Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Levantamento da Genial/Quaest mostra que a maioria dos entrevistados desaprova pedido de financiamento para o filme "Dark Horse" e considera suspeita a relação com Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (10) revela que 65% dos brasileiros consideram que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) errou ao solicitar recursos para financiar o filme 'Dark Horse', inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa também apontou que 60% dos entrevistados consideram suspeita a relação entre Flávio e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Foto: Reprodução | CNN
A maioria dos brasileiros avalia de forma negativa a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no episódio envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. É o que aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados afirmaram que Flávio Bolsonaro errou ao solicitar recursos para financiar o filme "Dark Horse", produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 17% consideraram que o senador agiu corretamente, enquanto os demais não souberam responder ou não opinaram. A pesquisa também mediu a percepção da população sobre as conversas entre Flávio e Vorcaro. Para 60% dos entrevistados, a relação entre os dois é considerada suspeita. Já 19% disseram enxergar a situação como normal, enquanto 21% não responderam ou afirmaram não ter opinião formada. Outro dado apontado pelo levantamento mostra que 58% acreditam que o senador pode estar omitindo informações ou eventual envolvimento em irregularidades relacionadas ao caso. Em contrapartida, 27% afirmaram não acreditar na existência de qualquer ilegalidade por parte do parlamentar. Os resultados indicam que a percepção negativa sobre o episódio ultrapassa diferentes grupos políticos. A avaliação crítica aparece entre eleitores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre independentes e também entre setores da direita que não se identificam diretamente com o bolsonarismo. A pesquisa ainda aponta que 62% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro tinha conhecimento prévio de suspeitas envolvendo Daniel Vorcaro quando buscou apoio financeiro para o projeto audiovisual. Outros 26% entendem que o senador não tinha conhecimento de eventuais problemas relacionados ao empresário. O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de confiança informada pelo instituto é de 95%.
Flávio Bolsonaro perde 4 pontos após caso Vorcaro e viagem aos EUA, aponta Quaest
Primeiro levantamento após divulgação dos diálogos com o banqueiro e encontro com Trump mostra senador atrás de Lula
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro perdeu espaço em um eventual segundo turno contra presidente Lula, segundo pesquisa Quaest. Ele caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% desde abril.
- A pesquisa foi divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos para financiar um filme e após sua viagem a Washington para se reunir com Donald Trump, além de medidas anunciadas pelo governo americano que criticou o presidente Lula.
Foto: Reprodução | CNN
O senador Flávio Bolsonaro perdeu quatro pontos percentuais em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde abril, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Flávio caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% no mesmo período. Esta é a primeira pesquisa divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento também ocorre após a viagem do senador a Washington para se reunir com Donald Trump. A pesquisa foi realizada ainda depois de o governo americano anunciar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. As medidas foram criticadas pelo presidente Lula. Em maio, Lula e Flávio apareciam em empate técnico, com 42% e 41%, respectivamente. No levantamento atual, o petista abriu vantagem de seis pontos percentuais no cenário de segundo turno.
Câmara aprova projeto que autoriza pais a internarem menores usuários de drogas
Câmara aprova projeto que autoriza pais a internarem menores usuários de drogas
Texto altera Lei Antidrogas, cria novas regras de acolhimento e exige comunicação ao MP e ao Conselho Tutelar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece novas regras para a internação de adolescentes usuários ou dependentes de drogas em situação de risco. O projeto altera a Lei Antidrogas e cria duas modalidades de internação, e agora segue para análise do Senado.
- O texto também cria o acolhimento voluntário de crianças e adolescentes em tratamento por dependência química, permitindo que permaneçam acompanhados dos pais ou responsáveis, e determina que o acolhimento não dispensa a frequência escolar, exceto em casos de ameaça comprovada à vida ou à integridade física.
Foto: Reprodução | Bigstock
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (28) o projeto de lei que estabelece novas regras para a internação de adolescentes usuários ou dependentes de drogas em situação de risco. A proposta, apresentada originalmente pelo deputado baiano Pastor Sargento Isidório (Avante), recebeu substitutivo do relator, deputado Dr. Fernando Máximo (PL‑RO), e segue agora para análise do Senado. O texto altera a Lei Antidrogas e cria duas modalidades de internação: a assistida, que exige consentimento dos pais ou responsáveis e concordância do adolescente, e a voluntária, que pode ser solicitada pelos pais, responsáveis ou, na ausência deles, determinada por autoridade competente. Em ambos os casos, a internação e a alta deverão ser comunicadas ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público em até 72 horas. O projeto também proíbe internações em comunidades terapêuticas acolhedoras, restringindo o atendimento a instituições credenciadas e com estrutura adequada. Segundo o relator, a proposta “disciplina a internação de adolescentes usuários ou dependentes de drogas em situação de risco, observadas as garantias legais e procedimentais cabíveis”. Além disso, o texto cria o acolhimento voluntário de crianças e adolescentes em tratamento por dependência química, permitindo que permaneçam acompanhados dos pais ou responsáveis. As instituições deverão contar com equipe multiprofissional, ambiente com aspecto residencial e espaços destinados a estudo e cursos. O projeto determina ainda que o acolhimento não dispensa a frequência escolar, exceto em casos de ameaça comprovada à vida ou à integridade física por organizações criminosas ou grupos ligados ao tráfico de drogas. A proposta segue agora para o Senado, onde será votada antes de eventual sanção presidencial.
