PF intima Flávio a entregar passaporte; senador diz que vai pedir cassação de chapa do PT
Senador derrotado na disputa presidencial criticou decisões do STF após ser intimado pela Polícia Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) declarou que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a derrota nas eleições presidenciais. A fala vem um dia depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes e ficar proibido de viajar por decisão judicial, além de enfrentar restrições de contato com o advogado investigado por lavagem de dinheiro.
- Flávio acusa o governo federal e o STF de interferências e gastos públicos que, segundo ele, desequilibraram a disputa, e anuncia que liderará a oposição do PL no Congresso. A defesa ainda pode recorrer das medidas judiciais enquanto o caso avança nas investigações do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita um dia após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais. Horas antes, o parlamentar informou ter sido intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e ficou proibido de deixar o país por decisão judicial. Flávio foi derrotado por Lula em uma disputa apertada. O petista venceu com 51,79% dos votos, o equivalente a 64,2 milhões de eleitores, enquanto o candidato do PL somou 48,21%, cerca de 59,8 milhões de votos. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador agradeceu aos apoiadores e voltou a questionar a lisura do processo eleitoral, apesar de não apresentar provas para as alegações. O parlamentar também não fez um reconhecimento direto da derrota nas urnas. “Vou pedir a cassação da chapa do Lula por todos os abusos cometidos durante a campanha”, declarou. Mudança de estratégia - A nova manifestação representa uma mudança de discurso. Na noite da eleição, Flávio havia afirmado que buscaria a anulação do pleito. Agora, o foco passou a ser um pedido de cassação da chapa vencedora. O senador acusa o governo federal de ter provocado desequilíbrio eleitoral por meio de gastos públicos realizados ao longo do ano. Segundo ele, as medidas econômicas anunciadas pela gestão petista teriam influenciado diretamente o resultado da disputa. As críticas também foram direcionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio voltou a contestar decisões da Corte e afirmou que o ambiente eleitoral foi marcado por interferências que, segundo ele, prejudicaram sua campanha. Intimação da PF - Durante o pronunciamento, o senador revelou que foi intimado pela Polícia Federal após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília. Segundo Flávio, a decisão judicial determinou a entrega dos passaportes e impôs restrições para viagens internacionais. Ele afirmou que a medida teria sido baseada em declarações atribuídas ao deputado Eduardo Bolsonaro sobre uma possível saída do país em caso de derrota eleitoral. O parlamentar negou ter defendido essa possibilidade e questionou os fundamentos da decisão. Apesar das críticas, disse que cumprirá a ordem judicial e entregará os documentos exigidos pelas autoridades. Oposição ao próximo governo - Mesmo sem reconhecer formalmente o resultado das urnas, Flávio Bolsonaro sinalizou que pretende assumir um papel de liderança na oposição ao novo mandato de Lula. O senador afirmou que irá reunir parlamentares do PL para organizar a atuação do partido no Congresso Nacional a partir do próximo ano. Segundo ele, o grupo pretende fiscalizar as ações do governo e atuar de forma coordenada contra pautas consideradas prejudiciais pela legenda. Investigação e novas restrições - A decisão judicial também proibiu Flávio de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro. Tomaz teve bens bloqueados e valores bilionários sequestrados por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida faz parte de um dos inquéritos que tramitam na Corte e que têm o senador como alvo de investigação. Além das restrições patrimoniais, o advogado também teve passaportes cancelados após decisões relacionadas às apurações conduzidas pela Polícia Federal. O que acontece agora - A defesa de Flávio Bolsonaro ainda poderá recorrer das medidas impostas pela Justiça. Enquanto isso, o senador segue sob as restrições determinadas pelo STF e prepara a ofensiva jurídica que pretende apresentar contra a chapa vencedora das eleições. Nos próximos dias, a expectativa é de que os desdobramentos do caso avancem tanto na esfera eleitoral quanto nas investigações que seguem em andamento no Supremo Tribunal Federal.
TSE e STF descartam anulação da eleição após Flávio Bolsonaro contestar resultado
Ministros citam ausência de elementos que justifiquem invalidar o pleito; Lula venceu o segundo turno com vantagem de 4,4 milhões de votos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) descartaram a possibilidade de anular o segundo turno das eleições presidenciais, apontando a diferença de cerca de 4,4 milhões de votos entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) como evidência de que não há fundamentos para contestação. Os ministros ressaltaram que não foram encontrados elementos que justifiquem a anulação, mesmo diante das controvérsias sobre a extensão do horário de votação e dos registros de votos após as 17h, que representaram apenas 0,81% da margem de vitória de Lula.
- A decisão ocorreu após uma série de pedidos de prorrogação do pleito, motivados por dificuldades de transporte de eleitores em diversas regiões, e após críticas internas sobre a interferência judicial. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, e o presidente do STF, Edson Fachin, defenderam a legitimidade dos resultados e a necessidade de respeitar a vontade popular, enquanto o senador Flávio Bolsonaro anunciou intenção de recorrer
Foto: Reprodução | Leobark Rodrigues
A possibilidade de anulação do segundo turno das eleições presidenciais é descartada por integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF). A avaliação dos ministros contraria a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL), que se recusou a reconhecer a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e anunciou que pretende recorrer à Justiça para tentar invalidar o resultado. Entre os argumentos considerados contrários à contestação está a diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos entre os candidatos. Lula foi reeleito com 64,2 milhões de votos, correspondentes a 51,79% dos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 59,8 milhões, ou 48,21%. Ministros das duas cortes também avaliam que não há elementos que sustentem a anulação do pleito. A discussão ocorre após uma série de decisões judiciais sobre a extensão do horário de votação no domingo (25), motivada por relatos de dificuldades de deslocamento de eleitores. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou, ao anunciar a vitória de Lula, que a medida não alterou a apuração dos votos. “Mesmo diante de todas essas circunstâncias, adotamos todas as providências que se fizeram necessárias e fomos absolutamente exitosos. Volto a dizer: não houve nenhuma alteração advinda da decisão judicial”, declarou. Nunes Marques também ponderou que não seria possível avaliar imediatamente todos os possíveis efeitos da decisão. “Não seria possível em poucas horas construir um juízo de certeza de que nenhum efeito colateral, especialmente no aspecto tecnológico, advindo de uma decisão judicial, viesse a impactar significativamente a apuração”, afirmou. Votos registrados após as 17h representam 0,81% da diferença - Dados do Tribunal Superior Eleitoral levantados pelo g1 indicam que 35.521 votos foram registrados depois das 17h de domingo, no horário de Brasília. O levantamento considerou informações de 497.897 seções eleitorais e utilizou os chamados logs, arquivos que registram os eventos e os horários de funcionamento das urnas eletrônicas. O total de votos contabilizados após o horário inicialmente previsto para o encerramento da votação equivale a 0,81% da vantagem obtida por Lula sobre Flávio Bolsonaro. O dado é citado no contexto dos questionamentos sobre a prorrogação do pleito. Outro ponto considerado pelos ministros é que a própria campanha do candidato do PL solicitou ao TSE a extensão da votação até as 19h em municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Flávio Bolsonaro também afirmou que fiscais de seu partido teriam sido “retirados de dentro da sala-cofre” durante a apuração. O TSE rebateu a declaração e a classificou como “falsa”, sob o argumento de que o espaço não é aberto à visitação. “Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito”, informou a Justiça Eleitoral. Decisão sobre prorrogação provocou divergências entre ministros - Apesar da avaliação de que não há motivos para anular a eleição, integrantes do TSE e do STF reconhecem, nos bastidores, problemas na condução do episódio. A decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo, foi criticada por integrantes da Justiça Eleitoral, que a consideraram uma interferência nas atribuições do TSE. Por outro lado, uma ala do STF questionou a demora de Nunes Marques para analisar as denúncias sobre dificuldades no transporte de eleitores. A sequência de decisões começou pela manhã, quando eleitores de Salvador relataram dificuldades para chegar aos locais de votação devido à redução da frota de ônibus. Às 13h15, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento do serviço e ordenou a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, que estava fora do país. Sete minutos depois, a campanha de Lula acionou o TSE para pedir a extensão da votação até as 19h em três cidades baianas. Nunes Marques informou que o pedido seria analisado. Às 15h27, a campanha de Flávio Bolsonaro solicitou a prorrogação do horário em 17 municípios de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, afetados por fortes chuvas. Dezenove minutos depois, às 15h46, o PT recorreu ao STF para ampliar a votação em três cidades da Bahia. Com novos relatos de dificuldades no transporte, o partido ampliou o pedido às 16h29 para todo o país. A solicitação foi distribuída a Cristiano Zanin quatro minutos depois. O ministro divulgou a decisão às 17h03, três minutos após o horário previsto para o encerramento da votação. Naquele momento, parte das urnas já havia sido fechada e a apuração estava em andamento. A determinação estendeu o horário até as 19h em todo o território nacional e provocou dificuldades operacionais na Justiça Eleitoral. Às 17h49, Nunes Marques orientou os tribunais regionais a manter abertas as seções que ainda estavam em funcionamento. Em conversa telefônica com Zanin, o presidente do TSE explicou que não seria tecnicamente possível reabrir urnas que já tivessem encerrado a votação e emitido seus boletins. Às 18h, Zanin publicou uma nova decisão para esclarecer que a prorrogação não se aplicava às urnas já encerradas. A votação foi concluída às 19h, e o TSE retomou a divulgação dos resultados. Após a proclamação da vitória de Lula, Nunes Marques telefonou para os dois candidatos para parabenizá-los pela participação no processo eleitoral. Fachin e presidentes do Congresso defendem respeito ao resultado - O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu o respeito à vontade dos eleitores e a estabilidade institucional após a confirmação da vitória de Lula. O ministro afirmou que eventuais divergências devem ser resolvidas dentro dos limites da Constituição, com respeito à soberania popular. No Congresso, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), também reconheceram a reeleição do petista. Os dois telefonaram para parabenizar Lula pelo resultado. “Venceu hoje a democracia. Não há o que se contestar”, declarou Alcolumbre. Motta, por sua vez, destacou a segurança e a rapidez da apuração e disse que o presidente terá a oportunidade de contribuir para a reconciliação do país. “Temos um processo eleitoral digno de todas as homenagens. Não só pela segurança, mas pela rapidez da apuração. Enquanto presidente da Câmara, quero dizer que a nossa Casa seguirá compromissada com o país”, afirmou.
