Ex-dirigente da Caixa demitido por assédio atuava com Flávio Bolsonaro
Ex-dirigente da Caixa demitido por assédio atuava com Flávio Bolsonaro
Celso Leonardo Barbosa trabalhou no gabinete do senador desde 2025 e foi desligado após reportagem revelar acordo judicial e acusações ligadas à época em que atuava na Caixa Econômica Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) exonerou o assessor parlamentar Celso Leonardo Barbosa após denúncias de assédio sexual e questionamentos sobre processos judiciais. As acusações estão ligadas ao período em que Barbosa ocupou o cargo de vice-presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo Jair Bolsonaro, revelando um acordo de não persecução penal por assédio sexual e um processo por falsidade ideológica referente à sua indicação para a instituição.
- Flávio Bolsonaro justificou o desligamento imediato afirmando que o assessor omitiu pendências judiciais relevantes e violou normas internas do Senado ao exercer atividades particulares durante o expediente. Nas redes sociais, Celso Leonardo divulgava palestras e cursos realizados em dias úteis, sem mencionar sua função parlamentar ou passagem pela Caixa em seu currículo público, o que levou a Fundação Dom Cabral a reavaliar sua colaboração.
Foto: Marcos Brandão | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) exonerou um assessor parlamentar após questionamentos envolvendo denúncias de assédio sexual e processos judiciais relacionados ao período em que ele ocupava cargo de direção na Caixa Econômica Federal. Celso Leonardo Barbosa atuava no gabinete do parlamentar desde junho de 2025 e recebia salário mensal de R$ 20,7 mil. Ele ocupou anteriormente o cargo de vice-presidente da Caixa durante a gestão de Pedro Guimarães, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Celso Leonardo teria firmado acordo de não persecução penal com a Justiça em um caso de assédio sexual, assumindo responsabilidade pelos fatos e prestando serviços comunitários. O episódio investigado ocorreu durante uma viagem institucional da Caixa ao estado de Goiás. Além disso, o ex-dirigente também responde a processo do Ministério Público Federal sob acusação de falsidade ideológica. Conforme a denúncia, ele teria inserido informações falsas em documentos usados para sua indicação ao cargo de vice-presidente da instituição financeira. Após ser procurado pela imprensa, Flávio Bolsonaro informou, por meio de nota, que o assessor teria omitido pendências judiciais relevantes ao gabinete e violado normas internas do Senado ao exercer atividades particulares durante o horário de expediente. “O gabinete não compactua com qualquer desvio de conduta, abuso de confiança ou descumprimento das obrigações funcionais. Diante da gravidade dos fatos, o desligamento foi realizado de forma imediata”, afirmou o senador. Nas redes sociais, Celso Leonardo divulgava palestras, cursos e eventos realizados em diferentes estados durante dias úteis. Em seu currículo público, ele se apresentava como professor, mentor e palestrante, sem mencionar a função exercida no gabinete parlamentar nem sua passagem pela Caixa Econômica Federal. A Fundação Dom Cabral informou que o profissional atuava apenas como professor convidado eventual, sem vínculo empregatício, e afirmou que reavalia sua participação em futuras atividades da instituição.
Polícia Civil prende suspeitos por venda de carne imprópria em Planalto
Polícia Civil prende suspeitos por venda de carne imprópria em Planalto
Ação da Polícia Civil encontrou cerca de 100 quilos de carne bovina sem comprovação sanitária; homem que se apresentou como advogado também foi preso
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia, através da Delegacia Territorial de Planalto, prendeu em flagrante dois homens de 38 e 46 anos, investigados pela venda e comercialização de aproximadamente 100 quilos de carne bovina sem inspeção sanitária. A ação ocorreu no Mercado Municipal de Planalto, onde os suspeitos foram flagrados na entrega e recebimento da mercadoria. As investigações apontam que um deles era responsável pelo abate clandestino do animal, enquanto o outro, proprietário de um açougue, receberia a carne para desossa e posterior venda. A caminhonete utilizada no transporte e a carne apreendida foram encaminhadas para perícia e incineração, respectivamente.
