PF intima Flávio a entregar passaporte; senador diz que vai pedir cassação de chapa do PT
Senador derrotado na disputa presidencial criticou decisões do STF após ser intimado pela Polícia Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) declarou que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a derrota nas eleições presidenciais. A fala vem um dia depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes e ficar proibido de viajar por decisão judicial, além de enfrentar restrições de contato com o advogado investigado por lavagem de dinheiro.
- Flávio acusa o governo federal e o STF de interferências e gastos públicos que, segundo ele, desequilibraram a disputa, e anuncia que liderará a oposição do PL no Congresso. A defesa ainda pode recorrer das medidas judiciais enquanto o caso avança nas investigações do Supremo Tribunal Federal.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que pretende solicitar a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita um dia após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais. Horas antes, o parlamentar informou ter sido intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e ficou proibido de deixar o país por decisão judicial. Flávio foi derrotado por Lula em uma disputa apertada. O petista venceu com 51,79% dos votos, o equivalente a 64,2 milhões de eleitores, enquanto o candidato do PL somou 48,21%, cerca de 59,8 milhões de votos. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador agradeceu aos apoiadores e voltou a questionar a lisura do processo eleitoral, apesar de não apresentar provas para as alegações. O parlamentar também não fez um reconhecimento direto da derrota nas urnas. “Vou pedir a cassação da chapa do Lula por todos os abusos cometidos durante a campanha”, declarou. Mudança de estratégia - A nova manifestação representa uma mudança de discurso. Na noite da eleição, Flávio havia afirmado que buscaria a anulação do pleito. Agora, o foco passou a ser um pedido de cassação da chapa vencedora. O senador acusa o governo federal de ter provocado desequilíbrio eleitoral por meio de gastos públicos realizados ao longo do ano. Segundo ele, as medidas econômicas anunciadas pela gestão petista teriam influenciado diretamente o resultado da disputa. As críticas também foram direcionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio voltou a contestar decisões da Corte e afirmou que o ambiente eleitoral foi marcado por interferências que, segundo ele, prejudicaram sua campanha. Intimação da PF - Durante o pronunciamento, o senador revelou que foi intimado pela Polícia Federal após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília. Segundo Flávio, a decisão judicial determinou a entrega dos passaportes e impôs restrições para viagens internacionais. Ele afirmou que a medida teria sido baseada em declarações atribuídas ao deputado Eduardo Bolsonaro sobre uma possível saída do país em caso de derrota eleitoral. O parlamentar negou ter defendido essa possibilidade e questionou os fundamentos da decisão. Apesar das críticas, disse que cumprirá a ordem judicial e entregará os documentos exigidos pelas autoridades. Oposição ao próximo governo - Mesmo sem reconhecer formalmente o resultado das urnas, Flávio Bolsonaro sinalizou que pretende assumir um papel de liderança na oposição ao novo mandato de Lula. O senador afirmou que irá reunir parlamentares do PL para organizar a atuação do partido no Congresso Nacional a partir do próximo ano. Segundo ele, o grupo pretende fiscalizar as ações do governo e atuar de forma coordenada contra pautas consideradas prejudiciais pela legenda. Investigação e novas restrições - A decisão judicial também proibiu Flávio de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro. Tomaz teve bens bloqueados e valores bilionários sequestrados por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida faz parte de um dos inquéritos que tramitam na Corte e que têm o senador como alvo de investigação. Além das restrições patrimoniais, o advogado também teve passaportes cancelados após decisões relacionadas às apurações conduzidas pela Polícia Federal. O que acontece agora - A defesa de Flávio Bolsonaro ainda poderá recorrer das medidas impostas pela Justiça. Enquanto isso, o senador segue sob as restrições determinadas pelo STF e prepara a ofensiva jurídica que pretende apresentar contra a chapa vencedora das eleições. Nos próximos dias, a expectativa é de que os desdobramentos do caso avancem tanto na esfera eleitoral quanto nas investigações que seguem em andamento no Supremo Tribunal Federal.
PF abre inquérito sobre vazamento de foto de senador em piscina
PF abre inquérito sobre vazamento de foto de senador em piscina
Imagem gravada em celular apreendido pela PF mostrava parlamentar com políticos em mansão; abertura de investigação foi comunicada ao STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar o vazamento de uma fotografia encontrada no celular do senador Weverton Rocha (PDT‑MA), que o mostra ao lado de políticos do Centrão na piscina da casa do advogado Willer Tomaz. A imagem foi extraída pelos peritos durante a análise do aparelho apreendido na operação que investiga supostos desvios no INSS e já foi divulgada pela revista Piauí.
- A apuração interna foi iniciada após representação do próprio parlamentar e comunicada ao STF, com a PF ressaltando que o material integra um inquérito sigiloso ainda não disponibilizado aos advogados. Entre as primeiras diligências está o depoimento do delegado responsável pelo caso.
Foto: Divulgação | Polícia Federal
A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o vazamento de uma fotografia encontrada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA) ao lado de políticos do Centrão na piscina da casa do advogado Willer Tomaz. A imagem havia sido extraída pelos peritos durante a análise do aparelho apreendido na operação que apura suspeitas de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e foi divulgada em reportagem da revista Piauí. A apuração interna foi instaurada após uma representação apresentada pelo próprio parlamentar. Ao formalizar a abertura do procedimento, comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a corporação ressaltou que a foto integrava um inquérito mantido sob sigilo e que o documento ainda não havia sido disponibilizado aos advogados do processo. Uma das primeiras diligências previstas na investigação será o depoimento do delegado responsável pelo caso.
Homem que se diz “imperador das Forças Armadas” tenta entrar no STF
Homem que se diz “imperador das Forças Armadas” tenta entrar no STF
Segundo o STF, ele não foi preso e foi conduzido para a área externa do tribunal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem foi contido nesta quinta‑feira (8) pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília, após se aproximar da marquise do prédio e proferir frases desconexas, identificando‑se como “imperador das Forças Armadas do Brasil”. O indivíduo não foi preso e foi conduzido para a área externa do edifício.
- O episódio ocorre uma semana após outra tentativa de invasão à sede do STF, quando um homem tentou pular as grades, foi detido pela Polícia Judiciária e lançou uma mochila em uma parada de ônibus, mobilizando o esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal, que descartou a presença de explosivos.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
Um homem foi contido nesta quinta-feira (8) pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) após tentar entrar no edifício-sede da Corte, em Brasília. Segundo o STF, o homem se aproximou da marquise do prédio e passou a proferir frases desconexas. Durante o episódio, ele se identificou como “imperador das Forças Armadas do Brasil”. Ainda de acordo com o tribunal, o homem não foi preso e foi conduzido para a área externa do edifício. O caso ocorreu uma semana após outra tentativa de invasão à sede do STF. Na ocasião, um homem foi preso pela Polícia Judiciária, responsável pela segurança interna da Corte, após tentar pular as grades de proteção do prédio. Durante aquela ocorrência, ele também jogou uma mochila em uma parada de ônibus em frente ao Supremo, o que levou à mobilização do esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Após a varredura, os policiais descartaram a presença de explosivos.
Homem é detido após deixar mochila suspeita perto do STF, em Brasília
Homem é detido após deixar mochila suspeita perto do STF, em Brasília
Esquadrão antibomba foi acionado, e duas faixas da Esplanada dos Ministérios foram interditadas durante a perícia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem foi detido pela Polícia Militar do Distrito Federal após deixar uma mochila suspeita nas proximidades do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. O esquadrão antibomba isolou a área, interditou duas faixas da Esplanada dos Ministérios e iniciou a operação Petardo, protocolo para suspeita de artefatos explosivos. Até o momento, o conteúdo da mochila e a motivação do suspeito não foram divulgados.
