Ministério Público investiga contrato de abastecimento da Prefeitura de Urandi
Ministério Público investiga contrato de abastecimento da Prefeitura de Urandi
Procedimento foi instaurado para apurar a execução do contrato de fornecimento de combustíveis destinado à frota do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MPBA) iniciou uma investigação para apurar o contrato de fornecimento de combustíveis da Prefeitura de Urandi, firmado com a empresa Auto Posto Urandi Ltda., visando verificar a regularidade da execução e acompanhar os gastos da frota municipal. A promotora Gabrielly Coutinho Santos pode solicitar documentos e esclarecimentos para garantir a correta aplicação dos recursos públicos destinados à aquisição de combustíveis.
- Nos próximos meses, o MPBA analisará a documentação e os dados do fornecimento, podendo adotar novas providências caso identifique irregularidades, reforçando a fiscalização sobre contratos e despesas da administração pública na região.
Foto: Divulgação | Prefeitura de Urandi
O Ministério Público da Bahia (MPBA) abriu uma investigação para apurar o contrato de fornecimento de combustíveis da Prefeitura de Urandi, no sudoeste da Bahia. O procedimento foi instaurado pela promotora de Justiça Gabrielly Coutinho Santos e tem como foco o abastecimento da frota municipal. A apuração envolve o contrato firmado entre o município e a empresa Auto Posto Urandi Ltda., responsável pelo fornecimento de combustíveis aos veículos da administração pública. Segundo documento publicado nesta segunda-feira (19), o objetivo é verificar a regularidade da execução do contrato e acompanhar os gastos realizados pelo município com o abastecimento da frota. Com a abertura do procedimento, o Ministério Público poderá solicitar documentos, informações e esclarecimentos relacionados à contratação e à prestação do serviço. A medida também permite acompanhar a aplicação dos recursos públicos destinados à aquisição de combustíveis. A investigação foi instaurada no âmbito da Promotoria de Justiça responsável pela comarca de Urandi e faz parte das ações de fiscalização realizadas pelo MPBA sobre contratos e despesas da administração pública. Nos próximos meses, o órgão deve analisar a documentação relacionada ao contrato e os dados sobre o fornecimento de combustíveis. A partir das informações levantadas, o Ministério Público poderá adotar novas providências, caso identifique necessidade de aprofundar a apuração.
MPBA dá 30 dias para Prefeitura de Candiba corrigir problemas em obras de infraestrutura
Recomendação foi expedida pelo MPBA após reclamações de moradores sobre erosões, desníveis e dificuldades de acesso a imóveis nas ruas Josino Prado e das Palmeiras
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MPBA) recomendou que a Prefeitura de Candiba adote medidas corretivas nas obras de infraestrutura próximas às ruas Josino Prado e das Palmeiras, após denúncias de moradores sobre desníveis, erosão e dificuldades de acesso. O promotor Alex Bezerra Bacelar destacou a necessidade de novas verificações técnicas para garantir a estabilidade do solo e a eficácia da drenagem pluvial.
- A cidade tem 30 dias para apresentar relatório de vistoria técnica e comprovar as correções, sob risco de ação civil pública caso não cumpra a recomendação, visando a segurança dos residentes e a prevenção de novos danos estruturais.
Foto: Divulgação | Governo de Candiba
O Ministério Público da Bahia (MPBA) recomendou que a Prefeitura de Candiba, no sudoeste da Bahia, adote medidas para corrigir problemas identificados em obras de infraestrutura realizadas nas proximidades das ruas Josino Prado e das Palmeiras. A recomendação foi expedida no domingo (18) pela 5ª Promotoria de Justiça de Guanambi, após denúncias apresentadas por moradores da região. O documento foi assinado pelo promotor de Justiça Alex Bezerra Bacelar e aponta preocupações relacionadas a desníveis no terreno, processos de erosão e dificuldades de acesso às residências. Segundo o Ministério Público, os transtornos relatados pela população levantam dúvidas sobre a segurança e a eficácia das intervenções executadas no local. De acordo com o MPBA, embora a administração municipal tenha apresentado documentos sobre as obras realizadas, ainda existem questionamentos quanto à estabilidade do solo e ao sistema de drenagem da área. O órgão entende que são necessárias novas verificações técnicas para avaliar as condições atuais e a efetividade das medidas adotadas. Na recomendação, a Prefeitura de Candiba recebeu prazo de 30 dias para apresentar um relatório de vistoria técnica, além da documentação referente às obras executadas. O município também deverá comprovar a realização de correções consideradas necessárias, incluindo ações para contenção de erosões e melhorias na drenagem das águas pluviais. O Ministério Público destacou que o objetivo é garantir a segurança dos moradores e prevenir novos danos estruturais na área afetada. As providências solicitadas deverão ser acompanhadas de informações técnicas que comprovem a adequação das intervenções realizadas. O MPBA informou ainda que o descumprimento da recomendação poderá resultar na adoção de medidas judiciais. Entre elas está o possível ajuizamento de uma Ação Civil Pública contra o município para assegurar a execução das obras e a correção dos problemas apontados. A Prefeitura de Candiba deverá encaminhar ao Ministério Público a documentação e os esclarecimentos solicitados dentro do prazo estabelecido pela Promotoria de Justiça.
MP-BA abre procedimento para acompanhar situação do presídio de Brumado
MP-BA abre procedimento para acompanhar situação do presídio de Brumado
Procedimento foi instaurado após relatório técnico apontar irregularidades no Conjunto Penal; em agosto, unidade já havia sido alvo de medida relacionada à superlotação e à estrutura física.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu, nesta quarta‑feira (14), um procedimento administrativo para fiscalizar as medidas adotadas na correção de irregularidades do Conjunto Penal de Brumado, no sudoeste baiano. A ação, conduzida pela 4ª Promotoria de Justiça na área de Controle Externo da Atividade Policial, tem como base um relatório técnico do Grupo de Atuação Especial de Execução Penal (GAEP) elaborado durante a última fiscalização da unidade.
- O objetivo é acompanhar o cumprimento das recomendações e adequações necessárias pelos órgãos penitenciários, garantindo a regularidade da execução penal, a segurança e o respeito às normas legais. Em agosto, o mesmo estabelecimento já havia sido alvo de outro procedimento do MP‑BA, focado na superlotação e na necessidade de readequação estrutural.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar as medidas adotadas para corrigir irregularidades no Conjunto Penal de Brumado, no sudoeste da Bahia. A iniciativa é conduzida pela 4ª Promotoria de Justiça do município, na área de Controle Externo da Atividade Policial, e foi formalizada em documento publicado nesta quarta-feira (14). A medida tem como base um relatório técnico do Grupo de Atuação Especial de Execução Penal (GAEP), elaborado durante o ciclo de fiscalização da unidade. O procedimento busca acompanhar o cumprimento das recomendações e das adequações necessárias pelos órgãos responsáveis pela administração penitenciária, com foco na regularidade da execução penal, na segurança e no cumprimento das normas legais. Em agosto deste ano, o Conjunto Penal de Brumado já havia sido alvo de outro procedimento do MP-BA, relacionado à superlotação e à necessidade de readequação estrutural.
MP-BA investiga possível censura nas redes sociais da Prefeitura de Carinhanha
MP-BA investiga possível censura nas redes sociais da Prefeitura de Carinhanha
Inquérito civil busca esclarecer denúncias de ocultação de comentários e possível uso indevido de canais institucionais do município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu um inquérito civil para apurar denúncias de censura e uso indevido das redes sociais oficiais da Prefeitura de Carinhanha, investigando suposto shadowban que teria reduzido ou ocultado críticas à gestão municipal.
- A promotora Michely Queiroz de Oliveira conduzirá coleta de depoimentos, solicitação de informações técnicas e análise das contas digitais, podendo resultar em medidas judiciais ou extrajudiciais caso sejam confirmadas violações aos princípios da impessoalidade, moralidade e publicidade. Até o momento, a abertura do inquérito não confirma as denúncias.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para apurar denúncias de possível censura e uso indevido das redes sociais oficiais da Prefeitura de Carinhanha, no sudoeste da Bahia. A abertura do procedimento foi formalizada pela promotora de Justiça Michely Queiroz de Oliveira, conforme publicação desta terça-feira (13). A investigação busca identificar possíveis práticas de moderação seletiva, incluindo o chamado *shadowban*, mecanismo que pode reduzir ou ocultar o alcance de comentários e publicações de usuários. O MP-BA apura se críticas à administração municipal estariam sendo restringidas nos perfis institucionais. Segundo o órgão, a apuração pretende verificar se houve violação aos princípios da impessoalidade, moralidade e publicidade na gestão dos canais oficiais. O procedimento prevê coleta de depoimentos, solicitação de informações técnicas e análise das contas digitais da prefeitura. A investigação poderá resultar na adoção de medidas judiciais ou extrajudiciais, caso sejam constatadas irregularidades. Até o momento, a instauração do inquérito não representa confirmação das denúncias.
