Homem de 67 anos é encontrado morto em residência em distrito de Guanambi
Homem de 67 anos é encontrado morto em residência em distrito de Guanambi
De acordo com o 17º BPM, um amigo da vítima acionou a Polícia Militar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 67 anos, Carlos Vieira, foi encontrado morto na noite de segunda-feira (6) em uma residência localizada na Praça do Mercado, no distrito de Mutans, em Guanambi.
- A polícia isolou a área e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Departamento de Polícia Técnica (DPT) e a Polícia Civil. A ocorrência foi inicialmente tratada como aparente morte natural.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um homem identificado como Carlos Vieira, de 67 anos, foi encontrado morto na noite desta segunda-feira (6), em uma residência localizada na Praça do Mercado, no distrito de Mutans, em Guanambi. De acordo com o 17º BPM, um amigo da vítima acionou a Polícia Militar após encontrá-lo aparentemente sem vida. A área foi isolada até a chegada das equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e da Polícia Civil. A ocorrência é tratada, inicialmente, como aparente morte natural.
Jerônimo homenageia Dilma com Medalha 2 de Julho
Jerônimo homenageia Dilma com Medalha 2 de Julho
Cerimônia será realizada na Estação Calçada do VLT, em Salvador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, concederá a Medalha da Ordem Dois de Julho - Libertadores da Bahia à ex-presidente Dilma Rousseff em reconhecimento aos serviços prestados em defesa da liberdade, da democracia e dos direitos populares. A cerimônia ocorrerá na Estação Calçada do VLT, em Salvador, às 19h.A Ordem Dois de Julho - Libertadores da Bahia é uma das principais honrarias concedidas pelo Governo do Estado e faz referência às lutas pela Independência da Bahia. Além de Dilma, outras 18 personalidades e instituições também serão homenageadas por sua contribuição para o desenvolvimento da Bahia e do Brasil.
Foto: Roberto Stuckert Filho | PR
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), concederá a Medalha da Ordem Dois de Julho – Libertadores da Bahia à ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A homenagem foi oficializada na edição desta terça-feira (30) do Diário Oficial do Estado. Atualmente presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (Banco dos Brics), Dilma receberá a honraria no grau de Comendadora durante cerimônia marcada para as 19h, na Estação Calçada do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Salvador. Ao todo, 19 personalidades e instituições foram escolhidas pelo Governo da Bahia em reconhecimento aos serviços prestados em defesa da liberdade, da democracia e dos direitos populares. Além de Dilma Rousseff, também serão homenageados o escritor Itamar Vieira Júnior, autor do romance "Torto Arado", o ator Othon Bastos e o jornalista Levi Vasconcelos, entre outras personalidades. Criada pela Lei nº 11.902, de 2010, a Ordem Dois de Julho – Libertadores da Bahia é uma das principais honrarias concedidas pelo Governo do Estado. A medalha faz referência às lutas pela Independência da Bahia e reconhece pessoas e instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento da Bahia e do Brasil.
Desemprego atinge menor nível para o período desde 2012
Desemprego atinge menor nível para o período desde 2012
População ocupada chegou a 102,7 milhões de pessoas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A taxa de desemprego no Brasil atingiu o menor patamar desde 2012 para o trimestre encerrado em maio, fixando-se em 5,6%, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este índice representa uma queda em relação aos 5,8% do trimestre anterior e aos 6,2% do mesmo período do ano passado, sinalizando uma contínua melhoria no cenário de trabalho nacional.
- O levantamento do IBGE apontou que o país tinha aproximadamente 6,1 milhões de pessoas desocupadas e uma população ocupada de 102,7 milhões, com um crescimento de 0,5% frente ao trimestre anterior. O analista do IBGE, William Kratochwill, interpretou esses resultados como um fortalecimento do mercado de trabalho brasileiro, indicando expansão na absorção de mão de obra e a manutenção do seu aquecimento.
Foto: Divulgação | SEI
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice é o menor já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. O resultado representa uma queda em relação ao trimestre anterior, encerrado em fevereiro, quando a taxa era de 5,8%. Na comparação com o mesmo período de 2025, o desemprego também recuou, passando de 6,2% para 5,6%. De acordo com o IBGE, o Brasil tinha cerca de 6,1 milhões de pessoas desocupadas no trimestre encerrado em maio. O número permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, mas caiu 9,3% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando havia 6,7 milhões de desempregados. A população ocupada chegou a 102,7 milhões de pessoas, crescimento de 0,5% em relação ao trimestre encerrado em fevereiro, o que representa um aumento de aproximadamente 558 mil trabalhadores. Para o analista do IBGE William Kratochwill, o resultado indica que o mercado de trabalho brasileiro continua em trajetória de fortalecimento. Segundo ele, a mínima histórica para o período demonstra uma tendência de expansão da absorção de mão de obra e manutenção do aquecimento do mercado de trabalho.
Terremoto na Venezuela deixa 589 mortos; dois brasileiros estão entre as vítimas
Terremoto na Venezuela deixa 589 mortos; dois brasileiros estão entre as vítimas
Equipes de resgate seguem em busca de sobreviventes após tremores de magnitude 7,5 e 7,2; Brasil enviará ajuda humanitária ao país
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Duas fortes erosões atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira, causando pelo menos 589 mortes e 2.980 feridos. As equipes de resgate estão trabalhando para encontrar sobreviventes em prédios que desabaram.
- O governo brasileiro confirmou que dois brasileiros estão entre as vítimas fatais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o envio de ajuda humanitária à Venezuela, incluindo bombeiros, técnicos e equipamentos de busca e salvamento.
Foto: Agência Efe | Folhapress
Subiu para 589 o número de mortos e 2.980 o de feridos após os terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 que atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24). O novo balanço foi divulgado nesta sexta-feira (26) pela presidente do país, Delcy Rodríguez. Entre as vítimas fatais estão dois brasileiros, segundo confirmou o governo brasileiro. Os tremores, registrados com intervalo de 40 segundos, tiveram epicentro no município de Montalbán, no estado de Carabobo, a cerca de 160 quilômetros de Caracas. Por terem ocorrido a apenas 13,2 quilômetros de profundidade, foram classificados como superficiais. Um deles foi o mais forte registrado na Venezuela em 126 anos. As equipes de resgate continuam as buscas por sobreviventes em prédios que desabaram. A região de La Guaira, vizinha à capital, concentra os maiores danos e foi classificada pelo governo venezuelano como uma "zona de desastre". O Aeroporto Internacional de Maiquetía permanece fechado, enquanto os serviços de metrô, trens, além de parte do fornecimento de água, energia e gás, foram suspensos. Diante da tragédia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o envio de ajuda humanitária à Venezuela. O Brasil encaminhará bombeiros, técnicos da Defesa Civil Nacional e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), além de nove toneladas de equipamentos de busca e salvamento, purificadores de água, medicamentos, materiais médicos e estruturas para montagem de um hospital de campanha. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também afirmou que o país está preparado para prestar assistência às autoridades venezuelanas.
