Advogado aliado de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 130 milhões em três meses, aponta PF
Investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas; empresário nega irregularidades e questiona vazamento do caso
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em três meses na conta bancária do advogado e empresário Willer Tomaz, suscitando suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e uso de empresas de apostas esportivas para ocultar recursos. O inquérito, aprovado pela Procuradoria‑Geral da República, segue no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes e inclui investigação de supostos favorecimentos a empresas do setor, fraudes em licitação da Loterj e vínculo com o ex‑governador Cláudio Castro.
- A apuração também aponta uma possível conta conjunta entre Willer Tomaz e o senador Flávio Bolsonaro, além de evidências de uso de aeronave vinculada ao político. Ambos negam irregularidades, acusando a PF de uso indevido de investigação para fins eleitorais. O caso ganhou destaque ao ser divulgado pouco antes do debate presidencial, alimentando polêmicas sobre corrupção e influência política no Brasil.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Polícia Federal (PF) identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em uma conta bancária vinculada ao advogado e empresário Willer Tomaz, em um intervalo de três meses. A apuração investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. De acordo com trechos do inquérito, entre março e maio do ano passado, a conta movimentou o valor, considerado pelos investigadores aparentemente incompatível com as atividades econômicas conhecidas do empresário. “A expressividade do montante, somada à curta janela temporal analisada, constitui elemento de interesse investigativo e reforça a necessidade de aprofundar a operação quanto à origem dos recursos”, afirma o relatório da PF. A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer favorável à abertura do inquérito e ao prosseguimento das apurações. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Investigação envolve empresas e apostas esportivas: Os investigadores também apontam que o conjunto empresarial relacionado a Willer apresenta uma estrutura operacional aparentemente incompatível com o volume financeiro movimentado. Para a PF, esse cenário reforça a hipótese de que as empresas possam ter sido utilizadas para dificultar a identificação da origem e do destino dos recursos, além dos beneficiários finais. A apuração inclui movimentações de até R$ 35 milhões em uma plataforma de apostas esportivas e saques em casas de apostas no exterior. A PF também investiga a atuação do advogado em possíveis casos de favorecimento a uma empresa do setor e suspeitas de fraude em uma licitação da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj). Outro ponto investigado é um pregão presencial da Loterj vencido pela empresa Pixs, além da relação do advogado com o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL). O material que deu origem à apuração foi obtido a partir de dados armazenados na nuvem de Willer Tomaz. O advogado foi alvo de busca e apreensão em agosto, durante a Operação Sem Desconto, que investiga irregularidades envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Advogado é amigo de Flávio Bolsonaro: Willer Tomaz mantém relação de proximidade com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. Segundo a investigação, o celular apreendido pela PF continha fotografias dos dois juntos, relacionadas a festas, encontros e reuniões. O advogado também é um dos proprietários da aeronave utilizada por Flávio em uma viagem em janeiro de 2025. O avião era administrado por uma empresa ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. A PF apura ainda indícios de que Flávio e Willer teriam compartilhado uma conta bancária. A suspeita surgiu a partir de uma troca de e-mails entre uma instituição financeira e o escritório de advocacia do empresário. A assessoria de Flávio negou a existência de uma conta conjunta. Willer também contestou a informação. Willer nega irregularidades: Em nota divulgada no domingo (18), o advogado afirmou que causa estranheza o vazamento de informações da investigação a poucas horas do debate presidencial. “Trata-se do uso indevido do aparato policial com o claro propósito de requentar acusações infundadas e interferir no resultado das urnas”, declarou. Willer negou movimentações financeiras irregulares relacionadas a empresas de apostas e afirmou que não houve circulação de recursos com essas companhias. “É igualmente inaceitável que a quebra do sigilo telemático sirva de instrumento para uma pescaria probatória destinada a fabricar falsos escândalos com fins político-eleitorais”, acrescentou.
Eduardo Bolsonaro diz que não voltará ao Brasil após condenação
Eduardo Bolsonaro diz que não voltará ao Brasil após condenação
Ex-deputado afirmou que permanecerá nos Estados Unidos após condenação a quatro anos e dois meses de prisão; durante evento em Washington, Javier Milei também atacou Lula e declarou apoio a Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑deputado federal Eduardo Bolsonaro, condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação nos EUA, declarou em Washington que não pretende voltar ao Brasil e que a saída do ministro Alexandre de Moraes do STF é essencial para um eventual governo de seu irmão, Flávio Bolsonaro. A fala foi feita durante um jantar de celebração à cultura hispânica, com a presença do presidente argentino Javier Milei, que também criticou o presidente Lula e apoiou a candidatura de Flávio.
- Eduardo ressaltou que a remoção de Moraes facilitaria a consolidação de uma aliança de direita na América Latina, citando a possibilidade de ampliar a cooperação regional caso Flávio vença a disputa presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva. Ele ainda negou ter pedido apoio ao ex‑presidente dos EUA, Donald Trump, e enfatizou que as pesquisas eleitorais são apenas um indicativo, não uma certeza.
Foto: Reprodução
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (14), em Washington, que não pretende voltar ao Brasil após ser condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação e voltou a defender a saída do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Eu não vou puxar uma cadeia sendo inocente, não”, declarou a jornalistas durante um jantar em celebração à cultura hispânica nos Estados Unidos, que contou com a presença do presidente argentino, Javier Milei. Na semana passada, Moraes determinou o cumprimento da pena e o cancelamento dos passaportes de Eduardo, condenado por atos praticados nos Estados Unidos para intimidar o Judiciário brasileiro e tentar impedir a análise da trama golpista. Durante o evento, o ex-deputado afirmou que a saída de Moraes do STF seria necessária para um eventual governo de seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para o dia 25. “Primeiro a gente vai ter que expurgar esse câncer chamado Alexandre de Moraes da Suprema Corte”, disse. Eduardo também declarou confiança na candidatura do irmão, mas reconheceu que a disputa eleitoral não está decidida. Segundo ele, as pesquisas “podem dar um norte, mas não são tudo”. O ex-deputado afirmou ainda que pretende conversar com Milei sobre a relação entre Brasil e Argentina caso Flávio vença a eleição. O presidente argentino, por sua vez, atacou Lula durante o evento e o chamou de “ditador comunista”, além de manifestar apoio à candidatura de Flávio e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Eduardo. Os discursos ocorreram em meio à discussão sobre a relação entre setores da direita e o STF e à possibilidade de parlamentares defenderem processos de impeachment contra ministros da Corte. Eduardo também negou ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que declarasse apoio à candidatura de Flávio. Ele defendeu uma aproximação entre governos de direita da América Latina e os Estados Unidos e afirmou que uma eventual vitória do irmão poderia ampliar a cooperação regional.
Flávio Bolsonaro retoma visitas ao pai após fim de restrição do STF
Flávio Bolsonaro retoma visitas ao pai após fim de restrição do STF
Prazo de punição imposto por Alexandre de Moraes terminou neste domingo; defesa do ex-presidente comunicou o STF sobre os novos agendamentos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) terá novamente permissão para visitar o pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), após o fim da suspensão de 90 dias imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida, que vigorou desde julho por violação de restrição ao uso de redes sociais, foi encerrada neste domingo (11) e a defesa do ex‑presidente já comunicou a Corte que os encontros serão agendados diretamente com o Núcleo de Custódia da Polícia Militar, mantendo as demais condições cautelares.
- Com a punição revogada, os advogados de Jair Bolsonaro pretendem retomar as visitas sem alterações nas outras restrições judiciais, enquanto a controvérsia sobre a divulgação de uma carta nas redes sociais continua a gerar atenção no cenário político brasileiro.
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderá retomar as visitas ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após o término da suspensão de 90 dias determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A restrição chegou ao fim neste domingo (11) e foi comunicada à Suprema Corte pela defesa do ex-presidente, que informou que os encontros voltarão a ser agendados diretamente com o Núcleo de Custódia da Polícia Militar (NCPM), respeitando as condições e demais medidas cautelares em vigor. A punição havia sido aplicada em julho, quando Moraes entendeu que a divulgação nas redes sociais de uma carta escrita pelo ex-presidente por meio do perfil de Flávio descumpriu a proibição de uso de plataformas digitais por intermédio de terceiros. Com o encerramento da punição, os advogados pretendem dar andamento às visitas sem alterações nas outras restrições impostas pela Justiça.
Polícia Federal arquiva investigação sobre possível interferência americana nas eleições
Investigação preliminar havia sido anunciada no dia do primeiro turno após reportagem do The Guardian sobre projeto americano que previa R$ 5 milhões a grupos críticos do STF
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal arquivou o pedido da Advocacia‑Geral da União (AGU) para apurar suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras, após a representação ter sido encaminhada à Diretoria de Inteligência. O pedido foi motivado por reportagem do The Guardian que apontou um projeto norte‑americano de US$ 175 milhões, incluindo R$ 5 milhões destinados a grupos de oposição ao STF, e levantou suspeitas de financiamento a iniciativas anticomunistas.
- A investigação surge num cenário de tensões diplomáticas, após sanções dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes em 2025, revogadas em dezembro, e com o governo Lula alertando para tentativas de influência externa no processo eleitoral. A PF confirmou que a apuração está em curso, embora ainda não tenha publicado a portaria do inquérito.