MP denuncia cinco PMs por morte de homem atraído por perfil falso em Brumado
MP denuncia cinco PMs por morte de homem atraído por perfil falso em Brumado
Uanderson Novaes Ventura foi morto a tiros em abril de 2019; laudo apontou 11 projéteis de arma de fogo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) denunciou cinco policiais militares pela morte de Uanderson Novaes Ventura, ocorrida em 12 de abril de 2019, em Brumado. Segundo a denúncia, a vítima foi atraída para uma emboscada por meio de um perfil falso no Facebook, chegou desarmada ao local e foi atingida por 11 projéteis, enquanto dois jovens próximos foram mantidos sob vigilância armada e ameaçados.
- O MP apresentou duas denúncias: uma à Vara do Tribunal do Júri de Brumado por homicídio e outra à Justiça Militar por cárcere privado e fraude processual. Entre as medidas solicitadas estão a condenação dos acusados, perda dos cargos, pagamento de indenização aos familiares e prisão preventiva de Milton Ferraz, já detido em outro processo.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) denunciou cinco policiais militares pela morte de Uanderson Novaes Ventura, ocorrida em 12 de abril de 2019, em Brumado, no sudoeste da Bahia. Segundo a denúncia divulgada nesta sexta-feira (9), a vítima teria sido atraída para uma emboscada por meio de um perfil falso no Facebook, criado com o nome “Viviane Santos” para simular um encontro amoroso. De acordo com a acusação, Uanderson chegou desarmado ao local e foi atingido por disparos. O laudo de necropsia apontou 11 projéteis de arma de fogo. O Ministério Público também afirma que dois jovens que estavam nas proximidades foram mantidos sob vigilância armada e ameaçados para não contar o que teriam presenciado. Após o homicídio, os policiais teriam alterado a cena para simular um confronto armado. Os denunciados são Milton Ferraz de Andrade Júnior, Wendel Leão Ribeiro, Wandenberg Santos Marques, Cristiano dos Santos Moreira e Elton Silva Queiroz. O MP apresentou uma denúncia à Vara do Tribunal do Júri de Brumado pelo homicídio e outra à Justiça Militar pelos supostos crimes de cárcere privado e fraude processual. O órgão também pediu a condenação dos acusados, a perda dos cargos públicos e o pagamento de indenização aos familiares da vítima. Entre as medidas solicitadas estão a prisão preventiva de Milton Ferraz, que já está preso preventivamente em outro processo, e a proibição de contato dos demais denunciados com familiares e testemunhas. As acusações ainda serão analisadas pela Justiça.
Tenente-coronel da PM é preso durante operação que apura atuação de milícia no oeste da Bahia
Segundo o Ministério Público da Bahia, oficial é investigado por supostamente favorecer um grupo armado que atuava em conflitos fundiários na região
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um tenente‑coronel da Polícia Militar da Bahia foi preso preventivamente nesta quarta‑feira (7) em Santa Maria da Vitória, durante a terceira fase da Operação Terra Justa, ação conduzida pelo Ministério Público da Bahia com apoio da SSP‑BA e da Corregedoria da PM. O oficial, Luiz Augusto Normanha de Carvalho, é investigado por suposto envolvimento com um grupo armado que atuava em conflitos fundiários na região de Correntina.
- A operação resultou também em mandados de busca e apreensão em imóveis ligados ao militar, que foi denunciado por corrupção passiva militar ao ter recebido R$ 286 mil de um sargento da reserva apontado como líder da organização armada. A Operação Terra Justa segue apurando a atuação de grupos envolvidos em conflitos agrários no oeste baiano.
Foto: Divulgação | MP-BA
Um tenente-coronel da Polícia Militar da Bahia foi preso preventivamente nesta quarta-feira (7), em Santa Maria da Vitória, no oeste do estado, durante a terceira fase da Operação Terra Justa. A ação é conduzida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), com apoio da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) e da Corregedoria da Polícia Militar. Segundo o MP-BA, o oficial é investigado por suposto envolvimento com um grupo armado que atuava em conflitos fundiários na região de Correntina. Além da prisão, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em imóveis ligados ao militar. De acordo com o Ministério Público, o tenente-coronel Luiz Augusto Normanha de Carvalho foi denunciado por corrupção passiva militar. As investigações apontam que ele teria recebido R$ 286 mil de um sargento da reserva apontado como líder de uma organização armada que atuava no oeste baiano. A Operação Terra Justa apura a atuação de um grupo investigado por envolvimento em conflitos agrários na região.
MP dá 30 dias para Guanambi combater queimadas e descarte de lixo
MP dá 30 dias para Guanambi combater queimadas e descarte de lixo
Recomendação cobra fiscalização, limpeza e plano preventivo contra incêndios no município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia recomendou à Prefeitura de Guanambi e à Secretaria Municipal de Meio Ambiente a adoção de medidas urgentes para combater as queimadas recorrentes e o descarte irregular de resíduos, após denúncias de incêndios no Sítio São Pedro e no antigo lixão municipal. A 5ª Promotoria de Justiça, por meio do promotor Alex Bezerra Bacelar, constatou um ponto de descarte clandestino na Estrada Carnaíba de Dentro e focos frequentes de incêndio na zona rural.
- Entre as recomendações estão o reforço da fiscalização, a limpeza dos pontos de descarte, o controle de acesso às áreas vulneráveis, a elaboração de um plano preventivo de queimadas e a realização de vistorias contínuas em parceria com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. A prefeitura tem 30 dias para apresentar relatório das providências; o não cumprimento pode gerar ação civil pública e outras medidas judiciais.
Foto: Divulgação | MP/BA
O Ministério Público da Bahia recomendou à Prefeitura de Guanambi e à Secretaria Municipal de Meio Ambiente a adoção de medidas para combater queimadas recorrentes e o descarte irregular de resíduos no município. A recomendação foi expedida no sábado (3) pela 5ª Promotoria de Justiça de Guanambi, por meio do promotor Alex Bezerra Bacelar, após uma representação denunciar incêndios no Sítio São Pedro e nas proximidades do antigo lixão municipal. Segundo o Ministério Público, vistorias do Corpo de Bombeiros e informações da própria Secretaria de Meio Ambiente confirmaram a existência de um ponto de descarte clandestino na Estrada Carnaíba de Dentro, além de focos frequentes de incêndio na região. O MP recomendou ao Executivo municipal o reforço da fiscalização no entorno do antigo lixão, a limpeza dos pontos de descarte irregular, o controle de acesso às áreas consideradas vulneráveis e a elaboração de um plano preventivo para queimadas na zona rural. A Secretaria de Meio Ambiente também deverá realizar vistorias contínuas, produzir relatórios técnicos e trabalhar em conjunto com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. Em casos de suspeita de incêndio criminoso, a orientação é que os fatos sejam comunicados aos órgãos responsáveis pela investigação criminal. O Ministério Público também pediu a colaboração dos moradores para evitar queimadas sem autorização e o descarte de lixo em terrenos, estradas e áreas rurais. A Prefeitura e a Secretaria de Meio Ambiente terão 30 dias para apresentar um relatório com as providências adotadas. Caso as medidas não sejam cumpridas, o MP poderá adotar providências judiciais e extrajudiciais, incluindo o ajuizamento de uma Ação Civil Pública.
MP-BA abre procedimentos para fiscalizar abastecimento de água em Ibiassucê e Guajeru
Promotoria de Caculé vai acompanhar regularidade, qualidade e acesso ao serviço de água nos dois municípios do sudoeste da Bahia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia, por meio da Promotoria de Justiça de Caculé, instaurou dois procedimentos administrativos para fiscalizar o fornecimento de água nos municípios de Ibiassucê e Guajeru, no sudoeste baiano. Publicados em 2 de outubro, os atos visam garantir a regularidade, a qualidade e o acesso ao serviço essencial de abastecimento.
- Sob a assinatura do promotor Rosiel Silva Santos Júnior, as investigações focam no cumprimento dos direitos dos consumidores, nas medidas adotadas pelas concessionárias e nas ações do poder público municipal, dentro do âmbito do Direito Ambiental e de Recursos Hídricos, buscando a preservação dos recursos hídricos da região.
Foto: Adriano Cardoso/ Cecom Imprensa MPBA
O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), por meio da Promotoria de Justiça de Caculé, instaurou dois procedimentos administrativos para acompanhar e fiscalizar o fornecimento de água nos municípios de Ibiassucê e Guajeru, no sudoeste da Bahia. Os procedimentos foram publicados na sexta-feira (2) e têm como objetivo verificar a regularidade, a qualidade e o acesso da população ao serviço essencial de abastecimento de água. A atuação ocorre no âmbito do Direito Ambiental e de Recursos Hídricos. Os procedimentos foram assinados pelo promotor de Justiça Rosiel Silva Santos Júnior. Segundo o Ministério Público, o acompanhamento deverá envolver as medidas adotadas pelas concessionárias e pelo Poder Público municipal, com foco no cumprimento dos direitos dos consumidores e na preservação dos recursos hídricos.
