Jaques Wagner anuncia processo contra revista Veja por reportagem que associa PT ao Master
Parlamentar afirmou que não existe investigação que o relacione a irregularidades e acusou a divulgação de informações sem comprovação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou que irá processar a revista Veja em resposta a uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. Durante discurso no Senado Federal e em suas redes sociais, Wagner classificou a matéria como irresponsável e negou veementemente qualquer investigação da Polícia Federal envolvendo seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa.
- O parlamentar também criticou a divulgação indevida de informações de uma suposta delação envolvendo Vorcaro, afirmando que o conteúdo não é público e serve para especulações, comparando a situação aos vazamentos da Operação Lava Jato. Wagner classificou o episódio como parte de uma "guerra de narrativas", denunciando a propagação de acusações sem comprovação e apelando pelo fim da leviandade na imprensa e nas instituições. Até o momento, a revista não se manifestou publicamente sobre as declarações do senador.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta terça-feira (16) que irá processar a revista Veja após a publicação de uma reportagem que aponta supostas relações entre integrantes do PT da Bahia e o empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. A reação ocorreu durante um discurso no Senado Federal e também foi compartilhada pelo parlamentar nas redes sociais. Wagner classificou a matéria como irresponsável e afirmou que não há qualquer investigação da Polícia Federal que envolva seu nome ou o do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa. Antecipar que meu advogado já está preparando a peça para processar a revista", declarou. O senador também criticou o que chamou de divulgação indevida de informações relacionadas a uma suposta delação envolvendo Daniel Vorcaro. Segundo ele, o conteúdo divulgado não foi tornado público oficialmente e estaria sendo utilizado para alimentar especulações. "Nós estamos entre o absurdo e o super absurdo. O absurdo é de uma delação que ninguém sabe o que tem dentro dela, a não ser aqueles que inquiriram o senhor Daniel Vorcaro e que levianamente e ilegalmente vazam a matéria, como vazaram no tempo da Lava Jato", afirmou. Durante o pronunciamento, Wagner disse ainda que o episódio faz parte de uma disputa de versões no ambiente político e criticou a propagação de acusações sem comprovação. Segundo o petista, trata-se de uma "guerra de narrativas". "O instituto da leviandade ou nas instituições ou na imprensa ou nas redes brasileiras precisa ter um ponto final", declarou. Até o momento, a revista não havia se manifestado publicamente sobre as declarações do senador ou sobre a anunciada ação judicial. O caso deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.
STF condena Eduardo Bolsonaro a mais de 4 anos de prisão
STF condena Eduardo Bolsonaro a mais de 4 anos de prisão
Ex-deputado recebeu pena de quatro anos e dois meses por coação no curso do processo; decisão o torna inelegível e ainda cabe recurso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade, nesta terça-feira (16), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto pelo crime de coação no curso do processo. Com a decisão, Eduardo Bolsonaro é enquadrado na Lei da Ficha Limpa, tornando-o inelegível por até oito anos, e também enfrenta multa e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.
- A condenação se baseou na atuação do ex-parlamentar nos Estados Unidos, onde ele teria pressionado autoridades brasileiras para interferir no julgamento da trama golpista envolvendo Jair Bolsonaro. O ministro relator Alexandre de Moraes afirmou que as ações do ex-deputado ultrapassaram os limites da atividade política e tiveram o objetivo de intimidar o Judiciário, declaração acompanhada pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Eduardo Bolsonaro, por sua vez, contestou a decisão, alegando motivação política e nulidade do processo.
Foto: Reprodução
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade, nesta terça-feira (16), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a quatro anos e dois meses de prisão em regime inicial semiaberto pelo crime de coação no curso do processo. Segundo a decisão, Eduardo atuou nos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras e tentar interferir no julgamento da trama golpista que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Com a condenação, o ex-parlamentar passa a ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e fica impedido de disputar eleições por até oito anos. A pena também prevê o pagamento de multa e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal, do qual estava afastado. Ainda cabem recursos. Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que "não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país". Para ele, as ações atribuídas a Eduardo Bolsonaro ultrapassaram os limites da atividade política e tiveram como objetivo intimidar o Poder Judiciário. Durante o julgamento, Moraes declarou que a atuação do ex-deputado "prejudicou todo o país e não amedrontou essa corte como jamais amedrontaria o Supremo Tribunal Federal". A acusação sustentou que Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo buscaram apoio de integrantes do governo dos Estados Unidos para pressionar ministros do STF por meio de sanções e medidas diplomáticas. Em nota divulgada após a decisão, Eduardo Bolsonaro contestou o processo e afirmou que o julgamento teve motivação política. "Qualquer sentença sem respeito ao devido processo legal é nula", declarou. Segundo ele, o objetivo da condenação seria "tirar meu nome das eleições". Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia acompanharam integralmente o voto do relator. Dino afirmou que os ataques ao Judiciário brasileiro ocorrem hoje em uma intensidade "incomparável" em relação a outros países.
Apex/Futura: Lula lidera segundo turno contra Flávio Bolsonaro com 48%
Apex/Futura: Lula lidera segundo turno contra Flávio Bolsonaro com 48%
Levantamento aponta vantagem de 5,2 pontos do presidente sobre o senador do PL; avaliação positiva do governo também registrou alta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 48,1% das intenções de voto. Em um cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41,6% das intenções de voto, seguido de Flávio Bolsonaro com 34,1%. A pesquisa também registrou melhora nos índices de avaliação do governo federal, com 39,8% dos entrevistados considerando a gestão Lula ótima ou boa.nnAlém disso, a pesquisa apontou uma leve melhora na percepção da população sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. A aprovação do STF passou de 33,9% para 38,3%, enquanto a desaprovação recuou de 54,3% para 51,1%. No caso do Congresso, a aprovação subiu de 26,1% para 29,8%.nnEsses resultados sugerem possíveis mudanças nas percepções da população em relação aos principais órgãos do Estado.nnAs principais lideranças de acordo com as intenções de voto para o primeiro turno mostraram: Ronaldo Caiado (PSD) com 4,
Foto: Reprodução
Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira (16) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o levantamento, Lula aparece com 48,1% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 42,9%. Ambos oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais. O estudo foi realizado entre os dias 8 e 12 de junho com 2 mil entrevistados. Cenário de primeiro turno - Na simulação para o primeiro turno, Lula lidera com 41,6% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 34,1%. Na sequência estão Ronaldo Caiado (PSD), com 4,5%; Romeu Zema (Novo), com 3,5%; Renan Santos (Missão), com 2,3%; Joaquim Barbosa (DC), com 2,1%; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 1,1%; e Augusto Cury (Avante), com 0,9%. Avaliação do governo - A pesquisa também registrou melhora nos índices de avaliação do governo federal. Os entrevistados que consideram a gestão Lula ótima ou boa somam 39,8%, ante 37,5% no levantamento anterior, realizado em maio. Já a parcela que avalia o governo como ruim ou péssimo caiu de 45,7% para 41,4%. O levantamento apontou ainda uma leve melhora na percepção da população sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. A aprovação do STF passou de 33,9% para 38,3%, enquanto a desaprovação recuou de 54,3% para 51,1%. No caso do Congresso, a aprovação subiu de 26,1% para 29,8%. Já a reprovação caiu de 60,1% para 58,8%.
