Bets ainda devem R$ 159 milhões e AGU vai acionar 8 empresas
Bets ainda devem R$ 159 milhões e AGU vai acionar 8 empresas
Prazo para bancos devolverem dinheiro a 22,5 milhões de apostadores vai até quarta-feira; valores não resgatados irão para a Caixa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Empresas de apostas on‑line devem devolver R$ 159 mi aos apostadores após a AGU acionar judicialmente oito plataformas que não enviaram os dados bancários exigidos. A medida provisória nº 1.394/2026, publicada em 25 de setembro, determina que os pagamentos sejam realizados até 14 de outubro, com recursos não liberados sendo transferidos para a Caixa Econômica Federal. A ação abrange 22,5 milhões de apostadores, 70,5 milhões de contas, das quais a maioria possui saldo inferior a R$ 10.
- Paralelamente, o governo federal, em conjunto com o Ministério da Justiça, Ministério da Fazenda, Anatel e CGI.br, bloqueou 16.627 sites ilegais e removeu 3.691 perfis nas redes sociais. O Ministério da Fazenda também está analisando 40 CPFs por suspeita de lavagem de dinheiro, orientando a população a usar apenas canais oficiais para resgatar seus saldos.
Foto: Reprodução
As empresas de apostas on-line ainda possuem R$ 159 milhões em saldos remanescentes a devolver aos apostadores, segundo dados atualizados pelas próprias plataformas. Diante do descumprimento do prazo para o envio das informações necessárias aos pagamentos, a Advocacia-Geral da União (AGU) vai acionar judicialmente oito empresas que não encaminharam os dados bancários às instituições financeiras. A devolução dos valores pelos bancos está prevista para ocorrer até quarta-feira, 14 de outubro, abrangendo 22,5 milhões de apostadores distribuídos em 70,5 milhões de contas — das quais 90% possuem menos de R$ 1 e 97% apresentam saldo inferior a R$ 10. O processo de restituição teve início após a publicação da Medida Provisória nº 1.394/2026, emitida em 25 de setembro para interromper as atividades das plataformas não autorizadas. Caso o pagamento não seja concluído por impedimentos operacionais, os recursos pendentes serão transferidos para a Caixa Econômica Federal a partir do dia 14 de outubro. Paralelamente, em ação conjunta que reúne o Ministério da Justiça, o Ministério da Fazenda, a Anatel e o CGI.br, o governo federal já encaminhou para bloqueio 16.627 sites ilegais e solicitou a remoção de 3.691 perfis e canais em redes sociais. Além das ações de bloqueio, o Ministério da Fazenda monitora saldos elevados e colocou ao menos 40 CPFs sob análise para investigar possíveis irregularidades e suspeitas de lavagem de dinheiro, enquanto orienta os cidadãos a utilizarem apenas os canais oficiais para evitar golpes durante o resgate dos saldos.
TST encerra greve dos empregados da Caixa e determina retorno imediato ao trabalho
Tribunal rejeitou pedido para considerar a paralisação abusiva e definiu reajuste de 0,6% acima da inflação, além de regras para desconto dos dias parados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior do Trabalho (TST) encerrou nesta terça‑feira (29) a greve nacional dos empregados da Caixa Econômica Federal, determinando o retorno imediato às atividades. O ministro Maurício Godinho Delgado rejeitou o pedido da Caixa de considerar a paralisação abusiva, mas autorizou o desconto dos dias não trabalhados em três parcelas iguais, além de estabelecer um reajuste salarial equivalente à inflação medida pelo INPC mais 0,6%, aplicável a salários e benefícios como auxílio‑refeição, alimentação, cesta‑alimentação, creche e babá.
- A decisão também abordou o plano Saúde Caixa, principal ponto de divergência nas negociações, incorporando cláusulas já previstas nos acordos coletivos e mantendo regras sobre PLR, horas extras, adicional noturno, adiantamento do 13º salário, gratificações e auxílio‑funeral. A sentença normativa vigorará de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2027, preservando a data‑base da categoria em setembro.