Moradores de Guanambi aguardam iluminação desde 2024 e MP-BA cobra solução da Coelba
Coelba terá prazo de 30 dias para informar as providências adotadas; descumprimento pode levar a medidas judiciais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) recomendou que a Neoenergia Coelba tome as providências necessárias para instalar iluminação pública na Rua I, bairro José Humberto Nunes, em Guanambi, após reclamações de moradores sobre a deterioração da via desde 2024. A medida foi emitida pela 5ª Promotoria de Justiça de Guanambi e depende da ampliação da rede de distribuição de energia elétrica da concessionária.
- O promotor Alex Bezerra Bacelar solicitou a conclusão das análises pendentes, a remoção de entraves técnicos e a apresentação de um cronograma detalhado, concedendo à Coelba 30 dias para responder por escrito. A falta de manifestação pode levar ao ajuizamento de Ação Civil Pública, e cópias do documento foram enviadas à Prefeitura de Guanambi, à Secretaria Municipal de Infraestrutura e aos moradores envolvidos.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que a Neoenergia Coelba adote as providências necessárias para viabilizar a instalação de iluminação pública na Rua I, no bairro José Humberto Nunes, em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Moradores relatam problemas na estrutura da via desde 2024. A recomendação foi expedida na sexta-feira (2) pela 5ª Promotoria de Justiça de Guanambi, responsável pelo procedimento administrativo que acompanha a situação. Segundo o MP-BA, a instalação dos novos pontos de iluminação depende da ampliação da rede de distribuição de energia elétrica, serviço que está sob responsabilidade técnica da concessionária. O órgão informou que já havia encaminhado solicitações à Coelba, mas ainda aguardava uma resposta definitiva sobre o planejamento para execução da intervenção. Diante disso, o promotor de Justiça Alex Bezerra Bacelar recomendou a conclusão das análises pendentes, a solução de eventuais entraves técnicos e a apresentação de um cronograma detalhado para regularização da estrutura elétrica. A concessionária também deverá informar ao Ministério Público em que estágio está o projeto e apresentar uma previsão para o início e a conclusão das intervenções. A Coelba terá 30 dias para responder por escrito à 5ª Promotoria de Justiça e comprovar as providências adotadas. De acordo com o MP-BA, a falta de manifestação ou o descumprimento da recomendação poderá resultar na adoção de medidas judiciais, incluindo o ajuizamento de Ação Civil Pública. Cópias do documento foram encaminhadas à Prefeitura de Guanambi, à Secretaria Municipal de Infraestrutura e aos moradores responsáveis pela representação que deu origem ao procedimento.
MP-BA fiscaliza abrigo para crianças e adolescentes em Guanambi
MP-BA fiscaliza abrigo para crianças e adolescentes em Guanambi
Procedimento vai verificar estrutura, atendimento e cumprimento das normas de proteção aos acolhidos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A 5ª Promotoria de Justiça de Guanambi abriu, na sexta‑feira (25), o Procedimento IDEA nº 692.9.28780/2026 para fiscalizar o Abrigo Institucional para Crianças e Adolescentes do município, avaliando infraestrutura, qualidade do atendimento e cumprimento das normas de proteção integral.
- O promotor Alex Bezerra Bacelar, em nome do Ministério Público da Bahia, destaca que a inspeção visa garantir os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e assegurar condições adequadas de funcionamento da unidade.
Foto: Reprodução | Blog Regional
A 5ª Promotoria de Justiça de Guanambi instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar o Abrigo Institucional para Crianças e Adolescentes do município. A medida, formalizada na sexta-feira (25), busca verificar as condições de infraestrutura, a qualidade do atendimento e o cumprimento das normas de proteção integral aos menores acolhidos. O procedimento foi instaurado pelo promotor de Justiça Alex Bezerra Bacelar, no âmbito do Procedimento IDEA nº 692.9.28780/2026. Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), o acompanhamento tem como objetivo verificar as condições de funcionamento da unidade e garantir a observância dos direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
MP recomenda restrições a paredões e fogos em atos políticos na região de Livramento
Orientação vale para Livramento, Rio de Contas, Dom Basílio e Jussiape durante a campanha eleitoral de 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MPBA) emitiu recomendações para os municípios de Livramento de Nossa Senhora, Rio de Contas, Dom Basílio e Jussiape, visando coibir o uso irregular de paredões de som, fogos de artifício e motocicletas com escapamentos adulterados em campanhas eleitorais de 2026. A promotora Ana Luíza Silveira de Oliveira orienta que as autoridades locais não autorizem estruturas públicas para esses eventos, nem concedam licenças que violem a legislação eleitoral, reforçando a proibição de explosivos próximos a hospitais e escolas.
- A medida também solicita que órgãos de fiscalização, polícias Civil e Militar e agentes de trânsito intensifiquem a vigilância e adotem as medidas cabíveis diante de possíveis irregularidades, garantindo a ordem e a segurança nas áreas da 101ª Zona Eleitoral.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MPBA) recomendou aos municípios de Livramento de Nossa Senhora, Rio de Contas, Dom Basílio e Jussiape a adoção de medidas para impedir o uso irregular de paredões de som, fogos de artifício e motocicletas com escapamentos adulterados durante atos de campanha eleitoral em 2026. A recomendação foi expedida pela Promotoria Eleitoral da 101ª Zona Eleitoral e assinada pela promotora Ana Luíza Silveira de Oliveira. Segundo o documento, os municípios não devem autorizar, apoiar ou ceder estruturas públicas para eventos que utilizem paredões, nem conceder licenças ou alvarás para atividades que desrespeitem os limites previstos na legislação. A orientação também reforça a proibição do uso de fogos, bombas e rojões na área da 101ª Zona Eleitoral, com atenção especial a locais próximos de hospitais e escolas. Órgãos de fiscalização, além das polícias Civil e Militar e agentes de trânsito, foram orientados a intensificar a fiscalização e adotar as medidas cabíveis diante de eventuais irregularidades.
MP-BA apura suposta negativa de TFD a paciente trans em Conquista
MP-BA apura suposta negativa de TFD a paciente trans em Conquista
Procedimento foi instaurado para apurar possível violação ao direito de acesso à saúde pelo SUS
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) abriu um procedimento administrativo para investigar uma possível violação ao direito de acesso à saúde de um paciente transgênero em Vitória da Conquista. A ação, conduzida pela 4ª Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da População LGBTQIA+, questiona a suposta negativa da Secretaria Municipal de Saúde ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD), benefício do SUS destinado a pacientes que precisam se deslocar para outro município para receber o tratamento indicado.
- A Secretaria de Saúde afirma que não houve recusa, apenas a solicitação de documentos complementares para o cadastro no programa, conforme normas federais. O MP‑BA deverá analisar a documentação e pode requisitar informações adicionais antes de definir eventuais medidas, buscando esclarecer se houve realmente a negativa do benefício ou se o caso tratou apenas de regularização burocrática.
Foto: Reprodução
O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para apurar uma possível violação ao direito de acesso à saúde de um paciente transgênero em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A medida foi adotada pela 4ª Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da População LGBTQIA+ e publicada nesta terça-feira (22). Segundo o MP-BA, a Secretaria Municipal de Saúde teria negado a concessão do Tratamento Fora do Domicílio (TFD), serviço do Sistema Único de Saúde (SUS) destinado a pacientes que precisam realizar procedimentos em outra cidade quando o atendimento necessário não está disponível no município de origem. O paciente é acompanhado pelo Ambulatório Estadual Transexualizador, serviço integrante da política de atenção à saúde da população LGBT no SUS. O Ministério Público não informou qual tratamento teria motivado o pedido de TFD nem detalhou, na publicação da instauração do procedimento, quais justificativas teriam sido apresentadas inicialmente pela Secretaria de Saúde para a suposta negativa. A apuração foi classificada como tutela de interesses individuais indisponíveis e deverá verificar as circunstâncias do caso, incluindo a existência ou não de impedimento ao acesso do paciente ao tratamento indicado. A Promotoria poderá requisitar documentos e esclarecimentos à administração municipal antes de definir eventuais medidas. Procurada, a Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista afirmou que a situação já havia sido esclarecida ao Ministério Público em 8 de julho de 2026, por meio de ofício. De acordo com a pasta, não houve negativa de atendimento nem recusa na concessão do TFD. “O que ocorreu foi apenas a solicitação padrão para complementação de informações e documentos obrigatórios, etapa indispensável para a efetivação do cadastro no programa, conforme as normas federais que regulamentam o Sistema Único de Saúde (SUS)”, informou a Secretaria. A pasta também declarou que mantém o compromisso com a “legalidade, a transparência e a garantia do acesso universal e humanizado à saúde para todos os cidadãos”. A instauração do procedimento não representa, por si só, uma conclusão do Ministério Público sobre a ocorrência de irregularidade. A apuração deverá esclarecer se houve negativa do benefício ou se o caso estava relacionado à complementação da documentação necessária para o cadastro no programa.
