Caetité: por contratação de mão de obra local, trabalhadores fazem protesto em frente à empresa LT Sul
Por: Jorge Santana e Redação
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Foto: Jorge Santana | Sudoeste Bahia
- Na manhã desta terça-feira (25), trabalhadores caetiteenses realizaram um protesto em frente à empresa LT Sul, do ramo de energia eólica, que está operando em Caetité. Segundo informações colhidas pela reportagem do site Sudoeste Bahia (SB), a LT Sul possui em seu quadro 47 trabalhadores sem especialização, o que inclui pedreiros, operadores de motosserra, entre outras, mas nenhum dos colaboradores é nativo, o que está gerando revolta por parte da população. Segundo um dos manifestantes, a contratação de trabalhadores nativos foi uma das promessas de campanha do então candidato a prefeito Valtécio Aguiar (PDT). “A gente também está cobrando do prefeito, pois ele prometeu nos palanques que quando chegassem as empresas na cidade de Caetité, ele não iria deixar a empresa trazer o pessoal de fora para cidade, e q iria contratar o pessoal do local, pois isso é uma situação triste, porque muita gente passando por problemas financeiros e que precisa do emprego, quando a gente vai correr atrás do emprego, o pessoal não consegue por quanta que a empresa já trouxe o pessoal de fora. A gente precisa tomar algumas atitudes para os trabalhadores da cidade”, disse. Até o momento, a empresa LT Sul ainda não se manifestou sobre o caso. Outro questionamento feito pelo jornalismo do SB, diz respeito à existência de uma comissão para acompanhar a contratação de trabalhadores da localidade onde o empreendimento está instalado, pois em muitos casos, diversas concessões fiscais são feitas pelo poder público.
BR-116: trechos interditados por caminhoneiros são desbloqueados pela polícia
Por: Luciane Freire
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Foto: Divulgação | PRF
- As polícias Militar e Rodoviária Federal liberaram, na manhã desta quinta-feira (9), dois trecos da BR-116 que estavam ocupados por caminhoneiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As interdições foram desmontadas, nos KMs 417 e 421 da BR-116. Não houve prisão ou qualquer tipo de condução para unidades da Polícia Civil. Transportadores de cargas contrários à manifestação e veículos de passeio já transitam nos locais. A PM e a PRF negociam também os desbloqueios, de forma integrada, nas rodovias BR-101 (nas cidades de Eunápolis, Itamaraju e Nova Viçosa), BR-242 (nas cidades de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães), BR-349 (na cidade de Correntina) e BR-030 (na cidade de Brumado). "Ativamos o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no Centro de Operações e Inteligência (COI), e estamos com as forças estaduais e federais monitorando as liberações das rodovias, garantindo a circulação de veículos", declarou o secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino.
Caminhoneiros bloqueiam trecho da BR-242, no oeste baiano, em apoio ao presidente Bolsonaro
Apenas carros pequenos e transportes maiores com cargas de alimentos perecíveis estão passando pela rodovia
Por: Luciane Freire
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Foto: Reprodução | G1-BA
- Caminhoneiros realizam protestos nesta quarta-feira (8) em dois pontos na BR-242, no oeste da Bahia. Ação faz parte dos atos manifestantes a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um ato acontece na saída da cidade de Luís Eduardo Magalhães, sentido Barreiras. O outro ocorre na saída de Barreiras, sentido Salvador. Em ambos trechos, apenas carros pequenos e transportes maiores com cargas de alimentos perecíveis estão passando pela rodovia. Também são realizados protestos da categoria em trechos de rodovias em Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Maranhão, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) dos Estados.
