Governo reduz impostos da gasolina e amplia subsídios aos combustíveis
Governo reduz impostos da gasolina e amplia subsídios aos combustíveis
Medidas anunciadas pelo governo federal têm custo estimado de R$ 5,2 bilhões em 30 dias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal anunciou a ampliação da redução de impostos sobre a gasolina e o aumento dos subsídios ao etanol e ao diesel importado, com custo estimado de R$ 5,2 bilhões em 30 dias. A medida, justificada pela alta internacional do petróleo após o conflito no Oriente Médio, eleva a redução de tributos federais sobre a gasolina de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro e amplia o subsídio ao etanol de R$ 0,19 para R$ 0,43 por litro, além de acrescentar R$ 1,40 por litro ao diesel importado.
- Segundo os ministros Bruno Moretti e Dario Durigan, o pacote inclui ainda um crédito extraordinário de R$ 7,52 bilhões para o Ministério de Minas e Energia, destinado principalmente ao diesel rodoviário, e será revisado conforme as condições econômicas e a disponibilidade de recursos, buscando mitigar o impacto da alta dos combustíveis na população.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O governo federal anunciou nesta sexta-feira (9) a ampliação da redução de impostos sobre a gasolina e o aumento dos subsídios ao etanol e ao diesel importado. As medidas têm custo estimado de R$ 5,2 bilhões em 30 dias e foram justificadas pela alta internacional do petróleo, influenciada pelo conflito no Oriente Médio. Com a mudança, a redução de tributos federais sobre a gasolina passa de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro, por um período inicial de 30 dias. O pacote também mantém a desoneração de R$ 0,19 por litro de etanol e amplia o subsídio pago aos produtores do combustível, de R$ 0,25 para R$ 0,43 por litro. Para o diesel importado, o governo anunciou uma subvenção adicional de R$ 1,40 por litro, além dos R$ 2,12 já previstos. Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o preço do barril de petróleo Brent ultrapassou US$ 100, ante cerca de US$ 70 antes do conflito. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo pretende utilizar o aumento da arrecadação com receitas do petróleo para reduzir os impactos da alta dos combustíveis sobre a população. Paralelamente, uma medida provisória abriu crédito extraordinário de R$ 7,52 bilhões para o Ministério de Minas e Energia, sendo R$ 6,17 bilhões destinados ao diesel rodoviário e R$ 1,35 bilhão a outros derivados de petróleo. De acordo com o governo, as medidas tributárias são temporárias e poderão ser revistas conforme as condições econômicas e a disponibilidade de recursos.
Lula avalia nomear Alckmin para o Ministério da Fazenda
Lula avalia nomear Alckmin para o Ministério da Fazenda
Segundo a Reuters, proposta prevê que Alckmin mantenha a vice-presidência e assuma também o comando da Fazenda em 2027.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está considerando nomear o vice‑presidente Geraldo Alckmin (PSB) para comandar o Ministério da Fazenda a partir de 2027, mantendo‑o também na vice‑presidência. A proposta, ainda em análise, visa reforçar a credibilidade fiscal do governo e ampliar o diálogo com eleitores de centro, após o primeiro turno das eleições.
- Alckmin, ex‑governador de São Paulo e antigo adversário de Lula em 2006, já ocupou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e atuou nas negociações com os EUA sobre tarifas. A eventual nomeação ainda não foi confirmada pelo governo.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia nomear o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) para comandar o Ministério da Fazenda em um eventual novo mandato, segundo informações divulgadas pela Reuters nesta segunda-feira (5). A proposta prevê que Alckmin mantenha a vice-presidência e acumule o cargo de ministro da Fazenda a partir de 2027. De acordo com duas pessoas familiarizadas com as discussões ouvidas pela agência, a ideia ainda está em análise e teria como objetivo reforçar a credibilidade fiscal do governo e ampliar o diálogo com eleitores de centro após o resultado do primeiro turno. Alckmin já havia sido considerado para a Fazenda em 2022, mas Lula escolheu Fernando Haddad (PT) para o cargo após vencer a eleição. Ex-governador de São Paulo, Alckmin foi adversário de Lula na eleição presidencial de 2006 e, posteriormente, tornou-se seu vice-presidente. Ele também comandou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços até o início deste ano e atuou como interlocutor do governo brasileiro nas negociações com os Estados Unidos após a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros. A eventual nomeação de Alckmin para a Fazenda ainda não foi confirmada pelo governo.
Flávio e Lula focam economia e segurança na propaganda eleitoral na reta final
Flávio e Lula focam economia e segurança na propaganda eleitoral na reta final
Programas desta terça-feira (22) abordaram endividamento, inflação, segurança pública e comparação entre governos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A menos de duas semanas do primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificaram a propaganda eleitoral, focando em economia e segurança pública. Flávio acusou ataques da campanha petista e apresentou propostas de renegociação de dívidas, redução de juros e impostos, além de medidas como a construção de cinco megapresídios federais e a redução da maioridade penal.
- Lula, por sua vez, destacou a situação econômica, prometendo ações para conter a inflação e comparou políticas tributárias e preços de alimentos entre os governos de Jair Bolsonaro e o atual presidente. Analistas políticos apontam que a disputa gira em torno de endividamento, custo de vida e segurança, enquanto candidatos como Augusto Cury e Ronaldo Caiado seguem estratégias próprias. O horário eleitoral gratuito encerra‑se em 1º de outubro, três dias antes da votação em 4 de outubro.
Foto: Reprodução
A menos de duas semanas do primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltaram a concentrar a propaganda eleitoral desta terça-feira (22) na comparação entre os dois grupos políticos e em temas como economia e segurança pública. Flávio abriu seu programa afirmando que vem sendo alvo de ataques da campanha petista e criticou o conteúdo exibido pelo adversário. Na mesma peça, apresentou propostas para renegociação de dívidas, redução de juros e impostos, além de medidas mais rígidas na segurança pública, como a construção de cinco megapresídios federais e a redução da maioridade penal. O senador também afirmou que pretende ampliar as penas para crimes como roubo de celulares. Já o programa de Lula destacou a situação econômica e prometeu medidas para reduzir a inflação, além de comparar políticas tributárias e preços de alimentos entre os governos do atual presidente e de Jair Bolsonaro. A propaganda petista também voltou a associar Flávio à gestão do pai. Para os cientistas políticos Aldo Fornazieri, da FESPSP, e Camilo Aggio, da UFMG, ouvidos na análise publicada pela imprensa, os programas refletem uma disputa concentrada em temas como endividamento, custo de vida e segurança pública. Candidatos que aparecem atrás dos dois principais nomes também mantiveram estratégias próprias: Augusto Cury (Avante) reforçou a proposta de terceira via, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) explorou trechos de entrevistas e conteúdos digitais. O horário eleitoral gratuito do primeiro turno termina em 1º de outubro, três dias antes da votação, marcada para 4 de outubro.
Eleições: 47% das mulheres dizem votar em Lula contra 27% em Flávio Bolsonaro
Eleições: 47% das mulheres dizem votar em Lula contra 27% em Flávio Bolsonaro
Dados da Pnad mostram crescimento da participação feminina na renda das famílias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As mulheres já são referência financeira em 52,4% dos lares brasileiros, segundo a PNAD atualizada pela pesquisadora Janaína Feijó (FGV). O número de famílias chefiadas por mulheres dobrou desde 2012, atingindo 42,1 milhões em 2026, embora a taxa de ocupação seja de 53,5% – bem abaixo dos 73% dos homens – e o rendimento médio masculino ainda supere o feminino em 25%.
- Esses dados ganham relevância nas eleições de 2026, já que as mulheres constituem a maioria do eleitorado. O Datafolha aponta que Lula tem 47% das intenções de voto entre as chefes de família, contra 27% de Flávio Bolsonaro, mas as prioridades políticas variam conforme região, profissão e condição econômica.
Foto: Reprodução
As mulheres passaram a ser referência financeira em 52,4% dos lares brasileiros, segundo dados da Pnad atualizados pela pesquisadora Janaína Feijó, da FGV. O número de famílias chefiadas por mulheres mais que dobrou desde 2012 e chegou a 42,1 milhões em 2026. Apesar do avanço, elas ainda enfrentam desigualdades no mercado de trabalho: a taxa de ocupação é de 53,5%, contra 73% entre os homens, e o rendimento médio masculino é 25% maior. O cenário também ganha importância nas eleições de 2026, já que as mulheres são maioria do eleitorado. Segundo o Datafolha citado pela reportagem, Lula aparece com 47% das intenções de voto entre mulheres chefes de família, contra 27% de Flávio Bolsonaro. Entrevistas realizadas pela Folha mostram, porém, que as prioridades e escolhas políticas variam entre mulheres de diferentes regiões, profissões e condições econômicas.
