Foto no celular de Vorcaro mostra Gonet ao lado de banqueiro em festa em Londres
Foto no celular de Vorcaro mostra Gonet ao lado de banqueiro em festa em Londres
Procurador-geral da República participou de evento, em Londres, promovido pelo Banco Master em abril de 2024
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma imagem capturada no celular de Daniel Vorcaro e divulgada pelo jornal O Globo mostra o procurador‑geral da República, Paulo Gonet, ao lado do ex‑banqueiro durante uma festa em Londres, em abril de 2024, com charuto e copos de bebida.
- A assessoria da PGR confirmou o evento, e Gonet, que assumiu o cargo em dezembro de 2023, reiterou que seu contato com Vorcaro foi “brevíssimo e banal”, enquanto o caso ganha destaque na sessão do plenário do STF sobre o relatório da PF envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.
Foto: Reprodução
Uma imagem encontrada pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro mostra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ao lado do então banqueiro durante uma festa realizada em Londres, no Reino Unido. A fotografia foi divulgada pelo jornal O Globo. Segundo o jornal, a imagem teria sido enviada a Vorcaro pelo advogado Ciro Soares. No registro, Gonet aparece segurando um charuto, enquanto Vorcaro está sentado à sua frente. Os dois sorriem para a câmera ao lado de outras duas pessoas, em um ambiente com copos de bebidas alcoólicas. A assessoria da Procuradoria-Geral da República informou que a foto foi feita durante um evento realizado em abril de 2024, que contou com a participação de diversas autoridades. Gonet já havia admitido publicamente ter comparecido à ocasião. Paulo Gonet assumiu o cargo de procurador-geral da República em dezembro de 2023. Na última terça-feira (15), durante sessão do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) voltada à discussão da validade de um relatório da Polícia Federal envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, Gonet disse que não teve um relacionamento de proximidade com Vorcaro e que a única ligação com o ex-banqueiro foi “brevíssima e banal”.
União Progressista pede afastamento de Eduardo Sodré à PGR
União Progressista pede afastamento de Eduardo Sodré à PGR
Secretário de Meio Ambiente da Bahia é alvo de investigação da Operação Compliance Zero
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Federação União Progressista apresentou nesta quinta‑feira (17) uma representação à Procuradoria‑Geral da República (PGR) solicitando o afastamento cautelar do secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eduardo Sodré, no âmbito da Operação Compliance Zero. O pedido, assinado por dirigentes da União Progressista, União Brasil e PP, aponta supostas articulações financeiras reveladas por documentos da Polícia Federal, incluindo uma planilha de R$ 2,34 milhões e uma transferência de R$ 3,5 milhões para a BN Financeira.
- A representação destaca que Sodré já está sujeito a medidas cautelares impostas pelo STF, como restrição de contato com investigados, suspensão de passaporte e proibição de saída do país. Agora cabe à PGR analisar o pedido e decidir se encaminha ao STF a solicitação de afastamento temporário do cargo, sem antecipar julgamento sobre responsabilidade criminal.
Foto: Reprodução
A Federação União Progressista apresentou nesta quinta-feira (17) uma representação à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que seja avaliado o afastamento cautelar do secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eduardo Sodré, durante as investigações da Operação Compliance Zero. O pedido foi encaminhado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. A federação quer que a PGR avalie solicitar ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a suspensão temporária de Sodré do cargo. A representação é assinada por Arthur Maia, Paulo Azi e Cacá Leão, dirigentes da União Progressista, União Brasil e PP na Bahia. Segundo o documento, o pedido não representa antecipação de julgamento sobre eventual responsabilidade criminal do secretário. A argumentação é de que a permanência dele no cargo deve ser analisada diante das medidas cautelares já determinadas pela Justiça e do andamento das investigações. A representação cita informações atribuídas à Polícia Federal segundo as quais Sodré teria participado de articulações financeiras investigadas. Entre os elementos mencionados está uma planilha encontrada no celular de Daniel Lopes Monteiro, com registros de mais de R$ 2,34 milhões destinados a uma pessoa identificada como “Dudu”, que, segundo a investigação, seria Eduardo Sodré. O documento também cita tratativas envolvendo boletos, notas fiscais e documentos que teriam antecedido uma transferência de R$ 3,5 milhões para a BN Financeira. As informações fazem parte das apurações e não representam, por si só, uma conclusão sobre responsabilidade criminal. Sodré já está submetido a medidas cautelares determinadas pelo STF, incluindo restrição de contato com outros investigados, suspensão do passaporte, proibição de deixar o país e impedimento de atuação econômica com empresas relacionadas aos fatos apurados. Agora, cabe à PGR analisar o pedido e decidir se levará ao STF uma solicitação de afastamento cautelar do secretário.
Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro têm 47% de rejeição
Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro têm 47% de rejeição
Pesquisa ouviu 2.002 eleitores e mostra empate no índice de rejeição
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada em 17 de setembro mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empataram em rejeição, com 47% dos entrevistados afirmando que não votariam em nenhum dos dois. O levantamento, realizado entre 15 e 17 de setembro com 2.002 eleitores em 125 municípios, indica ainda que a intenção de voto para o primeiro turno coloca Lula à frente com 39% e Flávio Bolsonaro com 36%, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
- Além dos principais candidatos, a pesquisa registra rejeição a Renan Santos (15%), Romeu Zema (14%), Ronaldo Caiado (13%) e Rui Costa Pimenta (11%), entre outros. O estudo foi contratado pela Folha de S.Paulo e TV Globo, com registro no TSE (BR-04029/2026) e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados, com 47% de rejeição, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). O levantamento aponta que os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima em relação à rodada anterior, variação que está dentro da margem de erro. Na pesquisa, 47% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Lula, enquanto o mesmo percentual declarou rejeição a Flávio Bolsonaro. Entre os demais nomes testados, Renan Santos (Missão) aparece com 15%, Romeu Zema (Novo) com 14%, Ronaldo Caiado (PSD) com 13% e Rui Costa Pimenta (PCO) com 11%. Também foram registrados índices de 10% para Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB), 9% para Augusto Cury (Avante), 7% para Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU), e 6% para Wilson Grassi (Democrata). Segundo o Datafolha, 2% dos entrevistados disseram rejeitar todos os candidatos, enquanto outros 2% afirmaram não rejeitar nenhum deles. O mesmo percentual não soube ou não respondeu. O levantamento foi realizado entre 15 e 17 de setembro, com 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026. No cenário de intenção de voto para o primeiro turno divulgado pelo mesmo levantamento, Lula aparece com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36%. A diferença está dentro da margem de erro, configurando empate técnico.
Temer busca diálogo para reduzir tensão entre ministros do STF
Temer busca diálogo para reduzir tensão entre ministros do STF
Ex-presidente almoçou com aliados de André Mendonça em São Paulo; encontro ocorreu em meio à crise envolvendo Alexandre de Moraes e o caso Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑presidente Michel Temer, que indicou Alexandre de Moraes ao STF, reuniu‑se nesta quarta‑feira (16) em São Paulo com aliados do ministro André Mendonça, durante visita institucional ao Tribunal de Contas do Estado, para tentar conter a tensão que se instalou entre os ministros da Corte. Temer afirmou que o encontro foi “apenas um almoço entre amigos”, mas a reunião reflete a preocupação com a crise no Supremo, que também se manifesta em São Paulo após a operação do ministro Flávio Dino contra o deputado Cezinha de Madureira (PL‑SP), investigado por suposta tentativa de influenciar decisões judiciais e por movimentação de R$ 510 mil em dinheiro vivo.
- A defesa de Cezinha não foi citada, e o parlamentar espera que a apuração siga sem interferência política ou eleitoral, enquanto a tensão entre os ministros continua a impactar o cenário político nacional.
