PF intima Flávio a entregar passaporte; senador diz que vai pedir cassação de chapa do PT
Senador derrotado na disputa presidencial criticou decisões do STF após ser intimado pela Polícia Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) declarou que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a derrota nas eleições presidenciais. A fala vem um dia depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes e ficar proibido de viajar por decisão judicial, além de enfrentar restrições de contato com o advogado investigado por lavagem de dinheiro.
- Flávio acusa o governo federal e o STF de interferências e gastos públicos que, segundo ele, desequilibraram a disputa, e anuncia que liderará a oposição do PL no Congresso. A defesa ainda pode recorrer das medidas judiciais enquanto o caso avança nas investigações do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita um dia após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais. Horas antes, o parlamentar informou ter sido intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e ficou proibido de deixar o país por decisão judicial. Flávio foi derrotado por Lula em uma disputa apertada. O petista venceu com 51,79% dos votos, o equivalente a 64,2 milhões de eleitores, enquanto o candidato do PL somou 48,21%, cerca de 59,8 milhões de votos. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador agradeceu aos apoiadores e voltou a questionar a lisura do processo eleitoral, apesar de não apresentar provas para as alegações. O parlamentar também não fez um reconhecimento direto da derrota nas urnas. “Vou pedir a cassação da chapa do Lula por todos os abusos cometidos durante a campanha”, declarou. Mudança de estratégia - A nova manifestação representa uma mudança de discurso. Na noite da eleição, Flávio havia afirmado que buscaria a anulação do pleito. Agora, o foco passou a ser um pedido de cassação da chapa vencedora. O senador acusa o governo federal de ter provocado desequilíbrio eleitoral por meio de gastos públicos realizados ao longo do ano. Segundo ele, as medidas econômicas anunciadas pela gestão petista teriam influenciado diretamente o resultado da disputa. As críticas também foram direcionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio voltou a contestar decisões da Corte e afirmou que o ambiente eleitoral foi marcado por interferências que, segundo ele, prejudicaram sua campanha. Intimação da PF - Durante o pronunciamento, o senador revelou que foi intimado pela Polícia Federal após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília. Segundo Flávio, a decisão judicial determinou a entrega dos passaportes e impôs restrições para viagens internacionais. Ele afirmou que a medida teria sido baseada em declarações atribuídas ao deputado Eduardo Bolsonaro sobre uma possível saída do país em caso de derrota eleitoral. O parlamentar negou ter defendido essa possibilidade e questionou os fundamentos da decisão. Apesar das críticas, disse que cumprirá a ordem judicial e entregará os documentos exigidos pelas autoridades. Oposição ao próximo governo - Mesmo sem reconhecer formalmente o resultado das urnas, Flávio Bolsonaro sinalizou que pretende assumir um papel de liderança na oposição ao novo mandato de Lula. O senador afirmou que irá reunir parlamentares do PL para organizar a atuação do partido no Congresso Nacional a partir do próximo ano. Segundo ele, o grupo pretende fiscalizar as ações do governo e atuar de forma coordenada contra pautas consideradas prejudiciais pela legenda. Investigação e novas restrições - A decisão judicial também proibiu Flávio de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro. Tomaz teve bens bloqueados e valores bilionários sequestrados por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida faz parte de um dos inquéritos que tramitam na Corte e que têm o senador como alvo de investigação. Além das restrições patrimoniais, o advogado também teve passaportes cancelados após decisões relacionadas às apurações conduzidas pela Polícia Federal. O que acontece agora - A defesa de Flávio Bolsonaro ainda poderá recorrer das medidas impostas pela Justiça. Enquanto isso, o senador segue sob as restrições determinadas pelo STF e prepara a ofensiva jurídica que pretende apresentar contra a chapa vencedora das eleições. Nos próximos dias, a expectativa é de que os desdobramentos do caso avancem tanto na esfera eleitoral quanto nas investigações que seguem em andamento no Supremo Tribunal Federal.
Flávio Bolsonaro diz ser ‘impossível reconhecer resultado da eleição’ e que pedirá anulação
Senador, que também acionou o TSE para pedir prorrogação do horário, reclamou da decisão de Zanin e alegou quebra ‘total de isonomia’.
Por: Caio Possati
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- Em entrevista após a derrota nas eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que não reconhece a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pediu a anulação do pleito, alegando irregularidades e criticando a extensão do horário de votação decidida pelo ministro Cristiano Zanin. O candidato afirmou que a decisão judicial quebra a isonomia e que desconhece quantos votos poderia ter conquistado nos estados onde as urnas não foram abertas.
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do presidente Kassio Nunes Marques, confirmou a reeleição de Lula com 51,78% dos votos válidos contra 48,22% de Flávio Bolsonaro, ressaltando que o resultado foi oficialmente homologado. Flávio Bolsonaro prometeu acionar seu jurídico para contestar a decisão e buscar a anulação das eleições.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos. A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral. “É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições. Vou pedir a anulação”, disse o senador. O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h. A solicitação ao STF foi feito pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo. A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados. A vitória de Lula foi reconhecida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que afirmou ter ligado para ambos os candidatos, em pronunciamento na sede do TSE, em Brasília. Na fala, Nunes Marques confirmar a reeleição de Lula, com 51,78% dos votos válidos, ante 48,22% de Flávio. Críticas ao ministro Cristiano Zanin - Em discurso curto, feito ao lado de apoiadores em Brasília (DF), Flávio classificou como “sacanagem” o resultado do pleito e criticou a postura de Zanin. “O ministro da Suprema Corte, pela primeira vez na história, ex-advogado do Lula, dá uma canetada a pedido de um ex-sócio dele, que muda a regra do jogo”, disse Flávio. “No meio do jogo, às 17h01, o ministro Zanin, que não faz parte do Tribunal Superior Eleitoral, atropelando a Justiça especializada, toma uma decisão prorrogando por duas horas a eleição. Isso nunca tinha acontecido na história do Brasil.” O senador afirmou que a decisão judicial “quebra a isonomia” do pleito e alegou que nunca saberia quantos votos poderia ter “nos Estados onde as urnas não foram abertas”. “O que eu tenho que falar aqui agora é que é impossível, é impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram. Nós vamos usar o nosso jurídico, vamos pedir a anulação dessas eleições”, afirmou.
Lula conquista virada inédita em disputa presidencial e se reelege para 4º mandato
Presidente impõe derrota a Flávio Bolsonaro (PL) e conquista a reeleição no País; petista é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo e estenderá esse período por mais quatro anos
Por: Gabriel Hirabahasi e Levy Teles
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25) para um quarto mandato, vencendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51,76% dos votos válidos (64.086.543) contra 48,24% (59.731.922). Com 99,78% das urnas apuradas, Lula marcou a primeira virada entre o primeiro e o segundo turno na história das eleições presidenciais brasileiras.
- A vitória amplia a presença do PT no cenário político pós‑redemocratização, tornando Lula o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência por mais tempo, totalizando 16 anos no cargo. Aos 80 anos, ele será o presidente mais velho a tomar posse, superando Michel Temer e Getúlio Vargas no ranking de idade ao assumir o poder.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25), para um quarto e inédito mandato como presidente da República. O presidente derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), marcando a primeira virada em uma disputa presidencial na história entre o primeiro e o segundo turno. Com 99,78% das urnas apuradas, Lula tem 51,76% dos votos válidos (64.086.543 votos) contra 48,24% de Flávio (59.731.922 votos). Lula ampliará o período de poder do Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil pós-redemocratização. Esta é a sexta eleição presidencial vencida pelo PT desde o fim da ditadura militar e volta do voto direto para presidente. A sigla perdeu uma vez para Fernando Collor (então no PRN, em 1989), duas vezes para Fernando Henrique Cardoso (PSDB, em 1994 e 1998) e uma vez para Jair Bolsonaro (então no PSL, em 2018). Lula, aos 80 anos, aumentará a marca de presidente mais velho a tomar posse. Ele completará 81 anos na terça-feira, 27. Michel Temer, aos 75 anos, e Getúlio Vargas, aos 68 anos, são o segundo e o terceiro lugar nesse ranking. Lula é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo e estenderá esse período por mais quatro anos. Serão 16 anos no posto mais alto do Poder Executivo do País. Getúlio Vargas ocupou o cargo por 18 anos e meio, mas a maior parte foi durante a ditadura do Estado Novo.
