Paraná Pesquisas: ACM Neto tem menor rejeição que Jerônimo na disputa estadual
Pesquisa ouviu 1.400 eleitores em 62 municípios baianos entre os dias 23 e 25 de agosto.27 Ago 2026 / 09h00
Petista diz que a Bahia enfrentou restrições para contratar empréstimos durante sua gestão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O ex-governador da Bahia e candidato ao Senado, Rui Costa (PT), afirmou nesta quarta-feira (26) que a Bahia está entre os estados com menor nível de endividamento do país. Em entrevista à Rádio BandNews FM, o petista defendeu a gestão fiscal do estado e disse que enfrentou dificuldades para contratar empréstimos durante os oito anos em que comandou o Executivo baiano. Segundo Rui Costa, o governo estadual encontrou obstáculos para acessar operações de crédito, principalmente durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eu levei oito anos sem conseguir tomar crédito. Só consegui tomar um do Banco do Brasil e mesmo assim por ordem do STF, porque o então presidente [Bolsonaro] tinha decidido e deu ordem à direção do banco de não pagar, mesmo o contrato estando assinado”, afirmou. O ex-governador também declarou que a Bahia foi prejudicada na aprovação de financiamentos e criticou o que classificou como exploração política do tema. “O vento nunca soprou a favor, eles faziam de tudo para prejudicar a Bahia, nem empréstimos aprovaram. Há muita retórica e, eu diria, peças de campanha eleitoral em torno desses empréstimos que a Bahia toma”, disse. Ao comentar os indicadores fiscais, Rui afirmou que, ao fim de sua gestão, a relação entre a dívida e a receita corrente do estado era de 0,4, índice que, segundo ele, está bem abaixo do limite considerado aceitável, fixado em 2. O petista sustentou que esse cenário coloca a Bahia em situação mais favorável que estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Na entrevista, Rui Costa também elogiou a condução do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na contratação de financiamentos para investimentos e reforçou que a avaliação do endividamento deve considerar a capacidade de pagamento do estado. “A Bahia tem capacidade de pagamento”, concluiu.
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