Flávio Bolsonaro elogia Bolsa Família e promete ampliar programa
Flávio Bolsonaro elogia Bolsa Família e promete ampliar programa
Senador afirmou que benefício traz segurança para famílias de baixa renda, defendeu a isenção do Imposto de Renda e prometeu mudanças na relação com a imprensa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elogiou o Bolsa Família e afirmou que pretende manter e aperfeiçoar o programa social em um eventual governo. Ele destacou a importância de compreender o impacto do benefício nas famílias que se beneficiam dele, lembrando que muitos temem perder a ajuda ao entrar no mercado formal de trabalho. Além disso, ele defendeu a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais e afirmou que sua equipe de campanha contará com a experiência da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques.
- O senador também anunciou que pretende adotar uma postura diferente da observada no governo de seu pai em relação à imprensa, afirmando que isso é um aprendizado de uma coisa que ele acha que foi feita errada.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elogiou o Bolsa Família e afirmou que pretende manter e aperfeiçoar o programa social em um eventual governo. A declaração foi dada nesta segunda-feira (15), durante debate promovido pela revista Veja, em São Paulo. Segundo o parlamentar, há preconceito contra os beneficiários do programa e é preciso compreender a importância que o auxílio representa para famílias que já enfrentaram a fome. "A gente tem que entender que tem uma memória afetiva, até. O Bolsa Família é estabilidade para quem já passou fome", afirmou. Flávio disse que muitos beneficiários temem perder a ajuda ao ingressar no mercado formal de trabalho. "A pessoa pensa o seguinte: 'olha, se eu arrumar um trabalho de carteira assinada e eu perder o Bolsa Família, e se eu perder o meu trabalho, como é que eu vou ficar?'" Para o senador, o benefício deve ser preservado e servir como incentivo para a formalização. "Nós vamos potencializar essa garantia para estimular que as pessoas possam ter um emprego formal", declarou. Durante o evento, Flávio também defendeu a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais. Apesar de apoiar a medida, criticou a forma como ela vem sendo conduzida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A única diferença é que, com Bolsonaro, certamente você teria uma compensação de abrir mão dessa receita quando você elevar o patamar da isenção do imposto", disse. O senador confirmou ainda a participação de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo Bolsonaro, em sua equipe de campanha. Segundo ele, ela contribuirá principalmente nas áreas econômica e de mobilidade social. Flávio também afirmou que pretende adotar uma postura diferente da observada no governo de seu pai em relação à imprensa. "Isso, obviamente, tem que ser mudado radicalmente. É um aprendizado de uma coisa que eu acho que foi feita errada", declarou. Questionado sobre o escândalo envolvendo o Banco Master, o senador afirmou que sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro ocorreu exclusivamente em torno do financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Ministro do Supremo negou pedido da Defensoria Pública da União e manteve para terça-feira (16) a análise da acusação de coação no curso do processo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. Com a decisão, o caso de coação no curso do processo permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16), assegurando que o processo contra o parlamentar siga o cronograma inicial.
- Eduardo Bolsonaro é acusado de articular sanções contra autoridades para influenciar o julgamento de Jair Bolsonaro em ações de suposta tentativa de golpe. A DPU também pedia a convocação de um quinto ministro para a Primeira Turma, mas Moraes refutou a tese de prejuízo à defesa, argumentando que o regimento prevê a prevalência da decisão mais favorável ao réu em caso de empate, e que não há violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Com a decisão, o caso permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16). Eduardo Bolsonaro é acusado de coação no curso do processo. Segundo a acusação, ele teria articulado medidas e sanções contra autoridades brasileiras com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em ações relacionadas à suposta tentativa de golpe de Estado. Além do adiamento, a DPU também solicitou a convocação de um ministro para completar a composição da Primeira Turma, que atualmente conta com quatro integrantes. O colegiado é formado por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. A defesa argumentou que a ausência de um quinto ministro poderia comprometer o julgamento. A vaga permanece aberta após mudanças na composição do Supremo ocorridas nos últimos meses. Ao analisar o pedido, Moraes afirmou que não há prejuízo para a defesa pelo fato de a turma estar atuando com quatro ministros. Segundo ele, o regimento prevê que, em caso de empate, a decisão mais favorável ao réu deve prevalecer. Na decisão, o ministro também afastou a tese de que haveria violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade. Com isso, o julgamento segue mantido na data prevista. A análise do caso ocorrerá na Primeira Turma do STF, responsável por decidir sobre o andamento da acusação apresentada contra o ex-deputado federal.
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
PT lança campanha ‘Lula joga pelo Brasil’ durante a Copa do Mundo
PT lança campanha ‘Lula joga pelo Brasil’ durante a Copa do Mundo
Peça publicitária mistura futebol e política para reforçar discurso de defesa da soberania nacional.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido dos Trabalhadores lançou a campanha 'Lula joga pelo Brasil', aproveitando a Copa do Mundo para associar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à defesa da soberania nacional. A peça publicitária mistura imagens ligadas ao futebol com mensagens políticas.
