Na Bahia, 283 servidores que não se vacinaram serão afastados por 90 dias
Entre eles, estão 141 funcionários da Polícia Militar e 38 da Secretaria de Educação.
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Foto: Reprodução
- As portarias que estabelecem o afastamento de 283 servidores do governo da Bahia foram publicadas na quinta-feira (20). O texto determina o prazo de 90 dias de desligamento, prorrogável por igual período. As faltas serão contabilizadas e, portanto, descontadas. A determinação ocorreu após o descumprimento de instruções e decretos governamentais, ambas da Secretaria da Administração (Saeb). Foram afastados servidores da Secretaria da Educação (38), Uneb (34), Uesb (22), Fundac (8), Irdeb (3), Secretaria de Administração Penitenciária (8), Polícia Civil (8), Polícia Militar (141), Departamento de Polícia Técnica (1), Secretaria da Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (1), Secretaria da Saúde (15), Secretaria de Desenvolvimento Econômico (1) e Secretaria da Fazenda (3).
Bahia: Funcionários são feitos de reféns durante assalto à fazenda
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Um grupo armado assaltou uma fazenda na cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, e durante o crime fez seis funcionários de reféns. O fato aconteceu na tarde de domingo (17), numa localidade conhecida como Estrada do Café. Segundo informações do site G1, 120 toneladas de milho foram roubadas, mas ninguém ficou ferido. Ainda segundo o G1, o grupo amarrou os reféns em um cômodo da fazenda, mas por volta da meia noite, parte deles foram obrigados a ajudarem os bandidos a carregarem o caminhão que foi usado para transportar a mercadoria roubada. A Polícia ainda não tem pistas sobre os assaltantes.
Anúncio de privatização mobiliza funcionários dos Correios contra Bolsonaro
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | Sincotelba
- Com a proposta do Ministério da Economia para a privatização dos Correios avançando pela Câmara, os trabalhadores da empresa pública seguem se manifestando contra a decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). "Já fizemos vários abaixo-assinados e passeatas porque entendemos que a privatização dos Correios faz mal não só aos trabalhadores como também à população em geral", afirma Adailton Fiuza, representante do sindicato da categoria na Bahia (Sincotelba). Segundo Fiuza, os profissionais vão participar da manifestação contra o presidente que está prevista para o dia 24, assim como participaram nas últimas que ocorreram no dia 2 e 3 deste mês. "A batalha está sendo árdua e estamos nessa luta. Estamos em todas as manifestações e passeatas com os cartazes informando a necessidade do Correio", conta. "A permanência do Correio público faz a ligação em todos os cantos do Brasil e é a única empresa federal que está em todos os municípios. O Correio é responsável pela entrega de livros didáticos, remédios, apoia na transferência dos bancos sanguíneos, e quem garante que a empresa que comprar os Correios vai manter aquela agência lá no Amazonas, nas comunidades ribeirinhas? Como o governo vai fazer para essas empresas transportarem as urnas eletrônicas? Não tem a confiabilidade da empresa pública".























