TCM-BA nega pedido para suspender contrato do Aeroporto de Guanambi
Conselheiro Paulo Rangel entendeu que não havia urgência para interromper o contrato, que segue válido até setembro de 2027.07 Out 2026 / 05h00
Segundo Aline Almeida, filho tem laudo psiquiátrico e histórico de comportamento agressivo; Justiça teria determinado internação em unidade especializada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Uma mãe de Guanambi, no sudoeste da Bahia, pede ajuda para conseguir a transferência do filho, de 13 anos, para uma unidade especializada. Aline Almeida dos Santos, moradora do bairro BNH, afirma que o adolescente está internado há 12 dias no Hospital Geral de Guanambi (HGG), após destruir parte da residência da família e tentar agredi-la. Segundo a mãe, o adolescente foi levado ao hospital após a Polícia Militar ser acionada. Ela afirma que há duas decisões judiciais determinando a internação em uma unidade especializada, mas a transferência ainda não teria sido realizada. Aline relata que o filho possui laudo psiquiátrico, faz uso de drogas e apresenta episódios de agressividade. Segundo ela, desde o início da internação foi necessário mantê-lo contido para evitar que machucasse a si próprio ou outras pessoas. A mãe reconhece o atendimento prestado pelo HGG, mas afirma que o hospital não possui estrutura para oferecer o tratamento especializado de que o adolescente necessita. Ela diz ter localizado uma clínica em Salvador que poderia receber o filho, mas aguarda providências do município e do Estado para viabilizar a transferência. Aline afirma ainda que procurou o prefeito Nal Azevedo e, posteriormente, foi encaminhada para a Assistência Social do município, mas diz que ainda não recebeu uma solução. “Minha vida parou. Só vão tomar providência quando acontecer algo?”, questionou. O caso ganhou repercussão em maio, quando, segundo relatos, o adolescente teria arremessado uma pedra contra uma ambulância do Samu em Guanambi. A mãe afirma que ele já havia se envolvido anteriormente em outras ocorrências. Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Guanambi e nem a SESAB se manifestaram sobre o caso.
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