Brumado registra protesto contra Bolsonaro neste sábado
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | Redes Sociais
- A cidade de Brumado registrou protestos contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta sábado (24). Na capital do minério, centenas de pessoas foram às ruas para pedir o impeachment do presidente, além de reivindicarem o auxílio emergencial de R$ 600, bem como o aceleramento do processo de vacinação contra a Covid-19. Nos cartazes e faixas, as mensagens faziam menção aos quase de 550 mil brasileiros mortos pela Covid, além de classificarem o presidente como genocida. Os manifestantes reclamaram também sobre o preço da gasolina, do gás de cozinha e dos alimentos. Com gritos de “vacina, trabalho e fora Bolsonaro”, os participantes circularam pelas ruas do Centro de Brumado, todos fazendo uso de máscara, sendo que os organizadores distribuíram álcool em gel para higienização das mãos. Estavam entre os participantes, jovens, estudantes acadêmicos, profissionais liberais, adolescentes e militantes de movimentos sociais, pessoas ligadas à religião de matriz africana, dentre outros. Em relação a partidos políticos presentes no movimento, muitos manifestantes empunhavam a bandeira do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).
Anúncio de privatização mobiliza funcionários dos Correios contra Bolsonaro
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | Sincotelba
- Com a proposta do Ministério da Economia para a privatização dos Correios avançando pela Câmara, os trabalhadores da empresa pública seguem se manifestando contra a decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). "Já fizemos vários abaixo-assinados e passeatas porque entendemos que a privatização dos Correios faz mal não só aos trabalhadores como também à população em geral", afirma Adailton Fiuza, representante do sindicato da categoria na Bahia (Sincotelba). Segundo Fiuza, os profissionais vão participar da manifestação contra o presidente que está prevista para o dia 24, assim como participaram nas últimas que ocorreram no dia 2 e 3 deste mês. "A batalha está sendo árdua e estamos nessa luta. Estamos em todas as manifestações e passeatas com os cartazes informando a necessidade do Correio", conta. "A permanência do Correio público faz a ligação em todos os cantos do Brasil e é a única empresa federal que está em todos os municípios. O Correio é responsável pela entrega de livros didáticos, remédios, apoia na transferência dos bancos sanguíneos, e quem garante que a empresa que comprar os Correios vai manter aquela agência lá no Amazonas, nas comunidades ribeirinhas? Como o governo vai fazer para essas empresas transportarem as urnas eletrônicas? Não tem a confiabilidade da empresa pública".
Vitória da Conquista registra manifestações contra Bolsonaro
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Blog do Anderson
- A cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, registrou protestos contra o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido), na manhã de sábado (03). O ato se somou a centenas de manifestações que ocorreram por todo país. Munidos de máscara e álcool em gel, os manifestantes saíram em caminhada do Centro Glauber Rocha e se concentraram na Estação Herzem Gusmão, onde gritaram palavras de ordem e exibiram cartazes com mensagens que faziam alusão às pessoas mortas pela Covid-19, que de acordo com o movimento, Bolsonaro é o principal responsável. Em Conquista, os participantes da manifestação também pediram o impeachment do mandatário, o aceleramento do processo de vacinação e auxílio emergencial de R$ 600.
Foto: Reprodução | Blog do Anderson
Entre os participantes, a maioria eram jovens, universitários, integrantes de movimentos sociais e partidos de esquerda, mas a manifestação também contou com pessoas de outros espectros políticos e até mesmo com ex-eleitores do presidente. Entre os presentes, estava o deputado federal Waldenor Filho (PT), que de acordo com o Blog do Anderson, afirmou que o governo é responsável pela maior crise sanitária da história do país. “As pessoas estão vindo para as ruas porque o verme é mais letal que o vírus. É o reconhecimento de que esse governo genocida e negacionista, que levou o país à maior crise de suas história recente e, pior que isso, a maior perda de cidadãos brasileiros, com mais de 500 mil vidas ceifadas pela Covid-19”, disse o deputado. Os organizadores não estimaram a quantidade de público presente na manifestação.
