Casos de SRAG por Influenza A param de crescer na Bahia
Boletim indica interrupção do crescimento, mas alerta para baixa vacinação e risco ainda elevado.28 Abr 2026 / 05h22

Segundo Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, a nova onda deve durar entre 4 e 6 semanas
Foto: Reprodução
- Dois levantamentos, um da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) e outro do Instituto Todos pela Saúde (ITpS), divulgados nesta quarta-feira (29), apontam que a taxa de testes positivos para Covid-19 aumentou no Brasil nas primeiras semanas de agosto. O Presidente da Abramed, Wilson Shcolnik, informou que "a nova variante [chamada Éris] demonstrou ser muito transmissível, entretanto ela não traz quadros muito graves nas pessoas que são infectadas". Segundo o levantamento, o número de infecções saiu de 6,3% (29 de julho a 4 de agosto) para 13,8% (em 12 a 18 de agosto). Já de acordo com o ITpS, saiu de de 7% para 15,3% entre as semanas encerradas em 22 de julho e 19 de agosto. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informou que a variante Éris, já está circulando livremente na cidade. "O Laboratório de Vigilância Genômica da Fiocruz confirmou o primeiro caso da variante trata-se de um paciente de 46 anos que havia se vacinado, mas não tinha tomado a bivalente, e que apresentou sintomas leves”, descreveu o secretário Daniel Soranz. Atual onda da Covid-19 deve durar entre 4 e 6 semanas, segundo Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia.
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