STF marca sessão para analisar relatório da PF sobre Moraes e Vorcaro
STF marca sessão para analisar relatório da PF sobre Moraes e Vorcaro
Ministros vão avaliar validade de documento que aponta encontros e mensagens entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, convocou sessão plenária para a próxima terça‑feira (15) a fim de analisar um relatório da Polícia Federal que aponta suposta relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. O documento, elaborado a pedido do ministro André Mendonça, baseia‑se em mensagens de WhatsApp apreendidas durante a Operação Compliance Zero, trocadas entre março de 2024 e agosto de 2025, e foi tornado público em 1º de setembro após a retirada do sigilo.
- A Corte avaliará a validade do relatório, decidirá se há elementos suficientes para abrir uma apuração contra Moraes ou se o caso deve ser arquivado, e considerará o pedido da Procuradoria‑Geral da República (PGR) para anular a investigação, argumentando que a iniciativa de Mendonça carece de autorização plenária.
Foto: Divulgação
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, convocou uma sessão do plenário para a próxima terça-feira (15) para analisar um relatório da Polícia Federal (PF) que reúne informações sobre uma suposta relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Os ministros deverão avaliar a validade do documento elaborado a pedido do ministro André Mendonça, relator do caso Master. Parte dos integrantes da Corte questionou a iniciativa de Mendonça de determinar a apuração envolvendo outro ministro do STF sem autorização do plenário. Também estará em discussão o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para anular a investigação. A Corte deverá decidir ainda se os elementos reunidos justificam a abertura de uma apuração contra Moraes ou se o caso deve ser arquivado. O relatório foi elaborado a partir de mensagens encontradas no celular de Vorcaro, apreendido durante a Operação Compliance Zero. As conversas foram trocadas pelo WhatsApp entre março de 2024 e agosto de 2025 e incluem registros de contatos e encontros entre o ex-banqueiro e Moraes. O documento veio a público em 1º de setembro, depois que Mendonça retirou o sigilo do material. Na ocasião, a PGR defendeu a nulidade da investigação, sob o argumento de que Mendonça não poderia determinar, sem provocação do Ministério Público ou da PF, uma apuração sobre o destinatário das mensagens. Para a Procuradoria, uma eventual investigação contra Moraes deveria ser submetida ao plenário do STF.
Alexandre de Moraes manda PF investigar deputado baiano após denúncia contra Flávio Dino
Deputado Leandro de Jesus terá 15 dias para prestar depoimento após decisão do ministro do STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, arquivou a notícia‑crime apresentada pelo deputado estadual baiano Leandro de Jesus (PL) contra o ex‑ministro da Justiça Flávio Dino e o ex‑chefe do GSI Gonçalves Dias, por falta de justa causa e ausência de indícios concretos. Moraes determinou que a Polícia Federal ouça o parlamentar em até 15 dias e encaminhe os autos à Procuradoria‑Geral da República, sinalizando a possibilidade de investigação por comunicação falsa de crime, prevista no art. 340 do Código Penal.
- A decisão, proferida em 21 de agosto na Petição 11.228, destaca que a representação não trouxe elementos mínimos para abrir investigação contra Dino e Dias, mas abre caminho para apurar a conduta de Leandro de Jesus, que poderá responder por tentativa de imputar crimes como golpe de Estado e terrorismo. O caso segue agora sob análise da PGR após a oitiva do deputado pela PF.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a notícia-crime apresentada pelo deputado estadual baiano Leandro de Jesus (PL) contra o ministro Flávio Dino e o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Gonçalves Dias, e determinou que a Polícia Federal investigue a conduta do próprio parlamentar por suspeita de comunicação falsa de crime. A decisão foi proferida no último dia 21 de agosto, no âmbito da Petição 11.228. Moraes determinou que Leandro de Jesus seja ouvido pela Polícia Federal no prazo de 15 dias. Após a oitiva, os autos deverão ser encaminhados à Procuradoria-Geral da República (PGR). Na representação, o deputado atribuía a Flávio Dino, então ministro da Justiça à época dos atos de 8 de janeiro de 2023, e a Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI, suposta omissão diante das invasões às sedes dos Três Poderes, em Brasília. O parlamentar pediu que ambos fossem investigados por crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano e terrorismo. Ao analisar o caso, Alexandre de Moraes concluiu que a notícia-crime não apresentou elementos mínimos capazes de justificar a abertura de investigação. Segundo o ministro, houve "ausência de justa causa" e não foram apresentados indícios concretos da prática de ilícitos penais pelos citados. Além de arquivar a representação, Moraes determinou o envio dos autos à Polícia Federal para apuração da conduta de Leandro de Jesus. Na decisão, o ministro afirma que, em tese, o deputado pode ter incorrido no crime de comunicação falsa de crime, previsto no artigo 340 do Código Penal. A investigação terá início com o depoimento do parlamentar e, posteriormente, o caso será submetido à análise da Procuradoria-Geral da República.
Ex-ministros do STF pedem ação urgente de Edson Fachin diante da crise no Supremo
Carta não cita Alexandre de Moraes, mas defende apuração rigorosa da crise que divide o STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Treze ex‑ministros do Supremo Tribunal Federal, entre eles Celso de Mello, Rosa Weber e Joaquim Barbosa, divulgaram uma carta exigindo que o presidente da Corte, Edson Fachin, convoque uma sessão pública para apurar imediatamente a crise que abala a credibilidade do tribunal. O documento, divulgado nesta segunda‑feira (7), pede investigação rigorosa e dentro do devido processo legal, sem citar nominalmente o ministro Alexandre de Moraes, mas em meio às controvérsias envolvendo mensagens entre o magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro.
- Até o momento, Fachin não anunciou quais medidas adotará diante das solicitações dos ex‑integrantes da Corte, que buscam restaurar a confiança da população no STF e garantir transparência nas decisões judiciais.
Foto: Nelson Jr. | STF
Treze ministros aposentados e ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) divulgaram uma carta cobrando uma resposta do presidente da Corte, Edson Fachin, diante da crise que atinge o tribunal. No documento, divulgado nesta segunda-feira (7), eles pedem a convocação de uma sessão pública para determinar a apuração imediata dos fatos que, segundo afirmam, comprometem a credibilidade do Supremo e a confiança da população. A nota não cita nominalmente o ministro Alexandre de Moraes, mas foi divulgada em meio ao desgaste provocado pela divulgação de mensagens envolvendo o magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro. Os ex-ministros afirmam confiar na condução de Fachin e defendem que a investigação ocorra com rigor e dentro do devido processo legal. O documento é assinado por 13 ex-integrantes da Corte, entre eles Celso de Mello, Rosa Weber, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie, Ayres Britto, Cezar Peluso e Nelson Jobim. Até o momento, Edson Fachin ainda não anunciou quais medidas pretende adotar diante dos pedidos apresentados.
Candidatos criticam STF e saem em defesa de André Mendonça no 7 de Setembro
Candidatos criticam STF e saem em defesa de André Mendonça no 7 de Setembro
Enquanto candidatos da oposição intensificaram críticas ao Supremo e defenderam André Mendonça, Lula manteve discurso institucional e evitou abordar a crise.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou destaque nas manifestações de 7 de setembro, com candidatos à Presidência usando o tema para atacar a Corte ou apoiar o ministro André Mendonça. Enquanto a oposição intensificou as críticas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve um discurso institucional, participando das comemorações ao lado do presidente do STF, Edson Fachin, e evitando referências ao conflito.
- Nos bastidores, a decisão de André Mendonça de retirar o sigilo das mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro alimentou o debate nas redes sociais, fortalecendo manifestações de apoio ao ministro e gerando preocupação na campanha petista sobre possíveis desgastes políticos.
Foto: Reprodução
A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) dominou parte dos discursos dos candidatos à Presidência da República durante as manifestações de 7 de Setembro. Enquanto nomes da oposição aproveitaram os atos para intensificar as críticas à Corte e manifestar apoio ao ministro André Mendonça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) evitou abordar o assunto e adotou um tom institucional. Segundo integrantes das campanhas, o tema ganhou força após a repercussão da decisão de André Mendonça de retirar o sigilo das mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A avaliação é de que o episódio ampliou as críticas ao STF nas redes sociais e fortaleceu manifestações de apoio a Mendonça. Durante os atos, Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) defenderam publicamente o ministro e reforçaram o discurso contra decisões do Supremo. Na Avenida Paulista, manifestantes entoaram gritos de apoio a André Mendonça, enquanto lideranças políticas e religiosas exaltaram sua atuação. Já Lula participou das comemorações da Independência ao lado do presidente do STF, ministro Edson Fachin, sem fazer referências à crise. Segundo aliados, a estratégia foi preservar uma postura institucional. Nos bastidores, integrantes da campanha petista admitem, no entanto, que a crise pode provocar desgaste político ao associar o presidente ao ministro Alexandre de Moraes em meio ao debate nacional.
