Pesquisa AtlasIntel aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no 2º turno
Pesquisa AtlasIntel aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no 2º turno
Pesquisa ouviu 5.000 eleitores pelo Brasil entre os dias 4 e 9 de setembro; margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL) avançou na corrida presidencial, ficando à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma possível disputa de segundo turno, segundo a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em 10 de julho. Flávio registrou 46,4% das intenções de voto contra 46,2% de Lula, com margem de erro de um ponto percentual, indicando uma estreita vantagem que supera a variação da rodada anterior, onde Lula liderava com 47,1% e Flávio tinha 42,6%.
- A pesquisa também mostra Lula ainda liderando no primeiro turno com 43%, enquanto Flávio tem 37,4%, reduzindo a diferença de nove para 5,6 pontos percentuais. Outros candidatos como Augusto Cury (Avante) caíram para 6,6%, Renan Santos (Missão) ficou em 6,5%, e Romeu Zema (Novo) marcou 2,1%, refletindo a dinâmica competitiva da disputa presidencial brasileira.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL) avançou na corrida presidencial e aparece numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (10). Os dois estão empatados dentro da margem de erro. Flávio tem 46,4% das intenções de voto, contra 46,2% de Lula. Na rodada anterior, o petista marcava 47,1% e o candidato do PL, 42,6%. A mudança foi puxada principalmente pelo crescimento de Flávio, que ganhou 3,8 pontos percentuais entre os dois levantamentos. Lula oscilou 0,9 ponto para baixo. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual para mais ou para menos. Flávio avança - Lula continua à frente no cenário de primeiro turno, com 43%, mesmo percentual registrado em agosto. Flávio aparece com 37,4%, ante 34% na rodada anterior. A distância entre os dois, portanto, caiu de nove para 5,6 pontos percentuais. O crescimento de Flávio, de 3,4 pontos, supera a margem de erro do levantamento. Augusto Cury (Avante), que vinha ocupando a terceira posição, recuou de 8% para 6,6%. Renan Santos (Missão) aparece praticamente empatado com ele, com 6,5%. Romeu Zema (Novo) registra 2,1%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 1,1%, enquanto Samara (UP) e Pablo Marçal têm 1% cada. Os demais candidatos testados não pontuaram. Brancos e nulos somam 0,6%, e 0,4% não soube responder.
MST denuncia possível irregularidade eleitoral após distribuição de cestas básicas em Itaberaba
Denúncia cita nomes de Lula, Jerônimo Rodrigues e Valmir Assunção durante entrega de mantimentos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um vídeo que mostra a entrega de 500 cestas básicas em Itaberaba, no Piemonte do Paraguaçu, ganhou destaque nas redes sociais e pode ser alvo de apuração da Justiça Eleitoral. O material registra a presença de nomes como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador Jerônimo Rodrigues e o deputado Valmir Assunção, todos do PT, e foi denunciado pelo líder do MST, Abraão Brito, que afirma que a gravação foi feita no sábado (5).
- Embora a simples distribuição de alimentos não configure crime eleitoral, a legislação prevê punição caso fique comprovado que a ação foi usada para influenciar o voto. A investigação buscará identificar quem organizou e financiou a entrega, se houve pedido de voto ou autorização de candidatos, podendo enquadrar o caso como captação ilícita de sufrágio, conforme o artigo 41‑A da Lei das Eleições. Até o momento, não há decisão da Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução
Um vídeo que mostra a distribuição de 500 cestas básicas em Itaberaba, no Piemonte do Paraguaçu, passou a repercutir nas redes sociais e poderá ser alvo de apuração da Justiça Eleitoral. As imagens, divulgadas no domingo (6), mostram a entrega dos alimentos acompanhada da citação aos nomes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador Jerônimo Rodrigues e do deputado federal Valmir Assunção, todos do PT. A denúncia foi feita pelo líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Abraão Brito. Segundo ele, o vídeo foi gravado no sábado (5). Durante a ação, uma liderança do movimento atribui a distribuição das cestas a políticas públicas e agradece nominalmente ao deputado Valmir Assunção. A distribuição de alimentos, por si só, não configura crime eleitoral. No entanto, a legislação prevê punição caso fique comprovado que a entrega foi utilizada para influenciar o voto do eleitor. A investigação deverá esclarecer quem organizou e financiou a ação, se houve participação ou autorização de candidatos, se ocorreu pedido de voto e qual foi a finalidade da distribuição. Se houver comprovação de que os alimentos foram entregues para obtenção de votos, o caso poderá ser enquadrado como captação ilícita de sufrágio, prevista no artigo 41-A da Lei das Eleições, além de outras normas do Código Eleitoral. Até o momento, não há decisão da Justiça Eleitoral sobre o episódio.
Candidatos criticam STF e saem em defesa de André Mendonça no 7 de Setembro
Candidatos criticam STF e saem em defesa de André Mendonça no 7 de Setembro
Enquanto candidatos da oposição intensificaram críticas ao Supremo e defenderam André Mendonça, Lula manteve discurso institucional e evitou abordar a crise.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou destaque nas manifestações de 7 de setembro, com candidatos à Presidência usando o tema para atacar a Corte ou apoiar o ministro André Mendonça. Enquanto a oposição intensificou as críticas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve um discurso institucional, participando das comemorações ao lado do presidente do STF, Edson Fachin, e evitando referências ao conflito.
- Nos bastidores, a decisão de André Mendonça de retirar o sigilo das mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro alimentou o debate nas redes sociais, fortalecendo manifestações de apoio ao ministro e gerando preocupação na campanha petista sobre possíveis desgastes políticos.
Foto: Reprodução
A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) dominou parte dos discursos dos candidatos à Presidência da República durante as manifestações de 7 de Setembro. Enquanto nomes da oposição aproveitaram os atos para intensificar as críticas à Corte e manifestar apoio ao ministro André Mendonça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) evitou abordar o assunto e adotou um tom institucional. Segundo integrantes das campanhas, o tema ganhou força após a repercussão da decisão de André Mendonça de retirar o sigilo das mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A avaliação é de que o episódio ampliou as críticas ao STF nas redes sociais e fortaleceu manifestações de apoio a Mendonça. Durante os atos, Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) defenderam publicamente o ministro e reforçaram o discurso contra decisões do Supremo. Na Avenida Paulista, manifestantes entoaram gritos de apoio a André Mendonça, enquanto lideranças políticas e religiosas exaltaram sua atuação. Já Lula participou das comemorações da Independência ao lado do presidente do STF, ministro Edson Fachin, sem fazer referências à crise. Segundo aliados, a estratégia foi preservar uma postura institucional. Nos bastidores, integrantes da campanha petista admitem, no entanto, que a crise pode provocar desgaste político ao associar o presidente ao ministro Alexandre de Moraes em meio ao debate nacional.
Lula sanciona leis que fortalecem a Justiça Federal, MPU e Defensoria Pública
Lula sanciona leis que fortalecem a Justiça Federal, MPU e Defensoria Pública
Medidas criam e reestruturam fundos para ampliar a atuação da Justiça em todas as regiões do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta‑feira (4) três projetos de lei que criam e reestruturam fundos destinados à Justiça Federal, ao Ministério Público da União (MPU) e à Defensoria Pública da União (DPU), com o objetivo de fortalecer essas instituições e ampliar o acesso da população aos serviços de justiça em todo o país.
- Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, ressaltou que as novas normas representam um avanço para levar a atuação do Judiciário a regiões mais distantes e atender cidadãos vulneráveis, enquanto Lula destacou a importância do fortalecimento institucional para garantir a estabilidade democrática e a confiança da sociedade no Estado de Direito.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (4) três projetos de lei que criam e reestruturam fundos destinados à Justiça Federal, ao Ministério Público da União (MPU) e à Defensoria Pública da União (DPU). A medida tem como objetivo fortalecer a estrutura dessas instituições e ampliar o acesso da população aos serviços de Justiça em todas as regiões do país. Durante a cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou que as novas leis representam um avanço para levar a atuação do Judiciário a localidades mais distantes e atender cidadãos em situação de maior vulnerabilidade. Lula também destacou que o fortalecimento das instituições é essencial para garantir a estabilidade democrática e preservar a confiança da população no sistema público. Segundo o presidente, democracias sólidas dependem de instituições fortes e em pleno funcionamento, capazes de assegurar os direitos dos cidadãos e proteger o Estado Democrático de Direito.
Flávio Bolsonaro tem 47% de rejeição; Lula aparece com 45%, diz Datafolha
Flávio Bolsonaro tem 47% de rejeição; Lula aparece com 45%, diz Datafolha
Levantamento aponta que os dois principais candidatos concentram os maiores índices de rejeição entre os eleitores.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A nova pesquisa Datafolha revela que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram os índices de rejeição na corrida presidencial, com 47% e 45% dos eleitores, respectivamente, afirmando que não votariam neles. O levantamento, realizado com 2.002 eleitores em 125 municípios nos dias 1º e 2 de setembro, mostra ainda que os demais candidatos apresentam rejeição entre 9% e 16%, mantendo a disputa em clima de alta aversão ao voto.
- Com os números registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03669/2026, a pesquisa indica que a rejeição pode ser decisiva para um eventual segundo turno, reforçando a volatilidade do cenário político brasileiro em 2026.
Foto: Reprodução
A nova pesquisa Datafolha mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continuam liderando os índices de rejeição na disputa pela Presidência da República. Segundo o levantamento, 47% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum em Flávio Bolsonaro, enquanto 45% rejeitam Lula. Os números mantêm os dois principais concorrentes praticamente empatados no quesito rejeição. Entre os demais candidatos, Augusto Cury (Avante) aparece com 9% de rejeição, seguido por Romeu Zema (Novo), com 16%, Renan Santos (Missão), com 15%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 13%. De acordo com o instituto, o cenário reforça uma disputa marcada por altos índices de rejeição, fator considerado decisivo em uma eventual corrida de segundo turno. A pesquisa ouviu 2.002 eleitores em 125 municípios, nos dias 1º e 2 de setembro, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03669/2026.
Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Lula pede apuração rigorosa no caso Banco Master: "Sem blindagem de ninguém"
Presidente afirmou que as investigações devem alcançar todos os envolvidos, independentemente de cargo ou influência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou nesta quinta‑feira (3) a necessidade de avançar nas investigações do escândalo envolvendo o Banco Master, afirmando que ninguém deve receber blindagem e que a apuração deve alcançar todos os envolvidos, “doa a quem doer”. Lula destacou a gravidade do caso, classificando‑o como um dos maiores escândalos já registrados no país e criticou o vazamento seletivo de informações que abala a confiança da população nas instituições.
- Sem citar nomes do STF, o presidente defendeu a criação de um código de ética para o Judiciário e cobrou medidas do presidente da Corte, Edson Fachin, e do procurador‑geral da República, Paulo Gonet, para garantir a credibilidade das investigações. O tema segue em pauta no STF, com o ministro André Mendonça preparando discussão no plenário e a Procuradoria‑Geral questionando a legalidade dos procedimentos adotados.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta quinta-feira (3) o avanço das investigações sobre o Banco Master sem qualquer tipo de proteção a autoridades ou pessoas influentes. Em pronunciamento divulgado pela Presidência da República, ele afirmou que a apuração deve alcançar todos os envolvidos. "É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer", declarou. Lula classificou o caso como um dos maiores escândalos já registrados no país e afirmou que a investigação envolve pessoas com influência política e econômica. O presidente também criticou o vazamento seletivo de informações e disse que esse tipo de prática compromete a confiança da população nas instituições. Sem citar nominalmente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Lula voltou a defender a criação de um código de ética para o Judiciário e afirmou que cabe ao presidente da Corte, Edson Fachin, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, adotar medidas para garantir a credibilidade das investigações. O caso segue em análise no STF. Enquanto o ministro André Mendonça deve levar o tema ao plenário da Corte, a Procuradoria-Geral da República questionou a legalidade do procedimento adotado na investigação.
Câmara aprova isenção do imposto para compras internacionais de até US$ 50
Câmara aprova isenção do imposto para compras internacionais de até US$ 50
Texto-base foi aprovado nesta quinta-feira (3), mas deputados ainda precisam analisar destaques antes de concluir a votação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta‑feira (3) o texto‑base da medida provisória que pode acabar com a cobrança de 20% de imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”. A votação foi simbólica, mas ainda faltam análises de destaques antes da conclusão; o projeto segue para o Senado, com validade da MP até 8 de setembro.
- A proposta cria um sistema de monitoramento dos efeitos econômicos, com avaliação inicial em três meses e revisões a cada seis meses, focando nos setores têxtil, de vestuário, calçados, brinquedos e cosméticos. O ministro da Fazenda pode alterar as alíquotas, inclusive estabelecer alíquota zero, embora o ICMS estadual continue em vigor, gerando debate entre consumidores e o comércio brasileiro após acordo entre o presidente Lula e líderes da Câmara e do Senado.
Foto: Kayo Magalhaes | Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (3) o texto-base da medida provisória que permite o fim da cobrança de 20% de imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”. A votação ocorreu de forma simbólica, mas os deputados ainda precisam analisar destaques antes de concluir a apreciação da proposta. Depois dessa etapa, o texto seguirá para o Senado, que também precisa votar a medida antes do fim de sua validade, previsto para 8 de setembro. A proposta aprovada pela comissão mista cria ainda um sistema de acompanhamento dos efeitos da mudança sobre a economia brasileira. A primeira avaliação deverá ser feita três meses após a entrada em vigor das novas regras e, posteriormente, a cada seis meses. O Ministério da Fazenda deverá analisar indicadores como emprego, renda, arrecadação federal e competitividade da indústria e do comércio. O monitoramento terá atenção especial aos setores têxtil e de vestuário, calçados, acessórios, brinquedos e cosméticos. Caso sejam constatados efeitos considerados relevantes, a Fazenda poderá avaliar medidas para reduzir os impactos sobre esses segmentos. O texto também autoriza o ministro da Fazenda a alterar as alíquotas do imposto de importação aplicadas às remessas internacionais, inclusive com a possibilidade de estabelecer alíquota zero para compras de até US$ 50. A mudança, porém, não elimina o ICMS cobrado pelos estados. Como o tributo é estadual, eventual redução ou isenção depende das regras definidas pelos governos estaduais. A votação ocorre após um acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A expectativa é de que a proposta também seja analisada pelo Senado nesta quinta-feira. Criada em 2024, a cobrança de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 provocou críticas entre consumidores, que passaram a pagar mais por produtos adquiridos em plataformas estrangeiras. Por outro lado, representantes do comércio brasileiro defendem a tributação e argumentam que a cobrança é necessária para reduzir uma diferença de concorrência entre empresas nacionais e vendedores estrangeiros. A possibilidade de acabar com o imposto voltou ao centro do debate político diante do impacto da medida sobre consumidores que fazem compras internacionais de pequeno valor.