Pesquisa Veritá: Flávio tem 51,56% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,44%
Pesquisa Veritá: Flávio tem 51,56% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,44%
A diferença entre os candidatos é de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos registrados na rodada anterior
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) lidera a corrida presidencial com 51,56% dos votos válidos, segundo a pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste sábado (24). O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece com 48,44%, resultando em uma diferença de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos da rodada anterior.
- A pesquisa, que entrevistou 15.554 eleitores entre 19 e 23 de outubro por telefone, tem margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%, e foi registrada no TSE sob o número BR‑03181/2026. O Instituto Veritá foi um dos poucos que se aproximou do resultado do primeiro turno em sua última sondagem antes de 4 de outubro.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 51,56% dos votos válidos na disputa pela Presidência da República, segundo pesquisa do Instituto Veritá deste sábado (24). Já o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48,44%. A diferença entre os candidatos é de 3,12 pontos percentuais, acima dos 2,6 pontos registrados na rodada anterior. O Instituto Veritá entrevistou 15.554 eleitores, entre 19 e 23 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O instituto foi um dos que mais se aproximou do resultado do primeiro turno na sua última pesquisa antes de 4 de outubro. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03181/2026.
Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49% na última pesquisa
Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49% na última pesquisa
O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Datafolha divulgou nesta sábado (24/10) uma pesquisa que indica Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%, configurando um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Nos votos totais, Flávio tem 48% contra 47% de Lula, com 3% de brancos e nulos e 2% de indecisos.
- A pesquisa, realizada entre 23 e 24 de outubro, ouviu 4.050 eleitores em todo o Brasil, com margem de erro de ±2 pontos e nível de confiança de 95%, e está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.
Foto: Reprodução
A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24/10), véspera do segundo turno da eleição, aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcou 49% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro (PL): 51% (+ 0,46 p.p); Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 49% (- 0,54 p.p). O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Voto válido é o critério adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na divulgação dos resultados do pleito. O modalidade exclui os votos em branco e nulos e, na pesquisa, os indecisos. Nos votos totais, Flávio tem 48% dos votos contra 47% de Lula. Brancos e nulos são 3% e indecisos marcam 2% Na última pesquisa, divulgada na quinta-feira (22/10), Flávio somou 50,54% dos votos válidos, e Lula 49,46%. Metodologia: A pesquisa foi realizada na sexta-feira (23/10) e neste sábado (24/10) e ouviu 4.050 brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49%
Último levantamento Quaest antes da abertura das urnas aponta um empate técnico entre os candidatos à Presidência
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa da Quaest divulgada em 24/10, um dia antes do segundo turno, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 51% das intenções de voto válidos, frente a 49% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos ficam tecnicamente empatados; nos votos totais, Flávio tem 46% e Lula 45%.
- A pesquisa, que ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais, registrou variações de +1 ponto percentual para ambos os candidatos, 8% de brancos e nulos e 1% indecisos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-09158/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24/10), um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de voto válidos contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Nos votos totais, Flávio Bolsonaro tem 46%, contra 45% de Lula. Confira os resultados e as variações: Flávio Bolsonaro: 46% (+1 p.p); Lula: 45% (+1 p.p); Brancos e nulos: 8% (-1 p.p); Indecisos: 1% (-1 p.p). No último levantamento do instituto, divulgado na quarta-feira (21/10), o candidato do PL pontuava 45%, enquanto o petista marcou 44%. A pesquisa ouviu 3.702 brasileiros com 16 anos ou mais entre sexta-feira (23/10) e este sábado. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09158/2026.
Pesquisa Indexa/Broadcast: Flávio tem 45,2% ante 44,1% de Lula
Pesquisa Indexa/Broadcast: Flávio tem 45,2% ante 44,1% de Lula
Porcentual de entrevistados que declaram que não devem votar caiu de 8% para 4,8%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Indexa/Broadcast divulgada em 22 de outubro de 2026 indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) lidera a simulação de segundo turno com 45,2% das intenções de voto, ligeiramente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 44,1%. Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, o resultado configura um empate técnico, com Flávio Bolsonaro alcançando 50,6% dos votos válidos contra 49,4% de Lula.
- Em comparação com a rodada anterior, Flávio Bolsonaro subiu 1,6 ponto percentual e Lula 2 pontos, enquanto o percentual de eleitores que não pretendem votar caiu de 8% para 4,8%. A pesquisa, baseada em 2.000 entrevistas telefônicas realizadas entre 20 e 21 de outubro, está registrada no TSE sob o número BR-02348/2026 e traz ainda dados sobre a definição de voto, com 89,8% dos entrevistados afirmando que já decidiram seu voto.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45,2% das intenções de voto, ante 44,1% do presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em uma simulação estimulada de segundo turno da pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quinta-feira (22). Considerando a margem de erro de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, configura empate técnico. Dos entrevistados, 4,8% afirmam que não iriam votar, 4,3% dizem que votarão nulo ou branco e outros 1,6% não sabem. Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 50,6% do total contra 49,4% de Lula. Na comparação com a rodada anterior da pesquisa Indexa/Broadcast de 15 de outubro, o senador oscilou 1,6 ponto porcentual para cima nos votos totais, pois havia registrado 43,6%, enquanto o presidente Lula oscilou 2 pontos porcentuais para cima em uma simulação de segundo turno, pois havia registrado 42,1% na rodada anterior. O porcentual de entrevistados que declaram que não devem votar caiu de 8% para 4,8%. Na edição divulgada nesta quinta, a Indexa traz os números com abertura da casa decimal em virtude de a disputa estar acirrada. Na pesquisa espontânea, Flávio Bolsonaro tem 41,9% das intenções de votos ante 41,1% de Lula. Outros 4,5% afirmam que não devem votar, 4,8% declararam voto nulo ou branco e 7,8% não sabem. Este é o quinto levantamento fruto da parceria firmada entre o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) e a Indexa Pesquisas para a divulgação de sondagens eleitorais qualitativas e quantitativas exclusivas sobre a corrida à Presidência da República. Voto definido - Questionados se o voto está definido, 89,8% afirmam que já está definido contra 86,5% da rodada anterior, enquanto 7,3% dizem que podem mudar ante 11,5% há uma semana. Outros 2,9% não sabem ou não opinaram. Entre os candidatos, o porcentual de eleitores que dizem que o voto está definido é de 95% para Flávio Bolsonaro com 4% que podem mudar contra 93% de Lula com 6% que podem mudar. Metodologia - A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 20 e 21 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02348/2026.
Flávio diz ao TSE aceitar abrir sigilo de 20 anos, mas cria lista de condições de divulgação de Lula
Senador responde a desafio feito pelo presidente petista
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral uma petição pedindo a quebra de seus próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos 20 anos, mas condicionou a medida à divulgação de informações financeiras e registros de pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, incluindo dados sobre gastos e agendas do governo federal. O senador também solicitou a abertura de sigilos de empresas das quais é sócio, de familiares citados por Lula e de figuras ligadas a supostas fraudes contra aposentados do INSS.
- Além disso, a petição exige a publicação de reuniões entre Lula e o banqueiro Daniel Vorcaro, voos de aeronaves associadas ao mesmo, detalhes do cartão corporativo da Presidência desde janeiro de 2023, agenda da primeira‑dama Rosângela Lula da Silva e despesas de helicópteros e do Palácio da Alvorada. Flávio alerta que, caso Lula recuse as condições, a recusa deve ser registrada no processo, reforçando seu pedido de transparência total sobre pessoas e empresas próximas ao presidente.
