Governo Lula aposta na aprovação da PEC da Segurança, mas redução da maioridade penal perde força após eleição
Planalto tenta acelerar votação da proposta no Senado e articula acordo para deixar de fora o tema mais polêmico do debate sobre segurança pública
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo de Luiz Inácio Lula da Silva concentra seus esforços na aprovação da PEC da Segurança Pública, prioridade da gestão para o combate ao crime organizado. A proposta será analisada pelo Senado nos próximos dias, enquanto a redução da maioridade penal, que ganhou destaque na campanha eleitoral, perde força nas negociações e deve ser deixada de fora do texto principal.
- Nos bastidores, o governo busca consenso em pontos menos controversos e pretende separar a votação da PEC das discussões sobre a maioridade penal. Parlamentares da oposição apresentam emendas para responsabilizar criminalmente a partir dos 16 anos, mas a estratégia atual visa aprovar a PEC de segurança pública ainda este ano, adiando o debate sobre a redução da maioridade penal para momento futuro.
Foto: Adriano Machado | Reuters
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva concentra suas articulações políticas na aprovação da PEC da Segurança Pública, considerada uma das principais prioridades da gestão para a área de segurança. A proposta deve ser analisada pelo Senado nos próximos dias, mas a redução da maioridade penal, que ganhou espaço durante a campanha eleitoral, perdeu força nas negociações e tende a ficar fora do texto principal. A avaliação de integrantes do Palácio do Planalto é de que a aprovação da PEC depende da construção de consenso em torno dos pontos considerados menos controversos. Por isso, o governo trabalha para evitar que o debate sobre a redução da idade de responsabilização penal acabe dificultando o avanço da proposta. A PEC da Segurança amplia a participação da União no combate ao crime organizado e é vista como um dos projetos estratégicos do governo federal. Nos bastidores, aliados de Lula defendem que a matéria seja votada ainda neste ano, diante das dificuldades que uma eventual mudança no cenário político poderá impor às discussões futuras no Congresso Nacional. O principal impasse envolve propostas apresentadas por parlamentares da oposição para reduzir a maioridade penal. Entre elas, está uma emenda que prevê a responsabilização criminal a partir dos 16 anos e regras ainda mais rígidas para casos de crimes hediondos. O tema ganhou repercussão durante o período eleitoral após Lula declarar apoio à redução da maioridade penal para 16 anos em situações envolvendo crimes como homicídio, estupro e feminicídio. A manifestação chamou atenção por representar uma mudança em relação ao posicionamento histórico do PT, tradicionalmente contrário à medida. Mesmo com a defesa feita pelo presidente durante a campanha, a proposta continuou enfrentando resistência entre setores da base governista e também se tornou alvo de divergências dentro do próprio campo político que apoia o governo. Diante desse cenário, a estratégia em discussão no Congresso é concentrar a votação da PEC nos pontos que possuem maior convergência entre os parlamentares. A ideia é destravar a tramitação da proposta de segurança pública e deixar o debate sobre a maioridade penal para análise separada em outro momento. Com isso, as negociações seguem focadas na construção de um acordo que permita a aprovação da PEC da Segurança, enquanto parlamentares continuam discutindo o tratamento que será dado às propostas relacionadas à redução da maioridade penal nas próximas etapas da agenda legislativa.
Justiça quebra sigilo dos documentos da morte de Tancredo Neves e aprova que família tenha acesso
Desde seu falecimento, houve suspeita de que um erro médico tenha ocorrido
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Regional Federal da 1ª Região decidiu, por unanimidade, liberar à família de Tancredo Neves documentos sigilosos sobre sua internação no Hospital de Base, em Brasília, permitindo esclarecer dúvidas sobre um possível erro médico que culminou em sua morte em 21 de abril de 1985. A medida autoriza o Conselho Federal de Medicina e o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal a disponibilizar prontuários, relatórios e a lista de profissionais envolvidos, trazendo nova luz ao caso que marcou a primeira eleição civil pós‑ditadura no Brasil.
- A decisão reaviva o debate histórico sobre a saúde do presidente eleito, que sofreu diverticulite na véspera da posse e nunca chegou a assumir o cargo, e reforça a importância da transparência documental para a memória política nacional.
Foto: Agência Senado | Célio Azevedo
O Tribunal Regional Federal da 1º Região aprovou, por unanimidade, que a família do presidente da República eleito, Tancredo Neves, tenha acesso aos documentos sigilosos sobre a internação do político no Hospital de Base, em Brasília. Com isso, as dúvidas da família e dos eleitores da época, sobre a suspeita de que ocorreu um erro médico, poderão ser sanadas. Tancredo Neves foi internado na véspera da posse presidencial com quadro de diverticulite e morreu um mês depois, em 21 de abril de 1985. A condição é uma inflamação na região do intestino grosso. A partir desta decisão, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM) vão liberar prontuários e outros documentos, bem como a relação de médicos. Tancredo Neves foi o primeiro presidente civil eleito após duas décadas do regime militar, mas devido ao ocorrido, ele não chegou a tomar posse.
Senado vota PEC da Segurança nesta semana; proposta envolve redução da maioridade penal
Texto divide integrantes do PT e prevê mudanças nas regras de responsabilização criminal de adolescentes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado retomará na próxima terça‑feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que traz como ponto central a redução da maioridade penal. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), incluiu a matéria na pauta nesta sexta‑feira (30), prometendo debate sobre a responsabilização criminal de adolescentes.
- A proposta divide governo e oposição: aliados de Flávio Bolsonaro (PL) defendem punição a partir dos 14 anos em crimes hediondos e dos 16 nos demais, enquanto o líder do PT, Camilo Santana, sugere redução apenas para crimes hediondos com idade mínima de 16 anos. Lula apoia a medida em casos específicos, e a líder do governo no Senado, Teresa Leitão, afirma que não cederá à pressão da oposição, ressaltando ainda o compromisso de criar o Ministério da Segurança Pública.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
O Senado pretende retomar na próxima terça-feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que tem como um dos principais pontos de divergência a redução da maioridade penal. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou a inclusão da matéria na pauta nesta sexta-feira (30). A discussão sobre a responsabilização criminal de adolescentes provocou divergências entre governo e oposição. O tema ganhou força na reta final da campanha presidencial, quando aliados do então candidato Flávio Bolsonaro (PL) apresentaram uma emenda para permitir a punição criminal a partir dos 14 anos em crimes hediondos e dos 16 anos nos demais casos. Como alternativa, o líder do PT, Camilo Santana (PT-CE), defendeu que a redução fosse aplicada somente a crimes hediondos, com idade mínima de 16 anos. A proposta foi apresentada no dia inicialmente previsto para a votação e provocou discordâncias entre parlamentares petistas, além de repercussão no Palácio do Planalto. Durante a campanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também declarou apoio à redução da maioridade penal em situações específicas. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), reconheceu a necessidade de discutir o assunto, mas afirmou que o governo não cederia à pressão da oposição. O avanço da PEC também está relacionado a um compromisso assumido por Lula durante a campanha: a criação do Ministério da Segurança Pública.
Otto Alencar defende anistia para condenados pelo 8 de Janeiro
Otto Alencar defende anistia para condenados pelo 8 de Janeiro
Presidente da CCJ do Senado afirma que já conversou com Davi Alcolumbre sobre a proposta, que pode beneficiar Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Otto Alencar (PSD‑BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, defendeu nesta quarta‑feira (28) o avanço de uma proposta de anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, afirmando que a medida não é direcionada exclusivamente a Jair Bolsonaro, embora ele também possa se beneficiar. Alencar informou que já discutiu o tema com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e que a decisão de levar o assunto adiante depende do mandatário da Casa.
- Segundo o parlamentar, a iniciativa busca reduzir a tensão política e promover a pacificação nacional, podendo se materializar por meio de um projeto de lei de anistia, de um indulto presidencial ou de revisão judicial das penas. A proposta surge no meio das disputas pela presidência do Senado, com Alcolumbre buscando apoio para permanecer no cargo e o PL, partido de Flávio Bolsonaro, consolidando uma bancada mais alinhada à direita até 2027.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, defendeu nesta quarta-feira (28) o avanço de uma proposta de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O parlamentar confirmou que já conversou sobre o tema com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Embora tenha afirmado que a proposta não é direcionada especificamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a medida também poderia beneficiá-lo. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e cumpre prisão domiciliar. "Não é uma anistia à figura de Jair Bolsonaro, e sim a todos aqueles que estão respondendo a processos desde o dia 8 de janeiro (de 2023)", afirmou Otto. O senador acrescentou que, segundo as defesas dos condenados, as penas aplicadas ficaram acima do esperado. "São pessoas que tiveram penas que, segundo os seus defensores, estão bem acima do que se esperava. Não é só o Jair Bolsonaro", disse. Discussão sobre a proposta - A definição sobre quando o tema poderá avançar no Senado depende de Davi Alcolumbre, segundo Otto. O presidente da CCJ afirmou que considera necessário buscar um entendimento para reduzir a tensão política no país. "O grande esforço é que se possa agora ter um entendimento para a pacificação nacional. Está na hora daqueles que têm responsabilidade buscarem reduzir a beligerância. E a maioria dos senadores pensa como eu penso", declarou. Entre as possibilidades discutidas estão a aprovação de um projeto de anistia, que dependeria de sanção presidencial, um indulto concedido pelo presidente da República ou uma eventual revisão das penas pelo Judiciário. A discussão ocorre em meio às articulações para a eleição da presidência do Senado. Alcolumbre busca apoio para permanecer no comando da Casa, que terá uma composição mais alinhada à direita a partir de 2027. O PL, partido de Flávio Bolsonaro, deverá contar com 28 senadores, enquanto o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, também articula uma candidatura ao cargo. Aliados de Alcolumbre avaliam que a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil pode dificultar as negociações em torno da pacificação política, a depender dos próximos desdobramentos.
Avião com Flávio Bolsonaro e família pousa em Miami
Avião com Flávio Bolsonaro e família pousa em Miami
CNN e GloboNews transmitiram a chegada do senador do PL ao lado da mulher e das filhas na manhã desta quarta-feira (28)
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL) e sua família desembarcaram em Miami após um voo que saiu da Argentina na noite de 27 de setembro. O avião, um Gulfstream G400 (matrícula LV‑JQW), partiu do Aeroporto Internacional de Puerto Iguazú, fez escala para reabastecimento em Guayaquil (Equador) e chegou ao território dos EUA por volta das 22h50, conforme informações da migração argentina e da CNN.