- A campanha destaca ações e programas defendidos pelo governo federal, como o Desenrola, o Gás do Povo, o Agora Tem Especialistas e a proposta de fim da escala de trabalho 6x1. A estratégia começa a ser compartilhada por lideranças governistas nas redes sociais, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o ministro Guilherme Boulos.
Foto: Ricardo Stuckert | PT
O Partido dos Trabalhadores lançou nesta quinta-feira (11) a campanha "Lula joga pelo Brasil", aproveitando a abertura da Copa do Mundo para associar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à defesa da soberania nacional diante das ameaças de novas tarifas comerciais anunciadas pelo governo dos Estados Unidos. A peça publicitária mistura imagens ligadas ao futebol com mensagens políticas. Em um dos trechos, a música da campanha afirma: "A torcida grita 'Lula é meu jogador'", enquanto exibe cenas de jovens jogando bola e torcedores vestindo as cores da seleção brasileira. O vídeo também faz referências ao sistema Pix, que foi citado por autoridades norte-americanas durante discussões comerciais envolvendo o Brasil. Em outra cena, uma das estrelas da camisa da seleção aparece substituída pela tradicional estrela vermelha do PT. Além do tema da soberania nacional, a campanha destaca ações e programas defendidos pelo governo federal, como o Desenrola, o Gás do Povo, o Agora Tem Especialistas e a proposta de fim da escala de trabalho 6x1. A estratégia começou a ser compartilhada por lideranças governistas nas redes sociais. Entre os nomes que divulgaram o material estão o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o ministro Guilherme Boulos e o vice-líder do governo no Congresso, Lindbergh Farias. A campanha integra a estratégia de comunicação do partido para ampliar a defesa das pautas do governo e fortalecer a presença do presidente no debate público em meio ao cenário político e econômico nacional.
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Levantamento da Genial/Quaest mostra que a maioria dos entrevistados desaprova pedido de financiamento para o filme "Dark Horse" e considera suspeita a relação com Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (10) revela que 65% dos brasileiros consideram que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) errou ao solicitar recursos para financiar o filme 'Dark Horse', inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa também apontou que 60% dos entrevistados consideram suspeita a relação entre Flávio e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Foto: Reprodução | CNN
A maioria dos brasileiros avalia de forma negativa a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no episódio envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. É o que aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados afirmaram que Flávio Bolsonaro errou ao solicitar recursos para financiar o filme "Dark Horse", produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 17% consideraram que o senador agiu corretamente, enquanto os demais não souberam responder ou não opinaram. A pesquisa também mediu a percepção da população sobre as conversas entre Flávio e Vorcaro. Para 60% dos entrevistados, a relação entre os dois é considerada suspeita. Já 19% disseram enxergar a situação como normal, enquanto 21% não responderam ou afirmaram não ter opinião formada. Outro dado apontado pelo levantamento mostra que 58% acreditam que o senador pode estar omitindo informações ou eventual envolvimento em irregularidades relacionadas ao caso. Em contrapartida, 27% afirmaram não acreditar na existência de qualquer ilegalidade por parte do parlamentar. Os resultados indicam que a percepção negativa sobre o episódio ultrapassa diferentes grupos políticos. A avaliação crítica aparece entre eleitores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre independentes e também entre setores da direita que não se identificam diretamente com o bolsonarismo. A pesquisa ainda aponta que 62% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro tinha conhecimento prévio de suspeitas envolvendo Daniel Vorcaro quando buscou apoio financeiro para o projeto audiovisual. Outros 26% entendem que o senador não tinha conhecimento de eventuais problemas relacionados ao empresário. O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de confiança informada pelo instituto é de 95%.
Flávio Bolsonaro perde 4 pontos após caso Vorcaro e viagem aos EUA, aponta Quaest
Primeiro levantamento após divulgação dos diálogos com o banqueiro e encontro com Trump mostra senador atrás de Lula
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro perdeu espaço em um eventual segundo turno contra presidente Lula, segundo pesquisa Quaest. Ele caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% desde abril.
- A pesquisa foi divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos para financiar um filme e após sua viagem a Washington para se reunir com Donald Trump, além de medidas anunciadas pelo governo americano que criticou o presidente Lula.
Foto: Reprodução | CNN
O senador Flávio Bolsonaro perdeu quatro pontos percentuais em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde abril, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Flávio caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% no mesmo período. Esta é a primeira pesquisa divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento também ocorre após a viagem do senador a Washington para se reunir com Donald Trump. A pesquisa foi realizada ainda depois de o governo americano anunciar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. As medidas foram criticadas pelo presidente Lula. Em maio, Lula e Flávio apareciam em empate técnico, com 42% e 41%, respectivamente. No levantamento atual, o petista abriu vantagem de seis pontos percentuais no cenário de segundo turno.
Em vídeo, prefeito de LEM reafirma apoio a Flávio Bolsonaro na Bahia
Em vídeo, prefeito de LEM reafirma apoio a Flávio Bolsonaro na Bahia
Gestor de Luís Eduardo Magalhães convidou a população para recepcionar o senador durante visita à Bahia Farm Show.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O prefeito de Júnior Marabá reafirmou apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República, vendo na gestão uma oportunidade de mudança e surgimento de novas lideranças no cenário nacional.
- A mobilização para a recepção do senador contou com a participação de familiares e outros políticos, incluindo a pré-candidata a deputada estadual Cinthya Marabá.
Foto: redes sociais
O prefeito de Júnior Marabá reafirmou nesta terça-feira (9) seu apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor convidou a população para acompanhar a visita do parlamentar à Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Na gravação, Marabá destacou que vê no senador uma alternativa de renovação política para o país. Segundo ele, a candidatura representa uma oportunidade de mudança e de surgimento de novas lideranças no cenário nacional. “Hoje vamos receber o próximo presidente da República, Flávio Bolsonaro. Aguardamos vocês no parque da Bahia Farm Show, às 15h”, afirmou o prefeito. Em seguida, ele reforçou que seu apoio vai além de questões ideológicas e está relacionado à busca por novas opções para o comando do país. A mobilização para a recepção do senador também contou com a participação de Cinthya Marabá, esposa do prefeito e pré-candidata a deputada estadual. Em vídeo publicado nas redes sociais, ela aparece ao lado de João Roma e da deputada federal Roberta Roma, que devem acompanhar a agenda do senador no evento. A visita de Flávio Bolsonaro ocorre durante a realização da Bahia Farm Show, uma das principais feiras do agronegócio do país. A programação política do evento também deve contar com a presença de ACM Neto, que tem visita prevista para a próxima sexta-feira (12).
