Rui Costa diz que Bahia está entre os estados menos endividados do país
Rui Costa diz que Bahia está entre os estados menos endividados do país
Petista diz que a Bahia enfrentou restrições para contratar empréstimos durante sua gestão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou que o estado possui um dos menores níveis de endividamento do país, com relação dívida/receita corrente de 0,4, abaixo do limite aceitável de 2. Ele destacou dificuldades para contratar empréstimos durante sua gestão, inclusive sob a administração de Jair Bolsonaro, e criticou a suposta exploração política do tema.
- Costa elogiou o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) por sua condução na contratação de financiamentos para investimentos e reforçou que a Bahia tem capacidade de pagamento, posicionando o estado em vantagem em relação a São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O ex-governador da Bahia e candidato ao Senado, Rui Costa (PT), afirmou nesta quarta-feira (26) que a Bahia está entre os estados com menor nível de endividamento do país. Em entrevista à Rádio BandNews FM, o petista defendeu a gestão fiscal do estado e disse que enfrentou dificuldades para contratar empréstimos durante os oito anos em que comandou o Executivo baiano. Segundo Rui Costa, o governo estadual encontrou obstáculos para acessar operações de crédito, principalmente durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eu levei oito anos sem conseguir tomar crédito. Só consegui tomar um do Banco do Brasil e mesmo assim por ordem do STF, porque o então presidente [Bolsonaro] tinha decidido e deu ordem à direção do banco de não pagar, mesmo o contrato estando assinado”, afirmou. O ex-governador também declarou que a Bahia foi prejudicada na aprovação de financiamentos e criticou o que classificou como exploração política do tema. “O vento nunca soprou a favor, eles faziam de tudo para prejudicar a Bahia, nem empréstimos aprovaram. Há muita retórica e, eu diria, peças de campanha eleitoral em torno desses empréstimos que a Bahia toma”, disse. Ao comentar os indicadores fiscais, Rui afirmou que, ao fim de sua gestão, a relação entre a dívida e a receita corrente do estado era de 0,4, índice que, segundo ele, está bem abaixo do limite considerado aceitável, fixado em 2. O petista sustentou que esse cenário coloca a Bahia em situação mais favorável que estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Na entrevista, Rui Costa também elogiou a condução do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na contratação de financiamentos para investimentos e reforçou que a avaliação do endividamento deve considerar a capacidade de pagamento do estado. “A Bahia tem capacidade de pagamento”, concluiu.
Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro empatam na disputa presidencial em São Paulo
Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro empatam na disputa presidencial em São Paulo
Levantamento mostra os dois candidatos com 30% das intenções de voto no maior colégio eleitoral do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A nova pesquisa da Quaest, realizada 40 dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais, aponta empate entre Lula e Bolsonaro, ambos com 30% das intenções de voto em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Lula reduziu a diferença de quatro pontos em relação ao levantamento de julho, enquanto Bolsonaro mantém 30%, com Pablo Marçal em 4% e outros candidatos abaixo de 3%.
- Além disso, 13% dos entrevistados estão indecisos e 12% planejam votar em branco, anular ou não comparecer. Em cenário sem Marçal, Bolsonaro permanece em 30% e Lula em 29%, mantendo o empate técnico, enquanto Renan Santos sobe para 5% e Romeu Zema para 3%.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
A 40 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, uma nova pesquisa Quaest aponta empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo eleitorado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país. No cenário estimulado, os dois aparecem com 30% das intenções de voto. Em comparação com o levantamento realizado no fim de julho, Lula reduziu a diferença de quatro pontos e alcançou o adversário, que anteriormente registrava 34%, contra 30% do petista. Na sequência aparecem Pablo Marçal (PRTB), com 4%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%, e Augusto Cury (Avante), com 2%. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) têm 1% cada. Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto. A pesquisa também mostra que 13% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 12% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Em um segundo cenário, sem Pablo Marçal — que aparece no levantamento apesar de estar com os direitos políticos cassados —, Flávio Bolsonaro mantém 30% das intenções de voto, enquanto Lula registra 29%, permanecendo em empate técnico dentro da margem de erro. Sem Marçal, Renan Santos sobe para 5%, Ronaldo Caiado alcança 4% e Romeu Zema passa a ter 3% das intenções de voto.
Justiça começa a barrar uso de ‘Bolsonaro’ por candidatos sem vínculo familiar; entenda
Legislação permite apelidos e nomes pelos quais candidatos são conhecidos, mas proíbe identificações que gerem dúvida sobre vínculos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral tem impedido candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro de usar o sobrenome do ex‑presidente no nome de urna, alegando risco de confusão sobre parentesco. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso retiraram referências como "Renato Araújo do Bolsonaro" e "Flaviane do Bolsonaro", reforçando a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos.
- O caso faz parte de uma maior fiscalização que já identificou 39 candidatos usando os nomes de Lula ou Bolsonaro em 2026, com o Ministério Público Eleitoral solicitando a retirada de referências em pelo menos sete situações. A medida destaca a importância de evitar nomes que possam sugerir relações inexistentes e garante a clareza na identificação dos candidatos.
Foto: Ton Molina | STF
A Justiça Eleitoral começou a impedir que candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro usem o sobrenome do ex-presidente no nome de urna. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso determinaram a retirada da referência e reforçaram a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos. As informações são do O Globo. No Rio, o candidato do Partido Liberal (PL) a deputado federal Renato de Araújo Corrêa foi impedido de disputar a eleição como “Renato Araújo do Bolsonaro”. Em Mato Grosso, a candidata do Novo a deputada estadual Flaviane Ramalho de Oliveira também teve rejeitado o nome “Flaviane do Bolsonaro” e deverá concorrer como “Dr.ª Flaviane Ramalho”. Decisões nos estados - No caso de Renato, a defesa apresentou registros para comprovar sua proximidade com a família Bolsonaro. Ele é amigo do ex-presidente e mantém relação pública com seus familiares. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), porém, considerou que essa ligação não permite incorporar “Bolsonaro” à identificação eleitoral, devido ao risco de confundir o eleitor sobre um possível parentesco. Em Mato Grosso, Flaviane alegou que “do Bolsonaro” representava sua identificação política com o bolsonarismo, e não uma relação familiar. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) rejeitou o argumento porque ela não demonstrou ser conhecida por esse nome antes da eleição. Nas disputas de 2022 e 2024, havia usado “Dra. Flaviane Ramalho”. As decisões fazem parte de uma disputa maior. Segundo o O Globo, 39 candidatos registraram Lula ou Bolsonaro no nome de urna neste ano, e o Ministério Público Eleitoral já havia pedido a retirada dessas referências em pelo menos sete casos. Entre os nomes questionados estão “Alessandro Bolsonaro”, “Negona do Bolsonaro”, “Rodrigo Bolsonaro”, “Bruno Bolsonaro Scheid” e “Fabiana Bolsonaro”. Regra eleitoral - A legislação permite o uso de prenome, sobrenome, apelido, nome abreviado ou outra identificação pela qual o candidato seja conhecido. O problema surge quando a escolha pode criar dúvida sobre sua identidade ou sugerir uma relação inexistente. Também há um caso semelhante envolvendo Lula: o MPE questionou o uso de “Cadu de Lula” por Carlos Eduardo Xavier, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo do Rio Grande do Norte. Os primeiros julgamentos de 2026 retomam decisões anteriores da Justiça Eleitoral. Em 2022, o TRE-RJ já havia impedido candidatos sem parentesco com Bolsonaro de usar os nomes “Max Bolsonaro” e “Helio Bolsonaro”. Agora, as novas decisões podem influenciar a análise de outros registros que ainda aguardam julgamento.