Foto: Divulgação
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu nesta terça-feira (29) encerrar a greve nacional dos empregados da Caixa Econômica Federal. A paralisação, iniciada em 10 de setembro, ocorreu após o fracasso das negociações entre o banco e os trabalhadores, principalmente em torno de mudanças no Saúde Caixa, plano de assistência médica dos funcionários. Durante o julgamento do dissídio coletivo, o ministro Maurício Godinho Delgado rejeitou o pedido da Caixa para que a greve fosse considerada abusiva. Também foi afastada a aplicação de multa aos sindicatos por suposto descumprimento de decisões judiciais anteriores. Apesar disso, o ministro determinou o retorno imediato dos empregados às atividades. Segundo Godinho Delgado, a greve suspende o contrato de trabalho e, por isso, é legítimo o desconto dos dias em que não houve prestação de serviço. O desconto, no entanto, deverá ser feito em três parcelas mensais, sucessivas e de igual valor. A decisão considera ainda a adesão efetiva dos trabalhadores, já que algumas unidades da Caixa permaneceram em funcionamento durante a paralisação. Reajuste salarial - O TST também definiu as condições que serão aplicadas aos empregados da Caixa durante o próximo período de negociação. O tribunal concedeu reajuste correspondente à inflação medida pelo INPC, acrescida de aumento real de 0,6%. O mesmo índice será aplicado a benefícios como auxílio-refeição, auxílio-alimentação, cesta-alimentação, auxílio-creche e auxílio-babá. A sentença normativa terá validade de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2027, mantendo a data-base da categoria em setembro. Saúde Caixa - O Saúde Caixa foi o principal ponto de divergência entre os trabalhadores e a instituição durante a campanha salarial. Os sindicatos afirmavam que as mudanças propostas pelo banco poderiam aumentar significativamente a contribuição dos empregados e reduzir o impacto do reajuste salarial. A categoria rejeitou três propostas apresentadas pela Caixa durante as negociações. No julgamento, o TST decidiu incorporar à sentença normativa as cláusulas relacionadas ao plano de saúde e à Participação nos Lucros e Resultados (PLR) que já estavam previstas nos acordos coletivos anteriores. O tribunal também entendeu que a Justiça do Trabalho não deve substituir a negociação coletiva para criar novas regras sobre a PLR, mantendo as disposições já estabelecidas. A decisão preserva ainda outras cláusulas dos acordos coletivos anteriores, incluindo regras sobre horas extras, adicional noturno, adiantamento do 13º salário, gratificações de função e auxílio-funeral. Com a decisão, o TST encerra o conflito coletivo e determina a retomada imediata das atividades nas agências e demais unidades da Caixa em todo o país.
Gilmar Mendes relata preocupação do TJBA com depósitos no BRB
Gilmar Mendes relata preocupação do TJBA com depósitos no BRB
Desembargador José Rotondano teria relatado ao ministro dificuldade para transferir os recursos à Caixa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Gilmar Mendes, do STF, informou que recebeu ligação do presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, sobre a manutenção dos depósitos judiciais administrados pelo Banco de Brasília (BRB). O TJBA havia firmado contrato com a Caixa Econômica Federal para assumir a gestão dos recursos, mas foi impedido de concluir a transferência após liminar do ministro Luiz Fux, que manteve a relação com o BRB por 90 dias. Na Segunda Turma do STF, os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça apoiaram a decisão, enquanto Gilmar pediu vista e Dias Toffoli se declarou impedido.
Foto: Reprodução
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revelou que recebeu uma ligação do presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, preocupado com os depósitos judiciais administrados pelo Banco de Brasília (BRB). O relato foi feito durante sessão do STF nesta quarta-feira (23). Segundo Gilmar, Rotondano informou que o TJBA já havia firmado contrato com a Caixa Econômica Federal para assumir a administração dos recursos, mas estava impedido de concluir a transferência por causa de uma decisão judicial. O contrato entre o tribunal baiano e o BRB para administrar depósitos judiciais terminou em agosto, e o TJBA havia iniciado a transição para a Caixa. Em 26 de agosto, porém, o ministro Luiz Fux concedeu uma liminar determinando que o tribunal mantivesse a relação com o BRB por 90 dias. A decisão foi tomada em um processo que discute a continuidade da operação e os impactos da saída dos depósitos para a situação financeira do banco. Na Segunda Turma do STF, os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça votaram pela manutenção da decisão de Fux, enquanto Gilmar Mendes pediu vista. Dias Toffoli se declarou impedido. Com a manutenção do contrato, o BRB continua responsável pela administração dos depósitos judiciais do TJBA. A disputa ocorre em meio à crise financeira enfrentada pelo BRB após operações envolvendo o Banco Master. O Banco Central liquidou o Master em novembro de 2025, e o BRB passou a ser alvo de investigações e questionamentos sobre sua situação financeira. O banco também está em atraso na divulgação de demonstrações financeiras desde 2025. Nesta quarta-feira (23), o Tribunal de Contas do Distrito Federal determinou o bloqueio de até R$ 2,7 bilhões em bens e contas de cinco ex-dirigentes do BRB no contexto das investigações relacionadas ao caso Master.
