Pesquisa Nexus/BTG: Lula lidera disputa presidencial de 2026; Flávio Bolsonaro aparece em segundo
Levantamento mostra vantagem de Lula no primeiro turno e empate técnico com Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Pesquisa realizada pela Nexus/BTG Pactual mostrou a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026.
- A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira, apontou Lula com 42% das intenções de voto no levantamento de primeiro turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro soma 33%.
- Em cenários de eventual segundo turno, Lula também lidera as simulações, registrando 47% contra 43% de Flávio Bolsonaro.
- A pesquisa ouviu 2.004 eleitores e tem margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Reprodução
Pesquisa Nexus/BTG Pactual divulgada nesta segunda-feira (27) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida pelo Palácio do Planalto nas eleições de 2026. No levantamento de primeiro turno, Lula aparece com 42% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) soma 33%, abrindo uma vantagem de nove pontos percentuais. No cenário espontâneo, em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, o presidente também lidera, com 36%, contra 27% do parlamentar. Apesar da dianteira na disputa inicial, a pesquisa indica um cenário mais equilibrado em um eventual segundo turno. Em uma simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista registra 47%, ante 43% do adversário, resultado que configura empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em outro cenário, contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 45%, enquanto o ex-governador de Goiás alcança 43%, também em situação de empate técnico. Já nas simulações contra Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), o presidente mantém vantagem numérica acima da margem de erro. O levantamento ainda mediu a rejeição dos pré-candidatos. Flávio Bolsonaro lidera esse indicador, com 50% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de forma alguma, seguido por Lula, com 48%. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 24 e 26 de julho, tem 95% de nível de confiança, margem de erro de dois pontos percentuais e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01489/2026.
Real Time Big Data: Caiado tem 44% e Lula 43% em cenário de segundo turno
Real Time Big Data: Caiado tem 44% e Lula 43% em cenário de segundo turno
Diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro da pesquisa, que também simulou disputas de Lula contra Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Renan Santos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, lidera em cenários de segundo turno das eleições presidenciais de 2026 segundo uma pesquisa Real Time Big Data. Ele aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 44% das intenções de voto contra 43% do presidente. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados.
- Conforme a pesquisa, Caiado está à frente de Lula em outros cenários de segundo turno, mas a diferença é muito pequena para considerar um vencedor.
- A pesquisa Real Time Big Data ouviu presencialmente 2 mil eleitores entre os dias 18 e 20 de julho e tem um nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de segundo turno das eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (21). De acordo com o levantamento, Caiado registra 44% das intenções de voto, enquanto Lula soma 43%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Na pesquisa anterior, divulgada em junho, ambos apareciam com 43% das intenções de voto. O instituto também simulou outros cenários de segundo turno. Contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), Lula aparece numericamente à frente, mas também em situação de empate técnico. Já nas simulações contra Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), o presidente lidera os cenários avaliados. A pesquisa ouviu presencialmente 2 mil eleitores entre os dias 18 e 20 de julho. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05864/2026.
Lula recebe apoio do PDT em convenção nacional para disputa à reeleição
Lula recebe apoio do PDT em convenção nacional para disputa à reeleição
Convenção nacional do partido confirmou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o evento, Lula defendeu o diálogo político e aliados destacaram a importância da aliança para as eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O PDT oficializou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante convenção nacional do partido na capital federal. Lula defendeu a retomada do diálogo e do respeito na política brasileira e reafirmou a importância da reeleição.
- O senador Weverton Rocha (PDT-MA) classificou o apoio ao presidente como uma decisão política e estratégica, mas ressaltou que o partido continuará defendendo um projeto próprio para o futuro.
Foto: Reprodução
O PDT oficializou nesta segunda-feira (20) o apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante convenção nacional do partido, realizada em Brasília. O evento foi conduzido pelo presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, e contou com a presença de Lula e do presidente do PT, Edinho Silva. Em seu discurso, Lula relembrou a relação política com Leonel Brizola, principal líder histórico do PDT, e defendeu a retomada do diálogo e do respeito na política brasileira. "O Brasil sente saudade do tempo em que a política era feita com mais decência e respeitabilidade", afirmou. O senador Weverton Rocha (PDT-MA) classificou o apoio ao presidente como uma decisão "política e estratégica", mas ressaltou que o partido continuará defendendo um projeto próprio para o futuro. Segundo ele, o PDT pretende manter protagonismo no cenário nacional. Durante a convenção, Edinho Silva afirmou que as eleições de 2026 serão decisivas para o país. O dirigente do PT também declarou que a democracia enfrenta desafios em diversos países e defendeu a reeleição de Lula como forma de fortalecer o campo democrático. Além do PDT, outros partidos aliados, como PSB, PSOL, Rede, PCdoB e PV, também devem formalizar apoio à candidatura do presidente nas convenções partidárias das próximas semanas.
Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Senado aprova projeto que inclui educação financeira no currículo escolar
Texto prevê ensino transversal nos ensinos fundamental e médio e amplia conteúdo para previdência, tributos e seguros
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Senado aprovou projeto de lei que inclui educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. A educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica.
- A medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos, além de prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros.
Foto: Freepik | Reprodução
O Senado aprovou, nesta quarta-feira (15), o projeto de lei que inclui a educação financeira na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. Como o texto recebeu alterações durante a tramitação, a proposta retorna à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De autoria da deputada federal Any Ortiz (Cidadania-RS), o projeto estabelece que a educação financeira será trabalhada de forma transversal e integradora ao longo de toda a educação básica, sem a criação de uma disciplina específica. A relatora da proposta no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que a medida busca preparar os estudantes para lidar com questões relacionadas ao consumo e à administração dos próprios recursos. "Esse desenvolvimento integral exige, de forma cada vez mais evidente, a compreensão da realidade econômica e a capacidade de tomada de decisões sobre consumo consciente, inclusive como instrumento de prevenção ao endividamento futuro", disse. Segundo a senadora, o modelo transversal permite que o tema seja abordado em diferentes áreas do conhecimento, sem aumentar a carga horária das escolas. "[Com o ensino transversal] preserva-se a flexibilidade necessária à organização curricular dos estabelecimentos de ensino e evita-se a sobrecarga da matriz curricular, ao mesmo tempo em que se assegura a permeabilidade do tema às diversas áreas do conhecimento", completou. Durante a votação, Teresa Leitão também apresentou uma emenda, aprovada pelos senadores, para ampliar o conteúdo da educação financeira. Além de finanças pessoais, o texto passa a prever o ensino de conceitos sobre previdência, tributos e seguros. "Ao se estender a abordagem para além da dimensão estritamente financeira, alcançando as dimensões fiscal, previdenciária e securitária, amplia-se a capacidade do cidadão de compreender seus direitos e deveres perante o Estado e o mercado, de entender as forças e interesses que operam nessas dimensões e de planejar conscientemente o seu futuro", afirmou a relatora.
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
Dirigente do PL afirmou que estado de saúde do ex-presidente está ligado à situação judicial e comparou o caso ao de Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirma que os problemas de saúde de Jair Bolsonaro estão relacionados à situação judicial. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados a tentativa de golpe de Estado.Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento, lembrando o período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral.
