Opinião: Flávio chega à reta final como favorito em eleição aberta
Opinião: Flávio chega à reta final como favorito em eleição aberta
Mobilização do PT e força do governo estreitaram a diferença nas pesquisas; virada ainda depende de convencer indecisos em dez dias marcados por debates
Por: Silvio Cascione
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- O segundo turno da eleição presidencial brasileira se aproxima, com Flávio como favorito, mas a diferença de votos ainda é estreita e pode mudar nos próximos dias. As primeiras pesquisas apontam uma vantagem de três a quatro pontos para Flávio, porém a tendência indica que Lula está se aproximando novamente, impulsionado pela forte mobilização nas redes e nas ruas, além de debates televisivos que podem influenciar eleitores indecisos.
- A campanha de Lula ganha força com o apoio de figuras como André Janones e a retórica de medo sobre a volta de Bolsonaro, enquanto Flávio tenta reagir após um início confiante, adotando estratégias como o apoio ao fim da escala 6x1. Questões como corrupção, segurança pública e a Operação Unha e Carne permanecem como fatores decisivos para o eleitorado nas últimas semanas antes da votação.
Foto: Reprodução
O segundo turno da eleição presidencial entra na reta final com Flávio como favorito. Mas, a dez dias da votação, a diferença entre ele e Lula é pequena, e o jogo não terminou. Começo pelas pesquisas. No primeiro turno, elas subestimaram Flávio. Parte disso se deveu ao voto útil: eleitores de candidatos alternativos que mudaram de ideia entre o sábado e o domingo e não foram captados pelos institutos. Houve, além disso, alguma subestimação adicional. Do primeiro para o segundo turno, porém, as pesquisas costumam calibrar melhor seus resultados, e historicamente a taxa de erro cai. Na passagem para o segundo turno, o próprio resultado das urnas indicava que a vantagem de Flávio tenderia a crescer. A maior parte dos eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado e Renan Santos apontava o senador, e não Lula, como segunda opção. Pela conta da Eurasia Group, com base na distribuição dos votos e nessas preferências declaradas em pesquisas, a diferença de dois pontos do primeiro turno deveria se converter em uma vantagem de três a quatro pontos para Flávio no segundo. As primeiras pesquisas do segundo turno mostraram uma vantagem até um pouco maior que essa. Pode ter sido o reflexo de eleitores aderindo ao candidato que saiu na frente, ou sendo levados pelo desejo de mudança. Essa diferença, no entanto, já está caindo e voltou para perto da faixa de três a quatro pontos estimada inicialmente. Os números variam de um instituto para outro, mas a tendência sugere que Lula pode entrar na última semana a uma distância ainda menor. Isso tem a ver com a mudança na campanha. O primeiro fator é a própria condição de favorito. Na Quaest, 53% dos eleitores acreditam que Flávio vencerá; na véspera do primeiro turno, eram 35%, e a maioria apostava em Lula. Quando o eleitor passa a ver um governo Flávio como provável, ouve com mais atenção os argumentos sobre como seria esse governo. O discurso do medo, da volta de Jair Bolsonaro ao poder, ganhou força de uma semana para cá: hoje, 43% dizem temer a volta da família Bolsonaro, mesmo percentual dos que temem a reeleição de Lula. Mais importante, porém, é a mobilização que o PT conseguiu nas redes e nas ruas. O “exército” de André Janones, as selfies de Lula e as manifestações de rua melhoraram a coordenação de uma militância que, no primeiro turno, esteve muito mais dispersa. Tudo isso ajuda a projetar melhor a força do incumbente, que era a razão principal do leve favoritismo de Lula antes do primeiro turno: a possibilidade de tomar medidas que mexem com a popularidade ou, no mínimo, pautam o debate público. A redução da jornada de trabalho, por exemplo, será amplificada por essa campanha mais mobilizada e mais organizada. Do outro lado, a campanha de Flávio começou o segundo turno no clima de “já ganhou” e demorou a reagir. Agora se reorganiza, com mobilizações próprias e um aconselhamento mais ativo de Jair Bolsonaro, ainda que ele não apareça diretamente. Foi depois de visitar o pai, na terça-feira, que Flávio anunciou voto a favor do fim da escala 6x1. Trata-se de uma decisão tática para não ficar do lado de uma posição impopular e deixar o tema esfriar até o dia 25. O ex-presidente terá mais influência sobre as próximas decisões da campanha. Nesse contexto, os debates, na Band no domingo e na Globo na sexta-feira seguinte, serão mais importantes do que em eleições passadas. O confronto direto é uma oportunidade para Lula convencer quem está em dúvida ou pensa em não votar. Na Quaest, 9% dos eleitores dizem que ainda podem mudar o voto. Por ora, a mobilização do governo parece ter chegado tarde para reverter o que Flávio construiu no primeiro turno. Corrupção e segurança pública, as principais preocupações do eleitor, continuam atrapalhando Lula, mesmo que escândalos desgastem também a campanha de Flávio – como pode ser o caso no Rio de Janeiro, com a nova fase da Operação Unha e Carne, e com as novas informações sobre a relação entre o ministro do STF Kassio Nunes Marques e o banqueiro Daniel Vorcaro. No segundo turno, o senador é o favorito. Mas, com uma diferença dessa ordem e dez dias pela frente, a eleição ainda não terminou.
Flávio Bolsonaro retoma visitas ao pai após fim de restrição do STF
Flávio Bolsonaro retoma visitas ao pai após fim de restrição do STF
Prazo de punição imposto por Alexandre de Moraes terminou neste domingo; defesa do ex-presidente comunicou o STF sobre os novos agendamentos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) terá novamente permissão para visitar o pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), após o fim da suspensão de 90 dias imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida, que vigorou desde julho por violação de restrição ao uso de redes sociais, foi encerrada neste domingo (11) e a defesa do ex‑presidente já comunicou a Corte que os encontros serão agendados diretamente com o Núcleo de Custódia da Polícia Militar, mantendo as demais condições cautelares.
- Com a punição revogada, os advogados de Jair Bolsonaro pretendem retomar as visitas sem alterações nas outras restrições judiciais, enquanto a controvérsia sobre a divulgação de uma carta nas redes sociais continua a gerar atenção no cenário político brasileiro.
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderá retomar as visitas ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após o término da suspensão de 90 dias determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A restrição chegou ao fim neste domingo (11) e foi comunicada à Suprema Corte pela defesa do ex-presidente, que informou que os encontros voltarão a ser agendados diretamente com o Núcleo de Custódia da Polícia Militar (NCPM), respeitando as condições e demais medidas cautelares em vigor. A punição havia sido aplicada em julho, quando Moraes entendeu que a divulgação nas redes sociais de uma carta escrita pelo ex-presidente por meio do perfil de Flávio descumpriu a proibição de uso de plataformas digitais por intermédio de terceiros. Com o encerramento da punição, os advogados pretendem dar andamento às visitas sem alterações nas outras restrições impostas pela Justiça.
Lula reúne milhares de pessoas em ato na Avenida Paulista
Lula reúne milhares de pessoas em ato na Avenida Paulista
Em ato de campanha na Avenida Paulista, presidente defendeu o fim da escala 6x1, cobrou a PEC da Segurança Pública e pediu engajamento no segundo turno.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu milhares de apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, e convocou a militância a conversar com eleitores que deixaram de votar no primeiro turno, destacando que cerca de 30 milhões de pessoas ficaram ausentes, incluindo idosos acima de 70 anos. Lula enfatizou a necessidade de convencer esse contingente decisivo para reverter as abstenções na fase final da disputa eleitoral.
- Ele também confiou que o Senado votará nesta quarta‑feira a PEC que elimina a escala de trabalho 6x1 e defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública, ao mesmo tempo em que criticou a gestão de Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid‑19, ressaltando a diferença entre construir e destruir.
Foto: Miguel Schincariol/AFO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu milhares de apoiadores em um ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante seu discurso, Lula convocou a militância a conversar com os eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno para tentar reverter as abstenções na etapa final do pleito. O presidente lembrou que cerca de 30 milhões de pessoas deixaram de votar, ressaltando que, entre as abstenções e os idosos acima de 70 anos desobrigados por lei, há um contingente decisivo que precisa ser convencido pelo futuro do país. O petista também afirmou confiar que o Senado votará na quarta-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1, além de defender a aprovação da PEC da Segurança Pública, que amplia a atuação do governo federal no setor. Em tom crítico ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Lula afirmou que construir algo é difícil, mas destruir é simples, e criticou a condução da gestão anterior durante a pandemia de Covid-19.