Sete cidades baianas já confirmaram protestos contra Bolsonaro no sábado
Por: Alexandre Santos
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Foto: Reprodução | DW
- Partidos de oposição, movimentos sociais e centrais sindicais farão, no próximo sábado (19), mais uma mobilização nacional para pedir, dentre outras pautas, o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia. Segundo os organizadores, o objetivo é que os atos sejam maiores que os protestos do dia 29 de maio e tenham ampla adesão nas grandes cidades do país, dentre as quais as principais capitais. Na Bahia, além de Salvador, municípios como Feira de Santana, Paulo Afonso, Jequié e Jacobina já confirmaram participação nos eventos (veja abaixo a lista das cidades). Na capital baiana está prevista uma passeada, a partir das 14h, com saída do Largo do Campo Grande até o Farol da Barra. Sob o mote "Fora, Bolsonaro", os protestos também se posicionarão contra os cortes na educação, a reforma administrativa e as privatizações. Representantes dos movimentos envolvidos orientam, no entanto, que quem for às ruas use máscara, álcool em gel e mantenha o distanciamento social durante as manifestações. "Sabemos dos riscos da pandemia. Riscos a que se submete a maioria do povo todos os dias na batalha pela sobrevivência. Riscos que só são superados pela presença nefasta de Bolsonaro à frente do governo. Por isso podemos e devemos participar, tomando todos os cuidados para evitar contaminação. Aqueles que não tiverem condições de ir às ruas, devem se manifestar de onde estiverem, nas redes, nas janelas, nos portões", diz um texto do Partido dos Trabalhadores dirigidos à militância. Abaixo, as cidades baianas com atos já confirmados: BA – Salvador – Largo do Campo Grande até Farol da Barra | 14h; BA – Jacobina – Praça do Garimpeiro | 8h30; BA – Jequié – Praça Ruy Barbosa | 9h; BA – Feira de Santana – (horário e local não informados); BA – Paulo Afonso – Carreata | 9h (local não informado); BA – São Luís do Curu – saída de ônibus rumo à Fortaleza (horário e local não informados); BA – Serrinha – Carreata | 14h (local não informado).
Planalto não comenta, mas sentiu as manifestações do último sábado
Manifestantes reivindicaram a vacina, auxílio emergencial de R$ 600 e pediram a saída do presidente Jair Bolsonaro
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- O Palácio do Planalto decidiu não comentar sobre os protestos ocorridos no último sábado (29). Apesar da rede bolsonarista ter ironizado as manifestações com memes e até mesmo com fake news, na verdade, segundo jornalistas que acompanham os bastidores da política em Brasília, Jair Bolsonaro e seus apoiadores sentiram o baque. Desde o início do governo Bolsonaro, esta foi a primeira vez que protestos de rua foram convocados, em meio a pandemia. No entanto, apesar de ter sido ignorado pelo Planalto, o que se viu foram ruas de pelo menos 22 cidades sendo tomadas por manifestantes que reivindicavam a vacina, o auxílio emergencial de R$ 600 e o impeachment de Bolsonaro. Tudo isso em um momento em que a CPI da Pandemia tem jogado luz em supostas negligências do Governo Federal relacionadas a gerência da pandemia, bem como a recusa na compra de vacinas. Os protestos de sábado contaram, em parte, com a participação, principalmente, dos partidos políticos de oposição ao governo, mas foram organizados por movimentos sociais, a exemplo da Frente Povo Sem Medo. Participaram do movimento a presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, Guilherme Boulos do Psol, Glauber Braga, do mesmo partido, além de outras lideranças. Por parte dos analistas políticos, existem diversas interpretações das manifestações. Alguns afirmam que a polarização entre Lula e Bolsonaro foi cravada e outros dizem que uma centelha para o impedimento do presidente pode ter surgido. No entanto, o que é consenso entre eles, é que se atos desta natureza continuarem acontecendo, o chefe do Executivo nacional poderá chegar totalmente em frangalhos em 2022, já que uma possível aceitação de pedido de impeachment, por parte de Arthur Lira (PP), presidente da Câmara, ainda é algo pouco provável.