Debate da Band reúne só três candidatos e vira palco de críticas aos ausentes
Debate da Band reúne só três candidatos e vira palco de críticas aos ausentes
Renan Santos, Ronaldo Caiado e Augusto Cury participaram; Cury anunciou desistência antes da transmissão, mas voltou atrás
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O debate presidencial da TV Bandeirantes, realizado na noite de domingo (23), contou apenas com Renan Santos, Ronaldo Caiado e Augusto Cury, enquanto Lula, Bolsonaro e Zema faltaram, o que dominou a discussão. Cury, que inicialmente se recusou a participar, mudou de ideia e entrou no estúdio, mas o debate foi marcado por críticas e acusações de “covardes” contra os ausentes.
- Durante o evento, Lula concedeu uma entrevista simultânea à TV Record, abordando temas como segurança pública, economia e investigações envolvendo seu filho, enquanto os demais candidatos criticaram a ausência dos concorrentes e pediram explicações públicas.
Foto: Divulgação | TV Bandeirantes
O debate presidencial da TV Bandeirantes, realizado na noite deste domingo (23), teve apenas três dos seis candidatos convidados no estúdio. Participaram Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não compareceram, ausência que dominou o tom das discussões. Horas antes da transmissão, o debate ganhou um episódio inesperado: Augusto Cury anunciou que não participaria. Minutos depois, após falar com a imprensa na área externa, o candidato mudou de posição e decidiu entrar no estúdio. Durante os três blocos, Renan Santos abriu o debate com críticas duras aos adversários ausentes, chamando Lula e Flávio Bolsonaro de “covardes”. Em outro momento, fez declarações polêmicas sobre o eleitorado lulista, o que levou Augusto Cury a reagir e pedir menos agressividade no debate. Ronaldo Caiado também direcionou críticas aos candidatos que não compareceram, destacando sua trajetória política e afirmando nunca ter sido envolvido em escândalos. O goiano questionou a ausência dos adversários e cobrou explicações públicas. Enquanto o debate acontecia, Lula concedia entrevista à TV Record, exibida simultaneamente. Em cerca de 20 minutos, o presidente respondeu perguntas sobre segurança pública, economia, violência contra a mulher e as investigações envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Lula afirmou que “se alguém está agindo de forma equivocada, esse alguém vai ter que ser investigado”.
Lula tem 59% contra 30% de Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno na Bahia, diz pesquisa
Levantamento Real Time Big Data aponta vantagem de 29 pontos para o presidente entre eleitores baianos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em uma pesquisa realizada pelo Instituto Real Time Big Data, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 59% das intenções de voto em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República entre eleitores da Bahia, contra 30% do senador Flávio Bolsonaro. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 10 de agosto e entrevistou 1.600 eleitores em municípios da Bahia.
- A pesquisa também aponta que a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Além disso, a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05205/2026, e é considerada relevante para a escolha do presidente na Bahia.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 59% das intenções de voto contra 30% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República entre eleitores da Bahia, segundo pesquisa do Instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (11). O levantamento aponta uma diferença de 29 pontos percentuais entre os dois candidatos no cenário estimulado. Outros 6% dos entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados. Já 5% não souberam responder ou preferiram não opinar. A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em municípios da Bahia entre os dias 6 e 10 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo próprio Real Time Big Data e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05205/2026. Pesquisas anteriores do instituto também apontaram vantagem de Lula entre os eleitores baianos. Em levantamento divulgado em março, o presidente aparecia com 55% contra 22% de Flávio Bolsonaro em um cenário de primeiro turno no estado.
Michelle recusou ser vice de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Michelle recusou ser vice de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Presidente do PL teria articulado convite antes da escolha do deputado Alfredo Gaspar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi convidada a integrar a chapa de Flávio Bolsonaro para a disputa pela Presidência da República, mas decidiu recusar a proposta. A intenção era fortalecer a chapa com um dos nomes de maior popularidade entre os eleitores conservadores.
- Entre os principais motivos da recusa de Michelle Bolsonaro estariam a intensa agenda de viagens exigida por uma campanha presidencial e a necessidade de acompanhar o ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar.
Foto: Reprodução
Antes da definição do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi convidada para integrar a composição, mas decidiu recusar a proposta. A informação foi divulgada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Segundo a publicação, o convite partiu do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, com o apoio de integrantes da cúpula do partido e de aliados próximos da família Bolsonaro. A intenção era fortalecer a chapa com um dos nomes de maior popularidade entre os eleitores conservadores. De acordo com uma fonte ouvida pela jornalista, Michelle e o ex-presidente Jair Bolsonaro avaliaram, em conjunto, que a participação na disputa seria inviável. Entre os principais motivos estariam a intensa agenda de viagens exigida por uma campanha presidencial e a necessidade de acompanhar Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar. Ainda conforme a reportagem, um interlocutor da ex-primeira-dama afirmou que os cuidados com a saúde do ex-presidente tiveram peso decisivo na escolha. "Como ela iria fazer campanha? Impossível. Quem cuidaria do Jair? Na prática, a Michelle também está em prisão domiciliar", declarou a fonte ao O Globo. Com a recusa de Michelle Bolsonaro, o PL definiu o deputado federal Alfredo Gaspar como candidato a vice na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro para a disputa pela Presidência da República.