- A viagem, que incluiu a esposa Fernanda Antunes Figueira e as filhas Carolina e Luiza, foi monitorada por serviços como FlightAware e Flightradar24, que registraram a rota e os horários de partida e chegada. O trajeto evitou o espaço aéreo brasileiro e foi confirmado tanto pelo governo americano quanto por veículos como Infobae e Estadão/Broadcast.
Foto: Reprodução | Reuters
O avião que levava o senador Flávio Bolsonaro (PL) e a família aos Estados Unidos pousou em Miami, conforme transmitido pela CNN e GloboNews. Flávio desembarcou com a mulher e as filhas pouco depois das 10h30, pelo horário de Brasília. Eles decolaram da Argentina rumo aos Estados Unidos no fim da noite da terça (27), informou o Departamento de Migração do país latino na madrugada desta quarta-feira (28). A aeronave com o candidato à presidência da república derrotado nas urnas no último domingo, 25, teria dado início aos procedimentos para partir do Aeroporto Internacional de Puerto Iguazú, em Misiones, às 23h30. A informação foi inicialmente publicada pelo portal de notícias argentino Infobae. Segundo o site, além da família, outros quatro passageiros estariam no avião, que faria uma escala para reabastecimento na cidade equatoriana de Guayaquil antes de prosseguir para o destino, em rotas que evitariam o território brasileiro. A parada também é citada na nota do governo argentino. Embora o Departamento de Migração argentino tenha informado que Flávio e a família deixaram o país rumo aos Estados Unidos na noite de terça-feira, 27, o governo americano já havia confirmado, no mesmo dia, a chegada do senador ao território dos EUA com a mulher e as duas filhas. A informação foi divulgada pela CNN e confirmada ao Estadão/Broadcast por integrantes do governo americano. Segundo dados do serviço de rastreamento de aeronave FlightAware, o avião que Flávio estaria pousou no Equador, no Aeroporto Internacional de Guayaquil, às 5h25, e decolou novamente com destino a Miami, nos EUA às 6h22, com previsão de chegada às 11h39. Ainda segundo a pasta, a família só teria chegado ao país às 22h50 da terça, onde “ingressaram pelo passo fronteiriço da Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones, os cidadãos Flavio Nantes Bolsonaro, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, Carolina Figueira Bolsonaro e Luiza Figueira Bolsonaro”. Eles “o fizeram com documentação hábil de viagem sem nenhum impedimento legal para o ingresso no país”, alega o departamento. O Gulfstream G400 com matrícula LV-JQW chegou ao aeroporto argentino na noite de segunda, 26. Segundo o Flightradar24, o avião decolou no início da madrugada desta quarta, 27, às 0h18.
Tereza Cristina inicia campanha para presidir Senado e avançar com impeachment de ministros do STF
Senadora é o principal nome da oposição cotado para disputar com o atual presidente Davi Alcolumbre, candidato de Lula à reeleição
Por: Roseann Kennedy
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- Tereza Cristina (PP‑MS) publicou nota afirmando que não abrirá mão de disputar a presidência do Senado Federal, posicionando‑se contra o atual presidente Davi Alcolumbre (União‑AP), que recebeu apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a reeleição. A senadora destaca que a escolha do comando do Legislativo será decidida em fevereiro por voto livre, soberano e secreto dos 81 senadores, e ressalta a importância de ouvir os 54 novos senadores eleitos, especialmente as 12 mulheres recém‑integradas à bancada.
- Ao mesmo tempo, Tereza Cristina criticou a determinação do ministro Alexandre de Moraes para apreender os passaportes de Flávio Bolsonaro, qualificando‑a como “intimidação arbitrária”, e pediu pacificação entre os poderes, reforçando a oposição ao uso de medidas judiciais como ferramenta política.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Horas depois de ser confirmada a viagem para os Estados Unidos do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado nas eleições presidenciais deste ano, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) publicou uma nota sinalizando que não vai abrir mão de disputar a presidência do Senado Federal. A Casa é a única responsável por dar andamento aos pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Com o movimento, Tereza Cristina passa para um enfrentamento direto à campanha do atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP). Esta semana, Alcolumbre se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e recebeu o apoio do Palácio do Planalto para concorrer à reeleição. O senador já deixou claro que não dará andamento a pedidos de cassação de ministros da Suprema Corte. Mesmo sem oficializar formalmente a candidatura, a senadora marcou posição contra a antecipação das negociações do Planalto ao afirmar: “A eleição da presidência do Senado é decidida em fevereiro pelo voto livre, soberano e secreto de cada um dos 81 senadores.” Tereza Cristina reforçou que a definição do comando do Legislativo deve respeitar os novos parlamentares eleitos para o próximo mandato: “Observamos que os 54 novos senadores eleitos e reeleitos sequer foram diplomados e têm todo o direito de expressar, no momento apropriado, sua vontade e, naturalmente, a dos eleitores que representam. Como líder veterana, estarei aqui para receber meus colegas, especialmente as 12 novas integrantes da bancada feminina. Quero ouvir todos, como sempre fiz, pois o diálogo no parlamento é tudo.” A iniciativa da líder oposicionista ocorre em meio à reação do grupo aliado ao alinhamento entre Alcolumbre e o Planalto. Um dia antes de divulgar a nota, Tereza Cristina já havia feito uma manifestação pública entendendo que a determinação do ministro Alexandre de Moraes para Flávio Bolsonaro entregar seus passaportes à Polícia Federal foi um gesto de “intimidação arbitrária”. Apenas sete minutos após a divulgação do resultado das urnas no segundo turno, a PF pediu a apreensão dos passaportes de Flavio e a medida foi ordenada por Alexandre de Moraes. A determinação se baseou em declarações do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão do senador e foragido nos Estados Unidos, que sugerira que o irmão mudasse de país em caso de derrota. Flávio é alvo de duas investigações no STF, mas não tem nenhuma condenação. “Mal saímos da eleição presidencial e vimos nosso candidato Flávio Bolsonaro ser abordado na rua depois de visitar o pai por policiais. Será que o Judiciário renovará neste quarto mandato já reconhecido pelo PL Nacional a perseguição política contra adversários do atual governo?”, indagou Tereza. A parlamentar disse que, “como líder da oposição responsável no Senado”, deseja a “pacificação entre os poderes” e fez uma advertência sobre as ações de Moraes. “Não será com intimidações arbitrárias que chegaremos lá, muito pelo contrário.” Ao intercalar a defesa de Flávio com a articulação no Congresso, Tereza Cristina demonstra que a oposição não ficará acuada e entrará na disputa pelo comando do Senado determinada a pautar o andamento do impeachment de Alexandre de Moraes.
Flávio Bolsonaro deixa Equador e segue para os EUA após aliados dizerem que senador já estava no país
Senador viajou com a família em avião privado após passar pela Argentina; registros oficiais confirmaram a entrada no país vizinho na noite de terça-feira
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL) saiu da Argentina em um voo privado, fazendo escala em Guayaquil (Equador) antes de seguir para os Estados Unidos, com chegada prevista a Miami por volta das 10h40 desta quarta‑feira. A Direção Nacional de Migrações da Argentina registrou a entrada do senador, sua esposa Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro e as duas filhas na província de Misiones, às 22h50 de terça‑feira, e o embarque subsequente em aeronave da Baires Fly.
- A viagem ocorre após a Polícia Federal cancelar os passaportes brasileiro comum e diplomático de Flávio, que não os entregou no prazo estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que também proibiu o senador de deixar o país. Apesar da proibição, aliados já afirmavam que o grupo havia chegado aos EUA, e o governo americano confirmou que emitirá vistos para sua entrada.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou a Argentina em um voo privado com destino aos Estados Unidos, após uma escala em Guayaquil, no Equador, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (28). A confirmação do trajeto ocorre após aliados afirmarem que o parlamentar já estava em território americano.As informações são da CNN e Metrópoles. A Direção Nacional de Migrações da Argentina confirmou que Flávio, a esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, e as duas filhas entraram no país às 22h50 de terça-feira (27), pela Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones. Às 23h30, o grupo embarcou em uma aeronave da companhia Baires Fly, com destino declarado a Guayaquil. Segundo informações de monitoramento aéreo e da imprensa, o Equador foi uma escala antes da continuação da viagem para os Estados Unidos. O voo tinha previsão de chegada a Miami por volta das 10h40 desta quarta-feira. Na terça-feira, aliados de Flávio já haviam afirmado que ele já havia chegado aos Estados Unidos. O governo americano também confirmou que emitirá vistos para o senador e seus familiares, permitindo a entrada no país. Até as informações mais recentes, não havia confirmação oficial de que o grupo já havia desembarcado nos EUA. A viagem ocorreu após a Polícia Federal cancelar os passaportes brasileiro comum e diplomático do senador, que não entregou os documentos no prazo determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que também havia proibido Flávio de deixar o Brasil.
Flávio Bolsonaro chega aos Estados Unidos com mulher e filhas
Flávio Bolsonaro chega aos Estados Unidos com mulher e filhas
Departamento de Estado dos EUA informou que concederá vistos ao senador, que não reconheceu a vitória do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva e fugiu do País
Por: Pedro Lima
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), candidato derrotado à Presidência, chegou aos Estados Unidos nesta terça‑feira (27) acompanhado da esposa e duas filhas, após a Polícia Federal cancelar seus passaportes por descumprir ordem judicial de entrega em 24 horas. A informação foi confirmada pela CNN e por autoridades americanas, e o Departamento de Estado informou que concederá vistos ao senador e sua família.