TSE julga suspensão de pesquisa que afetou Flávio Bolsonaro
TSE julga suspensão de pesquisa que afetou Flávio Bolsonaro
Ministros analisam decisão que retirou do ar levantamento após questionamentos sobre metodologia e possível indução de respostas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidirá hoje se mantém ou revoga a suspensão de uma pesquisa da AtlasIntel, que mostrou queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro. A decisão é esperada a partir das movimentações políticas para as eleições de 2026.
- A defesa de Flávio Bolsonaro alega que a pesquisa foi afetada por uma metodologia inadequada, considerando que expressões negativas foram usadas em perguntas e o conteúdo questionado foi exibido após os entrevistados terem registrado suas respostas eleitorais.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decide nesta terça-feira (9) se mantém ou revoga a suspensão de uma pesquisa eleitoral da AtlasIntel divulgada em maio e que apontou queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O julgamento será acompanhado de perto por partidos e especialistas, já que ocorre em meio às movimentações políticas para as eleições de 2026. A decisão que retirou o levantamento de circulação foi tomada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, após pedido apresentado pela defesa do senador. O argumento central é que a metodologia utilizada pelo instituto teria influenciado a percepção dos entrevistados e comprometido a neutralidade da pesquisa. Entre os pontos questionados estão o uso de expressões consideradas negativas em algumas perguntas, a sequência dos questionamentos e a apresentação de um áudio relacionado ao caso conhecido como “Dark Horse”, tema que ganhou repercussão nacional nas últimas semanas. A pesquisa ouviu mais de 5 mil pessoas e apontou uma redução nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro em cenários eleitorais simulados. Segundo a defesa do parlamentar, a estrutura do questionário teria criado uma narrativa capaz de impactar as respostas dos participantes. Por outro lado, a AtlasIntel afirma que seguiu critérios técnicos e científicos durante a elaboração do levantamento. A empresa sustenta que o conteúdo questionado foi exibido apenas em uma etapa posterior da pesquisa, quando os entrevistados já haviam registrado suas respostas eleitorais, sem possibilidade de alteração. Além de Kassio Nunes Marques, participam do julgamento os demais ministros que compõem o plenário do TSE. A expectativa é que a decisão sirva de referência para futuros debates envolvendo pesquisas eleitorais, metodologia de levantamentos e os limites da atuação da Justiça Eleitoral durante o período pré-eleitoral.
Flávio Bolsonaro compara Lula a líder do PCC
Flávio Bolsonaro compara Lula a líder do PCC
Durante encontro com empresárias em São Paulo, senador criticou a posição do governo federal sobre a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou duramente a posição do governo federal liderado pelo presidente Lula da Silva (PT) em relação à decisão dos Estados Unidos de classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Flávio Bolsonaro defendeu a medida adotada pelo governo norte-americano e afirmou que o Brasil deveria atuar de forma conjunta no combate às organizações criminosas. Ele também apresentou propostas para mudanças na política de segurança pública e no sistema penal brasileiro.
- A crítica do senador amplia a tensão política entre governo e oposição em um momento de intensificação das articulações para as eleições presidenciais de 2026. Flávio Bolsonaro evitou comentar sobre o caso Master e também não se pronunciou sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a suspensão da divulgação de uma pesquisa eleitoral.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elevou o tom das críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta segunda-feira (8), ao afirmar que o chefe do Executivo parece agir como "o chefe do PCC" diante da oposição do governo brasileiro à decisão dos Estados Unidos de classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A declaração foi feita durante um almoço promovido pelo Grupo Voto, organização que reúne mulheres empresárias, realizado no Hotel Palácio Tangará, em São Paulo. Ao abordar o tema da segurança pública, Flávio defendeu a medida adotada pelo governo norte-americano e afirmou que a classificação representa uma oportunidade para enfraquecer o poder das facções criminosas. Segundo o senador, o Brasil deveria atuar de forma conjunta no combate às organizações criminosas. Em seu discurso, ele criticou a posição do governo federal e associou a resistência à medida à postura adotada pelo presidente da República. O governo brasileiro tem manifestado preocupação com a decisão dos Estados Unidos, argumentando que a classificação das facções como grupos terroristas pode abrir precedentes para ações estrangeiras em território nacional e representar riscos à soberania do país. Além das críticas ao governo federal, Flávio Bolsonaro defendeu mudanças na política de segurança pública e no sistema penal brasileiro. O parlamentar afirmou que é necessário endurecer o combate à criminalidade e ampliar o período de permanência na prisão para condenados por crimes violentos. Durante o evento, o senador atribuiu o aumento da sensação de insegurança nas cidades brasileiras às políticas adotadas por administrações petistas e afirmou que o país precisa fortalecer mecanismos de punição e combate à impunidade. Na área econômica, Flávio também apresentou propostas para uma eventual candidatura presidencial. Entre elas, a defesa do adiamento da entrada em vigor da reforma tributária por pelo menos um ano e a privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. O senador evitou comentar questionamentos relacionados ao caso Master e também não se pronunciou sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a suspensão da divulgação de uma pesquisa eleitoral do instituto AtlasIntel. O levantamento apontava queda nas intenções de voto do parlamentar em um eventual segundo turno contra Lula. As declarações ampliam a tensão política entre governo e oposição em um momento de intensificação das articulações para as eleições presidenciais de 2026, cenário que tem sido marcado por trocas de críticas entre lideranças dos dois campos políticos.
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Levantamento Meio/Ideia aponta crescimento da vantagem do presidente sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Meio/Ideia, divulgada na quinta-feira (28), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como líder em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro soma 31,5%.Lula também lidera nos cenários de segundo turno contra todos os adversários testados. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Os resultados do levantamento são significativos, especialmente entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos e jovens de 16 a 24 anos, onde a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada.
