Bahia começa a distribuir nova insulina pelo SUS para pacientes com diabetes
Bahia começa a distribuir nova insulina pelo SUS para pacientes com diabetes
Insulina glargina será destinada, inicialmente, a crianças, adolescentes e idosos, com substituição gradual da insulina NPH
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Bahia começou a receber a insulina glargina, um novo medicamento para tratamento de diabetes. O estado recebeu 30.854 tubetes da medicação e 8.126 canetas reutilizáveis para aplicação, enviadas pelo Ministério da Saúde. A nova insulina substituirá gradualmente a NPH para pacientes específicos, como crianças e adolescentes com diabetes tipo 1, idosos com 70 anos ou mais e pacientes com diabetes tipo 2.
- A insulina glargina proporciona maior estabilidade no controle da glicemia e reduz o risco de episódios de hipoglicemia. A distribuição do medicamento faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso à nova terapia e ocorrerá de forma gradual em todo o país na rede pública.
Foto: Divulgação
A Bahia começou a receber a insulina glargina, novo medicamento que passa a integrar o tratamento de pacientes com diabetes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O estado recebeu 30.854 tubetes da medicação e 8.126 canetas reutilizáveis para aplicação, enviadas pelo Ministério da Saúde. A nova insulina substituirá gradualmente a NPH para públicos específicos: crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e idosos com 70 anos ou mais diagnosticados com diabetes tipo 1 ou tipo 2. A mudança será feita após avaliação da equipe de saúde. De ação prolongada, a insulina glargina exige, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária. Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento proporciona maior estabilidade no controle da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e pode aumentar a adesão ao tratamento. Para ter acesso ao medicamento, o paciente deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com receita médica. Além da insulina, o SUS fornecerá canetas reutilizáveis, com validade de três anos, agulhas para aplicação e orientações sobre o uso correto e o armazenamento do medicamento.A distribuição faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso à nova terapia e ocorrerá de forma gradual em todo o país na rede pública.
Campanha antirrábica 2026 começa na Bahia com meta de vacinar 3,4 milhões de animais
Campanha segue até 31 de agosto e prevê a vacinação gratuita de cães e gatos a partir de três meses de idade. O Dia D de mobilização acontece em 25 de julho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) iniciou a Campanha de Vacinação Antirrábica 2026, com o objetivo de imunizar cerca de 3,4 milhões de cães e gatos em todo o estado até o dia 31 de agosto. A iniciativa busca prevenir a raiva animal e reduzir os riscos de transmissão da doença para os seres humanos, reforçando as ações de proteção à saúde pública.
- A imunização é gratuita e voltada para animais saudáveis a partir de três meses de idade. O Dia D de mobilização estadual está agendado para o próximo sábado (25 de julho), sendo que os locais e horários de atendimento específicos de vacinação serão informados pelas secretarias de saúde de cada município baiano.
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) iniciou nesta segunda-feira (20) a Campanha de Vacinação Antirrábica 2026 para cães e gatos. A mobilização segue até o dia 31 de agosto e tem como meta imunizar cerca de 3,4 milhões de animais em todo o estado. De acordo com a Sesab, o objetivo da campanha é prevenir a raiva em cães e gatos e reduzir o risco de transmissão da doença para os seres humanos. A vacinação também busca eliminar a circulação das variantes caninas do vírus da raiva, reforçando as ações de proteção à saúde pública. A expectativa é vacinar aproximadamente 2,5 milhões de cães e 861,5 mil gatos durante a campanha. A imunização é gratuita e destinada a animais a partir de três meses de idade, desde que estejam saudáveis. O Dia D de mobilização estadual está marcado para o próximo sábado, 25 de julho. Os locais e horários de vacinação serão divulgados pelas Secretarias Municipais de Saúde de cada cidade. A Sesab orienta os tutores a levarem seus animais aos postos de vacinação dentro do prazo da campanha. A imunização é considerada a principal forma de prevenção da raiva, doença que pode ser transmitida aos seres humanos e apresenta alta taxa de letalidade.
Guanambi receberá CAPS e Centro Especializado em Reabilitação com investimento de R$ 20 milhões
Investimento superior a R$ 20 milhões prevê a construção de um CAPS I e de um Centro Especializado em Reabilitação (CER IV), ampliando a rede pública de saúde no município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) abriu licitação para a construção de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS I) e de um Centro Especializado em Reabilitação (CER IV) no município de Guanambi. Com investimento previsto de mais de R$ 20 milhões financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), as obras serão erguidas em um terreno de 9,1 mil metros quadrados, localizado estrategicamente em frente ao novo Hospital Municipal.
- O CAPS I será destinado ao atendimento de saúde mental, enquanto o CER IV oferecerá suporte em reabilitação física, auditiva, visual e intelectual. A abertura das propostas das empresas interessadas está agendada para 1º de setembro, e a implantação dessas unidades busca fortalecer e ampliar a oferta de serviços especializados de saúde para a população de Guanambi e de toda a região.
Foto: Divulgação
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) abriu licitação para contratar a empresa responsável pela construção de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS I) e de um Centro Especializado em Reabilitação (CER IV) em Guanambi. Juntas, as obras estão orçadas em mais de R$ 20 milhões e representam um novo investimento na ampliação da rede pública de saúde do município. As duas unidades serão construídas em um terreno de aproximadamente 9,1 mil metros quadrados, localizado na Avenida Dr. Etelvino Pereira Donato, em frente ao novo Hospital Municipal, que também está em construção. A proposta é concentrar importantes serviços de saúde em uma mesma região, facilitando o atendimento à população. O aviso da licitação foi publicado no Diário Oficial do Estado na última sexta-feira (17). A abertura das propostas das empresas interessadas está prevista para o dia 1º de setembro. Somente após a conclusão dessa etapa será definida a empresa vencedora e o cronograma para o início das obras. De acordo com o projeto, o CAPS I terá cerca de 799 metros quadrados de área construída e será destinado ao atendimento de pessoas com transtornos mentais e necessidades relacionadas à saúde mental. Já o CER IV ocupará aproximadamente 2,1 mil metros quadrados e oferecerá atendimento especializado em reabilitação física, auditiva, visual e intelectual. O investimento total previsto é de R$ 20.026.339,38. Conforme o edital, a empresa contratada deverá seguir as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e cumprir as exigências ambientais e sociais estabelecidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), responsável pelo financiamento do projeto. Com a implantação das novas unidades, Guanambi deverá ampliar a oferta de serviços especializados de saúde, fortalecendo a assistência para pacientes da cidade e de municípios da região.
