Em vídeo, prefeito de LEM reafirma apoio a Flávio Bolsonaro na Bahia
Em vídeo, prefeito de LEM reafirma apoio a Flávio Bolsonaro na Bahia
Gestor de Luís Eduardo Magalhães convidou a população para recepcionar o senador durante visita à Bahia Farm Show.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O prefeito de Júnior Marabá reafirmou apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República, vendo na gestão uma oportunidade de mudança e surgimento de novas lideranças no cenário nacional.
- A mobilização para a recepção do senador contou com a participação de familiares e outros políticos, incluindo a pré-candidata a deputada estadual Cinthya Marabá.
Foto: redes sociais
O prefeito de Júnior Marabá reafirmou nesta terça-feira (9) seu apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor convidou a população para acompanhar a visita do parlamentar à Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Na gravação, Marabá destacou que vê no senador uma alternativa de renovação política para o país. Segundo ele, a candidatura representa uma oportunidade de mudança e de surgimento de novas lideranças no cenário nacional. “Hoje vamos receber o próximo presidente da República, Flávio Bolsonaro. Aguardamos vocês no parque da Bahia Farm Show, às 15h”, afirmou o prefeito. Em seguida, ele reforçou que seu apoio vai além de questões ideológicas e está relacionado à busca por novas opções para o comando do país. A mobilização para a recepção do senador também contou com a participação de Cinthya Marabá, esposa do prefeito e pré-candidata a deputada estadual. Em vídeo publicado nas redes sociais, ela aparece ao lado de João Roma e da deputada federal Roberta Roma, que devem acompanhar a agenda do senador no evento. A visita de Flávio Bolsonaro ocorre durante a realização da Bahia Farm Show, uma das principais feiras do agronegócio do país. A programação política do evento também deve contar com a presença de ACM Neto, que tem visita prevista para a próxima sexta-feira (12).
TSE julga suspensão de pesquisa que afetou Flávio Bolsonaro
TSE julga suspensão de pesquisa que afetou Flávio Bolsonaro
Ministros analisam decisão que retirou do ar levantamento após questionamentos sobre metodologia e possível indução de respostas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidirá hoje se mantém ou revoga a suspensão de uma pesquisa da AtlasIntel, que mostrou queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro. A decisão é esperada a partir das movimentações políticas para as eleições de 2026.
- A defesa de Flávio Bolsonaro alega que a pesquisa foi afetada por uma metodologia inadequada, considerando que expressões negativas foram usadas em perguntas e o conteúdo questionado foi exibido após os entrevistados terem registrado suas respostas eleitorais.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decide nesta terça-feira (9) se mantém ou revoga a suspensão de uma pesquisa eleitoral da AtlasIntel divulgada em maio e que apontou queda nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O julgamento será acompanhado de perto por partidos e especialistas, já que ocorre em meio às movimentações políticas para as eleições de 2026. A decisão que retirou o levantamento de circulação foi tomada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, após pedido apresentado pela defesa do senador. O argumento central é que a metodologia utilizada pelo instituto teria influenciado a percepção dos entrevistados e comprometido a neutralidade da pesquisa. Entre os pontos questionados estão o uso de expressões consideradas negativas em algumas perguntas, a sequência dos questionamentos e a apresentação de um áudio relacionado ao caso conhecido como “Dark Horse”, tema que ganhou repercussão nacional nas últimas semanas. A pesquisa ouviu mais de 5 mil pessoas e apontou uma redução nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro em cenários eleitorais simulados. Segundo a defesa do parlamentar, a estrutura do questionário teria criado uma narrativa capaz de impactar as respostas dos participantes. Por outro lado, a AtlasIntel afirma que seguiu critérios técnicos e científicos durante a elaboração do levantamento. A empresa sustenta que o conteúdo questionado foi exibido apenas em uma etapa posterior da pesquisa, quando os entrevistados já haviam registrado suas respostas eleitorais, sem possibilidade de alteração. Além de Kassio Nunes Marques, participam do julgamento os demais ministros que compõem o plenário do TSE. A expectativa é que a decisão sirva de referência para futuros debates envolvendo pesquisas eleitorais, metodologia de levantamentos e os limites da atuação da Justiça Eleitoral durante o período pré-eleitoral.
