Bolsonaro confirma Flávio como nome para a disputa presidencial de 2026
Carta foi lida pelo senador em frente ao hospital onde o ex-presidente está internado.
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Foto: Reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou, por meio de uma carta divulgada na quinta-feira (25), o apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) como seu indicado para a disputa presidencial de 2026, em Brasília. O texto foi lido pelo próprio Flávio na porta do hospital DF Star, pouco antes de Bolsonaro passar por uma cirurgia. Na mensagem, escrita de próprio punho, o ex-presidente afirma que a escolha é “consciente e legítima” e que o filho representa a continuidade de seu projeto político. Segundo Flávio, a divulgação da carta buscou encerrar dúvidas sobre o apoio do pai, após semanas de pressão de aliados e divergências internas. A indicação já havia sido mencionada pelo senador no início de dezembro, mas enfrentava resistência dentro do grupo político e da própria família. A carta foi escrita enquanto Bolsonaro estava sob custódia da Polícia Federal, onde cumpre pena relacionada ao processo sobre tentativa de golpe, segundo o senador. O documento reforça que a decisão ocorre em meio ao que Bolsonaro chama de “cenário de injustiça”. A leitura do texto ocorre em um momento de disputa dentro da direita, com setores defendendo alternativas para 2026, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Flávio tenta consolidar seu nome com o apoio explícito do pai. O conteúdo da carta foi entregue à imprensa e deve integrar as discussões internas do PL sobre a sucessão presidencial.
Michelle Bolsonaro elogia ex-presidente e reforça vínculo político
Ex-primeira-dama, cotada para 2026, publicou mensagem de apoio ao marido, inelegível e em prisão domiciliar.
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Foto: Reprodução
Cotada para disputar a Presidência da República em 2026, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) publicou, neste domingo (16), uma declaração de apoio ao marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível e cumpre prisão domiciliar. Em postagem nos stories, Michelle chamou o marido de “galego” e afirmou que ele “se tornou uma referência de liderança” para o país nos últimos anos. Bolsonaro governou entre 2019 e 2022 e foi o primeiro presidente, desde a redemocratização, a não conseguir a reeleição.“Você é grande, meu amor. Em apenas quatro anos, tornou-se uma referência de liderança para uma nação, algo que muitos não alcançam em uma vida inteira. Deus conhece seu coração, e o povo de bem também”, escreveu. A ex-primeira-dama completou: “Seguimos juntos até o fim. Te amo, galego”. Michelle preside o PL Mulher e é tratada por setores do partido como possível candidata ao Planalto. Integrantes próximos a Bolsonaro, porém, afirmam que sua intenção é disputar o Senado pelo Distrito Federal, seu domicílio eleitoral.
Relator no TSE vota para tornar Jair Bolsonaro inelegível por oito anos
Gonçalves votou para absolver o candidato a vice-presidente na chapa, general Braga Netto
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Foto: TSE
- O ministro relator, Benedito Gonçalves, apresentou voto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (27), para tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível por oito anos. Gonçalves votou para absolver o candidato a vice-presidente na chapa, general Braga Netto. "Julgo parcialmente procedente o pedido para condenar o primeiro investigado, Jair Messias Bolsonaro, pela prática de abuso de poder político e de uso indevido de meios de comunicação nas eleições de 2022, em razão de sua responsabilidade direta e pessoal pela conduta ilícita praticada em benefício de sua candidatura à reeleição. Declaro a sua inelegibilidade por 8 anos seguintes ao pleito de 2022", disse o relator em seu voto. Para Gonçalves, ficou configurado abuso de poder político no uso do cargo e houve desvio de finalidade no uso do "poder simbólico de Bolsonaro, o então presidente na época, e da posição do chefe de Estado" para "degradar o ambiente eleitoral". O ex-presidente Jair Bolsonaro e o seu candidato a vice-presidente, Braga Netto, são acusados de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Em julho de 2022, na reunião realizada com embaixadores transmitida ao vivo pela TV Brasil, o então presidente fez ataques às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral brasileiro. O julgamento será retomado na quinta (29), com o voto do ministro Raul Araújo Filho. Jair Bolsonaro (PL) declarou, em entrevista à Folha de São Paulo, que acredita em um pedido de vista [mais tempo para estudar] por parte do ministro.