PL descarta acordo e quer avançar contra Moraes no Senado em 2027
PL descarta acordo e quer avançar contra Moraes no Senado em 2027
Partido afirma ter 49 votos no Senado, cinco a menos que o quórum necessário para aprovação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido Liberal (PL) anunciou que pretende avançar, em 2027, com um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações da CNN e do G1, o PL conta com 49 senadores favoráveis, ainda cinco votos abaixo dos 54 necessários para aprovar a medida.
- A iniciativa surge em meio a intensas articulações políticas envolvendo aliados de Flávio Bolsonaro e possíveis negociações judiciais relacionadas ao ex‑presidente Jair Bolsonaro e à anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A cúpula do PL também pretende investigar a relação de Moraes com o empresário Daniel Vorcaro e avalia ações contra o ministro Flávio Dino, dependendo das investigações sobre as eleições e o uso de emendas parlamentares.
Foto: Reprodução
O Partido Liberal (PL) pretende avançar, em 2027, com um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações da CNN e do G1, integrantes da legenda tratam a medida como uma pauta que não estaria aberta a negociações. O partido calcula atualmente ter 49 votos favoráveis à iniciativa no Senado, cinco a menos que os 54 necessários para a aprovação do processo. A posição do PL ocorre em meio a articulações políticas envolvendo aliados do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Parte desse grupo teria interpretado recentes movimentos no Judiciário como possíveis sinais de negociação, incluindo questões relacionadas à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro e à anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A cúpula do PL, no entanto, rejeita um acordo com ministros do Supremo e defende pressionar o próprio STF para investigar a relação de Alexandre de Moraes com o empresário Daniel Vorcaro, além de pedir eventual afastamento do ministro durante as apurações. A legenda também avalia uma possível ofensiva contra o ministro Flávio Dino, dependendo de sua atuação em investigações relacionadas às eleições e ao uso de emendas parlamentares. A composição do Senado após as eleições e as futuras articulações entre os partidos serão fatores importantes para definir o avanço dessas iniciativas.
PGR dá parecer favorável a visitas de Flávio Bolsonaro ao pai
PGR dá parecer favorável a visitas de Flávio Bolsonaro ao pai
Parecer de Paulo Gonet foi enviado ao STF após pedido de Alexandre de Moraes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O procurador‑geral da República, Paulo Gonet Branco, enviou ao STF parecer favorável à retomada das visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. O parecer, solicitado pelo ministro Alexandre de Moraes, indica que não há mais motivos para manter a restrição de visitas.
- A defesa já havia pedido a liberação antes do fim dos 90 dias estabelecidos, alegando que a medida perde validade em 11 de outubro. Flávio foi impedido de visitar em julho após divulgar carta do ex‑presidente; Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe e está se recuperando de pneumonia.
Foto: Reprodução | Redes Sociais
O procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, enviou nesta terça-feira (6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável à retomada das visitas do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. A manifestação foi solicitada pelo ministro Alexandre de Moraes após pedido da defesa. No parecer enviado ao STF, Gonet afirmou que não há motivo para manter a restrição. “Considerando a ausência de fatos supervenientes indicativos de descumprimento das condições fixadas ou da necessidade de prorrogação da medida restritiva anteriormente determinada, a Procuradoria-Geral da República não opõe óbice ao deferimento do pleito formulado”, afirmou. A defesa havia pedido ao STF a liberação das visitas antes do fim do prazo de 90 dias determinado por Moraes. Segundo os advogados, a suspensão perde a validade em 11 de outubro. "Não mais se mostra necessária a manutenção de regime excepcionalmente restritivo de visitas, sendo possível o restabelecimento desde logo", disse a defesa. Flávio foi proibido de visitar o pai em julho, após publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente. Bolsonaro também está impedido de usar a internet, inclusive por meio de terceiros, como parte das medidas impostas pela Justiça. No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista. Após passar por cirurgia, recebeu autorização para cumprir a pena em prisão domiciliar. Atualmente, ele se recupera de uma pneumonia bacteriana.
Ministro do STF avalia liminar para libertar Bolsonaro após eleição
Ministro do STF avalia liminar para libertar Bolsonaro após eleição
Ministro pretende analisar pedido após o segundo turno; defesa contesta condenação de 27 anos e três meses
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, analisará após o segundo turno das eleições o pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para suspender a condenação de 27 anos e três meses e permitir sua liberdade. A defesa alega “exageros” na condução do processo e busca, em caráter liminar, a suspensão da prisão até o julgamento da revisão criminal, que ainda não foi encaminhada ao plenário do Supremo.
- A medida pode ter fortes reflexos políticos: o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, prometeu indulto ao pai caso seja eleito, embora só possa ser concedido após a posse. A Procuradoria‑Geral da República ainda deve se manifestar antes de qualquer encaminhamento definitivo.
Foto: Reprodução
O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), pretende analisar após o segundo turno das eleições o pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para suspender a condenação e permitir a liberdade do ex-presidente. Segundo relatos publicados pela imprensa, Nunes Marques avalia a possibilidade de conceder uma liminar, mas a tendência é que a revisão criminal seja encaminhada ao plenário do Supremo. O ministro teria sinalizado a interlocutores que identifica “exageros” na condução do processo que levou à condenação de Bolsonaro. A defesa sustenta que houve prejuízo ao direito de defesa e questiona a condução das investigações. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão e atualmente cumpre a pena em regime domiciliar. A decisão também pode ter reflexos no cenário político. O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, afirmou que pretende conceder indulto ao pai caso seja eleito. Uma eventual medida desse tipo, porém, só poderia ser adotada após a posse. Flávio já declarou que Jair Bolsonaro “vai subir aquela rampa do Planalto” em janeiro de 2027. O novo pedido de revisão criminal foi apresentado pela defesa no fim de setembro e está sob relatoria de Nunes Marques. Os advogados pedem, em caráter liminar, a suspensão da prisão até o julgamento da revisão e, no mérito, a anulação de decisões relacionadas às investigações. A Procuradoria-Geral da República ainda deverá se manifestar antes de um eventual encaminhamento do caso para julgamento. A decisão sobre a revisão criminal, portanto, ainda não foi tomada.
Tarcísio de Freitas vence Fernando Haddad e é reeleito governador de São Paulo no primeiro turno
Governador promete segundo mandato focado no cidadão e ‘muito próximo’ das periferias; vitória o cacifa para disputar a Presidência em 2030
Por: Bianca Gomes e Pedro Augusto Figueiredo
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- Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito governador de São Paulo no primeiro turno, com 62,85% dos votos válidos nas 90,04% das urnas apuradas, superando o ex‑ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), que ficou com 36,22%.
- A vitória coloca o governador como provável candidato à Presidência em 2030, reforçando a tradição paulista de servir de trampolim ao Planalto; aliados apontam que ele pode assumir a disputa nacional, enquanto a derrota de Haddad marca sua quarta sequência de derrotas eleitorais.
Foto: Tiago Queiroz | Estadão
Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito governador de São Paulo neste domingo (04). Com 90,04% das urnas apuradas, ele tem 62,85% dos votos válidos e não pode ser mais alcançado pelo seu principal adversário na disputa eleitoral, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), que recebeu 36,22% dos votos até o momento. Tarcísio já havia derrotado o petista na eleição passada, mas no segundo turno. A disputa paulista não era definida na primeira etapa da votação desde 2014, com Geraldo Alckmin, também última vez que São Paulo reelegeu o incumbente. O resultado deste domingo posiciona Tarcísio como um potencial candidato à Presidência em 2030 - nos últimos anos, a cadeira de governador de São Paulo tem servido de trampolim para disputar o Planalto, como aconteceu com o próprio Alckmin e o ex-governador José Serra. Tarcísio era cotado para suceder Jair Bolsonaro (PL) na eleição presidencial deste ano, mas acabou preterido por Flávio Bolsonaro (PL). Com a vitória em primeiro turno, a expectativa da campanha de Flávio é que Tarcísio mergulhe de cabeça na disputa nacional. Aliados do governador dizem que o governador o fará sob o argumento de que é preciso derrotar o PT. Uma vitória de Flávio, no entanto, pode ser uma pedra no caminho da eventual candidatura presidencial do governador, já que o senador estaria habilitado a disputar a reeleição. Ao longo da campanha, o filho de Bolsonaro acenou ao governador que proporá o fim da reeleição, abrindo espaço para Tarcísio disputar o Planalto se assim desejar. Do outro lado, Haddad, apontado como um dos nomes para suceder Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sofreu a quarta derrota eleitoral seguida – a última vez que ele sagrou-se vitorioso foi quando disputou a Prefeitura de São Paulo, em 2012.
Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão da pena no STF horas após protocolar recurso
Pedido havia sido apresentado a Nunes Marques nesta quinta-feira (24), mas foi retirado horas depois.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A defesa de Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta‑feira (24), do pedido para suspender a execução da pena de 27 anos e três meses imposta pelo STF no caso da tentativa de golpe de Estado. A solicitação, feita horas antes ao ministro Kassio Nunes Marques, foi substituída por uma petição que apenas homologa a desistência da medida cautelar, mantendo a revisão criminal em curso.