MPBA prepara regras para fiscalizar gastos com São João de 2027
MPBA prepara regras para fiscalizar gastos com São João de 2027
Órgão quer avaliar contratos de shows conforme a capacidade financeira de cada prefeitura
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MPBA) deu início a uma nova fase de discussões para ampliar a transparência e o controle dos gastos públicos nos festejos juninos dos municípios baianos, com foco no ciclo festivo de 2027. A reunião, realizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB) em Salvador, contou com a presença de representantes do MPBA, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), empresários do setor artístico e, futuramente, de autoridades da União dos Municípios da Bahia (UPB) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
- Entre os principais pontos abordados estão os critérios de capacidade financeira das prefeituras, previstos na Nota Técnica Conjunta nº 01/2025, e a coleta de informações sobre eventuais inadimplências para prevenir riscos às contas públicas. A iniciativa visa garantir que municípios em situação financeira delicada não assumam compromissos incompatíveis com seus orçamentos, reforçando o Compromisso Público de Economicidade e a transparência nos contratos de artistas, shows e estruturas para as festas.
Foto: Reprodução
O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) iniciou uma nova etapa de discussões para ampliar a transparência e o controle dos gastos públicos com os festejos juninos realizados pelos municípios baianos. A iniciativa tem como foco o ciclo festivo de 2027 e envolve representantes do MPBA, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e empresários do setor artístico. A reunião ocorreu no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, e teve como objetivo discutir critérios contratuais que poderão servir de referência para a fiscalização das prefeituras. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Rita Tourinho, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público (Caopam), com apoio do Centro de Autocomposição e Construção de Consensos (Compor). A agenda dá continuidade a uma articulação iniciada em 2023 e deverá envolver, nas próximas reuniões, representantes dos municípios, da União dos Municípios da Bahia (UPB) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Entre os pontos discutidos está a capacidade financeira de cada prefeitura como um dos critérios para avaliar a compatibilidade dos valores destinados à contratação de artistas, shows e estruturas para os festejos. O parâmetro está previsto na Nota Técnica Conjunta nº 01/2025, reafirmada em 2026. A intenção é identificar antecipadamente possíveis riscos às contas públicas e evitar que municípios em situação financeira delicada assumam compromissos considerados incompatíveis com seus orçamentos. Como parte da estratégia preventiva, o MPBA solicitou aos empresários do setor artístico informações sobre eventuais casos de inadimplência envolvendo prefeituras baianas. Os dados deverão ajudar os órgãos de controle a identificar dificuldades financeiras dos municípios e planejar medidas antes do período de festas. Durante a reunião, a promotora Rita Tourinho destacou os resultados do diálogo entre os órgãos públicos e o setor artístico e citou o Compromisso Público de Economicidade como instrumento para discutir custos, formação de preços e riscos relacionados aos contratos. Também participaram do encontro o promotor de Justiça Frank Ferrari, coordenador do projeto Painel da Transparência dos Festejos Juninos, além de auditores e assessores do TCM e representantes do setor artístico.
Homem é condenado a 45 anos de prisão por estuprar três adolescentes em Paramirim
Segundo o Ministério Público da Bahia, crimes foram cometidos contra três adolescentes e a pena deverá ser cumprida em regime fechado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Homem foi condenado a 45 anos, sete meses e 16 dias de prisão por estupro de vulnerável em Paramirim, Bahia, após o Ministério Público comprovar abusos contra três adolescentes. A sentença, proferida pela Vara Criminal local, determina regime inicial fechado e mantém a prisão preventiva, com o processo tramitando em segredo de justiça.
- A decisão reforça a atuação do MP-BA no combate a crimes sexuais contra menores e destaca a gravidade das penas aplicadas em casos de abuso de confiança familiar.
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Um homem foi condenado a 45 anos, sete meses e 16 dias de prisão pelo crime de estupro de vulnerável em Paramirim, no sudoeste da Bahia. A decisão foi proferida pela Vara Criminal do município, que acolheu denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Segundo o MP-BA, as investigações comprovaram que o réu praticou abusos sexuais contra três adolescentes. De acordo com o órgão, o condenado utilizava a relação de proximidade e confiança que mantinha com as famílias das vítimas para cometer os crimes. Ainda conforme o Ministério Público, os abusos ocorreram em diferentes ocasiões e, em um dos casos, se estenderam por anos. A sentença determinou o cumprimento da pena em regime inicial fechado e manteve a prisão preventiva do condenado. O processo tramita em segredo de Justiça.
Justiça bloqueia R$ 12,7 milhões em bens de ex-prefeito de Correntina
Justiça bloqueia R$ 12,7 milhões em bens de ex-prefeito de Correntina
Medida atende a pedido do MP-BA em ação sobre suposto não repasse de contribuições previdenciárias
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 12,7 milhões em bens do ex‑prefeito de Correntina, Nilson José Rodrigues, em resposta a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público da Bahia (MP‑BA) que aponta falta de repasse de contribuições previdenciárias ao Instituto Municipal de Previdência Social (Imupre). A medida visa garantir eventual ressarcimento aos cofres públicos caso as irregularidades sejam confirmadas.
- O bloqueio abrange veículos, imóveis, ações e quotas societárias em nome do ex‑gestor, com a indisponibilidade de dinheiro em contas bancárias prevista apenas se os demais bens não forem suficientes para cobrir o valor estimado do dano, de R$ 12.726.741,16, protegendo o equilíbrio financeiro do regime próprio de previdência municipal.
Foto: Reprodução
A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 12,7 milhões em bens do ex-prefeito de Correntina, Nilson José Rodrigues, em uma ação civil pública movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). A decisão foi tomada no último dia 10 e tem como objetivo garantir eventual ressarcimento aos cofres públicos caso as irregularidades apontadas sejam confirmadas. Segundo o MP-BA, investigações conduzidas pela promotora de Justiça Suelim Braga apontam que o ex-gestor teria deixado de repassar contribuições previdenciárias ao Instituto Municipal de Previdência Social (Imupre). A apuração também cita sucessivos parcelamentos e refinanciamentos de débitos previdenciários do município. Para o Ministério Público, a conduta teria provocado prejuízos aos cofres públicos e afetado o equilíbrio financeiro do regime próprio de previdência dos servidores municipais. O valor fixado pela Justiça é de R$ 12.726.741,16, correspondente à estimativa do dano apresentada no processo. A decisão prevê a indisponibilidade de veículos, imóveis, ações e quotas societárias que estejam em nome do ex-prefeito. O bloqueio de dinheiro em contas bancárias só poderá ser realizado caso os demais bens encontrados não sejam suficientes para alcançar o valor determinado pela Justiça.
MPBA vai fiscalizar atendimento de saúde mental em Guanambi
MPBA vai fiscalizar atendimento de saúde mental em Guanambi
Procedimento prevê levantamento dos serviços em funcionamento e avaliação do atendimento oferecido à população.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MPBA) abriu procedimento administrativo para fiscalizar a rede de saúde mental em Guanambi, no sudoeste baiano, por meio da 1ª Promotoria de Justiça. A medida, formalizada na Portaria nº 692.9.497159/2026 e assinada pelo promotor Rosiel Silva Santos Junior, visa avaliar se a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) está estruturada para atender às necessidades da população.
- Durante o acompanhamento, o MPBA vai mapear equipamentos, serviços de referência regional e a conformidade dos atendimentos médicos e psicológicos com as diretrizes nacionais. Até o momento, não há informações sobre irregularidades ou sanções à prefeitura.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Ministério Público da Bahia (MPBA) instaurou um procedimento administrativo para acompanhar e fiscalizar os serviços de saúde mental oferecidos à população de Guanambi, no sudoeste da Bahia. A iniciativa, conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça do município, busca verificar se a rede de atendimento está estruturada para atender às necessidades dos pacientes. Segundo informações obtidas pelo Sudoeste Bahia, a medida foi formalizada por meio da Portaria nº 692.9.497159/2026, assinada pelo promotor de Justiça Rosiel Silva Santos Junior. O procedimento tem como objetivo avaliar a organização, a articulação e a capacidade de atendimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que reúne serviços de saúde mental do município e da região. Durante o acompanhamento, o Ministério Público fará um levantamento dos equipamentos de saúde mental instalados e em funcionamento em Guanambi. Também serão identificados os serviços de referência regional utilizados no atendimento de pacientes que precisam de cuidados especializados. A fiscalização pretende verificar se a oferta de atendimento médico e psicológico está de acordo com as diretrizes e a legislação nacional que regulamentam a política de saúde mental. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre eventuais irregularidades ou medidas determinadas à Prefeitura de Guanambi.
