Varejo da Bahia deve faturar R$ 15,2 bilhões no Dia das Mães
Setores básicos puxam alta, enquanto segmentos dependentes de crédito devem recuar.
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Foto: Reprodução
O varejo baiano deve faturar R$ 15,2 bilhões em maio, impulsionado pelo Dia das Mães, principal data do comércio no primeiro semestre. A projeção é da Fecomércio-BA. O valor representa crescimento real de 4% em relação ao mesmo período do ano passado.Entre os segmentos analisados, o destaque fica para os setores de consumo básico, menos dependentes de crédito. Farmácias e perfumarias devem crescer 8%, enquanto supermercados têm previsão de alta de 4%. O grupo de “outras atividades”, que inclui joalherias, chocolates e artigos esportivos, também deve avançar, com expectativa de crescimento na casa de 8%.Por outro lado, setores mais sensíveis aos juros tendem a recuar. É o caso de móveis e decoração, com queda estimada de 9%, vestuário e calçados (-5%) e eletrodomésticos (-4%). Segundo a entidade, o cenário de juros elevados continua pressionando o consumo de bens de maior valor.Ainda assim, a expectativa é de resultado positivo no mês, sustentado pelo aumento da renda dos trabalhadores e pelo aquecimento do mercado de trabalho.
Mais de 5 mil postos são fiscalizados por alta de combustíveis
Mais de 3,5 mil notificações foram emitidas; multas podem chegar a R$ 14 milhões
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Uma força-tarefa nacional já fiscalizou 5.358 postos de combustíveis e 322 distribuidoras em todo o país desde o dia 9 de março. A ação busca coibir aumentos abusivos de preços após o início da guerra no Oriente Médio. As operações envolvem órgãos federais e estaduais, como a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Procons.Até o momento, foram emitidas mais de 3,5 mil notificações. Após análise, os casos podem resultar em multas de até R$ 14 milhões, conforme o Código de Defesa do Consumidor. A ANP também autuou 85 postos e 19 distribuidoras por irregularidades. Em 16 casos, há indícios de formação de preço abusivo por parte de distribuidoras, com multas que podem chegar a R$ 500 milhões.As fiscalizações se somam a outras medidas adotadas pelo governo federal, como a redução de impostos sobre o diesel e a criação de subsídios para conter os impactos da alta nos preços. As ações seguem em andamento em todo o país.
Receita desmente imposto sobre transferências via Pix
Órgão afirma que não existe imposto sobre o Pix e que mensagens nas redes sociais têm caráter alarmista e enganoso.
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Foto: Marcello Casal jr | Agência Brasil
A Receita Federal voltou a desmentir, nesta quarta-feira (14), informações falsas que circulam nas redes sociais sobre um suposto monitoramento de transações via Pix para fins de cobrança de impostos. Em nota oficial, o órgão reforçou que não existe tributação sobre o Pix e que qualquer tipo de fiscalização com esse objetivo é proibida pela Constituição Federal. Segundo o Fisco, são completamente inverídicas as mensagens que falam em “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências”. O órgão explica que o Pix é apenas um meio de pagamento, assim como o dinheiro em espécie, o cartão de débito ou de crédito, e que sua utilização não gera, por si só, qualquer obrigação tributária.Os boatos utilizam de forma distorcida a Instrução Normativa nº 2.278, publicada em agosto do ano passado, sugerindo que a regra permitiria o rastreamento de transações individuais de cidadãos. A Receita esclarece que a norma apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já exigidas dos bancos tradicionais, dentro das políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e à ocultação de bens. De acordo com o órgão, não há acesso a valores específicos de transações, nem à origem, destino ou natureza dos gastos realizados pelos usuários do sistema de pagamentos instantâneos. As informações são tratadas de forma agregada e institucional, sem individualização.As notícias falsas voltaram a ganhar força nas últimas horas após a divulgação de vídeos pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), nos quais ele afirma que o governo retomaria o monitoramento do Pix. Há cerca de duas semanas, a Receita já havia publicado outro alerta rebatendo boatos semelhantes. Em nota, o Fisco afirmou que esse tipo de conteúdo tem como objetivo induzir a população ao erro, provocar insegurança financeira e comprometer a credibilidade de um dos principais meios de pagamento do país. O órgão também alertou que a disseminação dessas mensagens favorece interesses do crime organizado e de grupos que lucram com a monetização e o engajamento gerado por informações falsas nas redes sociais.
Novo salário-mínimo de R$1.621 entra em vigor em janeiro de 2026
Reajuste de 6,8% foi publicado no Diário Oficial e deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia.
