Lula lidera cenários de segundo turno para 2026, mostra pesquisa Meio/Ideia
Lula lidera cenários de segundo turno para 2026, mostra pesquisa Meio/Ideia
Petista aparece com 45% contra 40% de Flávio Bolsonaro; diferença está dentro da margem de erro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa do instituto Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (8) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 40%, com uma diferença de 5 pontos percentuais.
- Além disso, a pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Lula e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com Lula liderando com 45% das intenções de voto, contra 36% da adversária. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa do instituto Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (8), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O petista aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o parlamentar registra 40%. Apesar da vantagem numérica de cinco pontos percentuais, o cenário é considerado de empate técnico, já que a diferença está no limite da margem de erro da pesquisa, que é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Nesse cenário, 10,5% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 4,5% disseram estar indecisos. O levantamento também simulou um eventual segundo turno entre Lula e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). O presidente aparece com 45% das intenções de voto, contra 36% da adversária. Brancos e nulos somam 11%, enquanto 8% dos entrevistados ainda não decidiram o voto. Em outros cenários testados, Lula também aparece à frente de Ronaldo Caiado (PSD), com 45% contra 37,6%; de Romeu Zema (Novo), por 45% a 37%; de Renan Santos (Missão), por 45% a 33%; e de Joaquim Barbosa (DC), por 45% a 23%. No primeiro turno, segundo a mesma pesquisa, Lula lidera com 40,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 32%. A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 3 e 6 de julho de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Parlamentares do PL usaram as redes sociais para relacionar a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 provocou forte repercussão política nas redes sociais. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro associaram a derrota por 2 a 1 ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, argumentando que o Brasil não conquista um mundial desde a ascensão do Partido dos Trabalhadores ao poder executivo.
- Por outro lado, o contexto histórico aponta que, embora o pentacampeonato de 2002 tenha ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito em outubro daquele ano e assumiu em 2003. O presidente Lula não comentou as declarações dos parlamentares, e o episódio acabou por transferir a frustração da derrota esportiva para o cenário do debate político polarizado na internet.
Foto: Reprodução
A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 repercutiu também no cenário político. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizaram as redes sociais para associar a derrota do Brasil para a Noruega ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação na rede social X, Flávio Bolsonaro afirmou que a Seleção Brasileira não voltou a conquistar uma Copa do Mundo após a vitória do Partido dos Trabalhadores nas eleições presidenciais de 2002. Na mensagem, o senador lembrou que o pentacampeonato foi conquistado naquele mesmo ano, quando o país ainda era governado por Fernando Henrique Cardoso. Embora a Copa do Mundo de 2002 tenha sido disputada durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito presidente em outubro daquele ano e assumiu o cargo em janeiro de 2003. Já Eduardo Bolsonaro fez duas publicações sobre a eliminação brasileira. Em uma delas, repetiu a comparação feita pelo irmão entre o desempenho da Seleção e os governos federais. Em outra, mencionou o pênalti desperdiçado pelo volante Bruno Guimarães aos 13 minutos do primeiro tempo da partida contra a Noruega. As manifestações ocorreram logo após a derrota por 2 a 1, resultado que eliminou o Brasil ainda nas oitavas de final da competição disputada nos Estados Unidos. Até o momento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não comentou as declarações dos parlamentares nem fez publicações relacionadas às manifestações políticas sobre a eliminação da Seleção Brasileira. O episódio ampliou a repercussão da derrota nas redes sociais, onde o resultado esportivo também passou a ser utilizado em debates e manifestações de caráter político.
Mesmo condenado, Eduardo Bolsonaro segue sem ordem de prisão
Mesmo condenado, Eduardo Bolsonaro segue sem ordem de prisão
Ex-deputado ainda pode apresentar recursos e condenação não transitou em julgado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Quatro dias após ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão em regime semiaberto por coação, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ainda não teve mandado de prisão expedido nem registro de condenação definitiva nos sistemas oficiais. A certidão de antecedentes criminais da Polícia Federal permanece negativa e o Banco Nacional de Mandados de Prisão não aponta ordem de prisão em aberto contra o político, conforme informações consultadas neste sábado (20).
- A ausência de ações ocorre porque o processo judicial contra Bolsonaro ainda não foi concluído definitivamente. Após o julgamento, é indispensável a publicação do acórdão pelo STF, fase que permite à defesa a apresentação de recursos. A execução da pena e a expedição de mandado de prisão só ocorrem, em regra, após o esgotamento de todas as possibilidades de recurso, quando a condenação transita em julgado.