André Mendonça libera relatório da PF sobre Alexandre de Moraes para julgamento no STF
Presidente do STF definirá quando o caso será levado à análise da Corte.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro André Mendonça, do STF, autorizou o julgamento do relatório da Polícia Federal que aponta supostos vínculos entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. A decisão sobre levar o processo ao plenário ou ao órgão competente ficará a cargo do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, e ainda não há data prevista para o julgamento.
- O documento, tornado público após a retirada de sigilo, traz diálogos atribuídos a Moraes e Vorcaro, além de um contrato entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro, aprofundando a crise institucional no STF. Em resposta, Moraes solicitou investigação contra Mendonça por supostos abusos de autoridade e improbidade, enquanto Fachin exigiu esclarecimentos de diversas autoridades, e a ADPF pediu impedimento do procurador‑geral da República, Paulo Gonet, nos procedimentos relacionados ao caso.
Foto: Reprodução
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento o relatório da Polícia Federal que aponta supostos vínculos entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso envolvendo o Banco Master. Com a decisão, caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, definir quando o processo será levado ao plenário ou ao órgão competente para análise. A liberação foi publicada neste domingo (6), mas ainda não há previsão para o julgamento. O relatório tornou-se público após Mendonça retirar o sigilo do documento na última semana. Entre os elementos apresentados pela Polícia Federal estão diálogos atribuídos a Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, incluindo mensagens trocadas antes da prisão do empresário em 2025. O documento também cita informações relacionadas a um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa de Moraes. A divulgação do relatório aprofundou a crise institucional dentro do STF. Em resposta, Alexandre de Moraes pediu a abertura de investigação contra André Mendonça, alegando supostos crimes como abuso de autoridade e improbidade administrativa. Posteriormente, Edson Fachin retirou esse pedido do inquérito das fake news e determinou que Mendonça, Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestassem esclarecimentos sobre o caso. Enquanto isso, Paulo Gonet manifestou-se pela nulidade do relatório produzido pela Polícia Federal, sustentando que a investigação teria extrapolado os limites legais. Já a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) solicitou que o procurador-geral se declarasse impedido de atuar nos procedimentos relacionados ao Banco Master por também ser mencionado nas conversas analisadas.
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Caso ocorre em meio aos desdobramentos do embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte, surpreendendo-os ao enfatizar que a instituição, com mais de 130 anos de história, tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem apoio externo. Os magistrados alertaram Lula sobre a necessidade de cautela nas críticas ao Supremo, destacando a dependência do governo nas decisões da Corte, inclusive em questões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- Preocupado com a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes, o presidente encomendou pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise. O episódio ocorre em meio ao acirramento da disputa entre Moraes e o ministro André Mendonça, e após o presidente do STF, Edson Fachin, determinar a separação das investigações de fake news envolvendo os dois ministros, prometendo levar as acusações ao plenário da Corte.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte durante o pronunciamento divulgado na última sexta-feira (4), em meio à crise envolvendo integrantes do Judiciário. A informação foi publicada pela coluna da jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Segundo a reportagem, o pedido surpreendeu ministros do STF, que afirmaram ao presidente que a Corte possui mais de 130 anos de história e tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem depender de apoio externo. Ainda de acordo com a coluna, os magistrados alertaram Lula para ter cautela em declarações críticas ao Supremo, destacando que o governo depende da atuação da Corte em temas de interesse institucional, inclusive em questões relacionadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A publicação também afirma que uma das principais preocupações de Lula é a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes. Por esse motivo, a campanha do presidente teria encomendado pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise junto ao eleitorado. O episódio ocorre após o acirramento da disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Na sexta-feira (4), o presidente do STF, Edson Fachin, determinou que as investigações solicitadas por Moraes contra Mendonça fossem retiradas do inquérito das fake news e conduzidas em procedimento separado. Segundo a Folha de S.Paulo, Fachin também informou a Lula que pretende levar ao plenário da Corte as acusações envolvendo os dois ministros.
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Articulação ocorre em meio ao debate sobre um eventual impeachment de Alexandre de Moraes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as conversas com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) para mitigar a pressão política por um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a CNN Brasil, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, encontrou‑se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes, afirmando que as críticas a Moraes não são ataques ao STF e que, caso Flávio vença as eleições de outubro, sua gestão buscará manter relações institucionais harmoniosas entre os Poderes.
- Apesar da aproximação com o STF, Flávio Bolsonaro continua defendendo a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e, se a proposta não avançar, pretende conceder perdão presidencial ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente sentenciado a 27 anos de prisão.
Foto: Reprodução
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) tem intensificado conversas com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) em meio ao aumento da pressão política pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pela CNN Brasil. Segundo a reportagem, na última quarta-feira (2), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reuniu-se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes. Durante a conversa, Marinho teria afirmado que as críticas dirigidas a Alexandre de Moraes não representam um ataque ao Supremo como instituição e que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro buscaria manter uma relação institucional e de harmonia entre os Poderes. Ainda de acordo com a CNN Brasil, Gilmar Mendes também teria sido procurado para discutir um possível cenário de transição em caso de vitória de Flávio nas eleições de outubro. Apesar da aproximação com o STF, o senador segue defendendo publicamente a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Conforme a reportagem, Flávio também afirma que, caso a proposta não avance, pretende conceder perdão presidencial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão.
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Declaração foi feita durante cerimônia de lacração dos sistemas que serão usados nas eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em discurso na cerimônia de lacração dos sistemas eleitorais de 2026, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, reforçou que a Justiça Eleitoral atua com total imparcialidade, não escolhe vencedores e garante eleições seguras por meio de múltiplas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente.
- A declaração surge em meio à crise no Supremo Tribunal Federal, onde os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes estão envolvidos em investigação após relatório da Polícia Federal sobre o caso Banco Master. O presidente do STF, Edson Fachin, determinou prazo de cinco dias para manifestações e encaminhou o caso a procedimento próprio, separado da apuração das fake news.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, afirmou nesta sexta-feira (4) que a Justiça Eleitoral atua com imparcialidade e não interfere na escolha dos eleitores. A declaração foi feita durante a cerimônia de lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições de 2026. Em seu discurso, o ministro ressaltou que o papel do TSE é garantir o cumprimento da Constituição e a realização de eleições seguras. "A Justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição", afirmou. Nunes Marques também destacou que a segurança do processo eleitoral é resultado de diversas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente, reforçando que os sistemas permanecem transparentes e passíveis de verificação pelas entidades responsáveis. A manifestação ocorre em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. Após a divulgação de um relatório da Polícia Federal relacionado ao caso Banco Master, Moraes pediu a abertura de investigação contra Mendonça. O presidente do STF, Edson Fachin, concedeu prazo de cinco dias para manifestações dos envolvidos e determinou que a apuração tramite em procedimento próprio, separado do inquérito das fake news.
André Mendonça pede afastamento de Alexandre de Moraes do STF
André Mendonça pede afastamento de Alexandre de Moraes do STF
Pedido foi encaminhado ao presidente do STF após novos desdobramentos do caso Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do STF André Mendonça solicitou ao presidente da Corte, Edson Fachin, o afastamento do ministro Alexandre de Moraes, em meio à escalada da crise envolvendo as investigações do Banco Master. O pedido surge após a divulgação de um relatório da Polícia Federal que aponta mensagens entre Moraes e o ex‑controlador Daniel Vorcaro, levando a Corte a abrir novo processo de análise.
- Em retaliação, Moraes encaminhou um pedido para que Mendonça seja investigado por supostos indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento político nos casos Banco Master e INSS. Fachin concedeu prazo de cinco dias para que os envolvidos – incluindo o procurador‑geral da República e o diretor da Polícia Federal – apresentem esclarecimentos, mantendo o foco nas investigações em curso.
Foto: Antônio Augusto | STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça pediu ao presidente da Corte, Edson Fachin, o afastamento do ministro Alexandre de Moraes das funções no Supremo. O pedido foi apresentado em meio ao agravamento da crise envolvendo as investigações relacionadas ao Banco Master. A solicitação ocorreu após Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal que cita mensagens e contatos entre Moraes e o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. Em resposta, Alexandre de Moraes encaminhou a Fachin um pedido para que André Mendonça seja investigado por supostos indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento político na condução de investigações ligadas aos casos Banco Master e INSS. Os dois pedidos agora estão sob análise da Presidência do STF. Edson Fachin determinou prazo de cinco dias para que André Mendonça, Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, apresentem esclarecimentos sobre os fatos investigados.
Fachin dá cinco dias para Mendonça responder a acusações feitas por Moraes
Fachin dá cinco dias para Mendonça responder a acusações feitas por Moraes
Presidente do STF também encaminhou o caso à PGR e retirou as imputações do inquérito das Fake News
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou que o ministro André Mendonça se manifeste, em até cinco dias, sobre as acusações apresentadas por Alexandre de Moraes e enviou o caso à Procuradoria‑Geral da República (PGR) para parecer sobre a admissibilidade e a regularidade do procedimento. Fachin também retirou as acusações de Moraes do âmbito do inquérito das Fake News, mantendo a análise sob a presidência do STF.
