Governador cumpre agenda em Brumado nesta sexta-feira (24)
Programação inclui inauguração de UBS, visita a obras habitacionais e anúncio de esgotamento sanitário
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Amanda Ercilia GOVBA
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, cumpre agenda oficial no município de Brumado na próxima sexta-feira (24), a partir das 8h, ao lado do prefeito Fabrício Abrantes. Entre os compromissos previstos está a inauguração de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), com foco na ampliação do atendimento na atenção primária.A programação também inclui visitas às obras de 144 unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, além da inspeção das obras do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Outro ponto da agenda é a autorização para abertura do processo licitatório voltado à implantação do sistema de esgotamento sanitário no município, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento.O governador também participará da assinatura da ordem de serviço para construção do novo Mercado Municipal, iniciativa que busca fortalecer o comércio local. Segundo a assessoria, a programação pode sofrer alterações conforme ajustes na agenda oficial.
Prazo de desincompatibilização leva 11 governadores a deixarem cargos
Regra eleitoral exige afastamento para disputa; eleições acontecem em outubro
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
Terminou neste sábado (4) o prazo de desincompatibilização para agentes públicos que pretendem disputar as eleições de outubro. A regra exige o afastamento de cargos no Executivo, como governadores, prefeitos e ministros. Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram seus postos para concorrer a outros cargos.Entre eles, Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) sinalizaram pré-candidaturas à Presidência da República. Outros nove governadores deixaram os cargos com foco no Senado, como Gladson Cameli, Wilson Lima, Ibaneis Rocha, Renato Casagrande, Mauro Mendes, Helder Barbalho, João Azevêdo e Antonio Denarium.O ex-governador Cláudio Castro também deixou o cargo para disputar o Senado, mas foi declarado inelegível até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral e deve concorrer sub judice. Por outro lado, nove governadores permanecem no cargo para disputar a reeleição, como Jerônimo Rodrigues e Tarcísio de Freitas. A legislação permite que candidatos ao segundo mandato não precisem se afastar. Outros sete governadores optaram por concluir seus mandatos e não disputar cargos neste pleito. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro. Caso necessário, o segundo turno ocorre em 25 de outubro.
Refinadores privados defendem atualização diária de preços para aderir a subsídio
Entidade que representa refinadores privados afirma que pacote do governo é positivo, mas pode gerar distorções tributárias e desestimular adesão do setor.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O presidente da Refina Brasil – Associação Brasileira dos Refinadores Privados, Evaristo Pinheiro, afirmou que as medidas anunciadas pelo governo federal para o setor de combustíveis são positivas, mas precisam de ajustes para evitar distorções no mercado.Em entrevista, Pinheiro disse que a subvenção prevista para refinarias privadas só deve atrair adesão se o preço de referência do diesel for atualizado diariamente, seguindo a política de paridade internacional.Segundo ele, sem essa atualização os agentes privados podem ser obrigados a vender combustível com prejuízo, já que o valor do barril de petróleo oscila diariamente no mercado global.“Sem um preço de referência atualizado diariamente, o risco é o refinador vender abaixo do custo, o que inviabiliza a adesão ao programa”, afirmou.O dirigente também criticou pontos do Decreto nº 12.875, que, segundo ele, pode provocar acúmulo de créditos de PIS e Cofins para refinarias que não são verticalizadas — ou seja, que não controlam todas as etapas da cadeia do petróleo.De acordo com Pinheiro, o problema poderia ser evitado caso o governo reduzisse, na mesma proporção, os tributos incidentes sobre o petróleo bruto. Sem esse ajuste, afirmou, as empresas tendem a acumular créditos tributários sem conseguir repassar redução de preços ao mercado.Outro ponto levantado pela entidade é a cobrança de imposto sobre a exportação de diesel. Para Pinheiro, a medida precisa especificar claramente qual tipo de combustível será atingido.Isso porque o Brasil tem superávit na produção de bunker oil, combustível marítimo que utiliza nomenclatura semelhante à do diesel em algumas classificações comerciais.Segundo o presidente da Refina Brasil, refinarias — tanto privadas quanto a Petrobras — vendem esse produto no mercado interno com operação equiparada à exportação. Caso o imposto incida sobre esse combustível, pode haver dificuldade para comercialização.A entidade defende que a regulamentação siga o mesmo critério adotado na medida provisória que trata do diesel rodoviário, diferenciando os tipos de produto para evitar impactos inesperados no mercado.
Jerônimo abre vantagem sobre ACM Neto, diz pesquisa
Pesquisa registrada no TRE aponta vantagem nos cenários avaliados
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O governador Jerônimo Rodrigues aparece na liderança da disputa pelo Governo da Bahia, segundo levantamento encomendado ao Instituto TML e registrado na Tribunal Regional Eleitoral da Bahia sob o número BA-07735/2026. No primeiro cenário estimulado, com múltiplos nomes apresentados aos entrevistados, Jerônimo soma 52,51% das intenções de voto. ACM Neto registra 35,65%. José Carlos Aleluia aparece com 1,03%, e Ronaldo Mansur com 0,93%. Brancos e nulos totalizam 0,93%, enquanto 8,95% afirmaram não saber ou preferiram não opinar. Nesse cenário, o atual governador ultrapassa a metade dos votos válidos.Em um segundo cenário estimulado, considerando apenas dois postulantes, Jerônimo Rodrigues atinge 54,24%, contra 37,70% de ACM Neto. Brancos e nulos somam 0,73%, e 7,33% não souberam ou não responderam. Na modalidade espontânea, quando não são apresentados nomes previamente, Jerônimo registra 22,54% das menções, seguido por ACM Neto, com 15,94%. João Roma aparece com 2,10%, e Rui Costa com 2,05%, embora estes dois últimos não figurem como pré-candidatos ao governo estadual.O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 21 de fevereiro, com nível de confiança de 95% e margem de erro estimada em aproximadamente 2,17 pontos percentuais.