Foto: Reprodução
O pedido de apuração sobre uma suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras foi arquivado pela Polícia Federal. A representação havia sido apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU) à corporação na semana passada. A investigação preliminar foi anunciada pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, no dia da votação do primeiro turno, no domingo (4). "Recebemos uma representação da AGU sugerindo apuração de interferência externa. Foi encaminhado para a Diretoria de Inteligência para dar início à apuração. É uma investigação em andamento, um procedimento prévio. Não foi publicada a portaria do inquérito, mas já temos uma investigação em curso", afirmou Rodrigues na ocasião. O pedido da AGU foi motivado pela reportagem do jornal britânico The Guardian sobre um projeto norte-americano chamado "Combate à Litigância Deliberativa e à Censura no Brasil". A iniciativa previa cerca de R$ 5 milhões para grupos de oposição a supostos abusos do Judiciário e à censura orquestrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o veículo, os recursos fazem parte de um pacote de US$ 175 milhões (aproximadamente R$ 918 milhões) do principal fundo de direitos humanos do Departamento de Estado dos EUA. O montante também seria distribuído a projetos em outros países. Desse valor, o The Guardian informou que US$ 40 milhões seriam destinados a um fundo anticomunista, que um grupo de defesa dos direitos de sul-africanos brancos também receberia apoio e que aliados ideológicos dos Estados Unidos na Europa seriam incluídos em programas de recompensas. Esta não é a primeira medida do governo americano contra o STF. Em julho de 2025, os EUA sancionaram o ministro Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky, em retaliação à condução do julgamento que resultou na condenação e na prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado, após a derrota na disputa pela reeleição em 2022. As sanções foram revogadas em dezembro. O financiamento a grupos no Brasil surge agora em um contexto em que o governo do presidente Lula (PT) enxerga uma tentativa de interferência de Washington no processo eleitoral brasileiro.
PL descarta acordo e quer avançar contra Moraes no Senado em 2027
PL descarta acordo e quer avançar contra Moraes no Senado em 2027
Partido afirma ter 49 votos no Senado, cinco a menos que o quórum necessário para aprovação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido Liberal (PL) anunciou que pretende avançar, em 2027, com um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações da CNN e do G1, o PL conta com 49 senadores favoráveis, ainda cinco votos abaixo dos 54 necessários para aprovar a medida.
- A iniciativa surge em meio a intensas articulações políticas envolvendo aliados de Flávio Bolsonaro e possíveis negociações judiciais relacionadas ao ex‑presidente Jair Bolsonaro e à anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A cúpula do PL também pretende investigar a relação de Moraes com o empresário Daniel Vorcaro e avalia ações contra o ministro Flávio Dino, dependendo das investigações sobre as eleições e o uso de emendas parlamentares.
Foto: Reprodução
O Partido Liberal (PL) pretende avançar, em 2027, com um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações da CNN e do G1, integrantes da legenda tratam a medida como uma pauta que não estaria aberta a negociações. O partido calcula atualmente ter 49 votos favoráveis à iniciativa no Senado, cinco a menos que os 54 necessários para a aprovação do processo. A posição do PL ocorre em meio a articulações políticas envolvendo aliados do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Parte desse grupo teria interpretado recentes movimentos no Judiciário como possíveis sinais de negociação, incluindo questões relacionadas à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro e à anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A cúpula do PL, no entanto, rejeita um acordo com ministros do Supremo e defende pressionar o próprio STF para investigar a relação de Alexandre de Moraes com o empresário Daniel Vorcaro, além de pedir eventual afastamento do ministro durante as apurações. A legenda também avalia uma possível ofensiva contra o ministro Flávio Dino, dependendo de sua atuação em investigações relacionadas às eleições e ao uso de emendas parlamentares. A composição do Senado após as eleições e as futuras articulações entre os partidos serão fatores importantes para definir o avanço dessas iniciativas.
PGR dá parecer favorável a visitas de Flávio Bolsonaro ao pai
PGR dá parecer favorável a visitas de Flávio Bolsonaro ao pai
Parecer de Paulo Gonet foi enviado ao STF após pedido de Alexandre de Moraes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O procurador‑geral da República, Paulo Gonet Branco, enviou ao STF parecer favorável à retomada das visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. O parecer, solicitado pelo ministro Alexandre de Moraes, indica que não há mais motivos para manter a restrição de visitas.
- A defesa já havia pedido a liberação antes do fim dos 90 dias estabelecidos, alegando que a medida perde validade em 11 de outubro. Flávio foi impedido de visitar em julho após divulgar carta do ex‑presidente; Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe e está se recuperando de pneumonia.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, enviou nesta terça-feira (6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável à retomada das visitas do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. A manifestação foi solicitada pelo ministro Alexandre de Moraes após pedido da defesa. No parecer enviado ao STF, Gonet afirmou que não há motivo para manter a restrição. “Considerando a ausência de fatos supervenientes indicativos de descumprimento das condições fixadas ou da necessidade de prorrogação da medida restritiva anteriormente determinada, a Procuradoria-Geral da República não opõe óbice ao deferimento do pleito formulado”, afirmou. A defesa havia pedido ao STF a liberação das visitas antes do fim do prazo de 90 dias determinado por Moraes. Segundo os advogados, a suspensão perde a validade em 11 de outubro. "Não mais se mostra necessária a manutenção de regime excepcionalmente restritivo de visitas, sendo possível o restabelecimento desde logo", disse a defesa. Flávio foi proibido de visitar o pai em julho, após publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente. Bolsonaro também está impedido de usar a internet, inclusive por meio de terceiros, como parte das medidas impostas pela Justiça. No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista. Após passar por cirurgia, recebeu autorização para cumprir a pena em prisão domiciliar. Atualmente, ele se recupera de uma pneumonia bacteriana.
Gilmar Mendes quer identificar ministros citados no caso Master
Gilmar Mendes quer identificar ministros citados no caso Master
Ministro diz que identificação é necessária para definir eventuais impedimentos nos processos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Gilmar Mendes, do STF, pediu que sejam identificados todos os ministros da Corte e demais magistrados citados nas investigações envolvendo o Banco Master e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, para avaliar possíveis impedimentos nos processos.
- Ele defendeu a suspensão do julgamento até que se esclareça o contexto das mensagens extraídas do celular de Vorcaro, ressaltando que a simples menção de um magistrado não indica irregularidade, e citou ainda o pedido de vista feito por Flávio Dino.
Foto: Reprodução
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta segunda-feira (28) que sejam identificados todos os ministros da Corte e outros magistrados citados nas investigações envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O pedido foi apresentado durante a análise de uma investigação relacionada ao ministro Alexandre de Moraes. Para Gilmar, o julgamento deve permanecer suspenso até que o STF saiba quais magistrados aparecem nas mensagens extraídas do celular de Vorcaro e em que contexto foram citados. Segundo o ministro, essas informações são necessárias para verificar se algum integrante da Corte pode estar impedido de participar dos processos relacionados ao caso. A identificação, afirmou, também permitiria avaliar o conjunto das citações antes de uma eventual investigação específica contra Moraes. “Apuração parcial é apuração viciada”, declarou. A menção de um magistrado nas mensagens, por si só, não indica irregularidade, e o objetivo do levantamento seria justamente esclarecer o contexto das citações e eventuais efeitos processuais. Flávio Dino pediu vista do processo em 15 de setembro e tem prazo de 90 dias para devolvê-lo ao julgamento.
Flávio Bolsonaro viajou em jato ligado a Vorcaro em 2025, diz revista
Flávio Bolsonaro viajou em jato ligado a Vorcaro em 2025, diz revista
Viagem entre os Estados Unidos e Brasília ocorreu em janeiro de 2025, segundo reportagem da Piauí.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, realizou uma viagem em 19 de janeiro de 2025 entre Fort Lauderdale (EUA) e Brasília a bordo de um Legacy 650 (PP‑NLR) operado pela Prime Aviation, empresa que até setembro de 2025 tinha Daniel Vorcaro como sócio. Acompanhado da esposa, duas filhas e do advogado Willer Tomaz, o senador utilizou a aeronave que também seria usada meses depois pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.