Senado aprova PEC da aposentadoria para agentes de saúde
Senado aprova PEC da aposentadoria para agentes de saúde
Proposta foi aprovada em segundo turno e seguirá para promulgação; governo apontou impacto de R$ 3 bilhões por ano.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Senado Federal aprovou, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece regras para a aposentadoria especial de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. O projeto, que segue para promulgação no Congresso Nacional, recebeu amplo apoio dos parlamentares, registrando 73 votos favoráveis e apenas um contrário após acordo entre as lideranças partidárias.
- Por outro lado, o governo federal manifestou oposição à proposta devido ao seu potencial de impacto fiscal. Segundo estimativas do Ministério da Fazenda, a nova regra previdenciária pode gerar um custo anual de aproximadamente R$ 3 bilhões aos cofres públicos, motivo pelo qual a medida foi classificada pelo Executivo como uma 'pauta-bomba'.
Foto: Divulgação - TV Senado
O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (14), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria regras para a aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias. O texto recebeu 73 votos favoráveis, um contrário e uma abstenção. A votação foi realizada após um acordo entre os líderes partidários e anunciada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Com a aprovação em dois turnos, a proposta segue agora para promulgação em sessão do Congresso Nacional. A medida garante um regime de aposentadoria especial para as duas categorias, que atuam diretamente na atenção básica à saúde e no combate a doenças em todo o país. Apesar do amplo apoio dos senadores, o governo federal se posicionou contra a proposta. O Ministério da Fazenda estima que a nova regra poderá gerar um impacto de aproximadamente R$ 3 bilhões por ano nas contas públicas, motivo pelo qual a PEC foi classificada pelo Executivo como uma "pauta-bomba". Mesmo com a orientação contrária do governo, a líder da bancada governista no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), liberou os parlamentares para votarem de acordo com suas convicções. Ela foi a única senadora a registrar voto contrário à proposta. A sessão foi acompanhada por dezenas de agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias que lotaram as galerias do Senado. Após a confirmação do resultado, os profissionais comemoraram a aprovação da PEC, considerada uma reivindicação histórica das categorias. Com a promulgação, a nova regra passará a integrar a Constituição Federal, assegurando tratamento previdenciário diferenciado aos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias.
Anvisa aprova nova vacina contra a gripe para bebês e adultos
Anvisa aprova nova vacina contra a gripe para bebês e adultos
Imunizante trivalente é indicado para pessoas a partir de seis meses de idade e apresentou eficácia de até 73% em estudos clínicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina Fluprevli, um novo imunizante desenvolvido para prevenir a influenza em pessoas a partir dos seis meses de idade. A vacina é trivalente e protege contra cepas dos vírus influenza A e B. Os estudos clínicos demonstraram eficácia de até 73% na prevenção da influenza em adultos e de até 65% em crianças.
Foto: Ministério da Saúde
Anvisa define atualização das vacinas contra Covid-19
Anvisa define atualização das vacinas contra Covid-19
Nova norma estabelece que os imunizantes sejam adaptados às variantes mais recentes do coronavírus e prevê prazo de transição para vacinas já distribuídas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas regras para a atualização das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. De acordo com a Instrução Normativa, as vacinas deverão ser monovalentes e desenvolvidas para oferecer resposta imunológica contra uma única linhagem predominante do vírus SARS-CoV-2. A norma estabelece que a variante LP.8.1 seja utilizada como antígeno preferencial na formulação das vacinas.
- As vacinas registradas, fabricadas ou distribuídas antes da publicação da nova norma poderão continuar sendo utilizadas por um período de até nove meses. A atualização das vacinas faz parte do processo contínuo de vigilância sanitária e busca garantir que os imunizantes ofereçam maior proteção diante das mudanças no comportamento do vírus.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas regras para a atualização das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. A medida foi divulgada nesta quinta-feira (9), no Diário Oficial da União, e tem como objetivo adequar os imunizantes às variantes mais recentes do coronavírus em circulação no país. De acordo com a Instrução Normativa aprovada pela agência, as vacinas deverão ser monovalentes, ou seja, desenvolvidas para oferecer resposta imunológica contra uma única linhagem predominante do vírus SARS-CoV-2. A norma estabelece que a variante LP.8.1 seja utilizada como antígeno preferencial na formulação das vacinas. Também será permitida a utilização de variantes derivadas da cepa JN.1, como XFG e NB.1.8.1, desde que estudos comprovem uma resposta ampla e eficaz na produção de anticorpos neutralizantes. As vacinas registradas, fabricadas ou distribuídas antes da publicação da nova norma poderão continuar sendo utilizadas por um período de até nove meses. Após esse prazo, esses imunizantes deixarão de ser autorizados para uso no país. Segundo a Anvisa, a atualização segue o monitoramento contínuo da evolução do vírus e acompanha recomendações técnicas voltadas à manutenção da eficácia das vacinas diante das novas variantes. A decisão foi aprovada durante a 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da agência. Durante o encontro, técnicos destacaram que registros recentes apontam dezenas de casos de síndrome gripal associados à Covid-19, reforçando a necessidade de manter a vacinação atualizada como estratégia para reduzir complicações e proteger a população. A Anvisa informou que a atualização das vacinas faz parte do processo contínuo de vigilância sanitária e busca garantir que os imunizantes ofereçam maior proteção diante das mudanças no comportamento do vírus. A expectativa é que os fabricantes adequem suas formulações conforme os novos critérios estabelecidos pela agência reguladora.