Flávio Bolsonaro pressiona Ratinho com apoio a Sérgio Moro no Paraná
Senador do PL ameaça romper acordo com governador caso ele dispute a Presidência; Moro negocia apoio e possível filiação.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ameaça apoiar a candidatura do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) ao governo do Paraná caso o governador Ratinho Jr. (PSD) decida disputar a Presidência da República em 2026. A movimentação inclui a possibilidade de filiação de Moro ao PL, legenda que tem maior tempo de TV e maior fatia do fundo eleitoral. A mudança poderia alterar o cenário da sucessão estadual e enfraquecer o grupo do governador.Flávio e Ratinho Jr. devem conversar após o Carnaval para tentar uma composição. O governador está de férias no exterior e retorna no fim do mês. O senador também cumpre agenda internacional. Antes do impasse, o PL havia fechado acordo para apoiar o nome indicado por Ratinho à sucessão estadual, em troca de espaço para o deputado Filipe Barros (PL-PR) disputar o Senado. Entre os cotados ao governo estão o secretário Guto Silva (PSD), o presidente da Assembleia, Alexandre Curi (PSD), e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (PSD).Flávio atua para montar palanques próprios nos estados e quer evitar apoiar possíveis adversários nacionais. Segundo interlocutores, a aproximação com Moro também serviria para pressionar Ratinho a desistir de uma candidatura presidencial. Ratinho Jr. ainda não definiu se concorrerá ao Planalto ou ao Senado. Aliados afirmam que ele oscila entre a avaliação de que a polarização nacional dificultaria uma terceira via e o cálculo de que teria baixa rejeição para chegar ao segundo turno.A decisão envolve também fatores políticos e familiares. Pessoas próximas dizem que há preocupação com os impactos nos negócios do grupo da família, que inclui concessões de rádio e TV. No União Brasil, Moro enfrenta resistência. Apesar de ter assumido o comando local da sigla, parte da bancada federal deve migrar para o grupo do governador. Além disso, o PP — que formará federação com o União no estado — já declarou que não pretende apoiá-lo.Em nota, Moro afirmou que permanece no União Brasil e que pretende disputar o governo pelo partido. Disse ainda que divergências com o PP serão resolvidas “com diálogo”. O senador tem até 4 de abril de 2026 para definir eventual mudança de legenda, prazo para filiação de candidatos que disputarão a eleição.
Eleições em rede: capital político digital e disputa pelo governo de Pernambuco em 2026
De um lado, as pesquisas Datafolha e Real Time Big Data indicam João na dianteira da corrida, com possibilidade de vitória em primeiro turno
Por: Yuri Almeida
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Arquivo Pessoal | Yuri Almeida
A provável disputa entre a governadora Raquel Lyra e o prefeito do Recife, João Campos, pelo governo de Pernambuco em 2026 oferece um laboratório privilegiado para observar como o capital político é produzido, disputado e convertido em apoio eleitoral nas redes sociais. Mais do que medir a popularidade, o estudo do LABCaos, agência especializada em marketing político, aponta que os dados de Instagram e buscas na internet permitem compreender a política como um ecossistema de atenção, engajamento e reputação, em que visibilidade não é sinônimo automático de aderência, e volume não equivale necessariamente a capacidade de mobilização. Veja o estudo completo em: https://www.instagram.com/estouyurialmeida/. De um lado, as pesquisas Datafolha e Real Time Big Data indicam João na dianteira da corrida, com possibilidade de vitória em primeiro turno, enquanto Raquel enfrenta patamares mais elevados de rejeição. De outro, o comportamento das audiências digitais revela uma dinâmica menos linear: a partir de agosto de 2025, com o acirramento da disputa, a governadora passa a registrar uma taxa de engajamento três vezes superior à do prefeito, invertendo a relação entre quem mais “fala” e quem mais “movimenta” sua base nas redes. A política conectada, nesse sentido, deixa de ser apenas disputa de narrativas e passa a ser disputa de densidade relacional: quem consegue transformar seguidores dispersos em comunidades ativas. Os dados de volume de buscas ajudam a iluminar essa tensão entre visibilidade e controvérsia. João aparece com maior volume de interesse no Google nos últimos 90 dias, associado a termos como “impeachment” e temas de alta temperatura, o que sugere um tipo de atenção muitas vezes atravessada por conflito, crise ou curiosidade episódica. Raquel, por sua vez, aparece associada a consultas sobre partido, contexto local e temas de gestão, indicando uma busca mais informativa e menos centrada em escândalo. Em termos teóricos, trata‑se de duas formas de atenção: uma atenção quente, volátil, alimentada por polêmicas; outra morna, mas potencialmente mais estável, ancorada em atributos de governança e identidade partidária. No Instagram, a assimetria de audiência é evidente: João, com quase o dobro de seguidores, acumula mais de 24 milhões de interações no período analisado, superando os 20,4 milhões de Raquel quando se considera o volume bruto de curtidas, comentários e compartilhamentos. Se olharmos apenas