- A reportagem da revista Piauí aponta que a viagem coincidiu com negociações para o financiamento do filme biográfico “Dark Horse”, sobre o ex‑presidente Jair Bolsonaro, e que Flávio cobrou agilidade em aporte financeiro logo após o retorno. Tomaz, cotista da aeronave, afirmou ter oferecido carona sem cobrança e só soube em abril de 2026 da nova participação de Vorcaro. Flávio reagiu nas redes com ironia, mas a matéria não indica irregularidade na viagem.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, viajou em janeiro de 2025 entre Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, e Brasília, em um jato executivo que tinha entre seus cotistas uma empresa da qual o ex-banqueiro Daniel Vorcaro era sócio, segundo reportagem publicada pela revista Piauí. A viagem ocorreu em 19 de janeiro e foi feita por Flávio acompanhado da mulher, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, das duas filhas e do advogado e empresário Willer Tomaz, amigo do senador. A aeronave é um Legacy 650, de prefixo PP-NLR, operado pela Prime Aviation, empresa que tinha Vorcaro como sócio até setembro de 2025. A mesma aeronave foi utilizada meses depois pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Segundo a Piauí, a viagem de Flávio ocorreu no período em que estavam em andamento negociações para o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A publicação afirma que, no dia seguinte ao retorno ao Brasil, Flávio cobrou um interlocutor para acelerar uma resposta relacionada ao primeiro aporte financeiro do projeto. A revista também relata que Willer Tomaz detinha uma das três cotas da aeronave e afirmou que ofereceu carona a amigos quando havia assentos disponíveis, sem cobrança ou contrapartida. Tomaz declarou ainda que só tomou conhecimento em abril de 2026 de que Vorcaro havia adquirido outra participação no avião e que, posteriormente, rompeu o contrato com a empresa responsável pela gestão da aeronave. Após a publicação da reportagem, Flávio Bolsonaro comentou o episódio nas redes sociais em tom irônico: “Ainda bem que na época o avião era de Willer. Imagina se fosse agora, eu teria viajado no avião de Alexandre de Moraes”. A reportagem não aponta que a viagem de Flávio, por si só, configure irregularidade.
Fux cobra posição do Senado sobre visitas de Viviane Barci e Vorcaro
Fux cobra posição do Senado sobre visitas de Viviane Barci e Vorcaro
Ação pede dados de acesso de Viviane Barci, Daniel Vorcaro e outras pessoas ao Senado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do STF Luiz Fux concedeu um prazo de dez dias ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para se manifestar sobre o pedido de acesso aos registros de entrada e saída de pessoas nas dependências da Casa, solicitado pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo). O requerimento inclui dados de figuras como a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente.
- O Senado havia negado o acesso alegando caráter pessoal das informações, mas Fux decidiu ouvir a Advocacia do Senado antes de decidir. Alexandre de Moraes se declarou impedido por envolver sua esposa, e o relator da ação foi sorteado para o ministro Fux.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de dez dias para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se manifestar sobre o pedido de acesso a eventuais registros de entrada e saída de pessoas nas dependências da Casa. A ação foi apresentada pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo) e envolve, entre outros nomes, a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O pedido também inclui registros relacionados ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e a Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Kilter, o Senado negou anteriormente o acesso aos dados sob o argumento de que seriam informações de caráter pessoal. Fux considerou necessário ouvir a Advocacia do Senado antes de analisar o pedido. O ministro Alexandre de Moraes havia se declarado impedido de atuar no processo por envolver sua esposa, e Fux foi sorteado para assumir a relatoria.
Mendonça acusa Moraes de abuso de autoridade em caso Master
Mendonça acusa Moraes de abuso de autoridade em caso Master
Ministro apresentou defesa a Edson Fachin e questionou a legalidade dos relatórios de inteligência usados contra ele
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro André Mendonça, do STF, acusou o colega Alexandre de Moraes de ilegalidades ao solicitar à Polícia Federal relatórios de inteligência que questionam sua atuação como relator do caso Banco Master. Mendonça alegou abuso de autoridade e denunciação caluniosa, destacando que os documentos carecem de assinatura e valor probatório, e que foram usados para tentar intimidar a Justiça.
- A disputa se insere no contexto da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de corrupção envolvendo o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master. Enquanto Mendonça defende a retirada de sigilo de mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes, o ministro acusado nega irregularidades e pede investigação contra Mendonça por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.
Foto: Antônio Augusto | STF
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), acusou o também ministro Alexandre de Moraes de cometer ilegalidades ao solicitar à Polícia Federal relatórios de inteligência utilizados para questionar sua atuação como relator do caso envolvendo o antigo Banco Master. A manifestação foi apresentada nesta terça-feira (22) ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, dentro do prazo estabelecido para que Mendonça respondesse às acusações feitas por Moraes. Segundo Mendonça, o procedimento adotado pelo colega poderia configurar abuso de autoridade e direcionamento de investigação. “Os vícios que o prolator imputou a este signatário são, na realidade e em verdade, aqueles verificados em seu próprio ato —e não naquele que ele visa atacar”, escreveu o ministro. A controvérsia teve origem na divulgação de um relatório de inteligência atribuído à Polícia Federal que levantou suspeitas sobre a condução, por Mendonça, das investigações da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras relacionadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo controlador do Banco Master. O documento divulgado não possui assinatura nem timbre da PF e traz advertências sobre seu caráter conjectural e a ausência de valor probatório. Outros relatórios também foram encaminhados à Corte. Na defesa, Mendonça afirmou que os documentos apresentam críticas à condução das investigações e questionou a forma como Moraes teria obtido acesso ao material. O ministro também sustentou que houve inserção de seu nome no chamado Inquérito das Fake News sem investigação prévia e afirmou que a apuração de ministros do Supremo deveria observar a competência do plenário da Corte. “São ‘relatórios’ sem qualquer identificação de autoria, com múltiplas advertências quanto à sua ausência de validade probatória”, escreveu Mendonça. Em outro trecho, afirmou que haveria “atividade ilícita da Polícia Federal” e “evidente denunciação caluniosa e abuso de autoridade” na tentativa, segundo ele, de intimidar e obstruir a Justiça. As afirmações integram a defesa apresentada pelo ministro e não representam conclusões judiciais sobre eventual prática de crime. O caso está relacionado ao confronto entre os ministros após Mendonça retirar o sigilo de documentos da Operação Compliance Zero que continham informações extraídas do celular de Daniel Vorcaro. Segundo a Polícia Federal, o material reunia 52 mensagens que teriam sido enviadas por Vorcaro a Moraes entre 2023 e novembro de 2025, quando o empresário foi preso. Em uma das mensagens, o ex-banqueiro aparenta mencionar um contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Em outro trecho, Vorcaro aparenta buscar informações sobre uma possível operação policial contra ele. Os investigadores informaram que as respostas atribuídas ao interlocutor não puderam ser recuperadas. Moraes, por sua vez, negou irregularidades e classificou como “inconstitucional e ilegal” a investigação conduzida por Mendonça relacionada às mensagens. Em reação à divulgação do material, Moraes encaminhou ao presidente do STF os relatórios de inteligência que levantavam suspeitas sobre a atuação de Mendonça e pediu a abertura de investigação contra o ministro por suspeitas de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. O embate entre os dois ministros ocorre em meio à disputa institucional envolvendo a condução do caso Master. Em setembro, o plenário do STF chegou a analisar questões relacionadas aos pedidos de investigação, mas o mérito não foi examinado naquela sessão após pedido de vista do ministro Flávio Dino.
Mensagens de Vorcaro mostram que ele se dizia “número 1” de Hugo Motta
Mensagens de Vorcaro mostram que ele se dizia “número 1” de Hugo Motta
Dados extraídos pela PF também revelam referências a encontros com o presidente da Câmara e outros políticos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Mensagens obtidas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, revelam que ele se autodenominava “número 1” do presidente da Câmara, Hugo Motta, chamando‑o de “irmão”. Em conversa de 2 de fevereiro de 2025 com o diretor jurídico Luiz Rennó, Vorcaro confirmou estar em Brasília com “Davi e Hugo”, referindo‑se ao presidente do Senado Davi Alcolumbre e ao deputado Motta, logo após a eleição de Motta à presidência da Câmara e de Alcolumbre ao Senado.
- A investigação da Polícia Federal aponta que Vorcaro custeou estadias de Motta em Lisboa, pagou suítes para o senador Ciro Nogueira e organizou uma degustação de uísque e charutos em Nova York, cujo gasto chegou a US$ 1,02 milhão (cerca de R$ 5,25 milhões). Mensagens adicionais mostram contato direto entre Motta e Vorcaro, inclusive discussões envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, levantando suspeitas de favorecimento e vantagens indevidas no Congresso nacional.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
Dados obtidos do celular de Daniel Vorcaro pela Polícia Federal (PF) mostram que o dono do Banco Master se definia como “o número 1” do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a quem também chamava de “irmão”. As informações são da coluna de Malu Gaspar, do jornal O Globo. Em uma conversa de 2 de fevereiro de 2025 com o diretor jurídico do banco, Luiz Rennó, Vorcaro afirmou que estava em Brasília “com Davi e Hugo”, em referência ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e a Motta. Questionado pelo advogado se tinha bom trânsito com o deputado, o banqueiro respondeu: “Transito bem? Kkkk. Sou ‘number 1’. Amigo irmão”. A conversa ocorreu um dia após Motta ser eleito presidente da Câmara em primeiro turno, com 444 votos e o apoio de 17 partidos, entre eles PL e PT. Na mesma data, Alcolumbre foi eleito para comandar o Senado, com 73 dos 81 votos. Procurado por meio de sua assessoria, Hugo Motta ainda não havia se manifestado sobre o conteúdo das mensagens. O espaço permanece aberto para posicionamento. Viagens e encontros - Segundo a investigação da PF, Vorcaro também teria custeado estadias de Motta durante uma viagem a Lisboa, em 2024. Na ocasião, o presidente da Câmara afirmou não ver problemas no pagamento das diárias, por se tratar de um evento que classificou como “corporativo e jurídico”. A PF apontou ainda que Vorcaro pagou suítes em um hotel de Lisboa para Motta e para o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Ciro é investigado por suspeita de ter recebido vantagens indevidas do banqueiro em razão de sua atuação em favor do Banco Master no Congresso Nacional. Em maio de 2024, Motta também esteve entre as autoridades que participaram de uma degustação de uísque e charutos organizada por Vorcaro em Nova York. O encontro ocorreu no Carnegie Club, em Manhattan, e a conta do estabelecimento chegou a US$ 1,02 milhão, valor convertido pela PF para cerca de R$ 5,25 milhões. Mensagens obtidas anteriormente pela investigação também mostram que Motta mantinha contato com Vorcaro. Em março de 2025, durante uma conversa com a então namorada, Martha Graeff, o banqueiro afirmou que “Hugo e Ciro” haviam chegado à sua casa para “falar com Alexandre”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Foto no celular de Vorcaro mostra Gonet ao lado de banqueiro em festa em Londres
Foto no celular de Vorcaro mostra Gonet ao lado de banqueiro em festa em Londres
Procurador-geral da República participou de evento, em Londres, promovido pelo Banco Master em abril de 2024
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma imagem capturada no celular de Daniel Vorcaro e divulgada pelo jornal O Globo mostra o procurador‑geral da República, Paulo Gonet, ao lado do ex‑banqueiro durante uma festa em Londres, em abril de 2024, com charuto e copos de bebida.