Foto: Reprodução
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou na quarta-feira (8) que os problemas de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão relacionados à situação judicial enfrentada por ele e declarou que o ex-chefe do Executivo "sara na hora" caso deixe a prisão domiciliar. A declaração foi dada durante um evento em Brasília, ao ser questionado sobre o estado de saúde de Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). "Ele está com a saúde complicada por causa da situação que ele está vivendo. É difícil para o camarada suportar isso. Se ele sair de lá, sai pulando de alegria. Sara na hora", afirmou Valdemar. Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Antes da conversão da pena para prisão domiciliar, ele cumpria prisão em uma sala de Estado-Maior no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Durante a entrevista, Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento. Ao responder sobre o tema, o dirigente do PL fez uma comparação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lembrando o período em que o petista permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral. "Quando o Lula ficou preso por 580 dias, você imaginava que ele seria candidato à Presidência da República? Tudo pode acontecer", declarou. Até o momento, Bolsonaro permanece em prisão domiciliar por determinação do STF, enquanto sua situação jurídica continua sendo analisada pela Corte.
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Flávio e Eduardo ligam eliminação da Seleção a Lula
Parlamentares do PL usaram as redes sociais para relacionar a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 provocou forte repercussão política nas redes sociais. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro associaram a derrota por 2 a 1 ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, argumentando que o Brasil não conquista um mundial desde a ascensão do Partido dos Trabalhadores ao poder executivo.
- Por outro lado, o contexto histórico aponta que, embora o pentacampeonato de 2002 tenha ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito em outubro daquele ano e assumiu em 2003. O presidente Lula não comentou as declarações dos parlamentares, e o episódio acabou por transferir a frustração da derrota esportiva para o cenário do debate político polarizado na internet.
Foto: Reprodução
A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 repercutiu também no cenário político. O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizaram as redes sociais para associar a derrota do Brasil para a Noruega ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação na rede social X, Flávio Bolsonaro afirmou que a Seleção Brasileira não voltou a conquistar uma Copa do Mundo após a vitória do Partido dos Trabalhadores nas eleições presidenciais de 2002. Na mensagem, o senador lembrou que o pentacampeonato foi conquistado naquele mesmo ano, quando o país ainda era governado por Fernando Henrique Cardoso. Embora a Copa do Mundo de 2002 tenha sido disputada durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, Lula foi eleito presidente em outubro daquele ano e assumiu o cargo em janeiro de 2003. Já Eduardo Bolsonaro fez duas publicações sobre a eliminação brasileira. Em uma delas, repetiu a comparação feita pelo irmão entre o desempenho da Seleção e os governos federais. Em outra, mencionou o pênalti desperdiçado pelo volante Bruno Guimarães aos 13 minutos do primeiro tempo da partida contra a Noruega. As manifestações ocorreram logo após a derrota por 2 a 1, resultado que eliminou o Brasil ainda nas oitavas de final da competição disputada nos Estados Unidos. Até o momento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não comentou as declarações dos parlamentares nem fez publicações relacionadas às manifestações políticas sobre a eliminação da Seleção Brasileira. O episódio ampliou a repercussão da derrota nas redes sociais, onde o resultado esportivo também passou a ser utilizado em debates e manifestações de caráter político.
Lula chama regra eleitoral de "papagaiada desgraçada"
Lula chama regra eleitoral de "papagaiada desgraçada"
Presidente reclamou da proibição de participar de inaugurações a partir de sábado e disse que poderá apenas visitar obras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, em tom de brincadeira, a legislação eleitoral que proíbe agentes públicos candidatos à reeleição de participar de inaugurações de obras nos três meses que antecedem o pleito. A declaração foi feita durante a inauguração do Túnel Major Sales, em Luís Gomes, onde Lula afirmou que sua agenda de inaugurações seria restrita até 4 de julho devido às próximas eleições, qualificando a regra como "papagaiada desgraçada".
- O túnel inaugurado faz parte do Ramal do Apodi, integrante do Projeto de Integração do Rio São Francisco, e, apesar da expectativa, a água não chegou ao local durante a cerimônia devido a um erro de cálculo. Lula, que é pré-candidato à reeleição, intensificou sua agenda de viagens nesta semana, passando pela Bahia e Ceará, onde aliados aproveitaram para destacar realizações do governo e defender pré-candidaturas para as eleições deste ano, mesmo com as restrições eleitorais iminentes.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou em tom de brincadeira, nesta quinta-feira (2), a regra da legislação eleitoral que impede agentes públicos candidatos à reeleição de participar de inaugurações de obras públicas nos três meses que antecedem o pleito. Durante a inauguração do Túnel Major Sales, em Luís Gomes, Lula afirmou que só poderia participar de inaugurações até a próxima sexta-feira (3), antes do início das restrições previstas para o período eleitoral. "Eu estou vindo aqui hoje porque só posso inaugurar obra até 4 de julho. Por causa das eleições. Mas eu posso visitar obra. Então eu vou voltar para ver a faculdade de Medicina, outras obras. Mas é fazer visita sem falar nada. Só visitando, assim. Papagaiada desgraçada", declarou o presidente. O túnel faz parte do Ramal do Apodi, integrante do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Segundo Lula, a expectativa era de que a água começasse a passar pelo local durante a cerimônia, mas isso não ocorreu devido a um erro de cálculo. Em tom descontraído, ele sugeriu ao prefeito da cidade que promovesse uma festa quando a água chegasse ao túnel e lhe enviasse as imagens. Pré-candidato à reeleição, Lula intensificou a agenda de viagens nesta semana. Na quarta-feira (1º), cumpriu compromissos na Bahia e, nesta quinta, seguiu para o Ceará, onde participou de novos eventos em Quixeramobim e Juazeiro do Norte. Durante os atos públicos, aliados do presidente destacaram realizações do governo e defenderam pré-candidaturas para as eleições deste ano.
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Wagner afirma que investigação tem motivação política
Senador relacionou investigação ao cenário político de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Senator Jaques Wagner (PT) é investigado pela Polícia Federal em Santa Maria da Vitória, na Bahia, sobre participação em um evento do Programa de Governo Participativo. Wagner nega qualquer irregularidade e promete esclarecer todas as suspeitas. Ele acredita que a investigação é política e está relacionada à disputa eleitoral de 2026, pois a Bahia é um estado crucial para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- Wagner é investigado na nona fase da Operação Compliance Zero e afirma que irá comprovar sua inocência apresentando esclarecimentos necessários. A investigação segue em andamento sem uma decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Foto: Reprodução
O senador Jaques Wagner (PT) voltou a comentar, nesta semana, a investigação conduzida pela Polícia Federal durante participação em um evento do Programa de Governo Participativo (PGP), em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia. Em discurso para apoiadores, o parlamentar afirmou que está tranquilo diante das apurações e voltou a negar qualquer irregularidade. Ao falar sobre o caso, Wagner disse que pretende esclarecer todas as suspeitas levantadas pelos investigadores e reafirmou confiança no resultado das investigações. "Fiquem em paz porque eu estou em paz. Minha cabeça está tranquila, meu coração não carrega ódio, e a mentira que estão tentando montar eu vou desmontar, como fiz em 2018. Podem ter a tranquilidade de que a minha cabeça está leve", declarou. Durante o discurso, o senador também associou o avanço das investigações ao cenário político e à disputa eleitoral de 2026. Segundo ele, a Bahia tem papel estratégico para o projeto de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Eu sei por que estão me batendo: porque a Bahia é muito importante para a eleição do presidente Lula no Brasil. É por isso que querem derrubar o nosso time aqui na Bahia", afirmou. Jaques Wagner é investigado no âmbito da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Desde o início da apuração, o senador nega qualquer envolvimento em irregularidades e afirma que apresentará os esclarecimentos necessários para comprovar sua inocência. A investigação segue em andamento, e até o momento não há decisão judicial sobre o mérito das suspeitas.