- As denúncias apontam suposta improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, alegando que Mendonça teria interferido em investigações ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ao Banco Master e a possíveis acordos de colaboração premiada, além de direcionar alvos como o próprio Moraes e o senador Davi Alcolumbre. A PGR deverá emitir seu parecer antes que o STF decida os próximos passos.
Foto: Luiz Silveira | STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou que o ministro André Mendonça se manifeste, no prazo de cinco dias, sobre as acusações apresentadas por Alexandre de Moraes. A decisão, tomada nesta sexta-feira (4), também prevê o envio do caso à Procuradoria-Geral da República (PGR), que terá o mesmo prazo para apresentar um parecer sobre o procedimento. Fachin decidiu ainda retirar as acusações feitas por Moraes contra Mendonça do âmbito do inquérito das Fake News. A análise do caso ficará sob a responsabilidade da Presidência do STF. As (3), no qual o ministro apontou que Mendonça teria, em tese, adotado condutas que poderiam configurar improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade. Segundo Moraes, a atuação de Mendonça teria comprometido a imparcialidade judicial e beneficiado determinados grupos políticos. Entre os pontos citados estão decisões relacionadas às investigações sobre mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. Moraes também acusa o colega de interferir na condução das investigações sob responsabilidade das autoridades policiais. No despacho, ele menciona ainda uma suposta atuação irregular nas tratativas sobre uma eventual colaboração premiada de Vorcaro. De acordo com as acusações, teria havido direcionamento de alvos de investigação, incluindo o próprio Alexandre de Moraes e o senador Davi Alcolumbre, por razões pessoais e políticas. O ministro também cita uma suposta indicação antecipada de medidas cautelares que seriam posteriormente solicitadas pela Polícia Federal. Com o envio do caso à PGR, o órgão deverá se pronunciar sobre a admissibilidade e a regularidade do procedimento e, caso considere necessário, sobre as acusações apresentadas. A análise sobre o prosseguimento do caso só ocorrerá após o fim dos prazos concedidos por Fachin.
Fachin cobra que Moraes, Mendonça e chefes da PGR e da PF esclareçam vazamentos
Fachin cobra que Moraes, Mendonça e chefes da PGR e da PF esclareçam vazamentos
Decisão do presidente do Supremo ocorre em meio ao agravamento da crise causada pela divulgação de dados do celular de Vorcaro e documentos sigilosos do Caso Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do STF, Edson Fachin, determinou que os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, o procurador‑geral da República Paulo Gonet e o diretor‑geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues apresentem, por escrito, esclarecimentos sobre o vazamento de conteúdos sigilosos obtidos a partir do celular do ex‑banqueiro Daniel Vorcaro. Cada um tem cinco dias úteis para responder, conforme decisão divulgada na noite de 3 de junho.
- A medida surge no meio de uma crise institucional desencadeada por mensagens que apontam envolvimento dos ministros no caso Master e nas fraudes ao INSS, além de um pedido de investigação de Moraes contra Mendonça por supostos crimes de responsabilidade e abuso de autoridade. Fachin pretende mapear a cadeia de decisões que levou à apreensão do aparelho, ao relatório da PF e à divulgação dos documentos, atuando como árbitro para conter a turbulência no Supremo.
Foto: Nelson Jr. | STF
Em meio à escalada da crise que envolve integrantes do Supremo Tribunal Federal desde a revelação de mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o presidente da Corte, Edson Fachin, determinou na noite desta quinta-feira (3) que os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, prestem informações por escrito sobre o vazamentos de conteúdos sigilosos. Segundo a decisão de Fachin, os quatro terão cinco dias úteis para apresentar os esclarecimentos. Fachin abriu o procedimento depois de receber manifestações relacionadas ao relatório da PF que reuniu mensagens extraídas do celular de Vorcaro e que mencionam Moraes, Gonet e Rodrigues. Somente após receber o posicionamento, o presidente do STF vai decidir sobre os próximos passos da crise, inclusive em relação ao pedido para que o plenário da Corte examine o caso. A decisão foi tomada poucas horas depois de Moraes encaminhar a Fachin um pedido de investigação contra Mendonça. No documento, Moraes aponta possíveis crimes de responsabilidade, abuso de autoridade e improbidade administrativa na condução de investigações relacionadas ao Banco Master e às fraudes no INSS. Moraes acusa Mendonça de atuar de maneira parcial e de direcionar medidas contra ele e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). No centro do conflito entre os dois ministros, está o relatório produzido pela PF a partir dos dados apreendidos no celular de Vorcaro. Mendonça, relator do caso Master, determinou que a PF identificasse o interlocutor de mensagens enviadas pelo banqueiro. Posteriormente, Mendonça retirou o sigilo dos documentos e indicou que o material deveria ser submetido ao plenário do STF. Entre as mensagens estão conversas que a PF atribui a Moraes e pedidos de Vorcaro para que fossem acionados Gonet e Andrei Rodrigues com o objetivo de blindá-lo. A divulgação do material provocou forte reação na cúpula da PGR. Gonet pediu a anulação do relatório, argumentando que Mendonça teria ultrapassado os limites de sua competência ao determinar a investigação de elementos envolvendo outro ministro do Supremo sem provocação da PF ou do Ministério Público Federal. No material produzido pela PF, o procurador-geral também é citado pelos investigadores. Ofensiva do presidente do Supremo sinaliza pressão contra 'vale-tudo' - Ao pedir informações simultaneamente a dois ministros do Supremo diretamente envolvidos na crise e aos chefes da PGR e da Polícia Federal, Fachin deixa clara sua intenção: elencar a cadeia de decisões que levou à apreensão do celular de Vorcaro, à produção do relatório, à manutenção do sigilo e à consequente divulgação do material. Segundo as informações divulgadas na decisão, Fachin quer esclarecer, em especial, como se deu o acesso e a utilização dos dados e a atuação dos diferentes órgãos no episódio. Em resumo, não é uma simples ordem para que os quatro “expliquem vazamentos”. Como pano de fundo, está uma eventual apuração de maior amplitude sobre a condução do caso e a obediência às regras processuais. Com a ofensiva, Fachin assume o posto de "árbitro" de uma crise que coloca em xeque a própria credibilidade do Supremo. Antes de apertar o cerco para reduzir a temperatura interna, o presidente do STF já havia afirmado que os fatos eram de “especial gravidade” e que as circunstâncias exigiam da presidência do tribunal “serenidade, responsabilidade e firmeza”.
PF aponta tratamento diferente de André Mendonça em casos de ACM Neto e Lulinha
PF aponta tratamento diferente de André Mendonça em casos de ACM Neto e Lulinha
Documento citado por Alexandre de Moraes afirma que situações investigadas apresentam semelhanças.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um relatório da Polícia Federal, citado pelo ministro Alexandre de Moraes no STF, aponta suposta diferença de tratamento nas investigações conduzidas pelo ministro André Mendonça envolvendo o ex‑prefeito de Salvador ACM Neto e Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), filho do presidente. Apesar de casos semelhantes, os inquéritos teriam recebido avaliações distintas, sugerindo critérios políticos.
- O documento destaca que Mendonça teria proposto separar as apurações de ACM Neto e Antonio Rueda, presidente do União Brasil, mesmo havendo possível conexão. A investigação de Lulinha está ligada à Operação Sem Desconto, enquanto ACM Neto figura na Operação Compliance Zero, ambas sob análise no STF.
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Um relatório da Polícia Federal, citado em decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aponta uma suposta diferença de tratamento adotada pelo ministro André Mendonça na condução de investigações envolvendo o ex-prefeito de Salvador ACM Neto e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o documento, as situações investigadas apresentam características semelhantes, mas teriam recebido avaliações diferentes durante a tramitação dos inquéritos. A PF afirma que essa atuação pode indicar a adoção de critérios distintos na análise dos casos, conforme o perfil político dos investigados. O relatório também destaca que André Mendonça teria sugerido a separação das apurações envolvendo ACM Neto e Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil, apesar da possível conexão entre os fatos. Para os investigadores, a medida representaria uma assimetria na condução das investigações. A investigação contra Lulinha teve origem na Operação Sem Desconto, que apura fraudes em descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Durante a apuração, a Polícia Federal passou a investigar uma suposta atuação do empresário em negociações envolvendo a Dataprev e o Ministério da Saúde, sob suspeita de tráfico de influência. Já ACM Neto é citado na Operação Compliance Zero, que investiga possíveis irregularidades relacionadas ao Banco Master. O caso envolve análises sobre movimentações financeiras e empresas ligadas ao ex-prefeito, além de discussões no STF sobre a condução e o desmembramento das investigações.
