Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
PT lança campanha ‘Lula joga pelo Brasil’ durante a Copa do Mundo
PT lança campanha ‘Lula joga pelo Brasil’ durante a Copa do Mundo
Peça publicitária mistura futebol e política para reforçar discurso de defesa da soberania nacional.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido dos Trabalhadores lançou a campanha 'Lula joga pelo Brasil', aproveitando a Copa do Mundo para associar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à defesa da soberania nacional. A peça publicitária mistura imagens ligadas ao futebol com mensagens políticas.
- A campanha destaca ações e programas defendidos pelo governo federal, como o Desenrola, o Gás do Povo, o Agora Tem Especialistas e a proposta de fim da escala de trabalho 6x1. A estratégia começa a ser compartilhada por lideranças governistas nas redes sociais, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o ministro Guilherme Boulos.
Foto: Ricardo Stuckert | PT
O Partido dos Trabalhadores lançou nesta quinta-feira (11) a campanha "Lula joga pelo Brasil", aproveitando a abertura da Copa do Mundo para associar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à defesa da soberania nacional diante das ameaças de novas tarifas comerciais anunciadas pelo governo dos Estados Unidos. A peça publicitária mistura imagens ligadas ao futebol com mensagens políticas. Em um dos trechos, a música da campanha afirma: "A torcida grita 'Lula é meu jogador'", enquanto exibe cenas de jovens jogando bola e torcedores vestindo as cores da seleção brasileira. O vídeo também faz referências ao sistema Pix, que foi citado por autoridades norte-americanas durante discussões comerciais envolvendo o Brasil. Em outra cena, uma das estrelas da camisa da seleção aparece substituída pela tradicional estrela vermelha do PT. Além do tema da soberania nacional, a campanha destaca ações e programas defendidos pelo governo federal, como o Desenrola, o Gás do Povo, o Agora Tem Especialistas e a proposta de fim da escala de trabalho 6x1. A estratégia começou a ser compartilhada por lideranças governistas nas redes sociais. Entre os nomes que divulgaram o material estão o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o ministro Guilherme Boulos e o vice-líder do governo no Congresso, Lindbergh Farias. A campanha integra a estratégia de comunicação do partido para ampliar a defesa das pautas do governo e fortalecer a presença do presidente no debate público em meio ao cenário político e econômico nacional.
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Equipe econômica estima impacto de R$ 817 bilhões em 13 anos e já prevê veto presidencial caso proposta seja aprovada pela Câmara.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, um projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo Lula no Congresso Nacional. A proposta é considerada uma "pauta-bomba" pela equipe econômica do Ministério da Fazenda, com potencial para gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União nos próximos 13 anos. Com alterações feitas pelos senadores, o texto retornará à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção presidencial.
- Integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula, devido ao receio de que os benefícios comprometam o equilíbrio fiscal e aumentem a pressão orçamentária. O projeto também gera preocupação no sistema financeiro, que alerta para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural, como o incentivo à inadimplência. Caso um eventual veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, o governo não descarta recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional. Considerada uma das principais preocupações da equipe econômica, a proposta é classificada pelo Ministério da Fazenda como uma "pauta-bomba" devido ao potencial impacto nas contas públicas. Segundo estimativas do governo federal, a medida poderá gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União ao longo dos próximos 13 anos. A aprovação ocorreu mesmo após articulações do Palácio do Planalto para barrar o avanço do texto. Como os senadores fizeram alterações na proposta, o projeto precisará retornar à Câmara dos Deputados para uma nova rodada de análise antes de seguir para sanção presidencial. Nos bastidores, integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula caso a matéria seja aprovada em definitivo pelo Congresso. A avaliação é de que os benefícios previstos para a renegociação das dívidas podem comprometer o equilíbrio fiscal e aumentar a pressão sobre o orçamento federal nos próximos anos. Além da resistência do governo, o projeto também gera preocupação no sistema financeiro. Instituições bancárias alertam para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural. O receio é que as condições consideradas mais flexíveis incentivem a inadimplência e provoquem insegurança jurídica nos contratos firmados entre produtores e agentes financeiros. Caso o veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, integrantes do governo não descartam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida. O tema deve seguir no centro do debate político e econômico nas próximas semanas, diante dos impactos que poderá provocar tanto para o agronegócio quanto para as contas públicas do país.
TCU aprova contas de Lula, mas faz 11 alertas fiscais
TCU aprova contas de Lula, mas faz 11 alertas fiscais
Relatório aponta superestimação de receitas, crescimento da dívida pública e fragilidades na gestão de estatais, mas recomenda aprovação das contas ao Congresso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou com ressalvas as contas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva referentes ao exercício de 2025, em decisão tomada nesta quarta-feira. O tribunal, apesar de recomendar a aprovação, emitiu uma série de alertas significativos sobre a condução da política fiscal e econômica do país. As principais preocupações destacadas incluem a superestimação de receitas no Orçamento em cerca de R$ 60 bilhões, o crescimento da dívida pública, com projeção de atingir 84,2% do PIB até 2028, e a concessão de benefícios fiscais.
- Adicionalmente, o TCU apontou fragilidades na governança de empresas estatais, com foco nos Correios, e questionou operações financeiras e garantias para empréstimos bilionários envolvendo a empresa. Apesar das observações, o tribunal concluiu que os apontamentos não são suficientes para a rejeição das contas presidenciais, mantendo um padrão de aprovações com ressalvas desde 2000. O parecer será agora encaminhado ao Congresso Nacional para a decisão final, lembrando que as últimas rejeições ocorreram em 2014 e 2015, durante o governo Dilma Rousseff.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou com ressalvas as contas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva referentes ao exercício de 2025. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (10) durante sessão que analisou a condução da política fiscal e econômica da União. Embora tenha recomendado a aprovação das contas, o tribunal apresentou uma série de alertas relacionados à situação fiscal do país. Entre os principais pontos levantados estão a superestimação de receitas no Orçamento, o crescimento da dívida pública, a concessão de benefícios fiscais e fragilidades na governança de empresas estatais. O parecer foi relatado pelo ministro Benjamin Zymler, que destacou preocupações com a sustentabilidade das contas públicas nos próximos anos. Segundo o TCU, as receitas previstas na Lei Orçamentária Anual (LOA) apresentaram uma diferença estimada em cerca de R$ 60 bilhões em relação aos valores efetivamente arrecadáveis, o que, na avaliação da Corte, pode comprometer a transparência e o planejamento fiscal. Outro ponto de atenção é a trajetória da dívida pública. Dados analisados pelo tribunal indicam que o endividamento do país continua em crescimento e poderá atingir o pico de 84,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2028, antes de iniciar uma possível trajetória de queda. O relatório também apontou questionamentos sobre a supervisão de estatais federais, especialmente em relação aos Correios. O tribunal acompanha operações financeiras envolvendo a empresa e avalia possíveis irregularidades na concessão de garantias para empréstimos bilionários. Apesar das observações, o TCU concluiu que os apontamentos não configuram irregularidades suficientes para recomendar a rejeição das contas presidenciais. O parecer agora será encaminhado ao Congresso Nacional, responsável pela decisão final sobre a aprovação ou não das contas do governo. Desde 2000, o tribunal tem aprovado as contas presidenciais com ressalvas. As últimas rejeições ocorreram durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, nos exercícios de 2014 e 2015.
