Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
Moraes mantém prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
As visitas político-eleitorais estão suspensas até o fim das eleições
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu manter a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, com restrições para visitas político-eleitorais e suspensão de algumas visitas por 90 dias. A decisão atende a uma carta intitulada 'Carta aos brasileiros', escrita pelo ex-presidente, que direcionava ao público em geral e tinha finalidade política.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu, nesta sexta-feira (17), manter prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL). Entretanto, até o fim das eleições de 2026, o ex-presidente está proibido de receber visitas com finalidade "político eleitoral". Moraes ainda suspendeu visitas gerais ao ex-presidente pelo período de 30 dias, exceto as visitas permanentes da equipe médica, fisioterapêutica e dos advogados de defesa. As visitas do filho Flávio Bolsonaro também estão suspensas, mas por 90 dias. Flávio consta como advogado de Bolsonaro, mas a divulgação da carta intitulada "Carta aos brasileiros", escrita pelo pai, o impediu de fazer visitas. "O direcionamento da carta – escrita e assinada de próprio punho por Jair Messias Bolsonaro – foi 'aos brasileiros', demonstrando sua natureza não particular e sua finalidade político-eleitoral com exposição ao público em geral, utilizando Flávio Nantes Bolsonaro como intermediário, ou nas suas próprias palavras, como seu 'porta-voz'", escreveu o ministro.
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
OAB pede ao STF que Flávio volte a visitar Bolsonaro como advogado
Entidade solicita que o senador possa manter contato com o ex-presidente na condição de advogado, limitado a assuntos profissionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o restabelecimento do direito do senador Flávio Bolsonaro de manter contato com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na condição de seu advogado. A solicitação ocorre após Moraes proibir o parlamentar de realizar visitas por 90 dias, sob a justificativa de que Flávio descumpriu medidas cautelares ao divulgar uma carta do ex-presidente nas redes sociais, ato classificado pelo magistrado como promoção política e possível propaganda eleitoral antecipada.
- No pedido de caráter exclusivamente institucional enviado ao STF, a OAB argumenta que busca apenas assegurar as prerrogativas da advocacia e garantir a comunicação reservada entre cliente e defensor para fins profissionais, sem interferir no mérito das decisões judiciais. Paralelamente, Moraes acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público Eleitoral para apurar o caso, enquanto a Suprema Corte ainda não se manifestou sobre a petição apresentada pela entidade.
Foto: Reprodução
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restabeleça o direito do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de manter contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na condição de advogado. O pedido foi apresentado nesta terça-feira (14), um dia após o magistrado proibir o parlamentar de visitar o pai por 90 dias. A restrição foi determinada por Moraes após o senador divulgar, nas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, o que, segundo o ministro, teria descumprido a medida cautelar que impede o ex-presidente de utilizar redes sociais de forma direta ou por intermédio de terceiros. Flávio Bolsonaro integra formalmente a equipe de defesa do pai e acionou a Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB para garantir o exercício da advocacia. No documento enviado ao STF, a entidade pede que seja "assegurada a possibilidade de comunicação pessoal e reservada entre o advogado e seu constituinte para finalidades estritamente profissionais", nos termos que forem definidos pelo ministro. A OAB ressaltou que o pedido possui caráter exclusivamente institucional e não busca discutir o mérito das decisões judiciais. "A presente manifestação possui caráter exclusivamente institucional e busca assegurar a observância das prerrogativas da advocacia, sem interferência no mérito da execução penal ou nas medidas determinadas por esse Supremo Tribunal Federal", diz o ofício. Na decisão que restringiu as visitas, Alexandre de Moraes afirmou que Flávio Bolsonaro utilizou "expressões com carga semântica equivalente a pedido explícito de voto", classificando a conduta como um "instrumento de promoção política". O ministro também encaminhou o caso ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, determinou manifestação da defesa do ex-presidente em até 48 horas e solicitou ao Ministério Público Eleitoral a apuração de eventual propaganda eleitoral antecipada. Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não se pronunciou sobre o pedido apresentado pela OAB.
Ex-sargento da comitiva de Bolsonaro é condenado a prisão por tráfico
Ex-sargento da comitiva de Bolsonaro é condenado a prisão por tráfico
Ex-sargento transportou 37 quilos de cocaína em aeronave que apoiava a comitiva presidencial em 2019; outros dois militares também foram condenados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Militar condenou o ex-sargento Manoel da Silva Rodrigues a três anos de reclusão, por associação para o tráfico de drogas.
- O ex-militar, juntamente com outros dois, foram condenados por participar de uma organização criminosa que utilizava missões oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) para transportar drogas até a Europa. Os militares foram presos após a descoberta de 37 quilos de cocaína em uma aeronave durante uma missão oficial em 2019, em apoio à comitiva do então presidente Jair Bolsonaro em viagem ao Japão.
Foto: Reprodução
A Justiça Militar condenou o ex-sargento da Aeronáutica Manoel da Silva Rodrigues a três anos de reclusão, em regime fechado, por associação para o tráfico de drogas. A decisão é mais um desdobramento do caso envolvendo o transporte de 37 quilos de cocaína em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), durante uma missão oficial que dava apoio à comitiva do então presidente Jair Bolsonaro em viagem ao Japão, em junho de 2019. O militar foi preso em flagrante durante uma escala da aeronave no aeroporto de Sevilha, na Espanha, após a droga ser localizada pelas autoridades locais. Em 2022, ele foi excluído da FAB e atualmente cumpre, na Espanha, uma pena de seis anos e um dia de prisão, em regime equivalente à liberdade condicional. Também há um pedido de extradição em tramitação. Manoel Rodrigues já havia sido condenado definitivamente, em 2024, a 17 anos e cinco dias de reclusão pelos crimes de tráfico internacional de drogas, com agravantes relacionadas ao uso de transporte oficial e à transnacionalidade do delito. Na nova decisão, a Justiça Militar entendeu que as investigações comprovaram a existência de uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de entorpecentes, que utilizava missões oficiais da FAB para transportar drogas até a Europa. Além do ex-sargento, outros dois militares foram condenados. Marcos Daniel Pena Borja Rodrigues Gama, apontado pelo Ministério Público Militar como líder do grupo, recebeu pena de 22 anos e oito meses de reclusão em regime fechado. Já o segundo-sargento da Aeronáutica Jorge Luiz da Cruz Silva foi condenado a 19 anos de prisão por, segundo a acusação, recrutar militares para integrar o esquema criminoso. A defesa de Manoel da Silva Rodrigues sustentou, durante o processo, que a denúncia se baseava em "meras ilações" e alegou ausência de justa causa. Até a publicação da decisão, os advogados dos condenados não haviam se manifestado sobre a sentença. O espaço permanece aberto para posicionamentos das defesas.
Flávio critica decisão de Moraes e fala em interferência eleitoral
Flávio critica decisão de Moraes e fala em interferência eleitoral
Senador afirmou que medida do ministro Alexandre de Moraes busca influenciar o processo eleitoral e criticou decisão que restringiu visitas ao ex-presidente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou publicamente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiu suas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar classificou a medida, que possui um prazo de 90 dias, como uma tentativa de interferência direta nas eleições deste ano, destacando que o período de restrição impede o contato entre ambos até a conclusão do primeiro turno das eleições.
- A determinação judicial ocorreu após Flávio divulgar uma carta de Jair Bolsonaro em suas redes sociais, o que contrariou a proibição de uso dessas plataformas pelo ex-presidente. Em sua transmissão, o senador defendeu suas prerrogativas como membro da equipe de defesa jurídica de seu pai, criticou a recente operação de busca e apreensão da Polícia Federal e incentivou seus eleitores a apoiarem candidatos ao Senado que sejam favoráveis ao impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
Foto: Reprodução
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta segunda-feira (13) que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de restringir suas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) representa uma tentativa de interferência nas eleições deste ano. A medida foi adotada após Flávio divulgar, em suas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro, contrariando a determinação judicial que proíbe o ex-presidente de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, por meio de terceiros. Durante uma transmissão ao vivo, Flávio criticou a decisão. "Os com caneta não podem decidir no lugar dos com voto. [...] Parem de destruir a democracia com pretexto de defender a democracia, isso não cola", afirmou. O senador também questionou o prazo de 90 dias estabelecido na decisão judicial. "Não por acaso ele toma a decisão por 90 dias. Eu só poderia voltar a falar [com Bolsonaro] após o primeiro turno. Alguém acha que isso é coincidência? Qual é o critério para 90 dias?", disse. Em seguida, dirigiu-se aos seguidores: **"Você acha que Alexandre de Moraes está tentando intervir nas eleições? Deixe aqui sua opinião." **Flávio afirmou ainda que muitos eleitores devem escolher candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de Alexandre de Moraes e declarou que isso "não é antidemocrático". O parlamentar também disse esperar a atuação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). "A OAB vai entrar no circuito, porque é uma prerrogativa inegociável de que os advogados tenham acesso aos seus clientes", afirmou. Flávio integra oficialmente a equipe de defesa de Jair Bolsonaro. Segundo o senador, Moraes pretende endurecer ainda mais as medidas contra o ex-presidente. "Alexandre de Moraes quer só uma desculpinha para tirar meu pai da domiciliar. [...] A estratégia é muito simples, é botar a culpa em mim. [...] É uma loucura o que faz Moraes, uma insanidade atrás da outra", declarou. Flávio também afirmou que a busca e apreensão realizada pela Polícia Federal na residência de Jair Bolsonaro teve como objetivo encontrar justificativas para revogar a prisão domiciliar. A defesa do ex-presidente informou que nenhuma arma foi localizada durante a operação. Por fim, o pré-candidato afirmou que seguirá na disputa presidencial. Segundo ele, somente abriria mão da candidatura caso Jair Bolsonaro pudesse concorrer à Presidência, hipótese atualmente impedida pela inelegibilidade do ex-presidente.