Jerônimo sai em defesa de Jaques Wagner em Barreiras
Jerônimo sai em defesa de Jaques Wagner em Barreiras
Jerônimo elogiou a trajetória política de Jaques Wagner.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), defendeu o senador Jaques Wagner (PT) durante uma agenda em Barreiras, no oeste do estado, neste sábado (27). Jerônimo associou a emoção de Wagner em um evento anterior à entrega de serviço de radioterapia no Hospital do Oeste, destacando que foi o primeiro ato público do senador após críticas recentes. O governador argumentou que os ataques a Wagner fazem parte de uma estratégia para atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enfatizando que Wagner é um "patrimônio" do grupo político e que nunca teve sua honestidade questionada em duas décadas.
- Jerônimo Rodrigues expressou confiança na defesa de Jaques Wagner e ressaltou a importância do senador para a continuidade do governo no Brasil e na Bahia. Em resposta às críticas da oposição, o governador afirmou que o governo estadual responderá com ações e obras, como melhorias em estradas, hospitais, escolas de tempo integral e ampliação de serviços de saúde. Ele também mencionou o diálogo institucional com prefeitos de diferentes partidos como um diferencial da gestão atual.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), saiu em defesa do senador Jaques Wagner (PT) durante agenda realizada neste sábado (27), em Barreiras, no oeste do estado. A declaração foi feita antes da plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), em entrevista à imprensa. Jerônimo afirmou que a emoção demonstrada durante a entrega do serviço de radioterapia no Hospital do Oeste esteve relacionada ao momento vivido por Jaques Wagner, alvo de críticas recentes. "Depois do que aconteceu nesses últimos tempos com o senador Jaques Wagner, é o primeiro ato público que ele vem com a gente. Foi emoção naquela hora", declarou. O governador disse ainda que os ataques ao senador fazem parte de uma estratégia para atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Na verdade, querem pegar Lula primeiro. Usam a gente o tempo inteiro para bater no Lula. Depois, pegam uma pessoa que é um patrimônio nosso", afirmou. Em seguida, defendeu a trajetória de Wagner: "Você nunca ouviu em 20 anos dizer que ele era desonesto". Jerônimo também demonstrou confiança na defesa do senador e destacou sua importância para o grupo político. "A gente quer que Wagner continue firme e forte, faça sua defesa e possa ajudar a gente a continuar governando o Brasil e a Bahia", disse. Ao comentar as críticas da oposição, o governador afirmou que pretende responder com ações da administração estadual. Segundo ele, obras em estradas, hospitais, escolas de tempo integral e a ampliação dos serviços de saúde serão a principal resposta do governo. Por fim, Jerônimo destacou o diálogo institucional com prefeitos de diferentes partidos e afirmou que esse modelo de gestão representa uma mudança em relação ao passado político do estado.
Wagner pede licença do cargo de líder do governo no Senado após ser alvo de operação da PF
Wagner afirmou em uma publicação nas redes sociais que decidiu se afastar da liderança no Senado
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou seu afastamento da liderança do governo no Senado Federal. A decisão ocorre poucos dias após o parlamentar ter sido incluído como alvo na 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, impactando sua posição política.
- A medida foi comunicada por Wagner em suas redes sociais, afirmando que o afastamento foi um acordo mútuo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após uma reunião no Palácio da Alvorada. O senador petista declarou que sua prioridade imediata é comprovar sua inocência e dedicar-se às campanhas de reeleição do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues, e à sua própria reeleição ao Senado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O senador Jaques Wagner (PT-BA) decidiu se afastar da liderança do governo no Senado poucos dias após passar a integrar a lista de alvos da 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Depois da reunião, Wagner afirmou em publicação nas redes sociais que a decisão de se afastar do cargo foi tomada em comum acordo com o presidente da República. "Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal". "Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado", escreveu Wagner. Nesta quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o senador, que ocupa a função de líder do governo, no Palácio da Alvorada. O encontro durou cerca de duas horas.
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Jaques Wagner resiste a deixar liderança do governo no Senado
Senador afirma que só deixará o cargo se houver pedido do presidente Lula; encontro entre os dois é esperado para esta semana.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar seu cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. O senador afirma que só se afastará da liderança se houver um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem uma conversa é aguardada para quarta-feira, após seu retorno a Brasília.
- Nos bastidores, o governo discute a saída de Wagner para reduzir o desgaste político. Embora Lula tenha manifestado solidariedade, integrantes do governo alertam que isso não garante sua permanência. Uma solução negociada é cogitada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, no início de julho, justificando a necessidade de se dedicar a articulações eleitorais no estado.
Foto: Alessandro Dantas | PT-SF
O líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), tem resistido à pressão de aliados e integrantes do governo para deixar o cargo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada às investigações sobre o Banco Master. Segundo interlocutores, Wagner tem afirmado que não pretende se afastar da liderança do governo, a menos que receba um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma conversa entre os dois é aguardada para quarta-feira (24), quando o senador deve retornar a Brasília. Nos bastidores, integrantes do governo avaliam que a saída de Wagner poderia reduzir o desgaste político provocado pela investigação e evitar que o tema continue impactando o Palácio do Planalto. A expectativa entre aliados é que Lula discuta o assunto diretamente com o senador nos próximos dias. Parte da base governista defende uma solução negociada, com Wagner deixando a liderança após a visita presidencial à Bahia, prevista para o dia 2 de julho. Nesse cenário, a justificativa pública seria a necessidade de o senador se dedicar às articulações políticas e eleitorais no estado. A permanência de Wagner também divide opiniões dentro do governo. Alguns aliados entendem que a continuidade no cargo mantém o senador sob maior exposição política e dificulta sua estratégia de defesa. Outros avaliam que uma saída imediata poderia ser interpretada como um pré-julgamento. Nos últimos dias, o presidente Lula conversou com Wagner por telefone e manifestou solidariedade ao aliado. Integrantes do governo, porém, afirmam que o gesto não representa necessariamente uma garantia de permanência na liderança. Enquanto as discussões continuam, o senador tem reiterado publicamente que permanece no cargo e que qualquer decisão sobre a liderança cabe ao presidente da República.
Datafolha: Lula lidera corrida presidencial com 41%, contra 31% de Flávio Bolsonaro
Levantamento mostra estabilidade no cenário eleitoral e mantém vantagem do petista em simulações de segundo turno
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma nova pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 41% das intenções de voto no cenário principal do primeiro turno para as eleições de 2026, mantendo uma vantagem de dez pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro, que registra 31%. Lula também lidera nas simulações de segundo turno contra Flávio Bolsonaro, com 47% das intenções de voto, contra 43% do senador, repetindo os números da rodada anterior do levantamento. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios, entre 17 e 18 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais.