Foto: Reprodução
O ex-presidente Michel Temer (MDB), responsável pela indicação de Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF), se reuniu nesta quarta-feira (16) com aliados do ministro André Mendonça, em São Paulo, em uma tentativa de reduzir a tensão entre integrantes da Corte. O encontro ocorreu durante uma visita institucional ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP), onde Temer almoçou com conselheiros. Segundo interlocutores, o ex-presidente demonstrou preocupação com a crise no Supremo e conversou com o grupo de Mendonça para evitar uma escalada do conflito. Temer, porém, afirmou à reportagem que foi “apenas um almoço entre amigos”. Entre os presentes estavam conselheiros próximos a Mendonça, como Maxwell Borges e Wagner Rosário. A tensão entre os ministros também repercute em São Paulo após uma operação determinada pelo ministro Flávio Dino contra o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP), aliado do governador Tarcísio de Freitas. O parlamentar é investigado por suspeita de tentar influenciar decisões judiciais, mas nega irregularidades. A apuração teve origem em uma investigação sobre o transporte de R$ 510 mil em dinheiro vivo. A defesa de Cezinha não foi mencionada no relato, que informa que o deputado espera uma investigação sem interferência política ou eleitoral.
Lula publica imagens sobre fome e desemprego e faz referência a Flávio Bolsonaro
Lula publica imagens sobre fome e desemprego e faz referência a Flávio Bolsonaro
Post nas redes sociais relembra a crise de 2021 e critica o período do governo Jair Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nesta terça‑feira (15) uma série de imagens no Instagram com a frase "Se o pai fez isso, imagina o filho", direcionada ao candidato Flávio Bolsonaro (PL). A montagem reúne cenas da crise econômica e sanitária de 2021 – ossos de animais, cemitério, áreas desmatadas, filas em agências de emprego – e fotos do ex‑presidente Jair Bolsonaro, reforçando a crítica de Lula ao legado da família Bolsonaro.
- Na legenda, Lula alerta para a possibilidade de "fome, desemprego e crise sanitária sem precedentes" se a candidatura de Flávio avançar, usando o histórico da pandemia de covid‑19 como referência. O post, que mistura conteúdo visual impactante e mensagem política, intensifica o debate eleitoral e a disputa de narrativas entre os candidatos à presidência.
Foto: Reprodução - redes sociais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou, na terça-feira (15), uma série de imagens no Instagram com a frase “Se o pai fez isso, imagina o filho”, em referência a Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário na corrida presidencial. A montagem relembra episódios da crise econômica e sanitária de 2021, durante a pandemia de covid-19, e inclui imagens de ossos e carcaças de animais, de um cemitério, de uma área desmatada e de pessoas em fila em uma agência de emprego, além de fotografias do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na legenda, Lula escreveu: “Fome, desemprego e uma crise sanitária sem precedentes. O Brasil já passou por isso. Não podemos permitir que aconteça de novo”. A publicação faz uma crítica política ao governo Bolsonaro e associa o período retratado à candidatura de seu filho, Flávio.
Eduardo Bolsonaro quer usar sessão do STF para pedir novas sanções dos EUA
Eduardo Bolsonaro quer usar sessão do STF para pedir novas sanções dos EUA
Em publicação no X, ele criticou ministros da Corte e mencionou uma nova rodada de punições.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL‑SP) anunciou que pretende enviar aos EUA os registros da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que debatia a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, esperando que isso desencadeie uma nova rodada de sanções americanas. Em post no X, ele também criticou publicamente Moraes, o presidente Gilmar Mendes e o ministro Flávio Dino, acusando‑os de abusos e de interferir na justiça.
- A manifestação ocorre enquanto o STF analisa informações da Polícia Federal sobre mensagens atribuídas a Moraes e ao ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que podem aprofundar as investigações contra o ministro, sem ainda definir culpa. O caso tem gerado intenso debate político e internacional sobre a atuação do Judiciário brasileiro.
Foto: Reprodução
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, na terça-feira (15), que pretende apresentar a autoridades dos Estados Unidos registros da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que discutiu a possibilidade de abrir uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Em publicação no X, Eduardo disse esperar que a iniciativa resulte em uma “nova rodada de sanções” americanas. Durante a sessão, ele também criticou Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino. O ex-parlamentar acusou Moraes de exigir direitos que, segundo ele, teriam sido negados a réus, criticou Gilmar por confrontar o ministro André Mendonça e chamou Dino de “bobo da corte”. A manifestação ocorreu enquanto o STF analisava informações reunidas pela Polícia Federal sobre mensagens atribuídas a Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. O julgamento trata da possibilidade de aprofundar as investigações, não de definir eventual culpa do ministro.
Avião que transportava deputado Claudio Cajado faz pouso forçado em Irecê
Avião que transportava deputado Claudio Cajado faz pouso forçado em Irecê
O bimotor pousou em Irecê na tarde desta segunda-feira (14), sem registro de feridos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na segunda‑feira (14), o avião bimotor Beechcraft 58 Baron que transportava o deputado federal Claudio Cajado (PP) realizou um pouso forçado no aeroporto de Irecê, no centro‑norte da Bahia. O parlamentar seguia agenda política na região, tendo passado pela manhã pelos municípios de Ipupiara e Brotas de Macaúbas.
- A aeronave, fabricada em 1980 e registrada sob o prefixo PR‑CCS, pertence à empresa CCS Patrimonial, cujos sócios são o deputado e sua esposa Andreia Xavier, ex‑prefeita de Dias d’Ávila. Apesar do susto, não houve feridos e a Anac acompanha o caso.
Foto: Reprodução
A aeronave que transportava o deputado federal Claudio Cajado (PP) realizou um pouso forçado na tarde desta segunda-feira (14), no aeroporto de Irecê, no centro-norte da Bahia. O parlamentar cumpria agenda política na região e havia passado, durante a manhã, pelos municípios de Ipupiara e Brotas de Macaúbas antes de seguir viagem. O avião é um bimotor Beechcraft 58 Baron, fabricado em 1980 e registrado com o prefixo PR-CCS. A aeronave pertence à empresa CCS Patrimonial, cuja sociedade, segundo registros da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é dividida entre Cajado e sua esposa, Andreia Xavier, ex-prefeita de Dias d’Ávila. Apesar do susto, não houve registro de feridos.
Flávio Bolsonaro cobra investigação e afastamento de Alexandre de Moraes
Flávio Bolsonaro cobra investigação e afastamento de Alexandre de Moraes
Senador afirma que STF deve autorizar investigação contra o ministro; julgamento está marcado para terça-feira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL) exigiu que o Supremo Tribunal Federal autorize a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e determine seu afastamento, antecipando a sessão extraordinária em que a Corte analisará um relatório da Polícia Federal que aponta ligações entre Moraes, o ex‑dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e um contrato de R$ 131 milhões com o escritório da esposa do ministro. O senador alertou que a decisão será um dos momentos mais importantes da política brasileira nos últimos anos e criticou o uso do inquérito das fake news para perseguir adversários.
- O relatório da PF também menciona outras apurações, como o financiamento do filme “Dark Horse”, envolvendo Flávio Bolsonaro, e investigações sobre o INSS e o caso “Lulinha”. Flávio, que está sob investigação no STF por supostos US$ 24 milhões negociados com Vorcaro, destacou a necessidade de transparência nas investigações enquanto a crise no STF se aprofunda, com o presidente Edson Fachin retirando Moraes da relatoria do inquérito das fake news.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cobrou nesta segunda-feira (14), em Belém, que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e determine seu afastamento. A declaração foi feita na véspera da sessão extraordinária em que a Corte analisará um relatório da Polícia Federal sobre as relações entre Moraes e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. “Amanhã vai ser um dos dias mais importantes dos últimos anos do Brasil. É o início de um julgamento que eu tenho certeza que vai fazer com que o Alexandre de Moraes seja oficialmente investigado. Com tudo que já veio à tona, eu acho que não há nenhuma dúvida que pelo menos a maioria do Supremo, no plenário, tem a obrigação de autorizar o início de uma investigação contra ele”, afirmou. Flávio acrescentou que Moraes “precisa ser afastado” e criticou o uso do inquérito das fake news, que, segundo ele, seria usado para perseguir adversários políticos. A sessão está marcada para esta terça-feira (15), às 10h. O relatório da PF aponta Moraes como interlocutor de Vorcaro e registra um contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro. Em meio à crise no STF, o presidente da Corte, Edson Fachin, retirou Moraes da relatoria do inquérito das fake news e suspendeu decisões de André Mendonça e Flávio Dino relacionadas a investigações envolvendo ministros. Flávio também pediu transparência em apurações sobre o filme “Dark Horse”, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de casos relacionados ao INSS e a “Lulinha”. O senador é investigado no STF no inquérito sobre o financiamento do filme. Segundo informações divulgadas pelo The Intercept e pela revista Piauí, Flávio teria negociado com Vorcaro recursos de pelo menos US$ 24 milhões para a produção, dos quais ao menos US$ 12,3 milhões teriam sido pagos. A Polícia Federal investiga a origem e o destino do dinheiro, incluindo suspeitas de que parte dos recursos tenha sido usada para custear a estadia de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. As suspeitas estão sob investigação e não representam, por si só, comprovação de irregularidade. Belém, onde Flávio fez as declarações, fica na região Norte do Brasil, no estado do Pará.
