Pré-candidato, Caiado avalia governo Bolsonaro como fraco e o culpa por retorno de Lula
Governador de Goiás afirma que derrota eleitoral indica falhas na gestão federal
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Foto: Reprodução
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não teve um bom desempenho à frente do governo federal entre 2019 e 2022.Pré-candidato à Presidência da República, Caiado disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que a derrota de Bolsonaro nas eleições de 2022 é um indicativo de falhas na gestão.Segundo ele, o resultado eleitoral abriu espaço para o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Partido dos Trabalhadores ao poder.“Se você está no mandato, perde a eleição e não faz o sucessor, é lógico que não pode se credenciar como bom gestor naquele momento”, afirmou.Caiado também declarou que, na avaliação dele, uma gestão considerada positiva teria dificultado a volta do PT ao Executivo federal.
ACM Neto quer candidato próprio em 2026 e diz preferir Caiado
Ex-prefeito afirma que cenário mudou desde 2022 e diz que definição sobre apoio será tomada “no momento adequado”.
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ACM Neto na abertura do Carnaval de Salvador - Foto: Reprodução
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (12) que a oposição pretende lançar candidato próprio à Presidência da República em 2026. A declaração foi dada durante a abertura do Carnaval de Salvador, no Campo Grande.Segundo ele, a estratégia adotada em 2022 foi a “única possível” naquele momento, mas o cenário político mudou. “Nós queremos sim ter um candidato a presidente da República, para o qual eu vou declarar apoio”, afirmou. Ele disse ainda que o palanque na Bahia poderá abrigar diferentes posicionamentos dentro da chapa, desde que haja coerência e definição clara de adversário.Apesar da sinalização, Neto evitou antecipar qualquer decisão. Afirmou que a posição será tomada no “momento adequado”, após a consolidação do cenário nacional.Ao comentar a movimentação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que se filiou ao PSD, Neto disse que tem preferência pelo nome do aliado, mas ponderou que a definição depende do partido.“Hoje não depende mais de mim, depende do PSD. A gente não sabe ainda como é que está esse jogo”, declarou.Sobre a pré-candidatura do ex-deputado federal José Carlos Aleluia (Novo), Neto afirmou que a decisão cabe exclusivamente ao próprio aliado. Disse que mantém respeito e diálogo com o ex-parlamentar, mas que a eventual candidatura é uma escolha pessoal.Neto é pré-candidato ao Palácio de Ondina e deve intensificar as articulações políticas ao longo de 2026.
Tarcísio evita definir candidatura e embaralha a sucessão
Governador de São Paulo evita anunciar candidatura à Presidência e mantém incerteza no campo da direita; outros governadores se movimentam de olho em 2026
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Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil
A menos de um ano das eleições, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), evita confirmar se será candidato à Presidência em 2026. Apesar das negativas públicas, sua posição ainda é tratada como estratégica, o que mantém a direita sem um nome definido e freia movimentos de outros pré-candidatos. Governadores como Ratinho Júnior (PSD), Ronaldo Caiado (União) e Romeu Zema (Novo) voltaram ao radar do Centrão após sinais de recuo de Tarcísio. Ainda assim, lideranças avaliam que o paulista segue como principal nome do campo conservador, com capacidade de embaralhar a disputa a qualquer momento.Aliados de Tarcísio dizem que a prioridade é a reeleição em São Paulo, por considerar arriscada uma candidatura nacional neste cenário. Mesmo assim, avaliam que um pedido direto de Jair Bolsonaro poderia mudar o rumo. Sem Tarcísio, o nome de Ratinho Júnior ganha força entre partidos do centro-direita. Segundo pesquisa Genial/Quaest de agosto, ele aparece com desempenho semelhante ao de Tarcísio em um eventual segundo turno contra Lula. Já Caiado enfrenta resistências internas e Zema tem baixa estrutura nacional. Ambos apostam em uma disputa fragmentada para avançar. Analistas apontam que a indefinição pode levar a uma eleição com múltiplos nomes da direita no primeiro turno, como preparação para um cenário pós-Lula e pós-Bolsonaro, a partir de 2030.