Foto: Reprodução
A pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, abrindo sete pontos percentuais de vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro, que soma 31,5%. Na pesquisa anterior, divulgada em 6 de maio, o presidente registrava 40%, enquanto Flávio tinha 36%. O levantamento também testou outros nomes da direita. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado aparece com 5,5%; o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema tem 2,4%; e o líder do MBL, Renan Santos, registra 2,1%. Nos cenários de segundo turno, Lula também lidera contra todos os adversários testados. Segundo a pesquisa, o presidente aparece com 46,5% contra 41,4% de Flávio Bolsonaro. No início do mês, o senador liderava o confronto direto por 45,3% a 44,7%. De acordo com o levantamento, a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, jovens de 16 a 24 anos e entrevistados que se identificam como de centro-direita. Entre os demais nomes testados, Caiado e Michelle Bolsonaro aparecem como os mais competitivos contra Lula, ambos com 40% das intenções de voto, ante 46% do atual presidente. Já Romeu Zema aparece com 37%; Renan Santos, 31%; Tereza Cristina, 27%; o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, 26%; e Aécio Neves, 25%. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-02918/2026.
Ex-dirigente da Caixa demitido por assédio atuava com Flávio Bolsonaro
Ex-dirigente da Caixa demitido por assédio atuava com Flávio Bolsonaro
Celso Leonardo Barbosa trabalhou no gabinete do senador desde 2025 e foi desligado após reportagem revelar acordo judicial e acusações ligadas à época em que atuava na Caixa Econômica Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) exonerou o assessor parlamentar Celso Leonardo Barbosa após denúncias de assédio sexual e questionamentos sobre processos judiciais. As acusações estão ligadas ao período em que Barbosa ocupou o cargo de vice-presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo Jair Bolsonaro, revelando um acordo de não persecução penal por assédio sexual e um processo por falsidade ideológica referente à sua indicação para a instituição.
- Flávio Bolsonaro justificou o desligamento imediato afirmando que o assessor omitiu pendências judiciais relevantes e violou normas internas do Senado ao exercer atividades particulares durante o expediente. Nas redes sociais, Celso Leonardo divulgava palestras e cursos realizados em dias úteis, sem mencionar sua função parlamentar ou passagem pela Caixa em seu currículo público, o que levou a Fundação Dom Cabral a reavaliar sua colaboração.
Foto: Marcos Brandão | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) exonerou um assessor parlamentar após questionamentos envolvendo denúncias de assédio sexual e processos judiciais relacionados ao período em que ele ocupava cargo de direção na Caixa Econômica Federal. Celso Leonardo Barbosa atuava no gabinete do parlamentar desde junho de 2025 e recebia salário mensal de R$ 20,7 mil. Ele ocupou anteriormente o cargo de vice-presidente da Caixa durante a gestão de Pedro Guimarães, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Celso Leonardo teria firmado acordo de não persecução penal com a Justiça em um caso de assédio sexual, assumindo responsabilidade pelos fatos e prestando serviços comunitários. O episódio investigado ocorreu durante uma viagem institucional da Caixa ao estado de Goiás. Além disso, o ex-dirigente também responde a processo do Ministério Público Federal sob acusação de falsidade ideológica. Conforme a denúncia, ele teria inserido informações falsas em documentos usados para sua indicação ao cargo de vice-presidente da instituição financeira. Após ser procurado pela imprensa, Flávio Bolsonaro informou, por meio de nota, que o assessor teria omitido pendências judiciais relevantes ao gabinete e violado normas internas do Senado ao exercer atividades particulares durante o horário de expediente. “O gabinete não compactua com qualquer desvio de conduta, abuso de confiança ou descumprimento das obrigações funcionais. Diante da gravidade dos fatos, o desligamento foi realizado de forma imediata”, afirmou o senador. Nas redes sociais, Celso Leonardo divulgava palestras, cursos e eventos realizados em diferentes estados durante dias úteis. Em seu currículo público, ele se apresentava como professor, mentor e palestrante, sem mencionar a função exercida no gabinete parlamentar nem sua passagem pela Caixa Econômica Federal. A Fundação Dom Cabral informou que o profissional atuava apenas como professor convidado eventual, sem vínculo empregatício, e afirmou que reavalia sua participação em futuras atividades da instituição.
Lula aparece com 47% contra 43% de Flávio, aponta Nexus
Lula aparece com 47% contra 43% de Flávio, aponta Nexus
Levantamento da Nexus/BTG indica vantagem numérica de Lula sobre adversários em simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente realizada pelo instituto Nexus/BTG mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida presidencial de 2026 com 47% das intenções de voto no eventual segundo turno. Lula se manteve à frente do senador Flávio Bolsonaro, que aparece com 43% das intenções. A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros possíveis candidatos, incluindo Romeu Zema e Ronaldo Caiado, e mostrou que o presidente manteve sua liderança em ambas as ocasições.
- A pesquisa ouviu 2.045 eleitores por telefone entre os dias 22 e 24 de maio e tem nível de confiança de 95%, além de estar registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04193/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (25) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro, que aparece com 43%. Segundo o levantamento, votos brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos somam 9%, enquanto 1% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder. O instituto aponta que o cenário permaneceu estável mesmo após a divulgação de áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Na pesquisa anterior, realizada em abril, Lula registrava 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos seguem tecnicamente empatados. A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros possíveis candidatos. Em um cenário contra Romeu Zema, o presidente aparece com 49% das intenções de voto, enquanto o ex-governador marca 38%. Já em uma eventual disputa contra Ronaldo Caiado, Lula registra 46% contra 40% do político goiano. O levantamento ouviu 2.045 eleitores por telefone entre os dias 22 e 24 de maio. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04193/2026.