Foto: Reprodução
Quatro dias após ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão em regime semiaberto por coação, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ainda não possui mandado de prisão expedido nem registro de condenação definitiva nos sistemas oficiais. Segundo informações consultadas neste sábado (20), a certidão de antecedentes criminais emitida pela Polícia Federal permanece negativa, enquanto o Banco Nacional de Mandados de Prisão não aponta nenhuma ordem de prisão em aberto contra o político. A situação ocorre porque o processo ainda não foi concluído definitivamente. Após o julgamento, é necessária a publicação do acórdão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), etapa que abre prazo para a apresentação de recursos pela defesa. Enquanto houver possibilidade de recurso, a condenação não transita em julgado, ou seja, não se torna definitiva. Em regra, a execução da pena e a eventual expedição de mandado de prisão ocorrem somente após o esgotamento de todos os recursos previstos na legislação. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o início de 2025. O ex-parlamentar teve o mandato cassado pela Câmara dos Deputados por excesso de faltas e atualmente reside no estado do Texas.
STF condena Eduardo Bolsonaro a mais de 4 anos de prisão
STF condena Eduardo Bolsonaro a mais de 4 anos de prisão
Ex-deputado recebeu pena de quatro anos e dois meses por coação no curso do processo; decisão o torna inelegível e ainda cabe recurso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade, nesta terça-feira (16), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto pelo crime de coação no curso do processo. Com a decisão, Eduardo Bolsonaro é enquadrado na Lei da Ficha Limpa, tornando-o inelegível por até oito anos, e também enfrenta multa e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.
- A condenação se baseou na atuação do ex-parlamentar nos Estados Unidos, onde ele teria pressionado autoridades brasileiras para interferir no julgamento da trama golpista envolvendo Jair Bolsonaro. O ministro relator Alexandre de Moraes afirmou que as ações do ex-deputado ultrapassaram os limites da atividade política e tiveram o objetivo de intimidar o Judiciário, declaração acompanhada pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Eduardo Bolsonaro, por sua vez, contestou a decisão, alegando motivação política e nulidade do processo.
Foto: Reprodução
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade, nesta terça-feira (16), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a quatro anos e dois meses de prisão em regime inicial semiaberto pelo crime de coação no curso do processo. Segundo a decisão, Eduardo atuou nos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras e tentar interferir no julgamento da trama golpista que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Com a condenação, o ex-parlamentar passa a ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e fica impedido de disputar eleições por até oito anos. A pena também prevê o pagamento de multa e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal, do qual estava afastado. Ainda cabem recursos. Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que "não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país". Para ele, as ações atribuídas a Eduardo Bolsonaro ultrapassaram os limites da atividade política e tiveram como objetivo intimidar o Poder Judiciário. Durante o julgamento, Moraes declarou que a atuação do ex-deputado "prejudicou todo o país e não amedrontou essa corte como jamais amedrontaria o Supremo Tribunal Federal". A acusação sustentou que Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo buscaram apoio de integrantes do governo dos Estados Unidos para pressionar ministros do STF por meio de sanções e medidas diplomáticas. Em nota divulgada após a decisão, Eduardo Bolsonaro contestou o processo e afirmou que o julgamento teve motivação política. "Qualquer sentença sem respeito ao devido processo legal é nula", declarou. Segundo ele, o objetivo da condenação seria "tirar meu nome das eleições". Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia acompanharam integralmente o voto do relator. Dino afirmou que os ataques ao Judiciário brasileiro ocorrem hoje em uma intensidade "incomparável" em relação a outros países.
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Ministro do Supremo negou pedido da Defensoria Pública da União e manteve para terça-feira (16) a análise da acusação de coação no curso do processo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. Com a decisão, o caso de coação no curso do processo permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16), assegurando que o processo contra o parlamentar siga o cronograma inicial.
