Áudio mostra Nikolas Ferreira pedindo ajuda a dono do Banco Master
Áudio mostra Nikolas Ferreira pedindo ajuda a dono do Banco Master
Deputado diz que mensagens são irrelevantes e afirma nunca ter recebido dinheiro do ex-banqueiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) teria solicitado ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, ajuda para seu ex‑assessor Thiago Faria e o advogado dele, segundo reportagem da jornalista Juliana Dal Piva (ICL Notícias). O pedido incluía a liberação de um ativo de mineração, e a defesa de Vorcaro ainda não se manifestou.
- Em vídeo divulgado nas redes, Nikolas nega qualquer proximidade com Vorcaro, rotulando as mensagens como “irrelevantes” e “cortina de fumaça”. Ele também pediu desculpas por criticar um evento financiado pelo Banco Master em Londres e afirmou que Vorcaro teria auxiliado nos custos de transporte durante a campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste em 2022. As conversas fazem parte de uma série de áudios vazados que envolvem políticos, autoridades e membros do Judiciário.
Foto: Reprodução
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu ajuda a Daniel Vorcaro, do Banco Master, para seu ex-assessor Thiago Faria e o advogado dele, segundo reportagem da jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias. O pedido envolveria a liberação de um ativo de mineração. Procurada nesta quinta-feira (3), a defesa de Vorcaro não respondeu. Faria também não foi localizado. Ao ICL, ele negou irregularidades. Em vídeo publicado nas redes sociais, Nikolas negou ter proximidade com Vorcaro. Ele chamou as mensagens de “irrelevantes” e afirmou que os áudios divulgados seriam uma “cortina de fumaça”. “Eu nunca recebi um tostão de Vorcaro e nunca encontrei com ele”, declarou. Um áudio obtido pelo ICL foi enviado por Nikolas a Vorcaro em março de 2025. Na conversa, o deputado chama o empresário de “Dani”, diz que gostaria de se aproximar dele e, depois, encaminha o contato de Thiago Faria. No dia seguinte, informa que o ex-assessor estaria disponível em Brasília. As mensagens não mostram se Vorcaro atendeu ao pedido. Nikolas também pediu desculpas por uma publicação em que havia criticado um evento financiado pelo Banco Master em Londres. Segundo o deputado, ele recebeu o contato de Vorcaro por meio do pastor André Valadão. Nikolas afirmou ainda que o empresário teria ajudado com gastos de transporte durante sua participação na campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste, em 2022. O parlamentar disse não ter identificado irregularidades na ocasião. Em mensagens de 2024, Vorcaro também teria afirmado a um empresário que havia custeado voos de Nikolas, sem informar quantos ou em qual período. As conversas fazem parte de uma série de mensagens atribuídas a Vorcaro que vieram a público nos últimos dias e envolvem políticos, autoridades e integrantes do Judiciário.
CCJ do Senado aprova PEC que acaba com escala 6x1 e reduz jornada de trabalho
CCJ do Senado aprova PEC que acaba com escala 6x1 e reduz jornada de trabalho
Proposta prevê semana de até 40 horas e dois dias de descanso remunerado; texto agora segue para votação no Plenário
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019) que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição de salário. Com relatório favorável do senador Omar Aziz (PSD-AM), o texto assegura dois dias de repouso remunerado por semana e segue agora para votação no Plenário da Casa sob regime de calendário especial.
- A proposta, de autoria original do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), teve todas as emendas rejeitadas na comissão para evitar o retorno à Câmara dos Deputados. Agora, no Plenário do Senado, a matéria precisará de pelo menos 49 votos favoráveis em dois turnos de votação para ser aprovada definitivamente.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, com seis dias de trabalho e um de descanso. O texto segue agora para análise do Plenário da Casa. Relatada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), a PEC 221/2019 reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal e mantém o limite de oito horas diárias, com possibilidade de compensação de horários e redução da jornada por meio de acordo ou convenção coletiva. A proposta também estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial. A matéria foi aprovada em votação simbólica, com 27 senadores presentes. Votaram contra os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Jaime Bagattoli (PL-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Tereza Cristina (PP-MS). A comissão também aprovou requerimento para que a proposta tramite em calendário especial no Plenário, com redução dos prazos regimentais. A PEC tem como primeiro signatário o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio. No Senado, 36 emendas foram apresentadas ao texto, mas todas foram rejeitadas pelo relator. Omar Aziz afirmou que mudanças na proposta poderiam obrigar o retorno da matéria à Câmara para nova análise. Durante a reunião, que teve quase cinco horas de debate, Rogério Marinho chegou a pedir vista regimental e defendeu que a Constituição não estabeleça uma escala fixa de trabalho. O pedido provocou a suspensão temporária da sessão. Após a retomada, o relator manteve o parecer pela aprovação do texto original. No Plenário do Senado, a PEC precisará passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno. Para ser aprovada, serão necessários pelo menos 49 votos favoráveis, o equivalente a três quintos dos 81 senadores, em dois turnos. Entre as votações, deve ser respeitado o intervalo previsto no Regimento do Senado, que pode ser reduzido mediante acordo.
Quaest mostra Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 41% em cenário de 2º turno
Quaest mostra Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 41% em cenário de 2º turno
Levantamento aponta empate técnico; pesquisa também simulou disputas com Caiado, Renan Santos, Zema e Augusto Cury
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Nova pesquisa Quaest para a eleição presidencial de 2026 aponta um cenário de empate técnico em um eventual segundo turno entre o presidente Lula (PT), com 42%, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 41%. O levantamento, contratado pela Globo e O Globo, ouviu 2.004 eleitores e possui margem de erro de dois pontos percentuais.
- Além do confronto direto com Flávio Bolsonaro, a pesquisa simulou outros quatro cenários contra Ronaldo Caiado, Augusto Cury, Renan Santos e Romeu Zema, nos quais o atual presidente mantém a liderança nas intenções de voto.
Foto: Reprodução
A pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta‑feira (2) pela Globo e pelo jornal O Globo, apresentou cinco cenários de 2º turno para a eleição presidencial de 2026. No confronto mais acirrado, Lula (PT) aparece com 42%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) marca 41%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, com nível de confiança de 95% e registro no TSE sob o número BR‑07065/2026. Além da disputa com Flávio Bolsonaro, a Quaest simulou outros quatro cenários de segundo turno. Contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 42%, enquanto o governador de Goiás marca 37%. No confronto com Augusto Cury (Avante), Lula tem 40% e o escritor aparece com 34%. Já contra Renan Santos (Missão), o presidente registra 43% ante 36% do adversário. No cenário envolvendo Romeu Zema (Novo), Lula lidera com 44%, enquanto o governador de Minas Gerais soma 33%.
Quaest: Lula lidera disputa presidencial na Bahia com 50% contra 17% de Flávio Bolsonaro
Presidente também aparece com 59% de aprovação entre os baianos, enquanto 36% desaprovam sua gestão
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Quaest divulgada em 27 de agosto aponta Lula com 50% das intenções de voto na Bahia, enquanto Flávio Bolsonaro fica em 17%, e Ronaldo Caiado e Augusto Cury empatam em 4% cada. Em um cenário alternativo, a inclusão do empresário Pablo Marçal eleva Lula para 53% e Bolsonaro para 16%, com os demais candidatos abaixo de 3%.nnAlém dos números de votação, a pesquisa revela que 59% dos entrevistados aprovam a gestão de Lula, 36% a desaprovam e 5% não souberam ou não responderam. A margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95% foram confirmados em uma amostra de 900 eleitores com 16 anos ou mais, realizada entre 23 e 26 de agosto pela TV Bahia, afiliada da Globo.