Veja quais serão os próximos passos da PEC do fim da escala 6x1
Veja quais serão os próximos passos da PEC do fim da escala 6x1
Proposta que reduz jornada semanal foi aprovada nesta quarta-feira pela comissão da Câmara
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa pôr fim à escala de trabalho 6x1 e reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. A medida representa um avanço significativo nas discussões sobre direitos trabalhistas, estabelecendo também um limite de oito horas diárias e garantindo duas folgas remuneradas por semana, preferencialmente aos domingos, sem redução salarial. O texto agora segue para votação no plenário da Câmara, necessitando de 308 votos favoráveis em dois turnos para ser aprovado antes de seguir para análise no Senado.
- A proposta, que reúne textos dos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton, prevê uma implementação gradual das mudanças. A redução de duas horas da jornada semanal deverá ser aplicada em até dois meses após a promulgação da PEC, com as duas horas restantes sendo reduzidas em até um ano após a primeira fase. O fim da escala 6x1 entrará em vigor 60 dias após a promulgação, e quaisquer acordos ou convenções coletivas incompatíveis com as novas regras perderão validade automaticamente após esse período.
Foto: Vinicius Loures | Câmara dos Deputados
A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. Com o avanço no colegiado, o texto segue agora para análise do plenário da Casa. Para ser aprovada, a proposta precisará receber ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos de votação na Câmara. Caso passe pelos deputados, a PEC ainda precisará ser analisada pelo Senado antes de entrar em vigor. O que prevê a proposta - O texto aprovado estabelece limite máximo de oito horas diárias de trabalho, além da garantia de duas folgas remuneradas por semana, sendo uma delas preferencialmente aos domingos. A proposta também determina que não poderá haver redução salarial para os trabalhadores. A PEC reúne textos apresentados pelos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton. As versões iniciais defendiam uma jornada semanal de 36 horas, mas o acordo final fixou o limite em 40 horas. Implementação será gradual - Segundo o relatório aprovado, a implementação das mudanças ocorrerá de forma gradual. Duas horas da redução semanal deverão ser aplicadas em até dois meses após a promulgação da PEC, enquanto as outras duas horas precisarão ser reduzidas em até um ano depois da primeira etapa. Já o fim da escala 6x1 passará a valer 60 dias após a promulgação da proposta. O texto também prevê que acordos e convenções coletivas incompatíveis com as novas regras perderão validade automaticamente após esse prazo.
Fiesp articula pressão sobre Senado contra fim da escala 6x1
Fiesp articula pressão sobre Senado contra fim da escala 6x1
Representantes do setor devem se reunir com Davi Alcolumbre para tentar retardar a transição da jornada semanal de 44 para 40 horas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Representantes de setores produtivos do país começaram uma articulação para tentar barrar ou retardar a proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas. O objetivo é desacelerar a tramitação da proposta, que tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.Entre os principais pontos da proposta está a redução da jornada semanal de trabalho em duas etapas, com a primeira mudança começando 60 dias após a promulgação da PEC e a segunda redução sendo aplicada nos 12 meses seguintes. O texto ainda precisa ser levado ao plenário da Câmara dos Deputados, o que pode ampliar o embate entre representantes dos trabalhadores e setores empresariais.
Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
Representantes de diversos setores produtivos do país iniciaram uma articulação em Brasília para tentar barrar ou retardar o avanço da proposta que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. O grupo empresarial, liderado por Paulo Skaf, presidente da Fiesp, deve se reunir nesta terça-feira (26) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O objetivo do encontro é tentar desacelerar a tramitação da proposta que altera a jornada de trabalho no país. Desde o início das discussões, empresários vêm demonstrando preocupação com possíveis impactos econômicos e aumento de custos operacionais caso a medida seja aprovada. Nos bastidores políticos, a proposta ganhou força após acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para implantação gradual das mudanças no prazo de 14 meses. O relator da PEC que trata do fim da escala 6x1, o deputado federal baiano Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta segunda-feira (25) o relatório prevendo uma transição escalonada da carga horária. Pela proposta, a redução será feita em duas etapas de duas horas cada. A primeira mudança começaria 60 dias após a promulgação da PEC. Já a segunda redução seria aplicada nos 12 meses seguintes. A expectativa em Brasília é de que o texto seja levado ao plenário da Câmara dos Deputados ainda nesta semana, ampliando o embate entre representantes dos trabalhadores e setores empresariais.
Relator apresenta parecer da PEC do fim da escala 6x1 com redução gradual da jornada de trabalho
Parecer do deputado Léo Prates prevê redução da carga semanal sem corte salarial e estabelece período de adaptação para empresas e trabalhadores
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado Léo Prates apresentou o parecer da PEC que propõe o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas sem redução salarial. A mudança ocorreria de forma gradual, com as primeiras duas horas da redução aplicadas em até dois meses e a redução total para 40 horas em até um ano após.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O deputado Léo Prates apresentou nesta segunda-feira (25) o parecer da PEC que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas sem redução salarial. O texto propõe que a mudança aconteça de forma gradual, em até 14 meses após a promulgação da proposta. Segundo o relatório, as primeiras duas horas da redução seriam aplicadas em até dois meses. Já a redução total para 40 horas ocorreria em até um ano após essa primeira etapa.