- Eduardo Bolsonaro é acusado de articular sanções contra autoridades para influenciar o julgamento de Jair Bolsonaro em ações de suposta tentativa de golpe. A DPU também pedia a convocação de um quinto ministro para a Primeira Turma, mas Moraes refutou a tese de prejuízo à defesa, argumentando que o regimento prevê a prevalência da decisão mais favorável ao réu em caso de empate, e que não há violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Com a decisão, o caso permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16). Eduardo Bolsonaro é acusado de coação no curso do processo. Segundo a acusação, ele teria articulado medidas e sanções contra autoridades brasileiras com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em ações relacionadas à suposta tentativa de golpe de Estado. Além do adiamento, a DPU também solicitou a convocação de um ministro para completar a composição da Primeira Turma, que atualmente conta com quatro integrantes. O colegiado é formado por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. A defesa argumentou que a ausência de um quinto ministro poderia comprometer o julgamento. A vaga permanece aberta após mudanças na composição do Supremo ocorridas nos últimos meses. Ao analisar o pedido, Moraes afirmou que não há prejuízo para a defesa pelo fato de a turma estar atuando com quatro ministros. Segundo ele, o regimento prevê que, em caso de empate, a decisão mais favorável ao réu deve prevalecer. Na decisão, o ministro também afastou a tese de que haveria violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade. Com isso, o julgamento segue mantido na data prevista. A análise do caso ocorrerá na Primeira Turma do STF, responsável por decidir sobre o andamento da acusação apresentada contra o ex-deputado federal.
STF pode julgar Eduardo Bolsonaro por coação em breve
STF pode julgar Eduardo Bolsonaro por coação em breve
Ministro Alexandre de Moraes encaminhou o processo para julgamento após a Procuradoria-Geral da República apresentar as alegações finais e defender a condenação do ex-deputado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O processo envolvendo o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ganhou um novo impulso, com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando a inclusão do caso na pauta de julgamentos da Primeira Turma da Corte. A medida foi tomada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) concluir sua manifestação final, defendendo a condenação do ex-parlamentar pelo crime de coação. A acusação sustenta que Eduardo Bolsonaro teria atuado dos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras, interferindo nas investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado que culminaram na condenação de Jair Bolsonaro.
- Este avanço ocorre em meio a um cenário de crescente tensão política, com parlamentares governistas defendendo o aprofundamento das investigações sobre possíveis articulações internacionais. O deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) protocolou um pedido para incluir o senador Flávio Bolsonaro no inquérito, citando encontros internacionais. Enquanto governistas buscam ampliar as apurações, a oposição rechaça irregularidades nas agendas externas, aguardando os próximos desdobramentos do julgamento no STF.
Foto: Reprodução
O processo que tem como réu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (3), após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitar ao presidente da Primeira Turma da Corte, ministro Flávio Dino, a inclusão do caso na pauta de julgamentos. A medida foi tomada depois que a Procuradoria-Geral da República (PGR) concluiu sua manifestação final no processo e defendeu a condenação do ex-parlamentar pelo crime de coação. Com isso, o caso entra na fase decisiva e poderá ser analisado pelos ministros da Primeira Turma do STF nas próximas semanas. Segundo a acusação, Eduardo Bolsonaro teria atuado para pressionar autoridades brasileiras a partir dos Estados Unidos, em meio às investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado que resultaram na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nas alegações apresentadas ao Supremo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sustenta que o ex-deputado teria adotado uma estratégia contínua para interferir no andamento das investigações e influenciar decisões judiciais. A PGR argumenta que as ações atribuídas a Eduardo Bolsonaro buscavam constranger integrantes do sistema de Justiça e criar obstáculos ao prosseguimento das apurações. O avanço do processo ocorre em meio ao aumento da tensão política envolvendo aliados do ex-presidente. Parlamentares ligados à base governista também passaram a defender o aprofundamento das investigações sobre supostas articulações internacionais relacionadas aos processos que tramitam no Brasil. Na Câmara dos Deputados, o deputado federal Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) protocolou um pedido para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também seja incluído no inquérito. O requerimento cita encontros recentes do parlamentar com autoridades norte-americanas e questiona possíveis relações entre essas articulações e pressões externas envolvendo o cenário político brasileiro. Enquanto governistas defendem a ampliação das apurações, integrantes da oposição afirmam que não houve irregularidades nas agendas internacionais realizadas pelos parlamentares. O caso segue sob análise do Supremo Tribunal Federal e poderá ter novos desdobramentos após o julgamento pela Primeira Turma da Corte.