MP recomenda que vice-prefeito de Tanque Novo deixe de atuar como médico
MP recomenda que vice-prefeito de Tanque Novo deixe de atuar como médico
Promotoria de Tanque Novo aponta incompatibilidade entre o exercício do cargo de vice-prefeito e a atuação habitual na rede pública de saúde.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que o vice-prefeito de Tanque Novo, Bruno Diógenes Bomfim Carneiro, suspenda imediatamente os atendimentos médicos e cirurgias que realizava na rede pública municipal. A Promotoria de Justiça estabeleceu um prazo de 15 dias para o cumprimento da medida, apontando que o exercício contínuo da medicina na administração pública, ainda que de forma voluntária, é incompatível com o cargo de vice-prefeito, que exige disponibilidade permanente para substituir o chefe do Executivo.
- A recomendação também destaca indícios de promoção pessoal, uma vez que o vice-prefeito utilizava suas redes sociais para divulgar as cirurgias realizadas, associando serviços públicos à sua imagem política. Caso as determinações não sejam seguidas, incluindo a remoção das postagens e a interrupção dos atendimentos, o MP-BA poderá ajuizar uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que o vice-prefeito de Tanque Novo, Bruno Diógenes Bomfim Carneiro, interrompa imediatamente a realização de atendimentos médicos e procedimentos cirúrgicos na rede pública municipal. A recomendação foi expedida pela Promotoria de Justiça de Tanque Novo e estabelece prazo de 15 dias para o cumprimento das medidas. Segundo o documento, o vice-prefeito, que é médico cirurgião, vinha atuando de forma rotineira no Hospital Municipal e na Policlínica de Tanque Novo, realizando consultas, atendimentos ambulatoriais e cirurgias ao longo dos últimos cinco anos. A investigação teve início após uma representação que apontava possível incompatibilidade entre o exercício do cargo político e a atividade profissional na administração pública. Em sua manifestação, o vice-prefeito e a Prefeitura alegaram que os atendimentos eram prestados de forma voluntária, com base na Lei do Serviço Voluntário, em razão da escassez de médicos especialistas no município. No entanto, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção à Moralidade Administrativa (CAOPAM) concluiu que a utilização da legislação para esse fim caracteriza desvio de finalidade e conflito de interesses. De acordo com a promotora Michely Queiroz de Oliveira, o cargo de vice-prefeito exige disponibilidade permanente para substituir ou suceder o chefe do Executivo, situação considerada incompatível com o exercício contínuo de funções médicas na rede pública, ainda que sem remuneração. O Ministério Público também apontou possível promoção pessoal do agente público. Conforme a recomendação, Bruno Diógenes utilizava as redes sociais para divulgar procedimentos cirúrgicos realizados nas unidades municipais, vinculando os serviços públicos à sua imagem e ao seu grupo político. Além de interromper qualquer atendimento médico, seja de forma voluntária, remunerada ou por pessoa jurídica, o vice-prefeito deverá remover das redes sociais publicações relacionadas aos procedimentos realizados nas unidades públicas. Caso a recomendação não seja cumprida ou não haja resposta dentro do prazo estabelecido, o MP poderá ajuizar uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
Adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina poderão se imunizar até 31 de dezembro nas unidades do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde prorrogou até o dia 31 de dezembro a campanha de vacinação contra o HPV direcionada a adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não foram imunizados. A iniciativa visa ampliar a cobertura vacinal e prevenir infecções pelo vírus, que é o principal causador de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, garganta e ânus, além de verrugas genitais. As doses estão disponíveis gratuitamente em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Além do público de 9 a 14 anos e dos jovens contemplados pela prorrogação, a vacina é recomendada para grupos com condições clínicas especiais, como pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados e em tratamento oncológico. O Ministério da Saúde orienta que a população-alvo não deixe a imunização para os últimos dias do ano e verifique sua situação vacinal por meio do aplicativo Meu SUS Digital ou em um posto de saúde mais próximo.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde prorrogou até 31 de dezembro a estratégia de vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam o imunizante ou não possuem registro da vacinação. A medida busca ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de doenças relacionadas ao vírus. A vacina é considerada a principal forma de prevenção contra a infecção pelo HPV, responsável por diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, ânus, boca e garganta, além de verrugas genitais. O uso de preservativos também é recomendado por reduzir o risco de transmissão, embora não ofereça proteção completa contra o vírus. As doses estão disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nos demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo Calendário Nacional de Vacinação, a imunização é indicada rotineiramente para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Com a prorrogação da estratégia de resgate, adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos que perderam o período recomendado terão uma nova oportunidade para receber a vacina até o fim deste ano. Além desse público, o imunizante também é ofertado para grupos com condições específicas, conforme as orientações do Ministério da Saúde. Entre eles estão pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados, pessoas em tratamento oncológico, usuários da Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) e pacientes com papilomatose respiratória recorrente. A ampliação da campanha busca aumentar a proteção coletiva e diminuir a circulação do vírus, contribuindo para a prevenção de doenças que podem ser evitadas com a vacinação. Quem tiver dúvidas sobre a situação vacinal pode consultar o histórico de imunização pelo aplicativo Meu SUS Digital ou procurar a unidade de saúde mais próxima. A recomendação é que pessoas dentro do público-alvo não deixem para os últimos dias e aproveitem a prorrogação para atualizar a caderneta de vacinação e reforçar a proteção contra o HPV.
Prevenção de gravidez precoce se tornou conteúdo obrigatório em escolas estaduais da Bahia
A partir da mudança, o tema deixa de ser pontual e passa a integra diretriz permanente da comunidade escolar
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Bahia tornou a prevenção da gravidez precoce um conteúdo obrigatório nas escolas estaduais a partir deste semestre, com a aprovação de uma nova lei que entrou em vigor em 1º de agosto. A medida, sancionada pela Assembleia Legislativa, passa a fazer parte do plano de aulas, exigindo planejamento e distribuição transversal das ações pedagógicas para orientar e prevenir situações de vulnerabilidade.