Funcionários da Caixa mantêm greve após rejeição de proposta
Funcionários da Caixa mantêm greve após rejeição de proposta
Assembleia virtual ocorreu nesta segunda-feira (21), e comando da greve deve definir próximos passos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os empregados da Caixa Econômica Federal decidiram manter a greve nacional iniciada em 10 de setembro após rejeitarem, em assembleia virtual realizada nesta segunda‑feira (21), a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Mais de 90% das bases sindicais votaram contra a oferta da instituição, mantendo a paralisação e aguardando novas diretrizes do comando nacional do movimento.
- A principal divergência recai sobre o plano de assistência médica Saúde Caixa, cuja proposta aumentaria a contribuição da Caixa de 6,5% para 9% da folha de pagamento a partir de 2027. Com a rejeição, a greve segue sem previsão de encerramento, enquanto a categoria espera as próximas medidas negociadas pelos líderes sindicais.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Os empregados da Caixa Econômica Federal decidiram manter a greve nacional iniciada em 10 de setembro após rejeitarem, em assembleia virtual realizada nesta segunda-feira (21), a proposta apresentada pela instituição para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A decisão mantém a paralisação dos trabalhadores e o comando nacional do movimento deve anunciar os próximos passos da greve. Segundo a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), mais de 90% das bases sindicais rejeitaram a proposta apresentada pela Caixa. A paralisação começou depois que os funcionários não aceitaram os termos negociados para o acordo específico, cujas discussões ocorrem desde junho. Entre os principais pontos de divergência está o Saúde Caixa, plano de assistência médica destinado aos empregados. Os trabalhadores também reivindicam mudanças em outros itens do acordo coletivo. Pela proposta rejeitada na assembleia, a participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa teria o teto ampliado de 6,5% para 9% da folha de pagamento a partir de 2027. Com a rejeição, a greve permanece sem previsão de encerramento, enquanto a categoria aguarda a definição das próximas medidas pelo comando do movimento.
Bancários rejeitam proposta da Caixa e mantêm greve por tempo indeterminado
Bancários rejeitam proposta da Caixa e mantêm greve por tempo indeterminado
Proposta final foi rejeitada por 68% dos participantes da assembleia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A greve dos empregados da Caixa Econômica Federal permanece indefinida após a rejeição da proposta final de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. Iniciada em 10 de setembro, a paralisação se espalha por todo o país, com 68% dos participantes da assembleia do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região votando contra os termos oferecidos.
- A oferta incluía prêmio de R$ 3 mil, pagamento de salário reajustado, PLR, Super Caixa e aumento da participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa de 6,5% para 8%, mas não obteve aprovação. O banco classificou a proposta como definitiva, avisou sobre possível retirada e ameaça levar o caso à Justiça do Trabalho, enquanto as entidades continuam as negociações para encerrar a greve.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A greve dos empregados da Caixa Econômica Federal continua por tempo indeterminado após os trabalhadores recusarem a proposta final do banco para renovar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A paralisação começou na quinta-feira (10) e ocorre em todo o país, segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Na assembleia realizada pela entidade, 68% dos participantes votaram contra os termos oferecidos pela Caixa. A proposta incluía um prêmio de R$ 3 mil para cada empregado e previa o pagamento, em 18 de setembro, do salário reajustado, da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), do Super Caixa e do prêmio. O banco também ofereceu aumentar de 6,5% para 8% sua participação no custeio do Saúde Caixa, plano de assistência médica dos funcionários. A questão está entre os principais pontos de discordância nas negociações entre a instituição e os trabalhadores. A Caixa classificou a oferta como definitiva e avisou que poderia retirá-la caso não fosse aprovada dentro do prazo. O banco também informou que poderia levar a negociação para a Justiça do Trabalho por meio de um dissídio coletivo. As negociações foram retomadas pelas entidades que representam os empregados na tentativa de encerrar a paralisação. Mesmo após a apresentação da nova proposta, Caixa e representantes dos trabalhadores não chegaram a um acordo.