Após as 17h, foram computados 35 mil votos que pouco alteraram a diferença entre Lula e Flávio
Campanhas de Lula e de Flávio pediram prorrogação da votação após relatos de falta de ônibus e de chuvas pelo país
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 35.521 votos foram registrados após as 17h de domingo (25) no segundo turno da eleição presidencial, com Luiz Inácio Lula (PT) sendo reeleito com 51,79% dos votos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro (PL). A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos, totalizando 64,2 milhões, enquanto Bolsonaro recebeu 59,8 milhões.
- A votação foi prorrogada até as 19h pelo ministro Cristiano Zanin (STF) para as seções ainda abertas, após pedidos das duas campanhas. A campanha de Lula citou problemas no transporte público, enquanto a de Bolsonaro solicitou extensão em cinco estados afetados por fortes chuvas: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina.
Foto: Vittor Sales | Ricardo Stuckert
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que 35.521 votos foram registrados após as 17h de domingo (25), no horário de Brasília, durante o segundo turno da eleição presidencial. O número teve pouco impacto diante da diferença de votos entre Lula (PT), reeleito com 51,79%, e Flávio Bolsonaro (PL), que terminou a disputa com 48,21%. As informações foram levantadas pelo G1. A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos: teve 64,2 milhões, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro. Houve votação até mais tarde porque o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou o prazo até as 19h. A decisão foi proferida pouco depois das 17 horas. Como a maioria das urnas já tinha sido fechada, o ministro esclareceu que a medida valeria apenas para locais em que as seções eleitorais ainda estavam abertas. As duas campanhas haviam solicitado ao TSE mais tempo para os eleitores votarem. A de Lula relatou problemas no transporte público, como falta de ônibus, redução de frotas e cobrança indevida de passagens. A de Flávio Bolsonaro pediu a extensão em cinco estados atingidos por fortes chuvas: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. A campanha de Lula recorreu também ao STF, de onde partiu a decisão mandando estender o horário de votação em todo o país.
Confira os números que explicam a virada histórica de Lula sobre Flávio Bolsonaro
Petista reverteu desvantagem de 2,2 milhões de votos do primeiro turno, conquistou mais de 10 milhões de votos adicionais e terminou a disputa com vantagem de 4,38 milhões
Por: Jairo Costa Jr.
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- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 ao reverter uma desvantagem de cerca de 2,2 milhões de votos no primeiro turno, alcançando 51,77 % dos votos válidos no segundo turno com 64,17 milhões de eleitores, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) ficou com 59,79 milhões (48,23 %).
- O salto de 10,3 milhões de votos de Lula foi impulsionado por 9,32 milhões de eleitores dos candidatos derrotados, um aumento de 2,83 milhões no comparecimento às urnas e a redução de 1,83 milhão de votos brancos e nulos, o que também fez a abstenção cair para 30,46 milhões (19,21 %). Esses fatores explicam a virada decisiva no segundo turno.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 após protagonizar uma virada inédita contra Flávio Bolsonaro (PL). Depois de encerrar o primeiro turno com uma desvantagem de aproximadamente 2,2 milhões de votos, o petista reverteu o resultado e chegou ao segundo turno com cerca de 64,2 milhões de votos, contra 59,8 milhões do adversário. Com 99,9% das urnas apuradas, Lula registrava 51,77% dos votos válidos, ante 48,23% de Flávio. A diferença entre os dois candidatos era de 4,38 milhões de votos. A dimensão da vitória fica evidente na comparação entre os turnos: Lula acrescentou mais de 10,2 milhões de votos à sua votação inicial, enquanto Flávio obteve cerca de 3,68 milhões a mais. Os números ajudam a entender como o candidato petista conseguiu reverter a vantagem construída pelo adversário na primeira etapa da disputa. Veja os principais dados que explicam o resultado. De uma desvantagem de 2,2 milhões à liderança de 4,4 milhões: No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu 56.104.503 votos, correspondentes a 47,03% dos válidos. Lula ficou com 53.879.538 votos, ou 45,16%. A diferença de 2.224.965 votos representou a menor distância entre os dois candidatos mais votados em um primeiro turno presidencial desde a redemocratização. No segundo turno, o quadro se inverteu. Lula alcançou 64.168.778 votos, enquanto Flávio terminou com 59.788.685. A mudança alterou em aproximadamente 6,6 milhões de votos a diferença entre os dois concorrentes. Lula saiu de uma desvantagem de 2,22 milhões para uma vantagem de 4,38 milhões. Lula ganhou 10,3 milhões de votos; Flávio, 3,7 milhões: A votação de Lula cresceu 10.289.240 votos entre o primeiro e o segundo turnos, um aumento de 19,1% em relação ao resultado inicial. Flávio Bolsonaro, por sua vez, conquistou mais 3.684.182 votos, crescimento de 6,6%. Somados, os dois candidatos receberam aproximadamente 13,97 milhões de votos adicionais. Desse total, 73,6% foram incorporados à votação de Lula e 26,4% à de Flávio. A diferença no ritmo de crescimento foi um dos fatores determinantes para a inversão do resultado. De onde vieram os quase 14 milhões de votos adicionais? A comparação entre os turnos aponta três componentes que ajudam a explicar contabilmente o crescimento líquido da votação dos dois finalistas: 9,32 milhões de votos: total obtido pelos candidatos derrotados no primeiro turno. 2,83 milhões de eleitores: aumento do comparecimento às urnas entre os dois turnos. 1,83 milhão de votos: redução do total de votos brancos e nulos. O comparecimento passou de 125,28 milhões de eleitores no primeiro turno para 128,11 milhões no segundo. No mesmo período, os votos brancos e nulos diminuíram de 5,98 milhões para 4,15 milhões. A combinação desses movimentos ampliou o universo de votos válidos disponíveis na disputa final. É importante ressaltar, porém, que esses números explicam a variação agregada da votação, mas não permitem identificar, individualmente, em quem votaram os eleitores que mudaram de escolha ou compareceram apenas no segundo turno. Abstenção caiu e votos brancos e nulos diminuíram: O segundo turno registrou maior participação eleitoral. A abstenção recuou de 33,47 milhões de eleitores, ou 21,08%, para 30,46 milhões, equivalentes a 19,21%. A queda foi de 1,87 ponto percentual, enquanto o comparecimento aumentou em aproximadamente 2,83 milhões de pessoas. Também houve redução dos votos brancos e nulos, que passaram de cerca de 5,98 milhões para 4,15 milhões, uma diminuição de aproximadamente 1,83 milhão. Com mais eleitores comparecendo e uma parcela menor dos votos sendo destinada a brancos e nulos, aumentou o número de votos válidos em disputa entre Lula e Flávio.
Flávio Bolsonaro diz ser ‘impossível reconhecer resultado da eleição’ e que pedirá anulação
Senador, que também acionou o TSE para pedir prorrogação do horário, reclamou da decisão de Zanin e alegou quebra ‘total de isonomia’.
Por: Caio Possati
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- Em entrevista após a derrota nas eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que não reconhece a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pediu a anulação do pleito, alegando irregularidades e criticando a extensão do horário de votação decidida pelo ministro Cristiano Zanin. O candidato afirmou que a decisão judicial quebra a isonomia e que desconhece quantos votos poderia ter conquistado nos estados onde as urnas não foram abertas.
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do presidente Kassio Nunes Marques, confirmou a reeleição de Lula com 51,78% dos votos válidos contra 48,22% de Flávio Bolsonaro, ressaltando que o resultado foi oficialmente homologado. Flávio Bolsonaro prometeu acionar seu jurídico para contestar a decisão e buscar a anulação das eleições.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos. A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral. “É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições. Vou pedir a anulação”, disse o senador. O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h. A solicitação ao STF foi feito pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo. A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados. A vitória de Lula foi reconhecida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que afirmou ter ligado para ambos os candidatos, em pronunciamento na sede do TSE, em Brasília. Na fala, Nunes Marques confirmar a reeleição de Lula, com 51,78% dos votos válidos, ante 48,22% de Flávio. Críticas ao ministro Cristiano Zanin - Em discurso curto, feito ao lado de apoiadores em Brasília (DF), Flávio classificou como “sacanagem” o resultado do pleito e criticou a postura de Zanin. “O ministro da Suprema Corte, pela primeira vez na história, ex-advogado do Lula, dá uma canetada a pedido de um ex-sócio dele, que muda a regra do jogo”, disse Flávio. “No meio do jogo, às 17h01, o ministro Zanin, que não faz parte do Tribunal Superior Eleitoral, atropelando a Justiça especializada, toma uma decisão prorrogando por duas horas a eleição. Isso nunca tinha acontecido na história do Brasil.” O senador afirmou que a decisão judicial “quebra a isonomia” do pleito e alegou que nunca saberia quantos votos poderia ter “nos Estados onde as urnas não foram abertas”. “O que eu tenho que falar aqui agora é que é impossível, é impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram. Nós vamos usar o nosso jurídico, vamos pedir a anulação dessas eleições”, afirmou.
Confira o resultado da votação do segundo turno em Guanambi
Confira o resultado da votação do segundo turno em Guanambi
Apuração foi concluída neste domingo (25) após a contabilização das 192 seções eleitorais do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Eleitores de Guanambi conheceram neste domingo (25) o resultado do segundo turno da eleição municipal, com a apuração concluída nas 192 seções eleitorais da cidade. Segundo a Justiça Eleitoral, Luiz Inácio Lula foi o candidato mais votado, obtendo 35.676 votos (63,77% dos válidos), enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 20.269 votos (36,23%).
- A diferença supera 15 mil votos. Além dos votos válidos, foram registrados 579 votos em branco (1,00%) e 1.508 nulos (2,60%).
