Pesquisa Quaest mostra que maioria dos brasileiros acredita na reeleição de Lula em 2026
De acordo com o levantamento, 55% dos entrevistados disseram acreditar que Lula vencerá a disputa presidencial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (20) aponta que 55% dos entrevistados acreditam na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. O percentual indica um crescimento de seis pontos percentuais em comparação ao levantamento realizado em abril, quando o índice de expectativa de vitória do petista era de 49%.
- Em contrapartida, a expectativa de vitória do senador Flávio Bolsonaro, um dos principais nomes da oposição, registrou queda, passando de 32% para 25% no mesmo período. O levantamento destaca as articulações para a sucessão presidencial e mede a percepção dos eleitores sobre o cenário político atual, não se tratando de uma pesquisa de intenção de voto.
Foto: Reprodução
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (20) mostra que a maioria dos brasileiros acredita na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. De acordo com o levantamento, 55% dos entrevistados disseram acreditar que Lula vencerá a disputa presidencial. O índice representa um crescimento de seis pontos percentuais em relação à pesquisa de abril, quando esse percentual era de 49%. Já 25% dos participantes afirmaram acreditar na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece como um dos principais nomes da oposição. Em abril, esse índice era de 32%, indicando uma redução de sete pontos percentuais. Outros 4% dos entrevistados disseram acreditar na vitória de outro candidato, enquanto 16% afirmaram não saber quem vencerá a eleição.O levantamento foi divulgado em meio às articulações para a sucessão presidencial de 2026 e reflete a percepção dos eleitores sobre o cenário político atual. A pesquisa mede a expectativa dos entrevistados sobre o resultado da eleição e não a intenção de voto.
Janja diz que misoginia não tem lado e presta apoio a Michelle Bolsonaro
Janja diz que misoginia não tem lado e presta apoio a Michelle Bolsonaro
Primeira-dama afirmou que a violência contra as mulheres deve ser combatida sem distinção de posicionamento político. Declaração repercutiu entre parlamentares conservadoras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A primeira-dama Rosângela da Silva afirmou que mulheres devem ser apoiadas quando são vítimas de ataques, independentemente de posicionamentos políticos. Ela fez esta declaração após ataques virtuais contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que afirmou ter sido tratada de forma desrespeitosa pelo senador Flávio Bolsonaro. A violência contra as mulheres é um tema que vem sendo discutido por diferentes setores da sociedade e por representantes de diversas correntes políticas.
- As reações às declarações de Janja variaram, com algumas mulheres ligadas ao campo conservador avaliando positivamente a manifestação da primeira-dama, enquanto outras consideraram que o combate à violência contra as mulheres deve superar disputas ideológicas.
Foto: Reprodução
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, afirmou que mulheres devem ser apoiadas quando são vítimas de ataques, independentemente de posicionamentos políticos. A declaração foi feita durante entrevista concedida ao programa Frente a Frente, parceria entre a Folha de S.Paulo e o UOL, e repercutiu entre parlamentares da oposição. Ao comentar os ataques direcionados à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e à senadora Damares Alves (Republicanos-DF), Janja disse que a violência contra as mulheres não está restrita a um grupo político. "Qualquer mulher agredida não pode ter a mão solta. Não importa qual seja o campo ideológico. A misoginia não tem lado. Não tem direita, esquerda, conservador ou progressista. Ela atinge todas nós igualmente", afirmou. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, mulheres ligadas ao campo conservador avaliaram positivamente a manifestação da primeira-dama. Mesmo mantendo divergências políticas, deputadas e senadoras ouvidas pela publicação, sob reserva, consideraram a declaração um gesto de respeito e defenderam que o combate à violência contra as mulheres deve superar disputas ideológicas. A repercussão ocorre após Michelle Bolsonaro relatar ter sido alvo de ataques nas redes sociais depois da divulgação de um vídeo em que afirmou ter sido tratada de forma desrespeitosa pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Conforme a reportagem, a ex-primeira-dama chegou a dizer a aliados que cogitou deixar a vida política diante da repercussão dos ataques virtuais. O episódio reacendeu o debate sobre a violência política de gênero e a disseminação de discursos de ódio contra mulheres em ambientes digitais, tema que vem sendo discutido por diferentes setores da sociedade e por representantes de diversas correntes políticas.
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
As visitas político-eleitorais estão suspensas até o fim das eleições
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu manter a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, com restrições para visitas político-eleitorais e suspensão de algumas visitas por 90 dias. A decisão atende a uma carta intitulada 'Carta aos brasileiros', escrita pelo ex-presidente, que direcionava ao público em geral e tinha finalidade política.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu, nesta sexta-feira (17), manter prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL). Entretanto, até o fim das eleições de 2026, o ex-presidente está proibido de receber visitas com finalidade "político eleitoral". Moraes ainda suspendeu visitas gerais ao ex-presidente pelo período de 30 dias, exceto as visitas permanentes da equipe médica, fisioterapêutica e dos advogados de defesa. As visitas do filho Flávio Bolsonaro também estão suspensas, mas por 90 dias. Flávio consta como advogado de Bolsonaro, mas a divulgação da carta intitulada "Carta aos brasileiros", escrita pelo pai, o impediu de fazer visitas. "O direcionamento da carta – escrita e assinada de próprio punho por Jair Messias Bolsonaro – foi 'aos brasileiros', demonstrando sua natureza não particular e sua finalidade político-eleitoral com exposição ao público em geral, utilizando Flávio Nantes Bolsonaro como intermediário, ou nas suas próprias palavras, como seu 'porta-voz'", escreveu o ministro.
Foto de Flávio Bolsonaro ao lado de investigado por milícia gera repercussão
Foto de Flávio Bolsonaro ao lado de investigado por milícia gera repercussão
Senador nega conhecer a pessoa na foto e acusa ser produzida por Inteligência Artificial
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma imagem divulgada pelo ICL Notícias mostra o senador Flávio Bolsonaro ao lado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como 'Sicário', suspeito de integrar uma milícia ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A foto teria sido registrada em 2022, em um hotel no Rio de Janeiro.
- A análise da imagem foi realizada por ferramentas de detecção de imagens geradas por inteligência artificial, não encontrando indícios de que o registro tenha sido produzido por IA. O senador negou conhecer o homem e afirmou que recebe pedidos de fotos de pessoas desconhecidas todos os dias.
Foto: Reprodução
Uma fotografia divulgada pelo ICL Notícias colocou o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), no centro de uma nova controvérsia política. A imagem mostra o parlamentar ao lado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como "Sicário", apontado pela Polícia Federal (PF) como integrante de uma milícia supostamente ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo a publicação, a foto teria sido registrada em 2022, em um hotel localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro. De acordo com as investigações da PF, Mourão é suspeito de integrar um grupo envolvido em ameaças e ações violentas contra desafetos do empresário. Após a divulgação da imagem, o ICL Notícias informou que submeteu o arquivo, em parceria com o Centro Latino-americano de Investigación Periodística (CLIP), a uma série de análises técnicas para verificar sua autenticidade. Conforme a reportagem, a fotografia foi examinada por cinco ferramentas de detecção de imagens geradas por inteligência artificial — Gemini, Hive Moderation, Sight Engine, Was It AI e Image Whisperer. Nenhuma delas identificou indícios de que o registro tenha sido produzido por IA. A imagem também passou por análise da plataforma InVID, utilizada para verificação de conteúdo digital. Segundo o veículo, o exame não encontrou sinais de montagem ou manipulação manual. Entre os elementos observados estão a compatibilidade das sombras, os reflexos nos óculos dos dois homens e a incidência da iluminação sobre ambos, fatores considerados compatíveis com uma fotografia autêntica. Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, Flávio Bolsonaro negou conhecer o homem que aparece ao seu lado e afirmou que costuma atender diariamente a pedidos de fotos de pessoas desconhecidas. "O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, como figura pública e extremamente popular, recebe todos os dias pedidos de dezenas de pessoas pelas ruas para fotos. Impossível o senador saber quem é cada uma das pessoas que dele se aproxima. Flávio Bolsonaro reafirma que não conhece e nunca viu a pessoa na foto. É irresponsável tentar atribuir qualquer significado pessoal a uma imagem aleatória. Além disso, não se sabe qual a procedência da foto, nem se a imagem é real ou produzida por Inteligência Artificial", diz a nota. Até o momento, não há informação de que a divulgação da fotografia tenha resultado na abertura de novas investigações envolvendo o senador. A Polícia Federal também não divulgou manifestação sobre o episódio.