Flávio Bolsonaro tem 47% e Lula 42% em cenário de segundo turno, aponta pesquisa Gerp
Levantamento nacional ouviu 2.400 eleitores em agosto
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa Gerp, divulgada nesta quarta-feira (26), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário simulado de segundo turno para a Presidência da República, registrando 47% das intenções de voto contra 42% de Lula. O levantamento também mostra um empate técnico no primeiro turno, com Flávio Bolsonaro obtendo 37,6% e Lula 37,2%, ambos dentro da margem de erro.
- Além dos líderes, o cenário de primeiro turno inclui Pablo Marçal (4%), Renan Santos (3%), Ronaldo Caiado (3%), Augusto Cury (1%) e Romeu Zema (1%). A pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todo o país entre 21 e 25 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03547/2026.
Foto: Reprodução
A pesquisa Gerp, divulgada nesta quarta‑feira (26), indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de segundo turno da disputa presidencial. Segundo o levantamento, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula soma 42%. Outros 8% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 3% não souberam responder. De acordo com o instituto, este é o cenário mais estável observado nas cinco sondagens realizadas entre 5 de junho e 25 de agosto, período em que Flávio oscilou entre 45% e 47%, enquanto Lula variou de 39% a 42%. No cenário estimulado para o primeiro turno, a pesquisa aponta empate técnico entre os dois candidatos dentro da margem de erro de dois pontos percentuais: Flávio Bolsonaro aparece com 37,6%, seguido de perto por Lula, que registra 37,2%. Em seguida surgem Pablo Marçal (PRTB), com 4%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%, além de Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo), que aparecem com 1% cada. Os demais nomes não atingiram 1% das intenções de voto. O levantamento também mostra que 8% dos entrevistados não souberam responder e 4% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados. A pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todas as regiões do país entre 21 e 25 de agosto, tem margem de erro de dois pontos percentuais e 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR‑03547/2026.
Lula diz que filho terá direito de provar inocência em investigação da PF
Lula diz que filho terá direito de provar inocência em investigação da PF
Presidente afirmou que não interfere no trabalho da Polícia Federal e defendeu o direito à ampla defesa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Lula afirmou que "todo mundo tem o direito de provar ser inocente" ao comentar a investigação da Polícia Federal que envolve seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção em favor de empresas junto ao governo federal. Ele destacou que não interfere no trabalho dos órgãos de investigação e defendeu a ampla defesa.
- O presidente também alertou para a cautela diante das informações divulgadas durante as investigações, ressaltando que a mesma lógica se aplica a qualquer pessoa, inclusive membros da família, e que ninguém está impune se cometer erro.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que "todo mundo tem o direito de provar ser inocente" ao comentar a investigação da Polícia Federal que envolve seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção em favor de empresas junto ao governo federal. A declaração foi dada em entrevista à Record, na noite deste domingo (23). Durante a conversa, Lula afirmou que não interfere no trabalho dos órgãos de investigação e defendeu que todos tenham direito à ampla defesa. "Eu não sou um presidente que tenta proibir investigação. Eu não ameaço mandar ministro embora, eu não ameaço delegado. Todo mundo tem o direito de provar ser inocente. Se isso acontecer, eles serão perdoados, mas se alguém cometeu erro, e esse erro for ser prejuízo aos quais todos essas pessoas terão que pagar", declarou. O presidente também disse que é preciso cautela diante das informações divulgadas durante as investigações e afirmou que o mesmo entendimento vale para qualquer pessoa, inclusive integrantes de sua família. "Olha, eu acho que há muita ilação e nós temos que tomar muito cuidado com isso. Quando começa a vazar [informações] você pode perder o equilíbrio. [...] Eu tenho dito para pessoas que são inocentes: 'provem, não tem coragem de ser investigado, de participar de inquérito'. Isso vale pro meu filho, vale pra qualquer pessoa. Ninguém está impune se cometeu erro", acrescentou.
Campanha pelo Governo da Bahia começa neste domingo com foco no interior
Campanha pelo Governo da Bahia começa neste domingo com foco no interior
Jerônimo Rodrigues inicia agenda em Irecê, enquanto ACM Neto terá compromissos em Carinhanha e Correntina.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha para o Governo da Bahia em 2026 começou com Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União Brasil) realizando os primeiros atos eleitorais no interior do estado. Ambos são considerados favoritos nas pesquisas e escolheram municípios fora de Salvador para iniciar a disputa. Jerônimo Rodrigues começou sua campanha em Irecê, no centro-norte baiano, após participar do lançamento da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo.
- A estratégia de focar no interior do estado se deve ao peso eleitoral significativo dessas regiões, pois Salvador representa apenas cerca de 20% do eleitorado baiano. ACM Neto, por sua vez, iniciou sua agenda eleitoral na região oeste, participando de um encontro em Carinhanha e realizando o primeiro comício em Correntina. A busca por apoio e votos no interior será um dos principais focos da disputa pelo Governo da Bahia em 2026.
Foto: Reprodução
A campanha pelo Governo da Bahia começa neste domingo (16) com Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União Brasil) concentrando os primeiros atos eleitorais no interior do estado. Os dois aparecem entre os nomes mais bem posicionados nas pesquisas e escolheram municípios fora de Salvador para dar início à disputa. Jerônimo Rodrigues começa a campanha em Irecê, no centro-norte baiano. A escolha segue a estratégia adotada pelo petista durante as plenárias do Programa de Governo Participativo (PGP), que priorizaram a presença em diferentes regiões do estado. Antes de viajar para Irecê, Jerônimo participa, em São Paulo, do lançamento da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). ACM Neto, por sua vez, inicia a agenda eleitoral na região oeste. O candidato participa de um encontro com lideranças políticas e apoiadores em Carinhanha e, posteriormente, segue para Correntina, onde realiza o primeiro comício da campanha. A concentração das primeiras atividades no interior reflete o peso eleitoral dos municípios fora da capital. Salvador representa cerca de 20% do eleitorado baiano, enquanto os demais eleitores estão distribuídos pelas diferentes regiões do estado. A disputa pelo Governo da Bahia em 2026 terá como um dos principais focos a busca por apoio e votos no interior, onde os candidatos devem concentrar parte significativa das agendas de campanha.
Quaest: Lula tem 38% contra 31% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno
Quaest: Lula tem 38% contra 31% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno
Levantamento é o primeiro realizado após a escolha de Alfredo Gaspar como vice na chapa de Flávio Bolsonaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa realizada pela Quaest e divulgada na sexta-feira (14) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto, com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) com 31%. O levantamento também inclui outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 4% cada, e Romeu Zema (Novo) com 2%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, e entrevistou 2.004 eleitores entre segunda (10) e quinta-feira (13), com uma margem de erro de dois pontos percentuais.