Foto: Sergio Lima | Poder 360
Um homem foi detido pela Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) na noite desta quinta-feira (1º), após deixar uma mochila suspeita nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Diante da ocorrência, o esquadrão antibomba foi acionado para analisar o objeto. Os policiais isolaram a área e estabeleceram um perímetro de segurança enquanto aguardavam a equipe especializada. Duas faixas da Esplanada dos Ministérios foram interditadas durante a perícia. A operação, denominada Petardo, é um protocolo adotado em situações que envolvem suspeita de bombas, artefatos explosivos ou objetos abandonados em locais públicos que possam representar risco à população. Até o momento, não há informações sobre o conteúdo da mochila ou a motivação do suspeito.
Fux suspende decisão de Dino sobre fake news envolvendo Nossa Senhora Aparecida e Flávio Bolsonaro
Ministro restabeleceu determinação do TSE cassada pelo colega no domingo, 27. X, Meta, TikTok e Google têm 24 horas para cumprir a nova decisão
Por: Redação
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- O ministro Luiz Fux, do STF, suspendeu nesta segunda‑feira a decisão do ministro Flávio Dino que havia derrubado a ordem do TSE para remover publicações contendo a falsa informação de que Flávio Bolsonaro pretende retirar o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.
- Fux restabeleceu as publicações retiradas e deu 24 horas para que plataformas como X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova determinação, ressaltando que a medida é provisória e visa evitar efeitos conflitantes antes do julgamento definitivo no plenário da Corte, em meio à proximidade das eleições.
Foto: Wilton Junior | Estadão
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, no final da noite desta segunda-feira, 28, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito. Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão. Ainda segundo Fux, a medida é provisória e não encerra a discussão de mérito. Para ele, a suspensão é necessária diante da proximidade das eleições e do risco de que decisões sucessivas sobre o mesmo conteúdo produzam efeitos antes da análise definitiva do caso pelo colegiado. A decisão vem após recurso apresentado pelo candidato à Presidência da República pelo PL. Além de solicitar a suspensão dos efeitos da medida tomada por Dino no último domingo, 27, Flávio pediu para o caso ser submetido ao plenário da Corte. Dino justificou a cassação alegando que, com ela, “ficam preservadas a liberdade de expressão e a liberdade religiosa dos que defendem a manutenção da lei que transformou Nossa Senhora de Aparecida em ‘Padroeira do Brasil’”.
Gilmar Mendes quer identificar ministros citados no caso Master
Gilmar Mendes quer identificar ministros citados no caso Master
Ministro diz que identificação é necessária para definir eventuais impedimentos nos processos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Gilmar Mendes, do STF, pediu que sejam identificados todos os ministros da Corte e demais magistrados citados nas investigações envolvendo o Banco Master e o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, para avaliar possíveis impedimentos nos processos.
- Ele defendeu a suspensão do julgamento até que se esclareça o contexto das mensagens extraídas do celular de Vorcaro, ressaltando que a simples menção de um magistrado não indica irregularidade, e citou ainda o pedido de vista feito por Flávio Dino.
Foto: Reprodução
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta segunda-feira (28) que sejam identificados todos os ministros da Corte e outros magistrados citados nas investigações envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O pedido foi apresentado durante a análise de uma investigação relacionada ao ministro Alexandre de Moraes. Para Gilmar, o julgamento deve permanecer suspenso até que o STF saiba quais magistrados aparecem nas mensagens extraídas do celular de Vorcaro e em que contexto foram citados. Segundo o ministro, essas informações são necessárias para verificar se algum integrante da Corte pode estar impedido de participar dos processos relacionados ao caso. A identificação, afirmou, também permitiria avaliar o conjunto das citações antes de uma eventual investigação específica contra Moraes. “Apuração parcial é apuração viciada”, declarou. A menção de um magistrado nas mensagens, por si só, não indica irregularidade, e o objetivo do levantamento seria justamente esclarecer o contexto das citações e eventuais efeitos processuais. Flávio Dino pediu vista do processo em 15 de setembro e tem prazo de 90 dias para devolvê-lo ao julgamento.
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Flávio Dino derruba decisão de Mendonça e libera posts sobre Nossa Senhora
Decisão determina o restabelecimento de publicações removidas sob o mesmo fundamento em meio à campanha eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Ministro Flávio Dino, do STF, anulou nesta domingo (27) a decisão do ministro André Mendonça, do TSE, que havia ordenado a retirada de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida nas redes sociais durante a campanha eleitoral de 2026. A medida foi revertida após pedido do humorista Antonio Tabet, que alegou violação da liberdade de expressão e religiosa, e o STF entendeu que não havia provas suficientes de que o conteúdo referia‑se diretamente ao candidato Flávio Bolsonaro.
- A decisão também determina o restabelecimento de outras postagens removidas pelo mesmo fundamento, gerando debate sobre os limites da censura nas plataformas digitais e o papel das instituições judiciais na disputa eleitoral. O caso destaca a tensão entre a proteção da imagem de candidatos e o direito ao debate político e religioso nas redes sociais.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou neste domingo (27) uma decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia determinado a remoção de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida durante a campanha eleitoral. A decisão foi tomada após pedido do humorista Antonio Tabet, que teve uma postagem retirada da plataforma X. No conteúdo, Tabet escreveu que a “família miliciana” estaria atacando Nossa Senhora Aparecida, sem citar nominalmente o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Segundo a Agência Brasil, Dino considerou que a retirada dependeria de presumir que a expressão usada pelo humorista se referia diretamente ao candidato. Para o ministro, não havia grau suficiente de certeza sobre eventual ilicitude que justificasse a remoção e restrições à liberdade de expressão e religiosa. A decisão de Dino também determina o restabelecimento de outras publicações que tenham sido removidas pelo mesmo fundamento. Mendonça havia determinado a retirada dos conteúdos após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que alegou que as publicações associavam falsamente o candidato à possibilidade de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Flávio nega ter essa intenção. Não há, segundo a apuração publicada pela Folha, declaração conhecida do candidato defendendo a retirada do título. A decisão ocorre em meio à disputa eleitoral de 2026 e ao debate sobre os limites da liberdade de expressão nas redes sociais. Dino afirmou que posições políticas e religiosas podem ser livremente debatidas, enquanto Mendonça havia considerado a remoção necessária diante da proximidade da eleição e do potencial de disseminação do conteúdo.
Fux cobra posição do Senado sobre visitas de Viviane Barci e Vorcaro
Fux cobra posição do Senado sobre visitas de Viviane Barci e Vorcaro
Ação pede dados de acesso de Viviane Barci, Daniel Vorcaro e outras pessoas ao Senado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do STF Luiz Fux concedeu um prazo de dez dias ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para se manifestar sobre o pedido de acesso aos registros de entrada e saída de pessoas nas dependências da Casa, solicitado pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo). O requerimento inclui dados de figuras como a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente.
- O Senado havia negado o acesso alegando caráter pessoal das informações, mas Fux decidiu ouvir a Advocacia do Senado antes de decidir. Alexandre de Moraes se declarou impedido por envolver sua esposa, e o relator da ação foi sorteado para o ministro Fux.
Foto: José Cruz | Agência Brasil
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de dez dias para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se manifestar sobre o pedido de acesso a eventuais registros de entrada e saída de pessoas nas dependências da Casa. A ação foi apresentada pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo) e envolve, entre outros nomes, a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O pedido também inclui registros relacionados ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e a Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Kilter, o Senado negou anteriormente o acesso aos dados sob o argumento de que seriam informações de caráter pessoal. Fux considerou necessário ouvir a Advocacia do Senado antes de analisar o pedido. O ministro Alexandre de Moraes havia se declarado impedido de atuar no processo por envolver sua esposa, e Fux foi sorteado para assumir a relatoria.
Temer busca diálogo para reduzir tensão entre ministros do STF
Temer busca diálogo para reduzir tensão entre ministros do STF
Ex-presidente almoçou com aliados de André Mendonça em São Paulo; encontro ocorreu em meio à crise envolvendo Alexandre de Moraes e o caso Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑presidente Michel Temer, que indicou Alexandre de Moraes ao STF, reuniu‑se nesta quarta‑feira (16) em São Paulo com aliados do ministro André Mendonça, durante visita institucional ao Tribunal de Contas do Estado, para tentar conter a tensão que se instalou entre os ministros da Corte. Temer afirmou que o encontro foi “apenas um almoço entre amigos”, mas a reunião reflete a preocupação com a crise no Supremo, que também se manifesta em São Paulo após a operação do ministro Flávio Dino contra o deputado Cezinha de Madureira (PL‑SP), investigado por suposta tentativa de influenciar decisões judiciais e por movimentação de R$ 510 mil em dinheiro vivo.