Quaest: Lula lidera no 1º turno e venceria todos os adversários no 2º turno
Quaest: Lula lidera no 1º turno e venceria todos os adversários no 2º turno
Pesquisa mostra presidente com 40% das intenções de voto no primeiro turno e vantagem sobre todos os adversários testados em simulações de segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta-feira mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente da corrida pelo Palácio do Planalto em cenários de primeiro e segundo turno para a eleição presidencial de 2026. Na pesquisa de primeiro turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 28%.
- A pesquisa também aponta que 65% dos entrevistados afirmam já ter definido o voto, enquanto entre os eleitores independentes, grupo considerado decisivo, Lula tem 30% das intenções de voto. Além disso, o levantamento mostra que Lula e Flávio Bolsonaro são os nomes mais conhecidos e também os mais rejeitados.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
A nova pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente da corrida pelo Palácio do Planalto tanto no primeiro quanto em todos os cenários simulados de segundo turno para a eleição presidencial de 2026. Na pesquisa de primeiro turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 28%. Na sequência estão Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; Renan Santos (Missão), com 3%; e Romeu Zema (Novo), com 2%. Outros pré-candidatos somam 4%. Nas simulações de segundo turno, Lula venceria todos os adversários testados. No principal cenário, contra Flávio Bolsonaro, o presidente tem 45% das intenções de voto, contra 37% do senador, uma vantagem de oito pontos percentuais. Em junho, o placar era de 44% a 38%. Em relação ao levantamento de junho, Lula oscilou um ponto percentual para cima no primeiro turno, passando de 39% para 40%, enquanto Flávio Bolsonaro caiu de 29% para 28%. Intenções de voto - A pesquisa também aponta que 65% dos entrevistados afirmam já ter definido o voto, enquanto 35% dizem que ainda podem mudar de candidato até a eleição. Entre os eleitores independentes, grupo considerado decisivo, Lula tem 30% das intenções de voto, contra 15% de Flávio Bolsonaro. Caiado aparece com 8%, Renan Santos com 5% e Romeu Zema com 2%. Nesse segmento, 17% estão indecisos e outros 17% pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. O levantamento ainda mostra que Lula e Flávio Bolsonaro são os nomes mais conhecidos e também os mais rejeitados. Segundo a Quaest, 57% dos entrevistados afirmam que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum, enquanto 53% dizem o mesmo sobre Lula. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
Entidade solicita que o senador possa manter contato com o ex-presidente na condição de advogado, limitado a assuntos profissionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o restabelecimento do direito do senador Flávio Bolsonaro de manter contato com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na condição de seu advogado. A solicitação ocorre após Moraes proibir o parlamentar de realizar visitas por 90 dias, sob a justificativa de que Flávio descumpriu medidas cautelares ao divulgar uma carta do ex-presidente nas redes sociais, ato classificado pelo magistrado como promoção política e possível propaganda eleitoral antecipada.
- No pedido de caráter exclusivamente institucional enviado ao STF, a OAB argumenta que busca apenas assegurar as prerrogativas da advocacia e garantir a comunicação reservada entre cliente e defensor para fins profissionais, sem interferir no mérito das decisões judiciais. Paralelamente, Moraes acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público Eleitoral para apurar o caso, enquanto a Suprema Corte ainda não se manifestou sobre a petição apresentada pela entidade.
Foto: Reprodução
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restabeleça o direito do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de manter contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na condição de advogado. O pedido foi apresentado nesta terça-feira (14), um dia após o magistrado proibir o parlamentar de visitar o pai por 90 dias. A restrição foi determinada por Moraes após o senador divulgar, nas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, o que, segundo o ministro, teria descumprido a medida cautelar que impede o ex-presidente de utilizar redes sociais de forma direta ou por intermédio de terceiros. Flávio Bolsonaro integra formalmente a equipe de defesa do pai e acionou a Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB para garantir o exercício da advocacia. No documento enviado ao STF, a entidade pede que seja "assegurada a possibilidade de comunicação pessoal e reservada entre o advogado e seu constituinte para finalidades estritamente profissionais", nos termos que forem definidos pelo ministro. A OAB ressaltou que o pedido possui caráter exclusivamente institucional e não busca discutir o mérito das decisões judiciais. "A presente manifestação possui caráter exclusivamente institucional e busca assegurar a observância das prerrogativas da advocacia, sem interferência no mérito da execução penal ou nas medidas determinadas por esse Supremo Tribunal Federal", diz o ofício. Na decisão que restringiu as visitas, Alexandre de Moraes afirmou que Flávio Bolsonaro utilizou "expressões com carga semântica equivalente a pedido explícito de voto", classificando a conduta como um "instrumento de promoção política". O ministro também encaminhou o caso ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, determinou manifestação da defesa do ex-presidente em até 48 horas e solicitou ao Ministério Público Eleitoral a apuração de eventual propaganda eleitoral antecipada. Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não se pronunciou sobre o pedido apresentado pela OAB.
Flávio Bolsonaro faz novas críticas ao governo Lula: "roubou até a esperança do povo"
Senador do PL fez declarações sobre segurança pública, carga tributária, fraudes no INSS e educação durante transmissão nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, fez críticas ao presidente Lula em transmissão ao vivo. Ele denunciou o aumento da carga tributária, a política econômica do governo e a investigação sobre descontos indevidos no INSS. Além disso, ele atribuiu ao presidente uma declaração sobre investimentos na educação.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, voltou a fazer críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante uma transmissão ao vivo realizada na segunda-feira (13). Em sua fala, o parlamentar abordou temas como segurança pública, carga tributária, fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e educação. Ao comentar a segurança pública, Flávio afirmou que o governo federal adota medidas que, segundo ele, favorecem criminosos. “Como que pode alguém que sofre com a violência votar nesse cara? Que defende bandido”, declarou. O senador também criticou a política econômica do governo e o aumento da carga tributária. “Você está feliz com a quantidade de imposto que paga? Foi esse governo aí aumentou 37 novos impostos, está metendo a mão no bolso de vocês com imposto. Arreaga o país com corrupção roubando as estatais, qual lógica de continuar acreditando no mentiroso desses?”, afirmou. Durante a transmissão, Flávio citou ainda as investigações sobre descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Sem apresentar provas, o parlamentar mencionou suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. “Alguém que roubou até a esperança do povo brasileiro, seu governo roubou os velhinhos do INSS e a suspeita é que uma parte foi parar na conta do filho dele. Não é possível que você não enxergue isso, é inacreditável a que ponto chega esse país”, disse. Na área da educação, o senador também atribuiu ao presidente uma declaração sobre investimentos no setor. “O Lula falou que não investe em educação porque ele quer as pessoas ignorantes para continuarem votando nele, para não perceberem o mal que o governo dele faz para o país. Para manter as pessoas na dependência”, afirmou. Até o momento, a Presidência da República não havia se manifestado sobre as declarações do senador.
Lula tem 46,3% e Flávio Bolsonaro, 46,1%, diz pesquisa
Lula tem 46,3% e Flávio Bolsonaro, 46,1%, diz pesquisa
Levantamento do Instituto Futura/Apex ouviu 2 mil eleitores e mostra os dois pré-candidatos tecnicamente empatados em um eventual segundo turno das eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um levantamento do Instituto Futura/Apex divulgado nesta terça-feira (14) mostra um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Lula aparece com 46,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 46,1%.
