Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 39% no DF
Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 39% no DF
Presidente também lidera o índice de rejeição entre os candidatos testados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O levantamento da Real Time Big Data, divulgado nesta quarta-feira (19), mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula em simulação de segundo turno para a Presidência da República no Distrito Federal, com 44% das intenções de voto contra 39% para o presidente. A margem de erro de dois pontos percentuais coloca os candidatos em empate técnico no limite da margem, enquanto na pesquisa estimulada de primeiro turno Lula lidera com 36% e Flávio Bolsonaro segue em 35%, com Ronaldo Caiado e Renan Santos em 8% cada.
- Além das intenções de voto, a pesquisa avaliou a rejeição dos candidatos, colocando Lula em 48% e Flávio Bolsonaro em 40%. O levantamento contou com 1.600 eleitores entre 14 e 18 de agosto, com 95% de nível de confiança, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05423/2026.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno para a Presidência da República no Distrito Federal, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (19). No cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro registra 44% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 39%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos estão em empate técnico no limite da margem. Já na pesquisa estimulada de primeiro turno, Lula lidera com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 8% cada. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) somam 1% cada. Na modalidade espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula registra 24%, contra 21% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado tem 3%, Renan Santos 2% e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 1%. A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Lula lidera esse indicador com 48%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 40%. Em seguida aparecem Ronaldo Caiado (30%), Renan Santos (29%), Rui Costa Pimenta (28%), Edmilson Costa (27%), Leonardo Avalanche e Romeu Zema (25% cada), Augusto Cury (21%), Wilson Grassi (19%), Hertz Dias (18%) e Samara Martins e Clariana Barão (17% cada). O levantamento foi realizado entre os dias 14 e 18 de agosto, com 1.600 eleitores do Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05423/2026.
Lula declara R$ 500 em primeiras doações para campanha de 2026
Lula declara R$ 500 em primeiras doações para campanha de 2026
Recursos foram doados por integrantes ligados à estrutura política da campanha do presidente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou as primeiras doações financeiras no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), totalizando R$ 500 em contribuições. A maior doação, de R$ 300, veio de José de Filippi Júnior, ex-prefeito de Diadema (SP) e tesoureiro da campanha, enquanto os R$ 200 restantes foram doados por Deivid Ferreira Couto, ex-assessor do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira Ferreira (PT).
- Esses registros marcam o início da movimentação financeira da candidatura, permitindo acompanhar a origem e destinação dos recursos arrecadados. A expectativa é de que novas doações sejam registradas ao longo da campanha, ampliando o volume de receitas declaradas e reforçando a transparência no processo eleitoral.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou as primeiras doações financeiras no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o momento, foram declarados R$ 500 em contribuições. A maior doação foi de R$ 300, feita por José de Filippi Júnior, ex-prefeito de Diadema (SP) e atual tesoureiro da campanha de Lula. Os outros R$ 200 foram doados por Deivid Ferreira Couto, ex-assessor do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira Ferreira (PT), da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Os registros marcam o início da movimentação financeira da campanha. As informações fazem parte da prestação de contas disponibilizada pelo TSE, que permite acompanhar a origem e a destinação dos recursos arrecadados pelos candidatos durante o processo eleitoral. A expectativa é de que novas doações sejam registradas ao longo da campanha, ampliando o volume de receitas declaradas pela candidatura.
Onda de calor e baixa umidade colocam mais de 170 cidades da Bahia em alerta
Onda de calor e baixa umidade colocam mais de 170 cidades da Bahia em alerta
Aviso do Inmet é válido das 10h às 22h e prevê umidade entre 20% e 30% em municípios das regiões norte e oeste do estado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Mais de 170 cidades da Bahia foram colocadas em alerta amarelo de baixa umidade nesta quarta-feira (19), com o aviso válido das 10h às 22h e concentrado principalmente nas regiões norte e oeste do estado. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) destaca que a umidade relativa pode variar entre 20% e 30%, mas o risco de incêndios florestais e impactos à saúde permanece baixo.
- Além do alerta de umidade, a Bahia está entre os estados afetados por uma onda de calor que deve perdurar até quinta-feira (20), provocando temperaturas acima da média. O Inmet recomenda atenção às condições climáticas e fornece a lista completa das cidades incluídas no alerta, abrangendo municípios de diversas regiões do estado.
Foto: Reprodução
Mais de 170 cidades da Bahia estão sob alerta amarelo de baixa umidade nesta quarta-feira (19), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso de perigo potencial é válido das 10h às 22h e abrange principalmente municípios das regiões norte e oeste do estado. A Bahia também está entre os estados afetados por uma onda de calor, que deve persistir até quinta-feira (20), provocando temperaturas acima da média para o período. Segundo o Inmet, a umidade relativa do ar pode variar entre 30% e 20% nas áreas sob alerta. Apesar da condição, o instituto aponta baixo risco de incêndios florestais e de impactos à saúde. Confira as cidades incluídas no alerta: Abaíra a Caetité - Abaíra, Abaré, América Dourada, Anagé, Andaraí, Andorinha, Angical, Antônio Gonçalves, Aracatu, Baianópolis, Baixa Grande, Barra, Barra da Estiva, Barra do Mendes, Barreiras, Barro Alto, Belo Campo, Bom Jesus da Lapa, Boninal, Bonito, Boquira, Botuporã, Brejolândia, Brotas de Macaúbas, Brumado, Buritirama, Caculé, Caém, Caetanos e Caetité. Cafarnaum a Curaçá - Cafarnaum, Caldeirão Grande, Campo Alegre de Lourdes, Campo Formoso, Canápolis, Canarana, Candiba, Cândido Sales, Cansanção, Canudos, Capim Grosso, Caraíbas, Carinhanha, Casa Nova, Catolândia, Caturama, Central, Chorrochó, Cocos, Condeúba, Contendas do Sincorá, Cordeiros, Coribe, Correntina, Cotegipe, Cristópolis e Curaçá. Dom Basílio a Irecê - Dom Basílio, Encruzilhada, Érico Cardoso, Feira da Mata, Filadélfia, Formosa do Rio Preto, Gentio do Ouro, Glória, Guajeru, Guanambi, Ibiassucê, Ibicoara, Ibipeba, Ibipitanga, Ibiquera, Ibitiara, Ibititá, Ibotirama, Igaporã, Ipupiara, Iramaia, Iraquara e Irecê. Itaberaba a Macururé - Itaberaba, Itaeté, Itaguaçu da Bahia, Itiúba, Ituaçu, Iuiu, Jaborandi, Jacaraci, Jacobina, Jaguarari, Jeremoabo, João Dourado, Juazeiro, Jussara, Jussiape, Lagoa Real, Lajedinho, Lapão, Lençóis, Licínio de Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Luís Eduardo Magalhães, Macajuba, Macaúbas e Macururé. Maetinga a Novo Horizonte - Maetinga, Mairi, Malhada, Malhada de Pedras, Manoel Vitorino, Mansidão, Maracás, Marcionílio Souza, Matina, Miguel Calmon, Mirangaba, Mirante, Monte Santo, Morpará, Morro do Chapéu, Mortugaba, Mucugê, Mulungu do Morro, Mundo Novo e Novo Horizonte. Oliveira dos Brejinhos a Ponto Novo - Oliveira dos Brejinhos, Ourolândia, Palmas de Monte Alto, Palmeiras, Paramirim, Paratinga, Piatã, Pilão Arcado, Pindaí, Pindobaçu, Piripá, Piritiba e Ponto Novo. Presidente Dutra a Santa Rita de Cássia - Presidente Dutra, Presidente Jânio Quadros, Queimadas, Quixabeira, Remanso, Riachão das Neves, Riacho de Santana, Rio de Contas, Rio do Antônio, Rio do Pires, Rodelas, Ruy Barbosa, Santa Maria da Vitória, Santana e Santa Rita de Cássia. São Desidério a Xique-Xique - São Desidério, São Gabriel, São José do Jacuípe, Saúde, Seabra, Senhor do Bonfim, Sento Sé, Serra do Ramalho, Serra Dourada, Sítio do Mato, Sobradinho, Souto Soares, Tanhaçu, Tanque Novo, Tapiramutá, Tremedal, Uauá, Uibaí, Umburanas, Urandi, Utinga, Várzea da Roça, Várzea do Poço, Várzea Nova, Vitória da Conquista, Wagner, Wanderley e Xique-Xique.