- Em um cenário de segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, com 43% das intenções de voto, contra 40% de Flávio Bolsonaro. A pesquisa ocorre após fatos envolvendo os candidatos, incluindo a autorização do STF para investigar o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, e a indicação do deputado federal Alfredo Gaspar para ocupar a vaga de vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro. Além disso, a pesquisa também considera o recorte de eleitores independentes, onde Lula aparece com 23%, seguido por Flávio com 16%, e outros candidatos com menores porcentagens.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (14) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto. Em um cenário de primeiro turno, Lula soma 38% das intenções de voto, contra 31% de Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Globo. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 4% cada. Romeu Zema (Novo) registra 2%. No levantamento anterior, divulgado na semana passada, Lula tinha 39%, enquanto Flávio aparecia com 30%. Caiado e Renan registravam 4% cada, e Zema, 2%. A comparação entre as pesquisas, porém, deve ser feita com cautela, já que os nomes apresentados aos entrevistados não são exatamente os mesmos. A Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre segunda (10) e quinta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06773/2026. Entre os independentes - No recorte que considera apenas eleitores que se declaram independentes, Lula aparece com 23%, seguido por Flávio, com 16%. Renan Santos tem 8%, Caiado, 6%, e Zema, 3%. Nesse grupo, 20% ainda não decidiram o voto, enquanto 18% afirmam que pretendem votar em branco, anular ou não comparecer às urnas. A margem de erro para esse segmento é de quatro pontos percentuais. Segundo turno - Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece numericamente à frente, com 43% das intenções de voto, contra 40% do senador. Outros 13% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não iriam às urnas. Já 4% permanecem indecisos. Pesquisa ocorre após fatos envolvendo os candidatos - O levantamento foi realizado após o STF autorizar a Polícia Federal a investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, por suspeita de tráfico de influência. A PF também apura um repasse feito pela empresária Roberta Luchsinger a Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula. No caso de Flávio Bolsonaro, esta é a primeira pesquisa realizada após a indicação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPI do INSS, para ocupar a vaga de vice na chapa presidencial. Gaspar também é alvo de um procedimento no STF relacionado a uma acusação de estupro de vulnerável feita por parlamentares. O deputado nega a acusação e colocou seu material genético à disposição para a realização de um exame de DNA. Segundo informações publicadas pelo O Globo, um comerciante apontado como peça importante na acusação apresentou versões diferentes sobre o episódio. Outro episódio ocorrido no período foi a reaproximação entre Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que havia publicado um vídeo com críticas ao senador.
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
Ministro Nunes Marques determinou a suspensão temporária para evitar novas fraudes enquanto o caso é investigado pela Justiça Eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude.
- A suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano, pois os candidatos precisavam ter vínculo com um partido político até o início de abril. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações, mas o processamento de novas filiações ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. Além disso, o TSE também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência, como uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude. Segundo o TSE, a suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano. Isso porque, para estar apto a concorrer, o candidato precisava ter vínculo com um partido político até o início de abril. Nunes Marques também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência. Entre os casos identificados está uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o tribunal, a alteração não chegou a ser efetivada. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações. O processamento de novas filiações, no entanto, ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. A expectativa é de que o sistema volte a processar as filiações em breve, após a conclusão das verificações determinadas pelo TSE.
Pesquisa CNT/MDA: Lula tem 42,4% e Flávio Bolsonaro, 28,7% no 1º turno
Pesquisa CNT/MDA: Lula tem 42,4% e Flávio Bolsonaro, 28,7% no 1º turno
Presidente aparece com 42,4% contra 28,7% do senador no primeiro turno; em eventual segundo turno, diferença é de 8,9 pontos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa divulgada pela CNT/MDA aponta Luiz Inácio Lula da Silva na liderança da disputa pela presidência da República, seguido de perto por Flávio Bolsonaro. No cenário de segundo turno, Lula lidera com 48%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 39,1%. A pesquisa também registrou a rejeição dos principais candidatos, com Flávio Bolsonaro apresentando o maior índice.
- Luiz Inácio Lula da Silva continua a liderar a disputa pela presidência da República, de acordo com a pesquisa CNT/MDA. No cenário de primeiro turno, Lula tem 42,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 28,7%. No cenário de segundo turno, Lula mantém a liderança com 48% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 39,1%. Isso significa que a diferença entre os dois candidatos caiu de 12 para 8,9 pontos percentuais.
Foto: Reprodução
Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (11) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pela Presidência da República contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turnos. No primeiro turno, Lula aparece com 42,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 28,7%. Na sequência estão Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; Romeu Zema (Novo), com 3,3%; Renan Santos (Missão), com 2,8%; Samara Martins (UP), com 1,6%; Augusto Cury (Avante), com 1,2%; Rui Costa Pimenta (PCO), com 0,9%; e outros nomes, também com 0,9%. Brancos e nulos somam 6,8%, enquanto 7,2% dos entrevistados não souberam responder ou não indicaram candidato. No cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente registra 48% das intenções de voto, contra 39,1% do senador. Brancos e nulos representam 10,6%, e 2,3% não souberam ou não responderam. A diferença é de 8,9 pontos percentuais. Na pesquisa anterior, realizada em junho, Lula tinha 49%, enquanto Flávio Bolsonaro aparecia com 37%. Com isso, a vantagem do presidente caiu de 12 para 8,9 pontos percentuais no novo levantamento. O instituto também testou outros cenários de segundo turno. Contra Romeu Zema, Lula aparece com 49,1%, ante 34,9% do governador de Minas Gerais. Contra Ronaldo Caiado, o presidente registra 47,9%, enquanto o governador de Goiás tem 35,9%. Em um eventual segundo turno contra Renan Santos, Lula aparece com 48,5%, contra 33%. Já contra Augusto Cury, o petista registra 48,6%, enquanto o candidato do Avante soma 32,4%. A pesquisa também mediu a rejeição dos principais candidatos. Flávio Bolsonaro apresenta o maior índice: 54,5% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele para presidente. Lula aparece com 46,2% de rejeição. O levantamento foi realizado entre os dias 5 e 9 de agosto, com 2.002 entrevistas presenciais em diferentes regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Jerônimo Rodrigues fará primeiro comício de 2026 em Irecê no próximo domingo
Jerônimo Rodrigues fará primeiro comício de 2026 em Irecê no próximo domingo
Governador inicia campanha pela reeleição na Bahia e também participará do lançamento da campanha de Lula em São Paulo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), dará início à corrida pela reeleição no próximo domingo (16) em Irecê, no Centro-Norte do estado. Ao mesmo tempo, ele estará em São Paulo para participar do lançamento da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após o evento, Jerônimo se dirigirá a Irecê para realizar o primeiro ato público da campanha na Bahia.A escolha de Irecê marca o início da agenda eleitoral do governador no estado. Jerônimo busca um novo mandato à frente do governo baiano nas eleições de outubro de 2026, após ter adotado a estratégia do Programa de Governo Participativo (PGP) para ouvir demandas da população antes da elaboração de propostas.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), dará início à corrida pela reeleição no próximo domingo (16), em Irecê, no Centro-Norte do estado. O município, localizado a cerca de 478 quilômetros de Salvador, foi escolhido para receber o primeiro comício do petista nas eleições de 2026. No mesmo dia, Jerônimo estará em São Paulo para participar do lançamento da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após o evento, o governador informou que seguirá diretamente para Irecê, onde pretende realizar o primeiro ato público da campanha na Bahia. “Retorno de lá direto para Irecê, para o nosso primeiro comício, a largada do comício para Irecê, como fizemos no PGP”, afirmou Jerônimo. A referência feita pelo governador é ao Programa de Governo Participativo (PGP), estratégia adotada pelo governo baiano para ouvir demandas da população antes da elaboração de propostas. As plenárias foram realizadas nos 27 territórios de identidade da Bahia e, segundo Jerônimo, reuniram mais de 30 mil sugestões. A escolha de Irecê para a largada da campanha marca o início da agenda eleitoral do governador no estado. Jerônimo Rodrigues busca um novo mandato à frente do governo baiano nas eleições de outubro de 2026.
Lula sanciona lei do frete mínimo com reajuste automático e veta anistia a caminhoneiros
Presidente vetou trechos que previam anistia a caminhoneiros envolvidos nos bloqueios de 2022 e mudanças nas regras de fiscalização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que estabelece novas diretrizes para o transporte rodoviário de cargas no Brasil, incluindo um reajuste automático da tabela de frete mínimo com base na variação do preço dos combustíveis. Sob a fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a legislação determina que todas as operações sejam previamente cadastradas via Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) e mantém duras penalidades, como multas de até R$ 1 milhão, para empresas que descumprirem o piso mínimo.