- A assessoria da PGR confirmou o evento, e Gonet, que assumiu o cargo em dezembro de 2023, reiterou que seu contato com Vorcaro foi “brevíssimo e banal”, enquanto o caso ganha destaque na sessão do plenário do STF sobre o relatório da PF envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.
Foto: Reprodução
Uma imagem encontrada pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro mostra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ao lado do então banqueiro durante uma festa realizada em Londres, no Reino Unido. A fotografia foi divulgada pelo jornal O Globo. Segundo o jornal, a imagem teria sido enviada a Vorcaro pelo advogado Ciro Soares. No registro, Gonet aparece segurando um charuto, enquanto Vorcaro está sentado à sua frente. Os dois sorriem para a câmera ao lado de outras duas pessoas, em um ambiente com copos de bebidas alcoólicas. A assessoria da Procuradoria-Geral da República informou que a foto foi feita durante um evento realizado em abril de 2024, que contou com a participação de diversas autoridades. Gonet já havia admitido publicamente ter comparecido à ocasião. Paulo Gonet assumiu o cargo de procurador-geral da República em dezembro de 2023. Na última terça-feira (15), durante sessão do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) voltada à discussão da validade de um relatório da Polícia Federal envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, Gonet disse que não teve um relacionamento de proximidade com Vorcaro e que a única ligação com o ex-banqueiro foi “brevíssima e banal”.
Deputado baiano propõe Comenda Dois de Julho para André Mendonça
Deputado baiano propõe Comenda Dois de Julho para André Mendonça
Samuel Júnior apresentou projeto para homenagear ministro do STF com a principal honraria da AL-BA
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado estadual Samuel Júnior (PL) apresentou na Assembleia Legislativa da Bahia um projeto de resolução para conceder a Comenda Dois de Julho ao ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, destacando sua trajetória acadêmica e profissional, incluindo passagens pela Advocacia‑Geral da União e pelo Ministério da Justiça.
- A honraria, uma das mais prestigiadas do Legislativo baiano, busca reconhecer as contribuições de Mendonça ao Direito e à vida pública, em meio a discussões sobre sua atuação no STF e investigações ligadas ao Banco Master e ao ministro Alexandre de Moraes.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O deputado estadual Samuel Júnior (PL) apresentou um projeto de resolução na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) para conceder a Comenda Dois de Julho ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. A proposta foi apresentada nesta sexta-feira (18). A Comenda Dois de Julho é uma das principais honrarias concedidas pelo Legislativo baiano e foi instituída pela Resolução nº 1.277/99. A homenagem é destinada a personalidades que tenham prestado contribuições relevantes à Bahia ou ao país. Na justificativa do projeto, Samuel Júnior destacou a trajetória acadêmica e profissional de Mendonça, incluindo sua passagem pela Advocacia-Geral da União e pelo Ministério da Justiça. O deputado afirmou que a homenagem busca reconhecer a atuação do ministro no campo do Direito e na vida pública. A proposta ocorre em um momento de discussões envolvendo a atuação de Mendonça no STF. Segundo reportagem publicada nesta sexta-feira, o ministro está entre os integrantes da Corte envolvidos em questões relacionadas às investigações sobre o Banco Master e também apresentou pedido para abertura de investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. Essas informações correspondem a alegações e atos processuais relatados pela imprensa e não devem ser confundidos com conclusões definitivas sobre eventuais irregularidades.
Temer busca diálogo para reduzir tensão entre ministros do STF
Temer busca diálogo para reduzir tensão entre ministros do STF
Ex-presidente almoçou com aliados de André Mendonça em São Paulo; encontro ocorreu em meio à crise envolvendo Alexandre de Moraes e o caso Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑presidente Michel Temer, que indicou Alexandre de Moraes ao STF, reuniu‑se nesta quarta‑feira (16) em São Paulo com aliados do ministro André Mendonça, durante visita institucional ao Tribunal de Contas do Estado, para tentar conter a tensão que se instalou entre os ministros da Corte. Temer afirmou que o encontro foi “apenas um almoço entre amigos”, mas a reunião reflete a preocupação com a crise no Supremo, que também se manifesta em São Paulo após a operação do ministro Flávio Dino contra o deputado Cezinha de Madureira (PL‑SP), investigado por suposta tentativa de influenciar decisões judiciais e por movimentação de R$ 510 mil em dinheiro vivo.
- A defesa de Cezinha não foi citada, e o parlamentar espera que a apuração siga sem interferência política ou eleitoral, enquanto a tensão entre os ministros continua a impactar o cenário político nacional.
Foto: Reprodução
O ex-presidente Michel Temer (MDB), responsável pela indicação de Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF), se reuniu nesta quarta-feira (16) com aliados do ministro André Mendonça, em São Paulo, em uma tentativa de reduzir a tensão entre integrantes da Corte. O encontro ocorreu durante uma visita institucional ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP), onde Temer almoçou com conselheiros. Segundo interlocutores, o ex-presidente demonstrou preocupação com a crise no Supremo e conversou com o grupo de Mendonça para evitar uma escalada do conflito. Temer, porém, afirmou à reportagem que foi “apenas um almoço entre amigos”. Entre os presentes estavam conselheiros próximos a Mendonça, como Maxwell Borges e Wagner Rosário. A tensão entre os ministros também repercute em São Paulo após uma operação determinada pelo ministro Flávio Dino contra o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP), aliado do governador Tarcísio de Freitas. O parlamentar é investigado por suspeita de tentar influenciar decisões judiciais, mas nega irregularidades. A apuração teve origem em uma investigação sobre o transporte de R$ 510 mil em dinheiro vivo. A defesa de Cezinha não foi mencionada no relato, que informa que o deputado espera uma investigação sem interferência política ou eleitoral.
Pesquisa aponta que 68% são totalmente favoráveis ao impeachment de ministros do STF
Levantamento Indexa/Broadcast ouviu 2 mil pessoas em todo o Brasil e aponta Alexandre de Moraes como o ministro mais citado na crise da Corte.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa nacional divulgada nesta terça‑feira (15) revelou que 68% dos entrevistados apoiam a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvidos na crise do Banco Master, com mais 9% se mostrando favoráveis. O levantamento Indexa/Broadcast apontou ainda que 46% responsabilizam o ministro Alexandre de Moraes, seguido por André Mendonça (16%) e Dias Toffoli (6%).
- A pesquisa também analisou a percepção sobre os critérios de decisão dos magistrados: 45% acreditam que Moraes age com base política, enquanto 16% veem sua atuação como técnica e 24% como uma combinação de ambos. O estudo, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, entrevistou 2 mil pessoas presencialmente entre 10 e 13 de setembro, e foi registrado no TSE sob o número BR‑03482/2026.
Foto: Gustavo Moreno | STF
“Eu me sinto um pouco até envergonhada”, diz Cármen Lúcia durante sessão do STF
“Eu me sinto um pouco até envergonhada”, diz Cármen Lúcia durante sessão do STF
Ministra pediu desculpas aos brasileiros e criticou a repercussão dos conflitos no tribunal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ministra Cármen Lúcia declarou estar “envergonhada” com a situação vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu desculpas ao presidente, aos colegas ministros e ao povo brasileiro durante a sessão de análise da Petição 16.662, que investiga o ministro Alexandre de Moraes. Em meio à corrida eleitoral, a ministra ressaltou que o clima de tensão no Judiciário gera “mal‑estar cívico” e criticou a “espetacularização” dos conflitos, que ultrapassou os limites da Corte e afetou a população.
- Cármen Lúcia afirmou não ter recebido pressão de outros magistrados, relatou conversas com Alexandre de Moraes, André Mendonça e o presidente Edson Fachin, e votou pela tramitação separada dos procedimentos. O julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino, deixando o mérito da petição ainda não analisado.