Foto: Werther Santana | Estadao
O candidato à Presidência da Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em petição apresentada nesta quarta-feira (21), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que autoriza a quebra de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico referentes aos últimos 20 anos. O senador condicionou, porém, a medida à divulgação de informações financeiras e registros de pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de dados sobre gastos e agendas do governo federal. Na manifestação, Flávio respondeu à iniciativa de Lula de autorizar a abertura dos próprios sigilos e dos de familiares, além dos registros da empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações. O presidente havia condicionado a medida à adoção de procedimento semelhante pelo adversário. Flávio afirmou que também não se opõe à divulgação de mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. O senador estendeu a autorização às empresas das quais é sócio ou administrador e aos familiares citados por Lula. Alegou, no entanto, que a abertura de seus dados deve ocorrer simultaneamente à divulgação de informações que, segundo ele, permitiriam esclarecer suspeitas envolvendo pessoas próximas ao presidente. A petição listou uma série de exigências, entre elas a divulgação de registros de reuniões de Lula com Vorcaro, em dezembro de 2024, e de entradas do banqueiro e de intermediários nos Palácios do Planalto e da Alvorada. O senador também pediu informações sobre reuniões do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega com integrantes do governo e registros de voos de uma aeronave atribuída a Vorcaro. O documento ainda solicitou a abertura de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de pessoas relacionadas a investigações sobre as fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. Entre os nomes citados estão Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”; “Marcola”, ex-chefe de gabinete de Lula; e a empresária e lobista Roberta Luchsinger. Flávio também pediu informações sobre empresas ligadas aos filhos do presidente e ao Instituto Lula. Outro eixo da petição trata da transparência dos gastos públicos. O senador solicitou a divulgação integral das despesas do cartão corporativo da Presidência desde janeiro de 2023, além da agenda da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, anterior a fevereiro de 2025, dos registros de visitas dos filhos do presidente e de informações sobre o uso de helicópteros e despesas do Palácio da Alvorada. Flávio argumentou que a proposta de Lula seria insuficiente para esclarecer suspeitas relacionadas a terceiros e que a transparência deveria abranger informações sobre pessoas e empresas próximas ao presidente, além de despesas custeadas com recursos públicos. Caso o presidente não aceite as condições, Flávio solicita que a recusa seja registrada no processo.
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos contra 47% de Lula
Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 53% dos votos válidos contra 47% de Lula
Pesquisa mostrou que o senador e o chefe do Executivo oscilaram, cada um, em um ponto percentual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Gerp divulgada em 21 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro lidera as intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, com 53% dos eleitores que já definiram sua escolha, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra 47%. O levantamento, que exclui brancos, nulos e indecisos, mostra ainda que Flávio avançou 1 ponto percentual desde a última sondagem, ao passo que Lula recuou o mesmo percentual.
- Em cenário de votos totais, Flávio soma 50% e Lula 45%, com 2% dos entrevistados indecisos e outros 2% que não pretendem votar em nenhum dos candidatos. A pesquisa, realizada entre 19 e 21 de outubro com 2.400 entrevistas telefônicas, tem margem de erro de dois pontos percentuais e taxa de confiança de 95,55%, estando registrada no TSE sob o número BR-03835/2026.
Foto: Wilton Junior | Estadão
Pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (21) mostrou que o senador Flávio Bolsonaro registra 53% das intenções de votos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47%. A projeção exclui os brancos, nulos e indecisos, portanto, mostra um cenário de votos válidos. Flávio e Lula disputam o segundo turno do pleito presidencial, marcado para domingo (25). Comparado com a rodada anterior, divulgada em 16 de outubro, o senador oscilou um ponto percentual para mais. O chefe do Executivo variou em um ponto percentual para menos. Em cenário de votos totais, Flávio soma 50%, enquanto Lula pontua 45%. São 2% os que disseram não saber em quem votar. Outros 2% responderam que não votam em nenhum dos dois candidatos. O levantamento também mostrou que 97% afirmaram que a escolha está “totalmente definida”. Outros 3% disseram que ainda podem mudar de opção. De 19 a 21 de outubro, a Gerp entrevistou 2.400 pessoas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com taxa de confiança de 95,55%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-03835/2026.
Fotos mostram viagem de Lulinha com lobista em jatinho de 20 milhões de dólares, diz revista
Registros mostram filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem com lobista Roberta Luchsinger; Presidência foi procurada, mas não respondeu
Por: João Caires
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- A reportagem da revista Veja traz fotos que mostram a lobista Roberta Luchsinger viajando com o filho do presidente, Fabio Luis da Silva (Lulinha), a bordo de um jatinho Embraer Praetor 600, avaliado em mais de 20 milhões de dólares, durante uma visita à Finlândia e em eventos de alto padrão, como uma festa de réveillon em mansão alugada pela própria lobista.
- As imagens também revelam Lulinha ao lado de empresários como Marcelo Checon e de autoridades como Swedenberger Barbosa, enquanto a Polícia Federal investiga suspeitas de tráfico de influência e a ampliação de contratos federais ligados a essas relações, gerando intenso debate sobre possíveis irregularidades na gestão federal.
Foto: Reprodução | Revista Veja
Fotos obtidas pela revista Veja mostram que a lobista Roberta Luchsinger viajou na companhia do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Fabio Luis da Silva, conhecido como Lulinha. Uma das fotos mostra Lulinha, a lobista e amigos em um jatinho Embraer Praetor 600, cujo modelo novo é avaliado em mais de 20 milhões de dólares. Segundo a reportagem, a imagem foi captada durante uma viagem à Finlândia. Em outro registro, Lulinha, a lobista e um amigo posam em frente à aeronave. Procurada por Veja, a defesa de Lulinha negou irregularidades e afirmou que os registros se devem à amizade entre o filho do presidente e a empresária. O Estadão procurou a Presidência da República, que não respondeu até a publicação desta reportagem.
Foto: Reprodução | Revista Veja
O espaço segue aberto. Em outra imagem a que Veja teve acesso, Lulinha e Roberta posam ao lado do empresário Marcelo Checon. Segundo a reportagem, após janeiro de 2023, ao mesmo tempo que Checon estreitava seus laços de amizade com Lulinha e Roberta, uma de suas firmas expandiu o valor dos contratos que detinha com a gestão federal. Em outra imagem, Lulinha aparece em uma festa de réveillon em uma mansão alugada pela lobista. O filho do presidente posa ao lado de Swedenberger Barbosa, atual chefe-adjunto do gabinete pessoal de Lula, e de Marco Aurélio Santana, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente. Neste sábado, 17, em entrevista à CNN, Roberta Luchsinger afirmou que Lulinha reuniu-se com diversos ministros da gestão federal. A lobista e o filho do presidente são investigados pela Polícia Federal por tráfico de influência.
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 45% e Lula 44% no segundo turno
Número de indecisos dobra na espontânea, que registra empate numérico; a situação é de empate técnico, com 1 ponto de diferença entre os dois candidatos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta‑feira (21) indica que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão praticamente empatados para o segundo turno, com 45% e 44% das intenções de voto, respectivamente. A margem de erro de dois pontos mantém o cenário como empate técnico, enquanto 9% dos eleitores pretendem votar em branco ou nulo e 2% ainda estão indecisos.
- Na sondagem espontânea, que não apresenta previamente os nomes dos candidatos, ambos alcançaram 40% de apoio, mas o número de indecisos dobrou para 14% em apenas uma semana. O levantamento, contratado pela TV Globo, reflete o impacto de recentes marcos da campanha, como o fim da escala 6x1, entrevistas na Globo e debate na Band, além de intensas mobilizações nas ruas e nas redes sociais.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno, mostra distância de apenas um ponto entre Flávio Bolsonaro (PL), que tem 45% das intenções de voto, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 44%. Em comparação com a sondagem da última semana, Flávio oscilou um ponto para baixo, e Lula permaneceu com o mesmo percentual. Pessoas que dizem que vão botar em branco ou nulo se mantêm em 9%, e os indecisos são 2%. Na modalidade espontânea, aquela em que o entrevistado não é apresentado previamente aos nomes dos candidatos, os dois aparecem em empate numérico, com 40% cada. Esse formato é importante para medir quão convicto está o eleitor. O dado mais relevante da espontânea na nova rodada é o número de indecisos, que dobrou em uma semana e chegou a 14%. A nova pesquisa é a primeira do instituto depois de momentos importantes da campanha. Na semana passada, foi promulgado o fim da escala 6x1, bandeira eleitoral de Lula. Depois, os candidatos participaram das entrevistas da Globo e do debate da Band. Também cresceram, desde então, as mobilizações nas ruas e nas redes em prol dos candidatos. O levantamento foi contratado pelo GLOBO e a TV Globo. Pela margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos, os candidatos seguem em empate técnico.