Diesel sobe e atinge maior preço no Brasil desde maio, diz ANP
Diesel sobe e atinge maior preço no Brasil desde maio, diz ANP
Preço médio do litro avançou na última semana, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo; veja quanto o combustível passou a custar nas bombas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Preço médio do diesel S‑10 nos postos brasileiros subiu 2,3% nesta semana, alcançando R$ 7,13 por litro – o maior valor desde o fim de maio, segundo a ANP. A alta reflete a disparada dos preços do petróleo e dos derivados, impulsionada pelos riscos de oferta mundial ligados aos conflitos no Oriente Médio e à guerra entre Rússia e Ucrânia.
- Apesar da alta, o diesel voltou a ficar mais barato que a gasolina entre 2 de agosto e 12 de setembro, mas a tendência de alta pode se manter enquanto a instabilidade geopolítica persiste.
Foto: Reprodução
O preço médio do diesel S-10 nos postos do Brasil subiu 2,3% nesta semana em relação à anterior, para R$ 7,13 por litro, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira (18). Esse é o maior valor desde o fim de maio. A alta ocorre em meio à disparada dos preços do petróleo e de seus derivados neste mês. O mercado enfrenta novos riscos para a oferta mundial por causa dos desdobramentos dos conflitos no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia. O diesel chegou a voltar a ser mais barato que a gasolina entre 2 de agosto e 12 de setembro.
Prazo para renegociar dívidas pelo Novo Desenrola Brasil termina nesta segunda-feira (31)
Programa oferece descontos para consumidores com dívidas bancárias em atraso e não tem nova prorrogação prevista.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Novo Desenrola Brasil, programa federal que permite renegociar dívidas bancárias, tem prazo até segunda-feira (31) para adesão. A iniciativa, prorrogada em agosto, destina-se a pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos, permitindo negociação de débitos contratados até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 91 dias e dois anos.
- Até agora, o programa já renegociou cerca de 5,03 milhões de dívidas, reduzindo o valor total de R$ 26,33 bilhões para aproximadamente R$ 5,27 bilhões. Consumidores que desejam aproveitar a oportunidade devem concluir a negociação antes do encerramento do prazo.
Foto: Reprodução
Os consumidores que desejam renegociar dívidas bancárias por meio do Novo Desenrola Brasil têm até a próxima segunda-feira (31) para aderir ao programa do governo federal. O prazo foi prorrogado no início de agosto e, até o momento, não há previsão de uma nova extensão. A iniciativa é voltada para pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105, e contempla dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 91 dias e dois anos. O programa permite a negociação de débitos com condições especiais de pagamento e descontos oferecidos pelas instituições financeiras participantes, com o objetivo de facilitar a regularização da situação financeira dos consumidores. De acordo com o balanço mais recente, a modalidade destinada às famílias já possibilitou a renegociação de cerca de 5,03 milhões de dívidas. Os débitos, que somavam aproximadamente R$ 26,33 bilhões, foram reduzidos para cerca de R$ 5,27 bilhões após a formalização dos acordos. Quem pretende utilizar o programa deve concluir a negociação até o encerramento do prazo, previsto para esta segunda-feira (31).
Propaganda de Flávio Bolsonaro reforça vínculo com Jair Bolsonaro e critica cenário do país
Propaganda eleitoral começa nesta sexta-feira (28); primeiros programas em bloco serão exibidos no sábado (29).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na sexta-feira (28), o senador Flávio Bolsonaro iniciou sua propaganda eleitoral gratuita no rádio, apresentando‑se como advogado, empresário de 45 anos e filho do ex‑presidente Jair Bolsonaro. O programa destaca a renovação geracional e a valorização da família, com foco especial no eleitorado feminino.
- Além disso, o candidato critica a situação da economia e da segurança pública, apontando altos índices de violência e endividamento familiar, e promete propostas para combater a criminalidade e melhorar a situação econômica do país.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), estreia nesta sexta-feira (28) sua propaganda eleitoral gratuita no rádio com mensagens voltadas à apresentação pessoal, à valorização da família, ao eleitorado feminino e a críticas sobre a situação da economia e da segurança pública no país. As inserções marcam o início da propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na televisão. Já os primeiros programas em bloco dos candidatos à Presidência serão exibidos no sábado (29). Nos comerciais, Flávio Bolsonaro se apresenta como advogado, empresário e destaca ter 45 anos, em uma estratégia para enfatizar a renovação geracional na disputa presidencial. Ele também reforça a ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que é seu filho, mas procura ampliar a identificação com os eleitores. Em uma das peças, o candidato dedica a mensagem ao público feminino. Ele afirma que a esposa e as filhas exercem papel central em sua família e defende que o fortalecimento das mulheres é essencial para o desenvolvimento do país. As demais inserções têm como foco a segurança pública e a economia. Flávio Bolsonaro afirma que o Brasil enfrenta altos índices de violência, critica a atuação das facções criminosas e diz que muitas famílias vivem endividadas e enfrentam dificuldades financeiras. Durante a propaganda, o senador também afirma que pretende apresentar propostas para enfrentar a criminalidade e melhorar a situação econômica, defendendo mudanças no cenário atual do país.
Rui Costa diz que Bahia está entre os estados menos endividados do país
Rui Costa diz que Bahia está entre os estados menos endividados do país
Petista diz que a Bahia enfrentou restrições para contratar empréstimos durante sua gestão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou que o estado possui um dos menores níveis de endividamento do país, com relação dívida/receita corrente de 0,4, abaixo do limite aceitável de 2. Ele destacou dificuldades para contratar empréstimos durante sua gestão, inclusive sob a administração de Jair Bolsonaro, e criticou a suposta exploração política do tema.
- Costa elogiou o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) por sua condução na contratação de financiamentos para investimentos e reforçou que a Bahia tem capacidade de pagamento, posicionando o estado em vantagem em relação a São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O ex-governador da Bahia e candidato ao Senado, Rui Costa (PT), afirmou nesta quarta-feira (26) que a Bahia está entre os estados com menor nível de endividamento do país. Em entrevista à Rádio BandNews FM, o petista defendeu a gestão fiscal do estado e disse que enfrentou dificuldades para contratar empréstimos durante os oito anos em que comandou o Executivo baiano. Segundo Rui Costa, o governo estadual encontrou obstáculos para acessar operações de crédito, principalmente durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eu levei oito anos sem conseguir tomar crédito. Só consegui tomar um do Banco do Brasil e mesmo assim por ordem do STF, porque o então presidente [Bolsonaro] tinha decidido e deu ordem à direção do banco de não pagar, mesmo o contrato estando assinado”, afirmou. O ex-governador também declarou que a Bahia foi prejudicada na aprovação de financiamentos e criticou o que classificou como exploração política do tema. “O vento nunca soprou a favor, eles faziam de tudo para prejudicar a Bahia, nem empréstimos aprovaram. Há muita retórica e, eu diria, peças de campanha eleitoral em torno desses empréstimos que a Bahia toma”, disse. Ao comentar os indicadores fiscais, Rui afirmou que, ao fim de sua gestão, a relação entre a dívida e a receita corrente do estado era de 0,4, índice que, segundo ele, está bem abaixo do limite considerado aceitável, fixado em 2. O petista sustentou que esse cenário coloca a Bahia em situação mais favorável que estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Na entrevista, Rui Costa também elogiou a condução do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na contratação de financiamentos para investimentos e reforçou que a avaliação do endividamento deve considerar a capacidade de pagamento do estado. “A Bahia tem capacidade de pagamento”, concluiu.
Em entrevista, Caiado compara anistia do 8 de Janeiro à anulação das condenações de Lula
Presidenciável afirmou que pretende enviar ao Congresso um projeto de anistia "ampla e irrestrita" caso seja eleito.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, defendeu a concessão de uma anistia ampla aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, comparando a medida à anulação das condenações de Lula na Operação Lava Jato. Ele afirmou que a proposta visa pacificar o país e que o Supremo já concedeu anistia ao presidente Lula, embora as condenações de Lula não tenham sido anuladas por anistia, mas sim pelo STF em 2021.