A proposta também prevê ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, com início 60 dias após a promulgação da PEC. Texto ainda será votado - A expectativa é de que a proposta seja analisada pela comissão especial da Câmara ainda nesta semana antes de seguir para votação no plenário. Caso aprovada pelos deputados, a PEC ainda precisará passar pelo Senado. O período de transição foi um dos principais pontos de debate entre governo, empresários e parlamentares. Representantes do setor produtivo pediam mais tempo para adaptação às novas regras trabalhistas. O texto ainda determina que acordos e convenções coletivas incompatíveis com a nova jornada perderão validade após 60 dias da promulgação da PEC, obrigando sindicatos e empresas a renegociarem os contratos.
Cúpula do PL dá prazo para avaliar viabilidade da candidatura de Flávio Bolsonaro
Revelações sobre relação com ex-banqueiro Daniel Vorcaro aumentam pressão interna; partido monitora impacto político antes de decidir próximos passos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A cúpula do PL deu um prazo de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro em face de novas investigações sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. A crise ganhou força após Flávio admitir que visitou Vorcaro em São Paulo, apesar da prisão do empresário.
- O partido discute alternativas caso a candidatura se torne insustentável, incluindo a ex-ministra Tereza Cristina, Michelle Bolsonaro e o senador Rogério Marinho como possíveis opções.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
A cúpula do PL estabeleceu um período de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A medida ocorre após novas revelações sobre a relação do parlamentar com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, tema que gerou desconforto entre dirigentes e acendeu um alerta dentro do partido. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo. A crise ganhou força depois que Flávio admitiu ter visitado Vorcaro em São Paulo, mesmo após a prisão do empresário, que estava usando tornozeleira eletrônica. O senador afirmou que o encontro serviu para encerrar tratativas sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A explicação, porém, não convenceu parte da bancada, que passou a cobrar mais clareza sobre a relação entre os dois. Nos bastidores, dirigentes avaliam que o desgaste pode comprometer a estratégia eleitoral do partido caso novos fatos venham à tona. Embora publicamente o PL mantenha o discurso de apoio ao senador, lideranças já discutem alternativas caso a candidatura se torne insustentável. Entre os nomes citados estão Michelle Bolsonaro, a ex-ministra Tereza Cristina e o senador Rogério Marinho. Aliados próximos afirmam que o partido pretende reorganizar a comunicação, ampliar agendas públicas e tentar conter o impacto das denúncias relacionadas ao caso Banco Master, que envolve Vorcaro. A expectativa é que o período de avaliação ajude a medir o alcance político do episódio e definir se Flávio seguirá como aposta da sigla para a disputa presidencial.
Flávio nega irregularidades em negociação para filme do pai
Flávio nega irregularidades em negociação para filme do pai
Senador confirmou relação com Daniel Vorcaro e afirmou que recursos seriam destinados a produção privada sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro admitiu realizar contato com o banqueiro Daniel Vorcaro por quase um ano enquanto buscava apoio financeiro para produzir um filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso foi revelado por The Intercept Brasil e Flávio confirmou o pedido de recursos e a relação com Vorcaro.
- Flávio negou envolvimento com a Lei Rouanet e disse não ter oferecido vantagens ao banqueiro em troca do apoio financeiro, além de defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o caso envolvendo o Banco Master.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador Flávio Bolsonaro admitiu ter mantido contato por quase um ano com o banqueiro Daniel Vorcaro para buscar apoio financeiro destinado à produção de um filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso foi revelado nesta quarta-feira (13) pelo portal The Intercept Brasil. Segundo a reportagem, o projeto previa um aporte de R$ 134 milhões para a produção cinematográfica. Em nota divulgada após a publicação da matéria, Flávio confirmou o pedido de recursos e a relação com Vorcaro, mas afirmou que se tratava de uma iniciativa privada, sem uso de dinheiro público. “Foi um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai”, declarou o senador. Na manifestação, ele afirmou ainda que não utilizou recursos públicos, negou envolvimento com a Lei Rouanet e disse não ter oferecido vantagens ao banqueiro em troca do apoio financeiro. Flávio também rebateu suspeitas de favorecimento político. Segundo ele, não houve intermediação de negócios com o governo nem recebimento de qualquer benefício pessoal. O parlamentar ainda defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso envolvendo o Banco Master. A reportagem do Intercept divulgou um áudio atribuído ao senador, no qual ele menciona a necessidade do envio de recursos para quitar parcelas atrasadas da produção do filme. Em outro trecho, Flávio afirma que havia preocupação com o andamento do projeto diante do atraso nos pagamentos. Conforme a publicação, parte dos valores prometidos teria sido transferida entre fevereiro e maio de 2025. O material também aponta que o apoio financeiro envolveu transferências internacionais realizadas por uma empresa ligada a Vorcaro para um fundo nos Estados Unidos administrado por Paulo Calixto. As últimas mensagens trocadas entre Flávio e Vorcaro teriam ocorrido pouco antes da liquidação do Banco Master pelo Banco Central. Dias depois, o banqueiro foi preso pela Polícia Federal em investigação relacionada a supostas fraudes financeiras. Atualmente, Daniel Vorcaro está custodiado na Superintendência da PF em Brasília e negocia um possível acordo de delação premiada. O filme sobre Jair Bolsonaro estaria sendo produzido no exterior, com elenco e equipe internacionais, e tem previsão de lançamento ainda neste ano.