Foto: Luiz Roberto | Secom/TSE
A ministra Cármen Lúcia afirmou nesta terça-feira (15) estar “envergonhada” com a situação vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu desculpas aos brasileiros durante uma sessão marcada por discussões entre integrantes da Corte. A manifestação ocorreu durante a análise da Petição 16.662, relacionada a uma investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. O STF analisava uma questão de ordem sobre a tramitação conjunta de procedimentos relacionados ao caso, mas o julgamento foi suspenso após um pedido de vista do ministro Flávio Dino, sem que o mérito da petição fosse analisado. Durante a sessão, Cármen Lúcia lamentou a repercussão dos acontecimentos envolvendo o tribunal e afirmou que o cenário provocou um “mal-estar cívico” entre os brasileiros. “Eu me sinto um pouco até envergonhada, presidente, de, no momento em que o Brasil está a menos de 20 dias da eleição, estarem todos voltados a questões do Supremo”, declarou. A ministra avaliou que o Poder Judiciário deveria contribuir para transmitir tranquilidade à população e reconheceu que, na avaliação dela, os acontecimentos recentes tiveram efeito contrário. Em outro momento, Cármen Lúcia pediu desculpas ao presidente do STF, aos demais ministros e à população brasileira por considerar que poderia ter adotado uma postura diferente diante da tensão. “Eu peço desculpa ao povo brasileiro por talvez ter esperado de mim uma postura diferente, mas acho que todos nós aqui queríamos a mesma coisa, que era tentar resolver e as questões não foram resolvidas e foram crescendo demais”, afirmou. A ministra também mencionou a repercussão dos episódios fora do ambiente do tribunal e criticou o que classificou como “espetacularização” dos casos analisados pelo Supremo. Segundo ela, a exposição dos conflitos ultrapassou os limites da Corte e passou a fazer parte do cotidiano da população. “Faz mal não apenas ao Supremo nem ao Poder Judiciário, faz mal ao país”, disse. Cármen Lúcia também afirmou que não sofreu pressão de outros ministros para votar de determinada maneira. Segundo seu relato, ela conversou com Alexandre de Moraes, André Mendonça e com o presidente do STF, Edson Fachin, mas disse que ninguém lhe pediu voto. Na sessão, a ministra votou pela tramitação separada dos procedimentos. O julgamento terminou suspenso após o pedido de vista de Flávio Dino.
STF: entenda próximos passos do julgamento envolvendo ministros após pedido de vista
Ministro interrompeu julgamento que discute se os dois casos devem ser analisados em conjunto ou separadamente; placar estava em 4 a 3 pela separação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta terça‑feira (15) a análise sobre a tramitação conjunta dos procedimentos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, após o ministro Dino solicitar vista. A votação provisória foi de 4 a 3 a favor da separação dos casos, com Edson Fachin, André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia apoiando a divisão, enquanto Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes defendiam a análise conjunta.
- O pedido de vista permite que o ministro tenha até 90 dias para estudar o processo antes de emitir voto, interrompendo temporariamente o julgamento. Quando o processo for devolvido, o STF retomará a votação para decidir se os procedimentos permanecem separados ou são reunidos, e só então avançará nas investigações relacionadas ao caso do ex‑banqueiro Daniel Vorcaro e ao caso Banco Master.
Foto: Rosinei Coutinho | STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta terça-feira (15) a análise sobre como devem tramitar os procedimentos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. A discussão foi interrompida depois que o , ou seja, solicitou mais tempo para analisar o processo antes de uma conclusão. A questão começou a ser discutida a partir de uma proposta do ministro Gilmar Mendes para que os procedimentos envolvendo Moraes e Mendonça fossem analisados conjuntamente. O caso de Moraes trata de informações reunidas pela Polícia Federal a partir de dados extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Já o procedimento envolvendo Mendonça questiona a atuação do ministro na condução de apurações relacionadas ao caso Banco Master. A votação terminou, de forma provisória, em 4 votos a 3 pela manutenção dos casos separados. Votaram pela separação Edson Fachin, André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Pela análise conjunta, votaram Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes. Dino chegou a se manifestar a favor da análise conjunta, mas, antes da proclamação do resultado, pediu vista. Com isso, seu voto não foi contabilizado no placar provisório e a questão ficou sem uma decisão definitiva. O que significa o pedido de vista? O pedido de vista é um mecanismo que permite a um ministro ter mais tempo para estudar um processo antes de concluir sua manifestação. Na prática, a solicitação interrompe temporariamente o julgamento. Isso não significa, por si só, que Dino tenha mudado de posição. O ministro poderá apresentar seu voto quando o julgamento for retomado. O que acontece agora? - Com o pedido de vista, o julgamento fica suspenso. Dino tem até 90 dias para devolver o processo, conforme o prazo regimental. Depois da devolução, o caso deverá voltar à pauta do STF para que a Corte retome a votação. Quando o julgamento for retomado, os ministros deverão concluir primeiro a discussão sobre a reunião ou a separação dos procedimentos de Moraes e Mendonça. Só depois dessa definição é que a Corte poderá avançar nas questões relacionadas a cada procedimento. No caso de Moraes, por exemplo, ainda não houve decisão definitiva sobre o prosseguimento de uma eventual investigação. A sessão de terça-feira foi encerrada antes que o STF chegasse a essa etapa. Portanto, o placar de 4 a 3 não representa uma decisão final do STF. Trata-se do resultado parcial da votação sobre a forma de tramitação dos dois procedimentos, que poderá ser retomada após a devolução dos autos por Dino.
Eduardo Bolsonaro quer usar sessão do STF para pedir novas sanções dos EUA
Eduardo Bolsonaro quer usar sessão do STF para pedir novas sanções dos EUA
Em publicação no X, ele criticou ministros da Corte e mencionou uma nova rodada de punições.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL‑SP) anunciou que pretende enviar aos EUA os registros da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que debatia a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, esperando que isso desencadeie uma nova rodada de sanções americanas. Em post no X, ele também criticou publicamente Moraes, o presidente Gilmar Mendes e o ministro Flávio Dino, acusando‑os de abusos e de interferir na justiça.
- A manifestação ocorre enquanto o STF analisa informações da Polícia Federal sobre mensagens atribuídas a Moraes e ao ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que podem aprofundar as investigações contra o ministro, sem ainda definir culpa. O caso tem gerado intenso debate político e internacional sobre a atuação do Judiciário brasileiro.
Foto: Reprodução
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, na terça-feira (15), que pretende apresentar a autoridades dos Estados Unidos registros da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que discutiu a possibilidade de abrir uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Em publicação no X, Eduardo disse esperar que a iniciativa resulte em uma “nova rodada de sanções” americanas. Durante a sessão, ele também criticou Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino. O ex-parlamentar acusou Moraes de exigir direitos que, segundo ele, teriam sido negados a réus, criticou Gilmar por confrontar o ministro André Mendonça e chamou Dino de “bobo da corte”. A manifestação ocorreu enquanto o STF analisava informações reunidas pela Polícia Federal sobre mensagens atribuídas a Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. O julgamento trata da possibilidade de aprofundar as investigações, não de definir eventual culpa do ministro.
“Vocês acham que Fachin é isento?”, dispara Malafaia em crítica ao presidente do STF
Líder evangélico critica atuação do ministro e diz esperar que sessão do STF confirme suas suspeitas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O pastor Silas Malafaia divulgou nas redes sociais um vídeo em que questiona a imparcialidade do ministro do STF Edson Fachin, acusando‑o de favorecer o governo Lula e de agir contra o ministro André Mendonça. Malafaia critica ainda a decisão de Fachin de suspender medidas adotadas pelo ministro da Justiça Flávio Dino, como a operação da PF contra o deputado Cezinha de Madureira e a suspensão do afastamento de Andrei Rodrigues.
- O pastor também aponta supostas intervenções de Fachin em processos envolvendo o Banco Master e o INSS, e reaviva a polêmica sobre a anulação das condenações de Lula na Operação Lava Jato. Malafaia afirma ser alvo de inquéritos sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes e encerra o vídeo alertando para a sessão do STF marcada para o dia 15, chamando‑a de “teatro”.