Fotos: Divulgação
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) aponta uma liderança expressiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela Presidência entre os eleitores da Bahia. No primeiro cenário apresentado pelo levantamento, o petista soma 50% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 17%. Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) aparecem empatados na terceira posição, com 4% cada. Rui Costa Pimenta (PCO) registra 2%. Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata) não alcançaram 1% das intenções de voto. Os entrevistados que não souberam ou não responderam correspondem a 12%, enquanto 8% afirmaram que votariam em branco ou nulo ou que não pretendem votar. Em um segundo cenário testado pela Quaest, com a inclusão do empresário Pablo Marçal (PRTB), Lula amplia a vantagem e chega a 53%. Flávio Bolsonaro aparece com 16%. Augusto Cury e Ronaldo Caiado têm 3% cada, enquanto Marçal registra 2%. Rui Costa Pimenta, Renan Santos e Romeu Zema aparecem com 1% cada. Samara Martins, Edmilson Costa, Clariana Barão, Hertz Dias e Wilson Grassi não pontuaram. Neste cenário, 13% dos entrevistados se declararam indecisos ou não souberam responder. Outros 7% disseram que votariam em branco ou nulo ou que não pretendem comparecer às urnas. O levantamento também avaliou a percepção dos baianos sobre a gestão de Lula. O governo é aprovado por 59% dos entrevistados, enquanto 36% afirmam desaprová-lo. Outros 5% não souberam ou não responderam. Encomendada pela TV Bahia, afiliada da Globo, a pesquisa ouviu 900 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Pesquisa Quaest: ACM Neto tem 39% e Jerônimo Rodrigues 37% na disputa pelo Governo da Bahia
Levantamento mostra diferença de dois pontos entre os principais candidatos, dentro da margem de erro de três pontos percentuais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, lidera a pesquisa de intenções de voto para o Governo da Bahia com 39%, seguido de perto pelo governador Jerônimo Rodrigues, que registra 37%. A diferença de apenas dois pontos percentuais, dentro da margem de erro de três pontos, coloca ambos tecnicamente empatados, enquanto outros candidatos aparecem com 1% cada e 12% dos entrevistados permanecem indecisos.
- Em cenário de segundo turno, ACM Neto mantém a vantagem com 44% das intenções de voto contra 41% de Jerônimo, novamente dentro da margem de erro. No Senado, o ex-governador Rui Costa lidera com 23%, seguido por Jaques Wagner (17%) e candidatos da oposição com percentuais menores, enquanto 22% dos eleitores permanecem indecisos.
Foto: Reprodução
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), aparece com 39% das intenções de voto para o Governo da Bahia, seguido pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), que registra 37%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27). Como a diferença é de dois pontos percentuais e a margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. Na sequência, Ronaldo Mansur (PSOL), Ariel Capistrano (DC), Aroldo Felix (UP) e Maria Bona (PCO) aparecem com 1% cada. Os votos em branco, nulos e eleitores que afirmaram não votar somam 8%, enquanto 12% disseram estar indecisos. O levantamento foi encomendado pela TV Bahia, registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-06206/2026 e realizado entre os dias 23 e 26 de agosto. Ao todo, foram entrevistados 900 eleitores com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%. Em um cenário de segundo turno, a disputa permanece equilibrada. ACM Neto tem 44% das intenções de voto, contra 41% de Jerônimo Rodrigues, resultado que também configura empate técnico dentro da margem de erro. Outros 9% dos entrevistados se declararam indecisos e 6% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em julho, ACM Neto oscilou de 43% para 44% no segundo turno, enquanto Jerônimo passou de 39% para 41%. Na disputa pelo Senado, o ex-governador Rui Costa (PT) lidera com 23% das intenções de voto. O senador Jaques Wagner (PT) aparece em seguida, com 17%. Entre os candidatos da oposição, João Roma (PL) registra 7% e Angelo Coronel (Republicanos), 5%. Delliana Ricelli (PSOL) soma 2% das intenções de voto. Carlos Sodré (Mobiliza), Marcelo Carvalho (Rede), Marcelo Millet (PCO) e Marcelo Santtana (DC) têm 1% cada, enquanto Gregorio Gould (UP) não pontuou. O levantamento também mostra que 22% dos eleitores ainda estão indecisos na escolha para o Senado, enquanto 20% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.
Rui Costa diz que Bahia está entre os estados menos endividados do país
Rui Costa diz que Bahia está entre os estados menos endividados do país
Petista diz que a Bahia enfrentou restrições para contratar empréstimos durante sua gestão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou que o estado possui um dos menores níveis de endividamento do país, com relação dívida/receita corrente de 0,4, abaixo do limite aceitável de 2. Ele destacou dificuldades para contratar empréstimos durante sua gestão, inclusive sob a administração de Jair Bolsonaro, e criticou a suposta exploração política do tema.
- Costa elogiou o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) por sua condução na contratação de financiamentos para investimentos e reforçou que a Bahia tem capacidade de pagamento, posicionando o estado em vantagem em relação a São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O ex-governador da Bahia e candidato ao Senado, Rui Costa (PT), afirmou nesta quarta-feira (26) que a Bahia está entre os estados com menor nível de endividamento do país. Em entrevista à Rádio BandNews FM, o petista defendeu a gestão fiscal do estado e disse que enfrentou dificuldades para contratar empréstimos durante os oito anos em que comandou o Executivo baiano. Segundo Rui Costa, o governo estadual encontrou obstáculos para acessar operações de crédito, principalmente durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eu levei oito anos sem conseguir tomar crédito. Só consegui tomar um do Banco do Brasil e mesmo assim por ordem do STF, porque o então presidente [Bolsonaro] tinha decidido e deu ordem à direção do banco de não pagar, mesmo o contrato estando assinado”, afirmou. O ex-governador também declarou que a Bahia foi prejudicada na aprovação de financiamentos e criticou o que classificou como exploração política do tema. “O vento nunca soprou a favor, eles faziam de tudo para prejudicar a Bahia, nem empréstimos aprovaram. Há muita retórica e, eu diria, peças de campanha eleitoral em torno desses empréstimos que a Bahia toma”, disse. Ao comentar os indicadores fiscais, Rui afirmou que, ao fim de sua gestão, a relação entre a dívida e a receita corrente do estado era de 0,4, índice que, segundo ele, está bem abaixo do limite considerado aceitável, fixado em 2. O petista sustentou que esse cenário coloca a Bahia em situação mais favorável que estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Na entrevista, Rui Costa também elogiou a condução do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na contratação de financiamentos para investimentos e reforçou que a avaliação do endividamento deve considerar a capacidade de pagamento do estado. “A Bahia tem capacidade de pagamento”, concluiu.
Jerônimo, Rui Costa e Jaques Wagner participam de agenda de campanha em Caetité e Guanambi
Carreata em Caetité e comício em Guanambi integram agenda do governador e candidato à reeleição, acompanhado por Rui Costa e Jaques Wagner.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), cumpre uma intensa agenda de campanha no sudoeste baiano neste sábado (29), com paradas em Caetité e Guanambi. A programação conta com a presença de importantes lideranças políticas, como o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e o senador Jaques Wagner (PT), reforçando o apoio à sua candidatura. Em Caetité, está prevista uma carreata, e em Guanambi, um comício, ambos eventos cruciais para o alinhamento político local.
- A caravana de Jerônimo Rodrigues também passará por Rio do Antônio, Caculé e Ibiassucê antes de chegar ao sudoeste. No domingo (30), a campanha se estende para a Chapada Diamantina e o Piemonte do Paraguaçu, com atividades programadas em Itatim, Milagres, Iaçu e um comício em Itaberaba. Essas ações fazem parte da estratégia eleitoral do governador para mobilizar apoiadores, prefeitos, vereadores e candidatos aliados em diversas regiões do interior da Bahia.
Foto: Feijão Almeida | GOVBA
O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), cumpre agenda de campanha no sudoeste baiano neste sábado (29), com passagem por Caetité e Guanambi. A programação contará com a participação do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e do senador Jaques Wagner (PT), além de outras lideranças políticas da base governista. Em Caetité, a agenda prevê uma carreata, com concentração marcada para as 15h. Em seguida, a comitiva segue para Guanambi, onde participa de um comício, com concentração prevista para as 18h. Antes de chegar ao sudoeste, Jerônimo e a comitiva cumprem agenda em outros municípios da região. O roteiro começa em Rio do Antônio, com carreata às 8h, segue para Caculé, às 10h, e depois para Ibiassucê, onde haverá outra carreata com concentração às 13h. No domingo (30), a programação continua em municípios da Chapada Diamantina e do Piemonte do Paraguaçu. Estão previstas uma caminhada em Itatim, às 8h30, carreatas em Milagres, às 10h, e Iaçu, às 14h30, além de um comício em Itaberaba, com concentração às 17h. As atividades integram a agenda de campanha de Jerônimo Rodrigues no interior da Bahia durante o período eleitoral e reúnem lideranças políticas, candidatos aliados, prefeitos, vereadores e apoiadores.