Para reforçar acusação de corrupção, campanha de Flávio vai chamar presidente de 'pai do Lulinha'
A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro definiu chamar o presidente Lula de 'pai do Lulinha' como uma estratégia para atingir os eleitores. A ideia é usar temas sensíveis como fraudes do INSS e anti-corrupção. O filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, foi citado em investigações sobre desvio de recursos de aposentadorias e pensões.
- Lulinha foi também citado em uma operação da Lava Jato em 2019. Sua defesa confirma a relação com um operador do esquema, mas afirma que a relação é de prospecção de negócios legítimos.
Foto: Reprodução
A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção. Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, foi citado nas investigações que apuram o desvio de recursos de aposentadorias e pensões como um possível elo com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema. A defesa do filho do presidente confirma a relação com Antunes, mas diz que ela se refere à prospecção de negócios comerciais legítimos. As acusações contra Lulinha não se limitam ao INSS. O filho do presidente já foi citado em uma operação no âmbito da Lava Jato, em 2019.
Senado aprova indicação e Bahia ganha nova ministra no TST
Foto: Ascom | TRT
A desembargadora Margareth Rodrigues Costa foi aprovada pelo plenário do Senado para o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho nesta quarta-feira (29), com 49 votos favoráveis e 22 contrários. A indicação, feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu parecer favorável do senador Jaques Wagner, que destacou a qualificação da magistrada. Antes da votação em plenário, Margareth passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde obteve 17 votos favoráveis e 9 contrários. Ela integrou lista tríplice composta exclusivamente por mulheres, formada após a aposentadoria do ministro Aloysio Corrêa da Veiga. Natural de Salvador, Margareth Rodrigues Costa ingressou na magistratura em maio de 1990 e foi promovida a desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região em 2014, pelo critério de merecimento, consolidando trajetória com ampla experiência na Justiça do Trabalho.
Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF
Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF
Indicado recebeu 42 votos contrários e não alcançou maioria necessária
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do STF, com 42 votos contrários. A escolha do governo agora será encaminhada para um novo nome. A rejeição de um indicado ao STF é um fato raro, com a última vez tendo ocorrido em 1894.
- A votação ocorreu em plenário, de forma secreta, e terminou com 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção. O governo agora deverá encaminhar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso.
Foto: Brenno Carvalho | Agência O Globo
O Senado rejeitou, na noite desta quarta-feira (29), a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A votação ocorreu em plenário, de forma secreta, e terminou com 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção. Para ser aprovado, o indicado precisava de 41 votos, que representam a maioria absoluta da Casa. Com o resultado, a mensagem presidencial foi arquivada. O governo agora deverá encaminhar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso. Mais cedo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) havia aprovado a indicação por 16 votos a 11. Durante a sabatina, Messias respondeu a questionamentos sobre temas jurídicos e posicionamentos pessoais. A rejeição de um indicado ao STF é um fato raro. Segundo registros históricos, a última vez que o Senado recusou nomes para a Corte foi em 1894, quando cinco indicações foram barradas durante o governo de Floriano Peixoto. Messias era o terceiro nome enviado pelo governo ao Supremo neste mandato. Antes dele, Cristiano Zanin e Flávio Dino foram aprovados e tomaram posse.
Quaest: Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa ao Senado na Bahia
Quaest: Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa ao Senado na Bahia
Levantamento ouviu 1.200 pessoas entre 23 e 27 de abril
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) mostra Rui Costa e Jaques Wagner à frente nas intenções de voto para o Senado na Bahia. De acordo com o levantamento, Rui Costa aparece com 31% como primeira opção e 16% como segunda, somando 47% no total combinado, e Jaques Wagner registra 20% como primeira escolha e 24% como segunda, chegando a 44% no total, enquanto 47% preferem nomes alinhados ao presidente Lula.
Foto: Reprodução
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (29), mostra Rui Costa e Jaques Wagner à frente nas intenções de voto para o Senado na Bahia. O estado elegerá dois senadores nas eleições de outubro. Segundo o levantamento, Rui Costa aparece com 31% como primeira opção e 16% como segunda, somando 24% no total combinado. Jaques Wagner registra 20% como primeira escolha e 24% como segunda, chegando a 22% no total. Na sequência aparecem João Roma, com 9%, Angelo Coronel, com 6%, e Deliana Ricelli, com 1%. Marcelo Santtana não pontuou. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 22%, e os indecisos representam 16%. A pesquisa também aponta que 55% dos entrevistados ainda podem mudar o voto, enquanto 43% dizem estar decididos. Sobre o perfil desejado para o Senado, 47% preferem nomes alinhados ao presidente Lula, 33% optam por independentes e 15% citam aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 23 e 27 de abril, tem margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Rui Costa diz que resultados superam governo Bolsonaro e deixa Casa Civil
Rui Costa diz que resultados superam governo Bolsonaro e deixa Casa Civil
Ministro afirma que obras e investimentos cresceram em relação ao governo anterior; saída está marcada para 30 de março
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que os resultados de sua gestão superam os registrados no governo de Jair Bolsonaro e confirmou que deixará o cargo no próximo dia 30 de março. A declaração foi feita em entrevista à Rádio Jequié FM. Segundo ele, os indicadores da atual administração são “n vezes maiores”, com avanços expressivos em áreas como infraestrutura e educação.“Tem número que é 10 vezes maior. A execução de estradas é quase 10 vezes maior, a construção de escolas e creches. Os números são muito maiores, infinitamente maiores do que o governo passado”, disse. Ex-governador da Bahia, Rui Costa afirmou que encerra o ciclo no ministério com “orgulho” e destacou a confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao delegar a função.A saída faz parte da estratégia do ministro para disputar uma vaga no Senado nas próximas eleições.