“Vocês acham que Fachin é isento?”, dispara Malafaia em crítica ao presidente do STF
Líder evangélico critica atuação do ministro e diz esperar que sessão do STF confirme suas suspeitas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O pastor Silas Malafaia divulgou nas redes sociais um vídeo em que questiona a imparcialidade do ministro do STF Edson Fachin, acusando‑o de favorecer o governo Lula e de agir contra o ministro André Mendonça. Malafaia critica ainda a decisão de Fachin de suspender medidas adotadas pelo ministro da Justiça Flávio Dino, como a operação da PF contra o deputado Cezinha de Madureira e a suspensão do afastamento de Andrei Rodrigues.
- O pastor também aponta supostas intervenções de Fachin em processos envolvendo o Banco Master e o INSS, e reaviva a polêmica sobre a anulação das condenações de Lula na Operação Lava Jato. Malafaia afirma ser alvo de inquéritos sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes e encerra o vídeo alertando para a sessão do STF marcada para o dia 15, chamando‑a de “teatro”.
Foto: Reprodução
O pastor Silas Malafaia atacou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, em um vídeo divulgado nas redes sociais, no qual questiona a imparcialidade do magistrado e o acusa de atuar para beneficiar o governo Lula e atingir o ministro André Mendonça. “Vocês acham que Fachin é isento?”, questiona Malafaia. “Se Fachin fosse isento, mandava Flávio Dino parar com essas cortinas de fumaça para desviar o foco, tentar atingir o André Mendonça.” A crítica ocorre após decisões envolvendo os ministros Flávio Dino e André Mendonça. Na segunda-feira (14), Dino autorizou uma operação da Polícia Federal contra o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP), aliado de Mendonça. Na semana anterior, Dino havia suspendido uma decisão de Mendonça que determinava o afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da PF. Fachin interveio no conflito e suspendeu tanto o afastamento quanto a decisão de reintegração de Rodrigues, mantendo o diretor-geral no cargo até que o Supremo analise o caso. Malafaia contestou a medida e defendeu que Fachin anulasse apenas a decisão de Dino. “O que que Fachin tem que fazer? Cancelar a decisão de Flávio Dino e manter a decisão de André Mendonça, que é o relator do caso”, afirmou. “O que que ele faz? Ele anula também a decisão de Mendonça”. O pastor também criticou Fachin por assumir processos relacionados ao Banco Master e ao INSS. A mudança ocorreu em 12 de setembro, depois de o presidente do STF determinar a suspensão temporária de procedimentos de investigação envolvendo ministros da Corte. “Fachin determinou que André Mendonça suspenda a investigação do INSS, onde o filho de Lula tá enrolado na lama e chega lá pertinho do gabinete de Lula”, disse Malafaia. Em seguida, questionou por que, na avaliação dele, Fachin não adotou a mesma postura em relação a Dino: “Por que Fachin não manda Flávio Dino suspender o que tá fazendo e deixa Flávio Dino continuar operando?” Malafaia ainda acusou Fachin, Alexandre de Moraes, Dino, Lula e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, de integrarem uma suposta articulação para proteger Moraes. “Estão todos juntos nessa confraria para tentar livrar a cara da lama em que Alexandre de Moraes está metido”, declarou. O pastor também retomou a atuação de Fachin nos processos que anularam as condenações de Lula na Operação Lava Jato. “Só tá no STF porque era cabo eleitoral de Dilma”, afirmou, antes de dizer que o ministro “na caneta, numa das maiores vergonhas, descondena Lula”. Malafaia disse ainda ser alvo de dois inquéritos sob relatoria de Moraes e afirmou temer possíveis retaliações pelas críticas. “Eu sei da maldade que podem fazer contra mim, mas eu creio na Bíblia e creio em Deus”, declarou. Ao final do vídeo, o pastor mencionou a sessão do STF marcada para esta terça-feira (15) e afirmou: “Vamos ver o teatro que vão tentar fazer amanhã”. As declarações são acusações e interpretações feitas por Malafaia; não constituem, por si só, comprovação de irregularidade ou de articulação entre os citados.
Raissa Soares acusa direção do PL de não cumprir promessa e pede doações para campanha
Com R$ 500 mil recebidos, candidata diz ter reduzido a equipe e pede contribuições de apoiadores.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Raissa Soares, candidata a deputada federal pelo PL na Bahia, denunciou nas redes sociais que a direção nacional do partido entregou apenas 18% dos recursos prometidos para sua campanha, totalizando R$ 500 mil. Enquanto concorrentes como Leandro de Jesus, Capitão Alden e Roberta Roma receberam entre R$ 3 e 3,1 milhões, a candidata afirma que a falta de verba a obrigou a reduzir a equipe, contando agora apenas com o filho como motorista e o videomaker como segurança.
- Mesmo com a redução de equipe, Raissa mantém a agenda de eventos em 20 municípios, já percorreu 66 cidades e planeja visitar mais 20, pedindo apoio financeiro ao público por meio de financiamento coletivo. A situação evidencia divergências internas no PL e levanta questões sobre a distribuição desigual de recursos entre candidatos nas eleições federais da Bahia.
Foto: Reprodução
A candidata a deputada federal pelo PL, Raissa Soares, foi às redes sociais reclamar que a direção nacional do partido não repassou integralmente os recursos que, segundo ela, haviam sido prometidos para financiar sua campanha. Com apenas R$ 500 mil recebidos até o momento, a bolsonarista afirma que o valor representa 18% do montante acertado e que precisou reorganizar a estrutura eleitoral para seguir na disputa. “Organizei minha agenda, minha campanha, assumi compromissos com base no valor que foi prometido pela nacional. O dinheiro não foi transferido para mim. Aliás, eles mandaram. Mandaram 18% do valor prometido”, afirmou. Raissa também levantou a possibilidade de resistência dentro da própria legenda à sua candidatura. “Sei que tenho alguns perseguidores aí que não querem minha vitória, querem que eu pare minha campanha. Mas ainda bem que gastei menos da metade do que me prometeram”, declarou. A distribuição de recursos do PL na Bahia mostra diferenças entre os valores destinados aos candidatos. Enquanto Raissa recebeu R$ 500 mil, o deputado estadual Leandro de Jesus, que também disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, recebeu R$ 3 milhões. Capitão Alden, candidato à reeleição, e Roberta Roma receberam R$ 3,1 milhões cada. Entre os candidatos à Assembleia Legislativa, Diego Castro e Jânio Júnior receberam R$ 300 mil cada. A médica, que disputou o Senado pela Bahia em 2022, afirmou já ter percorrido 66 municípios e aberto 11 comitês nesta campanha. Segundo ela, outras 20 cidades estão previstas no roteiro até a eleição. Diante da falta dos recursos esperados, Raissa disse ter reduzido a equipe e relatou que passou a contar apenas com o filho e um profissional que, segundo ela, acumulou funções. “Hoje, meu filho virou meu motorista. Meu videomaker virou meu segurança. E eu só tenho eles agora. Então, eu peço uma ajuda de 1 real, 2 reais, 10 reais, o que você puder, o que tocar seu coração”, pediu. A candidata afirmou que mantém eventos programados em 20 municípios e garantiu que seguirá na disputa, mas voltou a solicitar apoio financeiro aos seguidores. “Eu não vou recuar, mas preciso da sua ajuda”, declarou, ao divulgar o financiamento coletivo em seu perfil.
STF julga nesta terça-feira (15) se abre investigação contra Alexandre de Moraes
STF julga nesta terça-feira (15) se abre investigação contra Alexandre de Moraes
Ministros vão analisar relatório da Polícia Federal sobre mensagens atribuídas ao ministro e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Supremo Tribunal Federal (STF) realizará, nesta terça‑feira (15), uma sessão extraordinária para decidir se abre investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, com base em relatório da Polícia Federal que traz mensagens trocadas entre o ministro e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão será conduzida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, que também será relator do caso, e contará com a participação da Procuradoria‑Geral da República e da defesa antes da votação.