MP Eleitoral denuncia prefeito e vice de Érico Cardoso por coação de servidores
MP Eleitoral denuncia prefeito e vice de Érico Cardoso por coação de servidores
Gestores teriam pressionado funcionários a apoiar grupo político sob risco de perda dos cargos, aponta denúncia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciou o prefeito de Érico Cardoso, Eraldo Félix da Silva, e o vice-prefeito, Deivison Mendonça Azevedo, por suposta coação eleitoral contra servidores públicos municipais. A acusação surge de um vídeo divulgado no Instagram do prefeito, onde os gestores afirmam que a continuidade de obras e investimentos dependeria da permanência do grupo político ligado ao atual governador, com o prefeito chegando a declarar que pode "mandar embora" quem não fizer parte de seu "time", o que o MP interpretou como uma ameaça direcionada a funcionários públicos.
- A denúncia enquadra a conduta no artigo 301 do Código Eleitoral, que criminaliza o uso de violência ou grave ameaça para coagir eleitores, prevendo pena de até quatro anos de reclusão. O MPE também recorda que os mesmos fatos já resultaram na remoção do vídeo e aplicação de multa pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), por propaganda eleitoral irregular. O órgão solicitou o recebimento da ação pela Justiça e negou a proposta de acordo de não persecução penal, considerando-a inadequada ao caso.
Foto: Reprodução
O Ministério Público Eleitoral denunciou o prefeito de Érico Cardoso, Eraldo Félix da Silva, e o vice‑prefeito, Deivison Mendonça Azevedo, pela suposta prática de coação eleitoral contra servidores públicos municipais. A denúncia foi apresentada após a divulgação de um vídeo publicado em 14 de julho de 2026, no perfil pessoal do prefeito no Instagram. Na gravação, Eraldo Félix aparece ao lado do vice‑prefeito enquanto apresenta obras e investimentos previstos para o município. Segundo o MP, os gestores afirmam que a continuidade das ações dependeria da permanência do grupo político ligado ao atual governador, candidato à reeleição. Em um trecho do vídeo, o prefeito declara que pode “mandar embora” quem não fizer parte do “time”. Para o Ministério Público, a expressão “time” se refere ao grupo político apoiado pelos gestores. A denúncia afirma que a mensagem teria sido direcionada especialmente a servidores públicos, que poderiam sofrer dispensa caso não demonstrassem apoio ao grupo. O documento também aponta que o vice‑prefeito participou da gravação e da divulgação do conteúdo, indicando anuência às declarações. O MP enquadrou a conduta no artigo 301, combinado com o artigo 29 do Código Eleitoral, que tipifica como crime o uso de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar ou deixar de votar em determinado candidato ou partido. A pena prevista é de até quatro anos de reclusão e pagamento de cinco a 15 dias‑multa, independentemente de a coação ter surtido efeito. O órgão lembra que os mesmos fatos já foram alvo de representação por propaganda eleitoral irregular. Na ocasião, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE‑BA) determinou a remoção do vídeo das redes sociais e aplicou multa aos envolvidos. Na denúncia, o MP Eleitoral pediu o recebimento da ação pela Justiça, com a citação dos acusados para apresentação de defesa e posterior julgamento. O órgão informou que não apresentará proposta de acordo de não persecução penal, por considerar que a medida não atenderia aos critérios de reprovação e prevenção previstos na legislação. Até a publicação desta reportagem, a Prefeitura de Érico Cardoso não havia se manifestado sobre o caso.
PEC da Segurança será analisada pelo Senado na próxima quarta-feira
PEC da Segurança será analisada pelo Senado na próxima quarta-feira
Proposta é uma das prioridades do governo Lula e busca ampliar o combate ao crime organizado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A PEC da Segurança, considerada prioridade do governo de Lula, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima quarta-feira (2). O presidente do colegiado, senador Otto Alencar, confirmou a data em entrevista à GloboNews, destacando a intenção de endurecer o combate ao crime organizado e ampliar os instrumentos de enfrentamento às facções criminosas.
- A proposta, aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados em 4 de março, ficou parada no Senado desde 10 de março. Na última sexta-feira (21), a matéria foi encaminhada à CCJ após conversa entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinalizando retomada da tramitação de pautas governamentais. Se aprovada sem alterações, a PEC não precisará retornar à Câmara, acelerando sua tramitação.
Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
A PEC da Segurança, uma das prioridades do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima quarta-feira (2). A informação foi confirmada pelo presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA) em entrevista à GloboNews. A proposta busca endurecer o combate ao crime organizado, ampliar os instrumentos de enfrentamento às facções criminosas e alterar dispositivos constitucionais relacionados à segurança pública. O texto foi aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados em 4 de março, mas estava sem avanço no Senado desde 10 de março. Na última sexta-feira (21), a matéria foi encaminhada à CCJ após uma conversa entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em um movimento visto por governistas como retomada da tramitação de pautas de interesse do governo. O relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), decidiu manter integralmente o texto aprovado pela Câmara. Caso seja aprovada pelos senadores sem alterações, a PEC não precisará retornar à Câmara, o que pode acelerar a tramitação.
Paraná Pesquisas: ACM Neto tem menor rejeição que Jerônimo na disputa estadual
Paraná Pesquisas: ACM Neto tem menor rejeição que Jerônimo na disputa estadual
Pesquisa ouviu 1.400 eleitores em 62 municípios baianos entre os dias 23 e 25 de agosto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O levantamento do Instituto Paraná Pesquisas revelou que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) é o candidato mais rejeitado na disputa pelo Governo da Bahia, com 41,9% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Em contrapartida, 28,6% disseram que com certeza votariam em Jerônimo, enquanto 27,6% poderiam votar no atual governador.nnO ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) apresentou 35,2% de rejeição, menor que o adversário, e 39,7% dos eleitores afirmaram que votariam com certeza nele. A pesquisa, realizada entre 23 e 25 de agosto com 1.400 eleitores em 62 municípios baianos, possui 95% de nível de confiança e margem de erro de 2,7 pontos percentuais, estando registrada no TSE sob o número BA-07628/2026.
Foto: Reprodução | Jorge Jesus
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparece como o candidato mais rejeitado na disputa pelo Governo da Bahia, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta quinta-feira (27) em parceria com o Bahia Notícias. De acordo com a pesquisa, 41,9% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. O estudo também avaliou o potencial eleitoral dos dois principais concorrentes ao Palácio de Ondina. Entre os entrevistados, 28,6% disseram que com certeza votariam em Jerônimo, enquanto 27,6% afirmaram que poderiam votar no atual governador. Outros 0,7% disseram não conhecê-lo o suficiente para opinar e 1,1% não respondeu. Já o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) apresentou 35,2% de rejeição, percentual inferior ao do adversário. Além disso, 39,7% dos eleitores afirmaram que votariam com certeza no candidato, e 22,4% disseram que poderiam votar nele. Outros 1,5% declararam não conhecê-lo o suficiente para opinar e 1,2% não responderam. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de agosto, com 1.400 eleitores em 62 municípios baianos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-07628/2026, possui 95% de nível de confiança e margem de erro de 2,7 pontos percentuais.
Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro empatam na disputa presidencial em São Paulo
Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro empatam na disputa presidencial em São Paulo
Levantamento mostra os dois candidatos com 30% das intenções de voto no maior colégio eleitoral do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A nova pesquisa da Quaest, realizada 40 dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais, aponta empate entre Lula e Bolsonaro, ambos com 30% das intenções de voto em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Lula reduziu a diferença de quatro pontos em relação ao levantamento de julho, enquanto Bolsonaro mantém 30%, com Pablo Marçal em 4% e outros candidatos abaixo de 3%.
- Além disso, 13% dos entrevistados estão indecisos e 12% planejam votar em branco, anular ou não comparecer. Em cenário sem Marçal, Bolsonaro permanece em 30% e Lula em 29%, mantendo o empate técnico, enquanto Renan Santos sobe para 5% e Romeu Zema para 3%.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
A 40 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, uma nova pesquisa Quaest aponta empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo eleitorado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país. No cenário estimulado, os dois aparecem com 30% das intenções de voto. Em comparação com o levantamento realizado no fim de julho, Lula reduziu a diferença de quatro pontos e alcançou o adversário, que anteriormente registrava 34%, contra 30% do petista. Na sequência aparecem Pablo Marçal (PRTB), com 4%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%, e Augusto Cury (Avante), com 2%. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) têm 1% cada. Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto. A pesquisa também mostra que 13% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 12% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Em um segundo cenário, sem Pablo Marçal — que aparece no levantamento apesar de estar com os direitos políticos cassados —, Flávio Bolsonaro mantém 30% das intenções de voto, enquanto Lula registra 29%, permanecendo em empate técnico dentro da margem de erro. Sem Marçal, Renan Santos sobe para 5%, Ronaldo Caiado alcança 4% e Romeu Zema passa a ter 3% das intenções de voto.
Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, diz ministro
Salário mínimo deve subir para R$ 1.741 em 2027, diz ministro
Valor representa aumento de 7,4% em relação ao piso atual e ainda é uma projeção, que será incluída no Orçamento de 2027
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O salário mínimo no Brasil deve subir de R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, conforme anunciado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. A proposta, que será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) e enviada ao Congresso até 31 de agosto, representa um aumento de 7,4% e ultrapassa a previsão anterior de R$ 1.717. O valor ainda é uma projeção e será definido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro.
- O reajuste também impacta benefícios como aposentadorias, pensões do INSS, BPC, seguro‑desemprego e abono salarial, já que cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao piso. O governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outras despesas obrigatórias, com o novo valor entrando em vigor em janeiro de 2027.
Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
O salário mínimo deverá subir de R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto. O novo valor representa aumento de R$ 120, ou 7,4%, e supera em R$ 24 a previsão de R$ 1.717 apresentada pelo governo na proposta da LDO, em abril. O valor ainda é uma projeção e será definido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro. A regra atual considera a inflação medida pelo índice e ganho real de 2,5%. O reajuste também afeta benefícios como aposentadorias, pensões do INSS, BPC, seguro-desemprego e abono salarial. Segundo Durigan, o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outras despesas obrigatórias. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao piso. Se a projeção for confirmada, o salário mínimo de R$ 1.741 entrará em vigor em janeiro de 2027.
Jerônimo aparece à frente de ACM Neto em nova pesquisa para o Governo da Bahia
Jerônimo aparece à frente de ACM Neto em nova pesquisa para o Governo da Bahia
Levantamento ouviu 1.200 eleitores em municípios baianos entre os dias 17 e 22 de agosto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, lidera a pesquisa de intenção de voto divulgada pelo instituto Opnus, com 35% dos eleitores citando-o em cenário espontâneo, superando ACM Neto, que tem 30%. Em cenários estimulados, a diferença entre os candidatos diminui, com Jerônimo alcançando 43% e ACM 40%, indicando um empate técnico dentro da margem de erro de três pontos percentuais.
- A pesquisa, realizada entre 17 e 22 de agosto com 1.200 eleitores em todo o estado, também destaca a presença de outros candidatos com 1% de intenção de voto, além de 5 a 6% de votos em branco ou nulo e 9% de indecisos. O levantamento foi contratado pelo BNews, registrado no TSE sob o número BA-04472/2026 e reflete a dinâmica política que antecede as eleições de 2026.
Foto: Reprodução
O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), aparece numericamente à frente do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), em pesquisa divulgada nesta segunda-feira (24) pelo instituto Opnus. O levantamento avaliou diferentes cenários para a disputa pelo Governo da Bahia nas eleições de 2026. Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista prévia de candidatos, Jerônimo foi citado por 35% dos eleitores, contra 30% de ACM Neto. Outros candidatos somaram 2%, enquanto 5% afirmaram votar em branco ou nulo. Já 28% disseram não saber ou preferiram não responder. No primeiro cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados, Jerônimo registra 43% das intenções de voto, enquanto ACM Neto aparece com 40%. Ronaldo Mansur (PSOL) e José Estêvão (Democracia Cristã) têm 1% cada. Maria Bona (PCO) e Aroldo Félix (UP) não pontuaram. Brancos e nulos somam 5%, e 9% dos entrevistados não souberam ou não responderam. Em outro cenário estimulado, com Ariel Capistrano representando a Democracia Cristã, Jerônimo alcança 42%, enquanto ACM Neto registra 41%. Maria Bona, Ronaldo Mansur e Aroldo Félix aparecem com 1% cada. Ariel Capistrano não pontuou. Os votos em branco e nulo totalizam 6%, e 9% dos entrevistados não responderam ou disseram não saber em quem votar. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os cenários estimulados indicam empate técnico entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto. A pesquisa ouviu presencialmente 1.200 eleitores em municípios de toda a Bahia entre os dias 17 e 22 de agosto. O levantamento foi contratado pelo BNews e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-04472/2026.
Alcolumbre encaminha PEC do fim da escala 6x1 para comissão do Senado
Alcolumbre encaminha PEC do fim da escala 6x1 para comissão do Senado
Proposta será analisada pela CCJ, onde terá Omar Aziz como relator
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que visa abolir a escala de trabalho 6x1, reduzindo a jornada máxima para 40 horas semanais e garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial. O senador Omar Aziz será o relator da matéria, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio.
- Além da PEC da jornada de trabalho, Alcolumbre também enviou à CCJ a PEC da Segurança Pública (18/2025), que prevê mudanças na organização do sistema de segurança e destina parte da arrecadação das apostas esportivas a fundos nacionais para segurança e penitenciário. Ambas as propostas precisam ser aprovadas pela CCJ, pelo plenário do Senado e, em seguida, promulgadas em sessão solene do Congresso Nacional.
Foto: Reprodução
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encaminhou nesta sexta-feira (21) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O senador Omar Aziz (PSD-AM) será o relator da matéria. O envio ocorre após Alcolumbre sinalizar, na semana passada, que pretendia acelerar a tramitação da proposta no Senado. A decisão veio depois de conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre as prioridades da Casa. A PEC, aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio, estabelece a redução da jornada máxima para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial. O texto ainda precisa passar pela análise da CCJ antes de seguir para o plenário. Além da proposta sobre a jornada de trabalho, Alcolumbre encaminhou à CCJ a PEC da Segurança Pública (18/2025). O texto terá como relator o senador Rogério Carvalho (PT-SE) e prevê mudanças na organização do sistema de segurança pública, incluindo a destinação de parte da arrecadação das apostas esportivas para fundos nacionais voltados à segurança e ao sistema penitenciário. As duas propostas precisam ser aprovadas pela CCJ e, posteriormente, pelo plenário do Senado. Para serem aprovadas como emendas à Constituição, necessitam de pelo menos 49 votos favoráveis, em dois turnos de votação. Depois disso, os textos são promulgados em sessão solene do Congresso Nacional.
Otto Alencar e Alcolumbre definem relatores de PECs do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública
Omar Aziz será responsável pela proposta que reduz a jornada de trabalho, enquanto Rogério Carvalho relatará o texto que amplia a atuação federal no combate ao crime organizado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar, definiu com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, os relatores das PECs que tratam do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública, nomeando Omar Aziz e Rogério Carvalho, respectivamente. As propostas foram encaminhadas à CCJ na última sexta-feira e são consideradas estratégicas pelo presidente Lula no contexto eleitoral, com a expectativa de votação no próximo esforço concentrado do Senado.
- A PEC do fim da escala 6x1 reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, com transição gradual, enquanto a PEC de Segurança Pública cria um sistema único de segurança na Constituição, amplia as atribuições da Polícia Federal, constitucionaliza fundos de Segurança Pública e Penitenciário, e prevê mecanismos de combate a facções e milícias de alta periculosidade.
Foto: Reprodução | Agência Senado
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), definiu com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), os relatores das PECs que tratam do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública. O senador Omar Aziz (PSD-AM) ficará responsável pela relatoria da proposta que prevê o fim da escala 6x1. Já Rogério Carvalho (PT-SE) será o relator da PEC da Segurança Pública. As duas propostas foram encaminhadas à CCJ nesta sexta-feira (21) e são consideradas estratégicas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no contexto eleitoral. Segundo Otto Alencar, os relatores agora devem definir o cronograma de análise das matérias. A partir disso, será avaliada a possibilidade de votação durante o próximo esforço concentrado do Senado, previsto para o fim de agosto e o início de setembro. PECs - A PEC do fim da escala 6x1 reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial. A transição prevê redução para 42 horas nos primeiros dois meses e, depois, mais 12 meses para chegar às 40 horas. A mudança poderá ser aplicada a empresas que funcionam todos os dias, desde que sejam respeitados os limites de jornada e folgas. Já a PEC da Segurança Pública cria um sistema único de segurança pública na Constituição, com responsabilidades compartilhadas entre União, estados e municípios. O texto amplia as atribuições da Polícia Federal para combater organizações criminosas e milícias com atuação interestadual ou internacional e permite que a PRF atue também em ferrovias e hidrovias. A proposta ainda constitucionaliza os fundos nacionais de Segurança Pública e Penitenciário. A PEC também prevê mecanismos de combate a facções e milícias de alta periculosidade. A redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, que chegou a ser incluída em uma versão anterior, foi retirada antes da votação e deverá ser discutida separadamente.