Senado aprova projeto que amplia licença-paternidade para 20 dias
Senado aprova projeto que amplia licença-paternidade para 20 dias
Medida prevê ampliação gradual do benefício e criação do salário-paternidade como direito previdenciário.
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Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal do Brasil aprovou nesta quarta-feira (4) o projeto de lei que amplia a licença-paternidade para até 20 dias no país. A proposta, registrada como PL 5811/2025, agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tema é discutido no Congresso Nacional do Brasil há quase duas décadas. A proposta foi apresentada em 2007 pela ex-senadora Patrícia Saboya e teve relatoria da senadora Ana Paula Lobato. Além de ampliar o período de afastamento, o projeto cria o chamado salário-paternidade, que passa a ser reconhecido como benefício previdenciário. A proposta também permite que o período da licença seja dividido. Pelo texto aprovado, a ampliação da licença ocorrerá de forma gradual após a eventual sanção presidencial:10 dias nos dois primeiros anos de vigência da lei; 15 dias no terceiro ano; 20 dias a partir do quarto ano. Entre os argumentos favoráveis ao projeto está o incentivo à maior participação dos pais nos cuidados com filhos recém-nascidos ou adotados. O texto também prevê estabilidade no emprego durante e após o período de licença. A proposta também é defendida como mecanismo de incentivo à igualdade de gênero no mercado de trabalho, ao reconhecer a importância da presença paterna nos primeiros momentos de vida da criança. Quando o projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados do Brasil, em novembro do ano passado, o relator Pedro Campos afirmou que “nenhum direito é mais fundamental do que o de nascer cercado de cuidado”. O parlamentar lembrou ainda que o tema já era debatido desde a elaboração da Constituição Federal de 1988.
Hugo Motta condiciona apoio a Lula a “gestos” políticos
Hugo Motta condiciona apoio a Lula a “gestos” políticos
Presidente da Câmara afirma que decisão depende de contrapartidas políticas e de projetos voltados à Paraíba.
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Presidente da Câmara afirma que decisão depende de contrapartidas políticas e de projetos voltados à Paraíba.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (12) que vai aguardar “gestos” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes de definir se apoiará a reeleição do petista. Segundo ele, qualquer posicionamento passa pela lógica da reciprocidade política e pela construção de um projeto que contemple os interesses da Paraíba. A declaração foi dada durante evento em João Pessoa, no qual o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, aliado do parlamentar, anunciou o apoio do governo federal ao pré-carnaval da capital paraibana.“A política se constrói com reciprocidade. Precisamos entender quais serão os apoios e os gestos para decidir quem vamos apoiar. Isso deve ser feito de maneira tranquila e respeitosa com a população do nosso estado”, afirmou Motta. O deputado ressaltou que a decisão não depende apenas do presidente da República, mas também do Partido dos Trabalhadores e das articulações locais envolvendo o Republicanos.“Isso depende do presidente, do partido do presidente e também do diálogo que temos mantido no Republicanos, além da aliança com o governador João Azevêdo e com o vice-governador Lucas Ribeiro. Nosso objetivo é construir um projeto que represente de fato aquilo que a Paraíba precisa”, declarou. Sobre o veto do presidente Lula ao chamado PL da Dosimetria, que tratava da redução de penas para condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, Motta disse encarar o tema com serenidade e lembrou que cabe agora ao Congresso analisar a decisão.“Vejo isso com tranquilidade. Foi um assunto que dividiu o país ao longo de 2025. A proposta aprovada na Câmara foi amplamente debatida e teve quase 300 votos. O presidente exerceu sua prerrogativa de vetar, e agora o Congresso também exercerá a sua ao analisar esse veto”, disse. Para a derrubada de um veto presidencial, são necessários ao menos 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 votos no Senado Federal.
Senado caminha para rejeitar PEC da Blindagem; Ângelo Coronel é único baiano ainda indeciso
Dos 81 senadores consultados, 46 se opõem à proposta; entre os baianos, apenas Ângelo Coronel permanece indeciso. Relator na CCJ também é contra.
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Foto: Reprodução | Agência Senado
Levantamento publicado neste domingo (22) pelo jornal O Globo indica que a chamada PEC da Blindagem enfrenta forte resistência no Senado Federal. Dos 81 parlamentares consultados, 46 afirmaram ser contrários à medida. Apenas 6 declararam apoio explícito à proposta, enquanto 23 preferiram não se manifestar e outros 6 disseram estar indecisos. Entre os representantes da Bahia, os senadores Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PSD) declararam voto contrário sem hesitação. Já Ângelo Coronel (PSD) figura entre os que ainda não definiram posição.Para que a Proposta de Emenda à Constituição avance, é necessário o apoio mínimo de 49 senadores em votação no plenário. Diante dos números apresentados, o cenário se mostra desfavorável para a aprovação do texto. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por onde a PEC ainda tramita, o panorama também é majoritariamente negativo. Dos 27 membros do colegiado, 17 se posicionaram contra a proposta — incluindo o próprio relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Apenas 3 senadores se declararam favoráveis à matéria.O levantamento reforça a avaliação de que a PEC da Blindagem deve enfrentar dificuldades para prosperar na Casa Alta do Congresso. Com informações do Política Livre.