- A pesquisa, realizada entre os dias 7 e 11 de julho de 2026, ouviu 2 mil eleitores em diferentes regiões do país, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O resultado caracteriza um empate técnico, com 6,5% dos entrevistados afirmando que pretendem votar em branco ou anular o voto.
Foto: Reprodução
Um levantamento divulgado nesta terça-feira (14) pelo Instituto Futura/Apex mostra um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo a pesquisa, Lula aparece com 46,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 46,1%. Como a diferença entre os dois candidatos está dentro da margem de erro, o resultado caracteriza um empate técnico. O estudo também aponta que 6,5% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Outros 1,1% disseram que ainda não sabem em quem votar ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 11 de julho de 2026 e ouviu 2 mil eleitores em diferentes regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07294/2026. De acordo com as informações divulgadas, a pesquisa foi contratada pela empresa Futura e teve custo de R$ 160 mil. O cenário apresentado pelo instituto retrata um possível segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro e representa um retrato das intenções de voto no período em que a pesquisa foi realizada. Como toda pesquisa eleitoral, os resultados refletem o momento da coleta de dados e podem sofrer alterações ao longo da campanha.
Flávio critica decisão de Moraes e fala em interferência eleitoral
Flávio critica decisão de Moraes e fala em interferência eleitoral
Senador afirmou que medida do ministro Alexandre de Moraes busca influenciar o processo eleitoral e criticou decisão que restringiu visitas ao ex-presidente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou publicamente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiu suas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar classificou a medida, que possui um prazo de 90 dias, como uma tentativa de interferência direta nas eleições deste ano, destacando que o período de restrição impede o contato entre ambos até a conclusão do primeiro turno das eleições.
- A determinação judicial ocorreu após Flávio divulgar uma carta de Jair Bolsonaro em suas redes sociais, o que contrariou a proibição de uso dessas plataformas pelo ex-presidente. Em sua transmissão, o senador defendeu suas prerrogativas como membro da equipe de defesa jurídica de seu pai, criticou a recente operação de busca e apreensão da Polícia Federal e incentivou seus eleitores a apoiarem candidatos ao Senado que sejam favoráveis ao impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
Foto: Reprodução
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta segunda-feira (13) que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de restringir suas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) representa uma tentativa de interferência nas eleições deste ano. A medida foi adotada após Flávio divulgar, em suas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, contrariando a determinação judicial que proíbe o ex-presidente de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, por meio de terceiros. Durante uma transmissão ao vivo, Flávio criticou a decisão. "Os com caneta não podem decidir no lugar dos com voto. [...] Parem de destruir a democracia com pretexto de defender a democracia, isso não cola", afirmou. O senador também questionou o prazo de 90 dias estabelecido na decisão judicial. "Não por acaso ele toma a decisão por 90 dias. Eu só poderia voltar a falar [com Bolsonaro] após o primeiro turno. Alguém acha que isso é coincidência? Qual é o critério para 90 dias?", disse. Em seguida, dirigiu-se aos seguidores: **"Você acha que Alexandre de Moraes está tentando intervir nas eleições? Deixe aqui sua opinião." **Flávio afirmou ainda que muitos eleitores devem escolher candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de Alexandre de Moraes e declarou que isso "não é antidemocrático". O parlamentar também disse esperar a atuação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). "A OAB vai entrar no circuito, porque é uma prerrogativa inegociável de que os advogados tenham acesso aos seus clientes", afirmou. Flávio integra oficialmente a equipe de defesa de Jair Bolsonaro. Segundo o senador, Moraes pretende endurecer ainda mais as medidas contra o ex-presidente. "Alexandre de Moraes quer só uma desculpinha para tirar meu pai da domiciliar. [...] A estratégia é muito simples, é botar a culpa em mim. [...] É uma loucura o que faz Moraes, uma insanidade atrás da outra", declarou. Flávio também afirmou que a busca e apreensão realizada pela Polícia Federal na residência de Jair Bolsonaro teve como objetivo encontrar justificativas para revogar a prisão domiciliar. A defesa do ex-presidente informou que nenhuma arma foi localizada durante a operação. Por fim, o pré-candidato afirmou que seguirá na disputa presidencial. Segundo ele, somente abriria mão da candidatura caso Jair Bolsonaro pudesse concorrer à Presidência, hipótese atualmente impedida pela inelegibilidade do ex-presidente.
Lula soma 47% contra 44% de Flávio Bolsonaro, aponta nova pesquisa BTG/Nexus
Lula soma 47% contra 44% de Flávio Bolsonaro, aponta nova pesquisa BTG/Nexus
Levantamento divulgado nesta segunda-feira (13) também mostra o petista à frente na disputa de primeiro turno
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto com 47% em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que está em segundo lugar com 44%, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira. A pesquisa também simulou outros cenários de segundo turno, onde Lula venceria Flávio Bolsonaro por 47% a 40% no caso de uma eleição entre eles.
- A pesquisa foi realizada por telefone entre os dias 10 e 12 de julho, com 2.003 eleitores de 16 anos ou mais em todo o país, e tem margem de erro de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-07981/2026.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que registra 44%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13). O resultado configura empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. No primeiro turno, Lula tem 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 34%. Na sequência estão Ronaldo Caiado (PSD), com 5%; Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), com 4% cada; Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante), com 2% cada; e Aécio Neves (PSDB), com 1%. Na pesquisa espontânea, Lula registra 35% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 24%. O levantamento também simulou outros cenários de segundo turno. Lula venceria Romeu Zema por 47% a 40%, Ronaldo Caiado por 47% a 38% e Renan Santos por 49% a 35%. A pesquisa foi realizada por telefone entre os dias 10 e 12 de julho, com 2.003 eleitores de 16 anos ou mais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-07981/2026.
Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Nota oficial assinada por Rogério Marinho afirma que eventual aliança entre PL e Republicanos é baseada em convergência política e não envolve negociação de cargos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou oficialmente que uma aliança com o Republicanos esteja condicionada à indicação de Marcos Pereira, presidente nacional da legenda, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota oficial assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), o grupo classificou os boatos como "absolutamente falsos" e assegurou que as negociações buscam construir uma convergência programática e de ideias, sem qualquer barganha envolvendo cargos públicos.
- O comunicado ressaltou a relevância do Republicanos como um aliado estratégico em pautas compartilhadas, como segurança pública e defesa das liberdades individuais, indicando a possibilidade de atuação conjunta tanto em âmbitos regionais quanto em uma coalizão nacional. A nota conclui reforçando que as alianças partidárias serão desenhadas com base no alinhamento político, afastando qualquer hipótese de acordos ligados a indicações para o STF ou outros órgãos da República.
Foto: Reprodução | CNN
A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República divulgou, neste domingo (12), uma nota oficial negando que um eventual apoio do Republicanos ao projeto eleitoral esteja condicionado à indicação do presidente nacional da legenda, Marcos Pereira (Republicanos-SP), para uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O comunicado foi assinado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha, que classificou a informação como "absolutamente falsa" e afirmou que o assunto nunca fez parte das conversas entre os dois partidos. Segundo a nota, as negociações políticas em andamento têm como objetivo a construção de uma ampla aliança nacional baseada na convergência de ideias, propostas e compromissos programáticos, sem qualquer negociação envolvendo cargos públicos ou indicações para outros Poderes. "A hipótese é absolutamente falsa e jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação", afirmou Rogério Marinho no comunicado. A coordenação destacou ainda que PL e Republicanos poderão atuar juntos em diversos estados durante o processo eleitoral, tanto em alianças regionais quanto na formação de uma eventual coalizão nacional. De acordo com a nota, o Republicanos é considerado um aliado estratégico em pautas defendidas pelo grupo político, como segurança pública, combate à pobreza, defesa das liberdades individuais, fortalecimento da democracia e enfrentamento ao que a legenda classifica como perseguição política. O comunicado conclui afirmando que eventuais alianças serão construídas com base no alinhamento político e programático entre os partidos, afastando qualquer possibilidade de acordos relacionados à indicação de autoridades para o Supremo Tribunal Federal ou outros órgãos da República.
