Mãe diz que filho de 13 anos precisa de tratamento especializado em Guanambi
Mãe diz que filho de 13 anos precisa de tratamento especializado em Guanambi
Segundo Aline Almeida, filho tem laudo psiquiátrico e histórico de comportamento agressivo; Justiça teria determinado internação em unidade especializada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Mãe de Guanambi, na Bahia, pede ajuda para transferir o filho de 13 anos, internado há 12 dias no Hospital Geral de Guanambi, para uma clínica especializada em Salvador. Aline Almeida dos Santos relata que há duas decisões judiciais que determinam a internação em unidade adequada, mas a transferência ainda não ocorreu, apesar de o adolescente apresentar laudo psiquiátrico, uso de drogas e episódios de agressividade que exigem contenção constante.
- A mãe já procurou o prefeito Nal Azevedo e a Assistência Social municipal, sem obter solução, enquanto o caso ganhou repercussão após o jovem arremessar uma pedra contra uma ambulância do Samu. Até o fechamento da matéria, a Prefeitura de Guanambi e a SESAB não se manifestaram sobre a situação.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Uma mãe de Guanambi, no sudoeste da Bahia, pede ajuda para conseguir a transferência do filho, de 13 anos, para uma unidade especializada. Aline Almeida dos Santos, moradora do bairro BNH, afirma que o adolescente está internado há 12 dias no Hospital Geral de Guanambi (HGG), após destruir parte da residência da família e tentar agredi-la. Segundo a mãe, o adolescente foi levado ao hospital após a Polícia Militar ser acionada. Ela afirma que há duas decisões judiciais determinando a internação em uma unidade especializada, mas a transferência ainda não teria sido realizada. Aline relata que o filho possui laudo psiquiátrico, faz uso de drogas e apresenta episódios de agressividade. Segundo ela, desde o início da internação foi necessário mantê-lo contido para evitar que machucasse a si próprio ou outras pessoas. A mãe reconhece o atendimento prestado pelo HGG, mas afirma que o hospital não possui estrutura para oferecer o tratamento especializado de que o adolescente necessita. Ela diz ter localizado uma clínica em Salvador que poderia receber o filho, mas aguarda providências do município e do Estado para viabilizar a transferência. Aline afirma ainda que procurou o prefeito Nal Azevedo e, posteriormente, foi encaminhada para a Assistência Social do município, mas diz que ainda não recebeu uma solução. “Minha vida parou. Só vão tomar providência quando acontecer algo?”, questionou. O caso ganhou repercussão em maio, quando, segundo relatos, o adolescente teria arremessado uma pedra contra uma ambulância do Samu em Guanambi. A mãe afirma que ele já havia se envolvido anteriormente em outras ocorrências. Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Guanambi e nem a SESAB se manifestaram sobre o caso.
