- A revisão criminal continua sob relatoria de Nunes Marques, sem retirada da defesa, enquanto Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março de 2026. O recuo da estratégia foi motivado por reavaliação jurídica, após a Corte já ter rejeitado a tese de que o caso deveria ser julgado pelo Plenário do STF.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu nesta quinta-feira (24) do pedido para suspender o cumprimento da pena de 27 anos e três meses de prisão imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo sobre a tentativa de golpe de Estado. A solicitação havia sido apresentada horas antes ao ministro Kassio Nunes Marques, relator da revisão criminal protocolada pela defesa no Supremo. Em uma nova petição, os advogados pediram a homologação da desistência especificamente da medida cautelar, enquanto a revisão criminal deve continuar tramitando normalmente. O pedido inicial buscava interromper a execução da pena até o julgamento definitivo da revisão e tinha como um dos principais argumentos o questionamento sobre a competência da Primeira Turma do STF para julgar o caso. A defesa sustentava que Bolsonaro deveria ter sido julgado pelo Plenário da Corte, sob o argumento de que os fatos atribuídos a ele ocorreram durante o exercício da Presidência da República. Essa tese já havia sido apresentada durante o julgamento e rejeitada pela Primeira Turma. A defesa também alegou que o acesso ao conjunto de provas da investigação teria ocorrido de forma tardia e incompleta. Bolsonaro foi condenado em setembro de 2025 e passou a cumprir a pena em novembro daquele ano. Desde março de 2026, ele cumpre prisão domiciliar por decisão judicial. A revisão criminal continua sob relatoria de Nunes Marques e não foi retirada pela defesa. Segundo informações divulgadas nesta quinta-feira, o recuo ocorreu após uma reavaliação da estratégia de defesa.
Eduardo Bolsonaro é demitido da PF após processo por abandono de cargo
Eduardo Bolsonaro é demitido da PF após processo por abandono de cargo
Ex-deputado não retornou à função de escrivão após perder mandato; decisão foi publicada no Diário Oficial da União
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou nesta segunda‑feira (21) a demissão do ex‑deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL‑SP) do cargo de escrivão da Polícia Federal, após o Processo Administrativo Disciplinar concluir que ele abandonou o cargo por faltas injustificadas superiores a 30 dias consecutivos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e segue a determinação da PF de que o parlamentar retornasse ao serviço, o que não ocorreu, pois ele permaneceu nos Estados Unidos.
- A demissão ocorre poucos dias depois de a Primeira Turma do STF rejeitar, por unanimidade, os recursos contra a condenação de Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão por coação, além da perda do cargo de escrivão e da inelegibilidade por oito anos. O caso está ligado a supostas tentativas de pressionar autoridades norte‑americanas para interferir em processos envolvendo seu pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro.
Foto: Reprodução
O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou nesta segunda-feira (21) a demissão do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) do cargo de escrivão da Polícia Federal. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União e aponta como motivo o abandono de cargo, caracterizado por faltas injustificadas ao serviço por período superior a 30 dias consecutivos. A decisão é resultado de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado após Eduardo Bolsonaro não retornar às atividades na Polícia Federal depois do encerramento de seu mandato parlamentar. A PF havia determinado o retorno do então deputado ao cargo de escrivão, mas ele permaneceu nos Estados Unidos. O processo administrativo foi concluído pela corporação em julho deste ano e encaminhado ao Ministério da Justiça para a formalização da demissão. Eduardo Bolsonaro estava afastado da PF para exercer o mandato de deputado federal. Após perder o mandato em dezembro de 2025, em razão do número de faltas às sessões da Câmara, a Polícia Federal determinou seu retorno às funções. Como não houve a reapresentação ao trabalho, foi aberto o procedimento disciplinar que culminou na demissão. A demissão ocorre poucos dias depois de a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal rejeitar, por unanimidade, os recursos apresentados contra a condenação de Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. O julgamento terminou em 18 de setembro, com placar de 4 votos a 0. A condenação está relacionada à atuação do ex-deputado nos Estados Unidos. Segundo a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República, ele teria buscado pressionar autoridades norte-americanas para adotar medidas contra autoridades brasileiras e contra o Brasil, com o objetivo de interferir no processo envolvendo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa contestou as acusações. Além da pena de prisão, a decisão do STF determinou a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos, conforme o julgamento da Primeira Turma. A demissão administrativa publicada nesta segunda-feira formaliza, no âmbito do Ministério da Justiça, o desligamento do ex-deputado dos quadros da Polícia Federal.
Lula: ‘Não aceito a ideia do Trump de que facções criminosas são terroristas’
Lula: ‘Não aceito a ideia do Trump de que facções criminosas são terroristas’
Presidente defende investimentos em forças de segurança e reforço na defesa das fronteiras porque o líder dos EUA ‘está atrás de minerais críticos e de petróleo’
Por: Gabriela da Cunha e Gabriel Hirabahasi
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a classificação das facções criminosas como terroristas feita pelo governo dos EUA sob Donald Trump, defendendo que a segurança pública no Rio de Janeiro deve ser tratada como questão de soberania nacional. Lula destacou investimentos nas forças de segurança, no policiamento de fronteiras e na participação de mulheres na Polícia Rodoviária Federal, apontando que o plano de Ações Integradas para o Enfrentamento ao Crime Organizado pode servir de modelo para todo o país.
Foto: Pedro Kirilos | Estadão
Em agenda para tratar de segurança pública no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas à decisão do governo americano de Donald Trump de classificar facções criminosas como terroristas. O presidente defendeu ainda investimentos nas forças de segurança e no policiamento de fronteiras como uma questão estratégica de soberania nacional. Lula argumentou também que “terrorista é o (Jair) Bolsonaro, que tentou matar a mim e ao Alexandre de Moraes”. “Bandidos são terroristas para as pessoas que estão na periferia. Mas não aceito a ideia do Trump de que facções criminosas são terroristas”, afirmou. Lula fez o acompanhamento das Ações Integradas para o Enfrentamento ao Crime Organizado no Rio de Janeiro. O plano prevê uma cooperação entre o governo federal, o governo estadual e a prefeitura no âmbito da segurança pública. Lula defendeu que, se a iniciativa “der certo no Rio, dará em qualquer lugar”. “Estamos tendo um novo começo para criar um novo padrão de segurança nesse País”, argumentou. Em um aceno à força feminina de segurança, elogiou a presença de agentes mulheres da PRF no evento. “Temos de ter mais mulheres na PRF para fazer inteligência. Elas são mais inteligentes do que os homens.” O presidente se comprometeu em transformar 138 prisões em presídios de segurança máxima e defendeu mudanças na gestão das unidades. “Advogado para visitar o preso tem de ter critério. Cadeia não é lugar para comandar quadrilha, é para pagar pelo crime que cometeu”, afirmou.
Lula publica imagens sobre fome e desemprego e faz referência a Flávio Bolsonaro
Lula publica imagens sobre fome e desemprego e faz referência a Flávio Bolsonaro
Post nas redes sociais relembra a crise de 2021 e critica o período do governo Jair Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nesta terça‑feira (15) uma série de imagens no Instagram com a frase "Se o pai fez isso, imagina o filho", direcionada ao candidato Flávio Bolsonaro (PL). A montagem reúne cenas da crise econômica e sanitária de 2021 – ossos de animais, cemitério, áreas desmatadas, filas em agências de emprego – e fotos do ex‑presidente Jair Bolsonaro, reforçando a crítica de Lula ao legado da família Bolsonaro.
- Na legenda, Lula alerta para a possibilidade de "fome, desemprego e crise sanitária sem precedentes" se a candidatura de Flávio avançar, usando o histórico da pandemia de covid‑19 como referência. O post, que mistura conteúdo visual impactante e mensagem política, intensifica o debate eleitoral e a disputa de narrativas entre os candidatos à presidência.
Foto: Reprodução - redes sociais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou, na terça-feira (15), uma série de imagens no Instagram com a frase “Se o pai fez isso, imagina o filho”, em referência a Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário na corrida presidencial. A montagem relembra episódios da crise econômica e sanitária de 2021, durante a pandemia de covid-19, e inclui imagens de ossos e carcaças de animais, de um cemitério, de uma área desmatada e de pessoas em fila em uma agência de emprego, além de fotografias do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na legenda, Lula escreveu: “Fome, desemprego e uma crise sanitária sem precedentes. O Brasil já passou por isso. Não podemos permitir que aconteça de novo”. A publicação faz uma crítica política ao governo Bolsonaro e associa o período retratado à candidatura de seu filho, Flávio.