Internautas ironizam nova internação do presidente: ‘pegou um atestado no primeiro dia útil’
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Apesar das muitas mensagens de apoio que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem recebido, desde que se internou em um hospital em São Paulo, para tratar uma obstrução intestinal, após uma temporada de férias no litoral de Santa Catarina, houve quem ironizou o seu estado de saúde. Com declarações polêmicas acerca das vítimas da Covid-19, quando chegou a dizer que, entre outras frases, ‘que não era coveiro’, Bolsonaro foi alvo de memes e de muitas piadas por parte dos internautas. A piada que viralizou foi um comentário de que o chefe do Executivo brasileiro havia arrumado um atestado logo no primeiro dia do ano. “O cara mal sai das férias, e já pegou um atestado logo no primeiro dia útil do ano”, comentou um usuário no Twitter, o que foi suficiente para alavancar a hashtag ‘vagabundo’ na rede social. Na manhã desta segunda-feira (04), a equipe médica responsável pelo tratamento do presidente divulgou um boletim afirmando que Bolsonaro não precisará de um procedimento cirúrgico, mas que ainda não há data para que o presidente receba alta médica.
No país do osso de primeira e de segunda, camarão se tornou caviar
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- Uma falsa discussão foi levantada nos últimos dias pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), numa dessas tentativas de desviar o foco de um dos assuntos mais alarmantes do Brasil do pai (Jair Bolsonaro) do parlamentar - a volta da fome. Isso tudo por conta de uma foto do ator Wagner Moura, que dispensa apresentações, que está no Brasil divulgando seu filme, Marighella. Na foto, o intérprete do Capitão Nascimento aparece saboreando um prato de vatapá, comida típica da culinária soteropolitana, que dentre seus ingredientes, contém camarão. Até aí tudo bem, mas o que incomodou o deputado, que é conhecido em Brasília pelo epíteto de “Bananinha” ou ainda “Dudu Bananinha", foi o fato de Moura saborear o seu quitute em um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que na pobre visão de Bananinha e seus asseclas, movimentos desta magnitude pregam a exaltação da pobreza. Para Bananinha, aqueles que lutam por Justiça Social, distribuição de renda, o que inclui segurança alimentar, são chamados de socialistas ou comunistas e, portanto, não deveriam se render às ditas benesses do “inclusivo” sistema capitalista. Sendo que, em um capitalismo saudável, todos os cidadãos deveriam ter acesso a camarão ou a qualquer outra iguaria. Bananinha ao cometer tamanha incongruência, não leva em consideração que o maior produtor de alimentos do mundo, responsável pela alimentação de mais de um bilhão de pessoas, no Brasil, a era Bolsonaro inaugurou a modalidade do osso de primeira e de segunda, dos ora rejeitados pés de galinha, que agora estão nas mesas das famílias, e do ovo como principal fonte de proteína. Mas a fila do osso, o banquete das famílias ao redor de sacos de lixo, homens desesperados gritando nas ruas por um prato de comida, nada incomoda a essa gente; o que incomoda mesmo é Wagner Moura, pois em um país de Bolsonaro, devastado pela fome, pela inflação e pelo desemprego, camarão virou caviar.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Sudoeste Bahia.