- A medida faz parte de uma investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Flávio nega as irregularidades, classificando a ação como tentativa de intimidação, e afirma que entregará os documentos à PF. Seu mandato como senador termina em 31 de janeiro de 2027, data em que perderá o foro por prerrogativa de função.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O senador e candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou nesta terça-feira (27), aos Estados Unidos com sua mulher e duas filhas. A informação foi divulgada pela CNN e confirmada por integrantes do governo americano. Nesta terça, a Polícia Federal comunicou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que Flávio descumpriu a ordem judicial para entrega dos seus passaportes. Por isso, a PF realizou o cancelamento dos passaportes dele em seu sistema de controle. Flávio Bolsonaro foi intimado na segunda-feira (26), a entregar seus passaportes em um prazo de 24 horas. Esse prazo venceu no final da manhã desta terça-feira (27), mas ele não compareceu para cumprir a ordem. Apesar do descumprimento, não é possível considerá-lo foragido, porque não há mandado de prisão contra o senador. A decisão foi tomada no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Flávio negou irregularidades e classificou a medida como uma tentativa de intimidação. O Departamento de Estado dos EUA informou que concederá vistos a Flávio Bolsonaro e sua família. O candidato do PL não reconheceu a derrota nas urnas ao presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O mandato de Flávio como senador termina em 31 de janeiro de 2027, data em que perde o foro por prerrogativa de função. Em vídeo, ele afirmou em vídeo, nesta segunda-feira, 26, que não sairia do País e que entregaria o passaporte à PF, seguindo a intimação que recebeu na manhã daquele dia. “Eu nunca pensei em sair do País. Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar”, disse o Flávio na véspera de deixar o Brasil.
Flávio Bolsonaro deixa o Brasil rumo aos Estados Unidos, diz coluna
Flávio Bolsonaro deixa o Brasil rumo aos Estados Unidos, diz coluna
Senador não entregou os passaportes à Polícia Federal no prazo determinado por Alexandre de Moraes e estava sem responder a aliados desde a manhã desta terça-feira (27)
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos, conforme confirmaram pessoas próximas à família e a coluna Grande Angular do Metrópoles. A última mensagem enviada ao aliado Rogério Marinho às 8h afirmava que ele estava “esfriando a cabeça”, sem esclarecer se já havia embarcado.
- A viagem ocorre após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de apreender os passaportes do parlamentar, que não cumpriu o prazo de entrega à Polícia Federal. Flávio, derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições, também responde a investigação de suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz.
Foto: Charles Viera
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou o Brasil com destino aos Estados Unidos, segundo informações publicadas pela coluna Grande Angular, do Metrópoles, nesta terça-feira (27). Pessoas próximas à família confirmaram que a aeronave está em voo. Flávio estava sem dar notícias a aliados desde o início da manhã. A última mensagem foi enviada às 8h ao senador Rogério Marinho, que coordenou sua campanha presidencial. Na conversa, ele afirmou que estava “esfriando a cabeça”, mas não esclareceu se havia saído do país. Na segunda-feira (26), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a apreensão dos passaportes do parlamentar. Flávio deveria entregar os documentos à Polícia Federal nesta terça-feira, mas descumpriu o prazo. O senador foi derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25). Ele também é investigado, junto ao advogado Willer Tomaz, por suspeita de lavagem de dinheiro.
Rogério Marinho nega saída de Flávio Bolsonaro do Brasil após rumores de fuga
Rogério Marinho nega saída de Flávio Bolsonaro do Brasil após rumores de fuga
Coordenador da campanha do senador afirmou que o candidato permanece no país; boato surgiu após decisão do STF determinar a entrega de passaportes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Rogério Marinho (PL‑RN), coordenador‑geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), negou nesta terça‑feira (27) que o aliado tenha deixado o Brasil, desmentindo as informações divulgadas pelo portal argentino Infobae que afirmavam que Flávio teria cruzado a fronteira com a Argentina e embarcado para os Estados Unidos. A declaração surge após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a entrega de todos os passaportes do senador às autoridades, alimentando especulações sobre uma possível fuga.
- Com a negativa de Marinho, aliados reforçam que Flávio permanece em território nacional, enquanto o caso se desenvolve em meio à derrota do candidato na disputa presidencial e às diversas decisões judiciais que o cercam. Autoridades e a imprensa aguardam novos esclarecimentos sobre o cumprimento das medidas impostas pelo STF nos próximos dias.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto, negou nesta terça-feira (27) que o aliado tenha deixado o Brasil. A declaração foi dada após a circulação de informações apontando que o senador teria cruzado a fronteira com a Argentina e seguido para os Estados Unidos. “Não saiu”, afirmou Marinho ao ser questionado sobre o assunto. Os rumores começaram durante a madrugada, quando o portal argentino Infobae publicou uma reportagem informando que Flávio teria deixado o país por via terrestre e embarcaria em um voo privado com destino aos Estados Unidos. A publicação ocorreu poucas horas depois de vir a público uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinando que o senador entregue todos os seus passaportes às autoridades. A medida inclui documentos brasileiros e também eventuais passaportes de outras nacionalidades. A notícia repercutiu rapidamente nas redes sociais e em grupos políticos, alimentando especulações sobre uma possível tentativa de Flávio de deixar o país antes do cumprimento da ordem judicial. Com a negativa de Rogério Marinho, aliados do senador tentam afastar as suspeitas e reforçam que ele permanece em território nacional. Até o momento, não houve confirmação oficial de qualquer saída internacional por parte do parlamentar. O caso acontece em meio aos desdobramentos da derrota de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e das decisões judiciais que envolvem o senador. A expectativa é que novos esclarecimentos sobre o cumprimento das medidas determinadas pelo STF sejam divulgados nos próximos dias.
PL reconhece vitória de Lula após alterar comunicado publicado nas redes sociais
PL reconhece vitória de Lula após alterar comunicado publicado nas redes sociais
Legenda de Flávio Bolsonaro substituiu trecho que mencionava apenas “a dimensão do resultado” e passou a reconhecer a proclamação oficial do TSE
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido Liberal (PL), liderado por Valdemar Costa Neto, retirou a primeira nota nas redes sociais e divulgou uma versão revisada reconhecendo oficialmente a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais, conforme proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A mudança de texto mantém as críticas ao processo eleitoral, mas substitui a expressão “dimensão do resultado” por o reconhecimento direto do resultado, ao mesmo tempo em que destaca a necessidade de esclarecimentos dentro de um debate político equilibrado.
- A nova comunicação também ressalta o desempenho do PL nas eleições legislativas e estaduais, com a eleição de 121 deputados federais, 18 senadores, 229 deputados estaduais e distritais e seis governadores, e reafirma o compromisso do partido com a democracia, a liberdade e os valores da sigla, apesar das declarações de Flávio Bolsonaro sobre contestar o resultado e solicitar a cassação da chapa de Lula.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O Partido Liberal (PL), partido de Flávio Bolsonaro, apagou uma publicação nas redes sociais e divulgou uma nova nota na noite desta segunda-feira (26) para reconhecer oficialmente o resultado da eleição presidencial, vencida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A mudança ocorreu após a primeira versão do comunicado mencionar apenas “a dimensão do resultado presidencial”, sem reconhecer expressamente a vitória do petista. As duas versões foram assinadas pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que até então não havia reconhecido diretamente a vitória de Lula nem parabenizado o presidente reeleito. No primeiro texto, o dirigente defendia que os questionamentos sobre a votação fossem esclarecidos e criticava o aumento dos gastos públicos com benefícios sociais durante a campanha. “Reconhecemos a dimensão do resultado presidencial, mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos dentro de um debate político equilibrado e democrático. Seguiremos acompanhando os fatos e buscando respostas com responsabilidade, transparência e respeito às instituições”, dizia o comunicado original. Na versão revisada, o partido manteve as críticas, mas alterou o trecho inicial para confirmar o resultado oficial proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O texto passou a afirmar: “Reconhecemos o resultado presidencial, proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos dentro de um debate político equilibrado e democrático. Seguiremos acompanhando os fatos e buscando respostas com responsabilidade, transparência e respeito às instituições”. Questionamentos sobre a eleição - A primeira nota foi publicada um dia depois de Flávio Bolsonaro declarar que não reconheceria o resultado eleitoral. Na segunda-feira, o senador anunciou que pretende pedir ao TSE a cassação da chapa de Lula, sob a alegação de abuso de poder político e econômico. Flávio também criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender até as 19h o horário de votação em locais onde eleitores ainda aguardavam na fila. O senador argumentou que a medida alterou as condições da disputa, embora a própria campanha bolsonarista tivesse feito o mesmo pedido. Desempenho do PL nas eleições - Na nota atualizada, o partido também destacou os resultados obtidos nas eleições legislativas e estaduais. A legenda elegeu 121 deputados federais, 18 senadores, 229 deputados estaduais e distritais e seis governadores. Valdemar Costa Neto afirmou que o PL continuará atuando com independência e responsabilidade na defesa da democracia, da liberdade e dos valores defendidos pela sigla.
PF intima Flávio a entregar passaporte; senador diz que vai pedir cassação de chapa do PT
Senador derrotado na disputa presidencial criticou decisões do STF após ser intimado pela Polícia Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) declarou que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a derrota nas eleições presidenciais. A fala vem um dia depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes e ficar proibido de viajar por decisão judicial, além de enfrentar restrições de contato com o advogado investigado por lavagem de dinheiro.