Flávio Bolsonaro defende fim do sigilo sobre investigação de ‘Dark Horse’: "para mim é muito positivo"
Em coletiva de imprensa em Manaus, o senador afirmou que não recebeu nenhum dinheiro e que o filme foi produzido com recursos privados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta sexta‑feira (11) a retirada do sigilo das investigações que apuram o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia de seu pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista coletiva em Manaus, o senador pediu transparência total, afirmando que a divulgação dos documentos comprovará que não houve irregularidades na produção.
- O caso está sob duas investigações no Supremo Tribunal Federal, incluindo uma conduzida pelo ministro André Mendonça, que analisa a origem e o destino de recursos enviados pelo ex‑banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o The Intercept Brasil, Flávio teria recebido R$ 61 milhões e negociado cerca de R$ 134 milhões para o longa, suscitando suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas, embora o senador negue qualquer irregularidade.
Foto: Diego Vara | Reuters
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta sexta-feira (11) a retirada do sigilo das investigações que apuram o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista coletiva em Manaus, o senador afirmou que a divulgação dos documentos deve comprovar, segundo ele, que não houve irregularidades na produção. "Para mim é muito positivo, tirar sigilo de tudo, eu quero transparência em tudo, porque vou só confirmar o que eu sempre falei, que não tem justamente nada de errado com relação ao filme, diferente de relações de muita gente do atual governo que tentaram de alguma forma beneficiar o Banco Master", declarou. Investigação no STF - O financiamento de "Dark Horse" é alvo de duas investigações no Supremo Tribunal Federal. Uma delas é relatada pelo ministro André Mendonça e apura a origem e o destino de recursos enviados pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O caso também envolve mensagens trocadas entre Vorcaro e Flávio. Segundo material divulgado pelo The Intercept Brasil, Flávio teria recebido R$ 61 milhões de Vorcaro para a produção do filme e negociado cerca de R$ 134 milhões relacionados ao longa. Flávio é formalmente investigado desde julho, por determinação de Mendonça. A Polícia Federal apura se recursos destinados ao projeto podem estar relacionados a crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas. O senador nega irregularidades e afirma que os recursos utilizados na produção tiveram origem em investimentos privados.
PF suspeita que R$ 750 mil usados em filme sobre Bolsonaro tenham origem em emendas parlamentares
Investigação autorizada pelo STF apura suposto desvio de recursos públicos; deputado Mário Frias é citado e Flávio Bolsonaro não é alvo deste inquérito.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Federal abriu a Operação Make Up para investigar suspeita de desvio de R$ 750 mil destinados ao filme "Dark Horse", que retrata a trajetória do ex‑presidente Jair Bolsonaro, possivelmente provenientes de emendas parlamentares do deputado Mario Frias (PL‑SP). A apuração aponta movimentações entre o Instituto Conhecer Brasil, a produtora Go Up Entertainment e a NTT Brasil, além de pagamentos a hotel e empresa de alimentação durante as gravações.
- A PF indica a existência de uma organização criminosa que teria usado recursos públicos de forma irregular, cumprindo 49 mandados de busca em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. A defesa de Frias não foi localizada, Karina Gama nega irregularidades e o senador Flávio Bolsonaro não é investigado neste caso.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal (PF) investiga a suspeita de que R$ 750 mil destinados à produção do filme Dark Horse, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tenham origem em recursos públicos provenientes de emendas parlamentares do deputado federal Mário Frias (PL-SP). A apuração embasou a Operação Make Up, deflagrada nesta quinta-feira (10) por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo é investigar um suposto esquema de desvio de verbas públicas repassadas por meio de emendas parlamentares a uma organização da sociedade civil. Segundo a PF, a investigação identificou movimentações financeiras envolvendo o Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Gama, que também é proprietária da Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme. As apurações apontam que duas empresas receberam R$ 700 mil do ICB entre fevereiro e março de 2025. Posteriormente, entre novembro e dezembro do mesmo ano, a NTT Brasil, pertencente ao mesmo grupo empresarial, transferiu R$ 750 mil para a Go Up Entertainment. A Polícia Federal afirma que ainda não é possível concluir que os recursos tenham origem direta nas verbas públicas, mas destaca a coincidência entre os valores movimentados e o período das transferências. Durante a investigação, também foram identificados pagamentos de aproximadamente R$ 906,7 mil a um hotel e outros R$ 653 mil a uma empresa de alimentação durante as gravações do filme, realizadas entre outubro e dezembro de 2025. Outro ponto destacado pela PF é a transferência de R$ 645,4 mil feita por Mário Frias à Go Up Entertainment em menos de 60 dias. Conforme a corporação, o montante seria incompatível com os rendimentos mensais de um deputado federal, estimados em cerca de R$ 44 mil. A operação cumpriu 49 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal. Em nota, a Polícia Federal informou que as investigações apontam para a atuação de uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados, suspeita de direcionar recursos de emendas parlamentares para empresas subcontratadas de forma irregular, sem comprovação da prestação dos serviços. Segundo a corporação, as tentativas de ocultar os desvios teriam ocorrido até julho deste ano. A defesa de Mário Frias não foi localizada até a publicação desta reportagem. Já Karina Gama negou irregularidades em declaração à coluna da jornalista Mônica Bergamo, afirmando que se sente ameaçada e que não tem informações a delatar caso venha a ser presa. O senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, não é investigado neste inquérito. Ele responde a uma investigação distinta relacionada ao filme, sob relatoria do ministro André Mendonça, e sempre afirmou que a produção não utilizou recursos públicos.
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Campanha de Flávio Bolsonaro tenta construir relação institucional com o STF
Articulação ocorre em meio ao debate sobre um eventual impeachment de Alexandre de Moraes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as conversas com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) para mitigar a pressão política por um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a CNN Brasil, o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, encontrou‑se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes, afirmando que as críticas a Moraes não são ataques ao STF e que, caso Flávio vença as eleições de outubro, sua gestão buscará manter relações institucionais harmoniosas entre os Poderes.
- Apesar da aproximação com o STF, Flávio Bolsonaro continua defendendo a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e, se a proposta não avançar, pretende conceder perdão presidencial ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente sentenciado a 27 anos de prisão.
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A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) tem intensificado conversas com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) em meio ao aumento da pressão política pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pela CNN Brasil. Segundo a reportagem, na última quarta-feira (2), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reuniu-se por cerca de 15 minutos com o ministro Gilmar Mendes. Durante a conversa, Marinho teria afirmado que as críticas dirigidas a Alexandre de Moraes não representam um ataque ao Supremo como instituição e que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro buscaria manter uma relação institucional e de harmonia entre os Poderes. Ainda de acordo com a CNN Brasil, Gilmar Mendes também teria sido procurado para discutir um possível cenário de transição em caso de vitória de Flávio nas eleições de outubro. Apesar da aproximação com o STF, o senador segue defendendo publicamente a concessão de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Conforme a reportagem, Flávio também afirma que, caso a proposta não avance, pretende conceder perdão presidencial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão.
Vorcaro afirma em delação que R$ 5 milhões em doações a Bolsonaro e Tarcísio eram propina
Ex-banqueiro afirmou que valores seriam contrapartida para manter contrato do Credcesta em São Paulo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em proposta de delação premiada, que R$ 5 milhões doados às campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) nas eleições de 2022 fariam parte de um suposto esquema de propina ligado ao programa Credcesta e a negociações envolvendo o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Segundo Vorcaro, parte dos recursos teria sido paga em dinheiro e outra parte encaminhada como doações oficiais às campanhas e partidos aliados.
- A colaboração premiada foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria‑Geral da República. Gilberto Kassab e a defesa de Tarcísio de Freitas negaram qualquer participação nas tratativas, ressaltando que a campanha de 2022 recebeu mais de 600 doadores, cumpriu a legislação eleitoral e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em proposta de delação premiada, que R$ 5 milhões doados às campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), nas eleições de 2022, fariam parte de um suposto esquema de propina. As informações foram divulgadas pelo UOL nesta quinta-feira (3). Segundo o relato, R$ 3 milhões teriam sido destinados à campanha de Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio. Vorcaro alegou que os repasses seriam uma contrapartida para garantir a permanência do programa Credcesta no Governo de São Paulo, em uma suposta negociação envolvendo o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. O ex-banqueiro afirmou ainda que o pagamento seria feito inicialmente em dinheiro, mas que interlocutores ligados a Kassab teriam solicitado que parte dos valores fosse repassada por meio de doações oficiais às campanhas e partidos aliados. A proposta de colaboração premiada, no entanto, foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Em nota, Gilberto Kassab negou qualquer participação nas tratativas e afirmou que nunca discutiu doações com Daniel Vorcaro ou Augusto Lima. A defesa do governador Tarcísio de Freitas também negou qualquer vínculo com o ex-banqueiro e informou que a campanha de 2022 recebeu mais de 600 doadores, cumpriu a legislação eleitoral e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral.