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado do PT afirma que ex-presidente descumpriu medidas cautelares ao divulgar carta com conteúdo político por meio de terceiros.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O deputado federal Lindbergh Farias anunciou que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa ocorre após o senador Flávio Bolsonaro ler, em transmissão ao vivo, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações políticas e apoio eleitoral. Segundo Lindbergh, a divulgação do documento viola as medidas cautelares impostas pelo STF, que proíbem o ex-presidente de utilizar redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
- Além do pedido de prisão, a petição de Lindbergh solicita a aplicação de uma multa de R$ 100 mil ao senador Flávio Bolsonaro por ter facilitado a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março por motivos de saúde, sob condições que incluem restrições de comunicação. Até o momento, o STF e a defesa do ex-presidente não comentaram o anúncio da petição.
Foto: Ton Molina | STF
O deputado federal Lindbergh Farias anunciou neste sábado (11) que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal pedindo a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa foi divulgada após o senador Flávio Bolsonaro ler, durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações sobre o cenário político nacional e apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República. Segundo Lindbergh, o conteúdo da carta possui caráter político-eleitoral e teria sido divulgado em desacordo com as medidas cautelares impostas pelo STF. O parlamentar argumenta que Bolsonaro está proibido de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, inclusive por intermédio de terceiros, para divulgação de mensagens, vídeos ou áudios. Na petição, o deputado também pede que o Supremo aplique uma multa de R$ 100 mil a Flávio Bolsonaro. De acordo com Lindbergh, o senador tinha conhecimento das restrições impostas ao ex-presidente e, ainda assim, teria contribuído para a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março, após decisão judicial motivada por um quadro de broncopneumonia. Entre as condições estabelecidas para a medida estão a proibição de utilizar redes sociais, pessoalmente ou por meio de terceiros. O eventual descumprimento das determinações poderá ser analisado pelo STF, que decidirá se houve violação das medidas cautelares. Na carta lida por Flávio Bolsonaro, o ex-presidente manifesta apoio à pré-candidatura do filho à Presidência da República e o define como seu "porta-voz". O documento também conclama apoiadores a se unirem em torno do projeto político para as eleições de 2026. Até o momento, o STF não havia se manifestado sobre o pedido anunciado pelo deputado, e a defesa de Jair Bolsonaro também não comentou publicamente a iniciativa.
Michelle pode permanecer no comando do PL Mulher, diz Valdemar
Michelle pode permanecer no comando do PL Mulher, diz Valdemar
Presidente nacional do PL afirma que nenhuma integrante reúne as mesmas características da ex-primeira-dama e estuda reformular a estrutura do núcleo feminino.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que a legenda não pretende indicar uma substituta para Michelle Bolsonaro na presidência do PL Mulher. A decisão da ex-primeira-dama de deixar o cargo foi anunciada em meio ao tratamento de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro e após um desentendimento público com o senador Flávio Bolsonaro. Valdemar Costa Neto revelou que estuda promover mudanças na estrutura do PL Mulher e não há definição sobre uma eventual candidatura de Michelle ao Senado nas eleições de 2026.
- A expectativa é que a ex-primeira-dama continue participando do projeto eleitoral do partido no próximo pleito, mas o partido não anunciou oficialmente qualquer mudança na estrutura do PL Mulher nem definiu quem poderá assumir as funções exercidas por Michelle Bolsonaro, caso sua saída seja confirmada.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que a legenda não pretende indicar uma substituta para Michelle Bolsonaro na presidência do PL Mulher. Segundo ele, nenhuma integrante do partido reúne as mesmas características da ex-primeira-dama, especialmente em relação à capacidade de comunicação, dedicação e influência política. Em entrevista ao Estadão, Valdemar declarou que, caso Michelle decida permanecer no cargo, a vontade dela será respeitada pela direção nacional do partido. Ele também revelou que estuda promover mudanças na estrutura do PL Mulher, incluindo a possibilidade de extinguir a presidência nacional do núcleo e manter apenas as direções estaduais com maior autonomia. Ao ser questionado sobre possíveis sucessoras, como as deputadas federais Bia Kicis, Caroline de Toni e Júlia Zanatta, o dirigente afirmou que o partido possui nomes para a função, mas fez uma declaração que gerou repercussão. "Nomes nós temos, mas você sabe como é mulher, né?", disse durante a entrevista. Michelle Bolsonaro anunciou, no fim de junho, que deixaria a presidência do PL Mulher para dedicar mais tempo à família. A decisão ocorreu em meio ao tratamento de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro e após um desentendimento público com o senador Flávio Bolsonaro envolvendo articulações políticas dentro da legenda. Apesar da sinalização de saída da direção do núcleo feminino, ainda não há definição sobre uma eventual candidatura de Michelle ao Senado nas eleições de 2026. Nos bastidores, dirigentes do PL mantêm a expectativa de que ela continue participando do projeto eleitoral do partido no próximo pleito. Até o momento, o partido não anunciou oficialmente qualquer mudança na estrutura do PL Mulher nem definiu quem poderá assumir as funções exercidas por Michelle Bolsonaro, caso sua saída da presidência seja confirmada.
Lula lidera cenários de segundo turno para 2026, mostra pesquisa Meio/Ideia
Lula lidera cenários de segundo turno para 2026, mostra pesquisa Meio/Ideia
Petista aparece com 45% contra 40% de Flávio Bolsonaro; diferença está dentro da margem de erro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa do instituto Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (8) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 40%, com uma diferença de 5 pontos percentuais.
- Além disso, a pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Lula e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com Lula liderando com 45% das intenções de voto, contra 36% da adversária. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa do instituto Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (8), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O petista aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o parlamentar registra 40%. Apesar da vantagem numérica de cinco pontos percentuais, o cenário é considerado de empate técnico, já que a diferença está no limite da margem de erro da pesquisa, que é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Nesse cenário, 10,5% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 4,5% disseram estar indecisos. O levantamento também simulou um eventual segundo turno entre Lula e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). O presidente aparece com 45% das intenções de voto, contra 36% da adversária. Brancos e nulos somam 11%, enquanto 8% dos entrevistados ainda não decidiram o voto. Em outros cenários testados, Lula também aparece à frente de Ronaldo Caiado (PSD), com 45% contra 37,6%; de Romeu Zema (Novo), por 45% a 37%; de Renan Santos (Missão), por 45% a 33%; e de Joaquim Barbosa (DC), por 45% a 23%. No primeiro turno, segundo a mesma pesquisa, Lula lidera com 40,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 32%. A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 3 e 6 de julho de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
Lula amplia vantagem sobre Flávio Bolsonaro em plataforma de previsões eleitorais
Especialistas ressaltam que mercados de previsão refletem apostas financeiras, e não intenção de voto do eleitor.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com 62% de probabilidade de vitória nas eleições presidenciais em uma rodada de projeções da plataforma Polymarket, enquanto o senador Flávio Bolsonaro aparece com 22%. A variação reflete a mudança de comportamento de investidores e apostadores após repercussões negativas recentes envolvendo o nome do senador, o que reverteu a liderança que ele mantinha no mercado de previsões em maio.
- Especialistas alertam que o sistema funciona como uma bolsa de apostas e não possui o rigor científico de pesquisas eleitorais registradas. Além disso, vale destacar que a Polymarket integra uma lista de plataformas bloqueadas pelo governo federal por operarem sem autorização do Ministério da Fazenda, embora continue sendo acompanhada pelo mercado financeiro como um termômetro informal de expectativas.