- O estudo aponta ainda que outros pré-candidatos, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, aparecem com percentuais bem inferiores. A pesquisa também indicou que o caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro, não provocou perdas significativas para o senador no momento, embora os impactos de outras investigações ainda não tenham sido totalmente captados. Na consulta espontânea, Lula segue à frente com 30% das menções, contra 17% de Flávio Bolsonaro, solidificando a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral, que promete ser dominada por debates sobre economia e segurança pública.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 41% das intenções de voto no principal cenário de primeiro turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20). O senador Flávio Bolsonaro registra 31%, mantendo a distância de dez porcento para o atual presidente. O levantamento ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios entre os dias 17 e 18 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Atrás de Lula e Flávio aparecem nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e outros pré-candidatos, todos com percentuais bem inferiores aos dos dois líderes da disputa. Nas simulações de segundo turno, Lula também mantém vantagem. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o senador soma 43%. O cenário repete os números registrados na rodada anterior da pesquisa. O Datafolha indica ainda que o chamado caso "Dark Horse", envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, não provocou novas perdas para o senador neste momento. Por outro lado, os efeitos políticos das investigações relacionadas ao Banco Master e ao senador Jaques Wagner ainda não foram totalmente captados pelo levantamento. A pesquisa também mostrou que Lula lidera em cenários de segundo turno contra Caiado e Zema. Na consulta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, o presidente aparece com 30%, enquanto Flávio Bolsonaro registra apenas 17%. Os números reforçam a polarização entre PT e PL a menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral. Apesar da estabilidade observada no levantamento, a disputa segue marcada por debates sobre economia, segurança pública e temas que devem dominar a reta final da pré-campanha.
Governo retira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1
Governo retira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1
Decisão atende pedido de Hugo Motta e destrava votações de propostas como ampliação do teto do MEI e regulamentação da inteligência artificial
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governo federal retirou o regime de urgência constitucional do projeto que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1, atendendo a um pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. A medida, comunicada nesta terça-feira, destrava a pauta da Câmara, que estava bloqueada pela regra constitucional que exige a análise de projetos urgentes em até 45 dias, impedindo o avanço de outras matérias em caso de descumprimento do prazo.
- A decisão foi anunciada pelo ministro José Guimarães, com autorização do presidente Lula, e põe fim a um impasse político. O governo, que inicialmente mantinha a urgência para pressionar o Senado, agora espera que a liberação da pauta permita a votação de propostas prioritárias, como a atualização do teto do MEI e a regulamentação da inteligência artificial. Além disso, o ministro citou a preocupação com as chamadas "pautas-bomba", que podem gerar um impacto de mais de R$ 111 bilhões anuais nas contas públicas.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
O governo federal retirou o regime de urgência constitucional do projeto que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. A medida foi comunicada ao Congresso Nacional nesta terça-feira (16) e atende a um pedido feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Com a retirada da urgência, a pauta da Câmara deixa de ficar travada pela proposta. Pela regra constitucional, projetos enviados pelo Executivo com pedido de urgência devem ser analisados em até 45 dias. Caso o prazo seja descumprido, outras matérias ficam impedidas de avançar no plenário. O projeto do governo tramita paralelamente à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o mesmo tema, já aprovada pela Câmara e atualmente em análise no Senado Federal. Pressão entre governo e Congresso - Hugo Motta vinha cobrando publicamente a retirada da urgência, argumentando que a existência de uma PEC em tramitação tornava desnecessária a manutenção do mecanismo. O governo, porém, resistia à medida como forma de pressionar o Senado a avançar na discussão sobre a redução da jornada de trabalho. A estratégia gerou insatisfação entre deputados, sobretudo diante da proximidade do recesso parlamentar e do calendário eleitoral. Parlamentares reclamavam que a pauta da Câmara permanecia bloqueada enquanto outras propostas consideradas prioritárias aguardavam votação. Diante do impasse, Motta chegou a sinalizar que colocaria em votação um projeto de lei com conteúdo semelhante ao aprovado na PEC, prevendo a redução da carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas e a adoção da escala 5x2 como regra. Governo espera avanço de outras propostas - O anúncio da retirada da urgência foi feito pelo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), que afirmou ter recebido autorização do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para formalizar a decisão. Segundo Guimarães, o governo espera que o destravamento da pauta permita a votação de matérias consideradas prioritárias pelo Executivo. Entre elas estão a atualização do teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI), a regulamentação da inteligência artificial e a criminalização da misoginia. Debate sobre pautas-bomba - Durante o anúncio, o ministro também citou a preocupação do governo com propostas classificadas como "pautas-bomba", expressão usada para projetos que aumentam despesas públicas ou reduzem receitas de forma significativa. De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, nove propostas em tramitação no Congresso podem gerar impacto superior a R$ 111 bilhões por ano nas contas públicas. Entre elas estão projetos que ampliam benefícios tributários, elevam repasses a municípios, criam novas despesas previdenciárias e ampliam regimes especiais de renegociação de dívidas. O governo argumenta que a aprovação dessas medidas pode dificultar o equilíbrio fiscal e pressionar o orçamento federal nos próximos anos.
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
PT lança campanha ‘Lula joga pelo Brasil’ durante a Copa do Mundo
PT lança campanha ‘Lula joga pelo Brasil’ durante a Copa do Mundo
Peça publicitária mistura futebol e política para reforçar discurso de defesa da soberania nacional.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Partido dos Trabalhadores lançou a campanha 'Lula joga pelo Brasil', aproveitando a Copa do Mundo para associar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à defesa da soberania nacional. A peça publicitária mistura imagens ligadas ao futebol com mensagens políticas.
- A campanha destaca ações e programas defendidos pelo governo federal, como o Desenrola, o Gás do Povo, o Agora Tem Especialistas e a proposta de fim da escala de trabalho 6x1. A estratégia começa a ser compartilhada por lideranças governistas nas redes sociais, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o ministro Guilherme Boulos.
Foto: Ricardo Stuckert | PT
O Partido dos Trabalhadores lançou nesta quinta-feira (11) a campanha "Lula joga pelo Brasil", aproveitando a abertura da Copa do Mundo para associar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à defesa da soberania nacional diante das ameaças de novas tarifas comerciais anunciadas pelo governo dos Estados Unidos. A peça publicitária mistura imagens ligadas ao futebol com mensagens políticas. Em um dos trechos, a música da campanha afirma: "A torcida grita 'Lula é meu jogador'", enquanto exibe cenas de jovens jogando bola e torcedores vestindo as cores da seleção brasileira. O vídeo também faz referências ao sistema Pix, que foi citado por autoridades norte-americanas durante discussões comerciais envolvendo o Brasil. Em outra cena, uma das estrelas da camisa da seleção aparece substituída pela tradicional estrela vermelha do PT. Além do tema da soberania nacional, a campanha destaca ações e programas defendidos pelo governo federal, como o Desenrola, o Gás do Povo, o Agora Tem Especialistas e a proposta de fim da escala de trabalho 6x1. A estratégia começou a ser compartilhada por lideranças governistas nas redes sociais. Entre os nomes que divulgaram o material estão o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o ministro Guilherme Boulos e o vice-líder do governo no Congresso, Lindbergh Farias. A campanha integra a estratégia de comunicação do partido para ampliar a defesa das pautas do governo e fortalecer a presença do presidente no debate público em meio ao cenário político e econômico nacional.