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Levantamento da Genial/Quaest mostra que a maioria dos entrevistados desaprova pedido de financiamento para o filme "Dark Horse" e considera suspeita a relação com Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (10) revela que 65% dos brasileiros consideram que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) errou ao solicitar recursos para financiar o filme 'Dark Horse', inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa também apontou que 60% dos entrevistados consideram suspeita a relação entre Flávio e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Foto: Reprodução | CNN
A maioria dos brasileiros avalia de forma negativa a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no episódio envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. É o que aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados afirmaram que Flávio Bolsonaro errou ao solicitar recursos para financiar o filme "Dark Horse", produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 17% consideraram que o senador agiu corretamente, enquanto os demais não souberam responder ou não opinaram. A pesquisa também mediu a percepção da população sobre as conversas entre Flávio e Vorcaro. Para 60% dos entrevistados, a relação entre os dois é considerada suspeita. Já 19% disseram enxergar a situação como normal, enquanto 21% não responderam ou afirmaram não ter opinião formada. Outro dado apontado pelo levantamento mostra que 58% acreditam que o senador pode estar omitindo informações ou eventual envolvimento em irregularidades relacionadas ao caso. Em contrapartida, 27% afirmaram não acreditar na existência de qualquer ilegalidade por parte do parlamentar. Os resultados indicam que a percepção negativa sobre o episódio ultrapassa diferentes grupos políticos. A avaliação crítica aparece entre eleitores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre independentes e também entre setores da direita que não se identificam diretamente com o bolsonarismo. A pesquisa ainda aponta que 62% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro tinha conhecimento prévio de suspeitas envolvendo Daniel Vorcaro quando buscou apoio financeiro para o projeto audiovisual. Outros 26% entendem que o senador não tinha conhecimento de eventuais problemas relacionados ao empresário. O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de confiança informada pelo instituto é de 95%.
Flávio Bolsonaro perde 4 pontos após caso Vorcaro e viagem aos EUA, aponta Quaest
Primeiro levantamento após divulgação dos diálogos com o banqueiro e encontro com Trump mostra senador atrás de Lula
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro perdeu espaço em um eventual segundo turno contra presidente Lula, segundo pesquisa Quaest. Ele caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% desde abril.
- A pesquisa foi divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos para financiar um filme e após sua viagem a Washington para se reunir com Donald Trump, além de medidas anunciadas pelo governo americano que criticou o presidente Lula.
Foto: Reprodução | CNN
O senador Flávio Bolsonaro perdeu quatro pontos percentuais em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde abril, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Flávio caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% no mesmo período. Esta é a primeira pesquisa divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento também ocorre após a viagem do senador a Washington para se reunir com Donald Trump. A pesquisa foi realizada ainda depois de o governo americano anunciar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. As medidas foram criticadas pelo presidente Lula. Em maio, Lula e Flávio apareciam em empate técnico, com 42% e 41%, respectivamente. No levantamento atual, o petista abriu vantagem de seis pontos percentuais no cenário de segundo turno.
Quaest: Lula vence Flávio Bolsonaro no 1º e no 2º turno, aponta pesquisa
Quaest: Lula vence Flávio Bolsonaro no 1º e no 2º turno, aponta pesquisa
Levantamento mostra presidente com 39% das intenções de voto e vantagem de seis pontos em eventual disputa direta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto na eleição presidencial de 2026, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Quaest. No primeiro turno, Lula tem 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 29%. Em um eventual segundo turno, Lula alcança 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro.
- A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 8 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro em cenários de primeiro e segundo turno para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). No primeiro turno, Lula registra 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 29%. Em maio, o petista também tinha 39%, mas o senador aparecia com 33%. O levantamento atual conta com 13 pré-candidatos avaliados. Em um eventual segundo turno entre os dois, Lula alcança 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro. Já em uma simulação contra Romeu Zema, o presidente venceria por 45% a 35%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Governo quer elevar mistura de etanol na gasolina para 32%
Governo quer elevar mistura de etanol na gasolina para 32%
Medida será analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética e pode reduzir importações de gasolina e ampliar o uso de biocombustíveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal está analisando uma proposta para aumentar a mistura de etanol anidro na gasolina, elevando o percentual atual de 30% para até 32%. A medida, anunciada pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Lula e representantes do setor, visa fortalecer a participação dos biocombustíveis na matriz energética nacional, reduzir a dependência de gasolina importada e evitar a importação de cerca de 450 milhões de litros de combustível por ano.
- Setores ligados à bioenergia e sucroenergético apoiam a iniciativa, destacando potenciais benefícios como a redução de custos para o consumidor, diminuição das emissões de gases poluentes e estímulo a investimentos na produção agrícola e industrial. A viabilidade técnica da mudança, sem comprometer o desempenho dos veículos, já foi atestada por testes anteriores. A proposta será agora encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para avaliação e, se aprovada, representará mais um passo na estratégia brasileira de ampliação do uso de energias renováveis.
Foto: Ricardo Stuckert/PR
O governo federal deve analisar nos próximos dias uma proposta para aumentar a quantidade de etanol anidro misturada à gasolina vendida no Brasil. A medida prevê elevar o percentual atual de 30% para até 32%, ampliando a participação dos biocombustíveis na matriz energética nacional. O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, representantes do setor sucroenergético e lideranças empresariais em Brasília. Segundo o governo, a proposta integra a política de fortalecimento dos combustíveis renováveis e busca reduzir a dependência de gasolina importada. A estimativa é que a mudança possa evitar a importação de cerca de 450 milhões de litros de combustível por ano. Representantes do setor afirmam que o aumento da mistura pode contribuir para reduzir os custos ao consumidor, já que o etanol tem apresentado preço inferior ao da gasolina em diversas regiões do país. Além disso, defendem que a medida ajudará a reduzir as emissões de gases poluentes e estimulará investimentos na produção agrícola e industrial. A proposta também recebeu respaldo de entidades ligadas à bioenergia, que afirmam existir capacidade produtiva para atender ao aumento da demanda por etanol. A expectativa do setor é de crescimento da produção nacional nos próximos anos, impulsionado por investimentos e pela expansão do mercado de combustíveis renováveis. Outro ponto destacado durante as discussões foi a viabilidade técnica da mudança. Segundo representantes da indústria, testes realizados anteriormente indicaram que a elevação da mistura não compromete o desempenho dos veículos atualmente em circulação. A proposta será encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), responsável por avaliar a medida. Caso seja aprovada, a nova composição poderá representar mais um passo na estratégia brasileira de ampliar o uso de energias renováveis e reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em estado governado pela esquerda
Levantamento do Real Time Big Data mostra senador com 48% das intenções de voto, contra 43% do presidente; diferença está no limite da margem de erro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa realizada pelo instituto Real Time Big Data sugere que o senador Flávio Bolsonaro está à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no Espírito Santo, com 48% e 43% das intenções de voto respectivamente.