Foto: Reprodução
A expectativa de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de outubro ganhou força nos últimos dias em uma das maiores plataformas de mercado de previsões do mundo. Nesta segunda-feira (6), o site Polymarket apontava Lula com 62% de probabilidade de vencer a disputa, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecia com 22%. Os números fazem parte do mercado "Brazil Presidential Elect", no qual usuários negociam posições financeiras sobre possíveis resultados eleitorais. Diferentemente das pesquisas de intenção de voto, a plataforma reflete o comportamento dos apostadores e não representa, necessariamente, a preferência do eleitorado. Flávio Bolsonaro chegou a liderar esse mercado em maio, quando alcançou 45,4% das previsões de vitória, contra 38% atribuídos a Lula. Desde então, porém, o cenário mudou. O senador passou a registrar queda contínua nas projeções após a divulgação de informações sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro e de áudios envolvendo pedidos de recursos para o filme "Dark Horse". Além de Lula e Flávio, outros nomes aparecem entre as opções negociadas pelos usuários. Renan Santos, do Missão, reúne cerca de 10% das apostas, enquanto os demais possíveis candidatos somam aproximadamente 1% cada. Apesar da repercussão nas redes sociais, especialistas alertam que o mercado de previsões não deve ser interpretado como pesquisa eleitoral. O sistema funciona como uma bolsa de apostas, em que investidores compram e vendem contratos com base em suas expectativas sobre acontecimentos futuros. Em abril, o governo federal determinou o bloqueio de 27 plataformas desse segmento, entre elas a Polymarket. O entendimento é de que esses serviços operavam sem autorização específica do Ministério da Fazenda. Mesmo com a restrição, os mercados de previsão continuam sendo acompanhados por analistas e usuários como um indicador das expectativas de investidores, embora não tenham valor científico para medir a intenção de voto da população.
PGR quer ouvir Flávio Bolsonaro por suposta calúnia a Lula
PGR quer ouvir Flávio Bolsonaro por suposta calúnia a Lula
Investigação apura suposto crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após publicação nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu que o senador Flávio Bolsonaro seja ouvido pela Polícia Federal no inquérito que apura a suposta prática de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parecer foi enviado ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, argumentando que a oitiva do parlamentar é uma etapa processual necessária e possibilita uma eventual retratação jurídica por parte do investigado.
- A investigação decorre de uma publicação do senador na rede social X, onde associou o presidente Lula a crimes como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Apesar de a Polícia Federal já ter concluído o inquérito e apontado a prática do crime de calúnia, caberá agora ao ministro Alexandre de Moraes decidir sobre a realização do depoimento de Flávio Bolsonaro solicitado pela PGR.
Foto: Reprodução
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta segunda-feira (6) que o senador Flávio Bolsonaro seja ouvido no inquérito que investiga a suposta prática do crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parecer foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, Paulo Gonet afirma que a oitiva do parlamentar é uma etapa necessária da investigação, principalmente em razão da possibilidade prevista na legislação penal de apresentação de retratação, medida que pode afastar eventual responsabilização criminal. Segundo o procurador-geral, o procedimento deve retornar à Polícia Federal para que o senador seja formalmente ouvido antes do prosseguimento da apuração. A investigação tem como base uma publicação feita por Flávio Bolsonaro na rede social X, em 3 de janeiro deste ano, após a captura do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por autoridades dos Estados Unidos. Na postagem, o senador afirmou que "Lula será delatado" e associou o presidente da República ao Foro de São Paulo, fazendo referências a supostos crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, apoio a grupos terroristas, ditaduras e eleições fraudadas. No mês passado, a Polícia Federal concluiu o inquérito e entendeu que houve a prática do crime de calúnia contra o presidente da República. O relatório final foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal para análise das próximas providências. Após a divulgação da conclusão da investigação, a assessoria de Flávio Bolsonaro foi procurada para comentar o caso, mas não se manifestou. O espaço permanece aberto para eventual posicionamento da defesa do parlamentar. Agora, caberá ao ministro Alexandre de Moraes analisar o parecer da Procuradoria-Geral da República e decidir sobre os próximos passos da investigação no âmbito do Supremo Tribunal Federal.
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Parlamentares do PL usaram as redes sociais para relacionar a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 provocou forte repercussão política nas redes sociais. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro associaram a derrota por 2 a 1 ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, argumentando que o Brasil não conquista um mundial desde a ascensão do Partido dos Trabalhadores ao poder executivo.
- Por outro lado, o contexto histórico aponta que, embora o pentacampeonato de 2002 tenha ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito em outubro daquele ano e assumiu em 2003. O presidente Lula não comentou as declarações dos parlamentares, e o episódio acabou por transferir a frustração da derrota esportiva para o cenário do debate político polarizado na internet.
Foto: Reprodução
A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 repercutiu também no cenário político. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizaram as redes sociais para associar a derrota do Brasil para a Noruega ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação na rede social X, Flávio Bolsonaro afirmou que a Seleção Brasileira não voltou a conquistar uma Copa do Mundo após a vitória do Partido dos Trabalhadores nas eleições presidenciais de 2002. Na mensagem, o senador lembrou que o pentacampeonato foi conquistado naquele mesmo ano, quando o país ainda era governado por Fernando Henrique Cardoso. Embora a Copa do Mundo de 2002 tenha sido disputada durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito presidente em outubro daquele ano e assumiu o cargo em janeiro de 2003. Já Eduardo Bolsonaro fez duas publicações sobre a eliminação brasileira. Em uma delas, repetiu a comparação feita pelo irmão entre o desempenho da Seleção e os governos federais. Em outra, mencionou o pênalti desperdiçado pelo volante Bruno Guimarães aos 13 minutos do primeiro tempo da partida contra a Noruega. As manifestações ocorreram logo após a derrota por 2 a 1, resultado que eliminou o Brasil ainda nas oitavas de final da competição disputada nos Estados Unidos. Até o momento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não comentou as declarações dos parlamentares nem fez publicações relacionadas às manifestações políticas sobre a eliminação da Seleção Brasileira. O episódio ampliou a repercussão da derrota nas redes sociais, onde o resultado esportivo também passou a ser utilizado em debates e manifestações de caráter político.
Atlas/Bloomberg: Lula lidera cenários de 1º e 2º turno contra Flávio Bolsonaro
Atlas/Bloomberg: Lula lidera cenários de 1º e 2º turno contra Flávio Bolsonaro
Pesquisa mostra presidente à frente nas simulações para a eleição de 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua liderando os cenários de eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg. Lula aparece em primeiro lugar em vários cenários, incluindo o primeiro turno e o segundo turno, com percentagens de intenção de voto de 46,3% e 48,8%, respectivamente. O senador Flávio Bolsonaro é o principal adversário de Lula, aparecendo em segundo lugar em vários cenários.Já na simulação em que Michelle Bolsonaro substitui o senador Flávio Bolsonaro, o presidente lidera com 47,1%, contra 19,3% da ex-primeira-dama. Além disso, a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu eleitores em todo o país e simulou diferentes cenários para a disputa presidencial de 2026.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera os cenários de primeiro e segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (30). No principal cenário de primeiro turno, Lula aparece com 46,3% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, com 36,6%. Em um segundo cenário, com menos candidatos, Lula registra 47,2%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 36,3%. Já na simulação em que Michelle Bolsonaro substitui o senador, o presidente lidera com 47,1%, contra 19,3% da ex-primeira-dama. Romeu Zema aparece com 8,6%, tecnicamente empatado com Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 8,1%. No segundo turno, Lula também aparece à frente de Flávio Bolsonaro, com 48,8% das intenções de voto, contra 42,3% do senador. Em outros cenários simulados, o petista vence Ronaldo Caiado por 48% a 39% e Romeu Zema por 48,2% a 38,5%. A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu eleitores em todo o país e simulou diferentes cenários para a disputa presidencial de 2026.