- Durante a sanção, Lula vetou a anistia a caminhoneiros envolvidos em bloqueios de rodovias após as eleições de 2022, além de barrar alterações na fiscalização de excesso de peso por razões de segurança viária. Por outro lado, a nova legislação cria o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas) para modernizar a frota e melhorar a infraestrutura de apoio, atendendo a demandas do setor após pressões e paralisações de entidades representativas.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quarta-feira (5), a lei que cria novas regras para o transporte rodoviário de cargas no país, incluindo uma tabela de frete mínimo com reajuste automático baseado nos custos operacionais do setor. Pela nova legislação, a tabela deverá ser atualizada em até três dias úteis sempre que o preço dos combustíveis variar 5% ou mais. A responsabilidade pelo reajuste ficará a cargo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A lei também determina que todas as operações de transporte sejam cadastradas previamente por meio do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), mecanismo utilizado para registrar e fiscalizar os serviços de frete. Durante a sanção, Lula vetou o trecho que concedia anistia aos caminhoneiros que participaram dos bloqueios em rodovias após as eleições de 2022. O dispositivo havia sido incluído na Câmara dos Deputados durante a tramitação do projeto e não tinha relação direta com o tema principal da proposta. Outro veto atingiu o trecho que alterava as regras de fiscalização do excesso de peso dos veículos de carga. Segundo o governo, a mudança contrariava padrões internacionais de segurança e poderia comprometer a conservação das rodovias. O presidente também manteve as penalidades para empresas que descumprirem a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Com isso, continuam valendo sanções como multas de até R$ 1 milhão, além da suspensão ou cancelamento do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) para operações realizadas abaixo do valor mínimo estabelecido. A nova lei ainda cria o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), voltado à modernização da frota, à melhoria da infraestrutura logística e à ampliação dos Pontos de Parada e Descanso (PPDs) para caminhoneiros. Em nota, o governo afirmou que os vetos buscam preservar a fiscalização, garantir segurança jurídica e evitar renúncia de receita sem previsão de impacto financeiro. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional após pressão de entidades de caminhoneiros, que chegaram a realizar paralisações em cidades como Santos (SP) e Salvador para defender a votação do texto.
Déficit das contas públicas pode ser o maior em mais de 20 anos no governo Lula
Déficit das contas públicas pode ser o maior em mais de 20 anos no governo Lula
Economistas apontam avanço da dívida pública e alertam para necessidade de ajuste fiscal nos próximos anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro corre o risco de encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o maior déficit nominal em mais de duas décadas, devido às contas públicas que estão em um patamar precário. O déficit nominal acumulado em 12 meses alcançou 9,99% do PIB em junho, e a dívida bruta do governo subiu para R$ 10,8 trilhões, equivalente a 81,9% do PIB.
- Os especialistas afirmam que o crescimento das despesas públicas acima da arrecadação é o principal fator de preocupação e que sem medidas de ajuste fiscal, a dívida pode continuar aumentando e alcançar 100% do PIB nos próximos anos.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
As contas públicas do Brasil podem encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o maior déficit nominal em mais de duas décadas, segundo estimativas de economistas. O indicador, que considera receitas, despesas e o pagamento de juros da dívida pública, pode atingir 8,6% do Produto Interno Bruto (PIB) até o fim do mandato. Dados do Banco Central mostram que o déficit nominal acumulado em 12 meses chegou a 9,99% do PIB em junho. No mesmo período, a dívida bruta do governo subiu para R$ 10,8 trilhões, equivalente a 81,9% do PIB. Especialistas afirmam que o principal fator de preocupação é o crescimento das despesas públicas acima da arrecadação. Eles alertam que, sem medidas de ajuste fiscal, a dívida pode continuar aumentando e alcançar 100% do PIB nos próximos anos. Os economistas também destacam que juros elevados, baixo crescimento da economia e déficits recorrentes pressionam as contas públicas. A avaliação é de que o país precisará adotar reformas e medidas para controlar os gastos e garantir maior equilíbrio fiscal nos próximos anos.
Pesquisa Nexus/BTG: Lula lidera disputa presidencial de 2026; Flávio Bolsonaro aparece em segundo
Levantamento mostra vantagem de Lula no primeiro turno e empate técnico com Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa realizada pela Nexus/BTG Pactual mostrou a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026.
- A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira, apontou Lula com 42% das intenções de voto no levantamento de primeiro turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro soma 33%.
- Em cenários de eventual segundo turno, Lula também lidera as simulações, registrando 47% contra 43% de Flávio Bolsonaro.
- A pesquisa ouviu 2.004 eleitores e tem margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Reprodução
Pesquisa Nexus/BTG Pactual divulgada nesta segunda-feira (27) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida pelo Palácio do Planalto nas eleições de 2026. No levantamento de primeiro turno, Lula aparece com 42% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) soma 33%, abrindo uma vantagem de nove pontos percentuais. No cenário espontâneo, em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, o presidente também lidera, com 36%, contra 27% do parlamentar. Apesar da dianteira na disputa inicial, a pesquisa indica um cenário mais equilibrado em um eventual segundo turno. Em uma simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista registra 47%, ante 43% do adversário, resultado que configura empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em outro cenário, contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 45%, enquanto o ex-governador de Goiás alcança 43%, também em situação de empate técnico. Já nas simulações contra Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), o presidente mantém vantagem numérica acima da margem de erro. O levantamento ainda mediu a rejeição dos pré-candidatos. Flávio Bolsonaro lidera esse indicador, com 50% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de forma alguma, seguido por Lula, com 48%. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 24 e 26 de julho, tem 95% de nível de confiança, margem de erro de dois pontos percentuais e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01489/2026.
Real Time Big Data: Caiado tem 44% e Lula 43% em cenário de segundo turno
Real Time Big Data: Caiado tem 44% e Lula 43% em cenário de segundo turno
Diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro da pesquisa, que também simulou disputas de Lula contra Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Renan Santos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, lidera em cenários de segundo turno das eleições presidenciais de 2026 segundo uma pesquisa Real Time Big Data. Ele aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 44% das intenções de voto contra 43% do presidente. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados.
- Conforme a pesquisa, Caiado está à frente de Lula em outros cenários de segundo turno, mas a diferença é muito pequena para considerar um vencedor.
- A pesquisa Real Time Big Data ouviu presencialmente 2 mil eleitores entre os dias 18 e 20 de julho e tem um nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de segundo turno das eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (21). De acordo com o levantamento, Caiado registra 44% das intenções de voto, enquanto Lula soma 43%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Na pesquisa anterior, divulgada em junho, ambos apareciam com 43% das intenções de voto. O instituto também simulou outros cenários de segundo turno. Contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), Lula aparece numericamente à frente, mas também em situação de empate técnico. Já nas simulações contra Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), o presidente lidera os cenários avaliados. A pesquisa ouviu presencialmente 2 mil eleitores entre os dias 18 e 20 de julho. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05864/2026.
Lula recebe apoio do PDT em convenção nacional para disputa à reeleição
Lula recebe apoio do PDT em convenção nacional para disputa à reeleição
Convenção nacional do partido confirmou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o evento, Lula defendeu o diálogo político e aliados destacaram a importância da aliança para as eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O PDT oficializou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante convenção nacional do partido na capital federal. Lula defendeu a retomada do diálogo e do respeito na política brasileira e reafirmou a importância da reeleição.