Operação Gatonet remove cabos irregulares em Guanambi e outras 20 cidades baianas
Ação segue até sexta-feira (22) e busca reduzir riscos de acidentes e interrupções no fornecimento de energia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Neoenergia Coelba iniciou, entre 17 e 22 de maio, a Operação Gatonet em 21 municípios baianos, removendo cabos e equipamentos de telecomunicações instalados de forma irregular nos postes da distribuidora.
- A ação visa aumentar a segurança da rede elétrica, reduzir o risco de interrupções no fornecimento de energia e combater a poluição visual causada por ocupações irregulares. Os municípios afetados incluem Barreiras, Brejolândia, Candeal, Canudos, Capim Grosso, Guanambi, Ibiassucê, Ilhéus, Inhambupe, Irajuba, Iraquara, Itabuna, Itarantim, Itiúba, Juazeiro, Salvador, Santa Terezinha, Santanópolis, Uibaí, Utinga e Vitória da Conquista. Cabos pertencentes a provedores de internet sem contrato de compartilhamento de postes serão retirados, e empresas interessadas podem regularizar a situação enviando e‑mail para [email protected].
Foto: Divulgação | Neoenergia
A Neoenergia Coelba realiza, entre esta segunda-feira (17) e sexta-feira (22), mais uma etapa da Operação Gatonet em 21 municípios baianos. A ação tem como objetivo remover cabos e equipamentos de telecomunicações instalados de forma irregular nos postes da distribuidora, aumentando a segurança da rede elétrica e reduzindo o risco de interrupções no fornecimento de energia. Segundo a concessionária, as cidades foram selecionadas devido ao grande número de ocupações irregulares da infraestrutura elétrica, situação que também contribui para a poluição visual. Os municípios contemplados são Barreiras, Brejolândia, Candeal, Canudos, Capim Grosso, Guanambi, Ibiassucê, Ilhéus, Inhambupe, Irajuba, Iraquara, Itabuna, Itarantim, Itiúba, Juazeiro, Salvador, Santa Terezinha, Santanópolis, Uibaí, Utinga e Vitória da Conquista. A Coelba informou que os cabos pertencentes a provedores de internet sem contrato de compartilhamento de postes serão retirados durante a operação. As empresas interessadas em regularizar a situação podem solicitar orientações por meio do e-mail [email protected].
Governo Trump diz que respeitará resultado das eleições no Brasil desde que "livre e justa"
Departamento de Estado afirma que respeitará a escolha dos brasileiros em uma eleição considerada livre e justa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo dos Estados Unidos negou que esteja tentando interferir nas eleições presidenciais brasileiras e afirmou que respeitará o resultado das urnas, desde que a disputa seja realizada de forma 'livre e justa'. A declaração foi dada por uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA, sob condição de anonimato, em resposta a questionamentos da imprensa brasileira sobre as recentes tensões entre os dois países.
- A tensão aumentou após decisões envolvendo diplomatas brasileiros e americanos, com o governo Lula criticando publicamente medidas adotadas pelos Estados Unidos e acusando a administração Trump de adotar uma postura de pressão sobre o Brasil. O presidente Lula ainda fez críticas ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, e afirmou que uma eventual participação de autoridades dos EUA em atos políticos ao lado de Flávio Bolsonaro poderia beneficiar o adversário na disputa presidencial. Apesar das acusações e da troca de críticas, o Departamento de Estado reiterou que os EUA não pretendem interferir na eleição e que reconhecerão a escolha dos brasileiros em um processo considerado livre e justo.
Foto: Daniel Torok | Casa Branca
O governo dos Estados Unidos negou que esteja tentando interferir nas eleições presidenciais brasileiras e afirmou que respeitará o resultado das urnas, desde que a disputa seja realizada de forma “livre e justa”. A declaração foi dada por uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA, sob condição de anonimato, em resposta a questionamentos da imprensa brasileira sobre as recentes tensões entre os dois países. Segundo a autoridade, os Estados Unidos respeitarão a escolha dos brasileiros e já mantiveram relações bem-sucedidas com governos de diferentes posições políticas no Brasil. A versão, porém, contrasta com as acusações feitas pelo governo Lula. Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que a administração de Donald Trump vinha reunindo informações para questionar a segurança e a transparência das eleições brasileiras. A tensão aumentou após decisões envolvendo diplomatas brasileiros e americanos. O governo Lula também criticou publicamente medidas adotadas pelos Estados Unidos e acusou a administração Trump de adotar uma postura de pressão sobre o Brasil. O presidente Lula ainda fez críticas ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, e afirmou que uma eventual participação de autoridades dos EUA em atos políticos ao lado de Flávio Bolsonaro poderia beneficiar o adversário na disputa presidencial. Flávio Bolsonaro, por sua vez, voltou a questionar o sistema eleitoral brasileiro. Até hoje, não foi comprovada fraude nas urnas eletrônicas brasileiras. Nesta quarta-feira (12), o ex-ministro Celso Amorim, assessor especial da Presidência, afirmou que os Estados Unidos estariam atingindo a soberania brasileira e classificou a relação entre os dois governos como uma “escalada de hostilidades”. Apesar das acusações e da troca de críticas, o Departamento de Estado reiterou que os EUA não pretendem interferir na eleição e que reconhecerão a escolha dos brasileiros em um processo considerado livre e justo.
Lula usa dados de emprego para criticar gastos com jogos
Lula usa dados de emprego para criticar gastos com jogos
Presidente participou da divulgação de dados da Rais e defendeu o uso responsável do crédito e do dinheiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o uso excessivo de dinheiro em jogos e defendeu o consumo responsável durante a divulgação dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Ele enfatizou que o problema está em assumir dívidas sem retorno para a vida financeira das pessoas e defendeu a orientação para que a população gaste apenas o que está dentro do próprio orçamento.
- De acordo com os dados apresentados pelo governo, o Brasil acumulou um saldo positivo de 10,1 milhões de empregos entre janeiro de 2023 e junho de 2026. Os setores de serviços, comércio, indústria, construção e agropecuária registraram crescimento, com os serviços tendo a maior alta, de 42% em relação a 2023. No entanto, os números mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam uma desaceleração na contratação formal.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou a divulgação dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), nesta quinta-feira (13), para criticar o uso de dinheiro em jogos e defender o consumo responsável. Lula afirmou que não é contra o endividamento, desde que a dívida tenha um objetivo e possa ser paga. Segundo o presidente, o problema está em assumir dívidas sem retorno para a vida financeira das pessoas. Ele também defendeu que a população seja orientada a gastar apenas o que está dentro do próprio orçamento. Ao falar sobre jogos, Lula criticou o ciclo de dívidas provocado por apostas e afirmou que muitas pessoas acabam tentando recuperar perdas com novos gastos. A participação do presidente na divulgação dos dados da Rais foi considerada incomum. Lula normalmente não participa de eventos específicos dos ministérios. De acordo com os dados apresentados pelo governo, o Brasil acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de empregos entre janeiro de 2023 e junho de 2026. Desse total, 5,35 milhões correspondem a vínculos no setor privado e 4,75 milhões ao setor público. O crescimento foi registrado nos setores de serviços, comércio, indústria, construção e agropecuária. Serviços tiveram a maior alta, de 42% em relação a 2023. Na agropecuária, o avanço foi de 5%. Entre as regiões, Norte e Centro-Oeste apresentaram os maiores crescimentos no período, de 34,7% e 28,6%, respectivamente. Apesar do resultado acumulado positivo, os números mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam uma desaceleração na contratação formal. Entre abril e junho, o Caged registrou os piores resultados para o período desde 2020, durante a pandemia. Pela Rais, a variação acumulada no primeiro semestre de 2026 foi de 2,6%. Em 2025, o Brasil tinha 59,9 milhões de empregos formais, 5% a mais que no ano anterior. O aumento representou 2,8 milhões de vínculos. A maior parte dos trabalhadores estava no regime celetista, com 46,1 milhões de vínculos. O setor público reunia outros 12,6 milhões de servidores estatutários.
Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente, aponta PoderData
Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente, aponta PoderData
Levantamento mostra Flávio Bolsonaro com 45% e Lula com 46% em cenário de segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente divulgada pelo PoderData/Aya aponta um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026. Segundo o levantamento, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais.
- A pesquisa também simulou outros cenários de segundo turno, mostrando Lula com vantagem sobre outros candidatos, como Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 35%. A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 12 de agosto de 2026, com 2.400 entrevistas em 658 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06868/2026.
Foto: Reprodução
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (13) pelo PoderData/Aya aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026. No levantamento, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados. Na pesquisa anterior, divulgada em 29 de julho, Lula tinha 46% e Flávio Bolsonaro, 43%. Com isso, o senador ganhou dois pontos percentuais, reduzindo a diferença entre os dois de três para um ponto. O instituto também simulou outros cenários de segundo turno. Lula aparece com 46% contra 37% de Renan Santos (Missão), 45% contra 43% de Romeu Zema (Novo) e 45% contra 44% de Ronaldo Caiado (PSD). No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), ambos com 4%. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) registram 3% cada. Clariana Barão (Democracia Cristã), Leonardo Avalanche (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1% cada. Outros 4% dos entrevistados disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 2% afirmaram não saber em quem votar. A pesquisa PoderData/Aya foi realizada entre os dias 9 e 12 de agosto de 2026, com 2.400 entrevistas em 658 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06868/2026.
Déficit das contas públicas pode ser o maior em mais de 20 anos no governo Lula
Déficit das contas públicas pode ser o maior em mais de 20 anos no governo Lula
Economistas apontam avanço da dívida pública e alertam para necessidade de ajuste fiscal nos próximos anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo brasileiro corre o risco de encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o maior déficit nominal em mais de duas décadas, devido às contas públicas que estão em um patamar precário. O déficit nominal acumulado em 12 meses alcançou 9,99% do PIB em junho, e a dívida bruta do governo subiu para R$ 10,8 trilhões, equivalente a 81,9% do PIB.
- Os especialistas afirmam que o crescimento das despesas públicas acima da arrecadação é o principal fator de preocupação e que sem medidas de ajuste fiscal, a dívida pode continuar aumentando e alcançar 100% do PIB nos próximos anos.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
As contas públicas do Brasil podem encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o maior déficit nominal em mais de duas décadas, segundo estimativas de economistas. O indicador, que considera receitas, despesas e o pagamento de juros da dívida pública, pode atingir 8,6% do Produto Interno Bruto (PIB) até o fim do mandato. Dados do Banco Central mostram que o déficit nominal acumulado em 12 meses chegou a 9,99% do PIB em junho. No mesmo período, a dívida bruta do governo subiu para R$ 10,8 trilhões, equivalente a 81,9% do PIB. Especialistas afirmam que o principal fator de preocupação é o crescimento das despesas públicas acima da arrecadação. Eles alertam que, sem medidas de ajuste fiscal, a dívida pode continuar aumentando e alcançar 100% do PIB nos próximos anos. Os economistas também destacam que juros elevados, baixo crescimento da economia e déficits recorrentes pressionam as contas públicas. A avaliação é de que o país precisará adotar reformas e medidas para controlar os gastos e garantir maior equilíbrio fiscal nos próximos anos.
Gasolina passa a ter 32% de etanol a partir deste sábado; veja o que muda para os motoristas
Nova mistura entra em vigor em todo o Brasil e faz parte da Lei do Combustível do Futuro para reduzir importações e ampliar o uso de energia renovável
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A partir de sábado (1º), a gasolina usada no Brasil começa a ser misturada com 32% de etanol anidro. A mudança, autorizada pelo Conselho Nacional de Política Energética, visa aumentar o uso de combustíveis renováveis produzidos no país, reduzir a dependência da importação de gasolina e fortalecer a segurança energética nacional.A adoção da nova composição de gasolina foi baseada em estudos técnicos realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia, que avaliaram o desempenho de veículos leves e motocicletas movidos exclusivamente a gasolina. Os resultados apontaram que a gasolina com 32% de etanol apresentou desempenho adequado, sem impactos relevantes no funcionamento dos veículos avaliados.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A partir deste sábado (1º), a gasolina comercializada em todo o Brasil passa a contar com uma mistura de 32% de etanol anidro. A mudança foi autorizada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e terá validade inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada por igual período. A medida está prevista na Lei do Combustível do Futuro e busca ampliar o uso de combustíveis renováveis produzidos no país, reduzir a dependência da importação de gasolina e fortalecer a segurança energética nacional. Segundo o governo federal, a adoção da nova composição foi baseada em estudos técnicos realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). Os testes avaliaram veículos leves e motocicletas movidos exclusivamente a gasolina, analisando fatores como partida do motor, aceleração, retomada de velocidade, marcha lenta, dirigibilidade e funcionamento dos sistemas eletrônicos. Os resultados apontaram que a gasolina com 32% de etanol apresentou desempenho adequado, sem impactos relevantes no funcionamento dos veículos avaliados. A resolução também estabelece que a adoção definitiva da gasolina E32, ou de percentuais ainda maiores, dependerá da conclusão de novos testes com a gasolina E35, limite máximo previsto pela Lei do Combustível do Futuro. Com a mudança, o Brasil amplia a participação do etanol na matriz de combustíveis, reforçando a utilização de uma fonte renovável produzida nacionalmente e reduzindo a necessidade de importação de derivados do petróleo.
Lula recebe presidente da Coreia do Sul para fortalecer comércio e investimentos
Lula recebe presidente da Coreia do Sul para fortalecer comércio e investimentos
Minerais críticos, carne bovina e possível acordo entre Mercosul e Coreia do Sul estão entre os principais temas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, em Brasília, visando fortalecer relações diplomáticas, comerciais e tecnológicas entre os dois países.
- Durante a reunião, serão discutidos temas como exploração de minerais críticos, ampliação do comércio bilateral e abertura do mercado sul-coreano para produtos brasileiros, incluindo carne bovina. Além disso, serão debatidos educação, cultura, inovação, saúde e possibilidade de avanço nas negociações de um acordo comercial entre o Mercosul e a Coreia do Sul.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe nesta segunda-feira (27), em Brasília, o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, em uma visita oficial voltada ao fortalecimento das relações diplomáticas, comerciais e tecnológicas entre os dois países. A reunião acontece poucos meses após a viagem de Lula ao país asiático, quando foram firmados entendimentos para ampliar a cooperação em setores considerados estratégicos. Agora, a expectativa é avançar em novas parcerias e consolidar acordos já iniciados. Entre os assuntos que devem ser discutidos estão a exploração de minerais críticos e terras raras, a ampliação do comércio bilateral e a abertura do mercado sul-coreano para novos produtos brasileiros, incluindo a carne bovina. A agenda também prevê debates sobre educação, cultura, inovação, saúde e a possibilidade de avanço nas negociações de um acordo comercial entre o Mercosul e a Coreia do Sul. Além do presidente sul-coreano, a primeira-dama e uma comitiva de empresários participam da visita ao Brasil. O governo brasileiro avalia que o encontro pode abrir novas oportunidades de investimentos e fortalecer a presença de produtos nacionais no mercado asiático.