Michelle deixa comando do PL Mulher e repensa candidatura ao Senado
Michelle deixa comando do PL Mulher e repensa candidatura ao Senado
Ex-primeira-dama diz que vai se dedicar aos cuidados com Jair Bolsonaro e a filha; aliados afirmam que ela também está desmotivada para disputar o Senado pelo DF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Michelle Bolsonaro anunciou sua saída da presidência nacional do PL Mulher, justificando a decisão pela necessidade de se dedicar integralmente aos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro e a filha do casal. A comunicação foi feita ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, e a ex-primeira-dama reforçou a motivação familiar em nota divulgada nas redes sociais, agradecendo o apoio recebido e defendendo a maior participação feminina na política.
- Nos bastidores, contudo, aliados sugerem que a saída também reflete o desgaste provocado por disputas internas no PL e a insatisfação de Michelle com críticas recebidas após questionar publicamente posições de Flávio Bolsonaro. Há relatos de seu crescente desânimo com a possibilidade de uma candidatura ao Senado pelo Distrito Federal, uma vez que ela sempre condicionou a disputa a um pedido do ex-presidente. A vereadora Priscila Costa, de Fortaleza, é cotada para assumir o comando do PL Mulher.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) anunciou que deixará a presidência nacional do PL Mulher para se dedicar aos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e com a filha do casal. A decisão foi comunicada ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, em reunião realizada nesta terça-feira (30), na sede da legenda. Em nota divulgada nas redes sociais, Michelle afirmou que a decisão foi tomada após conversas com o marido. Segundo ela, o momento exige dedicação integral à família. Nos bastidores, porém, aliados afirmam que a saída também ocorre em meio ao desgaste provocado por disputas internas no PL. Michelle tem demonstrado insatisfação após críticas e ataques recebidos desde que questionou publicamente posições do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência. Pessoas próximas à ex-primeira-dama afirmam que ela também está cada vez mais desanimada com a possibilidade de disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal. Segundo esses relatos, Michelle sempre afirmou que só aceitaria a candidatura a pedido de Jair Bolsonaro e nunca assumiu publicamente a condição de pré-candidata. A expectativa é que a atual vice-presidente nacional do PL Mulher, a vereadora Priscila Costa, de Fortaleza, assuma o comando do grupo. Em nota, Michelle agradeceu às dirigentes estaduais e municipais do movimento, destacou o apoio recebido de Valdemar Costa Neto e defendeu maior participação feminina na política. Valdemar afirmou que respeita a decisão da ex-primeira-dama, elogiou sua atuação à frente do PL Mulher e atribuiu os conflitos internos ao crescimento da legenda, classificando as divergências como naturais.
Brasil tenta acordo para evitar tarifas de 25% dos EUA
Brasil tenta acordo para evitar tarifas de 25% dos EUA
Alckmin criticou atuação de Flávio Bolsonaro sobre o tema
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo brasileiro está em intensas negociações com os Estados Unidos para evitar a aplicação de tarifas extras de 25% sobre produtos nacionais, com o prazo final para um acordo estabelecido em 15 de julho. Representantes dos dois países mantêm uma agenda de reuniões, buscando convencer os EUA de que um entendimento comercial é mais vantajoso do que a imposição das novas tarifas, recomendadas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O Ministério das Relações Exteriores chegou a afirmar que a decisão norte-americana decorre de uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira, enquanto segue utilizando os canais diplomáticos para defender as políticas adotadas pelo Brasil.
- Em meio às tratativas, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou publicamente o senador Flávio Bolsonaro por sua atuação no tema, classificando-o como um dos "maus brasileiros" que trabalharam contra o país. Apesar de reconhecer a complexidade das negociações, o governo brasileiro mantém a expectativa de alcançar um entendimento antes do prazo. Caso não haja acordo até 15 de julho, os Estados Unidos poderão efetivar a tarifa adicional de 25% sobre parte das exportações brasileiras, impactando o comércio bilateral.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O governo brasileiro intensificou as negociações com os Estados Unidos para tentar evitar a aplicação de tarifas extras de 25% sobre parte dos produtos brasileiros. O prazo para um acordo termina em 15 de julho, e representantes dos dois países mantêm uma agenda de reuniões para discutir o tema. Segundo o governo, a estratégia é demonstrar que um acordo comercial é mais vantajoso para ambos os países do que a adoção das novas tarifas. A medida foi recomendada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). Na última quarta-feira (24), o Ministério das Relações Exteriores publicou uma nota nas redes sociais afirmando que a decisão dos Estados Unidos tem origem em uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira. O Itamaraty informou ainda que continua utilizando os canais diplomáticos para defender que as políticas adotadas pelo Brasil não prejudicam o comércio bilateral. Durante um evento sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia, realizado na sexta-feira (26), em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, nas tratativas envolvendo as tarifas. "Na realidade, são maus brasileiros que trabalharam contra o Brasil e agora estão tentando remediar o que foi feito", afirmou Alckmin. Apesar de considerar as negociações difíceis, o governo brasileiro acredita que ainda é possível chegar a um entendimento antes do prazo final. Caso não haja acordo até 15 de julho, os Estados Unidos poderão aplicar a tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos exportados pelo Brasil.
Lula lidera corrida presidencial com 40% contra Flávio Bolsonaro com 36%, aponta PoderData
Levantamento realizado entre 21 e 24 de junho mostra disputa apertada entre o petista e o senador do PL; demais candidatos aparecem com até 4%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (25) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, com 40%. O senador Flávio Bolsonaro (PL) ocupa a segunda posição, com 36%, mostrando uma diferença de quatro pontos percentuais entre os dois principais nomes do pleito.
- O levantamento também indica um empate técnico entre outros cinco candidatos, com Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) registrando 4% cada, enquanto Romeu Zema (Novo), Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) somam 3% cada. A sondagem foi realizada com 2.400 pessoas entre 21 e 24 de junho de 2026, apresentando margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, e está devidamente registrada no TSE sob o número BR-05722/2026.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, com 40%, segundo pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (25). Na sequência aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 36%. De acordo com o levantamento, a diferença entre os dois principais candidatos é de quatro pontos percentuais. Atrás de Lula e Flávio Bolsonaro, a pesquisa aponta um empate técnico entre cinco candidatos dentro da margem de erro. Renan Santos (Missão) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparecem com 4% das intenções de voto cada. Já o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (DC) e o escritor Augusto Cury (Avante) registraram 3% cada. Os eleitores que afirmaram votar em branco ou nulo somam 5%, enquanto 3% disseram não saber em quem votar ou preferiram não responder. A pesquisa ouviu 2.400 pessoas em todo o país entre os dias 21 e 24 de junho de 2026. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. A sondagem está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05722/2026.
Michelle Bolsonaro relata desentendimento com Flávio e diz ter recebido “punhalada” do enteado
Campanha de Flávio Bolsonaro nega versão apresentada por Michelle.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de 26 minutos nas redes sociais detalhando um desentendimento com seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência. Ela relatou ter sido desrespeitada e humilhada em uma conversa telefônica, onde Flávio teria afirmado que ela não compreendia de política e deveria se manter afastada das decisões partidárias. O cerne do conflito reside nas divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes no Ceará, à qual Michelle se opôs firmemente devido às críticas passadas de Gomes a Jair Bolsonaro e sua família.
