandatário. Ao final da publicação, manifestou apoio e fez referência às eleições de 2026, afirmando expectativa de mudança no cenário político.
Polícia Federal afasta Eduardo Bolsonaro por excesso de faltas
Polícia Federal afasta Eduardo Bolsonaro por excesso de faltas
Decisão é preventiva e ocorre após ausência superior a 30 dias; corregedoria abriu processo administrativo.
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro foi afastado de forma preventiva do cargo de escrivão da Polícia Federal por excesso de faltas não justificadas. A decisão determina que ele entregue a arma de fogo institucional e a carteira funcional em até cinco dias úteis. Em 2 de janeiro, a PF havia ordenado o retorno imediato de Eduardo ao exercício do cargo no Rio de Janeiro, após a cassação do mandato parlamentar. Desde 19 de dezembro de 2025, porém, ele acumula ausências não justificadas. O ex-deputado está nos Estados Unidos.À época, a corporação informou que a ausência poderia resultar em providências administrativas e disciplinares. Nesta quinta-feira (26), foi publicado o despacho do corregedor regional da PF no Rio com a formalização do afastamento. Em 27 de janeiro, a corregedoria instaurou processo administrativo para apurar se houve abandono intencional do cargo por mais de 30 dias consecutivos. O afastamento permanece válido até a conclusão do procedimento.Eduardo ingressou como escrivão da PF em 2010, em Guajará-Mirim (RO), e atuou até 2015, quando se licenciou para assumir o mandato de deputado federal. Por que o mandato foi cassado: O mandato foi cassado com base em regra constitucional que prevê a perda do cargo para parlamentares que faltarem a mais de um terço das sessões deliberativas do ano. Desde o início do ano, Eduardo reside nos Estados Unidos, alegando perseguição política e jurídica. O que faz um escrivão da PF: O escrivão é responsável pela formalização de procedimentos investigativos, garantindo a validade jurídica de inquéritos policiais. Também atua na lavratura de autos e mandados, organização de documentos, controle de provas e registros de fianças.
Câmara cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Ramagem
Câmara cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Ramagem
Decisão foi publicada no Diário Oficial após fim do prazo de defesa
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A maioria dos integrantes da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu, nesta quinta-feira (18), declarar a cassação dos mandatos dos deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ). A Mesa é presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB). A decisão foi oficializada durante a tarde em edição do Diário Oficial da Casa. O prazo para apresentação de defesa pelos parlamentares havia se encerrado na quarta-feira (17). Na semana passada, Motta afirmou que pretendia concluir os dois casos antes do início do recesso parlamentar, marcado para esta sexta-feira (19).Eduardo Bolsonaro estava sujeito à perda do mandato por excesso de faltas às sessões da Câmara em 2025. O deputado está nos Estados Unidos desde março. Já Alexandre Ramagem deixou o país durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que resultou em condenação à perda do mandato e a 16 anos e um mês de prisão, por participação em tentativa de golpe de Estado. A Mesa Diretora é composta pelo presidente e seis membros titulares, além de quatro suplentes. Entre os titulares, votaram a favor da cassação, além de Motta, os deputados Lula da Fonte (PP-PE), Delegada Katarina (PSD-SE) e Carlos Veras (PT-PE). Entre os suplentes, endossaram a decisão Paulo Folletto (PSB-ES), Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP) e Dr. Victor Linhalis (Podemos-ES).O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou a medida e afirmou que os dois deputados estariam em exílio por perseguição política do Judiciário. Em publicação nas redes sociais, classificou a decisão como grave e afirmou que a Mesa retirou do plenário o direito de deliberar sobre os mandatos. Na semana passada, Hugo Motta notificou Eduardo Bolsonaro para apresentar defesa em até cinco sessões e afirmou que, vencido o prazo, determinaria a cassação. Segundo o presidente da Câmara, o deputado já ultrapassou o limite de faltas previsto na Constituição. A Constituição Federal estabelece, no artigo 55, que perde o mandato o parlamentar que faltar a um terço das sessões ordinárias do ano, salvo licença ou missão oficial. Eduardo Bolsonaro viajou aos Estados Unidos em março, de onde passou a articular ações políticas contra autoridades brasileiras, incluindo pedidos de sanções ao governo norte-americano, então liderado por Donald Trump. Ele afirma que deixou o país por sofrer perseguição política.Alexandre Ramagem, por sua vez, teria se mudado em setembro para um condomínio na Flórida, de onde gravava vídeos e participava de votações remotas na Câmara, amparado por atestado médico.
No país do osso de primeira e de segunda, camarão se tornou caviar
No país do osso de primeira e de segunda, camarão se tornou caviar
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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- Uma falsa discussão foi levantada nos últimos dias pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), numa dessas tentativas de desviar o foco de um dos assuntos mais alarmantes do Brasil do pai (Jair Bolsonaro) do parlamentar - a volta da fome. Isso tudo por conta de uma foto do ator Wagner Moura, que dispensa apresentações, que está no Brasil divulgando seu filme, Marighella. Na foto, o intérprete do Capitão Nascimento aparece saboreando um prato de vatapá, comida típica da culinária soteropolitana, que dentre seus ingredientes, contém camarão. Até aí tudo bem, mas o que incomodou o deputado, que é conhecido em Brasília pelo epíteto de “Bananinha” ou ainda “Dudu Bananinha", foi o fato de Moura saborear o seu quitute em um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que na pobre visão de Bananinha e seus asseclas, movimentos desta magnitude pregam a exaltação da pobreza. Para Bananinha, aqueles que lutam por Justiça Social, distribuição de renda, o que inclui segurança alimentar, são chamados de socialistas ou comunistas e, portanto, não deveriam se render às ditas benesses do “inclusivo” sistema capitalista. Sendo que, em um capitalismo saudável, todos os cidadãos deveriam ter acesso a camarão ou a qualquer outra iguaria. Bananinha ao cometer tamanha incongruência, não leva em consideração que o maior produtor de alimentos do mundo, responsável pela alimentação de mais de um bilhão de pessoas, no Brasil, a era Bolsonaro inaugurou a modalidade do osso de primeira e de segunda, dos ora rejeitados pés de galinha, que agora estão nas mesas das famílias, e do ovo como principal fonte de proteína. Mas a fila do osso, o banquete das famílias ao redor de sacos de lixo, homens desesperados gritando nas ruas por um prato de comida, nada incomoda a essa gente; o que incomoda mesmo é Wagner Moura, pois em um país de Bolsonaro, devastado pela fome, pela inflação e pelo desemprego, camarão virou caviar.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.