- O senador Weverton Rocha (PDT-MA) classificou o apoio ao presidente como uma decisão política e estratégica, mas ressaltou que o partido continuará defendendo um projeto próprio para o futuro.
Foto: Reprodução
O PDT oficializou nesta segunda-feira (20) o apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante convenção nacional do partido, realizada em Brasília. O evento foi conduzido pelo presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, e contou com a presença de Lula e do presidente do PT, Edinho Silva. Em seu discurso, Lula relembrou a relação política com Leonel Brizola, principal líder histórico do PDT, e defendeu a retomada do diálogo e do respeito na política brasileira. "O Brasil sente saudade do tempo em que a política era feita com mais decência e respeitabilidade", afirmou. O senador Weverton Rocha (PDT-MA) classificou o apoio ao presidente como uma decisão "política e estratégica", mas ressaltou que o partido continuará defendendo um projeto próprio para o futuro. Segundo ele, o PDT pretende manter protagonismo no cenário nacional. Durante a convenção, Edinho Silva afirmou que as eleições de 2026 serão decisivas para o país. O dirigente do PT também declarou que a democracia enfrenta desafios em diversos países e defendeu a reeleição de Lula como forma de fortalecer o campo democrático. Além do PDT, outros partidos aliados, como PSB, PSOL, Rede, PCdoB e PV, também devem formalizar apoio à candidatura do presidente nas convenções partidárias das próximas semanas.
Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Texto prevê ensino transversal nos ensinos fundamental e médio e amplia conteúdo para previdência, tributos e seguros
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado aprovou projeto de lei que inclui educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. A educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica.
- A medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos, além de prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros.
Foto: Freepik | Reprodução
O Senado aprovou, nesta quarta-feira (15), o projeto de lei que inclui a educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. Como o texto recebeu alterações durante a tramitação, a proposta retorna à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De autoria da deputada federal Any Ortiz (Cidadania-RS), o projeto estabelece que a educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica. A relatora da proposta no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que a medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos. "Esse desenvolvimento integral exige, de forma cada vez mais evidente, a compreensão da realidade econômica e a capacidade de tomada de decisões sobre consumo consciente, inclusive como instrumento de prevenção ao endividamento futuro", disse. Segundo a senadora, o modelo transversal permite que o tema seja abordado em diferentes áreas do conhecimento, sem aumentar a carga horária das escolas. "[Com o ensino transversal] preserva-se a flexibilidade necessária à organização curricular dos estabelecimentos de ensino e evita-se a sobrecarga da matriz curricular, ao mesmo tempo em que se assegura a permeabilidade do tema às diversas áreas do conhecimento", completou. Durante a votação, Teresa Leitão também apresentou uma emenda, aprovada pelos senadores, para ampliar o conteúdo da educação financeira. Além de finanças pessoais, o texto passa a prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros. "Ao se estender a abordagem para além da dimensão estritamente financeira, alcançando as dimensões fiscal, previdenciária e securitária, amplia-se a capacidade do cidadão de compreender seus direitos e deveres perante o Estado e o mercado, de entender as forças e interesses que operam nessas dimensões e de planejar conscientemente o seu futuro", afirmou a relatora.
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
Dirigente do PL afirmou que estado de saúde do ex-presidente está ligado à situação judicial e comparou o caso ao de Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirma que os problemas de saúde de Jair Bolsonaro estão relacionados à situação judicial. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados a tentativa de golpe de Estado.Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento, lembrando o período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral.
Foto: Reprodução
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou na quarta-feira (8) que os problemas de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão relacionados à situação judicial enfrentada por ele e declarou que o ex-chefe do Executivo "sara na hora" caso deixe a prisão domiciliar. A declaração foi dada durante um evento em Brasília, ao ser questionado sobre o estado de saúde de Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). "Ele está com a saúde complicada por causa da situação que ele está vivendo. É difícil para o camarada suportar isso. Se ele sair de lá, sai pulando de alegria. Sara na hora", afirmou Valdemar. Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Antes da conversão da pena para prisão domiciliar, ele cumpria prisão em uma sala de Estado-Maior no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Durante a entrevista, Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento. Ao responder sobre o tema, o dirigente do PL fez uma comparação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lembrando o período em que o petista permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral. "Quando o Lula ficou preso por 580 dias, você imaginava que ele seria candidato à Presidência da República? Tudo pode acontecer", declarou. Até o momento, Bolsonaro permanece em prisão domiciliar por determinação do STF, enquanto sua situação jurídica continua sendo analisada pela Corte.
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Parlamentares do PL usaram as redes sociais para relacionar a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 provocou forte repercussão política nas redes sociais. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro associaram a derrota por 2 a 1 ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, argumentando que o Brasil não conquista um mundial desde a ascensão do Partido dos Trabalhadores ao poder executivo.
- Por outro lado, o contexto histórico aponta que, embora o pentacampeonato de 2002 tenha ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito em outubro daquele ano e assumiu em 2003. O presidente Lula não comentou as declarações dos parlamentares, e o episódio acabou por transferir a frustração da derrota esportiva para o cenário do debate político polarizado na internet.
Foto: Reprodução
A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 repercutiu também no cenário político. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizaram as redes sociais para associar a derrota do Brasil para a Noruega ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação na rede social X, Flávio Bolsonaro afirmou que a Seleção Brasileira não voltou a conquistar uma Copa do Mundo após a vitória do Partido dos Trabalhadores nas eleições presidenciais de 2002. Na mensagem, o senador lembrou que o pentacampeonato foi conquistado naquele mesmo ano, quando o país ainda era governado por Fernando Henrique Cardoso. Embora a Copa do Mundo de 2002 tenha sido disputada durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito presidente em outubro daquele ano e assumiu o cargo em janeiro de 2003. Já Eduardo Bolsonaro fez duas publicações sobre a eliminação brasileira. Em uma delas, repetiu a comparação feita pelo irmão entre o desempenho da Seleção e os governos federais. Em outra, mencionou o pênalti desperdiçado pelo volante Bruno Guimarães aos 13 minutos do primeiro tempo da partida contra a Noruega. As manifestações ocorreram logo após a derrota por 2 a 1, resultado que eliminou o Brasil ainda nas oitavas de final da competição disputada nos Estados Unidos. Até o momento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não comentou as declarações dos parlamentares nem fez publicações relacionadas às manifestações políticas sobre a eliminação da Seleção Brasileira. O episódio ampliou a repercussão da derrota nas redes sociais, onde o resultado esportivo também passou a ser utilizado em debates e manifestações de caráter político.
Lula chama regra eleitoral de "papagaiada desgraçada"
Lula chama regra eleitoral de "papagaiada desgraçada"
Presidente reclamou da proibição de participar de inaugurações a partir de sábado e disse que poderá apenas visitar obras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, em tom de brincadeira, a legislação eleitoral que proíbe agentes públicos candidatos à reeleição de participar de inaugurações de obras nos três meses que antecedem o pleito. A declaração foi feita durante a inauguração do Túnel Major Sales, em Luís Gomes, onde Lula afirmou que sua agenda de inaugurações seria restrita até 4 de julho devido às próximas eleições, qualificando a regra como "papagaiada desgraçada".