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro por questões de saúde
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro por questões de saúde
Ministro do STF prorroga benefício por questões de saúde, determina entrega de 11 armas à PF e alerta que descumprimento das regras levará ex-presidente de volta ao regime fechado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, prorrogou a prisão domiciliar humanitária do ex‑presidente Jair Bolsonaro, revogando seu porte de arma e determinando a entrega de 11 armas de fogo ao poder público, além de novas restrições de monitoramento.
- A decisão, fundamentada na incompatibilidade da posse de armas com a situação jurídica de Bolsonaro, manteve a suspensão da prisão no regime fechado, mas alertou que qualquer descumprimento das condições pode levar ao retorno imediato ao sistema prisional. O ex‑presidente continua cumprindo pena de 27 anos por tentativa de golpe e permanece sob tornozeleira eletrônica.
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas determinou novas restrições. Na decisão, assinada nesta sexta-feira (3), o magistrado revogou o porte de arma do ex-presidente, cassou seu registro de colecionador, atirador desportivo e caçador (CAC) e determinou que a defesa entregue à Polícia Federal, no prazo de 48 horas, as 11 armas de fogo registradas em nome de Bolsonaro. Ao analisar o caso, Moraes concluiu que Bolsonaro não cometeu falta grave em relação à arma apreendida durante uma blitz em Brasília, o que afastou a possibilidade de revogação da prisão domiciliar e o retorno imediato ao regime fechado. A investigação teve início após uma pistola registrada em nome do ex-presidente ser apreendida, em 15 de junho, com um de seus seguranças durante uma abordagem policial. O militar afirmou que transportava o armamento para manutenção. Moraes acompanhou o parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet, segundo o qual a investigação não apontou irregularidades praticadas por Bolsonaro. Apesar disso, o ministro entendeu que a manutenção da posse de armas é incompatível com a atual situação jurídica do ex-presidente. Além da pistola apreendida na blitz, Moraes determinou o recolhimento de outras dez armas, entre pistolas, carabinas, espingardas e fuzis registrados em nome de Bolsonaro, que deverão ser entregues à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. Na decisão, o ministro também advertiu que o descumprimento de qualquer condição da prisão domiciliar poderá resultar no retorno imediato de Bolsonaro ao regime fechado. Prisão domiciliar - Moraes afirmou que as circunstâncias que anteriormente impediam a concessão do benefício deixaram de existir. Segundo a decisão, não houve registro de novas infrações durante o período de prisão domiciliar e os laudos médicos apresentados pela defesa apontaram melhora no quadro de saúde do ex-presidente. Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 24 de março, quando recebeu autorização para deixar o Hospital DF Star, em Brasília, após tratamento de uma pneumonia. A medida foi concedida em caráter humanitário e temporário, considerando a idade e o estado de saúde do ex-presidente. O prazo inicial da domiciliar terminou em 25 de junho, quando a defesa pediu a prorrogação sob o argumento de que Bolsonaro ainda não apresentava condições de retornar ao sistema prisional. Condenado por participação na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão. Segundo a decisão judicial, ele permanece monitorado por tornozeleira eletrônica e continua sujeito às demais restrições impostas pelo STF.
Flávio Bolsonaro perde 4 pontos após caso Vorcaro e viagem aos EUA, aponta Quaest
Primeiro levantamento após divulgação dos diálogos com o banqueiro e encontro com Trump mostra senador atrás de Lula
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro perdeu espaço em um eventual segundo turno contra presidente Lula, segundo pesquisa Quaest. Ele caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% desde abril.
- A pesquisa foi divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos para financiar um filme e após sua viagem a Washington para se reunir com Donald Trump, além de medidas anunciadas pelo governo americano que criticou o presidente Lula.
Foto: Reprodução | CNN
O senador Flávio Bolsonaro perdeu quatro pontos percentuais em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde abril, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Flávio caiu de 42% para 38% das intenções de voto, enquanto Lula avançou de 40% para 44% no mesmo período. Esta é a primeira pesquisa divulgada após a revelação de diálogos em que Flávio Bolsonaro pede recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento também ocorre após a viagem do senador a Washington para se reunir com Donald Trump. A pesquisa foi realizada ainda depois de o governo americano anunciar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. As medidas foram criticadas pelo presidente Lula. Em maio, Lula e Flávio apareciam em empate técnico, com 42% e 41%, respectivamente. No levantamento atual, o petista abriu vantagem de seis pontos percentuais no cenário de segundo turno.
Pesquisa Vox Brasil mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro
Pesquisa Vox Brasil mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostra presidente à frente nas simulações de primeiro e segundo turno para a eleição presidencial de 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa da Vox Brasil divulgada em 20 de maio de 2026 aponta Luiz Inácio Lula da Silva na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, tanto em cenários de primeiro quanto de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro. De acordo com a pesquisa, Lula aparece com 46,8% das intenções de voto na simulação de segundo turno.
- A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 19 de maio de 2026, com 2.100 entrevistas em diferentes regiões do país. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A corrida presidencial de 2026 ainda está em fase inicial.
Foto: Reprodução
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (20) pela Vox Brasil aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, tanto em cenários de primeiro quanto de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro. Na simulação de segundo turno, Lula aparece com 46,8% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 38,1%. Já no cenário estimulado de primeiro turno, o presidente soma 41,5% das intenções. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 32,1%. Na sequência estão Ronaldo Caiado, com 5,9%; Romeu Zema, com 4,1%; Renan Santos, com 1,5%; Augusto Cury, com 0,3%; Cabo Daciolo, com 0,2%; e Aldo Rebelo, com 0,1%. Segundo a pesquisa, 4,9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados. Outros 9,4% disseram não saber ou preferiram não responder. O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 19 de maio de 2026, com 2.100 entrevistas em diferentes regiões do país. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A corrida presidencial de 2026 ainda está em fase inicial, e os principais partidos seguem em processo de articulação para definição de alianças e candidaturas oficiais.
Datafolha mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Datafolha mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
O levantamento foi realizado antes da divulgação das conversas entre Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) trouxe resultados interessantes para a eleição presidencial de 2026. Embora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro estejam empatados em 45% das intenções de voto, é preciso considerar que a margem de erro é de dois pontos percentuais. Além disso, é importante lembrar que o levantamento foi realizado antes das conversas entre Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro serem divulgadas, o que pode ter afetado os resultados.