Pesquisa aponta Michelle como mulher mais poderosa do país
Pesquisa aponta Michelle como mulher mais poderosa do país
Levantamento ouviu 1.500 brasileiros entre os dias 3 e 6 de julho e mediu, de forma espontânea, quais mulheres são vistas como as mais poderosas do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é considerada a mulher mais poderosa do Brasil, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Meio/Ideia. Ela foi citada por 15,4% dos entrevistados, seguida pela atual primeira-dama Rosângela da Silva, que recebeu 9% das menções. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas em todas as regiões do país e tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece na primeira colocação em uma pesquisa que mediu, de forma espontânea, quais mulheres são consideradas as mais poderosas do Brasil. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Meio/Ideia. Segundo a pesquisa, Michelle foi citada por 15,4% dos entrevistados. A atual primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, ficou em segundo lugar, com 9% das menções. Na terceira posição aparece a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, lembrada por 4,5% dos participantes. A relação segue com a ex-presidente Dilma Rousseff, que recebeu 2,5% das citações, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, com 2%, e a deputada federal Erika Hilton, com 1,7%. Também foram lembradas a cantora Anitta, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e a influenciadora digital Virginia Fonseca, todas empatadas com 1,5% das respostas. A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, aparece na sequência, com 1,2%. Outros nomes citados pelos entrevistados somaram 10,4%. Além disso, 5,5% responderam que nenhuma mulher ocupa esse posto, enquanto 43,5% afirmaram não saber ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 6 de julho e ouviu 1.500 pessoas em todas as regiões do país. O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.
Homem de 67 anos é encontrado morto em residência em distrito de Guanambi
Homem de 67 anos é encontrado morto em residência em distrito de Guanambi
De acordo com o 17º BPM, um amigo da vítima acionou a Polícia Militar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um homem de 67 anos, Carlos Vieira, foi encontrado morto na noite de segunda-feira (6) em uma residência localizada na Praça do Mercado, no distrito de Mutans, em Guanambi.
- A polícia isolou a área e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Departamento de Polícia Técnica (DPT) e a Polícia Civil. A ocorrência foi inicialmente tratada como aparente morte natural.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um homem identificado como Carlos Vieira, de 67 anos, foi encontrado morto na noite desta segunda-feira (6), em uma residência localizada na Praça do Mercado, no distrito de Mutans, em Guanambi. De acordo com o 17º BPM, um amigo da vítima acionou a Polícia Militar após encontrá-lo aparentemente sem vida. A área foi isolada até a chegada das equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e da Polícia Civil. A ocorrência é tratada, inicialmente, como aparente morte natural.
Jerônimo homenageia Dilma com Medalha 2 de Julho
Jerônimo homenageia Dilma com Medalha 2 de Julho
Cerimônia será realizada na Estação Calçada do VLT, em Salvador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, concederá a Medalha da Ordem Dois de Julho - Libertadores da Bahia à ex-presidente Dilma Rousseff em reconhecimento aos serviços prestados em defesa da liberdade, da democracia e dos direitos populares. A cerimônia ocorrerá na Estação Calçada do VLT, em Salvador, às 19h.A Ordem Dois de Julho - Libertadores da Bahia é uma das principais honrarias concedidas pelo Governo do Estado e faz referência às lutas pela Independência da Bahia. Além de Dilma, outras 18 personalidades e instituições também serão homenageadas por sua contribuição para o desenvolvimento da Bahia e do Brasil.
Foto: Roberto Stuckert Filho | PR
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), concederá a Medalha da Ordem Dois de Julho – Libertadores da Bahia à ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A homenagem foi oficializada na edição desta terça-feira (30) do Diário Oficial do Estado. Atualmente presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (Banco dos Brics), Dilma receberá a honraria no grau de Comendadora durante cerimônia marcada para as 19h, na Estação Calçada do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Salvador. Ao todo, 19 personalidades e instituições foram escolhidas pelo Governo da Bahia em reconhecimento aos serviços prestados em defesa da liberdade, da democracia e dos direitos populares. Além de Dilma Rousseff, também serão homenageados o escritor Itamar Vieira Júnior, autor do romance "Torto Arado", o ator Othon Bastos e o jornalista Levi Vasconcelos, entre outras personalidades. Criada pela Lei nº 11.902, de 2010, a Ordem Dois de Julho – Libertadores da Bahia é uma das principais honrarias concedidas pelo Governo do Estado. A medalha faz referência às lutas pela Independência da Bahia e reconhece pessoas e instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento da Bahia e do Brasil.
Desemprego atinge menor nível para o período desde 2012
Desemprego atinge menor nível para o período desde 2012
População ocupada chegou a 102,7 milhões de pessoas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A taxa de desemprego no Brasil atingiu o menor patamar desde 2012 para o trimestre encerrado em maio, fixando-se em 5,6%, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este índice representa uma queda em relação aos 5,8% do trimestre anterior e aos 6,2% do mesmo período do ano passado, sinalizando uma contínua melhoria no cenário de trabalho nacional.
- O levantamento do IBGE apontou que o país tinha aproximadamente 6,1 milhões de pessoas desocupadas e uma população ocupada de 102,7 milhões, com um crescimento de 0,5% frente ao trimestre anterior. O analista do IBGE, William Kratochwill, interpretou esses resultados como um fortalecimento do mercado de trabalho brasileiro, indicando expansão na absorção de mão de obra e a manutenção do seu aquecimento.
Foto: Divulgação | SEI
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice é o menor já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. O resultado representa uma queda em relação ao trimestre anterior, encerrado em fevereiro, quando a taxa era de 5,8%. Na comparação com o mesmo período de 2025, o desemprego também recuou, passando de 6,2% para 5,6%. De acordo com o IBGE, o Brasil tinha cerca de 6,1 milhões de pessoas desocupadas no trimestre encerrado em maio. O número permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, mas caiu 9,3% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando havia 6,7 milhões de desempregados. A população ocupada chegou a 102,7 milhões de pessoas, crescimento de 0,5% em relação ao trimestre encerrado em fevereiro, o que representa um aumento de aproximadamente 558 mil trabalhadores. Para o analista do IBGE William Kratochwill, o resultado indica que o mercado de trabalho brasileiro continua em trajetória de fortalecimento. Segundo ele, a mínima histórica para o período demonstra uma tendência de expansão da absorção de mão de obra e manutenção do aquecimento do mercado de trabalho.
Terremoto na Venezuela deixa 589 mortos; dois brasileiros estão entre as vítimas
Terremoto na Venezuela deixa 589 mortos; dois brasileiros estão entre as vítimas
Equipes de resgate seguem em busca de sobreviventes após tremores de magnitude 7,5 e 7,2; Brasil enviará ajuda humanitária ao país
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Duas fortes erosões atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira, causando pelo menos 589 mortes e 2.980 feridos. As equipes de resgate estão trabalhando para encontrar sobreviventes em prédios que desabaram.
- O governo brasileiro confirmou que dois brasileiros estão entre as vítimas fatais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o envio de ajuda humanitária à Venezuela, incluindo bombeiros, técnicos e equipamentos de busca e salvamento.