MP-BA apura possível improbidade e prejuízo aos cofres públicos em Maetinga
MP-BA apura possível improbidade e prejuízo aos cofres públicos em Maetinga
Procedimento investiga suposta inexecução de convênio para obras de abastecimento de água
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu um procedimento preparatório de inquérito civil (IDEA nº 237.9.156786/2026) para investigar possíveis atos de improbidade administrativa ligados ao Convênio nº 034/2024-CERB, firmado entre a Prefeitura de Maetinga e a Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (CERB). A apuração, conduzida pelo promotor Gustavo Pereira Silva, foca na suposta inexecução do acordo que previa o repasse e a aplicação de materiais em obras de ampliação do sistema de abastecimento de água nas áreas rurais de Buqueirão e Caldeirões de Adivino.
- A investigação buscará documentos e provas para esclarecer o destino dos materiais, verificar o cumprimento das obrigações contratuais e apurar eventuais prejuízos ao patrimônio público. Embora a abertura do procedimento não confirme irregularidades, o MP-BA reforça seu compromisso com a moralidade administrativa e a proteção dos cofres públicos.
Foto: Reprodução
O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento preparatório de inquérito civil para apurar possíveis atos de improbidade administrativa e eventual prejuízo ao patrimônio público em Maetinga, no sudoeste da Bahia. A investigação, formalizada no procedimento IDEA nº 237.9.156786/2026, tem como foco a suposta inexecução do Convênio nº 034/2024-CERB, firmado entre a Prefeitura de Maetinga e a Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (CERB). A apuração é conduzida pelo promotor de Justiça Gustavo Pereira Silva, da Promotoria de Presidente Jânio Quadros, na área de Patrimônio Público e Moralidade Administrativa. Conforme o documento, o convênio previa o repasse e a utilização de materiais em obras de ampliação do sistema de abastecimento de água nas localidades de Buqueirão e Caldeirões de Adivino, na zona rural de Maetinga. A representação que motivou a abertura do procedimento foi apresentada pela própria Prefeitura de Maetinga e aponta Aline Costa Aguiar Silveira como representada. Com a investigação, o MP-BA pretende reunir documentos e outras provas para esclarecer o destino dos materiais fornecidos, verificar se houve descumprimento das obrigações previstas no convênio e apurar eventual responsabilidade e prejuízo aos cofres públicos. A abertura do procedimento não significa, por si só, que tenha sido comprovada a prática de irregularidades, e os fatos ainda serão apurados pelo Ministério Público.
Justiça determina concurso público e cobra regularização de servidores em Livramento
Município terá de apresentar plano de adequação, reduzir contratos temporários considerados irregulares e publicar edital para preenchimento de cargos efetivos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça determinou que a Prefeitura de Livramento de Nossa Senhora regularize o quadro de servidores, eliminando a alta taxa de contratações temporárias – que já representa 64,4% dos vínculos – e promova concurso público para preencher cargos efetivos, atendendo a um pedido do Ministério Público da Bahia (MPBA). A decisão, baseada em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), obriga o município a detalhar cada contrato temporário, justificar sua necessidade e encerrar os que não se enquadram nas hipóteses constitucionais, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, limitada a R$ 200 mil.
- Além da prestação de contas, a prefeitura deve publicar edital e apresentar cronograma completo do certame, garantindo a continuidade dos serviços essenciais nas áreas de saúde e educação. O recurso arrecadado será destinado ao Fundo de Interesses Difusos, reforçando o compromisso de adequar a estrutura funcional às exigências legais e reduzir a dependência de contratações temporárias.
Foto: Reprodução | Rádio 88 FM
A Justiça determinou que a Prefeitura de Livramento de Nossa Senhora adote medidas para regularizar o quadro de servidores e promova a realização de concurso público para o preenchimento de cargos efetivos. A decisão atende a um pedido do Ministério Público da Bahia (MPBA), que aponta um elevado número de contratações temporárias na administração municipal. Em caso de descumprimento, o município poderá ser multado em até R$ 200 mil. O caso tem origem em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o MPBA e a Prefeitura. Durante a fase de execução da sentença, o Ministério Público informou que o município mantém 2.027 contratos temporários, quantidade que representa 64,4% dos vínculos existentes na estrutura administrativa. Segundo a promotora de Justiça Ana Luíza de Oliveira, a gestão municipal não apresentou documentação suficiente para justificar e comprovar a regularidade dessas contratações. Ao analisar o processo, o juiz responsável rejeitou o pedido da Prefeitura para obter um novo prazo sem definição para cumprimento da sentença e acolheu a proposta apresentada pelo Ministério Público para implantação de um plano de regularização. A decisão obriga o município a detalhar todos os contratos temporários em vigor, informando funções exercidas, período de contratação, critérios de seleção adotados e a justificativa para cada vínculo. Além disso, a administração municipal deverá comprovar o encerramento dos contratos que não se enquadrem nas hipóteses previstas pela Constituição Federal. A manutenção temporária de servidores só poderá ocorrer em situações consideradas indispensáveis para garantir a continuidade de serviços essenciais, especialmente nas áreas de saúde e educação. Outro ponto central da determinação judicial é a realização de concurso público. A Prefeitura terá de comprovar a publicação do edital e apresentar um cronograma completo com as etapas do certame para preenchimento dos cargos efetivos vagos. A medida busca adequar a estrutura funcional do município às exigências legais e reduzir a dependência de contratações temporárias. A decisão também estabelece multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento das determinações, limitada inicialmente a R$ 200 mil. Os valores eventualmente arrecadados serão destinados ao Fundo de Interesses Difusos. A partir de agora, o município deverá apresentar as informações exigidas pela Justiça e demonstrar o avanço das medidas de regularização para evitar novas sanções.
Justiça suspende eleição da Mesa Diretora da Câmara de Iraquara e afasta primeiro-secretário
Decisão atende ação do Ministério Público da Bahia, que aponta terceira recondução consecutiva de vereadores aos mesmos cargos em desacordo com entendimento do STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça suspendeu a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Iraquara após ação civil pública do Ministério Público da Bahia (MP‑BA). A decisão impede a recondução consecutiva do vereador Suede de Jesus Neves Filho (PCdoB) ao terceiro mandato como presidente e do primeiro‑secretário Valmir Alves de Oliveira Júnior (PSD), considerada em desacordo com o entendimento do STF sobre reeleição de cargos nas mesas diretoras.
- O MP‑BA já havia recomendado a anulação da eleição e a realização de um novo pleito, citando precedente do STF que proíbe a reeleição de quem ocupou o mesmo cargo nos biênios 2021/2022 e 2023/2024. A suspensão permanece até nova deliberação judicial, mantendo a Câmara sem diretoria definida.
Foto: Reprodução
A Justiça determinou a suspensão da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Iraquara, na Chapada Diamantina, que havia reconduzido o vereador Suede de Jesus Neves Filho (PCdoB) para um terceiro mandato consecutivo na presidência da Casa Legislativa. A decisão também afastou cautelarmente o primeiro-secretário, Valmir Alves de Oliveira Júnior (PSD). A medida foi concedida em ação civil pública proposta pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio do promotor de Justiça Lucas Peixoto Valente. Segundo o órgão, ambos os vereadores foram reconduzidos sucessivamente aos mesmos cargos, em desacordo com o entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme o MP, Suede de Jesus Neves Filho presidiu a Câmara nos biênios 2021/2022 e 2023/2024, sendo novamente eleito para comandar o Legislativo municipal no período de 2025/2026. Para o Ministério Público, a terceira recondução consecutiva viola a interpretação estabelecida pelo STF sobre a reeleição para cargos das mesas diretoras. O promotor destacou que a mesma irregularidade ocorreu com Valmir Alves de Oliveira Júnior, reconduzido pela terceira vez consecutiva ao cargo de primeiro-secretário. Antes da decisão judicial, em 27 de julho, o Ministério Público já havia recomendado a anulação da eleição da Mesa Diretora e a realização de um novo pleito para escolha dos integrantes. Em nota, o promotor Lucas Peixoto Valente ressaltou que o Supremo Tribunal Federal já decidiu caso semelhante envolvendo um município baiano e fixou o entendimento de que quem ocupou o mesmo cargo nos biênios 2021/2022 e 2023/2024 não pode ser reconduzido para o mandato de 2025/2026. Com a decisão, a eleição da Mesa Diretora fica suspensa até nova deliberação da Justiça.
MPBA investiga denúncia de invasão de domicílio e agressões praticadas por PMs em Guanambi
Procedimento foi aberto para apurar possíveis abusos durante ação policial no município do sudoeste baiano
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MPBA) abriu um procedimento administrativo para investigar denúncias de abusos cometidos por policiais militares em Guanambi, incluindo invasão de domicílio sem mandado, agressões físicas, ameaças e atos de intimidação contra moradores. A medida foi oficializada nesta terça‑feira (8) pelo promotor Francisco de Freis Júnior, que coordenará a coleta de documentos, depoimentos e demais provas.
- A apuração buscará confirmar possíveis violações de garantias constitucionais e abuso de autoridade, podendo resultar em medidas disciplinares e processos judiciais contra os agentes. O MPBA definirá os próximos passos após analisar as informações reunidas.