- A pesquisa também mostra que Lula aparece à frente de outros possíveis adversários, como o governador Romeu Zema e o governador Ronaldo Caiado, na disputa pela presidência. É importante ressaltar que o Datafolha está ressaltando que o cenário não mede os possíveis impactos políticos do caso das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
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Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno para a eleição presidencial de 2026. Ambos aparecem com 45% das intenções de voto, enquanto 9% declararam voto branco ou nulo e 1% disseram estar indecisos. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Segundo a pesquisa, o levantamento foi realizado entre os dias 12 e 13 de maio, antes da divulgação das conversas entre Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro. Por isso, o instituto ressalta que o cenário ainda não mede os possíveis impactos políticos do caso. O Datafolha também mostrou estabilidade em relação ao levantamento anterior, realizado em abril. Na disputa contra outros possíveis adversários, Lula aparece à frente do governador Romeu Zema e do governador Ronaldo Caiado. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em todo o país e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-00290/2026.
Para reforçar acusação de corrupção, campanha de Flávio vai chamar presidente de 'pai do Lulinha'
A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro definiu chamar o presidente Lula de 'pai do Lulinha' como uma estratégia para atingir os eleitores. A ideia é usar temas sensíveis como fraudes do INSS e anti-corrupção. O filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, foi citado em investigações sobre desvio de recursos de aposentadorias e pensões.
- Lulinha foi também citado em uma operação da Lava Jato em 2019. Sua defesa confirma a relação com um operador do esquema, mas afirma que a relação é de prospecção de negócios legítimos.
Foto: Reprodução
A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de "pai do Lulinha". A ideia é usar temas sensíveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção. Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, foi citado nas investigações que apuram o desvio de recursos de aposentadorias e pensões como um possível elo com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema. A defesa do filho do presidente confirma a relação com Antunes, mas diz que ela se refere à prospecção de negócios comerciais legítimos. As acusações contra Lulinha não se limitam ao INSS. O filho do presidente já foi citado em uma operação no âmbito da Lava Jato, em 2019.
Pré-candidato, Caiado avalia governo Bolsonaro como fraco e o culpa por retorno de Lula
Governador de Goiás afirma que derrota eleitoral indica falhas na gestão federal
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Foto: Reprodução
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não teve um bom desempenho à frente do governo federal entre 2019 e 2022.Pré-candidato à Presidência da República, Caiado disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que a derrota de Bolsonaro nas eleições de 2022 é um indicativo de falhas na gestão.Segundo ele, o resultado eleitoral abriu espaço para o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Partido dos Trabalhadores ao poder.“Se você está no mandato, perde a eleição e não faz o sucessor, é lógico que não pode se credenciar como bom gestor naquele momento”, afirmou.Caiado também declarou que, na avaliação dele, uma gestão considerada positiva teria dificultado a volta do PT ao Executivo federal.
Avaliação negativa do governo Lula se mantém em 40%, indica pesquisa
Avaliação negativa do governo Lula se mantém em 40%, indica pesquisa
Levantamento indica queda na aprovação e aumento de avaliações regulares; percepção varia entre grupos sociais.
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Pesquisa do Datafolha aponta que a avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manteve estável em 40%, mesmo com a proximidade do período eleitoral. O levantamento mostra queda na avaliação positiva, que passou de 32% para 29%. Já a parcela que considera o governo regular subiu de 26% para 29%.Na avaliação pessoal do presidente no terceiro mandato, a reprovação variou de 49% para 51%, enquanto a aprovação recuou de 47% para 45%, dentro da margem de erro. A pesquisa também indica diferenças entre grupos. A avaliação positiva é mais presente entre pessoas mais velhas, com menor escolaridade e moradores do Nordeste. Já a avaliação negativa é maior entre entrevistados com maior nível de instrução, residentes do Sul, evangélicos e pessoas com renda acima de dez salários mínimos.O levantamento traz ainda comparação com o mesmo período do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, que registrava índices mais elevados de avaliação negativa e menor aprovação, segundo a série histórica.
Eduardo Bolsonaro critica Moraes e diz que decisão sobre Jair Bolsonaro é política
Ex-deputado afirmou nas redes sociais que medida não tem fundamento jurídico e voltou a contestar acusações relacionadas aos atos de 8 de janeiro
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou, nesta terça-feira (24), a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prisão domiciliar temporária do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação na rede social X, Eduardo Bolsonaro afirmou que a medida não teria fundamento jurídico e seria motivada por razões políticas. Segundo ele, a decisão do magistrado estaria relacionada a uma preocupação com possíveis consequências caso o ex-presidente permanecesse preso.Na postagem, o ex-deputado também mencionou o estado de saúde de Jair Bolsonaro e disse esperar que ele receba acompanhamento médico adequado durante o período de prisão domiciliar. Eduardo Bolsonaro voltou ainda a contestar as acusações relacionadas aos Ataques de 8 de janeiro de 2023. Ele afirmou que a prisão do ex-presidente seria injusta e argumentou que, na data dos atos, Jair Bolsonaro estava fora do país e já não ocupava o cargo de presidente da República.O ex-deputado também declarou que o pai foi um presidente honesto e defendeu o legado político do ex-mandatário. Ao final da publicação, manifestou apoio e fez referência às eleições de 2026, afirmando expectativa de mudança no cenário político.
Rui Costa diz que resultados superam governo Bolsonaro e deixa Casa Civil
Rui Costa diz que resultados superam governo Bolsonaro e deixa Casa Civil
Ministro afirma que obras e investimentos cresceram em relação ao governo anterior; saída está marcada para 30 de março
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que os resultados de sua gestão superam os registrados no governo de Jair Bolsonaro e confirmou que deixará o cargo no próximo dia 30 de março. A declaração foi feita em entrevista à Rádio Jequié FM. Segundo ele, os indicadores da atual administração são “n vezes maiores”, com avanços expressivos em áreas como infraestrutura e educação.“Tem número que é 10 vezes maior. A execução de estradas é quase 10 vezes maior, a construção de escolas e creches. Os números são muito maiores, infinitamente maiores do que o governo passado”, disse. Ex-governador da Bahia, Rui Costa afirmou que encerra o ciclo no ministério com “orgulho” e destacou a confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao delegar a função.A saída faz parte da estratégia do ministro para disputar uma vaga no Senado nas próximas eleições.