Áudio mostra Nikolas Ferreira pedindo ajuda a dono do Banco Master
Áudio mostra Nikolas Ferreira pedindo ajuda a dono do Banco Master
Deputado diz que mensagens são irrelevantes e afirma nunca ter recebido dinheiro do ex-banqueiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) teria solicitado ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, ajuda para seu ex‑assessor Thiago Faria e o advogado dele, segundo reportagem da jornalista Juliana Dal Piva (ICL Notícias). O pedido incluía a liberação de um ativo de mineração, e a defesa de Vorcaro ainda não se manifestou.
- Em vídeo divulgado nas redes, Nikolas nega qualquer proximidade com Vorcaro, rotulando as mensagens como “irrelevantes” e “cortina de fumaça”. Ele também pediu desculpas por criticar um evento financiado pelo Banco Master em Londres e afirmou que Vorcaro teria auxiliado nos custos de transporte durante a campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste em 2022. As conversas fazem parte de uma série de áudios vazados que envolvem políticos, autoridades e membros do Judiciário.
Foto: Reprodução
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu ajuda a Daniel Vorcaro, do Banco Master, para seu ex-assessor Thiago Faria e o advogado dele, segundo reportagem da jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias. O pedido envolveria a liberação de um ativo de mineração. Procurada nesta quinta-feira (3), a defesa de Vorcaro não respondeu. Faria também não foi localizado. Ao ICL, ele negou irregularidades. Em vídeo publicado nas redes sociais, Nikolas negou ter proximidade com Vorcaro. Ele chamou as mensagens de “irrelevantes” e afirmou que os áudios divulgados seriam uma “cortina de fumaça”. “Eu nunca recebi um tostão de Vorcaro e nunca encontrei com ele”, declarou. Um áudio obtido pelo ICL foi enviado por Nikolas a Vorcaro em março de 2025. Na conversa, o deputado chama o empresário de “Dani”, diz que gostaria de se aproximar dele e, depois, encaminha o contato de Thiago Faria. No dia seguinte, informa que o ex-assessor estaria disponível em Brasília. As mensagens não mostram se Vorcaro atendeu ao pedido. Nikolas também pediu desculpas por uma publicação em que havia criticado um evento financiado pelo Banco Master em Londres. Segundo o deputado, ele recebeu o contato de Vorcaro por meio do pastor André Valadão. Nikolas afirmou ainda que o empresário teria ajudado com gastos de transporte durante sua participação na campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste, em 2022. O parlamentar disse não ter identificado irregularidades na ocasião. Em mensagens de 2024, Vorcaro também teria afirmado a um empresário que havia custeado voos de Nikolas, sem informar quantos ou em qual período. As conversas fazem parte de uma série de mensagens atribuídas a Vorcaro que vieram a público nos últimos dias e envolvem políticos, autoridades e integrantes do Judiciário.
Lula se reúne com ministros do STF em meio à crise envolvendo Alexandre de Moraes
Interlocutores do presidente relataram críticas a André Mendonça, relator do caso que envolve o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na noite de terça‑feira (1º) com ministros do Supremo Tribunal Federal para discutir a crise desencadeada pela divulgação de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Na reunião, aliados de Moraes criticaram o relator do caso, ministro André Mendonça, apontando que suas decisões favorecem adversários políticos de Lula, apesar das negativas dos interlocutores.
- A conversa também abordou a postura do advogado‑geral da União, Jorge Messias, que não teria avançado com medidas na AGU para contestar as iniciativas de Mendonça. O episódio destaca tensões entre o Executivo e o Judiciário, envolvendo figuras como Jair Bolsonaro e seu filho Flávio Bolsonaro, e reforça a atenção da mídia, como a CNN, sobre o impasse judicial.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou na noite de terça-feira (1º) com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a crise envolvendo a Corte após a divulgação de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações divulgadas pela CNN, Lula ouviu ministros próximos a Moraes, que fizeram críticas à atuação do ministro André Mendonça, relator do caso relacionado ao banco. Aos interlocutores do presidente, aliados de Moraes afirmaram que Mendonça estaria adotando medidas alinhadas a adversários políticos de Lula. Mendonça foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do senador Flávio Bolsonaro (PL), apontado como um dos principais nomes da oposição. As acusações contra o ministro, no entanto, são rejeitadas por seus interlocutores. Durante as conversas, aliados de Moraes também defenderam uma atuação mais contundente de Lula diante da crise. Ainda de acordo com a CNN, integrantes do grupo ligado ao ministro criticaram o advogado-geral da União, Jorge Messias, por não ter avançado com uma medida na Advocacia-Geral da União (AGU) para contestar iniciativas de Mendonça relacionadas ao caso.
Moraes ordena destruição de sete armas apreendidas de Bolsonaro
Moraes ordena destruição de sete armas apreendidas de Bolsonaro
Decisão do ministro do STF não inclui pistola Glock apreendida em junho com um segurança do ex-presidente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a destruição de sete armas apreendidas de Jair Bolsonaro, decisão que será executada pelo Comando de Operações Especiais do Exército. A ordem não abrange a pistola Glock calibre 9 mm, ainda sob custódia, cuja destinação será analisada após o término das investigações.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (1º) a destruição de sete armas de Jair Bolsonaro (PL). A ordem será cumprida pelo Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro. Segundo Moraes, o Código Penal prevê, como efeito da condenação, a perda de instrumentos utilizados na prática de crimes em favor da União, além de bens obtidos por meio de infrações. A decisão não inclui uma pistola Glock calibre 9 milímetros que pertence ao ex-presidente e foi apreendida em junho com um de seus seguranças durante uma blitz. De acordo com o ministro, a destinação definitiva da arma será analisada posteriormente, após a conclusão das investigações e a avaliação sobre a necessidade de mantê-la para a apuração dos fatos. Até uma nova decisão, a arma permanecerá sob custódia no procedimento investigatório relacionado ao caso. Moraes afirmou que os armamentos apreendidos e utilizados ou destinados à atuação da associação criminosa armada são considerados instrumentos do crime e, por isso, estão sujeitos ao confisco como consequência da condenação. A apreensão da pistola em junho levou Moraes a avaliar a possibilidade de revogar a prisão domiciliar de Bolsonaro e determinar seu retorno à unidade prisional conhecida como Papudinha. Em julho, o ministro autorizou a manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente por tempo indeterminado e determinou que ele entregasse todas as dez armas que possuía. Também revogou a autorização para porte e os certificados de registro dos armamentos. Bolsonaro foi condenado pelo STF em setembro de 2025 no processo que apurou a tentativa de golpe de Estado. Em novembro daquele ano, foi preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após tentar romper a tornozeleira eletrônica. Em janeiro de 2026, foi transferido para a Papudinha, no Complexo da Papuda.
Propaganda de Flávio Bolsonaro reforça vínculo com Jair Bolsonaro e critica cenário do país
Propaganda eleitoral começa nesta sexta-feira (28); primeiros programas em bloco serão exibidos no sábado (29).
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na sexta-feira (28), o senador Flávio Bolsonaro iniciou sua propaganda eleitoral gratuita no rádio, apresentando‑se como advogado, empresário de 45 anos e filho do ex‑presidente Jair Bolsonaro. O programa destaca a renovação geracional e a valorização da família, com foco especial no eleitorado feminino.
- Além disso, o candidato critica a situação da economia e da segurança pública, apontando altos índices de violência e endividamento familiar, e promete propostas para combater a criminalidade e melhorar a situação econômica do país.
Foto: Fábio Porciúncula | AFP
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), estreia nesta sexta-feira (28) sua propaganda eleitoral gratuita no rádio com mensagens voltadas à apresentação pessoal, à valorização da família, ao eleitorado feminino e a críticas sobre a situação da economia e da segurança pública no país. As inserções marcam o início da propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na televisão. Já os primeiros programas em bloco dos candidatos à Presidência serão exibidos no sábado (29). Nos comerciais, Flávio Bolsonaro se apresenta como advogado, empresário e destaca ter 45 anos, em uma estratégia para enfatizar a renovação geracional na disputa presidencial. Ele também reforça a ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que é seu filho, mas procura ampliar a identificação com os eleitores. Em uma das peças, o candidato dedica a mensagem ao público feminino. Ele afirma que a esposa e as filhas exercem papel central em sua família e defende que o fortalecimento das mulheres é essencial para o desenvolvimento do país. As demais inserções têm como foco a segurança pública e a economia. Flávio Bolsonaro afirma que o Brasil enfrenta altos índices de violência, critica a atuação das facções criminosas e diz que muitas famílias vivem endividadas e enfrentam dificuldades financeiras. Durante a propaganda, o senador também afirma que pretende apresentar propostas para enfrentar a criminalidade e melhorar a situação econômica, defendendo mudanças no cenário atual do país.