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado do PT afirma que ex-presidente descumpriu medidas cautelares ao divulgar carta com conteúdo político por meio de terceiros.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Lindbergh Farias anunciou que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa ocorre após o senador Flávio Bolsonaro ler, em transmissão ao vivo, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações políticas e apoio eleitoral. Segundo Lindbergh, a divulgação do documento viola as medidas cautelares impostas pelo STF, que proíbem o ex-presidente de utilizar redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
- Além do pedido de prisão, a petição de Lindbergh solicita a aplicação de uma multa de R$ 100 mil ao senador Flávio Bolsonaro por ter facilitado a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março por motivos de saúde, sob condições que incluem restrições de comunicação. Até o momento, o STF e a defesa do ex-presidente não comentaram o anúncio da petição.
Foto: Ton Molina | STF
O deputado federal Lindbergh Farias anunciou neste sábado (11) que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal pedindo a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa foi divulgada após o senador Flávio Bolsonaro ler, durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações sobre o cenário político nacional e apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República. Segundo Lindbergh, o conteúdo da carta possui caráter político-eleitoral e teria sido divulgado em desacordo com as medidas cautelares impostas pelo STF. O parlamentar argumenta que Bolsonaro está proibido de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, inclusive por intermédio de terceiros, para divulgação de mensagens, vídeos ou áudios. Na petição, o deputado também pede que o Supremo aplique uma multa de R$ 100 mil a Flávio Bolsonaro. De acordo com Lindbergh, o senador tinha conhecimento das restrições impostas ao ex-presidente e, ainda assim, teria contribuído para a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março, após decisão judicial motivada por um quadro de broncopneumonia. Entre as condições estabelecidas para a medida estão a proibição de utilizar redes sociais, pessoalmente ou por meio de terceiros. O eventual descumprimento das determinações poderá ser analisado pelo STF, que decidirá se houve violação das medidas cautelares. Na carta lida por Flávio Bolsonaro, o ex-presidente manifesta apoio à pré-candidatura do filho à Presidência da República e o define como seu "porta-voz". O documento também conclama apoiadores a se unirem em torno do projeto político para as eleições de 2026. Até o momento, o STF não havia se manifestado sobre o pedido anunciado pelo deputado, e a defesa de Jair Bolsonaro também não comentou publicamente a iniciativa.
Michelle pode permanecer no comando do PL Mulher, diz Valdemar
Michelle pode permanecer no comando do PL Mulher, diz Valdemar
Presidente nacional do PL afirma que nenhuma integrante reúne as mesmas características da ex-primeira-dama e estuda reformular a estrutura do núcleo feminino.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que a legenda não pretende indicar uma substituta para Michelle Bolsonaro na presidência do PL Mulher. A decisão da ex-primeira-dama de deixar o cargo foi anunciada em meio ao tratamento de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro e após um desentendimento público com o senador Flávio Bolsonaro. Valdemar Costa Neto revelou que estuda promover mudanças na estrutura do PL Mulher e não há definição sobre uma eventual candidatura de Michelle ao Senado nas eleições de 2026.
- A expectativa é que a ex-primeira-dama continue participando do projeto eleitoral do partido no próximo pleito, mas o partido não anunciou oficialmente qualquer mudança na estrutura do PL Mulher nem definiu quem poderá assumir as funções exercidas por Michelle Bolsonaro, caso sua saída seja confirmada.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que a legenda não pretende indicar uma substituta para Michelle Bolsonaro na presidência do PL Mulher. Segundo ele, nenhuma integrante do partido reúne as mesmas características da ex-primeira-dama, especialmente em relação à capacidade de comunicação, dedicação e influência política. Em entrevista ao Estadão, Valdemar declarou que, caso Michelle decida permanecer no cargo, a vontade dela será respeitada pela direção nacional do partido. Ele também revelou que estuda promover mudanças na estrutura do PL Mulher, incluindo a possibilidade de extinguir a presidência nacional do núcleo e manter apenas as direções estaduais com maior autonomia. Ao ser questionado sobre possíveis sucessoras, como as deputadas federais Bia Kicis, Caroline de Toni e Júlia Zanatta, o dirigente afirmou que o partido possui nomes para a função, mas fez uma declaração que gerou repercussão. "Nomes nós temos, mas você sabe como é mulher, né?", disse durante a entrevista. Michelle Bolsonaro anunciou, no fim de junho, que deixaria a presidência do PL Mulher para dedicar mais tempo à família. A decisão ocorreu em meio ao tratamento de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro e após um desentendimento público com o senador Flávio Bolsonaro envolvendo articulações políticas dentro da legenda. Apesar da sinalização de saída da direção do núcleo feminino, ainda não há definição sobre uma eventual candidatura de Michelle ao Senado nas eleições de 2026. Nos bastidores, dirigentes do PL mantêm a expectativa de que ela continue participando do projeto eleitoral do partido no próximo pleito. Até o momento, o partido não anunciou oficialmente qualquer mudança na estrutura do PL Mulher nem definiu quem poderá assumir as funções exercidas por Michelle Bolsonaro, caso sua saída da presidência seja confirmada.
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
"Sara na hora", diz Valdemar sobre saída de Bolsonaro da prisão
Dirigente do PL afirmou que estado de saúde do ex-presidente está ligado à situação judicial e comparou o caso ao de Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirma que os problemas de saúde de Jair Bolsonaro estão relacionados à situação judicial. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados a tentativa de golpe de Estado.Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento, lembrando o período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral.
Foto: Reprodução
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou na quarta-feira (8) que os problemas de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão relacionados à situação judicial enfrentada por ele e declarou que o ex-chefe do Executivo "sara na hora" caso deixe a prisão domiciliar. A declaração foi dada durante um evento em Brasília, ao ser questionado sobre o estado de saúde de Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). "Ele está com a saúde complicada por causa da situação que ele está vivendo. É difícil para o camarada suportar isso. Se ele sair de lá, sai pulando de alegria. Sara na hora", afirmou Valdemar. Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Antes da conversão da pena para prisão domiciliar, ele cumpria prisão em uma sala de Estado-Maior no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Durante a entrevista, Valdemar também comentou a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026, apesar da inelegibilidade e dos processos em andamento. Ao responder sobre o tema, o dirigente do PL fez uma comparação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lembrando o período em que o petista permaneceu preso antes de retornar à disputa eleitoral. "Quando o Lula ficou preso por 580 dias, você imaginava que ele seria candidato à Presidência da República? Tudo pode acontecer", declarou. Até o momento, Bolsonaro permanece em prisão domiciliar por determinação do STF, enquanto sua situação jurídica continua sendo analisada pela Corte.
Por ordem de Moraes, PF faz buscas na casa de Bolsonaro atrás de armas e munições
Ação foi motivada pela ausência de uma arma que, segundo decisão do STF, deveria ter sido entregue à Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal realizou uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em cumprimento a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A diligência teve como objetivo localizar armas, munições e documentos de registro após divergências sobre a entrega do armamento registrado em nome do ex-presidente, conforme havia sido ordenado previamente pelo magistrado.