- A pesquisa, que entrevistou 1.600 eleitores em diversas regiões do estado, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tem um nível de confiança de 95%. O resultado é considerado pelo instituto como sendo no limite do empate técnico.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (9) pelo instituto Real Time Big Data aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no Espírito Santo. De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 43%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a diferença entre os candidatos fica no limite do empate técnico. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 8 de junho, com 1.600 eleitores entrevistados por telefone em diversas regiões capixabas. O nível de confiança é de 95% e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03811/2026. O Espírito Santo é atualmente o único estado da região Sudeste governado por um grupo político alinhado à esquerda. Após a saída de Renato Casagrande (PSB) para disputar uma vaga no Senado, o comando do Executivo estadual passou para Ricardo Ferraço (MDB), que deve buscar a reeleição este ano.
Lula lidera pesquisa e abre vantagem sobre Flávio Bolsonaro, diz Vox
Lula lidera pesquisa e abre vantagem sobre Flávio Bolsonaro, diz Vox
Levantamento realizado com 2.100 eleitores mostra crescimento do presidente nas intenções de voto e queda de Flávio Bolsonaro em relação ao mês anterior.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa divulgada pelo instituto Vox Brasil nesta sexta-feira (5) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial para as eleições de 2026, com 42,1% das intenções de voto. Ele consolida sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 33,6%, marcando uma mudança significativa em relação ao levantamento anterior, onde Lula avançou 7,8 pontos percentuais enquanto Bolsonaro recuou 2,9 pontos. Nomes como Ronaldo Caiado (6,9%) e Romeu Zema (5,1%) aparecem na sequência, enquanto uma parcela dos entrevistados manifestou intenção de votar em branco/nulo ou se declarou indecisa.
- O levantamento também abordou os índices de rejeição, com Lula liderando este indicador com 49,2%, seguido de perto por Flávio Bolsonaro (48,3%) e Aécio Neves (41,3%). A pesquisa do Vox Brasil, registrada no TSE sob o número BR-08016/2026, ouviu 2.100 eleitores entre 1º e 3 de junho de 2026, apresentando uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (5) pelo instituto Vox Brasil aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial para as eleições de 2026. No cenário estimulado apresentado aos entrevistados, o petista aparece com 42,1% das intenções de voto, consolidando vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 33,6%. Os números indicam uma mudança significativa em relação ao levantamento anterior, divulgado em maio. Lula avançou 7,8 pontos percentuais no período, saindo de 34,3% para os atuais 42,1%. Já Flávio Bolsonaro apresentou recuo de 2,9 pontos percentuais, ampliando a diferença entre os dois principais nomes testados na pesquisa. Na sequência aparecem o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com 6,9%, e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, com 5,1%. Os demais nomes avaliados não alcançaram percentuais expressivos no cenário apresentado pelo instituto. O levantamento também identificou que 2,9% dos entrevistados pretendem votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos candidatos apresentados. Outros 2,3% afirmaram estar indecisos ou preferiram não responder. Além das intenções de voto, a pesquisa avaliou os índices de rejeição dos possíveis concorrentes ao Palácio do Planalto. Lula lidera esse indicador com 49,2%, seguido de perto por Flávio Bolsonaro, que registra 48,3%. O ex-governador mineiro Aécio Neves aparece em terceiro lugar, com 41,3%. Entre os demais nomes avaliados, os índices de rejeição foram de 25,7% para Romeu Zema, 23,3% para Joaquim Barbosa, 21,7% para Ronaldo Caiado, 19,5% para Renan Santos, 18,1% para Cabo Daciolo e 16,5% para Augusto Cury. A pesquisa ouviu 2.100 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 1º e 3 de junho de 2026. Segundo o instituto, a margem de erro é de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08016/2026.
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Deputado Otoni de Paula fez uma série de acusações contra Flávio Bolsonaro e afirmou que a estratégia adotada pelo senador pode beneficiar politicamente o presidente Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O deputado federal Otoni de Paula acusou o senador Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país, em um vídeo contundente que reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Otoni também classificou Flávio Bolsonaro como um 'traidor da direita' e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- O episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso, com apoiadores de ambos os lados trocando críticas e manifestações na internet. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e levou ao silêncio de Flávio Bolsonaro até o momento.
Foto: Reprodução
A temperatura subiu de vez no campo da direita brasileira. Em um vídeo carregado de críticas e acusações, o deputado federal Otoni de Paula protagonizou um dos ataques mais contundentes já feitos contra o senador Flávio Bolsonaro, expondo publicamente uma crise que vem ganhando força nos bastidores políticos. Sem poupar palavras, o parlamentar disparou contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o pronunciamento, Otoni acusou Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país. Em tom exaltado, o deputado repetiu diversas vezes a palavra "vergonha" e atribuiu ao senador a responsabilidade por episódios recentes que, segundo ele, acabaram fortalecendo o discurso do governo federal. As declarações ocorreram após repercussões envolvendo uma reunião com o presidente norte-americano Donald Trump, assunto que se transformou em mais um ponto de tensão dentro do campo conservador. Para Otoni, a condução política do episódio teria produzido efeito contrário ao esperado e fortalecido adversários políticos. O parlamentar foi além e classificou Flávio Bolsonaro como um "traidor da direita", afirmando que perdeu a confiança no senador. As declarações evidenciam um momento de forte divisão entre lideranças que até pouco tempo atrás integravam o mesmo grupo político. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Enquanto apoiadores de ambos os lados trocam críticas e manifestações na internet, o episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso. Até o momento, Flávio Bolsonaro não havia se pronunciado sobre as declarações.
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Levantamento Meio/Ideia aponta crescimento da vantagem do presidente sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Meio/Ideia, divulgada na quinta-feira (28), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como líder em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro soma 31,5%.Lula também lidera nos cenários de segundo turno contra todos os adversários testados. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Os resultados do levantamento são significativos, especialmente entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos e jovens de 16 a 24 anos, onde a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada.