Pesquisa Meio/Ideia: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno e Lula, 48,9%
A quatro dias do segundo turno, candidatos aparecem tecnicamente empatados, segundo levantamento Meio/Ideia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa divulgada pelo Meio/Ideia nesta quarta‑feira (21/10) indica um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno das eleições presidenciais. Com 51,1% dos votos válidos, o candidato do PL lidera por apenas 2,5 pontos percentuais de margem de erro, enquanto Lula registra 48,9%, configurando um cenário de disputa acirrada.
- O levantamento, que entrevistou 1.500 eleitores entre 15 e 19 de outubro, mostra que 83,7% dos respondentes já decidiram seu voto, e 16,3% ainda podem mudar até o domingo (25/10), data prevista para o segundo turno. Os resultados, registrados no TSE sob o número BR‑08251/2026, reforçam a importância da decisão dos eleitores indecisos nas próximas semanas.
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Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21/10) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão empatados tecnicamente na disputa de segundo turno para as eleições presidenciais. Segundo o levantamento, o candidato do PL soma 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do petista. O resultado representa um empate técnico dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais. Entre os votos totais, considerando brancos e nulos, Flávio pontua 48%, enquanto Lula, tem 46% das intenções de voto. Os que dizem votar em branco ou nulo são 3,4%, e outros 2,6% não sabem em quem vão votar. A pesquisa anterior, feita antes do primeiro turno, indicava Lula com 48,5% ante 48% de Flávio na segunda fase da corrida eleitoral. Ainda de acordo com o levantamento, 83,7% dos entrevistados afirmam estar decididos sobre em quem votar, enquanto 16,3% consideram mudar de candidato até domingo (25/10), data do segundo turno. A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é 2,5 pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-08251/2026.
Ipespe: Flávio Bolsonaro tem 48% e Lula marca 46% no 2º turno
Ipespe: Flávio Bolsonaro tem 48% e Lula marca 46% no 2º turno
Candidatos disputam o 2º turno para a Presidência da República no próximo dia 25/10. Pesquisa indica vantagem numérica de Flávio Bolsonaro
Por: Carinne Souza
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- A pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), divulgada em 17/10, indica um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a disputa do Palácio do Planalto no segundo turno, marcado para 25 de outubro. No cenário estimulado, Flávio lidera com 48% dos votos contra 46% de Lula, enquanto 3% optam por voto em branco/nulo e 3% permanecem indecisos; nos votos válidos, a margem é de 51,2% a 48,8%.
- Comparado à sondagem anterior de 10 de outubro, a vantagem de Flávio diminuiu, passando de 49% contra 44% para os números atuais. A pesquisa reforça a competitividade da corrida presidencial, destacando a importância do segundo turno para definir o futuro político do Brasil.
Foto: Reprodução
Pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Politicas e Econômicas (Ipespe) e divulgada neste sábado (17/10), mostra empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa ao Palácio do Planalto. Os dois candidatos disputam o 2º turno no dia 25 de outubro. O levantamento, contudo, mostra uma vantagem numérica de dois pontos percentuais para o candidato do Partido Liberal na disputa contra o petista no quadro estimulado da sondagem — quando os nomes dos candidatos são apresentados ao entrevistado. Os entrevistados responderam à pergunta “Em qual dos dois candidatos – Flávio Bolsonaro ou Lula – o(a) Sr(a) votaria para Presidente?”. Flávio Bolsonaro (PL): 48%; Lula (PT): 46%; Ninguém/branco/nulo: 3%; Não sabe ou não quis responder: 3%. O resultados deste sábado mostram uma diminuição da vantagem entre Flávio e Lula no comparativo com o mesmo levantamento divulgado no dia 10 de outubro. Naquela ocasião, ainda de acordo com o cenário estimulado, Flávio marcava 49% (um ponto a mais) e Lula, 44% (dois pontos a menos). Outros 5% disseram que votariam em branco ou nulo, e 3% não sabiam ou não responderam. Em relação aos votos válidos (quando são excluídos os votos direcionados a ninguém/branco/nulo e os indecisos), Flávio aparece com 51,2% e Lula tem 48,8%. O levantamento foi realizada em parceria com a Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (Abrapel) e ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 13 e 15 de outubro. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95,45%. É justamente a margem de erro que faz com que o quadro seja de empate técnico. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-00223/2026.
Flávio comenta Datafolha e diz que está "muito mais na frente" de Lula
Flávio comenta Datafolha e diz que está "muito mais na frente" de Lula
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (15/10) mostra empate técnico entre Flávio e Lula, com 51% e 49% dos votos válidos, respectivamente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em transmissão ao vivo nas redes sociais nesta quinta‑feira (15/10), que a vantagem mostrada pela pesquisa Datafolha sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é ainda maior que a divulgada. Segundo o senador, a liderança indicada pelo levantamento – 51% dos votos válidos contra 49% de Lula – subestima o apoio real ao seu candidato, que ele descreve como “muito mais na frente”.
- A pesquisa também aponta, ao considerar votos brancos, nulos e indecisos, um placar de 47% a 45% a favor de Flávio Bolsonaro. O discurso reforça a estratégia de campanha ao criticar as “promessas vazias e mentirosas” de Lula, buscando mobilizar eleitores antes da disputa presidencial.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) comentou, nesta quinta-feira (15/10), durante transmissão ao vivo nas redes sociais, o resultado da nova rodada da pesquisa Datafolha. O senador afirmou que a vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é maior que a apontada no levantamento. “Se a gente está na frente no Datafolha, pode ter certeza que é muito mais na frente mesmo, com as promessas vazias e mentirosas que Lula está fazendo”, declarou Flávio. Conforme a pesquisa, Flávio tem 51% dos votos válidos contra 49% de Lula. Nos votos totais, incluindo brancos, nulos e indecisos, o placar é de 47% a 45%. A transmissão de Flávio foi feita ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP).
Senado aprova PEC que prevê fim da escala 6x1 em dois turnos
Senado aprova PEC que prevê fim da escala 6x1 em dois turnos
Proposta foi aprovada em dois turnos, com 75 votos favoráveis no primeiro; texto prevê redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado aprovou, em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que elimina a escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas sem diminuição salarial. A medida recebeu 75 votos favoráveis no primeiro turno, com apenas o senador Hamilton Mourão votando contra, e foi acelerada por um calendário especial solicitado pela líder do governo, Teresa Leitão, com apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
- A PEC, relatada por Omar Aziz, também prevê duas folgas semanais obrigatórias, preferencialmente aos domingos, e inclui discussões sobre setores específicos como aviação e plataformas digitais. O debate ocorreu em meio à disputa eleitoral entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, que acabou apoiando o fim da escala 6x1, e o PL encaminhou voto favorável. O líder do PL no Senado, Carlos Portinho, defendeu medidas de desoneração da folha para mitigar impactos aos empregadores. A proposta ainda segue para as etapas finais de tramitação antes de entrar em vigor.