Alexandre de Moraes diz que candidatos podem perder mandato por uso de IA em fake news
Ministro defendeu punição rigorosa para quem utilizar inteligência artificial na disseminação de desinformação eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do STF, Alexandre de Moraes, alertou que candidatos que utilizarem inteligência artificial para disseminar desinformação nas eleições podem ter o registro ou mandato cassados, afirmando que a cassação é a única forma eficaz de impedir a manipulação do eleitorado.
- Na mesma ocasião, a ministra Cármen Lúcia destacou que a tecnologia deve servir à sociedade, mas alertou para o risco de plataformas digitais influenciarem o comportamento das pessoas, chamando o cenário de uma possível "tecnoditadura".
Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou nesta sexta-feira (21) que candidatos que utilizarem inteligência artificial para disseminar desinformação durante as eleições poderão ter o registro ou o mandato cassados. Durante um evento na Faculdade de Direito da USP, Moraes disse que a perda do cargo é a principal forma de impedir o uso da tecnologia para manipular o eleitorado. "Todos os candidatos têm que ter absoluta consciência de que, se na véspera quiserem utilizar mecanismos de desinformação anabolizados pela inteligência artificial, isso vai dar cassação." O ministro classificou a inteligência artificial como um "anabolizante" da desinformação e alertou para a facilidade de criação de vídeos e áudios falsos capazes de reproduzir imagem, voz e movimentos de qualquer pessoa. "Não adianta depois de uma semana vir aquilo: 'pô, realmente aquilo era falso'. A eleição acabou." Segundo Moraes, multas não seriam suficientes para inibir esse tipo de prática. "Só sobra o quê? Cassar o registro ou cassar o mandato." Também presente ao evento, a ministra Cármen Lúcia afirmou que a tecnologia deve servir à sociedade, mas alertou para o risco de as plataformas digitais influenciarem o comportamento das pessoas. Ela classificou esse cenário como uma possível "tecnoditadura".
Caso Lulinha reduz vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro em pesquisas internas do PT
Levantamentos apontam impacto do escândalo envolvendo o filho do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisas internas do PT revelam que a vantagem de Lula em cenários eleitorais contra Flávio Bolsonaro caiu de sete a dez pontos para apenas dois a três, após a repercussão do caso envolvendo Fábio Lula Luís da Silva, conhecido como Lulinha. A informação, divulgada pela coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, destaca que o episódio já se tornou pauta de preocupação entre eleitores, influenciando as pesquisas qualitativas.
- O inquérito aponta que a lobista Roberta Luchsinger teria usado o nome de Lulinha para tentar intermediar a venda de canabidiol ao governo federal, além de ter pago R$ 217 mil em despesas de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, e de auxiliar na compra de joias para a esposa de Lula. Marcola afirma que os valores correspondem a um empréstimo já devolvido, mas a divulgação do caso continua a impactar a percepção pública e a estratégia de comunicação do partido.
Foto: Reprodução | Folha Press
Pesquisas internas realizadas pelo PT registraram uma redução na vantagem do presidente Lula em cenários eleitorais contra Flávio Bolsonaro após a repercussão do caso envolvendo Fábio Lula Luís da Silva, o Lulinha. Segundo dirigentes do partido, a diferença que antes variava entre sete e dez pontos caiu, nesta semana, para dois a três pontos. As informações foram divulgadas pela coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo. De acordo com a publicação, levantamentos qualitativos — em que grupos de eleitores discutem temas com mediadores — mostram que o episódio já entrou na pauta de preocupações de parte do eleitorado. O caso, antes restrito ao noticiário, passou a ser citado espontaneamente por entrevistados que demonstram familiaridade com o assunto e mencionam críticas ao comportamento atribuído ao filho do presidente. As investigações que envolvem Lulinha apontam que a lobista Roberta Luchsinger teria usado o nome dele para tentar intermediar a venda de canabidiol ao governo federal. O inquérito também indica que ela pagou R$ 217 mil em despesas do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, que teria recebido ajuda da empresária para marcar reuniões com autoridades. Luchsinger também o auxiliou na compra de joias destinadas à esposa no Dia das Mães. Marcola afirma que os valores se referem a um empréstimo já devolvido. Segundo a coluna da Folha, a entrada do tema nas conversas qualitativas é apontada como um dos fatores que explicam a redução da vantagem de Lula nos levantamentos internos. As informações têm sido usadas para orientar estratégias de comunicação e monitorar o impacto do caso no cenário político.
Federação de PT, PV e PCdoB espera manter força na Bahia, mas enfrenta disputa entre aliados
Expectativa é repetir o atual número de parlamentares, embora nomes tradicionais e estreantes disputem os mesmos espaços.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A federação formada por PT, PV e PCdoB projeta manter o tamanho da atual bancada na Assembleia Legislativa da Bahia nas eleições deste ano, com expectativa de eleger 18 deputados estaduais, podendo variar entre 17 e 19 cadeiras. A disputa interna pelos cargos é considerada uma das mais acirradas entre os próprios aliados, com nomes como Rosemberg Pinto, Zé Raimundo, Osni Cardoso, Robinson Almeida, Júnior Muniz, Angelo Almeida, Rowenna Brito, Bobô, Zó, Fabrício Falcão, Eduardo Salles e Marquinho Viana entre os favoritos.
- Na corrida para a Câmara dos Deputados, a federação busca conquistar 10 cadeiras, embora reconheça a possibilidade de eleger apenas nove. Os candidatos mais fortes são Lucas Reis, Jorge Solla, Zé Neto e Ivoneide Caetano, enquanto outros como Olívia Santana, Alice Portugal, Daniel Almeida, Waldenor Pereira, Afonso Florence, Valmir Assunção, Joseildo Ramos e Bacelar também disputam vagas. Em ambos os níveis, a competição por votos entre candidatos da própria federação determinará quem ocupará as últimas cadeiras.
Foto: Reprodução
A federação formada por PT, PV e PCdoB projeta manter o tamanho da atual bancada na Assembleia Legislativa da Bahia nas eleições deste ano. A expectativa é eleger 18 deputados estaduais, com possibilidade de variar entre 17 e 19 cadeiras. Nos bastidores, porém, a disputa pelas vagas é considerada uma das mais acirradas entre os próprios aliados. Entre os nomes apontados como favoritos para a Assembleia estão os petistas Rosemberg Pinto, Zé Raimundo, Osni Cardoso, Robinson Almeida, Júnior Muniz, Angelo Almeida e Rowenna Brito. Pelo PCdoB, aparecem Bobô, Zó e Fabrício Falcão. No PV, os mais cotados são Eduardo Salles e Marquinho Viana. As demais vagas devem ser disputadas por Juvenilson Passos, Júlio Pinheiro, Neusa Cadore, Euclides Fernandes, Fátima Nunes, Radiovaldo Costa, Jacó, Rui Oliveira, Roberto Carlos, Antônio Henrique Júnior e Fabíola Mansur. Na corrida para a Câmara dos Deputados, a federação trabalha com a meta de conquistar 10 cadeiras, embora aliados admitam a possibilidade de eleger apenas nove. Os nomes considerados mais fortes são Lucas Reis, Jorge Solla, Zé Neto e Ivoneide Caetano. Também disputam vagas Olívia Santana, Alice Portugal, Daniel Almeida, Waldenor Pereira, Afonso Florence, Valmir Assunção, Joseildo Ramos e Bacelar. Nos bastidores, lideranças reconhecem que a disputa por votos entre candidatos da própria federação deve definir quem ficará com as últimas vagas.
Campanha de Datena distribui adesivo com cadeira e candidato manda recolher material
Material foi produzido pela equipe de marketing do PSB sem autorização do candidato.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha do candidato a deputado federal José Luiz Datena (PSB-SP) suspendeu a distribuição de adesivos com a imagem de uma cadeira, após o apresentador afirmar que não autorizou a produção do material. A arte fazia referência ao episódio em que ele agrediu o influenciador Pablo Marçal (PRTB) durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2024.