- Flávio acusa o governo federal e o STF de interferências e gastos públicos que, segundo ele, desequilibraram a disputa, e anuncia que liderará a oposição do PL no Congresso. A defesa ainda pode recorrer das medidas judiciais enquanto o caso avança nas investigações do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita um dia após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais. Horas antes, o parlamentar informou ter sido intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e ficou proibido de deixar o país por decisão judicial. Flávio foi derrotado por Lula em uma disputa apertada. O petista venceu com 51,79% dos votos, o equivalente a 64,2 milhões de eleitores, enquanto o candidato do PL somou 48,21%, cerca de 59,8 milhões de votos. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador agradeceu aos apoiadores e voltou a questionar a lisura do processo eleitoral, apesar de não apresentar provas para as alegações. O parlamentar também não fez um reconhecimento direto da derrota nas urnas. “Vou pedir a cassação da chapa do Lula por todos os abusos cometidos durante a campanha”, declarou. Mudança de estratégia - A nova manifestação representa uma mudança de discurso. Na noite da eleição, Flávio havia afirmado que buscaria a anulação do pleito. Agora, o foco passou a ser um pedido de cassação da chapa vencedora. O senador acusa o governo federal de ter provocado desequilíbrio eleitoral por meio de gastos públicos realizados ao longo do ano. Segundo ele, as medidas econômicas anunciadas pela gestão petista teriam influenciado diretamente o resultado da disputa. As críticas também foram direcionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio voltou a contestar decisões da Corte e afirmou que o ambiente eleitoral foi marcado por interferências que, segundo ele, prejudicaram sua campanha. Intimação da PF - Durante o pronunciamento, o senador revelou que foi intimado pela Polícia Federal após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília. Segundo Flávio, a decisão judicial determinou a entrega dos passaportes e impôs restrições para viagens internacionais. Ele afirmou que a medida teria sido baseada em declarações atribuídas ao deputado Eduardo Bolsonaro sobre uma possível saída do país em caso de derrota eleitoral. O parlamentar negou ter defendido essa possibilidade e questionou os fundamentos da decisão. Apesar das críticas, disse que cumprirá a ordem judicial e entregará os documentos exigidos pelas autoridades. Oposição ao próximo governo - Mesmo sem reconhecer formalmente o resultado das urnas, Flávio Bolsonaro sinalizou que pretende assumir um papel de liderança na oposição ao novo mandato de Lula. O senador afirmou que irá reunir parlamentares do PL para organizar a atuação do partido no Congresso Nacional a partir do próximo ano. Segundo ele, o grupo pretende fiscalizar as ações do governo e atuar de forma coordenada contra pautas consideradas prejudiciais pela legenda. Investigação e novas restrições - A decisão judicial também proibiu Flávio de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro. Tomaz teve bens bloqueados e valores bilionários sequestrados por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida faz parte de um dos inquéritos que tramitam na Corte e que têm o senador como alvo de investigação. Além das restrições patrimoniais, o advogado também teve passaportes cancelados após decisões relacionadas às apurações conduzidas pela Polícia Federal. O que acontece agora - A defesa de Flávio Bolsonaro ainda poderá recorrer das medidas impostas pela Justiça. Enquanto isso, o senador segue sob as restrições determinadas pelo STF e prepara a ofensiva jurídica que pretende apresentar contra a chapa vencedora das eleições. Nos próximos dias, a expectativa é de que os desdobramentos do caso avancem tanto na esfera eleitoral quanto nas investigações que seguem em andamento no Supremo Tribunal Federal.
TSE e STF descartam anulação da eleição após Flávio Bolsonaro contestar resultado
Ministros citam ausência de elementos que justifiquem invalidar o pleito; Lula venceu o segundo turno com vantagem de 4,4 milhões de votos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) descartaram a possibilidade de anular o segundo turno das eleições presidenciais, apontando a diferença de cerca de 4,4 milhões de votos entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) como evidência de que não há fundamentos para contestação. Os ministros ressaltaram que não foram encontrados elementos que justifiquem a anulação, mesmo diante das controvérsias sobre a extensão do horário de votação e dos registros de votos após as 17h, que representaram apenas 0,81% da margem de vitória de Lula.
- A decisão ocorreu após uma série de pedidos de prorrogação do pleito, motivados por dificuldades de transporte de eleitores em diversas regiões, e após críticas internas sobre a interferência judicial. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, e o presidente do STF, Edson Fachin, defenderam a legitimidade dos resultados e a necessidade de respeitar a vontade popular, enquanto o senador Flávio Bolsonaro anunciou intenção de recorrer
Foto: Reprodução | Leobark Rodrigues
A possibilidade de anulação do segundo turno das eleições presidenciais é descartada por integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF). A avaliação dos ministros contraria a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL), que se recusou a reconhecer a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e anunciou que pretende recorrer à Justiça para tentar invalidar o resultado. Entre os argumentos considerados contrários à contestação está a diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos entre os candidatos. Lula foi reeleito com 64,2 milhões de votos, correspondentes a 51,79% dos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 59,8 milhões, ou 48,21%. Ministros das duas cortes também avaliam que não há elementos que sustentem a anulação do pleito. A discussão ocorre após uma série de decisões judiciais sobre a extensão do horário de votação no domingo (25), motivada por relatos de dificuldades de deslocamento de eleitores. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou, ao anunciar a vitória de Lula, que a medida não alterou a apuração dos votos. “Mesmo diante de todas essas circunstâncias, adotamos todas as providências que se fizeram necessárias e fomos absolutamente exitosos. Volto a dizer: não houve nenhuma alteração advinda da decisão judicial”, declarou. Nunes Marques também ponderou que não seria possível avaliar imediatamente todos os possíveis efeitos da decisão. “Não seria possível em poucas horas construir um juízo de certeza de que nenhum efeito colateral, especialmente no aspecto tecnológico, advindo de uma decisão judicial, viesse a impactar significativamente a apuração”, afirmou. Votos registrados após as 17h representam 0,81% da diferença - Dados do Tribunal Superior Eleitoral levantados pelo g1 indicam que 35.521 votos foram registrados depois das 17h de domingo, no horário de Brasília. O levantamento considerou informações de 497.897 seções eleitorais e utilizou os chamados logs, arquivos que registram os eventos e os horários de funcionamento das urnas eletrônicas. O total de votos contabilizados após o horário inicialmente previsto para o encerramento da votação equivale a 0,81% da vantagem obtida por Lula sobre Flávio Bolsonaro. O dado é citado no contexto dos questionamentos sobre a prorrogação do pleito. Outro ponto considerado pelos ministros é que a própria campanha do candidato do PL solicitou ao TSE a extensão da votação até as 19h em municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Flávio Bolsonaro também afirmou que fiscais de seu partido teriam sido “retirados de dentro da sala-cofre” durante a apuração. O TSE rebateu a declaração e a classificou como “falsa”, sob o argumento de que o espaço não é aberto à visitação. “Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito”, informou a Justiça Eleitoral. Decisão sobre prorrogação provocou divergências entre ministros - Apesar da avaliação de que não há motivos para anular a eleição, integrantes do TSE e do STF reconhecem, nos bastidores, problemas na condução do episódio. A decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo, foi criticada por integrantes da Justiça Eleitoral, que a consideraram uma interferência nas atribuições do TSE. Por outro lado, uma ala do STF questionou a demora de Nunes Marques para analisar as denúncias sobre dificuldades no transporte de eleitores. A sequência de decisões começou pela manhã, quando eleitores de Salvador relataram dificuldades para chegar aos locais de votação devido à redução da frota de ônibus. Às 13h15, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento do serviço e ordenou a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, que estava fora do país. Sete minutos depois, a campanha de Lula acionou o TSE para pedir a extensão da votação até as 19h em três cidades baianas. Nunes Marques informou que o pedido seria analisado. Às 15h27, a campanha de Flávio Bolsonaro solicitou a prorrogação do horário em 17 municípios de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, afetados por fortes chuvas. Dezenove minutos depois, às 15h46, o PT recorreu ao STF para ampliar a votação em três cidades da Bahia. Com novos relatos de dificuldades no transporte, o partido ampliou o pedido às 16h29 para todo o país. A solicitação foi distribuída a Cristiano Zanin quatro minutos depois. O ministro divulgou a decisão às 17h03, três minutos após o horário previsto para o encerramento da votação. Naquele momento, parte das urnas já havia sido fechada e a apuração estava em andamento. A determinação estendeu o horário até as 19h em todo o território nacional e provocou dificuldades operacionais na Justiça Eleitoral. Às 17h49, Nunes Marques orientou os tribunais regionais a manter abertas as seções que ainda estavam em funcionamento. Em conversa telefônica com Zanin, o presidente do TSE explicou que não seria tecnicamente possível reabrir urnas que já tivessem encerrado a votação e emitido seus boletins. Às 18h, Zanin publicou uma nova decisão para esclarecer que a prorrogação não se aplicava às urnas já encerradas. A votação foi concluída às 19h, e o TSE retomou a divulgação dos resultados. Após a proclamação da vitória de Lula, Nunes Marques telefonou para os dois candidatos para parabenizá-los pela participação no processo eleitoral. Fachin e presidentes do Congresso defendem respeito ao resultado - O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu o respeito à vontade dos eleitores e a estabilidade institucional após a confirmação da vitória de Lula. O ministro afirmou que eventuais divergências devem ser resolvidas dentro dos limites da Constituição, com respeito à soberania popular. No Congresso, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), também reconheceram a reeleição do petista. Os dois telefonaram para parabenizar Lula pelo resultado. “Venceu hoje a democracia. Não há o que se contestar”, declarou Alcolumbre. Motta, por sua vez, destacou a segurança e a rapidez da apuração e disse que o presidente terá a oportunidade de contribuir para a reconciliação do país. “Temos um processo eleitoral digno de todas as homenagens. Não só pela segurança, mas pela rapidez da apuração. Enquanto presidente da Câmara, quero dizer que a nossa Casa seguirá compromissada com o país”, afirmou.
Confira os números que explicam a virada histórica de Lula sobre Flávio Bolsonaro
Petista reverteu desvantagem de 2,2 milhões de votos do primeiro turno, conquistou mais de 10 milhões de votos adicionais e terminou a disputa com vantagem de 4,38 milhões
Por: Jairo Costa Jr.
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- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 ao reverter uma desvantagem de cerca de 2,2 milhões de votos no primeiro turno, alcançando 51,77 % dos votos válidos no segundo turno com 64,17 milhões de eleitores, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) ficou com 59,79 milhões (48,23 %).