Foto: Reprodução
A pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, abrindo sete pontos percentuais de vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro, que soma 31,5%. Na pesquisa anterior, divulgada em 6 de maio, o presidente registrava 40%, enquanto Flávio tinha 36%. O levantamento também testou outros nomes da direita. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado aparece com 5,5%; o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema tem 2,4%; e o líder do MBL, Renan Santos, registra 2,1%. Nos cenários de segundo turno, Lula também lidera contra todos os adversários testados. Segundo a pesquisa, o presidente aparece com 46,5% contra 41,4% de Flávio Bolsonaro. No início do mês, o senador liderava o confronto direto por 45,3% a 44,7%. De acordo com o levantamento, a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, jovens de 16 a 24 anos e entrevistados que se identificam como de centro-direita. Entre os demais nomes testados, Caiado e Michelle Bolsonaro aparecem como os mais competitivos contra Lula, ambos com 40% das intenções de voto, ante 46% do atual presidente. Já Romeu Zema aparece com 37%; Renan Santos, 31%; Tereza Cristina, 27%; o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, 26%; e Aécio Neves, 25%. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-02918/2026.
Lula inicia radioterapia preventiva após retirada de lesão no couro cabeludo
Lula inicia radioterapia preventiva após retirada de lesão no couro cabeludo
Tratamento preventivo começou nesta segunda-feira (25) no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, após retirada de carcinoma basocelular no mês passado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento preventivo de radioterapia no couro cabeludo, no Hospital Sírio-Libanês em Brasília. O procedimento, que deve durar cerca de três semanas e é composto por 15 sessões de dois minutos cada, visa complementar a retirada de uma lesão cancerígena em abril. Durante o período, Lula seguirá normalmente suas atividades presidenciais, sem restrições ou necessidade de afastamento.
- A radioterapia foi indicada após a cirurgia de abril, em São Paulo, que removeu um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele. Especialistas destacam que este câncer tem crescimento lento e alta taxa de cura quando detectado precocemente. O boletim médico foi assinado por Rafael Gadia e Volney Vilela, do Sírio-Libanês, e o acompanhamento de saúde do presidente também é feito por equipes lideradas por Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento preventivo de radioterapia no couro cabeludo, após a retirada de uma lesão cancerígena em abril deste ano. O procedimento está sendo realizado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, e deve durar cerca de três semanas. Segundo informações divulgadas pela equipe médica, o tratamento será composto por 15 sessões de radioterapia, com duração aproximada de dois minutos cada. De acordo com o hospital, Lula seguirá desempenhando normalmente suas atividades na Presidência da República durante o período de tratamento, sem necessidade de afastamento ou restrições médicas. Ainda nesta segunda-feira, o presidente manteve compromissos oficiais no Palácio do Planalto, incluindo reuniões com representantes de países africanos. A radioterapia foi indicada após cirurgia realizada em abril, em São Paulo, para retirada de um carcinoma basocelular localizado no couro cabeludo. Na ocasião, a equipe médica informou que o procedimento ocorreu sem complicações e que o presidente recebeu alta no mesmo dia. O carcinoma basocelular é considerado o tipo mais comum de câncer de pele e está frequentemente associado à exposição prolongada ao sol. Segundo especialistas, a doença costuma apresentar crescimento lento e altas taxas de cura quando identificada precocemente. O boletim médico divulgado nesta segunda-feira foi assinado pelos médicos Rafael Gadia, diretor de Governança Clínica do Sírio-Libanês, e Volney Vilela, diretor clínico da instituição. O acompanhamento da saúde do presidente também é realizado pelas equipes lideradas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio.
Bahia teria 596 mil trabalhadores beneficiados com fim da escala 6x1
Bahia teria 596 mil trabalhadores beneficiados com fim da escala 6x1
De acordo com o levantamento, o estado possui hoje 1.237.883 trabalhadores já inseridos no modelo 5x2
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Bahia terá 596.501 trabalhadores beneficiados com a possibilidade de mudança da escala de trabalho de 6x1 para 5x2, de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego. A medida é defendida pelo governo federal e busca reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, garantir dois dias de descanso remunerado e impedir redução salarial.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei com urgência constitucional para efetuar essas mudanças, e a medida busca gerar Impactos positivos na produtividade, além de ampliar o tempo destinado à família, lazer, descanso e atividades culturais.
Foto: Reprodução
A Bahia teria 596.501 trabalhadores diretamente beneficiados com o fim da escala 6x1 no Brasil, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número representa os profissionais que atualmente trabalham seis dias por semana e teriam direito a dois dias de descanso com a possível adoção da escala 5x2. De acordo com o levantamento, o estado possui hoje 1.237.883 trabalhadores já inseridos no modelo 5x2, equivalente a 67,48% do total analisado. Outros 32,52% seguem submetidos à escala 6x1. A proposta de mudança é defendida pelo governo federal. Em abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei com urgência constitucional para reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, garantir dois dias de descanso remunerado e impedir redução salarial. Segundo o governo, a medida busca ampliar o tempo destinado à família, lazer, descanso e atividades culturais, além de gerar impactos positivos na produtividade. Ao defender a proposta no Dia do Trabalhador, Lula afirmou que a atual jornada é pesada para milhões de brasileiros, especialmente para as mulheres, que acumulam tarefas domésticas após o expediente profissional.
Lula aparece com 47% contra 43% de Flávio, aponta Nexus
Lula aparece com 47% contra 43% de Flávio, aponta Nexus
Levantamento da Nexus/BTG indica vantagem numérica de Lula sobre adversários em simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente realizada pelo instituto Nexus/BTG mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida presidencial de 2026 com 47% das intenções de voto no eventual segundo turno. Lula se manteve à frente do senador Flávio Bolsonaro, que aparece com 43% das intenções. A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros possíveis candidatos, incluindo Romeu Zema e Ronaldo Caiado, e mostrou que o presidente manteve sua liderança em ambas as ocasições.
- A pesquisa ouviu 2.045 eleitores por telefone entre os dias 22 e 24 de maio e tem nível de confiança de 95%, além de estar registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04193/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (25) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro, que aparece com 43%. Segundo o levantamento, votos brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos somam 9%, enquanto 1% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder. O instituto aponta que o cenário permaneceu estável mesmo após a divulgação de áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Na pesquisa anterior, realizada em abril, Lula registrava 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos seguem tecnicamente empatados. A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros possíveis candidatos. Em um cenário contra Romeu Zema, o presidente aparece com 49% das intenções de voto, enquanto o ex-governador marca 38%. Já em uma eventual disputa contra Ronaldo Caiado, Lula registra 46% contra 40% do político goiano. O levantamento ouviu 2.045 eleitores por telefone entre os dias 22 e 24 de maio. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04193/2026.