Foto: Ezequias Ramos silva | SEC-BA
A prevenção de gravidez precoce se tornou um conteúdo obrigatório nas escolas da rede estadual da Bahia a partir deste semestre. A nova lei estadual, que entrou em vigor nesta quarta-feira (1), promulgada pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), é responsável pela determinação. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) tem o prazo de até 90 dias para regulamentar a norma. Com a mudança, a conscientização nas instituições de ensino sobre a gravidez precoce deixou de ser pontual para fazer parte de uma diretriz permanente da comunidade escolar. Haverá um planejamento e distribuição de forma transversal das ações pedagógicas nas disciplinas. Dessa forma, os temas de orientação e prevenção começam a fazer parte oficialmente do plano de aulas, os alunos são preparados de forma que identifiquem situações de vulnerabilidade ou perigo.
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Presidente destacou atendimento gratuito no Brasil durante último evento de entregas antes do início do período de restrições eleitorais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) é referência mundial, citando os Estados Unidos como exemplo de país sem atendimento público universal similar ao brasileiro e fez crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ele contou o caso de um filho de jornalista norte‑americano que recebeu atendimento gratuito após acidente no Brasil e questionou se a mesma prática aconteceria nos EUA.
- Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o governo inaugurou dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou R$ 464,8 milhões em investimentos para fortalecer o SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, beneficiando 6.476 pessoas. Também foi lembrado que a partir de sábado (4) entra em vigor o defeso eleitoral, limitando a participação de candidatos em inaugurações e eventos institucionais.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (3) que o Sistema Único de Saúde (SUS) é uma referência mundial e citou os Estados Unidos como exemplo de um país que, segundo ele, não oferece atendimento público universal semelhante ao brasileiro. Durante o discurso, Lula também fez uma crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ao defender o sistema público de saúde, o presidente relatou o caso do filho de um jornalista norte-americano que teria sido atendido gratuitamente após sofrer um acidente no Brasil. Em seguida, questionou se a mesma situação ocorreria nos Estados Unidos. “Nenhum país do mundo tem um programa como o SUS. Vá nos Estados Unidos ver se você pega ambulância de graça”, afirmou. As declarações foram feitas durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. No evento, o governo federal inaugurou simultaneamente dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou investimentos de R$ 464,8 milhões destinados ao fortalecimento do SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em seis estados. Segundo o governo, as unidades habitacionais beneficiarão 6.476 pessoas. A solenidade marcou a última agenda oficial de inaugurações e anúncios de obras do governo federal antes do início das restrições previstas pela legislação eleitoral. A partir deste sábado (4), entra em vigor o período conhecido como defeso eleitoral. Durante esse intervalo, candidatos à Presidência da República ficam impedidos de participar da inauguração de obras públicas e de eventos institucionais que possam caracterizar promoção eleitoral, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Com isso, Lula deverá suspender a participação em cerimônias de inauguração até o fim do período eleitoral, mantendo apenas agendas permitidas pela legislação.
Sesab prepara SUS para possível aumento de migrantes venezuelanos na Bahia
Sesab prepara SUS para possível aumento de migrantes venezuelanos na Bahia
Informe técnico da SUVISA orienta profissionais do SUS sobre acolhimento, vacinação e vigilância epidemiológica.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) publicou um informe técnico essencial para orientar profissionais e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre o atendimento a migrantes venezuelanos, motivado pelos recentes terremotos na Venezuela. A medida é preventiva e busca preparar a rede estadual de saúde para um possível aumento no fluxo migratório, embora a Sesab reforce que não há risco sanitário que justifique preocupação da população, apenas a necessidade de manter os serviços organizados para um atendimento eficiente.
- Elaborado pelo CIEVS Bahia e SUVISA, o documento enfatiza o direito de todo migrante ao SUS, independentemente da nacionalidade ou situação migratória. Entre as orientações detalhadas estão o acolhimento humanizado, avaliação clínica, atualização vacinal, atenção a grupos vulneráveis e a notificação de eventos de interesse à saúde pública. O informe também visa combater a desinformação e garantir um acolhimento seguro, organizado e sem discriminação, seguindo os mesmos protocolos técnicos adotados para qualquer usuário do SUS.
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) publicou um informe técnico para orientar profissionais e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre o atendimento a migrantes venezuelanos após os terremotos registrados recentemente na Venezuela. O documento foi elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Bahia) e pela Equipe de Resposta Rápida da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (SUVISA). Segundo a Sesab, a medida é preventiva e tem como objetivo preparar a rede estadual de saúde para um possível aumento no fluxo migratório. O órgão destaca que não há qualquer risco sanitário que justifique preocupação da população, mas ressalta a importância de manter os serviços organizados para garantir atendimento adequado. O informe reforça que todo migrante tem direito ao atendimento no SUS, independentemente da nacionalidade ou da situação migratória. Entre as orientações estão o acolhimento humanizado, a avaliação clínica conforme a necessidade de cada paciente, a atualização da vacinação, a atenção especial a gestantes, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, além da notificação imediata de qualquer evento incomum de interesse para a saúde pública. A Bahia já recebeu 1.162 migrantes venezuelanos por meio da estratégia nacional de interiorização, em uma ação coordenada entre os governos federal, estadual e municipal. A Sesab informou ainda que o CIEVS Bahia segue monitorando o cenário internacional e reforçou que o atendimento aos migrantes deve seguir os mesmos protocolos técnicos e científicos adotados para qualquer usuário do SUS. O informe também busca combater a desinformação e garantir que o acolhimento ocorra de forma segura, organizada e sem discriminação.
Hospital do Oeste ganha serviço de radioterapia em Barreiras
Hospital do Oeste ganha serviço de radioterapia em Barreiras
Investimento de R$ 9,8 milhões amplia atendimento a pacientes com câncer.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Governo da Bahia inaugurou, nesta sexta-feira (26), o novo serviço de radioterapia no Hospital do Oeste, em Barreiras, com um investimento de R$ 9,8 milhões. A iniciativa visa ampliar a oferta de tratamento contra o câncer para moradores do Oeste baiano, permitindo que pacientes realizem parte do tratamento mais perto de casa, fortalecendo a regionalização da saúde no estado. O governador Jerônimo Rodrigues destacou a importância do serviço para reduzir a necessidade de deslocamentos para outras cidades.