- O salto de 10,3 milhões de votos de Lula foi impulsionado por 9,32 milhões de eleitores dos candidatos derrotados, um aumento de 2,83 milhões no comparecimento às urnas e a redução de 1,83 milhão de votos brancos e nulos, o que também fez a abstenção cair para 30,46 milhões (19,21 %). Esses fatores explicam a virada decisiva no segundo turno.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição presidencial de 2026 após protagonizar uma virada inédita contra Flávio Bolsonaro (PL). Depois de encerrar o primeiro turno com uma desvantagem de aproximadamente 2,2 milhões de votos, o petista reverteu o resultado e chegou ao segundo turno com cerca de 64,2 milhões de votos, contra 59,8 milhões do adversário. Com 99,9% das urnas apuradas, Lula registrava 51,77% dos votos válidos, ante 48,23% de Flávio. A diferença entre os dois candidatos era de 4,38 milhões de votos. A dimensão da vitória fica evidente na comparação entre os turnos: Lula acrescentou mais de 10,2 milhões de votos à sua votação inicial, enquanto Flávio obteve cerca de 3,68 milhões a mais. Os números ajudam a entender como o candidato petista conseguiu reverter a vantagem construída pelo adversário na primeira etapa da disputa. Veja os principais dados que explicam o resultado. De uma desvantagem de 2,2 milhões à liderança de 4,4 milhões: No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu 56.104.503 votos, correspondentes a 47,03% dos válidos. Lula ficou com 53.879.538 votos, ou 45,16%. A diferença de 2.224.965 votos representou a menor distância entre os dois candidatos mais votados em um primeiro turno presidencial desde a redemocratização. No segundo turno, o quadro se inverteu. Lula alcançou 64.168.778 votos, enquanto Flávio terminou com 59.788.685. A mudança alterou em aproximadamente 6,6 milhões de votos a diferença entre os dois concorrentes. Lula saiu de uma desvantagem de 2,22 milhões para uma vantagem de 4,38 milhões. Lula ganhou 10,3 milhões de votos; Flávio, 3,7 milhões: A votação de Lula cresceu 10.289.240 votos entre o primeiro e o segundo turnos, um aumento de 19,1% em relação ao resultado inicial. Flávio Bolsonaro, por sua vez, conquistou mais 3.684.182 votos, crescimento de 6,6%. Somados, os dois candidatos receberam aproximadamente 13,97 milhões de votos adicionais. Desse total, 73,6% foram incorporados à votação de Lula e 26,4% à de Flávio. A diferença no ritmo de crescimento foi um dos fatores determinantes para a inversão do resultado. De onde vieram os quase 14 milhões de votos adicionais? A comparação entre os turnos aponta três componentes que ajudam a explicar contabilmente o crescimento líquido da votação dos dois finalistas: 9,32 milhões de votos: total obtido pelos candidatos derrotados no primeiro turno. 2,83 milhões de eleitores: aumento do comparecimento às urnas entre os dois turnos. 1,83 milhão de votos: redução do total de votos brancos e nulos. O comparecimento passou de 125,28 milhões de eleitores no primeiro turno para 128,11 milhões no segundo. No mesmo período, os votos brancos e nulos diminuíram de 5,98 milhões para 4,15 milhões. A combinação desses movimentos ampliou o universo de votos válidos disponíveis na disputa final. É importante ressaltar, porém, que esses números explicam a variação agregada da votação, mas não permitem identificar, individualmente, em quem votaram os eleitores que mudaram de escolha ou compareceram apenas no segundo turno. Abstenção caiu e votos brancos e nulos diminuíram: O segundo turno registrou maior participação eleitoral. A abstenção recuou de 33,47 milhões de eleitores, ou 21,08%, para 30,46 milhões, equivalentes a 19,21%. A queda foi de 1,87 ponto percentual, enquanto o comparecimento aumentou em aproximadamente 2,83 milhões de pessoas. Também houve redução dos votos brancos e nulos, que passaram de cerca de 5,98 milhões para 4,15 milhões, uma diminuição de aproximadamente 1,83 milhão. Com mais eleitores comparecendo e uma parcela menor dos votos sendo destinada a brancos e nulos, aumentou o número de votos válidos em disputa entre Lula e Flávio.
Flávio Bolsonaro diz ser ‘impossível reconhecer resultado da eleição’ e que pedirá anulação
Senador, que também acionou o TSE para pedir prorrogação do horário, reclamou da decisão de Zanin e alegou quebra ‘total de isonomia’.
Por: Caio Possati
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- Em entrevista após a derrota nas eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que não reconhece a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pediu a anulação do pleito, alegando irregularidades e criticando a extensão do horário de votação decidida pelo ministro Cristiano Zanin. O candidato afirmou que a decisão judicial quebra a isonomia e que desconhece quantos votos poderia ter conquistado nos estados onde as urnas não foram abertas.
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do presidente Kassio Nunes Marques, confirmou a reeleição de Lula com 51,78% dos votos válidos contra 48,22% de Flávio Bolsonaro, ressaltando que o resultado foi oficialmente homologado. Flávio Bolsonaro prometeu acionar seu jurídico para contestar a decisão e buscar a anulação das eleições.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos. A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral. “É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições. Vou pedir a anulação”, disse o senador. O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h. A solicitação ao STF foi feito pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo. A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados. A vitória de Lula foi reconhecida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que afirmou ter ligado para ambos os candidatos, em pronunciamento na sede do TSE, em Brasília. Na fala, Nunes Marques confirmar a reeleição de Lula, com 51,78% dos votos válidos, ante 48,22% de Flávio. Críticas ao ministro Cristiano Zanin - Em discurso curto, feito ao lado de apoiadores em Brasília (DF), Flávio classificou como “sacanagem” o resultado do pleito e criticou a postura de Zanin. “O ministro da Suprema Corte, pela primeira vez na história, ex-advogado do Lula, dá uma canetada a pedido de um ex-sócio dele, que muda a regra do jogo”, disse Flávio. “No meio do jogo, às 17h01, o ministro Zanin, que não faz parte do Tribunal Superior Eleitoral, atropelando a Justiça especializada, toma uma decisão prorrogando por duas horas a eleição. Isso nunca tinha acontecido na história do Brasil.” O senador afirmou que a decisão judicial “quebra a isonomia” do pleito e alegou que nunca saberia quantos votos poderia ter “nos Estados onde as urnas não foram abertas”. “O que eu tenho que falar aqui agora é que é impossível, é impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram. Nós vamos usar o nosso jurídico, vamos pedir a anulação dessas eleições”, afirmou.
Confira o resultado da votação do segundo turno em Guanambi
Confira o resultado da votação do segundo turno em Guanambi
Apuração foi concluída neste domingo (25) após a contabilização das 192 seções eleitorais do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Eleitores de Guanambi conheceram neste domingo (25) o resultado do segundo turno da eleição municipal, com a apuração concluída nas 192 seções eleitorais da cidade. Segundo a Justiça Eleitoral, Luiz Inácio Lula foi o candidato mais votado, obtendo 35.676 votos (63,77% dos válidos), enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 20.269 votos (36,23%).
- A diferença supera 15 mil votos. Além dos votos válidos, foram registrados 579 votos em branco (1,00%) e 1.508 nulos (2,60%).
Foto: Reprodução | TSE
Os eleitores de Guanambi conheceram neste domingo (25) o resultado do segundo turno da eleição. A apuração foi concluída após a totalização dos votos registrados nas 192 seções eleitorais instaladas na cidade. De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, Lula foi o candidato mais votado no município e venceu a disputa com vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Na contagem final, Lula recebeu 35.676 votos, o equivalente a 63,77% dos votos válidos. Já Flávio Bolsonaro somou 20.269 votos, alcançando 36,23% da preferência do eleitorado guanambiense. A diferença entre os candidatos foi de mais de 15 mil votos. Além dos votos válidos, a votação registrou 579 votos em branco, o que representa 1,00% do total, e 1.508 votos nulos, correspondentes a 2,60%.
Pesquisa Veritá: Flávio tem 51,56% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,44%
Pesquisa Veritá: Flávio tem 51,56% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,44%
A diferença entre os candidatos é de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos registrados na rodada anterior
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) lidera a corrida presidencial com 51,56% dos votos válidos, segundo a pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste sábado (24). O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece com 48,44%, resultando em uma diferença de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos da rodada anterior.
- A pesquisa, que entrevistou 15.554 eleitores entre 19 e 23 de outubro por telefone, tem margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%, e foi registrada no TSE sob o número BR‑03181/2026. O Instituto Veritá foi um dos poucos que se aproximou do resultado do primeiro turno em sua última sondagem antes de 4 de outubro.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 51,56% dos votos válidos na disputa pela Presidência da República, segundo pesquisa do Instituto Veritá deste sábado (24). Já o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48,44%. A diferença entre os candidatos é de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos registrados na rodada anterior. O Instituto Veritá entrevistou 15.554 eleitores, entre 19 e 23 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O instituto foi um dos que mais se aproximou do resultado do primeiro turno na sua última pesquisa antes de 4 de outubro. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03181/2026.
Pesquisa Real Time: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos
Pesquisa Real Time: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos
Levantamento mostra empate técnico entre os dois candidatos no limite da margem de erro e indica recuo nas intenções de voto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Real Time Big Data divulgada em 23/10 indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa para o segundo turno com 52 % das intenções de voto válidas, frente a 48 % de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No modelo espontâneo, a diferença de quatro pontos percentuais coloca a corrida em empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos, enquanto nos votos totais Flávio aparece com 49 % contra 45 % de Lula.
- A sondagem, que entrevistou 2 000 eleitores entre 19 e 22 de outubro, registra rejeição de 36 % para Lula e 33 % para Flávio, com 28 % dos respondentes descartando ambos os candidatos. A pesquisa está registrada no TSE (número BR‑09670/2026) e destaca que 95 % dos entrevistados já definiram seu voto para o segundo turno.
Foto: Reprodução
Nova pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (23/10) mostra vantagem numérica do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa presidencial de segundo turno. De acordo com o levantamento, Flávio tem 52% das intenções de voto, ante 48% do petista. O cálculo considera votos válidos (quando são retirados os nulos/brancos e indecisos). No modelo espontâneo, quando os entrevistados são apresentados aos nomes dos candidatos, há uma diferença de quatro pontos percentuais (p.p.) entre Lula e Flávio Bolsonaro, o que configura empate técnico entre eles, considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O empate é no limite da margem. Já em relação aos votos totais, Flávio aparece com 49% e Lula conta com 45%. Veja os resultados: Flávio Bolsonaro (PL): 49%; Lula (PT): 45%; Nulo/Branco: 5%; Não sabe/Não quis responder: 1%. A sondagem mostra um leve aumento nas intenções de voto a favor de Flávio Bolsonaro. De acordo com pesquisa divulgada pelo mesmo instituo na última terça-feira (20/10), Flávio tinha 48% das intenções de voto e Lula 45% na pesquisa estimulada. Em relação aos votos válidos, não houve mudança dos resultados em relação ao mesmo levantamento divulgado na última terça. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09670/2026. Rejeição: A pesquisa também testou o índice de rejeição entre os dois candidatos. Para 36% dos entrevistados o voto em Lula não é opção, enquanto 33% afirmaram que não votariam em Flávio Bolsonaro. Outros 28% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos. Outros 3% não rejeitam ninguém. O levantamento também mostra que 95% dos entrevistados já têm voto para o 2º turno definido. Veja o que dizem os eleitores de cada um dos candidatos: Eleitor de Flávio Bolsonaro: Não mudaria de jeito nenhum: 94%; Dificilmente mudaria: 4%; Posso mudar para Lula: 2%; Eleitor de Lula: Não mudaria de jeito nenhum: 93%; Dificilmente mudaria: 5%; Posso mudar para Flávio: 2%.