- O túnel inaugurado faz parte do Ramal do Apodi, integrante do Projeto de Integração do Rio São Francisco, e, apesar da expectativa, a água não chegou ao local durante a cerimônia devido a um erro de cálculo. Lula, que é pré-candidato à reeleição, intensificou sua agenda de viagens nesta semana, passando pela Bahia e Ceará, onde aliados aproveitaram para destacar realizações do governo e defender pré-candidaturas para as eleições deste ano, mesmo com as restrições eleitorais iminentes.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou em tom de brincadeira, nesta quinta-feira (2), a regra da legislação eleitoral que impede agentes públicos candidatos à reeleição de participar de inaugurações de obras públicas nos três meses que antecedem o pleito. Durante a inauguração do Túnel Major Sales, em Luís Gomes, Lula afirmou que só poderia participar de inaugurações até a próxima sexta-feira (3), antes do início das restrições previstas para o período eleitoral. "Eu estou vindo aqui hoje porque só posso inaugurar obra até 4 de julho. Por causa das eleições. Mas eu posso visitar obra. Então eu vou voltar para ver a faculdade de Medicina, outras obras. Mas é fazer visita sem falar nada. Só visitando, assim. Papagaiada desgraçada", declarou o presidente. O túnel faz parte do Ramal do Apodi, integrante do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Segundo Lula, a expectativa era de que a água começasse a passar pelo local durante a cerimônia, mas isso não ocorreu devido a um erro de cálculo. Em tom descontraído, ele sugeriu ao prefeito da cidade que promovesse uma festa quando a água chegasse ao túnel e lhe enviasse as imagens. Pré-candidato à reeleição, Lula intensificou a agenda de viagens nesta semana. Na quarta-feira (1º), cumpriu compromissos na Bahia e, nesta quinta, seguiu para o Ceará, onde participou de novos eventos em Quixeramobim e Juazeiro do Norte. Durante os atos públicos, aliados do presidente destacaram realizações do governo e defenderam pré-candidaturas para as eleições deste ano.
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Senador relacionou investigação ao cenário político de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Senator Jaques Wagner (PT) é investigado pela Polícia Federal em Santa Maria da Vitória, na Bahia, sobre participação em um evento do Programa de Governo Participativo. Wagner nega qualquer irregularidade e promete esclarecer todas as suspeitas. Ele acredita que a investigação é política e está relacionada à disputa eleitoral de 2026, pois a Bahia é um estado crucial para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- Wagner é investigado na nona fase da Operação Compliance Zero e afirma que irá comprovar sua inocência apresentando esclarecimentos necessários. A investigação segue em andamento sem uma decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Foto: Reprodução
O senador Jaques Wagner (PT) voltou a comentar, nesta semana, a investigação conduzida pela Polícia Federal durante participação em um evento do Programa de Governo Participativo (PGP), em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia. Em discurso para apoiadores, o parlamentar afirmou que está tranquilo diante das apurações e voltou a negar qualquer irregularidade. Ao falar sobre o caso, Wagner disse que pretende esclarecer todas as suspeitas levantadas pelos investigadores e reafirmou confiança no resultado das investigações. "Fiquem em paz porque eu estou em paz. Minha cabeça está tranquila, meu coração não carrega ódio, e a mentira que estão tentando montar eu vou desmontar, como fiz em 2018. Podem ter a tranquilidade de que a minha cabeça está leve", declarou. Durante o discurso, o senador também associou o avanço das investigações ao cenário político e à disputa eleitoral de 2026. Segundo ele, a Bahia tem papel estratégico para o projeto de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Eu sei por que estão me batendo: porque a Bahia é muito importante para a eleição do presidente Lula no Brasil. É por isso que querem derrubar o nosso time aqui na Bahia", afirmou. Jaques Wagner é investigado no âmbito da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Desde o início da apuração, o senador nega qualquer envolvimento em irregularidades e afirma que apresentará os esclarecimentos necessários para comprovar sua inocência. A investigação segue em andamento, e até o momento não há decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Jerônimo sai em defesa de Jaques Wagner em Barreiras
Jerônimo sai em defesa de Jaques Wagner em Barreiras
Jerônimo elogiou a trajetória política de Jaques Wagner.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), defendeu o senador Jaques Wagner (PT) durante uma agenda em Barreiras, no oeste do estado, neste sábado (27). Jerônimo associou a emoção de Wagner em um evento anterior à entrega de serviço de radioterapia no Hospital do Oeste, destacando que foi o primeiro ato público do senador após críticas recentes. O governador argumentou que os ataques a Wagner fazem parte de uma estratégia para atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enfatizando que Wagner é um "patrimônio" do grupo político e que nunca teve sua honestidade questionada em duas décadas.
- Jerônimo Rodrigues expressou confiança na defesa de Jaques Wagner e ressaltou a importância do senador para a continuidade do governo no Brasil e na Bahia. Em resposta às críticas da oposição, o governador afirmou que o governo estadual responderá com ações e obras, como melhorias em estradas, hospitais, escolas de tempo integral e ampliação de serviços de saúde. Ele também mencionou o diálogo institucional com prefeitos de diferentes partidos como um diferencial da gestão atual.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), saiu em defesa do senador Jaques Wagner (PT) durante agenda realizada neste sábado (27), em Barreiras, no oeste do estado. A declaração foi feita antes da plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), em entrevista à imprensa. Jerônimo afirmou que a emoção demonstrada durante a entrega do serviço de radioterapia no Hospital do Oeste esteve relacionada ao momento vivido por Jaques Wagner, alvo de críticas recentes. "Depois do que aconteceu nesses últimos tempos com o senador Jaques Wagner, é o primeiro ato público que ele vem com a gente. Foi emoção naquela hora", declarou. O governador disse ainda que os ataques ao senador fazem parte de uma estratégia para atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Na verdade, querem pegar Lula primeiro. Usam a gente o tempo inteiro para bater no Lula. Depois, pegam uma pessoa que é um patrimônio nosso", afirmou. Em seguida, defendeu a trajetória de Wagner: "Você nunca ouviu em 20 anos dizer que ele era desonesto". Jerônimo também demonstrou confiança na defesa do senador e destacou sua importância para o grupo político. "A gente quer que Wagner continue firme e forte, faça sua defesa e possa ajudar a gente a continuar governando o Brasil e a Bahia", disse. Ao comentar as críticas da oposição, o governador afirmou que pretende responder com ações da administração estadual. Segundo ele, obras em estradas, hospitais, escolas de tempo integral e a ampliação dos serviços de saúde serão a principal resposta do governo. Por fim, Jerônimo destacou o diálogo institucional com prefeitos de diferentes partidos e afirmou que esse modelo de gestão representa uma mudança em relação ao passado político do estado.
Wagner pede licença do cargo de líder do governo no Senado após ser alvo de operação da PF
Wagner afirmou em uma publicação nas redes sociais que decidiu se afastar da liderança no Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou seu afastamento da liderança do governo no Senado Federal. A decisão ocorre poucos dias após o parlamentar ter sido incluído como alvo na 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, impactando sua posição política.
- A medida foi comunicada por Wagner em suas redes sociais, afirmando que o afastamento foi um acordo mútuo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após uma reunião no Palácio da Alvorada. O senador petista declarou que sua prioridade imediata é comprovar sua inocência e dedicar-se às campanhas de reeleição do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues, e à sua própria reeleição ao Senado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA) decidiu se afastar da liderança do governo no Senado poucos dias após passar a integrar a lista de alvos da 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Depois da reunião, Wagner afirmou em publicação nas redes sociais que a decisão de se afastar do cargo foi tomada em comum acordo com o presidente da República. "Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal". "Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado", escreveu Wagner. Nesta quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o senador, que ocupa a função de líder do governo, no Palácio da Alvorada. O encontro durou cerca de duas horas.