Caixa entra em greve e Banco do Brasil em paralisação parcial nesta quinta-feira
Caixa entra em greve e Banco do Brasil em paralisação parcial nesta quinta-feira
Paralisação será nacional na Caixa e terá adesão de 27 sindicatos do BB
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os bancários da Caixa Econômica Federal e parte dos funcionários do Banco do Brasil iniciam nesta quinta‑feira (10) uma paralisação por tempo indeterminado. Na Caixa, a greve será nacional após a rejeição de proposta que elevaria a contribuição ao plano de saúde de 3,5% para 5,5% do salário‑base e aumentaria a cobrança por dependentes. No Banco do Brasil, 27 sindicatos aprovaram a ação, enquanto 60 continuam negociando e 39 aceitaram aporte de R$ 360 milhões para manter o plano até novembro.
- Mesmo com a greve, a categoria concluiu nesta quarta‑feira (9) a convenção coletiva que cobre cerca de 500 mil bancários, garantindo reposição salarial pelo INPC mais 0,6% de aumento real, reajustes em vale‑alimentação, vale‑refeição e auxílio‑creche, além do pagamento da PLR. A Caixa mantém as negociações abertas e o Banco do Brasil orienta clientes a utilizarem aplicativos, internet banking, correspondentes e canais telefônicos durante a paralisação.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Os bancários da Caixa Econômica Federal e de parte do Banco do Brasil iniciam nesta quinta-feira (10) uma paralisação por tempo indeterminado. A paralisação será nacional na Caixa, enquanto no Banco do Brasil o movimento foi aprovado por 27 sindicatos. O principal ponto de discordância nas negociações é o custeio dos planos de saúde. Na Caixa, os trabalhadores rejeitaram uma proposta que aumentaria de 3,5% para 5,5% a contribuição sobre o salário-base, além de elevar a cobrança por dependentes. No BB, 60 sindicatos decidiram continuar negociando e 39 aprovaram a proposta de aporte de R$ 360 milhões para manter o plano até novembro. Mesmo com a greve, a categoria fechou nesta quarta-feira (9) a convenção coletiva, que abrange cerca de 500 mil bancários. Os salários terão reposição da inflação pelo INPC, mais 0,6% de aumento real. Também estão previstos reajustes no vale-alimentação, vale-refeição e auxílio-creche, além do pagamento da PLR. A Caixa informou que mantém as negociações abertas. Já o Banco do Brasil orienta os clientes a utilizarem aplicativos, internet banking, correspondentes bancários e canais telefônicos durante a paralisação.
Bancários aprovam greve nacional de 24 horas na quinta-feira
Bancários aprovam greve nacional de 24 horas na quinta-feira
Categoria rejeitou proposta da Fenaban e cobra avanços em salários, PLR, benefícios, empregos e condições de trabalho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Acordo entre bancários e bancos não foi alcançado, levando à aprovação de uma paralisação nacional de 24 horas marcada para quinta-feira (20). A decisão segue a rejeição da proposta da Fenaban na Campanha Nacional Unificada de 2026, enquanto negociações continuam com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES.
- Os trabalhadores exigem aumento real de salários, valorização da PLR, manutenção de empregos e agências, além de condições de trabalho mais seguras e igualdade de oportunidades. A paralisação foi motivada pela falta de índice de reajuste salarial e pela discussão sobre congelamento do piso de entrada para novos bancários, com propostas de reajustes diferenciados para três faixas salariais sem critérios definidos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Bancários aprovaram, em assembleias realizadas na segunda-feira (17) em diferentes regiões do país, uma paralisação nacional de 24 horas para esta quinta-feira (20). A decisão ocorreu após a categoria rejeitar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) durante as negociações da Campanha Nacional Unificada de 2026. As negociações entre representantes dos trabalhadores e dos bancos continuam nesta terça-feira (18). A categoria também tem reuniões previstas com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal na quarta-feira (19), e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na sexta-feira (21). Entre as reivindicações dos bancários estão aumento real dos salários, valorização da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e dos tíquetes, manutenção dos empregos e das agências, além do combate às metas consideradas abusivas e às condições de trabalho que podem contribuir para o adoecimento dos empregados. A categoria também cobra melhores condições de trabalho e saúde e igualdade de oportunidades. As entidades sindicais afirmam que não devem aceitar uma proposta sem avanços considerados concretos nos principais pontos da negociação. A paralisação foi definida após a Fenaban não apresentar um índice de reajuste salarial na última rodada e colocar em discussão o congelamento do piso de entrada para novos bancários. Também foram discutidos reajustes diferentes para três faixas salariais, sem definição de percentuais ou critérios.