- Além da radioterapia, o governador assinou a ordem de serviço para uma reforma e ampliação do Hospital do Oeste, que receberá R$ 62 milhões para expandir de 300 para 360 leitos, incluindo 20 novos leitos de UTI, 30 de enfermaria, um centro cirúrgico com 11 salas, novas áreas de emergência e ressonância magnética. Também foi autorizada a construção do Centro Especializado em Reabilitação (CER IV) e entregues vans e veículos para municípios da região, reforçando a infraestrutura de saúde local. Segundo a secretária de Saúde, Roberta Santana, este é o quarto serviço de radioterapia implantado no interior e o primeiro no Oeste da Bahia, ampliando significativamente o acesso ao tratamento oncológico.
Foto: Amanda Ercília/GOVBA
O Governo da Bahia inaugurou, nesta sexta-feira (26), o novo serviço de radioterapia do Hospital do Oeste, em Barreiras. A estrutura recebeu investimento de R$ 9,8 milhões e amplia a oferta de tratamento contra o câncer para pacientes do Oeste baiano, que agora poderão realizar parte do tratamento mais perto de casa. Durante a cerimônia, o governador Jerônimo Rodrigues destacou que a implantação do serviço fortalece a regionalização da saúde e reduz a necessidade de deslocamentos para outras cidades. Além da inauguração da radioterapia, o governador assinou a ordem de serviço para reforma e ampliação do Hospital do Oeste, com investimento de R$ 62 milhões. O projeto prevê a expansão da unidade de 300 para 360 leitos, incluindo 20 novos leitos de UTI, 30 leitos de enfermaria, um centro cirúrgico com 11 salas, novas áreas de emergência, serviço de ressonância magnética e um Centro de Ensino e Pesquisa. Durante a agenda, também foi autorizada a publicação do edital para construção do Centro Especializado em Reabilitação (CER IV), além da entrega de duas vans para o Consórcio da Policlínica Regional de Barreiras e de 15 veículos destinados a 12 municípios do Oeste baiano, em parceria com o Ministério da Saúde. Segundo a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, este é o quarto serviço de radioterapia implantado pelo Governo da Bahia no interior do estado e o primeiro em toda a região Oeste, ampliando o acesso ao tratamento oncológico especializado. Atualmente, o Hospital do Oeste realiza mais de 500 mil atendimentos ambulatoriais e cerca de 14 mil internações por ano, atendendo pacientes de diversos municípios da região. A expectativa é de que o novo serviço ofereça mais conforto aos pacientes e familiares, reduzindo viagens para tratamento em outras cidades.
MP recomenda ações contra paredões em quatro municípios do Sudoeste
MP recomenda ações contra paredões em quatro municípios do Sudoeste
Medida abrange Iuiu, Feira da Mata, Malhada e Carinhanha.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) expediu uma recomendação para combater a poluição sonora em quatro municípios do sudoeste do estado – Iuiu, Feira da Mata, Malhada e Carinhanha. A medida, enquadrada no Procedimento Administrativo nº 064.9.310763/2026, visa reduzir os transtornos causados por sons automotivos ("paredões") e ruídos excessivos em estabelecimentos e residências, reiterando que a poluição sonora é um problema de saúde pública e que a perturbação do sossego pode ocorrer a qualquer horário.
- Assinada pela promotora Michely Queiroz de Oliveira, a recomendação determina que proprietários e condutores de veículos evitem sons audíveis fora dos automóveis em vias públicas. Órgãos como Polícia Militar, Polícia Civil, Guardas Municipais e trânsito foram orientados a intensificar a fiscalização, com blitze, multas e apreensão de veículos, podendo os infratores responder por crime ambiental. As prefeituras têm dez dias úteis para informar ao MP sobre as providências, incluindo fiscalização próxima a hospitais e escolas, e concessão de autorizações para eventos com som automotivo apenas em locais afastados de áreas residenciais.
Igreja Matriz de Carinhanha - Foto: reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou uma série de medidas para combater a poluição sonora nos municípios de Iuiu, Feira da Mata, Malhada e Carinhanha, no sudoeste do estado. A iniciativa tem como objetivo reduzir transtornos causados por sons automotivos, conhecidos como "paredões", além de ruídos excessivos em estabelecimentos comerciais e residências. A recomendação foi expedida no âmbito do Procedimento Administrativo nº 064.9.310763/2026 e destaca que a poluição sonora é considerada um problema de saúde pública. No documento, o órgão também esclarece que a perturbação do sossego e a poluição sonora podem ser caracterizadas em qualquer horário, independentemente da crença popular de que sons altos seriam permitidos antes das 22h. A recomendação, assinada pela promotora de Justiça Michely Queiroz de Oliveira, determina que proprietários e condutores de veículos evitem utilizar equipamentos sonoros audíveis fora dos automóveis quando estiverem em vias públicas. Para reforçar a fiscalização, a Polícia Militar, Polícia Civil, Guardas Municipais e órgãos de trânsito foram orientados a realizar blitze, aplicar multas, apreender veículos irregulares e encaminhar infratores às delegacias. Dependendo da situação, os responsáveis poderão responder por crime ambiental, cuja pena pode chegar a quatro anos de reclusão. O Ministério Público também recomendou que as prefeituras intensifiquem a fiscalização, principalmente em áreas próximas a hospitais, unidades de saúde e escolas. O documento ainda estabelece que eventuais autorizações para eventos com som automotivo devem ser concedidas apenas em locais afastados de áreas residenciais. Os municípios têm prazo de dez dias úteis para informar ao MP quais providências serão adotadas para cumprir a recomendação.
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Mudança entra em vigor em 3 de agosto e prevê duas doses de reforço com vacina injetável para crianças menores de 5 anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Sistema Único de Saúde (SUS) volta a oferecer segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos a partir de agosto. A medida é uma resposta à avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e tem o objetivo de manter elevados os níveis de proteção contra a doença.