Com melhora nos pulmões, Bolsonaro pode sair da UTI nos próximos dias
Com melhora nos pulmões, Bolsonaro pode sair da UTI nos próximos dias
Ex-presidente está internado com broncopneumonia em hospital de Brasília e segue sem previsão de alta.
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O ex-presidente Jair Bolsonaro, de 70 anos, apresentou melhora no quadro de broncopneumonia, com evolução positiva nos dois pulmões, mas segue internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem previsão de alta. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (18) pelo médico Brasil Caiado, responsável pelo acompanhamento clínico.Segundo ele, há possibilidade de transferência do ex-presidente da UTI para um quarto até o fim da semana, caso o tratamento continue evoluindo como esperado. Bolsonaro está internado no Hospital DF Star desde a última sexta-feira (13).De acordo com a equipe médica, foi introduzido um terceiro antibiótico no tratamento, além de um novo medicamento para controlar o quadro de soluços.Os médicos também acompanham o risco de desenvolvimento de fibrose pulmonar, uma possível complicação associada ao quadro respiratório.Apesar da melhora clínica, a equipe mantém o ex-presidente sob cuidados intensivos e sem previsão de alta hospitalar.
Durante manifestações, Flávio diz que Bolsonaro subirá rampa em 2027
Durante manifestações, Flávio diz que Bolsonaro subirá rampa em 2027
Senador discursou no ato “Acorda, Brasil”, na Avenida Paulista, e afirmou que ex-presidente retomará o Planalto.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (1º), durante o ato “Acorda, Brasil”, na Avenida Paulista, que o ex-presidente Jair Bolsonaro retornará ao Palácio do Planalto em 2027. “Eu disse ao meu pai que, em janeiro de 2027, ele irá pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro”, declarou o senador, ao relatar conversa com o ex-presidente na última quarta-feira.Bolsonaro está preso sob acusação de tentativa de golpe de Estado. Durante o discurso, Flávio associou o atual governo a escândalos como o mensalão e o petrolão e citou investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS.Ao encerrar a fala, afirmou que “ninguém aguenta mais quatro anos de PT” e disse que o grupo político permanecerá mobilizado “até a vitória”.
AtlasIntel mostra alta na desaprovação de Lula
AtlasIntel mostra alta na desaprovação de Lula
Desaprovação cresce e vantagem diminui em regiões-chave
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A nova pesquisa da AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira (25), mostra que, além de aparecer numericamente atrás do senador Flávio Bolsonaro em simulação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a ter índice de rejeição superior ao do parlamentar. Segundo o levantamento, 48,2% dos entrevistados afirmaram que “não votariam de jeito nenhum” em Lula, enquanto a rejeição a Flávio Bolsonaro é de 46,4%. Na sequência aparecem Jair Bolsonaro (44,2%), Renan Santos (43,9%) e Eduardo Leite (38,3%).Queda no Nordeste e no Sudeste: No principal cenário de primeiro turno, Lula tem 45% contra 37,9% de Flávio. No entanto, a vantagem diminuiu especialmente no Nordeste. Em janeiro, o presidente registrava 58,2% na região e caiu para 50,4% em fevereiro. Flávio subiu de 28,7% para 31,8%.No Sudeste, a distância também encolheu. Lula passou de 49,3% para 43,6%, enquanto Flávio avançou de 36,1% para 41,9%. Entre eleitores com até o ensino fundamental, a mudança foi ainda mais significativa: Lula caiu de 61,2% para 37,3%, enquanto Flávio subiu de 28% para 41,2%.Avaliação do governo: O levantamento aponta aumento na desaprovação do desempenho do presidente, que passou de 50,7% para 51,5%. Já a aprovação caiu de 48,7% para 46,6%. Os indecisos somam 1,8%.Na avaliação geral do governo, o percentual que considera a gestão ruim ou péssima permaneceu estável em 48,4%. A avaliação positiva (ótimo ou bom) caiu de 47,1% para 42,7%. Já os que classificam o governo como regular subiram de 4,4% para 8,9%. A pesquisa ouviu 4.986 pessoas entre os dias 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026.
Lula lidera no 1º turno, mas empata no 2º com Flávio Bolsonaro
Lula lidera no 1º turno, mas empata no 2º com Flávio Bolsonaro
Presidente lidera no 1º turno, mas enfrenta cenário apertado no 2º
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para um eventual primeiro turno em todos os cenários testados, mas aparece numericamente atrás do senador Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno. Os dados são da pesquisa divulgada pela AtlasIntel nesta quarta-feira (25). No cenário de segundo turno entre Lula e Flávio, o senador teria 46,3% dos votos, contra 46,2% do presidente — configurando empate técnico dentro da margem de erro.Em outro cenário, contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 45,9%, enquanto o governador de São Paulo marca 47,1%. Já contra Michelle Bolsonaro, o presidente registra 47,5%, ante 44,7% da ex-primeira-dama. Cenários de primeiro turno: No primeiro cenário estimulado, Lula soma 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro (37,9%), Ronaldo Caiado (4,9%), Romeu Zema (3,9%), Renan Santos (2,9%) e Aldo Rebelo (1,1%).No segundo cenário, com Ratinho Júnior no lugar de Caiado, Lula tem 45,1% e Flávio 39,5%. No terceiro, Lula marca 45,3% e Flávio 39,1%, enquanto Eduardo Leite aparece com 1,6%.Quando Tarcísio substitui Flávio, Lula registra 43,3% contra 36,2% do governador paulista. Em um cenário com Lula, Flávio e Tarcísio simultaneamente, o presidente amplia a vantagem e chega a 47,1%. Cenário sem Lula:Sem Lula na disputa e com Fernando Haddad como candidato governista, Haddad lidera com 39,1%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,1%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026. O levantamento ouviu 4.986 pessoas entre 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.