Caixa inicia pagamento de julho do Bolsa Família nesta segunda
Caixa inicia pagamento de julho do Bolsa Família nesta segunda
Beneficiários com NIS final 1 são os primeiros a receber; repasses seguem até 31 de julho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Caixa Econômica Federal inicia o pagamento da parcela de julho do Bolsa Família em 20 de julho, começando com os beneficiários cujo Número de Identificação Social (NIS) termine em 1. O calendário de depósitos continua até 31 de julho, garantindo que todas as famílias sejam contempladas nos últimos dez dias úteis do mês.
- O programa é reservado para famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa, desde que estejam inscritas no Cadastro Único e atendam às exigências do programa, incluindo a manutenção de crianças na escola, a vacinação em dia e o acompanhamento pré-natal para gestantes. O Bolsa Família garante um pagamento mínimo de R$ 600 por família, além de benefícios complementares para crianças e gestantes.
Foto: Divulgação
A Caixa Econômica Federal começa a pagar, nesta segunda-feira (20), a parcela de julho do Bolsa Família. Os primeiros beneficiários contemplados são aqueles com Número de Identificação Social (NIS) de final 1. Os depósitos são realizados de forma escalonada nos últimos dez dias úteis de cada mês, conforme o final do NIS. Em julho, o calendário segue até o dia 31. Podem receber o benefício famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa, desde que estejam inscritas no Cadastro Único e cumpram as exigências do programa, como manter crianças na escola, a vacinação em dia e o acompanhamento pré-natal para gestantes. O Bolsa Família garante o pagamento mínimo de R$ 600 por família, além de benefícios complementares de R$ 150 para crianças de até 6 anos e de R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 17 anos e bebês de até seis meses.
Operação mira grupo suspeito de fraudes que geraram prejuízo superior a R$ 424 mil à Caixa na Bahia
Investigação aponta prejuízo superior a R$ 424 mil com uso de documentos falsos para abertura de contas e contratação de empréstimos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal e o Ministério Público da Bahia deflagraram a Operação Versão Brasileira para combater um grupo suspeito de utilizar identidades de terceiros para abrir contas bancárias e contratar empréstimos fraudulentos na Caixa Econômica Federal. De acordo com as investigações, o esquema causou um prejuízo superior a R$ 424 mil.
- A operação cumpriu um mandado de prisão e três mandados de busca e apreensão, incluindo a identificação de ao menos cinco contas abertas com documentos falsos e utilizadas para a obtenção fraudulenta de empréstimos. Os investigadores suspeitam que parte dos recursos obtidos ilegalmente foi convertida em moeda estrangeira por meio de corretoras de câmbio, reforçando os indícios da prática de lavagem de dinheiro e de crimes contra o sistema financeiro nacional.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um grupo suspeito de utilizar identidades de terceiros para abrir contas bancárias e contratar empréstimos fraudulentos na Caixa Econômica Federal é alvo da Operação Versão Brasileira, deflagrada na manhã desta quinta-feira (16) pela Polícia Federal e pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). De acordo com as investigações, o esquema causou um prejuízo superior a R$ 424 mil. A operação cumpriu um mandado de prisão e três mandados de busca e apreensão. A ordem de prisão foi executada contra um homem que já estava custodiado no Conjunto Penal de Feira de Santana. Já as buscas ocorreram em endereços de três investigados, em Salvador. Segundo o MP, o grupo utilizava documentos falsificados e dados de terceiros para abrir contas em agências da Caixa. Em seguida, os suspeitos contratavam empréstimos consignados em nome das vítimas e movimentavam os valores por meio de transferências eletrônicas, contas de passagem e operações de câmbio, com o objetivo de dificultar o rastreamento do dinheiro. As investigações, realizadas com apoio da Centralizadora Nacional de Inteligência de Segurança (CESED) da Caixa Econômica Federal, identificaram ao menos cinco contas abertas com documentos falsos e utilizadas para a obtenção fraudulenta de empréstimos. Ainda conforme os investigadores, parte dos recursos obtidos ilegalmente foi convertida em moeda estrangeira por meio de corretoras de câmbio, o que reforça os indícios da prática de lavagem de dinheiro e de crimes contra o sistema financeiro nacional. A identificação dos envolvidos foi possível por meio de análises bancárias, perícias biométricas e exames de comparação facial, que apontaram os suspeitos responsáveis pelo uso das identidades falsas, pela movimentação das contas e pelas operações destinadas a ocultar a origem dos recursos. De acordo com o MP, o nome da operação faz referência ao método utilizado pelos investigados, que criavam uma espécie de identidade paralela das vítimas ao utilizar documentos adulterados, fotografias e dados verdadeiros para se passar pelos titulares das contas. Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de estelionato contra instituição financeira, associação criminosa, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional.