Advogado aliado de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 130 milhões em três meses, aponta PF
Investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas; empresário nega irregularidades e questiona vazamento do caso
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em três meses na conta bancária do advogado e empresário Willer Tomaz, suscitando suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e uso de empresas de apostas esportivas para ocultar recursos. O inquérito, aprovado pela Procuradoria‑Geral da República, segue no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes e inclui investigação de supostos favorecimentos a empresas do setor, fraudes em licitação da Loterj e vínculo com o ex‑governador Cláudio Castro.
- A apuração também aponta uma possível conta conjunta entre Willer Tomaz e o senador Flávio Bolsonaro, além de evidências de uso de aeronave vinculada ao político. Ambos negam irregularidades, acusando a PF de uso indevido de investigação para fins eleitorais. O caso ganhou destaque ao ser divulgado pouco antes do debate presidencial, alimentando polêmicas sobre corrupção e influência política no Brasil.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
A Polícia Federal (PF) identificou indícios de movimentação de R$ 130 milhões em uma conta bancária vinculada ao advogado e empresário Willer Tomaz, em um intervalo de três meses. A apuração investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. De acordo com trechos do inquérito, entre março e maio do ano passado, a conta movimentou o valor, considerado pelos investigadores aparentemente incompatível com as atividades econômicas conhecidas do empresário. “A expressividade do montante, somada à curta janela temporal analisada, constitui elemento de interesse investigativo e reforça a necessidade de aprofundar a operação quanto à origem dos recursos”, afirma o relatório da PF. A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer favorável à abertura do inquérito e ao prosseguimento das apurações. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Investigação envolve empresas e apostas esportivas: Os investigadores também apontam que o conjunto empresarial relacionado a Willer apresenta uma estrutura operacional aparentemente incompatível com o volume financeiro movimentado. Para a PF, esse cenário reforça a hipótese de que as empresas possam ter sido utilizadas para dificultar a identificação da origem e do destino dos recursos, além dos beneficiários finais. A apuração inclui movimentações de até R$ 35 milhões em uma plataforma de apostas esportivas e saques em casas de apostas no exterior. A PF também investiga a atuação do advogado em possíveis casos de favorecimento a uma empresa do setor e suspeitas de fraude em uma licitação da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj). Outro ponto investigado é um pregão presencial da Loterj vencido pela empresa Pixs, além da relação do advogado com o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL). O material que deu origem à apuração foi obtido a partir de dados armazenados na nuvem de Willer Tomaz. O advogado foi alvo de busca e apreensão em agosto, durante a Operação Sem Desconto, que investiga irregularidades envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Advogado é amigo de Flávio Bolsonaro: Willer Tomaz mantém relação de proximidade com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. Segundo a investigação, o celular apreendido pela PF continha fotografias dos dois juntos, relacionadas a festas, encontros e reuniões. O advogado também é um dos proprietários da aeronave utilizada por Flávio em uma viagem em janeiro de 2025. O avião era administrado por uma empresa ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. A PF apura ainda indícios de que Flávio e Willer teriam compartilhado uma conta bancária. A suspeita surgiu a partir de uma troca de e-mails entre uma instituição financeira e o escritório de advocacia do empresário. A assessoria de Flávio negou a existência de uma conta conjunta. Willer também contestou a informação. Willer nega irregularidades: Em nota divulgada no domingo (18), o advogado afirmou que causa estranheza o vazamento de informações da investigação a poucas horas do debate presidencial. “Trata-se do uso indevido do aparato policial com o claro propósito de requentar acusações infundadas e interferir no resultado das urnas”, declarou. Willer negou movimentações financeiras irregulares relacionadas a empresas de apostas e afirmou que não houve circulação de recursos com essas companhias. “É igualmente inaceitável que a quebra do sigilo telemático sirva de instrumento para uma pescaria probatória destinada a fabricar falsos escândalos com fins político-eleitorais”, acrescentou.
Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Pesquisa Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Levantamento mostra vantagem de quatro pontos para o candidato do PL, o que representa um empate no limite da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa Real Time Big Data divulgada em 20/10 mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) liderando com 52% dos votos válidos contra 48% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno da Presidência, dentro da margem de erro de dois pontos. Na pesquisa estimulada, Flávio tem 48% e Lula 45%; na espontânea, 47% contra 44%, indicando empate técnico.
- O levantamento revela diferenças de apoio por gênero e renda: 52% dos homens preferem Flávio versus 41% para Lula, enquanto entre as mulheres Lula lidera com 49% contra 45% de Flávio. Eleitores com renda acima de cinco salários mínimos favorecem Flávio (61% vs 33% de Lula), já os de até dois salários mínimos dão 54% a Lula. As taxas de rejeição são 33% para Flávio e 35% para Lula, e 93% dos entrevistados já definiram o voto.
Foto: Reprodução
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 52% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da Presidência da República. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 48%, empatado tecnicamente no limite da margem de erro. O levantamento foi realizado entre 15 e 19 de outubro, com 2 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-02952/2026. Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. A diferença de três pontos configura empate técnico dentro da margem de erro. Veja os números: Flávio Bolsonaro (PL): 48%; Lula (PT): 45%; Brancos e nulos: 5%; Não sabem ou não responderam: 2%. Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Flávio tem 47%, enquanto Lula soma 44%. Outros 5% afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 4% não souberam responder. Flávio cresce dois pontos: Em comparação com a rodada de 1º de outubro, Flávio passou de 46% para 48% das intenções de voto na pesquisa estimulada. Lula permaneceu com 45% no mesmo período. O levantamento também mostra diferenças no perfil dos eleitores. Flávio registra 52% entre os homens, contra 41% de Lula. Entre as mulheres, o petista aparece com 49%, enquanto o senador tem 45%. A divisão também se repete por renda. Lula tem 54% entre os entrevistados que recebem até dois salários mínimos, contra 39% de Flávio. Já entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, o candidato do PL registra 61%, diante de 33% do presidente. Rejeição e definição do voto: Na avaliação de rejeição, Lula aparece com 35%, enquanto Flávio tem 33%. Outros 28% afirmam rejeitar os dois candidatos, e 4% dizem não rejeitar nenhum deles. A pesquisa aponta ainda que 93% dos entrevistados afirmam já ter definido o voto para o segundo turno, marcado para domingo (25). Entre os eleitores de Flávio, 94% dizem que não mudariam de candidato de jeito nenhum. No eleitorado de Lula, esse percentual é de 90%.
ACM Neto reforça apoio a Flávio e critica Lula em ato na Barra
ACM Neto reforça apoio a Flávio e critica Lula em ato na Barra
Ex-prefeito chamou mobilização de “Carnaval da mudança no Brasil”
Por: Marcos Flávio Nascimento e Neison Cerqueira
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- O ex‑prefeito de Salvador e líder do União Brasil na Bahia, ACM Neto, utilizou o trio elétrico do “Bloquinho do 22”, na Barra, como palco para reforçar seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e atacar o PT e o presidente Lula. Neto destacou a parceria com Flávio, lembrando uma conversa em Brasília, e definiu o evento como o “Carnaval da mudança no Brasil”, prometendo que, caso Bolsonaro vença, a Bahia receberá atenção do governo federal mesmo sob governador do PT.
- Além de criticar a passagem de Lula pelo Farol da Barra, Neto conclamou os baianos a votar em Flávio no segundo turno, enfatizando que mudar a Bahia depende de mudar o Brasil. O discurso encerrou com um canto de apoio ao candidato, reforçando a presença de apoiadores e a mensagem de orgulho nacional.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O ex-prefeito de Salvador e líder do União Brasil na Bahia, ACM Neto, discursou no trio elétrico utilizado como palanque durante o “Bloquinho do 22”, realizado neste sábado (17), na Barra. O político reforçou o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, criticou o PT e classificou a mobilização como o “Carnaval da mudança no Brasil”. Neto contou que convidou Flávio para participar do ato durante uma conversa em Brasília, na semana anterior, quando anunciou apoio à candidatura do bolsonarista. “Eu disse: ‘Flávio, a gente vai fazer lá no Farol da Barra’. Imediatamente, Flávio me disse: ‘Neto, eu tenho recordações maravilhosas de Salvador, em especial da Barra, porque eu sou um carnavalesco da vida inteira’”, relatou. Na sequência, Neto disse ter respondido ao candidato que o evento seria o “Carnaval da mudança no Brasil”. ACM Neto critica Lula - Durante o discurso, o ex-prefeito também relembrou uma passagem de Lula pelo Farol da Barra no fim do primeiro turno. Segundo Neto, o presidente teria utilizado a ocasião para atacá-lo. “Naquela noite, ele veio aqui para me agredir, para me ofender e para mentir aos baianos e aos brasileiros”, afirmou. Neto então direcionou críticas ao presidente e defendeu que a Bahia não pertence politicamente ao PT. “Lula, a resposta que eu dou às suas mentiras é hoje mostrando que a Bahia não pertence ao PT”, declarou. Em seguida, reforçou o apoio a Flávio no segundo turno. “No dia 25 de outubro, a Bahia é Flávio 22 para presidente”, disse. ACM Neto pede atenção à Bahia em eventual governo de Flávio - Em outro trecho do discurso, ACM Neto afirmou que, caso Flávio Bolsonaro seja eleito, espera que o estado receba atenção do governo federal mesmo sendo comandado por um governador do PT. “Mas eu quero, Flávio, lhe pedir que, como presidente, mesmo ele sendo do PT, você ajude a Bahia e trabalhe pelo povo baiano”, afirmou. Na sequência, voltou a relacionar a disputa nacional com o cenário político estadual. “Porque para mudar a Bahia, nós vamos primeiro mudar o Brasil”, declarou. Ao final da participação, Neto comemorou a presença de apoiadores no evento e puxou com Flávio o canto “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.
