Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em cenário de 1º turno
Diferença entre os dois principais candidatos está dentro da margem de erro de 1 ponto percentual.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Veritá aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República em um cenário de primeiro turno. De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 35,9% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) soma 33,2%. A diferença está dentro da margem de erro, que é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, o que configura empate técnico. Na sequência, o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), tem 3%, mesmo após ter desistido da pré-candidatura. O empresário Pablo Marçal (União Brasil) aparece com 2,1%, seguido pelo ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 1,9%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o integrante do MBL Renan Santos (Missão) registram 1,8% cada. Já o ex-ministro Aldo Rebelo (DC) tem 0,4%. Segundo o instituto, 20% dos entrevistados disseram não saber em quem votar ou afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo. A pesquisa ouviu 40.500 pessoas em todo o país entre os dias 13 de março e 4 de abril de 2026. O nível de confiança é de 95%, e o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-02476/2026.
Angelo Coronel declara apoio a Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais
Senador disse que decisão é pessoal e defendeu independência do eleitor na escolha para presidente.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Lula Marques | Agência Brasil
O senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que pretende apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, nas eleições de outubro. A declaração foi feita na manhã de segunda-feira (6), durante entrevista à Rádio Antena 1 de Salvador.Coronel, que disputa a reeleição ao Senado pela base de oposição na Bahia, disse que a decisão não tem motivação política, mas pessoal. Segundo ele, a escolha está ligada à relação de amizade com o colega de Congresso. “Por ser amigo pessoal, um colega de Senado, eu não vou deixar de votar no amigo Flávio para votar em outro com quem não tenho nenhuma relação”, afirmou.O senador também avaliou que lideranças locais têm pouca influência na escolha do eleitor para presidente. Segundo Coronel, a influência política nos municípios é maior em disputas estaduais e proporcionais, enquanto a decisão para o Palácio do Planalto tende a ser individual.“A liderança do município influencia na eleição do governador e do senador. Ninguém consegue mudar a cabeça de ninguém na hora do voto para presidente”, declarou.
Lula lidera corrida presidencial na Bahia com 48,35%, aponta Séculus
Levantamento ouviu 1.535 pessoas em 72 municípios e tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
Um levantamento da Séculus Análise e Pesquisa, contratado pelo Bahia Notícias, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente das intenções de voto para a Presidência da República em cenário estimulado na Bahia. De acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira (4), Lula aparece com 48,35% das intenções de voto. Em segundo lugar está o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 21,87%.Na sequência aparecem Ronaldo Caiado, com 2,14%; Ratinho Júnior, com 1,36%; Romeu Zema, com 1,04%; Eduardo Leite, com 0,58%; Renan Santos, com 0,32%; e Aldo Rebelo, com 0,13%. Ainda segundo o levantamento, 15,18% dos entrevistados declararam voto em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 9,02% afirmaram não saber ou preferiram não opinar.O instituto também simulou um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nesse cenário, o presidente registra 49,12% das intenções de voto, contra 23,04% do senador. Brancos, nulos ou nenhum somam 16,55%, e 11,29% disseram não saber ou não opinar. A pesquisa ouviu 1.535 pessoas em 72 municípios baianos entre os dias 25 e 27 de fevereiro. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-04320/2026, possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro máxima estimada de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Dayane ataca volta da família Bolsonaro e diz que haverá ditadura
Dayane Pimentel afirma nas redes que eventual retorno da família ao Planalto resultaria em ditadura e controle institucional.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A ex-deputada federal Dayane Pimentel afirmou neste domingo (1º), em publicação no X, que um eventual retorno da família Bolsonaro à Presidência resultaria em “ditadura” no país. “Se a família Bolsonaro voltar ao poder, anotem: haverá uma ditadura. A Justiça, a mídia, o mundo político, as pessoas… tudo será controlado”, escreveu.Ela também declarou que haveria “perseguição, armações e tentativas de aniquilar qualquer um que esteja na lista de opositores” e disse deixar registrado seu “verdadeiro temor” para que “o mundo fora do Brasil seja testemunha”. Neste ano, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é apontado como nome da família para disputar o Palácio do Planalto. Ele é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, de quem Dayane foi aliada até 2019, quando rompeu politicamente.As declarações evidenciam o distanciamento da ex-parlamentar do grupo bolsonarista e ampliam o embate público em torno da sucessão presidencial. Até a publicação desta reportagem, Flávio Bolsonaro não havia se manifestado sobre as críticas.
