Lula aparece com 47% contra 43% de Flávio, aponta Nexus
Levantamento da Nexus/BTG indica vantagem numérica de Lula sobre adversários em simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026.25 Mai 2026 / 11h00

Celso Leonardo Barbosa trabalhou no gabinete do senador desde 2025 e foi desligado após reportagem revelar acordo judicial e acusações ligadas à época em que atuava na Caixa Econômica Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Marcos Brandão | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) exonerou um assessor parlamentar após questionamentos envolvendo denúncias de assédio sexual e processos judiciais relacionados ao período em que ele ocupava cargo de direção na Caixa Econômica Federal. Celso Leonardo Barbosa atuava no gabinete do parlamentar desde junho de 2025 e recebia salário mensal de R$ 20,7 mil. Ele ocupou anteriormente o cargo de vice-presidente da Caixa durante a gestão de Pedro Guimarães, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Celso Leonardo teria firmado acordo de não persecução penal com a Justiça em um caso de assédio sexual, assumindo responsabilidade pelos fatos e prestando serviços comunitários. O episódio investigado ocorreu durante uma viagem institucional da Caixa ao estado de Goiás. Além disso, o ex-dirigente também responde a processo do Ministério Público Federal sob acusação de falsidade ideológica. Conforme a denúncia, ele teria inserido informações falsas em documentos usados para sua indicação ao cargo de vice-presidente da instituição financeira. Após ser procurado pela imprensa, Flávio Bolsonaro informou, por meio de nota, que o assessor teria omitido pendências judiciais relevantes ao gabinete e violado normas internas do Senado ao exercer atividades particulares durante o horário de expediente. “O gabinete não compactua com qualquer desvio de conduta, abuso de confiança ou descumprimento das obrigações funcionais. Diante da gravidade dos fatos, o desligamento foi realizado de forma imediata”, afirmou o senador. Nas redes sociais, Celso Leonardo divulgava palestras, cursos e eventos realizados em diferentes estados durante dias úteis. Em seu currículo público, ele se apresentava como professor, mentor e palestrante, sem mencionar a função exercida no gabinete parlamentar nem sua passagem pela Caixa Econômica Federal. A Fundação Dom Cabral informou que o profissional atuava apenas como professor convidado eventual, sem vínculo empregatício, e afirmou que reavalia sua participação em futuras atividades da instituição.
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