Pesquisa: 84% dos brasileiros defendem controle sobre uso de IA nas eleições de 2026
Levantamento CNT/MDA mostra que 49,8% querem proibir qualquer propaganda eleitoral feita com inteligência artificial
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA revelou que 84,1% dos brasileiros defendem algum tipo de restrição ao uso de inteligência artificial (IA) em propagandas eleitorais para o pleito de 2026. Do total de entrevistados, 49,8% são favoráveis à proibição total de vídeos produzidos com a tecnologia, enquanto 34,3% defendem o veto apenas aos conteúdos que apresentem informações falsas sobre os candidatos.
- O debate ganha relevância no momento em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa diretrizes para o uso de IA nas campanhas, incluindo o julgamento de um vídeo com a imagem virtual de Jair Bolsonaro em uma convenção do PL. Para mitigar riscos e combater a desinformação, a Corte Eleitoral firmou parcerias tecnológicas, como o acordo com a ElevenLabs para monitorar o uso de vozes artificiais, e criou um conselho consultivo voltado para acompanhar os impactos das novas tecnologias nas eleições de 2026.
Foto: Reprodução | TSE
Uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o Instituto MDA, mostra que 84,1% dos brasileiros defendem algum tipo de restrição ao uso de inteligência artificial (IA) em vídeos e propagandas eleitorais nas eleições de 2026. Segundo o levantamento, 49,8% dos entrevistados consideram que nenhum vídeo ou propaganda de candidato produzido com inteligência artificial deveria ser permitido durante a campanha. Outros 34,3% defendem a proibição apenas de conteúdos gerados por IA que contenham informações falsas sobre candidatos. A liberação de qualquer tipo de material eleitoral produzido com inteligência artificial é defendida por 8,9% dos entrevistados. Outros 7% não souberam responder ou não responderam à pergunta. O resultado da pesquisa ocorre em meio à discussão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as regras para o uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais deste ano. Entre os casos que devem ser analisados pela Corte está um vídeo exibido durante a convenção do PL, em julho, no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece virtualmente para declarar apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O PT acionou o TSE contra a utilização do vídeo. A defesa de Flávio Bolsonaro afirma que o material foi exibido em uma convenção partidária e que não houve intenção de induzir o público ao erro sobre o conteúdo ter sido produzido com inteligência artificial. O caso deverá ser discutido pelos ministros do TSE antes de chegar ao plenário. A análise pode contribuir para definir o entendimento da Corte sobre o uso de deepfakes e outros conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial durante a campanha. O TSE também adotou outras medidas relacionadas ao uso da tecnologia. A Corte firmou parceria com a ElevenLabs, empresa especializada em geração de vozes artificiais, para dificultar a reprodução digital de vozes consideradas sensíveis para o processo eleitoral. A Justiça Eleitoral poderá solicitar providências contra o uso indevido dessas vozes na plataforma. Além disso, o tribunal criou um conselho consultivo para acompanhar os riscos relacionados à inteligência artificial e à desinformação nas eleições de 2026. O grupo reúne especialistas e deverá auxiliar a presidência do TSE no monitoramento dos impactos dessas tecnologias durante o processo eleitoral. A Pesquisa CNT de Opinião foi realizada entre os dias 5 e 8 de agosto, com entrevistas presenciais em municípios de todas as regiões do país. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06935/2026.
Michelle recusou ser vice de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Michelle recusou ser vice de Flávio Bolsonaro, diz jornal
Presidente do PL teria articulado convite antes da escolha do deputado Alfredo Gaspar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi convidada a integrar a chapa de Flávio Bolsonaro para a disputa pela Presidência da República, mas decidiu recusar a proposta. A intenção era fortalecer a chapa com um dos nomes de maior popularidade entre os eleitores conservadores.
- Entre os principais motivos da recusa de Michelle Bolsonaro estariam a intensa agenda de viagens exigida por uma campanha presidencial e a necessidade de acompanhar o ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar.
Foto: Reprodução
Antes da definição do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi convidada para integrar a composição, mas decidiu recusar a proposta. A informação foi divulgada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Segundo a publicação, o convite partiu do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, com o apoio de integrantes da cúpula do partido e de aliados próximos da família Bolsonaro. A intenção era fortalecer a chapa com um dos nomes de maior popularidade entre os eleitores conservadores. De acordo com uma fonte ouvida pela jornalista, Michelle e o ex-presidente Jair Bolsonaro avaliaram, em conjunto, que a participação na disputa seria inviável. Entre os principais motivos estariam a intensa agenda de viagens exigida por uma campanha presidencial e a necessidade de acompanhar Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar. Ainda conforme a reportagem, um interlocutor da ex-primeira-dama afirmou que os cuidados com a saúde do ex-presidente tiveram peso decisivo na escolha. "Como ela iria fazer campanha? Impossível. Quem cuidaria do Jair? Na prática, a Michelle também está em prisão domiciliar", declarou a fonte ao O Globo. Com a recusa de Michelle Bolsonaro, o PL definiu o deputado federal Alfredo Gaspar como candidato a vice na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro para a disputa pela Presidência da República.
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
As visitas político-eleitorais estão suspensas até o fim das eleições
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu manter a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, com restrições para visitas político-eleitorais e suspensão de algumas visitas por 90 dias. A decisão atende a uma carta intitulada 'Carta aos brasileiros', escrita pelo ex-presidente, que direcionava ao público em geral e tinha finalidade política.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu, nesta sexta-feira (17), manter prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL). Entretanto, até o fim das eleições de 2026, o ex-presidente está proibido de receber visitas com finalidade "político eleitoral". Moraes ainda suspendeu visitas gerais ao ex-presidente pelo período de 30 dias, exceto as visitas permanentes da equipe médica, fisioterapêutica e dos advogados de defesa. As visitas do filho Flávio Bolsonaro também estão suspensas, mas por 90 dias. Flávio consta como advogado de Bolsonaro, mas a divulgação da carta intitulada "Carta aos brasileiros", escrita pelo pai, o impediu de fazer visitas. "O direcionamento da carta – escrita e assinada de próprio punho por Jair Messias Bolsonaro – foi 'aos brasileiros', demonstrando sua natureza não particular e sua finalidade político-eleitoral com exposição ao público em geral, utilizando Flávio Nantes Bolsonaro como intermediário, ou nas suas próprias palavras, como seu 'porta-voz'", escreveu o ministro.
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
Entidade solicita que o senador possa manter contato com o ex-presidente na condição de advogado, limitado a assuntos profissionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o restabelecimento do direito do senador Flávio Bolsonaro de manter contato com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na condição de seu advogado. A solicitação ocorre após Moraes proibir o parlamentar de realizar visitas por 90 dias, sob a justificativa de que Flávio descumpriu medidas cautelares ao divulgar uma carta do ex-presidente nas redes sociais, ato classificado pelo magistrado como promoção política e possível propaganda eleitoral antecipada.
- No pedido de caráter exclusivamente institucional enviado ao STF, a OAB argumenta que busca apenas assegurar as prerrogativas da advocacia e garantir a comunicação reservada entre cliente e defensor para fins profissionais, sem interferir no mérito das decisões judiciais. Paralelamente, Moraes acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público Eleitoral para apurar o caso, enquanto a Suprema Corte ainda não se manifestou sobre a petição apresentada pela entidade.
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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restabeleça o direito do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de manter contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na condição de advogado. O pedido foi apresentado nesta terça-feira (14), um dia após o magistrado proibir o parlamentar de visitar o pai por 90 dias. A restrição foi determinada por Moraes após o senador divulgar, nas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, o que, segundo o ministro, teria descumprido a medida cautelar que impede o ex-presidente de utilizar redes sociais de forma direta ou por intermédio de terceiros. Flávio Bolsonaro integra formalmente a equipe de defesa do pai e acionou a Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB para garantir o exercício da advocacia. No documento enviado ao STF, a entidade pede que seja "assegurada a possibilidade de comunicação pessoal e reservada entre o advogado e seu constituinte para finalidades estritamente profissionais", nos termos que forem definidos pelo ministro. A OAB ressaltou que o pedido possui caráter exclusivamente institucional e não busca discutir o mérito das decisões judiciais. "A presente manifestação possui caráter exclusivamente institucional e busca assegurar a observância das prerrogativas da advocacia, sem interferência no mérito da execução penal ou nas medidas determinadas por esse Supremo Tribunal Federal", diz o ofício. Na decisão que restringiu as visitas, Alexandre de Moraes afirmou que Flávio Bolsonaro utilizou "expressões com carga semântica equivalente a pedido explícito de voto", classificando a conduta como um "instrumento de promoção política". O ministro também encaminhou o caso ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, determinou manifestação da defesa do ex-presidente em até 48 horas e solicitou ao Ministério Público Eleitoral a apuração de eventual propaganda eleitoral antecipada. Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não se pronunciou sobre o pedido apresentado pela OAB.