- Além da anistia, Caiado apresentou planos econômicos que incluem limitar as despesas públicas a no máximo 50% do PIB, corrigidas pela inflação, e a possibilidade de alterar a idade mínima para aposentadoria. Na área de segurança, ele defende a criação da “SulPol”, uma força de cooperação policial inspirada na Europol, e planeja abrir investigações envolvendo o INSS e o Banco Master, enquanto mantém a intenção de contar com governadores Eduardo Leite e Ratinho Júnior em seu governo.
Foto: Reprodução - TV Globo
O candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, defendeu nesta terça-feira (25) a concessão de uma anistia ampla aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Durante entrevista à TV Globo, o ex-governador de Goiás afirmou que a medida seria uma forma de "pacificar o país" e comparou a proposta à anulação das condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Operação Lava Jato. "Vou encaminhar um projeto de anistia ampla e irrestrita, da mesma maneira que, de uma forma especial, o Supremo também concedeu ao presidente Lula", declarou. As condenações de Lula, no entanto, não foram anuladas por meio de anistia. Em 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou os processos ao reconhecer irregularidades processuais na Operação Lava Jato. Na entrevista, Caiado afirmou que nunca questionou o resultado das eleições e se definiu como democrata. Segundo ele, "o traço do brasileiro não é de construir o ódio" e outras anistias concedidas no país serviriam de exemplo para a proposta. Questionado sobre economia, o candidato disse que pretende limitar as despesas públicas a, no máximo, 50% do Produto Interno Bruto (PIB), corrigidas pela inflação, mas afirmou que ainda não detalhará medidas como uma eventual mudança na idade mínima para aposentadoria. Na área da segurança pública, Caiado voltou a defender a criação da "SulPol", uma força de cooperação policial entre o Brasil e países vizinhos, inspirada na Europol, para reforçar o combate ao crime organizado. O presidenciável também criticou o governo Lula na área da segurança, afirmou que pretende pedir ao STF a abertura do sigilo de investigações envolvendo o INSS e o Banco Master e negou que o PSD esteja negociando uma eventual desistência da candidatura de Romeu Zema (Novo) em seu favor. Durante agenda em São Paulo, Caiado ainda afirmou que, caso seja eleito, pretende contar com os governadores Eduardo Leite (PSD) e Ratinho Júnior (PSD) em sua equipe de governo, classificando ambos como "exemplo" de gestão pública.
Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, diz ministro
Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, diz ministro
Valor representa aumento de 7,4% em relação ao piso atual e ainda é uma projeção, que será incluída no Orçamento de 2027
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O salário mínimo no Brasil deve subir de R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, conforme anunciado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. A proposta, que será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) e enviada ao Congresso até 31 de agosto, representa um aumento de 7,4% e ultrapassa a previsão anterior de R$ 1.717. O valor ainda é uma projeção e será definido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro.
- O reajuste também impacta benefícios como aposentadorias, pensões do INSS, BPC, seguro‑desemprego e abono salarial, já que cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao piso. O governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outras despesas obrigatórias, com o novo valor entrando em vigor em janeiro de 2027.
Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
O salário mínimo deverá subir de R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto. O novo valor representa aumento de R$ 120, ou 7,4%, e supera em R$ 24 a previsão de R$ 1.717 apresentada pelo governo na proposta da LDO, em abril. O valor ainda é uma projeção e será definido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro. A regra atual considera a inflação medida pelo índice e ganho real de 2,5%. O reajuste também afeta benefícios como aposentadorias, pensões do INSS, BPC, seguro-desemprego e abono salarial. Segundo Durigan, o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outras despesas obrigatórias. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao piso. Se a projeção for confirmada, o salário mínimo de R$ 1.741 entrará em vigor em janeiro de 2027.
Flávio Bolsonaro diz que Lula é seu único adversário e critica governo durante debate da Band
Candidato do PL não participou do debate da Band e divulgou vídeo nas redes sociais durante a transmissão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais durante o primeiro debate presidencial de 2026, promovido pela TV Band, em que afirmou que os candidatos presentes no estúdio não são seus adversários e direcionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio não participou do debate, assim como Lula, e o governador Romeu Zema (Novo) desistiu da participação pouco antes do início do programa.
- No vídeo, Flávio concentrou as críticas na economia e no aumento do custo de vida, citando a redução de produtos nas embalagens, o endividamento de famílias e empresas e a suposta elevação de impostos pelo governo federal. Ele também mencionou investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais durante o primeiro debate presidencial de 2026, promovido pela TV Band neste domingo (23). Na gravação, ele afirmou que os candidatos presentes no estúdio não são seus adversários e direcionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio não participou do debate, assim como Lula (PT). O governador Romeu Zema (Novo), que também estava previsto para o encontro, desistiu da participação pouco antes do início do programa. No vídeo, o candidato declarou que Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) não representam seus principais adversários na disputa. "Os que vão debater hoje não são meus adversários. Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem tá no poder e tá destruindo o Brasil", afirmou. Ao longo da gravação, Flávio concentrou as críticas na economia e no aumento do custo de vida. Ele citou a redução da quantidade de produtos nas embalagens, o endividamento de famílias e empresas e afirmou que o governo federal estaria elevando impostos para ampliar a arrecadação. O presidenciável também mencionou investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, relacionadas a supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.
Casas Bahia fecha quase 300 lojas e demite cerca de 2 mil funcionários
Casas Bahia fecha quase 300 lojas e demite cerca de 2 mil funcionários
Rede acelera plano de cortes após prejuízos bilionários e pressão do cenário econômico; fechamento atinge quase 30% das unidades físicas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Casas Bahia está enfrentando um dos maiores enxugamentos de sua história recente, com o fechamento de 298 lojas em todo o país e a demissão de cerca de 1,9 mil a 2 mil funcionários. Esse corte representa 28,7% de todas as unidades físicas da rede e é uma medida agressiva para tentar reduzir custos e estabilizar o fluxo de caixa, que está pressionado devido a uma sequência de prejuízos bilionários.
- O enxugamento é uma resposta ao ambiente de forte restrição no consumo, com endividamento das famílias e juros elevados reduzindo a capacidade de compra dos clientes e aumentando as despesas financeiras da varejista. A empresa registrou um prejuízo de quase R$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre, mais que o dobro do resultado negativo do mesmo período do ano anterior, e está tentando aliviar o caixa alongando prazos de pagamento à indústria e enfrentando atrasos em repasses a lojistas do marketplace e pagamentos via Pix.
Foto: Divulgação
A Casas Bahia iniciou um dos maiores enxugamentos de sua história recente. A varejista está fechando 298 lojas em todo o país e promovendo a demissão de cerca de 1,9 mil a 2 mil funcionários, segundo informações apuradas pelo jornal Valor Econômico. Fontes do setor apontam que o total de desligamentos pode chegar a 3 mil pessoas. O corte representa 28,7% de todas as unidades físicas da rede, um movimento muito mais agressivo que o padrão dos últimos anos, quando o encerramento de lojas acontecia de forma gradual — normalmente entre 20 e 30 pontos por ano. A medida ocorre em meio a uma sequência de prejuízos bilionários e à necessidade de reduzir custos para tentar estabilizar o fluxo de caixa. Pressão financeira e juros altos - A empresa enfrenta um ambiente de forte restrição no consumo. O endividamento das famílias e os juros elevados têm reduzido a capacidade de compra dos clientes e aumentado as despesas financeiras da varejista. Mesmo após entrar em recuperação extrajudicial em 2024 e renegociar dívidas com credores, o balanço segue pressionado. No primeiro trimestre, a Casas Bahia registrou prejuízo de quase R$ 1,1 bilhão, mais que o dobro do resultado negativo do mesmo período do ano anterior. Em 2025, o prejuízo consolidado não ajustado chegou a R$ 3 bilhões. Para tentar aliviar o caixa, a empresa tem alongado prazos de pagamento à indústria e enfrentado atrasos em repasses a lojistas do marketplace e pagamentos via Pix. A divulgação do balanço do segundo trimestre, prevista para quarta (12), foi adiada para esta sexta (14), e a teleconferência de resultados ficou para o dia 17. Desempenho da rede - O impacto maior está nas lojas físicas. A receita bruta consolidada do primeiro trimestre cresceu 6,4%, alcançando R$ 8,8 bilhões, impulsionada principalmente pelo avanço das vendas online de produtos próprios, que subiram 26% — incluindo operações via parceiros como o Mercado Livre. Já as vendas nas lojas físicas caíram 1,8%, e o marketplace de terceiros recuou 0,6%. A margem bruta permaneceu estável em 30,3%. Em relatório recente, a administração da Casas Bahia afirmou que mantém monitoramento constante da performance de cada unidade e que continuará encerrando operações que não apresentem retorno. A empresa foi procurada mas não comentou o assunto.