Foto: Reprodução | TSE
Os eleitores de Guanambi conheceram neste domingo (25) o resultado do segundo turno da eleição. A apuração foi concluída após a totalização dos votos registrados nas 192 seções eleitorais instaladas na cidade. De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, Lula foi o candidato mais votado no município e venceu a disputa com vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Na contagem final, Lula recebeu 35.676 votos, o equivalente a 63,77% dos votos válidos. Já Flávio Bolsonaro somou 20.269 votos, alcançando 36,23% da preferência do eleitorado guanambiense. A diferença entre os candidatos foi de mais de 15 mil votos. Além dos votos válidos, a votação registrou 579 votos em branco, o que representa 1,00% do total, e 1.508 votos nulos, correspondentes a 2,60%.
Segundo turno confirma ampla vitória de Lula em Caetité
Segundo turno confirma ampla vitória de Lula em Caetité
Município concluiu a apuração neste domingo (25) após a contabilização das 139 seções eleitorais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Lula lidera com 76,27% dos votos válidos em Caetité, totalizando 26.850 votos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 8.356 votos (23,73%). A diferença supera 18 mil votos, consolidando ampla vantagem de Lula no município, conforme dados da Justiça Eleitoral divulgados neste domingo (25).
- A apuração abrangeu 139 seções eleitorais, somando mais de 35 mil votos válidos. O resultado oficial está disponível nos canais da Justiça Eleitoral, reforçando a preferência do eleitorado local por Lula, que conquistou mais de três quartos dos votos.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Lula recebeu 26.850 votos, o equivalente a 76,27% dos votos válidos em Caetité, segundo resultado divulgado neste domingo (25). Flávio Bolsonaro obteve 8.356 votos, correspondendo a 23,73% da votação. De acordo com os números da apuração, a diferença entre os candidatos foi superior a 18 mil votos. O resultado consolidou uma ampla vantagem de Lula no município. Ao todo, os dois candidatos somaram mais de 35 mil votos válidos contabilizados na cidade. A votação ocorreu nas 139 seções eleitorais instaladas em Caetité. Conforme os dados divulgados pela Justiça Eleitoral, Lula alcançou mais de três quartos dos votos válidos registrados no município, enquanto Flávio Bolsonaro ficou com pouco menos de um quarto da preferência do eleitorado. O resultado oficial pode ser consultado nos canais da Justiça Eleitoral.
Aliados de Flávio Bolsonaro questionam eleição antes do resultado e levantam suspeitas de golpe
Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato, Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem criticaram a prorrogação da votação determinada por Cristiano Zanin, após denúncias de dificuldades no transporte de eleitores
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Antes da divulgação do segundo turno das eleições presidenciais, aliados de Flávio Bolsonaro (PL) questionaram a legitimidade da prorrogação da votação até as 19h, decidida pelo ministro do STF Cristiano Zanin. Deputados como Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato, além de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, que estão nos Estados Unidos, acusaram tentativa de golpe e ameaçaram medidas como pedido de impeachment contra Zanin, gerando intenso debate sobre a condução do pleito.
- A extensão do horário foi motivada por denúncias de problemas no transporte público em municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Porto Velho (RO), Campina Grande (PB) e Salvador (BA). A Justiça Eleitoral orientou a manutenção das seções ainda abertas até as 19h, enquanto os votos já registrados seriam computados normalmente, em meio a críticas e suspeitas de interferência eleitoral.
Foto: Reprodução
Antes mesmo da divulgação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais, neste domingo (25), aliados de Flávio Bolsonaro (PL) passaram a questionar a legitimidade do processo eleitoral após o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a prorrogação da votação até as 19h. Entre os nomes que se manifestaram estão os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), além de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, que estão nos Estados Unidos. As declarações colocaram em dúvida a decisão judicial e levantaram questionamentos sobre a condução do pleito. A manifestação mais explícita foi feita por Nikolas Ferreira. Em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado afirmou: “Ou a gente ganha. Ou a gente ganha. Tá avisado”. Ele também ameaçou apresentar um pedido de impeachment contra Zanin. Questionado sobre a possibilidade de o PL contestar o resultado caso Flávio Bolsonaro perca, respondeu: “Tem alguma dúvida?”. Lucas Pavanato, eleito deputado federal, também publicou um vídeo em que questionou a decisão judicial e associou a ampliação do horário de votação a uma possível interferência no resultado. O político afirmou que não aceitaria uma tentativa de golpe. Eduardo Bolsonaro e Ramagem questionam decisão do STF - Nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro reagiu à prorrogação durante uma transmissão realizada em Miami, ao lado de Alexandre Ramagem e do comentarista Paulo Figueiredo. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que a decisão tinha “cheiro de queimado” e colocou em dúvida a credibilidade da votação. Eduardo foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. Já Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), recebeu pena de 16 anos de prisão por participação na trama golpista que tentou impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições de 2022. Ambos permanecem nos Estados Unidos. Ramagem também questionou a decisão e afirmou que resultados eleitorais considerados equivocados devem ser contestados. Durante a transmissão, disse que pretende retornar ao Brasil caso Flávio Bolsonaro vença, a depender de uma eventual anistia ou revisão de sua condenação. Prorrogação ocorreu após denúncias de problemas no transporte - A decisão de Cristiano Zanin foi tomada após a coligação de Lula solicitar a ampliação do horário de votação em municípios afetados por problemas no transporte público. O ministro determinou inicialmente a extensão até as 19h em todas as seções do país e, posteriormente, esclareceu que a medida deveria ser aplicada apenas nos locais em que as urnas ainda não haviam sido fechadas. Mensagens obtidas pelo ICL Notícias apontaram dificuldades no cumprimento da determinação em diferentes localidades. Em Porto Velho (RO), funcionários receberam orientação para não reabrir urnas já encerradas, enquanto, em Campina Grande (PB), equipamentos já haviam sido retirados de um local de votação. Em Salvador, denúncias de ônibus retidos nas garagens levaram a Justiça Eleitoral a determinar o restabelecimento integral da frota e a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza. A campanha de Flávio Bolsonaro também solicitou a prorrogação do horário de votação em municípios de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul afetados por chuvas e dificuldades de deslocamento. A decisão do STF, portanto, ocorreu em meio a relatos de obstáculos enfrentados por eleitores para chegar às urnas. A determinação estabeleceu que as seções ainda abertas permanecessem em funcionamento até as 19h, enquanto os votos registrados em urnas já fechadas seriam computados normalmente.
Lula conquista virada inédita em disputa presidencial e se reelege para 4º mandato
Presidente impõe derrota a Flávio Bolsonaro (PL) e conquista a reeleição no País; petista é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo e estenderá esse período por mais quatro anos
Por: Gabriel Hirabahasi e Levy Teles
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25) para um quarto mandato, vencendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51,76% dos votos válidos (64.086.543) contra 48,24% (59.731.922). Com 99,78% das urnas apuradas, Lula marcou a primeira virada entre o primeiro e o segundo turno na história das eleições presidenciais brasileiras.
- A vitória amplia a presença do PT no cenário político pós‑redemocratização, tornando Lula o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência por mais tempo, totalizando 16 anos no cargo. Aos 80 anos, ele será o presidente mais velho a tomar posse, superando Michel Temer e Getúlio Vargas no ranking de idade ao assumir o poder.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25), para um quarto e inédito mandato como presidente da República. O presidente derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), marcando a primeira virada em uma disputa presidencial na história entre o primeiro e o segundo turno. Com 99,78% das urnas apuradas, Lula tem 51,76% dos votos válidos (64.086.543 votos) contra 48,24% de Flávio (59.731.922 votos). Lula ampliará o período de poder do Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil pós-redemocratização. Esta é a sexta eleição presidencial vencida pelo PT desde o fim da ditadura militar e volta do voto direto para presidente. A sigla perdeu uma vez para Fernando Collor (então no PRN, em 1989), duas vezes para Fernando Henrique Cardoso (PSDB, em 1994 e 1998) e uma vez para Jair Bolsonaro (então no PSL, em 2018). Lula, aos 80 anos, aumentará a marca de presidente mais velho a tomar posse. Ele completará 81 anos na terça-feira, 27. Michel Temer, aos 75 anos, e Getúlio Vargas, aos 68 anos, são o segundo e o terceiro lugar nesse ranking. Lula é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo e estenderá esse período por mais quatro anos. Serão 16 anos no posto mais alto do Poder Executivo do País. Getúlio Vargas ocupou o cargo por 18 anos e meio, mas a maior parte foi durante a ditadura do Estado Novo.
Pesquisa Veritá: Flávio tem 51,56% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,44%
Pesquisa Veritá: Flávio tem 51,56% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,44%
A diferença entre os candidatos é de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos registrados na rodada anterior
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) lidera a corrida presidencial com 51,56% dos votos válidos, segundo a pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste sábado (24). O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece com 48,44%, resultando em uma diferença de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos da rodada anterior.
- A pesquisa, que entrevistou 15.554 eleitores entre 19 e 23 de outubro por telefone, tem margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%, e foi registrada no TSE sob o número BR‑03181/2026. O Instituto Veritá foi um dos poucos que se aproximou do resultado do primeiro turno em sua última sondagem antes de 4 de outubro.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 51,56% dos votos válidos na disputa pela Presidência da República, segundo pesquisa do Instituto Veritá deste sábado (24). Já o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48,44%. A diferença entre os candidatos é de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos registrados na rodada anterior. O Instituto Veritá entrevistou 15.554 eleitores, entre 19 e 23 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O instituto foi um dos que mais se aproximou do resultado do primeiro turno na sua última pesquisa antes de 4 de outubro. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03181/2026.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48%
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48%
Levantamento divulgado na véspera do segundo turno também mostra Flávio à frente nas intenções de voto totais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, indica que Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 52% dos votos válidos contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), configurando um empate técnico. Na versão estimulada da pesquisa, Flávio tem 49% das intenções de voto e Lula 46%, com variações dentro da margem de erro em relação ao levantamento anterior de 21 de outubro.