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Datafolha: 38% avaliam governo Lula como ruim ou péssimo
Levantamento mostra 38% de avaliação negativa e 32% de avaliação positiva do governo federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (20), aponta que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável, com 38% classificando a gestão como ruim ou péssima. Paralelamente, 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% o avaliam como regular. Estes números demonstram uma consistência notável em comparação com o levantamento anterior realizado em maio.
- O instituto também aferiu a aprovação pessoal de Lula, revelando que 49% dos entrevistados desaprovam seu trabalho, contra 48% que o aprovam, uma leve oscilação na desaprovação desde maio. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 17 e 19 de junho em diversas regiões do país, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sendo registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra que a avaliação dos brasileiros sobre o governo do presidente Lula permanece estável em relação ao levantamento realizado em maio. Segundo o instituto, 38% dos entrevistados classificam a gestão como ruim ou péssima. Já 32% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 29% avaliam a administração como regular. Apenas 1% não soube responder. Os números são praticamente os mesmos registrados na pesquisa anterior. Em maio, a avaliação negativa também era de 38%, a positiva somava 32% e a regular atingia 28%. Na comparação com abril, houve uma leve redução da avaliação negativa, que era de 40%, e um aumento da avaliação positiva, que estava em 29%. O Datafolha também mediu os índices de aprovação pessoal do presidente Lula. Nesse cenário, 49% dos entrevistados disseram desaprovar o trabalho do presidente, enquanto 48% afirmaram aprová-lo. Outros 3% não souberam responder. Em relação ao levantamento de maio, a desaprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a aprovação permaneceu em 48%. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho em diferentes regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.
Mesmo condenado, Eduardo Bolsonaro segue sem ordem de prisão
Mesmo condenado, Eduardo Bolsonaro segue sem ordem de prisão
Ex-deputado ainda pode apresentar recursos e condenação não transitou em julgado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Quatro dias após ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão em regime semiaberto por coação, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ainda não teve mandado de prisão expedido nem registro de condenação definitiva nos sistemas oficiais. A certidão de antecedentes criminais da Polícia Federal permanece negativa e o Banco Nacional de Mandados de Prisão não aponta ordem de prisão em aberto contra o político, conforme informações consultadas neste sábado (20).
- A ausência de ações ocorre porque o processo judicial contra Bolsonaro ainda não foi concluído definitivamente. Após o julgamento, é indispensável a publicação do acórdão pelo STF, fase que permite à defesa a apresentação de recursos. A execução da pena e a expedição de mandado de prisão só ocorrem, em regra, após o esgotamento de todas as possibilidades de recurso, quando a condenação transita em julgado.
Foto: Reprodução
Quatro dias após ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão em regime semiaberto por coação, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ainda não possui mandado de prisão expedido nem registro de condenação definitiva nos sistemas oficiais. Segundo informações consultadas neste sábado (20), a certidão de antecedentes criminais emitida pela Polícia Federal permanece negativa, enquanto o Banco Nacional de Mandados de Prisão não aponta nenhuma ordem de prisão em aberto contra o político. A situação ocorre porque o processo ainda não foi concluído definitivamente. Após o julgamento, é necessária a publicação do acórdão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), etapa que abre prazo para a apresentação de recursos pela defesa. Enquanto houver possibilidade de recurso, a condenação não transita em julgado, ou seja, não se torna definitiva. Em regra, a execução da pena e a eventual expedição de mandado de prisão ocorrem somente após o esgotamento de todos os recursos previstos na legislação. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o início de 2025. O ex-parlamentar teve o mandato cassado pela Câmara dos Deputados por excesso de faltas e atualmente reside no estado do Texas.
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Ministro da Educação é apontado como principal nome para assumir a articulação do governo na Casa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro da Educação, Camilo Santana, é apontado para assumir a liderança do governo no Senado em caso de saída do senador Jaques Wagner. A discussão ganhou força após operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio a Wagner, mas Camilo Santana é visto como alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado.
Foto: MEC
O ministro da Educação, Camilo Santana, tem sido apontado nos bastidores do governo como o principal nome para assumir a liderança do governo no Senado caso o senador Jaques Wagner deixe o cargo. A discussão ganhou força após a repercussão da operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político. Nesta sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio ao senador ao fazer um gesto positivo durante um evento em Belo Horizonte, ao ser questionado sobre a permanência do aliado no posto. Em entrevista, Jaques Wagner afirmou que continua na liderança e que só deixará a função caso receba um pedido direto de Lula. A declaração, no entanto, não foi bem recebida por alguns interlocutores do presidente, que consideram que o episódio aumentou a pressão sobre o Palácio do Planalto. Nos bastidores, Camilo Santana é visto como uma alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado. Com mandato de senador até 2030, ele não precisaria disputar eleições em 2026, embora também seja citado como possível candidato ao governo do Ceará. A avaliação dentro do governo é que a liderança no Senado será estratégica nos próximos meses, especialmente diante das negociações com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Em conversa informal, Lula diz a líderes no G7 que nunca foi esquerdista
Em conversa informal, Lula diz a líderes no G7 que nunca foi esquerdista
Declaração foi feita durante conversa com a diretora do FMI e o chanceler da Alemanha e acabou captada pela transmissão oficial do evento.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma conversa informal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o encontro do G7, captada pela transmissão oficial, ganhou destaque ao ser revelado que ele afirmou nunca ter sido "esquerdista". Em diálogo com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, e o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, Lula avaliou que "o mundo não é de esquerda" e que a política global se inclina mais para o centro, defendendo sua trajetória ligada ao movimento sindical.
- Durante o diálogo, o presidente explicou sua ligação com o sindicalismo internacional, mencionando a relação com entidades alemãs, italianas e espanholas, e relatou um episódio dos anos 80 onde foi impedido de viajar à União Soviética, sendo posteriormente tratado como "anticomunista". Além das declarações sobre sua identidade política, Lula também defendeu veementemente a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro e das urnas eletrônicas, sugerindo-o como modelo para outros países.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Uma conversa informal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o encontro do G7 ganhou repercussão após ser captada pela transmissão oficial do evento. Em diálogo com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, Lula afirmou que nunca foi "esquerdista". A conversa começou quando o presidente explicava o funcionamento do sistema eleitoral brasileiro, desde a campanha até a votação por meio das urnas eletrônicas. Em seguida, o tema passou para o cenário político internacional. Durante o diálogo, Lula avaliou que "o mundo não é de esquerda" e afirmou que a política global está mais voltada para o centro. Na sequência, Georgieva comentou que havia uma expectativa de que ele fosse um governante de esquerda quando assumiu a Presidência pela primeira vez. Em resposta, Lula destacou sua trajetória ligada ao movimento sindical. "Eu nunca fui esquerdista, eu era um dirigente sindical, que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão, muito forte. Uma relação boa com o sindicalismo italiano e uma relação boa com a UGT da Espanha", declarou. O presidente também relembrou um episódio ocorrido nos anos 1980, quando foi convidado para participar de um congresso na então União Soviética. Segundo ele, a viagem acabou não acontecendo porque havia sido condenado com base na Lei de Segurança Nacional durante o regime militar. Lula contou que, diante da situação, percorreu países europeus em busca de apoio político e sindical. "Aí passei a ser tratado como anticomunista", afirmou, provocando risadas entre os participantes da conversa. Além das declarações sobre sua trajetória política, o presidente defendeu o sistema eleitoral brasileiro e ressaltou a confiabilidade das urnas eletrônicas. Segundo Lula, o modelo adotado no Brasil garante segurança ao processo de votação e poderia servir de exemplo para outros países.
