Lula deve anunciar Desenrola 2.0 nesta semana, diz Durigan
Ministro se reuniu com representantes de divernos bancos do país para acordo final das condições do novo programa de renegociação de dívidas27 Abr 2026 / 18h00

Por: Geovana Oliveira
Foto: Reprodução | Sincotelba
- Com a proposta do Ministério da Economia para a privatização dos Correios avançando pela Câmara, os trabalhadores da empresa pública seguem se manifestando contra a decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). "Já fizemos vários abaixo-assinados e passeatas porque entendemos que a privatização dos Correios faz mal não só aos trabalhadores como também à população em geral", afirma Adailton Fiuza, representante do sindicato da categoria na Bahia (Sincotelba). Segundo Fiuza, os profissionais vão participar da manifestação contra o presidente que está prevista para o dia 24, assim como participaram nas últimas que ocorreram no dia 2 e 3 deste mês. "A batalha está sendo árdua e estamos nessa luta. Estamos em todas as manifestações e passeatas com os cartazes informando a necessidade do Correio", conta. "A permanência do Correio público faz a ligação em todos os cantos do Brasil e é a única empresa federal que está em todos os municípios. O Correio é responsável pela entrega de livros didáticos, remédios, apoia na transferência dos bancos sanguíneos, e quem garante que a empresa que comprar os Correios vai manter aquela agência lá no Amazonas, nas comunidades ribeirinhas? Como o governo vai fazer para essas empresas transportarem as urnas eletrônicas? Não tem a confiabilidade da empresa pública".
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