Ex-sargento da comitiva de Bolsonaro é condenado a prisão por tráfico
Ex-sargento da comitiva de Bolsonaro é condenado a prisão por tráfico
Ex-sargento transportou 37 quilos de cocaína em aeronave que apoiava a comitiva presidencial em 2019; outros dois militares também foram condenados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Justiça Militar condenou o ex-sargento Manoel da Silva Rodrigues a três anos de reclusão, por associação para o tráfico de drogas.
- O ex-militar, juntamente com outros dois, foram condenados por participar de uma organização criminosa que utilizava missões oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) para transportar drogas até a Europa. Os militares foram presos após a descoberta de 37 quilos de cocaína em uma aeronave durante uma missão oficial em 2019, em apoio à comitiva do então presidente Jair Bolsonaro em viagem ao Japão.
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A Justiça Militar condenou o ex-sargento da Aeronáutica Manoel da Silva Rodrigues a três anos de reclusão, em regime fechado, por associação para o tráfico de drogas. A decisão é mais um desdobramento do caso envolvendo o transporte de 37 quilos de cocaína em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), durante uma missão oficial que dava apoio à comitiva do então presidente Jair Bolsonaro em viagem ao Japão, em junho de 2019. O militar foi preso em flagrante durante uma escala da aeronave no aeroporto de Sevilha, na Espanha, após a droga ser localizada pelas autoridades locais. Em 2022, ele foi excluído da FAB e atualmente cumpre, na Espanha, uma pena de seis anos e um dia de prisão, em regime equivalente à liberdade condicional. Também há um pedido de extradição em tramitação. Manoel Rodrigues já havia sido condenado definitivamente, em 2024, a 17 anos e cinco dias de reclusão pelos crimes de tráfico internacional de drogas, com agravantes relacionadas ao uso de transporte oficial e à transnacionalidade do delito. Na nova decisão, a Justiça Militar entendeu que as investigações comprovaram a existência de uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de entorpecentes, que utilizava missões oficiais da FAB para transportar drogas até a Europa. Além do ex-sargento, outros dois militares foram condenados. Marcos Daniel Pena Borja Rodrigues Gama, apontado pelo Ministério Público Militar como líder do grupo, recebeu pena de 22 anos e oito meses de reclusão em regime fechado. Já o segundo-sargento da Aeronáutica Jorge Luiz da Cruz Silva foi condenado a 19 anos de prisão por, segundo a acusação, recrutar militares para integrar o esquema criminoso. A defesa de Manoel da Silva Rodrigues sustentou, durante o processo, que a denúncia se baseava em "meras ilações" e alegou ausência de justa causa. Até a publicação da decisão, os advogados dos condenados não haviam se manifestado sobre a sentença. O espaço permanece aberto para posicionamentos das defesas.
Flávio critica decisão de Moraes e fala em interferência eleitoral
Flávio critica decisão de Moraes e fala em interferência eleitoral
Senador afirmou que medida do ministro Alexandre de Moraes busca influenciar o processo eleitoral e criticou decisão que restringiu visitas ao ex-presidente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou publicamente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiu suas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar classificou a medida, que possui um prazo de 90 dias, como uma tentativa de interferência direta nas eleições deste ano, destacando que o período de restrição impede o contato entre ambos até a conclusão do primeiro turno das eleições.
- A determinação judicial ocorreu após Flávio divulgar uma carta de Jair Bolsonaro em suas redes sociais, o que contrariou a proibição de uso dessas plataformas pelo ex-presidente. Em sua transmissão, o senador defendeu suas prerrogativas como membro da equipe de defesa jurídica de seu pai, criticou a recente operação de busca e apreensão da Polícia Federal e incentivou seus eleitores a apoiarem candidatos ao Senado que sejam favoráveis ao impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta segunda-feira (13) que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de restringir suas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) representa uma tentativa de interferência nas eleições deste ano. A medida foi adotada após Flávio divulgar, em suas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, contrariando a determinação judicial que proíbe o ex-presidente de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, por meio de terceiros. Durante uma transmissão ao vivo, Flávio criticou a decisão. "Os com caneta não podem decidir no lugar dos com voto. [...] Parem de destruir a democracia com pretexto de defender a democracia, isso não cola", afirmou. O senador também questionou o prazo de 90 dias estabelecido na decisão judicial. "Não por acaso ele toma a decisão por 90 dias. Eu só poderia voltar a falar [com Bolsonaro] após o primeiro turno. Alguém acha que isso é coincidência? Qual é o critério para 90 dias?", disse. Em seguida, dirigiu-se aos seguidores: **"Você acha que Alexandre de Moraes está tentando intervir nas eleições? Deixe aqui sua opinião." **Flávio afirmou ainda que muitos eleitores devem escolher candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de Alexandre de Moraes e declarou que isso "não é antidemocrático". O parlamentar também disse esperar a atuação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). "A OAB vai entrar no circuito, porque é uma prerrogativa inegociável de que os advogados tenham acesso aos seus clientes", afirmou. Flávio integra oficialmente a equipe de defesa de Jair Bolsonaro. Segundo o senador, Moraes pretende endurecer ainda mais as medidas contra o ex-presidente. "Alexandre de Moraes quer só uma desculpinha para tirar meu pai da domiciliar. [...] A estratégia é muito simples, é botar a culpa em mim. [...] É uma loucura o que faz Moraes, uma insanidade atrás da outra", declarou. Flávio também afirmou que a busca e apreensão realizada pela Polícia Federal na residência de Jair Bolsonaro teve como objetivo encontrar justificativas para revogar a prisão domiciliar. A defesa do ex-presidente informou que nenhuma arma foi localizada durante a operação. Por fim, o pré-candidato afirmou que seguirá na disputa presidencial. Segundo ele, somente abriria mão da candidatura caso Jair Bolsonaro pudesse concorrer à Presidência, hipótese atualmente impedida pela inelegibilidade do ex-presidente.
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado do PT afirma que ex-presidente descumpriu medidas cautelares ao divulgar carta com conteúdo político por meio de terceiros.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Lindbergh Farias anunciou que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa ocorre após o senador Flávio Bolsonaro ler, em transmissão ao vivo, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações políticas e apoio eleitoral. Segundo Lindbergh, a divulgação do documento viola as medidas cautelares impostas pelo STF, que proíbem o ex-presidente de utilizar redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
- Além do pedido de prisão, a petição de Lindbergh solicita a aplicação de uma multa de R$ 100 mil ao senador Flávio Bolsonaro por ter facilitado a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março por motivos de saúde, sob condições que incluem restrições de comunicação. Até o momento, o STF e a defesa do ex-presidente não comentaram o anúncio da petição.
Foto: Ton Molina | STF
O deputado federal Lindbergh Farias anunciou neste sábado (11) que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal pedindo a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa foi divulgada após o senador Flávio Bolsonaro ler, durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações sobre o cenário político nacional e apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República. Segundo Lindbergh, o conteúdo da carta possui caráter político-eleitoral e teria sido divulgado em desacordo com as medidas cautelares impostas pelo STF. O parlamentar argumenta que Bolsonaro está proibido de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, inclusive por intermédio de terceiros, para divulgação de mensagens, vídeos ou áudios. Na petição, o deputado também pede que o Supremo aplique uma multa de R$ 100 mil a Flávio Bolsonaro. De acordo com Lindbergh, o senador tinha conhecimento das restrições impostas ao ex-presidente e, ainda assim, teria contribuído para a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março, após decisão judicial motivada por um quadro de broncopneumonia. Entre as condições estabelecidas para a medida estão a proibição de utilizar redes sociais, pessoalmente ou por meio de terceiros. O eventual descumprimento das determinações poderá ser analisado pelo STF, que decidirá se houve violação das medidas cautelares. Na carta lida por Flávio Bolsonaro, o ex-presidente manifesta apoio à pré-candidatura do filho à Presidência da República e o define como seu "porta-voz". O documento também conclama apoiadores a se unirem em torno do projeto político para as eleições de 2026. Até o momento, o STF não havia se manifestado sobre o pedido anunciado pelo deputado, e a defesa de Jair Bolsonaro também não comentou publicamente a iniciativa.
