Varejo da Bahia deve faturar R$ 15,2 bilhões no Dia das Mães
Setores básicos puxam alta, enquanto segmentos dependentes de crédito devem recuar.28 Abr 2026 / 05h42

Reajuste de 6,8% foi publicado no Diário Oficial e deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia.
Foto: Reprodução
O salário-mínimo no Brasil será de R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026. O novo valor foi oficializado nesta quarta-feira (24), com a publicação do reajuste pelo governo federal no Diário Oficial da União (DOU). O aumento representa uma correção de 6,8% em relação ao piso atual, o equivalente a pouco mais de R$ 100. O percentual ficou acima da última estimativa de inflação divulgada pelo Banco Central para este ano, de 4,33%.O salário-mínimo corresponde à menor remuneração que pode ser paga a um trabalhador formal no país. Pela Constituição Federal, o valor deve ser suficiente para atender às necessidades vitais básicas do trabalhador e de sua família, como moradia, alimentação, saúde, lazer, higiene e transporte. Apesar do reajuste, estudos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o valor necessário para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.067,18, mais de quatro vezes o novo piso nacional previsto para 2026.Segundo o Dieese, cerca de 62 milhões de brasileiros têm rendimentos atrelados ao salário-mínimo. A elevação para R$ 1.621 deve injetar aproximadamente R$ 81,7 bilhões na economia brasileira.
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