Foto: Agência Efe | Folhapress
Subiu para 589 o número de mortos e 2.980 o de feridos após os terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 que atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24). O novo balanço foi divulgado nesta sexta-feira (26) pela presidente do país, Delcy Rodríguez. Entre as vítimas fatais estão dois brasileiros, segundo confirmou o governo brasileiro. Os tremores, registrados com intervalo de 40 segundos, tiveram epicentro no município de Montalbán, no estado de Carabobo, a cerca de 160 quilômetros de Caracas. Por terem ocorrido a apenas 13,2 quilômetros de profundidade, foram classificados como superficiais. Um deles foi o mais forte registrado na Venezuela em 126 anos. As equipes de resgate continuam as buscas por sobreviventes em prédios que desabaram. A região de La Guaira, vizinha à capital, concentra os maiores danos e foi classificada pelo governo venezuelano como uma "zona de desastre". O Aeroporto Internacional de Maiquetía permanece fechado, enquanto os serviços de metrô, trens, além de parte do fornecimento de água, energia e gás, foram suspensos. Diante da tragédia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o envio de ajuda humanitária à Venezuela. O Brasil encaminhará bombeiros, técnicos da Defesa Civil Nacional e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), além de nove toneladas de equipamentos de busca e salvamento, purificadores de água, medicamentos, materiais médicos e estruturas para montagem de um hospital de campanha. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também afirmou que o país está preparado para prestar assistência às autoridades venezuelanas.
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Levantamento mostra 38% de avaliação negativa e 32% de avaliação positiva do governo federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), aponta que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável, com 38% classificando a gestão como ruim ou péssima. Paralelamente, 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% o avaliam como regular. Estes números demonstram uma consistência notável em comparação com o levantamento anterior realizado em maio.
- O instituto também aferiu a aprovação pessoal de Lula, revelando que 49% dos entrevistados desaprovam seu trabalho, contra 48% que o aprovam, uma leve oscilação na desaprovação desde maio. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 17 e 19 de junho em diversas regiões do país, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sendo registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável em relação ao levantamento realizado em maio. Segundo o instituto, 38% dos entrevistados classificam a gestão como ruim ou péssima. Já 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% avaliam a administração como regular. Apenas 1% não soube responder. Os números são praticamente os mesmos registrados na pesquisa anterior. Em maio, a avaliação negativa também era de 38%, a positiva somava 32% e a regular atingia 28%. Na comparação com abril, houve uma leve redução da avaliação negativa, que era de 40%, e um aumento da avaliação positiva, que estava em 29%. O Datafolha também mediu os índices de aprovação pessoal do presidente Lula. Nesse cenário, 49% dos entrevistados disseram desaprovar o trabalho do presidente, enquanto 48% afirmaram aprová-lo. Outros 3% não souberam responder. Em relação ao levantamento de maio, a desaprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a aprovação permaneceu em 48%. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho em diferentes regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.
Mesmo condenado, Eduardo Bolsonaro segue sem ordem de prisão
Mesmo condenado, Eduardo Bolsonaro segue sem ordem de prisão
Ex-deputado ainda pode apresentar recursos e condenação não transitou em julgado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Quatro dias após ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão em regime semiaberto por coação, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ainda não teve mandado de prisão expedido nem registro de condenação definitiva nos sistemas oficiais. A certidão de antecedentes criminais da Polícia Federal permanece negativa e o Banco Nacional de Mandados de Prisão não aponta ordem de prisão em aberto contra o político, conforme informações consultadas neste sábado (20).
- A ausência de ações ocorre porque o processo judicial contra Bolsonaro ainda não foi concluído definitivamente. Após o julgamento, é indispensável a publicação do acórdão pelo STF, fase que permite à defesa a apresentação de recursos. A execução da pena e a expedição de mandado de prisão só ocorrem, em regra, após o esgotamento de todas as possibilidades de recurso, quando a condenação transita em julgado.
Foto: Reprodução
Quatro dias após ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão em regime semiaberto por coação, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ainda não possui mandado de prisão expedido nem registro de condenação definitiva nos sistemas oficiais. Segundo informações consultadas neste sábado (20), a certidão de antecedentes criminais emitida pela Polícia Federal permanece negativa, enquanto o Banco Nacional de Mandados de Prisão não aponta nenhuma ordem de prisão em aberto contra o político. A situação ocorre porque o processo ainda não foi concluído definitivamente. Após o julgamento, é necessária a publicação do acórdão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), etapa que abre prazo para a apresentação de recursos pela defesa. Enquanto houver possibilidade de recurso, a condenação não transita em julgado, ou seja, não se torna definitiva. Em regra, a execução da pena e a eventual expedição de mandado de prisão ocorrem somente após o esgotamento de todos os recursos previstos na legislação. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o início de 2025. O ex-parlamentar teve o mandato cassado pela Câmara dos Deputados por excesso de faltas e atualmente reside no estado do Texas.
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Ministro da Educação é apontado como principal nome para assumir a articulação do governo na Casa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro da Educação, Camilo Santana, é apontado para assumir a liderança do governo no Senado em caso de saída do senador Jaques Wagner. A discussão ganhou força após operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio a Wagner, mas Camilo Santana é visto como alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado.
Foto: MEC
O ministro da Educação, Camilo Santana, tem sido apontado nos bastidores do governo como o principal nome para assumir a liderança do governo no Senado caso o senador Jaques Wagner deixe o cargo. A discussão ganhou força após a repercussão da operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político. Nesta sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio ao senador ao fazer um gesto positivo durante um evento em Belo Horizonte, ao ser questionado sobre a permanência do aliado no posto. Em entrevista, Jaques Wagner afirmou que continua na liderança e que só deixará a função caso receba um pedido direto de Lula. A declaração, no entanto, não foi bem recebida por alguns interlocutores do presidente, que consideram que o episódio aumentou a pressão sobre o Palácio do Planalto. Nos bastidores, Camilo Santana é visto como uma alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado. Com mandato de senador até 2030, ele não precisaria disputar eleições em 2026, embora também seja citado como possível candidato ao governo do Ceará. A avaliação dentro do governo é que a liderança no Senado será estratégica nos próximos meses, especialmente diante das negociações com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Em conversa informal, Lula diz a líderes no G7 que nunca foi esquerdista
Em conversa informal, Lula diz a líderes no G7 que nunca foi esquerdista
Declaração foi feita durante conversa com a diretora do FMI e o chanceler da Alemanha e acabou captada pela transmissão oficial do evento.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma conversa informal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o encontro do G7, captada pela transmissão oficial, ganhou destaque ao ser revelado que ele afirmou nunca ter sido "esquerdista". Em diálogo com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, e o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, Lula avaliou que "o mundo não é de esquerda" e que a política global se inclina mais para o centro, defendendo sua trajetória ligada ao movimento sindical.