- A defesa de Cezinha não foi citada, e o parlamentar espera que a apuração siga sem interferência política ou eleitoral, enquanto a tensão entre os ministros continua a impactar o cenário político nacional.
Foto: Reprodução
O ex-presidente Michel Temer (MDB), responsável pela indicação de Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF), se reuniu nesta quarta-feira (16) com aliados do ministro André Mendonça, em São Paulo, em uma tentativa de reduzir a tensão entre integrantes da Corte. O encontro ocorreu durante uma visita institucional ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP), onde Temer almoçou com conselheiros. Segundo interlocutores, o ex-presidente demonstrou preocupação com a crise no Supremo e conversou com o grupo de Mendonça para evitar uma escalada do conflito. Temer, porém, afirmou à reportagem que foi “apenas um almoço entre amigos”. Entre os presentes estavam conselheiros próximos a Mendonça, como Maxwell Borges e Wagner Rosário. A tensão entre os ministros também repercute em São Paulo após uma operação determinada pelo ministro Flávio Dino contra o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP), aliado do governador Tarcísio de Freitas. O parlamentar é investigado por suspeita de tentar influenciar decisões judiciais, mas nega irregularidades. A apuração teve origem em uma investigação sobre o transporte de R$ 510 mil em dinheiro vivo. A defesa de Cezinha não foi mencionada no relato, que informa que o deputado espera uma investigação sem interferência política ou eleitoral.
“Eu me sinto um pouco até envergonhada”, diz Cármen Lúcia durante sessão do STF
“Eu me sinto um pouco até envergonhada”, diz Cármen Lúcia durante sessão do STF
Ministra pediu desculpas aos brasileiros e criticou a repercussão dos conflitos no tribunal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ministra Cármen Lúcia declarou estar “envergonhada” com a situação vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu desculpas ao presidente, aos colegas ministros e ao povo brasileiro durante a sessão de análise da Petição 16.662, que investiga o ministro Alexandre de Moraes. Em meio à corrida eleitoral, a ministra ressaltou que o clima de tensão no Judiciário gera “mal‑estar cívico” e criticou a “espetacularização” dos conflitos, que ultrapassou os limites da Corte e afetou a população.
- Cármen Lúcia afirmou não ter recebido pressão de outros magistrados, relatou conversas com Alexandre de Moraes, André Mendonça e o presidente Edson Fachin, e votou pela tramitação separada dos procedimentos. O julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino, deixando o mérito da petição ainda não analisado.
Foto: Luiz Roberto | Secom/TSE
A ministra Cármen Lúcia afirmou nesta terça-feira (15) estar “envergonhada” com a situação vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu desculpas aos brasileiros durante uma sessão marcada por discussões entre integrantes da Corte. A manifestação ocorreu durante a análise da Petição 16.662, relacionada a uma investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. O STF analisava uma questão de ordem sobre a tramitação conjunta de procedimentos relacionados ao caso, mas o julgamento foi suspenso após um pedido de vista do ministro Flávio Dino, sem que o mérito da petição fosse analisado. Durante a sessão, Cármen Lúcia lamentou a repercussão dos acontecimentos envolvendo o tribunal e afirmou que o cenário provocou um “mal-estar cívico” entre os brasileiros. “Eu me sinto um pouco até envergonhada, presidente, de, no momento em que o Brasil está a menos de 20 dias da eleição, estarem todos voltados a questões do Supremo”, declarou. A ministra avaliou que o Poder Judiciário deveria contribuir para transmitir tranquilidade à população e reconheceu que, na avaliação dela, os acontecimentos recentes tiveram efeito contrário. Em outro momento, Cármen Lúcia pediu desculpas ao presidente do STF, aos demais ministros e à população brasileira por considerar que poderia ter adotado uma postura diferente diante da tensão. “Eu peço desculpa ao povo brasileiro por talvez ter esperado de mim uma postura diferente, mas acho que todos nós aqui queríamos a mesma coisa, que era tentar resolver e as questões não foram resolvidas e foram crescendo demais”, afirmou. A ministra também mencionou a repercussão dos episódios fora do ambiente do tribunal e criticou o que classificou como “espetacularização” dos casos analisados pelo Supremo. Segundo ela, a exposição dos conflitos ultrapassou os limites da Corte e passou a fazer parte do cotidiano da população. “Faz mal não apenas ao Supremo nem ao Poder Judiciário, faz mal ao país”, disse. Cármen Lúcia também afirmou que não sofreu pressão de outros ministros para votar de determinada maneira. Segundo seu relato, ela conversou com Alexandre de Moraes, André Mendonça e com o presidente do STF, Edson Fachin, mas disse que ninguém lhe pediu voto. Na sessão, a ministra votou pela tramitação separada dos procedimentos. O julgamento terminou suspenso após o pedido de vista de Flávio Dino.
Flávio Bolsonaro cobra investigação e afastamento de Alexandre de Moraes
Flávio Bolsonaro cobra investigação e afastamento de Alexandre de Moraes
Senador afirma que STF deve autorizar investigação contra o ministro; julgamento está marcado para terça-feira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senador Flávio Bolsonaro (PL) exigiu que o Supremo Tribunal Federal autorize a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e determine seu afastamento, antecipando a sessão extraordinária em que a Corte analisará um relatório da Polícia Federal que aponta ligações entre Moraes, o ex‑dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e um contrato de R$ 131 milhões com o escritório da esposa do ministro. O senador alertou que a decisão será um dos momentos mais importantes da política brasileira nos últimos anos e criticou o uso do inquérito das fake news para perseguir adversários.
- O relatório da PF também menciona outras apurações, como o financiamento do filme “Dark Horse”, envolvendo Flávio Bolsonaro, e investigações sobre o INSS e o caso “Lulinha”. Flávio, que está sob investigação no STF por supostos US$ 24 milhões negociados com Vorcaro, destacou a necessidade de transparência nas investigações enquanto a crise no STF se aprofunda, com o presidente Edson Fachin retirando Moraes da relatoria do inquérito das fake news.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cobrou nesta segunda-feira (14), em Belém, que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e determine seu afastamento. A declaração foi feita na véspera da sessão extraordinária em que a Corte analisará um relatório da Polícia Federal sobre as relações entre Moraes e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. “Amanhã vai ser um dos dias mais importantes dos últimos anos do Brasil. É o início de um julgamento que eu tenho certeza que vai fazer com que o Alexandre de Moraes seja oficialmente investigado. Com tudo que já veio à tona, eu acho que não há nenhuma dúvida que pelo menos a maioria do Supremo, no plenário, tem a obrigação de autorizar o início de uma investigação contra ele”, afirmou. Flávio acrescentou que Moraes “precisa ser afastado” e criticou o uso do inquérito das fake news, que, segundo ele, seria usado para perseguir adversários políticos. A sessão está marcada para esta terça-feira (15), às 10h. O relatório da PF aponta Moraes como interlocutor de Vorcaro e registra um contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro. Em meio à crise no STF, o presidente da Corte, Edson Fachin, retirou Moraes da relatoria do inquérito das fake news e suspendeu decisões de André Mendonça e Flávio Dino relacionadas a investigações envolvendo ministros. Flávio também pediu transparência em apurações sobre o filme “Dark Horse”, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de casos relacionados ao INSS e a “Lulinha”. O senador é investigado no STF no inquérito sobre o financiamento do filme. Segundo informações divulgadas pelo The Intercept e pela revista Piauí, Flávio teria negociado com Vorcaro recursos de pelo menos US$ 24 milhões para a produção, dos quais ao menos US$ 12,3 milhões teriam sido pagos. A Polícia Federal investiga a origem e o destino do dinheiro, incluindo suspeitas de que parte dos recursos tenha sido usada para custear a estadia de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. As suspeitas estão sob investigação e não representam, por si só, comprovação de irregularidade. Belém, onde Flávio fez as declarações, fica na região Norte do Brasil, no estado do Pará.