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Ministro do Supremo negou pedido da Defensoria Pública da União e manteve para terça-feira (16) a análise da acusação de coação no curso do processo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. Com a decisão, o caso de coação no curso do processo permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16), assegurando que o processo contra o parlamentar siga o cronograma inicial.
- Eduardo Bolsonaro é acusado de articular sanções contra autoridades para influenciar o julgamento de Jair Bolsonaro em ações de suposta tentativa de golpe. A DPU também pedia a convocação de um quinto ministro para a Primeira Turma, mas Moraes refutou a tese de prejuízo à defesa, argumentando que o regimento prevê a prevalência da decisão mais favorável ao réu em caso de empate, e que não há violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Com a decisão, o caso permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16). Eduardo Bolsonaro é acusado de coação no curso do processo. Segundo a acusação, ele teria articulado medidas e sanções contra autoridades brasileiras com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em ações relacionadas à suposta tentativa de golpe de Estado. Além do adiamento, a DPU também solicitou a convocação de um ministro para completar a composição da Primeira Turma, que atualmente conta com quatro integrantes. O colegiado é formado por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. A defesa argumentou que a ausência de um quinto ministro poderia comprometer o julgamento. A vaga permanece aberta após mudanças na composição do Supremo ocorridas nos últimos meses. Ao analisar o pedido, Moraes afirmou que não há prejuízo para a defesa pelo fato de a turma estar atuando com quatro ministros. Segundo ele, o regimento prevê que, em caso de empate, a decisão mais favorável ao réu deve prevalecer. Na decisão, o ministro também afastou a tese de que haveria violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade. Com isso, o julgamento segue mantido na data prevista. A análise do caso ocorrerá na Primeira Turma do STF, responsável por decidir sobre o andamento da acusação apresentada contra o ex-deputado federal.
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Ministro da Fazenda afirma que presidente brasileiro deve entrar em contato com Donald Trump para tratar das tarifas que podem atingir produtos nacionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para abordar a questão das tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que indicou que o contato pode ser via ligação ou carta, como parte da estratégia brasileira para ampliar o diálogo e mitigar impactos nas exportações nacionais. A medida surge em meio a crescentes preocupações com novas barreiras comerciais.
- Durigan enfatizou que o Brasil mantém as negociações abertas com representantes dos EUA e se mostrou disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, buscando uma solução para o impasse comercial. O cenário inclui a participação de Lula e Trump no encontro do G7, onde o Brasil, embora não membro, foi convidado. Paralelamente, esforços estão sendo feitos para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos, com o objetivo de preservar o fluxo comercial bilateral.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir as tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante entrevista publicada nesta segunda-feira (15). Segundo o ministro, o contato poderá ocorrer por meio de uma ligação telefônica ou de uma carta enviada diretamente ao chefe da Casa Branca. A iniciativa faz parte da estratégia do governo brasileiro para tentar ampliar o diálogo com as autoridades americanas e evitar impactos nas exportações nacionais. Durigan afirmou que o Brasil mantém abertas as negociações com representantes do governo dos Estados Unidos. Ele também declarou estar disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, em busca de uma solução para o impasse comercial. A discussão ocorre em meio às preocupações do governo brasileiro com a possibilidade de novas tarifas sobre produtos exportados para o mercado americano. Os Estados Unidos são um dos principais parceiros comerciais do Brasil, e eventuais medidas podem afetar setores importantes da economia. Lula e Trump participam do encontro do G7, grupo que reúne algumas das maiores economias do mundo. Embora o Brasil não faça parte do bloco, o país foi convidado para participar das atividades e reuniões do evento. Na semana passada, Durigan já havia informado que o governo brasileiro trabalhava para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, enquanto o governo brasileiro busca preservar o fluxo comercial entre os dois países.
Dia dos Namorados: tradição brasileira une amor e devoção ao santo casamenteiro
Dia dos Namorados: tradição brasileira une amor e devoção ao santo casamenteiro
Celebrada em 12 de junho, a data foi criada no Brasil e ganhou força por anteceder o dia dedicado a Santo Antônio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Dia dos Namorados no Brasil, celebrado em 12 de junho, possui uma origem singular em comparação com a data adotada globalmente. Criada em 1949 como uma estratégia comercial para impulsionar vendas, a celebração se consolidou no calendário nacional. A escolha da véspera do Dia de Santo Antônio, em 13 de junho, não foi aleatória, visando aproveitar a popularidade do "santo casamenteiro".
- Santo Antônio ganhou sua fama por auxiliar casais e pessoas sem condições financeiras a realizarem o casamento, o que fortaleceu a ligação entre a data romântica e a devoção religiosa no país. Enquanto o Valentine's Day é comemorado em fevereiro em outras nações, o Brasil mantém sua própria tradição, unindo o romantismo da troca de presentes à forte influência cultural e religiosa do santo.
Foto: Reprodução
Celebrado em 12 de junho, o Dia dos Namorados no Brasil tem origem diferente da adotada em grande parte do mundo. A data foi criada em 1949 como uma estratégia para impulsionar as vendas do comércio e acabou se consolidando como uma das principais celebrações do calendário brasileiro. A escolha do dia não foi aleatória. O Dia dos Namorados é comemorado na véspera do Dia de Santo Antônio, celebrado em 13 de junho. Conhecido popularmente como o “santo casamenteiro”, Santo Antônio ganhou essa fama por ajudar pessoas sem condições financeiras a realizarem o sonho do casamento, além de ser associado a histórias e tradições ligadas à formação de casais. Com o passar dos anos, a proximidade entre as datas fortaleceu a relação entre a celebração romântica e a devoção religiosa. Em diversas regiões do país, especialmente durante os festejos juninos, ainda são mantidas simpatias e tradições populares envolvendo pedidos feitos ao santo em busca de um relacionamento ou casamento. Enquanto países como os Estados Unidos comemoram o Valentine's Day em fevereiro, o Brasil adotou uma tradição própria, unindo o romantismo da troca de presentes e declarações de amor à forte influência cultural de Santo Antônio.
Pix ganha proteção máxima e se torna marca de alto renome
Pix ganha proteção máxima e se torna marca de alto renome
Pix ganha proteção máxima e se torna marca de alto renome
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O sistema de pagamentos instantâneos Pix teve seu reconhecimento de marca de alto renome concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial, tornando-se a primeira marca vinculada ao Governo Federal a receber esse reconhecimento. Com isso, o Pix se torna objeto de uma proteção jurídica mais ampla, protegendo-o contra uso indevido ou associação indevida de sua marca.