Foto: Reprodução
O Senado aprovou nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 e a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial. No primeiro turno, o texto recebeu 75 votos favoráveis, enquanto apenas o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra. Para aprovar uma PEC, são necessários pelo menos 49 votos em cada turno. A votação foi acelerada por meio de um calendário especial, aprovado pela maioria dos senadores, a pedido da líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), com apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Pelas regras tradicionais, os dois turnos deveriam respeitar um intervalo de cinco dias úteis, o que impediria a conclusão antes do segundo turno das eleições. A proposta estabelece duas folgas semanais obrigatórias, preferencialmente uma aos domingos, e prevê uma transição para a redução da jornada. O relator, Omar Aziz (PSD-AM), rejeitou as emendas apresentadas e manteve o texto aprovado pela Câmara. Durante a discussão, senadores também defenderam a regulamentação de atividades com jornadas específicas, como os setores aéreo e de plataformas digitais. A votação ocorreu em meio à disputa eleitoral entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Inicialmente contrário à forma como o governo conduzia a discussão, Flávio declarou apoio ao fim da escala 6x1 na terça-feira (13). O PL também encaminhou voto favorável à PEC. O líder do partido no Senado, Carlos Portinho (RJ), defendeu medidas para reduzir possíveis impactos sobre os empregadores, como a desoneração da folha de pagamento. A proposta ainda precisa cumprir as etapas restantes de tramitação antes de entrar em vigor.
Eduardo Bolsonaro diz que não voltará ao Brasil após condenação
Eduardo Bolsonaro diz que não voltará ao Brasil após condenação
Ex-deputado afirmou que permanecerá nos Estados Unidos após condenação a quatro anos e dois meses de prisão; durante evento em Washington, Javier Milei também atacou Lula e declarou apoio a Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑deputado federal Eduardo Bolsonaro, condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação nos EUA, declarou em Washington que não pretende voltar ao Brasil e que a saída do ministro Alexandre de Moraes do STF é essencial para um eventual governo de seu irmão, Flávio Bolsonaro. A fala foi feita durante um jantar de celebração à cultura hispânica, com a presença do presidente argentino Javier Milei, que também criticou o presidente Lula e apoiou a candidatura de Flávio.
- Eduardo ressaltou que a remoção de Moraes facilitaria a consolidação de uma aliança de direita na América Latina, citando a possibilidade de ampliar a cooperação regional caso Flávio vença a disputa presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva. Ele ainda negou ter pedido apoio ao ex‑presidente dos EUA, Donald Trump, e enfatizou que as pesquisas eleitorais são apenas um indicativo, não uma certeza.
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (14), em Washington, que não pretende voltar ao Brasil após ser condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação e voltou a defender a saída do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Eu não vou puxar uma cadeia sendo inocente, não”, declarou a jornalistas durante um jantar em celebração à cultura hispânica nos Estados Unidos, que contou com a presença do presidente argentino, Javier Milei. Na semana passada, Moraes determinou o cumprimento da pena e o cancelamento dos passaportes de Eduardo, condenado por atos praticados nos Estados Unidos para intimidar o Judiciário brasileiro e tentar impedir a análise da trama golpista. Durante o evento, o ex-deputado afirmou que a saída de Moraes do STF seria necessária para um eventual governo de seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para o dia 25. “Primeiro a gente vai ter que expurgar esse câncer chamado Alexandre de Moraes da Suprema Corte”, disse. Eduardo também declarou confiança na candidatura do irmão, mas reconheceu que a disputa eleitoral não está decidida. Segundo ele, as pesquisas “podem dar um norte, mas não são tudo”. O ex-deputado afirmou ainda que pretende conversar com Milei sobre a relação entre Brasil e Argentina caso Flávio vença a eleição. O presidente argentino, por sua vez, atacou Lula durante o evento e o chamou de “ditador comunista”, além de manifestar apoio à candidatura de Flávio e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Eduardo. Os discursos ocorreram em meio à discussão sobre a relação entre setores da direita e o STF e à possibilidade de parlamentares defenderem processos de impeachment contra ministros da Corte. Eduardo também negou ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que declarasse apoio à candidatura de Flávio. Ele defendeu uma aproximação entre governos de direita da América Latina e os Estados Unidos e afirmou que uma eventual vitória do irmão poderia ampliar a cooperação regional.
Pesquisa Quaest: Flávio tem 46% e Lula 44% no segundo turno
Pesquisa Quaest: Flávio tem 46% e Lula 44% no segundo turno
Brancos e nulos são 9% e os indecisos são 1%
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Quaest divulgada em 14 de outubro indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera as intenções de voto com 46%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra 44%. Excluindo os eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou que ainda estão indecisos, a vantagem de Flávio sobe para 51% contra 49% de Lula. Em comparação, a última pesquisa da Quaest, realizada em 3 de outubro, mostrava Flávio com 44% e Lula com 42% nas intenções totais, além de 13% de eleitores que não pretendiam votar.
- O levantamento, contratado pela Globo e com 2.154 entrevistas presenciais entre 10 e 13 de outubro, aponta rejeição de 54% para Flávio e 53% para Lula, e desaprovação de 48% ao governo Lula, com 45% de aprovação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, e o estudo foi registrado no TSE sob o protocolo BR-08729/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 14, aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 46% das intenções de votos totais, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva soma 44%. O levantamento aponta que são 9% os que pretendem votar em branco ou nulo ou não pretendem votar e 1% os que estão indecisos. Considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo-se as intenções de voto em branco, nulo e os eleitores que estão indecisos, o senador tem 51% e o presidente soma 49%. Na última pesquisa Quaest divulgada no dia 3 de outubro, véspera do primeiro turno, Flávio aparecia com 44% dos votos totais, contra 42% de Lula. Eram 13% os que diziam pretender votar em em branco ou nulo ou que não iriam votar. Os indecisos eram 1%. No levantamento espontâneo, quando a lista de candidatos não é apresentada ao eleitor, Flávio é citado por 43%, enquanto 42% apontam Lula. Neste caso, são 8% os que declaram voto em branco ou nulo ou que não vão votar e 7% os que estão indecisos. O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. Flávio Bolsonaro é rejeitado por 54% dos eleitores e, Lula, por 53%. Governo Lula é desaprovado por 48% - De acordo com o levantamento, são hoje 48% os brasileiros que desaprovam o governo, enquanto 45% aprovam. Os que não sabem ou não responderam são 7%. A pesquisa Quaest, contratada pela Globo, entrevistou 2.154 eleitores presencialmente, entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o protocolo BR-08729/2026.
Irmão de ACM declara apoio à reeleição de Lula
Irmão de ACM declara apoio à reeleição de Lula
Eduardo Jorge Mendes de Magalhães escreveu “Firme com o 13!” no Facebook; ACM Neto declarou apoio a Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O desembargador aposentado do Tribunal de Justiça da Bahia, Eduardo Jorge Mendes de Magalhães, manifestou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgando uma pesquisa do instituto Nexus que mostra Lula empatado com Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado no segundo turno. A declaração contrasta com a posição de seu sobrinho, ACM Neto, que apoia Flávio Bolsonaro e ressalta a necessidade de "libertar o Brasil antes de libertar a Bahia".
Foto: Reprodução
O desembargador aposentado do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) Eduardo Jorge Mendes de Magalhães declarou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Irmão do ex-governador e ex-senador Antônio Carlos Magalhães, ele publicou mensagens favoráveis ao petista no Facebook. Em uma publicação do jornal Correio, pertencente à família Magalhães, Eduardo comentou “Firme com o 13!”. A postagem divulgava uma pesquisa do instituto Nexus sobre cenários de segundo turno, com Lula empatado com Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema e Ronaldo Caiado. A manifestação contrasta com a posição de Antônio Carlos Magalhães Neto, o ACM Neto (União Brasil), que declarou apoio a Flávio Bolsonaro após o primeiro turno. Ex-prefeito de Salvador e derrotado na disputa pelo governo baiano contra Jerônimo Rodrigues (PT), Neto afirmou ser necessário “libertar o Brasil antes de libertar a Bahia”.
TSE: Corregedor derruba decisão de Kassio e libera canal "Exército do Lula"
TSE: Corregedor derruba decisão de Kassio e libera canal "Exército do Lula"
Ricardo Villas Bôas Cueva anulou a suspensão determinada pelo presidente do tribunal e submeteu a decisão final ao plenário do TSE.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O corregedor‑geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, revogou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, medida que havia sido determinada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) por suposta desinformação.