Comissão do Senado aprova redução de jornada sem corte no salário
Comissão do Senado aprova redução de jornada sem corte no salário
Medida não se aplica a regime parcial de trabalho
Por: Lucas Pordeus Léon
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou, nesta terça-feira (12), por 10 votos contra 2, projeto de lei que permite a redução da jornada de trabalho sem diminuir o salário do trabalhador. A proposta, porém, permite uma exceção para os casos em que a redução de salário seja acordada entre trabalhadores e patrão em convenção coletiva de trabalho. Como o projeto foi aprovado em caráter terminativo, segue para análise da Câmara dos Deputados. “A proposta abre a possibilidade de gerar novos postos de trabalho e, consequentemente, reduzir as taxas de desemprego e proporcionar melhor distribuição de renda. Pesquisas demonstram que a redução da jornada traz ganhos de produtividade estimulando o crescimento econômico e melhorando a saúde mental e física do trabalhador. Diversos países já discutem um modelo laboral com redução da jornada de trabalho sem cortes nos salários, entre eles França, Alemanha, Espanha, Dinamarca”, afirma no relatório, senador Paulo Paim (PT-RS). O relator do texto disse que acatou sugestão do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) para permitir a redução salarial nos casos em que ela for aprovada em convenção coletiva. “[Izalci] pede: ‘Paim, pelo menos, se a empresa estiver com dificuldade, com acordo e convenção coletiva, que possa haver redução de jornada e de salário’. Eu fui consultar a Constituição e aproveitei essa sugestão”, relatou. Paim, por outro lado, rejeitou emenda do senador Laércio Oliveira (PP-SE), que incluía no texto a possibilidade de as horas reduzidas serem compensadas por acordo entre as partes e anuência das entidades sindicais, mas sem necessidade de passar por acordo coletivo. Sem ter a emenda acatada, o senador Laércio votou contra o texto. O senador Dr. Hiran (PP-RR) também votou contra o projeto. A medida de redução de jornada não se aplica ao regime parcial de trabalho, e a jornada poderá ser reduzida ao limite mínimo de 30 horas semanais. O projeto original é de autoria do senador Weverton (PDT-MA). Presente à sessão, ele agradeceu o apoio e lembrou que a legislação do trabalho foi muito afetada nos últimos anos. “Nós temos que, mais do que nunca, fortalecer essa relação entre empregado e empregador. Eu sempre digo, em defesa do nosso trabalhador, que nós precisamos ter uma correlação justa, fraterna e boa para que seja possível, em um país complicado e dinâmico como o nosso, estar sempre aberto para novos investidores, novos empreendedores e ter uma legislação que dê segurança para ambos os lados”, comentou.
Senado aprova feriado nacional para o Dia da Consciência Negra
Senado aprova feriado nacional para o Dia da Consciência Negra
Texto agora irá para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (29) o projeto de lei que transforma o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, 20 de novembro, em feriado nacional. O texto já havia sido aprovado no Senado Federal e agora segue para sanção presidencial. No total, o projeto que teve como relatora na Casa a deputada Reginete Bispo (PT-RS), alcançou a aprovação de 286 deputados, 121 negativas e outras duas abstenções. A data já é feriado em seis estados brasileiros e em 1.200 cidades. A proposta é de autoria do senador Randolfe Rodriguess (Rede) e foi aprovada em regime de urgência no dia 21 de novembro. Ela era uma demanda da bancada negra da Câmara, criada no início do mês.
Lula deve enviar ao Senado indicação de Zanin nesta quarta-feira
Lula deve enviar ao Senado indicação de Zanin nesta quarta-feira
A vaga de Lewandowski está em aberto desde 11 de abril, quando o ministro se aposentou
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- Ainda nesta quinta-feira (1º), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve enviar ao Senado a indicação do advogado Cristiano Zanin como nome para assumir a vaga deixada por Ricardo Lewandowski no Supremo Tribunal Federal (STF). Na noite desta quarta-feira (31), Lula se encontrou com Zanin no Palácio do Planalto e avisou aos aliados sobre a indicação. A expectativa é de que o petista oficialize a decisão no final desta tarde, em reunião com presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o senador Davi Alcolumbre (União-AP). A vaga de Lewandowski está em aberto desde 11 de abril, quando o ministro se aposentou. A suspeita é de que a demora para indicação era porque Lula estava articulando com senadores a aprovação na CCJ e no plenário do Senado. Senadores que compõem a comissão acreditam que a tramitação ocorrerá de forma mais célere no colegiado.