- Durante o diálogo, o presidente explicou sua ligação com o sindicalismo internacional, mencionando a relação com entidades alemãs, italianas e espanholas, e relatou um episódio dos anos 80 onde foi impedido de viajar à União Soviética, sendo posteriormente tratado como "anticomunista". Além das declarações sobre sua identidade política, Lula também defendeu veementemente a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro e das urnas eletrônicas, sugerindo-o como modelo para outros países.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Uma conversa informal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o encontro do G7 ganhou repercussão após ser captada pela transmissão oficial do evento. Em diálogo com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, Lula afirmou que nunca foi "esquerdista". A conversa começou quando o presidente explicava o funcionamento do sistema eleitoral brasileiro, desde a campanha até a votação por meio das urnas eletrônicas. Em seguida, o tema passou para o cenário político internacional. Durante o diálogo, Lula avaliou que "o mundo não é de esquerda" e afirmou que a política global está mais voltada para o centro. Na sequência, Georgieva comentou que havia uma expectativa de que ele fosse um governante de esquerda quando assumiu a Presidência pela primeira vez. Em resposta, Lula destacou sua trajetória ligada ao movimento sindical. "Eu nunca fui esquerdista, eu era um dirigente sindical, que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão, muito forte. Uma relação boa com o sindicalismo italiano e uma relação boa com a UGT da Espanha", declarou. O presidente também relembrou um episódio ocorrido nos anos 1980, quando foi convidado para participar de um congresso na então União Soviética. Segundo ele, a viagem acabou não acontecendo porque havia sido condenado com base na Lei de Segurança Nacional durante o regime militar. Lula contou que, diante da situação, percorreu países europeus em busca de apoio político e sindical. "Aí passei a ser tratado como anticomunista", afirmou, provocando risadas entre os participantes da conversa. Além das declarações sobre sua trajetória política, o presidente defendeu o sistema eleitoral brasileiro e ressaltou a confiabilidade das urnas eletrônicas. Segundo Lula, o modelo adotado no Brasil garante segurança ao processo de votação e poderia servir de exemplo para outros países.
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Ministro da Fazenda afirma que presidente brasileiro deve entrar em contato com Donald Trump para tratar das tarifas que podem atingir produtos nacionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para abordar a questão das tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que indicou que o contato pode ser via ligação ou carta, como parte da estratégia brasileira para ampliar o diálogo e mitigar impactos nas exportações nacionais. A medida surge em meio a crescentes preocupações com novas barreiras comerciais.
- Durigan enfatizou que o Brasil mantém as negociações abertas com representantes dos EUA e se mostrou disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, buscando uma solução para o impasse comercial. O cenário inclui a participação de Lula e Trump no encontro do G7, onde o Brasil, embora não membro, foi convidado. Paralelamente, esforços estão sendo feitos para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos, com o objetivo de preservar o fluxo comercial bilateral.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir as tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante entrevista publicada nesta segunda-feira (15). Segundo o ministro, o contato poderá ocorrer por meio de uma ligação telefônica ou de uma carta enviada diretamente ao chefe da Casa Branca. A iniciativa faz parte da estratégia do governo brasileiro para tentar ampliar o diálogo com as autoridades americanas e evitar impactos nas exportações nacionais. Durigan afirmou que o Brasil mantém abertas as negociações com representantes do governo dos Estados Unidos. Ele também declarou estar disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, em busca de uma solução para o impasse comercial. A discussão ocorre em meio às preocupações do governo brasileiro com a possibilidade de novas tarifas sobre produtos exportados para o mercado americano. Os Estados Unidos são um dos principais parceiros comerciais do Brasil, e eventuais medidas podem afetar setores importantes da economia. Lula e Trump participam do encontro do G7, grupo que reúne algumas das maiores economias do mundo. Embora o Brasil não faça parte do bloco, o país foi convidado para participar das atividades e reuniões do evento. Na semana passada, Durigan já havia informado que o governo brasileiro trabalhava para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, enquanto o governo brasileiro busca preservar o fluxo comercial entre os dois países.
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Ministro do Supremo negou pedido da Defensoria Pública da União e manteve para terça-feira (16) a análise da acusação de coação no curso do processo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. Com a decisão, o caso de coação no curso do processo permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16), assegurando que o processo contra o parlamentar siga o cronograma inicial.
- Eduardo Bolsonaro é acusado de articular sanções contra autoridades para influenciar o julgamento de Jair Bolsonaro em ações de suposta tentativa de golpe. A DPU também pedia a convocação de um quinto ministro para a Primeira Turma, mas Moraes refutou a tese de prejuízo à defesa, argumentando que o regimento prevê a prevalência da decisão mais favorável ao réu em caso de empate, e que não há violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Com a decisão, o caso permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16). Eduardo Bolsonaro é acusado de coação no curso do processo. Segundo a acusação, ele teria articulado medidas e sanções contra autoridades brasileiras com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em ações relacionadas à suposta tentativa de golpe de Estado. Além do adiamento, a DPU também solicitou a convocação de um ministro para completar a composição da Primeira Turma, que atualmente conta com quatro integrantes. O colegiado é formado por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. A defesa argumentou que a ausência de um quinto ministro poderia comprometer o julgamento. A vaga permanece aberta após mudanças na composição do Supremo ocorridas nos últimos meses. Ao analisar o pedido, Moraes afirmou que não há prejuízo para a defesa pelo fato de a turma estar atuando com quatro ministros. Segundo ele, o regimento prevê que, em caso de empate, a decisão mais favorável ao réu deve prevalecer. Na decisão, o ministro também afastou a tese de que haveria violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade. Com isso, o julgamento segue mantido na data prevista. A análise do caso ocorrerá na Primeira Turma do STF, responsável por decidir sobre o andamento da acusação apresentada contra o ex-deputado federal.
Dia dos Namorados: tradição brasileira une amor e devoção ao santo casamenteiro
Dia dos Namorados: tradição brasileira une amor e devoção ao santo casamenteiro
Celebrada em 12 de junho, a data foi criada no Brasil e ganhou força por anteceder o dia dedicado a Santo Antônio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Dia dos Namorados no Brasil, celebrado em 12 de junho, possui uma origem singular em comparação com a data adotada globalmente. Criada em 1949 como uma estratégia comercial para impulsionar vendas, a celebração se consolidou no calendário nacional. A escolha da véspera do Dia de Santo Antônio, em 13 de junho, não foi aleatória, visando aproveitar a popularidade do "santo casamenteiro".
- Santo Antônio ganhou sua fama por auxiliar casais e pessoas sem condições financeiras a realizarem o casamento, o que fortaleceu a ligação entre a data romântica e a devoção religiosa no país. Enquanto o Valentine's Day é comemorado em fevereiro em outras nações, o Brasil mantém sua própria tradição, unindo o romantismo da troca de presentes à forte influência cultural e religiosa do santo.
Foto: Reprodução
Celebrado em 12 de junho, o Dia dos Namorados no Brasil tem origem diferente da adotada em grande parte do mundo. A data foi criada em 1949 como uma estratégia para impulsionar as vendas do comércio e acabou se consolidando como uma das principais celebrações do calendário brasileiro. A escolha do dia não foi aleatória. O Dia dos Namorados é comemorado na véspera do Dia de Santo Antônio, celebrado em 13 de junho. Conhecido popularmente como o “santo casamenteiro”, Santo Antônio ganhou essa fama por ajudar pessoas sem condições financeiras a realizarem o sonho do casamento, além de ser associado a histórias e tradições ligadas à formação de casais. Com o passar dos anos, a proximidade entre as datas fortaleceu a relação entre a celebração romântica e a devoção religiosa. Em diversas regiões do país, especialmente durante os festejos juninos, ainda são mantidas simpatias e tradições populares envolvendo pedidos feitos ao santo em busca de um relacionamento ou casamento. Enquanto países como os Estados Unidos comemoram o Valentine's Day em fevereiro, o Brasil adotou uma tradição própria, unindo o romantismo da troca de presentes e declarações de amor à forte influência cultural de Santo Antônio.
Pix ganha proteção máxima e se torna marca de alto renome
Pix ganha proteção máxima e se torna marca de alto renome
Pix ganha proteção máxima e se torna marca de alto renome
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O sistema de pagamentos instantâneos Pix teve seu reconhecimento de marca de alto renome concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial, tornando-se a primeira marca vinculada ao Governo Federal a receber esse reconhecimento. Com isso, o Pix se torna objeto de uma proteção jurídica mais ampla, protegendo-o contra uso indevido ou associação indevida de sua marca.