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Documento apresentado à Justiça Eleitoral também prevê fim da reeleição presidencial, mudanças no STF e redução de cargos e despesas administrativas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apresentou seu programa de governo, que inclui medidas para reduzir o tamanho e os custos da máquina pública, como a redução de ministérios e cargos comissionados. Além disso, o programa propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), como a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal.
- O programa também aborda temas como segurança pública, economia e infraestrutura, com propostas como a classificação de organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, a redução da maioridade penal para 16 anos e a construção de novos presídios federais de segurança máxima. Na área econômica, a meta é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década, com medidas como revisão da reforma tributária e redução do IVA. O plano também inclui investimentos em infraestrutura, como rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias, e medidas para digitalizar serviços públicos federais e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
Foto: Jefferson Rudy |Agência Senado
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, propõe reduzir em pelo menos dez o número de ministérios em um eventual governo entre 2027 e 2030. A medida faz parte do programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral e prevê também cortes de cargos comissionados e redução de despesas administrativas. A proposta estabelece ainda uma revisão das normas que regulamentam a administração pública e mudanças no funcionamento das agências reguladoras, com avaliações periódicas dos dirigentes. A redução da estrutura ministerial é apresentada pelo candidato como parte de um conjunto de medidas voltadas à diminuição do tamanho e dos custos da máquina pública. Mudanças no STF e fim da reeleição - O programa também propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as medidas estão a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal. Flávio também defende que parlamentares sejam julgados por instâncias inferiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs). Outra proposta é impedir que parentes de até terceiro grau de ministros do STF e seus respectivos escritórios atuem no tribunal em que o magistrado exerce suas funções. O programa prevê ainda ampliar a participação da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Na área política, Flávio defende o fim da reeleição para presidente da República. O programa cita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no Senado com esse objetivo e atribuída ao próprio candidato. Segurança pública - Para a segurança pública, o programa prevê classificar organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, além de bloquear seus ativos. O candidato também propõe reduzir a maioridade penal para 16 anos e estabelecer punições para adolescentes a partir de 14 anos que cometam crimes considerados graves. O plano inclui ainda a construção de cinco novos presídios federais de segurança máxima e a criação de 500 mil vagas no sistema prisional em quatro anos. Outra medida seria instalar mais de 1 milhão de câmeras integradas a um sistema nacional de reconhecimento facial. Economia e infraestrutura - Na economia, a meta apresentada é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década. O programa prevê revisão da reforma tributária, redução do IVA e medidas para diminuir a carga sobre produção e consumo, além de ações para estabilizar e posteriormente reduzir a relação entre dívida pública e PIB. O plano também estima R$ 900 bilhões em investimentos em infraestrutura ao longo de quatro anos, destinados a rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias. Entre os projetos citados estão o Trem do Nordeste e a conclusão da Transnordestina. Na área social, a proposta prevê a manutenção dos benefícios existentes e ações de qualificação profissional, inserção no mercado de trabalho e acesso ao crédito. O programa também inclui medidas para digitalizar serviços públicos federais, ampliar o uso de inteligência artificial e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
Bahia: Refinaria de Mataripe reduz preço da gasolina em 11,3%
Bahia: Refinaria de Mataripe reduz preço da gasolina em 11,3%
Preço da gasolina A caiu de R$ 3,93 para R$ 3,49 por litro após desconto previsto em medida provisória.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Refinaria de Mataripe, localizada na Região Metropolitana de Salvador, reduziu o preço da gasolina vendida às distribuidoras em cerca de 11,3%. O valor do litro caiu de R$ 3,93 para R$ 3,49, considerando o subsídio previsto na Medida Provisória (MP) 1.358, que estabelece um reembolso de R$ 0,44 por litro de gasolina para as refinarias.
- A refinaria é responsável por cerca de 14% da capacidade de refino do Brasil e por aproximadamente 80% do abastecimento da Bahia. Além disso, a unidade tem capacidade para processar cerca de 302 mil barris de petróleo por dia e é responsável por 42% do abastecimento da Região Nordeste. A redução no preço da gasolina pode ter impacto no mercado de combustíveis, especialmente considerando que o preço de Mataripe continua acima do praticado pela Petrobras.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Refinaria de Mataripe, na Região Metropolitana de Salvador, reduziu em cerca de 11,3% o preço da gasolina vendida às distribuidoras. O valor do litro caiu de R$ 3,93 para R$ 3,49. A redução considera o subsídio previsto na Medida Provisória (MP) 1.358, editada pelo governo federal. A medida estabelece um reembolso de R$ 0,44 por litro de gasolina para as refinarias. Mataripe vende a chamada gasolina A, que ainda precisa ser misturada ao etanol pelas distribuidoras. O produto resultante, a gasolina C, é o combustível vendido nos postos. Mesmo com a redução, o preço de Mataripe continua acima do praticado pela Petrobras, que atualmente vende a gasolina por R$ 2,61 o litro. É importante destacar que esses valores não correspondem ao preço final pago pelo consumidor. Na bomba, entram ainda impostos, frete, custos de distribuição, margens das empresas e o valor do etanol utilizado na mistura. Antiga Refinaria Landulpho Alves, Mataripe responde por cerca de 14% da capacidade de refino do Brasil e por aproximadamente 80% do abastecimento da Bahia. A unidade tem capacidade para processar cerca de 302 mil barris de petróleo por dia e é responsável por 42% do abastecimento da Região Nordeste. A refinaria pertence à Acelen, empresa controlada pelo fundo Mubadala Capital, dos Emirados Árabes Unidos. A companhia comprou a unidade da Petrobras em 2021. Entre as dez maiores refinarias do país, Mataripe é a única que não pertence à Petrobras. A estatal já demonstrou interesse em recomprar a unidade. A maior refinaria brasileira é a Replan, localizada em Paulínia, no interior de São Paulo, e controlada pela Petrobras.
Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente, aponta PoderData
Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente, aponta PoderData
Levantamento mostra Flávio Bolsonaro com 45% e Lula com 46% em cenário de segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente divulgada pelo PoderData/Aya aponta um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026. Segundo o levantamento, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais.
- A pesquisa também simulou outros cenários de segundo turno, mostrando Lula com vantagem sobre outros candidatos, como Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 35%. A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 12 de agosto de 2026, com 2.400 entrevistas em 658 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06868/2026.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (13) pelo PoderData/Aya aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026. No levantamento, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados. Na pesquisa anterior, divulgada em 29 de julho, Lula tinha 46% e Flávio Bolsonaro, 43%. Com isso, o senador ganhou dois pontos percentuais, reduzindo a diferença entre os dois de três para um ponto. O instituto também simulou outros cenários de segundo turno. Lula aparece com 46% contra 37% de Renan Santos (Missão), 45% contra 43% de Romeu Zema (Novo) e 45% contra 44% de Ronaldo Caiado (PSD). No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), ambos com 4%. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) registram 3% cada. Clariana Barão (Democracia Cristã), Leonardo Avalanche (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1% cada. Outros 4% dos entrevistados disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 2% afirmaram não saber em quem votar. A pesquisa PoderData/Aya foi realizada entre os dias 9 e 12 de agosto de 2026, com 2.400 entrevistas em 658 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06868/2026.
Consumidores poderão escolher empresa de energia após decreto de Lula
Consumidores poderão escolher empresa de energia após decreto de Lula
Consumidores residenciais poderão escolher a empresa fornecedora de energia a partir de novembro de 2028.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que regulamenta a abertura do mercado livre de energia elétrica para consumidores atendidos em baixa tensão. A principal mudança permitirá que clientes escolham de qual empresa desejam comprar energia.