esse indicador, a conclusão apressada seria a de que o prefeito detém maior força digital. Porém, ao introduzir métricas relacionais – taxa de engajamento, crescimento de base e distribuição geográfica do engajamento – o quadro se complexifica. Entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, de acordo com o estudo do LABCaos, Raquel amplia sua base em mais de 437 mil seguidores, alcançando crescimento de 42%, contra um saldo positivo de 106 mil novos seguidores para João, o que equivale a 3,7%. Em termos de ciência política digital, isso significa que a governadora está em fase de expansão de audiência, enquanto o prefeito opera em regime de saturação: sua base já é grande, mas cresce pouco e apresenta picos de perda, o que pode indicar desgaste, fadiga ou exposição excessiva a conflitos. A diferença de engajamento reforça essa leitura: Raquel registra taxa de 4,1%, com média de 856 comentários por post e 3,9 conteúdos diários; João, 2,1%, 850 comentários por post e 3,1 conteúdos por dia. Ou seja, a governadora fala mais, ativa mais resposta proporcionalmente e, ao mesmo tempo, cresce mais rápido. Outro dado relevante é a geografia do engajamento: 35% das interações de João se concentram no Recife, enquanto Raquel tem 20% de seu engajamento na capital, diluindo melhor sua presença pelo estado. Em termos eleitorais, isso aponta para uma base mais enraizada de João no espaço urbano recifense e uma trajetória de construção de capilaridade estadual por parte de Raquel. Em disputas para o governo, essa diferença é estratégica: o candidato que concentra demais sua força na capital tende a enfrentar dificuldades na conversão desse capital urbano em votos no interior, enquanto uma presença mais distribuída pode favorecer narrativas de governança para “todo o estado”. A análise dos melhores conteúdos, todos em formato reels, revela ainda a centralidade da dimensão afetiva na política em rede. Conteúdos humanizados, em família, e peças que ligam João a Lula, assim como conteúdos de Raquel associados à gestão, aparecem entre os que mais performam. Esse padrão confirma a hipótese de que a competição não se dá apenas em torno de políticas públicas, mas da capacidade de encarnar identidades: o “prefeito próximo de Lula” e a “governadora gestora” operam como arquétipos que estruturam percepções e heurísticas do eleitor. Em linguagem de redes, são enquadramentos simbólicos que facilitam a circulação, o compartilhamento e a memorização dos conteúdos. Por fim, a disputa em Pernambuco projeta efeitos nacionais ao introduzir uma variável adicional: o posicionamento do presidente Lula diante de dois palanques potencialmente competitivos. Um eventual palanque duplo, ou a adoção de uma postura neutra, reorganiza fluxos de atenção, alianças e antagonismos nas redes, embaralhando a fronteira tradicional entre governo estadual e prefeitura da capital. Em um ambiente em que métricas de engajamento, taxa de crescimento de seguidores e cartografia digital do apoio já influenciam decisões estratégicas de campanha, ignorar esses dados significa abrir mão de compreender como se distribui, em tempo real, o capital político na ambiência digital. *Yuri Almeida é estrategista político, professor e especialista em campanhas eleitorais.
Apoio ao fim do 6x1 cai se houver corte salarial
Levantamento da Nexus indica 73% de apoio ao fim da jornada de seis dias de trabalho, mas índice cai para 43% se houver redução salarial.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A maioria dos brasileiros é favorável ao fim da escala 6x1, segundo pesquisa da Nexus divulgada nesta quarta-feira (11). O apoio chega a 73%. Quando a hipótese inclui redução de salário, porém, o índice cai para 43%.O tema ganhou força após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviar a proposta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A expectativa, segundo ele, é votar o texto em maio. O projeto em análise impede que empregadores reduzam a remuneração de funcionários em caso de mudança na jornada.De acordo com o levantamento, 84% defendem que trabalhadores tenham ao menos dois dias de folga por semana. Apesar disso, apenas 12% afirmam conhecer com clareza o conteúdo da proposta em tramitação.A pesquisa segmentou as respostas em oito grupos:— 28% são a favor, mesmo com redução salarial;— 30% apoiam, desde que não haja corte de salário;— 10% são contra, mas apoiariam se não houvesse redução;— 11% são contra mesmo sem corte;— 6% não são nem a favor nem contra;— 5% apoiam, mas não opinaram sobre salário;— 1% é contra, sem se posicionar sobre salário;— 10% não souberam ou não responderam.Foram ouvidas 2.021 pessoas com 16 anos ou mais, nos 26 estados e no Distrito Federal, entre 30 de janeiro e 5 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.A proposta de emenda à Constituição reúne textos da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Além do fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso, o texto prevê reduzir a jornada semanal de 44 para 36 horas na CLT.Erika Hilton afirmou que a essência da proposta é instituir um novo modelo com cinco dias de trabalho e dois de descanso. Segundo a deputada, a prioridade é aprovar a redução dos dias trabalhados.