Apex/Futura: Lula assume liderança após queda de Flávio Bolsonaro
Apex/Futura: Lula assume liderança após queda de Flávio Bolsonaro
Levantamento registra recuo de 4,7 pontos do senador após divulgação de mensagens do caso Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Apex/Futura divulgada sexta-feira (22) apresentou mudanças no cenário eleitoral nacional após a repercussão das mensagens trocadas entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. O levantamento apontou queda de 4,7 pontos percentuais do senador em uma simulação de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O senador aparece com 42,2% das intenções de voto, enquanto Lula marca 47,7%, liderando fora da margem de erro.
- De acordo com o instituto, a variação do senador ultrapassa a margem de erro, indicando perda real de apoio. O caso Master também foi medido entre os eleitores, mostrando que 82,1% dos entrevistados afirmam ter conhecimento do escândalo e 67,1% sabem das mensagens envolvendo Flávio e Vorcaro.
Foto: Reprodução
A pesquisa Apex/Futura divulgada nesta sexta-feira (22) mostra mudança no cenário eleitoral nacional após a repercussão das mensagens trocadas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro. O levantamento, realizado entre 15 e 20 de maio, aponta queda de 4,7 pontos percentuais do senador em uma simulação de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o instituto, Flávio aparece agora com 42,2% das intenções de voto, enquanto Lula marca 47,7%. No levantamento anterior, divulgado em 11 de maio, o senador tinha 46,9% e o petista 44,4%, cenário de empate técnico. Com a nova pesquisa, Lula passa a liderar fora da margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais. No primeiro turno, o movimento é semelhante. Lula cresce de 38,3% para 42,7%, enquanto Flávio oscila negativamente de 36,1% para 35,6%. O instituto destaca que a variação do senador ultrapassa a margem de erro, indicando perda real de apoio. A pesquisa também mediu o impacto do caso Master entre os eleitores. De acordo com o levantamento, 82,1% dos entrevistados afirmam ter conhecimento do escândalo, e 67,1% dizem saber das mensagens envolvendo Flávio e Vorcaro. Apesar da ampla repercussão, apenas 13,5% dos entrevistados afirmam que o episódio pode influenciar seu voto. Foram ouvidas 878 pessoas em diferentes regiões do país. O nível de confiança é de 95%.
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Pesquisa mostra queda nas intenções de voto do senador após repercussão de mensagens envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
- Lula lidera com 46,7% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio aparece com 34,3%. A pesquisa também mostra que a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Foto: Reprodução | Metrópoles
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 46,7% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio, diferença de 12,4 pontos percentuais. Em abril, o petista tinha 46,6%, enquanto o senador marcava 39,7%. Sem Flávio Bolsonaro na disputa, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece em segundo lugar, com 17% das intenções de voto, enquanto Lula lidera com 46,7%. No cenário de segundo turno, Lula registra 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos e indecisos somam 9,3%. Na pesquisa anterior, realizada em abril, os dois apareciam tecnicamente empatados: Flávio tinha 47,8% e Lula, 47,5%. Segundo o levantamento, a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, nas quais o parlamentar cobraria recursos para a produção do filme "Dark Horse", sobre a vida de Jair Bolsonaro. A pesquisa aponta que 95,6% dos entrevistados disseram ter tomado conhecimento do vazamento e 45,1% afirmaram que o episódio enfraqueceu muito a candidatura de Flávio Bolsonaro. A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.032 brasileiros entre os dias 13 e 18 de maio de 2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 1 ponto percentual, para mais ou para menos.
MP de Lula zera taxa das blusinhas sobre importações de até US$ 50
MP de Lula zera taxa das blusinhas sobre importações de até US$ 50
Medida provisória assinada pelo presidente elimina imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50 em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma Medida Provisória que revoga o imposto federal de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, popularmente conhecido como “taxa das blusinhas”. A decisão, que entra em vigor imediatamente após a publicação no Diário Oficial da União, anula a cobrança estabelecida em 2025 sobre produtos adquiridos em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto, ressaltando o impacto da medida para o consumo popular.
- Durante o comunicado, foi enfatizado que a revogação visa reduzir impostos sobre produtos consumidos pela população de baixa renda, conforme apontado pelo ministro Bruno Moretti. A medida, no entanto, vinha gerando divisão interna no governo, com a ala política defendendo o fim da taxação, enquanto setores como o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços resistiam à revogação, argumentando que a taxação ajudava a proteger a indústria nacional da concorrência estrangeira.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira uma medida provisória que revoga o imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecido popularmente como “taxa das blusinhas”. A medida entra em vigor imediatamente após a publicação no Diário Oficial da União. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto pouco antes da ida de Lula à posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques. A chamada “taxa das blusinhas” havia sido criada em 2025 por meio de lei aprovada pelo Congresso Nacional. A regra estabelecia cobrança de 20% sobre compras internacionais de pequeno valor feitas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. O comunicado foi feito pelos ministros Miriam Belchior, da Casa Civil, Bruno Moretti, do Planejamento e Orçamento, e pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron. Durante o anúncio, Moretti afirmou que a medida reduz impostos sobre produtos consumidos pela população de baixa renda. “O que importa mesmo, presidente, é que são produtos de consumo popular”, disse. “O senhor está retirando impostos federais do consumo popular, das pessoas mais pobres.” A ministra Miriam Belchior também comentou críticas associadas ao nome popular da medida e mencionou a primeira-dama Rosângela da Silva ao falar sobre o perfil dos consumidores que utilizam plataformas internacionais. Nos bastidores, o tema vinha provocando divisão dentro do governo. Integrantes da ala política, como Guilherme Boulos e José Guimarães, defendiam o fim da cobrança. Por outro lado, setores ligados ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços resistiam à revogação e argumentavam que a taxação ajudava a proteger a indústria nacional diante da concorrência estrangeira.
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Data será celebrada em 12 de março, em homenagem à primeira vítima registrada no país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, estabelece 12 de março como a data da homenagem, em referência à primeira vítima oficial da doença no país, a técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano. O objetivo principal da medida é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil e incentivar a reflexão sobre os impactos da crise sanitária.