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O salário-mínimo no Brasil será de R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026. O novo valor foi oficializado nesta quarta-feira (24), com a publicação do reajuste pelo governo federal no Diário Oficial da União (DOU). O aumento representa uma correção de 6,8% em relação ao piso atual, o equivalente a pouco mais de R$ 100. O percentual ficou acima da última estimativa de inflação divulgada pelo Banco Central para este ano, de 4,33%.O salário-mínimo corresponde à menor remuneração que pode ser paga a um trabalhador formal no país. Pela Constituição Federal, o valor deve ser suficiente para atender às necessidades vitais básicas do trabalhador e de sua família, como moradia, alimentação, saúde, lazer, higiene e transporte. Apesar do reajuste, estudos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o valor necessário para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.067,18, mais de quatro vezes o novo piso nacional previsto para 2026.Segundo o Dieese, cerca de 62 milhões de brasileiros têm rendimentos atrelados ao salário-mínimo. A elevação para R$ 1.621 deve injetar aproximadamente R$ 81,7 bilhões na economia brasileira.
PIB da Bahia cresce 2,2% no 3º trimestre de 2025
Estado registra alta de 2,2% no terceiro trimestre, com avanço em todos os setores e desempenho destacado da agropecuária.
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O Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia cresceu 2,2% no terceiro trimestre de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Na comparação com o segundo trimestre, com ajuste sazonal, houve aumento de 0,4%. No acumulado de janeiro a setembro, o avanço chega a 2,7%. No terceiro trimestre, o PIB baiano totalizou R$ 130,76 bilhões, sendo R$ 116,5 bilhões de Valor Adicionado (VA) e R$ 14,2 bilhões de impostos. Por setor, a agropecuária gerou VA de R$ 13,1 bilhões, a indústria R$ 28,2 bilhões e os serviços R$ 75,17 bilhões.De janeiro a setembro, o PIB corrente soma R$ 407 bilhões, com R$ 362,8 bilhões em Valor Adicionado e R$ 44,2 bilhões em impostos. No período, a agropecuária acumulou R$ 48,1 bilhões, a indústria R$ 86,9 bilhões e os serviços R$ 227,8 bilhões em VA. Na comparação anual, o crescimento de 2,2% no trimestre reflete avanços de 12,4% na agropecuária, impulsionada por lavouras de cereais, algodão, culturas permanentes e pela pecuária. A indústria subiu 0,9%, com alta na transformação (+1,6%), na construção (+0,2%) e na extração mineral (+21,3%). Energia, gás e água tiveram queda de 3,6%.O setor de serviços avançou 0,9%, com resultados positivos no comércio (+2,2%), nas atividades imobiliárias (+2,4%) e em outros serviços (+1,1%). Administração pública (-0,7%) e transportes (-0,4%) registraram retração. No acumulado do ano, a agropecuária cresce 10%, a indústria 3% — com destaque para a transformação (+3,3%), construção (+2,6%) e extração (+7,3%) — e os serviços avançam 1,2%, puxados pelo comércio (+0,8%), atividades imobiliárias (+2,3%) e outros serviços (+2,3%).
Lula anuncia isenção do IR para salários até R$ 5 mil
Medida aprovada pelo Congresso beneficia mais de 15 milhões de contribuintes e será compensada com taxação de altas rendas.
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Foto: Adriano Machado | Reuters
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, em pronunciamento em rede nacional na noite deste domingo (30), que a nova política de Imposto de Renda vai injetar R$ 28 bilhões na economia em 2026 e corrigir “distorções históricas” na carga tributária. A lei, aprovada pelo Congresso nesta semana, isenta quem ganha até R$ 5 mil mensais e reduz a alíquota para salários entre R$ 5 mil e R$ 7.350. A regra passa a valer em janeiro de 2026. Segundo o governo, mais de 15 milhões de contribuintes serão beneficiados. Lula declarou que “o Brasil mudou nesta última semana” e afirmou que a medida representa o fim de “privilégios de uma pequena elite financeira”, substituídos, segundo ele, por “uma conquista para a maioria do povo brasileiro”.O presidente destacou o impacto econômico direto da mudança. De acordo com cálculos da Receita Federal, o alívio no imposto deve ampliar o consumo e aquecer setores como comércio, indústria, serviços e empreendedorismo. “Esse dinheiro extra nas mãos do povo brasileiro deve injetar R$ 28 bilhões na economia”, afirmou. Lula disse que a nova política tributária só foi possível após a aprovação da taxação das altas rendas. Segundo ele, a compensação não ocorrerá por meio de cortes em áreas como educação ou saúde, mas pela cobrança sobre os “super-ricos”, com ganhos superiores a R$ 1 milhão por ano.O presidente classificou o atual modelo como “inaceitável” e afirmou que ele aprofunda desigualdades. Lula citou que trabalhadores assalariados chegam a pagar 27,5% de Imposto de Renda, enquanto quem vive de rendimentos paga, em média, 2,5%. Ele criticou o acúmulo de riqueza sem tributação adequada. “Era preciso mudar, e nós estamos mudando”, disse. Lula também citou efeitos no orçamento familiar. Segundo ele, um trabalhador com salário de R$ 4.800 terá economia anual de cerca de R$ 4 mil com a isenção total. O presidente afirmou que dezembro será o último mês com desconto para quem ganha até R$ 5 mil, já que a nova tabela entra em vigor em janeiro de 2026.Ao avaliar o cenário econômico, Lula afirmou que o Brasil voltou a figurar entre as dez maiores economias do mundo. Ele mencionou queda na desigualdade, no desemprego e avanços em políticas sociais. Ainda assim, destacou que o país mantém forte concentração de renda: “O 1% mais rico acumula 63% da riqueza, enquanto a metade mais pobre detém apenas 2%”. O presidente encerrou o discurso afirmando que o governo continuará enfrentando privilégios e ampliando oportunidades. “Seguiremos firmes, combatendo os privilégios de poucos para defender os direitos de muitos”, concluiu.