Lula vence Flávio Bolsonaro em simulações de 1º turno
Lula vence Flávio Bolsonaro em simulações de 1º turno
Levantamento testou cenários com possíveis candidatos do PSD
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Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (9) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente nas simulações de primeiro turno das eleições de outubro contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e possíveis candidatos do PSD. O levantamento testou três cenários eleitorais com nomes do partido comandado por Gilberto Kassab e apontou vantagem de Lula em todas as hipóteses. A pesquisa não simulou segundo turno.No cenário com o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), Lula aparece com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 30%. Ratinho soma 10%. Romeu Zema (Novo) tem 3%, Aldo Rebelo (DC), 2%, e Renan Santos (Missão), 1%. Brancos e nulos são 7%, enquanto 8% não souberam ou não responderam. No segundo cenário, com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), Lula chega a 40%, contra 32% de Flávio Bolsonaro. Leite marca 5%, Zema tem 4%, Aldo Rebelo, 3%, e Renan Santos, 1%. Brancos e nulos somam 7%, e os indecisos, 8%.Já no terceiro teste, que inclui o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula mantém 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 32%. Caiado aparece com 6%, Zema com 4%, Aldo Rebelo com 2% e Renan Santos com 1%. Brancos e nulos totalizam 7%, e 8% não responderam. Além da disputa eleitoral, a pesquisa avaliou a percepção dos eleitores sobre temas centrais. Na economia, 29% consideram Lula o mais preparado para melhorar o cenário econômico, contra 20% que apontam Flávio Bolsonaro. Ratinho Jr. aparece com 14%, Eduardo Leite com 7%, Zema com 6% e Caiado com 4%.No campo social, Lula amplia a vantagem: 44% dos entrevistados dizem que ele é o candidato com maior capacidade de melhorar a vida da população mais pobre. Flávio Bolsonaro registra 17%, seguido por Ratinho Jr., com 13%. Já na capacidade de pacificar o país, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados, com 24% das menções cada um.A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-06428/2026.
Laudo diz que saúde de Bolsonaro é boa e ele pode continuar preso
Laudo diz que saúde de Bolsonaro é boa e ele pode continuar preso
Laudo da PF descarta depressão e nega risco à saúde de Bolsonaro
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Moraes impede Valdemar e Malta de ver Bolsonaro
Moraes impede Valdemar e Malta de ver Bolsonaro
Ministro do STF citou risco à investigação e à segurança do sistema prisional.
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou novamente, nesta quinta-feira (29), o pedido do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em regime fechado por liderar uma tentativa de golpe de Estado. Segundo Moraes, Valdemar é investigado pelos mesmos fatos que levaram à condenação de Bolsonaro, o que impede qualquer contato direto entre os dois.“A autorização de contato direto entre investigado e condenado apresenta risco manifesto à investigação”, escreveu o ministro na decisão. Moraes também negou o pedido de visita do senador Magno Malta (PL-ES). De acordo com o magistrado, o parlamentar tentou entrar na unidade prisional conhecida como Papudinha sem autorização prévia, conforme relato da Polícia Militar do Distrito Federal.Para o ministro, a conduta representou risco à disciplina e à segurança do sistema de custódia, o que inviabilizou a autorização. Na mesma decisão, Moraes liberou a visita do deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ), aliado próximo de Bolsonaro, do senador Wilder Morais (PL-GO) e do empresário Luiz Antônio Nabhan Garcia.Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. A decisão ocorre em meio às articulações políticas para as eleições de 2026. Está prevista para os próximos dias a visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, um dos principais nomes cotados para a disputa presidencial. O encontro será o primeiro desde que Bolsonaro indicou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato da direita ao Planalto.
STF discute cenário para Bolsonaro cumprir pena em casa
STF discute cenário para Bolsonaro cumprir pena em casa
Mudança para unidade com melhores condições é interpretada por aliados e ministros como gesto inicial para futura prisão domiciliar, embora não haja decisão formal.
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Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e integrantes do Supremo Tribunal Federal avaliam que a decisão do ministro Alexandre de Moraes de transferi-lo para uma nova unidade prisional pode representar um primeiro movimento para a concessão de prisão domiciliar. A leitura é de que a mudança sinaliza uma flexibilização gradual no regime de cumprimento da pena, ainda que não exista, até o momento, indicação formal nesse sentido. Dois ministros da Corte, de correntes distintas, consideraram que o novo local, conhecido como Papudinha, oferece condições mais adequadas para a permanência do ex-presidente e poderia facilitar uma eventual transição para o regime domiciliar. Na avaliação desses magistrados, a mudança poderia ocorrer em prazo relativamente curta. A interpretação surge mesmo após Moraes afirmar, na decisão que determinou a transferência, que o cumprimento de pena não deve ser tratado como “estadia hoteleira” nem “colônia de férias”. O ministro também rebateu críticas feitas por familiares de Bolsonaro sobre as condições da sala de Estado Maior da Polícia Federal, onde ele estava custodiado anteriormente. Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado e havia sido retirado do regime domiciliar em novembro, após, segundo decisão judicial, tentar violar a tornozeleira eletrônica. O ex-presidente alegou “curiosidade” como motivação, enquanto seus médicos atribuíram o episódio a possível confusão mental relacionada ao uso de medicamentos. Especialistas, porém, afirmam que os remédios citados são seguros e apenas em casos raros podem provocar efeitos desse tipo.Desde a transferência para o regime fechado, a defesa apresentou diversos pedidos ao Supremo, que incluíram melhorias nas condições da cela e adequações relacionadas ao conforto e à saúde. A família também passou a divulgar possíveis riscos ao estado clínico do ex-presidente fora do ambiente domiciliar. A mobilização se intensificou após Bolsonaro sofrer uma queda e ser diagnosticado com traumatismo craniano leve. À Folha, um ministro do STF considerado próximo a Moraes afirmou que passou a defender a possibilidade de prisão domiciliar por receio de que o Supremo venha a ser responsabilizado por eventuais agravamentos no quadro de saúde do ex-presidente. Segundo esse magistrado, seria apenas uma questão de tempo até que o próprio Moraes seja convencido de que a medida seria a mais prudente.A mesma avaliação é compartilhada por aliados políticos de Bolsonaro, que acreditam que outros ministros acabarão pressionando o relator para uma mudança no regime prisional. Essa expectativa ganhou força após a atuação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, junto a integrantes da Corte. Michelle manteve conversas tanto com Alexandre de Moraes quanto com o ministro Gilmar Mendes. Já Tarcísio procurou ao menos quatro magistrados para defender a prisão domiciliar. A decisão de transferir Bolsonaro para a Papudinha ocorreu após essas articulações. Em rede social, a ex-primeira-dama afirmou que as novas instalações são “menos prejudiciais à saúde” do ex-presidente e garantem “mais dignidade”, mas reiterou que seguirá empenhada em levá-lo para casa.A unidade onde Bolsonaro passou a cumprir pena possui 65 metros quadrados, com área externa de cerca de 10 metros quadrados, e conta com quarto, banheiro, sala, cozinha e lavanderia. Embora tenha capacidade para até quatro detentos, o espaço será utilizado exclusivamente por ele. Na decisão, Moraes afirmou que o novo local permitirá maior flexibilidade para visitas familiares, ampliação do tempo de “banho de sol”, prática de exercícios físicos em qualquer horário e até a instalação de equipamentos de fisioterapia, como esteira e bicicleta. O magistrado também destacou a existência de banheiro com água quente, armários, cama de casal, televisão e geladeira.Além da transferência, Moraes determinou que Bolsonaro seja submetido imediatamente a uma junta médica oficial, composta por profissionais da Polícia Federal, para avaliação detalhada do seu estado de saúde. Com base nesse laudo, o ministro decidirá se o ex-presidente permanece na Papudinha ou se será encaminhado a um hospital penitenciário. Somente após essa análise médica é que o Supremo deverá examinar o novo pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa. Até lá, a mudança de local segue sendo interpretada, nos bastidores do Judiciário e entre aliados políticos, como um gesto inicial que pode abrir caminho para que Bolsonaro cumpra a pena em casa.