- Cueva destacou a apresentação tardia de documentos, enfatizando a necessidade de harmonia entre as decisões da presidência e a jurisdição do tribunal para evitar contradições institucionais. A decisão foi criticada por André Janones e pelo próprio Lula, e o caso será encaminhado ao plenário do TSE para deliberação definitiva.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou neste domingo (11) a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que havia determinado a suspensão do canal "Exército do Lula" no WhatsApp. Horas antes, Kassio atendeu a um pedido da campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL) para bloquear o canal com mais de 3,4 milhões de membros sob a alegação de propagação de desinformação, ato que gerou críticas do deputado federal André Janones (Rede-MG) e do próprio candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao revogar a medida, Cueva apontou que a campanha do adversário acionou a presidência do tribunal apenas 41 minutos após uma decisão anterior da própria corregedoria, apresentando documentos que não constavam no processo original sob sua relatoria. O corregedor ressaltou a necessidade de harmonia entre as decisões administrativas da presidência e a jurisdição do tribunal para evitar contradições institucionais e insegurança jurídica, decidindo encaminhar o caso para deliberação definitiva do plenário do TSE em data a ser definida.
Lula reúne milhares de pessoas em ato na Avenida Paulista
Lula reúne milhares de pessoas em ato na Avenida Paulista
Em ato de campanha na Avenida Paulista, presidente defendeu o fim da escala 6x1, cobrou a PEC da Segurança Pública e pediu engajamento no segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu milhares de apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, e convocou a militância a conversar com eleitores que deixaram de votar no primeiro turno, destacando que cerca de 30 milhões de pessoas ficaram ausentes, incluindo idosos acima de 70 anos. Lula enfatizou a necessidade de convencer esse contingente decisivo para reverter as abstenções na fase final da disputa eleitoral.
- Ele também confiou que o Senado votará nesta quarta‑feira a PEC que elimina a escala de trabalho 6x1 e defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública, ao mesmo tempo em que criticou a gestão de Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid‑19, ressaltando a diferença entre construir e destruir.
Foto: Miguel Schincariol/AFO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu milhares de apoiadores em um ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante seu discurso, Lula convocou a militância a conversar com os eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno para tentar reverter as abstenções na etapa final do pleito. O presidente lembrou que cerca de 30 milhões de pessoas deixaram de votar, ressaltando que, entre as abstenções e os idosos acima de 70 anos desobrigados por lei, há um contingente decisivo que precisa ser convencido pelo futuro do país. O petista também afirmou confiar que o Senado votará na quarta-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1, além de defender a aprovação da PEC da Segurança Pública, que amplia a atuação do governo federal no setor. Em tom crítico ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Lula afirmou que construir algo é difícil, mas destruir é simples, e criticou a condução da gestão anterior durante a pandemia de Covid-19.
Campanha de Lula chama reportagem sobre Vorcaro de “farsa” e promete ação judicial
Advogados do Grupo Prerrogativas pediram investigação da Polícia Federal sobre uma possível articulação eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contestou a reportagem da revista Veja que apontava um suposto pagamento de R$ 30 milhões pelo banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um documentário sobre o petista. Em nota, a campanha classificou a publicação como “peça eleitoral irresponsável”, afirmou não haver registro oficial do depoimento citado e anunciou que adotará medidas judiciais contra a divulgação sem provas.
- Paralelamente, advogados ligados ao Grupo Prerrogativas acionaram a Polícia Federal para investigar uma possível articulação entre Vorcaro e pessoas da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), alegando suspeita de interferência eleitoral e tentativa de desviar atenções das investigações sobre o Banco Master. As acusações ainda dependem de apuração e não comprovam irregularidades.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
A campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contestou, nesta sexta-feira (9), uma reportagem da revista Veja sobre um suposto pagamento de R$ 30 milhões feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para financiar um documentário sobre o petista. Em nota, a campanha classificou a publicação como uma “peça eleitoral irresponsável”, afirmou que não existe registro oficial do depoimento citado e anunciou que adotará medidas judiciais. O comunicado também criticou a divulgação das acusações sem apresentação de provas. A reportagem menciona áudios, documentos e relatos atribuídos a Vorcaro, mas ressalta que não há comprovação de que Lula tenha se reunido com o banqueiro na ocasião citada nas mensagens. Paralelamente, os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida, ligados ao Grupo Prerrogativas, acionaram a Polícia Federal na quinta-feira (8) para pedir a investigação de uma possível articulação entre Vorcaro e pessoas ligadas à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). O pedido aponta suspeitas de interferência eleitoral e tentativa de desviar a atenção das investigações envolvendo o Banco Master. As alegações ainda dependem de apuração, e a existência de uma denúncia ou pedido de investigação não comprova, por si só, a ocorrência de irregularidades.
Rui Costa assume novas funções na campanha de reeleição de Lula
Rui Costa assume novas funções na campanha de reeleição de Lula
Mudanças ocorrem após Lula criticar a organização da campanha no primeiro turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reformulou a equipe de campanha à reeleição, incorporando figuras de peso do Nordeste: o ex‑governador da Bahia, Rui Costa, assumiu atribuições estratégicas; o ex‑governador do Ceará, Camilo Santana, ficou responsável pela articulação política; e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, passou a atuar nas discussões de comunicação. A mudança visa ampliar a presença de aliados regionais e reforçar a coordenação da campanha após críticas de desorganização no primeiro turno.
- Lula também passou a controlar diretamente a estratégia eleitoral, incluindo a pré‑análise de programas de TV e a aprovação de roteiros de caminhadas e atos públicos, enquanto membros da equipe anterior, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, perderão espaço nas decisões. A nova estrutura busca melhorar a articulação política e fortalecer a atuação nos estados na reta final da disputa.
Foto: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reformulou a equipe de campanha à reeleição e ampliou o espaço de aliados do Nordeste em funções estratégicas. Entre os nomes estão o ex-governador da Bahia Rui Costa, que assumiu atribuições relacionadas à agenda do presidente, o ex-governador do Ceará Camilo Santana, responsável pela articulação política, e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, que passou a atuar nas discussões sobre comunicação. As mudanças ocorreram após Lula criticar a organização da campanha no primeiro turno, quando ficou atrás de Flávio Bolsonaro (PL) na votação. O presidente também decidiu ampliar o controle direto sobre a estratégia eleitoral, incluindo a análise prévia dos programas de televisão e a aprovação dos roteiros de caminhadas e outros atos públicos. Com a reformulação, integrantes da equipe anterior, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, devem perder espaço nas decisões. Na quarta-feira (7), Lula afirmou que esta foi a campanha “menos organizada” de que participou desde 1989. A nova estratégia busca melhorar a articulação política e fortalecer a atuação nos estados na reta final da disputa.
Vídeo de crianças em Uganda pedindo votos para Flávio vira alvo de ação
Vídeo de crianças em Uganda pedindo votos para Flávio vira alvo de ação
Petistas acionaram a Justiça Eleitoral e a Procuradoria-Geral Eleitoral para investigar possível abuso econômico e propaganda irregular.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou a Justiça Eleitoral para investigar o projeto de criptomoedas B22, que distribui tokens a usuários que divulgam conteúdo favorável ao senador Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa é acusada de propaganda eleitoral irregular, abuso de poder econômico e compra de votos, após um vídeo com crianças usando camisetas da marca alcançar mais de 1,2 milhão de visualizações.
- Lula pede a remoção do site e o bloqueio de conteúdos, enquanto a campanha de Flávio Bolsonaro nega qualquer vínculo e ameaça ação judicial. O idealizador do B22 afirma que o projeto não tem ligação oficial com partidos, e a Procuradoria‑Geral Eleitoral e o TSE foram solicitados a apurar possíveis crimes eleitorais.