Setor varejista baiano registra alta em julho e acumula crescimento no ano
Comércio varejista baiano teve alta de 0,8% em julho; redução da inadimplência e setores essenciais impulsionam desempenho, segundo o IBGE.
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Foto: Marcos Oliveira | Arquivo Sudoeste Bahia
As vendas do comércio varejista na Bahia apresentaram crescimento em julho deste ano, segundo dados divulgados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação com junho, a alta foi de 0,8%. Já na comparação com julho de 2024, o avanço chegou a 2,7%. No acumulado de 2025, o setor soma expansão de 0,9%. De acordo com especialistas, o desempenho positivo do varejo reflete, em parte, uma melhora na saúde financeira das famílias baianas, que têm conseguido reduzir seus níveis de inadimplência. Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) indicam que o percentual de famílias com contas em atraso no estado caiu para 23,8% em julho — uma redução em relação tanto a junho quanto ao mesmo período do ano passado. Esse cenário indica que os consumidores têm utilizado o crédito de forma mais consciente, direcionando parte dos recursos para a quitação de dívidas, o que por sua vez facilita o acesso a novas compras e reaquece o comércio. Entre os segmentos que mais contribuíram para o crescimento das vendas em julho, destacam-se: Artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria, com aumento de 13,2% em relação a julho de 2024; Combustíveis e lubrificantes, com alta de 3,8%; e Supermercados, com crescimento de 1,3%. No entanto, ao se considerar o comércio varejista ampliado — que inclui as vendas de veículos e materiais de construção —, o cenário é mais contido. Houve crescimento de 2,2% em relação a junho, mas queda de 1,4% na comparação com julho de 2024. No acumulado de 2025, o setor ampliado apresenta retração de 2,2%.
PIB baiano tem alta de 2,6% no quarto trimestre e fecha 2023 com crescimento
A principal contribuição para a expansão do PIB baiano em 2023 foi do setor agropecuário, o qual registrou crescimento acumulado de 5,2%
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Gov/BA
- O resultado do PIB da Bahia 2023, calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), mostra que a atividade econômica do estado (Produto Interno Bruto) registrou crescimento de 2,6% no quarto trimestre de 2023 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já na comparação com o terceiro trimestre de 2023, quando são eliminadas as influências sazonais – ajuste sazonal – houve alta de 1,1%. No ano de 2023 a economia baiana registrou crescimento de 1,1%. A economia baiana, no acumulado de janeiro a dezembro de 2023, registrou expansão de 1,1% em comparação com o mesmo período de 2022. A principal contribuição para a expansão do PIB baiano em 2023 foi do setor agropecuário, o qual registrou crescimento acumulado de 5,2%. O setor de serviços, que possui o maior peso na estrutura econômica do estado, também contribuiu positivamente para o resultado positivo de 2023 com expansão de 1,9%. Dentre as atividades de serviços, a maior variação foi observada em outros serviços (+6,1%), com destaque para as atividades profissionais e a atividade educação e saúde. Também ganhando participação ao longo da série, as atividades imobiliárias cresceram 2,5% no ano. Já o setor industrial apresentou queda de 1,7% no ano. O resultado negativo se deve às quedas das indústrias de transformação (-2,9%), extrativas (-8,5%) e construção civil (-0,7%); somente o segmento de geração, distribuição e consumo de energia elétrica, gás e água registrou desempenho positivo dentro desse setor (+4,7%). PIB em Valor Corrente - No 4º trimestre de 2023, o PIB baiano totalizou R$ 99,6 bilhões, sendo R$ 83,7 bilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) e R$ 15,9 bilhões aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios. Com relação aos grandes setores econômicos, a Agropecuária apresentou Valor Adicionado de R$ 3,3 bilhões, a Indústria R$ 22,5 bilhões e os Serviços R$ 57,9 bilhões. Para o ano de 2023, os resultados acumulados mostram PIB corrente equivalente a R$ 420,3 bilhões, sendo R$ 368,4 bilhões de Valor Adicionado (VA) e R$ 51,9 bilhões de impostos. Para os setores econômicos, os valores acumulados em 2023 são: Agropecuária (R$ 32,3 bilhões), Indústria (R$ 95,3 bilhões) e Serviços (R$ 240,7 bilhões). 4º Trimestre 2023 / 4º Trimestre 2022 - Quando comparado ao mesmo trimestre de 2022, o PIB da Bahia apresentou resultado positivo de 2,6% no quarto trimestre de 2023. O Valor Adicionado apresentou variação de 2,5% enquanto os impostos cresceram 3,1%. Todos os setores registraram expansão: agropecuária, com taxa positiva de 6,6%, indústria com alta de 5,0% e serviços, com 1,3%. O crescimento do setor agropecuário foi determinado pela expansão na produção de algodão, mandioca, milho e soja; além disso, o segmento da pecuária também contribuiu positivamente para expansão do setor. A expansão de 5,0% do setor industrial foi determinada pela indústria de transformação (+5,5%), da geração, distribuição e consumo de energia elétrica, gás e água (+9,4%) e da indústria extrativa (+2,4%). Enquanto a construção civil teve uma queda de 0,2%. Apesar de não ter apresentado o mesmo desempenho dos demais setores em 2023, serviços também fechou o ano com saldo positivo (+1,3%). Enquanto as atividades outros serviços (+5,1%); comércio (+0,6%) e imobiliárias (+2,6%) cresceram de janeiro a dezembro, a administração pública – importante atividade para a economia baiana – e transportes exibiram resultados negativos com -1,9% e -2,6%, respectivamente.