- A audiência acontecerá sob rígido esquema de segurança em Brasília, com apoio da Polícia Militar, monitoramento por drones, controle de acesso ao Plenário e restrições de circulação. A imprensa acompanhará a sessão em estrutura montada na marquise do edifício‑sede, com transmissão ao vivo pela TV Justiça, Rádio Justiça e canal oficial do STF no YouTube.
Foto: Divulgação
O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (15), a partir das 10h, uma sessão extraordinária para analisar se será aberta uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. O julgamento tem como base um relatório da Polícia Federal que reúne mensagens atribuídas a Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão será conduzida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, que também assumiu a relatoria do caso. Após a abertura dos trabalhos, Fachin fará a leitura do relatório e delimitará os pontos em análise. A Procuradoria-Geral da República poderá se manifestar, assim como a defesa, antes da apresentação dos votos. A decisão desta terça-feira será sobre a eventual abertura de investigação, e não sobre culpa ou condenação do ministro. Moraes nega irregularidades e contestou o relatório da PF. O julgamento ocorre sob esquema especial de segurança em Brasília. A Polícia Militar do Distrito Federal e equipes do STF atuarão de forma integrada, com compartilhamento de informações de inteligência, reforço do policiamento, monitoramento por câmeras e drones, além de restrições ao espaço aéreo. A Praça dos Três Poderes terá controle de acesso e bloqueios; também haverá restrições para estacionamento e circulação de veículos nas proximidades. No Supremo, somente pessoas previamente credenciadas poderão entrar no plenário, e todos passarão por detectores de metais e equipamentos de raio-X. Os celulares deverão permanecer desligados e guardados em sacolas lacradas durante a sessão; o rompimento do lacre poderá resultar na retirada do local. A imprensa acompanhará os trabalhos de uma estrutura montada na marquise do edifício-sede, com telões. A sessão será transmitida pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pelo canal oficial do STF no YouTube.
Fachin tira de Mendonça caso sobre Moraes e pode assumir inquéritos do Master e INSS
Decisão do presidente do Supremo ocorre em maio ao agravamento da crise causada por conflito interno entre ministros da Corte
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, retirou o ministro André Mendonça da relatoria do caso que envolve o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, e passou a assumir também os inquéritos sobre o Banco Master e fraudes no INSS. A medida, anunciada neste sábado (12), busca garantir a imparcialidade diante da crescente disputa institucional entre Moraes e Mendonça, que já inclui a divulgação de mensagens trocadas entre os dois e pedidos de investigação cruzada.
- Fachin determinou que novas investigações envolvendo integrantes da Corte sejam previamente submetidas à Presidência do STF, suspendendo temporariamente os autos e encaminhando‑os para nova definição. O plenário analisará a questão das mensagens em 15 de setembro e o julgamento contra Mendonça está marcado para 23 de setembro, reforçando a estratégia de centralizar a arbitragem dos conflitos internos e evitar que ministros conduzam processos nos quais são partes interessadas.
Foto: Divulgação | STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiu neste sábado (12) retirar do ministro André Mendonça a relatoria do caso que envolve o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master. A decisão também abre caminho para que Fachin assuma a condução de outros dois processos de grande repercussão que estão sob responsabilidade de Mendonça: os inquéritos relacionados ao Banco Master e às fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A mudança ocorre em meio ao agravamento da disputa entre Moraes e Mendonça. O primeiro havia pedido a abertura de uma investigação contra o colega por suposto abuso de autoridade na condução de processos relacionados ao Master e ao INSS. Mendonça, por sua vez, era o relator do procedimento que apura a existência de contatos e negócios envolvendo Moraes e Vorcaro. A crise escalou depois que Mendonça tornou públicas mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro no âmbito da investigação. A divulgação levou o caso para o centro da disputa interna do STF e aumentou a pressão sobre Moraes, ao mesmo tempo em que expôs o grau de confronto entre os dois ministros. A reação de Moraes, que pediu a investigação de Mendonça, aprofundou o embate e criou uma situação inédita: dois integrantes da mesma Corte passaram a protagonizar medidas judiciais com potencial de atingir diretamente um ao outro. Ao retirar o caso de Mendonça, Fachin considerou que a situação poderia comprometer a imparcialidade da análise, diante do conflito institucional entre os dois ministros e dos impactos claros sobre o processo eleitoral. O presidente do Supremo determinou ainda que novas investigações envolvendo integrantes da Corte deverão ser previamente submetidas à Presidência do tribunal. A decisão tem efeito imediato sobre os processos conduzidos por Mendonça. Os inquéritos relacionados ao Banco Master e ao INSS foram temporariamente suspensos e os autos serão encaminhados à Presidência do STF. Com isso, Fachin poderá assumir também a relatoria desses casos. A medida não significa o encerramento das investigações. Os processos continuam em tramitação, mas passam a ser submetidos a uma nova definição sobre quem deverá conduzi-los. Decisão ocorre em meio ao auge da crise no STF - O episódio expõe uma das mais delicadas crises internas do Supremo nos últimos anos. De um lado, está Moraes, um dos ministros mais influentes da Corte e responsável por investigações de grande impacto político. De outro, Mendonça, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que passou a protagonizar decisões com potencial de atingir diretamente o colega. Fachin, que assumiu a Presidência do Supremo recentemente, tenta agora retirar os processos da esfera de influência direta dos dois ministros. A estratégia é concentrar na Presidência da Corte a análise de investigações que envolvam integrantes do próprio tribunal. O plenário do STF mantém para 15 de setembro a análise do caso envolvendo as mensagens entre Vorcaro e Moraes. Já o julgamento relacionado à investigação contra Mendonça está previsto para 23 de setembro. Na prática, a decisão de Fachin transforma a Presidência do STF em uma espécie de instância de arbitragem da crise. Mais do que uma simples troca de relatoria, a medida estabelece novas regras para evitar que investigações envolvendo ministros sejam conduzidas por integrantes da Corte diretamente envolvidos no conflito. O movimento também terá impacto sobre os casos Master e INSS, que estão entre as investigações mais sensíveis atualmente em tramitação no Supremo. A definição sobre quem ficará responsável por esses processos deverá ser tomada a partir das novas regras estabelecidas por Fachin.
Flávio Bolsonaro defende fim do sigilo sobre investigação de ‘Dark Horse’: "para mim é muito positivo"
Em coletiva de imprensa em Manaus, o senador afirmou que não recebeu nenhum dinheiro e que o filme foi produzido com recursos privados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta sexta‑feira (11) a retirada do sigilo das investigações que apuram o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia de seu pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista coletiva em Manaus, o senador pediu transparência total, afirmando que a divulgação dos documentos comprovará que não houve irregularidades na produção.
- O caso está sob duas investigações no Supremo Tribunal Federal, incluindo uma conduzida pelo ministro André Mendonça, que analisa a origem e o destino de recursos enviados pelo ex‑banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o The Intercept Brasil, Flávio teria recebido R$ 61 milhões e negociado cerca de R$ 134 milhões para o longa, suscitando suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas, embora o senador negue qualquer irregularidade.
Foto: Diego Vara | Reuters
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta sexta-feira (11) a retirada do sigilo das investigações que apuram o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista coletiva em Manaus, o senador afirmou que a divulgação dos documentos deve comprovar, segundo ele, que não houve irregularidades na produção. "Para mim é muito positivo, tirar sigilo de tudo, eu quero transparência em tudo, porque vou só confirmar o que eu sempre falei, que não tem justamente nada de errado com relação ao filme, diferente de relações de muita gente do atual governo que tentaram de alguma forma beneficiar o Banco Master", declarou. Investigação no STF - O financiamento de "Dark Horse" é alvo de duas investigações no Supremo Tribunal Federal. Uma delas é relatada pelo ministro André Mendonça e apura a origem e o destino de recursos enviados pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O caso também envolve mensagens trocadas entre Vorcaro e Flávio. Segundo material divulgado pelo The Intercept Brasil, Flávio teria recebido R$ 61 milhões de Vorcaro para a produção do filme e negociado cerca de R$ 134 milhões relacionados ao longa. Flávio é formalmente investigado desde julho, por determinação de Mendonça. A Polícia Federal apura se recursos destinados ao projeto podem estar relacionados a crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas. O senador nega irregularidades e afirma que os recursos utilizados na produção tiveram origem em investimentos privados.