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Caso ocorre em meio aos desdobramentos do embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte, surpreendendo-os ao enfatizar que a instituição, com mais de 130 anos de história, tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem apoio externo. Os magistrados alertaram Lula sobre a necessidade de cautela nas críticas ao Supremo, destacando a dependência do governo nas decisões da Corte, inclusive em questões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- Preocupado com a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes, o presidente encomendou pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise. O episódio ocorre em meio ao acirramento da disputa entre Moraes e o ministro André Mendonça, e após o presidente do STF, Edson Fachin, determinar a separação das investigações de fake news envolvendo os dois ministros, prometendo levar as acusações ao plenário da Corte.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte durante o pronunciamento divulgado na última sexta-feira (4), em meio à crise envolvendo integrantes do Judiciário. A informação foi publicada pela coluna da jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Segundo a reportagem, o pedido surpreendeu ministros do STF, que afirmaram ao presidente que a Corte possui mais de 130 anos de história e tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem depender de apoio externo. Ainda de acordo com a coluna, os magistrados alertaram Lula para ter cautela em declarações críticas ao Supremo, destacando que o governo depende da atuação da Corte em temas de interesse institucional, inclusive em questões relacionadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A publicação também afirma que uma das principais preocupações de Lula é a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes. Por esse motivo, a campanha do presidente teria encomendado pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise junto ao eleitorado. O episódio ocorre após o acirramento da disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Na sexta-feira (4), o presidente do STF, Edson Fachin, determinou que as investigações solicitadas por Moraes contra Mendonça fossem retiradas do inquérito das fake news e conduzidas em procedimento separado. Segundo a Folha de S.Paulo, Fachin também informou a Lula que pretende levar ao plenário da Corte as acusações envolvendo os dois ministros.
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Articulação ocorre em meio ao debate sobre um eventual impeachment de Alexandre de Moraes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as conversas com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) para mitigar a pressão política por um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a CNN Brasil, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, encontrou‑se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes, afirmando que as críticas a Moraes não são ataques ao STF e que, caso Flávio vença as eleições de outubro, sua gestão buscará manter relações institucionais harmoniosas entre os Poderes.
- Apesar da aproximação com o STF, Flávio Bolsonaro continua defendendo a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e, se a proposta não avançar, pretende conceder perdão presidencial ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente sentenciado a 27 anos de prisão.
Foto: Reprodução
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) tem intensificado conversas com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) em meio ao aumento da pressão política pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pela CNN Brasil. Segundo a reportagem, na última quarta-feira (2), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reuniu-se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes. Durante a conversa, Marinho teria afirmado que as críticas dirigidas a Alexandre de Moraes não representam um ataque ao Supremo como instituição e que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro buscaria manter uma relação institucional e de harmonia entre os Poderes. Ainda de acordo com a CNN Brasil, Gilmar Mendes também teria sido procurado para discutir um possível cenário de transição em caso de vitória de Flávio nas eleições de outubro. Apesar da aproximação com o STF, o senador segue defendendo publicamente a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Conforme a reportagem, Flávio também afirma que, caso a proposta não avance, pretende conceder perdão presidencial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão.
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Kássio Nunes diz que TSE não escolhe vencedores nem favorece candidatos
Declaração foi feita durante cerimônia de lacração dos sistemas que serão usados nas eleições de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em discurso na cerimônia de lacração dos sistemas eleitorais de 2026, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, reforçou que a Justiça Eleitoral atua com total imparcialidade, não escolhe vencedores e garante eleições seguras por meio de múltiplas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente.
- A declaração surge em meio à crise no Supremo Tribunal Federal, onde os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes estão envolvidos em investigação após relatório da Polícia Federal sobre o caso Banco Master. O presidente do STF, Edson Fachin, determinou prazo de cinco dias para manifestações e encaminhou o caso a procedimento próprio, separado da apuração das fake news.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, afirmou nesta sexta-feira (4) que a Justiça Eleitoral atua com imparcialidade e não interfere na escolha dos eleitores. A declaração foi feita durante a cerimônia de lacração dos sistemas que serão utilizados nas eleições de 2026. Em seu discurso, o ministro ressaltou que o papel do TSE é garantir o cumprimento da Constituição e a realização de eleições seguras. "A Justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição", afirmou. Nunes Marques também destacou que a segurança do processo eleitoral é resultado de diversas camadas de proteção, auditorias e fiscalização permanente, reforçando que os sistemas permanecem transparentes e passíveis de verificação pelas entidades responsáveis. A manifestação ocorre em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. Após a divulgação de um relatório da Polícia Federal relacionado ao caso Banco Master, Moraes pediu a abertura de investigação contra Mendonça. O presidente do STF, Edson Fachin, concedeu prazo de cinco dias para manifestações dos envolvidos e determinou que a apuração tramite em procedimento próprio, separado do inquérito das fake news.
Moraes pede a Fachin investigação contra Mendonça por atuação no caso Master
Moraes pede a Fachin investigação contra Mendonça por atuação no caso Master
Pedido escancara de vez crise no Supremo, em meio à colisão entre dois ministros da Corte
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, enviou ao presidente da Corte, Edson Fachin, um pedido de investigação contra o ministro André Mendonça, apontando fortes indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade no âmbito do inquérito das fake news. Moraes acusa Mendonça de violar a imparcialidade nas investigações das operações Sem Desconto e Compliance Zero, além de interferir em acordos de delação premiada e na atuação da Polícia Federal.
- A medida surge dois dias após Mendonça ter retirado o sigilo de um relatório da PF que continha mensagens de Daniel Vorcaro, ex‑banqueiro do Banco Master, gerando uma crise institucional no Supremo. A disputa coloca Fachin no centro da decisão sobre os próximos passos, em meio a tensões que envolvem o STF, a Polícia Federal e a Procuradoria‑Geral da República.
Foto: Divulgação | STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta quinta-feira (3) ao presidente da Corte, Edson Fachin, um pedido de investigação contra André Mendonça. Moraes aponta “fortes indícios” de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade na atuação do colega. A iniciativa foi tomada no âmbito do inquérito das fake news, aberto em 2019. Segundo Moraes, Mendonça teria quebrado a imparcialidade na condução das investigações das operações Sem Desconto, que apura fraudes no INSS, e Compliance Zero, relacionada ao Banco Master. Moraes acusa o colega de ter direcionado investigações por motivos pessoais e políticos, inclusive contra ele próprio e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Também afirma que Mendonça teria conduzido de forma irregular tratativas relacionadas a um possível acordo de delação premiada e interferido na atuação da Polícia Federal. A reação de Moraes ocorre dois dias depois de Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro e dono do Banco Master. O documento trouxe conversas atribuídas a Moraes e Vorcaro e provocou uma crise dentro do Supremo. Mendonça, por sua vez, havia defendido que os novos elementos fossem analisados pelo plenário do STF. O ministro considerou que a Corte deveria avaliar publicamente, em sessão presencial, os dados apresentados pela Polícia Federal. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, já havia pedido a anulação do relatório da PF, sob o argumento de que Mendonça não poderia ter determinado a produção do documento sem provocação do Ministério Público. A disputa agora coloca Fachin no centro da crise, já que caberá a ele decidir os próximos passos dentro do tribunal. A troca de acusações entre os dois ministros amplia uma crise institucional que envolve o STF, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República e ocorre em meio à discussão sobre uma eventual investigação contra o próprio Moraes.
Mendonça leva ao plenário investigação da PF sobre suposta rede de influência no STF
Segundo a Polícia Federal, mensagens indicam possível acesso antecipado a informações sigilosas sobre investigações e procedimentos no Banco Central.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o levantamento do sigilo dos autos da Petição 16.662 e enviou o caso para julgamento presencial no plenário da Corte. O processo reúne novas informações da Polícia Federal obtidas na Operação Compliance Zero, que investiga uma suposta rede de influência ligada ao empresário Daniel Vorcaro.
