Candidatos à Presidência poderão gastar até R$ 133,4 milhões nas eleições de 2026
Na Bahia, candidatos ao governo poderão gastar até R$ 17,8 milhões no primeiro turno e R$ 26,7 milhões em toda a campanha, caso haja segundo turno.21 Jul 2026 / 14h30
Governador de Goiás criticou a permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos e defendeu prioridade para produtores brasileiros; ex-deputado respondeu com críticas sobre o STF e os atos de 8 de janeiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Reprodução
O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, voltou a criticar Eduardo Bolsonaro após a confirmação de que o ex-deputado recebeu o green card dos Estados Unidos. Em publicação nas redes sociais, Caiado afirmou que benefícios como esse deveriam favorecer produtores brasileiros e ampliar as exportações para o mercado norte-americano, e não servir de motivo para comemorar a permanência de um político no exterior. Em tom de provocação, o governador publicou uma enquete com personagens da Disney, fazendo uma referência indireta a Eduardo Bolsonaro. “Quem é o personagem que vive nos Estados Unidos, é todo atrapalhado e sempre que abre a boca faz alguma besteira? A) Mickey; B) Pateta; C) Pato Donald”. O ex-deputado respondeu criticando Caiado e afirmou que a prioridade deveria ser a situação de produtores rurais condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Eduardo também questionou a relação do governador com ministros do Supremo Tribunal Federal e integrantes da política nacional. A troca de declarações ocorre em meio às articulações para as eleições presidenciais de 2026, período em que possíveis candidatos intensificam debates e críticas públicas sobre temas políticos e institucionais. “Green card quem precisa são os fazendeiros condenados no golpe da Disney, que o senhor não fala nada. É o preço que o senhor paga para participar dos coquetéis do STF e elite de Brasília? Dando cidadania goiana aos perseguidores, o senhor deixa claro a quem atenderia caso chegasse à Presidência. E ainda vem falar de ‘autoridade moral’ para governar o Brasil. Faça-me o favor”, respondeu Eduardo.
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