Flávio Bolsonaro elogia Bolsa Família e promete ampliar programa
Flávio Bolsonaro elogia Bolsa Família e promete ampliar programa
Senador afirmou que benefício traz segurança para famílias de baixa renda, defendeu a isenção do Imposto de Renda e prometeu mudanças na relação com a imprensa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elogiou o Bolsa Família e afirmou que pretende manter e aperfeiçoar o programa social em um eventual governo. Ele destacou a importância de compreender o impacto do benefício nas famílias que se beneficiam dele, lembrando que muitos temem perder a ajuda ao entrar no mercado formal de trabalho. Além disso, ele defendeu a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais e afirmou que sua equipe de campanha contará com a experiência da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques.
- O senador também anunciou que pretende adotar uma postura diferente da observada no governo de seu pai em relação à imprensa, afirmando que isso é um aprendizado de uma coisa que ele acha que foi feita errada.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elogiou o Bolsa Família e afirmou que pretende manter e aperfeiçoar o programa social em um eventual governo. A declaração foi dada nesta segunda-feira (15), durante debate promovido pela revista Veja, em São Paulo. Segundo o parlamentar, há preconceito contra os beneficiários do programa e é preciso compreender a importância que o auxílio representa para famílias que já enfrentaram a fome. "A gente tem que entender que tem uma memória afetiva, até. O Bolsa Família é estabilidade para quem já passou fome", afirmou. Flávio disse que muitos beneficiários temem perder a ajuda ao ingressar no mercado formal de trabalho. "A pessoa pensa o seguinte: 'olha, se eu arrumar um trabalho de carteira assinada e eu perder o Bolsa Família, e se eu perder o meu trabalho, como é que eu vou ficar?'" Para o senador, o benefício deve ser preservado e servir como incentivo para a formalização. "Nós vamos potencializar essa garantia para estimular que as pessoas possam ter um emprego formal", declarou. Durante o evento, Flávio também defendeu a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais. Apesar de apoiar a medida, criticou a forma como ela vem sendo conduzida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A única diferença é que, com Bolsonaro, certamente você teria uma compensação de abrir mão dessa receita quando você elevar o patamar da isenção do imposto", disse. O senador confirmou ainda a participação de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo Bolsonaro, em sua equipe de campanha. Segundo ele, ela contribuirá principalmente nas áreas econômica e de mobilidade social. Flávio também afirmou que pretende adotar uma postura diferente da observada no governo de seu pai em relação à imprensa. "Isso, obviamente, tem que ser mudado radicalmente. É um aprendizado de uma coisa que eu acho que foi feita errada", declarou. Questionado sobre o escândalo envolvendo o Banco Master, o senador afirmou que sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro ocorreu exclusivamente em torno do financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.
Ex-dirigente da Caixa demitido por assédio atuava com Flávio Bolsonaro
Ex-dirigente da Caixa demitido por assédio atuava com Flávio Bolsonaro
Celso Leonardo Barbosa trabalhou no gabinete do senador desde 2025 e foi desligado após reportagem revelar acordo judicial e acusações ligadas à época em que atuava na Caixa Econômica Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) exonerou o assessor parlamentar Celso Leonardo Barbosa após denúncias de assédio sexual e questionamentos sobre processos judiciais. As acusações estão ligadas ao período em que Barbosa ocupou o cargo de vice-presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo Jair Bolsonaro, revelando um acordo de não persecução penal por assédio sexual e um processo por falsidade ideológica referente à sua indicação para a instituição.