- A apuração teve início a partir da perícia no celular de Vorcaro, apontando o vazamento prévio de informações sigilosas de investigações penais e do Banco Central. O relatório da PF também detalha interações entre o empresário e um membro do STF, além de um contrato milionário envolvendo o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do referido magistrado.
Foto: Marcello Casal Jr | Agencia Brasil
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o fim do sigilo dos autos da Petição 16.662, que tramita de forma autônoma na Corte e reúne novas informações encaminhadas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero. A investigação busca identificar integrantes de uma suposta rede de influência que, segundo a PF, seria coordenada pelo empresário Daniel Vorcaro. Com a decisão, os documentos do processo passam a ser públicos, e Mendonça também determinou que o caso seja levado ao plenário do STF para julgamento. Na decisão, o ministro afirmou que a análise das questões jurídicas deve ocorrer de maneira pública e transparente, em sessão presencial, em respeito ao princípio constitucional da publicidade dos atos do Poder Judiciário. A investigação teve origem na análise de dados extraídos do celular apreendido com Vorcaro. De acordo com a Polícia Federal, mensagens encontradas no aparelho indicam que o empresário teria recebido antecipadamente informações sigilosas relacionadas a procedimentos penais e a apurações em andamento no Banco Central. O relatório da corporação também analisa mensagens e interações atribuídas ao empresário e a um integrante do STF que teria sido identificado durante as investigações. O material inclui ainda informações sobre um contrato de valor milionário firmado entre o banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro. As circunstâncias e o conteúdo das relações mencionadas são alvo de apuração pelas autoridades.
Moraes e Mendonça têm bate-boca e quase chegam às vias de fato no STF, afirma colunista
Discussão teria ocorrido após Moraes descobrir o aprofundamento das investigações que identificaram o ministro como suposto destinatário de mensagens de Daniel Vorcaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma discussão entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e André Mendonça quase resultou em agressão física após Moraes confrontar o colega sobre o avanço de investigações sigilosas no caso Master. Relatada por Mendonça, a apuração da Polícia Federal identificou Moraes como o suposto destinatário de mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, nas quais era solicitada proteção em relação ao procurador-geral Paulo Gonet e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
- O episódio expôs uma crise interna que divide grupos na Corte e no comando da PF sobre os rumos do inquérito e o risco de vazamentos. Enquanto aliados de Moraes articulam questionar Mendonça por suposto desvio de finalidade e tentar retirá-lo da relatoria, o entorno de Mendonça aponta tentativas de blindagem e teme interferências em eventuais negociações de delação premiada de Vorcaro.
Foto: Antônio Augusto | STF
Uma discussão entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), quase terminou em agressão física, segundo informações da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O confronto teria acontecido depois de Moraes tomar conhecimento de que Mendonça havia determinado o aprofundamento das investigações que acabaram identificando o ministro como o suposto destinatário de mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Moraes teria pedido uma conversa com Mendonça para tratar do assunto, mas o encontro acabou em bate-boca. A discussão ficou acalorada e, segundo a apuração, por pouco não evoluiu para agressões físicas. A investigação, que tramita sob sigilo e está sob relatoria de Mendonça, buscou identificar o interlocutor de Vorcaro em mensagens nas quais eram citados o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Após o aprofundamento das apurações, a Polícia Federal concluiu que as mensagens teriam sido enviadas a Moraes. Nos textos, Vorcaro pede suposta “proteção” em relação a Gonet e Andrei Rodrigues. Mendonça também teria questionado como Moraes tomou conhecimento do avanço de uma investigação sigilosa. Já Moraes teria acusado o colega de direcionar as apurações contra ele. Disputa deixa os bastidores - A jornalista Andréia Sadi avalia que o novo pedido de Mendonça no caso Master tornou explícita uma disputa que vinha sendo travada nos bastidores do Supremo. A crise passou a envolver diferentes grupos dentro da Corte e uma disputa sobre os rumos das investigações. No entorno de Mendonça, há a avaliação de que existiram movimentos para limitar o alcance das apurações e impedir que elas avançassem sobre as relações de Vorcaro com políticos e integrantes do Judiciário. Do outro lado, aliados de Moraes, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues reagiram à atuação do relator. Nos bastidores, há quem defenda questionar Mendonça por suposto desvio de finalidade e abuso de autoridade. Também é discutida a possibilidade de tentar retirar Mendonça da relatoria do caso Master. A disputa também chegou ao comando da Polícia Federal. Entre investigadores, há preocupação de que a atuação de Mendonça possa provocar uma crise envolvendo o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. Também há preocupação com possíveis vazamentos de informações sigilosas. A possibilidade de uma colaboração premiada de Daniel Vorcaro é outro ponto de tensão no caso. No entorno de Mendonça, existe desconfiança sobre a resistência enfrentada em negociações anteriores e a avaliação de que uma eventual delação mais ampla poderia revelar relações de Vorcaro com personagens influentes da política e do Judiciário.
Moraes editou contrato de R$ 130 milhões entre Vorcaro e escritório da esposa, diz PF
Registros digitais obtidos durante investigações indicam que o ministro aparece como responsável pela última modificação do documento; escritório afirma que consulta ocorreu para verificar possíveis impedimentos legais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi vinculado à edição digital de um contrato de cerca de R$ 130 milhões entre o empresário Daniel Vorcaro e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes. Metadados encontrados em conversas recuperadas do celular de Vorcaro apontam que o ministro realizou a última alteração no documento, referente à prestação de serviços advocatícios e consultoria estratégica.
- Em resposta, o escritório Barci de Moraes esclareceu que a participação de Moraes se deu estritamente em uma análise de compliance para checar eventuais impedimentos éticos ou legais sob sua relatoria no STF. A defesa informou que nenhuma restrição foi identificada, que o magistrado nunca julgou ações ligadas ao Banco Master e que o acordo não contemplava atuações perante o Supremo Tribunal Federal.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aparece ligado à edição de um contrato de cerca de R$ 130 milhões firmado entre Daniel Vorcaro e o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, comandado por sua esposa, Viviane Barci de Moraes. A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta terça-feira (1º) e confirmada pela TV Globo. O documento fazia parte de conversas recuperadas durante investigações a partir do celular de Vorcaro. Os registros digitais do arquivo indicam que Alexandre de Moraes aparece como responsável pela última alteração feita no contrato. O acordo estabelecia a prestação de serviços advocatícios e de consultoria estratégica pelo escritório da esposa do ministro. O valor total previsto para os honorários chegava a aproximadamente R$ 130 milhões. Em nota, o Barci de Moraes afirmou que a participação de Alexandre de Moraes ocorreu no contexto de uma consulta feita pelo setor de compliance do escritório. Segundo a banca, o ministro foi questionado sobre a existência de qualquer impedimento legal que pudesse inviabilizar a contratação. A consulta, de acordo com o escritório, buscava verificar se havia processos envolvendo o possível cliente sob relatoria de Moraes no STF ou outros interesses que pudessem gerar impedimento. A banca afirma que nenhuma restrição foi identificada. O escritório também declarou que Alexandre de Moraes nunca julgou uma causa envolvendo o Banco Master e que o contrato não previa atuação da banca no Supremo Tribunal Federal. Com isso, segundo a nota, o acordo foi assinado e os serviços foram prestados.
Lula quer investigação sobre vazamentos de informações de caso envolvendo filho
Lula quer investigação sobre vazamentos de informações de caso envolvendo filho
Presidente também defende que Lulinha preste depoimento à Polícia Federal para esclarecer suspeitas levantadas na investigação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Lula defende apuração do vazamento de informações sigilosas sobre seu filho, Fábio Luís Lula, e exige que o Lulinha preste depoimento à Polícia Federal para esclarecer suspeitas.