Foto: Reprodução
O pastor Silas Malafaia atacou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, em um vídeo divulgado nas redes sociais, no qual questiona a imparcialidade do magistrado e o acusa de atuar para beneficiar o governo Lula e atingir o ministro André Mendonça. “Vocês acham que Fachin é isento?”, questiona Malafaia. “Se Fachin fosse isento, mandava Flávio Dino parar com essas cortinas de fumaça para desviar o foco, tentar atingir o André Mendonça.” A crítica ocorre após decisões envolvendo os ministros Flávio Dino e André Mendonça. Na segunda-feira (14), Dino autorizou uma operação da Polícia Federal contra o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP), aliado de Mendonça. Na semana anterior, Dino havia suspendido uma decisão de Mendonça que determinava o afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da PF. Fachin interveio no conflito e suspendeu tanto o afastamento quanto a decisão de reintegração de Rodrigues, mantendo o diretor-geral no cargo até que o Supremo analise o caso. Malafaia contestou a medida e defendeu que Fachin anulasse apenas a decisão de Dino. “O que que Fachin tem que fazer? Cancelar a decisão de Flávio Dino e manter a decisão de André Mendonça, que é o relator do caso”, afirmou. “O que que ele faz? Ele anula também a decisão de Mendonça”. O pastor também criticou Fachin por assumir processos relacionados ao Banco Master e ao INSS. A mudança ocorreu em 12 de setembro, depois de o presidente do STF determinar a suspensão temporária de procedimentos de investigação envolvendo ministros da Corte. “Fachin determinou que André Mendonça suspenda a investigação do INSS, onde o filho de Lula tá enrolado na lama e chega lá pertinho do gabinete de Lula”, disse Malafaia. Em seguida, questionou por que, na avaliação dele, Fachin não adotou a mesma postura em relação a Dino: “Por que Fachin não manda Flávio Dino suspender o que tá fazendo e deixa Flávio Dino continuar operando?” Malafaia ainda acusou Fachin, Alexandre de Moraes, Dino, Lula e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, de integrarem uma suposta articulação para proteger Moraes. “Estão todos juntos nessa confraria para tentar livrar a cara da lama em que Alexandre de Moraes está metido”, declarou. O pastor também retomou a atuação de Fachin nos processos que anularam as condenações de Lula na Operação Lava Jato. “Só tá no STF porque era cabo eleitoral de Dilma”, afirmou, antes de dizer que o ministro “na caneta, numa das maiores vergonhas, descondena Lula”. Malafaia disse ainda ser alvo de dois inquéritos sob relatoria de Moraes e afirmou temer possíveis retaliações pelas críticas. “Eu sei da maldade que podem fazer contra mim, mas eu creio na Bíblia e creio em Deus”, declarou. Ao final do vídeo, o pastor mencionou a sessão do STF marcada para esta terça-feira (15) e afirmou: “Vamos ver o teatro que vão tentar fazer amanhã”. As declarações são acusações e interpretações feitas por Malafaia; não constituem, por si só, comprovação de irregularidade ou de articulação entre os citados.
Flávio Bolsonaro cobra investigação e afastamento de Alexandre de Moraes
Flávio Bolsonaro cobra investigação e afastamento de Alexandre de Moraes
Senador afirma que STF deve autorizar investigação contra o ministro; julgamento está marcado para terça-feira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL) exigiu que o Supremo Tribunal Federal autorize a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e determine seu afastamento, antecipando a sessão extraordinária em que a Corte analisará um relatório da Polícia Federal que aponta ligações entre Moraes, o ex‑dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e um contrato de R$ 131 milhões com o escritório da esposa do ministro. O senador alertou que a decisão será um dos momentos mais importantes da política brasileira nos últimos anos e criticou o uso do inquérito das fake news para perseguir adversários.
- O relatório da PF também menciona outras apurações, como o financiamento do filme “Dark Horse”, envolvendo Flávio Bolsonaro, e investigações sobre o INSS e o caso “Lulinha”. Flávio, que está sob investigação no STF por supostos US$ 24 milhões negociados com Vorcaro, destacou a necessidade de transparência nas investigações enquanto a crise no STF se aprofunda, com o presidente Edson Fachin retirando Moraes da relatoria do inquérito das fake news.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cobrou nesta segunda-feira (14), em Belém, que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e determine seu afastamento. A declaração foi feita na véspera da sessão extraordinária em que a Corte analisará um relatório da Polícia Federal sobre as relações entre Moraes e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. “Amanhã vai ser um dos dias mais importantes dos últimos anos do Brasil. É o início de um julgamento que eu tenho certeza que vai fazer com que o Alexandre de Moraes seja oficialmente investigado. Com tudo que já veio à tona, eu acho que não há nenhuma dúvida que pelo menos a maioria do Supremo, no plenário, tem a obrigação de autorizar o início de uma investigação contra ele”, afirmou. Flávio acrescentou que Moraes “precisa ser afastado” e criticou o uso do inquérito das fake news, que, segundo ele, seria usado para perseguir adversários políticos. A sessão está marcada para esta terça-feira (15), às 10h. O relatório da PF aponta Moraes como interlocutor de Vorcaro e registra um contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro. Em meio à crise no STF, o presidente da Corte, Edson Fachin, retirou Moraes da relatoria do inquérito das fake news e suspendeu decisões de André Mendonça e Flávio Dino relacionadas a investigações envolvendo ministros. Flávio também pediu transparência em apurações sobre o filme “Dark Horse”, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de casos relacionados ao INSS e a “Lulinha”. O senador é investigado no STF no inquérito sobre o financiamento do filme. Segundo informações divulgadas pelo The Intercept e pela revista Piauí, Flávio teria negociado com Vorcaro recursos de pelo menos US$ 24 milhões para a produção, dos quais ao menos US$ 12,3 milhões teriam sido pagos. A Polícia Federal investiga a origem e o destino do dinheiro, incluindo suspeitas de que parte dos recursos tenha sido usada para custear a estadia de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. As suspeitas estão sob investigação e não representam, por si só, comprovação de irregularidade. Belém, onde Flávio fez as declarações, fica na região Norte do Brasil, no estado do Pará.
STF julga nesta terça-feira (15) se abre investigação contra Alexandre de Moraes
STF julga nesta terça-feira (15) se abre investigação contra Alexandre de Moraes
Ministros vão analisar relatório da Polícia Federal sobre mensagens atribuídas ao ministro e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Supremo Tribunal Federal (STF) realizará, nesta terça‑feira (15), uma sessão extraordinária para decidir se abre investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, com base em relatório da Polícia Federal que traz mensagens trocadas entre o ministro e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão será conduzida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, que também será relator do caso, e contará com a participação da Procuradoria‑Geral da República e da defesa antes da votação.
- A audiência acontecerá sob rígido esquema de segurança em Brasília, com apoio da Polícia Militar, monitoramento por drones, controle de acesso ao Plenário e restrições de circulação. A imprensa acompanhará a sessão em estrutura montada na marquise do edifício‑sede, com transmissão ao vivo pela TV Justiça, Rádio Justiça e canal oficial do STF no YouTube.
Foto: Divulgação
O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (15), a partir das 10h, uma sessão extraordinária para analisar se será aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. O julgamento tem como base um relatório da Polícia Federal que reúne mensagens atribuídas a Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão será conduzida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, que também assumiu a relatoria do caso. Após a abertura dos trabalhos, Fachin fará a leitura do relatório e delimitará os pontos em análise. A Procuradoria-Geral da República poderá se manifestar, assim como a defesa, antes da apresentação dos votos. A decisão desta terça-feira será sobre a eventual abertura de investigação, e não sobre culpa ou condenação do ministro. Moraes nega irregularidades e contestou o relatório da PF. O julgamento ocorre sob esquema especial de segurança em Brasília. A Polícia Militar do Distrito Federal e equipes do STF atuarão de forma integrada, com compartilhamento de informações de inteligência, reforço do policiamento, monitoramento por câmeras e drones, além de restrições ao espaço aéreo. A Praça dos Três Poderes terá controle de acesso e bloqueios; também haverá restrições para estacionamento e circulação de veículos nas proximidades. No Supremo, somente pessoas previamente credenciadas poderão entrar no plenário, e todos passarão por detectores de metais e equipamentos de raio-X. Os celulares deverão permanecer desligados e guardados em sacolas lacradas durante a sessão; o rompimento do lacre poderá resultar na retirada do local. A imprensa acompanhará os trabalhos de uma estrutura montada na marquise do edifício-sede, com telões. A sessão será transmitida pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pelo canal oficial do STF no YouTube.
Fachin tira de Mendonça caso sobre Moraes e pode assumir inquéritos do Master e INSS
Decisão do presidente do Supremo ocorre em maio ao agravamento da crise causada por conflito interno entre ministros da Corte
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, retirou o ministro André Mendonça da relatoria do caso que envolve o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, e passou a assumir também os inquéritos sobre o Banco Master e fraudes no INSS. A medida, anunciada neste sábado (12), busca garantir a imparcialidade diante da crescente disputa institucional entre Moraes e Mendonça, que já inclui a divulgação de mensagens trocadas entre os dois e pedidos de investigação cruzada.
- Fachin determinou que novas investigações envolvendo integrantes da Corte sejam previamente submetidas à Presidência do STF, suspendendo temporariamente os autos e encaminhando‑os para nova definição. O plenário analisará a questão das mensagens em 15 de setembro e o julgamento contra Mendonça está marcado para 23 de setembro, reforçando a estratégia de centralizar a arbitragem dos conflitos internos e evitar que ministros conduzam processos nos quais são partes interessadas.