- A abertura do mercado será feita de forma gradual, e empresas dos setores industrial e comercial poderão migrar para o novo modelo a partir de novembro de 2027, enquanto consumidores residenciais e os demais clientes terão essa opção disponível a partir de novembro de 2028. O decreto não altera a geração nem a distribuição da energia elétrica.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (12) o decreto que regulamenta a abertura do mercado livre de energia elétrica para consumidores atendidos em baixa tensão. A principal mudança permitirá que clientes escolham de qual empresa desejam comprar energia. A abertura do mercado será feita de forma gradual. Empresas dos setores industrial e comercial poderão migrar para o novo modelo a partir de novembro de 2027. Já os consumidores residenciais e os demais clientes terão essa opção disponível a partir de novembro de 2028. O decreto não altera a geração nem a distribuição da energia elétrica. A medida estabelece as regras para que consumidores possam migrar para o Ambiente de Contratação Livre (ACL), além de criar mecanismos para garantir o fornecimento caso a empresa escolhida deixe de operar. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) será responsável por regulamentar a transição, definir as regras de funcionamento do novo modelo e garantir a proteção dos consumidores durante o processo. No mesmo evento, o presidente também assinou decretos voltados ao incentivo do combustível sustentável de aviação, do hidrogênio de baixa emissão de carbono e de projetos de captura e armazenamento de carbono, como parte das ações do governo para ampliar a transição energética e reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
Desenrola Adimplentes começa com crédito de até R$ 15 mil nesta terça (11)
Desenrola Adimplentes começa com crédito de até R$ 15 mil nesta terça (11)
Nova modalidade permite trocar empréstimos mais caros por crédito com juros de até 1,99% ao mês.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Começou a operar nesta terça-feira (11) o Desenrola Adimplentes, uma nova vertente do programa do governo federal criada especificamente para atender trabalhadores informais que mantêm seus compromissos financeiros em dia. A medida permite a substituição de dívidas caras por uma nova linha de crédito de até R$ 15 mil, com taxa de juros limitada a 1,99% ao mês, após mudanças regulatórias implementadas para atrair a participação de mais instituições financeiras.
- A iniciativa faz parte de um pacote de três frentes para expandir o acesso ao crédito, que também engloba trabalhadores com carteira assinada e estudantes adimplentes do Fies. Segundo o Ministério da Fazenda, essa nova fase representa uma transição de foco para o programa criado em 2023, que deixa de focar exclusivamente na renegociação de dívidas atrasadas e passa a oferecer vantagens financeiras para consumidores que mantêm suas contas regularizadas.
Foto: Reprodução | Getty Images
Começa nesta terça-feira (11) a operação do Desenrola Adimplentes, nova modalidade do programa do governo federal voltada a trabalhadores informais que mantêm os pagamentos em dia. A iniciativa permite substituir empréstimos mais caros por uma nova linha de crédito, com juros de até 1,99% ao mês e limite de R$ 15 mil. A modalidade passou a funcionar após mudanças nas regras para ampliar a participação das instituições financeiras. A proposta é facilitar o acesso ao crédito para pessoas que, mesmo sem vínculo formal de trabalho, conseguem manter seus compromissos financeiros em dia. O Desenrola Adimplentes faz parte de um pacote com três frentes criadas pelo governo federal para ampliar o acesso ao crédito. Além dos trabalhadores informais, as medidas incluem uma linha destinada a estudantes e ex-estudantes adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e ações direcionadas a trabalhadores com carteira assinada. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a nova etapa representa uma mudança de foco dentro do programa, que originalmente foi criado para ajudar pessoas com dívidas em atraso a renegociar seus débitos. A proposta, agora, é também incentivar quem mantém as contas em dia, oferecendo condições de crédito potencialmente mais baratas para substituir operações financeiras com juros elevados. Criado em 2023, o Desenrola foi lançado pelo governo federal com o objetivo de facilitar a renegociação de dívidas e contribuir para a recuperação financeira das famílias brasileiras. Segundo o governo, aproximadamente 7,5 milhões de famílias já foram beneficiadas pelo programa. Com a nova modalidade, a intenção é ampliar o alcance da política de crédito e incluir consumidores que não estão inadimplentes, mas que podem se beneficiar de condições financeiras mais vantajosas.
Pescadores quilombolas viram réus no MP por quatro peixes em Carinhanha
Pescadores quilombolas viram réus no MP por quatro peixes em Carinhanha
Grupo de oito quilombolas afirma que pescava para alimentar as famílias durante a pandemia, sem receber o seguro-defeso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em meio à pandemia da Covid-19, oito pescadores das comunidades quilombolas de Parateca e Pau D'Arco, no município de Carinhanha, foram flagrados pescando durante o período de defeso, o que os levou a responder na Justiça por crime ambiental. A ação do Ministério Público da Bahia teve como base a apreensão de apenas quatro peixes.
- O caso ganhou destaque devido às dificuldades econômicas e ambientais enfrentadas pelas comunidades durante a pandemia, incluindo a suspensão do seguro-defeso, aumento no preço dos alimentos e dificuldades de acesso a alimentos.
- A seca que atingia a lagoa da comunidade foi apontada como um dos fatores que levaram os pescadores a buscar alimento no local.
Igreja Matriz de Carinhanha - Foto: reprodução
Em meio às dificuldades enfrentadas durante a pandemia da Covid-19, oito pescadores das comunidades quilombolas de Parateca e Pau D'Arco, no município de Carinhanha, passaram a responder na Justiça por crime ambiental após serem flagrados pescando durante o período de defeso. A ação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) teve como base a apreensão de apenas quatro peixes. O caso ocorreu em 2 de fevereiro de 2021. Segundo a defesa, os trabalhadores recorreram à pesca para garantir a alimentação das próprias famílias, em um período marcado pela suspensão do seguro-defeso, aumento no preço dos alimentos e dificuldades econômicas agravadas pela pandemia. A seca que atingia a lagoa da comunidade também é apontada como um dos fatores que levaram os pescadores a buscar alimento no local. Os pescadores são representados pela Associação dos Advogados de Trabalhadores Rurais da Bahia (AATR), que sustenta que a conduta ocorreu em situação de extrema necessidade. A entidade também questiona a proporcionalidade da ação penal, destacando que a denúncia foi motivada pela captura de apenas quatro peixes, enquanto a regularização das terras quilombolas da região segue sem conclusão há mais de duas décadas. Em manifestação encaminhada à Vara Municipal de Carinhanha, o Ministério Público rejeitou os argumentos apresentados pela defesa. No parecer, a promotora Michely Queiroz de Oliveira afirmou que as dificuldades financeiras, a realidade social das comunidades e os aspectos culturais, por si só, não afastam a responsabilidade pelo suposto crime ambiental nem caracterizam estado de necessidade. O processo segue em tramitação e aguarda a realização da audiência de instrução. Enquanto isso, as comunidades quilombolas mantêm a contestação da denúncia e defendem que os pescadores agiram apenas para garantir a própria sobrevivência em um dos períodos mais críticos da pandemia.
Déficit das contas públicas pode ser o maior em mais de 20 anos no governo Lula
Déficit das contas públicas pode ser o maior em mais de 20 anos no governo Lula
Economistas apontam avanço da dívida pública e alertam para necessidade de ajuste fiscal nos próximos anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro corre o risco de encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o maior déficit nominal em mais de duas décadas, devido às contas públicas que estão em um patamar precário. O déficit nominal acumulado em 12 meses alcançou 9,99% do PIB em junho, e a dívida bruta do governo subiu para R$ 10,8 trilhões, equivalente a 81,9% do PIB.
- Os especialistas afirmam que o crescimento das despesas públicas acima da arrecadação é o principal fator de preocupação e que sem medidas de ajuste fiscal, a dívida pode continuar aumentando e alcançar 100% do PIB nos próximos anos.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
As contas públicas do Brasil podem encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o maior déficit nominal em mais de duas décadas, segundo estimativas de economistas. O indicador, que considera receitas, despesas e o pagamento de juros da dívida pública, pode atingir 8,6% do Produto Interno Bruto (PIB) até o fim do mandato. Dados do Banco Central mostram que o déficit nominal acumulado em 12 meses chegou a 9,99% do PIB em junho. No mesmo período, a dívida bruta do governo subiu para R$ 10,8 trilhões, equivalente a 81,9% do PIB. Especialistas afirmam que o principal fator de preocupação é o crescimento das despesas públicas acima da arrecadação. Eles alertam que, sem medidas de ajuste fiscal, a dívida pode continuar aumentando e alcançar 100% do PIB nos próximos anos. Os economistas também destacam que juros elevados, baixo crescimento da economia e déficits recorrentes pressionam as contas públicas. A avaliação é de que o país precisará adotar reformas e medidas para controlar os gastos e garantir maior equilíbrio fiscal nos próximos anos.
Quaest: Lula lidera com 52% na Bahia e venceria todos os cenários de segundo turno em 2026
Levantamento mostra ampla vantagem do presidente no estado; Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar na disputa estimulada
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida pela Presidência da República na Bahia, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira. Lula aparece na frente em todos os cenários avaliados e venceria todos os adversários testados em um eventual segundo turno.