Presidente da Fecomércio-BA estima que Carnaval deve movimentar R$ 4 bi na economia do estado
Segundo Kelsor Fernandes, a folia já tem animado o empresário, que, com as elevadas expectativas para o movimento financeiro, devem passar a investir mais e consequentemente gerar emprego
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Foto: Fernanda Vilas Boas
- O Carnaval ainda não começou oficialmente, mas já tem movimentado a economia do estado. Em entrevista à Rádio Metropole, de Salvador, nesta segunda-feira (5), o presidente da Fecomércio-BA (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia), Kelsor Fernandes, revelou que a expectativa é que a folia movimente um total de R$ 4 bilhões na Bahia. “Nossos estudos nos mostram que deveremos ter impacto financeiro em torno de R$ 4 bilhões neste Carnaval. Estamos com a cidade já cheia de turistas, Carnaval super organizado. Isso deve impactar no setor do comércio algo em torno de R$ 1,2 bilhão em movimento financeiro, em compras. E o setor de turismo que deve ser essa ano surpreendente o movimento. Segundo cálculos nossos, da CNC [Confederação Nacional do Comércio], deve movimentar algo em torno de R$ 2,7 bilhões”, afirmou. Para Kelsor, este deve ser melhor Carnaval dos últimos anos, já com todos os resquícios da pandemia superados. “Não tem nada que nos impeça de fazer o melhor Carnaval do Brasil. E esse ano, com certeza, dada a expectativa do nosso público, é o primeiro grande Carnaval após a pandemia e nosso estado está pronto para fazer o melhor Carnaval”, avaliou. O presidente da Fecomércio-BA explicou ainda que além do impacto direto, que corresponde aos gastos com alimentação, transporte e hospedagem relacionadas ao movimento da festa, o Carnaval ainda traz um impacto indireto, que é aquele estimulado por esses gastos. “As pessoas que compram estão gerando emprego e renda para outras pessoas. Imagine quantas pessoas serão beneficiadas com um movimento desse de R$ 4 bilhões”, esclareceu. Ainda para Kelsor, a folia tem animado o empresário, que, com as elevadas expectativas para o movimento financeiro, deve passar a investir e consequentemente gerar emprego. “Quando estamos em um movimento como agora, esse Carnaval prometendo como está prometendo, pesquisas mostrando, o público vindo à Bahia, somos hoje o segundo estado em turismo no Brasil, naturalmente o empresário vai estar animado, com isso ele planeja, ele busca melhorar”, disse.
Brasil salta duas posições e se torna a nona economia do mundo em 2023
FMI calcula em US$ 2,13 trilhões PIB nominal do país neste ano
Por: Wellton Máximo
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Com previsão de crescimento de 3,1% no Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, o Brasil saltará duas posições e se tornará a nona economia do mundo em 2023, divulgou nesta terça-feira (19) o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo a instituição, o país deverá encerrar o ano com PIB nominal de US$ 2,13 trilhões, ultrapassando o Canadá, com PIB estimado em US$ 2,12 trilhões. No ano passado, o Brasil estava na 11ª posição. Segundo o FMI, até 2026, o Brasil pode subir uma posição e tornar-se a oitava maior economia do planeta, com PIB estimado em US$ 2,476 trilhões. As estimativas foram divulgadas com base no relatório Perspectiva Econômica Mundial, lançado em outubro. Na ocasião, o FMI estimou crescimento de 3,1% para o PIB brasileiro neste ano, contra estimativa de 2,1% no relatório anterior. Segundo o FMI, os Estados Unidos, a China e Alemanha continuaram sendo as maiores economias do mundo neste ano. O órgão projeta que a economia global desacelerará neste ano, crescendo 3%, contra 3,5% em 2022. Para 2024, o FMI estima expansão global de 2,9%. Para o Brasil, o FMI projeta crescimento de 1,5% no próximo ano. A projeção é mais baixa que a da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que prevê expansão de 1,8% para a economia brasileira em 2024. O Ministério da Fazenda projeta crescimento de 2,2%. Confira o ranking das dez maiores economias do mundo em 2023, segundo projeção do FMI: 1. Estados Unidos – US$ 26,95 trilhões; 2. China – US$ 17,7 trilhões; 3- Alemanha – US$ 4,43 trilhões; 4. Japão – US$ 4,23 trilhões; 5. Índia – US$ 3,73 trilhões; 6. Reino Unido – US$ 3,33 trilhões; 7. França – US$ 3,05 trilhões; 8. Itália – US$ 2,19 trilhões; 9. Brasil – US$ 2,13 trilhões; 10. Canadá – US$ 2,12 trilhões. Fonte: Fundo Monetário Internacional. Repercussões - Na rede social X (antigo Twitter), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou o resultado com uma brincadeira: "Vocês não sabem o trabalho que dá para ter tanta sorte...", escreveu. O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, também celebrou a divulgação do FMI afirmando, em suas redes sociais, que o Brasil está "de volta ao top 10".