Foto: Divulgação | STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiu neste sábado (12) retirar do ministro André Mendonça a relatoria do caso que envolve o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master. A decisão também abre caminho para que Fachin assuma a condução de outros dois processos de grande repercussão que estão sob responsabilidade de Mendonça: os inquéritos relacionados ao Banco Master e às fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A mudança ocorre em meio ao agravamento da disputa entre Moraes e Mendonça. O primeiro havia pedido a abertura de uma investigação contra o colega por suposto abuso de autoridade na condução de processos relacionados ao Master e ao INSS. Mendonça, por sua vez, era o relator do procedimento que apura a existência de contatos e negócios envolvendo Moraes e Vorcaro. A crise escalou depois que Mendonça tornou públicas mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro no âmbito da investigação. A divulgação levou o caso para o centro da disputa interna do STF e aumentou a pressão sobre Moraes, ao mesmo tempo em que expôs o grau de confronto entre os dois ministros. A reação de Moraes, que pediu a investigação de Mendonça, aprofundou o embate e criou uma situação inédita: dois integrantes da mesma Corte passaram a protagonizar medidas judiciais com potencial de atingir diretamente um ao outro. Ao retirar o caso de Mendonça, Fachin considerou que a situação poderia comprometer a imparcialidade da análise, diante do conflito institucional entre os dois ministros e dos impactos claros sobre o processo eleitoral. O presidente do Supremo determinou ainda que novas investigações envolvendo integrantes da Corte deverão ser previamente submetidas à Presidência do tribunal. A decisão tem efeito imediato sobre os processos conduzidos por Mendonça. Os inquéritos relacionados ao Banco Master e ao INSS foram temporariamente suspensos e os autos serão encaminhados à Presidência do STF. Com isso, Fachin poderá assumir também a relatoria desses casos. A medida não significa o encerramento das investigações. Os processos continuam em tramitação, mas passam a ser submetidos a uma nova definição sobre quem deverá conduzi-los. Decisão ocorre em meio ao auge da crise no STF - O episódio expõe uma das mais delicadas crises internas do Supremo nos últimos anos. De um lado, está Moraes, um dos ministros mais influentes da Corte e responsável por investigações de grande impacto político. De outro, Mendonça, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que passou a protagonizar decisões com potencial de atingir diretamente o colega. Fachin, que assumiu a Presidência do Supremo recentemente, tenta agora retirar os processos da esfera de influência direta dos dois ministros. A estratégia é concentrar na Presidência da Corte a análise de investigações que envolvam integrantes do próprio tribunal. O plenário do STF mantém para 15 de setembro a análise do caso envolvendo as mensagens entre Vorcaro e Moraes. Já o julgamento relacionado à investigação contra Mendonça está previsto para 23 de setembro. Na prática, a decisão de Fachin transforma a Presidência do STF em uma espécie de instância de arbitragem da crise. Mais do que uma simples troca de relatoria, a medida estabelece novas regras para evitar que investigações envolvendo ministros sejam conduzidas por integrantes da Corte diretamente envolvidos no conflito. O movimento também terá impacto sobre os casos Master e INSS, que estão entre as investigações mais sensíveis atualmente em tramitação no Supremo. A definição sobre quem ficará responsável por esses processos deverá ser tomada a partir das novas regras estabelecidas por Fachin.
STF marca sessão para analisar relatório da PF sobre Moraes e Vorcaro
STF marca sessão para analisar relatório da PF sobre Moraes e Vorcaro
Ministros vão avaliar validade de documento que aponta encontros e mensagens entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, convocou sessão plenária para a próxima terça‑feira (15) a fim de analisar um relatório da Polícia Federal que aponta suposta relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. O documento, elaborado a pedido do ministro André Mendonça, baseia‑se em mensagens de WhatsApp apreendidas durante a Operação Compliance Zero, trocadas entre março de 2024 e agosto de 2025, e foi tornado público em 1º de setembro após a retirada do sigilo.
- A Corte avaliará a validade do relatório, decidirá se há elementos suficientes para abrir uma apuração contra Moraes ou se o caso deve ser arquivado, e considerará o pedido da Procuradoria‑Geral da República (PGR) para anular a investigação, argumentando que a iniciativa de Mendonça carece de autorização plenária.
Foto: Divulgação
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, convocou uma sessão do plenário para a próxima terça-feira (15) para analisar um relatório da Polícia Federal (PF) que reúne informações sobre uma suposta relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Os ministros deverão avaliar a validade do documento elaborado a pedido do ministro André Mendonça, relator do caso Master. Parte dos integrantes da Corte questionou a iniciativa de Mendonça de determinar a apuração envolvendo outro ministro do STF sem autorização do plenário. Também estará em discussão o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para anular a investigação. A Corte deverá decidir ainda se os elementos reunidos justificam a abertura de uma apuração contra Moraes ou se o caso deve ser arquivado. O relatório foi elaborado a partir de mensagens encontradas no celular de Vorcaro, apreendido durante a Operação Compliance Zero. As conversas foram trocadas pelo WhatsApp entre março de 2024 e agosto de 2025 e incluem registros de contatos e encontros entre o ex-banqueiro e Moraes. O documento veio a público em 1º de setembro, depois que Mendonça retirou o sigilo do material. Na ocasião, a PGR defendeu a nulidade da investigação, sob o argumento de que Mendonça não poderia determinar, sem provocação do Ministério Público ou da PF, uma apuração sobre o destinatário das mensagens. Para a Procuradoria, uma eventual investigação contra Moraes deveria ser submetida ao plenário do STF.
Alexandre de Moraes manda PF investigar deputado baiano após denúncia contra Flávio Dino
Deputado Leandro de Jesus terá 15 dias para prestar depoimento após decisão do ministro do STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, arquivou a notícia‑crime apresentada pelo deputado estadual baiano Leandro de Jesus (PL) contra o ex‑ministro da Justiça Flávio Dino e o ex‑chefe do GSI Gonçalves Dias, por falta de justa causa e ausência de indícios concretos. Moraes determinou que a Polícia Federal ouça o parlamentar em até 15 dias e encaminhe os autos à Procuradoria‑Geral da República, sinalizando a possibilidade de investigação por comunicação falsa de crime, prevista no art. 340 do Código Penal.
- A decisão, proferida em 21 de agosto na Petição 11.228, destaca que a representação não trouxe elementos mínimos para abrir investigação contra Dino e Dias, mas abre caminho para apurar a conduta de Leandro de Jesus, que poderá responder por tentativa de imputar crimes como golpe de Estado e terrorismo. O caso segue agora sob análise da PGR após a oitiva do deputado pela PF.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a notícia-crime apresentada pelo deputado estadual baiano Leandro de Jesus (PL) contra o ministro Flávio Dino e o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Gonçalves Dias, e determinou que a Polícia Federal investigue a conduta do próprio parlamentar por suspeita de comunicação falsa de crime. A decisão foi proferida no último dia 21 de agosto, no âmbito da Petição 11.228. Moraes determinou que Leandro de Jesus seja ouvido pela Polícia Federal no prazo de 15 dias. Após a oitiva, os autos deverão ser encaminhados à Procuradoria-Geral da República (PGR). Na representação, o deputado atribuía a Flávio Dino, então ministro da Justiça à época dos atos de 8 de janeiro de 2023, e a Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI, suposta omissão diante das invasões às sedes dos Três Poderes, em Brasília. O parlamentar pediu que ambos fossem investigados por crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano e terrorismo. Ao analisar o caso, Alexandre de Moraes concluiu que a notícia-crime não apresentou elementos mínimos capazes de justificar a abertura de investigação. Segundo o ministro, houve "ausência de justa causa" e não foram apresentados indícios concretos da prática de ilícitos penais pelos citados. Além de arquivar a representação, Moraes determinou o envio dos autos à Polícia Federal para apuração da conduta de Leandro de Jesus. Na decisão, o ministro afirma que, em tese, o deputado pode ter incorrido no crime de comunicação falsa de crime, previsto no artigo 340 do Código Penal. A investigação terá início com o depoimento do parlamentar e, posteriormente, o caso será submetido à análise da Procuradoria-Geral da República.
Ex-ministros do STF pedem ação urgente de Edson Fachin diante da crise no Supremo
Carta não cita Alexandre de Moraes, mas defende apuração rigorosa da crise que divide o STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Treze ex‑ministros do Supremo Tribunal Federal, entre eles Celso de Mello, Rosa Weber e Joaquim Barbosa, divulgaram uma carta exigindo que o presidente da Corte, Edson Fachin, convoque uma sessão pública para apurar imediatamente a crise que abala a credibilidade do tribunal. O documento, divulgado nesta segunda‑feira (7), pede investigação rigorosa e dentro do devido processo legal, sem citar nominalmente o ministro Alexandre de Moraes, mas em meio às controvérsias envolvendo mensagens entre o magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro.
- Até o momento, Fachin não anunciou quais medidas adotará diante das solicitações dos ex‑integrantes da Corte, que buscam restaurar a confiança da população no STF e garantir transparência nas decisões judiciais.
Foto: Nelson Jr. | STF
Treze ministros aposentados e ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) divulgaram uma carta cobrando uma resposta do presidente da Corte, Edson Fachin, diante da crise que atinge o tribunal. No documento, divulgado nesta segunda-feira (7), eles pedem a convocação de uma sessão pública para determinar a apuração imediata dos fatos que, segundo afirmam, comprometem a credibilidade do Supremo e a confiança da população. A nota não cita nominalmente o ministro Alexandre de Moraes, mas foi divulgada em meio ao desgaste provocado pela divulgação de mensagens envolvendo o magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro. Os ex-ministros afirmam confiar na condução de Fachin e defendem que a investigação ocorra com rigor e dentro do devido processo legal. O documento é assinado por 13 ex-integrantes da Corte, entre eles Celso de Mello, Rosa Weber, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie, Ayres Britto, Cezar Peluso e Nelson Jobim. Até o momento, Edson Fachin ainda não anunciou quais medidas pretende adotar diante dos pedidos apresentados.