- O caso, que já tramita no STF sob o ministro Flávio Dino, envolve mensagens trocadas com a lobista Roberta Luchsinger e conversas com ex-chefe de gabinete, levantando questões sobre possíveis intermediações e a origem dos vazamentos.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a defender a apuração do vazamento de informações sigilosas relacionadas à investigação que envolve seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Ao mesmo tempo, o presidente quer que o filho preste depoimento à Polícia Federal o quanto antes para esclarecer as suspeitas levantadas no caso. Entre os dados que vieram a público estão mensagens trocadas entre Lulinha e a lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeita de intermediar negócios junto ao governo. Conversas envolvendo um ex-chefe de gabinete também aparecem entre os elementos relacionados à apuração. Lula questiona a divulgação de informações que estavam sob sigilo e defende que seja investigada a origem dos vazamentos. O caso ocorre em meio a uma apuração que já tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a divulgação de dados protegidos por sigilo de investigações em andamento. O inquérito no STF é relatado pelo ministro Flávio Dino. Lula defende depoimento do filho - Além da apuração sobre os vazamentos, Lula quer que Lulinha seja ouvido pela Polícia Federal. A intenção é que o filho do presidente apresente esclarecimentos sobre as relações e conversas que passaram a integrar a investigação. Lula também tem defendido que, até o momento, não foi identificado nenhum “ato de ofício” que demonstre que Lulinha tenha atuado para viabilizar negócios dentro do governo em benefício de Roberta Luchsinger. As suspeitas envolvendo o filho do presidente ainda são objeto de investigação. A apuração busca esclarecer o conteúdo das relações mencionadas e eventual participação em negócios ou intermediações junto ao governo federal.
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Documento apresentado à Justiça Eleitoral também prevê fim da reeleição presidencial, mudanças no STF e redução de cargos e despesas administrativas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apresentou seu programa de governo, que inclui medidas para reduzir o tamanho e os custos da máquina pública, como a redução de ministérios e cargos comissionados. Além disso, o programa propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), como a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal.
- O programa também aborda temas como segurança pública, economia e infraestrutura, com propostas como a classificação de organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, a redução da maioridade penal para 16 anos e a construção de novos presídios federais de segurança máxima. Na área econômica, a meta é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década, com medidas como revisão da reforma tributária e redução do IVA. O plano também inclui investimentos em infraestrutura, como rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias, e medidas para digitalizar serviços públicos federais e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
Foto: Jefferson Rudy |Agência Senado
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, propõe reduzir em pelo menos dez o número de ministérios em um eventual governo entre 2027 e 2030. A medida faz parte do programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral e prevê também cortes de cargos comissionados e redução de despesas administrativas. A proposta estabelece ainda uma revisão das normas que regulamentam a administração pública e mudanças no funcionamento das agências reguladoras, com avaliações periódicas dos dirigentes. A redução da estrutura ministerial é apresentada pelo candidato como parte de um conjunto de medidas voltadas à diminuição do tamanho e dos custos da máquina pública. Mudanças no STF e fim da reeleição - O programa também propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as medidas estão a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal. Flávio também defende que parlamentares sejam julgados por instâncias inferiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs). Outra proposta é impedir que parentes de até terceiro grau de ministros do STF e seus respectivos escritórios atuem no tribunal em que o magistrado exerce suas funções. O programa prevê ainda ampliar a participação da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Na área política, Flávio defende o fim da reeleição para presidente da República. O programa cita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no Senado com esse objetivo e atribuída ao próprio candidato. Segurança pública - Para a segurança pública, o programa prevê classificar organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, além de bloquear seus ativos. O candidato também propõe reduzir a maioridade penal para 16 anos e estabelecer punições para adolescentes a partir de 14 anos que cometam crimes considerados graves. O plano inclui ainda a construção de cinco novos presídios federais de segurança máxima e a criação de 500 mil vagas no sistema prisional em quatro anos. Outra medida seria instalar mais de 1 milhão de câmeras integradas a um sistema nacional de reconhecimento facial. Economia e infraestrutura - Na economia, a meta apresentada é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década. O programa prevê revisão da reforma tributária, redução do IVA e medidas para diminuir a carga sobre produção e consumo, além de ações para estabilizar e posteriormente reduzir a relação entre dívida pública e PIB. O plano também estima R$ 900 bilhões em investimentos em infraestrutura ao longo de quatro anos, destinados a rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias. Entre os projetos citados estão o Trem do Nordeste e a conclusão da Transnordestina. Na área social, a proposta prevê a manutenção dos benefícios existentes e ações de qualificação profissional, inserção no mercado de trabalho e acesso ao crédito. O programa também inclui medidas para digitalizar serviços públicos federais, ampliar o uso de inteligência artificial e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
Quase 26 mil juízes receberam mais de R$ 1 milhão em 2025, acima do teto constitucional
Dados do CNJ mostram que pagamentos acima do limite constitucional movimentaram R$ 12,63 bilhões entre magistrados no ano passado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em 2025, os juízes e pensionistas do Judiciário brasileiro receberam, em média, R$ 1,085 milhão ao longo do ano, enquanto a remuneração mensal média foi de R$ 90,4 mil. Isso representa quase o dobro do teto constitucional do funcionalismo público, que é de R$ 46,3 mil mensais.
- Um levantamento feito pela Controladoria-Geral da União (CGU) e disponibilizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aponta que 86,3% dos magistrados receberam acima do teto constitucional, somando R$ 12,63 bilhões em 2025.
Foto: Divulgação | CNJ
Em 2025, os 25,9 mil juízes e pensionistas do Judiciário brasileiro receberam, em média, R$ 1,085 milhão ao longo do ano, o equivalente a aproximadamente R$ 90,4 mil por mês. O valor representa quase o dobro do teto constitucional do funcionalismo público, atualmente em R$ 46,3 mil mensais. Considerando apenas os 22.078 magistrados que tiveram pagamentos registrados durante os 12 meses do ano, a média anual foi ainda maior: R$ 1,148 milhão, ou cerca de R$ 95,7 mil por mês. O levantamento aponta ainda que 86,3% dos magistrados — aproximadamente nove em cada dez — receberam acima do teto constitucional. O limite corresponde à remuneração mensal de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Os números estão em uma nota técnica elaborada neste ano pelo pesquisador e auditor de finanças da Controladoria-Geral da União (CGU), Sérgio Guedes-Reis, para a ONG Republica.org. O estudo foi produzido a partir de dados disponibilizados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo a análise, os pagamentos que ultrapassaram o teto constitucional somaram R$ 12,63 bilhões em 2025.
Vice de Flávio pede à Justiça agilidade em exame de DNA para afastar suspeita de estupro
Alfredo Gaspar diz que está "indignado" e que vai provar inocência cientificamente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro, solicitou à Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal a aceleração de um exame de DNA que pode afastar a suspeita de estupro de vulnerável.
- A acusação é feita por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke, que alegam ter provas de que Gaspar cometeu o crime com uma menina de 13 anos em 2018.
Foto: Bruno Spada | Câmara dos Deputados
Candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) a aceleração de um exame de DNA que, segundo sua defesa, pode afastar a suspeita de estupro de vulnerável. O material genético do parlamentar foi coletado em 23 de abril, após decisão da Justiça de Alagoas atendendo a um pedido feito pela própria defesa. Em manifestação enviada à PGR, os advogados afirmam que a perícia científica deverá comprovar que a acusação é "falsa, descabida e acintosa". No pedido encaminhado ao STF, a defesa requer que o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, estabeleça um prazo de 72 horas para o início das providências necessárias à realização do exame. O caso - A apuração chegou ao Supremo após a Polícia Federal encaminhar uma notícia-crime apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que pedem a investigação da suspeita envolvendo Alfredo Gaspar. Em seguida, Gilmar Mendes remeteu o caso à PGR, responsável por decidir se solicita ou não a abertura formal de investigação contra autoridades com foro privilegiado. Antes de se manifestar, o órgão determinou diligências complementares, entre elas um pedido para que a senadora apresente mais informações que sustentem a acusação. Na notícia-crime, Lindbergh e Soraya sustentam que existem "registros documentais e conversas" que, em tese, apontam para "a prática do crime de estupro de vulnerável contra uma menina que, ao tempo dos fatos, contava 13 anos de idade". Segundo os parlamentares, dessa suposta relação teria nascido uma criança.