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Pesquisa mostra queda nas intenções de voto do senador após repercussão de mensagens envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
- Lula lidera com 46,7% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio aparece com 34,3%. A pesquisa também mostra que a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Foto: Reprodução | Metrópoles
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 46,7% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio, diferença de 12,4 pontos percentuais. Em abril, o petista tinha 46,6%, enquanto o senador marcava 39,7%. Sem Flávio Bolsonaro na disputa, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece em segundo lugar, com 17% das intenções de voto, enquanto Lula lidera com 46,7%. No cenário de segundo turno, Lula registra 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos e indecisos somam 9,3%. Na pesquisa anterior, realizada em abril, os dois apareciam tecnicamente empatados: Flávio tinha 47,8% e Lula, 47,5%. Segundo o levantamento, a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, nas quais o parlamentar cobraria recursos para a produção do filme "Dark Horse", sobre a vida de Jair Bolsonaro. A pesquisa aponta que 95,6% dos entrevistados disseram ter tomado conhecimento do vazamento e 45,1% afirmaram que o episódio enfraqueceu muito a candidatura de Flávio Bolsonaro. A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.032 brasileiros entre os dias 13 e 18 de maio de 2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 1 ponto percentual, para mais ou para menos.
Lula realiza acompanhamento médico no Sírio-Libanês
Lula realiza acompanhamento médico no Sírio-Libanês
Segundo hospital, presidente não apresentou intercorrências após procedimentos realizados para tratamento de lesão na pele e tendinite.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou nesta segunda-feira (18) um acompanhamento médico no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, referente a dois procedimentos feitos em abril. O boletim divulgado pela unidade hospitalar confirmou que o presidente apresenta evolução satisfatória e não teve intercorrências após a cauterização para retirada de uma queratose (resultante de um carcinoma basocelular removido anteriormente) e uma infiltração para tratamento de tendinite no polegar da mão direita.
- Após a avaliação médica, Lula permaneceu na capital paulista para cumprir uma agenda oficial. Nesta terça-feira (18), o presidente participará da abertura do Encontro Internacional da Indústria da Construção, pela manhã, e à tarde lançará o programa Move Aplicativos, uma iniciativa do governo federal voltada à criação de linha de crédito para motoristas de aplicativos.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve nesta segunda-feira (18) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para realizar acompanhamento médico relacionado a dois procedimentos feitos em abril. Segundo boletim divulgado pela unidade hospitalar, Lula apresenta evolução satisfatória e não teve intercorrências. No dia 24 de abril, o presidente passou por uma cauterização na região da cabeça para retirada de uma queratose, caracterizada pelo acúmulo de pele. O procedimento já havia sido realizado anteriormente, em fevereiro, quando exames identificaram um carcinoma basocelular, tipo de câncer de pele originado nas células basais. A lesão foi removida durante a cirurgia. Na mesma data, Lula também foi submetido a uma infiltração para tratamento de uma tendinite no polegar da mão direita. De acordo com o hospital, o presidente seguirá com suas atividades normais e continuará sendo acompanhado por sua equipe médica. Após a avaliação médica, Lula permaneceu na capital paulista para cumprir compromissos oficiais nesta terça-feira (18). Pela manhã, o presidente participa da abertura do Encontro Internacional da Indústria da Construção, no bairro de Santana. Já no período da tarde, o petista lança, no bairro da Liberdade, o programa Move Aplicativos, iniciativa do governo federal voltada à criação de linha de crédito para motoristas de aplicativos.
Datafolha aponta pior avaliação do governo em áreas prioritárias, como segurança e corrupção
Levantamento ouviu 2.004 pessoas em todo o país nos dias 12 e 13 de maio
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa Datafolha realizada em maio apontou a segurança pública como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, citada por 16% dos entrevistados. Saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%) também figuram entre os principais pontos negativos. Curiosamente, esses temas também se destacam como prioridades para o próximo presidente, com a saúde liderando as preocupações (34%), seguida por educação (15%) e segurança pública (12%).
- O levantamento, que entrevistou 2.004 pessoas, revelou variações significativas por grupos demográficos, como a preocupação feminina com a saúde e dos jovens com a economia. Mesmo entre eleitores de Lula, a segurança pública é vista como o principal problema, enquanto apoiadores de Flávio Bolsonaro priorizam a crítica ao combate à corrupção. Em contraste, as áreas de melhor desempenho do governo foram o combate à fome e à miséria (13%), ao desemprego (10%) e a educação (10%). A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-00290/2026.
Foto: Reprodução | O Globo
A segurança pública foi apontada como a área de pior desempenho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 12 e 13 de maio com 2.004 entrevistados em todo o país. O tema foi citado por 16% dos participantes. Na sequência aparecem saúde (15%), economia (13%) e combate à corrupção (13%). Esses mesmos temas figuram entre as prioridades indicadas pelos entrevistados para o próximo presidente, com destaque para saúde (34%), educação (15%), segurança pública (12%) e economia (11%). O levantamento mostra diferenças entre grupos. Entre mulheres, 19% apontaram a saúde como pior área do governo, contra 11% dos homens. Entre jovens de 16 a 24 anos, a economia foi o principal ponto negativo (21%), enquanto apenas 5% dos entrevistados com 60 anos ou mais citaram o tema. Mesmo entre eleitores que declaram voto em Lula, a segurança pública aparece como principal problema (18%). Já entre apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), o combate à corrupção lidera as críticas (17%). A pesquisa também perguntou em quais áreas o governo teve melhor desempenho. Combate à fome e à miséria (13%), combate ao desemprego (10%) e educação (10%) foram as mais citadas. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR-00290/2026. Os dados completos da pesquisa estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral.
Lula diz que relação entre Flávio e banqueiro é “caso de polícia”
Lula diz que relação entre Flávio e banqueiro é “caso de polícia”
Presidente evitou comentar detalhes do caso, mas afirmou que investigação deve ser conduzida pela Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “caso de polícia” a relação entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. A declaração foi feita nesta quinta-feira (14) durante agenda oficial em Camaçari, Bahia, após questionamentos de jornalistas sobre mensagens que revelaram tratativas entre os dois a respeito do financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula reiterou que não é policial nem procurador e que o assunto deve ser investigado pela Polícia Federal.