Lobista diz que Lulinha reuniu-se inúmeras vezes com ministros e quer fazer delação sem poupar Lula
Roberta Luchsinger declarou em entrevista à CNN que o filho do presidente tinha acesso a ministros do governo e teria ajudado construtora a obter contratos; o Palácio do Planalto e a defesa de Lulinha ainda não se manifestaram
Por: Levy Teles
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- A lobista Roberta Luchsinger anunciou que pretende firmar acordo de delação premiada, afirmando que não poupará ninguém, inclusive o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho Fábio Lula, também investigados por tráfico de influência. Em entrevista à CNN Brasil, ela denunciou ameaças de morte, criticou duramente Lula, chamando‑o de “mau‑caráter” e “covarde”, e detalhou supostos contatos frequentes com ministros e autoridades do Palácio do Planalto para favorecer clientes, enquanto nega envolvimento em fraudes ao INSS.
- A defesa de Lulinha ainda não se manifestou, e o governo nega qualquer vínculo contratual decorrente das visitas da lobista a órgãos federais. O caso ganhou destaque após Lula chamar Luchsinger de “pilantra” e “Vorcaro feminino”, intensificando o embate político e as investigações da Polícia Federal sobre possíveis esquemas de influência e corrupção.
Foto: Reprodução | CNN
A lobista Roberta Luchsinger quer fazer um acordo de delação premiada e disse que não irá poupar nem o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e nem o filho mais velho de Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, amigo dela. Ela também afirmou que Lulinha esteve “inúmeras vezes” com ministros. “Vou fazer uma delação premiada porque não serei eu o boi de piranha”, disse. A lobista e o filho do presidente são investigados pela Polícia Federal por tráfico de influência. O Planalto ainda não se manifestou nem a defesa de Lulinha. Chamada de pilantra por Lula em entrevistas, a lobista revidou e disse que o presidente é mau-caráter, mentiroso, senil e machista. Ela também relatou receber ameaças de morte e temer pela segurança das filhas. “(A Polícia Federal) vai poder fazer o trabalho dela investigativo e contar com minha absoluta colaboração. Eu não vou poupar ninguém. Pode ser o presidente da República, que a meu ver é um grande mau caráter, é um grande mentiroso, e eu repito, um grande covarde. Não vou poupar filho de presidente, ninguém, porque o que está em questão é a verdade”, disse Roberta à CNN Brasil. Roberta também é investigada por sua relação com Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como artífice do esquema de fraudes a benefícios previdenciários. Ela nega participação no esquema. A defesa critica vazamentos de informações sigilos e diz que só vai se manifestar nos processos. As investigações mostram que ela usava acessos ao Palácio do Planalto, como ao filho do presidente e ao ex-chefe de gabinete, para tentar emplacar negócios de seus clientes. A lobista Roberta Luchsinger fez mais de 40 visitas a órgãos do governo federal desde o início do terceiro mandato de Lula. O governo nega ter havido desdobramentos contratuais a partir de reuniões de Luchsinger. A lobista disse que decidiu dar entrevista após ser chamada de “pilantra” e equiparada a Daniel Vorcaro, do Banco Master por Lula. Ela disse que o presidente teve uma atitude “canalha, covarde, de mau-caráter”. “No momento em que o presidente da República foi ao ar para mais de 200 milhões de telespectadores falar que eu era uma pilantra por uma, duas, três vezes, eu tive que tomar a minha própria defesa. Venho tentando ser calada. Venho sofrendo o que os olhos atrás dessa câmera não veem”, disse. Lula negou conhecer Luchsinger já chamou ela de “pilantra” em entrevista ao jornal nacional e de “Vorcaro feminino”. Lula também disse que Roberta teria atribuído a ele uma suposta oferta de cargo no governo, o que negou. Em razão do silêncio de Lulinha após os ataques feitos pelo presidente, Luchsinger chamou o filho de Lula de “covarde como o pai”. Na entrevista, Luchsinger disse que Lula mentiu ao falar que Lulinha nunca esteve com algumas das principais autoridades do governo federal. “O Lula é um grande mentiroso quando fala: ‘Ela é uma pilantra, mas meu filho, não. Meu filho jamais sentou com algum ministro. O filho dele sentava semanalmente com ministros, seja para trocar figurinha, seja para trocar outro tipo de diálogo. Eu sentava com ministros para discutir pautas relativas a políticas públicas”, disse. A lobista disse que Lula sabe quem ela é e agora diz não conhecê-la. “Acho que a principal coisa que ele tem certeza é que a melhor amiga do filho dele sou eu. O filho dele vivia comigo para cima e para baixo para todo lado, como ele não vai saber?” questionou. “Ele esqueceu, talvez, acho o presidente pode estar esclerosado e não se lembra, isso é normal. Ele está com 80 anos pode estar com alguma senilidade e não lembra. Ele não lembrava nem do Bolsa Família. Ele nunca sabe de nada do entorno dele.”
Flávio comenta Datafolha e diz que está "muito mais na frente" de Lula
Flávio comenta Datafolha e diz que está "muito mais na frente" de Lula
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (15/10) mostra empate técnico entre Flávio e Lula, com 51% e 49% dos votos válidos, respectivamente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em transmissão ao vivo nas redes sociais nesta quinta‑feira (15/10), que a vantagem mostrada pela pesquisa Datafolha sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é ainda maior que a divulgada. Segundo o senador, a liderança indicada pelo levantamento – 51% dos votos válidos contra 49% de Lula – subestima o apoio real ao seu candidato, que ele descreve como “muito mais na frente”.
- A pesquisa também aponta, ao considerar votos brancos, nulos e indecisos, um placar de 47% a 45% a favor de Flávio Bolsonaro. O discurso reforça a estratégia de campanha ao criticar as “promessas vazias e mentirosas” de Lula, buscando mobilizar eleitores antes da disputa presidencial.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) comentou, nesta quinta-feira (15/10), durante transmissão ao vivo nas redes sociais, o resultado da nova rodada da pesquisa Datafolha. O senador afirmou que a vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é maior que a apontada no levantamento. “Se a gente está na frente no Datafolha, pode ter certeza que é muito mais na frente mesmo, com as promessas vazias e mentirosas que Lula está fazendo”, declarou Flávio. Conforme a pesquisa, Flávio tem 51% dos votos válidos contra 49% de Lula. Nos votos totais, incluindo brancos, nulos e indecisos, o placar é de 47% a 45%. A transmissão de Flávio foi feita ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP).
Senado aprova PEC que prevê fim da escala 6x1 em dois turnos
Senado aprova PEC que prevê fim da escala 6x1 em dois turnos
Proposta foi aprovada em dois turnos, com 75 votos favoráveis no primeiro; texto prevê redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado aprovou, em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que elimina a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas sem diminuição salarial. A medida recebeu 75 votos favoráveis no primeiro turno, com apenas o senador Hamilton Mourão votando contra, e foi acelerada por um calendário especial solicitado pela líder do governo, Teresa Leitão, com apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
- A PEC, relatada por Omar Aziz, também prevê duas folgas semanais obrigatórias, preferencialmente aos domingos, e inclui discussões sobre setores específicos como aviação e plataformas digitais. O debate ocorreu em meio à disputa eleitoral entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, que acabou apoiando o fim da escala 6x1, e o PL encaminhou voto favorável. O líder do PL no Senado, Carlos Portinho, defendeu medidas de desoneração da folha para mitigar impactos aos empregadores. A proposta ainda segue para as etapas finais de tramitação antes de entrar em vigor.
Foto: Reprodução
O Senado aprovou nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 e a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial. No primeiro turno, o texto recebeu 75 votos favoráveis, enquanto apenas o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra. Para aprovar uma PEC, são necessários pelo menos 49 votos em cada turno. A votação foi acelerada por meio de um calendário especial, aprovado pela maioria dos senadores, a pedido da líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), com apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Pelas regras tradicionais, os dois turnos deveriam respeitar um intervalo de cinco dias úteis, o que impediria a conclusão antes do segundo turno das eleições. A proposta estabelece duas folgas semanais obrigatórias, preferencialmente uma aos domingos, e prevê uma transição para a redução da jornada. O relator, Omar Aziz (PSD-AM), rejeitou as emendas apresentadas e manteve o texto aprovado pela Câmara. Durante a discussão, senadores também defenderam a regulamentação de atividades com jornadas específicas, como os setores aéreo e de plataformas digitais. A votação ocorreu em meio à disputa eleitoral entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Inicialmente contrário à forma como o governo conduzia a discussão, Flávio declarou apoio ao fim da escala 6x1 na terça-feira (13). O PL também encaminhou voto favorável à PEC. O líder do partido no Senado, Carlos Portinho (RJ), defendeu medidas para reduzir possíveis impactos sobre os empregadores, como a desoneração da folha de pagamento. A proposta ainda precisa cumprir as etapas restantes de tramitação antes de entrar em vigor.
Eduardo Bolsonaro diz que não voltará ao Brasil após condenação
Eduardo Bolsonaro diz que não voltará ao Brasil após condenação
Ex-deputado afirmou que permanecerá nos Estados Unidos após condenação a quatro anos e dois meses de prisão; durante evento em Washington, Javier Milei também atacou Lula e declarou apoio a Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑deputado federal Eduardo Bolsonaro, condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação nos EUA, declarou em Washington que não pretende voltar ao Brasil e que a saída do ministro Alexandre de Moraes do STF é essencial para um eventual governo de seu irmão, Flávio Bolsonaro. A fala foi feita durante um jantar de celebração à cultura hispânica, com a presença do presidente argentino Javier Milei, que também criticou o presidente Lula e apoiou a candidatura de Flávio.
- Eduardo ressaltou que a remoção de Moraes facilitaria a consolidação de uma aliança de direita na América Latina, citando a possibilidade de ampliar a cooperação regional caso Flávio vença a disputa presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva. Ele ainda negou ter pedido apoio ao ex‑presidente dos EUA, Donald Trump, e enfatizou que as pesquisas eleitorais são apenas um indicativo, não uma certeza.