- Flávio Bolsonaro justificou o desligamento imediato afirmando que o assessor omitiu pendências judiciais relevantes e violou normas internas do Senado ao exercer atividades particulares durante o expediente. Nas redes sociais, Celso Leonardo divulgava palestras e cursos realizados em dias úteis, sem mencionar sua função parlamentar ou passagem pela Caixa em seu currículo público, o que levou a Fundação Dom Cabral a reavaliar sua colaboração.
Foto: Marcos Brandão | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) exonerou um assessor parlamentar após questionamentos envolvendo denúncias de assédio sexual e processos judiciais relacionados ao período em que ele ocupava cargo de direção na Caixa Econômica Federal. Celso Leonardo Barbosa atuava no gabinete do parlamentar desde junho de 2025 e recebia salário mensal de R$ 20,7 mil. Ele ocupou anteriormente o cargo de vice-presidente da Caixa durante a gestão de Pedro Guimarães, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Celso Leonardo teria firmado acordo de não persecução penal com a Justiça em um caso de assédio sexual, assumindo responsabilidade pelos fatos e prestando serviços comunitários. O episódio investigado ocorreu durante uma viagem institucional da Caixa ao estado de Goiás. Além disso, o ex-dirigente também responde a processo do Ministério Público Federal sob acusação de falsidade ideológica. Conforme a denúncia, ele teria inserido informações falsas em documentos usados para sua indicação ao cargo de vice-presidente da instituição financeira. Após ser procurado pela imprensa, Flávio Bolsonaro informou, por meio de nota, que o assessor teria omitido pendências judiciais relevantes ao gabinete e violado normas internas do Senado ao exercer atividades particulares durante o horário de expediente. “O gabinete não compactua com qualquer desvio de conduta, abuso de confiança ou descumprimento das obrigações funcionais. Diante da gravidade dos fatos, o desligamento foi realizado de forma imediata”, afirmou o senador. Nas redes sociais, Celso Leonardo divulgava palestras, cursos e eventos realizados em diferentes estados durante dias úteis. Em seu currículo público, ele se apresentava como professor, mentor e palestrante, sem mencionar a função exercida no gabinete parlamentar nem sua passagem pela Caixa Econômica Federal. A Fundação Dom Cabral informou que o profissional atuava apenas como professor convidado eventual, sem vínculo empregatício, e afirmou que reavalia sua participação em futuras atividades da instituição.
Governo libera uso do FGTS para renegociação de dívidas no Desenrola
Governo libera uso do FGTS para renegociação de dívidas no Desenrola
Nova modalidade do programa permitirá usar parte do saldo do FGTS para quitar ou reduzir dívidas em atraso; medida pode movimentar mais de R$ 8 bilhões.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo federal lançou o programa Novo Desenrola Brasil, que permite aos trabalhadores utilizar até 20% do saldo do FGTS para renegociar dívidas. A adesão será realizada pelas instituições financeiras após autorização do trabalhador no aplicativo do FGTS. O programa visa movimentar cerca de R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS.
- A expectativa é que os trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105 sejam beneficiados, incluindo dívidas como cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor. Além disso, os recursos podem ser utilizados tanto de contas ativas quanto inativas do FGTS.
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Os trabalhadores já podem consultar no aplicativo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) o saldo disponível para renegociação de dívidas por meio do programa Novo Desenrola Brasil. A nova modalidade permitirá utilizar até 20% do saldo do fundo ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para amortizar ou quitar débitos em atraso. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a expectativa do governo federal é movimentar cerca de R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS dentro do programa. A adesão será realizada diretamente pelas instituições financeiras, após autorização do trabalhador no aplicativo oficial do FGTS. Depois da renegociação da dívida, a Caixa Econômica Federal fará a transferência do valor diretamente para o banco responsável pelo contrato renegociado. De acordo com o governo, o prazo para formalização das operações poderá chegar a 30 dias após a consulta do saldo disponível. A modalidade valerá para trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105 e incluirá dívidas como cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor (CDC). Os recursos poderão ser utilizados tanto de contas ativas quanto inativas do FGTS, com prioridade para as contas inativas. O trabalhador não precisará comparecer presencialmente às agências da Caixa para concluir a operação. O governo também informou que o uso do FGTS para renegociação suspenderá temporariamente novos saques anuais e antecipações do saque-aniversário até a recomposição do saldo utilizado. Além da nova modalidade do Desenrola, mais de 10,5 milhões de trabalhadores receberão, em 26 de maio, valores residuais do saque-aniversário do FGTS. Segundo o governo federal, o desbloqueio adicional será de aproximadamente R$ 8,4 bilhões para trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. Os depósitos serão realizados automaticamente nas contas cadastradas no aplicativo do FGTS.