Michelle pode permanecer no comando do PL Mulher, diz Valdemar
Michelle pode permanecer no comando do PL Mulher, diz Valdemar
Presidente nacional do PL afirma que nenhuma integrante reúne as mesmas características da ex-primeira-dama e estuda reformular a estrutura do núcleo feminino.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que a legenda não pretende indicar uma substituta para Michelle Bolsonaro na presidência do PL Mulher. A decisão da ex-primeira-dama de deixar o cargo foi anunciada em meio ao tratamento de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro e após um desentendimento público com o senador Flávio Bolsonaro. Valdemar Costa Neto revelou que estuda promover mudanças na estrutura do PL Mulher e não há definição sobre uma eventual candidatura de Michelle ao Senado nas eleições de 2026.
- A expectativa é que a ex-primeira-dama continue participando do projeto eleitoral do partido no próximo pleito, mas o partido não anunciou oficialmente qualquer mudança na estrutura do PL Mulher nem definiu quem poderá assumir as funções exercidas por Michelle Bolsonaro, caso sua saída seja confirmada.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que a legenda não pretende indicar uma substituta para Michelle Bolsonaro na presidência do PL Mulher. Segundo ele, nenhuma integrante do partido reúne as mesmas características da ex-primeira-dama, especialmente em relação à capacidade de comunicação, dedicação e influência política. Em entrevista ao Estadão, Valdemar declarou que, caso Michelle decida permanecer no cargo, a vontade dela será respeitada pela direção nacional do partido. Ele também revelou que estuda promover mudanças na estrutura do PL Mulher, incluindo a possibilidade de extinguir a presidência nacional do núcleo e manter apenas as direções estaduais com maior autonomia. Ao ser questionado sobre possíveis sucessoras, como as deputadas federais Bia Kicis, Caroline de Toni e Júlia Zanatta, o dirigente afirmou que o partido possui nomes para a função, mas fez uma declaração que gerou repercussão. "Nomes nós temos, mas você sabe como é mulher, né?", disse durante a entrevista. Michelle Bolsonaro anunciou, no fim de junho, que deixaria a presidência do PL Mulher para dedicar mais tempo à família. A decisão ocorreu em meio ao tratamento de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro e após um desentendimento público com o senador Flávio Bolsonaro envolvendo articulações políticas dentro da legenda. Apesar da sinalização de saída da direção do núcleo feminino, ainda não há definição sobre uma eventual candidatura de Michelle ao Senado nas eleições de 2026. Nos bastidores, dirigentes do PL mantêm a expectativa de que ela continue participando do projeto eleitoral do partido no próximo pleito. Até o momento, o partido não anunciou oficialmente qualquer mudança na estrutura do PL Mulher nem definiu quem poderá assumir as funções exercidas por Michelle Bolsonaro, caso sua saída da presidência seja confirmada.
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
Dirigente do PL afirmou que estado de saúde do ex-presidente está ligado à situação judicial e comparou o caso ao de Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirma que os problemas de saúde de Jair Bolsonaro estão relacionados à situação judicial. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados a tentativa de golpe de Estado.Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento, lembrando o período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral.
Foto: Reprodução
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou na quarta-feira (8) que os problemas de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão relacionados à situação judicial enfrentada por ele e declarou que o ex-chefe do Executivo "sara na hora" caso deixe a prisão domiciliar. A declaração foi dada durante um evento em Brasília, ao ser questionado sobre o estado de saúde de Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). "Ele está com a saúde complicada por causa da situação que ele está vivendo. É difícil para o camarada suportar isso. Se ele sair de lá, sai pulando de alegria. Sara na hora", afirmou Valdemar. Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Antes da conversão da pena para prisão domiciliar, ele cumpria prisão em uma sala de Estado-Maior no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Durante a entrevista, Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento. Ao responder sobre o tema, o dirigente do PL fez uma comparação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lembrando o período em que o petista permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral. "Quando o Lula ficou preso por 580 dias, você imaginava que ele seria candidato à Presidência da República? Tudo pode acontecer", declarou. Até o momento, Bolsonaro permanece em prisão domiciliar por determinação do STF, enquanto sua situação jurídica continua sendo analisada pela Corte.
Por ordem de Moraes, PF faz buscas na casa de Bolsonaro atrás de armas e munições
Ação foi motivada pela ausência de uma arma que, segundo decisão do STF, deveria ter sido entregue à Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal realizou uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em cumprimento a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A diligência teve como objetivo localizar armas, munições e documentos de registro após divergências sobre a entrega do armamento registrado em nome do ex-presidente, conforme havia sido ordenado previamente pelo magistrado.
- A medida foi motivada pela inconsistência no número de armas sob custódia do Exército, que declarou possuir apenas seis das oito armas informadas pela defesa de Bolsonaro, além do fato de um revólver ter sido apreendido anteriormente com um de seus seguranças. Diante disso, Moraes cassou as autorizações de posse e porte de armas do ex-presidente e ordenou a operação, cujo resultado final ainda não foi divulgado pela PF.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal (PF) realizou, nesta quarta-feira (8), uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro em busca de armas, munições e documentos de registro. A diligência foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações divulgadas, a medida foi adotada após uma das armas registradas em nome de Bolsonaro não ter sido entregue à Polícia Federal, conforme decisão proferida por Moraes na semana passada. Na última sexta-feira, o ministro manteve a prisão domiciliar do ex-presidente e determinou que todas as armas registradas em seu nome fossem entregues à PF. Em manifestação ao Supremo, a defesa de Bolsonaro informou que oito armas estavam sob custódia da Polícia do Exército. No entanto, após solicitação do STF para que o armamento fosse encaminhado à Polícia Federal, os militares informaram possuir apenas seis armas, gerando divergência sobre o paradeiro dos demais equipamentos. De acordo com as informações, uma das armas que constavam nos registros — um revólver calibre 9 mm — havia sido apreendida no mês passado com um dos seguranças de Bolsonaro durante uma blitz de trânsito. Diante da inconsistência na localização do armamento, Alexandre de Moraes determinou a cassação dos registros de posse e porte de armas em nome do ex-presidente e autorizou a realização da diligência para localizar os equipamentos remanescentes e os documentos relacionados aos registros. Até o momento, a Polícia Federal não divulgou o resultado da operação nem informou se novos materiais foram apreendidos durante as buscas.
Exército entrega armas de Bolsonaro à PF após ordem de Moraes
Exército entrega armas de Bolsonaro à PF após ordem de Moraes
Batalhão informou ao STF que seis armas foram entregues à Polícia Federal; outras duas não estavam sob sua custódia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Batalhão de Polícia do Exército (BPE) entregou à Polícia Federal seis armas de fogo registradas sob o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro, em cumprimento a uma determinação judicial do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Outras duas armas que constam no registro de Bolsonaro não estavam sob a guarda da corporação militar e, por isso, não foram repassadas. A ordem de apreensão ocorreu após o ministro suspender o porte de arma do ex-presidente, sob a justificativa de que a posse de armamentos é incompatível com o regime de prisão domiciliar.
- Bolsonaro encontra-se em prisão domiciliar temporária enquanto se recupera de uma pneumonia bacteriana. O ex-presidente foi condenado em 2025 a 27 anos e três meses de prisão no âmbito do processo que investiga a tentativa de golpe de Estado, decisão que ainda é alvo de recursos por parte de sua defesa. Os advogados do ex-mandatário afirmaram que todo o armamento já permanecia guardado e sob a devida custódia em instalações do Exército.
Foto: Ton Molina | STF
O Batalhão de Polícia do Exército (BPE) informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que entregou à Polícia Federal (PF) as armas de fogo registradas em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro. A comunicação foi feita nesta segunda-feira (6), em cumprimento à decisão judicial que determinou a apreensão do armamento. Segundo o documento encaminhado ao STF, o Exército informou que seis armas foram entregues à Polícia Federal. Outras duas, embora registradas em nome de Bolsonaro, não estavam sob a guarda da corporação e, por isso, não puderam ser repassadas. A apreensão foi determinada por Alexandre de Moraes após a renovação da prisão domiciliar do ex-presidente. Na última sexta-feira (3), o ministro também suspendeu o porte de arma de Bolsonaro, entendendo que a posse de armamentos é incompatível com o cumprimento da pena em regime domiciliar. A decisão foi tomada após a repercussão envolvendo a apreensão de uma arma que estava com um dos seguranças particulares do ex-presidente. Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal ter concluído que o armamento estava regularizado e não ter indiciado Bolsonaro no caso, Moraes manteve a determinação para recolhimento das armas registradas em seu nome. A defesa do ex-presidente afirmou que todo o arsenal de Bolsonaro estava armazenado em instalações do Exército, onde permanecia sob custódia. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária desde que deixou o hospital, onde passou por uma cirurgia e se recupera de uma pneumonia bacteriana. Em 2025, ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo que apurou a tentativa de golpe de Estado. A decisão ainda é alvo de recursos apresentados pela defesa.
