- Após o episódio, Michelle interpretou que seu apoio à pré-candidatura de Flávio não era desejado, decidindo se afastar das articulações políticas internas da família. Embora a campanha de Flávio Bolsonaro tenha negado a versão apresentada pela ex-primeira-dama, Michelle afirmou ter perdoado o enteado e reiterou seu apoio aos projetos do partido. Contudo, ela reconheceu o abalo na relação e mantém distância das movimentações envolvendo a pré-campanha presidencial de Flávio.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de cerca de 26 minutos nas redes sociais em que relata um desentendimento com o enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL. Na gravação, publicada nesta quarta-feira (24), Michelle afirma ter sido desrespeitada e humilhada durante uma conversa telefônica com o senador. Segundo ela, o episódio ocorreu após divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará. “Recebi uma punhalada”, afirmou Michelle ao descrever a situação. De acordo com seu relato, Flávio teria dito que ela não entendia de política e que deveria ficar fora das decisões partidárias. A ex-primeira-dama afirmou que se sentiu desrespeitada e decidiu se afastar das articulações políticas internas da família após o episódio. Michelle também declarou que interpretou a conversa como um sinal de que seu apoio à eventual candidatura presidencial do enteado não era desejado. “Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante”, disse no vídeo. A divergência está ligada às negociações realizadas pelo PL no Ceará. Michelle se posicionou contra uma aproximação com Ciro Gomes, alegando que o político fez duras críticas a Jair Bolsonaro e seus filhos no passado. A ex-primeira-dama afirmou que considera incoerente uma aliança com alguém que, segundo ela, teve papel importante na campanha que resultou na inelegibilidade do ex-presidente. O embate não é recente. Em novembro do ano passado, declarações de Michelle contra a articulação política no Ceará provocaram reações públicas de Flávio, Eduardo, Carlos e Jair Renan Bolsonaro. Na época, Flávio afirmou que houve um “ruído de comunicação” e que Michelle não tinha conhecimento de todos os detalhes das negociações conduzidas pelo partido. Após a divulgação do vídeo, integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro negaram a versão apresentada pela ex-primeira-dama. Segundo relatos divulgados pela imprensa, o senador afirma não ter feito as declarações atribuídas a ele por Michelle durante a conversa telefônica. Apesar das críticas, Michelle afirmou que perdoou o enteado e disse continuar apoiando os projetos políticos do partido. No entanto, reconheceu que a relação entre os dois foi abalada e que mantém distância das articulações envolvendo a pré-campanha presidencial.
Datafolha: Lula lidera corrida presidencial com 41%, contra 31% de Flávio Bolsonaro
Levantamento mostra estabilidade no cenário eleitoral e mantém vantagem do petista em simulações de segundo turno
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 41% das intenções de voto no cenário principal do primeiro turno para as eleições de 2026, mantendo uma vantagem de dez pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro, que registra 31%. Lula também lidera nas simulações de segundo turno contra Flávio Bolsonaro, com 47% das intenções de voto, contra 43% do senador, repetindo os números da rodada anterior do levantamento. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios, entre 17 e 18 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais.
- O estudo aponta ainda que outros pré-candidatos, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, aparecem com percentuais bem inferiores. A pesquisa também indicou que o caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro, não provocou perdas significativas para o senador no momento, embora os impactos de outras investigações ainda não tenham sido totalmente captados. Na consulta espontânea, Lula segue à frente com 30% das menções, contra 17% de Flávio Bolsonaro, solidificando a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral, que promete ser dominada por debates sobre economia e segurança pública.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 41% das intenções de voto no principal cenário de primeiro turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20). O senador Flávio Bolsonaro registra 31%, mantendo a distância de dez porcento para o atual presidente. O levantamento ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios entre os dias 17 e 18 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Atrás de Lula e Flávio aparecem nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e outros pré-candidatos, todos com percentuais bem inferiores aos dos dois líderes da disputa. Nas simulações de segundo turno, Lula também mantém vantagem. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o senador soma 43%. O cenário repete os números registrados na rodada anterior da pesquisa. O Datafolha indica ainda que o chamado caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, não provocou novas perdas para o senador neste momento. Por outro lado, os efeitos políticos das investigações relacionadas ao Banco Master e ao senador Jaques Wagner ainda não foram totalmente captados pelo levantamento. A pesquisa também mostrou que Lula lidera em cenários de segundo turno contra Caiado e Zema. Na consulta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, o presidente aparece com 30%, enquanto Flávio Bolsonaro registra apenas 17%. Os números reforçam a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral. Apesar da estabilidade observada no levantamento, a disputa segue marcada por debates sobre economia, segurança pública e temas que devem dominar a reta final da pré-campanha.
Apex/Futura: Lula lidera segundo turno contra Flávio Bolsonaro com 48%
Apex/Futura: Lula lidera segundo turno contra Flávio Bolsonaro com 48%
Levantamento aponta vantagem de 5,2 pontos do presidente sobre o senador do PL; avaliação positiva do governo também registrou alta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 48,1% das intenções de voto. Em um cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41,6% das intenções de voto, seguido de Flávio Bolsonaro com 34,1%. A pesquisa também registrou melhora nos índices de avaliação do governo federal, com 39,8% dos entrevistados considerando a gestão Lula ótima ou boa.nnAlém disso, a pesquisa apontou uma leve melhora na percepção da população sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. A aprovação do STF passou de 33,9% para 38,3%, enquanto a desaprovação recuou de 54,3% para 51,1%. No caso do Congresso, a aprovação subiu de 26,1% para 29,8%.nnEsses resultados sugerem possíveis mudanças nas percepções da população em relação aos principais órgãos do Estado.nnAs principais lideranças de acordo com as intenções de voto para o primeiro turno mostraram: Ronaldo Caiado (PSD) com 4,
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Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira (16) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o levantamento, Lula aparece com 48,1% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 42,9%. Ambos oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais. O estudo foi realizado entre os dias 8 e 12 de junho com 2 mil entrevistados. Cenário de primeiro turno - Na simulação para o primeiro turno, Lula lidera com 41,6% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 34,1%. Na sequência estão Ronaldo Caiado (PSD), com 4,5%; Romeu Zema (Novo), com 3,5%; Renan Santos (Missão), com 2,3%; Joaquim Barbosa (DC), com 2,1%; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 1,1%; e Augusto Cury (Avante), com 0,9%. Avaliação do governo - A pesquisa também registrou melhora nos índices de avaliação do governo federal. Os entrevistados que consideram a gestão Lula ótima ou boa somam 39,8%, ante 37,5% no levantamento anterior, realizado em maio. Já a parcela que avalia o governo como ruim ou péssimo caiu de 45,7% para 41,4%. O levantamento apontou ainda uma leve melhora na percepção da população sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. A aprovação do STF passou de 33,9% para 38,3%, enquanto a desaprovação recuou de 54,3% para 51,1%. No caso do Congresso, a aprovação subiu de 26,1% para 29,8%. Já a reprovação caiu de 60,1% para 58,8%.
Flávio Bolsonaro elogia Bolsa Família e promete ampliar programa
Flávio Bolsonaro elogia Bolsa Família e promete ampliar programa
Senador afirmou que benefício traz segurança para famílias de baixa renda, defendeu a isenção do Imposto de Renda e prometeu mudanças na relação com a imprensa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elogiou o Bolsa Família e afirmou que pretende manter e aperfeiçoar o programa social em um eventual governo. Ele destacou a importância de compreender o impacto do benefício nas famílias que se beneficiam dele, lembrando que muitos temem perder a ajuda ao entrar no mercado formal de trabalho. Além disso, ele defendeu a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais e afirmou que sua equipe de campanha contará com a experiência da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques.