Vereadora acusa aliado de Sheila Lemos de usar hospital para obter votos em Vitória da Conquista
Lara Fernandes fez denúncia durante sessão da Câmara; Wagner Alves nega irregularidades, anuncia ação por calúnia e Fundação Municipal de Saúde afirma que procedimentos seguem critérios técnicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Vereadora Lara Fernandes (Republicanos) acusou o candidato Wagner Alves (União) de usar cirurgias e serviços do Hospital Municipal Esaú Matos para angariar votos nas eleições para a Assembleia Legislativa, alegando compra de votos e interferência na rede pública de saúde. A denúncia foi feita na sessão da Câmara de Vereadores, porém a parlamentar não apresentou documentos ou nomes de pacientes que comprovem a prática.
- Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações em entrevista ao programa Brasil Notícias e entrou com queixa‑crime por calúnia. A Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista reforçou que os procedimentos eletivos seguem as normas do SUS e não há vínculo político nas cirurgias realizadas.
Foto: Câmara de Vitória da Conquista
A vereadora de Vitória da Conquista e candidata a deputada estadual, Lara Fernandes (Republicanos), acusou o também candidato ao cargo, Wagner Alves (União), de utilizar serviços e cirurgias do Hospital Municipal Esaú Matos para conquistar apoio eleitoral. A declaração foi feita durante sessão da Câmara de Vereadores. Segundo informações, Lara afirmou que a suposta prática configuraria compra de votos e interferência indevida na rede pública de saúde. No entanto, durante o pronunciamento, a parlamentar não apresentou documentos, nomes de pacientes ou outras provas que sustentassem a acusação. Lara Fernandes e Wagner Alves integram a base política da prefeita Sheila Lemos (União) e do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Em resposta, Wagner Alves, conhecido como Wagner de Sheila, negou as acusações durante entrevista ao programa Brasil Notícias. Ele afirmou que ingressou com uma queixa-crime contra a vereadora por calúnia. "Lara, você mentiu. Eu não sou servidor público municipal, não faço parte da prefeitura e não posso, em hipótese alguma, utilizar o nome de qualquer instituição pública para angariar votos", declarou. Em nota, a Fundação Municipal de Saúde de Vitória da Conquista informou que os procedimentos eletivos realizados no Hospital Municipal Esaú Matos seguem os fluxos de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS) e critérios técnicos estabelecidos por resoluções estaduais voltadas à redução da fila de espera. A fundação ressaltou ainda que não existe qualquer vinculação político-partidária na realização das cirurgias e demais atendimentos prestados pela unidade de saúde.
Pesquisa AtlasIntel aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no 2º turno
Pesquisa AtlasIntel aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no 2º turno
Pesquisa ouviu 5.000 eleitores pelo Brasil entre os dias 4 e 9 de setembro; margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL) avançou na corrida presidencial, ficando à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma possível disputa de segundo turno, segundo a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em 10 de julho. Flávio registrou 46,4% das intenções de voto contra 46,2% de Lula, com margem de erro de um ponto percentual, indicando uma estreita vantagem que supera a variação da rodada anterior, onde Lula liderava com 47,1% e Flávio tinha 42,6%.
- A pesquisa também mostra Lula ainda liderando no primeiro turno com 43%, enquanto Flávio tem 37,4%, reduzindo a diferença de nove para 5,6 pontos percentuais. Outros candidatos como Augusto Cury (Avante) caíram para 6,6%, Renan Santos (Missão) ficou em 6,5%, e Romeu Zema (Novo) marcou 2,1%, refletindo a dinâmica competitiva da disputa presidencial brasileira.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL) avançou na corrida presidencial e aparece numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (10). Os dois estão empatados dentro da margem de erro. Flávio tem 46,4% das intenções de voto, contra 46,2% de Lula. Na rodada anterior, o petista marcava 47,1% e o candidato do PL, 42,6%. A mudança foi puxada principalmente pelo crescimento de Flávio, que ganhou 3,8 pontos percentuais entre os dois levantamentos. Lula oscilou 0,9 ponto para baixo. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual para mais ou para menos. Flávio avança - Lula continua à frente no cenário de primeiro turno, com 43%, mesmo percentual registrado em agosto. Flávio aparece com 37,4%, ante 34% na rodada anterior. A distância entre os dois, portanto, caiu de nove para 5,6 pontos percentuais. O crescimento de Flávio, de 3,4 pontos, supera a margem de erro do levantamento. Augusto Cury (Avante), que vinha ocupando a terceira posição, recuou de 8% para 6,6%. Renan Santos (Missão) aparece praticamente empatado com ele, com 6,5%. Romeu Zema (Novo) registra 2,1%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 1,1%, enquanto Samara (UP) e Pablo Marçal têm 1% cada. Os demais candidatos testados não pontuaram. Brancos e nulos somam 0,6%, e 0,4% não soube responder.
Ronaldo Caiado é internado em São Paulo após diagnóstico de faringite aguda
Ronaldo Caiado é internado em São Paulo após diagnóstico de faringite aguda
Candidato à Presidência da República recebe medicação intravenosa e deve retomar agenda de campanha após recuperação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), foi internado nesta quinta‑feira (10) no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após diagnóstico de faringite aguda, conforme boletim médico assinado pela cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar.
- A internação tem como objetivo acelerar sua recuperação para que retome os compromissos da campanha; o tratamento inclui medicação intravenosa e, até o momento, não há previsão de alta hospitalar.
Foto: Reprodução - TV Globo
O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) foi internado nesta quinta-feira (10) no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após ser diagnosticado com um quadro de faringite aguda. De acordo com boletim médico assinado pela cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar, a internação tem como objetivo acelerar a recuperação do presidenciável para que ele possa retomar, o mais breve possível, os compromissos da agenda de campanha. Segundo a equipe médica, o tratamento inclui a administração de medicação intravenosa, considerada necessária em razão do quadro clínico apresentado por Caiado. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre previsão de alta hospitalar.
Jerônimo tem 53% de aprovação na Bahia, aponta pesquisa Real Time Big Data
Jerônimo tem 53% de aprovação na Bahia, aponta pesquisa Real Time Big Data
Levantamento ouviu 1.600 eleitores entre os dias 4 e 8 de setembro e aponta 45% de desaprovação ao governador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), recebeu aprovação de 53% dos eleitores baianos, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em 9 de setembro de 2026; 45% desaprovam e 2% não responderam. A pesquisa, realizada entre 4 e 8 de setembro com 1.600 entrevistados, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, estando registrada na Justiça Eleitoral sob o número BA‑01568/2026.
- Quanto à avaliação da administração, 30% dos participantes classificam o governo como ótimo ou bom, 41% consideram a gestão regular e 28% a avaliam como ruim ou péssima, com 1% sem resposta. Os dados refletem a percepção da população baiana sobre a gestão do governador em meio ao cenário político estadual.
Foto: Divulgação
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), é aprovado por 53% dos eleitores baianos, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (9). Outros 45% desaprovam a atuação do petista, enquanto 2% não souberam ou preferiram não responder. O levantamento também mediu a avaliação da administração estadual. De acordo com os dados, 30% dos entrevistados classificam o governo como ótimo ou bom, 41% avaliam a gestão como regular e 28% consideram o trabalho ruim ou péssimo. Outros 1% não responderam. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 8 de setembro de 2026, com 1.600 eleitores em diversas regiões da Bahia. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-01568/2026.
Alexandre de Moraes manda PF investigar deputado baiano após denúncia contra Flávio Dino
Deputado Leandro de Jesus terá 15 dias para prestar depoimento após decisão do ministro do STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, arquivou a notícia‑crime apresentada pelo deputado estadual baiano Leandro de Jesus (PL) contra o ex‑ministro da Justiça Flávio Dino e o ex‑chefe do GSI Gonçalves Dias, por falta de justa causa e ausência de indícios concretos. Moraes determinou que a Polícia Federal ouça o parlamentar em até 15 dias e encaminhe os autos à Procuradoria‑Geral da República, sinalizando a possibilidade de investigação por comunicação falsa de crime, prevista no art. 340 do Código Penal.