Rodrigo Pacheco se reelege presidente do Senado
Rodrigo Pacheco se reelege presidente do Senado
Senador vai comandar a casa por mais dois anos
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Foto: Reprodução | Agência Senado
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) conquistou a maioria dos votos e foi reeleito presidente do Senado federal para um mandato de mais dois anos. A contagem de votos aconteceu no final da tarde desta quarta-feira (1), quando Pacheco derrotou seu concorrente, o senador e ex-ministro do governo Bolsonaro, Rogério Marinho (PL-RN). O senador eleito recebeu 49 votos, contra 32 de seu adversário. Não houveram votos nulos ou ausências. Reconduzido ao cargo, Rodrigo Pacheco contou Pacheco com o apoio da maioria dos partidos e do presidente Lula. A vitória de Pacheco foi considerada pelos analistas o "4º turno das eleições". Ele ficará mais dois anos no comando do Senado, até 2024. Marinho representava a ala bolsonarista da Casa, que está na oposição, e teve apoio de alguns dissidentes do bloco de Pacheco.
Câmara e Senado elegem suas presidências nesta quarta-feira
Câmara e Senado elegem suas presidências nesta quarta-feira
Esplanada tem esquema de segurança redobrado para a ocasião
Por: Priscilla Mazenotti
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A capital federal já está com tudo pronto para a posse de deputados e senadores nesta quarta-feira (1). Um esquema de segurança foi montado e revisado e já conta, inclusive, com grades instaladas na frente do Congresso, na Esplanada dos ministério. O objetivo do esquema é evitar qualquer tipo de problema ou tentativa de invasão e quebra-quebra como a que ocorreu no dia 8 de janeiro. A posse dos parlamentares será a primeira missão do secretário de Segurança Pública do Distrito Federal (DF), Sandro Avelar, já que a intervenção em vigor no DF termina amanhã (31). Dentro do Congresso, a segurança também será reforçada. Com mais detectores de metais e restrições de acesso: somente para profissionais credenciados, assessores e familiares. Na Câmara, a posse está marcada para às 10h. Às 16h30, está marcada a sessão para eleger a Mesa Diretora. Até agora, na Câmara não há candidatura oficialmente formalizada, isso pode ser feito até uma hora antes da eleição, ou seja, até as 15h30, mas os anúncios já foram feitos pelos partidos. Arthur Lira, do PP, atual presidente é candidato à reeleição. Chico Alencar do PSOL também vai concorrer. Já no Senado, a sessão de posse está marcada para as 15h. Em seguida, eleição da Mesa, para escolha do presidente. Com sessão convocada para a manhã de quinta-feira (2) para escolha dos demais cargos da mesa. Até o momento, apenas o senador Eduardo Girão, do Podemos, oficializou candidatura. O atual presidente, Rodrigo Pacheco, do PSD, também é candidato e tem o apoio do PDT, PT, Rede e MDB. Inclusive o PT, quando anunciou o apoio, disse que o faria por conta da conduta de Pacheco de defender a democracia após os ataques golpistas de 8 de janeiro. O terceiro candidato é Rogério Marinho, do PL, que tem o apoio do PP e do Republicanos. O mandato da Mesa Diretora é de dois anos. Na quinta-feira, às 15h, o Senado fará a sessão solene de abertura dos trabalhos do Legislativo, quando será lida a mensagem enviada pelo presidente Lula, que pode ir pessoalmente ao Congresso ou enviar a mensagem pelo ministro chefe da Casa Civil, Rui Costa.
"Não vou comentar", diz Rui sobre possibilidade de concorrer ao Senado em 2022
"Não vou comentar", diz Rui sobre possibilidade de concorrer ao Senado em 2022
O governador, no entanto, reafirmou que teria orgulho de finalizar o mandato, mas que atende aos interesses do grupo político
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O governador da Bahia, Rui Costa (PT), desconversou nessa quarta-feira (17) sobre a possibilidade de ser candidato ao Senado na chapa da disputa pelo Governo da Bahia. "Não vou comentar cenários políticos. Minha vida sempre foi de fazer política coletivamente, assim é e assim continuará sendo", disse. O governador, no entanto, reafirmou que teria orgulho de finalizar o mandato, mas que atende aos interesses do grupo político do qual faz parte. "O maior orgulho que eu senti na minha vida foi a delegação que o povo baiano me deu. Não sou parte de nenhuma oligarquia politica, não sou filho de nenhum conglomerado econômico nem de comunicação, nem sou neto, nem bisneto. Sou profundamente grato por isso e me sentirei profundamente realizado de concluir no dia 31 de dezembro meu mandato. Agora não faço politica de carreira solo". Ainda segundo o governador, a composição da majoritária será anunciada no domingo, 13 de março.
Senado aprova MP que autoriza postos a comprar álcool diretamente de produtores
Senado aprova MP que autoriza postos a comprar álcool diretamente de produtores
Texto segue agora para sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (8) o projeto de lei de conversão da MP (Medida Provisória) que autoriza os postos de combustíveis a comprar álcool combustível (etanol hidratado) diretamente de produtores e importadores. Foram 71 votos a favor, nenhum contra. O relator foi o senador Otto Alencar (PSD-BA), que votou pela aprovação do texto enviado pela Câmara, sem alterações. A matéria segue agora para sanção presidencial. A proposição aprovada incorpora trechos da MP 1.069/2021, permitindo a venda direta aos postos também para as cooperativas de produção ou comercialização de etanol, para as empresas comercializadoras desse combustível ou importadores. Ainda pendente de votação, essa medida permitiu a antecipação das regras da MP 1.063, que envolvem também o pagamento de PIS/Cofins. Assim, produtores e importadores podem vender etanol diretamente a postos de combustíveis e ao transportador-revendedor-retalhista (TRR). O texto confirmado no Senado é o mesmo aprovado na Câmara, onde os deputados retiraram a permissão para a venda de combustíveis de outros fornecedores diferentes do vinculado à bandeira do posto. De acordo com Otto, a flexibilização da fidelidade à bandeira “provocou efeitos indesejáveis antes mesmo de entrar em vigor, causando certa confusão e conflitos no mercado”, o que motivou a Câmara a retirar essa previsão. Também será permitida a revenda varejista de gasolina e etanol hidratado fora do estabelecimento autorizado, mas dentro do território do município onde se localiza o revendedor. De acordo com o relator, atualmente existem resoluções da Agência Nacional do Petróleo (ANP) que limitam o revendedor de combustíveis a somente adquirir combustíveis de distribuidora. Da mesma forma, o produtor de etanol somente pode vender combustível para distribuidora, outro produtor ou para o mercado externo, explica o senador.
