Pré-candidato, Caiado avalia governo Bolsonaro como fraco e o culpa por retorno de Lula
Governador de Goiás afirma que derrota eleitoral indica falhas na gestão federal26 Abr 2026 / 07h50

Levantamento mostra aprovação em 47%, desaprovação em 49% e manutenção da resistência à reeleição.
Foto: Reprodução
A primeira pesquisa Genial/Quaest divulgada em 2026 indica estabilidade nos índices de aprovação e desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de pequenas variações na avaliação geral do governo federal em relação a dezembro de 2025.De acordo com o levantamento, divulgado nesta quarta-feira (14), 47% dos entrevistados aprovam o desempenho de Lula, ante 48% no mês anterior. A desaprovação permaneceu em 49%, repetindo o resultado da pesquisa anterior.Na avaliação global da gestão petista, 32% consideram o governo positivo, percentual que era de 34% em dezembro. Já a avaliação negativa subiu de 38% para 39%. Os que classificam a administração como regular passaram de 25% para 27%.O recorte por faixa etária mostra maior apoio entre os idosos. Entre os entrevistados com 60 anos ou mais, 51% aprovam a atuação do presidente, enquanto 46% desaprovam. Em dezembro, os índices estavam praticamente empatados, com 48% de aprovação e 49% de desaprovação.Entre os jovens de 16 a 34 anos, a desaprovação segue superior à aprovação: 52% reprovam o governo, contra 44% que avaliam positivamente. No grupo intermediário, de 35 a 59 anos, há empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação.A pesquisa também mediu a percepção sobre uma possível reeleição de Lula. Para 40% dos entrevistados, o presidente merece disputar mais quatro anos de mandato, ante 41% no levantamento anterior. Já 56% afirmaram que ele não deveria se candidatar novamente, percentual que se manteve estável.Na avaliação sobre a economia nos últimos 12 meses, 24% afirmaram que a situação melhorou, queda em relação aos 28% de dezembro. Para 43%, houve piora, contra 38% na pesquisa anterior. Outros 29% disseram que o cenário permaneceu igual.Apesar disso, a expectativa para os próximos 12 meses é mais positiva. Segundo a Quaest, 48% acreditam que a economia vai melhorar, acima dos 44% registrados em dezembro. Já 28% avaliam que haverá piora, ante 33% na pesquisa passada, enquanto 21% acham que o quadro econômico deve permanecer inalterado.
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