Lula lidera no 1º turno, mas empata no 2º com Flávio Bolsonaro
Presidente lidera no 1º turno, mas enfrenta cenário apertado no 2º
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para um eventual primeiro turno em todos os cenários testados, mas aparece numericamente atrás do senador Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno. Os dados são da pesquisa divulgada pela AtlasIntel nesta quarta-feira (25). No cenário de segundo turno entre Lula e Flávio, o senador teria 46,3% dos votos, contra 46,2% do presidente — configurando empate técnico dentro da margem de erro.Em outro cenário, contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 45,9%, enquanto o governador de São Paulo marca 47,1%. Já contra Michelle Bolsonaro, o presidente registra 47,5%, ante 44,7% da ex-primeira-dama. Cenários de primeiro turno: No primeiro cenário estimulado, Lula soma 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro (37,9%), Ronaldo Caiado (4,9%), Romeu Zema (3,9%), Renan Santos (2,9%) e Aldo Rebelo (1,1%).No segundo cenário, com Ratinho Júnior no lugar de Caiado, Lula tem 45,1% e Flávio 39,5%. No terceiro, Lula marca 45,3% e Flávio 39,1%, enquanto Eduardo Leite aparece com 1,6%.Quando Tarcísio substitui Flávio, Lula registra 43,3% contra 36,2% do governador paulista. Em um cenário com Lula, Flávio e Tarcísio simultaneamente, o presidente amplia a vantagem e chega a 47,1%. Cenário sem Lula:Sem Lula na disputa e com Fernando Haddad como candidato governista, Haddad lidera com 39,1%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,1%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026. O levantamento ouviu 4.986 pessoas entre 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.
Flávio Bolsonaro pressiona Ratinho com apoio a Sérgio Moro no Paraná
Senador do PL ameaça romper acordo com governador caso ele dispute a Presidência; Moro negocia apoio e possível filiação.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ameaça apoiar a candidatura do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) ao governo do Paraná caso o governador Ratinho Jr. (PSD) decida disputar a Presidência da República em 2026. A movimentação inclui a possibilidade de filiação de Moro ao PL, legenda que tem maior tempo de TV e maior fatia do fundo eleitoral. A mudança poderia alterar o cenário da sucessão estadual e enfraquecer o grupo do governador.Flávio e Ratinho Jr. devem conversar após o Carnaval para tentar uma composição. O governador está de férias no exterior e retorna no fim do mês. O senador também cumpre agenda internacional. Antes do impasse, o PL havia fechado acordo para apoiar o nome indicado por Ratinho à sucessão estadual, em troca de espaço para o deputado Filipe Barros (PL-PR) disputar o Senado. Entre os cotados ao governo estão o secretário Guto Silva (PSD), o presidente da Assembleia, Alexandre Curi (PSD), e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (PSD).Flávio atua para montar palanques próprios nos estados e quer evitar apoiar possíveis adversários nacionais. Segundo interlocutores, a aproximação com Moro também serviria para pressionar Ratinho a desistir de uma candidatura presidencial. Ratinho Jr. ainda não definiu se concorrerá ao Planalto ou ao Senado. Aliados afirmam que ele oscila entre a avaliação de que a polarização nacional dificultaria uma terceira via e o cálculo de que teria baixa rejeição para chegar ao segundo turno.A decisão envolve também fatores políticos e familiares. Pessoas próximas dizem que há preocupação com os impactos nos negócios do grupo da família, que inclui concessões de rádio e TV. No União Brasil, Moro enfrenta resistência. Apesar de ter assumido o comando local da sigla, parte da bancada federal deve migrar para o grupo do governador. Além disso, o PP — que formará federação com o União no estado — já declarou que não pretende apoiá-lo.Em nota, Moro afirmou que permanece no União Brasil e que pretende disputar o governo pelo partido. Disse ainda que divergências com o PP serão resolvidas “com diálogo”. O senador tem até 4 de abril de 2026 para definir eventual mudança de legenda, prazo para filiação de candidatos que disputarão a eleição.