- A medida foi motivada pela inconsistência no número de armas sob custódia do Exército, que declarou possuir apenas seis das oito armas informadas pela defesa de Bolsonaro, além do fato de um revólver ter sido apreendido anteriormente com um de seus seguranças. Diante disso, Moraes cassou as autorizações de posse e porte de armas do ex-presidente e ordenou a operação, cujo resultado final ainda não foi divulgado pela PF.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal (PF) realizou, nesta quarta-feira (8), uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro em busca de armas, munições e documentos de registro. A diligência foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações divulgadas, a medida foi adotada após uma das armas registradas em nome de Bolsonaro não ter sido entregue à Polícia Federal, conforme decisão proferida por Moraes na semana passada. Na última sexta-feira, o ministro manteve a prisão domiciliar do ex-presidente e determinou que todas as armas registradas em seu nome fossem entregues à PF. Em manifestação ao Supremo, a defesa de Bolsonaro informou que oito armas estavam sob custódia da Polícia do Exército. No entanto, após solicitação do STF para que o armamento fosse encaminhado à Polícia Federal, os militares informaram possuir apenas seis armas, gerando divergência sobre o paradeiro dos demais equipamentos. De acordo com as informações, uma das armas que constavam nos registros — um revólver calibre 9 mm — havia sido apreendida no mês passado com um dos seguranças de Bolsonaro durante uma blitz de trânsito. Diante da inconsistência na localização do armamento, Alexandre de Moraes determinou a cassação dos registros de posse e porte de armas em nome do ex-presidente e autorizou a realização da diligência para localizar os equipamentos remanescentes e os documentos relacionados aos registros. Até o momento, a Polícia Federal não divulgou o resultado da operação nem informou se novos materiais foram apreendidos durante as buscas.
Exército entrega armas de Bolsonaro à PF após ordem de Moraes
Exército entrega armas de Bolsonaro à PF após ordem de Moraes
Batalhão informou ao STF que seis armas foram entregues à Polícia Federal; outras duas não estavam sob sua custódia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Batalhão de Polícia do Exército (BPE) entregou à Polícia Federal seis armas de fogo registradas sob o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro, em cumprimento a uma determinação judicial do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Outras duas armas que constam no registro de Bolsonaro não estavam sob a guarda da corporação militar e, por isso, não foram repassadas. A ordem de apreensão ocorreu após o ministro suspender o porte de arma do ex-presidente, sob a justificativa de que a posse de armamentos é incompatível com o regime de prisão domiciliar.
- Bolsonaro encontra-se em prisão domiciliar temporária enquanto se recupera de uma pneumonia bacteriana. O ex-presidente foi condenado em 2025 a 27 anos e três meses de prisão no âmbito do processo que investiga a tentativa de golpe de Estado, decisão que ainda é alvo de recursos por parte de sua defesa. Os advogados do ex-mandatário afirmaram que todo o armamento já permanecia guardado e sob a devida custódia em instalações do Exército.
Foto: Ton Molina | STF
O Batalhão de Polícia do Exército (BPE) informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que entregou à Polícia Federal (PF) as armas de fogo registradas em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro. A comunicação foi feita nesta segunda-feira (6), em cumprimento à decisão judicial que determinou a apreensão do armamento. Segundo o documento encaminhado ao STF, o Exército informou que seis armas foram entregues à Polícia Federal. Outras duas, embora registradas em nome de Bolsonaro, não estavam sob a guarda da corporação e, por isso, não puderam ser repassadas. A apreensão foi determinada por Alexandre de Moraes após a renovação da prisão domiciliar do ex-presidente. Na última sexta-feira (3), o ministro também suspendeu o porte de arma de Bolsonaro, entendendo que a posse de armamentos é incompatível com o cumprimento da pena em regime domiciliar. A decisão foi tomada após a repercussão envolvendo a apreensão de uma arma que estava com um dos seguranças particulares do ex-presidente. Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal ter concluído que o armamento estava regularizado e não ter indiciado Bolsonaro no caso, Moraes manteve a determinação para recolhimento das armas registradas em seu nome. A defesa do ex-presidente afirmou que todo o arsenal de Bolsonaro estava armazenado em instalações do Exército, onde permanecia sob custódia. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária desde que deixou o hospital, onde passou por uma cirurgia e se recupera de uma pneumonia bacteriana. Em 2025, ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo que apurou a tentativa de golpe de Estado. A decisão ainda é alvo de recursos apresentados pela defesa.
Gonet apoia permanência de Bolsonaro em prisão domiciliar
Gonet apoia permanência de Bolsonaro em prisão domiciliar
Procurador também defendeu que a arma permaneça apreendida por ser incompatível com o regime de prisão domiciliar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer favorável à manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo após a apreensão de uma arma registrada em seu nome. A manifestação de Gonet, solicitada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, considerou que a decisão da Polícia Civil do Distrito Federal de não indiciar Bolsonaro pela posse da arma tinha fundamento nas circunstâncias apuradas, não havendo elementos para alterar o regime de cumprimento da pena do ex-presidente.
- Contrariando a não-indiciação de Bolsonaro pela posse da arma, o procurador-geral defendeu que o armamento permaneça apreendido, alegando que a posse de arma de fogo é incompatível com a condição de quem cumpre prisão domiciliar. Paralelamente, a Polícia Civil do DF indiciou o segurança de Bolsonaro, Estácio Leite, por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Agora, a decisão final sobre o regime de prisão domiciliar caberá ao ministro Alexandre de Moraes, que analisará o parecer da PGR.
Foto: Ton Molina | STF
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (1º), parecer favorável à manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. A manifestação foi solicitada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, após a apreensão de uma arma registrada em nome de Bolsonaro. No parecer, Gonet afirmou que a decisão da Polícia Civil do Distrito Federal de não indiciar o ex-presidente tem fundamento nas circunstâncias apuradas e que não há elementos que justifiquem a aplicação de sanções disciplinares capazes de alterar o regime de cumprimento da pena. Segundo o procurador-geral, "não há imputar ao sentenciado falta disciplinar que impacte negativamente sobre o atual regime em que cumpre pena". Apesar disso, Gonet defendeu que a arma permaneça apreendida. Para ele, a posse de arma de fogo é incompatível com a condição de quem cumpre prisão domiciliar. Mais cedo, a Polícia Civil do Distrito Federal concluiu o inquérito e decidiu não indiciar Bolsonaro. O delegado responsável pelo caso entendeu que a arma está regularmente registrada e que o ex-presidente não estava proibido de mantê-la em sua residência. Por outro lado, o policial indiciou o segurança de Bolsonaro, Estácio Leite, por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. O militar do Exército foi abordado em uma blitz, em Brasília, enquanto transportava a arma. Segundo a defesa do ex-presidente, o armamento seria levado para manutenção, versão confirmada pelo segurança durante as investigações. Agora, caberá ao ministro Alexandre de Moraes analisar o parecer da Procuradoria-Geral da República e decidir sobre o pedido relacionado ao regime de prisão domiciliar do ex-presidente.
Michelle deixa comando do PL Mulher e repensa candidatura ao Senado
Michelle deixa comando do PL Mulher e repensa candidatura ao Senado
Ex-primeira-dama diz que vai se dedicar aos cuidados com Jair Bolsonaro e a filha; aliados afirmam que ela também está desmotivada para disputar o Senado pelo DF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Michelle Bolsonaro anunciou sua saída da presidência nacional do PL Mulher, justificando a decisão pela necessidade de se dedicar integralmente aos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro e a filha do casal. A comunicação foi feita ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, e a ex-primeira-dama reforçou a motivação familiar em nota divulgada nas redes sociais, agradecendo o apoio recebido e defendendo a maior participação feminina na política.
- Nos bastidores, contudo, aliados sugerem que a saída também reflete o desgaste provocado por disputas internas no PL e a insatisfação de Michelle com críticas recebidas após questionar publicamente posições de Flávio Bolsonaro. Há relatos de seu crescente desânimo com a possibilidade de uma candidatura ao Senado pelo Distrito Federal, uma vez que ela sempre condicionou a disputa a um pedido do ex-presidente. A vereadora Priscila Costa, de Fortaleza, é cotada para assumir o comando do PL Mulher.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) anunciou que deixará a presidência nacional do PL Mulher para se dedicar aos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e com a filha do casal. A decisão foi comunicada ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, em reunião realizada nesta terça-feira (30), na sede da legenda. Em nota divulgada nas redes sociais, Michelle afirmou que a decisão foi tomada após conversas com o marido. Segundo ela, o momento exige dedicação integral à família. Nos bastidores, porém, aliados afirmam que a saída também ocorre em meio ao desgaste provocado por disputas internas no PL. Michelle tem demonstrado insatisfação após críticas e ataques recebidos desde que questionou publicamente posições do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência. Pessoas próximas à ex-primeira-dama afirmam que ela também está cada vez mais desanimada com a possibilidade de disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal. Segundo esses relatos, Michelle sempre afirmou que só aceitaria a candidatura a pedido de Jair Bolsonaro e nunca assumiu publicamente a condição de pré-candidata. A expectativa é que a atual vice-presidente nacional do PL Mulher, a vereadora Priscila Costa, de Fortaleza, assuma o comando do grupo. Em nota, Michelle agradeceu às dirigentes estaduais e municipais do movimento, destacou o apoio recebido de Valdemar Costa Neto e defendeu maior participação feminina na política. Valdemar afirmou que respeita a decisão da ex-primeira-dama, elogiou sua atuação à frente do PL Mulher e atribuiu os conflitos internos ao crescimento da legenda, classificando as divergências como naturais.