- Regionalmente, Flávio domina no Centro‑Oeste (71%) e no Sul (65%), enquanto Lula lidera no Nordeste (60%). Nas regiões Norte e Sudeste os candidatos ficam tecnicamente empatados. As projeções para o segundo turno apontam Flávio entre 51% e 53% e Lula entre 47% e 49%. A pesquisa entrevistou 2.400 eleitores por telefone entre 22 e 24 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95,55%.
Foto: Renato Pizzutto | Band
Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais configura empate técnico, segundo o instituto. Na pesquisa estimulada, considerando todos os entrevistados, Flávio aparece com 49% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46%. Outros 3% não souberam ou não responderam e 1% afirmou que não votará em nenhum dos candidatos. Em relação ao levantamento anterior da Gerp, divulgado em 21 de outubro, Flávio oscilou de 53% para 52% dos votos válidos, enquanto Lula passou de 47% para 48%. As variações ocorreram dentro da margem de erro. Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio tem 47% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Outros 8% não souberam responder e 1% citou outros nomes. O resultado também representa empate técnico. Rejeição dos candidatos: Lula é rejeitado por 48% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45% de rejeição. A diferença de três pontos percentuais configura empate técnico. Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois, 2% disseram que votariam em qualquer um e 3% não souberam responder. Resultados por região: No recorte regional dos votos válidos, Flávio Bolsonaro lidera no Centro-Oeste, com 71%, contra 29% de Lula, e no Sul, com 65%, ante 35% do petista. Lula aparece à frente no Nordeste, com 60% dos votos válidos, contra 40% de Flávio. Nas regiões Norte e Sudeste, os candidatos estão tecnicamente empatados. No Norte, Flávio tem 56% e Lula, 44%. No Sudeste, o candidato do PL registra 51%, contra 49% do petista. As comparações consideram as margens estatísticas específicas das amostras regionais. Projeções para o segundo turno: A Gerp também apresentou três projeções para o resultado da eleição deste domingo (25). Os modelos apontam Flávio Bolsonaro com percentuais entre 51% e 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparece entre 47% e 49%. Na projeção corrigida pelos resultados das urnas do primeiro turno, Flávio tem 51% e Lula, 49%. No modelo baseado na evolução do voto declarado, o candidato do PL aparece com 53%, contra 47% do petista. Já a projeção que considera a tendência dos últimos dias indica 51% para Flávio e 49% para Lula. As projeções utilizam dados de um acompanhamento diário realizado pela Gerp, com 9.600 entrevistas entre 9 e 24 de outubro. Os números são estimativas estatísticas para o resultado da votação e não correspondem diretamente à intenção de voto medida na pesquisa divulgada neste sábado. Metodologia: A pesquisa Gerp ouviu 2.400 eleitores entre os dias 22 e 24 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em todas as unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. O levantamento foi realizado com recursos próprios da Gerp Mercadologia e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09327/2026.
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Último levantamento Quaest antes da abertura das urnas aponta um empate técnico entre os candidatos à Presidência
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Quaest divulgada em 24/10, um dia antes do segundo turno, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% das intenções de voto válidos, frente a 49% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos ficam tecnicamente empatados; nos votos totais, Flávio tem 46% e Lula 45%.
- A pesquisa, que ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais, registrou variações de +1 ponto percentual para ambos os candidatos, 8% de brancos e nulos e 1% indecisos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-09158/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24/10), um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de voto válidos contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Nos votos totais, Flávio Bolsonaro tem 46%, contra 45% de Lula. Confira os resultados e as variações: Flávio Bolsonaro: 46% (+1 p.p); Lula: 45% (+1 p.p); Brancos e nulos: 8% (-1 p.p); Indecisos: 1% (-1 p.p). No último levantamento do instituto, divulgado na quarta-feira (21/10), o candidato do PL pontuava 45%, enquanto o petista marcou 44%. A pesquisa ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais entre sexta-feira (23/10) e este sábado. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09158/2026.
Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49% na última pesquisa
Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49% na última pesquisa
O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Datafolha divulgou nesta sábado (24/10) uma pesquisa que indica Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%, configurando um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Nos votos totais, Flávio tem 48% contra 47% de Lula, com 3% de brancos e nulos e 2% de indecisos.
- A pesquisa, realizada entre 23 e 24 de outubro, ouviu 4.050 eleitores em todo o Brasil, com margem de erro de ±2 pontos e nível de confiança de 95%, e está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.
Foto: Reprodução
A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24/10), véspera do segundo turno da eleição, aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcou 49% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro (PL): 51% (+ 0,46 p.p); Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 49% (- 0,54 p.p). O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Voto válido é o critério adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na divulgação dos resultados do pleito. O modalidade exclui os votos em branco e nulos e, na pesquisa, os indecisos. Nos votos totais, Flávio tem 48% dos votos contra 47% de Lula. Brancos e nulos são 3% e indecisos marcam 2% Na última pesquisa, divulgada na quinta-feira (22/10), Flávio somou 50,54% dos votos válidos, e Lula 49,46%. Metodologia: A pesquisa foi realizada na sexta-feira (23/10) e neste sábado (24/10) e ouviu 4.050 brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.
Pesquisa Veritá: Flávio Bolsonaro tem 51,3% e Lula, 48,7% dos votos válidos no 2º turno
Segundo levantamento, 51,1% dos eleitores acreditam que Flávio assume a Presidência, independentemente de em quem vão votar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa eleitoral divulgada pelo Instituto Veritá nesta sexta‑feira (23) indica que, no cenário estimulado para o 2º turno da Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51,3% das intenções de voto contra 48,7% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No mesmo levantamento, 51,1% dos entrevistados acreditam que Bolsonaro vencerá, enquanto 44% pensam que Lula assumirá seu quarto mandato.
- A pesquisa, realizada entre 18 e 22 de outubro com 15.554 eleitores, tem margem de erro de 1 ponto percentual e nível de confiança de 95%, estando registrada no TSE sob o número BR-06070/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Veritá sobre as intenções de voto para a Presidência da República mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 51,3% no 2º turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48,7%. Os números são referentes ao cenário estimulado, quando uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados. Confira os resultados: Flávio Bolsoanaro (PL): 50,2%; Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 47,5%; Nulo / Branco: 1,4%; Não sabe / Não respondeu (NS/NR): 0,9%. Quem vence? A pesquisa Veritá perguntou aos eleitores quem eles achavam que ganharia as eleições, independentemente de quem eles votariam. Nesse cenário, 51,1% dos respondentes afirmam que Flávio ganhará a eleição, enquanto 44% dizem que Lula assumirá seu quarto mandato. Metodologia: A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22 de outubro, com as entrevistas de 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06070/2026.
Pesquisa Real Time: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos
Pesquisa Real Time: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos
Levantamento mostra empate técnico entre os dois candidatos no limite da margem de erro e indica recuo nas intenções de voto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Real Time Big Data divulgada em 23/10 indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa para o segundo turno com 52 % das intenções de voto válidas, frente a 48 % de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No modelo espontâneo, a diferença de quatro pontos percentuais coloca a corrida em empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos, enquanto nos votos totais Flávio aparece com 49 % contra 45 % de Lula.
- A sondagem, que entrevistou 2 000 eleitores entre 19 e 22 de outubro, registra rejeição de 36 % para Lula e 33 % para Flávio, com 28 % dos respondentes descartando ambos os candidatos. A pesquisa está registrada no TSE (número BR‑09670/2026) e destaca que 95 % dos entrevistados já definiram seu voto para o segundo turno.
Foto: Reprodução
Nova pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (23/10) mostra vantagem numérica do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa presidencial de segundo turno. De acordo com o levantamento, Flávio tem 52% das intenções de voto, ante 48% do petista. O cálculo considera votos válidos (quando são retirados os nulos/brancos e indecisos). No modelo espontâneo, quando os entrevistados são apresentados aos nomes dos candidatos, há uma diferença de quatro pontos percentuais (p.p.) entre Lula e Flávio Bolsonaro, o que configura empate técnico entre eles, considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O empate é no limite da margem. Já em relação aos votos totais, Flávio aparece com 49% e Lula conta com 45%. Veja os resultados: Flávio Bolsonaro (PL): 49%; Lula (PT): 45%; Nulo/Branco: 5%; Não sabe/Não quis responder: 1%. A sondagem mostra um leve aumento nas intenções de voto a favor de Flávio Bolsonaro. De acordo com pesquisa divulgada pelo mesmo instituo na última terça-feira (20/10), Flávio tinha 48% das intenções de voto e Lula 45% na pesquisa estimulada. Em relação aos votos válidos, não houve mudança dos resultados em relação ao mesmo levantamento divulgado na última terça. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09670/2026. Rejeição: A pesquisa também testou o índice de rejeição entre os dois candidatos. Para 36% dos entrevistados o voto em Lula não é opção, enquanto 33% afirmaram que não votariam em Flávio Bolsonaro. Outros 28% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos. Outros 3% não rejeitam ninguém. O levantamento também mostra que 95% dos entrevistados já têm voto para o 2º turno definido. Veja o que dizem os eleitores de cada um dos candidatos: Eleitor de Flávio Bolsonaro: Não mudaria de jeito nenhum: 94%; Dificilmente mudaria: 4%; Posso mudar para Lula: 2%; Eleitor de Lula: Não mudaria de jeito nenhum: 93%; Dificilmente mudaria: 5%; Posso mudar para Flávio: 2%.
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 47% e Lula 46% a três dias das eleições
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 47% e Lula 46% a três dias das eleições
No levantamento anterior, senador tinha 47% contra 45% do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Pesquisa Datafolha divulgada em 22 de outubro mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados, com 47% e 46% das intenções de voto totais, respectivamente. Excluindo brancos, nulos e indecisos, ambos alcançam 50% dos votos válidos, enquanto a rejeição também chega a 48% para cada candidato.
- A aprovação do presidente Lula registra 49% contra 48% de desaprovação, e a avaliação da gestão indica que 39% dos eleitores a consideram ruim ou péssima, 36% a julgam ótima ou boa e 24% a classificam como regular. Na pesquisa anterior, Flávio liderava levemente com 47% dos votos totais e 51% dos válidos.
Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 22, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de votos totais e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46%. Os dois estão empatados tecnicamente. Brancos e nulos são 5% e os eleitores indecisos são 2%. Considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos e nulos e os indecisos, Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula tem 50%. No levantamento anterior, Flávio tinha 47% dos votos totais e Lula estava com 45%. Brancos e nulos são 6% e os indecisos são 2%. Com relação aos votos válidos, o senador tinha 51% e o presidente, 49%. A nova pesquisa também indica que os dois candidatos estão empatados na rejeição dos eleitores: 48% para cada um deles. De acordo com o instituto, a aprovação do desempenho do presidente hoje é de 49%, enquanto 48% desaprovam. Quanto à avaliação de governo, são 39% os eleitores que consideram a gestão ruim ou péssima, contra 36% que a veem como ótima ou boa. São 24% os que consideram o governo regular. A pesquisa Datafolha ouviu 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro, de forma presencial. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-09709/2026.
Pesquisa Indexa/Broadcast: Flávio tem 45,2% ante 44,1% de Lula
Pesquisa Indexa/Broadcast: Flávio tem 45,2% ante 44,1% de Lula
Porcentual de entrevistados que declaram que não devem votar caiu de 8% para 4,8%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Indexa/Broadcast divulgada em 22 de outubro de 2026 indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) lidera a simulação de segundo turno com 45,2% das intenções de voto, ligeiramente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 44,1%. Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, o resultado configura um empate técnico, com Flávio Bolsonaro alcançando 50,6% dos votos válidos contra 49,4% de Lula.
- Em comparação com a rodada anterior, Flávio Bolsonaro subiu 1,6 ponto percentual e Lula 2 pontos, enquanto o percentual de eleitores que não pretendem votar caiu de 8% para 4,8%. A pesquisa, baseada em 2.000 entrevistas telefônicas realizadas entre 20 e 21 de outubro, está registrada no TSE sob o número BR-02348/2026 e traz ainda dados sobre a definição de voto, com 89,8% dos entrevistados afirmando que já decidiram seu voto.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45,2% das intenções de voto, ante 44,1% do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em uma simulação estimulada de segundo turno da pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quinta-feira (22). Considerando a margem de erro de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, configura empate técnico. Dos entrevistados, 4,8% afirmam que não iriam votar, 4,3% dizem que votarão nulo ou branco e outros 1,6% não sabem. Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 50,6% do total contra 49,4% de Lula. Na comparação com a rodada anterior da pesquisa Indexa/Broadcast de 15 de outubro, o senador oscilou 1,6 ponto porcentual para cima nos votos totais, pois havia registrado 43,6%, enquanto o presidente Lula oscilou 2 pontos porcentuais para cima em uma simulação de segundo turno, pois havia registrado 42,1% na rodada anterior. O porcentual de entrevistados que declaram que não devem votar caiu de 8% para 4,8%. Na edição divulgada nesta quinta, a Indexa traz os números com abertura da casa decimal em virtude de a disputa estar acirrada. Na pesquisa espontânea, Flávio Bolsonaro tem 41,9% das intenções de votos ante 41,1% de Lula. Outros 4,5% afirmam que não devem votar, 4,8% declararam voto nulo ou branco e 7,8% não sabem. Este é o quinto levantamento fruto da parceria firmada entre o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) e a Indexa Pesquisas para a divulgação de sondagens eleitorais qualitativas e quantitativas exclusivas sobre a corrida à Presidência da República. Voto definido - Questionados se o voto está definido, 89,8% afirmam que já está definido contra 86,5% da rodada anterior, enquanto 7,3% dizem que podem mudar ante 11,5% há uma semana. Outros 2,9% não sabem ou não opinaram. Entre os candidatos, o porcentual de eleitores que dizem que o voto está definido é de 95% para Flávio Bolsonaro com 4% que podem mudar contra 93% de Lula com 6% que podem mudar. Metodologia - A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 20 e 21 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02348/2026.
Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Pesquisa PoderData/Aya: Flávio tem 51% e Lula tem 49% dos votos válidos
Percentual do senador oscilou 1 ponto para baixo em 3 dias e o do petista avançou na mesma proporção; é um empate técnico na margem de erro, de 1,6 ponto percentual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa PoderData/Aya divulgada em 22 de outubro de 2026 indica que, a três dias do segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%. A variação de um ponto percentual para baixo para Flávio e de um ponto para cima para Lula está dentro da margem de erro de 1,6 ponto, sugerindo um possível empate técnico entre os candidatos.
Foto: Divulgação | Poder 360
A 3 dias do 2º turno da eleição, pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta 5ª feira (22.out.2026), mostra que as intenções de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) oscilaram 1 ponto percentual para baixo em 3 dias, enquanto as do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram na mesma proporção. Agora, o candidato do PL tem 51% dos votos válidos, ante 49% do petista. Essas variações foram dentro da margem de erro do levantamento, o que significa que os candidatos podem estar no mesmo lugar, em empate técnico. A pesquisa foi realizada de 19 a 21 de outubro, com 4.000 entrevistas e margem de erro de 1,6 ponto percentual. O estudo capta os impactos dos desdobramentos políticos da última semana, que incluem a entrevista de Roberta Luchsinger à CNN, na noite de sábado (17.out), com críticas a Lula, e o debate entre os 2 candidatos, realizado pela Band no domingo (18.out). Capta também uma onda de propagandas negativas de Lula contra Flávio nas redes socias, bem como o disparo do governo federal de milhões de mensagens via WhatsApp para beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais. Depois do 1º turno de 4 de outubro, Flávio saiu à frente com 6 pontos percentuais de vantagem na 1ª pesquisa PoderData/Aya para esta fase da campanha. Na sequência, Lula avançou e a distância entre eles caiu para zero, com cada um marcando 50% dos votos válidos. Agora, Flávio mantém a dianteira registrada na rodada anterior, realizada de 16 a 18 de outubro, com 2 pontos percentuais de vantagem sobre Lula. Desde o final do 1º turno, o petista nunca esteve à frente de Flávio nas pesquisas PoderData/Aya. No 1º turno das eleições, Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%. A vantagem do senador.
Flávio diz ao TSE aceitar abrir sigilo de 20 anos, mas cria lista de condições de divulgação de Lula
Senador responde a desafio feito pelo presidente petista
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral uma petição pedindo a quebra de seus próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos 20 anos, mas condicionou a medida à divulgação de informações financeiras e registros de pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, incluindo dados sobre gastos e agendas do governo federal. O senador também solicitou a abertura de sigilos de empresas das quais é sócio, de familiares citados por Lula e de figuras ligadas a supostas fraudes contra aposentados do INSS.
- Além disso, a petição exige a publicação de reuniões entre Lula e o banqueiro Daniel Vorcaro, voos de aeronaves associadas ao mesmo, detalhes do cartão corporativo da Presidência desde janeiro de 2023, agenda da primeira‑dama Rosângela Lula da Silva e despesas de helicópteros e do Palácio da Alvorada. Flávio alerta que, caso Lula recuse as condições, a recusa deve ser registrada no processo, reforçando seu pedido de transparência total sobre pessoas e empresas próximas ao presidente.
Foto: Werther Santana | Estadao
O candidato à Presidência da Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em petição apresentada nesta quarta-feira (21), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que autoriza a quebra de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico referentes aos últimos 20 anos. O senador condicionou, porém, a medida à divulgação de informações financeiras e registros de pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de dados sobre gastos e agendas do governo federal. Na manifestação, Flávio respondeu à iniciativa de Lula de autorizar a abertura dos próprios sigilos e dos de familiares, além dos registros da empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações. O presidente havia condicionado a medida à adoção de procedimento semelhante pelo adversário. Flávio afirmou que também não se opõe à divulgação de mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. O senador estendeu a autorização às empresas das quais é sócio ou administrador e aos familiares citados por Lula. Alegou, no entanto, que a abertura de seus dados deve ocorrer simultaneamente à divulgação de informações que, segundo ele, permitiriam esclarecer suspeitas envolvendo pessoas próximas ao presidente. A petição listou uma série de exigências, entre elas a divulgação de registros de reuniões de Lula com Vorcaro, em dezembro de 2024, e de entradas do banqueiro e de intermediários nos Palácios do Planalto e da Alvorada. O senador também pediu informações sobre reuniões do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega com integrantes do governo e registros de voos de uma aeronave atribuída a Vorcaro. O documento ainda solicitou a abertura de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de pessoas relacionadas a investigações sobre as fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. Entre os nomes citados estão Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”; “Marcola”, ex-chefe de gabinete de Lula; e a empresária e lobista Roberta Luchsinger. Flávio também pediu informações sobre empresas ligadas aos filhos do presidente e ao Instituto Lula. Outro eixo da petição trata da transparência dos gastos públicos. O senador solicitou a divulgação integral das despesas do cartão corporativo da Presidência desde janeiro de 2023, além da agenda da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, anterior a fevereiro de 2025, dos registros de visitas dos filhos do presidente e de informações sobre o uso de helicópteros e despesas do Palácio da Alvorada. Flávio argumentou que a proposta de Lula seria insuficiente para esclarecer suspeitas relacionadas a terceiros e que a transparência deveria abranger informações sobre pessoas e empresas próximas ao presidente, além de despesas custeadas com recursos públicos. Caso o presidente não aceite as condições, Flávio solicita que a recusa seja registrada no processo.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos contra 47% de Lula
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos contra 47% de Lula
Pesquisa mostrou que o senador e o chefe do Executivo oscilaram, cada um, em um ponto percentual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada em 21 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro lidera as intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, com 53% dos eleitores que já definiram sua escolha, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra 47%. O levantamento, que exclui brancos, nulos e indecisos, mostra ainda que Flávio avançou 1 ponto percentual desde a última sondagem, ao passo que Lula recuou o mesmo percentual.