Governo Lula tem 39% de reprovação
Levantamento indica 39% de avaliação negativa e 33% positiva; aprovação é de 45%.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Adriano Machado | Reuters
A avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manteve estável, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14). O levantamento mostra que 39% dos entrevistados avaliam a gestão de forma negativa. Outros 33% classificam o governo como positivo, enquanto 26% consideram regular. Dois por cento não souberam ou não responderam.Em relação à pesquisa anterior, divulgada em janeiro, os índices variaram dentro da margem de erro. Na ocasião, 39% avaliavam o governo de forma negativa, 32% de maneira positiva e 27% como regular. A taxa de aprovação do governo é de 45%, enquanto 49% dizem desaprovar a gestão. Em janeiro, os percentuais eram 47% e 49%, respectivamente.No Nordeste, principal base eleitoral do presidente, a aprovação caiu seis pontos percentuais, passando de 67% para 61%. A pesquisa ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais, entre 5 e 9 de fevereiro. As entrevistas foram presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00249/2026
Jerônimo adia anúncio da chapa majoritária para abril
Governador diz que estratégia busca evitar disputas internas
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Marcelle Bittencourt | Metropress
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou nesta segunda-feira (9) que o anúncio da chapa majoritária para as eleições deste ano pode ficar apenas para o mês de abril. A declaração foi feita durante entrevista à imprensa no Palácio de Ondina, em Salvador.Inicialmente previsto para dezembro, o anúncio já havia sido adiado para o fim de janeiro e, posteriormente, para março. Segundo o governador, a nova projeção tem como objetivo evitar conflitos internos e garantir maior clareza no processo político.“Não quero ninguém com um pé no governo e a cabeça na candidatura”, disse Jerônimo, ao defender que secretários e ocupantes de cargos no Executivo estadual definam previamente sua situação antes de entrarem oficialmente na disputa eleitoral.O governador afirmou que o governo avalia a participação dos partidos aliados na composição da chapa majoritária e, ao mesmo tempo, trabalha para fortalecer as chapas proporcionais. De acordo com ele, a prioridade do grupo político é ampliar a representação na Assembleia Legislativa da Bahia e na Câmara dos Deputados.“O meu foco é garantir o aumento da bancada federal e estadual”, declarou. Jerônimo acrescentou que o grupo também busca preservar mandatos já existentes e abrir espaço para a eleição de novas lideranças.Segundo o governador, as negociações estão em fase avançada e a definição será anunciada assim que houver segurança política para todos os envolvidos. “Estamos considerando tudo”, concluiu.
Presos da Bahia tiram até 880 na redação do ENEM
Participantes de conjuntos penais da Bahia tiveram notas entre 620 e 880 na redação do exame.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Leo Moreira - NUCOM/Seap
Pessoas privadas de liberdade de conjuntos penais da Bahia alcançaram destaque na redação do Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (ENEM PPL) 2025, com notas que variam entre 620 e 880 pontos. Os resultados foram registrados em unidades prisionais localizadas nos municípios de Itabuna, Lauro de Freitas, Barreiras e Juazeiro. Os internos participaram de aulas do Programa Universidade para Todos (UPT), cursinho gratuito voltado à preparação para o ENEM e vestibulares.No Conjunto Penal de Barreiras, três participantes obtiveram as maiores pontuações: 880, 860 e 840 pontos na redação. Já no Conjunto Penal de Itabuna, um interno alcançou 620 pontos. O UPT é desenvolvido por meio de parceria entre as secretarias estaduais da Educação e de Administração Penitenciária e Ressocialização. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a educação no sistema prisional e ampliar o acesso ao Ensino Superior como ferramenta de ressocialização.As aulas foram ministradas três vezes por semana. Em Juazeiro, Barreiras e Lauro de Freitas, o trabalho foi realizado por monitores da Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Em Itabuna, as atividades ficaram sob responsabilidade da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Os participantes também receberam módulos com conteúdos e exercícios. O ENEM PPL é aplicado desde 2010 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O exame tem o mesmo nível de dificuldade do ENEM regular, com a diferença de ser aplicado dentro das unidades prisionais.
Caetité divulga calendário de feriados e pontos facultativos
Documento oficial reúne feriados nacionais, estaduais, municipais e pontos facultativos para orientar serviços públicos, comércio e população ao longo do ano.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Marcos Oliveira | Arquivo Sudoeste Bahia
A Prefeitura de Caetité divulgou o calendário oficial de feriados e pontos facultativos do município, reunindo as datas que irão impactar o funcionamento dos serviços públicos, do comércio e das repartições ao longo do ano. O documento está disponível para consulta e serve como referência para o planejamento de atividades administrativas, escolares e empresariais. O calendário inclui feriados nacionais, estaduais e municipais, além de pontos facultativos adotados pelo poder público local. A publicação garante transparência e permite que a população se organize com antecedência, evitando contratempos em serviços essenciais e no atendimento ao público. De acordo com a administração municipal, a divulgação antecipada das datas é fundamental para o bom funcionamento da cidade, principalmente em setores como saúde, educação, comércio e serviços. O cronograma também orienta a organização de eventos, viagens e atividades familiares. A prefeitura reforça que, nos feriados e pontos facultativos, os serviços considerados essenciais devem funcionar em regime de plantão, conforme legislação vigente. A população pode consultar o calendário completo no documento oficial disponibilizado pelo município. Confira o calendário completo.