- A decisão, proferida em 21 de agosto na Petição 11.228, destaca que a representação não trouxe elementos mínimos para abrir investigação contra Dino e Dias, mas abre caminho para apurar a conduta de Leandro de Jesus, que poderá responder por tentativa de imputar crimes como golpe de Estado e terrorismo. O caso segue agora sob análise da PGR após a oitiva do deputado pela PF.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a notícia-crime apresentada pelo deputado estadual baiano Leandro de Jesus (PL) contra o ministro Flávio Dino e o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Gonçalves Dias, e determinou que a Polícia Federal investigue a conduta do próprio parlamentar por suspeita de comunicação falsa de crime. A decisão foi proferida no último dia 21 de agosto, no âmbito da Petição 11.228. Moraes determinou que Leandro de Jesus seja ouvido pela Polícia Federal no prazo de 15 dias. Após a oitiva, os autos deverão ser encaminhados à Procuradoria-Geral da República (PGR). Na representação, o deputado atribuía a Flávio Dino, então ministro da Justiça à época dos atos de 8 de janeiro de 2023, e a Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI, suposta omissão diante das invasões às sedes dos Três Poderes, em Brasília. O parlamentar pediu que ambos fossem investigados por crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano e terrorismo. Ao analisar o caso, Alexandre de Moraes concluiu que a notícia-crime não apresentou elementos mínimos capazes de justificar a abertura de investigação. Segundo o ministro, houve "ausência de justa causa" e não foram apresentados indícios concretos da prática de ilícitos penais pelos citados. Além de arquivar a representação, Moraes determinou o envio dos autos à Polícia Federal para apuração da conduta de Leandro de Jesus. Na decisão, o ministro afirma que, em tese, o deputado pode ter incorrido no crime de comunicação falsa de crime, previsto no artigo 340 do Código Penal. A investigação terá início com o depoimento do parlamentar e, posteriormente, o caso será submetido à análise da Procuradoria-Geral da República.
Candidatos criticam STF e saem em defesa de André Mendonça no 7 de Setembro
Candidatos criticam STF e saem em defesa de André Mendonça no 7 de Setembro
Enquanto candidatos da oposição intensificaram críticas ao Supremo e defenderam André Mendonça, Lula manteve discurso institucional e evitou abordar a crise.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou destaque nas manifestações de 7 de setembro, com candidatos à Presidência usando o tema para atacar a Corte ou apoiar o ministro André Mendonça. Enquanto a oposição intensificou as críticas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve um discurso institucional, participando das comemorações ao lado do presidente do STF, Edson Fachin, e evitando referências ao conflito.
- Nos bastidores, a decisão de André Mendonça de retirar o sigilo das mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro alimentou o debate nas redes sociais, fortalecendo manifestações de apoio ao ministro e gerando preocupação na campanha petista sobre possíveis desgastes políticos.
Foto: Reprodução
A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) dominou parte dos discursos dos candidatos à Presidência da República durante as manifestações de 7 de Setembro. Enquanto nomes da oposição aproveitaram os atos para intensificar as críticas à Corte e manifestar apoio ao ministro André Mendonça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) evitou abordar o assunto e adotou um tom institucional. Segundo integrantes das campanhas, o tema ganhou força após a repercussão da decisão de André Mendonça de retirar o sigilo das mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A avaliação é de que o episódio ampliou as críticas ao STF nas redes sociais e fortaleceu manifestações de apoio a Mendonça. Durante os atos, Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) defenderam publicamente o ministro e reforçaram o discurso contra decisões do Supremo. Na Avenida Paulista, manifestantes entoaram gritos de apoio a André Mendonça, enquanto lideranças políticas e religiosas exaltaram sua atuação. Já Lula participou das comemorações da Independência ao lado do presidente do STF, ministro Edson Fachin, sem fazer referências à crise. Segundo aliados, a estratégia foi preservar uma postura institucional. Nos bastidores, integrantes da campanha petista admitem, no entanto, que a crise pode provocar desgaste político ao associar o presidente ao ministro Alexandre de Moraes em meio ao debate nacional.
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Caso ocorre em meio aos desdobramentos do embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte, surpreendendo-os ao enfatizar que a instituição, com mais de 130 anos de história, tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem apoio externo. Os magistrados alertaram Lula sobre a necessidade de cautela nas críticas ao Supremo, destacando a dependência do governo nas decisões da Corte, inclusive em questões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- Preocupado com a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes, o presidente encomendou pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise. O episódio ocorre em meio ao acirramento da disputa entre Moraes e o ministro André Mendonça, e após o presidente do STF, Edson Fachin, determinar a separação das investigações de fake news envolvendo os dois ministros, prometendo levar as acusações ao plenário da Corte.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte durante o pronunciamento divulgado na última sexta-feira (4), em meio à crise envolvendo integrantes do Judiciário. A informação foi publicada pela coluna da jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Segundo a reportagem, o pedido surpreendeu ministros do STF, que afirmaram ao presidente que a Corte possui mais de 130 anos de história e tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem depender de apoio externo. Ainda de acordo com a coluna, os magistrados alertaram Lula para ter cautela em declarações críticas ao Supremo, destacando que o governo depende da atuação da Corte em temas de interesse institucional, inclusive em questões relacionadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A publicação também afirma que uma das principais preocupações de Lula é a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes. Por esse motivo, a campanha do presidente teria encomendado pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise junto ao eleitorado. O episódio ocorre após o acirramento da disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Na sexta-feira (4), o presidente do STF, Edson Fachin, determinou que as investigações solicitadas por Moraes contra Mendonça fossem retiradas do inquérito das fake news e conduzidas em procedimento separado. Segundo a Folha de S.Paulo, Fachin também informou a Lula que pretende levar ao plenário da Corte as acusações envolvendo os dois ministros.
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Articulação ocorre em meio ao debate sobre um eventual impeachment de Alexandre de Moraes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as conversas com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) para mitigar a pressão política por um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a CNN Brasil, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, encontrou‑se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes, afirmando que as críticas a Moraes não são ataques ao STF e que, caso Flávio vença as eleições de outubro, sua gestão buscará manter relações institucionais harmoniosas entre os Poderes.
- Apesar da aproximação com o STF, Flávio Bolsonaro continua defendendo a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e, se a proposta não avançar, pretende conceder perdão presidencial ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente sentenciado a 27 anos de prisão.
Foto: Reprodução
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) tem intensificado conversas com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) em meio ao aumento da pressão política pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pela CNN Brasil. Segundo a reportagem, na última quarta-feira (2), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reuniu-se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes. Durante a conversa, Marinho teria afirmado que as críticas dirigidas a Alexandre de Moraes não representam um ataque ao Supremo como instituição e que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro buscaria manter uma relação institucional e de harmonia entre os Poderes. Ainda de acordo com a CNN Brasil, Gilmar Mendes também teria sido procurado para discutir um possível cenário de transição em caso de vitória de Flávio nas eleições de outubro. Apesar da aproximação com o STF, o senador segue defendendo publicamente a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Conforme a reportagem, Flávio também afirma que, caso a proposta não avance, pretende conceder perdão presidencial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão.
Lula sanciona leis que fortalecem a Justiça Federal, MPU e Defensoria Pública
Lula sanciona leis que fortalecem a Justiça Federal, MPU e Defensoria Pública
Medidas criam e reestruturam fundos para ampliar a atuação da Justiça em todas as regiões do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta‑feira (4) três projetos de lei que criam e reestruturam fundos destinados à Justiça Federal, ao Ministério Público da União (MPU) e à Defensoria Pública da União (DPU), com o objetivo de fortalecer essas instituições e ampliar o acesso da população aos serviços de justiça em todo o país.
- Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, ressaltou que as novas normas representam um avanço para levar a atuação do Judiciário a regiões mais distantes e atender cidadãos vulneráveis, enquanto Lula destacou a importância do fortalecimento institucional para garantir a estabilidade democrática e a confiança da sociedade no Estado de Direito.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (4) três projetos de lei que criam e reestruturam fundos destinados à Justiça Federal, ao Ministério Público da União (MPU) e à Defensoria Pública da União (DPU). A medida tem como objetivo fortalecer a estrutura dessas instituições e ampliar o acesso da população aos serviços de Justiça em todas as regiões do país. Durante a cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou que as novas leis representam um avanço para levar a atuação do Judiciário a localidades mais distantes e atender cidadãos em situação de maior vulnerabilidade. Lula também destacou que o fortalecimento das instituições é essencial para garantir a estabilidade democrática e preservar a confiança da população no sistema público. Segundo o presidente, democracias sólidas dependem de instituições fortes e em pleno funcionamento, capazes de assegurar os direitos dos cidadãos e proteger o Estado Democrático de Direito.
