Moraes ordena envio de imagens de operação com 121 mortos no Rio
Ministro deu 48 horas para que o governo fluminense envie imagens, laudos e relatórios sobre a operação nos complexos da Penha e do Alemão.
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Foto: Rosinei Coutinho | STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (10) que o governo do Rio de Janeiro envie à Corte todas as imagens das câmeras corporais dos policiais que participaram da megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, que deixou 121 mortos. Na decisão, Moraes fixou o prazo de 48 horas para o envio das gravações, acompanhadas da relação dos agentes e das câmeras utilizadas durante a ação.O ministro também ordenou que o governo encaminhe cópias de todos os laudos necroscópicos e relatórios de inteligência que embasaram a operação e indicavam a presença dos 51 alvos nas comunidades. Moraes assumiu recentemente, de forma temporária, a relatoria da ADPF das Favelas, processo que trata da atuação policial em comunidades do Rio. Com isso, o magistrado se fortalece como uma das principais vozes do STF em temas de segurança pública, assunto que tende a ganhar destaque no debate eleitoral de 2026.Após receber o caso, Moraes foi ao Rio de Janeiro para cobrar explicações sobre a Operação Contenção, que resultou nas mortes, e se reuniu com autoridades, incluindo o governador Cláudio Castro (PL). A medida também dá sequência ao inquérito da Polícia Federal que apura a atuação do crime organizado no estado. A relatoria original da ADPF era do ministro Edson Fachin, e, após a presidência de Luís Roberto Barroso, agora aposentado, o processo passou a Moraes, por ser o ministro mais antigo disponível no Supremo.
Moraes pede que PGR se manifeste sobre resposta de Bolsonaro por hospedagem em embaixada da Hungria
Procuradoria Geral da República (PGR) tem cinco dias para se manifestar e após o período o ministro deverá tomar uma decisão acerca do caso
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Foto: Reprodução
- O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes solicitou que a Procuradoria Geral da República (PGR) se manifeste sobre a resposta que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deu devido a sua hospedagem na embaixada da Hungria. As informações são do blog de Gerson Camarotti no G1. A PGR tem cinco dias para se manifestar e após o período o ministro deverá tomar uma decisão acerca do caso. Ainda segundo o blog, Bolsonaro afirmou em ofício a Moraes que havia ido à embaixada para discutir temas políticos e que não havia lógica em ir pedir asilo ou fugir de investigações. Na segunda-feira (25), o jornal New York Times revelou que o ex-mandatário se hospedou na embaixada da Hungria de 12 a 14 de fevereiro, poucos dias após a Polícia Federal apreender seu passaporte na operação que investiga uma tentativa de golpe de Estado.
Bolsonaro e mais 22 pessoas prestam depoimento à PF nesta quinta
A defesa do ex-presidente tentou adiar o depoimento, mas o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes
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Foto: Reprodução
- 23 pessoas apontadas nas investigações sobre o suposto plano golpista têm depoimentos à Polícia Federal marcados para esta quinta-feira (22). Entre eles, está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A defesa do ex-presidente tentou adiar o depoimento, alegando que ainda não tinha acesso integral às provas no processo. O ministro Alexandre de Moraes, da Suprema Corte, negou o pedido, afirmando que os autos já foram apresentados para a defesa. Com a negativa de Moraes, Bolsonaro deve comparecer ao depoimento, mas pretende se manter em silêncio. A Polícia Federal investiga se auxiliares e aliados do governo Bolsonaro discutiram o plano descrito na “minuta do golpe” encontrada pela força policial. A investigação é baseada nos materiais e informações fornecidos no acordo de delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid. Segundo a CNN Brasil, os depoimentos começarão a partir das 14h30 e devem acontecer em Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Ceará. A PF determinou que 13 pessoas intimadas, inclusive Bolsonaro, vão prestar depoimento em Brasília, presencialmente e ao mesmo tempo, como forma de evitar que as versões dos fatos sejam combinadas ou distorcidas. Confira nomes convocados a prestar depoimento: Ex-presidente Jair Bolsonaro; Ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno; Ex-ministro da Justiça, Anderson Torres; Coronel do Exército, Marcelo Costa Câmara; Ex-ministro substituto da Secretaria-Geral da Presidência, Mário Fernandes; Ex-assessor de Bolsonaro, Tércio Arnaud ; Ex-comandante geral da Marinha, Almir Garnier ; Presidente do PL, Valdemar Costa Neto; Ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira; Coronel do Exército, Cleverson Ney Magalhães; Ex-candidato a vice na chapa de Bolsonaro, Walter Souza Braga Netto; Coronel do Exército, Bernardo Romão Correia Neto; Oficial do Exército, Ronald Ferreira de Araújo Junior.