SEC abre processo seletivo com quase 3 mil vagas via REDA
Editais publicados no Diário Oficial preveem vagas para técnicos, professores orientadores e profissionais de nível superior.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Amanda Chung- Ascom/SEC
A Secretaria da Educação do Estado da Bahia abriu as portas para quase três mil novas contratações. Os editais foram publicados nesta sexta-feira (23), no Diário Oficial do Estado, e tratam de três processos seletivos simplificados em Regime Especial de Direito Administrativo (REDA). Ao todo, são 2.777 vagas distribuídas entre técnico administrativo temporário (2.500), professor orientador de estágio em Saúde, nas áreas de Enfermagem e Radiologia (228), e técnico de nível superior, nas áreas de engenharia, arquitetura, contabilidade e administração (49).As seleções serão feitas por meio de prova objetiva, e as inscrições começam no dia 26 de janeiro, seguindo até 23 de fevereiro, exclusivamente pelo site do IBFC:www.ibfc.org.br . A iniciativa tem como objetivo reforçar o funcionamento das escolas estaduais e dos setores administrativos da SEC, acompanhando o crescimento da rede e o aumento do número de estudantes.Os técnicos administrativos vão atuar nas escolas dos 417 municípios da Bahia e também nos Núcleos Territoriais de Educação (NTEs) e no órgão central da secretaria, em Salvador. Já os professores orientadores de estágio serão destinados aos cursos técnicos de Enfermagem e Radiologia da rede estadual de Educação Profissional.Os técnicos de nível superior vão trabalhar nos NTEs 01, 03, 11, 16, 17, 22, 26 e 27.Segundo a SEC, as contratações vão fortalecer o suporte pedagógico e administrativo, garantindo melhor atendimento à comunidade escolar e mais eficiência no dia a dia das unidades de ensino.Os editais completos estão disponíveis no site oficial da secretaria:https://www.ba.gov.br/educacao/selecoes-e-concursos.
Governo quer enquadrar influencers em nova lei
Proposta usa como base o CDC e o Marco Civil da Internet e prevê multas, responsabilidade solidária e regras rígidas para publicidade nas redes sociais.
Por: Willian Silva - Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O governo federal intensificou as discussões para criar um marco legal que regulamente e responsabilize a atuação de influenciadores digitais no Brasil. A iniciativa se apoia em leis já existentes, como o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) e o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), mas busca avançar com regras específicas para a chamada “profissão de influencer”, que hoje atua sem regulamentação própria. Atualmente, influenciadores já podem ser responsabilizados com base no CDC, que prevê punições para propaganda enganosa ou abusiva, e no Marco Civil, que trata de deveres e responsabilidades no ambiente digital. A novidade é a tentativa de criar uma legislação específica que deixe explícito o enquadramento do influenciador como agente de comunicação comercial quando houver interesse econômico envolvido.Entre os principais pontos em debate, a futura lei deve prever: Identificação obrigatória de publicidade: todo conteúdo patrocinado deverá ser claramente sinalizado, com termos como “publicidade”, “anúncio” ou “parceria paga”, de forma visível ao público. Responsabilidade solidária: o influenciador poderá responder junto com a marca anunciante por danos causados ao consumidor, inclusive em casos de propaganda enganosa ou informações falsas sobre produtos e serviços. Multas e sanções administrativas: estão previstas penalidades financeiras, suspensão de perfis e até proibição temporária de atuação comercial nas redes para quem descumprir as regras. Combate a golpes e fraudes: conteúdos que promovam esquemas financeiros ilegais, apostas irregulares ou produtos sem autorização poderão gerar punições mais severas. Proteção a crianças e adolescentes: publicidade direcionada ao público infantil deverá seguir critérios mais rígidos, reforçando normas já previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990). Transparência contratual: contratos entre influenciadores e marcas poderão ter exigências mínimas de clareza sobre responsabilidades, prazos e obrigações legais. Possível cadastro ou registro profissional: o governo avalia a criação de um sistema de registro para quem atua de forma comercial contínua como criador de conteúdo. Segundo integrantes da área jurídica do governo, a ideia não é criar censura ou limitar a liberdade de expressão, mas diferenciar conteúdo opinativo de publicidade paga. A avaliação é que, ao exercer atividade econômica, o influenciador passa a ter deveres semelhantes aos de empresas de mídia e anunciantes tradicionais. Especialistas lembram que hoje já existe respaldo legal para punições, com base no artigo 37 do CDC, que proíbe publicidade enganosa e abusiva, e nos princípios do Marco Civil da Internet, que estabelecem responsabilidade e transparência no uso das plataformas digitais. A nova lei teria o papel de sistematizar essas obrigações e adaptá-las à realidade do marketing de influência. O setor, por sua vez, reage com cautela. Representantes de influenciadores defendem que a regulamentação seja objetiva e proporcional, para evitar burocratização excessiva e insegurança jurídica, principalmente para criadores de pequeno porte. O mercado de marketing de influência movimenta bilhões de reais por ano no Brasil e se consolidou como uma das principais frentes de publicidade digital. Para o governo, a regulamentação é vista como necessária para proteger consumidores, reduzir abusos e estabelecer regras claras em um setor que cresceu mais rápido do que a legislação foi capaz de acompanhar. A proposta ainda está em fase de estudos técnicos e deve passar por consulta pública antes de ser formalizada em um projeto de lei no Congresso Nacional. O debate promete ser intenso, ao colocar em pauta até que ponto influenciadores devem ser tratados como profissionais da comunicação e quais limites devem existir entre liberdade de expressão e responsabilidade comercial nas redes sociais.