- A pesquisa mostra que Lula registra 52% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto os eleitores indecisos representam 13% da amostra. Os números reforçam a liderança de Lula entre o eleitorado baiano e indicam uma vantagem confortável tanto no primeiro quanto em possíveis cenários de segundo turno para a eleição presidencial de 2026.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com folga a corrida pela Presidência da República na Bahia, segundo a nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29). O levantamento mostra que o petista aparece na frente em todos os cenários avaliados e venceria todos os adversários testados em um eventual segundo turno. Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula registra 52% das intenções de voto. Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 18%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 3%, enquanto Cabo Daciolo (Mobiliza), Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) aparecem com 1% cada. Os eleitores indecisos representam 13% da amostra, e outros 9% disseram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. No cenário espontâneo, em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Lula também lidera com 35% das citações. Flávio Bolsonaro aparece com 9%, enquanto 53% dos eleitores afirmaram ainda não saber em quem votar. Os demais nomes não pontuaram nessa modalidade. A pesquisa também simulou possíveis disputas de segundo turno. Em todos os cenários, Lula aparece com vantagem ampla. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente tem 56% das intenções de voto, enquanto o senador registra 23%. Em outra simulação, Lula alcança 57% contra 14% de Romeu Zema. Diante de Renan Santos, o presidente também soma 57%, enquanto o adversário tem 13%. Já em uma disputa contra Ronaldo Caiado, Lula aparece com 57% das intenções de voto, contra 16% do governador de Goiás. Os números reforçam a liderança de Lula entre o eleitorado baiano e indicam uma vantagem confortável tanto no primeiro quanto em possíveis cenários de segundo turno para a eleição presidencial de 2026. O estudo, registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-05856/2026 e BA-02331/2026 ouviu presencialmente 1.200 eleitores de 16 anos ou mais, residentes na Bahia, entre os dias 23 e 27 deste mês. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Quebradeira atinge comercializadoras de energia no Brasil
Quebradeira atinge comercializadoras de energia no Brasil
Recuperações judiciais e alta volatilidade do mercado pressionam comercializadoras de energia, enquanto governo afirma que não há risco sistêmico para o setor.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O mercado livre de energia elétrica no Brasil enfrenta uma crise sem precedentes, com comercializadoras acumulando dívidas superiores a R$ 6 bilhões e demandando recuperações judiciais e extrajudiciais. Empresas de destaque como 2W Ecobank, Tradener, Electra e Gold estão entre as mais afetadas por um cenário de extrema volatilidade de preços, exposição a riscos semelhantes ao de commodities e mudanças regulatórias severas.
- Em resposta à crise, o Ministério de Minas e Energia, a Aneel e a CCEE buscam tranquilizar o mercado ao afastar riscos de desabastecimento sistêmico, enquanto articulam novas regras para elevar a segurança financeira do setor. Paralelamente, entidades de classe recomendam que grandes consumidores redobrem os cuidados e analisem criteriosamente a saúde fiscal das comercializadoras antes de firmar novos contratos.
Foto: Reprodução
O mercado livre de energia elétrica no Brasil enfrenta a maior crise de sua história. Empresas especializadas na compra e venda de energia para grandes consumidores acumulam mais de R$ 6 bilhões em dívidas, em um cenário marcado por recuperações judiciais, dificuldades financeiras e aumento da preocupação entre clientes e investidores. Entre as empresas mais afetadas estão a 2W Ecobank, Tradener, Electra e Gold, que juntas concentram passivos bilionários. Apenas entre abril e maio deste ano, quatro comercializadoras recorreram à recuperação judicial ou extrajudicial, refletindo o agravamento da situação no setor. Especialistas apontam que a crise é resultado de uma combinação de fatores. A forte volatilidade dos preços da energia no mercado de curto prazo, mudanças nas regras de comercialização, aumento das exigências de garantias financeiras e eventos climáticos que reduziram a oferta de energia hidrelétrica pressionaram os custos das empresas. Em muitos casos, contratos foram firmados por valores que depois se mostraram insuficientes para cobrir os compromissos assumidos. Outro fator que agravou o cenário foi a atuação de algumas comercializadoras em operações de maior risco, semelhantes às negociações realizadas nos mercados de commodities, deixando empresas expostas às oscilações de preços da energia. Apesar da crise, o Ministério de Minas e Energia informou que acompanha permanentemente a situação e afirmou que, até o momento, os indicadores analisados não apontam risco sistêmico para o abastecimento de energia no país. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) também informaram que trabalham em medidas para reforçar a segurança financeira do mercado e aperfeiçoar as regras do setor. Enquanto isso, entidades que representam os grandes consumidores orientam empresas a redobrarem os cuidados antes de fechar contratos, avaliando a saúde financeira das comercializadoras para reduzir riscos e evitar prejuízos em caso de novas quebras no mercado.
Gás de cozinha fica 6,9% mais barato para distribuidoras na Bahia
Gás de cozinha fica 6,9% mais barato para distribuidoras na Bahia
Novo valor vale para a venda às distribuidoras desde esta quarta-feira (1º)
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe na Bahia, anunciou uma redução de 6,9% no preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), impactando o gás de cozinha. O valor da tonelada para as distribuidoras caiu de R$ 4.281 para R$ 3.985, com validade desde esta quarta-feira (1º). Adicionalmente, a companhia também diminuiu em 15,7% o preço do querosene de aviação (QAV), que passou de R$ 5.549 para R$ 4.675 por tonelada.
- De acordo com a Acelen, a precificação segue a lógica de mercado, considerando fatores como a cotação internacional do petróleo, a variação do dólar e os custos de frete, o que pode causar futuras oscilações. É importante notar que, apesar da queda anunciada pela refinaria, essa redução não se traduz automaticamente em um desconto para o consumidor final, pois o preço do botijão de gás é influenciado também pelas margens de distribuidoras, revendedores e demais etapas da cadeia de venda.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Acelen, empresa que administra a Refinaria de Mataripe, na Bahia, anunciou redução de 6,9% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), combustível usado nos botijões de gás de cozinha. O novo valor vale para a venda às distribuidoras desde esta quarta-feira (1º). Com a mudança, o preço da tonelada do GLP caiu de R$ 4.281 para R$ 3.985. A companhia também reduziu em 15,7% o valor do querosene de aviação (QAV), que passou de R$ 5.549 para R$ 4.675 por tonelada. Segundo a Acelen, os preços seguem critérios de mercado e consideram fatores como a cotação internacional do petróleo, a variação do dólar e os custos de frete. Por isso, os valores podem subir ou cair conforme o cenário econômico. Apesar da queda anunciada pela refinaria, o desconto não chega automaticamente ao consumidor final. O preço cobrado pelo botijão depende também das distribuidoras, dos revendedores e das demais etapas da cadeia de venda.
Desenrola Adimplentes exigirá autoexclusão de bets por seis meses
Desenrola Adimplentes exigirá autoexclusão de bets por seis meses
Regra também valerá para nova linha de crédito do Fies.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que o acesso aos programas Desenrola Adimplentes e Fies Empreendedor exigirá o bloqueio voluntário dos beneficiários em plataformas de apostas esportivas, as "bets", por um período de seis meses. A medida valerá tanto para trabalhadores informais que buscam uma nova linha de crédito quanto para formados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que desejam empreender por meio do programa, reforçando a exigência de autoexclusão das casas de apostas para ambos os grupos.
- O Desenrola Adimplentes é voltado a trabalhadores informais sem vínculo empregatício CLT, servidores públicos ou aposentados/pensionistas do INSS, que mantêm as contas em dia, mas enfrentam dificuldades para conseguir crédito ou precisam recorrer a empréstimos com juros elevados. A iniciativa faz parte das ações do governo federal para ampliar o acesso ao crédito, ao mesmo tempo em que incentiva o uso responsável dos recursos pelos beneficiários, com detalhes adicionais das regras e cronograma a serem divulgados.