PF desmente relatório falso compartilhado por Nikolas Ferreira sobre caso Banco Master
Deputado afirma que apenas republicou publicação no X e apagou o conteúdo após a exclusão do perfil de origem.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Polícia Federal desmentiu a autenticidade de um relatório divulgado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que alegava inexistência de indícios de crime nas conversas com o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. Segundo a PF, o documento é falso e apresenta erros de datas, transcrições e divergências com registros oficiais.
- Após a repercussão, Nikolas afirmou ter apenas republicado a postagem e a retirou quando a origem foi removida, negando receber recursos de Vorcaro e ironizando as denúncias. O parlamentar anunciou que divulgará vídeos contra Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) e confirmou presença nos atos de 7 de Setembro em Belo Horizonte e São Paulo.
Foto: reprodução
A Polícia Federal (PF) desmentiu a autenticidade de um relatório compartilhado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que apontava inexistência de indícios de crime nas conversas entre o parlamentar e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. Segundo a PF, o documento é falso. Após a repercussão, Nikolas afirmou que apenas republicou uma postagem de um perfil na rede social X e que apagou o conteúdo logo depois que a publicação original foi removida. O suposto relatório afirmava que as mensagens entre o deputado e Vorcaro representavam apenas um contato de natureza pessoal e profissional, sem elementos para justificar uma investigação. No entanto, plataformas de checagem identificaram diversas inconsistências, como erros em datas, transcrições e divergências em relação aos documentos oficiais da Polícia Federal. As conversas entre Nikolas Ferreira e Daniel Vorcaro vieram a público na quinta-feira (3). Em um dos diálogos divulgados, o deputado chama o empresário de "Dani" e manifesta interesse em estreitar a relação entre os dois. Em outra mensagem, solicita apoio para uma demanda relacionada à liberação de um ativo minerário. Nesta sexta-feira (4), Nikolas voltou a comentar o caso nas redes sociais, negou ter recebido recursos de Vorcaro, ironizou as denúncias e anunciou que publicará, no domingo (6), uma série de vídeos com acusações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O parlamentar também confirmou participação nos atos marcados para 7 de Setembro em Belo Horizonte e São Paulo.
Lula chama caso Banco Master de "maior roubo da história do Brasil" e cobra investigação
Presidente também defende criação de um código de ética para o Judiciário.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou o caso Banco Master como o "maior roubo da história do Brasil" e exigiu que as investigações avancem sem blindagem para nenhum suspeito, independentemente de cargo ou influência política. Em post nas redes sociais, Lula reforçou a necessidade de apurar todos os envolvidos, inclusive o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, e alertou contra "vazamentos seletivos" que possam comprometer a transparência.
- Além de cobrar respostas firmes do STF, do presidente da Corte Edson Fachin e do procurador‑geral Paulo Gonet, Lula apontou a crise como sinal da urgência de reformas no sistema político e judicial, defendendo a criação de um código de ética para magistrados e reforçando o direito da população de conhecer a verdade completa sobre o escândalo.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou, nesta quinta-feira (3), o caso Banco Master como o "maior roubo da história do Brasil" e defendeu que as investigações avancem sem qualquer tipo de proteção aos envolvidos. Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que a apuração deve alcançar todos os suspeitos, independentemente de cargo ou influência política. "É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer", declarou. O presidente também criticou o que chamou de "vazamentos seletivos" e disse que a população tem o direito de conhecer toda a verdade sobre o caso. Segundo ele, a crise evidencia a necessidade de reformas no sistema político e no Judiciário, incluindo a criação de um código de ética para magistrados. Lula afirmou ainda que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, apontado por ele como líder do esquema, mantinha relações com pessoas influentes e destacou que sua prisão e o fechamento do Banco Master ocorreram durante seu governo. Na primeira manifestação pública sobre a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente também cobrou uma atuação firme do presidente da Corte, Edson Fachin, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, para garantir a credibilidade das investigações.
Alcolumbre diz que PEC do fim da escala 6x1 será votada após as eleições
Alcolumbre diz que PEC do fim da escala 6x1 será votada após as eleições
Proposta também prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União‑AP), anunciou que a PEC que propõe o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais será votada somente após as eleições, atendendo ao pedido do senador Paulo Paim (PT‑RS). A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas o governo decidiu não levá‑la ao plenário nesta semana por não garantir os 49 votos necessários em dois turnos.
- A expectativa é que a votação seja retomada na primeira semana de outubro, logo após o primeiro turno das eleições de 4 de outubro, com possibilidade de novo debate na segunda semana, caso haja segundo turno em 25 de outubro. O desfecho da PEC será decisivo para a reforma da jornada de trabalho no Brasil.
Foto: Jefferson Rudy |Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta quinta-feira (3) que a PEC que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais será votada após as eleições.A declaração foi feita durante sessão no Senado, após um apelo do senador Paulo Paim (PT-RS), que pediu a votação da proposta antes do fim de seu último mandato. "Quero aproveitar essa oportunidade que o senador Paulo Paim está aqui na mesa e veio me dar um abraço, para dizer para vossa excelência e para o Brasil, que vossa excelência estará aqui votando, após as eleições, o fim da escala 6x1 no plenário do Senado Federal", disse. A PEC passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas a base do governo decidiu não levar o texto ao plenário nesta semana por falta de garantia dos 49 votos necessários para aprovação em dois turnos. A expectativa é que a votação seja retomada na segunda semana de outubro, após o primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro, e o eventual segundo turno, previsto para 25 de outubro.
Fachin dá cinco dias para Mendonça responder a acusações feitas por Moraes
Fachin dá cinco dias para Mendonça responder a acusações feitas por Moraes
Presidente do STF também encaminhou o caso à PGR e retirou as imputações do inquérito das Fake News
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou que o ministro André Mendonça se manifeste, em até cinco dias, sobre as acusações apresentadas por Alexandre de Moraes e enviou o caso à Procuradoria‑Geral da República (PGR) para parecer sobre a admissibilidade e a regularidade do procedimento. Fachin também retirou as acusações de Moraes do âmbito do inquérito das Fake News, mantendo a análise sob a presidência do STF.
- As denúncias apontam suposta improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade, alegando que Mendonça teria interferido em investigações ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ao Banco Master e a possíveis acordos de colaboração premiada, além de direcionar alvos como o próprio Moraes e o senador Davi Alcolumbre. A PGR deverá emitir seu parecer antes que o STF decida os próximos passos.
Foto: Luiz Silveira | STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou que o ministro André Mendonça se manifeste, no prazo de cinco dias, sobre as acusações apresentadas por Alexandre de Moraes. A decisão, tomada nesta sexta-feira (4), também prevê o envio do caso à Procuradoria-Geral da República (PGR), que terá o mesmo prazo para apresentar um parecer sobre o procedimento. Fachin decidiu ainda retirar as acusações feitas por Moraes contra Mendonça do âmbito do inquérito das Fake News. A análise do caso ficará sob a responsabilidade da Presidência do STF. As (3), no qual o ministro apontou que Mendonça teria, em tese, adotado condutas que poderiam configurar improbidade administrativa, crime de responsabilidade e abuso de autoridade. Segundo Moraes, a atuação de Mendonça teria comprometido a imparcialidade judicial e beneficiado determinados grupos políticos. Entre os pontos citados estão decisões relacionadas às investigações sobre mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. Moraes também acusa o colega de interferir na condução das investigações sob responsabilidade das autoridades policiais. No despacho, ele menciona ainda uma suposta atuação irregular nas tratativas sobre uma eventual colaboração premiada de Vorcaro. De acordo com as acusações, teria havido direcionamento de alvos de investigação, incluindo o próprio Alexandre de Moraes e o senador Davi Alcolumbre, por razões pessoais e políticas. O ministro também cita uma suposta indicação antecipada de medidas cautelares que seriam posteriormente solicitadas pela Polícia Federal. Com o envio do caso à PGR, o órgão deverá se pronunciar sobre a admissibilidade e a regularidade do procedimento e, caso considere necessário, sobre as acusações apresentadas. A análise sobre o prosseguimento do caso só ocorrerá após o fim dos prazos concedidos por Fachin.