CNJ aprova fim da aposentadoria compulsória como punição máxima a juízes
CNJ aprova fim da aposentadoria compulsória como punição máxima a juízes
Nova resolução prevê afastamento temporário ou demissão dos magistrados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendeu a aposentadoria compulsória como punição para infrações graves cometidas por juízes, em consonância com o entendimento da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. Com as mudanças, os magistrados estão sujeitos a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade e perda do cargo.
- Além disso, o relator do processo Ulisses Rabaneda defendeu que as contribuições previdenciárias aos magistrados que sofrem perda do cargo devem ser garantidas.
Foto: Rafa Neddermeyer | Agência Brasil
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendeu, nesta terça-feira (4), a aposentadoria compulsória como punição para infrações graves cometidas por juízes. A resolução se adequa ao entendimento da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que concluiu que a última Reforma da Previdência revogou a medida. Em casos em que a aposentadoria compulsória é concedida, o juíz perde o cargo, mas continua recebendo salário proporcional ao tempo de serviço. Com as mudanças na resolução do CNJ, os magistrados estão sujeitos a: advertência; censura; remoção compulsória; disponibilidade (afastamento temporário); perda do cargo. O Conselho Nacional de Justiça é um órgão do Poder Judiciário responsável pelo controle e transparência administrativa e processual. No texto, o relator do processo Ulisses Rabaneda defendeu que as contribuições previdenciárias aos magistrados que sofrem perda do cargo devem ser garantidas.
STF autorizou monitoramento de senador Jaques Wagner em investigação da Polícia Federal
Decisão permitiu acesso à localização e aos registros de chamadas por dez dias; conteúdo de ligações e mensagens não foi monitorado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, autorizou a Polícia Federal a monitorar a localização e os registros de chamadas telefônicas do senador Jaques Wagner, como parte de uma investigação sobre supostas fraudes envolvendo o Banco Master.
- A investigação visa apurar suspeitas de que Jaques Wagner possa ter recebido vantagens indevidas por meio de uma empresa ligada à sua nora, além de investigar negociações envolvendo um apartamento em Salvador. O senador já negou qualquer participação em irregularidades e afirma não ter envolvimento com as fraudes investigadas.
Foto: Marcello Casal Jr | Agencia Brasil
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal a monitorar, por dez dias, a localização em tempo real e os registros de chamadas telefônicas do senador Jaques Wagner (PT). A decisão, que estava sob sigilo e foi tornada pública nesta quinta-feira (30), faz parte de uma investigação que apura supostas fraudes envolvendo o Banco Master. Segundo a decisão, a autorização foi concedida após a Polícia Federal apontar risco de vazamento da operação. O monitoramento ficou restrito aos chamados metadados, como localização e histórico de ligações, sem acesso ao conteúdo de conversas telefônicas ou mensagens. A investigação também alcança outras pessoas ligadas ao caso, entre elas empresários e familiares do senador. A Polícia Federal apura suspeitas de que Jaques Wagner possa ter recebido vantagens indevidas por meio de uma empresa ligada à sua nora, além de investigar negociações envolvendo um apartamento em Salvador. Em manifestações anteriores, o senador negou qualquer participação em irregularidades e afirmou não ter envolvimento com as fraudes investigadas. Até a publicação da decisão, a defesa de Jaques Wagner não havia se pronunciado sobre o novo desdobramento do caso.
PF marca depoimento de Jaques Wagner para 7 de agosto em investigação sobre o Master
Senador baiano será ouvido sobre suspeitas de recebimento de vantagens indevidas; parlamentar nega irregularidades
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento sobre supostas vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. A PF investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro.
- A investigação indica que Wagner pode ter recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que pretendia presentear a filha com um apartamento de R$ 2,45 milhões, que teria sido custeado pelo empresário Augusto Ferreira Lima.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento no próximo 7 de agosto no inquérito que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer irregularidade. O depoimento faz parte da investigação conduzida pela PF sobre um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro. Segundo os investigadores, há indícios de que Wagner teria recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. No dia 18 de junho, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão durante uma fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a decisão impôs uma restrição às atividades econômicas do parlamentar. A PF apura um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques Wagner e empresas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco, seria responsável por operacionalizar benefícios destinados ao senador. Entre os fatos investigados está a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões, em Salvador. Segundo a PF, Wagner encaminhou a Augusto o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel: "A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi". Os investigadores suspeitam que a compra tenha sido custeada pelo empresário. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento e explicou que, como não tinha recursos suficientes no momento, faria posteriormente a recompra do imóvel enquanto ele ainda estava em construção. Além da negociação do apartamento, a Polícia Federal aponta pagamentos a uma empresa pertencente à nora do senador e a compra de ingressos para um show no exterior como possíveis contrapartidas pelos supostos favorecimentos ao grupo econômico investigado. Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou que a PF identificou elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente", por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco Master. Após a deflagração da operação, o petista deixou a liderança do governo Lula no Senado. Segundo aliados, a decisão teve como objetivo permitir que o parlamentar concentrasse esforços em sua defesa e evitar desgaste político ao Palácio do Planalto durante o período pré-eleitoral.
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
As visitas político-eleitorais estão suspensas até o fim das eleições
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu manter a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, com restrições para visitas político-eleitorais e suspensão de algumas visitas por 90 dias. A decisão atende a uma carta intitulada 'Carta aos brasileiros', escrita pelo ex-presidente, que direcionava ao público em geral e tinha finalidade política.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu, nesta sexta-feira (17), manter prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL). Entretanto, até o fim das eleições de 2026, o ex-presidente está proibido de receber visitas com finalidade "político eleitoral". Moraes ainda suspendeu visitas gerais ao ex-presidente pelo período de 30 dias, exceto as visitas permanentes da equipe médica, fisioterapêutica e dos advogados de defesa. As visitas do filho Flávio Bolsonaro também estão suspensas, mas por 90 dias. Flávio consta como advogado de Bolsonaro, mas a divulgação da carta intitulada "Carta aos brasileiros", escrita pelo pai, o impediu de fazer visitas. "O direcionamento da carta – escrita e assinada de próprio punho por Jair Messias Bolsonaro – foi 'aos brasileiros', demonstrando sua natureza não particular e sua finalidade político-eleitoral com exposição ao público em geral, utilizando Flávio Nantes Bolsonaro como intermediário, ou nas suas próprias palavras, como seu 'porta-voz'", escreveu o ministro.
STF determina início das penas no caso Marielle Franco
STF determina início das penas no caso Marielle Franco
Ministro considerou recursos protelatórios e determinou o cumprimento imediato das condenações dos envolvidos no assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou o início do cumprimento das penas de cinco pessoas condenadas pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão de Alexandre de Moraes foi tomada após o trânsito em julgado da ação penal, encerrando as possibilidades de novos recursos.
- A investigação concluiu que o assassinato foi motivado por interesses econômicos e disputas territoriais na Zona Oeste do Rio de Janeiro, contra os interesses do grupo criminoso responsável.
Foto: Divulgação | PSOL
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início imediato do cumprimento das penas dos cinco condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão foi tomada após o magistrado declarar o trânsito em julgado da ação penal, encerrando as possibilidades de novos recursos contra as condenações. Na decisão, Moraes afirmou que os últimos embargos apresentados pelas defesas tinham caráter meramente protelatório, com o objetivo de adiar a execução das penas impostas pelo Supremo. Entre os condenados estão os irmãos Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, apontados como os mandantes do crime. Ambos receberam pena de 76 anos e três meses de prisão. Também foram condenados o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, sentenciado a 18 anos de prisão; o ex-policial militar Ronald Paulo Alves Pereira, condenado a 56 anos; e Robson Calixto Fonseca, que recebeu pena de nove anos de reclusão. Os condenados iniciarão o cumprimento das penas em regime fechado. A única exceção é Chiquinho Brazão, que permanecerá em prisão domiciliar humanitária por 90 dias devido ao seu estado de saúde. Segundo a defesa, ele sofre de doença arterial coronariana crônica, diabetes tipo 2, nefropatia e hipertensão. Durante esse período, deverá usar tornozeleira eletrônica e cumprir medidas restritivas impostas pela Justiça. De acordo com a denúncia acolhida pelo STF, o assassinato de Marielle Franco foi motivado por interesses econômicos e disputas territoriais na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A investigação concluiu que a atuação da vereadora contra a regularização de áreas ocupadas ilegalmente contrariava os interesses do grupo criminoso responsável pela execução do crime, ocorrido em março de 2018.