"Um dos planos era me enforcar na Praça dos Três Poderes", revela Moraes sobre golpistas do 8 de janeiro
Segundo o ministro do STF, haviam três planos para tirar a sua vida
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, afirmou que os criminosos responsáveis pelos ataques golpistas do dia 8 de janeiro planejavam prendê-lo e, posteriormente, enforcá-lo na Praça dos Três Poderes, em Brasília. A declaração foi feita em entrevista divulgada pelo jornal O Globo, nesta quinta-feira (4). Os golpistas atribuíam a Moraes uma suposta interferência no resultado das eleições, tese refutada por todas as auditorias realizadas pela Justiça Eleitoral. Moraes revelou que foram construídos três planos contra ele, para que fosse possível tirá-lo do poder. “Eram três planos. O primeiro previa que as Forças Especiais [do Exército] me prenderiam em um domingo e me levariam para Goiânia. No segundo, se livrariam do corpo no meio do caminho. E o terceiro, de uns mais exaltados, defendia que, após o golpe, eu deveria ser preso e enforcado na Praça dos Três Poderes”, disse. Segundo o ministro, os planos estão em investigação em um inquérito separado no STF e em diligências tocadas pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
Bolsonaro será preso? Saiba qual é o entendimento do STF sobre futuro do ex-presidente
O entendimento do STF, por ora, é de cautela
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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- Muitos têm se perguntado sobre o futuro do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que deixou o país faltando dois dias para terminar o seu governo. Para muitos juristas e políticos, Bolsonaro é um dos principais responsáveis pelos atentandos do dia 08 de janeiro ao prédio dos Três Poderes, em Brasília, e há quem defenda o encarceramento imediato do ex-capitão do Exército. No entanto, apesar do imediatismo de alguns, no caso do Supremo Tribunal Federal (STF), entre os ministros, existe um consenso sobre cautela, dado a atual conjuntura política brasileira, principalmente no tange acirrar ainda mais os ânimos de apoiadores mais radicais do líder extremista, foi o que revelou a colunista de O Globo, Bela Megale, nesta terça-feira (17). De acordo com Bela, o ministro Alexandre de Moraes, responsável pelas investigações dos atos terroristas em Brasília, afirmou a seus colegas de corte que seria um erro prender Bolsonaro agora. Além de uma decisão estrategicamente equivocada, Moraes e os demais ministros do STF querem garantir ao ex-chefe do Planalto todas as prerrogativas legais no que diz respeito à defesa. No entanto, ainda de acordo com Megale, a Suprema Corte deve acelerar o processo de tornar Bolsonaro inelegível. Derrotado nas últimas eleições, Bolsonaro decidiu deixar o país sem previsão de volta, e neste momento se encontra em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos.
Pacheco rejeita pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes
O presidente do Senado seguiu parecer da Advocacia-Geral da Casa
Por: Gabriel Amorim
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Foto: Reprodução | Hugo Barreto
- O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), decidiu arquivar nesta quarta-feira (25) o pedido de impeachment apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Pacheco seguiu parecer da Advocacia-Geral da Casa, que entendeu não haver motivos para iniciar o processo. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo. Há pouco, a assessoria de imprensa de Pacheco anunciou que ele falará com jornalistas ainda nesta noite, após a sessão deliberativa em plenário.