Moraes pede a Fachin investigação contra Mendonça por atuação no caso Master
Moraes pede a Fachin investigação contra Mendonça por atuação no caso Master
Pedido escancara de vez crise no Supremo, em meio à colisão entre dois ministros da Corte
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, enviou ao presidente da Corte, Edson Fachin, um pedido de investigação contra o ministro André Mendonça, apontando fortes indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade no âmbito do inquérito das fake news. Moraes acusa Mendonça de violar a imparcialidade nas investigações das operações Sem Desconto e Compliance Zero, além de interferir em acordos de delação premiada e na atuação da Polícia Federal.
- A medida surge dois dias após Mendonça ter retirado o sigilo de um relatório da PF que continha mensagens de Daniel Vorcaro, ex‑banqueiro do Banco Master, gerando uma crise institucional no Supremo. A disputa coloca Fachin no centro da decisão sobre os próximos passos, em meio a tensões que envolvem o STF, a Polícia Federal e a Procuradoria‑Geral da República.
Foto: Divulgação | STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta quinta-feira (3) ao presidente da Corte, Edson Fachin, um pedido de investigação contra André Mendonça. Moraes aponta “fortes indícios” de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade na atuação do colega. A iniciativa foi tomada no âmbito do inquérito das fake news, aberto em 2019. Segundo Moraes, Mendonça teria quebrado a imparcialidade na condução das investigações das operações Sem Desconto, que apura fraudes no INSS, e Compliance Zero, relacionada ao Banco Master. Moraes acusa o colega de ter direcionado investigações por motivos pessoais e políticos, inclusive contra ele próprio e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Também afirma que Mendonça teria conduzido de forma irregular tratativas relacionadas a um possível acordo de delação premiada e interferido na atuação da Polícia Federal. A reação de Moraes ocorre dois dias depois de Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro e dono do Banco Master. O documento trouxe conversas atribuídas a Moraes e Vorcaro e provocou uma crise dentro do Supremo. Mendonça, por sua vez, havia defendido que os novos elementos fossem analisados pelo plenário do STF. O ministro considerou que a Corte deveria avaliar publicamente, em sessão presencial, os dados apresentados pela Polícia Federal. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, já havia pedido a anulação do relatório da PF, sob o argumento de que Mendonça não poderia ter determinado a produção do documento sem provocação do Ministério Público. A disputa agora coloca Fachin no centro da crise, já que caberá a ele decidir os próximos passos dentro do tribunal. A troca de acusações entre os dois ministros amplia uma crise institucional que envolve o STF, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República e ocorre em meio à discussão sobre uma eventual investigação contra o próprio Moraes.
Lula busca se distanciar de Moraes após novas revelações e adota discurso de que 'ninguém está acima da lei'
Presidente conversou com Edson Fachin, discutiu estratégia com aliados e pretende evitar que crise no STF tenha impacto na campanha pela reeleição
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a se distanciar do ministro do STF Alexandre de Moraes após a divulgação de mensagens que ligam o magistrado ao ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. Em reunião com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, Lula reforçou a necessidade de que todos respondam perante a lei, sem que o Executivo assuma protagonismo no debate judicial.
- O governo busca impedir que a crise no Supremo influencie a campanha de reeleição, enquanto o ministro Gilmar Mendes manifesta preocupação com a falta de apoio institucional à Polícia Federal. O senador Flávio Bolsonaro intensifica pedidos de impeachment contra Moraes. Uma pesquisa da Quaest indica empate técnico entre Lula (42%) e Bolsonaro (41%) para o segundo turno.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a adotar uma estratégia de distanciamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após a divulgação de novas informações envolvendo o magistrado e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. Na terça-feira (1º), Lula conversou com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, em meio à repercussão das mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro. O episódio aumentou a pressão sobre a Corte e levou o Palácio do Planalto a discutir os possíveis reflexos políticos do caso. Na manhã desta quarta-feira (2), o presidente reuniu aliados para definir a posição pública da campanha. A orientação é defender que todos devem responder perante a lei, independentemente do cargo ocupado, sem que o governo assuma protagonismo no debate sobre o Supremo. O posicionamento foi antecipado pelo presidente nacional do PT e coordenador da campanha de Lula, Edinho Silva. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou que "ninguém está acima da lei" e defendeu mudanças no sistema político e judicial, incluindo a criação de um código de ética para integrantes do Judiciário e do Ministério Público, além do fim dos supersalários. Enquanto isso, Lula deve evitar declarações espontâneas sobre o assunto e só pretende comentar o caso se for questionado durante entrevistas. Integrantes do governo avaliam que a investigação não deve ser tratada como pauta do Executivo e buscam impedir que a crise envolvendo o STF tenha impacto direto na campanha pela reeleição. Também na terça-feira, o ministro Gilmar Mendes procurou Lula para manifestar preocupação com o que considera falta de apoio institucional à cúpula da Polícia Federal, em meio ao embate entre o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e o ministro André Mendonça sobre as investigações relacionadas ao Banco Master. As revelações envolvendo Alexandre de Moraes também foram exploradas por aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula na disputa presidencial. O grupo voltou a defender o impeachment do ministro e intensificou as críticas ao Supremo. Nos bastidores do governo, a avaliação é de que o desgaste da Corte pode influenciar o cenário eleitoral, já que Lula e ministros do STF mantiveram forte aproximação política nos últimos anos. A preocupação ganhou força após a divulgação de uma pesquisa Quaest, nesta quarta-feira, que apontou Lula com 42% das intenções de voto no segundo turno, contra 41% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
Lula se reúne com ministros do STF em meio à crise envolvendo Alexandre de Moraes
Interlocutores do presidente relataram críticas a André Mendonça, relator do caso que envolve o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na noite de terça‑feira (1º) com ministros do Supremo Tribunal Federal para discutir a crise desencadeada pela divulgação de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Na reunião, aliados de Moraes criticaram o relator do caso, ministro André Mendonça, apontando que suas decisões favorecem adversários políticos de Lula, apesar das negativas dos interlocutores.
- A conversa também abordou a postura do advogado‑geral da União, Jorge Messias, que não teria avançado com medidas na AGU para contestar as iniciativas de Mendonça. O episódio destaca tensões entre o Executivo e o Judiciário, envolvendo figuras como Jair Bolsonaro e seu filho Flávio Bolsonaro, e reforça a atenção da mídia, como a CNN, sobre o impasse judicial.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou na noite de terça-feira (1º) com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a crise envolvendo a Corte após a divulgação de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações divulgadas pela CNN, Lula ouviu ministros próximos a Moraes, que fizeram críticas à atuação do ministro André Mendonça, relator do caso relacionado ao banco. Aos interlocutores do presidente, aliados de Moraes afirmaram que Mendonça estaria adotando medidas alinhadas a adversários políticos de Lula. Mendonça foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do senador Flávio Bolsonaro (PL), apontado como um dos principais nomes da oposição. As acusações contra o ministro, no entanto, são rejeitadas por seus interlocutores. Durante as conversas, aliados de Moraes também defenderam uma atuação mais contundente de Lula diante da crise. Ainda de acordo com a CNN, integrantes do grupo ligado ao ministro criticaram o advogado-geral da União, Jorge Messias, por não ter avançado com uma medida na Advocacia-Geral da União (AGU) para contestar iniciativas de Mendonça relacionadas ao caso.
Moraes confronta Mendonça após investigação sigilosa chegar a conversa com Vorcaro
Segundo coluna do Metrópoles, encontro no STF teve clima tenso e quase terminou em agressão física.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Ministros do STF Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram uma discussão acalorada após a Polícia Federal apontar Moraes como interlocutor do empresário Daniel Vorcaro, conforme apurou a coluna de Andreza Matais no Metrópoles.
- O encontro, que ocorreu na segunda‑feira (31), terminou em clima de forte tensão, com troca de acusações e risco de agressão física. Mendonça havia solicitado à PF a identificação de quem conversava com Vorcaro, citando o procurador‑geral Paulo Gonet e o diretor‑geral da PF Andrei Rodrigues; Moraes respondeu que tem suas fontes e acusou o colega de direcionar a investigação contra ele, prometendo reagir nos próximos dias.
Foto: Reprodução
Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tiveram uma discussão acalorada após uma investigação da Polícia Federal identificar Moraes como interlocutor do empresário Daniel Vorcaro. As informações são da Coluna Andreza Matais, do Metrópoles. Segundo a publicação, Moraes procurou Mendonça na segunda-feira (31) e foi recebido no gabinete do colega. O encontro, porém, teria terminado em clima de forte tensão, com troca de acusações e uma discussão que, de acordo com a coluna, quase chegou a uma agressão física. Mendonça havia determinado à PF que identificasse quem conversava com Vorcaro em um diálogo no qual eram citados o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. A apuração apontou que o interlocutor era Moraes. Na conversa, Vorcaro teria pedido a Moraes “proteção” de Gonet e Andrei Rodrigues. Durante o encontro, Mendonça questionou como Moraes havia tomado conhecimento de uma investigação sigilosa que está sob sua relatoria. Conforme o relato publicado pelo Metrópoles, Moraes respondeu: “Eu tenho minhas fontes. Fui ministro da Justiça”. Ainda segundo a coluna, Moraes acusou Mendonça de direcionar a investigação contra ele. O ministro também estaria se preparando para reagir ao colega nos próximos dias.