Pagamento do 13° deve gerar circulação de R$291 bilhões na economia brasileira
Segundo levantamento do Dieese, deve ser injetado um valor próximo a 2,7% do PIB
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O pagamento do 13º salário deverá gerar uma circulação de um montante de R$291 bilhões na economia brasileira. O levantamento foi feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e foi divulgado nesta quinta-feira (9). A quantia, simboliza 2,7% do Produto Interno Bruto do Brasil (PIB), e deve ser paga para 87,7 milhões de pessoas. A média de cada 13º recebido será de R$3.057,00, sendo que a maior média é destinada aos trabalhadores do setor de serviços (R$4.460). O valor total é dividido majoritariamente para os trabalhadores formais, que recebem 69% do montante, o que significa R$201,6 bilhões. Os aposentados e pensionistas representam demais 31% desta parcela, ou seja, R$89,8 bilhões.
Com foco em pautas econômicas, Congresso retoma trabalhos após recesso
A previsão é que, com a prioridade a pautas econômicas, os parlamentares acabem emperrando projetos como a PL das Fake News e o PL do Marco Temporal
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- O Congresso Nacional retorna do recesso parlamentar na próxima terça-feira (1º) com foco nas pautas econômicas do governo Lula (PT) e pendências em 14 medidas provisórias. Entre as matérias que estão aguardando análise dos parlamentares estão a reforma tributária, novo marco fiscal e voto de qualidade do governo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), além das medidas provisórias pendentes. O governo tem articulado alianças para aumentar a vantagem nas aprovações dos projetos de interesse do Executivo. Na última semana antes do recesso, a Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Tributária. O texto agora aguarda análise do Senado, que deve ser feita em agosto. O marco fiscal, chamado de arcabouço, também deve ser aprovado pelos deputados neste primeiro mês após o recesso. O texto sofreu alterações pelos senadores, por isso ainda deve ser analisado pelos deputados. O atraso fez com que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) fosse adiada. A previsão é que o foco nas pautas econômicas acabe emperrando a PL das Fake News e o PL do Marco Temporal. Entre as MPs, os destaques estão na matéria que reajusta o valor do salário mínimo e naquela que determina reajuste na remuneração de servidores e empregados do Poder Executivo. Há ainda a que regulamenta apostas esportivas e a que cria o Desenrola, programa de renegociação de dívidas idealizado pelo governo federal.
Dólar tem queda acelerada pelo segundo dia e fica abaixo de R$ 5
A moeda já havia caído 1,17% nesta terça-feira (11), fechando em R$ 5,0067, menor valor nos últimos dez meses
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- O mercado financeiro presencia mais uma queda acelerada do dólar comercial que, nesta quarta-feira (12), chegou a atingir R$ 4,9171 na mínima do dia. O valor continua flutuando ao longo da tarde, mas se mantém abaixo de R$ 5. A moeda começou a operar em queda nesta terça (11), quando caiu 1,17% e fechou em R$ 5,0067, menor cotação do orçamento de fechamento registrado nos últimos dez meses. A expectativa é que a baixa de preços resulte também na diminuição das taxas de juros tanto nos Estados Unidos, quanto no Brasil, um dos países que em razão deste cenário devem ser favorecidos no quesito de investimentos.
Petrobras anuncia redução do preço do diesel para distribuidoras
Segundo a estatal, o novo valor entrará em vigor a partir desta quinta-feira (23)
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Petrobras divulgou, nesta quarta-feira (22), que diminuirá o preço do diesel e que ele passará de R$ 4,02 para R$ 3,84 por litro, ou seja, sofrerá uma redução de R$ 0,18, equivalente a 4,47%. Segundo a estatal, a decisão entrará em vigor nesta quinta (23). Esta é a primeira alteração feita nos preços desde o dia 28 de fevereiro. De acordo com a empresa, a redução foi motivada por conta da a necessidade de realizar a "manutenção da competitividade dos preços da Petrobras", assim como incentivar a "participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino". "Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia destaca que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”, acrescentou a estatal, em nota.