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Equipe econômica estima impacto de R$ 817 bilhões em 13 anos e já prevê veto presidencial caso proposta seja aprovada pela Câmara.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, um projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo Lula no Congresso Nacional. A proposta é considerada uma "pauta-bomba" pela equipe econômica do Ministério da Fazenda, com potencial para gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União nos próximos 13 anos. Com alterações feitas pelos senadores, o texto retornará à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção presidencial.
- Integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula, devido ao receio de que os benefícios comprometam o equilíbrio fiscal e aumentem a pressão orçamentária. O projeto também gera preocupação no sistema financeiro, que alerta para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural, como o incentivo à inadimplência. Caso um eventual veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, o governo não descarta recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional. Considerada uma das principais preocupações da equipe econômica, a proposta é classificada pelo Ministério da Fazenda como uma "pauta-bomba" devido ao potencial impacto nas contas públicas. Segundo estimativas do governo federal, a medida poderá gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União ao longo dos próximos 13 anos. A aprovação ocorreu mesmo após articulações do Palácio do Planalto para barrar o avanço do texto. Como os senadores fizeram alterações na proposta, o projeto precisará retornar à Câmara dos Deputados para uma nova rodada de análise antes de seguir para sanção presidencial. Nos bastidores, integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula caso a matéria seja aprovada em definitivo pelo Congresso. A avaliação é de que os benefícios previstos para a renegociação das dívidas podem comprometer o equilíbrio fiscal e aumentar a pressão sobre o orçamento federal nos próximos anos. Além da resistência do governo, o projeto também gera preocupação no sistema financeiro. Instituições bancárias alertam para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural. O receio é que as condições consideradas mais flexíveis incentivem a inadimplência e provoquem insegurança jurídica nos contratos firmados entre produtores e agentes financeiros. Caso o veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, integrantes do governo não descartam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida. O tema deve seguir no centro do debate político e econômico nas próximas semanas, diante dos impactos que poderá provocar tanto para o agronegócio quanto para as contas públicas do país.
TCU aprova contas de Lula, mas faz 11 alertas fiscais
TCU aprova contas de Lula, mas faz 11 alertas fiscais
Relatório aponta superestimação de receitas, crescimento da dívida pública e fragilidades na gestão de estatais, mas recomenda aprovação das contas ao Congresso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou com ressalvas as contas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva referentes ao exercício de 2025, em decisão tomada nesta quarta-feira. O tribunal, apesar de recomendar a aprovação, emitiu uma série de alertas significativos sobre a condução da política fiscal e econômica do país. As principais preocupações destacadas incluem a superestimação de receitas no Orçamento em cerca de R$ 60 bilhões, o crescimento da dívida pública, com projeção de atingir 84,2% do PIB até 2028, e a concessão de benefícios fiscais.
- Adicionalmente, o TCU apontou fragilidades na governança de empresas estatais, com foco nos Correios, e questionou operações financeiras e garantias para empréstimos bilionários envolvendo a empresa. Apesar das observações, o tribunal concluiu que os apontamentos não são suficientes para a rejeição das contas presidenciais, mantendo um padrão de aprovações com ressalvas desde 2000. O parecer será agora encaminhado ao Congresso Nacional para a decisão final, lembrando que as últimas rejeições ocorreram em 2014 e 2015, durante o governo Dilma Rousseff.
Foto: Reprodução
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou com ressalvas as contas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva referentes ao exercício de 2025. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (10) durante sessão que analisou a condução da política fiscal e econômica da União. Embora tenha recomendado a aprovação das contas, o tribunal apresentou uma série de alertas relacionados à situação fiscal do país. Entre os principais pontos levantados estão a superestimação de receitas no Orçamento, o crescimento da dívida pública, a concessão de benefícios fiscais e fragilidades na governança de empresas estatais. O parecer foi relatado pelo ministro Benjamin Zymler, que destacou preocupações com a sustentabilidade das contas públicas nos próximos anos. Segundo o TCU, as receitas previstas na Lei Orçamentária Anual (LOA) apresentaram uma diferença estimada em cerca de R$ 60 bilhões em relação aos valores efetivamente arrecadáveis, o que, na avaliação da Corte, pode comprometer a transparência e o planejamento fiscal. Outro ponto de atenção é a trajetória da dívida pública. Dados analisados pelo tribunal indicam que o endividamento do país continua em crescimento e poderá atingir o pico de 84,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2028, antes de iniciar uma possível trajetória de queda. O relatório também apontou questionamentos sobre a supervisão de estatais federais, especialmente em relação aos Correios. O tribunal acompanha operações financeiras envolvendo a empresa e avalia possíveis irregularidades na concessão de garantias para empréstimos bilionários. Apesar das observações, o TCU concluiu que os apontamentos não configuram irregularidades suficientes para recomendar a rejeição das contas presidenciais. O parecer agora será encaminhado ao Congresso Nacional, responsável pela decisão final sobre a aprovação ou não das contas do governo. Desde 2000, o tribunal tem aprovado as contas presidenciais com ressalvas. As últimas rejeições ocorreram durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, nos exercícios de 2014 e 2015.
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Levantamento da Genial/Quaest mostra que a maioria dos entrevistados desaprova pedido de financiamento para o filme "Dark Horse" e considera suspeita a relação com Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (10) revela que 65% dos brasileiros consideram que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) errou ao solicitar recursos para financiar o filme 'Dark Horse', inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa também apontou que 60% dos entrevistados consideram suspeita a relação entre Flávio e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Foto: Reprodução | CNN
A maioria dos brasileiros avalia de forma negativa a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no episódio envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. É o que aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados afirmaram que Flávio Bolsonaro errou ao solicitar recursos para financiar o filme "Dark Horse", produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 17% consideraram que o senador agiu corretamente, enquanto os demais não souberam responder ou não opinaram. A pesquisa também mediu a percepção da população sobre as conversas entre Flávio e Vorcaro. Para 60% dos entrevistados, a relação entre os dois é considerada suspeita. Já 19% disseram enxergar a situação como normal, enquanto 21% não responderam ou afirmaram não ter opinião formada. Outro dado apontado pelo levantamento mostra que 58% acreditam que o senador pode estar omitindo informações ou eventual envolvimento em irregularidades relacionadas ao caso. Em contrapartida, 27% afirmaram não acreditar na existência de qualquer ilegalidade por parte do parlamentar. Os resultados indicam que a percepção negativa sobre o episódio ultrapassa diferentes grupos políticos. A avaliação crítica aparece entre eleitores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre independentes e também entre setores da direita que não se identificam diretamente com o bolsonarismo. A pesquisa ainda aponta que 62% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro tinha conhecimento prévio de suspeitas envolvendo Daniel Vorcaro quando buscou apoio financeiro para o projeto audiovisual. Outros 26% entendem que o senador não tinha conhecimento de eventuais problemas relacionados ao empresário. O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de confiança informada pelo instituto é de 95%.