- Mil adesivos foram impressos pela equipe de marketing do PSB, mas Datena determinou a suspensão após tomar conhecimento da peça, declarando que não pretende explorar o episódio na campanha. Em fevereiro, Datena e Marçal firmaram acordo na Justiça para encerrar as ações judiciais, e o PSB reforçou que a candidatura será voltada à apresentação de propostas para o estado de São Paulo.
Foto: Reprodução
A campanha do candidato a deputado federal José Luiz Datena (PSB-SP) interrompeu a distribuição de adesivos com a imagem de uma cadeira, após o apresentador afirmar que não autorizou a produção do material. A arte fazia referência ao episódio em que ele agrediu o influenciador Pablo Marçal (PRTB) durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2024. Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, cerca de mil adesivos foram impressos pela equipe de marketing do PSB. O material trazia a imagem de uma cadeira, o bordão "É brincadeira" e o número de urna do candidato. A estratégia da campanha era utilizar a cadeira como símbolo de combate à corrupção e à criminalidade. No entanto, Datena determinou que a distribuição fosse suspensa ao tomar conhecimento da peça. O candidato já havia declarado anteriormente que não pretendia explorar o episódio na campanha. "Eu não tenho orgulho nenhum da cadeirada", afirmou. Em fevereiro deste ano, Datena e Pablo Marçal firmaram um acordo na Justiça para encerrar as ações judiciais movidas por ambos em decorrência do caso. Em nota, o diretório estadual do PSB informou que os adesivos foram distribuídos sem a validação de Datena e reforçou que a candidatura será voltada à apresentação de propostas para o estado de São Paulo.
Lula declara R$ 500 em primeiras doações para campanha de 2026
Lula declara R$ 500 em primeiras doações para campanha de 2026
Recursos foram doados por integrantes ligados à estrutura política da campanha do presidente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou as primeiras doações financeiras no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), totalizando R$ 500 em contribuições. A maior doação, de R$ 300, veio de José de Filippi Júnior, ex-prefeito de Diadema (SP) e tesoureiro da campanha, enquanto os R$ 200 restantes foram doados por Deivid Ferreira Couto, ex-assessor do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira Ferreira (PT).
- Esses registros marcam o início da movimentação financeira da candidatura, permitindo acompanhar a origem e destinação dos recursos arrecadados. A expectativa é de que novas doações sejam registradas ao longo da campanha, ampliando o volume de receitas declaradas e reforçando a transparência no processo eleitoral.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou as primeiras doações financeiras no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o momento, foram declarados R$ 500 em contribuições. A maior doação foi de R$ 300, feita por José de Filippi Júnior, ex-prefeito de Diadema (SP) e atual tesoureiro da campanha de Lula. Os outros R$ 200 foram doados por Deivid Ferreira Couto, ex-assessor do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira Ferreira (PT), da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Os registros marcam o início da movimentação financeira da campanha. As informações fazem parte da prestação de contas disponibilizada pelo TSE, que permite acompanhar a origem e a destinação dos recursos arrecadados pelos candidatos durante o processo eleitoral. A expectativa é de que novas doações sejam registradas ao longo da campanha, ampliando o volume de receitas declaradas pela candidatura.
Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 39% no DF
Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 39% no DF
Presidente também lidera o índice de rejeição entre os candidatos testados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O levantamento da Real Time Big Data, divulgado nesta quarta-feira (19), mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula em simulação de segundo turno para a Presidência da República no Distrito Federal, com 44% das intenções de voto contra 39% para o presidente. A margem de erro de dois pontos percentuais coloca os candidatos em empate técnico no limite da margem, enquanto na pesquisa estimulada de primeiro turno Lula lidera com 36% e Flávio Bolsonaro segue em 35%, com Ronaldo Caiado e Renan Santos em 8% cada.
- Além das intenções de voto, a pesquisa avaliou a rejeição dos candidatos, colocando Lula em 48% e Flávio Bolsonaro em 40%. O levantamento contou com 1.600 eleitores entre 14 e 18 de agosto, com 95% de nível de confiança, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05423/2026.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno para a Presidência da República no Distrito Federal, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (19). No cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro registra 44% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 39%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos estão em empate técnico no limite da margem. Já na pesquisa estimulada de primeiro turno, Lula lidera com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 8% cada. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) somam 1% cada. Na modalidade espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula registra 24%, contra 21% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado tem 3%, Renan Santos 2% e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 1%. A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Lula lidera esse indicador com 48%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 40%. Em seguida aparecem Ronaldo Caiado (30%), Renan Santos (29%), Rui Costa Pimenta (28%), Edmilson Costa (27%), Leonardo Avalanche e Romeu Zema (25% cada), Augusto Cury (21%), Wilson Grassi (19%), Hertz Dias (18%) e Samara Martins e Clariana Barão (17% cada). O levantamento foi realizado entre os dias 14 e 18 de agosto, com 1.600 eleitores do Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05423/2026.
ACM Neto diz que conhece os 417 municípios da Bahia e promete priorizar o interior
Ex-prefeito de Salvador disse que sua experiência como deputado permitiu conhecer a realidade do estado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- ACM Neto, candidato à presidência do Governo da Bahia, destacou que sua trajetória política lhe permitiu conhecer a realidade dos 417 municípios baianos e que pretende priorizar o interior do estado caso seja eleito. Ele enfatizou que, além de ter sido prefeito de Salvador, os três mandatos como deputado federal e a intensificação das viagens pelo interior, especialmente durante a pré‑campanha de 2022, reforçaram seu compromisso com as regiões menos favorecidas.
- Na entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, ACM Neto criticou a gestão estadual na área rural, apontando a falta de investimentos em políticas de extensão rural e em obras de segurança hídrica, sobretudo no semiárido, e ressaltou a necessidade de barragens e de projetos que garantam água aos produtores rurais.
Foto: Reprodução
O candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou nesta quarta-feira (19) que sua trajetória política lhe permitiu conhecer a realidade dos 417 municípios baianos e que pretende dar prioridade ao interior do estado, caso seja eleito. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da Band Bahia. Ao ser questionado sobre como pretende governar um estado com realidades diferentes da capital, ACM Neto afirmou que sua experiência não se restringe ao período em que foi prefeito de Salvador. Segundo ele, os três mandatos como deputado federal proporcionaram contato direto com municípios de todas as regiões da Bahia. O candidato também destacou que, após deixar a Prefeitura de Salvador, intensificou as viagens pelo interior. De acordo com ele, durante a pré-campanha para as eleições de 2022, visitou mais de 330 municípios e retomou esse contato a partir de 2023 por meio do projeto "Sua Voz é Nossa Voz", criado para ouvir demandas da população. ACM Neto afirmou ainda que escolheu iniciar a campanha eleitoral em Sítio do Mato, no oeste baiano, como forma de demonstrar que pretende priorizar o interior. Na sequência, passou por municípios como Carinhanha, Correntina e Coribe. Durante a entrevista, o candidato também criticou a gestão estadual na área rural. Segundo ele, faltam investimentos em políticas de extensão rural e em obras de segurança hídrica, especialmente para atender moradores do semiárido. "Eles acabaram com a extensão rural. Falam das obras de segurança hídrica para levar água para o homem do campo, não tem barragem, principalmente no semiárido", afirmou ACM Neto.
TSE manda Lula e PT retirarem vídeos com pedido de votos antes do início da campanha
Decisão liminar aponta propaganda eleitoral antecipada durante convenção partidária na Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, determinou que Lula, o PT e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, além do YouTube, removam em até 24 horas trechos de vídeos em que Lula faz pedidos de votos durante uma convenção partidária na Bahia, antes do início oficial da campanha eleitoral. A medida, tomada em caráter liminar, atende parcialmente a um pedido do partido Novo e pode levar à retirada completa das transmissões caso não seja possível editar os vídeos.
- A decisão ressalta que as declarações ultrapassaram os limites da pré‑campanha, contendo pedidos explícitos de voto como “vote em mim” e “me elejam pela quarta vez”, e que a convenção partidária não exime a propaganda eleitoral antecipada. A medida já está em vigor, mas será analisada pelo plenário do TSE, que decidirá se a mantém ou não.