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A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou a Justiça Eleitoral e pediu investigação sobre um projeto de criptomoedas que oferece tokens a usuários que compartilham conteúdos de apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa, chamada B22, é alvo de acusações de possível propaganda eleitoral irregular, abuso do poder econômico e compra de votos. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o site foi lançado em 6 de outubro e oferece tokens digitais a quem divulgar mensagens relacionadas ao projeto. Um vídeo publicado no perfil do Instagram de uma organização que arrecada recursos para crianças em Uganda mostra crianças usando camisetas com a marca B22 e cantando uma música que pede votos para Flávio. A gravação ultrapassou 1,2 milhão de visualizações, segundo as informações divulgadas. Em uma transmissão ao vivo, o idealizador do projeto, Kevim Flores, afirmou que a iniciativa buscava incentivar pessoas que votaram em Lula no primeiro turno a compartilhar o conteúdo. A campanha petista sustenta que a oferta de tokens pode representar uma vantagem econômica em troca de divulgação eleitoral e pediu a remoção de conteúdos e o bloqueio do site. Também solicitou à Procuradoria-Geral Eleitoral que apure possíveis crimes eleitorais. A legislação eleitoral restringe o pagamento por propaganda na internet e proíbe a distribuição de vantagens para aliciar eleitores. A campanha de Flávio Bolsonaro negou qualquer vínculo com o projeto e afirmou que pretende adotar medidas judiciais para retirar o site do ar. Em nota, declarou desconhecer a autoria da página e disse que seus canais oficiais foram informados ao Tribunal Superior Eleitoral. O site B22, por sua vez, afirma que o projeto não tem vínculo oficial com políticos, partidos ou campanhas e que a distribuição de tokens independe de preferência eleitoral. As acusações ainda dependem de apuração pelas autoridades competentes.
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 49% e Lula soma 45% no segundo turno
Pesquisa Datafolha: Flávio tem 49% e Lula soma 45% no segundo turno
Levantamento é o primeiro após a ida dos eleitores às urnas; na véspera das eleições, petista estava um ponto porcentual à frente no levantamento
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta‑feira (8) indica que o senador Flávio Bolsonaro lidera as intenções de voto para o segundo turno com 49 % do total, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45 %. Eleitores que pretendem votar em branco ou nulo somam 5 % e 1 % ainda estão indecisos, colocando os candidatos dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
- Excluindo brancos, nulos e indecisos, Flávio alcança 52 % e Lula 48 %. O levantamento também mostra migrações de eleitores de candidatos como Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), além de taxas de rejeição de 46 % para Lula e 43 % para Flávio. A pesquisa, com 2.520 entrevistas realizadas entre 6 e 8 de outubro, foi contratada pela Globo e Folha de S.Paulo, tem margem de erro de dois pontos percentuais e foi registrada no TSE sob o protocolo BR‑02949/2026.
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 8, aponta que o senador Flávio Bolsonaro soma 49% das intenções de voto totais no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eleitores que vão votar em branco ou nulo são 5%, enquanto 1% estão indecisos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Considerando os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos, nulos e indecisos, Flávio teria hoje 52% e Lula somaria 48%. No levantamento anterior, divulgado na véspera do primeiro turno, Lula tinha 47% dos votos totais, enquanto Flávio registrava 46%. Os brancos e nulos eram 6% e, os indecisos, 2%. De acordo com o levantamento, 46% dos eleitores de Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no primeiro turno migram para Flávio Bolsonaro. Enquanto isso, 32% declaram voto em Lula. Outros 15% afirmam que votarão em branco ou nulo. O levantamento também mediu a rejeição aos dois candidatos. São 46% os que rejeitam Lula e 43% os que não votariam em Flávio. O Datafolha ouviu 2.520 eleitores entre os dias 6 a 8 de outubro em todo território brasileiro. O levantamento foi contratado pela Globo e pela Folha de São Paulo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-02949/2026.
Lula avalia chamar João Santana para campanha do 2º turno
Lula avalia chamar João Santana para campanha do 2º turno
Segundo o Metrópoles, emissários do presidente devem sondar o publicitário, que já comandou campanhas vitoriosas de Lula e Dilma.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia contratar o publicitário João Santana para reforçar sua campanha no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Dentro do PT, há divergências: uma ala defende a substituição do atual marqueteiro Raul Rabelo, enquanto outra prefere manter Rabelo e incorporar Santana à equipe.
- A discussão surge após Flávio terminar o primeiro turno à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula, conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). João Santana já comandou campanhas presidenciais de Lula em 2006 e de Dilma Rousseff em 2010 e 2014, e em 2026 trabalhou nas campanhas de ACM Neto na Bahia e de Ciro Gomes no Ceará, ambas derrotadas. A eventual entrada de Santana ainda não foi confirmada.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia chamar o publicitário João Santana para reforçar sua campanha no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Parte do PT defende a substituição do atual marqueteiro, Raul Rabelo, enquanto outra ala prefere manter o publicitário e incorporar Santana à equipe. A discussão ocorre após Flávio terminar o primeiro turno à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos contra 45,16%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). João Santana comandou as campanhas presidenciais de Lula em 2006 e de Dilma Rousseff em 2010 e 2014. Em 2026, ele trabalhou nas campanhas de ACM Neto ao governo da Bahia e de Ciro Gomes ao governo do Ceará, ambos derrotados no primeiro turno. A eventual entrada de Santana na campanha de Lula ainda não foi confirmada.
Jerônimo compara Jaques Wagner a “São Pedro” durante discurso da vitória
Jerônimo compara Jaques Wagner a “São Pedro” durante discurso da vitória
Governador reeleito destacou atuação política de Wagner e afirmou que Bahia terá papel importante no segundo turno presidencial.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Jerônimo Rodrigues, reeleito governador da Bahia no primeiro turno, proferiu um discurso de quase 13 minutos em frente ao Palácio de Ondina, destacando a atuação do senador Jaques Wagner e elogiando a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) nas eleições para a Assembleia Legislativa. O governador ressaltou o papel histórico da Bahia na política nacional, criticou a intervenção dos Estados Unidos no Brasil e reforçou a importância da mobilização para o segundo turno da eleição presidencial, previsto para 25 de outubro, entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
- No pronunciamento, Jerônimo prometeu intensificar a campanha de Lula na Bahia, afirmando que a equipe começará a trabalhar imediatamente para garantir uma votação expressiva. Ele destacou a união do “time político” de Lula e sua própria liderança, sinalizando que a Bahia será um ponto estratégico na disputa presidencial.
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Reeleito governador da Bahia no primeiro turno, Jerônimo Rodrigues (PT) fez um discurso de quase 13 minutos em frente ao Palácio de Ondina, neste domingo (4), após a confirmação do resultado das urnas. Durante o pronunciamento, o governador destacou a atuação política do senador eleito Jaques Wagner (PT), a quem homenageou ao lembrar sua participação na articulação política do grupo. "Além da história de Otto, todo mundo conhece o perfil e a história dos dois novos senadores da República, Rui Costa e Wagner. Faço uma homenagem especial a Jaques Wagner, que é o nosso interlocutor; foi na história São Pedro que abriu as portas e intermediou todo o processo", afirmou o governador reeleito. Jerônimo também comentou o desempenho da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, na eleição para a Assembleia Legislativa da Bahia. "O resultado não nos surpreendeu. É a gratidão do povo da Bahia. Reconheço o esforço desse time político, time de Lula e Jerônimo. Fazemos valer cada coisa nossa", acrescentou. No discurso, o governador ainda fez referência ao papel histórico da Bahia na política nacional, falou sobre a divisão política do país e criticou a intervenção dos Estados Unidos no Brasil. Em outro momento, Jerônimo projetou a atuação do grupo político no segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O governador afirmou que a mobilização pela campanha do petista começará imediatamente. "Agora, para garantir o segundo turno das eleições nacionais, nós não vamos aguardar um dia para voltar a correr a Bahia novamente. Então vamos sentar, seja amanhã, para ver o que Lula precisa da gente", disse Jerônimo. Ele também afirmou que pretende trabalhar para ampliar a votação de Lula na Bahia. "Aqui na Bahia, o dever de casa é nosso. Vamos garantir uma votação expressiva novamente. A gente cai em campo a partir de amanhã. Nós queremos celebrar a vitória do presidente Lula", disse ele.