- Essa medida visa proteger a boa reputação e credibilidade do Pix, que é usado diariamente por milhões de brasileiros para transferências, pagamentos e operações financeiras. Com o reconhecimento de marca de alto renome, o Pix se consolida ainda mais como o principal meio de pagamentos instantâneos do país.
Foto: Marcello Casal jr | Agência Brasil
O sistema de pagamentos instantâneos Pix passará a contar com a maior proteção prevista na legislação brasileira de propriedade industrial. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (11) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, em Brasília. Com a decisão do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o Pix se torna a primeira marca vinculada ao Governo Federal a receber o reconhecimento de marca de alto renome. Segundo o ministro, a classificação representa o mais elevado nível de proteção garantido pela Lei de Propriedade Industrial. O reconhecimento é concedido a marcas amplamente conhecidas pela população e que acumulam reputação, credibilidade e relevância nacional. Na prática, a medida amplia a proteção jurídica do Pix para todos os segmentos da atividade econômica, independentemente da categoria em que a marca foi originalmente registrada. Isso impede que empresas ou organizações utilizem a mesma denominação em outros setores, reduzindo riscos de uso indevido ou associação indevida da marca. Criado pelo Banco Central do Brasil em 2020, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamentos instantâneos do país, sendo utilizado diariamente por milhões de brasileiros para transferências, pagamentos e operações financeiras. O anúncio ocorreu com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião do Conselhão, órgão responsável por discutir propostas e políticas voltadas ao desenvolvimento econômico e social do país.
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Senado desafia governo e aprova renegociação bilionária
Equipe econômica estima impacto de R$ 817 bilhões em 13 anos e já prevê veto presidencial caso proposta seja aprovada pela Câmara.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, um projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo Lula no Congresso Nacional. A proposta é considerada uma "pauta-bomba" pela equipe econômica do Ministério da Fazenda, com potencial para gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União nos próximos 13 anos. Com alterações feitas pelos senadores, o texto retornará à Câmara dos Deputados para nova análise antes de seguir para sanção presidencial.
- Integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula, devido ao receio de que os benefícios comprometam o equilíbrio fiscal e aumentem a pressão orçamentária. O projeto também gera preocupação no sistema financeiro, que alerta para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural, como o incentivo à inadimplência. Caso um eventual veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, o governo não descarta recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida.
Foto: Roque de Sá | Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto que amplia as condições de renegociação de dívidas de grandes produtores rurais, impondo uma nova derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional. Considerada uma das principais preocupações da equipe econômica, a proposta é classificada pelo Ministério da Fazenda como uma "pauta-bomba" devido ao potencial impacto nas contas públicas. Segundo estimativas do governo federal, a medida poderá gerar um custo de até R$ 817 bilhões para a União ao longo dos próximos 13 anos. A aprovação ocorreu mesmo após articulações do Palácio do Planalto para barrar o avanço do texto. Como os senadores fizeram alterações na proposta, o projeto precisará retornar à Câmara dos Deputados para uma nova rodada de análise antes de seguir para sanção presidencial. Nos bastidores, integrantes do governo já trabalham com a possibilidade de veto por parte do presidente Lula caso a matéria seja aprovada em definitivo pelo Congresso. A avaliação é de que os benefícios previstos para a renegociação das dívidas podem comprometer o equilíbrio fiscal e aumentar a pressão sobre o orçamento federal nos próximos anos. Além da resistência do governo, o projeto também gera preocupação no sistema financeiro. Instituições bancárias alertam para possíveis efeitos negativos sobre o mercado de crédito rural. O receio é que as condições consideradas mais flexíveis incentivem a inadimplência e provoquem insegurança jurídica nos contratos firmados entre produtores e agentes financeiros. Caso o veto presidencial seja derrubado pelo Congresso, integrantes do governo não descartam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da medida. O tema deve seguir no centro do debate político e econômico nas próximas semanas, diante dos impactos que poderá provocar tanto para o agronegócio quanto para as contas públicas do país.
Lula convoca empresariado para enfrentar "tarifaço" dos EUA
Lula convoca empresariado para enfrentar "tarifaço" dos EUA
Governo avalia que novas tarifas defendidas pelos Estados Unidos podem afetar setores estratégicos da economia nacional, como agronegócio e indústria.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Lula da Silva reuniu-se com empresários e governistas em Brasília para discutir os impactos de novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
- A reunião visava ampliar o diálogo com o setor produtivo e construir uma estratégia conjunta para enfrentar eventuais barreiras comerciais, com o governo avaliando que empresários brasileiros podem atuar junto ao mercado norte-americano para evitar a escalada tarifária.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve reunir empresários, representantes da sociedade civil e integrantes do governo federal nesta quarta-feira (10), em Brasília, para discutir os possíveis impactos de novas tarifas comerciais que poderão ser impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A mobilização ocorrerá durante mais uma reunião do Conselhão, órgão de assessoramento da Presidência da República voltado à discussão de temas econômicos e sociais. A expectativa do governo é ampliar o diálogo com o setor produtivo e construir uma estratégia conjunta para enfrentar eventuais barreiras comerciais. Nos bastidores, o Palácio do Planalto avalia que empresários brasileiros podem atuar junto ao mercado norte-americano para demonstrar os impactos negativos que uma eventual elevação de tarifas teria sobre as relações comerciais entre os dois países. Entre as medidas discutidas pelo governo dos Estados Unidos está a possibilidade de aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Também existe a avaliação de uma cobrança adicional para países considerados insuficientes no combate ao trabalho forçado. A reunião contará com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, ministros de Estado, lideranças empresariais, representantes sindicais e membros da sociedade civil organizada. Integrantes do governo federal demonstram preocupação com os reflexos econômicos de uma eventual escalada tarifária, principalmente sobre setores com forte participação nas exportações brasileiras, como o agronegócio e a indústria. O encontro marca a sétima reunião do Conselhão desde a recriação do colegiado, em 2023. A expectativa é que o tema das relações comerciais com os Estados Unidos domine parte significativa dos debates, diante da relevância do mercado norte-americano para a economia brasileira.
Jerônimo critica ataques ao Pix durante evento em Ipirá
Jerônimo critica ataques ao Pix durante evento em Ipirá
Durante agenda do PGP 2026 em Ipirá, governador afirmou que medidas anunciadas pelos Estados Unidos têm motivações políticas e econômicas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), criticou veementemente as recentes ações dos Estados Unidos contra o Brasil, associando-as à atuação de integrantes da oposição brasileira no exterior. Durante um evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026 em Ipirá, o governador afirmou que setores da oposição estariam pressionando o país em disputas políticas e econômicas, mencionando a interlocução de parlamentares, como o senador Flávio Bolsonaro, com autoridades norte-americanas para incentivar iniciativas contrárias aos interesses nacionais.
- Rodrigues também abordou as discussões em torno do sistema de pagamentos Pix, sugerindo que as controvérsias econômicas possuem motivações que vão além da política, alcançando interesses financeiros de setores afetados por inovações tecnológicas. Em sua fala, o petista defendeu o investimento em educação como ferramenta para fortalecer a capacidade crítica da população e a participação cidadã, ressaltando a importância de uma sociedade mais informada para avaliar cenários políticos e econômicos, em meio ao acirramento das relações entre Brasil e EUA.