- Essa medida visa proteger a boa reputação e credibilidade do Pix, que é usado diariamente por milhões de brasileiros para transferências, pagamentos e operações financeiras. Com o reconhecimento de marca de alto renome, o Pix se consolida ainda mais como o principal meio de pagamentos instantâneos do país.
Foto: Marcello Casal jr | Agência Brasil
O sistema de pagamentos instantâneos Pix passará a contar com a maior proteção prevista na legislação brasileira de propriedade industrial. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (11) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, em Brasília. Com a decisão do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o Pix se torna a primeira marca vinculada ao Governo Federal a receber o reconhecimento de marca de alto renome. Segundo o ministro, a classificação representa o mais elevado nível de proteção garantido pela Lei de Propriedade Industrial. O reconhecimento é concedido a marcas amplamente conhecidas pela população e que acumulam reputação, credibilidade e relevância nacional. Na prática, a medida amplia a proteção jurídica do Pix para todos os segmentos da atividade econômica, independentemente da categoria em que a marca foi originalmente registrada. Isso impede que empresas ou organizações utilizem a mesma denominação em outros setores, reduzindo riscos de uso indevido ou associação indevida da marca. Criado pelo Banco Central do Brasil em 2020, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamentos instantâneos do país, sendo utilizado diariamente por milhões de brasileiros para transferências, pagamentos e operações financeiras. O anúncio ocorreu com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião do Conselhão, órgão responsável por discutir propostas e políticas voltadas ao desenvolvimento econômico e social do país.
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Equipe econômica estima impacto de R$ 817 bilhões em 13 anos e já prevê veto presidencial caso proposta seja aprovada pela Câmara.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, um projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo Lula no Congresso Nacional. A proposta é considerada uma "pauta-bomba" pela equipe econômica do Ministério da Fazenda, com potencial para gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União nos próximos 13 anos. Com alterações feitas pelos senadores, o texto retornará à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção presidencial.
- Integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula, devido ao receio de que os benefícios comprometam o equilíbrio fiscal e aumentem a pressão orçamentária. O projeto também gera preocupação no sistema financeiro, que alerta para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural, como o incentivo à inadimplência. Caso um eventual veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, o governo não descarta recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional. Considerada uma das principais preocupações da equipe econômica, a proposta é classificada pelo Ministério da Fazenda como uma "pauta-bomba" devido ao potencial impacto nas contas públicas. Segundo estimativas do governo federal, a medida poderá gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União ao longo dos próximos 13 anos. A aprovação ocorreu mesmo após articulações do Palácio do Planalto para barrar o avanço do texto. Como os senadores fizeram alterações na proposta, o projeto precisará retornar à Câmara dos Deputados para uma nova rodada de análise antes de seguir para sanção presidencial. Nos bastidores, integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula caso a matéria seja aprovada em definitivo pelo Congresso. A avaliação é de que os benefícios previstos para a renegociação das dívidas podem comprometer o equilíbrio fiscal e aumentar a pressão sobre o orçamento federal nos próximos anos. Além da resistência do governo, o projeto também gera preocupação no sistema financeiro. Instituições bancárias alertam para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural. O receio é que as condições consideradas mais flexíveis incentivem a inadimplência e provoquem insegurança jurídica nos contratos firmados entre produtores e agentes financeiros. Caso o veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, integrantes do governo não descartam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida. O tema deve seguir no centro do debate político e econômico nas próximas semanas, diante dos impactos que poderá provocar tanto para o agronegócio quanto para as contas públicas do país.
Lula convoca empresariado para enfrentar "tarifaço" dos EUA
Lula convoca empresariado para enfrentar "tarifaço" dos EUA
Governo avalia que novas tarifas defendidas pelos Estados Unidos podem afetar setores estratégicos da economia nacional, como agronegócio e indústria.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Lula da Silva reuniu-se com empresários e governistas em Brasília para discutir os impactos de novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
- A reunião visava ampliar o diálogo com o setor produtivo e construir uma estratégia conjunta para enfrentar eventuais barreiras comerciais, com o governo avaliando que empresários brasileiros podem atuar junto ao mercado norte-americano para evitar a escalada tarifária.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve reunir empresários, representantes da sociedade civil e integrantes do governo federal nesta quarta-feira (10), em Brasília, para discutir os possíveis impactos de novas tarifas comerciais que poderão ser impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A mobilização ocorrerá durante mais uma reunião do Conselhão, órgão de assessoramento da Presidência da República voltado à discussão de temas econômicos e sociais. A expectativa do governo é ampliar o diálogo com o setor produtivo e construir uma estratégia conjunta para enfrentar eventuais barreiras comerciais. Nos bastidores, o Palácio do Planalto avalia que empresários brasileiros podem atuar junto ao mercado norte-americano para demonstrar os impactos negativos que uma eventual elevação de tarifas teria sobre as relações comerciais entre os dois países. Entre as medidas discutidas pelo governo dos Estados Unidos está a possibilidade de aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Também existe a avaliação de uma cobrança adicional para países considerados insuficientes no combate ao trabalho forçado. A reunião contará com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, ministros de Estado, lideranças empresariais, representantes sindicais e membros da sociedade civil organizada. Integrantes do governo federal demonstram preocupação com os reflexos econômicos de uma eventual escalada tarifária, principalmente sobre setores com forte participação nas exportações brasileiras, como o agronegócio e a indústria. O encontro marca a sétima reunião do Conselhão desde a recriação do colegiado, em 2023. A expectativa é que o tema das relações comerciais com os Estados Unidos domine parte significativa dos debates, diante da relevância do mercado norte-americano para a economia brasileira.
Jerônimo critica ataques ao Pix durante evento em Ipirá
Jerônimo critica ataques ao Pix durante evento em Ipirá
Durante agenda do PGP 2026 em Ipirá, governador afirmou que medidas anunciadas pelos Estados Unidos têm motivações políticas e econômicas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), criticou veementemente as recentes ações dos Estados Unidos contra o Brasil, associando-as à atuação de integrantes da oposição brasileira no exterior. Durante um evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026 em Ipirá, o governador afirmou que setores da oposição estariam pressionando o país em disputas políticas e econômicas, mencionando a interlocução de parlamentares, como o senador Flávio Bolsonaro, com autoridades norte-americanas para incentivar iniciativas contrárias aos interesses nacionais.
- Rodrigues também abordou as discussões em torno do sistema de pagamentos Pix, sugerindo que as controvérsias econômicas possuem motivações que vão além da política, alcançando interesses financeiros de setores afetados por inovações tecnológicas. Em sua fala, o petista defendeu o investimento em educação como ferramenta para fortalecer a capacidade crítica da população e a participação cidadã, ressaltando a importância de uma sociedade mais informada para avaliar cenários políticos e econômicos, em meio ao acirramento das relações entre Brasil e EUA.