- A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A partir do dia 3 de agosto, o Sistema Único de Saúde (SUS) voltará a oferecer uma segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos. A medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde e restabelece o esquema de cinco doses utilizado até 2024, agora exclusivamente com a vacina injetável. Com a mudança, as crianças deverão receber três doses da vacina aos 2, 4 e 6 meses de idade, além de dois reforços: um aos 15 meses e outro aos 4 anos. Todas as aplicações serão feitas com a vacina inativada, administrada por injeção. Até 2024, os reforços eram realizados com a tradicional vacina oral, conhecida como “gotinha”. No entanto, o Ministério da Saúde optou por substituir o imunizante oral devido ao risco, considerado extremamente raro, de o vírus enfraquecido sofrer mutações e provocar a doença. A decisão de retomar a segunda dose de reforço foi tomada após avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e comunicada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabela Ballalai, a dose adicional é importante para manter elevados os níveis de proteção ao longo da infância. Embora o Brasil esteja sem registrar casos de poliomielite há 37 anos e tenha recebido, em 1994, o certificado de área livre da circulação do vírus, especialistas alertam que a doença ainda existe em alguns países e pode voltar a representar risco se as coberturas vacinais caírem. A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação. A poliomielite pode causar paralisia permanente e, em casos graves, levar à morte. A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção da doença.
Milhares participam da Marcha da Maconha na Avenida Paulista
Milhares participam da Marcha da Maconha na Avenida Paulista
Participantes destacaram o uso medicinal da cannabis e defenderam mudanças na legislação brasileira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Milhares de pessoas participaram da 18ª Marcha da Maconha na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (21), com o objetivo de defender a legalização e regulamentação da cannabis no Brasil. Os manifestantes, que incluíam ativistas, pacientes e famílias, criticaram os impactos da criminalização, como a superlotação carcerária, e destacaram a importância do acesso à cannabis medicinal para diversos tratamentos de saúde. Cartazes e faixas reforçaram a demanda por mudanças na legislação e o fim do preconceito em torno do tema.
- A manifestação trouxe à tona dados e depoimentos relevantes sobre o uso da cannabis no país. A professora Stephanie Oliveira, por exemplo, compartilhou a experiência de sua mãe com a cannabis medicinal para dores crônicas, evidenciando o estigma persistente. Levantamentos como o Anuário da Kaya Mind e da Bliss Data revelam que cerca de 50 mil brasileiros utilizam produtos à base de cannabis para saúde, com mulheres de meia-idade e idosas sendo o principal grupo de usuários, apesar da resistência social que dificulta o avanço da regulamentação.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Milhares de pessoas participaram da 18ª edição da Marcha da Maconha na tarde deste domingo (21), na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato reuniu apoiadores da legalização da cannabis, ativistas e organizações ligadas ao debate sobre a regulamentação da planta no Brasil. A concentração aconteceu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde os manifestantes defenderam mudanças na legislação e criticaram os impactos da criminalização da maconha. Entre os argumentos apresentados estavam a superlotação do sistema prisional e as dificuldades enfrentadas por pacientes que utilizam medicamentos à base de cannabis para tratamentos de saúde. Cartazes e faixas exibidos durante a manifestação destacavam o uso medicinal da planta e cobravam maior acesso aos produtos derivados da cannabis. O público era formado por pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo idosos, famílias com crianças, pacientes e jovens adultos. A professora Stephanie Oliveira participou da marcha pela primeira vez e relatou que sua mãe utiliza cannabis medicinal para auxiliar no tratamento de dores crônicas e problemas relacionados ao sono. Segundo ela, ainda existe preconceito em torno do tema, o que faz com que muitas pessoas evitem falar abertamente sobre o assunto. Dados do Anuário da Kaya Mind apontam que cerca de 50 mil brasileiros utilizam produtos à base de cannabis para tratamentos de saúde. A publicação destaca que a resistência de parte da sociedade em relação ao tema é um dos fatores que dificultam o avanço da regulamentação no país. Outro levantamento, realizado pela Bliss Data em 2026, indica que mulheres de meia-idade e idosas representam atualmente o principal grupo de usuários de cannabis medicinal no Brasil. A Marcha da Maconha é realizada anualmente em diversas cidades brasileiras e busca ampliar o debate público sobre políticas de drogas, saúde e direitos dos usuários.
Brasil planeja criar centro nacional para resposta a epidemias e emergências em saúde
Estrutura deve ser implementada até 2027 para fortalecer a prevenção, monitoramento e combate a crises sanitárias e climáticas
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Brasil planeja estabelecer o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) até 2027, uma iniciativa crucial para fortalecer a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em debate no governo federal com expectativa de avanço ainda este ano, foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e desenvolvida por especialistas. O Cbesp funcionará de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e sob governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o objetivo de institucionalizar a resposta a emergências como uma política permanente de Estado.
- Este novo centro terá uma atuação em rede com diversos órgãos públicos, universidades e centros de pesquisa, integrando áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de monitoramento de riscos e coordenação de estratégias. Entre suas atribuições estarão a implementação da Política Nacional de Emergências de Sa
Foto: Reprodução | Canva imagens
O Brasil deve criar um Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) para reforçar a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em discussão no governo federal, prevê a implementação da estrutura até 2027, com expectativa de que o projeto de criação avance ainda este ano. Idealizado pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS), o centro foi desenvolvido por especialistas de diversas instituições e deverá funcionar de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e com governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A iniciativa busca transformar a resposta a emergências em uma política permanente de Estado, reduzindo impactos de mudanças de governo. Segundo o diretor-presidente do ITpS, Gerson Penna, a proposta prevê atuação em rede com o Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais, universidades, centros de pesquisa e outros órgãos públicos. O objetivo é integrar áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de prevenção e resposta a ameaças sanitárias. Entre as atribuições do novo centro estarão o monitoramento de riscos, a coordenação de estratégias de prevenção e combate a epidemias, além da implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública. A estrutura também deverá atuar diante de desafios relacionados às mudanças climáticas, ao desmatamento e ao aumento do risco de surgimento de novas doenças. A proposta ganhou força após a pandemia de Covid-19. Para os idealizadores, a crise evidenciou falhas na coordenação das ações de enfrentamento e mostrou a necessidade de uma estrutura técnica permanente. O ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão afirmou que o centro permitirá respostas mais rápidas e articuladas, com uma equipe especializada dedicada exclusivamente ao gerenciamento de emergências sanitárias. De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, o governo trabalha em um projeto de lei para criar uma política de Estado voltada às emergências em saúde pública. Enquanto o texto é discutido, o Ministério da Saúde e a Fiocruz avaliam o modelo de funcionamento da nova estrutura.