Foto: Reprodução | Blog Regional
O Ministério Público da Bahia (MPBA) instaurou um procedimento administrativo para investigar denúncias de supostos abusos cometidos por policiais militares durante uma ocorrência em Guanambi, no sudoeste do estado. A medida foi oficializada nesta terça-feira (8) e tem como objetivo apurar relatos de invasão de domicílio sem mandado judicial, além de agressões físicas, ameaças e atos de intimidação contra moradores da cidade. A investigação foi determinada pelo promotor de Justiça Francisco de Freitas Júnior, responsável pelo acompanhamento do caso no âmbito do controle externo da atividade policial. O procedimento busca reunir documentos, depoimentos e demais provas que possam esclarecer a conduta dos agentes envolvidos na ocorrência denunciada pelas vítimas. Segundo o MPBA, a apuração pretende verificar se houve violação de garantias constitucionais e eventual abuso de autoridade durante a atuação policial. As circunstâncias da ação também serão analisadas para identificar se os procedimentos adotados pelos agentes seguiram os parâmetros previstos na legislação. Caso as irregularidades denunciadas sejam confirmadas ao longo das investigações, os policiais poderão responder a medidas disciplinares e também enfrentar desdobramentos na esfera judicial. O Ministério Público ainda deverá definir os próximos passos da apuração após a coleta e análise das informações consideradas relevantes para o esclarecimento dos fatos.
Ministério Público apura supostos excessos praticados por policiais civis em Guanambi
Investigação acompanhará os desdobramentos da denúncia para esclarecer a conduta dos agentes públicos citados no procedimento.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A 3ª Promotoria de Justiça de Guanambi, por meio da Portaria nº 36/2026, instaurou um procedimento administrativo para investigar denúncias de possíveis irregularidades e excessos cometidos por policiais civis da Delegacia Territorial do município. A medida, formalizada em 2 de setembro pelo promotor Francisco de Freitas Júnior, está registrada sob o número IDEA 692.9.531474/2025 e tem como foco apurar se houve desvio de conduta dos agentes públicos citados.
Foto: ASCOM MPBA
A 3ª Promotoria de Justiça de Guanambi instaurou um procedimento administrativo para apurar uma denúncia de possíveis irregularidades e excessos atribuídos a policiais civis que atuam na Delegacia Territorial do município. A medida foi oficializada por meio da Portaria nº 36/2026 e tem como objetivo esclarecer os fatos relatados ao Ministério Público da Bahia (MPBA). O procedimento foi formalizado no dia 2 de setembro pelo promotor de Justiça Francisco de Freitas Júnior e está registrado sob o número IDEA 692.9.531474/2025. Conforme a portaria, a investigação envolve uma policial civil e a própria Delegacia Territorial de Guanambi. Durante a apuração, o Ministério Público buscará verificar se houve desvio de conduta por parte dos agentes públicos mencionados na denúncia. Caso as irregularidades sejam confirmadas, os responsáveis poderão ser responsabilizados na forma da lei. A instauração do procedimento não representa conclusão sobre os fatos, mas marca o início da investigação para reunir informações, ouvir os envolvidos e esclarecer as circunstâncias apontadas na denúncia.
MP-BA abre procedimento para fiscalizar servidores e concurso público em Malhada
MP-BA abre procedimento para fiscalizar servidores e concurso público em Malhada
Procedimento também vai fiscalizar contratações temporárias e vagas efetivas no município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar a política de pessoal da Prefeitura de Malhada, no sudoeste do estado, e avaliar a necessidade de um novo concurso público, conforme decisão da Promotoria de Justiça de Carinhanha publicada em 1º de junho. A apuração buscará identificar cargos efetivos vagos na administração direta e indireta, com foco especial na área da saúde, e analisar a legalidade das contratações temporárias em vigor.
- O objetivo é garantir que o município cumpra as regras constitucionais para admissão de servidores e evitar o uso irregular de vínculos temporários em substituição a profissionais concursados, reforçando a transparência e a regularidade na gestão pública local.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar a política de pessoal da Prefeitura de Malhada, no sudoeste do estado, e apurar a necessidade de um novo concurso público. A medida foi adotada pela Promotoria de Justiça de Carinhanha e publicada nesta terça-feira (1º). A apuração vai verificar a existência de cargos efetivos vagos na administração direta e indireta, com atenção especial à área da saúde, além da legalidade das contratações temporárias em vigor. O objetivo é verificar se o município cumpre as regras constitucionais para admissão de servidores e evitar o uso irregular de vínculos temporários em substituição a profissionais concursados.
Homem é condenado a mais de 10 anos de prisão por compartilhar conteúdo de exploração infantil na Bahia
Sentença confirma participação do réu em rede criminosa que armazenava e compartilhava material de exploração sexual infantil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem denunciado pelo Ministério Público da Bahia foi condenado a 10 anos e seis meses de prisão pelos crimes de associação criminosa e armazenamento e compartilhamento de conteúdo de exploração sexual infantil na internet. A sentença, proferida na última sexta-feira (21), encerra uma das investigações da Operação Lobo Mau, realizada em outubro de 2024.
- A perícia técnica identificou que o réu mantinha arquivos de exploração sexual de crianças e adolescentes em seu celular e os compartilhava por meio de aplicativos de mensagens, evidenciando sua participação em uma rede criminosa. Com a condenação, o homem permanecerá à disposição da Justiça e cumprirá a maior parte da pena em regime fechado.
Foto: Reprodução
Um homem denunciado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) foi condenado a 10 anos e seis meses de prisão pelos crimes de associação criminosa, armazenamento e compartilhamento de conteúdo de exploração sexual infantil na internet. A sentença foi proferida na última sexta-feira (21) e encerra uma das investigações da Operação Lobo Mau, realizada em outubro de 2024. Segundo o MP-BA, a perícia técnica identificou que o condenado mantinha, no telefone celular, arquivos de exploração sexual de crianças e adolescentes. O laudo também apontou que o material era compartilhado com terceiros por meio de aplicativos de mensagens, evidenciando sua participação em uma rede criminosa voltada à circulação desse tipo de conteúdo. A investigação resultou na prisão em flagrante de dois suspeitos durante a Operação Lobo Mau. A ação foi deflagrada simultaneamente em 20 estados brasileiros para combater organizações envolvidas na produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Na Bahia, as prisões ocorreram em Salvador e no município de Correntina, no oeste do estado. Com a condenação, o réu permanecerá à disposição da Justiça e cumprirá a maior parte da pena em regime fechado.
Ex-diretora de presídio cobra reconhecimento de paternidade de filha com ex-deputado
Segundo ela, a criança, com pouco mais de um ano, ainda não foi registrada, apesar de um exame de DNA ter confirmado a paternidade.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, investigada por suposta facilitação de fuga de detentos, publicou um vídeo nas redes sociais cobrando o ex-deputado federal Uldurico Junior pelo reconhecimento de paternidade de sua filha de pouco mais de um ano. Segundo a ex-diretora, mesmo com o teste de DNA confirmando o vínculo biológico, a criança permanece sem o registro civil devido a contestações na Justiça promovidas pelo ex-parlamentar.
- Durante o desabafo, ela alegou que o ex-deputado estaria utilizando o processo judicial como forma de retaliação por estar preso em decorrência de uma delação premiada firmada por ela junto ao Ministério Público da Bahia. A ex-diretora reforçou que busca apenas garantir os direitos básicos da menor, como registro de nascimento, filiação e pensão alimentícia, enquanto Uldurico Junior não se manifestou publicamente sobre as acusações até o momento.
Foto: Reprodução
A ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, investigada por supostamente facilitar a fuga de 16 detentos em dezembro de 2024, divulgou um vídeo nas redes sociais em que cobra do ex-deputado federal Uldurico Junior (PSDB) o reconhecimento dos direitos da filha do casal. Segundo ela, a criança, com pouco mais de um ano, ainda não foi registrada, apesar de um exame de DNA ter confirmado a paternidade. No vídeo, a ex-diretora afirma que a filha continua sem o registro civil, mesmo após a comprovação do vínculo biológico. "Minha filha ainda continua sem ser registrada, mesmo com a paternidade comprovada por teste realizado pelo genitor. Um direito básico da minha filha continua sem ser reconhecido", declarou. Ela também acusa o ex-parlamentar de contestar judicialmente o processo de reconhecimento de paternidade e de utilizar medidas judiciais como forma de retaliação após sua prisão. Conforme a ex-diretora, o ex-deputado estaria preso em decorrência de uma investigação relacionada à delação premiada firmada por ela junto ao Ministério Público da Bahia (MP-BA). Durante o desabafo, a ex-diretora afirmou que busca apenas garantir os direitos da filha, incluindo o registro civil, o reconhecimento da filiação e o pagamento de pensão alimentícia. "O genitor vem contestando o processo, transformando uma questão que é do direito da minha filha para me atingir porque ele está preso. O que eu quero é o direito das minhas filhas: registro, reconhecimento da filiação e uma pensão alimentícia justa", afirmou. Até o momento, o ex-deputado Uldurico Junior não havia se manifestado publicamente sobre as declarações da ex-diretora.