Eduardo Bolsonaro declara apoio a ACM Neto: " vambora tirar o PT daí"
Eduardo Bolsonaro declara apoio a ACM Neto: " vambora tirar o PT daí"
Ex-deputado federal afirmou que ACM Neto aparece como favorito na disputa pelo governo da Bahia e defendeu união da direita contra o PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto para a disputa pelo governo da Bahia, apontando-o como favorito no cenário eleitoral do estado. Bolsonaro defendeu abertamente o "voto útil" como estratégia para combater o PT na Bahia e criticou veementemente a prática do voto nulo, argumentando que tal escolha não contribui para a resolução dos problemas políticos e leva, por exclusão, ao apoio a ACM Neto.
- Em sua declaração, o ex-parlamentar comparou a decisão política a escolhas cotidianas, enfatizando que "a política é a arte do possível" e que é preciso lidar com as opções disponíveis. Ele também analisou o pleito de 2022, sugerindo que uma aliança entre ACM Neto e João Roma poderia ter alterado o resultado e fortalecido a oposição. Bolsonaro ainda mencionou a reaproximação entre Neto e Roma como um fator positivo para as eleições de 2026 e reiterou a importância da união da direita na Bahia para afastar o PT do poder, aproveitando para criticar o Movimento Brasil Livre.
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto para a disputa pelo governo da Bahia e afirmou acreditar que o pré-candidato do União Brasil aparece como favorito no cenário eleitoral do estado. Durante declaração pública, Eduardo Bolsonaro defendeu o chamado “voto útil” contra o PT e criticou a possibilidade de eleitores anularem o voto nas eleições. “O voto nulo não vai resolver nada, o PT você pode descartar. Então, você gostando ou indo por um processo de exclusão, você vai chegar em ACM Neto”, afirmou. O ex-parlamentar também comparou a escolha política a decisões práticas do cotidiano e disse que “a política é a arte do possível”. “A política é interessante porque eu sei que vai ter gente que vai torcer o nariz. Mas não adianta torcer o nariz. Tem arroz e tem feijão. Vai querer o quê?”, declarou. Eduardo Bolsonaro ainda comentou a eleição de 2022 na Bahia e avaliou que uma eventual aliança entre ACM Neto e João Roma poderia ter alterado o resultado do pleito vencido pelo governador Jerônimo Rodrigues. “Alguns amigos da Bahia falam que, se tivesse feito um acordo com o João Roma, ele performou exatamente aquilo que faltou para o ACM Neto ganhar no primeiro turno”, disse. Segundo Eduardo, a reaproximação política entre ACM Neto e João Roma fortalece a oposição baiana para as eleições de 2026. “ACM Neto voltou a ter uma boa relação com o João Roma, pelo menos é o que eu tenho acompanhado. Então isso daí faz com que tenha realmente uma possibilidade grande da eleição de ACM Neto”, afirmou. O ex-deputado também fez críticas ao Movimento Brasil Livre ao comentar o voto nulo e voltou a defender união entre grupos da direita na Bahia. “Na Bahia, ACM Neto, e vambora tirar o PT daí”, concluiu.
PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro ao STF
PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro ao STF
Procuradoria acusa ex-deputado de tentar pressionar ministros do Supremo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo. O pedido foi feito nas alegações finais assinadas pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, nesta segunda-feira (11). A acusação sustenta que Eduardo Bolsonaro teria utilizado entrevistas e publicações em redes sociais para pressionar autoridades brasileiras, buscando sanções internacionais contra ministros do STF e integrantes do governo federal, com o objetivo de beneficiar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em uma investigação de suposta trama golpista.
- A PGR aponta que o ex-parlamentar agiu deliberadamente para intimidar ministros, inclusive buscando apoio do governo dos Estados Unidos para impor sobretaxas a produtos brasileiros e restrições de vistos a ministros do STF, o que, segundo a acusação, teria gerado impactos econômicos. Eduardo Bolsonaro, atualmente nos EUA e sem mandato, foi defendido pela Defensoria Pública da União, que alegou imunidade parlamentar para suas declarações, argumento contestado pela Procuradoria.