- Durante o evento, Lula criticou a condução da pandemia pelo governo anterior, mencionando a disseminação de desinformação e declarações contrárias às vacinas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatizou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação para futuras emergências, além de buscar fortalecer políticas públicas de prevenção e assistência. Padilha também destacou o recente crescimento dos índices de vacinação infantil, que voltaram a superar 90% em diversas campanhas.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto e reuniu autoridades, profissionais da saúde e familiares de vítimas da pandemia. A data escolhida para a homenagem será 12 de março, em referência à morte da técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano, considerada a primeira vítima da doença registrada oficialmente no país. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado. Segundo o governo federal, o objetivo é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil. Durante o evento, Lula voltou a criticar a condução da pandemia pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente afirmou que houve disseminação de desinformação durante o período mais crítico da crise sanitária e citou declarações contrárias às vacinas e ao isolamento social. “Temos que dizer em alto e bom som a quantidade de médicos que receitavam cloroquina”, afirmou Lula durante o discurso. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação do país para futuras emergências sanitárias. Segundo Padilha, o governo também busca ampliar o debate sobre assistência às famílias afetadas pela covid-19 e fortalecer políticas públicas de prevenção. No mês passado, o Ministério da Saúde inaugurou o Memorial da Pandemia no Centro Cultural do Ministério da Saúde. O espaço homenageia as vítimas da doença e foi reaberto após obras de recuperação. Durante a cerimônia, Padilha também afirmou que os índices de vacinação infantil voltaram a crescer nos últimos anos. De acordo com o ministro, a cobertura vacinal no país ultrapassou 90% em diversas campanhas após queda registrada durante o governo anterior.
Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria que pode reduzir pena de Bolsonaro
Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria que pode reduzir pena de Bolsonaro
Texto foi publicado após derrubada de veto de Lula no Congresso e altera regras de cálculo e progressão de penas em crimes ligados aos ataques de 2023
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria, cujo texto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União. Esta medida abre caminho para a possível redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, sentenciado a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista. A promulgação ocorreu após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia barrado o projeto na mesma data em que os ataques completaram três anos.
- A derrubada do veto presidencial foi aprovada na última quinta-feira (30) tanto na Câmara dos Deputados, com 318 votos favoráveis, quanto no Senado, que registrou 49 votos pela rejeição, superando as maiorias necessárias. Antes da votação, o senador Alcolumbre realizou uma manobra legislativa, retirando da análise um trecho do projeto que entrava em conflito com a Lei Antifacção, que endurece as regras de progressão de regime. Essa exclusão impediu que a derrubada do veto reintroduzisse flexibilizações para crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos, focando a nova lei especificamente na dosimetria.
Foto: Reprodução
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria. O texto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e abre caminho para a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista. A promulgação ocorre após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que havia barrado o projeto em 8 de janeiro deste ano, data em que os ataques completaram três anos. Na última quinta-feira (30), Câmara dos Deputados e Senado rejeitaram o veto presidencial. Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, o placar foi de 49 votos pela rejeição e 24 contra. Para a derrubada, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado. Antes da votação, Alcolumbre adotou uma manobra legislativa ao retirar da análise um trecho do projeto que entrava em conflito com a Lei Antifacção, que endureceu regras de progressão de regime. Esse trecho previa flexibilizações na progressão de regime para condenados por crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos. A exclusão foi tratada como “prejudicialidade” e impediu que a derrubada do veto reintroduzisse dispositivos considerados mais brandos na legislação penal.
Alcolumbre quer reunião com Lula após derrota no Senado
Alcolumbre quer reunião com Lula após derrota no Senado
Presidente do Senado afirma que não atuou contra indicação de Jorge Messias ao STF e tenta reconstruir diálogo com o Planalto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, iniciou um movimento de reaproximação com o governo federal. A derrota, considerada um dos maiores reveses para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, levou Alcolumbre a buscar diálogo direto com Lula, defendendo que não atuou contra a nomeação e que havia alertado o Planalto sobre o risco, atribuindo o resultado à insatisfação dos parlamentares e buscando "passar a régua" no episódio.
- Em resposta à crise, ministros como José Múcio Monteiro e José Guimarães intensificaram reuniões com Alcolumbre e aliados governistas no Congresso. Apesar dos sinais de distensão e da necessidade de apoio do Senado em pautas prioritárias como as PECs da Segurança Pública, do SUAS e da mineração, setores do Planalto ainda cogitam mudanças na articulação política. A relação entre Planalto e Senado permanece tensa, com o governo buscando evitar novos desgastes em votações estratégicas.
Foto: Reprodução
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, iniciou movimentos de reaproximação com o governo federal após a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. A derrota imposta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi considerada uma das mais duras enfrentadas pelo Palácio do Planalto no atual mandato. Segundo interlocutores do governo, Alcolumbre demonstrou interesse em conversar diretamente com Lula para encerrar o desgaste político provocado pela votação. A aliados, o senador afirmou que deseja “passar a régua” no episódio e sustentou que não trabalhou contra a indicação do chefe da AGU. Nos bastidores, o presidente do Senado argumenta que alertou previamente o Planalto sobre o risco de rejeição e atribui o resultado à insatisfação de parlamentares da Casa. O discurso adotado pelo senador é o de preservação da relação institucional com o governo federal. Após a derrota de Messias, ministros do governo intensificaram articulações para reduzir a crise. O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, se reuniu com Alcolumbre na terça-feira (5). Já o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, almoçou com o senador na quarta-feira (6). No Senado, Alcolumbre também manteve conversas com aliados do governo, entre eles o líder governista no Congresso, Randolfe Rodrigues. Apesar disso, setores do Planalto defendem mudanças na articulação política da Casa, incluindo possíveis trocas em cargos de liderança. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, também enfrenta resistência. Segundo integrantes do governo, a relação entre Wagner e Alcolumbre se deteriorou durante a tramitação da indicação de Jorge Messias ao STF. A preocupação do Planalto é evitar novos desgastes em votações consideradas estratégicas para o governo. Entre os projetos prioritários estão as PECs da Segurança Pública e do Sistema Único de Assistência Social (Suas), além da proposta que regulamenta a exploração de minerais críticos no Brasil. Outro tema que depende do aval político do Senado é a PEC que propõe o fim da escala de trabalho 6x1. A matéria ainda tramita na Câmara dos Deputados, mas o governo avalia que precisará do apoio de Alcolumbre para acelerar a votação no Senado antes do avanço do calendário eleitoral. Apesar dos sinais de distensão, integrantes do governo admitem que a relação entre o Planalto e o presidente do Senado ainda atravessa um momento de forte desgaste político.
Casa Branca confirma encontro entre Lula e Trump na quinta-feira
Casa Branca confirma encontro entre Lula e Trump na quinta-feira
Reunião deve tratar de temas econômicos e de segurança, segundo governo dos EUA
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Casa Branca confirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, receberá o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva na próxima quinta-feira. A expectativa é que Lula viaje na quarta e retorne ao Brasil na sexta, após discutir 'assuntos econômicos e de segurança de interesse comum'. O governo brasileiro ainda aguarda o comunicado oficial.