Foto: Divulgação
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), criticou neste sábado (5) as recentes medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil e associou as ações à atuação de integrantes da oposição brasileira no exterior. As declarações foram feitas durante um evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026, realizado no município de Ipirá, na Bacia do Jacuípe. Ao comentar as discussões envolvendo possíveis sanções econômicas e questionamentos ao sistema de pagamentos Pix, o governador afirmou que setores da oposição estariam contribuindo para pressionar o país em disputas de caráter político e econômico. Sem citar diretamente medidas específicas, Jerônimo criticou a atuação de parlamentares brasileiros que mantêm interlocução com autoridades norte-americanas. Segundo ele, há grupos políticos que tentam transformar divergências ideológicas em ações que podem prejudicar o Brasil. Durante o discurso, o governador mencionou o senador Flávio Bolsonaro e afirmou que opositores estariam incentivando iniciativas contrárias aos interesses nacionais. O petista também fez referências às recentes discussões envolvendo o Pix, sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central e amplamente utilizado pela população brasileira. Jerônimo argumentou que as disputas em torno de temas econômicos não possuem apenas motivação política, mas também interesses financeiros. Segundo ele, setores afetados por mudanças tecnológicas e novos modelos de transações digitais buscam preservar espaços de mercado diante da popularização de ferramentas como o Pix. O governador ainda defendeu investimentos em educação como instrumento para ampliar a capacidade crítica da população e fortalecer a participação cidadã. Em sua fala, afirmou que uma sociedade mais informada possui melhores condições de avaliar cenários políticos e econômicos. As declarações ocorreram durante mais uma etapa do Programa de Governo Participativo, iniciativa utilizada pelo grupo político para ouvir demandas regionais e discutir propostas para o futuro da Bahia. O evento reuniu lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e moradores de diversos municípios da região. O debate sobre as relações entre Brasil e Estados Unidos ganhou força nos últimos dias após manifestações de autoridades brasileiras e norte-americanas sobre temas econômicos, comerciais e financeiros, ampliando a repercussão política do assunto em diferentes esferas do país.
EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
Medida entrou em vigor nesta sexta-feira e abre caminho para sanções financeiras e novas ações de cooperação internacional contra as facções brasileiras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A decisão do governo dos EUA de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente, ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília.
- A medida permitirá que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional, o que pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública.
Foto: Casa Branca | Tia Dufour
A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente nesta sexta-feira (5), ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília e abrindo uma nova frente de debate sobre soberania, segurança pública e possíveis impactos econômicos. A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado norte-americano no fim de maio e entrou em vigor após a publicação formal nos registros oficiais do governo dos EUA. A classificação permite que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos de combate financeiro e operacional contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional. O governo brasileiro reagiu de forma crítica à decisão. Integrantes do Palácio do Planalto argumentam que o combate ao crime organizado deve ocorrer por meio da cooperação internacional entre os países, sem interferências que possam ser interpretadas como violação da soberania nacional. Especialistas ouvidos por veículos nacionais e internacionais avaliam que a classificação pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública. Entre as preocupações estão possíveis restrições financeiras, maior rigor em transações internacionais e impactos indiretos sobre empresas e instituições que operam em regiões sob influência das facções criminosas. O tema ganhou ainda mais repercussão diante do cenário político brasileiro. A decisão foi anunciada em meio à aproximação de lideranças da oposição com integrantes do governo norte-americano e ocorre em um contexto de forte polarização política no país. Além das questões relacionadas à segurança, autoridades brasileiras acompanham possíveis reflexos econômicos da medida. Nos últimos dias, surgiram discussões envolvendo comércio exterior, sistema financeiro e relações bilaterais entre os dois países, embora não exista até o momento qualquer anúncio oficial de sanções diretas ao Brasil em decorrência da classificação das facções. Enquanto Washington sustenta que a decisão busca ampliar o combate ao crime organizado transnacional, o governo brasileiro defende que o enfrentamento das facções deve ocorrer por meio do fortalecimento da cooperação policial e judicial, sem medidas que possam abrir precedentes para intervenções externas. O tema promete permanecer no centro das discussões diplomáticas e políticas nas próximas semanas.
Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
Brasil ameaça usar Lei da Reciprocidade contra tarifa de Trump
Brasil ameaça usar Lei da Reciprocidade contra tarifa de Trump
Governo reage à proposta dos EUA de impor sobretaxa a produtos brasileiros e classifica medida como protecionista e injusta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro afirmou nesta quarta-feira (3) que pode recorrer à Lei da Reciprocidade para responder à proposta dos EUA de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos importados do Brasil. A medida foi anunciada após uma investigação que apontou falhas de 59 países, incluindo o Brasil, no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
- O governo brasileiro rejeitou as conclusões da investigação e classificou a iniciativa como uma medida protecionista unilateral. Além disso, destacou que o país já possui legislação para barrar e confiscar mercadorias produzidas sob condições irregulares.
- A diplomacia brasileira segue em busca de uma solução negociada com Washington para evitar a aplicação das tarifas e proteger a economia, os empregos e a renda dos brasileiros.
Foto: Reprodução
O governo brasileiro afirmou nesta quarta-feira (3) que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade para responder à proposta dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos importados do Brasil. A medida foi anunciada após uma investigação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que apontou falhas de 59 países, incluindo o Brasil, no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o governo manifestou “profunda discordância” em relação às conclusões do órgão norte-americano e classificou a iniciativa como uma medida protecionista unilateral. “O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro”, informou o comunicado. O governo também destacou que o país é reconhecido internacionalmente pelo combate ao trabalho escravo e forçado, citando avaliações da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Segundo a nota, a legislação brasileira já permite barrar e confiscar mercadorias produzidas sob condições irregulares. Apesar da reação firme, a diplomacia brasileira mantém a busca por uma solução negociada. Integrantes do Itamaraty defendem o diálogo com Washington para evitar a aplicação das tarifas e reduzir impactos sobre a economia, os empregos e a renda dos brasileiros. A Lei da Reciprocidade autoriza o Brasil a adotar medidas equivalentes contra países que imponham barreiras comerciais consideradas injustificadas, permitindo responder a sanções ou restrições com ações semelhantes.
Lula reage a decisão dos EUA sobre PCC e CV: “Não somos republiqueta”
Lula reage a decisão dos EUA sobre PCC e CV: “Não somos republiqueta”
Presidente afirmou que o combate às facções criminosas deve ser conduzido pelas instituições brasileiras e criticou a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Lula da Silva criticou a decisão do governo dos Estados Unidos em classificar as facções criminosas PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras.
- Lula defendeu a soberania nacional e afirmou que o enfrentamento às facções criminosas é responsabilidade das autoridades brasileiras. Ele também sugeriu maior cooperação entre os governos brasileiro e norte-americano na área de segurança pública.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta sexta-feira (29) a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. Durante discurso em Sergipe, o presidente defendeu a soberania nacional e afirmou que o enfrentamento às facções criminosas é responsabilidade das autoridades brasileiras. A reação ocorreu após o anúncio feito pelo Departamento de Estado norte-americano, comandado pelo secretário Marco Rubio. Segundo Lula, embora as organizações criminosas representem uma ameaça à população brasileira, o combate a esses grupos deve ser conduzido internamente, sem interferência internacional. “Não aceitamos ser tratados como moleques. Não somos uma republiqueta”, declarou o presidente durante o evento. Lula afirmou que PCC e Comando Vermelho promovem violência e insegurança, especialmente nas periferias do país, e ressaltou que o Congresso Nacional aprovou medidas legais voltadas ao enfrentamento das facções. O presidente também sugeriu maior cooperação entre os governos brasileiro e norte-americano na área de segurança pública. Durante o discurso, Lula cobrou a entrega de brasileiros foragidos da Justiça que estariam vivendo nos Estados Unidos. Segundo ele, informações sobre alguns investigados já teriam sido repassadas ao governo norte-americano em encontros anteriores. A declaração acontece em meio ao aumento das discussões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos após a classificação das facções. Nos bastidores, integrantes do governo brasileiro avaliam os possíveis impactos da medida nas relações bilaterais e em áreas ligadas à cooperação policial e judicial. O tema também ganhou repercussão política após manifestações de parlamentares brasileiros favoráveis à decisão anunciada pelo governo dos Estados Unidos.