- Além de comentar o caso, o presidente aproveitou a visita para fazer declarações políticas indiretas, criticando o uso de inteligência artificial em campanhas eleitorais e afirmando que “a verdade tarda, mas não falha”. A agenda na Bahia incluiu a entrega de 384 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida em Camaçari, com investimento de R$ 65 milhões, e a visita à Fafen Bahia, uma unidade de fertilizantes nitrogenados em Candeias que retomou suas atividades em janeiro após um aporte de R$ 100 milhões.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (14) que a relação entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro é um “caso de polícia”. A declaração foi dada durante agenda oficial em Camaçari, após questionamento de jornalistas sobre o assunto. “Eu não vou comentar. É caso de polícia. Eu não sou policial, eu não sou procurador-geral”, afirmou Lula ao encerrar o discurso. Em seguida, o presidente disse que o caso deve ser tratado pela Polícia Federal. A fala ocorreu um dia após a divulgação de mensagens trocadas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. A reportagem revelou tratativas relacionadas ao financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Mais cedo, durante a inauguração de residenciais do programa Minha Casa, Minha Vida, Lula também fez declarações indiretas sobre o cenário político. Sem citar nomes, afirmou que “a verdade tarda, mas não falha” e criticou o uso de inteligência artificial em campanhas eleitorais. Na agenda em Camaçari, o presidente participou da entrega de dois conjuntos habitacionais com 384 unidades. Segundo o governo federal, o empreendimento recebeu investimento de R$ 65 milhões por meio do Novo PAC. Durante a visita à Bahia, Lula também esteve na Fafen Bahia, unidade de fertilizantes nitrogenados que retomou as atividades em janeiro após permanecer hibernada desde 2019. Conforme o governo federal, a planta recebeu investimento de R$ 100 milhões e possui capacidade de produzir 1.300 toneladas diárias de ureia, volume equivalente a cerca de 5% da demanda nacional.
Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro R$ 134 milhões para bancar filme sobre Jair, aponta Intercept
Documentos revelam repasses milionários ao projeto cinematográfico ligado à família Bolsonaro e expõem conversas entre Flávio e o dono do Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, está envolvido em uma controvérsia após mensagens e documentos indicarem que ele teria mantido uma relação próxima com o banqueiro Daniel Vorcaro. Vorcaro foi preso em novembro de 2025 após ser suspeito de operar um esquema de fraude que teria causado um rombo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). nnFlávio Bolsonaro negou qualquer vínculo político ou financeiro com Vorcaro, mas a reportagem do Intercept revela que o senador teria financiado a produção do filme biográfico
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, manteve conversas diretas com o banqueiro Daniel Vorcaro dias antes da prisão do empresário, acusado de operar um esquema de fraude que teria provocado um rombo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Mensagens e documentos obtidos pelo Intercept Brasil indicam ainda que Vorcaro teria financiado, com ao menos US$ 10,6 milhões, a produção de “Dark Horse”, filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”, escreveu Flávio Bolsonaro ao banqueiro em mensagem enviada por WhatsApp em 16 de novembro de 2025. Um dia após o envio da mensagem, Vorcaro foi preso enquanto tentava deixar o país. Em 18 de novembro, o Banco Central liquidou o Banco Master. Segundo a publicação, os registros apontam que o banqueiro teria se comprometido a repassar US$ 24 milhões — cerca de R$ 134 milhões na cotação da época, para financiar o longa-metragem ligado à família Bolsonaro. De acordo com os documentos obtidos pelo Intercept, pelo menos US$ 10,6 milhões, equivalentes a cerca de R$ 61 milhões, foram pagos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações destinadas à produção cinematográfica. Os registros incluem cronograma de desembolso, comprovante bancário e cobranças referentes às parcelas previstas para o projeto. Não há evidências, porém, de que as demais parcelas tenham sido quitadas. Ainda segundo a reportagem, a negociação envolvendo Vorcaro teria sido conduzida diretamente por Flávio Bolsonaro, com participação do deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro e do deputado federal Mario Frias, ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro. As conversas privadas e os documentos obtidos revelariam uma relação próxima entre o clã Bolsonaro e o banqueiro. Flávio já havia negado anteriormente qualquer vínculo político ou financeiro com Vorcaro. Em entrevista à CNN, após a divulgação de que o pastor Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro, doou R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, o senador afirmou que a contribuição ocorreu “sem nenhuma vinculação, sem nenhuma contrapartida, sem nenhum contato pessoal, inclusive”. “Essa conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”, declarou o senador na ocasião. Dois dias antes, durante evento de pré-campanha em João Pessoa, na Paraíba, Flávio classificou o caso como um “grande esquema de roubalheira que está dando nojo a todo o país”. Na manhã desta quarta-feira (13), Flávio Bolsonaro foi questionado presencialmente pelo Intercept sobre o suposto financiamento do filme e respondeu: “De onde você tirou essa informação? É mentira”. Em seguida, segundo a reportagem, o senador riu e deixou o local onde concedia entrevista à imprensa, nas proximidades do Supremo Tribunal Federal, após reunião com o ministro Edson Fachin. O Intercept informou ainda que Flávio Bolsonaro foi procurado por telefone, WhatsApp e e-mail, mas não respondeu aos questionamentos até a publicação da reportagem. A defesa de Daniel Vorcaro também foi acionada, sem retorno. Eduardo Bolsonaro e Mario Frias igualmente não responderam aos contatos feitos pela publicação, que afirmou manter o espaço aberto para manifestações futuras.
Posse de Kassio reúne Lula, Michelle e Flávio Bolsonaro no TSE
Posse de Kassio reúne Lula, Michelle e Flávio Bolsonaro no TSE
Ministro do STF comandará a Justiça Eleitoral nas eleições de 2026 e terá André Mendonça como vice-presidente da corte.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Kassio Nunes Marques tomou posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira, assumindo a responsabilidade de comandar a Justiça Eleitoral nas eleições de 2026. A cerimônia, realizada em Brasília, reuniu figuras de destaque dos Três Poderes, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, como o senador Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, além de presidentes do Senado e da Câmara e outros ministros do STF.
- A nomeação de Kassio, indicado ao STF por Bolsonaro em 2020, para a presidência do TSE, em substituição a Cármen Lúcia, gera expectativas políticas para o pleito de 2026. Aliados do ex-presidente acompanham a movimentação de perto, especialmente após aproximações do ministro com o governo Lula, e almejam uma gestão distinta da conduzida por Alexandre de Moraes em 2022. Kassio, natural de Teresina e com 53 anos, possui uma longa trajetória jurídica, incluindo passagens pelo TRE do Piauí e TRF da 1ª Região.