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
Promotoria aponta falhas formais e risco financeiro em operação de crédito com a Caixa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação, emitida pela 1ª Promotoria de Justiça, baseou-se em uma representação de dois vereadores, que apontou possíveis irregularidades formais e o risco de impacto significativo nas contas públicas. O MP questiona a necessidade do empréstimo, considerando que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê evento semelhante em 2026, sugerindo capacidade de investimento com recursos próprios.
- Entre as falhas apontadas pelo Ministério Público estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além da falta de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. A Promotoria também criticou a falta de detalhamento na aplicação dos recursos, que mencionava apenas áreas gerais como pavimentação e saneamento. O MP alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais, como FPM e ICMS, em caso de inadimplência, o que poderia afetar despesas obrigatórias. A prefeita tem cinco dias para se manifestar sobre a recomendação.
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O Ministério Público da Bahia recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação foi emitida pela 1ª Promotoria de Justiça após representação apresentada por dois vereadores. De acordo com o órgão, a operação apresenta possíveis irregularidades formais e pode gerar impacto significativo nas contas públicas. A Promotoria cita que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê um evento de porte semelhante no São João do Amor 2026, o que, segundo o MP, demonstra capacidade de investimento com recursos próprios. O Ministério Público também aponta falhas no processo legislativo que aprovou a lei. Entre os pontos citados estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. Outro ponto questionado é a falta de detalhamento sobre a aplicação dos recursos. A legislação menciona apenas áreas gerais, como pavimentação e saneamento, sem especificar locais, cronogramas ou custos das obras. A Promotoria ainda alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais em caso de inadimplência, já que valores do FPM e do ICMS podem ser usados como garantia da operação, o que pode afetar despesas obrigatórias, como pagamento de servidores e investimentos mínimos em saúde e educação. O MP também menciona que um pedido de audiência pública para discutir o projeto foi rejeitado na Câmara Municipal, o que teria limitado o debate sobre o tema. A prefeita tem cinco dias para informar se vai acatar a recomendação e apresentar documentos e informações sobre eventuais negociações com a Caixa. A gestão municipal ainda não se manifestou sobre o caso.
Funcionários da Caixa prometem paralisação em todo país nesta terça-feira
Funcionários da Caixa prometem paralisação em todo país nesta terça-feira
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
- Os funcionários da Caixa decidiram em assembleia paralisar as atividades por 24 horas a partir da próxima terça-feira (27), em todo o país. Segundo o Sindicato dos Bancários da Bahia, a mobilização é contra a abertura de capital da Caixa Seguridade (braço do banco que atua nas áreas de seguro e previdência), marcada para esta quinta (29), e pela contratação dos aprovados no concurso de 2014. O vereador Augusto Vasconcelos (PCdoB), presidente do Sindicato de Bancários da Bahia, disse ao Metro1 que ocorrerão protestos nas principais cidades do estado. Em Salvador, uma manifestação está programada para as 7h da manhã, em agência da Caixa 2006, na Avenida Sete. De acordo com ele, outra pauta da paralisação é a inclusão dos bancários no Plano Nacional de Imunização. "Bancários e demais trabalhadores das agências estão bastante expostos à possibilidade de contaminação. Inclusive, 28% dos trabalhadores da Bahia já contraíram covid e tivemos também alguns casos de óbitos", afirma. A tendência é que haja uma redução nos atendimentos da Caixa em todo o Brasil. Na Bahia, Vasconcelos diz que algumas unidades podem ser abertas, o que vai ser avaliado ainda em uma Plenária que acontecerá na tarde desta segunda-feira (26).
