Saques de dinheiro esquecido somam R$ 301 milhões, indica BC
O valor representa 5% dos R$ 6 bilhões disponíveis para resgate do programa, que foi relançado no dia 7 de março
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- Os saques do dinheiro esquecido pelos brasileiros em instituições financeiras nas consultas do Sistema de Valor a Receber (SVR), do Banco Central, somam R$ 301 milhões. O valor representa 5% dos R$ 6 bilhões disponíveis para resgate do programa, que foi relançado no dia 7 de março. 4,3 mil solicitações de pessoas físicas e empresas foram feitas para a devolução de quantias deixadas em bancos, de acordo com o último balanço do BC. O maior valor sacado por pessoa física foi de R$ 749,5 mil; e por pessoa jurídica, R$ 252,3 mil. A maioria das pessoas, no entanto, tem menos de R$ 10 a receber. Também foram feitas 1,3 milhão de consultas de dados de pessoas falecidas, por herdeiros e testamentários. Para avaliar se há valores a receber em instituições bancárias, basta acessar o site https://valoresareceber.bcb.gov.br, do Banco Central, e clicar em "Consulte se tem valores a receber". Insira os dados e clique em "Consultar".
Governo tenta evitar crise de crédito em meio a cenário de juros altos, diz nº 2 da Fazenda
O foco, segundo secretário, será o Desenrola, programa de renegociação de dívidas para pessoa física
Por: Adriana Fernandes e Anna Carolina Papp
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- Número 2 do Ministério da Fazenda, o secretário executivo Gabriel Galípolo afirma que a equipe econômica vai atuar para tentar evitar uma crise de crédito no País e dinamizar a economia para garantir o crescimento. A possibilidade de uma forte desaceleração do mercado de crédito num cenário de juros altos entrou no radar e ameaça o crescimento da economia brasileira em 2023. A crise das Lojas Americanas e a sinalização dos bancos de colocar um pé no freio na oferta de crédito reforçaram a preocupação dos empresários e dos agentes do mercado financeiro. Ao Estadão o secretário acenou que o governo pode lançar mão de medidas compensatórias que garantam liquidez às empresas caso seja necessário. "O governo e a equipe econômica estão totalmente focados em evitar uma crise de crédito no País", disse. Segundo ele, o ministério tem monitorado diariamente o quadro junto ao setor empresarial e financeiro para se antecipar. Galípolo adiantou que dados da arrecadação da Receita Federal parciais de fevereiro são muito positivos e mostram recuperação da receita previdenciária com reação positiva da atividade. O foco agora será o programa de renegociação de dívidas para pessoa física, o Desenrola. Galípolo antecipa que a medida também vai atender devedores com renda superior a dois salários mínimos. Hoje, o País tem 70 milhões negativados, o que ele avaliou como "uma situação muito grave" e que "demanda uma ação rápida". Os anúncios nos últimos dias, de reajuste do salário mínimo, correção da tabela do Imposto de Renda e o novo Minha Casa Minha Vida fazem parte dessa estratégia de combater a piora do crédito e evitar uma recessão econômica.
Nem o pão com ovo escapa da inflação
Em 2022, os preços do tradicional pão francês acumularam alta de 18,03%, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)
Por: Leonardo Vieceli
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Nem os lanches mais simples escaparam da inflação dos alimentos no Brasil. É o caso do pão com ovo, um sanduíche que muitas vezes salva quem tem pouca criatividade na cozinha ou anda com o orçamento apertado. Em 2022, os preços do tradicional pão francês acumularam alta de 18,03%, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Trata-se da maior inflação em 14 anos, ou desde 2008 (19,35%). O ovo de galinha, por sua vez, subiu 18,45% em 2022. É o avanço mais intenso em sete anos, desde 2015 (18,55%). No caso do pão francês, economistas dizem que a principal pressão sobre os preços veio da guerra envolvendo Rússia e Ucrânia. Após o início do conflito, em fevereiro de 2022, houve um salto nas cotações do trigo, insumo usado para a produção de alimentos nas padarias. Rússia e Ucrânia estão entre os principais países produtores do cereal. O Brasil é dependente de importações de trigo. As cotações até mostraram trégua recentemente, mas o movimento foi incapaz de impedir o impacto sobre o bolso do consumidor. "A raiz dessa alta está na Guerra da Ucrânia", afirma o pesquisador Felippe Serigati, do centro de estudos FGV Agro. Na capital paulista, o quilo do pão francês custou em média R$ 16,21 em dezembro de 2022, o equivalente a uma alta de 18,58% ante dezembro de 2021 (R$ 13,67). Os dados são de uma pesquisa da cesta básica realizada pelo Procon-SP em convênio com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Já a dúzia de ovos brancos custou R$ 10,63 para os paulistanos, em média, em dezembro de 2022. O valor está 28,69% acima do registrado um ano antes (R$ 8,26), conforme a mesma pesquisa do Procon-SP. O economista Rodolfo Coelho Prates, professor da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), avalia que os ovos ficaram mais caros devido a uma combinação entre aumento nos custos de produção e demanda aquecida. Nesse sentido, Prates destaca