ACM Neto atribui derrota a ataques e critica campanha de Jerônimo
ACM Neto atribui derrota a ataques e critica campanha de Jerônimo
Candidato derrotado no primeiro turno afirmou que campanha de Jerônimo teve ataques pessoais e anunciou reunião com lideranças do União Brasil em Brasília.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- ACM Neto (União Brasil) agradeceu aos eleitores baianos após ser derrotado no primeiro turno da eleição para governador da Bahia e criticou a campanha de Jerônimo Rodrigues (PT), acusando-a de ataques pessoais e mentiras. Em entrevista coletiva, Neto destacou que a vitória da sua sigla será restabelecida e anunciou viagem a Brasília para alinhar a posição do União Brasil no segundo turno da eleição presidencial.
- Ele informou que a reunião em Brasília, marcada para segunda‑feira (5), reunirá lideranças nacionais do partido para definir estratégias entre os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas de 25 de outubro.
Foto: Divulgação
Após ser derrotado no primeiro turno da eleição para o governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) agradeceu aos eleitores e aliados políticos durante pronunciamento neste domingo (4) e criticou a campanha do governador reeleito, Jerônimo Rodrigues (PT). “Quero agradecer primeiro aos baianos pela expressiva votação que nós tivemos, pela campanha linda que aconteceu neste ano. O resultado reflete uma campanha de baixo nível feita no final dessa eleição pelo atual governador, que foi para a baixaria, foi para os ataques pessoais, para as mentiras”, afirmou. Na sequência, Neto declarou: “Tudo isso será restabelecido porque nós vamos o Brasil. Vamos mudar o Brasil para certamente depois mudar a Bahia”. Durante a entrevista coletiva, ACM Neto também anunciou que iria a Brasília nesta segunda-feira (5) para se reunir com lideranças nacionais do União Brasil e discutir o posicionamento da sigla no segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo turno é definido entre Flávio Bolsonaro e Lula
Segundo turno é definido entre Flávio Bolsonaro e Lula
Apuração define disputa entre os dois candidatos; nova votação será realizada em 25 de outubro
Por: Daniela Gonzalez
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Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançam ao segundo turno da eleição presidencial, com 47,28% e 44,87% dos votos válidos, respectivamente. A disputa final será realizada em 25 de outubro, prometendo uma campanha intensa entre os dois candidatos.
Foto: Reprodução
Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno da eleição presidencial. Flávio soma, parcialmente, 47,28% dos votos válidos, enquanto Lula tem 44,87%. A votação do segundo turno está marcada para 25 de outubro.
Lula diz que “está ficando todo mundo nu” ao citar Luciano Huck e Daniel Vorcaro
Lula diz que “está ficando todo mundo nu” ao citar Luciano Huck e Daniel Vorcaro
Presidente mencionou viagens em aeronave ligada ao banqueiro e contrato publicitário envolvendo o Domingão com Huck.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou o apresentador Luciano Huck durante entrevista ao podcast Flow, apontando que Huck utilizou uma aeronave fornecida pelo banqueiro Daniel Vorcaro para reduzir custos do programa na TV Globo e citando negociações de patrocínio envolvendo o Will Bank, com valores de R$ 83 milhões em mídia e R$ 26 milhões em contrato pessoal. Lula também criticou a postura da Globo sobre a proibição das apostas esportivas, alegando que a emissora seria impactada por ser dona da BetMGM, e descreveu o conjunto de escândalos envolvendo políticos como “uma putaria”.
- A entrevista, que atraiu mais de 1,6 milhão de espectadores simultâneos, trouxe à tona mensagens da Polícia Federal que mostram Huck usando o avião do banqueiro para viajar à Europa e ao encontro com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, além de revelar acordos publicitários de grande monta entre o apresentador e a emissora.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou o apresentador Luciano Huck, da TV Globo, durante entrevista ao podcast Flow, na noite desta quinta-feira (1º), ao comentar a relação dele com o banqueiro Daniel Vorcaro. Na conversa com Igor Coelho, Lula mencionou o uso de uma aeronave ligada ao empresário e negociações de patrocínio ao programa do apresentador. “Está ficando todo mundo nu diante da sociedade”, declarou. Ao comentar o caso, Lula afirmou que Huck utilizava o avião de Vorcaro “para baratear os custos do programa dele junto à Globo”. O presidente também citou o financiamento da atração por um banco ligado ao empresário. “Até o Luciano Huck, que aparece de vez em quando querendo ser político, o cara moderno, que não tá na política, que é de fora, fez um curso não sei aonde”, afirmou. As declarações ocorrem após a divulgação de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro. Os registros apontam que Huck utilizou uma aeronave disponibilizada pelo banqueiro para viajar à Europa em 2024, quando entrevistou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. O avião levou o apresentador a Varsóvia, na Polônia, de onde seguiu para Kiev. As conversas também mencionam negociações envolvendo o patrocínio do Will Bank ao “Domingão com Huck”. Nas mensagens, aparecem referências a R$ 83 milhões em mídia para a Globo e R$ 26 milhões em um “contrato pessoal”, valores relacionados ao acordo publicitário. Durante a entrevista, Lula ampliou as críticas a políticos citados nas revelações e classificou o conjunto dos episódios como “uma putaria”. “A gente descobre uma sequência de senadores, deputados, tudo com as meninas da Suíça, da Suécia, sei lá. Ou seja, virou uma putaria, desculpa o palavrão”, afirmou. O presidente também comentou a atuação da TV Globo em relação às apostas esportivas e ironizou a posição da emissora sobre a medida provisória que, segundo ele, proibiu as bets no Brasil. “A Globo vai ficar chateada comigo com o fim das bets, porque é dona da BetMGM”, declarou. A entrevista ao Flow chegou a registrar mais de 1,6 milhão de espectadores simultâneos, conforme os dados mencionados na transmissão.
Jerônimo não confirma presença no último debate da TV Bahia
Jerônimo não confirma presença no último debate da TV Bahia
ACM Neto e Ronaldo Mansur confirmaram presença; governador tem caminhada com Lula marcada para o mesmo dia em Salvador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O último debate eleitoral antes do primeiro turno será transmitido pela TV Bahia nesta terça‑feira (29) em Salvador, reunindo os candidatos ACM Neto (União Brasil), Ronaldo Mansur (PSOL) e, ainda que sem confirmação, Jerônimo Rodrigues (PT). Neto e Mansur já confirmaram presença, enquanto a participação de Jerônimo permanece incerta, gerando especulações nas redes sociais.
- A programação será exibida após a novela “Quem Ama Cuida”, com mediação da jornalista Zileide Silva (TV Globo), e coincide com a agenda do governador, que fará uma caminhada ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre Ondina e Barra. A Rede Bahia afirma que este será o último debate em TV aberta antes da votação marcada para 4 de outubro.
Foto: Wuiga Rubini | GOVBA
O último debate entre os candidatos ao Governo da Bahia antes do primeiro turno será realizado pela TV Bahia nesta terça-feira (29), em Salvador, com ACM Neto (União Brasil), Ronaldo Mansur (PSOL) e Jerônimo Rodrigues (PT) entre os convidados. Neto e Mansur confirmaram presença, enquanto Jerônimo ainda não confirmou participação. O governador tem uma caminhada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prevista para o mesmo dia, entre os bairros de Ondina e Barra. A agenda de Jerônimo divulgada pela campanha não incluiu o debate. O encontro será exibido após a novela “Quem Ama Cuida” e terá mediação da jornalista Zileide Silva, da TV Globo. A Rede Bahia confirmou que o confronto será o último debate eleitoral em TV aberta antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. No domingo (27), ACM Neto publicou nas redes sociais uma mensagem em tom de provocação sobre a possibilidade de ausência de Jerônimo. Sem citar diretamente o governador, o candidato escreveu que estava “desconfiado” de que algum concorrente poderia não comparecer ao debate. A eventual ausência de Jerônimo ocorre em meio à agenda conjunta com Lula na capital baiana.
