Caetité e Igaporã recebem recursos para novas UBSs
Caetité e Igaporã recebem recursos para novas UBSs
Investimentos fazem parte de pacote de R$ 48 milhões destinado ao fortalecimento do SUS na Bahia e contemplam 13 novas obras no estado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou um pacote de investimentos de R$ 48 milhões destinado a fortalecer a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia, com os municípios de Caetité e Igaporã entre os beneficiados. O anúncio, feito durante a 340ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) em Salvador, prevê a aplicação de mais de R$ 31 milhões na construção de 13 novas unidades de saúde no estado, incluindo duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em Caetité e Igaporã para ampliar a atenção primária no sudoeste baiano.
- Este pacote, conhecido como "Pix da Saúde", abrange não apenas novas construções em diversas cidades baianas e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari, mas também a aquisição de equipamentos para cirurgias e exames especializados, além do ressarcimento por obras já concluídas. A secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, destacou a importância da parceria entre os entes federativos para a ampliação dos investimentos e o fortalecimento da rede pública de saúde, abordando temas como leitos especializados, AVC, oncologia e urgência e emergência durante o encontro.
Foto: Jamile Amine - Saúde BA
Os municípios de Caetité e Igaporã estão entre os beneficiados por um pacote de investimentos de R$ 48 milhões anunciado pelo Ministério da Saúde para fortalecer a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia. O anúncio foi feito durante a 340ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), realizada nesta quarta-feira (17), em Salvador. Do total de recursos destinados ao estado, mais de R$ 31 milhões serão aplicados na construção de 13 novas unidades de saúde. Entre elas estão duas novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) que serão implantadas em Caetité e Igaporã, ampliando a capacidade de atendimento da atenção primária nos dois municípios do sudoeste baiano. Além de Caetité e Igaporã, também foram contemplados com novas UBSs os municípios de Catu, Itacaré, Nova Canaã, Ruy Barbosa, Santa Luzia, Sento Sé, Irecê, Santo Estevão, Sobradinho e Várzea da Roça. O pacote prevê ainda a construção de um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari. Os investimentos fazem parte do programa conhecido como Pix da Saúde e incluem recursos para novas obras, aquisição de equipamentos destinados à ampliação de cirurgias e exames especializados, além do ressarcimento de unidades concluídas por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde. Durante o evento, a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, destacou a importância da parceria entre o Governo Federal, o Estado e os municípios para ampliar os investimentos e fortalecer a rede pública de saúde. Segundo a gestora, a presença do Ministério da Saúde na reunião demonstra o alinhamento entre os entes federativos para garantir recursos e acelerar obras consideradas estratégicas para a população. Além das novas construções, o encontro debateu temas como a ampliação de leitos especializados, atendimento ao AVC, oncologia, urgência e emergência e ações voltadas à prevenção e ao controle do câncer em toda a Bahia.
Lotes de antibióticos e soro são suspensos pela Anvisa
Lotes de antibióticos e soro são suspensos pela Anvisa
Medida atinge lotes de dois antibióticos e de um soro fisiológico após identificação de problemas que podem comprometer a segurança dos pacientes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização de três lotes de medicamentos injetáveis em todo o país. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, foi tomada após a identificação de graves problemas de qualidade que podem representar riscos significativos à saúde dos pacientes. Os produtos afetados incluem um lote do antibiótico Polycid, um de Fosfato de Clindamicina e outro de Solução Fisiológica da Equiplex.
- As irregularidades variam desde a presença de fragmento de vidro em um frasco de Polycid até alterações na coloração, partículas estranhas e formação de precipitados no Fosfato de Clindamicina, além de não conformidade nas normas de fabricação da Solução Fisiológica Equiplex. Com a medida, hospitais, clínicas e farmácias devem interromper imediatamente o uso e seguir os procedimentos de recolhimento. Especialistas alertam que a utilização de medicamentos injetáveis com tais desvios de qualidade pode causar reações adversas graves, como infecções e inflamações na corrente sanguínea.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização de três lotes de medicamentos injetáveis após identificar problemas de qualidade que podem representar riscos à saúde dos pacientes. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União. A medida atinge um lote do antibiótico Polycid, fabricado pela União Química, um lote de Fosfato de Clindamicina, produzido pela Hypofarma, e um lote de solução fisiológica da Equiplex. No caso do Polycid, o recolhimento foi iniciado pela própria fabricante após a identificação de um fragmento de vidro dentro de um frasco-ampola lacrado. A determinação vale para o lote 2519879 do medicamento, utilizado em aplicações injetáveis. Já o lote 24101854 do Fosfato de Clindamicina 150 mg/ml foi suspenso após a constatação de irregularidades como alteração na coloração da solução, presença de partículas estranhas e formação de precipitados em ampolas fechadas. Segundo a Anvisa, essas características indicam desvios de qualidade incompatíveis com os padrões exigidos para medicamentos injetáveis. A agência também determinou o recolhimento do lote 2513588 da Solução Fisiológica de Cloreto de Sódio Equiplex 9 mg/ml. Embora a resolução não detalhe a falha encontrada, o órgão informou que houve confirmação de não conformidade com as normas de fabricação. Com a decisão, fica proibida a comercialização, distribuição e utilização dos lotes afetados em todo o país. Hospitais, clínicas, farmácias e demais estabelecimentos de saúde devem interromper imediatamente o uso dos produtos e seguir os procedimentos de recolhimento definidos pelos fabricantes. Especialistas alertam que medicamentos injetáveis com partículas, contaminação ou alterações físicas podem provocar reações adversas graves, incluindo infecções, inflamações e outras complicações decorrentes da introdução de materiais estranhos diretamente na corrente sanguínea dos pacientes.