Foto: Diogo Zacarias | Ministério da Fazenda
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta segunda-feira (29) que o acesso ao programa Desenrola Adimplentes e ao Fies Empreendedor estará condicionado ao bloqueio voluntário dos beneficiários em plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets, por um período de seis meses. Segundo o ministro, a exigência valerá tanto para trabalhadores informais que buscarem a nova linha de crédito quanto para os formados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que desejarem empreender por meio do programa. "Tanto no caso do informal, que vai passar a ter uma nova linha a 1,99% ao mês, quanto no caso do estudante graduado do Fies, nós vamos exigir que eles fiquem seis meses com a autoexclusão habilitada também das casas de apostas, das bets", afirmou Durigan. O Desenrola Adimplentes é voltado a trabalhadores informais que não possuem vínculo empregatício pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), não são servidores públicos e também não recebem aposentadoria ou pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O programa tem como público-alvo pessoas que mantêm as contas em dia, mas enfrentam dificuldades para conseguir crédito ou precisam recorrer a empréstimos com juros elevados. A medida faz parte das ações do governo federal para ampliar o acesso ao crédito e, ao mesmo tempo, incentivar o uso responsável dos recursos por parte dos beneficiários. O detalhamento das regras e o cronograma de implantação dos programas ainda serão divulgados pelo governo.
MEI poderá faturar até R$ 110 mil por ano, prevê projeto
MEI poderá faturar até R$ 110 mil por ano, prevê projeto
Novo teto poderá chegar a R$ 140 mil em 2028.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou à Câmara dos Deputados um projeto de lei complementar que propõe um aumento significativo no limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI). A iniciativa visa elevar o teto dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e, posteriormente, para R$ 140 mil em 2028. Além do reajuste financeiro, a proposta também permite que o MEI contrate até dois funcionários, em vez de um, ampliando a capacidade de expansão dos pequenos negócios.
- Essa medida atende a uma antiga reivindicação de entidades representativas dos pequenos empreendedores e busca corrigir a defasagem do limite atual, que não é reajustado desde 2018 e não considera a inflação acumulada. O Ministério do Empreendedorismo justifica que muitos empreendedores são forçados a sair do regime simplificado ao ultrapassar o limite, mesmo sem um crescimento substancial de suas atividades. O projeto ainda passará por análise em comissões da Câmara e do Senado antes de seguir para sanção presidencial.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou à Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (29), um projeto de lei complementar que aumenta o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI). A proposta prevê que o teto passe dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e chegue a R$ 140 mil em 2028. Além do reajuste no limite de receita bruta anual, o projeto também amplia de um para dois o número máximo de funcionários que poderão ser contratados por um microempreendedor individual. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a proposta será encaminhada para a comissão especial que já analisa projetos relacionados ao tema. Nas redes sociais, ele afirmou que o envio do texto faz parte de um acordo firmado durante as negociações para a aprovação da proposta que trata do fim da escala de trabalho 6x1. A atualização do teto do MEI é uma reivindicação antiga de entidades que representam os pequenos empreendedores. Atualmente, o limite de faturamento está em vigor desde 2018, sem reajustes. De acordo com o Ministério do Empreendedorismo, a proposta busca corrigir essa defasagem, considerando a inflação acumulada e o crescimento natural da receita dos pequenos negócios. Segundo a pasta, muitos empreendedores acabam ultrapassando o limite atual e precisam deixar o regime simplificado, mesmo sem um aumento significativo da atividade. O projeto ainda será analisado pelas comissões da Câmara e do Senado antes de seguir para sanção presidencial, caso seja aprovado.
Brasil deve adotar gasolina com 32% de etanol a partir da próxima quarta, afirma Alckmin
Governo prevê redução no preço do combustível, menor dependência de importações e estímulo à produção nacional de biocombustíveis
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal, por meio do vice-presidente Geraldo Alckmin, anunciou que a mistura obrigatória de etanol na gasolina será elevada de 30% para 32% a partir da próxima quarta-feira (24), após aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Esta medida visa principalmente a redução do preço da gasolina para o consumidor, além de promover benefícios ambientais e fortalecer a indústria de biocombustíveis no país.
- A expectativa é que o aumento do percentual de etanol reduza a necessidade de importação de gasolina em cerca de 500 milhões de litros mensais, visando a autossuficiência do Brasil no abastecimento do combustível. A iniciativa se alinha à política de incentivo a renováveis da Lei do Combustível do Futuro, seguindo um aumento anterior de 27,5% para 30% em 2025, e é impulsionada pelo crescimento da produção de etanol de milho, com destaque para Mato Grosso, que é crucial para a expansão da nova mistura.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A mistura obrigatória de etanol na gasolina deve passar de 30% para 32% a partir da próxima quarta-feira (24). O anúncio foi feito pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que informou que a medida será submetida à aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Segundo o governo federal, a mudança vai ajudar a reduzir o preço da gasolina para o consumidor, além de diminuir a emissão de poluentes e fortalecer a cadeia produtiva de biocombustíveis no país. A expectativa é que o aumento da participação do etanol elimine a necessidade de importar cerca de 500 milhões de litros de gasolina por mês, tornando o Brasil autossuficiente no abastecimento do combustível. A medida integra a política de incentivo aos combustíveis renováveis prevista na Lei do Combustível do Futuro. Em 2025, o percentual de etanol na gasolina já havia sido elevado de 27,5% para 30%. O governo também destaca o avanço da produção de etanol de milho, especialmente no Centro-Oeste. Mato Grosso lidera o setor e responde por cerca de 70% da oferta nacional desse combustível, considerado estratégico para a expansão da nova mistura.
Governo quer elevar mistura de etanol na gasolina para 32%
Governo quer elevar mistura de etanol na gasolina para 32%
Medida será analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética e pode reduzir importações de gasolina e ampliar o uso de biocombustíveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal está analisando uma proposta para aumentar a mistura de etanol anidro na gasolina, elevando o percentual atual de 30% para até 32%. A medida, anunciada pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Lula e representantes do setor, visa fortalecer a participação dos biocombustíveis na matriz energética nacional, reduzir a dependência de gasolina importada e evitar a importação de cerca de 450 milhões de litros de combustível por ano.
- Setores ligados à bioenergia e sucroenergético apoiam a iniciativa, destacando potenciais benefícios como a redução de custos para o consumidor, diminuição das emissões de gases poluentes e estímulo a investimentos na produção agrícola e industrial. A viabilidade técnica da mudança, sem comprometer o desempenho dos veículos, já foi atestada por testes anteriores. A proposta será agora encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para avaliação e, se aprovada, representará mais um passo na estratégia brasileira de ampliação do uso de energias renováveis.
Foto: Ricardo Stuckert/PR
O governo federal deve analisar nos próximos dias uma proposta para aumentar a quantidade de etanol anidro misturada à gasolina vendida no Brasil. A medida prevê elevar o percentual atual de 30% para até 32%, ampliando a participação dos biocombustíveis na matriz energética nacional. O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, representantes do setor sucroenergético e lideranças empresariais em Brasília. Segundo o governo, a proposta integra a política de fortalecimento dos combustíveis renováveis e busca reduzir a dependência de gasolina importada. A estimativa é que a mudança possa evitar a importação de cerca de 450 milhões de litros de combustível por ano. Representantes do setor afirmam que o aumento da mistura pode contribuir para reduzir os custos ao consumidor, já que o etanol tem apresentado preço inferior ao da gasolina em diversas regiões do país. Além disso, defendem que a medida ajudará a reduzir as emissões de gases poluentes e estimulará investimentos na produção agrícola e industrial. A proposta também recebeu respaldo de entidades ligadas à bioenergia, que afirmam existir capacidade produtiva para atender ao aumento da demanda por etanol. A expectativa do setor é de crescimento da produção nacional nos próximos anos, impulsionado por investimentos e pela expansão do mercado de combustíveis renováveis. Outro ponto destacado durante as discussões foi a viabilidade técnica da mudança. Segundo representantes da indústria, testes realizados anteriormente indicaram que a elevação da mistura não compromete o desempenho dos veículos atualmente em circulação. A proposta será encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), responsável por avaliar a medida. Caso seja aprovada, a nova composição poderá representar mais um passo na estratégia brasileira de ampliar o uso de energias renováveis e reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
Governo prepara crédito para motoboys comprarem motos
Governo prepara crédito para motoboys comprarem motos
Programa deve oferecer até R$ 20 mil por trabalhador, com juros de 12,6% ao ano.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal está preparando uma linha de crédito de R$ 4 bilhões para financiar a compra de motocicletas por entregadores de aplicativos, com limite de R$ 20 mil por trabalhador e juros de 12,6% ao ano. A medida visa facilitar o acesso ao crédito, incluindo a possibilidade de eliminar a exigência de entrada, e seguirá modelo semelhante ao adotado para motoristas de aplicativo.