Candidatos criticam STF e saem em defesa de André Mendonça no 7 de Setembro
Candidatos criticam STF e saem em defesa de André Mendonça no 7 de Setembro
Enquanto candidatos da oposição intensificaram críticas ao Supremo e defenderam André Mendonça, Lula manteve discurso institucional e evitou abordar a crise.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou destaque nas manifestações de 7 de setembro, com candidatos à Presidência usando o tema para atacar a Corte ou apoiar o ministro André Mendonça. Enquanto a oposição intensificou as críticas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve um discurso institucional, participando das comemorações ao lado do presidente do STF, Edson Fachin, e evitando referências ao conflito.
- Nos bastidores, a decisão de André Mendonça de retirar o sigilo das mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro alimentou o debate nas redes sociais, fortalecendo manifestações de apoio ao ministro e gerando preocupação na campanha petista sobre possíveis desgastes políticos.
Foto: Reprodução
A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) dominou parte dos discursos dos candidatos à Presidência da República durante as manifestações de 7 de Setembro. Enquanto nomes da oposição aproveitaram os atos para intensificar as críticas à Corte e manifestar apoio ao ministro André Mendonça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) evitou abordar o assunto e adotou um tom institucional. Segundo integrantes das campanhas, o tema ganhou força após a repercussão da decisão de André Mendonça de retirar o sigilo das mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A avaliação é de que o episódio ampliou as críticas ao STF nas redes sociais e fortaleceu manifestações de apoio a Mendonça. Durante os atos, Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) defenderam publicamente o ministro e reforçaram o discurso contra decisões do Supremo. Na Avenida Paulista, manifestantes entoaram gritos de apoio a André Mendonça, enquanto lideranças políticas e religiosas exaltaram sua atuação. Já Lula participou das comemorações da Independência ao lado do presidente do STF, ministro Edson Fachin, sem fazer referências à crise. Segundo aliados, a estratégia foi preservar uma postura institucional. Nos bastidores, integrantes da campanha petista admitem, no entanto, que a crise pode provocar desgaste político ao associar o presidente ao ministro Alexandre de Moraes em meio ao debate nacional.
André Mendonça libera relatório da PF sobre Alexandre de Moraes para julgamento no STF
Presidente do STF definirá quando o caso será levado à análise da Corte.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro André Mendonça, do STF, autorizou o julgamento do relatório da Polícia Federal que aponta supostos vínculos entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. A decisão sobre levar o processo ao plenário ou ao órgão competente ficará a cargo do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, e ainda não há data prevista para o julgamento.
- O documento, tornado público após a retirada de sigilo, traz diálogos atribuídos a Moraes e Vorcaro, além de um contrato entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro, aprofundando a crise institucional no STF. Em resposta, Moraes solicitou investigação contra Mendonça por supostos abusos de autoridade e improbidade, enquanto Fachin exigiu esclarecimentos de diversas autoridades, e a ADPF pediu impedimento do procurador‑geral da República, Paulo Gonet, nos procedimentos relacionados ao caso.
Foto: Reprodução
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento o relatório da Polícia Federal que aponta supostos vínculos entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso envolvendo o Banco Master. Com a decisão, caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, definir quando o processo será levado ao plenário ou ao órgão competente para análise. A liberação foi publicada neste domingo (6), mas ainda não há previsão para o julgamento. O relatório tornou-se público após Mendonça retirar o sigilo do documento na última semana. Entre os elementos apresentados pela Polícia Federal estão diálogos atribuídos a Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, incluindo mensagens trocadas antes da prisão do empresário em 2025. O documento também cita informações relacionadas a um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa de Moraes. A divulgação do relatório aprofundou a crise institucional dentro do STF. Em resposta, Alexandre de Moraes pediu a abertura de investigação contra André Mendonça, alegando supostos crimes como abuso de autoridade e improbidade administrativa. Posteriormente, Edson Fachin retirou esse pedido do inquérito das fake news e determinou que Mendonça, Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestassem esclarecimentos sobre o caso. Enquanto isso, Paulo Gonet manifestou-se pela nulidade do relatório produzido pela Polícia Federal, sustentando que a investigação teria extrapolado os limites legais. Já a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) solicitou que o procurador-geral se declarasse impedido de atuar nos procedimentos relacionados ao Banco Master por também ser mencionado nas conversas analisadas.
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Caso ocorre em meio aos desdobramentos do embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte, surpreendendo-os ao enfatizar que a instituição, com mais de 130 anos de história, tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem apoio externo. Os magistrados alertaram Lula sobre a necessidade de cautela nas críticas ao Supremo, destacando a dependência do governo nas decisões da Corte, inclusive em questões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- Preocupado com a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes, o presidente encomendou pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise. O episódio ocorre em meio ao acirramento da disputa entre Moraes e o ministro André Mendonça, e após o presidente do STF, Edson Fachin, determinar a separação das investigações de fake news envolvendo os dois ministros, prometendo levar as acusações ao plenário da Corte.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte durante o pronunciamento divulgado na última sexta-feira (4), em meio à crise envolvendo integrantes do Judiciário. A informação foi publicada pela coluna da jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Segundo a reportagem, o pedido surpreendeu ministros do STF, que afirmaram ao presidente que a Corte possui mais de 130 anos de história e tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem depender de apoio externo. Ainda de acordo com a coluna, os magistrados alertaram Lula para ter cautela em declarações críticas ao Supremo, destacando que o governo depende da atuação da Corte em temas de interesse institucional, inclusive em questões relacionadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A publicação também afirma que uma das principais preocupações de Lula é a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes. Por esse motivo, a campanha do presidente teria encomendado pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise junto ao eleitorado. O episódio ocorre após o acirramento da disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Na sexta-feira (4), o presidente do STF, Edson Fachin, determinou que as investigações solicitadas por Moraes contra Mendonça fossem retiradas do inquérito das fake news e conduzidas em procedimento separado. Segundo a Folha de S.Paulo, Fachin também informou a Lula que pretende levar ao plenário da Corte as acusações envolvendo os dois ministros.
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Articulação ocorre em meio ao debate sobre um eventual impeachment de Alexandre de Moraes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as conversas com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) para mitigar a pressão política por um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a CNN Brasil, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, encontrou‑se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes, afirmando que as críticas a Moraes não são ataques ao STF e que, caso Flávio vença as eleições de outubro, sua gestão buscará manter relações institucionais harmoniosas entre os Poderes.
- Apesar da aproximação com o STF, Flávio Bolsonaro continua defendendo a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e, se a proposta não avançar, pretende conceder perdão presidencial ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente sentenciado a 27 anos de prisão.
Foto: Reprodução
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) tem intensificado conversas com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) em meio ao aumento da pressão política pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pela CNN Brasil. Segundo a reportagem, na última quarta-feira (2), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reuniu-se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes. Durante a conversa, Marinho teria afirmado que as críticas dirigidas a Alexandre de Moraes não representam um ataque ao Supremo como instituição e que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro buscaria manter uma relação institucional e de harmonia entre os Poderes. Ainda de acordo com a CNN Brasil, Gilmar Mendes também teria sido procurado para discutir um possível cenário de transição em caso de vitória de Flávio nas eleições de outubro. Apesar da aproximação com o STF, o senador segue defendendo publicamente a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Conforme a reportagem, Flávio também afirma que, caso a proposta não avance, pretende conceder perdão presidencial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão.
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Declaração foi feita durante cerimônia de lacração dos sistemas que serão usados nas eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em discurso na cerimônia de lacração dos sistemas eleitorais de 2026, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, reforçou que a Justiça Eleitoral atua com total imparcialidade, não escolhe vencedores e garante eleições seguras por meio de múltiplas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente.
- A declaração surge em meio à crise no Supremo Tribunal Federal, onde os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes estão envolvidos em investigação após relatório da Polícia Federal sobre o caso Banco Master. O presidente do STF, Edson Fachin, determinou prazo de cinco dias para manifestações e encaminhou o caso a procedimento próprio, separado da apuração das fake news.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, afirmou nesta sexta-feira (4) que a Justiça Eleitoral atua com imparcialidade e não interfere na escolha dos eleitores. A declaração foi feita durante a cerimônia de lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições de 2026. Em seu discurso, o ministro ressaltou que o papel do TSE é garantir o cumprimento da Constituição e a realização de eleições seguras. "A Justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição", afirmou. Nunes Marques também destacou que a segurança do processo eleitoral é resultado de diversas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente, reforçando que os sistemas permanecem transparentes e passíveis de verificação pelas entidades responsáveis. A manifestação ocorre em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. Após a divulgação de um relatório da Polícia Federal relacionado ao caso Banco Master, Moraes pediu a abertura de investigação contra Mendonça. O presidente do STF, Edson Fachin, concedeu prazo de cinco dias para manifestações dos envolvidos e determinou que a apuração tramite em procedimento próprio, separado do inquérito das fake news.
