Flávio Bolsonaro compara Lula a líder do PCC
Flávio Bolsonaro compara Lula a líder do PCC
Durante encontro com empresárias em São Paulo, senador criticou a posição do governo federal sobre a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou duramente a posição do governo federal liderado pelo presidente Lula da Silva (PT) em relação à decisão dos Estados Unidos de classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Flávio Bolsonaro defendeu a medida adotada pelo governo norte-americano e afirmou que o Brasil deveria atuar de forma conjunta no combate às organizações criminosas. Ele também apresentou propostas para mudanças na política de segurança pública e no sistema penal brasileiro.
- A crítica do senador amplia a tensão política entre governo e oposição em um momento de intensificação das articulações para as eleições presidenciais de 2026. Flávio Bolsonaro evitou comentar sobre o caso Master e também não se pronunciou sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a suspensão da divulgação de uma pesquisa eleitoral.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elevou o tom das críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta segunda-feira (8), ao afirmar que o chefe do Executivo parece agir como "o chefe do PCC" diante da oposição do governo brasileiro à decisão dos Estados Unidos de classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A declaração foi feita durante um almoço promovido pelo Grupo Voto, organização que reúne mulheres empresárias, realizado no Hotel Palácio Tangará, em São Paulo. Ao abordar o tema da segurança pública, Flávio defendeu a medida adotada pelo governo norte-americano e afirmou que a classificação representa uma oportunidade para enfraquecer o poder das facções criminosas. Segundo o senador, o Brasil deveria atuar de forma conjunta no combate às organizações criminosas. Em seu discurso, ele criticou a posição do governo federal e associou a resistência à medida à postura adotada pelo presidente da República. O governo brasileiro tem manifestado preocupação com a decisão dos Estados Unidos, argumentando que a classificação das facções como grupos terroristas pode abrir precedentes para ações estrangeiras em território nacional e representar riscos à soberania do país. Além das críticas ao governo federal, Flávio Bolsonaro defendeu mudanças na política de segurança pública e no sistema penal brasileiro. O parlamentar afirmou que é necessário endurecer o combate à criminalidade e ampliar o período de permanência na prisão para condenados por crimes violentos. Durante o evento, o senador atribuiu o aumento da sensação de insegurança nas cidades brasileiras às políticas adotadas por administrações petistas e afirmou que o país precisa fortalecer mecanismos de punição e combate à impunidade. Na área econômica, Flávio também apresentou propostas para uma eventual candidatura presidencial. Entre elas, a defesa do adiamento da entrada em vigor da reforma tributária por pelo menos um ano e a privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. O senador evitou comentar questionamentos relacionados ao caso Master e também não se pronunciou sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a suspensão da divulgação de uma pesquisa eleitoral do instituto AtlasIntel. O levantamento apontava queda nas intenções de voto do parlamentar em um eventual segundo turno contra Lula. As declarações ampliam a tensão política entre governo e oposição em um momento de intensificação das articulações para as eleições presidenciais de 2026, cenário que tem sido marcado por trocas de críticas entre lideranças dos dois campos políticos.
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Deputado Otoni de Paula fez uma série de acusações contra Flávio Bolsonaro e afirmou que a estratégia adotada pelo senador pode beneficiar politicamente o presidente Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O deputado federal Otoni de Paula acusou o senador Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país, em um vídeo contundente que reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Otoni também classificou Flávio Bolsonaro como um 'traidor da direita' e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- O episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso, com apoiadores de ambos os lados trocando críticas e manifestações na internet. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e levou ao silêncio de Flávio Bolsonaro até o momento.
Foto: Reprodução
A temperatura subiu de vez no campo da direita brasileira. Em um vídeo carregado de críticas e acusações, o deputado federal Otoni de Paula protagonizou um dos ataques mais contundentes já feitos contra o senador Flávio Bolsonaro, expondo publicamente uma crise que vem ganhando força nos bastidores políticos. Sem poupar palavras, o parlamentar disparou contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o pronunciamento, Otoni acusou Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país. Em tom exaltado, o deputado repetiu diversas vezes a palavra "vergonha" e atribuiu ao senador a responsabilidade por episódios recentes que, segundo ele, acabaram fortalecendo o discurso do governo federal. As declarações ocorreram após repercussões envolvendo uma reunião com o presidente norte-americano Donald Trump, assunto que se transformou em mais um ponto de tensão dentro do campo conservador. Para Otoni, a condução política do episódio teria produzido efeito contrário ao esperado e fortalecido adversários políticos. O parlamentar foi além e classificou Flávio Bolsonaro como um "traidor da direita", afirmando que perdeu a confiança no senador. As declarações evidenciam um momento de forte divisão entre lideranças que até pouco tempo atrás integravam o mesmo grupo político. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Enquanto apoiadores de ambos os lados trocam críticas e manifestações na internet, o episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso. Até o momento, Flávio Bolsonaro não havia se pronunciado sobre as declarações.
Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro R$ 134 milhões para bancar filme sobre Jair, aponta Intercept
Documentos revelam repasses milionários ao projeto cinematográfico ligado à família Bolsonaro e expõem conversas entre Flávio e o dono do Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, está envolvido em uma controvérsia após mensagens e documentos indicarem que ele teria mantido uma relação próxima com o banqueiro Daniel Vorcaro. Vorcaro foi preso em novembro de 2025 após ser suspeito de operar um esquema de fraude que teria causado um rombo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). nnFlávio Bolsonaro negou qualquer vínculo político ou financeiro com Vorcaro, mas a reportagem do Intercept revela que o senador teria financiado a produção do filme biográfico
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, manteve conversas diretas com o banqueiro Daniel Vorcaro dias antes da prisão do empresário, acusado de operar um esquema de fraude que teria provocado um rombo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Mensagens e documentos obtidos pelo Intercept Brasil indicam ainda que Vorcaro teria financiado, com ao menos US$ 10,6 milhões, a produção de “Dark Horse”, filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”, escreveu Flávio Bolsonaro ao banqueiro em mensagem enviada por WhatsApp em 16 de novembro de 2025. Um dia após o envio da mensagem, Vorcaro foi preso enquanto tentava deixar o país. Em 18 de novembro, o Banco Central liquidou o Banco Master. Segundo a publicação, os registros apontam que o banqueiro teria se comprometido a repassar US$ 24 milhões — cerca de R$ 134 milhões na cotação da época, para financiar o longa-metragem ligado à família Bolsonaro. De acordo com os documentos obtidos pelo Intercept, pelo menos US$ 10,6 milhões, equivalentes a cerca de R$ 61 milhões, foram pagos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações destinadas à produção cinematográfica. Os registros incluem cronograma de desembolso, comprovante bancário e cobranças referentes às parcelas previstas para o projeto. Não há evidências, porém, de que as demais parcelas tenham sido quitadas. Ainda segundo a reportagem, a negociação envolvendo Vorcaro teria sido conduzida diretamente por Flávio Bolsonaro, com participação do deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro e do deputado federal Mario Frias, ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro. As conversas privadas e os documentos obtidos revelariam uma relação próxima entre o clã Bolsonaro e o banqueiro. Flávio já havia negado anteriormente qualquer vínculo político ou financeiro com Vorcaro. Em entrevista à CNN, após a divulgação de que o pastor Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro, doou R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, o senador afirmou que a contribuição ocorreu “sem nenhuma vinculação, sem nenhuma contrapartida, sem nenhum contato pessoal, inclusive”. “Essa conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”, declarou o senador na ocasião. Dois dias antes, durante evento de pré-campanha em João Pessoa, na Paraíba, Flávio classificou o caso como um “grande esquema de roubalheira que está dando nojo a todo o país”. Na manhã desta quarta-feira (13), Flávio Bolsonaro foi questionado presencialmente pelo Intercept sobre o suposto financiamento do filme e respondeu: “De onde você tirou essa informação? É mentira”. Em seguida, segundo a reportagem, o senador riu e deixou o local onde concedia entrevista à imprensa, nas proximidades do Supremo Tribunal Federal, após reunião com o ministro Edson Fachin. O Intercept informou ainda que Flávio Bolsonaro foi procurado por telefone, WhatsApp e e-mail, mas não respondeu aos questionamentos até a publicação da reportagem. A defesa de Daniel Vorcaro também foi acionada, sem retorno. Eduardo Bolsonaro e Mario Frias igualmente não responderam aos contatos feitos pela publicação, que afirmou manter o espaço aberto para manifestações futuras.
