Lula veta PL da Dosimetria que reduzia penas do 8 de janeiro
Lula veta PL da Dosimetria que reduzia penas do 8 de janeiro
Projeto previa redução de penas para condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes.
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Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou integralmente, nesta quinta-feira (8), o Projeto de Lei nº 2.162/2023, conhecido como “PL da Dosimetria”, que previa a redução de penas de pessoas condenadas pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado. A decisão foi anunciada ao final da Cerimônia em Defesa da Democracia, realizada no Palácio do Planalto. O projeto havia sido aprovado em dezembro, tanto pela Câmara dos Deputados quanto pelo Senado Federal, e propunha alterações na dosimetria das penas aplicadas aos envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília.Durante a cerimônia, antes de formalizar o veto, Lula afirmou que a democracia exige vigilância permanente. “A democracia não é uma conquista inabalável. Ela será sempre uma obra em construção, sujeita ao permanente assédio de velhos e novos candidatos a ditadores”, declarou. Segundo o presidente, o regime democrático precisa ser “zelado com carinho” e defendido de forma contínua. Lula também destacou que a decisão representa a preservação do Estado de Direito. “O dia de hoje é um dia que muita gente neste país pode comemorar. Primeiro, pela manutenção do Estado de Direito Democrático”, afirmou, ao mencionar ainda as políticas de inclusão social implementadas no país.Com o veto integral, o texto retorna ao Congresso Nacional, que poderá mantê-lo ou derrubá-lo em sessão conjunta de deputados e senadores.
Bolsonaro cai durante a madrugada e recebe atendimento tardio, diz Michelle
Bolsonaro cai durante a madrugada e recebe atendimento tardio, diz Michelle
Ex-primeira-dama afirma que ex-presidente sofreu crise enquanto dormia e precisou de atendimento médico.
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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (6) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sofreu uma queda durante a madrugada enquanto dormia e bateu a cabeça em um móvel na cela onde está detido, na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. Segundo Michelle, Bolsonaro apresentou uma crise de saúde e só recebeu atendimento quando os agentes foram chamá-lo para a visita. “Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel. Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para minha visita”, escreveu a ex-primeira-dama em uma publicação nas redes sociais.Michelle informou ainda que permaneceu no complexo da PF acompanhada por um médico da equipe particular do ex-presidente, enquanto aguardava esclarecimentos sobre os primeiros atendimentos prestados. “Estou com o médico aguardando o delegado para saber como foram os primeiros socorros”, relatou. Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, após condenação por tentativa de golpe de Estado. No período do Natal, ele chegou a ser internado para a realização de uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral. Durante a internação, passou por procedimentos para tratar soluços persistentes, além de apresentar alterações na pressão arterial e iniciar tratamento para apneia do sono.Até o momento, não houve divulgação oficial da PF sobre o estado de saúde do ex-presidente após o episódio.
Lula marca veto a PL da Dosimetria para 8 de janeiro
Lula marca veto a PL da Dosimetria para 8 de janeiro
Presidente escolheu data simbólica e planeja ato público em defesa da democracia.
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Foto: Adriano Machado | Reuters
O Palácio do Planalto prepara para esta quinta-feira (8) uma solenidade para anunciar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto que reduz penas de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão atinge o chamado PL da Dosimetria, aprovado pelo Congresso no fim de 2025. Lula reservou o aniversário de três anos da invasão às sedes dos Três Poderes para dar caráter simbólico e ampliar a visibilidade política do veto. O prazo legal para a sanção ou veto do texto termina em 12 de janeiro.A solenidade está sendo organizada sob coordenação da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) e deverá ser transmitida em telão montado em frente ao Palácio do Planalto. Do lado externo, movimentos sociais planejam um ato em defesa da democracia, com o lema “sem anistia para golpistas”. As frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, além de partidos políticos e centrais sindicais, participam da mobilização. O secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos, confirmou presença. A expectativa é que Lula desça a rampa do Planalto no fim da tarde para se encontrar com os manifestantes. A assinatura do veto deve ocorrer no mesmo dia.Aliados do presidente relataram que Lula discutirá os termos finais do veto com auxiliares na terça-feira (6), após retorno de Marambaia (RJ), onde passou o Réveillon. Apesar de divergências internas sobre a data, o presidente mantém a intenção de formalizar o veto em 8 de janeiro. O projeto aprovado pelo Congresso contou com apoio expressivo do centrão, inclusive de partidos que integram a base do governo. No Senado, a proposta foi aprovada por 48 votos a 25. Na Câmara, o placar foi de 291 votos favoráveis e 148 contrários.Caso entrasse em vigor, o texto poderia reduzir o tempo de cumprimento da pena de Bolsonaro em regime fechado, atualmente estimada entre 6 e 8 anos, para um período entre 2 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses, conforme interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF). A condenação total soma 27 anos e 3 meses. No fim de 2025, Lula já havia sinalizado que vetaria a proposta. Em conversa com jornalistas, afirmou que crimes contra a democracia devem ser punidos de forma proporcional. “As pessoas que atentaram contra a democracia precisam responder pelos atos”, disse.O debate sobre o projeto também gerou reações no Judiciário. Às vésperas da aprovação no Congresso, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, criticou iniciativas que busquem atenuar penas após o trânsito regular dos processos. Segundo ele, esse tipo de medida transmite à sociedade a ideia de tolerância a novos ataques à democracia.