Gonet pede anulação de relatório da PF sobre conversas entre Vorcaro e Moraes
Gonet pede anulação de relatório da PF sobre conversas entre Vorcaro e Moraes
Paulo Gonet afirma que ministro André Mendonça excedeu suas competências ao determinar análise do material apreendido no celular do ex-banqueiro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O procurador‑geral da República, Paulo Gonet, solicitou a anulação do relatório da Polícia Federal que compilou conversas entre o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro e um interlocutor identificado como o ministro Alexandre de Moraes, alegando que o ministro André Mendonça, relator do caso, extrapolou suas atribuições ao determinar que a PF analisasse especificamente o material. Gonet sustenta que um ministro do STF só pode ser investigado mediante autorização do próprio tribunal e que cabe ao juiz apenas decidir sobre processos, não conduzir investigações pré‑processuais.
- O relatório foi elaborado após Mendonça exigir que a PF examinasse, em 72 horas, diálogos extraídos do celular de Vorcaro. O procurador‑geral pede que o plenário do STF analise o pedido de anulação, enquanto Mendonça pretende que o processo seja incluído na pauta a partir da próxima semana, com a data do julgamento a ser definida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Os defensores de Mendonça afirmam que a investigação não tem como alvo direto o ministro Moraes, mas busca mapear a rede de influência do ex‑banqueiro.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a anulação do relatório da Polícia Federal que reúne conversas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e um interlocutor apontado como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido foi apresentado nesta terça-feira (1º). Gonet argumenta que o ministro André Mendonça, relator do caso, teria extrapolado suas atribuições ao determinar que a PF analisasse especificamente o material. Segundo o procurador-geral, um ministro do STF só pode ser investigado após autorização do próprio tribunal. “Ao juiz não cabe acusar, menos ainda ao juiz cabe realizar investigações pré-processuais”, afirmou. O relatório foi produzido após Mendonça determinar que a Polícia Federal analisasse, em 72 horas, diálogos encontrados no celular de Vorcaro. Para Gonet, a ordem para investigar pessoas específicas, sem solicitação do Ministério Público ou iniciativa da própria PF, deve ser considerada nula. Mendonça quer que o pedido da PGR seja analisado pelo plenário do STF e deve liberar o processo para pauta a partir da próxima semana. A definição da data do julgamento caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Interlocutores de Mendonça sustentam que Moraes não foi diretamente investigado e que a análise buscava identificar a rede de influência do ex-banqueiro.
Mensagens entre Moraes e Vorcaro pressiona Senado e pode travar PEC da escala 6x1; entenda
Após divulgação de mensagens sobre a relação entre o ministro e o banqueiro, senador Carlos Viana protocolou pedido de impeachment; governo teme impacto sobre pautas de interesse do Executivo
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Divulgações de mensagens entre o ministro do STF Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro aumentaram a pressão política no Senado, levando o senador Carlos Viana (PSD-MG) a protocolar novo pedido de impeachment contra Moraes. O parlamentar acusou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, de inércia e pediu o afastamento imediato do ministro, alegando necessidade de respostas diante das revelações.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A divulgação de mensagens que revelam detalhes da relação entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro elevou a pressão política no Senado e pode afetar a votação de pautas de interesse do governo Lula nesta semana, entre elas a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. As informações vieram a público após o ministro André Mendonça, relator do Caso Master no STF, retirar o sigilo de parte das investigações nesta terça-feira (1º). Desde então, parlamentares da oposição retomaram a ofensiva pelo impeachment de Moraes. O senador Carlos Viana (PSD-MG), ex-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, protocolou um novo pedido de impeachment contra o ministro. Em entrevista coletiva no Senado, o parlamentar afirmou que a Casa não poderia permanecer omissa diante das informações divulgadas. Viana também acusou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de manter pedidos anteriores de impeachment contra Moraes sem andamento. O senador pediu ainda o afastamento imediato do ministro e afirmou ter apresentado uma denúncia por suposto crime de responsabilidade. “Não estou pré-condenando ninguém, mas nós não podemos mais deixar de dar respostas”, declarou Carlos Viana. Governo teme impacto na agenda do Senado - Nos bastidores, segundo revelado pelo colunista Igor Gaintegrantes do governo Lula demonstram preocupação de que o novo cenário político dificulte as votações previstas durante o esforço concentrado do Senado nesta semana. Um dos principais pontos da agenda é a PEC que trata do fim da escala 6x1. A expectativa era de que a proposta avançasse na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e pudesse também ser analisada pelo plenário. Segundo informações publicadas pelo Metrópoles, o temor do governo é que Alcolumbre, pressionado pela oposição em torno do impeachment de Moraes, reduza o ritmo de votação das matérias de interesse do Executivo como forma de evitar uma escalada ainda maior da crise política. A tendência seria permitir inicialmente apenas o andamento da proposta na CCJ, sem levar imediatamente o texto ao plenário. Alcolumbre já sinalizou nos bastidores que não pretende abrir um processo de impeachment contra Moraes. Os dois são aliados, e o presidente do Senado não demonstra disposição para atender à ofensiva dos parlamentares bolsonaristas. A crise, porém, acrescenta um novo elemento à disputa em torno da PEC da escala 6x1. Enquanto o governo defende a aprovação da proposta, a oposição bolsonarista é contrária ao texto e apresenta alternativas para mudanças na jornada de trabalho.
Moraes ordena destruição de sete armas apreendidas de Bolsonaro
Moraes ordena destruição de sete armas apreendidas de Bolsonaro
Decisão do ministro do STF não inclui pistola Glock apreendida em junho com um segurança do ex-presidente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a destruição de sete armas apreendidas de Jair Bolsonaro, decisão que será executada pelo Comando de Operações Especiais do Exército. A ordem não abrange a pistola Glock calibre 9 mm, ainda sob custódia, cuja destinação será analisada após o término das investigações.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (1º) a destruição de sete armas de Jair Bolsonaro (PL). A ordem será cumprida pelo Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro. Segundo Moraes, o Código Penal prevê, como efeito da condenação, a perda de instrumentos utilizados na prática de crimes em favor da União, além de bens obtidos por meio de infrações. A decisão não inclui uma pistola Glock calibre 9 milímetros que pertence ao ex-presidente e foi apreendida em junho com um de seus seguranças durante uma blitz. De acordo com o ministro, a destinação definitiva da arma será analisada posteriormente, após a conclusão das investigações e a avaliação sobre a necessidade de mantê-la para a apuração dos fatos. Até uma nova decisão, a arma permanecerá sob custódia no procedimento investigatório relacionado ao caso. Moraes afirmou que os armamentos apreendidos e utilizados ou destinados à atuação da associação criminosa armada são considerados instrumentos do crime e, por isso, estão sujeitos ao confisco como consequência da condenação. A apreensão da pistola em junho levou Moraes a avaliar a possibilidade de revogar a prisão domiciliar de Bolsonaro e determinar seu retorno à unidade prisional conhecida como Papudinha. Em julho, o ministro autorizou a manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente por tempo indeterminado e determinou que ele entregasse todas as dez armas que possuía. Também revogou a autorização para porte e os certificados de registro dos armamentos. Bolsonaro foi condenado pelo STF em setembro de 2025 no processo que apurou a tentativa de golpe de Estado. Em novembro daquele ano, foi preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após tentar romper a tornozeleira eletrônica. Em janeiro de 2026, foi transferido para a Papudinha, no Complexo da Papuda.
Moraes e Mendonça têm bate-boca e quase chegam às vias de fato no STF, afirma colunista
Discussão teria ocorrido após Moraes descobrir o aprofundamento das investigações que identificaram o ministro como suposto destinatário de mensagens de Daniel Vorcaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma discussão entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e André Mendonça quase resultou em agressão física após Moraes confrontar o colega sobre o avanço de investigações sigilosas no caso Master. Relatada por Mendonça, a apuração da Polícia Federal identificou Moraes como o suposto destinatário de mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, nas quais era solicitada proteção em relação ao procurador-geral Paulo Gonet e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
- O episódio expôs uma crise interna que divide grupos na Corte e no comando da PF sobre os rumos do inquérito e o risco de vazamentos. Enquanto aliados de Moraes articulam questionar Mendonça por suposto desvio de finalidade e tentar retirá-lo da relatoria, o entorno de Mendonça aponta tentativas de blindagem e teme interferências em eventuais negociações de delação premiada de Vorcaro.