- Em cenário de votos totais, Flávio soma 50% e Lula 45%, com 2% dos entrevistados indecisos e outros 2% que não pretendem votar em nenhum dos candidatos. A pesquisa, realizada entre 19 e 21 de outubro com 2.400 entrevistas telefônicas, tem margem de erro de dois pontos percentuais e taxa de confiança de 95,55%, estando registrada no TSE sob o número BR-03835/2026.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (21) mostrou que o senador Flávio Bolsonaro registra 53% das intenções de votos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47%. A projeção exclui os brancos, nulos e indecisos, portanto, mostra um cenário de votos válidos. Flávio e Lula disputam o segundo turno do pleito presidencial, marcado para domingo (25). Comparado com a rodada anterior, divulgada em 16 de outubro, o senador oscilou um ponto percentual para mais. O chefe do Executivo variou em um ponto percentual para menos. Em cenário de votos totais, Flávio soma 50%, enquanto Lula pontua 45%. São 2% os que disseram não saber em quem votar. Outros 2% responderam que não votam em nenhum dos dois candidatos. O levantamento também mostrou que 97% afirmaram que a escolha está “totalmente definida”. Outros 3% disseram que ainda podem mudar de opção. De 19 a 21 de outubro, a Gerp entrevistou 2.400 pessoas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com taxa de confiança de 95,55%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-03835/2026.
Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Rejeição de Flávio Bolsonaro é cinco pontos maior que a de Lula: 52% a 47%
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) mostra queda na rejeição dos dois candidatos; senador aparece numericamente à frente nas intenções de voto válidas, com 45% contra 44% do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 52% de rejeição entre os eleitores, superando em cinco pontos percentuais os 47% de rejeição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conforme pesquisa Quaest divulgada em 21 de outubro. A pesquisa, encomendada pelo Grupo Globo e com nível de confiança de 95%, mostra ainda que a disputa de intenções de voto está apertada: Flávio aparece com 45% e Lula com 44%, enquanto brancos, nulos e indecisos somam 11%.
- Os números refletem o cenário pós‑aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 no Congresso, as sabatinas na TV Globo e o debate na TV Band. A pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre 17 e 20 de outubro e está registrada no TSE sob o número BR-08535/2026, indicando uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos à do senador desde a rodada anterior.
Foto: Edilson Rodrigues | Ricardo Stuckert
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% de rejeição entre os eleitores brasileiros, cinco pontos percentuais acima dos 47% registrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). Os dois disputam o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo domingo (25). Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, Lula tinha 53% de rejeição, enquanto Flávio aparecia com 54%. Os novos números indicam uma redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente e de dois pontos na do senador. O levantamento também mostra uma disputa apertada nas intenções de voto válidas. Flávio Bolsonaro aparece com 45%, contra 44% de Lula. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 9%, enquanto 2% estão indecisos. Segundo a pesquisa, o levantamento ocorre após a aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 pelo Congresso, as sabatinas dos candidatos na TV Globo e o debate realizado pela TV Band. Metodologia: Encomendada pelo Grupo Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.
Campanha de Lula acusa Meta de beneficiar Flávio com manipulação e pede cassação da chapa do PL
Ação ao TSE reúne denúncias de irregularidades que teriam sido cometidas pela plataforma digital a favor do senador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com pedido ao Tribunal Superior Eleitoral para investigar suposta manipulação algorítmica da Meta que, segundo a denúncia, teria favorecido a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). A ação aponta bloqueio de impulsionamento do perfil @lulaoficial, alcance médio de Reels quase três vezes maior para Flávio, uso de IA da Meta para gerar peças “Vote 22” e cita 255 perfis sintéticos e 1.613 anúncios políticos pagos em moeda estrangeira.
- Além de Flávio, a investigação inclui o deputado Alfredo Gaspar, o influenciador Pablo Marçal e o empresário Tallis Gomes, que atuam como conselheiros da chapa. A denúncia também acusa a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) de impulsionar anúncios entre 7 e 9 de julho e destaca que a Meta violou ordens judiciais, apesar de negar intenção de favorecer o candidato. Um documento de especialistas da ONU, divulgado pelo QG presidencial, reforça a necessidade de tratamento equânime das plataformas nas eleições brasileiras.
Foto: Vitor Sales | Ricardo Stuckert
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a investigação de uma fórmula usada pela empresa Meta que, de acordo com a denúncia, tem como objetivo manipular algoritmos e favorecer a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto. A ação reúne denúncias de irregularidades, entre as quais o bloqueio do impulsionamento do perfil @lulaoficial, às vésperas do primeiro turno, e o alcance médio do Reel quase três vezes maior para Flávio. Munida de fatos que indicam manipulação algorítmica por parte das plataformas da Meta (Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI), a coligação de Lula solicita ao TSE a cassação da chapa liderada pelo senador. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral também atinge o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), vice de Flávio na chapa, o influenciador Pablo Marçal e o empresário Tallis Gomes. Marçal e Tallis atuam na campanha do candidato do PL como conselheiros. Ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, em 2024, Marçal age sobretudo nas redes sociais. Tallis, por sua vez, faz articulações com empresários conservadores, contrários à reeleição de Lula. O argumento central da ação produzida por advogados da campanha petista é que Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI deram tratamento desigual a Lula e a Flávio e, com isso, beneficiaram a chapa do adversário. O pedido do comitê de Lula mostra, por exemplo, que o alcance médio por Reel foi quase três vezes maior para Flávio, mesmo com menos seguidores. Além disso, a Meta AI gerou peças com “Vote 22” e recusou pedidos equivalentes com o número 13. O ação também aponta falhas contra uma rede de 255 perfis de conteúdo sintético e 1.613 anúncios políticos pagos em moeda estrangeira. Cita, ainda, impulsionamento de anúncios pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) entre os últimos dias 7 e 9 e acusa a Meta de descumprir ordens judiciais. O pagamento de anúncios por pessoa jurídica é vedado pela Lei Eleitoral. Cobrada pela campanha de Lula em outras ocasiões, a Meta já admitiu problemas de moderação nas redes sociais e falhas técnicas. A empresa negou, porém, que tenha intenção de beneficiar Flávio na disputa presidencial. Nesta quarta-feira 21, o QG do presidente também divulgou um documento, produzido por especialistas independentes da ONU, cobrando da Meta tratamento equânime aos candidatos nas eleições brasileiras e a correção de problemas verificados. “Perder alcance pode significar perder voz no debate público e a capacidade de mobilizar comunidades”, diz um trecho do documento. “Algoritmos, sistemas de IA e decisões de moderação de conteúdo não devem se tornar árbitros invisíveis da discussão política”. Na semana passada, a campanha de Flávio Bolsonaro também pediu a cassação da chapa de Lula sob acusação de que estruturas sindicais estariam destinando recursos para o campanha do petista.
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Número de indecisos dobra na espontânea, que registra empate numérico; a situação é de empate técnico, com 1 ponto de diferença entre os dois candidatos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta‑feira (21) indica que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão praticamente empatados para o segundo turno, com 45% e 44% das intenções de voto, respectivamente. A margem de erro de dois pontos mantém o cenário como empate técnico, enquanto 9% dos eleitores pretendem votar em branco ou nulo e 2% ainda estão indecisos.
- Na sondagem espontânea, que não apresenta previamente os nomes dos candidatos, ambos alcançaram 40% de apoio, mas o número de indecisos dobrou para 14% em apenas uma semana. O levantamento, contratado pela TV Globo, reflete o impacto de recentes marcos da campanha, como o fim da escala 6x1, entrevistas na Globo e debate na Band, além de intensas mobilizações nas ruas e nas redes sociais.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno, mostra distância de apenas um ponto entre Flávio Bolsonaro (PL), que tem 45% das intenções de voto, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 44%. Em comparação com a sondagem da última semana, Flávio oscilou um ponto para baixo, e Lula permaneceu com o mesmo percentual. Pessoas que dizem que vão botar em branco ou nulo se mantêm em 9%, e os indecisos são 2%. Na modalidade espontânea, aquela em que o entrevistado não é apresentado previamente aos nomes dos candidatos, os dois aparecem em empate numérico, com 40% cada. Esse formato é importante para medir quão convicto está o eleitor. O dado mais relevante da espontânea na nova rodada é o número de indecisos, que dobrou em uma semana e chegou a 14%. A nova pesquisa é a primeira do instituto depois de momentos importantes da campanha. Na semana passada, foi promulgado o fim da escala 6x1, bandeira eleitoral de Lula. Depois, os candidatos participaram das entrevistas da Globo e do debate da Band. Também cresceram, desde então, as mobilizações nas ruas e nas redes em prol dos candidatos. O levantamento foi contratado pelo GLOBO e a TV Globo. Pela margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos, os candidatos seguem em empate técnico.
Pesquisa Palver mostra Flávio com 50% e Lula com 48%
Pesquisa Palver mostra Flávio com 50% e Lula com 48%
O levantamento foi feito entre 18 e 20 de outubro e ouviu 5.000 pessoas pela internet
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Palver, realizada entre 18 e 20 de outubro com 5.000 entrevistados pela internet, indica um empate técnico na corrida presidencial: Flávio Bolsonaro (PL) registra 50% dos votos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega a 48%, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais. O senador manteve o patamar da pesquisa anterior, já o presidente recuou um ponto.
- Nos recortes de eleitores de outros candidatos, também há empates: entre os que votaram em Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos os principais candidatos obtêm 42% a 44% de apoio. Lula lidera entre os apoiadores de Augusto Cury (52% contra 43% de Flávio). A maioria (79%) afirma que nada mudaria sua decisão de voto, enquanto escândalos, desistência ou questões econômicas são citados por menores percentuais.