- O senador também anunciou que pretende adotar uma postura diferente da observada no governo de seu pai em relação à imprensa, afirmando que isso é um aprendizado de uma coisa que ele acha que foi feita errada.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elogiou o Bolsa Família e afirmou que pretende manter e aperfeiçoar o programa social em um eventual governo. A declaração foi dada nesta segunda-feira (15), durante debate promovido pela revista Veja, em São Paulo. Segundo o parlamentar, há preconceito contra os beneficiários do programa e é preciso compreender a importância que o auxílio representa para famílias que já enfrentaram a fome. "A gente tem que entender que tem uma memória afetiva, até. O Bolsa Família é estabilidade para quem já passou fome", afirmou. Flávio disse que muitos beneficiários temem perder a ajuda ao ingressar no mercado formal de trabalho. "A pessoa pensa o seguinte: 'olha, se eu arrumar um trabalho de carteira assinada e eu perder o Bolsa Família, e se eu perder o meu trabalho, como é que eu vou ficar?'" Para o senador, o benefício deve ser preservado e servir como incentivo para a formalização. "Nós vamos potencializar essa garantia para estimular que as pessoas possam ter um emprego formal", declarou. Durante o evento, Flávio também defendeu a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais. Apesar de apoiar a medida, criticou a forma como ela vem sendo conduzida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A única diferença é que, com Bolsonaro, certamente você teria uma compensação de abrir mão dessa receita quando você elevar o patamar da isenção do imposto", disse. O senador confirmou ainda a participação de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo Bolsonaro, em sua equipe de campanha. Segundo ele, ela contribuirá principalmente nas áreas econômica e de mobilidade social. Flávio também afirmou que pretende adotar uma postura diferente da observada no governo de seu pai em relação à imprensa. "Isso, obviamente, tem que ser mudado radicalmente. É um aprendizado de uma coisa que eu acho que foi feita errada", declarou. Questionado sobre o escândalo envolvendo o Banco Master, o senador afirmou que sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro ocorreu exclusivamente em torno do financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
Michelle condiciona atuação política à recuperação de Bolsonaro
Michelle condiciona atuação política à recuperação de Bolsonaro
Ex-primeira-dama afirmou que a defesa buscará ampliar a medida concedida por Alexandre de Moraes e disse que poderá participar da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou a intenção de solicitar a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encerra no fim deste mês. A medida foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em março, com prazo de 90 dias. Michelle justificou o pedido com a necessidade de acompanhamento médico contínuo de seu marido, afirmando que ele ainda enfrenta problemas de saúde e precisa de cuidados constantes. A solicitação será conduzida pela equipe jurídica do ex-presidente, sem previsão de reunião com o ministro.
- Em relação aos seus planos políticos, Michelle Bolsonaro afirmou que sua prioridade é a recuperação de Jair Bolsonaro, apesar de ter seu nome cotado para as eleições de 2026. Ela enfatizou que seu foco principal é o bem-estar do marido, declarando que ficará em casa cuidando dele se for preciso. A ex-primeira-dama também comentou sobre uma possível colaboração em futuras campanhas, como a de Flávio Bolsonaro à Presidência, mas ressaltou que o momento atual exige dedicação exclusiva à saúde do ex-presidente, uma preocupação que ela voltou a destacar durante um evento político em Brasília.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que pretende solicitar a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita durante evento político realizado em Brasília, nesta quarta-feira (10). A medida que permite ao ex-presidente cumprir prisão em casa foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em março deste ano, com prazo de 90 dias. O período está previsto para terminar no fim deste mês. Segundo Michelle, o estado de saúde do marido justifica a manutenção da medida. Ela relatou que Bolsonaro continua enfrentando problemas de saúde e necessita de acompanhamento constante. “Espero que ele continue em casa. Ele precisa de todos os cuidados”, declarou aos jornalistas. A ex-primeira-dama informou que a solicitação de prorrogação será conduzida pela equipe jurídica do ex-presidente. De acordo com ela, não há previsão de reunião com o ministro Alexandre de Moraes para tratar do assunto. Michelle também comentou sobre seus planos políticos para as eleições de 2026. Apesar de ter o nome cogitado para disputar uma vaga no Senado, afirmou que, neste momento, sua prioridade é acompanhar a recuperação do marido. “A prioridade é a minha casa e o meu marido. Se eu tiver que ficar em casa cuidando dele, eu vou ficar”, afirmou. Questionada sobre uma possível participação na campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República, Michelle disse que pretende colaborar futuramente, mas ressaltou que o foco atual permanece na saúde do ex-presidente. “Quando chegar o momento certo, com certeza vou ajudar. Agora quem está precisando de cuidados é o meu marido”, declarou. Michelle participou do lançamento da pré-candidatura do deputado distrital Thiago Manzoni (PL) à Câmara dos Deputados. Durante o evento, voltou a destacar a necessidade de acompanhamento médico contínuo de Jair Bolsonaro e afirmou que a recuperação dele continua sendo a principal preocupação da família.
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Levantamento da Genial/Quaest mostra que a maioria dos entrevistados desaprova pedido de financiamento para o filme "Dark Horse" e considera suspeita a relação com Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (10) revela que 65% dos brasileiros consideram que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) errou ao solicitar recursos para financiar o filme 'Dark Horse', inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa também apontou que 60% dos entrevistados consideram suspeita a relação entre Flávio e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Foto: Reprodução | CNN
A maioria dos brasileiros avalia de forma negativa a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no episódio envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. É o que aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados afirmaram que Flávio Bolsonaro errou ao solicitar recursos para financiar o filme "Dark Horse", produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 17% consideraram que o senador agiu corretamente, enquanto os demais não souberam responder ou não opinaram. A pesquisa também mediu a percepção da população sobre as conversas entre Flávio e Vorcaro. Para 60% dos entrevistados, a relação entre os dois é considerada suspeita. Já 19% disseram enxergar a situação como normal, enquanto 21% não responderam ou afirmaram não ter opinião formada. Outro dado apontado pelo levantamento mostra que 58% acreditam que o senador pode estar omitindo informações ou eventual envolvimento em irregularidades relacionadas ao caso. Em contrapartida, 27% afirmaram não acreditar na existência de qualquer ilegalidade por parte do parlamentar. Os resultados indicam que a percepção negativa sobre o episódio ultrapassa diferentes grupos políticos. A avaliação crítica aparece entre eleitores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre independentes e também entre setores da direita que não se identificam diretamente com o bolsonarismo. A pesquisa ainda aponta que 62% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro tinha conhecimento prévio de suspeitas envolvendo Daniel Vorcaro quando buscou apoio financeiro para o projeto audiovisual. Outros 26% entendem que o senador não tinha conhecimento de eventuais problemas relacionados ao empresário. O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de confiança informada pelo instituto é de 95%.
Flávio Bolsonaro perde 4 pontos após caso Vorcaro e viagem aos EUA, aponta Quaest
Primeiro levantamento após divulgação dos diálogos com o banqueiro e encontro com Trump mostra senador atrás de Lula
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro perdeu espaço em um eventual segundo turno contra presidente Lula, segundo pesquisa Quaest. Ele caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% desde abril.
- A pesquisa foi divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos para financiar um filme e após sua viagem a Washington para se reunir com Donald Trump, além de medidas anunciadas pelo governo americano que criticou o presidente Lula.
Foto: Reprodução | CNN
O senador Flávio Bolsonaro perdeu quatro pontos percentuais em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde abril, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Flávio caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% no mesmo período. Esta é a primeira pesquisa divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento também ocorre após a viagem do senador a Washington para se reunir com Donald Trump. A pesquisa foi realizada ainda depois de o governo americano anunciar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. As medidas foram criticadas pelo presidente Lula. Em maio, Lula e Flávio apareciam em empate técnico, com 42% e 41%, respectivamente. No levantamento atual, o petista abriu vantagem de seis pontos percentuais no cenário de segundo turno.
Quaest: Lula vence Flávio Bolsonaro no 1º e no 2º turno, aponta pesquisa
Quaest: Lula vence Flávio Bolsonaro no 1º e no 2º turno, aponta pesquisa
Levantamento mostra presidente com 39% das intenções de voto e vantagem de seis pontos em eventual disputa direta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto na eleição presidencial de 2026, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Quaest. No primeiro turno, Lula tem 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 29%. Em um eventual segundo turno, Lula alcança 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro.
- A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 8 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro em cenários de primeiro e segundo turno para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). No primeiro turno, Lula registra 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 29%. Em maio, o petista também tinha 39%, mas o senador aparecia com 33%. O levantamento atual conta com 13 pré-candidatos avaliados. Em um eventual segundo turno entre os dois, Lula alcança 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro. Já em uma simulação contra Romeu Zema, o presidente venceria por 45% a 35%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.