Ex-apoiador de Bolsonaro, prefeito declara apoio a Jerônimo em Santa Maria
Ex-apoiador de Bolsonaro, prefeito declara apoio a Jerônimo em Santa Maria
Prefeito de Santana também declarou apoio a Jaques Wagner e Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O prefeito de Santana, Zé Raul (MDB), anunciou publicamente seu apoio ao grupo político do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). A declaração foi feita durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP) em Santa Maria da Vitória neste domingo (28), marcando um realinhamento político significativo na região oeste da Bahia.
- Anteriormente um apoiador de Jair Bolsonaro (PL), Zé Raul elogiou a determinação e a atuação de Jerônimo Rodrigues, além de agradecer pelos investimentos recebidos por Santana. O prefeito estendeu seu apoio também ao senador Jaques Wagner (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), solidificando sua nova posição dentro da base governista estadual e federal.
Foto: Reprodução
O prefeito de Santana, no oeste da Bahia, Zé Raul (MDB), declarou apoio ao grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O anúncio foi feito neste domingo (28), durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada em Santa Maria da Vitória. Ex-apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o prefeito elogiou a atuação de Jerônimo e destacou a disposição do governador durante a agenda na região. "Quero dizer, governador, que o senhor pode ter certeza que eu não conheço outro homem mais determinado do que vossa excelência. Eu vi o senhor às 10h da manhã fazendo entrega no Parque de Exposição. Às 22h o senhor me recebeu com o mesmo sorriso e a mesma determinação. O senhor é um orgulho para a Bahia. O senhor me representa", afirmou. Durante o discurso, Zé Raul também agradeceu pelos investimentos destinados ao município de Santana e estendeu o apoio ao senador Jaques Wagner (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "O senhor Jaques Wagner é amado. Eu te amo", disse o prefeito. Em seguida, acrescentou: "Quero dizer ao senhor e ao presidente Lula que nós estamos juntos." A manifestação pública marca o alinhamento político do prefeito com o grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues, após ter apoiado Jair Bolsonaro em eleições anteriores.
Justiça condena Gustavo Gayer a pagar R$ 20 mil por postagem sobre facada em Bolsonaro
Deputado terá de pagar R$ 20 mil em indenização ao PT.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) foi condenado a pagar R$ 20 mil por danos morais após uma publicação em redes sociais que atribuía ao PT a responsabilidade pelo atentado a faca contra Jair Bolsonaro em 2018.
- A decisão, de primeira instância, foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira, que entendeu que a publicação não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade parlamentar não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas.
Foto: Reprodução
A Justiça do Distrito Federal condenou o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, após uma publicação em redes sociais que atribuía ao Partido dos Trabalhadores (PT) a responsabilidade pelo atentado a faca contra o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em 2018. A decisão é de primeira instância e foi assinada pelo juiz Wagner Pessoa Vieira. Cabe recurso. Na publicação, o parlamentar divulgou um vídeo afirmando que “o PT mandou Adélio Bispo matar o até então candidato à Presidência Bolsonaro”. Ele também pediu que o conteúdo fosse compartilhado, alegando que a imprensa tentaria “abafar” a informação. O PT acionou a Justiça alegando que a declaração era falsa e que as investigações oficiais já haviam descartado qualquer envolvimento do partido no ataque. Em 2024, a Polícia Federal concluiu o inquérito e reafirmou que Adélio Bispo agiu sozinho no atentado ocorrido em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral de 2018. Na defesa apresentada no processo, Gayer afirmou que sua publicação estava protegida pela liberdade de expressão e pela imunidade parlamentar. No entanto, o juiz entendeu que a postagem não tinha relação com o exercício do mandato e que a imunidade não pode ser usada para proteger a divulgação de informações falsas. Na decisão, o magistrado destacou que a publicação não teve caráter informativo ou de crítica política, mas sim de difusão de fato desconectado da realidade. Ele também afirmou que o conteúdo teve grande alcance nas redes sociais e contribuiu para a disseminação da informação. O juiz acrescentou ainda que agentes públicos devem ter responsabilidade ao se manifestar em redes sociais, especialmente quando suas publicações podem alcançar milhões de pessoas, reforçando que a liberdade de expressão não permite abuso nem divulgação de fake news.
Michelle Bolsonaro relata desentendimento com Flávio e diz ter recebido “punhalada” do enteado
Campanha de Flávio Bolsonaro nega versão apresentada por Michelle.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de 26 minutos nas redes sociais detalhando um desentendimento com seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência. Ela relatou ter sido desrespeitada e humilhada em uma conversa telefônica, onde Flávio teria afirmado que ela não compreendia de política e deveria se manter afastada das decisões partidárias. O cerne do conflito reside nas divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes no Ceará, à qual Michelle se opôs firmemente devido às críticas passadas de Gomes a Jair Bolsonaro e sua família.
- Após o episódio, Michelle interpretou que seu apoio à pré-candidatura de Flávio não era desejado, decidindo se afastar das articulações políticas internas da família. Embora a campanha de Flávio Bolsonaro tenha negado a versão apresentada pela ex-primeira-dama, Michelle afirmou ter perdoado o enteado e reiterou seu apoio aos projetos do partido. Contudo, ela reconheceu o abalo na relação e mantém distância das movimentações envolvendo a pré-campanha presidencial de Flávio.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo de cerca de 26 minutos nas redes sociais em que relata um desentendimento com o enteado, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL. Na gravação, publicada nesta quarta-feira (24), Michelle afirma ter sido desrespeitada e humilhada durante uma conversa telefônica com o senador. Segundo ela, o episódio ocorreu após divergências sobre o apoio do PL à candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará. “Recebi uma punhalada”, afirmou Michelle ao descrever a situação. De acordo com seu relato, Flávio teria dito que ela não entendia de política e que deveria ficar fora das decisões partidárias. A ex-primeira-dama afirmou que se sentiu desrespeitada e decidiu se afastar das articulações políticas internas da família após o episódio. Michelle também declarou que interpretou a conversa como um sinal de que seu apoio à eventual candidatura presidencial do enteado não era desejado. “Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante”, disse no vídeo. A divergência está ligada às negociações realizadas pelo PL no Ceará. Michelle se posicionou contra uma aproximação com Ciro Gomes, alegando que o político fez duras críticas a Jair Bolsonaro e seus filhos no passado. A ex-primeira-dama afirmou que considera incoerente uma aliança com alguém que, segundo ela, teve papel importante na campanha que resultou na inelegibilidade do ex-presidente. O embate não é recente. Em novembro do ano passado, declarações de Michelle contra a articulação política no Ceará provocaram reações públicas de Flávio, Eduardo, Carlos e Jair Renan Bolsonaro. Na época, Flávio afirmou que houve um “ruído de comunicação” e que Michelle não tinha conhecimento de todos os detalhes das negociações conduzidas pelo partido. Após a divulgação do vídeo, integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro negaram a versão apresentada pela ex-primeira-dama. Segundo relatos divulgados pela imprensa, o senador afirma não ter feito as declarações atribuídas a ele por Michelle durante a conversa telefônica. Apesar das críticas, Michelle afirmou que perdoou o enteado e disse continuar apoiando os projetos políticos do partido. No entanto, reconheceu que a relação entre os dois foi abalada e que mantém distância das articulações envolvendo a pré-campanha presidencial.
Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar
Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar
O pedido foi feito ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido para prorrogar a prisão domiciliar, apoiado por um laudo médico que demonstre a necessidade de cuidados contínuos e especiais devido às múltiplas comorbidades apresentadas. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão e está cumprindo pena em sua residência.
- O laudo médico atualizado aponta que o quadro clínico de Bolsonaro exige atenção contínua, apesar de permanecer estável, e não representa resolução das enfermidades de base. Isso significa que os cuidados especiais e o monitoramento contínuo são necessários.