Planalto não comenta, mas sentiu as manifestações do último sábado
Manifestantes reivindicaram a vacina, auxílio emergencial de R$ 600 e pediram a saída do presidente Jair Bolsonaro
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- O Palácio do Planalto decidiu não comentar sobre os protestos ocorridos no último sábado (29). Apesar da rede bolsonarista ter ironizado as manifestações com memes e até mesmo com fake news, na verdade, segundo jornalistas que acompanham os bastidores da política em Brasília, Jair Bolsonaro e seus apoiadores sentiram o baque. Desde o início do governo Bolsonaro, esta foi a primeira vez que protestos de rua foram convocados, em meio a pandemia. No entanto, apesar de ter sido ignorado pelo Planalto, o que se viu foram ruas de pelo menos 22 cidades sendo tomadas por manifestantes que reivindicavam a vacina, o auxílio emergencial de R$ 600 e o impeachment de Bolsonaro. Tudo isso em um momento em que a CPI da Pandemia tem jogado luz em supostas negligências do Governo Federal relacionadas a gerência da pandemia, bem como a recusa na compra de vacinas. Os protestos de sábado contaram, em parte, com a participação, principalmente, dos partidos políticos de oposição ao governo, mas foram organizados por movimentos sociais, a exemplo da Frente Povo Sem Medo. Participaram do movimento a presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, Guilherme Boulos do Psol, Glauber Braga, do mesmo partido, além de outras lideranças. Por parte dos analistas políticos, existem diversas interpretações das manifestações. Alguns afirmam que a polarização entre Lula e Bolsonaro foi cravada e outros dizem que uma centelha para o impedimento do presidente pode ter surgido. No entanto, o que é consenso entre eles, é que se atos desta natureza continuarem acontecendo, o chefe do Executivo nacional poderá chegar totalmente em frangalhos em 2022, já que uma possível aceitação de pedido de impeachment, por parte de Arthur Lira (PP), presidente da Câmara, ainda é algo pouco provável.
'Não compraremos vacina da China', diz Bolsonaro
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Portal Uai
- O presidente Jair Bolsonaro disse a ministros que vai cancelar o acordo firmado pelo Ministério da Saúde para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, a vacina contra covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. Segundo reportagem do site Poder360, Bolsonaro enviou mensagens a ministros com o seguinte teor: “Alerto que não compraremos vacina da China. Bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid-19“. O presidente é adversário político do governador de São Paulo. A declaração de Bolsonaro desautoriza o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que havia assinado o protocolo para a aquisição das doses na véspera.
Caetité: cidade foi palco de protestos contra cortes na educação e Reforma da Previdência
Por: Willian Silva
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Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Segundo o presidente Jair Bolsonaro, os manifestantes “a maioria é militante” e “não tem nada na cabeça”, em entrevista nos EUA
Na manhã desta quarta-feira (15) ocorreram atos e manifestações em todo o país contra o corte de 30% das verbas destinadas às universidades bem como contra a Reforma da Previdência que está prestes a ser aprovada pelo governo federal. Segundo o G1, ao menos, 149 cidades realizaram as manifestações. O presidente Jair Bolsonaro chamou de “idiotas úteis” os manifestantes e afirmou que “a maioria é militante”, durante entrevista em Dallas, no Texas, em evento o qual Bolsonaro será homenageado. "A maioria ali é militante. É militante. Não tem nada na cabeça. Se perguntar 7 x 8 não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil", afirmou Bolsonaro nesta quarta, durante visita ao Texas (EUA). Em Caetité, os movimentos estudantis, partidos de oposição ao governo, associação de professores universitários, sindicatos e populares também realizaram manifestação em um dos pontos mais movimentados da cidade, a Praça do Mercado. O evento reuniu em torno de 300 pessoas e seguiram o mote do que era proclamado em quase todo o país.