- A visita foi confirmada após meses de espera. Lula já havia mencionado a possibilidade de um encontro no início do ano, mas a visita prevista para março não ocorreu. Após o início da guerra contra o Irã, as conversas foram retomadas nas últimas semanas.
Foto: Daniel Torok | Casa Branca
A Casa Branca confirmou nesta terça‑feira (5) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receberá o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na próxima quinta‑feira (7). A expectativa é que Lula viaje na quarta e retorne ao Brasil na sexta. A confirmação foi feita por um funcionário do governo norte‑americano ao jornal Folha de São Paulo. Segundo ele, os dois presidentes devem discutir “assuntos econômicos e de segurança de interesse comum”. Lula já havia mencionado a possibilidade de um encontro no início do ano. Uma visita prevista para março não ocorreu. Após o início da guerra contra o Irã, diplomatas afirmam que as conversas para uma reunião entre os líderes perderam ritmo, mas foram retomadas nas últimas semanas. Apesar da confirmação dos Estados Unidos, o governo brasileiro ainda aguarda o comunicado oficial. Integrantes da comitiva de Lula já estão em Washington para preparar a agenda. Nesta terça, o vice‑presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil pretende propor um acordo de cooperação no combate ao crime organizado transnacional. Segundo ele, o tema já havia sido tratado anteriormente entre os dois presidentes. “É um assunto extremamente relevante. Podemos avançar em áreas como controle de fluxo financeiro e investigação”, disse Alckmin em entrevista à GloboNews. A agenda completa da visita deve ser divulgada pelo governo brasileiro após a confirmação formal do encontro.
Na Bahia, Lula abre mais de 20 pontos no 2º turno contra todos os adversários, aponta Futura/Apex
Levantamento mostra vantagem ampla do presidente em diferentes cenários de disputa
Por: Daniela Gonzalez
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa da Futura Inteligência indicou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem superior a 20 pontos percentuais sobre todos os adversários testados em cenários de segundo turno na Bahia.
- Ele aparece acima dos 55% das intenções de voto em todas as simulações, enquanto os rivais não ultrapassam 34%. Além disso, a pesquisa também avaliou o índice de rejeição dos nomes testados e a avaliação do governo federal. Segundo o levantamento, Lula registra uma rejeição de 34,8%, enquanto Flávio Bolsonaro lidera com 52,5%. A pesquisa também apontou que 56,7% dos entrevistados aprovam a gestão do governo federal.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
Uma pesquisa da Futura Inteligência, divulgada nesta terça‑feira (5), indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem superior a 20 pontos percentuais sobre todos os adversários testados em cenários de segundo turno na Bahia. Segundo o levantamento, Lula aparece acima dos 55% das intenções de voto em todas as simulações, enquanto os rivais não ultrapassam 34%. No cenário contra Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), o petista marca 57%, e o senador registra 33,7%. Em disputa com Ronaldo Caiado (PSD), Lula tem 55%, contra 31,1% do ex‑governador de Goiás. Já diante de Romeu Zema (Novo), o presidente chega a 56,7%, enquanto o mineiro soma 28,6%. A pesquisa também avaliou o índice de rejeição dos nomes testados. Flávio Bolsonaro lidera o indicador, com 52,5% dos eleitores afirmando que não votariam nele. Lula aparece com 34,8%, enquanto Caiado, Zema e Renan Santos registram rejeições menores, mas com níveis de conhecimento também mais baixos. Nos cenários de primeiro turno, Lula mantém liderança folgada no estado. No principal cenário, o presidente soma 49,9%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 28,6%. Em outra simulação, Lula aparece com 46,4%, mantendo distância significativa dos demais candidatos, como Caiado, que registra 8%. O levantamento também mediu a avaliação do governo federal. De acordo com a pesquisa, 56,7% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 38,1% desaprovam. Na avaliação de desempenho, 46,8% classificam o governo como ótimo ou bom, e 30,5% consideram ruim ou péssimo. A pesquisa ouviu 1.000 eleitores entre os dias 14 e 16 de abril de 2026, em 231 municípios da Bahia. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Big Data: Lula lidera 1º turno e empata com Flávio, Ciro, Caiado e Zema no 2º
Big Data: Lula lidera 1º turno e empata com Flávio, Ciro, Caiado e Zema no 2º
Flávio Bolsonaro é o único que registra vantagem numérica sobre Lula em um eventual confronto direto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Pesquisa do instituto Real Big Data divulgou nesta terça-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto em diferentes cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026. Nos cenários de segundo turno, Lula aparece em situação de empate técnico com Flávio Bolsonaro, Ciro Gomes, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
- A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 2 e 4 de maio e apresenta margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O presidente lidera em todas as simulações de primeiro turno, enquanto nos cenários de segundo turno, ele aparece empatado com seus principais oponentes, com Flávio Bolsonaro registrando vantagem numérica sobre Lula em um eventual confronto direto, embora dentro da margem de erro.
Foto: Reprodução | Metrópoles
Uma pesquisa do instituto Real Big Data, divulgada nesta terça‑feira (5/5), indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto em diferentes cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026. Nos cenários de segundo turno, o petista aparece em situação de empate técnico com Flávio Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PSDB), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro é o único que registra vantagem numérica sobre Lula em um eventual confronto direto, embora dentro da margem de erro. Os entrevistados responderam em quem votariam caso a disputa fosse para o segundo turno. Nos cenários testados, Flávio Bolsonaro aparece com 44%, contra 43% de Lula. Em um embate entre Lula e Ciro Gomes, ambos registram 43%. Contra Ronaldo Caiado, Lula tem 43%, e o governador de Goiás aparece com 42%. Já em um cenário com Romeu Zema, o petista marca 43%, enquanto o governador mineiro tem 39%. Em disputa com Renan Santos (Missão), Lula aparece com 48%, e o adversário, com 24%. A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR‑03627/2026. Nos cenários de primeiro turno, Lula lidera em todas as simulações. Sem Ciro Gomes na lista de candidatos, o presidente aparece com 48%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 34%. Caiado registra 5%, Zema tem 4%, Renan Santos aparece com 3%, e Augusto Cury, Aldo Rebelo e Cabo Daciolo têm 1% cada. Brancos e nulos somam 6%, e 5% não souberam responder. Quando Ciro Gomes é incluído, Lula marca 38%, Flávio Bolsonaro tem 33%, e Caiado, Ciro e Zema aparecem empatados com 4%. Renan Santos registra 3%, enquanto Cury, Rebelo e Daciolo têm 1% cada. Brancos e nulos somam 6%, e 5% não responderam. O nome de Ciro Gomes tem sido testado em diferentes pesquisas para cargos estaduais e nacionais. O ex‑ministro afirmou recentemente que deve definir até a primeira quinzena de maio qual disputa pretende enfrentar em 2026.