Sisu 2026 abre inscrições com nova regra do Enem
Sistema oferecerá mais de 274 mil vagas em universidades públicas e, pela primeira vez, considerará as três últimas edições do Enem.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
As inscrições para a edição de 2026 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam nesta segunda-feira (19) e seguem até as 23h59 de sexta-feira (23), no horário de Brasília. O processo é gratuito e deve ser realizado exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na aba do Sisu. O Sisu é o principal sistema de ingresso em cursos de graduação gratuitos oferecidos por instituições públicas de educação superior em todo o país. A principal novidade desta edição é que o sistema passará a considerar os resultados das três edições mais recentes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): 2023, 2024 e 2025. As regras e o cronograma oficial constam no Edital nº 29/2025, publicado pelo Ministério da Educação (MEC). O candidato poderá se inscrever em até duas opções de cursos superiores e deverá, obrigatoriamente, preencher o cadastro socioeconômico no momento da inscrição. O MEC reforça que não há cobrança de taxa.Diferentemente de edições anteriores, o Sisu 2026 terá apenas uma etapa de inscrição. Assim, os estudantes concorrerão, em um único processo seletivo, às vagas ofertadas para todo o ano letivo, tanto para o primeiro quanto para o segundo semestre. Nesta edição, são ofertadas mais de 274,8 mil vagas em 7.388 cursos, distribuídos em 136 instituições públicas de ensino superior, localizadas em 587 municípios do país. Segundo o MEC, trata-se da maior edição da história do Sisu em número de instituições participantes.Do total de vagas, mais de 73 mil são destinadas a cursos de licenciatura presenciais. Os estudantes aprovados nessas formações poderão se inscrever no programa Pé-de-Meia Licenciaturas, que garante um incentivo financeiro mensal de R$ 1.050. O ministério alerta que cabe ao candidato verificar previamente todas as condições das vagas ofertadas. Não é possível escolher o semestre de ingresso, que será definido de acordo com a classificação obtida pela nota do Enem.O resultado da chamada regular será divulgado no dia 29 de janeiro de 2026. Os candidatos selecionados deverão realizar a matrícula a partir do dia 2 de fevereiro. Quem não for aprovado na chamada regular poderá manifestar interesse em participar da lista de espera entre os dias 29 de janeiro e 2 de fevereiro, também pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. As instituições poderão utilizar a lista de espera ao longo de todo o ano para preenchimento de vagas que não forem ocupadas inicialmente.
Receita desmente imposto sobre transferências via Pix
Órgão afirma que não existe imposto sobre o Pix e que mensagens nas redes sociais têm caráter alarmista e enganoso.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Marcello Casal jr | Agência Brasil
A Receita Federal voltou a desmentir, nesta quarta-feira (14), informações falsas que circulam nas redes sociais sobre um suposto monitoramento de transações via Pix para fins de cobrança de impostos. Em nota oficial, o órgão reforçou que não existe tributação sobre o Pix e que qualquer tipo de fiscalização com esse objetivo é proibida pela Constituição Federal. Segundo o Fisco, são completamente inverídicas as mensagens que falam em “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências”. O órgão explica que o Pix é apenas um meio de pagamento, assim como o dinheiro em espécie, o cartão de débito ou de crédito, e que sua utilização não gera, por si só, qualquer obrigação tributária.Os boatos utilizam de forma distorcida a Instrução Normativa nº 2.278, publicada em agosto do ano passado, sugerindo que a regra permitiria o rastreamento de transações individuais de cidadãos. A Receita esclarece que a norma apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já exigidas dos bancos tradicionais, dentro das políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e à ocultação de bens. De acordo com o órgão, não há acesso a valores específicos de transações, nem à origem, destino ou natureza dos gastos realizados pelos usuários do sistema de pagamentos instantâneos. As informações são tratadas de forma agregada e institucional, sem individualização.As notícias falsas voltaram a ganhar força nas últimas horas após a divulgação de vídeos pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), nos quais ele afirma que o governo retomaria o monitoramento do Pix. Há cerca de duas semanas, a Receita já havia publicado outro alerta rebatendo boatos semelhantes. Em nota, o Fisco afirmou que esse tipo de conteúdo tem como objetivo induzir a população ao erro, provocar insegurança financeira e comprometer a credibilidade de um dos principais meios de pagamento do país. O órgão também alertou que a disseminação dessas mensagens favorece interesses do crime organizado e de grupos que lucram com a monetização e o engajamento gerado por informações falsas nas redes sociais.
Genial/Quaest indica estabilidade na avaliação do governo Lula
Levantamento mostra aprovação em 47%, desaprovação em 49% e manutenção da resistência à reeleição.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A primeira pesquisa Genial/Quaest divulgada em 2026 indica estabilidade nos índices de aprovação e desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de pequenas variações na avaliação geral do governo federal em relação a dezembro de 2025.De acordo com o levantamento, divulgado nesta quarta-feira (14), 47% dos entrevistados aprovam o desempenho de Lula, ante 48% no mês anterior. A desaprovação permaneceu em 49%, repetindo o resultado da pesquisa anterior.Na avaliação global da gestão petista, 32% consideram o governo positivo, percentual que era de 34% em dezembro. Já a avaliação negativa subiu de 38% para 39%. Os que classificam a administração como regular passaram de 25% para 27%.O recorte por faixa etária mostra maior apoio entre os idosos. Entre os entrevistados com 60 anos ou mais, 51% aprovam a atuação do presidente, enquanto 46% desaprovam. Em dezembro, os índices estavam praticamente empatados, com 48% de aprovação e 49% de desaprovação.Entre os jovens de 16 a 34 anos, a desaprovação segue superior à aprovação: 52% reprovam o governo, contra 44% que avaliam positivamente. No grupo intermediário, de 35 a 59 anos, há empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação.A pesquisa também mediu a percepção sobre uma possível reeleição de Lula. Para 40% dos entrevistados, o presidente merece disputar mais quatro anos de mandato, ante 41% no levantamento anterior. Já 56% afirmaram que ele não deveria se candidatar novamente, percentual que se manteve estável.Na avaliação sobre a economia nos últimos 12 meses, 24% afirmaram que a situação melhorou, queda em relação aos 28% de dezembro. Para 43%, houve piora, contra 38% na pesquisa anterior. Outros 29% disseram que o cenário permaneceu igual.Apesar disso, a expectativa para os próximos 12 meses é mais positiva. Segundo a Quaest, 48% acreditam que a economia vai melhorar, acima dos 44% registrados em dezembro. Já 28% avaliam que haverá piora, ante 33% na pesquisa passada, enquanto 21% acham que o quadro econômico deve permanecer inalterado.