Foto | Willian Silva | Sudoeste Bahia
Em entrevista ao Sudoeste Bahia, Vagnelson Ribeiro, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Caetité, afirmou que a Reforma da Previdência não é seletiva. “A Reforma da Previdência ela atinge a todos os trabalhadores. De ricos a pobres. Porém os pobres são os mais atingidos. A Reforma da Previdência não vem pra tirar privilégios dos ricos e dar benefícios para os pobres. É o contrário. Tanto é, que a gente está aqui pra denunciar isso.” Segundo Ribeiro, os protestos em Caetité são ecos do demais que se manifestam contra as medidas tomadas pelo governo, sobretudo contra a educação, que está sendo afetada. “Nós estamos fazendo coro aqui em prol da educação. Por que essa educação irá atingir a todos. O futuro de um país passa pela educação”. Durante o protesto, os manifestantes fizeram coro de “Governador, que baixaria, a educação não é mercadoria”, numa clara alusão aos cortes que Rui Costa vêm fazendo nas universidades e escolas estaduais incorrendo, inclusive, no fechamento de algumas unidades desta última na capital e em algumas cidades do interior.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Gisele Santos, representando a classe estudantil e os docentes das universidades e escolas estaduais, disse que o momento que a Bahia está vivendo bem como o Brasil terá reverberação no futuro. “O que a gente está vislumbrando para o futuro é uma crise profunda no sistema educacional em todos os âmbitos, municipal, estadual e federal. Nos Estados, o que a gente tem assistido esses anos com os cortes absurdos do governo Rui Costa é o fechamento de escolas, é a tentativa de tirar as escolas dos trabalhadores, das comunidades, dos distritos.” A representante ainda informou que o Colégio Estadual Tereza Borges foi cogitado a ser fechado pelo governo da Bahia, mas não disse quando. “Aqui em Caetité, tivemos a tentativa de fechar o Colégio Tereza Borges, mas a gente está tentando manter uma escola com ensino fundamental de qualidade. Nós estamos realizando um trabalho excepcional junto à sociedade e a sociedade tem esse reconhecimento do nosso trabalho. Os municípios não tiveram a mesma sorte, onde soubemos de casos de escolas fechadas. A constituição garante uma escola pública perto da sua casa. E isso não está sendo garantido. Estamos lutando para conseguir uma escola de qualidade para as nossas crianças.” Logo mais à noite, as 19h, ocorrerá um debate sobre a Reforma da Previdência no auditório da Uneb de Caetité. Quem falará sobre o tema será o advogado Rafael Bonfim. O evento é aberto ao público.
Lei que protege melhor mulheres é publicada
Por: Catarina Lopes
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Foto | Fabio Rodrigues / Agência Brasil
A Lei Maria da Penha foi alterada para aplicar medidas protetivas de urgência
Agora faz parte da Lei Maria da Penha a aplicação de medidas protetivas de urgência a mulheres e seus dependentes ameaçados de violência doméstica ou familiar. As alterações foram publicadas hoje (14) no Diário Oficial da União. O agressor será afastado da vítima e seus dependentes imediatamente, de acordo com a nova lei, e esta medida pode ser adotada pela autoridade judicial, delegado de polícia ou pela polícia, quando o municípo não for sede de comarca. "A mulher que passa por situação de violência tem pressa. Especialmente nessas áreas em que não há comarca, ela acaba desprotegida", comentou a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.
Militares afirmam que Carlos Bolsonaro é bipolar, diz revista
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Último Segundo | IG
Integrantes da ala militar do governo afirmam que o vereador e filho do presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), é diagnosticado como bipolar, segundo informações da coluna Radar, da Veja. Em conversas de bastidores, os generais falam abertamente sobre o assunto. O vereador, apontado como responsável pelas redes sociais do pai, se envolveu em diversas polêmicas no Twitter ao atacar publicamente o vice-presidente Hamilton Mourão e defender o escritor Olavo de Carvalho, "guru" do governo.
Bolsonaro tem cinco dias para explicar decreto que facilita porte de armas
Por: Kamille Martinho
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Foto: O Globo
O prazo ainda não começou a contar porque o presidente ainda não foi notificado da decisão
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, deu cinco dias para que o presidente Jair Bolsonaro justifique o decreto que facilita o porte de armas para mais categorias, assinado por ele na última terça-feira (7). Um dia após a assinatura do presidente, o partido Rede Sustentabilidade acionou o Supremo pedindo a anulação do decreto, por ferir o princípio da separação de poderes. O partido acredita que as regras deveriam ter sido discutidas no Congresso Nacional. O prazo ainda não começou a contar porque Bolsonaro ainda não foi notificado da decisão.