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Senador afirma que só deixará o cargo se houver pedido do presidente Lula; encontro entre os dois é esperado para esta semana.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar seu cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. O senador afirma que só se afastará da liderança se houver um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem uma conversa é aguardada para quarta-feira, após seu retorno a Brasília.
- Nos bastidores, o governo discute a saída de Wagner para reduzir o desgaste político. Embora Lula tenha manifestado solidariedade, integrantes do governo alertam que isso não garante sua permanência. Uma solução negociada é cogitada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, no início de julho, justificando a necessidade de se dedicar a articulações eleitorais no estado.
Foto: Alessandro Dantas | PT-SF
O líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar o cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo interlocutores, Wagner tem afirmado que não pretende se afastar da liderança do governo, a menos que receba um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma conversa entre os dois é aguardada para quarta-feira (24), quando o senador deve retornar a Brasília. Nos bastidores, integrantes do governo avaliam que a saída de Wagner poderia reduzir o desgaste político provocado pela investigação e evitar que o tema continue impactando o Palácio do Planalto. A expectativa entre aliados é que Lula discuta o assunto diretamente com o senador nos próximos dias. Parte da base governista defende uma solução negociada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, prevista para o dia 2 de julho. Nesse cenário, a justificativa pública seria a necessidade de o senador se dedicar às articulações políticas e eleitorais no estado. A permanência de Wagner também divide opiniões dentro do governo. Alguns aliados entendem que a continuidade no cargo mantém o senador sob maior exposição política e dificulta sua estratégia de defesa. Outros avaliam que uma saída imediata poderia ser interpretada como um pré-julgamento. Nos últimos dias, o presidente Lula conversou com Wagner por telefone e manifestou solidariedade ao aliado. Integrantes do governo, porém, afirmam que o gesto não representa necessariamente uma garantia de permanência na liderança. Enquanto as discussões continuam, o senador tem reiterado publicamente que permanece no cargo e que qualquer decisão sobre a liderança cabe ao presidente da República.
Datafolha: Lula lidera corrida presidencial com 41%, contra 31% de Flávio Bolsonaro
Levantamento mostra estabilidade no cenário eleitoral e mantém vantagem do petista em simulações de segundo turno
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma nova pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 41% das intenções de voto no cenário principal do primeiro turno para as eleições de 2026, mantendo uma vantagem de dez pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro, que registra 31%. Lula também lidera nas simulações de segundo turno contra Flávio Bolsonaro, com 47% das intenções de voto, contra 43% do senador, repetindo os números da rodada anterior do levantamento. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios, entre 17 e 18 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais.
- O estudo aponta ainda que outros pré-candidatos, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, aparecem com percentuais bem inferiores. A pesquisa também indicou que o caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro, não provocou perdas significativas para o senador no momento, embora os impactos de outras investigações ainda não tenham sido totalmente captados. Na consulta espontânea, Lula segue à frente com 30% das menções, contra 17% de Flávio Bolsonaro, solidificando a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral, que promete ser dominada por debates sobre economia e segurança pública.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 41% das intenções de voto no principal cenário de primeiro turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20). O senador Flávio Bolsonaro registra 31%, mantendo a distância de dez porcento para o atual presidente. O levantamento ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios entre os dias 17 e 18 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Atrás de Lula e Flávio aparecem nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e outros pré-candidatos, todos com percentuais bem inferiores aos dos dois líderes da disputa. Nas simulações de segundo turno, Lula também mantém vantagem. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o senador soma 43%. O cenário repete os números registrados na rodada anterior da pesquisa. O Datafolha indica ainda que o chamado caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, não provocou novas perdas para o senador neste momento. Por outro lado, os efeitos políticos das investigações relacionadas ao Banco Master e ao senador Jaques Wagner ainda não foram totalmente captados pelo levantamento. A pesquisa também mostrou que Lula lidera em cenários de segundo turno contra Caiado e Zema. Na consulta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, o presidente aparece com 30%, enquanto Flávio Bolsonaro registra apenas 17%. Os números reforçam a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral. Apesar da estabilidade observada no levantamento, a disputa segue marcada por debates sobre economia, segurança pública e temas que devem dominar a reta final da pré-campanha.
Governo retira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1
Governo retira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1
Decisão atende pedido de Hugo Motta e destrava votações de propostas como ampliação do teto do MEI e regulamentação da inteligência artificial
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal retirou o regime de urgência constitucional do projeto que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1, atendendo a um pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. A medida, comunicada nesta terça-feira, destrava a pauta da Câmara, que estava bloqueada pela regra constitucional que exige a análise de projetos urgentes em até 45 dias, impedindo o avanço de outras matérias em caso de descumprimento do prazo.
- A decisão foi anunciada pelo ministro José Guimarães, com autorização do presidente Lula, e põe fim a um impasse político. O governo, que inicialmente mantinha a urgência para pressionar o Senado, agora espera que a liberação da pauta permita a votação de propostas prioritárias, como a atualização do teto do MEI e a regulamentação da inteligência artificial. Além disso, o ministro citou a preocupação com as chamadas "pautas-bomba", que podem gerar um impacto de mais de R$ 111 bilhões anuais nas contas públicas.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
O governo federal retirou o regime de urgência constitucional do projeto que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. A medida foi comunicada ao Congresso Nacional nesta terça-feira (16) e atende a um pedido feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Com a retirada da urgência, a pauta da Câmara deixa de ficar travada pela proposta. Pela regra constitucional, projetos enviados pelo Executivo com pedido de urgência devem ser analisados em até 45 dias. Caso o prazo seja descumprido, outras matérias ficam impedidas de avançar no plenário. O projeto do governo tramita paralelamente à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o mesmo tema, já aprovada pela Câmara e atualmente em análise no Senado Federal. Pressão entre governo e Congresso - Hugo Motta vinha cobrando publicamente a retirada da urgência, argumentando que a existência de uma PEC em tramitação tornava desnecessária a manutenção do mecanismo. O governo, porém, resistia à medida como forma de pressionar o Senado a avançar na discussão sobre a redução da jornada de trabalho. A estratégia gerou insatisfação entre deputados, sobretudo diante da proximidade do recesso parlamentar e do calendário eleitoral. Parlamentares reclamavam que a pauta da Câmara permanecia bloqueada enquanto outras propostas consideradas prioritárias aguardavam votação. Diante do impasse, Motta chegou a sinalizar que colocaria em votação um projeto de lei com conteúdo semelhante ao aprovado na PEC, prevendo a redução da carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas e a adoção da escala 5x2 como regra. Governo espera avanço de outras propostas - O anúncio da retirada da urgência foi feito pelo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), que afirmou ter recebido autorização do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para formalizar a decisão. Segundo Guimarães, o governo espera que o destravamento da pauta permita a votação de matérias consideradas prioritárias pelo Executivo. Entre elas estão a atualização do teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI), a regulamentação da inteligência artificial e a criminalização da misoginia. Debate sobre pautas-bomba - Durante o anúncio, o ministro também citou a preocupação do governo com propostas classificadas como "pautas-bomba", expressão usada para projetos que aumentam despesas públicas ou reduzem receitas de forma significativa. De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, nove propostas em tramitação no Congresso podem gerar impacto superior a R$ 111 bilhões por ano nas contas públicas. Entre elas estão projetos que ampliam benefícios tributários, elevam repasses a municípios, criam novas despesas previdenciárias e ampliam regimes especiais de renegociação de dívidas. O governo argumenta que a aprovação dessas medidas pode dificultar o equilíbrio fiscal e pressionar o orçamento federal nos próximos anos.
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
