MP acusa ex-prefeito de Bom Jesus da Serra de forjar documento para cumprir lei
MP acusa ex-prefeito de Bom Jesus da Serra de forjar documento para cumprir lei
Segundo o Ministério Público, documento teria sido usado para simular audiência pública obrigatória e dar aparência de regularidade às contas do município
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia acionou o ex-prefeito Jornando Vilas Boas Alves e o contador Gileno Guimarães Fernandes por suposta prática de improbidade administrativa em Bom Jesus da Serra. De acordo com a investigação, eles teriam produzido uma ata falsa para simular a realização de uma audiência pública exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O Ministério Público da Bahia (MP) acionou na terça-feira (11) o ex-prefeito de Bom Jesus da Serra, Jornando Vilas Boas Alves, conhecido como Jornandinho (Avante), e o contador Gileno Guimarães Fernandes por suposta prática de improbidade administrativa. Segundo a investigação, os dois teriam produzido e utilizado uma ata falsa para simular a realização de uma audiência pública exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O documento teria sido inserido no sistema do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) como comprovante de que a audiência havia sido realizada. O encontro deveria apresentar e avaliar o cumprimento das metas fiscais do município e a trajetória da dívida pública. De acordo com o promotor de Justiça Ruano Leite, a audiência referente ao terceiro quadrimestre de 2022 deveria ter ocorrido até o fim de fevereiro de 2023, mas não foi realizada. Mesmo assim, uma ata registrou uma suposta solenidade em 27 de fevereiro daquele ano, com a participação do então prefeito e do contador na mesa e assinatura digital de Jornando. Lista de presença levantou suspeitas - As investigações apontaram ainda inconsistências na lista de presença. Pessoas registradas como participantes afirmaram não ter comparecido ao evento. Além disso, algumas delas moravam em outro município e não tinham vínculo com a Prefeitura de Bom Jesus da Serra. Para o MP, a utilização da ata teria servido para criar uma aparência de regularidade na prestação de contas e esconder o descumprimento da obrigação prevista na LRF. O órgão afirma ainda que a prática prejudicou a transparência da gestão e o controle das contas públicas. O Ministério Público pede que os dois sejam condenados às sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa. Segundo o promotor, a conduta teria buscado “alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante”, além de dificultar o controle social e legislativo das contas municipais.
MPBA recomenda reforço na proteção de crianças e adolescentes durante a Micaguanambi 2026
Recomendação prevê fiscalização da venda de bebidas alcoólicas, equipes de proteção e reforço policial durante o evento em Guanambi
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) emitiu uma recomendação para garantir a proteção de crianças e adolescentes durante o aniversário de Guanambi e a Micaguanambi 2026. O documento, expedido pelo promotor de Justiça Alex Bezerra Bacelar, estabelece diretrizes rigorosas para coibir a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos e prevenir ocorrências de abuso, exploração sexual, violência e desaparecimentos ao longo das festividades.
- Entre as medidas solicitadas, a Prefeitura de Guanambi deverá exigir um plano específico de proteção à infância dos organizadores, além de instalar placas informativas e manter equipes do Conselho Tutelar e da Assistência Social de plantão. As polícias Militar e Civil reforçarão a fiscalização nos pontos de venda, enquanto os comerciantes, proprietários de camarotes e ambulantes deverão obrigatoriamente exigir documento oficial com foto antes de comercializar bebidas alcoólicas.
Foto: Adriano Cardoso/ Cecom Imprensa MPBA
O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) recomendou a adoção de medidas de proteção a crianças e adolescentes durante as comemorações do aniversário de Guanambi e a realização da Micaguanambi 2026. A recomendação foi expedida nesta segunda-feira (10) pelo promotor de Justiça Alex Bezerra Bacelar e direcionada ao poder público municipal, forças de segurança, organizadores e comerciantes. O documento estabelece medidas para impedir a venda e o fornecimento de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos e prevenir casos de abuso, exploração sexual, violência, desaparecimento e outras situações de vulnerabilidade durante os festejos. A recomendação tem como base a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O MPBA alerta que vender, fornecer ou entregar bebida alcoólica a menores de idade configura crime, conforme o artigo 243 do Estatuto, sujeito a detenção e multa. Entre as medidas indicadas à Prefeitura de Guanambi está a exigência de um plano específico de proteção à infância por parte dos organizadores do evento. O município também deverá instalar placas informativas sobre a proibição da venda de bebidas a menores, promover campanhas educativas e disponibilizar pontos de acolhimento e proteção. Outra orientação é a adoção de mecanismos para facilitar a identificação de crianças e adolescentes durante os eventos. A Secretaria Municipal de Assistência Social e o Conselho Tutelar deverão manter equipes de plantão, incluindo psicólogos e assistentes sociais, nas áreas de maior concentração de público. As equipes também deverão realizar busca ativa de crianças desacompanhadas e atuar em situações que possam representar risco ou violação de direitos. Às polícias Militar e Civil, o MPBA recomendou o reforço do policiamento ostensivo e da fiscalização nos pontos de venda de bebidas alcoólicas. Os órgãos também deverão dar prioridade à apuração de ocorrências e à adoção das medidas cabíveis em casos de infrações envolvendo crianças e adolescentes. Comerciantes, responsáveis por camarotes, bares e vendedores ambulantes cadastrados deverão exigir documento oficial com foto no momento da venda de bebidas alcoólicas. Em caso de dúvida sobre a idade do consumidor, a orientação é que a venda seja recusada. O Ministério Público estabeleceu prazo de dois dias úteis para que os órgãos e responsáveis notificados confirmem o recebimento da recomendação e apresentem o planejamento das ações de fiscalização e proteção que serão adotadas durante a Micaguanambi 2026.
Mãe denuncia falta de horário estendido em creche de Urandi
Mãe denuncia falta de horário estendido em creche de Urandi
Roseane Ferreira afirma que trabalha até as 17h e não consegue buscar a filha no horário de encerramento da unidade.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma moradora de Urandi, no sudoeste da Bahia, recorreu ao Ministério Público da Bahia (MPBA) devido à incompatibilidade entre seu horário de trabalho e o funcionamento da creche municipal de sua filha. Roseane Ferreira trabalha das 8h às 17h, enquanto a instituição de ensino fecha às 16h e suspende atividades em datas comemorativas. Sem rede de apoio, ela frequentemente precisa levar a criança ao emprego ou enfrentar problemas com o Conselho Tutelar por deixá-la na unidade após o horário de encerramento oficial.
- Após tentar uma solução sem sucesso com a Secretaria Municipal de Educação, o caso foi formalizado junto ao Ministério Público. Roseane participará de uma audiência com uma promotora para buscar conciliação entre o horário de atendimento da creche e a jornada de trabalho dos pais, levantando um debate sobre o papel social dessas instituições de ensino na região.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia |Via WhatsApp
Uma moradora de Urandi, no sudoeste da Bahia, procurou o Ministério Público da Bahia (MPBA) após enfrentar dificuldades para conciliar o horário de trabalho com o funcionamento da creche municipal onde deixa a filha. Roseane Ferreira afirmou que trabalha de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, enquanto a unidade onde a filha está matriculada encerra as atividades às 16h. Segundo a mãe, a situação se torna ainda mais complicada em datas comemorativas, como o Dia dos Pais e o Dia dos Avós, quando, de acordo com seu relato, a creche não funciona. Sem uma rede de apoio, ela afirma que precisa encontrar alternativas para conseguir cumprir a jornada de trabalho. “Ficamos de mãos atadas sem saber o que fazer com a criança para poder trabalhar. Não tenho rede de apoio e tenho que me desdobrar, às vezes, até trazer minha filha para o trabalho porque não tenho onde deixar”, relatou. Roseane disse que tentou buscar uma solução diretamente com a Secretaria Municipal de Educação, mas não conseguiu alterar o horário de funcionamento da unidade. A situação chegou a envolver o Conselho Tutelar depois que a mãe passou a deixar a filha na creche até as 17h, após o encerramento oficial das atividades. A unidade teria informado que a permanência da criança além do horário estabelecido poderia gerar consequências legais. Roseane, por outro lado, afirma que não tem condições de deixar o trabalho uma hora mais cedo para buscar a filha. A mãe também questiona a diferença de horários em relação a outros municípios da região e defende que as creches ofereçam atendimento compatível com a jornada de trabalho dos pais que não contam com rede de apoio. O caso foi levado ao Ministério Público da Bahia. Roseane terá uma audiência com uma promotora nesta quarta-feira (12), quando deverá apresentar a situação e buscar uma solução para o atendimento da filha. A discussão envolve o funcionamento da unidade, a necessidade de atendimento às famílias e a garantia de que a criança permaneça em segurança enquanto os responsáveis cumprem suas jornadas de trabalho.