que a valorização da soja e do milho na pandemia pressionou os preços da ração usada na alimentação das galinhas. Além disso, diz, houve uma pressão de demanda porque os ovos representam uma fonte de proteínas mais barata na comparação com a carne, que segue em um patamar elevado de preços, apesar dos recentes sinais de trégua. "São as duas coisas. A população sofreu um processo de empobrecimento e substituiu proteínas, e o setor de frangos, galinhas, depende muito da ração", indica Prates. A carestia dos ovos não é uma exclusividade brasileira. Nos Estados Unidos, os preços também subiram, mas por um motivo diferente: a gripe aviária. A doença provocou a morte de aves poedeiras, gerando escassez de ovos. Com a oferta restrita, houve uma pressão sobre a inflação dos produtos. "Está faltando ovo porque lá o pessoal está tendo de abater os animais", diz Serigati. Na Europa, além da gripe aviária, a alta dos custos de grãos e da energia também afetam a produção neste momento. "Os ovos estão caros no mundo", ressalta o pesquisador. Cenário para 2023 Serigati avalia que, após a forte alta no ano passado, não há mais tanto espaço para aumentos expressivos no início de 2023 no Brasil. A análise está ancorada na trégua dos preços ao longo da cadeia produtiva no começo deste ano. O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) indicou que as cotações dos ovos caíram em praças produtoras na segunda semana de janeiro com uma procura menor. O movimento ocorreu após o registro em 2022 de recordes reais (descontada a inflação) na série histórica da instituição, iniciada em 2013. "Não tem tanto motivo para continuar acelerando no começo do ano, mas ao longo dos próximos meses pode acontecer alguma turbulência", pondera Serigati. Prates vê os preços dos ovos ainda pressionados. No caso dos pães, ele avalia que o cenário de trégua está mais claro, diante do alívio das cotações do trigo nos últimos meses. "O trigo é o principal fator, embora também tenha os custos do trabalho, da energia necessária para a produção. Em um cenário sem um aumento nos outros fatores, a gente pode esperar alguma diminuição nos preços", projeta o professor.
Endividamento das famílias atinge maior nível em 12 anos, diz entidade
Percentual de endividados no país está há 11 meses em alta
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O percentual de famílias brasileiras com dívidas em atraso ou não chegou a 74,6% em outubro deste ano, maior patamar da série da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), iniciada em janeiro de 2010. Antes de julho deste ano, a parcela nunca havia superado a marca dos 70%. O percentual de endividados no país, que está há 11 meses em alta, supera o número.Os dados foram divulgados nesta segunda (29) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em setembro deste ano, o índice havia ficado em 74%. Já em outubro do ano passado, os inadimplentes eram 66,5% das famílias.
Bolsas internacionais e petróleo despencam após nova variante de Covid-19
Países europeus, como Reino Unido, Itália e Alemanha, já adotaram medidas e fecharam suas fronteiras
Por: Maria Clara Andrade
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- As principais bolsas internacionais e mercados futuros operam com quedas expressivas nesta sexta-feira (26) após o anúncio de uma nova variante do coronavírus, detectada na África do Sul. Segundo informações da France Presse, a Bolsa de Paris abriu com queda de 4,02%, a de Londres recuava 2,93% e Frankfurt mais de 3%. Em Londres, o preço do barril de petróleo WTI operava em queda de 5%. Na Ásia, os mercados refletiram a tendência e Tóquio fechou em baixa queda de 2,53%. Na China, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve queda de 0,74%, enquanto o índice de Xangai caiu 0,56%. As ações das companhias aéreas lideram nesta sexta-feira (26) a queda generalizada nos mercados depois da suspensão pela União Europeia de voos da África do Sul por causa de receios com a nova variante do coronavírus. A nova depa da Covid-19, identificada como B.1.1.529, foi detectada na África do Sul e parece ser muito contagiosa, segundo os cientistas, que ainda não sabem se as vacinas que são aplicadas são eficazes contra esta mutação do vírus. Vários países europeus, como Reino Unido, Itália e Alemanha, adotaram medidas e fecharam as fronteiras para viajantes procedentes de países do sul da África.
Em uma semana, preço do etanol sobe mais de 6% na Bahia; alta é a maior do Brasil
Na comparação mensal, Minas Gerais fica na liderança, com mais de 9% de aumento no litro do etanol
Por: Luciana Freire
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou levantamento em que mostra a variação do preço médio do etanol em todo o Brasil. Em 20 estados e no Distrito Federal (DF), na semana entre 24 e 30 de outubro, os valores médios deste combustível subiram. Dentre eles, a Bahia lidera o ranking, com alta de 6,73% no valor do litro, que passou a custar em média R$5,410. Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no país subiu 7,44%. Minas Gerais apresentou a maior alta no período, o litro chegou a subir 9,10% no mês. O menos preço médio estadual foi registrado em São Paulo, principal estado produtor de etanol.