Quaest: Lula vence Flávio Bolsonaro no 1º e no 2º turno, aponta pesquisa
Quaest: Lula vence Flávio Bolsonaro no 1º e no 2º turno, aponta pesquisa
Levantamento mostra presidente com 39% das intenções de voto e vantagem de seis pontos em eventual disputa direta
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto na eleição presidencial de 2026, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Quaest. No primeiro turno, Lula tem 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 29%. Em um eventual segundo turno, Lula alcança 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro.
- A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 8 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro em cenários de primeiro e segundo turno para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). No primeiro turno, Lula registra 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 29%. Em maio, o petista também tinha 39%, mas o senador aparecia com 33%. O levantamento atual conta com 13 pré-candidatos avaliados. Em um eventual segundo turno entre os dois, Lula alcança 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro. Já em uma simulação contra Romeu Zema, o presidente venceria por 45% a 35%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Flávio Bolsonaro perde 4 pontos após caso Vorcaro e viagem aos EUA, aponta Quaest
Primeiro levantamento após divulgação dos diálogos com o banqueiro e encontro com Trump mostra senador atrás de Lula
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Senador Flávio Bolsonaro perdeu espaço em um eventual segundo turno contra presidente Lula, segundo pesquisa Quaest. Ele caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% desde abril.
- A pesquisa foi divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos para financiar um filme e após sua viagem a Washington para se reunir com Donald Trump, além de medidas anunciadas pelo governo americano que criticou o presidente Lula.
Foto: Reprodução | CNN
O senador Flávio Bolsonaro perdeu quatro pontos percentuais em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde abril, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Flávio caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% no mesmo período. Esta é a primeira pesquisa divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento também ocorre após a viagem do senador a Washington para se reunir com Donald Trump. A pesquisa foi realizada ainda depois de o governo americano anunciar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. As medidas foram criticadas pelo presidente Lula. Em maio, Lula e Flávio apareciam em empate técnico, com 42% e 41%, respectivamente. No levantamento atual, o petista abriu vantagem de seis pontos percentuais no cenário de segundo turno.
Governo quer elevar mistura de etanol na gasolina para 32%
Governo quer elevar mistura de etanol na gasolina para 32%
Medida será analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética e pode reduzir importações de gasolina e ampliar o uso de biocombustíveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governo federal está analisando uma proposta para aumentar a mistura de etanol anidro na gasolina, elevando o percentual atual de 30% para até 32%. A medida, anunciada pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Lula e representantes do setor, visa fortalecer a participação dos biocombustíveis na matriz energética nacional, reduzir a dependência de gasolina importada e evitar a importação de cerca de 450 milhões de litros de combustível por ano.
- Setores ligados à bioenergia e sucroenergético apoiam a iniciativa, destacando potenciais benefícios como a redução de custos para o consumidor, diminuição das emissões de gases poluentes e estímulo a investimentos na produção agrícola e industrial. A viabilidade técnica da mudança, sem comprometer o desempenho dos veículos, já foi atestada por testes anteriores. A proposta será agora encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para avaliação e, se aprovada, representará mais um passo na estratégia brasileira de ampliação do uso de energias renováveis.
Foto: Ricardo Stuckert/PR
O governo federal deve analisar nos próximos dias uma proposta para aumentar a quantidade de etanol anidro misturada à gasolina vendida no Brasil. A medida prevê elevar o percentual atual de 30% para até 32%, ampliando a participação dos biocombustíveis na matriz energética nacional. O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, representantes do setor sucroenergético e lideranças empresariais em Brasília. Segundo o governo, a proposta integra a política de fortalecimento dos combustíveis renováveis e busca reduzir a dependência de gasolina importada. A estimativa é que a mudança possa evitar a importação de cerca de 450 milhões de litros de combustível por ano. Representantes do setor afirmam que o aumento da mistura pode contribuir para reduzir os custos ao consumidor, já que o etanol tem apresentado preço inferior ao da gasolina em diversas regiões do país. Além disso, defendem que a medida ajudará a reduzir as emissões de gases poluentes e estimulará investimentos na produção agrícola e industrial. A proposta também recebeu respaldo de entidades ligadas à bioenergia, que afirmam existir capacidade produtiva para atender ao aumento da demanda por etanol. A expectativa do setor é de crescimento da produção nacional nos próximos anos, impulsionado por investimentos e pela expansão do mercado de combustíveis renováveis. Outro ponto destacado durante as discussões foi a viabilidade técnica da mudança. Segundo representantes da indústria, testes realizados anteriormente indicaram que a elevação da mistura não compromete o desempenho dos veículos atualmente em circulação. A proposta será encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), responsável por avaliar a medida. Caso seja aprovada, a nova composição poderá representar mais um passo na estratégia brasileira de ampliar o uso de energias renováveis e reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em estado governado pela esquerda
Levantamento do Real Time Big Data mostra senador com 48% das intenções de voto, contra 43% do presidente; diferença está no limite da margem de erro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa realizada pelo instituto Real Time Big Data sugere que o senador Flávio Bolsonaro está à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no Espírito Santo, com 48% e 43% das intenções de voto respectivamente.
- A pesquisa, que entrevistou 1.600 eleitores em diversas regiões do estado, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tem um nível de confiança de 95%. O resultado é considerado pelo instituto como sendo no limite do empate técnico.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (9) pelo instituto Real Time Big Data aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no Espírito Santo. De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 43%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a diferença entre os candidatos fica no limite do empate técnico. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 8 de junho, com 1.600 eleitores entrevistados por telefone em diversas regiões capixabas. O nível de confiança é de 95% e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03811/2026. O Espírito Santo é atualmente o único estado da região Sudeste governado por um grupo político alinhado à esquerda. Após a saída de Renato Casagrande (PSB) para disputar uma vaga no Senado, o comando do Executivo estadual passou para Ricardo Ferraço (MDB), que deve buscar a reeleição este ano.
Lula lidera pesquisa e abre vantagem sobre Flávio Bolsonaro, diz Vox
Lula lidera pesquisa e abre vantagem sobre Flávio Bolsonaro, diz Vox
Levantamento realizado com 2.100 eleitores mostra crescimento do presidente nas intenções de voto e queda de Flávio Bolsonaro em relação ao mês anterior.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma nova pesquisa divulgada pelo instituto Vox Brasil nesta sexta-feira (5) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial para as eleições de 2026, com 42,1% das intenções de voto. Ele consolida sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 33,6%, marcando uma mudança significativa em relação ao levantamento anterior, onde Lula avançou 7,8 pontos percentuais enquanto Bolsonaro recuou 2,9 pontos. Nomes como Ronaldo Caiado (6,9%) e Romeu Zema (5,1%) aparecem na sequência, enquanto uma parcela dos entrevistados manifestou intenção de votar em branco/nulo ou se declarou indecisa.