Senado aprova indicação e Bahia ganha nova ministra no TST
Foto: Ascom | TRT
A desembargadora Margareth Rodrigues Costa foi aprovada pelo plenário do Senado para o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho nesta quarta-feira (29), com 49 votos favoráveis e 22 contrários. A indicação, feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu parecer favorável do senador Jaques Wagner, que destacou a qualificação da magistrada. Antes da votação em plenário, Margareth passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde obteve 17 votos favoráveis e 9 contrários. Ela integrou lista tríplice composta exclusivamente por mulheres, formada após a aposentadoria do ministro Aloysio Corrêa da Veiga. Natural de Salvador, Margareth Rodrigues Costa ingressou na magistratura em maio de 1990 e foi promovida a desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região em 2014, pelo critério de merecimento, consolidando trajetória com ampla experiência na Justiça do Trabalho.
Quaest aponta vantagem de aliado de Lula entre eleitores baianos
Quaest aponta vantagem de aliado de Lula entre eleitores baianos
Levantamento mostra vantagem para nomes ligados ao presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um levantamento da Quaest divulgou resultados de uma pesquisa eleitoral na Bahia, mostrando que a maioria dos eleitores está alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com os dados, 47% dos entrevistados preferem um governador aliado ao petista, enquanto outros 32% preferem um gestor independente.
- A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 27 de abril, ouviu 1.200 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03657/2026.
Foto: Isaac Fontana | Estadão Conteúdo
Um levantamento da Quaest divulgado na terça-feira (28) mostra que a maioria dos eleitores baianos estão alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pelo governo do estado. De acordo com a pesquisa, 47% dos entrevistados afirmam querer que o próximo governador seja aliado do petista. Outros 32% disseram preferir um gestor independente, sem alinhamento direto com o governo federal, enquanto 16% apontaram preferência por um nome ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ainda há 5% que não souberam ou não responderam. Este é o primeiro levantamento da Quaest em 2026 sobre a corrida ao Palácio de Ondina. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores na Bahia entre os dias 23 e 27 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03657/2026.
Moro determina prisão do ex-presidente Lula; leia a íntegra do despacho
Moro determina prisão do ex-presidente Lula; leia a íntegra do despacho
Por: Matheus Simoni
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Foto: Paulo Whitaker | Reuters
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) autorizou nesta quinta-feira (5) que o juiz federal Sérgio Moro, da Justiça Federal no Paraná, execute a pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em segunda instância a 12 anos e 1 mês de prisão. Com a medida, o magistrado já determinou que o petista seja preso imediatamente, mas deu prazo até amanhã (6), às 5h tarde, para ele se apresentar "voluntariamente" à Polícia Federal em Curitiba, base da Operação Lava Jato. “Relativamente ao condenado e ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, concedo-lhe, em atenção à dignidade cargo que ocupou, a oportunidade de apresentar-se voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba até as 17:00 do dia 06/04/2018, quando deverá ser cumprido o mandado de prisão”, anotou. Leia a íntegra do despacho de Sergio Moro.
Por 6 votos a 5, ministros do STF negam habeas corpus preventivo a Lula
Por 6 votos a 5, ministros do STF negam habeas corpus preventivo a Lula
Por: André Richter & Felipe Pontes
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Foto: Leonardo Benassatto | Reuters
Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta quarta-feira (04) habeas corpus no qual a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta impedir eventual prisão após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça Federal. Os advogados tentavam mudar o entendimento firmado pela Corte em 2016, quando foi autorizada a prisão após o fim dos recursos naquela instância. O julgamento durou cerca de nove horas. Em julho do ano passado, Lula foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a nove anos e seis meses de prisão. Em janeiro deste ano, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) aumentou a pena para 12 anos e um mês na ação penal do triplex do Guarujá (SP), na Operação Lava Jato. Com a decisão, Lula perde direito ao salvo-conduto que foi concedido a ele pela Corte no dia 22 de março e impedia sua eventual prisão. Dessa forma, o juiz federal Sérgio Moro poderia determinar a prisão imediata do ex-presidente, no entanto, a medida não é automática, porque ainda está pendente de mais um recurso na segunda instância da Justiça Federal. Em casos semelhantes na Lava Jato, o juiz determinou a prisão sem esperar comunicação do tribunal. Em outros, aguardou a deliberação dos desembargadores. No dia 26 de março, a Oitava Turma do TRF4 negou os primeiros embargos contra a condenação e manteve a condenação de Lula, no entanto, abriu prazo para notificação da decisão até 8 de abril, fato que permite a apresentação de um novo embargo. Para que a condenação seja executada, o tribunal deve julgar os recursos e considera-lós protelatórios, autorizando Moro, titular da 13ª Vara Federal em Curitiba, responsável pela primeira sentença de Lula, assine o mandado de prisão. Votaram contra a concessão do habeas corpus o relator, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux e a presidente, Cármen Lúcia. Gilmar Mendes, Dias Toffoli ,Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Celso de Mello se manifestaram contra por entenderem que a prisão só pode ocorrer após o fim de todos os recursos na própria Corte.
Wagner se reuniu com ministros do STF antes de julgamento de Lula, diz jornal
Wagner se reuniu com ministros do STF antes de julgamento de Lula, diz jornal
Por: Matheus Simoni
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O ex-ministro e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner, se reuniu com ministros do Supremo Tribunal Federal antes do julgamento do habeas corpus pedido pela defesa de Luiz Inácio Lula da Silva para evitar a prisão do ex-presidente. A informação foi divulgada pelo jornal Valor Econômico. Segundo a publicação, o petista integrou uma força tarefa da legenda que foi reclamar da suposta politização do processo. Dos seis ministros que votaram na última quinta-feira a favor da liminar pedida pela defesa do ex-presidente Lula, que proíbe a prisão do petista até o dia 4 de abril, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes estiveram reunidos com o grupo. Além de Wagner, também se encontraram com os membros do STF os ex-ministros Luiz Marinho e Gilberto Carvalho. Os debates duraram cerca de meia hora. Ministros que votaram contra o pedido de liminar, como Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, também estiveram com os interlocutores do ex-presidente. Ainda segundo o Valor Econômico, Wagner foi procurado para comentar os encontros, mas negou à reportagem ter conversado com os ministros. Marinho e Carvalho, no entanto, relataram que o ex-ministro falou com Gilmar Mendes.