Foto: Antônio Augusto | STF
Uma discussão entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), quase terminou em agressão física, segundo informações da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O confronto teria acontecido depois de Moraes tomar conhecimento de que Mendonça havia determinado o aprofundamento das investigações que acabaram identificando o ministro como o suposto destinatário de mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Moraes teria pedido uma conversa com Mendonça para tratar do assunto, mas o encontro acabou em bate-boca. A discussão ficou acalorada e, segundo a apuração, por pouco não evoluiu para agressões físicas. A investigação, que tramita sob sigilo e está sob relatoria de Mendonça, buscou identificar o interlocutor de Vorcaro em mensagens nas quais eram citados o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Após o aprofundamento das apurações, a Polícia Federal concluiu que as mensagens teriam sido enviadas a Moraes. Nos textos, Vorcaro pede suposta “proteção” em relação a Gonet e Andrei Rodrigues. Mendonça também teria questionado como Moraes tomou conhecimento do avanço de uma investigação sigilosa. Já Moraes teria acusado o colega de direcionar as apurações contra ele. Disputa deixa os bastidores - A jornalista Andréia Sadi avalia que o novo pedido de Mendonça no caso Master tornou explícita uma disputa que vinha sendo travada nos bastidores do Supremo. A crise passou a envolver diferentes grupos dentro da Corte e uma disputa sobre os rumos das investigações. No entorno de Mendonça, há a avaliação de que existiram movimentos para limitar o alcance das apurações e impedir que elas avançassem sobre as relações de Vorcaro com políticos e integrantes do Judiciário. Do outro lado, aliados de Moraes, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues reagiram à atuação do relator. Nos bastidores, há quem defenda questionar Mendonça por suposto desvio de finalidade e abuso de autoridade. Também é discutida a possibilidade de tentar retirar Mendonça da relatoria do caso Master. A disputa também chegou ao comando da Polícia Federal. Entre investigadores, há preocupação de que a atuação de Mendonça possa provocar uma crise envolvendo o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. Também há preocupação com possíveis vazamentos de informações sigilosas. A possibilidade de uma colaboração premiada de Daniel Vorcaro é outro ponto de tensão no caso. No entorno de Mendonça, existe desconfiança sobre a resistência enfrentada em negociações anteriores e a avaliação de que uma eventual delação mais ampla poderia revelar relações de Vorcaro com personagens influentes da política e do Judiciário.
Moraes editou contrato de R$ 130 milhões entre Vorcaro e escritório da esposa, diz PF
Registros digitais obtidos durante investigações indicam que o ministro aparece como responsável pela última modificação do documento; escritório afirma que consulta ocorreu para verificar possíveis impedimentos legais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi vinculado à edição digital de um contrato de cerca de R$ 130 milhões entre o empresário Daniel Vorcaro e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes. Metadados encontrados em conversas recuperadas do celular de Vorcaro apontam que o ministro realizou a última alteração no documento, referente à prestação de serviços advocatícios e consultoria estratégica.
- Em resposta, o escritório Barci de Moraes esclareceu que a participação de Moraes se deu estritamente em uma análise de compliance para checar eventuais impedimentos éticos ou legais sob sua relatoria no STF. A defesa informou que nenhuma restrição foi identificada, que o magistrado nunca julgou ações ligadas ao Banco Master e que o acordo não contemplava atuações perante o Supremo Tribunal Federal.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aparece ligado à edição de um contrato de cerca de R$ 130 milhões firmado entre Daniel Vorcaro e o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, comandado por sua esposa, Viviane Barci de Moraes. A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta terça-feira (1º) e confirmada pela TV Globo. O documento fazia parte de conversas recuperadas durante investigações a partir do celular de Vorcaro. Os registros digitais do arquivo indicam que Alexandre de Moraes aparece como responsável pela última alteração feita no contrato. O acordo estabelecia a prestação de serviços advocatícios e de consultoria estratégica pelo escritório da esposa do ministro. O valor total previsto para os honorários chegava a aproximadamente R$ 130 milhões. Em nota, o Barci de Moraes afirmou que a participação de Alexandre de Moraes ocorreu no contexto de uma consulta feita pelo setor de compliance do escritório. Segundo a banca, o ministro foi questionado sobre a existência de qualquer impedimento legal que pudesse inviabilizar a contratação. A consulta, de acordo com o escritório, buscava verificar se havia processos envolvendo o possível cliente sob relatoria de Moraes no STF ou outros interesses que pudessem gerar impedimento. A banca afirma que nenhuma restrição foi identificada. O escritório também declarou que Alexandre de Moraes nunca julgou uma causa envolvendo o Banco Master e que o contrato não previa atuação da banca no Supremo Tribunal Federal. Com isso, segundo a nota, o acordo foi assinado e os serviços foram prestados.
Alexandre de Moraes diz que candidatos podem perder mandato por uso de IA em fake news
Ministro defendeu punição rigorosa para quem utilizar inteligência artificial na disseminação de desinformação eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do STF, Alexandre de Moraes, alertou que candidatos que utilizarem inteligência artificial para disseminar desinformação nas eleições podem ter o registro ou mandato cassados, afirmando que a cassação é a única forma eficaz de impedir a manipulação do eleitorado.
- Na mesma ocasião, a ministra Cármen Lúcia destacou que a tecnologia deve servir à sociedade, mas alertou para o risco de plataformas digitais influenciarem o comportamento das pessoas, chamando o cenário de uma possível "tecnoditadura".
Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou nesta sexta-feira (21) que candidatos que utilizarem inteligência artificial para disseminar desinformação durante as eleições poderão ter o registro ou o mandato cassados. Durante um evento na Faculdade de Direito da USP, Moraes disse que a perda do cargo é a principal forma de impedir o uso da tecnologia para manipular o eleitorado. "Todos os candidatos têm que ter absoluta consciência de que, se na véspera quiserem utilizar mecanismos de desinformação anabolizados pela inteligência artificial, isso vai dar cassação." O ministro classificou a inteligência artificial como um "anabolizante" da desinformação e alertou para a facilidade de criação de vídeos e áudios falsos capazes de reproduzir imagem, voz e movimentos de qualquer pessoa. "Não adianta depois de uma semana vir aquilo: 'pô, realmente aquilo era falso'. A eleição acabou." Segundo Moraes, multas não seriam suficientes para inibir esse tipo de prática. "Só sobra o quê? Cassar o registro ou cassar o mandato." Também presente ao evento, a ministra Cármen Lúcia afirmou que a tecnologia deve servir à sociedade, mas alertou para o risco de as plataformas digitais influenciarem o comportamento das pessoas. Ela classificou esse cenário como uma possível "tecnoditadura".
Operação da PF mira ex-secretário do Maranhão por suposto vazamento de informações sobre Flávio Dino
Investigação aponta que informações sigilosas teriam sido repassadas a um blogueiro para publicação de reportagens sobre o ministro Flávio Dino.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra o ex-secretário do Maranhão, Raimundo Cutrim, sob a suspeita de vazar informações restritas ao blogueiro Luís Pablo. A investigação, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF, apura se Cutrim acessou sistemas confidenciais para subsidiar reportagens que questionavam o uso de veículos oficiais pelo ministro Flávio Dino.
- Em resposta, o jornalista Luís Pablo criticou a ação, classificando-a como uma tentativa de criminalização do exercício profissional e violação do sigilo de fonte. Além deste caso, o ex-secretário Raimundo Cutrim já era investigado em outra frente ligada à obstrução de Justiça no caso do homicídio do empresário João Bosco Sobrinho, ocorrido em 2022.