Foto: Ton Molina | STF
Com relatório médico atualizado na segunda-feira (22), a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido, na noite de terça-feira (23), para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para que a prisão domiciliar seja prorrogada. De acordo com o advogado Paulo Cunha Bueno, o laudo demonstra que o quadro clínico de Bolsonaro exige atenção contínua e cuidados especiais, apesar de permanecer estável. "Tal estabilidade não representa resolução das enfermidades de base, mas resultado do controle clínico obtido mediante observância rigorosa das medidas terapêuticas instituídas, acompanhamento multidisciplinar regular e monitorização contínua das múltiplas comorbidades apresentadas", disse. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista, e está cumprindo pena em sua residência, no condomínio Solar de Brasília, desde março deste ano.
STF condena Eduardo Bolsonaro a mais de 4 anos de prisão
STF condena Eduardo Bolsonaro a mais de 4 anos de prisão
Ex-deputado recebeu pena de quatro anos e dois meses por coação no curso do processo; decisão o torna inelegível e ainda cabe recurso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade, nesta terça-feira (16), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto pelo crime de coação no curso do processo. Com a decisão, Eduardo Bolsonaro é enquadrado na Lei da Ficha Limpa, tornando-o inelegível por até oito anos, e também enfrenta multa e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.
- A condenação se baseou na atuação do ex-parlamentar nos Estados Unidos, onde ele teria pressionado autoridades brasileiras para interferir no julgamento da trama golpista envolvendo Jair Bolsonaro. O ministro relator Alexandre de Moraes afirmou que as ações do ex-deputado ultrapassaram os limites da atividade política e tiveram o objetivo de intimidar o Judiciário, declaração acompanhada pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Eduardo Bolsonaro, por sua vez, contestou a decisão, alegando motivação política e nulidade do processo.
Foto: Reprodução
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por unanimidade, nesta terça-feira (16), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a quatro anos e dois meses de prisão em regime inicial semiaberto pelo crime de coação no curso do processo. Segundo a decisão, Eduardo atuou nos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras e tentar interferir no julgamento da trama golpista que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Com a condenação, o ex-parlamentar passa a ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e fica impedido de disputar eleições por até oito anos. A pena também prevê o pagamento de multa e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal, do qual estava afastado. Ainda cabem recursos. Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que "não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país". Para ele, as ações atribuídas a Eduardo Bolsonaro ultrapassaram os limites da atividade política e tiveram como objetivo intimidar o Poder Judiciário. Durante o julgamento, Moraes declarou que a atuação do ex-deputado "prejudicou todo o país e não amedrontou essa corte como jamais amedrontaria o Supremo Tribunal Federal". A acusação sustentou que Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo buscaram apoio de integrantes do governo dos Estados Unidos para pressionar ministros do STF por meio de sanções e medidas diplomáticas. Em nota divulgada após a decisão, Eduardo Bolsonaro contestou o processo e afirmou que o julgamento teve motivação política. "Qualquer sentença sem respeito ao devido processo legal é nula", declarou. Segundo ele, o objetivo da condenação seria "tirar meu nome das eleições". Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia acompanharam integralmente o voto do relator. Dino afirmou que os ataques ao Judiciário brasileiro ocorrem hoje em uma intensidade "incomparável" em relação a outros países.
Bolsonaristas promovem corrida no 2 de Julho em Salvador
Bolsonaristas promovem corrida no 2 de Julho em Salvador
Evento será realizado no Farol da Barra e contará com a participação dos deputados estaduais Diego Castro e Capitão Alden.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O grupo Bahia Direita realizará a 'Corrida Patriota – Edição Independência da Bahia' no dia 2 de julho em Salvador. O evento terá concentração a partir das 5h40 no Farol da Barra e será disputado tanto em formato de corrida quanto de caminhada.
- A corrida contará com a participação dos deputados estaduais Diego Castro e Capitão Alden e oferecerá kit com camisa, número de peito e medalha oficial. Além disso, haverá pontos de hidratação e distribuição de frutas e água ao longo do percurso.
Foto: Divulgação
O grupo Bahia Direita realizará, no próximo dia 2 de julho, a “Corrida Patriota – Edição Independência da Bahia”, em Salvador. O evento acontecerá durante o feriado que celebra a Independência da Bahia e terá concentração a partir das 5h40, no Farol da Barra. A largada está prevista para as 6h22, com programação até as 11h. Segundo a organização, o percurso terá cinco quilômetros e poderá ser realizado tanto em formato de corrida quanto de caminhada. A iniciativa contará com a participação dos deputados estaduais Diego Castro e Capitão Alden, ambos do Partido Liberal (PL) e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro na Bahia. Os participantes receberão um kit composto por camisa em tecido dry-fit, número de peito e medalha oficial do evento. A organização também informou que haverá pontos de hidratação ao longo do percurso, além da distribuição de frutas e água ao final da atividade. Todos os inscritos que concluírem o trajeto receberão medalha de participação. As informações sobre a retirada dos kits serão divulgadas posteriormente pelos organizadores. As inscrições podem ser realizadas de forma antecipada pela plataforma oficial do evento. A taxa de participação é de R$ 52,22 e garante acesso ao kit e às atividades programadas para a corrida.
Flávio Bolsonaro elogia Bolsa Família e promete ampliar programa
Flávio Bolsonaro elogia Bolsa Família e promete ampliar programa
Senador afirmou que benefício traz segurança para famílias de baixa renda, defendeu a isenção do Imposto de Renda e prometeu mudanças na relação com a imprensa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elogiou o Bolsa Família e afirmou que pretende manter e aperfeiçoar o programa social em um eventual governo. Ele destacou a importância de compreender o impacto do benefício nas famílias que se beneficiam dele, lembrando que muitos temem perder a ajuda ao entrar no mercado formal de trabalho. Além disso, ele defendeu a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais e afirmou que sua equipe de campanha contará com a experiência da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques.
- O senador também anunciou que pretende adotar uma postura diferente da observada no governo de seu pai em relação à imprensa, afirmando que isso é um aprendizado de uma coisa que ele acha que foi feita errada.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elogiou o Bolsa Família e afirmou que pretende manter e aperfeiçoar o programa social em um eventual governo. A declaração foi dada nesta segunda-feira (15), durante debate promovido pela revista Veja, em São Paulo. Segundo o parlamentar, há preconceito contra os beneficiários do programa e é preciso compreender a importância que o auxílio representa para famílias que já enfrentaram a fome. "A gente tem que entender que tem uma memória afetiva, até. O Bolsa Família é estabilidade para quem já passou fome", afirmou. Flávio disse que muitos beneficiários temem perder a ajuda ao ingressar no mercado formal de trabalho. "A pessoa pensa o seguinte: 'olha, se eu arrumar um trabalho de carteira assinada e eu perder o Bolsa Família, e se eu perder o meu trabalho, como é que eu vou ficar?'" Para o senador, o benefício deve ser preservado e servir como incentivo para a formalização. "Nós vamos potencializar essa garantia para estimular que as pessoas possam ter um emprego formal", declarou. Durante o evento, Flávio também defendeu a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais. Apesar de apoiar a medida, criticou a forma como ela vem sendo conduzida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A única diferença é que, com Bolsonaro, certamente você teria uma compensação de abrir mão dessa receita quando você elevar o patamar da isenção do imposto", disse. O senador confirmou ainda a participação de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo Bolsonaro, em sua equipe de campanha. Segundo ele, ela contribuirá principalmente nas áreas econômica e de mobilidade social. Flávio também afirmou que pretende adotar uma postura diferente da observada no governo de seu pai em relação à imprensa. "Isso, obviamente, tem que ser mudado radicalmente. É um aprendizado de uma coisa que eu acho que foi feita errada", declarou. Questionado sobre o escândalo envolvendo o Banco Master, o senador afirmou que sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro ocorreu exclusivamente em torno do financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Julgamento de Eduardo Bolsonaro é mantido para esta terça
Ministro do Supremo negou pedido da Defensoria Pública da União e manteve para terça-feira (16) a análise da acusação de coação no curso do processo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. Com a decisão, o caso de coação no curso do processo permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16), assegurando que o processo contra o parlamentar siga o cronograma inicial.
- Eduardo Bolsonaro é acusado de articular sanções contra autoridades para influenciar o julgamento de Jair Bolsonaro em ações de suposta tentativa de golpe. A DPU também pedia a convocação de um quinto ministro para a Primeira Turma, mas Moraes refutou a tese de prejuízo à defesa, argumentando que o regimento prevê a prevalência da decisão mais favorável ao réu em caso de empate, e que não há violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade.
Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira (15) um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Com a decisão, o caso permanece na pauta da Primeira Turma da Corte para esta terça-feira (16). Eduardo Bolsonaro é acusado de coação no curso do processo. Segundo a acusação, ele teria articulado medidas e sanções contra autoridades brasileiras com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em ações relacionadas à suposta tentativa de golpe de Estado. Além do adiamento, a DPU também solicitou a convocação de um ministro para completar a composição da Primeira Turma, que atualmente conta com quatro integrantes. O colegiado é formado por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. A defesa argumentou que a ausência de um quinto ministro poderia comprometer o julgamento. A vaga permanece aberta após mudanças na composição do Supremo ocorridas nos últimos meses. Ao analisar o pedido, Moraes afirmou que não há prejuízo para a defesa pelo fato de a turma estar atuando com quatro ministros. Segundo ele, o regimento prevê que, em caso de empate, a decisão mais favorável ao réu deve prevalecer. Na decisão, o ministro também afastou a tese de que haveria violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade. Com isso, o julgamento segue mantido na data prevista. A análise do caso ocorrerá na Primeira Turma do STF, responsável por decidir sobre o andamento da acusação apresentada contra o ex-deputado federal.
Michelle condiciona atuação política à recuperação de Bolsonaro
Michelle condiciona atuação política à recuperação de Bolsonaro
Ex-primeira-dama afirmou que a defesa buscará ampliar a medida concedida por Alexandre de Moraes e disse que poderá participar da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou a intenção de solicitar a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encerra no fim deste mês. A medida foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes em março, com prazo de 90 dias. Michelle justificou o pedido com a necessidade de acompanhamento médico contínuo de seu marido, afirmando que ele ainda enfrenta problemas de saúde e precisa de cuidados constantes. A solicitação será conduzida pela equipe jurídica do ex-presidente, sem previsão de reunião com o ministro.
- Em relação aos seus planos políticos, Michelle Bolsonaro afirmou que sua prioridade é a recuperação de Jair Bolsonaro, apesar de ter seu nome cotado para as eleições de 2026. Ela enfatizou que seu foco principal é o bem-estar do marido, declarando que ficará em casa cuidando dele se for preciso. A ex-primeira-dama também comentou sobre uma possível colaboração em futuras campanhas, como a de Flávio Bolsonaro à Presidência, mas ressaltou que o momento atual exige dedicação exclusiva à saúde do ex-presidente, uma preocupação que ela voltou a destacar durante um evento político em Brasília.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que pretende solicitar a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita durante evento político realizado em Brasília, nesta quarta-feira (10). A medida que permite ao ex-presidente cumprir prisão em casa foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em março deste ano, com prazo de 90 dias. O período está previsto para terminar no fim deste mês. Segundo Michelle, o estado de saúde do marido justifica a manutenção da medida. Ela relatou que Bolsonaro continua enfrentando problemas de saúde e necessita de acompanhamento constante. “Espero que ele continue em casa. Ele precisa de todos os cuidados”, declarou aos jornalistas. A ex-primeira-dama informou que a solicitação de prorrogação será conduzida pela equipe jurídica do ex-presidente. De acordo com ela, não há previsão de reunião com o ministro Alexandre de Moraes para tratar do assunto. Michelle também comentou sobre seus planos políticos para as eleições de 2026. Apesar de ter o nome cogitado para disputar uma vaga no Senado, afirmou que, neste momento, sua prioridade é acompanhar a recuperação do marido. “A prioridade é a minha casa e o meu marido. Se eu tiver que ficar em casa cuidando dele, eu vou ficar”, afirmou. Questionada sobre uma possível participação na campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República, Michelle disse que pretende colaborar futuramente, mas ressaltou que o foco atual permanece na saúde do ex-presidente. “Quando chegar o momento certo, com certeza vou ajudar. Agora quem está precisando de cuidados é o meu marido”, declarou. Michelle participou do lançamento da pré-candidatura do deputado distrital Thiago Manzoni (PL) à Câmara dos Deputados. Durante o evento, voltou a destacar a necessidade de acompanhamento médico contínuo de Jair Bolsonaro e afirmou que a recuperação dele continua sendo a principal preocupação da família.
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Pesquisa: 65% dizem que Flávio errou ao pedir dinheiro para filme sobre o pai
Levantamento da Genial/Quaest mostra que a maioria dos entrevistados desaprova pedido de financiamento para o filme "Dark Horse" e considera suspeita a relação com Daniel Vorcaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (10) revela que 65% dos brasileiros consideram que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) errou ao solicitar recursos para financiar o filme 'Dark Horse', inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa também apontou que 60% dos entrevistados consideram suspeita a relação entre Flávio e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Foto: Reprodução | CNN
A maioria dos brasileiros avalia de forma negativa a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no episódio envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. É o que aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados afirmaram que Flávio Bolsonaro errou ao solicitar recursos para financiar o filme "Dark Horse", produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 17% consideraram que o senador agiu corretamente, enquanto os demais não souberam responder ou não opinaram. A pesquisa também mediu a percepção da população sobre as conversas entre Flávio e Vorcaro. Para 60% dos entrevistados, a relação entre os dois é considerada suspeita. Já 19% disseram enxergar a situação como normal, enquanto 21% não responderam ou afirmaram não ter opinião formada. Outro dado apontado pelo levantamento mostra que 58% acreditam que o senador pode estar omitindo informações ou eventual envolvimento em irregularidades relacionadas ao caso. Em contrapartida, 27% afirmaram não acreditar na existência de qualquer ilegalidade por parte do parlamentar. Os resultados indicam que a percepção negativa sobre o episódio ultrapassa diferentes grupos políticos. A avaliação crítica aparece entre eleitores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre independentes e também entre setores da direita que não se identificam diretamente com o bolsonarismo. A pesquisa ainda aponta que 62% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro tinha conhecimento prévio de suspeitas envolvendo Daniel Vorcaro quando buscou apoio financeiro para o projeto audiovisual. Outros 26% entendem que o senador não tinha conhecimento de eventuais problemas relacionados ao empresário. O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de confiança informada pelo instituto é de 95%.
Flávio Bolsonaro aciona STF para tirar Moraes de análise sobre caso que envolve Master
Senador argumenta que ministro não deveria atuar em apuração relacionada a Daniel Vorcaro e pede redistribuição do caso para André Mendonça
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado de qualquer decisão relacionada a fatos envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master. Além disso, a defesa de Flávio Bolsonaro quer que a análise do caso seja transferida para o ministro André Mendonça, argumentando que ele já conduz processos relacionados ao Banco Master.
- Flávio Bolsonaro protocolou o pedido após a divulgação de mensagens atribuídas a ele e a Daniel Vorcaro, nas quais o senador apareceria tratando da obtenção de recursos para a produção do filme Dark Horse, um projeto audiovisual inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Foto: Rosinei Coutinho | SCO/STF
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado de qualquer decisão relacionada a fatos envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master. A iniciativa foi tomada depois que Moraes enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ). O parlamentar pede a apuração de possíveis vínculos entre Flávio e Vorcaro no contexto do financiamento do filme Dark Horse, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Defesa aponta possível conflito - Na petição, os advogados do senador sustentam que Moraes não deveria conduzir procedimentos ligados ao banqueiro. Como argumento, citam informações da Receita Federal segundo as quais o Banco Master teria repassado R$ 80 milhões ao escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, por serviços prestados. A defesa afirma que não questiona a legalidade da relação comercial nem faz acusações contra Moraes ou sua esposa. O objetivo, segundo os advogados, seria preservar a imparcialidade exigida pelas normas processuais. Origem do pedido - O requerimento de Lindbergh Farias chegou ao Supremo após a divulgação de mensagens atribuídas a Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Nas conversas, o senador apareceria tratando da obtenção de recursos para a produção de Dark Horse. Com base nesse material, o deputado do PT solicitou a abertura de apurações sobre a participação do banqueiro no financiamento do projeto audiovisual. Mudança de relatoria - Além de pedir o reconhecimento da suspeição de Moraes, a defesa de Flávio Bolsonaro quer que a análise do caso seja transferida para o ministro André Mendonça. Os advogados argumentam que Mendonça já conduz processos relacionados ao Banco Master e, por isso, seria o responsável adequado para examinar a representação apresentada por Lindbergh. Até o momento, o STF ainda não se pronunciou sobre o pedido feito pelo senador do PL.