Justiça condena policial militar da reserva por formação de milícia privada em Correntina
Segundo o MP-BA, grupo atuava há mais de dez anos em conflitos fundiários e intimidava comunidades tradicionais na região de Correntina.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O policial militar da reserva Carlos Erlani Gonçalves Santos e o comparsa José Carlos Alves dos Santos foram condenados à prisão pelo crime de formação e manutenção de milícia privada armada no município de Correntina, localizado no oeste da Bahia. De acordo com as investigações da Operação Terra Justa, coordenada pelo Ministério Público estadual (MP-BA) em 2025, o grupo criminoso atuava há mais de dez anos na invasão de propriedades rurais e na intimidação violenta de comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto na região da Bacia do Rio Corrente.
- A organização criminosa operava com estrutura paramilitar, utilizando armamento pesado, fardamento padronizado e postos de vigilância clandestinos, simulando o funcionamento de uma empresa de segurança privada sem autorização da Polícia Federal. Carlos Erlani foi apontado pela Justiça como o líder do bando, sendo responsável pelo comando, gestão de recursos e distribuição de tarefas. Como a decisão judicial de primeira instância ainda cabe recurso, ambos os réus poderão responder ao processo em liberdade até o trânsito em julgado.
Foto: Reprodução - MPBA
O policial militar da reserva Carlos Erlani Gonçalves Santos foi condenado a seis anos e oito meses de prisão por formação e manutenção de milícia privada armada na região de Correntina, no oeste da Bahia. A sentença foi proferida nesta terça-feira (4), e estabelece o cumprimento da pena, inicialmente, em regime semiaberto. Na mesma decisão, José Carlos Alves dos Santos também foi condenado pelo mesmo crime e recebeu pena de cinco anos e quatro meses de reclusão, igualmente em regime semiaberto. Como a sentença ainda cabe recurso, os dois poderão responder ao processo em liberdade até o trânsito em julgado. De acordo com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), Carlos Erlani era apontado como líder de um grupo criminoso investigado por atuar em invasões de terras e na intimidação de comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto na região da Bacia do Rio Corrente. As investigações fazem parte da Operação Terra Justa, deflagrada em abril de 2025 para combater grupos armados envolvidos em conflitos fundiários. A ação contou com apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar da Bahia e da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe Cerrado). Segundo a denúncia do MP-BA, a organização criminosa manteve atuação por mais de dez anos em propriedades rurais de Correntina. O grupo operava com estrutura considerada paramilitar, utilizando armas de fogo, fardamento padronizado e postos de vigilância para intimidar moradores e lideranças comunitárias. Ainda conforme a investigação, a milícia se apresentava como empresa de segurança privada sem autorização da Polícia Federal. Entre as práticas atribuídas ao grupo estão a restrição do acesso de moradores às áreas tradicionalmente ocupadas, a destruição de cercas e ações de esbulho possessório. Na sentença, a Justiça concluiu que havia uma organização armada, estável e hierarquizada voltada à prática de crimes. A decisão também aponta que Carlos Erlani exercia função de comando, sendo responsável pela gestão de recursos, distribuição de tarefas e controle do armamento utilizado pelo grupo. Durante a Operação Terra Justa, em 2025, foram apreendidos armas, munições e equipamentos de comunicação. A denúncia que resultou na condenação foi apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do MP-BA, com investigações conduzidas em parceria com a Coordenação de Conflitos Fundiários e de Grandes Múltiplas Vilas e Áreas Urbanas da Polícia Civil da Bahia.
Ministério Público apura possível ocultação de contratos de artistas em Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe
Investigação envolve eventos como Carnaval, São João e festas de emancipação política em Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um Procedimento Preparatório de Inquérito Civil para investigar suspeitas de irregularidades na divulgação de contratos de artistas contratados para festas públicas em Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe, no oeste do estado. A apuração foca no possível atraso ou ocultação proposital da publicação de extratos contratuais de eventos tradicionais, prática que visaria criar uma situação de "fato consumado" para dificultar a fiscalização e impedir eventuais suspensões judiciais antes da realização dos shows.
- Como parte das diligências determinadas pelo promotor Jürgen W. Fleischer Jr., as prefeituras e as controladorias internas de ambos os municípios foram notificadas e têm um prazo de 40 dias para apresentar a relação de contratações de artistas e estruturas dos últimos cinco anos. O Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) também foi oficiado para enviar dados sobre os contratos, enquanto o MP-BA apura indícios de interferência de parlamentares no Judiciário e a declaração de um agente político que admitiu omitir divulgações para evitar cancelamentos de eventos.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um Procedimento Preparatório de Inquérito Civil para investigar possíveis irregularidades na divulgação de contratos de artistas contratados para festas públicas nos municípios de Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe, no oeste do estado. A investigação apura se houve atraso injustificado, publicação tardia ou até ocultação temporária dos contratos relacionados a eventos tradicionais do calendário municipal, como Carnaval, São João e festas de emancipação política. A portaria foi assinada pelo promotor de Justiça Jürgen W. Fleischer Jr., que aponta indícios de que as administrações municipais poderiam estar retardando a publicação dos extratos das contratações de forma proposital. Segundo o MP, essa prática dificultaria a atuação dos órgãos de fiscalização, como o próprio Ministério Público e o Tribunal de Contas, já que a divulgação ocorreria próxima à realização dos eventos, reduzindo a possibilidade de uma eventual suspensão judicial antes dos shows. De acordo com o documento, a estratégia criaria uma situação de "fato consumado", em que a interrupção dos eventos poderia gerar prejuízos financeiros e sociais, tornando mais difícil a adoção de medidas por parte da Justiça. A Promotoria também cita um episódio considerado relevante para a investigação. Conforme a portaria, um agente político teria afirmado, durante uma apresentação pública, que deixaria de divulgar novas contratações justamente para evitar que os eventos fossem suspensos por decisões judiciais. O MP ainda apura informações sobre uma possível interferência de integrantes do Poder Legislativo em decisões do Judiciário. Como parte das diligências, o Ministério Público determinou a notificação das prefeituras de Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe, além das Controladorias Internas dos dois municípios. As administrações terão prazo de 40 dias para apresentar a relação completa das contratações de artistas, estruturas de palco e sonorização realizadas nos últimos cinco anos, além das cópias dos processos licitatórios e justificativas para publicações feitas com menos de 30 dias de antecedência dos eventos. O Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) também foi oficiado para encaminhar informações sobre as contratações realizadas pelos dois municípios, que serão analisadas durante a investigação.
Ex-companheiro é condenado a prisão por expor imagens íntimas de mulher em LEM
Ex-companheiro é condenado a prisão por expor imagens íntimas de mulher em LEM
Sentença também determina pagamento de R$ 36 mil por danos morais e punição por descumprimento de medida protetiva.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Juízo da Vara Criminal de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, condenou Elessandro Araújo Matos a dois anos de reclusão, em regime aberto, e ao pagamento de R$ 36 mil por danos morais após divulgar fotos e vídeos íntimos de sua ex-companheira sem consentimento. O réu também recebeu a pena de cinco meses e sete dias de detenção devido ao descumprimento de uma medida protetiva de urgência anterior, que proibia qualquer aproximação ou contato com a vítima.
- Segundo a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA), os crimes aconteceram em agosto de 2023 por meio de um aplicativo de mensagens. Na sentença, o juiz Rodrigo Souza Britto ressaltou que a exposição não consensual de imagens íntimas configura uma grave violência de gênero, violando diretamente a dignidade sexual e a privacidade da vítima, o que fundamentou a severidade das punições penais e cíveis aplicadas.
Foto: Reprodução
O Juízo da Vara Criminal de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, condenou um homem a dois anos de reclusão, em regime inicial aberto, por divulgar fotos e vídeos íntimos da ex-companheira sem o consentimento dela. A sentença também determinou o pagamento de R$ 36 mil por danos morais e mais cinco meses e sete dias de detenção pelo descumprimento de uma medida protetiva de urgência. O condenado foi identificado como Elessandro Araújo Matos. De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), os crimes ocorreram em 16 de agosto de 2023. Segundo o processo, mesmo após uma decisão judicial que proibia qualquer aproximação ou contato com a vítima, o réu descumpriu as medidas protetivas impostas pela Justiça. Além disso, compartilhou, por meio de um aplicativo de mensagens, fotos e vídeos com cenas de nudez da ex-companheira, sem autorização. Na sentença, o juiz Rodrigo Souza Britto destacou que a divulgação não autorizada de conteúdo íntimo representa uma grave forma de violência de gênero por atingir diretamente a dignidade sexual, a intimidade e a privacidade da vítima. Além da pena de prisão, a Justiça fixou indenização de R$ 36 mil por danos morais em favor da mulher, em razão da exposição indevida do material íntimo. A condenação também incluiu pena de cinco meses e sete dias de detenção pelo descumprimento da medida protetiva. A decisão reforça o entendimento de que o compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento configura crime e pode resultar em responsabilização criminal e civil, com aplicação de pena de prisão e obrigação de indenizar a vítima pelos danos causados.
