Foto: Divulgação
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), criticou neste sábado (5) as recentes medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil e associou as ações à atuação de integrantes da oposição brasileira no exterior. As declarações foram feitas durante um evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026, realizado no município de Ipirá, na Bacia do Jacuípe. Ao comentar as discussões envolvendo possíveis sanções econômicas e questionamentos ao sistema de pagamentos Pix, o governador afirmou que setores da oposição estariam contribuindo para pressionar o país em disputas de caráter político e econômico. Sem citar diretamente medidas específicas, Jerônimo criticou a atuação de parlamentares brasileiros que mantêm interlocução com autoridades norte-americanas. Segundo ele, há grupos políticos que tentam transformar divergências ideológicas em ações que podem prejudicar o Brasil. Durante o discurso, o governador mencionou o senador Flávio Bolsonaro e afirmou que opositores estariam incentivando iniciativas contrárias aos interesses nacionais. O petista também fez referências às recentes discussões envolvendo o Pix, sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central e amplamente utilizado pela população brasileira. Jerônimo argumentou que as disputas em torno de temas econômicos não possuem apenas motivação política, mas também interesses financeiros. Segundo ele, setores afetados por mudanças tecnológicas e novos modelos de transações digitais buscam preservar espaços de mercado diante da popularização de ferramentas como o Pix. O governador ainda defendeu investimentos em educação como instrumento para ampliar a capacidade crítica da população e fortalecer a participação cidadã. Em sua fala, afirmou que uma sociedade mais informada possui melhores condições de avaliar cenários políticos e econômicos. As declarações ocorreram durante mais uma etapa do Programa de Governo Participativo, iniciativa utilizada pelo grupo político para ouvir demandas regionais e discutir propostas para o futuro da Bahia. O evento reuniu lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e moradores de diversos municípios da região. O debate sobre as relações entre Brasil e Estados Unidos ganhou força nos últimos dias após manifestações de autoridades brasileiras e norte-americanas sobre temas econômicos, comerciais e financeiros, ampliando a repercussão política do assunto em diferentes esferas do país.
EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
Medida entrou em vigor nesta sexta-feira e abre caminho para sanções financeiras e novas ações de cooperação internacional contra as facções brasileiras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A decisão do governo dos EUA de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente, ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília.
- A medida permitirá que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional, o que pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública.
Foto: Casa Branca | Tia Dufour
A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente nesta sexta-feira (5), ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília e abrindo uma nova frente de debate sobre soberania, segurança pública e possíveis impactos econômicos. A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado norte-americano no fim de maio e entrou em vigor após a publicação formal nos registros oficiais do governo dos EUA. A classificação permite que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos de combate financeiro e operacional contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional. O governo brasileiro reagiu de forma crítica à decisão. Integrantes do Palácio do Planalto argumentam que o combate ao crime organizado deve ocorrer por meio da cooperação internacional entre os países, sem interferências que possam ser interpretadas como violação da soberania nacional. Especialistas ouvidos por veículos nacionais e internacionais avaliam que a classificação pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública. Entre as preocupações estão possíveis restrições financeiras, maior rigor em transações internacionais e impactos indiretos sobre empresas e instituições que operam em regiões sob influência das facções criminosas. O tema ganhou ainda mais repercussão diante do cenário político brasileiro. A decisão foi anunciada em meio à aproximação de lideranças da oposição com integrantes do governo norte-americano e ocorre em um contexto de forte polarização política no país. Além das questões relacionadas à segurança, autoridades brasileiras acompanham possíveis reflexos econômicos da medida. Nos últimos dias, surgiram discussões envolvendo comércio exterior, sistema financeiro e relações bilaterais entre os dois países, embora não exista até o momento qualquer anúncio oficial de sanções diretas ao Brasil em decorrência da classificação das facções. Enquanto Washington sustenta que a decisão busca ampliar o combate ao crime organizado transnacional, o governo brasileiro defende que o enfrentamento das facções deve ocorrer por meio do fortalecimento da cooperação policial e judicial, sem medidas que possam abrir precedentes para intervenções externas. O tema promete permanecer no centro das discussões diplomáticas e políticas nas próximas semanas.
Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
Brasil ameaça usar Lei da Reciprocidade contra tarifa de Trump
Brasil ameaça usar Lei da Reciprocidade contra tarifa de Trump
Governo reage à proposta dos EUA de impor sobretaxa a produtos brasileiros e classifica medida como protecionista e injusta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro afirmou nesta quarta-feira (3) que pode recorrer à Lei da Reciprocidade para responder à proposta dos EUA de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos importados do Brasil. A medida foi anunciada após uma investigação que apontou falhas de 59 países, incluindo o Brasil, no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
- O governo brasileiro rejeitou as conclusões da investigação e classificou a iniciativa como uma medida protecionista unilateral. Além disso, destacou que o país já possui legislação para barrar e confiscar mercadorias produzidas sob condições irregulares.
- A diplomacia brasileira segue em busca de uma solução negociada com Washington para evitar a aplicação das tarifas e proteger a economia, os empregos e a renda dos brasileiros.
Foto: Reprodução
O governo brasileiro afirmou nesta quarta-feira (3) que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade para responder à proposta dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos importados do Brasil. A medida foi anunciada após uma investigação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que apontou falhas de 59 países, incluindo o Brasil, no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o governo manifestou “profunda discordância” em relação às conclusões do órgão norte-americano e classificou a iniciativa como uma medida protecionista unilateral. “O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro”, informou o comunicado. O governo também destacou que o país é reconhecido internacionalmente pelo combate ao trabalho escravo e forçado, citando avaliações da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Segundo a nota, a legislação brasileira já permite barrar e confiscar mercadorias produzidas sob condições irregulares. Apesar da reação firme, a diplomacia brasileira mantém a busca por uma solução negociada. Integrantes do Itamaraty defendem o diálogo com Washington para evitar a aplicação das tarifas e reduzir impactos sobre a economia, os empregos e a renda dos brasileiros. A Lei da Reciprocidade autoriza o Brasil a adotar medidas equivalentes contra países que imponham barreiras comerciais consideradas injustificadas, permitindo responder a sanções ou restrições com ações semelhantes.
Lula reage a decisão dos EUA sobre PCC e CV: “Não somos republiqueta”
Lula reage a decisão dos EUA sobre PCC e CV: “Não somos republiqueta”
Presidente afirmou que o combate às facções criminosas deve ser conduzido pelas instituições brasileiras e criticou a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Lula da Silva criticou a decisão do governo dos Estados Unidos em classificar as facções criminosas PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras.