Senado aprova medida provisória que cria Auxílio Brasil
Senado aprova medida provisória que cria Auxílio Brasil
Transformado em projeto de lei, auxílio vai à sanção presidencial
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Senado Federal aprovou, nesta quinta-feira (2), a Medida Provisória (MP) 1061/2021 que cria o Auxílio Brasil. A MP havia sido enviada pelo governo em agosto e já tinha sido aprovada, com alterações, pela Câmara dos Deputados no último dia 25. A matéria tinha até o dia 7 para ser aprovada, sob o risco de perder sua eficácia. O agora PLV 26/2021, segue para sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro. O novo projeto de lei cria também o programa Alimenta Brasil, que substituirá o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), destinado a agricultores familiares. Auxílio Brasil - O programa Auxílio Brasil, substitui o Bolsa Família e já vinha sendo pago desde 17 de novembro a cerca de 14,5 milhões de famílias brasileiras. O programa prevê três tipos de benefícios: o Benefício Primeira Infância, que será pago para famílias com crianças de até 3 anos de idade; o Benefício Composição Familiar, destinado a famílias que tenham, em sua composição, gestantes, nutrizes ou pessoas com idade entre 3 e 21 anos de idade incompletos; e o Benefício de Superação da Extrema Pobreza, pago às famílias em situação de extrema pobreza, cuja renda familiar per capita mensal, mesmo somada aos benefícios financeiros anteriores eventualmente recebidos, seja igual ou inferior ao valor da linha de extrema pobreza. Além desses benefícios, o programa também institui os auxílios Esporte Escolar; Bolsa de Iniciação Científica Júnior; Criança Cidadã; Inclusão Produtiva Rural e Inclusão Produtiva Urbana, classificados como “incentivos ao esforço individual e à emancipação”.
Senado aprova projeto que classifica injúria racial como crime de racismo
Senado aprova projeto que classifica injúria racial como crime de racismo
PL segue para análise da Câmara dos Deputados.
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Getty Images
- O Senado aprovou por unanimidade um projeto de lei que classifica injúria racial como crime de racismo. A proposta também estabelece pena mais rigorosa para esse tipo de delito. Agora, o PL segue para análise da Câmara dos Deputados. Segundo a proposta, a pena, que hoje é de 1 um a 3 anos de reclusão, passar para a variar entre 2 e 5 anos de prisão, além do pagamento de multa. Às vésperas do Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, o senador Romário (PL), relator do projeto, disse que ainda presencia situações de racismo. "Ainda testemunhamos, infelizmente, manifestações racistas em nossos estádios, em nossas ruas, espaços públicos e privados, mas deixaremos hoje aqui a lição para todos do que devemos ser: cada vez mais intolerantes com a intolerância. Hoje tratamos de dar um importante passo nesse sentido, declarou o ex-jogador de futebol", disse o ex-jogador.
Projeto do Senado prevê reduzir gasolina a R$ 5; botijão de gás cairia a R$ 65
Projeto do Senado prevê reduzir gasolina a R$ 5; botijão de gás cairia a R$ 65
Proposta deve ser votada na Comissão de Assuntos Econômicos da Casa
Por: Maria Clara Andrade
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal está para votar um projeto que muda a política de preços da Petrobras com o objetivo de baratear os combustíveis e o gás de cozinha aos consumidores. Atrelados hoje às flutuações das cotações do mercado internacional e do dólar, os derivados de petróleo vêm contribuindo fortemente no aumento da inflação. "Nossas simulações apontam que o preço do litro da gasolina na bomba poderia alcançar valor em torno de R$ 5 e o gás de cozinha R$ 65, uma redução de 25% em relação ao valor médio atual. Ainda assim, a Petrobras manteria uma margem de lucro de 50%", afirma o senador Rogério Carvalho (PT-SE), autor do projeto, ao colunista Leonardo Sakamoto, do portal UOL. A proposta, de acordo com ele, leva em conta os preços internacionais, mas também os custos da produção interna de petróleo na formação do preço ao consumidor e cria um sistema de bandas que estabelece preços mínimo e máximo para os derivados. Essa banda seria sustentada por um Imposto de Exportação sobre petróleo bruto, com alíquotas progressivas em relação à cotação do barril de petróleo, o que bancaria uma subvenção temporária para que os preços não ultrapassem o limite superior da banda.