Foto: Ricardo Stuckert
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) André Mendonça determinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o PT, o governador da Bahia Jerônimo Rodrigues (PT) e o YouTube removam, em até 24 horas, trechos de vídeos em que Lula faz pedidos de votos durante uma convenção partidária realizada na Bahia, antes do início oficial da campanha eleitoral. A decisão, em caráter liminar, atende parcialmente a um pedido apresentado pelo partido Novo. Caso não seja possível editar os vídeos, o ministro determinou que a transmissão completa seja retirada das plataformas. Na decisão, Mendonça afirmou que as declarações ultrapassaram os limites permitidos para a pré-campanha ao conterem pedidos explícitos de voto, citando frases como "vote em mim", "me elejam pela quarta vez" e "dê um votinho pra mim". Durante o evento, Lula também pediu votos para os candidatos ao Senado pela Bahia, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT). O ministro ressaltou que o fato de as declarações terem ocorrido em uma convenção partidária não afasta a caracterização de propaganda eleitoral antecipada. A decisão já está em vigor, mas ainda será submetida à análise do plenário do TSE, que decidirá se mantém ou não a medida.
Alcolumbre encaminha PECs da Segurança e do fim da escala 6x1 no Senado
Alcolumbre encaminha PECs da Segurança e do fim da escala 6x1 no Senado
Presidente do Senado afirma que PECs sobre escala 6x1 e segurança pública, além de projeto sobre minerais críticos e terras raras, seguirão tramitação nas comissões
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou para análise das comissões três matérias consideradas prioridades do governo federal, após encontros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As matérias incluem a PEC que prevê o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e o projeto de lei sobre minerais críticos e terras raras.
- As propostas serão analisadas pelas comissões do Senado e ainda não há previsão de votação. A reaproximação entre Lula e Alcolumbre é vista como importante para destravar projetos considerados estratégicos para o Palácio do Planalto, incluindo a pauta de segurança pública e a exploração de minerais críticos e terras raras. O governo busca avançar com essas medidas e a retomada do diálogo entre Lula e Alcolumbre é considerada fundamental para o andamento das propostas.
Foto: Ton Molina | Agência Senado
Após três encontros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta semana, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encaminhou para análise das comissões três matérias apontadas como prioridades do governo federal no Congresso. Entre elas estão a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e o projeto de lei que cria um marco legal para minerais críticos e terras raras. Em nota divulgada nesta sexta-feira (14), Alcolumbre afirmou que teve uma “importante conversa institucional” com Lula e classificou o diálogo como “maduro, franco e republicano”. Segundo o presidente do Senado, as matérias são de alta complexidade e deverão seguir o rito regimental da Casa, com análise e aprofundamento antes de eventual votação. As duas PECs foram encaminhadas à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), primeira etapa da tramitação antes de uma possível análise pelo plenário. Já o destino do projeto sobre minerais críticos e terras raras ainda não havia sido registrado no sistema do Senado. A pauta voltou a avançar após a reaproximação entre Lula e Alcolumbre, que haviam se afastado em meio a divergências políticas, especialmente após a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar do gesto de aproximação com o governo, a expectativa no Senado é de que a votação dessas propostas fique para depois das eleições de 2026. O Congresso terá apenas mais uma semana de esforço concentrado prevista para o início de setembro antes do período eleitoral. Além das três matérias, o governo também busca avançar com medidas relacionadas à exploração de minerais críticos e terras raras e com a pauta de segurança pública. A retomada do diálogo entre Lula e Alcolumbre é vista pelo governo como importante para destravar projetos considerados estratégicos para o Palácio do Planalto. Após a reunião entre os dois, o ministro das Relações Institucionais afirmou que, independentemente da tramitação das matérias no Senado, Alcolumbre deverá apoiar a chapa petista nas eleições de 2026.
Governo Trump diz que respeitará resultado das eleições no Brasil desde que "livre e justa"
Departamento de Estado afirma que respeitará a escolha dos brasileiros em uma eleição considerada livre e justa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo dos Estados Unidos negou que esteja tentando interferir nas eleições presidenciais brasileiras e afirmou que respeitará o resultado das urnas, desde que a disputa seja realizada de forma 'livre e justa'. A declaração foi dada por uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA, sob condição de anonimato, em resposta a questionamentos da imprensa brasileira sobre as recentes tensões entre os dois países.
- A tensão aumentou após decisões envolvendo diplomatas brasileiros e americanos, com o governo Lula criticando publicamente medidas adotadas pelos Estados Unidos e acusando a administração Trump de adotar uma postura de pressão sobre o Brasil. O presidente Lula ainda fez críticas ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, e afirmou que uma eventual participação de autoridades dos EUA em atos políticos ao lado de Flávio Bolsonaro poderia beneficiar o adversário na disputa presidencial. Apesar das acusações e da troca de críticas, o Departamento de Estado reiterou que os EUA não pretendem interferir na eleição e que reconhecerão a escolha dos brasileiros em um processo considerado livre e justo.
Foto: Daniel Torok | Casa Branca
O governo dos Estados Unidos negou que esteja tentando interferir nas eleições presidenciais brasileiras e afirmou que respeitará o resultado das urnas, desde que a disputa seja realizada de forma “livre e justa”. A declaração foi dada por uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA, sob condição de anonimato, em resposta a questionamentos da imprensa brasileira sobre as recentes tensões entre os dois países. Segundo a autoridade, os Estados Unidos respeitarão a escolha dos brasileiros e já mantiveram relações bem-sucedidas com governos de diferentes posições políticas no Brasil. A versão, porém, contrasta com as acusações feitas pelo governo Lula. Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que a administração de Donald Trump vinha reunindo informações para questionar a segurança e a transparência das eleições brasileiras. A tensão aumentou após decisões envolvendo diplomatas brasileiros e americanos. O governo Lula também criticou publicamente medidas adotadas pelos Estados Unidos e acusou a administração Trump de adotar uma postura de pressão sobre o Brasil. O presidente Lula ainda fez críticas ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, e afirmou que uma eventual participação de autoridades dos EUA em atos políticos ao lado de Flávio Bolsonaro poderia beneficiar o adversário na disputa presidencial. Flávio Bolsonaro, por sua vez, voltou a questionar o sistema eleitoral brasileiro. Até hoje, não foi comprovada fraude nas urnas eletrônicas brasileiras. Nesta quarta-feira (12), o ex-ministro Celso Amorim, assessor especial da Presidência, afirmou que os Estados Unidos estariam atingindo a soberania brasileira e classificou a relação entre os dois governos como uma “escalada de hostilidades”. Apesar das acusações e da troca de críticas, o Departamento de Estado reiterou que os EUA não pretendem interferir na eleição e que reconhecerão a escolha dos brasileiros em um processo considerado livre e justo.
Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente, aponta PoderData
Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente, aponta PoderData
Levantamento mostra Flávio Bolsonaro com 45% e Lula com 46% em cenário de segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente divulgada pelo PoderData/Aya aponta um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026. Segundo o levantamento, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais.
- A pesquisa também simulou outros cenários de segundo turno, mostrando Lula com vantagem sobre outros candidatos, como Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 35%. A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 12 de agosto de 2026, com 2.400 entrevistas em 658 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06868/2026.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (13) pelo PoderData/Aya aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026. No levantamento, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados. Na pesquisa anterior, divulgada em 29 de julho, Lula tinha 46% e Flávio Bolsonaro, 43%. Com isso, o senador ganhou dois pontos percentuais, reduzindo a diferença entre os dois de três para um ponto. O instituto também simulou outros cenários de segundo turno. Lula aparece com 46% contra 37% de Renan Santos (Missão), 45% contra 43% de Romeu Zema (Novo) e 45% contra 44% de Ronaldo Caiado (PSD). No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), ambos com 4%. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) registram 3% cada. Clariana Barão (Democracia Cristã), Leonardo Avalanche (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1% cada. Outros 4% dos entrevistados disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 2% afirmaram não saber em quem votar. A pesquisa PoderData/Aya foi realizada entre os dias 9 e 12 de agosto de 2026, com 2.400 entrevistas em 658 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06868/2026.
Nunes Marques restabelece filiação de Flávio ao PL e libera registro de candidatura
Ministro do STF determinou exclusão de vínculo com o Missão e acionou PF para investigar autoria da alteração no sistema
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, determinou que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura ao Palácio do Planalto. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido Flávio de registrar sua candidatura.