- Lula defendeu a soberania nacional e afirmou que o enfrentamento às facções criminosas é responsabilidade das autoridades brasileiras. Ele também sugeriu maior cooperação entre os governos brasileiro e norte-americano na área de segurança pública.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta sexta-feira (29) a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. Durante discurso em Sergipe, o presidente defendeu a soberania nacional e afirmou que o enfrentamento às facções criminosas é responsabilidade das autoridades brasileiras. A reação ocorreu após o anúncio feito pelo Departamento de Estado norte-americano, comandado pelo secretário Marco Rubio. Segundo Lula, embora as organizações criminosas representem uma ameaça à população brasileira, o combate a esses grupos deve ser conduzido internamente, sem interferência internacional. “Não aceitamos ser tratados como moleques. Não somos uma republiqueta”, declarou o presidente durante o evento. Lula afirmou que PCC e Comando Vermelho promovem violência e insegurança, especialmente nas periferias do país, e ressaltou que o Congresso Nacional aprovou medidas legais voltadas ao enfrentamento das facções. O presidente também sugeriu maior cooperação entre os governos brasileiro e norte-americano na área de segurança pública. Durante o discurso, Lula cobrou a entrega de brasileiros foragidos da Justiça que estariam vivendo nos Estados Unidos. Segundo ele, informações sobre alguns investigados já teriam sido repassadas ao governo norte-americano em encontros anteriores. A declaração acontece em meio ao aumento das discussões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos após a classificação das facções. Nos bastidores, integrantes do governo brasileiro avaliam os possíveis impactos da medida nas relações bilaterais e em áreas ligadas à cooperação policial e judicial. O tema também ganhou repercussão política após manifestações de parlamentares brasileiros favoráveis à decisão anunciada pelo governo dos Estados Unidos.
Brasil alcança maior índice de desenvolvimento humano
Brasil alcança maior índice de desenvolvimento humano
Relatório aponta avanço histórico do IDH brasileiro em 2024
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Brasil alcançou o patamar de muito alto desenvolvimento humano, de acordo com o Radar IDHM 2026. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) brasileiro subiu de 0,744 em 2012 para 0,805 em 2024, com avanços nas áreas de longevidade, educação e renda. No entanto, as desigualdades raciais ainda são significativas no país.
- O estudo aponta que as diferenças regionais persistem, com as unidades federativas do Norte, Nordeste, Sul e Sudeste apresentando resultados distintos em termos de desenvolvimento humano. A renda é um dos principais desafios do país, com o IDHM relacionado à renda tendo crescido menos do que os demais indicadores.
Foto: Divulgação
O Brasil atingiu pela primeira vez o patamar de muito alto desenvolvimento humano, segundo dados do relatório Radar IDHM 2026, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O levantamento mostra que o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) brasileiro saltou de 0,744 em 2012 para 0,805 em 2024, alcançando o maior nível da série histórica. O indicador avalia três dimensões principais: longevidade, educação e renda. O estudo utiliza dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e foi elaborado em parceria com a Fundação João Pinheiro. Segundo o relatório, houve avanço nas três áreas analisadas, com destaque para a educação, que apresentou o maior crescimento médio anual ao longo do período. Mesmo com a melhora dos indicadores, o estudo aponta que as desigualdades raciais continuam significativas no país. Entre a população branca, o índice passou de 0,804 para 0,851 entre 2012 e 2024. Já entre negros, o avanço foi de 0,694 para 0,774. Apesar da redução da diferença entre os grupos, o levantamento destaca que negros e mulheres ainda permanecem em faixa inferior de desenvolvimento humano quando comparados à média nacional. O relatório também analisou o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Ajustado à Desigualdade, que considera diferenças internas de renda, educação e acesso a oportunidades. Nesse recorte, o Brasil saiu da classificação de baixo desenvolvimento humano em 2012 para médio desenvolvimento humano em 2024. O estudo aponta ainda que a renda segue como um dos principais desafios do país. O IDHM relacionado à renda apresentou crescimento menor que os demais indicadores e sofreu impacto direto da crise econômica iniciada em 2015 e da pandemia de Covid-19. Entre os estados brasileiros, todas as unidades federativas alcançaram patamar de alto ou muito alto desenvolvimento humano em 2024. Ainda assim, permanecem diferenças regionais importantes entre Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. O relatório destaca que a expectativa de vida, renda domiciliar e acesso ao ensino superior continuam apresentando diferenças expressivas entre os estados brasileiros, especialmente entre o Distrito Federal e unidades do Norte e Nordeste.
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Data será celebrada em 12 de março, em homenagem à primeira vítima registrada no país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, estabelece 12 de março como a data da homenagem, em referência à primeira vítima oficial da doença no país, a técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano. O objetivo principal da medida é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil e incentivar a reflexão sobre os impactos da crise sanitária.
- Durante o evento, Lula criticou a condução da pandemia pelo governo anterior, mencionando a disseminação de desinformação e declarações contrárias às vacinas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatizou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação para futuras emergências, além de buscar fortalecer políticas públicas de prevenção e assistência. Padilha também destacou o recente crescimento dos índices de vacinação infantil, que voltaram a superar 90% em diversas campanhas.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto e reuniu autoridades, profissionais da saúde e familiares de vítimas da pandemia. A data escolhida para a homenagem será 12 de março, em referência à morte da técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano, considerada a primeira vítima da doença registrada oficialmente no país. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado. Segundo o governo federal, o objetivo é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil. Durante o evento, Lula voltou a criticar a condução da pandemia pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente afirmou que houve disseminação de desinformação durante o período mais crítico da crise sanitária e citou declarações contrárias às vacinas e ao isolamento social. “Temos que dizer em alto e bom som a quantidade de médicos que receitavam cloroquina”, afirmou Lula durante o discurso. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação do país para futuras emergências sanitárias. Segundo Padilha, o governo também busca ampliar o debate sobre assistência às famílias afetadas pela covid-19 e fortalecer políticas públicas de prevenção. No mês passado, o Ministério da Saúde inaugurou o Memorial da Pandemia no Centro Cultural do Ministério da Saúde. O espaço homenageia as vítimas da doença e foi reaberto após obras de recuperação. Durante a cerimônia, Padilha também afirmou que os índices de vacinação infantil voltaram a crescer nos últimos anos. De acordo com o ministro, a cobertura vacinal no país ultrapassou 90% em diversas campanhas após queda registrada durante o governo anterior.
Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026
Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026
Vítima é um homem de 46 anos que teve contato com roedores em área rural
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou a primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026. O caso foi registrado em Carmo do Paranaíba, no interior do estado, e a vítima é um homem de 46 anos que trabalhava em área de lavoura e tinha histórico de contato com roedores silvestres.
- O hantavírus é transmitido principalmente pelo contato com fezes, urina ou saliva de roedores infectados. O Ministério da Saúde informou que os casos registrados no Brasil não têm relação com o surto internacional monitorado pela Organização Mundial da Saúde.