Novo salário-mínimo de R$1.621 entra em vigor em janeiro de 2026
Reajuste de 6,8% foi publicado no Diário Oficial e deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
O salário-mínimo no Brasil será de R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026. O novo valor foi oficializado nesta quarta-feira (24), com a publicação do reajuste pelo governo federal no Diário Oficial da União (DOU). O aumento representa uma correção de 6,8% em relação ao piso atual, o equivalente a pouco mais de R$ 100. O percentual ficou acima da última estimativa de inflação divulgada pelo Banco Central para este ano, de 4,33%.O salário-mínimo corresponde à menor remuneração que pode ser paga a um trabalhador formal no país. Pela Constituição Federal, o valor deve ser suficiente para atender às necessidades vitais básicas do trabalhador e de sua família, como moradia, alimentação, saúde, lazer, higiene e transporte. Apesar do reajuste, estudos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o valor necessário para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.067,18, mais de quatro vezes o novo piso nacional previsto para 2026.Segundo o Dieese, cerca de 62 milhões de brasileiros têm rendimentos atrelados ao salário-mínimo. A elevação para R$ 1.621 deve injetar aproximadamente R$ 81,7 bilhões na economia brasileira.
Governo se reúne com categorias em greve nas universidades nesta quarta-feira
Professores aguardam contra-proposta do governo
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação
- O Ministério da Gestão se reúne nesta quarta-feira (15), em Brasília, com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) para tratar das reivindicações da categoria,que está em greve nacional desde o dia 15 de abril. Os professores aguardam contraproposta à reivindicação de reajuste salarial de 22,71%, com pagamento desejado para o segundo semestre deste ano, além de uma recomposição do governo para o orçamento das universidades federais e a revogação de normas que afetam a carreira docente, baixadas no governo anterior. O MGI afirmou que as propostas para a reestruturação de carreiras na área de educação “é um compromisso prioritário”. Na próxima terça-feira(21), o ministério terá outra reunião, dessa vez, com os representantes dos técnicos administrativos das universidades federais.
Governo regulamenta pagamento de precatórios aos professores
A proposta tramitou em caráter de urgência e foi aprovada com votação unânime entre os deputados estaduais
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Gov/BA
- O governador Jerônimo Rodrigues (PT) decretou, nesta quarta-feira (8), a regulamentação do pagamento de um “abono extraordinário” aos professores da rede estadual de ensino. Os valores são originados dos precatórios judiciais decorrentes do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério) em 2024. Os professores receberão, no total, um abono de 60% do montante principal da parcela dos precatórios judiciais encaminhada pela União ao governo da Bahia. A proposta inicial da gestão estadual era o pagamento de 30% dos valores, mas aumentou após negociações com entidades representantes do magistério. O abono será pago proporcionalmente à carga horária e ao período de efetivo exercício na rede estadual de ensino entre janeiro de 1998 e dezembro de 2006.Todos os professores da rede estadual de ensino terão direito ao pagamento. Incluindo aqueles contratados por meio do Regime Especial de Direito Administrativo (REDA) e os servidores inativos do magistério.
Governo antecipa décimo terceiro de aposentados e pensionistas
Decreto está publicado no Diário Oficial desta quarta-feira
Por: Paula Laboissière
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Marcelo Camargo
- Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado nesta quarta-feira (13) no Diário Oficial da União antecipa o pagamento do abono anual a aposentados e pensionistas, conhecido como décimo terceiro salário de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com o texto, a primeira parcela do abono anual será paga na folha de abril e a segunda na folha de maio. Têm direito ao benefício segurados e dependentes da Previdência Social que, durante o ano de 2024, tenham recebido auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, pensão por morte ou auxílio-reclusão. “Na hipótese de cessação programada do benefício antes de 31 de dezembro de 2024, será pago o valor proporcional do abono anual ao beneficiário”, destaca a publicação.
Governo busca R$ 1,5 bi em crédito para quem tem Bolsa Família abrir negócio
Dos 95 milhões de inscritos no CadÚnico, 56 milhões recebem Bolsa Família
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O governo federal organiza uma mudança na forma de concessão de crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) para poder estimular inscritos no CadÚnico a se tornarem empreendedores. Dos 95 milhões de inscritos, 56 milhões são beneficiários do Bolsa Família. As informações são do UOL. Ainda segundo o UOL, a estratégia do governo é desenhada a partir de quatro ministérios para destacar R$ 1,5 milhão do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para os empréstimos, com a garantia dada pelo Tesouro Nacional. O objetivo é captar R$ 20 bilhões junto de instituições financeiras para aplicar nas linhas créditos de bancos e agências, confome o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, explicou ao portal. O ministro ainda aponta que instituições internacionais como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o do Brics e o banco de desenvolvimento alemão KFW, demonstram interesse em participar do programa.