Aprovação de Jerônimo na Bahia fica 13 pontos abaixo da registrada por Rui Costa em 2022, aponta AtlasIntel
Governador tem 48% de aprovação e 46% de desaprovação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A aprovação do governador Jerônimo Rodrigues (PT) ficou em 48% entre os baianos, com 46% de desaprovação, segundo a pesquisa AtlasIntel/A TARDE divulgada em 3 de setembro. O índice está 13 pontos percentuais abaixo da aprovação de 61% registrada para Rui Costa (PT) ao final de seu segundo mandato, mostrando um cenário de opinião mais equilibrado.
- A pesquisa, realizada entre 28 de agosto e 2 de setembro de 2026 com 1.804 entrevistados em diversas regiões da Bahia, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, estando registrada no TRE‑BA sob o número 08891/2026.
Foto: Marina Silva | Correio
A aprovação do governador Jerônimo Rodrigues (PT) entre os baianos está 13 pontos percentuais abaixo da registrada por Rui Costa (PT) no fim de seu segundo mandato, segundo pesquisa AtlasIntel/A TARDE divulgada nesta quinta-feira (3). O levantamento mostra que 48% dos entrevistados aprovam a gestão de Jerônimo, enquanto 46% desaprovam. Outros 6% disseram não saber ou preferiram não responder. Os números indicam um cenário diferente daquele observado em agosto de 2022, quando Rui Costa alcançou 61% de aprovação popular, período em que atuava como principal cabo eleitoral na campanha que levou Jerônimo ao governo da Bahia. Embora a avaliação positiva do atual governador ainda seja numericamente superior à negativa, a diferença entre os dois índices é de apenas dois pontos percentuais, dentro de um quadro mais equilibrado de opinião entre os eleitores baianos. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro de 2026, com 1.804 entrevistados em diferentes regiões da Bahia. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) sob o número 08891/2026.
Vorcaro afirma em delação que R$ 5 milhões em doações a Bolsonaro e Tarcísio eram propina
Ex-banqueiro afirmou que valores seriam contrapartida para manter contrato do Credcesta em São Paulo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em proposta de delação premiada, que R$ 5 milhões doados às campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) nas eleições de 2022 fariam parte de um suposto esquema de propina ligado ao programa Credcesta e a negociações envolvendo o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Segundo Vorcaro, parte dos recursos teria sido paga em dinheiro e outra parte encaminhada como doações oficiais às campanhas e partidos aliados.
- A colaboração premiada foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria‑Geral da República. Gilberto Kassab e a defesa de Tarcísio de Freitas negaram qualquer participação nas tratativas, ressaltando que a campanha de 2022 recebeu mais de 600 doadores, cumpriu a legislação eleitoral e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em proposta de delação premiada, que R$ 5 milhões doados às campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), nas eleições de 2022, fariam parte de um suposto esquema de propina. As informações foram divulgadas pelo UOL nesta quinta-feira (3). Segundo o relato, R$ 3 milhões teriam sido destinados à campanha de Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio. Vorcaro alegou que os repasses seriam uma contrapartida para garantir a permanência do programa Credcesta no Governo de São Paulo, em uma suposta negociação envolvendo o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. O ex-banqueiro afirmou ainda que o pagamento seria feito inicialmente em dinheiro, mas que interlocutores ligados a Kassab teriam solicitado que parte dos valores fosse repassada por meio de doações oficiais às campanhas e partidos aliados. A proposta de colaboração premiada, no entanto, foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Em nota, Gilberto Kassab negou qualquer participação nas tratativas e afirmou que nunca discutiu doações com Daniel Vorcaro ou Augusto Lima. A defesa do governador Tarcísio de Freitas também negou qualquer vínculo com o ex-banqueiro e informou que a campanha de 2022 recebeu mais de 600 doadores, cumpriu a legislação eleitoral e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral.
Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Presidente afirmou que as investigações devem alcançar todos os envolvidos, independentemente de cargo ou influência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou nesta quinta‑feira (3) a necessidade de avançar nas investigações do escândalo envolvendo o Banco Master, afirmando que ninguém deve receber blindagem e que a apuração deve alcançar todos os envolvidos, “doa a quem doer”. Lula destacou a gravidade do caso, classificando‑o como um dos maiores escândalos já registrados no país e criticou o vazamento seletivo de informações que abala a confiança da população nas instituições.
- Sem citar nomes do STF, o presidente defendeu a criação de um código de ética para o Judiciário e cobrou medidas do presidente da Corte, Edson Fachin, e do procurador‑geral da República, Paulo Gonet, para garantir a credibilidade das investigações. O tema segue em pauta no STF, com o ministro André Mendonça preparando discussão no plenário e a Procuradoria‑Geral questionando a legalidade dos procedimentos adotados.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta quinta-feira (3) o avanço das investigações sobre o Banco Master sem qualquer tipo de proteção a autoridades ou pessoas influentes. Em pronunciamento divulgado pela Presidência da República, ele afirmou que a apuração deve alcançar todos os envolvidos. "É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer", declarou. Lula classificou o caso como um dos maiores escândalos já registrados no país e afirmou que a investigação envolve pessoas com influência política e econômica. O presidente também criticou o vazamento seletivo de informações e disse que esse tipo de prática compromete a confiança da população nas instituições. Sem citar nominalmente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Lula voltou a defender a criação de um código de ética para o Judiciário e afirmou que cabe ao presidente da Corte, Edson Fachin, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, adotar medidas para garantir a credibilidade das investigações. O caso segue em análise no STF. Enquanto o ministro André Mendonça deve levar o tema ao plenário da Corte, a Procuradoria-Geral da República questionou a legalidade do procedimento adotado na investigação.
PF aponta tratamento diferente de André Mendonça em casos de ACM Neto e Lulinha
PF aponta tratamento diferente de André Mendonça em casos de ACM Neto e Lulinha
Documento citado por Alexandre de Moraes afirma que situações investigadas apresentam semelhanças.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um relatório da Polícia Federal, citado pelo ministro Alexandre de Moraes no STF, aponta suposta diferença de tratamento nas investigações conduzidas pelo ministro André Mendonça envolvendo o ex‑prefeito de Salvador ACM Neto e Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), filho do presidente. Apesar de casos semelhantes, os inquéritos teriam recebido avaliações distintas, sugerindo critérios políticos.
- O documento destaca que Mendonça teria proposto separar as apurações de ACM Neto e Antonio Rueda, presidente do União Brasil, mesmo havendo possível conexão. A investigação de Lulinha está ligada à Operação Sem Desconto, enquanto ACM Neto figura na Operação Compliance Zero, ambas sob análise no STF.
Foto: Reprodução
Um relatório da Polícia Federal, citado em decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aponta uma suposta diferença de tratamento adotada pelo ministro André Mendonça na condução de investigações envolvendo o ex-prefeito de Salvador ACM Neto e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o documento, as situações investigadas apresentam características semelhantes, mas teriam recebido avaliações diferentes durante a tramitação dos inquéritos. A PF afirma que essa atuação pode indicar a adoção de critérios distintos na análise dos casos, conforme o perfil político dos investigados. O relatório também destaca que André Mendonça teria sugerido a separação das apurações envolvendo ACM Neto e Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil, apesar da possível conexão entre os fatos. Para os investigadores, a medida representaria uma assimetria na condução das investigações. A investigação contra Lulinha teve origem na Operação Sem Desconto, que apura fraudes em descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Durante a apuração, a Polícia Federal passou a investigar uma suposta atuação do empresário em negociações envolvendo a Dataprev e o Ministério da Saúde, sob suspeita de tráfico de influência. Já ACM Neto é citado na Operação Compliance Zero, que investiga possíveis irregularidades relacionadas ao Banco Master. O caso envolve análises sobre movimentações financeiras e empresas ligadas ao ex-prefeito, além de discussões no STF sobre a condução e o desmembramento das investigações.
