Foto: Reprodução | Reuters
A Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou a primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026. O caso foi registrado em Carmo do Paranaíba, no interior do estado. A vítima é um homem de 46 anos que trabalhava em área de lavoura e tinha histórico de contato com roedores silvestres. A morte ocorreu em fevereiro, e o diagnóstico foi confirmado pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). Segundo as autoridades, trata-se de um caso isolado, sem ligação com outros registros da doença no país. O hantavírus é transmitido principalmente pelo contato com fezes, urina ou saliva de roedores infectados. Em humanos, pode causar dificuldade para respirar, tosse seca, queda de pressão e aceleração dos batimentos cardíacos. Não há vacina ou tratamento específico. Nos últimos dias, um surto da doença foi identificado no navio polar MV Hondius, que seguia viagem pela África. Três mortes foram confirmadas entre passageiros, e outros infectados permanecem internados em estado grave. Equipes internacionais investigam onde ocorreu a contaminação. O Ministério da Saúde informou que os casos registrados no Brasil não têm relação com o surto internacional monitorado pela Organização Mundial da Saúde. Em 2025, o país contabilizou 35 casos de hantavirose. Em 2026, até agora, foram confirmados sete.
Casa Branca confirma encontro entre Lula e Trump na quinta-feira
Casa Branca confirma encontro entre Lula e Trump na quinta-feira
Reunião deve tratar de temas econômicos e de segurança, segundo governo dos EUA
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Casa Branca confirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, receberá o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva na próxima quinta-feira. A expectativa é que Lula viaje na quarta e retorne ao Brasil na sexta, após discutir 'assuntos econômicos e de segurança de interesse comum'. O governo brasileiro ainda aguarda o comunicado oficial.
- A visita foi confirmada após meses de espera. Lula já havia mencionado a possibilidade de um encontro no início do ano, mas a visita prevista para março não ocorreu. Após o início da guerra contra o Irã, as conversas foram retomadas nas últimas semanas.
Foto: Daniel Torok | Casa Branca
A Casa Branca confirmou nesta terça‑feira (5) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receberá o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na próxima quinta‑feira (7). A expectativa é que Lula viaje na quarta e retorne ao Brasil na sexta. A confirmação foi feita por um funcionário do governo norte‑americano ao jornal Folha de São Paulo. Segundo ele, os dois presidentes devem discutir “assuntos econômicos e de segurança de interesse comum”. Lula já havia mencionado a possibilidade de um encontro no início do ano. Uma visita prevista para março não ocorreu. Após o início da guerra contra o Irã, diplomatas afirmam que as conversas para uma reunião entre os líderes perderam ritmo, mas foram retomadas nas últimas semanas. Apesar da confirmação dos Estados Unidos, o governo brasileiro ainda aguarda o comunicado oficial. Integrantes da comitiva de Lula já estão em Washington para preparar a agenda. Nesta terça, o vice‑presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil pretende propor um acordo de cooperação no combate ao crime organizado transnacional. Segundo ele, o tema já havia sido tratado anteriormente entre os dois presidentes. “É um assunto extremamente relevante. Podemos avançar em áreas como controle de fluxo financeiro e investigação”, disse Alckmin em entrevista à GloboNews. A agenda completa da visita deve ser divulgada pelo governo brasileiro após a confirmação formal do encontro.
Centro de Umbanda é invadido pela oitava vez em seis meses em Guanambi
Centro de Umbanda é invadido pela oitava vez em seis meses em Guanambi
Local foi vandalizado durante a madrugada; suspeito foi conduzido à delegacia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Centro de Umbanda São Jorge Guerreiro, em Guanambi, Bahia, foi invadido e vandalizado pela oitava vez em seis meses. O suspeito foi identificado e conduzido à delegacia, e o centro será fechado por tempo indeterminado.
Foto: Reprodução | Folha do Vale
O Centro de Umbanda São Jorge Guerreiro, em Guanambi, no sudoeste da Bahia, foi invadido e vandalizado na madrugada de domingo (3). Este foi o oitavo ataque ao espaço religioso em cerca de seis meses. A casa funciona há quase 80 anos e, segundo a direção, os episódios de violência começaram há aproximadamente um ano, incluindo uma ocorrência em que símbolos nazistas foram pichados no local. Imagens de câmeras de segurança mostram que o mesmo homem entrou no centro duas vezes: na noite de sábado (2) e novamente na madrugada de domingo. Para acessar o interior, ele quebrou uma janela de vidro. De acordo com a direção, o suspeito furtou o motor de uma geladeira, um caldeirão de alumínio e tentou levar um bebedouro, mas não conseguiu. Baldes, produtos de limpeza e artigos religiosos também foram levados. Itens sagrados, como pratos de barro, foram destruídos. Por causa dos danos, o centro ficará fechado por tempo indeterminado. A polícia informou que o suspeito foi localizado e conduzido à delegacia, mas não detalhou se ele permaneceu preso ou se responderá em liberdade. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF
Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF
Indicado recebeu 42 votos contrários e não alcançou maioria necessária
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do STF, com 42 votos contrários. A escolha do governo agora será encaminhada para um novo nome. A rejeição de um indicado ao STF é um fato raro, com a última vez tendo ocorrido em 1894.
- A votação ocorreu em plenário, de forma secreta, e terminou com 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção. O governo agora deverá encaminhar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso.
Foto: Brenno Carvalho | Agência O Globo
O Senado rejeitou, na noite desta quarta-feira (29), a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A votação ocorreu em plenário, de forma secreta, e terminou com 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção. Para ser aprovado, o indicado precisava de 41 votos, que representam a maioria absoluta da Casa. Com o resultado, a mensagem presidencial foi arquivada. O governo agora deverá encaminhar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso. Mais cedo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) havia aprovado a indicação por 16 votos a 11. Durante a sabatina, Messias respondeu a questionamentos sobre temas jurídicos e posicionamentos pessoais. A rejeição de um indicado ao STF é um fato raro. Segundo registros históricos, a última vez que o Senado recusou nomes para a Corte foi em 1894, quando cinco indicações foram barradas durante o governo de Floriano Peixoto. Messias era o terceiro nome enviado pelo governo ao Supremo neste mandato. Antes dele, Cristiano Zanin e Flávio Dino foram aprovados e tomaram posse.
Argentina libera jornada de até 12 horas; Brasil discute fim da escala 6×1
Argentina libera jornada de até 12 horas; Brasil discute fim da escala 6×1
Mudanças trabalhistas seguem caminhos opostos nos dois países
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Argentina adotou novas regras trabalhistas em favor da produtividade, permitindo jornadas de até 12 horas por dia, enquanto o Brasil discute a redução da carga semanal com o fim da escala 6×1. As medidas geram incerteza entre empresas e empregados e podem afetar a competitividade regional.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A Argentina e o Brasil seguem caminhos opostos na legislação trabalhista. Enquanto os argentinos passam a permitir jornadas de até 12 horas por dia, o Brasil discute a redução da carga semanal com o fim da escala 6×1. A decisão da Justiça argentina atende a pontos centrais da reforma defendida pelo governo de Javier Milei. O limite semanal de 48 horas foi mantido, mas agora é possível concentrar períodos de descanso e ampliar a carga diária, desde que haja acordo coletivo. A medida também endurece regras para greves em setores essenciais, como saúde e educação. Para sindicatos, como a CGT, as mudanças representam perda de direitos históricos e podem afetar a saúde dos trabalhadores. A entidade anunciou que vai recorrer da decisão, que pode chegar à Suprema Corte nos próximos meses. Até lá, as novas regras já podem ser aplicadas, gerando incerteza entre empresas e empregados. No Brasil, o debate segue em sentido contrário. Uma proposta de emenda à Constituição prevê o fim da escala 6×1, que obriga seis dias de trabalho para um de descanso. Modelos como 5×2 ou 4×3 estão em discussão, alinhados a tendências globais que buscam mais qualidade de vida e produtividade. Especialistas apontam que o contraste entre as duas maiores economias do Mercosul pode impactar a competitividade regional. Enquanto na Argentina há expectativa de aumento da produtividade, no Brasil defensores da redução da jornada afirmam que mais tempo livre pode impulsionar setores como lazer, educação e consumo interno.