Foto: Gustavo Moreno | STF
A Polícia Federal cumpriu, nesta terça-feira (11), um mandado de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário do Governo do Maranhão, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação apura a suspeita de que Cutrim tenha obtido informações de acesso restrito e as repassado ao blogueiro Luís Pablo, responsável por publicações envolvendo o ministro Flávio Dino. Segundo a decisão de Moraes, o inquérito investiga a suposta obtenção e divulgação de informações relacionadas a Dino. A Polícia Federal afirma que a apuração começou em novembro do ano passado, após a divulgação de reportagens que questionavam o uso de veículos do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) e do Governo do Estado pelo ministro. De acordo com os investigadores, há indícios de que Raimundo Cutrim teria acessado sistemas restritos para obter os dados utilizados nas reportagens publicadas pelo blog, que se apresenta como um veículo de "jornalismo independente que incomoda o poder". Por meio da assessoria, Flávio Dino informou que solicitou o reforço das medidas de segurança para ele e seus familiares. O ministro também relatou a interlocutores ter sido alvo de perseguição no Maranhão. Em razão do sigilo do processo, a assessoria afirmou que não poderia comentar detalhes da investigação. Em nota, Luís Pablo declarou manifestar "profunda preocupação com os rumos da investigação conduzida pela Polícia Federal e, especialmente, com a tentativa de criminalizar o exercício da minha atividade jornalística". O blogueiro também afirmou causar "perplexidade que, após a identificação e violação do sigilo de uma fonte jornalística — garantia expressamente protegida pela Constituição Federal —, fatos e relações de natureza estritamente privada, sem qualquer vínculo com a produção ou publicação de conteúdo jornalístico, estejam sendo utilizados para tentar me atribuir uma conduta criminosa". Na mesma manifestação, o jornalista acrescentou que "criminalizar um jornalista, violar sua fonte e devassar relações privadas em razão do exercício de sua profissão representa uma grave ameaça às garantias asseguradas à imprensa e à própria sociedade". A defesa de Raimundo Cutrim foi procurada, mas não havia se pronunciado. O ex-secretário já havia sido alvo de outra decisão do ministro Flávio Dino em julho deste ano. Na ocasião, foram expedidos mandados de busca e apreensão, determinada sua prisão domiciliar e seu afastamento do cargo, sob suspeita de obstrução da Justiça. Durante a operação, a Polícia Federal apreendeu 26 armas em endereços ligados a Cutrim. Essa investigação também está relacionada ao homicídio do empresário João Bosco Sobrinho, ocorrido em 2022. Um dos elementos analisados é um áudio em que Raimundo Cutrim é suspeito de orientar familiares de Gilbson Cutrim a alterarem depoimentos prestados à polícia sobre o caso. Gilbson Cutrim foi apontado pela Justiça do Maranhão como executor do crime e acabou condenado a 13 anos de prisão. O episódio ganhou repercussão política e passou a integrar as disputas entre grupos ligados ao cenário pré-eleitoral do Governo do Maranhão, intensificando a troca de acusações entre aliados, dissidentes e adversários políticos. Em nota, a assessoria de Flávio Dino também rebateu as acusações envolvendo o uso de veículos oficiais. Segundo o comunicado, "jamais houve uso irregular de veículos oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão. Um carro blindado foi cedido por solicitação da Secretaria de Segurança do STF, no âmbito de acordo de cooperação vigente com todos os tribunais do país".
Javier Milei endurece regras e poderá barrar ou expulsar estrangeiros por ataques à Argentina
Novo decreto prevê punições para quem promover discurso de ódio, discriminação ou ofensas aos símbolos nacionais; medida ocorre em meio à tensão com o Brasil
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Argentina, Javier Milei, assinou um decreto que endurece as regras para a entrada e permanência de estrangeiros, permitindo a expulsão ou o impedimento de ingresso de indivíduos que promovam discursos de ódio, discriminação ou realizem ofensas aos símbolos nacionais do país. A medida, de acordo com o governo argentino, visa resguardar a defesa do país e de seus cidadãos, estabelecendo barreiras para quem incitar a violência motivada por questões de nacionalidade.
- A iniciativa é anunciada em meio ao acirramento das tensões diplomáticas entre Argentina e Brasil, intensificadas após críticas de Milei ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, em evento em São Paulo. Como resposta, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil convocou o embaixador argentino e chamou o embaixador brasileiro de volta a Brasília para consultas, sinalizando um forte desgaste nas relações bilaterais.
Foto: Reprodução | X
O presidente da Argentina, Javier Milei, assinou um decreto que endurece as regras para a entrada e permanência de estrangeiros no país. A medida, anunciada nesta quarta-feira (29), autoriza o governo argentino a impedir o ingresso ou expulsar pessoas que promovam discursos de ódio, discriminação ou violência contra cidadãos argentinos por causa de sua nacionalidade. Segundo o governo, o decreto também prevê sanções para quem praticar atos considerados ofensivos aos símbolos nacionais da Argentina. Em nota oficial, a Presidência afirmou que a defesa do país e de seus cidadãos é "inegociável" e que pessoas que atacarem a Argentina não serão bem-vindas. O texto estabelece que poderão ser barrados ou expulsos estrangeiros que incentivem o ódio contra argentinos, promovam discriminação, defendam atos de violência motivados pela nacionalidade ou desrespeitem os símbolos oficiais do país. As regras de aplicação da medida ainda serão regulamentadas pelo governo argentino. A decisão foi anunciada em meio ao aumento da tensão diplomática entre Argentina e Brasil. O clima entre os dois países piorou após Javier Milei participar de um evento político em São Paulo, onde fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Após as declarações, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil convocou o embaixador da Argentina para prestar esclarecimentos e chamou de volta a Brasília o embaixador brasileiro em Buenos Aires para consultas diplomáticas, em um gesto que demonstra o desgaste nas relações entre os dois países.
Lula ironiza Javier Milei após críticas e responde: "Quem é esse cara?"
Lula ironiza Javier Milei após críticas e responde: "Quem é esse cara?"
Presidente brasileiro respondeu com ironia às críticas feitas por Javier Milei durante convenção política em Brasília.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu com ironia às recentes críticas de Javier Milei, questionando "Quem é esse cara?" durante uma agenda oficial no Palácio do Planalto. A reação do petista ocorreu após o mandatário argentino proferir ataques ao governo brasileiro e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, durante um evento político do PL no Brasil.
- O episódio aprofundou o desgaste diplomático entre Brasília e Buenos Aires, levando o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a se reunir com o embaixador brasileiro na Argentina, Júlio Bitelli. O governo brasileiro agora monitora os desdobramentos da relação bilateral e avalia o cenário político após as declarações hostis de Milei.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu com ironia às críticas feitas pelo presidente da Argentina, Javier Milei, e respondeu de forma breve ao ser questionado por jornalistas nesta segunda-feira (27). "Quem é esse cara?", disse o petista durante agenda oficial em Brasília. A declaração foi uma resposta aos ataques feitos por Milei no último sábado (25), durante a convenção nacional do PL que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. No evento, o presidente argentino afirmou que o governo brasileiro estaria financiando uma campanha contra a Argentina e voltou a fazer críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Milei também direcionou ataques ao ministro Alexandre de Moraes, chamando o magistrado de "lixo careca" após não ter sido autorizada uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar em decorrência de condenação por tentativa de golpe de Estado. Lula fez o comentário durante a cerimônia de recepção ao presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-Myung, no Palácio do Planalto. A resposta do presidente brasileiro ocorreu em meio ao aumento da tensão diplomática entre Brasília e Buenos Aires. Ainda nesta segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se com o embaixador do Brasil na Argentina, Júlio Bitelli, no Palácio do Itamaraty. O encontro serviu para uma primeira avaliação do cenário diplomático entre os dois países após as recentes declarações de Milei. Segundo fontes do governo, uma nova reunião deverá ocorrer nos próximos dias, após o retorno de Mauro Vieira de Lima, no Peru, onde representa o presidente Lula na cerimônia de posse da presidente eleita Keiko Fujimori. Enquanto isso, o governo brasileiro acompanha os desdobramentos da relação bilateral, que voltou a enfrentar um momento de desgaste político.
Governo Lula convoca embaixador na Argentina após ataque de Milei a Alexandre de Moraes
Javier Milei criticou Alexandre de Moraes durante evento político em São Paulo, provocando reação do governo brasileiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro, sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, convocou o embaixador do Brasil na Argentina, Julio Bitelli, para consultas em Brasília. A medida foi tomada em resposta às duras ofensas proferidas pelo presidente argentino Javier Milei contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, durante um evento político realizado em São Paulo.
- Embora a convocação do diplomata sinalize uma grave tensão diplomática e a insatisfação do Itamaraty, a decisão não representa o rompimento formal das relações bilaterais entre os dois países. Em repúdio às declarações de Milei, o presidente do STF, Edson Fachin, afirmou em nota oficial que a Corte deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve reger as relações entre Estados.
Foto: Reprodução
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou o embaixador do Brasil na Argentina, Julio Bitelli, para consultas após as declarações do presidente argentino Javier Milei contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A decisão foi anunciada pelo Ministério das Relações Exteriores na madrugada deste domingo (26). Segundo o Itamaraty, Bitelli retornará ao Brasil para reuniões sobre os desdobramentos da crise diplomática. A convocação de um embaixador é considerada um dos principais instrumentos usados por um país para demonstrar insatisfação com atitudes ou declarações de outro governo. No sábado (25), durante um evento político em São Paulo, Milei chamou Alexandre de Moraes de "lixo careca" ao criticar a decisão do ministro que negou sua visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por decisão judicial relacionada à investigação sobre tentativa de golpe de Estado. A declaração provocou reação imediata das autoridades brasileiras. Em nota oficial, o presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que a Corte "deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados". Apesar da medida, a convocação do embaixador não representa rompimento das relações diplomáticas entre Brasil e Argentina, mas sinaliza um momento de tensão e a reavaliação da condução das relações entre os dois países.