Foto: Reprodução
Pesquisa da Palver mostra empate técnico na disputa presidencial, com Flávio Bolsonaro (PL) marcando 50% dos votos totais e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48%. Na comparação com a pesquisa anterior, do último dia 13, o senador do PL manteve o patamar, enquanto o presidente oscilou um ponto para baixo. O levantamento foi feito entre 18 e 20 de outubro e ouviu 5.000 pessoas pela internet. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais. No recorte sobre os eleitores de outros candidatos no primeiro turno, há empate técnico entre os que votaram em Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD). Entre os eleitores de Renan, Flávio obtém 42%, enquanto Lula fica com 39%, dentro da margem de erro. Já no grupo que optou por Caiado, ambos ficam com 44%. Lula lidera no grupo que votou em Augusto Cury (Avante), obtendo 52% contra 43% para Flávio. Isso ocorre apesar de o best-seller ter declarado apoio ao senador do PL. A Palver também questionou os eleitores sobre o grau de certeza do voto. Entre os entrevistados, 79% afirmaram que nada os faria mudar de ideia. O restante cita diversos motivos que os levariam a alterar o voto: escândalo grave (7%), desistência ou impedimento (4%) ou mudança na economia (3%).
Pesquisa Meio/Ideia: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno e Lula, 48,9%
A quatro dias do segundo turno, candidatos aparecem tecnicamente empatados, segundo levantamento Meio/Ideia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa divulgada pelo Meio/Ideia nesta quarta‑feira (21/10) indica um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno das eleições presidenciais. Com 51,1% dos votos válidos, o candidato do PL lidera por apenas 2,5 pontos percentuais de margem de erro, enquanto Lula registra 48,9%, configurando um cenário de disputa acirrada.
- O levantamento, que entrevistou 1.500 eleitores entre 15 e 19 de outubro, mostra que 83,7% dos respondentes já decidiram seu voto, e 16,3% ainda podem mudar até o domingo (25/10), data prevista para o segundo turno. Os resultados, registrados no TSE sob o número BR‑08251/2026, reforçam a importância da decisão dos eleitores indecisos nas próximas semanas.
Foto: Reprodução
Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21/10) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão empatados tecnicamente na disputa de segundo turno para as eleições presidenciais. Segundo o levantamento, o candidato do PL soma 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do petista. O resultado representa um empate técnico dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais. Entre os votos totais, considerando brancos e nulos, Flávio pontua 48%, enquanto Lula, tem 46% das intenções de voto. Os que dizem votar em branco ou nulo são 3,4%, e outros 2,6% não sabem em quem vão votar. A pesquisa anterior, feita antes do primeiro turno, indicava Lula com 48,5% ante 48% de Flávio na segunda fase da corrida eleitoral. Ainda de acordo com o levantamento, 83,7% dos entrevistados afirmam estar decididos sobre em quem votar, enquanto 16,3% consideram mudar de candidato até domingo (25/10), data do segundo turno. A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é 2,5 pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-08251/2026.
Advogado aliado de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 130 milhões em três meses, aponta PF
Investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas; empresário nega irregularidades e questiona vazamento do caso
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em três meses na conta bancária do advogado e empresário Willer Tomaz, suscitando suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e uso de empresas de apostas esportivas para ocultar recursos. O inquérito, aprovado pela Procuradoria‑Geral da República, segue no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes e inclui investigação de supostos favorecimentos a empresas do setor, fraudes em licitação da Loterj e vínculo com o ex‑governador Cláudio Castro.
- A apuração também aponta uma possível conta conjunta entre Willer Tomaz e o senador Flávio Bolsonaro, além de evidências de uso de aeronave vinculada ao político. Ambos negam irregularidades, acusando a PF de uso indevido de investigação para fins eleitorais. O caso ganhou destaque ao ser divulgado pouco antes do debate presidencial, alimentando polêmicas sobre corrupção e influência política no Brasil.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Polícia Federal (PF) identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em uma conta bancária vinculada ao advogado e empresário Willer Tomaz, em um intervalo de três meses. A apuração investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. De acordo com trechos do inquérito, entre março e maio do ano passado, a conta movimentou o valor, considerado pelos investigadores aparentemente incompatível com as atividades econômicas conhecidas do empresário. “A expressividade do montante, somada à curta janela temporal analisada, constitui elemento de interesse investigativo e reforça a necessidade de aprofundar a operação quanto à origem dos recursos”, afirma o relatório da PF. A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer favorável à abertura do inquérito e ao prosseguimento das apurações. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Investigação envolve empresas e apostas esportivas: Os investigadores também apontam que o conjunto empresarial relacionado a Willer apresenta uma estrutura operacional aparentemente incompatível com o volume financeiro movimentado. Para a PF, esse cenário reforça a hipótese de que as empresas possam ter sido utilizadas para dificultar a identificação da origem e do destino dos recursos, além dos beneficiários finais. A apuração inclui movimentações de até R$ 35 milhões em uma plataforma de apostas esportivas e saques em casas de apostas no exterior. A PF também investiga a atuação do advogado em possíveis casos de favorecimento a uma empresa do setor e suspeitas de fraude em uma licitação da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj). Outro ponto investigado é um pregão presencial da Loterj vencido pela empresa Pixs, além da relação do advogado com o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL). O material que deu origem à apuração foi obtido a partir de dados armazenados na nuvem de Willer Tomaz. O advogado foi alvo de busca e apreensão em agosto, durante a Operação Sem Desconto, que investiga irregularidades envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Advogado é amigo de Flávio Bolsonaro: Willer Tomaz mantém relação de proximidade com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. Segundo a investigação, o celular apreendido pela PF continha fotografias dos dois juntos, relacionadas a festas, encontros e reuniões. O advogado também é um dos proprietários da aeronave utilizada por Flávio em uma viagem em janeiro de 2025. O avião era administrado por uma empresa ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. A PF apura ainda indícios de que Flávio e Willer teriam compartilhado uma conta bancária. A suspeita surgiu a partir de uma troca de e-mails entre uma instituição financeira e o escritório de advocacia do empresário. A assessoria de Flávio negou a existência de uma conta conjunta. Willer também contestou a informação. Willer nega irregularidades: Em nota divulgada no domingo (18), o advogado afirmou que causa estranheza o vazamento de informações da investigação a poucas horas do debate presidencial. “Trata-se do uso indevido do aparato policial com o claro propósito de requentar acusações infundadas e interferir no resultado das urnas”, declarou. Willer negou movimentações financeiras irregulares relacionadas a empresas de apostas e afirmou que não houve circulação de recursos com essas companhias. “É igualmente inaceitável que a quebra do sigilo telemático sirva de instrumento para uma pescaria probatória destinada a fabricar falsos escândalos com fins político-eleitorais”, acrescentou.
Governo Lula admite falta de recursos para manter políticas atuais a partir de 2028
Projeção não considera novas promessas anunciadas pelo presidente na campanha à reeleição, como reajuste do Bolsa Família, Pix de R$ 5 mil MEIs e passe livre no transporte; consultorias do Congresso apontam preocupações com Orçamento nos próximos anos
Por: Daniel Weterman
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo de Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso a projeção de que, a partir de 2028, haverá déficit nas contas públicas – R$ 15,8 bi em 2028, R$ 14,9 bi em 2029 e R$ 23 bi em 2030 – enquanto o PLOA de 2027 ainda apresenta equilíbrio entre despesas discricionárias e o limite do arcabouço fiscal. O cálculo não inclui novas promessas de campanha, como o reajuste do Bolsa Família, o Pix de R$ 5 mil para MEIs e a gratuidade do transporte público nos fins de semana, que podem exigir novos ajustes orçamentários.
- O Ministério do Planejamento alerta que os números são preliminares e não consideram ganhos de eficiência ou cortes de gastos, afirmando que não há risco imediato de descumprimento das regras fiscais. O debate se intensifica na disputa eleitoral, com críticas de Flávio Bolsonaro ao modelo de gastos e preocupação de consultorias do Congresso quanto ao crescimento de despesas obrigatórias, que devem subir 22,8 % entre 2027 e 2030, reduzindo a flexibilidade do orçamento federal.
Foto: Reprodução | Folha Press
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou ao Congresso Nacional que será necessário promover ajustes nas contas públicas nos próximos anos para manter o cumprimento das regras do arcabouço fiscal. As projeções encaminhadas junto ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 indicam que os recursos disponíveis poderão não ser suficientes para sustentar as políticas atualmente em vigor a partir de 2028. O levantamento compara o custo estimado para manter os programas e ações do Poder Executivo com o espaço permitido pelas regras fiscais. Pelos cálculos apresentados, haveria insuficiência de recursos de R$ 15,8 bilhões em 2028, R$ 14,9 bilhões em 2029 e R$ 23 bilhões em 2030. Para 2027, o cenário é diferente. Segundo o governo, o orçamento já encaminhado ao Legislativo prevê equilíbrio entre as despesas discricionárias e o limite permitido pelo arcabouço fiscal, ambos estimados em R$ 222,1 bilhões. Projeção não inclui novas promessas de campanha: As estimativas foram elaboradas em agosto e não consideram medidas anunciadas por Lula durante a campanha à reeleição. Entre elas estão a proposta de reajuste do Bolsa Família, a criação de um Pix de R$ 5 mil para microempreendedores individuais (MEIs) e a gratuidade do transporte público aos domingos e fins de semana. De acordo com projeções já divulgadas, a implementação dessas medidas exigiria novos ajustes no orçamento federal. Na mensagem enviada ao Congresso, o governo afirma que a diferença entre as despesas estimadas e o espaço disponível aponta para a necessidade de reavaliar programas e redefinir prioridades orçamentárias nos próximos exercícios. “A distância entre a linha de base e o espaço disponível aponta a necessidade de revisão de gastos nos próximos exercícios, esforço contido e estável, a ser conduzido no próprio ciclo orçamentário por meio da reavaliação de programas e da repriorização alocativa”, diz o documento. O que diz o Ministério do Planejamento: Em manifestação sobre os números, o Ministério do Planejamento e Orçamento afirmou que as projeções representam um exercício de planejamento e devem ser analisadas com cautela. Segundo a pasta, os cálculos apresentados pelos órgãos federais não incluem possíveis ganhos de eficiência administrativa, encerramento de projetos, revisões de gastos e outras medidas de gestão que podem ser adotadas ao longo dos próximos anos. O ministério também informou que o cenário projetado não indica descumprimento das regras fiscais nem desequilíbrio imediato das contas públicas. De acordo com a nota, os orçamentos anuais continuarão sendo elaborados dentro dos limites estabelecidos pelo Regime Fiscal Sustentável, conhecido como arcabouço fiscal. Debate sobre ajuste das contas públicas: O tema ganhou espaço na disputa eleitoral. Durante a campanha, Lula tem criticado a proposta do candidato do PL, Flávio Bolsonaro, de promover cortes expressivos nos gastos da administração pública em caso de vitória. Aliados do presidente afirmam que uma redução de grande porte nas despesas federais atingiria áreas como programas sociais, Previdência Social, saúde e educação. Flávio Bolsonaro, por sua vez, nega a intenção de cortar benefícios sociais. Integrantes de sua campanha defendem a redução de gastos considerados administrativos, como despesas com viagens oficiais, cargos comissionados, estruturas ministeriais e super-salários. Crescimento das despesas obrigatórias preocupa técnicos: A equipe econômica do governo tem defendido mecanismos para desacelerar o crescimento de despesas obrigatórias e abrir espaço para investimentos e custeio da máquina pública.Pelas projeções oficiais, os gastos obrigatórios, como aposentadorias e pensões, devem crescer 22,8% entre 2027 e 2030. No mesmo período, as despesas discricionárias, que incluem investimentos e manutenção dos órgãos públicos, teriam expansão estimada em 8%. O governo sustenta que futuras iniciativas serão avaliadas dentro dos limites fiscais e no processo anual de elaboração do orçamento. Avaliação das consultorias do Congresso: Consultorias técnicas da Câmara dos Deputados e do Senado também apontaram preocupação com as projeções enviadas pelo Executivo. Os especialistas destacam diferenças entre os parâmetros econômicos utilizados pelo governo e as expectativas do mercado financeiro para indicadores como crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), inflação e taxa básica de juros. Segundo nota técnica elaborada pelas consultorias, essas variáveis exercem influência direta sobre arrecadação, despesas e resultado das contas públicas, exigindo cautela na análise das projeções para os próximos anos. Entre os pontos observados está a estimativa de crescimento econômico de 2,5% para 2027 incluída na proposta orçamentária. O percentual é superior à mediana das expectativas de mercado registradas em setembro de 2026, de 1,43%. Também há diferença em relação ao resultado fiscal previsto. Enquanto o governo projetou superávit de R$ 18,6 bilhões em 2027, o mercado estimava déficit de R$ 45,4 bilhões para o mesmo período. As consultorias do Congresso afirmam que o avanço mais acelerado das despesas obrigatórias reduz gradualmente a flexibilidade do orçamento federal. O cenário seguirá sendo acompanhado durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária de 2027 no Congresso Nacional.
Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Levantamento mostra vantagem de quatro pontos para o candidato do PL, o que representa um empate no limite da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa Real Time Big Data divulgada em 20/10 mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) liderando com 52% dos votos válidos contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno da Presidência, dentro da margem de erro de dois pontos. Na pesquisa estimulada, Flávio tem 48% e Lula 45%; na espontânea, 47% contra 44%, indicando empate técnico.
- O levantamento revela diferenças de apoio por gênero e renda: 52% dos homens preferem Flávio versus 41% para Lula, enquanto entre as mulheres Lula lidera com 49% contra 45% de Flávio. Eleitores com renda acima de cinco salários mínimos favorecem Flávio (61% vs 33% de Lula), já os de até dois salários mínimos dão 54% a Lula. As taxas de rejeição são 33% para Flávio e 35% para Lula, e 93% dos entrevistados já definiram o voto.
Foto: Reprodução
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 52% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da Presidência da República. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 48%, empatado tecnicamente no limite da margem de erro. O levantamento foi realizado entre 15 e 19 de outubro, com 2 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-02952/2026. Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. A diferença de três pontos configura empate técnico dentro da margem de erro. Veja os números: Flávio Bolsonaro (PL): 48%; Lula (PT): 45%; Brancos e nulos: 5%; Não sabem ou não responderam: 2%. Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Flávio tem 47%, enquanto Lula soma 44%. Outros 5% afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 4% não souberam responder. Flávio cresce dois pontos: Em comparação com a rodada de 1º de outubro, Flávio passou de 46% para 48% das intenções de voto na pesquisa estimulada. Lula permaneceu com 45% no mesmo período. O levantamento também mostra diferenças no perfil dos eleitores. Flávio registra 52% entre os homens, contra 41% de Lula. Entre as mulheres, o petista aparece com 49%, enquanto o senador tem 45%. A divisão também se repete por renda. Lula tem 54% entre os entrevistados que recebem até dois salários mínimos, contra 39% de Flávio. Já entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, o candidato do PL registra 61%, diante de 33% do presidente. Rejeição e definição do voto: Na avaliação de rejeição, Lula aparece com 35%, enquanto Flávio tem 33%. Outros 28% afirmam rejeitar os dois candidatos, e 4% dizem não rejeitar nenhum deles. A pesquisa aponta ainda que 93% dos entrevistados afirmam já ter definido o voto para o segundo turno, marcado para domingo (25). Entre os eleitores de Flávio, 94% dizem que não mudariam de candidato de jeito nenhum. No eleitorado de Lula, esse percentual é de 90%.
Alcolumbre reúne senadores e tende a não pautar PEC da Segurança Pública antes da eleição
Presidente do Senado prefere que a proposta seja discutida após o período eleitoral
Por: Victor Ohana
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- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), se reuniu com senadores nesta segunda‑feira (19) e indicou que a PEC da Segurança Pública não será pauta antes das eleições de 25 de outubro, preferindo que o tema seja debatido após o pleito. Alcolumbre tem discutido a decisão ao longo do dia, sinalizando que não haverá sessão deliberativa sobre a proposta nesta semana.
- A PEC, iniciativa do governo Lula, visa ampliar a competência da União na segurança pública, mas gerou divergências internas ao incluir discussões sobre a redução da maioridade penal. Enquanto aliados de Flávio Bolsonaro propõem a diminuição para 14 anos, o líder do PT no Senado, Camilo Santana, sugeriu 16 anos para crimes hediondos, apesar da posição histórica do partido contra a medida. Lula, por sua vez, defendeu a redução em entrevista à TV Globo.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), reuniu-se com senadores nesta segunda-feira (19), e tende a não pautar a PEC da Segurança Pública antes da eleição de 25 de outubro, disseram fontes ao Broadcast Político. Conforme apurou a reportagem, Alcolumbre ainda discute a decisão com parlamentares ao longo do dia. Segundo relatos, a base governista recebeu de Alcolumbre o indicativo de que não haverá convocação de sessão deliberativa sobre a PEC da Segurança Pública nesta semana, por preferir que o tema seja apreciado depois do período eleitoral. Fontes afirmam que o presidente do Senado debate com senadores desde a manhã se haverá sessão ou não nesta semana e qual será a pauta. A PEC da Segurança Pública é de autoria do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e tem como mote geral a ampliação dos poderes da União sobre a segurança pública, que atualmente é de competência dos governadores. Porém, o campo governista rachou após aliados de Flávio Bolsonaro (PL) terem apresentado uma emenda que estabelece a redução da maioridade para 14 anos. Embora a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), seja contrária à redução da maioridade penal, o líder do PT no Senado, Camilo Santana (PT-CE), decidiu apresentar uma emenda com a proposta de redução para 16 anos em casos de crime hediondo. Historicamente, o PT é contra a redução da maioridade penal, mas a ala de Camilo sustenta que marcar essa posição agora pode fazer Lula perder votos. Segundo apurou o Broadcast Político do Jornal Estadão, Camilo ainda vai insistir com Alcolumbre para que paute a votação da PEC da Segurança Pública nesta semana. Lula defendeu a redução da maioridade penal na sabatina da TV Globo na semana passada, após o líder do PT ter apresentado a emenda.
PoderData: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos contra 48% de Lula no 2º turno
Senador abriu vantagem de quatro pontos percentuais sobre o presidente; pesquisa ouviu 3 mil eleitores entre 16 e 18 de outubro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa PoderData, realizada entre 16 e 18 de outubro, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera o segundo turno da eleição presidencial com 52% dos votos válidos, frente a 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento mostra ainda que, na intenção de voto total, Flávio tem 49% contra 46% de Lula, com 4% dos eleitores pretendendo votar em branco ou anular o voto.
- Flávio Bolsonaro destaca‑se entre os homens (57% de intenção) e no Sul (62% de apoio), enquanto Lula lidera entre as mulheres (51%) e no Nordeste (61%). A pesquisa também aponta 50% de desaprovação ao governo Lula e 45% de aprovação, com margem de erro de 1,8 ponto percentual e registro no TSE (BR-02586/2026).
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% dos votos válidos contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa PoderData realizada entre os dias 16 e 18 de outubro. A diferença é de quatro pontos percentuais. Na rodada anterior do levantamento, os dois candidatos apareciam empatados, com 50% dos votos válidos cada. Flávio avançou dois pontos percentuais, enquanto Lula recuou dois pontos. Na intenção de voto total, Flávio aparece com 49%, contra 46% de Lula. Os eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto somam 4%, enquanto 2% não souberam responder. Intenção de voto por perfil do eleitorado: Flávio Bolsonaro lidera entre os homens, com 57% das intenções de voto, contra 40% de Lula. Entre as mulheres, o presidente tem 51%, enquanto o senador registra 42%. O levantamento também aponta diferenças regionais. No Nordeste, Lula tem 61% das intenções de voto, contra 34% de Flávio. Já no Sul, o senador aparece com 62%, enquanto o presidente soma 32%. Entre os eleitores que votaram em Flávio Bolsonaro no primeiro turno, 95% afirmam que pretendem repetir o voto. No caso de Lula, o índice é de 94%. Avaliação do governo Lula: A pesquisa também mostra que 50% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, enquanto 45% aprovam. Outros 5% não souberam responder. Em relação ao desempenho pessoal do presidente, a desaprovação é de 50%, contra 44% de aprovação. Outros 6% não souberam responder. Metodologia: A pesquisa PoderData ouviu 3 mil eleitores, por telefone, entre os dias 16 e 18 de outubro, em 695 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro estimada é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02586/2026.
