- A proposta, batizada de Move Motos, integra um pacote de crédito lançado pelo governo para diferentes categorias profissionais e visa atender aos cerca de 485 mil trabalhadores de aplicativos de entrega no Brasil
Foto: Reprodução - PR
O governo federal prepara uma nova linha de crédito para financiar a compra de motocicletas por entregadores de aplicativos. A expectativa é disponibilizar cerca de R$ 4 bilhões em financiamentos, com limite de aproximadamente R$ 20 mil por trabalhador. A proposta prevê juros próximos de 12,6% ao ano e garantia do Fundo de Garantia de Operações (FGO). O governo também avalia medidas para facilitar o acesso ao crédito, incluindo a possibilidade de eliminar a exigência de entrada. As regras devem seguir modelo semelhante ao já adotado para motoristas de aplicativo, com a elegibilidade dos trabalhadores sendo validada pelas próprias plataformas. Batizado de Move Motos, o programa integra um pacote de crédito lançado pelo governo para diferentes categorias profissionais. Segundo o IBGE, o Brasil tinha cerca de 485 mil trabalhadores de aplicativos de entrega em 2024.
Ivana Bastos cobra investimentos da Coelba para o agronegócio no Oeste baiano
Ivana Bastos cobra investimentos da Coelba para o agronegócio no Oeste baiano
Presidente da Alba afirma que deficiência no fornecimento de energia tem afastado investimentos e defende melhorias na infraestrutura elétrica da região.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos, cobrou da Neoenergia Coelba mais investimentos na infraestrutura elétrica do estado, especialmente na região Oeste, considerada uma das principais fronteiras do agronegócio brasileiro.
- Segundo Ivana Bastos, a empresa deve aplicar os recursos para solucionar os problemas enfrentados por produtores e investidores, eliminando entraves que limitam a expansão econômica e o desenvolvimento do agronegócio no Oeste da Bahia.
Foto: Vaner Casaes | Alba
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Ivana Bastos (PSD), cobrou da Neoenergia Coelba mais investimentos na infraestrutura elétrica do estado, especialmente na região Oeste, considerada uma das principais fronteiras do agronegócio brasileiro. A declaração foi feita nesta segunda-feira (8), durante visita à Bahia Farm Show. Ao comentar o anúncio da distribuidora de energia de investir R$ 25 bilhões na Bahia até 2031, a deputada afirmou esperar que os recursos sejam efetivamente aplicados para solucionar os problemas enfrentados por produtores e investidores. “Eu espero que esse investimento chegue para valer, porque a gente tem um grande gargalo, uma grande dificuldade nesse estado com a Coelba. A Coelba tem dificultado investimentos; pessoas que querem investir nesse estado pensam duas vezes por causa da Coelba”, declarou. Segundo Ivana Bastos, embora a empresa tenha realizado investimentos na região, grande parte dos recursos tem sido direcionada para atender demandas já acumuladas ao longo dos anos. Para a parlamentar, a estrutura atual ainda está distante das necessidades do setor produtivo. “Está muito longe para chegar onde realmente a região precisa, mas é um bom passo, é motivo de começar, acreditar e de alegria”, acrescentou. A expectativa é que os novos investimentos contribuam para ampliar a capacidade energética e eliminar entraves que, segundo lideranças do setor, limitam a expansão econômica e o desenvolvimento do agronegócio no Oeste da Bahia.
Jerônimo critica ataques ao Pix durante evento em Ipirá
Jerônimo critica ataques ao Pix durante evento em Ipirá
Durante agenda do PGP 2026 em Ipirá, governador afirmou que medidas anunciadas pelos Estados Unidos têm motivações políticas e econômicas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), criticou veementemente as recentes ações dos Estados Unidos contra o Brasil, associando-as à atuação de integrantes da oposição brasileira no exterior. Durante um evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026 em Ipirá, o governador afirmou que setores da oposição estariam pressionando o país em disputas políticas e econômicas, mencionando a interlocução de parlamentares, como o senador Flávio Bolsonaro, com autoridades norte-americanas para incentivar iniciativas contrárias aos interesses nacionais.
- Rodrigues também abordou as discussões em torno do sistema de pagamentos Pix, sugerindo que as controvérsias econômicas possuem motivações que vão além da política, alcançando interesses financeiros de setores afetados por inovações tecnológicas. Em sua fala, o petista defendeu o investimento em educação como ferramenta para fortalecer a capacidade crítica da população e a participação cidadã, ressaltando a importância de uma sociedade mais informada para avaliar cenários políticos e econômicos, em meio ao acirramento das relações entre Brasil e EUA.
Foto: Divulgação
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), criticou neste sábado (5) as recentes medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil e associou as ações à atuação de integrantes da oposição brasileira no exterior. As declarações foram feitas durante um evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026, realizado no município de Ipirá, na Bacia do Jacuípe. Ao comentar as discussões envolvendo possíveis sanções econômicas e questionamentos ao sistema de pagamentos Pix, o governador afirmou que setores da oposição estariam contribuindo para pressionar o país em disputas de caráter político e econômico. Sem citar diretamente medidas específicas, Jerônimo criticou a atuação de parlamentares brasileiros que mantêm interlocução com autoridades norte-americanas. Segundo ele, há grupos políticos que tentam transformar divergências ideológicas em ações que podem prejudicar o Brasil. Durante o discurso, o governador mencionou o senador Flávio Bolsonaro e afirmou que opositores estariam incentivando iniciativas contrárias aos interesses nacionais. O petista também fez referências às recentes discussões envolvendo o Pix, sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central e amplamente utilizado pela população brasileira. Jerônimo argumentou que as disputas em torno de temas econômicos não possuem apenas motivação política, mas também interesses financeiros. Segundo ele, setores afetados por mudanças tecnológicas e novos modelos de transações digitais buscam preservar espaços de mercado diante da popularização de ferramentas como o Pix. O governador ainda defendeu investimentos em educação como instrumento para ampliar a capacidade crítica da população e fortalecer a participação cidadã. Em sua fala, afirmou que uma sociedade mais informada possui melhores condições de avaliar cenários políticos e econômicos. As declarações ocorreram durante mais uma etapa do Programa de Governo Participativo, iniciativa utilizada pelo grupo político para ouvir demandas regionais e discutir propostas para o futuro da Bahia. O evento reuniu lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e moradores de diversos municípios da região. O debate sobre as relações entre Brasil e Estados Unidos ganhou força nos últimos dias após manifestações de autoridades brasileiras e norte-americanas sobre temas econômicos, comerciais e financeiros, ampliando a repercussão política do assunto em diferentes esferas do país.
Brasil ameaça usar Lei da Reciprocidade contra tarifa de Trump
Brasil ameaça usar Lei da Reciprocidade contra tarifa de Trump
Governo reage à proposta dos EUA de impor sobretaxa a produtos brasileiros e classifica medida como protecionista e injusta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro afirmou nesta quarta-feira (3) que pode recorrer à Lei da Reciprocidade para responder à proposta dos EUA de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos importados do Brasil. A medida foi anunciada após uma investigação que apontou falhas de 59 países, incluindo o Brasil, no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
- O governo brasileiro rejeitou as conclusões da investigação e classificou a iniciativa como uma medida protecionista unilateral. Além disso, destacou que o país já possui legislação para barrar e confiscar mercadorias produzidas sob condições irregulares.
- A diplomacia brasileira segue em busca de uma solução negociada com Washington para evitar a aplicação das tarifas e proteger a economia, os empregos e a renda dos brasileiros.
Foto: Reprodução
O governo brasileiro afirmou nesta quarta-feira (3) que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade para responder à proposta dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos importados do Brasil. A medida foi anunciada após uma investigação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que apontou falhas de 59 países, incluindo o Brasil, no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o governo manifestou “profunda discordância” em relação às conclusões do órgão norte-americano e classificou a iniciativa como uma medida protecionista unilateral. “O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro”, informou o comunicado. O governo também destacou que o país é reconhecido internacionalmente pelo combate ao trabalho escravo e forçado, citando avaliações da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Segundo a nota, a legislação brasileira já permite barrar e confiscar mercadorias produzidas sob condições irregulares. Apesar da reação firme, a diplomacia brasileira mantém a busca por uma solução negociada. Integrantes do Itamaraty defendem o diálogo com Washington para evitar a aplicação das tarifas e reduzir impactos sobre a economia, os empregos e a renda dos brasileiros. A Lei da Reciprocidade autoriza o Brasil a adotar medidas equivalentes contra países que imponham barreiras comerciais consideradas injustificadas, permitindo responder a sanções ou restrições com ações semelhantes.
