Dólar fecha em alta e inicia novembro cotado a R$ 5,67
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Getty Images
- O dólar fechou em alta de 0,40%, cotado R$ 5,67, nesta segunda (1), véspera de feriado nacional, com as atenções voltadas para o quadro fiscal brasileiro. Com o resultado, o avanço no acumulado do ano passou a ser de 9,31%. Já o Ibovespa subiu 1,98%, a 105.551 pontos. O mercado financeiro elevou novamente sua estimativa para inflação oficial e para a taxa básica de juros, segundo boletim Focus do Banco Central, divulgado também na segunda (1).
Para 69% dos brasileiros, situação econômica do país piorou, aponta Datafolha
Pesquisa também mostra que 39% estão pessimistas com economia nos próximos meses
Por: André Uzêda
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Foto: Reprodução | Wikipédia Commons
- Pesquisa Datafolha realizada de 13 a 15 de setembro aponta que, para 69% dos brasileiros, a situação econômica do país piorou nos últimos meses. O número está próximo dos maiores patamares já registrados nos levantamentos em que esse questionamento foi feito. Em 2015, no governo Dilma Rousseff (PT), chegou a 82%. Em junho de 2018, no governo Michel Temer (MDB), a 72%. No governo Jair Bolsonaro (sem partido), a pergunta apareceu nas pesquisas de 2019, quando o resultado ficou em torno de 35%, e agora, em setembro de 2021. A questão não constou dos levantamentos realizados em 2020, após o início da pandemia. A pesquisa foi feita presencialmente, com 3.667 brasileiros em 190 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para baixo ou para cima. Mesmo entre apoiadores do governo, prevalece a opinião negativa. Para 31%, a economia melhorou, para 36%, piorou. Para 32%, ficou como estava.O ambiente econômico se deteriorou nos últimos meses: crise hídrica, desemprego elevado, uma economia estagnada no último trimestre e aumento da inflação e dos juros são alguns exemplos. O pessimismo é maior entre as pessoas que têm uma avaliação negativa do governo Bolsonaro: 54% delas acham que o cenário econômico irá piorar. Entre os que avaliam o governo como ótimo/bom está em 13%. A avaliação sobre a economia é mais negativa entre mulheres (42%), entrevistados com ensino superior (47%), pessoas de 16 a 44 anos e aqueles com renda de até cinco salários mínimos (cerca de 40% nesses dois últimos recortes), todos eles grupos nos quais o governo tem baixa taxa de aprovação.
PIB do Brasil recua 0,1% e economia perde fôlego
Resultado vem após avanço de 1,2% no primeiro trimestre
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil recuou 0,1% no 2º trimestre de 2021, na comparação com os três meses imediatamente anteriores. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número indica que a economia brasileira perdeu fôlego, após avanço de 1,2% nos três primeiros meses do ano e depois de três trimestres de alta. Ainda assim, o PIB se manteve no patamar entre dezembro de 2019 e janeiro de 2020, período pré-pandemia, segundo o IBGE, mas agora está 3,2% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica na série histórica, alcançado no primeiro trimestre de 2014. Em valores correntes, o PIB, que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no país, chegou a R$ 2,1 trilhões. O principal índice negativo foi registrado no segmento de Agropecuária, com queda de 2,8 pontos porcentuais. Os serviços cresceram 0,7% e o consumo das famílias ficou estagnado.
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Foto: Reprodução | Google Imagens
- A produção industrial da Bahia no mês de março deste ano teve o maior recuo do país, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta terça-feira (11). O estudo é feito em comparação ao mesmo mês de 2020 e indica que a produção industrial baiana teve índice de -18,3% em março deste ano. Pelo segundo mês consecutivo, o estado teve a maior retração do país nesse comparativo. Nacionalmente, o Brasil registrou alta de 10,5%.
Páscoa: com pandemia, 10,5 milhões de brasileiros não vão fazer compras no feriado
Pesquisa aponta que 24% dos que pretendem comprar chocolates e presentes possuem contas em atraso, sendo que 66% estão com o nome sujo
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | Getty Images
- Uma pequisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que a pandemia e o aumento do endividamento devem fazer com que milhões de brasileiros deixem de comprar ovos e chocolates nesta Páscoa. De acordo com o levantamento, cerca de 102,7 milhões de brasileiros devem realizar compras para a Páscoa em 2021, o que representa uma redução de 10,5 milhões de consumidores frente a 2019. No ano passado, a pesquisa não foi realizada. A pesquisa aponta ainda que 24% dos que pretendem comprar chocolates e presentes possuem contas em atraso, sendo que 66% estão com o nome sujo. Além disso, 5% acreditam que vão deixar de pagar alguma conta para comprar produtos para a Páscoa.