- O levantamento também abordou os índices de rejeição, com Lula liderando este indicador com 49,2%, seguido de perto por Flávio Bolsonaro (48,3%) e Aécio Neves (41,3%). A pesquisa do Vox Brasil, registrada no TSE sob o número BR-08016/2026, ouviu 2.100 eleitores entre 1º e 3 de junho de 2026, apresentando uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (5) pelo instituto Vox Brasil aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial para as eleições de 2026. No cenário estimulado apresentado aos entrevistados, o petista aparece com 42,1% das intenções de voto, consolidando vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 33,6%. Os números indicam uma mudança significativa em relação ao levantamento anterior, divulgado em maio. Lula avançou 7,8 pontos percentuais no período, saindo de 34,3% para os atuais 42,1%. Já Flávio Bolsonaro apresentou recuo de 2,9 pontos percentuais, ampliando a diferença entre os dois principais nomes testados na pesquisa. Na sequência aparecem o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com 6,9%, e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, com 5,1%. Os demais nomes avaliados não alcançaram percentuais expressivos no cenário apresentado pelo instituto. O levantamento também identificou que 2,9% dos entrevistados pretendem votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos candidatos apresentados. Outros 2,3% afirmaram estar indecisos ou preferiram não responder. Além das intenções de voto, a pesquisa avaliou os índices de rejeição dos possíveis concorrentes ao Palácio do Planalto. Lula lidera esse indicador com 49,2%, seguido de perto por Flávio Bolsonaro, que registra 48,3%. O ex-governador mineiro Aécio Neves aparece em terceiro lugar, com 41,3%. Entre os demais nomes avaliados, os índices de rejeição foram de 25,7% para Romeu Zema, 23,3% para Joaquim Barbosa, 21,7% para Ronaldo Caiado, 19,5% para Renan Santos, 18,1% para Cabo Daciolo e 16,5% para Augusto Cury. A pesquisa ouviu 2.100 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 1º e 3 de junho de 2026. Segundo o instituto, a margem de erro é de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08016/2026.
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Deputado Otoni de Paula fez uma série de acusações contra Flávio Bolsonaro e afirmou que a estratégia adotada pelo senador pode beneficiar politicamente o presidente Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O deputado federal Otoni de Paula acusou o senador Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país, em um vídeo contundente que reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Otoni também classificou Flávio Bolsonaro como um 'traidor da direita' e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- O episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso, com apoiadores de ambos os lados trocando críticas e manifestações na internet. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e levou ao silêncio de Flávio Bolsonaro até o momento.
Foto: Reprodução
A temperatura subiu de vez no campo da direita brasileira. Em um vídeo carregado de críticas e acusações, o deputado federal Otoni de Paula protagonizou um dos ataques mais contundentes já feitos contra o senador Flávio Bolsonaro, expondo publicamente uma crise que vem ganhando força nos bastidores políticos. Sem poupar palavras, o parlamentar disparou contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o pronunciamento, Otoni acusou Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país. Em tom exaltado, o deputado repetiu diversas vezes a palavra "vergonha" e atribuiu ao senador a responsabilidade por episódios recentes que, segundo ele, acabaram fortalecendo o discurso do governo federal. As declarações ocorreram após repercussões envolvendo uma reunião com o presidente norte-americano Donald Trump, assunto que se transformou em mais um ponto de tensão dentro do campo conservador. Para Otoni, a condução política do episódio teria produzido efeito contrário ao esperado e fortalecido adversários políticos. O parlamentar foi além e classificou Flávio Bolsonaro como um "traidor da direita", afirmando que perdeu a confiança no senador. As declarações evidenciam um momento de forte divisão entre lideranças que até pouco tempo atrás integravam o mesmo grupo político. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Enquanto apoiadores de ambos os lados trocam críticas e manifestações na internet, o episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso. Até o momento, Flávio Bolsonaro não havia se pronunciado sobre as declarações.
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Pesquisa mostra Lula na liderança em todos os cenários para 2026
Levantamento Meio/Ideia aponta crescimento da vantagem do presidente sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Meio/Ideia, divulgada na quinta-feira (28), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como líder em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro soma 31,5%.Lula também lidera nos cenários de segundo turno contra todos os adversários testados. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Os resultados do levantamento são significativos, especialmente entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos e jovens de 16 a 24 anos, onde a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada.
Foto: Reprodução
A pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 38,5% das intenções de voto, abrindo sete pontos percentuais de vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro, que soma 31,5%. Na pesquisa anterior, divulgada em 6 de maio, o presidente registrava 40%, enquanto Flávio tinha 36%. O levantamento também testou outros nomes da direita. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado aparece com 5,5%; o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema tem 2,4%; e o líder do MBL, Renan Santos, registra 2,1%. Nos cenários de segundo turno, Lula também lidera contra todos os adversários testados. Segundo a pesquisa, o presidente aparece com 46,5% contra 41,4% de Flávio Bolsonaro. No início do mês, o senador liderava o confronto direto por 45,3% a 44,7%. De acordo com o levantamento, a queda de Flávio Bolsonaro foi mais acentuada entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, jovens de 16 a 24 anos e entrevistados que se identificam como de centro-direita. Entre os demais nomes testados, Caiado e Michelle Bolsonaro aparecem como os mais competitivos contra Lula, ambos com 40% das intenções de voto, ante 46% do atual presidente. Já Romeu Zema aparece com 37%; Renan Santos, 31%; Tereza Cristina, 27%; o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, 26%; e Aécio Neves, 25%. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-02918/2026.
Lula inicia radioterapia preventiva após retirada de lesão no couro cabeludo
Lula inicia radioterapia preventiva após retirada de lesão no couro cabeludo
Tratamento preventivo começou nesta segunda-feira (25) no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, após retirada de carcinoma basocelular no mês passado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento preventivo de radioterapia no couro cabeludo, no Hospital Sírio-Libanês em Brasília. O procedimento, que deve durar cerca de três semanas e é composto por 15 sessões de dois minutos cada, visa complementar a retirada de uma lesão cancerígena em abril. Durante o período, Lula seguirá normalmente suas atividades presidenciais, sem restrições ou necessidade de afastamento.
- A radioterapia foi indicada após a cirurgia de abril, em São Paulo, que removeu um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele. Especialistas destacam que este câncer tem crescimento lento e alta taxa de cura quando detectado precocemente. O boletim médico foi assinado por Rafael Gadia e Volney Vilela, do Sírio-Libanês, e o acompanhamento de saúde do presidente também é feito por equipes lideradas por Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento preventivo de radioterapia no couro cabeludo, após a retirada de uma lesão cancerígena em abril deste ano. O procedimento está sendo realizado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, e deve durar cerca de três semanas. Segundo informações divulgadas pela equipe médica, o tratamento será composto por 15 sessões de radioterapia, com duração aproximada de dois minutos cada. De acordo com o hospital, Lula seguirá desempenhando normalmente suas atividades na Presidência da República durante o período de tratamento, sem necessidade de afastamento ou restrições médicas. Ainda nesta segunda-feira, o presidente manteve compromissos oficiais no Palácio do Planalto, incluindo reuniões com representantes de países africanos. A radioterapia foi indicada após cirurgia realizada em abril, em São Paulo, para retirada de um carcinoma basocelular localizado no couro cabeludo. Na ocasião, a equipe médica informou que o procedimento ocorreu sem complicações e que o presidente recebeu alta no mesmo dia. O carcinoma basocelular é considerado o tipo mais comum de câncer de pele e está frequentemente associado à exposição prolongada ao sol. Segundo especialistas, a doença costuma apresentar crescimento lento e altas taxas de cura quando identificada precocemente. O boletim médico divulgado nesta segunda-feira foi assinado pelos médicos Rafael Gadia, diretor de Governança Clínica do Sírio-Libanês, e Volney Vilela, diretor clínico da instituição. O acompanhamento da saúde do presidente também é realizado pelas equipes lideradas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio.