Após cirurgia, Bolsonaro tem nova crise de soluços em hospital
Após cirurgia, Bolsonaro tem nova crise de soluços em hospital
Ex-presidente teve elevação da pressão arterial, mas quadro é estável; novo procedimento está previsto para segunda-feira (29).
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Foto: Hugo Barreto | Metrópoles
Mesmo após procedimento para tratar crises persistentes de soluços, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um novo episódio na noite deste sábado (27), acompanhado de elevação da pressão arterial. Segundo boletim médico divulgado neste domingo (28), o quadro clínico evoluiu para estabilidade. Bolsonaro permanece internado no Hospital DF Star, em Brasília. Na última quinta-feira (25), ele foi submetido à oitava cirurgia desde o atentado a faca sofrido durante a campanha eleitoral de 2018. O procedimento teve como objetivo a correção de uma hérnia inguinal.De acordo com a equipe médica, está prevista para esta segunda-feira (29) a complementação do tratamento dos soluços, com bloqueio do nervo frênico esquerdo, seguido de avaliação dos resultados. O ex-presidente também seguirá em fisioterapia de reabilitação, além de medidas de prevenção de trombose venosa e cuidados clínicos contínuos. “No momento, o paciente encontra-se estável e sem soluços”, informa o boletim, que também destaca a necessidade de acompanhamento médico após o novo procedimento.O comunicado é assinado pelo cirurgião geral Claudio Birolini, pelos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, e pelo diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.
Flávio Bolsonaro diz que só desiste com pai fora da prisão
Flávio Bolsonaro diz que só desiste com pai fora da prisão
Em entrevista à canal de TV, senador afirma que sua permanência na disputa presidencial está atrelada à saída do ex-presidente da prisão, em cenário político fictício.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido como candidato à Presidência nas eleições de 2026, afirmou que sua permanência na disputa está condicionada à libertação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso após condenação por tentativa de golpe de Estado. Em entrevista, Flávio declarou que só abriria mão da candidatura caso Bolsonaro pudesse deixar a prisão e retomar atividades públicas. O senador afirmou ainda desejar o retorno do irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ao país.“Trata-se de justiça para quase 60 milhões de brasileiros que, na minha avaliação, foram silenciados junto com o presidente Jair Bolsonaro. Minha pré-candidatura é consciente”, disse o parlamentar. Flávio afirmou que a única hipótese de desistência seria “ver Bolsonaro livre, caminhando com os netos pelas ruas do Brasil”. O senador teria sido indicado pelo pai para representar o grupo político nas eleições, superando nomes como Michelle Bolsonaro e o governador paulista Tarcísio de Freitas.
Roma convida marido de prefeita de Conquista ao PL e movimenta cenário
Roma convida marido de prefeita de Conquista ao PL e movimenta cenário
Convite busca fortalecer a sigla no Sudoeste baiano e reacende discussões sobre alianças locais para 2026.
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O presidente do PL na Bahia, João Roma, convidou o advogado Wagner Lemos, marido da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), para se filiar ao partido e disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nas eleições de 2026. Lemos já havia sido lançado como pré-candidato ao Legislativo estadual em agosto, mas ainda não está vinculado a nenhuma sigla. Em contato com a imprensa, Roma confirmou o convite e disse aguardar a decisão de Lemos.“Convidamos o Wagner Lemos para o partido. Ele ficou de avaliar”, afirmou.Segundo a reportagem, a iniciativa é interpretada nos bastidores como uma tentativa do PL de ampliar sua atuação no Sudoeste baiano e se aproximar de lideranças com mandato e projeção regional. Caso aceite a filiação, Lemos pode integrar a lista de nomes da legenda na disputa por uma cadeira na AL-BA. O anúncio da pré-candidatura de Wagner Lemos, em agosto, gerou tensão entre o PSDB e o União Brasil. Isso porque Vitória da Conquista é um dos principais redutos eleitorais do deputado estadual Tiago Correia (PSDB), líder da oposição na Assembleia. À época, foram levantadas possibilidades de divergência entre tucanos e aliados do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil).Em entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da Band, no início de setembro, Correia afirmou que a movimentação causou surpresa, mas evitou tratar o episódio como ruptura interna.“Essa informação pegou a todos de surpresa, não só o meio político como também a imprensa. Ninguém esperava que o Wagner quisesse ser candidato. É legítimo o desejo dele e da prefeita em lançá-lo, mas fomos surpreendidos diante do trabalho que desenvolvemos na cidade e das expectativas para as próximas eleições”, declarou.
Moraes determina início da pena de Bolsonaro por 27 anos
Moraes determina início da pena de Bolsonaro por 27 anos
Decisão de Alexandre de Moraes determina que o ex-presidente cumpra pena na Superintendência da Polícia Federal, onde já estava preso preventivamente.
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início do cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses de prisão imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão, tomada nesta terça-feira (25), ocorre após o trânsito em julgado das ações que integram o núcleo 1 da investigação sobre a tentativa de golpe de Estado, que também envolve Alexandre Ramagem, Anderson Torres e Almir Garnier. Com a conclusão do processo, Bolsonaro passa a cumprir pena em regime fechado na própria Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde estava detido preventivamente desde sábado (22). Ele foi condenado por liderar uma organização criminosa que buscava mantê-lo no cargo após as eleições de 2022. As condenações incluem os crimes de: organização criminosa armada; tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência; ameaça grave contra patrimônio da União; deterioração de patrimônio tombado. A prisão preventiva havia sido decretada por Moraes com base em indícios de possível fuga, após o ex-presidente violar a tornozeleira eletrônica com o uso de um ferro de solda. A PF também apontou risco de mobilização de apoiadores, após a convocação de uma vigília pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A defesa do ex-presidente deve apresentar novo pedido de prisão domiciliar, alegando condições de saúde e idade — Bolsonaro tem 70 anos. O STF já havia negado solicitação semelhante, classificando-a como prisão domiciliar humanitária. O ex-presidente permaneceu em casa até 22 de novembro, quando, por ordem de Moraes, foi transferido para a custódia da PF. Segundo a decisão, a aglomeração prevista para ocorrer em frente ao condomínio onde Bolsonaro morava poderia favorecer uma tentativa de fuga, o que justificou a manutenção da prisão preventiva até o trânsito em julgado.
























