FICCO bloqueia R$ 102 milhões ligados ao PCC e ao CV na Bahia
Força integrada coordenada pela Polícia Federal cumpriu centenas de mandados e intensificou o combate ao tráfico, à lavagem de dinheiro e às lideranças criminosas.01 Jun 2026 / 05h30

Por: Adelia Felix
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
Votação aconteceu na tarde desta terça-feira (9)
O grupo de trabalho sobre o pacote anticrime (PLs 10372/18, 10373/18 e 882/19) decidiu por 7 votos contrários e 6 favoráveis, retirar a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância do texto, na tarde desta terça-feira (9). O relator foi o deputado federal Capitão Augusto (PL-SP). A retirada da proposta foi sugerida pelo deputado Lafayette Andrada, que justificou se tratar de matéria constitucional. Assim, teria que ser por meio de PEC e não de projeto de lei. O relator disse que não havia inconstitucionalidade e que apenas confirma o que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu em quatro oportunidades: a possibilidade de prisão após a condenação em 2ª instância. Para ele, esse ponto é um dos principais do pacote e não poderia ser derrubado. O parecer reuniu em um único texto praticamente a íntegra das alterações propostas pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, e por uma comissão de juristas criada pela Câmara dos Deputados e coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O relator optou por ajustes pontuais nos projetos de lei.
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