Bahia teria 596 mil trabalhadores beneficiados com fim da escala 6x1
Bahia teria 596 mil trabalhadores beneficiados com fim da escala 6x1
De acordo com o levantamento, o estado possui hoje 1.237.883 trabalhadores já inseridos no modelo 5x2
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Bahia terá 596.501 trabalhadores beneficiados com a possibilidade de mudança da escala de trabalho de 6x1 para 5x2, de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego. A medida é defendida pelo governo federal e busca reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, garantir dois dias de descanso remunerado e impedir redução salarial.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei com urgência constitucional para efetuar essas mudanças, e a medida busca gerar Impactos positivos na produtividade, além de ampliar o tempo destinado à família, lazer, descanso e atividades culturais.
Foto: Reprodução
A Bahia teria 596.501 trabalhadores diretamente beneficiados com o fim da escala 6x1 no Brasil, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número representa os profissionais que atualmente trabalham seis dias por semana e teriam direito a dois dias de descanso com a possível adoção da escala 5x2. De acordo com o levantamento, o estado possui hoje 1.237.883 trabalhadores já inseridos no modelo 5x2, equivalente a 67,48% do total analisado. Outros 32,52% seguem submetidos à escala 6x1. A proposta de mudança é defendida pelo governo federal. Em abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei com urgência constitucional para reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, garantir dois dias de descanso remunerado e impedir redução salarial. Segundo o governo, a medida busca ampliar o tempo destinado à família, lazer, descanso e atividades culturais, além de gerar impactos positivos na produtividade. Ao defender a proposta no Dia do Trabalhador, Lula afirmou que a atual jornada é pesada para milhões de brasileiros, especialmente para as mulheres, que acumulam tarefas domésticas após o expediente profissional.
Lula aparece com 47% contra 43% de Flávio, aponta Nexus
Lula aparece com 47% contra 43% de Flávio, aponta Nexus
Levantamento da Nexus/BTG indica vantagem numérica de Lula sobre adversários em simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa recente realizada pelo instituto Nexus/BTG mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida presidencial de 2026 com 47% das intenções de voto no eventual segundo turno. Lula se manteve à frente do senador Flávio Bolsonaro, que aparece com 43% das intenções. A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros possíveis candidatos, incluindo Romeu Zema e Ronaldo Caiado, e mostrou que o presidente manteve sua liderança em ambas as ocasições.
- A pesquisa ouviu 2.045 eleitores por telefone entre os dias 22 e 24 de maio e tem nível de confiança de 95%, além de estar registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04193/2026.
Foto: Reprodução
Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (25) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro, que aparece com 43%. Segundo o levantamento, votos brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos somam 9%, enquanto 1% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder. O instituto aponta que o cenário permaneceu estável mesmo após a divulgação de áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Na pesquisa anterior, realizada em abril, Lula registrava 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos seguem tecnicamente empatados. A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros possíveis candidatos. Em um cenário contra Romeu Zema, o presidente aparece com 49% das intenções de voto, enquanto o ex-governador marca 38%. Já em uma eventual disputa contra Ronaldo Caiado, Lula registra 46% contra 40% do político goiano. O levantamento ouviu 2.045 eleitores por telefone entre os dias 22 e 24 de maio. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04193/2026.
Apex/Futura: Lula assume liderança após queda de Flávio Bolsonaro
Apex/Futura: Lula assume liderança após queda de Flávio Bolsonaro
Levantamento registra recuo de 4,7 pontos do senador após divulgação de mensagens do caso Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Apex/Futura divulgada sexta-feira (22) apresentou mudanças no cenário eleitoral nacional após a repercussão das mensagens trocadas entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. O levantamento apontou queda de 4,7 pontos percentuais do senador em uma simulação de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O senador aparece com 42,2% das intenções de voto, enquanto Lula marca 47,7%, liderando fora da margem de erro.
- De acordo com o instituto, a variação do senador ultrapassa a margem de erro, indicando perda real de apoio. O caso Master também foi medido entre os eleitores, mostrando que 82,1% dos entrevistados afirmam ter conhecimento do escândalo e 67,1% sabem das mensagens envolvendo Flávio e Vorcaro.
Foto: Reprodução
A pesquisa Apex/Futura divulgada nesta sexta-feira (22) mostra mudança no cenário eleitoral nacional após a repercussão das mensagens trocadas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro. O levantamento, realizado entre 15 e 20 de maio, aponta queda de 4,7 pontos percentuais do senador em uma simulação de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o instituto, Flávio aparece agora com 42,2% das intenções de voto, enquanto Lula marca 47,7%. No levantamento anterior, divulgado em 11 de maio, o senador tinha 46,9% e o petista 44,4%, cenário de empate técnico. Com a nova pesquisa, Lula passa a liderar fora da margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais. No primeiro turno, o movimento é semelhante. Lula cresce de 38,3% para 42,7%, enquanto Flávio oscila negativamente de 36,1% para 35,6%. O instituto destaca que a variação do senador ultrapassa a margem de erro, indicando perda real de apoio. A pesquisa também mediu o impacto do caso Master entre os eleitores. De acordo com o levantamento, 82,1% dos entrevistados afirmam ter conhecimento do escândalo, e 67,1% dizem saber das mensagens envolvendo Flávio e Vorcaro. Apesar da ampla repercussão, apenas 13,5% dos entrevistados afirmam que o episódio pode influenciar seu voto. Foram ouvidas 878 pessoas em diferentes regiões do país. O nível de confiança é de 95%.
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Atlas: Flávio cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% de Lula no 2º turno
Pesquisa mostra queda nas intenções de voto do senador após repercussão de mensagens envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
- Lula lidera com 46,7% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio aparece com 34,3%. A pesquisa também mostra que a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Foto: Reprodução | Metrópoles
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nos cenários de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 46,7% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio, diferença de 12,4 pontos percentuais. Em abril, o petista tinha 46,6%, enquanto o senador marcava 39,7%. Sem Flávio Bolsonaro na disputa, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece em segundo lugar, com 17% das intenções de voto, enquanto Lula lidera com 46,7%. No cenário de segundo turno, Lula registra 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos e indecisos somam 9,3%. Na pesquisa anterior, realizada em abril, os dois apareciam tecnicamente empatados: Flávio tinha 47,8% e Lula, 47,5%. Segundo o levantamento, a queda de Flávio coincide com a divulgação de conversas vazadas entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, nas quais o parlamentar cobraria recursos para a produção do filme "Dark Horse", sobre a vida de Jair Bolsonaro. A pesquisa aponta que 95,6% dos entrevistados disseram ter tomado conhecimento do vazamento e 45,1% afirmaram que o episódio enfraqueceu muito a candidatura de Flávio Bolsonaro. A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.032 brasileiros entre os dias 13 e 18 de maio de 2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 1 ponto percentual, para mais ou para menos.
