- O ministro acolheu o pedido de tutela de urgência e determinou a retirada do registro de filiação ao partido Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. O caso será encaminhado à Polícia Federal para investigar a autoria e o contexto da alteração no cadastro partidário.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão também permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura dele à Presidência da República. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido, mais cedo, que Flávio registrasse sua candidatura. O parlamentar passou a aparecer no sistema como filiado ao partido Missão, de Renan Santos. Nunes Marques acolheu o pedido de tutela de urgência apresentado pela defesa do senador e determinou que a filiação ao PL seja considerada válida desde 30 de novembro de 2021, quando ocorreu o vínculo original. O ministro também ordenou a retirada do registro de filiação ao Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. TSE manda investigar alteração - Na decisão, Nunes Marques destacou que Flávio permaneceu filiado ao PL desde 2021 e que, entre a noite de quarta-feira (12) e a manhã desta quinta, uma nova filiação foi registrada no Sistema de Filiação Partidária (FILIA) sem que o senador tivesse manifestado essa intenção. A alteração provocou automaticamente sua saída do PL e impediu o registro da candidatura. "A filiação partidária constitui condição de elegibilidade [...] e pressuposto para o exercício do direito de ser votado, não podendo ser suprimida por ato de terceiro estranho à vontade do filiado", escreveu o ministro. Para Nunes Marques, também não seria plausível que Flávio tivesse decidido espontaneamente trocar o PL pelo Missão. Além de ser candidato do PL à Presidência, o partido de destino já possui candidatura própria ao Palácio do Planalto, a de Renan Santos. Na avaliação do relator, a situação reforça os indícios de que a mudança não partiu do senador. O ministro ainda determinou a preservação dos registros de acesso e dos logs do Sistema FILIA relacionados à alteração. O caso será encaminhado à Polícia Federal, que deverá instaurar inquérito para investigar "a autoria, as circunstâncias e o contexto" do registro. Com a decisão, a campanha de Flávio poderá retomar o processo de registro da candidatura antes do prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral, que termina neste sábado (15), às 19h.
Empresa de sócio de João Roma teve contratos de R$ 19,7 milhões com Master
Empresa de sócio de João Roma teve contratos de R$ 19,7 milhões com Master
acheco é sócio de João Roma em empresa do setor agropecuário; ambos negam relação entre os negócios.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma corretora pertencente ao empresário Alfredo Pacheco Pereira Neto, sócio do ex-ministro da Cidadania e candidato ao Senado João Roma, firmou contratos que somam pelo menos R$ 19,7 milhões com o Banco Master. Pacheco negou qualquer relação entre Roma e os contratos firmados pela corretora, afirmando que sua sociedade com o ex-ministro está restrita à empresa agropecuária. O candidato também negou ter participado das negociações envolvendo a corretora e o Banco Master.A corretora AB Serviços de Corretagem Financeira, pertencente a Pacheco, firmou contratos com empresas ligadas ao Banco Master, segundo informações do Metrópoles. A corretora afirmou que os contratos foram realizados de forma regular, com comprovação técnica e pagamento de tributos.
Ex-ministro João Roma - Reprodução
Uma corretora pertencente ao empresário Alfredo Pacheco Pereira Neto, sócio do ex-ministro da Cidadania e candidato ao Senado João Roma, firmou contratos que somam pelo menos R$ 19,7 milhões com o Banco Master, segundo informações do Metrópoles. Pacheco é sócio de Roma na Prata da Chapada, empresa voltada à produção agropecuária. A sociedade começou em 2021, quando Roma ainda ocupava o Ministério da Cidadania. Na Justiça Eleitoral, Roma declarou ter 50% da Prata da Chapada, participação avaliada em R$ 100 mil. A corretora AB Serviços de Corretagem Financeira, pertencente a Pacheco, também teve entre os sócios o advogado Bruno Martinez Carneiro Ribeiro Neves. Ele deixou a empresa em 2023, antes de assumir um cargo no Ibama. Procurada, a AB Serviços afirmou que os contratos com empresas ligadas ao Banco Master foram realizados de forma regular, com comprovação técnica, pagamento de tributos e sem utilização de recursos públicos. Pacheco também negou qualquer relação entre Roma e os contratos firmados pela corretora. Segundo ele, sua sociedade com o ex-ministro está restrita à empresa agropecuária. Roma apresentou a mesma justificativa e afirmou que a Prata da Chapada atua exclusivamente no setor agropecuário. O candidato também negou ter participado das negociações envolvendo a AB Serviços e o Banco Master.
Alerj e Senado informam pós-graduação que Flávio Bolsonaro não fez
Alerj e Senado informam pós-graduação que Flávio Bolsonaro não fez
UFRJ afirma não ter registro de que senador tenha cursado pós-graduação em ciência política na instituição.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os portais oficiais do Senado Federal e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) veicularam informações incorretas sobre a formação acadêmica do senador Flávio Bolsonaro, alegando que ele possuía pós-graduação em "ciências políticas" pela UFRJ. Contudo, a instituição de ensino negou a existência de qualquer registro de vínculo acadêmico do parlamentar em seus sistemas.
- A assessoria de Flávio Bolsonaro tratou o caso como um erro de cadastro e solicitou a correção, detalhando sua real trajetória acadêmica na Faculdade Cândido Mendes, no Iuperj e na FGV. Por sua vez, a Alerj e o Senado justificaram que os dados foram alimentados, respectivamente, por informações fornecidas pelo próprio político e por conteúdos de agências de notícias.
Foto: Adriano Machado | Reuters
Os sites oficiais do Senado Federal e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) divulgaram uma informação incorreta sobre a formação acadêmica do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. As páginas informavam que Flávio teria uma pós-graduação em “ciências políticas” pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A universidade, porém, informou que não há registro no sistema acadêmico de que o senador tenha estudado na instituição. Procurada, a campanha de Flávio classificou o dado como um erro e afirmou que já solicitou a correção. Segundo a assessoria, Flávio é formado em Direito pela Universidade Cândido Mendes, tem pós-graduação em Políticas Públicas pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e MBA em Empreendedorismo pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A Alerj afirmou que as informações sobre a formação dos deputados são fornecidas pelos próprios parlamentares. No caso do Senado, a Casa informou que o dado incorreto fazia parte de conteúdo produzido pela agência de notícias. Uma página no LinkedIn associada ao senador também apresentava a informação sobre a suposta pós-graduação na UFRJ. O perfil foi suspenso após a publicação da reportagem. Além disso, o termo utilizado nas biografias —“ciências políticas”— não é o mais adequado no meio acadêmico. A denominação usual é Ciência Política, área das Ciências Sociais. A informação sobre a suposta pós-graduação de Flávio já aparecia em reportagens publicadas desde 2011.
Lula articula apoio no Congresso em encontro com Motta e Alcolumbre
Lula articula apoio no Congresso em encontro com Motta e Alcolumbre
Presidente deve discutir prioridades do governo e alinhar votações durante esforço concentrado no Congresso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se reunir com os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado em Brasília nesta quarta-feira (12) como parte de uma estratégia do governo para estreitar a relação com o Congresso em meio às articulações políticas para as eleições de 2026.
- Aproximadamente, Lula também aproveitará os encontros para discutir as prioridades do Executivo e alinhar com os presidentes das duas Casas a agenda de votações durante a primeira semana de esforço concentrado no Congresso, diante da necessidade de construir maioria para aprovar projetos de interesse do Executivo e organizar a pauta legislativa nos próximos meses.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se reunir nesta quarta-feira (12) com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em Brasília. Os encontros fazem parte de uma estratégia do governo para estreitar a relação com o Congresso em meio às articulações políticas para as eleições de 2026. Lula conversou por telefone com Motta na terça-feira (11). Na ligação, segundo a CNN, o presidente agradeceu ao deputado pelo apoio à sua candidatura à reeleição. O Republicanos da Paraíba decidiu apoiar Lula depois que a direção nacional do partido optou pela neutralidade na disputa presidencial e liberou os diretórios estaduais para definir seus posicionamentos. Além de Motta e Alcolumbre, devem participar das reuniões o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, e a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE). A expectativa é que Lula aproveite os encontros para discutir as prioridades do Executivo e alinhar com os presidentes das duas Casas a agenda de votações durante a primeira semana de esforço concentrado no Congresso. As reuniões ocorrem em um momento de intensa movimentação dos partidos para as eleições de 2026. Lideranças do Centrão também vêm definindo posições e negociando apoio aos diferentes candidatos à Presidência da República. A aproximação com os comandos da Câmara e do Senado é considerada estratégica para o governo, principalmente diante da necessidade de construir maioria para aprovar projetos de interesse do Executivo e organizar a pauta legislativa nos próximos meses.
