Governo anuncia programa para estabelecer moradias populares em imóveis fora de uso da União
O programa vai ceder ou fazer permutas de áreas para a construção de moradias populares ou de empreendimentos de uso social, como escolas ou unidades de pronto atendimento
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação
- O governo anunciou a criação de um programa de moradias populares nos imóveis da União que não estão em uso ou estão subutilizados. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (26), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou do anúncio. Com o programa intitulado Imóvel da Gente, o governo vai ceder ou fazer permutas de áreas para a construção de moradias populares ou de empreendimentos de uso social, como escolas ou unidades de pronto atendimento. "Nós estamos começando uma coisa nova que tomamos a atitude de fazer desde março de 2023 [...] e agora achamos que está pronto para fazer o lançamento. A partir desse lançamento é que vamos começar a trabalhar na distribuição dos imóveis, sendo que alguns já foram distribuídos ao longo de 2023", disse o presidente. Segundo a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, a ideia é inverter a lógica do plano de privatização dos imóveis, previsto no governo anterior. "Essa foi uma proposta do ministro da Fazenda [Fernando Haddad], que ele inclusive quando foi prefeito fez esse processo e ele concorda com a visão do governo como um todo de que o objetivo dos imóveis não é ser vendido para gerar arrecadação", declarou Esther.
Governo da Bahia anuncia plano para enfrentamento da dengue
No sábado (17), a Sesab dará continuidade às estratégias, reunindo os prefeitos de 39 municípios baianos que se encontram em situação de epidemia, risco e alerta
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Pexels
- O Governo da Bahia anunciou um plano de ação para enfrentamento da dengue com intensificação de atendimentos e capacitação de equipes. Uma das principais medidas discutidas foi a intensificação do atendimento da Sesab aos municípios em situação de epidemia, risco e alerta da dengue, e orientação à população quanto à prevenção e atenção aos sintomas da doença. Jerônimo Rodrigues (PT), se reuniu, nesta sexta-feira (16), com a secretária da Saúde, Roberta Santana, gestores e corpo técnico da Sesab, da Superintendência de Proteção e Defesa Civil (Sudec) e da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) para discutir estratégias emergenciais no combate à doença. As equipes irão realizar visitas regulares às equipes de vigilância em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Hospitais Públicos de Pequeno Porte (HPP), a fim de promover a capacitação das equipes estaduais e municipais por meio do programa Telessaúde. A programação visa aprimorar os protocolos de atendimento e monitoramento da dengue. O órgão também está equipado com drones para realizar o mapeamento e identificação de possíveis focos de reprodução do mosquito. A secretaria vai, ainda, ordenar a realização de mutirões de limpeza em áreas consideradas críticas a fim de eliminar recipientes que possam acumular água parada, ambiente propício para a reprodução do vetor. Entre 31 de dezembro do ano passado e quarta-feira (14), a Secretaria de Saúde (Sesab) notificou 6,3 mil casos prováveis de dengue em todo estado. No sábado (17), a Sesab dará continuidade às estratégias, reunindo os prefeitos de 39 municípios baianos que se encontram em situação de epidemia, risco e alerta. Ao todo são 23 municípios em situação de epidemia; 12 em situação de risco; 4 em alerta.
Governo inclui 7 milhões de famílias na revisão do CadÚnico
Revisão no ano de 2023 retirou 1,7 milhões de famílias unipessoais da lista de beneficiários
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome incluiu 7 milhões de famílias na revisão cadastral do Cadastro Único (Cadúnico) em 2024, entre beneficiários ou não do Bolsa Família. As famílias que foram incluídas na ação terão que procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou a gestão municipal do CadÚnico para atualizar dados. As famílias selecionadas irão passar tanto por uma revisão quanto por uma averiguação. A primeira vai tratar de cadastros desatualizados a mais de 24 meses e a segunda vai analisar inconsistências de renda, vínculo empregatício ou composição familiar. No ano passado, a revisão gerou uma retirada de 1,7 milhão de famílias unipessoais da lista de beneficiários. Os excluídos eram famílias de uma pessoa, que recebia o benefício de forma irregular ou que integravam uma família maior e escolheram a opção incorreta.
Governo não deve conceder indulto natalino aos envolvidos no 8 de janeiro
A expectativa é que o documento seja entregue nesta terça-feira (19), ao Ministério da Justiça e Segurança Pública
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Elaborado pelo Conselho Nacional de Políticas Penais (CNPCP), a proposta para o indulto natalino de 2023 deve ser entregue ao Ministério da Justiça e Segurança Pública nesta terça-feira (19). Há possibilidade de que envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro não recebam o benefício, já que foram condenados por um crime hediondo, contra o estado democrático de direito. O indulto é concedido para presos que não cometeram crimes hediondos. Quem atenta contra a democracia também não recebe o benefício, assim como pessoas que cometeram crimes como violência contra a mulher, genocídio, tortura, terrorismo, crimes contra o meio ambiente e crimes contra a administração pública. O decreto deve ser editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que definirá quem serão os beneficiados deste ano. Membros do CNPCP, segundo o G1, avaliam que a última versão do texto está de acordo com os valores defendidos pelo governo federal.