Pesquisa Genial/Quaest aponta Lula na frente em 2026
Levantamento Genial/Quaest mostra Lula à frente no 1º turno; no 2º, diferença para Flávio é de 5 pontos.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todos os cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece como principal adversário e ocupa o segundo lugar em todas as simulações. Lula tem entre 35% e 39% das intenções de voto no primeiro turno. Flávio varia de 29% a 33%, consolidando-se como principal nome da oposição.O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais, entre 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00249/2026. Foram testados sete cenários, incluindo os governadores Ratinho Jr. (PSD), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Eduardo Leite (PSD), além de Aldo Rebelo (Democracia Cristã) e Renan Santos (Missão). Em todos, Lula aparece à frente.No segundo turno, Lula venceria Flávio por 43% a 38%, diferença de cinco pontos. Contra Ratinho, o placar é 43% a 35%. Diante de Caiado, 42% a 32%. Contra Zema, 43% a 32%. Já Eduardo Leite marca 28%, ante 42% do petista. Nos cenários contra Aldo Rebelo e Renan Santos, Lula tem 44%, enquanto ambos registram 25%.A pesquisa também mostra que Lula e Flávio concentram as maiores rejeições: 54% e 55%, respectivamente.
Bolsonaro confirma Flávio como nome para a disputa presidencial de 2026
Carta foi lida pelo senador em frente ao hospital onde o ex-presidente está internado.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou, por meio de uma carta divulgada na quinta-feira (25), o apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) como seu indicado para a disputa presidencial de 2026, em Brasília. O texto foi lido pelo próprio Flávio na porta do hospital DF Star, pouco antes de Bolsonaro passar por uma cirurgia. Na mensagem, escrita de próprio punho, o ex-presidente afirma que a escolha é “consciente e legítima” e que o filho representa a continuidade de seu projeto político. Segundo Flávio, a divulgação da carta buscou encerrar dúvidas sobre o apoio do pai, após semanas de pressão de aliados e divergências internas. A indicação já havia sido mencionada pelo senador no início de dezembro, mas enfrentava resistência dentro do grupo político e da própria família. A carta foi escrita enquanto Bolsonaro estava sob custódia da Polícia Federal, onde cumpre pena relacionada ao processo sobre tentativa de golpe, segundo o senador. O documento reforça que a decisão ocorre em meio ao que Bolsonaro chama de “cenário de injustiça”. A leitura do texto ocorre em um momento de disputa dentro da direita, com setores defendendo alternativas para 2026, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Flávio tenta consolidar seu nome com o apoio explícito do pai. O conteúdo da carta foi entregue à imprensa e deve integrar as discussões internas do PL sobre a sucessão presidencial.
Valdemar confirma Flávio em 2026 e união da direita com ACM Neto
Declaração foi feita por Valdemar Costa Neto durante evento do PL em Porto Seguro, no Extremo Sul baiano
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou nesta segunda-feira (22) que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deve manter sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026. Na Bahia, segundo o dirigente partidário, o grupo ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro deverá se unir em torno da candidatura do ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, Antonio Carlos Magalhães Neto (ACM Neto), ao governo do Estado. A declaração foi feita durante um evento do PL realizado em Porto Seguro, no Extremo Sul da Bahia. Na ocasião, Costa Neto defendeu a consolidação de alianças no campo da direita e destacou a prioridade da sigla em apoiar nomes que considera competitivos nos estados.“Vamos estar juntos de um jeito ou de outro, porque queremos caminhar com os melhores. Aqui na Bahia, nós vamos com o ACM Neto”, afirmou. Em relação à disputa presidencial, o dirigente foi enfático: “O nosso candidato é o Flávio Bolsonaro. Vamos seguir em frente e vamos ganhar essa eleição”. Ao tratar da escolha de Flávio como herdeiro político de Jair Bolsonaro, Valdemar negou a existência de resistência interna ou entre partidos aliados. Segundo ele, um eventual desgaste ocorreu apenas no momento do anúncio inicial do nome, mas já foi superado.“Todos estão dispostos a apoiar o Flávio Bolsonaro. O anúncio, feito sem conhecimento prévio de outros partidos, gerou um mal-estar, mas isso já passou. Vamos contornar. Ele é o nosso candidato, vai crescer e vamos ganhar as eleições”, declarou. Durante o discurso, Costa Neto também relembrou a influência política do ex-senador Antonio Carlos Magalhães na Bahia e fez elogios à atuação do grupo liderado por ACM Neto. O presidente do PL destacou o modelo de articulação política adotado pelo avô do ex-prefeito de Salvador, especialmente no Congresso Nacional.“O Antônio Carlos Magalhães tinha força política. Elegia uma grande bancada federal, levava para Brasília e ajudava a montar governos com quadros qualificados”, afirmou. Ao comparar ACM Neto com Jair Bolsonaro, Valdemar ressaltou a escolha de sucessores e a formação de equipes de governo. “O neto seguiu o exemplo do avô. Escolheu Bruno Reis para prefeito de Salvador, que foi bem avaliado. O Bolsonaro também foi bem porque escolheu pessoas sérias para o governo, apesar dos impactos da pandemia”, completou.