- No decorrer da mesma operação, a polícia também prendeu um homem de 31 anos que se apresentou como advogado para acompanhar os investigados na delegacia, utilizando uma inscrição profissional pertencente a outra pessoa. Ele foi autuado em flagrante por falsa identidade, falsidade ideológica e exercício ilegal da profissão. Ambos os casos continuam sob investigação para identificar possíveis desdobramentos relacionados à comercialização de produtos de origem clandestina no município e à atuação fraudulenta do falso advogado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial de Planalto, prendeu em flagrante dois homens, de 38 e 46 anos, investigados por venda e comercialização de mercadoria imprópria para o consumo humano. Durante a ação, realizada no Mercado Municipal da cidade, os policiais flagraram os suspeitos realizando a entrega e o recebimento de aproximadamente 100 quilos de carne bovina sem qualquer comprovação de inspeção sanitária oficial. Segundo as investigações, um dos homens seria responsável pelo abate clandestino do animal e pelo fornecimento da carne. O outro investigado, proprietário de um açougue no mercado municipal, teria recebido a mercadoria para desossa e posterior comercialização. Os dois foram conduzidos para a unidade policial e autuados em flagrante. Eles permanecem custodiados à disposição da Justiça. Durante a operação, a polícia também apreendeu uma caminhonete Toyota Hilux utilizada no transporte da carga irregular. A carne bovina apreendida foi encaminhada para perícia e posteriormente entregue aos órgãos de vigilância sanitária para incineração. No decorrer do flagrante, os policiais ainda identificaram a atuação irregular de um homem de 31 anos que se apresentou como advogado para acompanhar os investigados na delegacia. Conforme a Polícia Civil, ele utilizava inscrição profissional pertencente a outra pessoa regularmente registrada na Ordem dos Advogados do Brasil. O suspeito também foi preso em flagrante e deverá responder por falsa identidade, falsidade ideológica e exercício ilegal da profissão. Ele segue custodiado à disposição da Justiça. Segundo o delegado Relder Andrade dos Santos, as investigações continuam para identificar possíveis desdobramentos relacionados à comercialização de produtos de origem clandestina no município e à atuação fraudulenta do falso advogado.
Homem é detido com simulacro após se passar por PM em Guanambi
Homem é detido com simulacro após se passar por PM em Guanambi
Suspeito apresentou documento com indícios de falsificação durante abordagem no bairro Lagoinha
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 41 anos foi detido em Guanambi, Bahia, após ser flagrado com um simulacro de pistola e apresentar um documento falso. A Polícia Militar realizou a abordagem após receber denúncias de que ele se passava por policial militar.
- A equipe identificou indícios de inautenticidade no documento apresentado e encontrou um simulacro de arma de fogo durante a busca no veículo. O caso foi registrado na Delegacia de Guanambi.
Foto: Divulgação | Polícia Militar
Um homem de 41 anos foi detido na tarde de quarta-feira (6) após ser flagrado com um simulacro de pistola e apresentar um documento funcional com sinais de falsificação durante uma abordagem da Policia Militar em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Segundo o 17º Batalhão da PM, a equipe realizava patrulhamento quando recebeu denúncias de que um homem estaria se passando por policial militar nas imediações do bairro Lagoinha. Com base nas informações, os policiais localizaram um veículo suspeito e fizeram a abordagem. Durante a ação, o condutor apresentou um documento afirmando ser agente penitenciário, mas os militares identificaram indícios de inautenticidade. Na busca dentro do carro, foi encontrado um simulacro de arma de fogo tipo pistola. O homem foi levado para a Delegacia de Guanambi, junto com o material apreendido, onde o caso foi registrado. A Polícia Civil vai investigar o caso.
Polícia Civil indicia Jair Renan por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica
Polícia Civil indicia Jair Renan por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica
Relatório da investigação foi concluído em 8 de fevereiro e agora cabe ao Ministério decidir se uma denúncia será apresentada
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Foto: Reprodução
- A Polícia Civil do Distrito Federal indiciou Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente, por lavagem de dinheiro, falsidade ideológiva e uso de documento falso. Além dele, outras pessoas também foram indiciadas por supostamente usarem documento com informações falsas da empresa de Renan para conseguir um empréstimo bancário que não foi pago. As informações são do jornal O Globo. O alvo da suspeita da PCDF é uma declaração de faturamento de R$ 4,6 milhões da Bolsonaro Jr. Eventos e Mídia. A polícia acredita que o filho de Jair Bolsonaro (PL) tenha falsificado relações de faturamentos para conseguir o empréstimo no valor de R$ 157 mil. Em 2023, a empresa obteve novos empréstimos de R$ 251 mil e R$ 291 mil. Após isso, o Santander, banco ao qual foi solicitado o empréstimo entrou na Justiça para cobrar R$ 360 mil em valores não quitados. O relatório final de investigação foi encaminhado ao Poder Judiciário em 8 de fevereiro de 2024 e agora cabe ao Ministério Público decidir se vai ou não apresentar a denúncia. Maciel Alves de Carvalho, ex-assessor de Jair Renan, é um dos alvos.