Foto: Reprodução
O ministro Kassio Nunes Marques tomou posse nesta terça-feira como presidente do Tribunal Superior Eleitoral e comandará a Justiça Eleitoral durante as eleições de 2026. O vice-presidente da corte será o ministro André Mendonça. A cerimônia, realizada em Brasília, reuniu autoridades dos Três Poderes e aproximou, no mesmo ambiente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, como o senador Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Também participaram da solenidade os presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, além do ex-presidente José Sarney e ministros do Supremo Tribunal Federal. Indicado ao STF por Bolsonaro em 2020, Kassio assume a presidência do TSE em meio a um cenário de expectativa política para as eleições presidenciais de 2026. O ministro substituirá Cármen Lúcia no comando da corte eleitoral. Aliados do ex-presidente acompanham de perto a chegada de Kassio ao posto após recentes movimentos de aproximação do ministro com o governo Lula. Nos bastidores, integrantes da direita esperam uma atuação diferente da adotada pelo ministro Alexandre de Moraes durante as eleições de 2022. Naquele pleito, Moraes esteve à frente do TSE e foi alvo de críticas de bolsonaristas após decisões envolvendo remoção de conteúdos considerados falsos e medidas relacionadas à defesa do sistema eleitoral. Após a posse, Kassio participa de um jantar organizado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil em Brasília. Antes do evento, o novo presidente do TSE receberá cerca de 1.500 convidados na sede do tribunal. Natural de Teresina, Kassio Nunes Marques tem 53 anos, foi advogado por 15 anos, atuou no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí e integrou o Tribunal Regional Federal da 1ª Região antes de chegar ao Supremo.
Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria que pode reduzir pena de Bolsonaro
Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria que pode reduzir pena de Bolsonaro
Texto foi publicado após derrubada de veto de Lula no Congresso e altera regras de cálculo e progressão de penas em crimes ligados aos ataques de 2023
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria, cujo texto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União. Esta medida abre caminho para a possível redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, sentenciado a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista. A promulgação ocorreu após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia barrado o projeto na mesma data em que os ataques completaram três anos.
- A derrubada do veto presidencial foi aprovada na última quinta-feira (30) tanto na Câmara dos Deputados, com 318 votos favoráveis, quanto no Senado, que registrou 49 votos pela rejeição, superando as maiorias necessárias. Antes da votação, o senador Alcolumbre realizou uma manobra legislativa, retirando da análise um trecho do projeto que entrava em conflito com a Lei Antifacção, que endurece as regras de progressão de regime. Essa exclusão impediu que a derrubada do veto reintroduzisse flexibilizações para crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos, focando a nova lei especificamente na dosimetria.
Foto: Reprodução
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria. O texto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e abre caminho para a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista. A promulgação ocorre após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que havia barrado o projeto em 8 de janeiro deste ano, data em que os ataques completaram três anos. Na última quinta-feira (30), Câmara dos Deputados e Senado rejeitaram o veto presidencial. Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, o placar foi de 49 votos pela rejeição e 24 contra. Para a derrubada, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado. Antes da votação, Alcolumbre adotou uma manobra legislativa ao retirar da análise um trecho do projeto que entrava em conflito com a Lei Antifacção, que endureceu regras de progressão de regime. Esse trecho previa flexibilizações na progressão de regime para condenados por crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos. A exclusão foi tratada como “prejudicialidade” e impediu que a derrubada do veto reintroduzisse dispositivos considerados mais brandos na legislação penal.
Big Data: Lula lidera 1º turno e empata com Flávio, Ciro, Caiado e Zema no 2º
Big Data: Lula lidera 1º turno e empata com Flávio, Ciro, Caiado e Zema no 2º
Flávio Bolsonaro é o único que registra vantagem numérica sobre Lula em um eventual confronto direto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Pesquisa do instituto Real Big Data divulgou nesta terça-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto em diferentes cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026. Nos cenários de segundo turno, Lula aparece em situação de empate técnico com Flávio Bolsonaro, Ciro Gomes, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
- A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 2 e 4 de maio e apresenta margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O presidente lidera em todas as simulações de primeiro turno, enquanto nos cenários de segundo turno, ele aparece empatado com seus principais oponentes, com Flávio Bolsonaro registrando vantagem numérica sobre Lula em um eventual confronto direto, embora dentro da margem de erro.
Foto: Reprodução | Metrópoles
Uma pesquisa do instituto Real Big Data, divulgada nesta terça‑feira (5/5), indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto em diferentes cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026. Nos cenários de segundo turno, o petista aparece em situação de empate técnico com Flávio Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PSDB), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro é o único que registra vantagem numérica sobre Lula em um eventual confronto direto, embora dentro da margem de erro. Os entrevistados responderam em quem votariam caso a disputa fosse para o segundo turno. Nos cenários testados, Flávio Bolsonaro aparece com 44%, contra 43% de Lula. Em um embate entre Lula e Ciro Gomes, ambos registram 43%. Contra Ronaldo Caiado, Lula tem 43%, e o governador de Goiás aparece com 42%. Já em um cenário com Romeu Zema, o petista marca 43%, enquanto o governador mineiro tem 39%. Em disputa com Renan Santos (Missão), Lula aparece com 48%, e o adversário, com 24%. A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR‑03627/2026. Nos cenários de primeiro turno, Lula lidera em todas as simulações. Sem Ciro Gomes na lista de candidatos, o presidente aparece com 48%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 34%. Caiado registra 5%, Zema tem 4%, Renan Santos aparece com 3%, e Augusto Cury, Aldo Rebelo e Cabo Daciolo têm 1% cada. Brancos e nulos somam 6%, e 5% não souberam responder. Quando Ciro Gomes é incluído, Lula marca 38%, Flávio Bolsonaro tem 33%, e Caiado, Ciro e Zema aparecem empatados com 4%. Renan Santos registra 3%, enquanto Cury, Rebelo e Daciolo têm 1% cada. Brancos e nulos somam 6%, e 5% não responderam. O nome de Ciro Gomes tem sido testado em diferentes pesquisas para cargos estaduais e nacionais. O ex‑ministro afirmou recentemente que deve definir até a primeira quinzena de maio qual disputa pretende enfrentar em 2026.