Caetité: cidade foi palco de protestos contra cortes na educação e Reforma da Previdência
Por: Willian Silva
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Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Segundo o presidente Jair Bolsonaro, os manifestantes “a maioria é militante” e “não tem nada na cabeça”, em entrevista nos EUA
Na manhã desta quarta-feira (15) ocorreram atos e manifestações em todo o país contra o corte de 30% das verbas destinadas às universidades bem como contra a Reforma da Previdência que está prestes a ser aprovada pelo governo federal. Segundo o G1, ao menos, 149 cidades realizaram as manifestações. O presidente Jair Bolsonaro chamou de “idiotas úteis” os manifestantes e afirmou que “a maioria é militante”, durante entrevista em Dallas, no Texas, em evento o qual Bolsonaro será homenageado. "A maioria ali é militante. É militante. Não tem nada na cabeça. Se perguntar 7 x 8 não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil", afirmou Bolsonaro nesta quarta, durante visita ao Texas (EUA). Em Caetité, os movimentos estudantis, partidos de oposição ao governo, associação de professores universitários, sindicatos e populares também realizaram manifestação em um dos pontos mais movimentados da cidade, a Praça do Mercado. O evento reuniu em torno de 300 pessoas e seguiram o mote do que era proclamado em quase todo o país.
Foto | Willian Silva | Sudoeste Bahia
Em entrevista ao Sudoeste Bahia, Vagnelson Ribeiro, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Caetité, afirmou que a Reforma da Previdência não é seletiva. “A Reforma da Previdência ela atinge a todos os trabalhadores. De ricos a pobres. Porém os pobres são os mais atingidos. A Reforma da Previdência não vem pra tirar privilégios dos ricos e dar benefícios para os pobres. É o contrário. Tanto é, que a gente está aqui pra denunciar isso.” Segundo Ribeiro, os protestos em Caetité são ecos do demais que se manifestam contra as medidas tomadas pelo governo, sobretudo contra a educação, que está sendo afetada. “Nós estamos fazendo coro aqui em prol da educação. Por que essa educação irá atingir a todos. O futuro de um país passa pela educação”. Durante o protesto, os manifestantes fizeram coro de “Governador, que baixaria, a educação não é mercadoria”, numa clara alusão aos cortes que Rui Costa vêm fazendo nas universidades e escolas estaduais incorrendo, inclusive, no fechamento de algumas unidades desta última na capital e em algumas cidades do interior.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Gisele Santos, representando a classe estudantil e os docentes das universidades e escolas estaduais, disse que o momento que a Bahia está vivendo bem como o Brasil terá reverberação no futuro. “O que a gente está vislumbrando para o futuro é uma crise profunda no sistema educacional em todos os âmbitos, municipal, estadual e federal. Nos Estados, o que a gente tem assistido esses anos com os cortes absurdos do governo Rui Costa é o fechamento de escolas, é a tentativa de tirar as escolas dos trabalhadores, das comunidades, dos distritos.” A representante ainda informou que o Colégio Estadual Tereza Borges foi cogitado a ser fechado pelo governo da Bahia, mas não disse quando. “Aqui em Caetité, tivemos a tentativa de fechar o Colégio Tereza Borges, mas a gente está tentando manter uma escola com ensino fundamental de qualidade. Nós estamos realizando um trabalho excepcional junto à sociedade e a sociedade tem esse reconhecimento do nosso trabalho. Os municípios não tiveram a mesma sorte, onde soubemos de casos de escolas fechadas. A constituição garante uma escola pública perto da sua casa. E isso não está sendo garantido. Estamos lutando para conseguir uma escola de qualidade para as nossas crianças.” Logo mais à noite, as 19h, ocorrerá um debate sobre a Reforma da Previdência no auditório da Uneb de Caetité. Quem falará sobre o tema será o advogado Rafael Bonfim. O evento é aberto ao público.