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
Entidade solicita que o senador possa manter contato com o ex-presidente na condição de advogado, limitado a assuntos profissionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o restabelecimento do direito do senador Flávio Bolsonaro de manter contato com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na condição de seu advogado. A solicitação ocorre após Moraes proibir o parlamentar de realizar visitas por 90 dias, sob a justificativa de que Flávio descumpriu medidas cautelares ao divulgar uma carta do ex-presidente nas redes sociais, ato classificado pelo magistrado como promoção política e possível propaganda eleitoral antecipada.
- No pedido de caráter exclusivamente institucional enviado ao STF, a OAB argumenta que busca apenas assegurar as prerrogativas da advocacia e garantir a comunicação reservada entre cliente e defensor para fins profissionais, sem interferir no mérito das decisões judiciais. Paralelamente, Moraes acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público Eleitoral para apurar o caso, enquanto a Suprema Corte ainda não se manifestou sobre a petição apresentada pela entidade.
Foto: Reprodução
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restabeleça o direito do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de manter contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na condição de advogado. O pedido foi apresentado nesta terça-feira (14), um dia após o magistrado proibir o parlamentar de visitar o pai por 90 dias. A restrição foi determinada por Moraes após o senador divulgar, nas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, o que, segundo o ministro, teria descumprido a medida cautelar que impede o ex-presidente de utilizar redes sociais de forma direta ou por intermédio de terceiros. Flávio Bolsonaro integra formalmente a equipe de defesa do pai e acionou a Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB para garantir o exercício da advocacia. No documento enviado ao STF, a entidade pede que seja "assegurada a possibilidade de comunicação pessoal e reservada entre o advogado e seu constituinte para finalidades estritamente profissionais", nos termos que forem definidos pelo ministro. A OAB ressaltou que o pedido possui caráter exclusivamente institucional e não busca discutir o mérito das decisões judiciais. "A presente manifestação possui caráter exclusivamente institucional e busca assegurar a observância das prerrogativas da advocacia, sem interferência no mérito da execução penal ou nas medidas determinadas por esse Supremo Tribunal Federal", diz o ofício. Na decisão que restringiu as visitas, Alexandre de Moraes afirmou que Flávio Bolsonaro utilizou "expressões com carga semântica equivalente a pedido explícito de voto", classificando a conduta como um "instrumento de promoção política". O ministro também encaminhou o caso ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, determinou manifestação da defesa do ex-presidente em até 48 horas e solicitou ao Ministério Público Eleitoral a apuração de eventual propaganda eleitoral antecipada. Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não se pronunciou sobre o pedido apresentado pela OAB.
Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Pré-campanha de Flávio nega troca de apoio por vaga no STF
Nota oficial assinada por Rogério Marinho afirma que eventual aliança entre PL e Republicanos é baseada em convergência política e não envolve negociação de cargos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou oficialmente que uma aliança com o Republicanos esteja condicionada à indicação de Marcos Pereira, presidente nacional da legenda, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota oficial assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), o grupo classificou os boatos como "absolutamente falsos" e assegurou que as negociações buscam construir uma convergência programática e de ideias, sem qualquer barganha envolvendo cargos públicos.
- O comunicado ressaltou a relevância do Republicanos como um aliado estratégico em pautas compartilhadas, como segurança pública e defesa das liberdades individuais, indicando a possibilidade de atuação conjunta tanto em âmbitos regionais quanto em uma coalizão nacional. A nota conclui reforçando que as alianças partidárias serão desenhadas com base no alinhamento político, afastando qualquer hipótese de acordos ligados a indicações para o STF ou outros órgãos da República.
Foto: Reprodução | CNN
A coordenação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República divulgou, neste domingo (12), uma nota oficial negando que um eventual apoio do Republicanos ao projeto eleitoral esteja condicionado à indicação do presidente nacional da legenda, Marcos Pereira (Republicanos-SP), para uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O comunicado foi assinado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha, que classificou a informação como "absolutamente falsa" e afirmou que o assunto nunca fez parte das conversas entre os dois partidos. Segundo a nota, as negociações políticas em andamento têm como objetivo a construção de uma ampla aliança nacional baseada na convergência de ideias, propostas e compromissos programáticos, sem qualquer negociação envolvendo cargos públicos ou indicações para outros Poderes. "A hipótese é absolutamente falsa e jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação", afirmou Rogério Marinho no comunicado. A coordenação destacou ainda que PL e Republicanos poderão atuar juntos em diversos estados durante o processo eleitoral, tanto em alianças regionais quanto na formação de uma eventual coalizão nacional. De acordo com a nota, o Republicanos é considerado um aliado estratégico em pautas defendidas pelo grupo político, como segurança pública, combate à pobreza, defesa das liberdades individuais, fortalecimento da democracia e enfrentamento ao que a legenda classifica como perseguição política. O comunicado conclui afirmando que eventuais alianças serão construídas com base no alinhamento político e programático entre os partidos, afastando qualquer possibilidade de acordos relacionados à indicação de autoridades para o Supremo Tribunal Federal ou outros órgãos da República.
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado do PT afirma que ex-presidente descumpriu medidas cautelares ao divulgar carta com conteúdo político por meio de terceiros.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Lindbergh Farias anunciou que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa ocorre após o senador Flávio Bolsonaro ler, em transmissão ao vivo, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações políticas e apoio eleitoral. Segundo Lindbergh, a divulgação do documento viola as medidas cautelares impostas pelo STF, que proíbem o ex-presidente de utilizar redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
- Além do pedido de prisão, a petição de Lindbergh solicita a aplicação de uma multa de R$ 100 mil ao senador Flávio Bolsonaro por ter facilitado a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março por motivos de saúde, sob condições que incluem restrições de comunicação. Até o momento, o STF e a defesa do ex-presidente não comentaram o anúncio da petição.
Foto: Ton Molina | STF
O deputado federal Lindbergh Farias anunciou neste sábado (11) que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal pedindo a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa foi divulgada após o senador Flávio Bolsonaro ler, durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações sobre o cenário político nacional e apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República. Segundo Lindbergh, o conteúdo da carta possui caráter político-eleitoral e teria sido divulgado em desacordo com as medidas cautelares impostas pelo STF. O parlamentar argumenta que Bolsonaro está proibido de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, inclusive por intermédio de terceiros, para divulgação de mensagens, vídeos ou áudios. Na petição, o deputado também pede que o Supremo aplique uma multa de R$ 100 mil a Flávio Bolsonaro. De acordo com Lindbergh, o senador tinha conhecimento das restrições impostas ao ex-presidente e, ainda assim, teria contribuído para a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março, após decisão judicial motivada por um quadro de broncopneumonia. Entre as condições estabelecidas para a medida estão a proibição de utilizar redes sociais, pessoalmente ou por meio de terceiros. O eventual descumprimento das determinações poderá ser analisado pelo STF, que decidirá se houve violação das medidas cautelares. Na carta lida por Flávio Bolsonaro, o ex-presidente manifesta apoio à pré-candidatura do filho à Presidência da República e o define como seu "porta-voz". O documento também conclama apoiadores a se unirem em torno do projeto político para as eleições de 2026. Até o momento, o STF não havia se manifestado sobre o pedido anunciado pelo deputado, e a defesa de Jair Bolsonaro também não comentou publicamente a iniciativa.
