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A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo. O pedido foi encaminhado nesta segunda-feira (11) nas alegações finais assinadas pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. Segundo a acusação, Eduardo Bolsonaro utilizou entrevistas e publicações em redes sociais para pressionar autoridades brasileiras e buscar sanções internacionais contra ministros do STF e integrantes do governo federal. A PGR sustenta que o objetivo seria beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que investiga a suposta trama golpista. De acordo com Gonet, o ex-parlamentar teria atuado deliberadamente para intimidar ministros responsáveis pelo julgamento da ação penal relacionada ao caso. “Comprovou-se que o réu deliberadamente se utilizou de graves ameaças contra as autoridades responsáveis pelo julgamento”, afirmou o procurador nas alegações finais. A investigação apurou a atuação de Eduardo Bolsonaro junto ao governo dos Estados Unidos em defesa de medidas como sobretaxas contra produtos brasileiros e restrições de vistos para ministros do STF. Para a PGR, parte das ameaças mencionadas pelo ex-deputado acabou se concretizando, provocando impactos econômicos em setores produtivos brasileiros afetados pelas tarifas impostas pelos norte-americanos. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o ano passado e perdeu o mandato parlamentar após acumular faltas às sessões da Câmara dos Deputados. Durante o andamento do processo, o ex-deputado não constituiu advogado particular e foi representado pela Defensoria Pública da União. A defesa argumentou que as declarações feitas por Eduardo estão protegidas pela imunidade parlamentar prevista na Constituição.
Eduardo Bolsonaro critica Moraes e diz que decisão sobre Jair Bolsonaro é política
Ex-deputado afirmou nas redes sociais que medida não tem fundamento jurídico e voltou a contestar acusações relacionadas aos atos de 8 de janeiro
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou, nesta terça-feira (24), a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prisão domiciliar temporária do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação na rede social X, Eduardo Bolsonaro afirmou que a medida não teria fundamento jurídico e seria motivada por razões políticas. Segundo ele, a decisão do magistrado estaria relacionada a uma preocupação com possíveis consequências caso o ex-presidente permanecesse preso.Na postagem, o ex-deputado também mencionou o estado de saúde de Jair Bolsonaro e disse esperar que ele receba acompanhamento médico adequado durante o período de prisão domiciliar. Eduardo Bolsonaro voltou ainda a contestar as acusações relacionadas aos Ataques de 8 de janeiro de 2023. Ele afirmou que a prisão do ex-presidente seria injusta e argumentou que, na data dos atos, Jair Bolsonaro estava fora do país e já não ocupava o cargo de presidente da República.O ex-deputado também declarou que o pai foi um presidente honesto e defendeu o legado político do ex-mandatário. Ao final da publicação, manifestou apoio e fez referência às eleições de 2026, afirmando expectativa de mudança no cenário político.
Polícia Federal afasta Eduardo Bolsonaro por excesso de faltas
Polícia Federal afasta Eduardo Bolsonaro por excesso de faltas
Decisão é preventiva e ocorre após ausência superior a 30 dias; corregedoria abriu processo administrativo.
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro foi afastado de forma preventiva do cargo de escrivão da Polícia Federal por excesso de faltas não justificadas. A decisão determina que ele entregue a arma de fogo institucional e a carteira funcional em até cinco dias úteis. Em 2 de janeiro, a PF havia ordenado o retorno imediato de Eduardo ao exercício do cargo no Rio de Janeiro, após a cassação do mandato parlamentar. Desde 19 de dezembro de 2025, porém, ele acumula ausências não justificadas. O ex-deputado está nos Estados Unidos.À época, a corporação informou que a ausência poderia resultar em providências administrativas e disciplinares. Nesta quinta-feira (26), foi publicado o despacho do corregedor regional da PF no Rio com a formalização do afastamento. Em 27 de janeiro, a corregedoria instaurou processo administrativo para apurar se houve abandono intencional do cargo por mais de 30 dias consecutivos. O afastamento permanece válido até a conclusão do procedimento.Eduardo ingressou como escrivão da PF em 2010, em Guajará-Mirim (RO), e atuou até 2015, quando se licenciou para assumir o mandato de deputado federal. Por que o mandato foi cassado: O mandato foi cassado com base em regra constitucional que prevê a perda do cargo para parlamentares que faltarem a mais de um terço das sessões deliberativas do ano. Desde o início do ano, Eduardo reside nos Estados Unidos, alegando perseguição política e jurídica. O que faz um escrivão da PF: O escrivão é responsável pela formalização de procedimentos investigativos, garantindo a validade jurídica de inquéritos policiais. Também atua na lavratura de autos e mandados, organização de documentos, controle de provas e registros de fianças.