Foto: Reprodução
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (14), em Washington, que não pretende voltar ao Brasil após ser condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação e voltou a defender a saída do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Eu não vou puxar uma cadeia sendo inocente, não”, declarou a jornalistas durante um jantar em celebração à cultura hispânica nos Estados Unidos, que contou com a presença do presidente argentino, Javier Milei. Na semana passada, Moraes determinou o cumprimento da pena e o cancelamento dos passaportes de Eduardo, condenado por atos praticados nos Estados Unidos para intimidar o Judiciário brasileiro e tentar impedir a análise da trama golpista. Durante o evento, o ex-deputado afirmou que a saída de Moraes do STF seria necessária para um eventual governo de seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para o dia 25. “Primeiro a gente vai ter que expurgar esse câncer chamado Alexandre de Moraes da Suprema Corte”, disse. Eduardo também declarou confiança na candidatura do irmão, mas reconheceu que a disputa eleitoral não está decidida. Segundo ele, as pesquisas “podem dar um norte, mas não são tudo”. O ex-deputado afirmou ainda que pretende conversar com Milei sobre a relação entre Brasil e Argentina caso Flávio vença a eleição. O presidente argentino, por sua vez, atacou Lula durante o evento e o chamou de “ditador comunista”, além de manifestar apoio à candidatura de Flávio e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Eduardo. Os discursos ocorreram em meio à discussão sobre a relação entre setores da direita e o STF e à possibilidade de parlamentares defenderem processos de impeachment contra ministros da Corte. Eduardo também negou ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que declarasse apoio à candidatura de Flávio. Ele defendeu uma aproximação entre governos de direita da América Latina e os Estados Unidos e afirmou que uma eventual vitória do irmão poderia ampliar a cooperação regional.
Flávio Bolsonaro recua e diz que vai ao debate Band
Flávio Bolsonaro recua e diz que vai ao debate Band
Senador havia anunciado que não participaria do encontro de domingo (18) e disse que aguardava a confirmação do petista para anunciar sua decisão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) reverteu sua decisão e confirmou presença no debate promovido pela TV Band, marcado para o próximo domingo (18). O senador anunciou a mudança em vídeo nas redes sociais, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmar participação, destacando que aguardava a manifestação do petista antes de se posicionar.
- No discurso, Bolsonaro prometeu confrontar Lula ao vivo, dizendo que vai “esfregar a verdade” na cara do adversário, e ainda deixou em aberto a possibilidade de comparecer ao debate da TV Globo, previsto para 23 de outubro, dois dias antes das eleições.
Foto: Reprodução | Charles Vieira
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou atrás e confirmou presença no debate promovido pela TV Band no próximo domingo (18). O senador anunciou a decisão em um vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (14), após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmar participação no encontro. Flávio afirmou que esperava uma manifestação do petista antes de anunciar sua presença. “Lula, como você é previsível. Bastou falar que eu não ia no debate da Band para você no segundo seguinte falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, disse. Na sequência, o senador provocou o adversário e afirmou que pretende confrontá-lo durante o programa. “Eu vou estar lá para esfregar as verdades na sua cara, o que já queria ter feito no primeiro turno e você fugiu. Toda essa campanha de medo e mentira que você está divulgando, enganando pessoas inocentes. Eu vou esfregar a verdade na sua cara, eu vou te desmascarar ao vivo para milhões de brasileiros. Te espero no debate da Band”, declarou. Na terça-feira (13), Flávio havia afirmado que não participaria do debate da Band. O senador também deixou em aberto a possibilidade de comparecer ao encontro promovido pela TV Globo, marcado para 23 de outubro, dois dias antes das eleições.
Senado vota PEC do fim da escala 6x1 nesta quarta-feira
Senado vota PEC do fim da escala 6x1 nesta quarta-feira
Proposta reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem corte salarial; votação em dois turnos depende de aprovação de requerimento.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Senado inicia nesta quarta‑feira (14) a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, reduzindo a jornada semanal de 44 para 40 horas e estabelecendo duas folgas obrigatórias, uma preferencialmente aos domingos, sem diminuição salarial. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT‑PE), já reuniu 54 assinaturas para antecipar a segunda votação, que normalmente só ocorreria após cinco dias úteis e três sessões de discussão.
- A PEC precisa de 49 votos favoráveis em cada turno para ser aprovada. Enquanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), indica que o requerimento será votado, a oposição busca adiar a tramitação até após o segundo turno das eleições de 25 de outubro. O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) já declarou apoio, defendendo compensação às empresas pelos custos da mudança. Caso aprovada com alterações, a proposta pode retornar à Câmara dos Deputados para nova análise.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
O Senado começa a votar nesta quarta-feira (14) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, com redução da jornada semanal de trabalho. Os senadores ainda discutem a possibilidade de realizar os dois turnos de votação na mesma sessão. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), reuniu 54 assinaturas para apresentar um requerimento que permite antecipar a segunda votação. Pelo regimento, a análise em segundo turno deve ocorrer após cinco dias úteis e três sessões de discussão. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que o requerimento poderá ser votado. A PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis, dos 81 senadores, em cada turno. A oposição tenta adiar a conclusão da tramitação para depois do segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, declarou apoio à proposta. “A maioria dos trabalhadores brasileiros querem o fim da 6x1, então vou votar a favor”, afirmou. Ele também defendeu que o governo compense empresas pelos custos decorrentes da mudança. O texto prevê a redução da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, com duas folgas obrigatórias, uma delas preferencialmente aos domingos, sem redução salarial. A implantação seria gradual: primeiro, a jornada cairia para 42 horas, 60 dias após a promulgação; depois, passaria a 40 horas, 12 meses mais tarde. Caso seja aprovada com alterações no Senado, a proposta poderá precisar retornar à Câmara dos Deputados.
Irmão de ACM declara apoio à reeleição de Lula
Irmão de ACM declara apoio à reeleição de Lula
Eduardo Jorge Mendes de Magalhães escreveu “Firme com o 13!” no Facebook; ACM Neto declarou apoio a Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O desembargador aposentado do Tribunal de Justiça da Bahia, Eduardo Jorge Mendes de Magalhães, manifestou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgando uma pesquisa do instituto Nexus que mostra Lula empatado com Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado no segundo turno. A declaração contrasta com a posição de seu sobrinho, ACM Neto, que apoia Flávio Bolsonaro e ressalta a necessidade de "libertar o Brasil antes de libertar a Bahia".
Foto: Reprodução
O desembargador aposentado do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) Eduardo Jorge Mendes de Magalhães declarou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Irmão do ex-governador e ex-senador Antônio Carlos Magalhães, ele publicou mensagens favoráveis ao petista no Facebook. Em uma publicação do jornal Correio, pertencente à família Magalhães, Eduardo comentou “Firme com o 13!”. A postagem divulgava uma pesquisa do instituto Nexus sobre cenários de segundo turno, com Lula empatado com Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema e Ronaldo Caiado. A manifestação contrasta com a posição de Antônio Carlos Magalhães Neto, o ACM Neto (União Brasil), que declarou apoio a Flávio Bolsonaro após o primeiro turno. Ex-prefeito de Salvador e derrotado na disputa pelo governo baiano contra Jerônimo Rodrigues (PT), Neto afirmou ser necessário “libertar o Brasil antes de libertar a Bahia”.
BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 48% das intenções de voto contra 45% de Lula, em cenário de 2º turno
No levantamento anterior, antes do primeiro turno, senador tinha 44% das intenções de voto enquanto presidente registrou 46%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O levantamento BTG/Nexus divulgado em 13 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) tem 48% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%. Com margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados, e os votos em branco, nulos e indecisos somam 5% dos entrevistados.
- A pesquisa, que entrevistou 2.002 eleitores entre 9 e 12 de outubro, mostra ainda que, considerando apenas os votos válidos, Flávio lidera com 52% contra 48% de Lula, superando os resultados oficiais do primeiro turno (Flávio 47,03% e Lula 45,16%).
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registrou 48% das intenções de voto contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de acordo com levantamento BTG/Nexus divulgado nesta terça-feira (13). Os votos em branco, nulos e em nenhum dos dois candidatos ao Planalto somaram 5% dos entrevistados no cenário estimulado. Os que não responderam somaram 2%. Considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais - para mais ou para menos - os dois candidatos estão empatados tecnicamente. No levantamento anterior, feito antes do primeiro turno, Flávio Bolsonaro aparecia com 44% das intenções de voto, contra 46% de Lula, também em empate técnico. A pesquisa entrevistou 2.002 eleitores entre os dias 9 e 12 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, e o intervalo de confiança, de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07997/2026. No resultado oficial do primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%. Considerados apenas os votos válidos, o resultado da nova pesquisa BTG/Nexus aponta Flávio como 52% e Lula, 48%.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula
Pesquisa também mostrou que o chefe do Executivo é mais rejeitado pelo eleitorado do que o senador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Gerp divulgada em 13 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a corrida presidencial com 55% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%, definindo o cenário para o segundo turno marcado para 25 de outubro. O levantamento mostra um aumento de dois pontos percentuais para Flávio em relação à pesquisa anterior de 3 de outubro, quando ele tinha 52%, e uma queda de três pontos para Lula, que antes alcançava 48%.
- A pesquisa também revela que 53% dos eleitores rejeitam Lula, contra 42% que rejeitam Flávio, com 1% dos entrevistados indicando que não votariam em nenhum dos candidatos. O estudo, realizado por telefone com 2.400 pessoas entre 8 e 9 e em 12 de outubro, tem margem de erro de dois pontos percentuais e taxa de confiança de 95,55%, estando registrado no TSE sob o número BR-07877/2026.
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Pesquisa Gerp divulgada nesta terça-feira (13) mostrou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 55% dos votos válidos na disputa ao Palácio do Planalto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45%. O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Ante a rodada anterior, divulgada em 3 de outubro, Flávio oscilou em dois pontos percentuais para mais. Antes, o senador tinha 52%. Lula registrou retração de três pontos percentuais na intenção de votos. Na última rodada, o petista somava 48%. Segundo o levantamento, 94% dos entrevistados afirmaram que a escolha está “totalmente definida”. Outros 5% disseram que ainda podem mudar a opção de candidato à Presidência. Rejeição - A pesquisa mostrou também que Lula é mais rejeitado pelo eleitorado do que Flávio. Dos entrevistados, 53% disseram que “não votariam de jeito nenhum” no chefe do Executivo. Segundo o levantamento, Flávio é rejeitado por 42% do eleitorado. São 1% os que responderam não votar em nenhum dos candidatos. Também corresponde a 1% o eleitorado que afirmou votar em qualquer um. Outros 3% disseram não saber. De 8 a 9 e em 12 de outubro, Gerp entrevistou 2.400 pessoas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com taxa de confiança de 95,55%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-07877/2026.