Governo Federal anuncia R$ 10 bilhões em crédito para modernizar máquinas agrícolas
Anúncio foi feito durante a Agrishow; pacote inclui financiamento com juros menores e negociação de débitos do setor.
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Foto: Cadu Gomes | VPR
O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou neste domingo (26), durante a Agrishow, uma nova linha de crédito de R$ 10 bilhões para financiar máquinas e equipamentos agrícolas.O recurso faz parte do programa MOVE Brasil e será destinado à compra de tratores, colheitadeiras e implementos. A operação deve começar em até três semanas, com juros reduzidos.O financiamento poderá ser feito diretamente pela Finep ou por meio de parceiros, como cooperativas, bancos privados e o Banco do Brasil.Além do crédito, Alckmin afirmou que o governo prepara um programa para renegociação de dívidas do setor rural. A medida deve contemplar tanto produtores inadimplentes quanto aqueles que estão em dia com suas obrigações.Segundo o vice-presidente, o objetivo é ampliar a capacidade de investimento e fortalecer a competitividade do agronegócio.O anúncio ocorre em meio à Ribeirão Preto, onde a feira reúne produtores, empresas e autoridades do setor.
Pesquisa aponta que 86% apoiam exame toxicológico para CNH A e B
Pesquisa aponta que 86% apoiam exame toxicológico para CNH A e B
Levantamento nacional ouviu 2 mil pessoas; exigência ainda depende de regulamentação.
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Uma pesquisa nacional apontou que 86% dos brasileiros são favoráveis à exigência de exame toxicológico para quem busca a primeira habilitação nas categorias A e B. O levantamento foi encomendado pela Associação Brasileira de Toxicologia e realizado pelo Ipsos-Ipec, com 2 mil entrevistados em 129 municípios. Os resultados foram divulgados na sexta-feira (24).A exigência foi incluída no Código de Trânsito Brasileiro pela Lei 15.153/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar disso, a regra ainda não está sendo aplicada e depende de regulamentação. Hoje, o exame já é obrigatório para motoristas profissionais das categorias C, D e E.Segundo a pesquisa, o apoio ao exame é alto em todas as regiões do país, passando de 80% em todos os recortes. O índice chega a 91% entre pessoas com ensino superior. Para 68% dos entrevistados, a medida pode ajudar no combate ao crime organizado. Outros 69% acreditam que a exigência pode reduzir casos de violência doméstica ligados ao uso de álcool e drogas.Apesar da aprovação popular, o Ministério dos Transportes informou que a medida ainda está em análise técnica. Estudos avaliam impactos como custo ao cidadão, capacidade dos laboratórios e efeitos na segurança viária. Até a conclusão dessa etapa, o governo orienta que os Detrans não exijam o exame para categorias A e B.A discussão ganhou força após a derrubada de veto no Congresso Nacional, que garantiu a validade da lei no fim de 2025. Especialistas defendem que o modelo já aplicado a motoristas profissionais pode ser replicado. Dados da Polícia Rodoviária Federal indicam redução de acidentes após a adoção do exame em categorias de transporte pesado.
Congresso dos EUA aponta base militar chinesa “não oficial” em Salvador
Congresso dos EUA aponta base militar chinesa “não oficial” em Salvador
Documento afirma que estrutura em Salvador analisaria dados de satélites e poderia ter uso dual, civil e militar.
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Um relatório do Congresso dos Estados Unidos afirma que a China mantém uma base classificada como “não oficial” no Brasil, com sede em Salvador. Segundo o documento, a chamada Estação Terrestre de Tucano operaria nas instalações da empresa brasileira Ayla Space, em parceria com a chinesa Beijing Tianlian Space Technology, com foco na análise de dados de satélites. A informação foi divulgada pelo Poder360.O texto sustenta que a estrutura na capital baiana permitiria à República Popular da China identificar ativos militares estrangeiros e rastrear objetos espaciais em tempo real na América do Sul. Para os autores, a presença em Salvador poderia ainda influenciar a doutrina espacial militar brasileira e consolidar posição estratégica em área considerada sensível para a segurança dos Estados Unidos.O relatório menciona também o Laboratório Conjunto China-Brasil para Radioastronomia, instalado na Paraíba, como outra iniciativa de cooperação espacial no país. O Congresso norte-americano afirma acompanhar esses projetos sob o argumento de que tecnologias espaciais têm uso dual, civil e militar. O documento aponta que a China mantém ao menos dez instalações semelhantes na América do Sul.
CMN autoriza mais R$ 8 bi de empréstimo aos Correios
CMN autoriza mais R$ 8 bi de empréstimo aos Correios
Nova operação completa plano de R$ 20 bilhões da estatal e eleva teto de crédito público para 2026.
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O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou nesta quinta-feira (26) os Correios a contratar mais R$ 8 bilhões em operações de crédito. A decisão ocorre dois meses após a aprovação de um empréstimo de R$ 12 bilhões. Com a nova autorização, a estatal completa um plano de financiamento de R$ 20 bilhões. As duas operações serão concedidas por um consórcio de bancos públicos e privados e contam com garantia da União. Em caso de inadimplência, o Tesouro Nacional cobre os valores.Os R$ 8 bilhões foram enquadrados em um sublimite criado pelo CMN, órgão responsável por fixar quanto União, estados, municípios e estatais podem contratar no sistema financeiro. Com a medida, o limite total de crédito para entes públicos em 2026 subiu de R$ 15,625 bilhões para R$ 23,625 bilhões. Além de criar o espaço específico para os Correios, o colegiado redistribuiu limites destinados a estados e municípios.Segundo o Ministério da Fazenda, a realocação prioriza financiamentos vinculados ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e a projetos de parcerias público-privadas (PPP). Nas operações com garantia da União, o sublimite geral para estados e municípios caiu de R$ 9 bilhões para R$ 5 bilhões. Foram criados dois novos sublimites de R$ 2 bilhões cada: um para projetos do Novo PAC e outro para PPPs.Sem garantia da União, o sublimite geral foi reduzido de R$ 6 bilhões para R$ 4 bilhões. Também foi aberto um espaço de R$ 2 bilhões para operações vinculadas ao Novo PAC. Tradicionalmente, o CMN define em janeiro os limites de crédito para os 11 meses seguintes. Em razão da primeira operação de R$ 12 bilhões para os Correios, os parâmetros de 2026 foram fixados excepcionalmente em dezembro de 2025.