Câmara cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Ramagem
Câmara cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Ramagem
Decisão foi publicada no Diário Oficial após fim do prazo de defesa
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A maioria dos integrantes da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu, nesta quinta-feira (18), declarar a cassação dos mandatos dos deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ). A Mesa é presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB). A decisão foi oficializada durante a tarde em edição do Diário Oficial da Casa. O prazo para apresentação de defesa pelos parlamentares havia se encerrado na quarta-feira (17). Na semana passada, Motta afirmou que pretendia concluir os dois casos antes do início do recesso parlamentar, marcado para esta sexta-feira (19).Eduardo Bolsonaro estava sujeito à perda do mandato por excesso de faltas às sessões da Câmara em 2025. O deputado está nos Estados Unidos desde março. Já Alexandre Ramagem deixou o país durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que resultou em condenação à perda do mandato e a 16 anos e um mês de prisão, por participação em tentativa de golpe de Estado. A Mesa Diretora é composta pelo presidente e seis membros titulares, além de quatro suplentes. Entre os titulares, votaram a favor da cassação, além de Motta, os deputados Lula da Fonte (PP-PE), Delegada Katarina (PSD-SE) e Carlos Veras (PT-PE). Entre os suplentes, endossaram a decisão Paulo Folletto (PSB-ES), Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP) e Dr. Victor Linhalis (Podemos-ES).O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou a medida e afirmou que os dois deputados estariam em exílio por perseguição política do Judiciário. Em publicação nas redes sociais, classificou a decisão como grave e afirmou que a Mesa retirou do plenário o direito de deliberar sobre os mandatos. Na semana passada, Hugo Motta notificou Eduardo Bolsonaro para apresentar defesa em até cinco sessões e afirmou que, vencido o prazo, determinaria a cassação. Segundo o presidente da Câmara, o deputado já ultrapassou o limite de faltas previsto na Constituição. A Constituição Federal estabelece, no artigo 55, que perde o mandato o parlamentar que faltar a um terço das sessões ordinárias do ano, salvo licença ou missão oficial. Eduardo Bolsonaro viajou aos Estados Unidos em março, de onde passou a articular ações políticas contra autoridades brasileiras, incluindo pedidos de sanções ao governo norte-americano, então liderado por Donald Trump. Ele afirma que deixou o país por sofrer perseguição política.Alexandre Ramagem, por sua vez, teria se mudado em setembro para um condomínio na Flórida, de onde gravava vídeos e participava de votações remotas na Câmara, amparado por atestado médico.
No país do osso de primeira e de segunda, camarão se tornou caviar
No país do osso de primeira e de segunda, camarão se tornou caviar
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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- Uma falsa discussão foi levantada nos últimos dias pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), numa dessas tentativas de desviar o foco de um dos assuntos mais alarmantes do Brasil do pai (Jair Bolsonaro) do parlamentar - a volta da fome. Isso tudo por conta de uma foto do ator Wagner Moura, que dispensa apresentações, que está no Brasil divulgando seu filme, Marighella. Na foto, o intérprete do Capitão Nascimento aparece saboreando um prato de vatapá, comida típica da culinária soteropolitana, que dentre seus ingredientes, contém camarão. Até aí tudo bem, mas o que incomodou o deputado, que é conhecido em Brasília pelo epíteto de “Bananinha” ou ainda “Dudu Bananinha", foi o fato de Moura saborear o seu quitute em um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que na pobre visão de Bananinha e seus asseclas, movimentos desta magnitude pregam a exaltação da pobreza. Para Bananinha, aqueles que lutam por Justiça Social, distribuição de renda, o que inclui segurança alimentar, são chamados de socialistas ou comunistas e, portanto, não deveriam se render às ditas benesses do “inclusivo” sistema capitalista. Sendo que, em um capitalismo saudável, todos os cidadãos deveriam ter acesso a camarão ou a qualquer outra iguaria. Bananinha ao cometer tamanha incongruência, não leva em consideração que o maior produtor de alimentos do mundo, responsável pela alimentação de mais de um bilhão de pessoas, no Brasil, a era Bolsonaro inaugurou a modalidade do osso de primeira e de segunda, dos ora rejeitados pés de galinha, que agora estão nas mesas das famílias, e do ovo como principal fonte de proteína. Mas a fila do osso, o banquete das famílias ao redor de sacos de lixo, homens desesperados gritando nas ruas por um prato de comida, nada incomoda a essa gente; o que incomoda mesmo é Wagner Moura, pois em um país de Bolsonaro, devastado pela fome, pela inflação e pelo desemprego, camarão virou caviar.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.