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
As visitas político-eleitorais estão suspensas até o fim das eleições
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu manter a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, com restrições para visitas político-eleitorais e suspensão de algumas visitas por 90 dias. A decisão atende a uma carta intitulada 'Carta aos brasileiros', escrita pelo ex-presidente, que direcionava ao público em geral e tinha finalidade política.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu, nesta sexta-feira (17), manter prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL). Entretanto, até o fim das eleições de 2026, o ex-presidente está proibido de receber visitas com finalidade "político eleitoral". Moraes ainda suspendeu visitas gerais ao ex-presidente pelo período de 30 dias, exceto as visitas permanentes da equipe médica, fisioterapêutica e dos advogados de defesa. As visitas do filho Flávio Bolsonaro também estão suspensas, mas por 90 dias. Flávio consta como advogado de Bolsonaro, mas a divulgação da carta intitulada "Carta aos brasileiros", escrita pelo pai, o impediu de fazer visitas. "O direcionamento da carta – escrita e assinada de próprio punho por Jair Messias Bolsonaro – foi 'aos brasileiros', demonstrando sua natureza não particular e sua finalidade político-eleitoral com exposição ao público em geral, utilizando Flávio Nantes Bolsonaro como intermediário, ou nas suas próprias palavras, como seu 'porta-voz'", escreveu o ministro.
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
Entidade solicita que o senador possa manter contato com o ex-presidente na condição de advogado, limitado a assuntos profissionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o restabelecimento do direito do senador Flávio Bolsonaro de manter contato com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na condição de seu advogado. A solicitação ocorre após Moraes proibir o parlamentar de realizar visitas por 90 dias, sob a justificativa de que Flávio descumpriu medidas cautelares ao divulgar uma carta do ex-presidente nas redes sociais, ato classificado pelo magistrado como promoção política e possível propaganda eleitoral antecipada.
- No pedido de caráter exclusivamente institucional enviado ao STF, a OAB argumenta que busca apenas assegurar as prerrogativas da advocacia e garantir a comunicação reservada entre cliente e defensor para fins profissionais, sem interferir no mérito das decisões judiciais. Paralelamente, Moraes acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público Eleitoral para apurar o caso, enquanto a Suprema Corte ainda não se manifestou sobre a petição apresentada pela entidade.
Foto: Reprodução
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restabeleça o direito do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de manter contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na condição de advogado. O pedido foi apresentado nesta terça-feira (14), um dia após o magistrado proibir o parlamentar de visitar o pai por 90 dias. A restrição foi determinada por Moraes após o senador divulgar, nas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, o que, segundo o ministro, teria descumprido a medida cautelar que impede o ex-presidente de utilizar redes sociais de forma direta ou por intermédio de terceiros. Flávio Bolsonaro integra formalmente a equipe de defesa do pai e acionou a Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB para garantir o exercício da advocacia. No documento enviado ao STF, a entidade pede que seja "assegurada a possibilidade de comunicação pessoal e reservada entre o advogado e seu constituinte para finalidades estritamente profissionais", nos termos que forem definidos pelo ministro. A OAB ressaltou que o pedido possui caráter exclusivamente institucional e não busca discutir o mérito das decisões judiciais. "A presente manifestação possui caráter exclusivamente institucional e busca assegurar a observância das prerrogativas da advocacia, sem interferência no mérito da execução penal ou nas medidas determinadas por esse Supremo Tribunal Federal", diz o ofício. Na decisão que restringiu as visitas, Alexandre de Moraes afirmou que Flávio Bolsonaro utilizou "expressões com carga semântica equivalente a pedido explícito de voto", classificando a conduta como um "instrumento de promoção política". O ministro também encaminhou o caso ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, determinou manifestação da defesa do ex-presidente em até 48 horas e solicitou ao Ministério Público Eleitoral a apuração de eventual propaganda eleitoral antecipada. Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não se pronunciou sobre o pedido apresentado pela OAB.
Flávio critica decisão de Moraes e fala em interferência eleitoral
Flávio critica decisão de Moraes e fala em interferência eleitoral
Senador afirmou que medida do ministro Alexandre de Moraes busca influenciar o processo eleitoral e criticou decisão que restringiu visitas ao ex-presidente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou publicamente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiu suas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar classificou a medida, que possui um prazo de 90 dias, como uma tentativa de interferência direta nas eleições deste ano, destacando que o período de restrição impede o contato entre ambos até a conclusão do primeiro turno das eleições.
- A determinação judicial ocorreu após Flávio divulgar uma carta de Jair Bolsonaro em suas redes sociais, o que contrariou a proibição de uso dessas plataformas pelo ex-presidente. Em sua transmissão, o senador defendeu suas prerrogativas como membro da equipe de defesa jurídica de seu pai, criticou a recente operação de busca e apreensão da Polícia Federal e incentivou seus eleitores a apoiarem candidatos ao Senado que sejam favoráveis ao impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
Foto: Reprodução
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta segunda-feira (13) que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de restringir suas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) representa uma tentativa de interferência nas eleições deste ano. A medida foi adotada após Flávio divulgar, em suas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, contrariando a determinação judicial que proíbe o ex-presidente de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, por meio de terceiros. Durante uma transmissão ao vivo, Flávio criticou a decisão. "Os com caneta não podem decidir no lugar dos com voto. [...] Parem de destruir a democracia com pretexto de defender a democracia, isso não cola", afirmou. O senador também questionou o prazo de 90 dias estabelecido na decisão judicial. "Não por acaso ele toma a decisão por 90 dias. Eu só poderia voltar a falar [com Bolsonaro] após o primeiro turno. Alguém acha que isso é coincidência? Qual é o critério para 90 dias?", disse. Em seguida, dirigiu-se aos seguidores: **"Você acha que Alexandre de Moraes está tentando intervir nas eleições? Deixe aqui sua opinião." **Flávio afirmou ainda que muitos eleitores devem escolher candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de Alexandre de Moraes e declarou que isso "não é antidemocrático". O parlamentar também disse esperar a atuação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). "A OAB vai entrar no circuito, porque é uma prerrogativa inegociável de que os advogados tenham acesso aos seus clientes", afirmou. Flávio integra oficialmente a equipe de defesa de Jair Bolsonaro. Segundo o senador, Moraes pretende endurecer ainda mais as medidas contra o ex-presidente. "Alexandre de Moraes quer só uma desculpinha para tirar meu pai da domiciliar. [...] A estratégia é muito simples, é botar a culpa em mim. [...] É uma loucura o que faz Moraes, uma insanidade atrás da outra", declarou. Flávio também afirmou que a busca e apreensão realizada pela Polícia Federal na residência de Jair Bolsonaro teve como objetivo encontrar justificativas para revogar a prisão domiciliar. A defesa do ex-presidente informou que nenhuma arma foi localizada durante a operação. Por fim, o pré-candidato afirmou que seguirá na disputa presidencial. Segundo ele, somente abriria mão da candidatura caso Jair Bolsonaro pudesse concorrer à Presidência, hipótese atualmente impedida pela inelegibilidade do ex-presidente.
Por ordem de Moraes, PF faz buscas na casa de Bolsonaro atrás de armas e munições
Ação foi motivada pela ausência de uma arma que, segundo decisão do STF, deveria ter sido entregue à Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal realizou uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em cumprimento a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A diligência teve como objetivo localizar armas, munições e documentos de registro após divergências sobre a entrega do armamento registrado em nome do ex-presidente, conforme havia sido ordenado previamente pelo magistrado.
- A medida foi motivada pela inconsistência no número de armas sob custódia do Exército, que declarou possuir apenas seis das oito armas informadas pela defesa de Bolsonaro, além do fato de um revólver ter sido apreendido anteriormente com um de seus seguranças. Diante disso, Moraes cassou as autorizações de posse e porte de armas do ex-presidente e ordenou a operação, cujo resultado final ainda não foi divulgado pela PF.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal (PF) realizou, nesta quarta-feira (8), uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro em busca de armas, munições e documentos de registro. A diligência foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações divulgadas, a medida foi adotada após uma das armas registradas em nome de Bolsonaro não ter sido entregue à Polícia Federal, conforme decisão proferida por Moraes na semana passada. Na última sexta-feira, o ministro manteve a prisão domiciliar do ex-presidente e determinou que todas as armas registradas em seu nome fossem entregues à PF. Em manifestação ao Supremo, a defesa de Bolsonaro informou que oito armas estavam sob custódia da Polícia do Exército. No entanto, após solicitação do STF para que o armamento fosse encaminhado à Polícia Federal, os militares informaram possuir apenas seis armas, gerando divergência sobre o paradeiro dos demais equipamentos. De acordo com as informações, uma das armas que constavam nos registros — um revólver calibre 9 mm — havia sido apreendida no mês passado com um dos seguranças de Bolsonaro durante uma blitz de trânsito. Diante da inconsistência na localização do armamento, Alexandre de Moraes determinou a cassação dos registros de posse e porte de armas em nome do ex-presidente e autorizou a realização da diligência para localizar os equipamentos remanescentes e os documentos relacionados aos registros. Até o momento, a Polícia Federal não divulgou o resultado da operação nem informou se novos materiais foram apreendidos durante as buscas.
