STF pode julgar Eduardo Bolsonaro por coação em breve
STF pode julgar Eduardo Bolsonaro por coação em breve
Ministro Alexandre de Moraes encaminhou o processo para julgamento após a Procuradoria-Geral da República apresentar as alegações finais e defender a condenação do ex-deputado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O processo envolvendo o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ganhou um novo impulso, com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando a inclusão do caso na pauta de julgamentos da Primeira Turma da Corte. A medida foi tomada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) concluir sua manifestação final, defendendo a condenação do ex-parlamentar pelo crime de coação. A acusação sustenta que Eduardo Bolsonaro teria atuado dos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras, interferindo nas investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado que culminaram na condenação de Jair Bolsonaro.
- Este avanço ocorre em meio a um cenário de crescente tensão política, com parlamentares governistas defendendo o aprofundamento das investigações sobre possíveis articulações internacionais. O deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) protocolou um pedido para incluir o senador Flávio Bolsonaro no inquérito, citando encontros internacionais. Enquanto governistas buscam ampliar as apurações, a oposição rechaça irregularidades nas agendas externas, aguardando os próximos desdobramentos do julgamento no STF.
Foto: Reprodução
O processo que tem como réu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (3), após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitar ao presidente da Primeira Turma da Corte, ministro Flávio Dino, a inclusão do caso na pauta de julgamentos. A medida foi tomada depois que a Procuradoria-Geral da República (PGR) concluiu sua manifestação final no processo e defendeu a condenação do ex-parlamentar pelo crime de coação. Com isso, o caso entra na fase decisiva e poderá ser analisado pelos ministros da Primeira Turma do STF nas próximas semanas. Segundo a acusação, Eduardo Bolsonaro teria atuado para pressionar autoridades brasileiras a partir dos Estados Unidos, em meio às investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado que resultaram na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nas alegações apresentadas ao Supremo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sustenta que o ex-deputado teria adotado uma estratégia contínua para interferir no andamento das investigações e influenciar decisões judiciais. A PGR argumenta que as ações atribuídas a Eduardo Bolsonaro buscavam constranger integrantes do sistema de Justiça e criar obstáculos ao prosseguimento das apurações. O avanço do processo ocorre em meio ao aumento da tensão política envolvendo aliados do ex-presidente. Parlamentares ligados à base governista também passaram a defender o aprofundamento das investigações sobre supostas articulações internacionais relacionadas aos processos que tramitam no Brasil. Na Câmara dos Deputados, o deputado federal Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) protocolou um pedido para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também seja incluído no inquérito. O requerimento cita encontros recentes do parlamentar com autoridades norte-americanas e questiona possíveis relações entre essas articulações e pressões externas envolvendo o cenário político brasileiro. Enquanto governistas defendem a ampliação das apurações, integrantes da oposição afirmam que não houve irregularidades nas agendas internacionais realizadas pelos parlamentares. O caso segue sob análise do Supremo Tribunal Federal e poderá ter novos desdobramentos após o julgamento pela Primeira Turma da Corte.
Vorcaro cita Flávio Bolsonaro e filme "Dark Horse" em nova proposta de delação premiada
Empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse"
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O empresário e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, apresentou uma nova proposta de delação premiada à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR), citando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma suposta cobrança de recursos para a produção do filme 'Dark Horse', uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro detalhou movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionou nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores.
- Vorcaro relata ter recebido pedidos para o repasse de cerca de R$ 60 milhões para a produção do filme, o que foi revelado por um áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil. Embora o senador Flávio Bolsonaro negue irregularidades, a proposta de delação de Vorcaro pode trazer novas revelações sobre as investigações envolvendo o ex-presidente e seu filho.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, citou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma nova proposta de delação premiada apresentada nesta semana à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR). O empresário relatou aos investigadores ter recebido pedidos para o repasse de recursos destinados à produção do filme "Dark Horse", obra inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com a apuração da CNN, Vorcaro incluiu o episódio em uma nova versão do acordo de delação entregue às autoridades na segunda-feira (1º). O banqueiro teria detalhado movimentações relacionadas ao patrocínio milionário do longa-metragem e mencionado nominalmente o filho do ex-presidente durante os relatos prestados aos investigadores. Vorcaro teria narrado as cobranças e as transferências de cerca de R$ 60 milhões para a produção da cinebiografia sobre o ex-presidente. Em 13 de maio, o site The Intercept Brasil revelou áudio em que o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), pede a Vorcaro um repasse milionário para execução do filme Dark Horse. O parlamentar afirma que não há irregularidades e ressalta tratar-se de um contrato privado. Preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Vorcaro teve uma proposta anterior de delação rejeitada. Na avaliação dos investigadores, o material apresentado continha omissões e deixava de esclarecer fatos considerados relevantes para as apurações.
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Otoni de Paula, ex-apoiador de Bolsonaro, chama Flávio de "traidor da direita"
Deputado Otoni de Paula fez uma série de acusações contra Flávio Bolsonaro e afirmou que a estratégia adotada pelo senador pode beneficiar politicamente o presidente Lula.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Otoni de Paula acusou o senador Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país, em um vídeo contundente que reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Otoni também classificou Flávio Bolsonaro como um 'traidor da direita' e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- O episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso, com apoiadores de ambos os lados trocando críticas e manifestações na internet. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e levou ao silêncio de Flávio Bolsonaro até o momento.
Foto: Reprodução
A temperatura subiu de vez no campo da direita brasileira. Em um vídeo carregado de críticas e acusações, o deputado federal Otoni de Paula protagonizou um dos ataques mais contundentes já feitos contra o senador Flávio Bolsonaro, expondo publicamente uma crise que vem ganhando força nos bastidores políticos. Sem poupar palavras, o parlamentar disparou contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que sua eventual escolha como candidato presidencial seria um erro capaz de abrir caminho para uma nova vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o pronunciamento, Otoni acusou Flávio Bolsonaro de colocar interesses familiares acima dos interesses do país. Em tom exaltado, o deputado repetiu diversas vezes a palavra "vergonha" e atribuiu ao senador a responsabilidade por episódios recentes que, segundo ele, acabaram fortalecendo o discurso do governo federal. As declarações ocorreram após repercussões envolvendo uma reunião com o presidente norte-americano Donald Trump, assunto que se transformou em mais um ponto de tensão dentro do campo conservador. Para Otoni, a condução política do episódio teria produzido efeito contrário ao esperado e fortalecido adversários políticos. O parlamentar foi além e classificou Flávio Bolsonaro como um "traidor da direita", afirmando que perdeu a confiança no senador. As declarações evidenciam um momento de forte divisão entre lideranças que até pouco tempo atrás integravam o mesmo grupo político. O vídeo rapidamente repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os rumos da direita para as próximas eleições presidenciais. Enquanto apoiadores de ambos os lados trocam críticas e manifestações na internet, o episódio revela que a disputa por espaço e liderança no campo conservador está longe de um consenso. Até o momento, Flávio Bolsonaro não havia se pronunciado sobre as declarações.
Governo Lula critica decisão dos EUA sobre PCC e CV e vê risco à soberania brasileira
Planalto afirma que medida pode prejudicar cooperação policial, economia do país e até o funcionamento do PIX; nota oficial critica articulação da família Bolsonaro após encontro com Trump
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal criticou integrantes da família de Jair Bolsonaro após os EUA classificarem o PCC e o CV como organizações terroristas. Em nota, o governo acusou aliados do ex-presidente de tentarem estimular interferência estrangeira no Brasil.
- A nota do Planalto também afirma que o governo brasileiro mantém parceria com os EUA no combate ao crime organizado e rejeita medidas arbitrárias.
Foto: Reprodução
O governo federal criticou nesta sexta-feira (29) integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após os Estados Unidos anunciarem que vão classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o governo afirmou que o Brasil já atua no combate às facções criminosas e acusou aliados do ex-presidente de tentarem estimular interferência estrangeira em assuntos internos do país. “É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país”, diz o comunicado. O texto também afirma que o terrorismo praticado por facções criminosas não deve ser confundido com ações de motivação ideológica, política ou religiosa ligadas ao terrorismo internacional. “A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros”, acrescenta a nota. Cooperação internacional: O governo brasileiro ressaltou que mantém parceria com diversos países no combate ao crime organizado, incluindo os Estados Unidos. Segundo o Planalto, em abril deste ano o Brasil apresentou ao Departamento de Estado americano uma proposta de cooperação focada em inteligência, lavagem de dinheiro e tráfico internacional de armas. A nota afirma ainda que o país continuará aberto à colaboração internacional, mas rejeita medidas consideradas arbitrárias. “Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia”, afirmou o governo. O Planalto também citou possíveis impactos econômicos e operacionais caso medidas sejam adotadas sem negociação prévia com o Brasil. “Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.” Encontro nos Estados Unidos: Na terça-feira (26), o senador Flávio Bolsonaro esteve na Casa Branca para reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Após o encontro, o parlamentar afirmou ter pedido ao governo americano que classificasse o PCC e o CV como organizações terroristas. Flávio também se reuniu com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, responsável pela formalização desse tipo de medida. Pouco depois da divulgação da nota do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou estar “muito triste e decepcionado” com a decisão americana.
Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre recurso de Bolsonaro
Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre recurso de Bolsonaro
Defesa do ex-presidente tenta anular condenação de mais de 27 anos no processo da trama golpista.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Nunes Marques concedeu prazo de 20 dias à Procuradoria-Geral da República (PGR) para emitir parecer sobre o pedido de revisão criminal apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa busca anular a condenação de 27 anos e três meses de prisão imposta a Bolsonaro no processo relacionado à trama golpista. A análise da revisão criminal será realizada pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
- O recurso foi protocolado no STF no último dia 8 de maio e busca anular os argumentos apresentados pela defesa que alegam que houve 'erro judiciário' na condução e no julgamento do processo, incluindo a validade da delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid e falta de acesso integral às provas da investigação.
Foto: Reprodução
O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quarta-feira (27) prazo de 20 dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) emita parecer sobre o pedido de revisão criminal apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa busca anular a condenação de 27 anos e três meses de prisão imposta a Bolsonaro no processo relacionado à trama golpista. As informações foram divulgadas pela Agência Brasil. Após a manifestação da PGR, caberá ao ministro decidir sobre o andamento do pedido. O recurso foi protocolado no STF no último dia 8 de maio. Os advogados de Bolsonaro alegam que houve “erro judiciário” na condução e no julgamento do processo. Entre os argumentos apresentados pela defesa está o entendimento de que, por ter ocupado a Presidência da República, Bolsonaro deveria ter sido julgado pelo plenário do STF, e não pela Primeira Turma da Corte. Os advogados também questionam a validade da delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, afirmando que o acordo não teria ocorrido de forma voluntária. A defesa ainda alega falta de acesso integral às provas da investigação. No mérito, os defensores sustentam que não existem provas da participação direta de Bolsonaro nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 nem na liderança de um plano para tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro foi condenado no ano passado pela Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Conforme o regimento interno do Supremo, a revisão criminal deverá ser analisada pela Segunda Turma, formada pelos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux. Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária por razões de saúde.
Cúpula do PL dá prazo para avaliar viabilidade da candidatura de Flávio Bolsonaro
Revelações sobre relação com ex-banqueiro Daniel Vorcaro aumentam pressão interna; partido monitora impacto político antes de decidir próximos passos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A cúpula do PL deu um prazo de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro em face de novas investigações sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. A crise ganhou força após Flávio admitir que visitou Vorcaro em São Paulo, apesar da prisão do empresário.
- O partido discute alternativas caso a candidatura se torne insustentável, incluindo a ex-ministra Tereza Cristina, Michelle Bolsonaro e o senador Rogério Marinho como possíveis opções.
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
A cúpula do PL estabeleceu um período de 10 a 15 dias para avaliar a viabilidade da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A medida ocorre após novas revelações sobre a relação do parlamentar com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, tema que gerou desconforto entre dirigentes e acendeu um alerta dentro do partido. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo. A crise ganhou força depois que Flávio admitiu ter visitado Vorcaro em São Paulo, mesmo após a prisão do empresário, que estava usando tornozeleira eletrônica. O senador afirmou que o encontro serviu para encerrar tratativas sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A explicação, porém, não convenceu parte da bancada, que passou a cobrar mais clareza sobre a relação entre os dois. Nos bastidores, dirigentes avaliam que o desgaste pode comprometer a estratégia eleitoral do partido caso novos fatos venham à tona. Embora publicamente o PL mantenha o discurso de apoio ao senador, lideranças já discutem alternativas caso a candidatura se torne insustentável. Entre os nomes citados estão Michelle Bolsonaro, a ex-ministra Tereza Cristina e o senador Rogério Marinho. Aliados próximos afirmam que o partido pretende reorganizar a comunicação, ampliar agendas públicas e tentar conter o impacto das denúncias relacionadas ao caso Banco Master, que envolve Vorcaro. A expectativa é que o período de avaliação ajude a medir o alcance político do episódio e definir se Flávio seguirá como aposta da sigla para a disputa presidencial.
Trailer de filme sobre Bolsonaro vaza nas redes
Trailer de filme sobre Bolsonaro vaza nas redes
Longa estrelado por Jim Caviezel retrata campanha de 2018, facada e supostas perseguições ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O trailer do filme 'Dark Horse', uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, vazou nas redes sociais. O vídeo mostrou cenas em inglês, incluindo referências ao slogan 'Brasil acima de tudo, Deus acima de todos'. A produção retrata episódios da trajetória política de Bolsonaro, com destaque para a campanha presidencial de 2018 e o atentado a faca sofrido pelo então candidato em Juiz de Fora.
- O ex-presidente é interpretado pelo ator americano Jim Caviezel, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é interpretada pela atriz Camille Guaty. O vazamento do trailer ocorreu dias após uma reportagem revelar que Flávio Bolsonaro teria solicitado apoio financeiro para financiar o filme.
Foto: Reprodução
O trailer de “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, vazou nas redes sociais e mostra cenas do filme em inglês, incluindo referências ao slogan “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. O vídeo foi divulgado pelo apresentador Paulo Figueiredo, que afirmou ter recebido o material antes do vazamento público. A produção retrata episódios da trajetória política de Bolsonaro, com destaque para a campanha presidencial de 2018 e o atentado a faca sofrido pelo então candidato durante ato eleitoral em Juiz de Fora. O ex-presidente é interpretado pelo ator americano Jim Caviezel, conhecido pelo filme O Som da Liberdade. Já a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é interpretada pela atriz Camille Guaty. Nas cenas divulgadas, personagens mencionam uma suposta conspiração contra Bolsonaro e reforçam elementos religiosos ao longo da narrativa. Em uma das falas do trailer, Michelle afirma a um médico: “Doutor, Deus está com ele”. O roteiro do longa também apresenta a recuperação do ex-presidente após a facada como um episódio de caráter “milagroso”, além de incluir os personagens inspirados nos filhos do político: Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. O vazamento do trailer ocorre dias após reportagem do The Intercept Brasil revelar que Flávio Bolsonaro teria solicitado apoio financeiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme. Segundo a publicação, Vorcaro teria destinado cerca de R$ 61 milhões para a produção cinematográfica. A autenticidade das mensagens atribuídas aos envolvidos foi confirmada pela Folha de S.Paulo, de acordo com fontes ligadas à investigação.
Maioria rejeita redução de penas de Bolsonaro no 8 de janeiro
Maioria rejeita redução de penas de Bolsonaro no 8 de janeiro
Pesquisa Genial/Quaest mostra aumento da rejeição à diminuição das penas aplicadas aos condenados pela invasão da Praça dos Três Poderes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um levantamento recente realizado pela Genial/Quaest mostrou que a maioria dos brasileiros é contrária à redução das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília.
- A pesquisa, que ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de maio, revelou que 52% dos entrevistados rejeitam a diminuição das punições impostas aos envolvidos nos ataques, o que representa uma queda em relação ao percentual de dezembro do ano passado, que era de 46%. Além disso, a pesquisa também mostrou queda no apoio à redução das penas entre eleitores identificados com a direita e entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Foto: Ton Molina | STF
Levantamento divulgado neste sábado (17) pela Genial/Quaest aponta que a maioria dos brasileiros é contrária à redução das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados rejeitam a diminuição das punições impostas aos envolvidos nos ataques. Em dezembro do ano passado, esse percentual era de 46%. O levantamento também mostrou queda no apoio às penas mais leves. Atualmente, 39% defendem a redução das condenações, enquanto anteriormente o cenário indicava maior equilíbrio entre opiniões favoráveis e contrárias. No recorte político, a pesquisa identificou redução no apoio à flexibilização das penas entre eleitores identificados com a direita e entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os eleitores de direita, o índice favorável à redução caiu de 78% para 67%. Já entre os bolsonaristas, o percentual passou de 87% para 73%, segundo os dados divulgados. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os atos de 8 de janeiro são investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pelo julgamento dos envolvidos nas invasões e depredações registradas nas sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
