Flávio Bolsonaro diz que só desiste com pai fora da prisão
Em entrevista à canal de TV, senador afirma que sua permanência na disputa presidencial está atrelada à saída do ex-presidente da prisão, em cenário político fictício.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido como candidato à Presidência nas eleições de 2026, afirmou que sua permanência na disputa está condicionada à libertação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso após condenação por tentativa de golpe de Estado. Em entrevista, Flávio declarou que só abriria mão da candidatura caso Bolsonaro pudesse deixar a prisão e retomar atividades públicas. O senador afirmou ainda desejar o retorno do irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ao país.“Trata-se de justiça para quase 60 milhões de brasileiros que, na minha avaliação, foram silenciados junto com o presidente Jair Bolsonaro. Minha pré-candidatura é consciente”, disse o parlamentar. Flávio afirmou que a única hipótese de desistência seria “ver Bolsonaro livre, caminhando com os netos pelas ruas do Brasil”. O senador teria sido indicado pelo pai para representar o grupo político nas eleições, superando nomes como Michelle Bolsonaro e o governador paulista Tarcísio de Freitas.
Após 16 meses, STF marca julgamento sobre 'rachadinha' de Flávio Bolsonaro
Colegiado vai julgar o recurso apresentado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro
Por: Danielle Campos
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- Após 16 meses segurando a análise sobre o caso de 'rachadinha' do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) marcou o julgamento para a próxima terça-feira (30). O colegiado vai julgar o recurso apresentado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) contra decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que concedeu foro especial ao filho do presidente Jair Bolsonaro e retirou a condução da apuração do juiz de primeira instância, que vinha dando duras decisões contra o parlamentar.
Gravações apontam participação direta de Bolsonaro em 'rachadinhas', diz site
Prática ilegal ocorre quando assessores entregam parte de seus salários a parlamentares
Por: Alexandre Santos
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Sérgio Lima
- Gravações inéditas reveladas pelo portal UOL indicam que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participava diretamente do suposto esquema de rachadinha à época em que ele exerceu seguidos mandatos de deputado federal (entre os anos de 1991 e 2018). A prática ilegal, por meio da qual assessores entregam parte de seus salários, configura crime de peculato (mau uso de dinheiro público).Em três reportagens publicadas nesta segunda-feira (5) na coluna da jornalista Juliana Dal Piva, o UOL mostra gravações que revelam o que era dito no círculo íntimo e familiar do presidente. A primeira reportagem mostra que familiar que não quis devolver valor combinado do salário foi retirado do esquema. A fisiculturista Andrea Siqueira Valle, ex-cunhada do presidente, afirma que Bolsonaro demitiu irmão dela porque ele se recusou a devolver a maior parte do salário de como assessor. "O André deu muito problema porque ele nunca devolveu o dinheiro certo que tinha que ser devolvido, entendeu? Tinha que devolver R$ 6.000, ele devolvia R$ 2.000, R$ 3.000. Foi um tempão assim até que o Jair pegou e falou: 'Chega. Pode tirar ele porque ele nunca me devolve o dinheiro certo'", narra Andrea. A segunda reportagem revela que, dentro da família Queiroz, Jair Bolsonaro é o verdadeiro "01." Em troca de mensagens de áudio, a mulher e a filha de Fabrício Queiroz, Márcia Aguiar e Nathália Queiroz, chamam Jair Bolsonaro de "01". Márcia afirma que o presidente "não vai deixar" Queiroz voltar a atuar como antes. Já a terceira reportagem descreve como recolher salários não era uma tarefa exclusiva de Fabrício Queiroz. Ex-cunhada do presidente diz que um coronel da reserva do Exército, ex-colega do presidente na Aman (Academia Militar das Agulhas Negras), atuou no recolhimento de salários da ex-cunhada de Jair Bolsonaro, no período em que ela constava como assessora do antigo gabinete de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio). Advogado nega ilegalidade - Ao ser informado sobre as gravações de Andrea Siqueira Valle, o advogado Frederick Wassef, que representa o presidente, negou ilegalidades e disse que existe uma antecipação da campanha de 2022. Wassef afirmou que os fatos narrados por Andrea "são narrativas de fatos inverídicos, inexistentes, jamais existiu qualquer esquema de rachadinha no gabinete do deputado Jair Bolsonaro ou de qualquer de seus filhos".