Ministério da Saúde libera R$ 48 milhões para obras e equipamentos na Bahia
Ministério da Saúde libera R$ 48 milhões para obras e equipamentos na Bahia
Recursos serão destinados à construção de unidades de saúde, compra de equipamentos e ressarcimento de obras concluídas em municípios baiano
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$ 48 milhões para fortalecer a infraestrutura da rede pública de saúde na Bahia. Os recursos serão empregados na construção de novas unidades, aquisição de equipamentos essenciais e no ressarcimento de obras já concluídas no estado, visando aprimorar o atendimento à população.
- Do montante total, mais de R$ 31 milhões serão direcionados para 13 novos empreendimentos, incluindo a implantação de 12 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em diversos municípios como Caetité e Irecê, e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari. Além disso, parte da verba será destinada à compra de equipamentos para cirurgias e exames, e à regularização de repasses para obras finalizadas, como a UPA e uma UBS em Paulo Afonso, e Academias da Saúde em Barra do Choça e Marcionílio Souza.
Foto: Reprodução | Adilton Venegeroles
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (17) a liberação de R$ 48 milhões para ações de infraestrutura na rede pública de saúde da Bahia. Os recursos serão destinados à construção de novas unidades, aquisição de equipamentos e ressarcimento de obras concluídas no estado. Do total, mais de R$ 31 milhões serão aplicados em 13 novos empreendimentos, incluindo 12 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos municípios de Caetité, Catu, Itacaré, Nova Canaã, Ruy Barbosa, Santa Luzia, Sento Sé, Igaporã, Irecê, Santo Estevão, Sobradinho e Várzea da Roça. Também está prevista a implantação de um Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Camaçari. Parte dos recursos será utilizada para a compra de equipamentos voltados à realização de cirurgias e exames especializados, além do ressarcimento de obras concluídas por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde. Entre as unidades contempladas com a regularização de repasses estão uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma UBS em Paulo Afonso. Também serão beneficiados os municípios de Barra do Choça e Marcionílio Souza, com Academias da Saúde, além de UBSs em Gandu, Entre Rios, Mairi, Medeiros Neto, Santanópolis e Santo Antônio de Jesus.
Bahia reforça vigilância contra Ebola, mas não registra casos
Bahia reforça vigilância contra Ebola, mas não registra casos
Secretaria da Saúde intensifica capacitação de profissionais e organização da rede de atendimento após alertas internacionais sobre a doença.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governo da Bahia reforçou as medidas de vigilância contra a Doença pelo Vírus Ebola (DVE) após alertas internacionais. Embora não haja registros da doença no estado ou no Brasil, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) ampliou as ações de prevenção e monitoramento. O objetivo é garantir uma resposta rápida caso surja alguma suspeita da enfermidade.
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) reforçou os protocolos de vigilância e preparação para possíveis casos da Doença pelo Vírus Ebola (DVE), apesar de não haver registros da doença no estado ou no Brasil. A medida tem caráter preventivo e busca garantir uma resposta rápida caso surja alguma suspeita da enfermidade. A iniciativa ocorre após alertas emitidos por organismos internacionais de saúde e pelo Ministério da Saúde sobre a circulação do vírus em países africanos. Segundo a Sesab, a ampliação das medidas faz parte das ações permanentes de monitoramento de eventos que possam representar riscos à saúde pública. Por meio da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa) e do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs Bahia), o estado elaborou orientações destinadas às unidades públicas e privadas de saúde. O documento define procedimentos para identificação precoce de casos suspeitos, notificação imediata, investigação epidemiológica, isolamento seguro de pacientes e monitoramento de contatos. O Ebola é uma doença viral grave transmitida pelo contato direto com sangue, secreções ou outros fluidos corporais de pessoas infectadas e sintomáticas. Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, dor de cabeça, calafrios e mal-estar, podendo evoluir para quadros mais severos. De acordo com a Sesab, o fortalecimento da vigilância não significa que exista risco iminente para a população baiana. Pelo contrário, a medida demonstra que os serviços de saúde estão preparados para agir de forma rápida e coordenada caso haja necessidade. Além da definição de fluxos de atendimento, a estratégia inclui capacitação de profissionais de saúde, reforço das medidas de biossegurança, orientação sobre o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e integração com órgãos como o Ministério da Saúde, Anvisa e unidades de referência. A Sesab destaca que a prevenção e o planejamento antecipado são fundamentais para garantir segurança à população e evitar a propagação de doenças de impacto internacional.
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Colegiado irá analisar eventos adversos e revisar perfil de risco e benefício do imunizante
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu um grupo de trabalho para avaliar a segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. O colegiado será composto por representantes da Anvisa e especialistas externos e terá a missão de analisar dados clínicos e informações complementares para consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina.
- O grupo de trabalho terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante. As conclusões do colegiado servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina.
Foto: Walterson Rosa/MS
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu nesta terça-feira (16) um grupo de trabalho para aprofundar a avaliação da segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. De acordo com a Portaria nº 715/2026, o colegiado terá a missão de coordenar e dar suporte técnico a um painel de especialistas responsável por analisar dados clínicos relacionados a eventos adversos registrados após a aplicação do imunizante. O grupo também ficará encarregado de avaliar informações complementares apresentadas pelo Instituto Butantan e consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina, dentro das ações de farmacovigilância conduzidas pela agência. A equipe será composta por representantes de áreas técnicas da Anvisa ligadas a produtos biológicos, farmacovigilância, monitoramento de produtos e inspeção sanitária. O Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, poderá participar das atividades como convidado. O painel consultivo contará com especialistas externos selecionados com base em qualificação técnica, experiência profissional e ausência de conflitos de interesse. A participação será voluntária e sem remuneração. Segundo a Anvisa, as conclusões do grupo de trabalho servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina. O colegiado terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante.
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
Combinação dos medicamentos venetoclax e azacitidina será disponibilizada para adultos recém-diagnosticados que não podem receber quimioterapia intensiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a incorporação de uma nova opção terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento, que combina os medicamentos venetoclax e azacitidina, será destinado a pessoas que não são elegíveis à quimioterapia intensiva convencional. A oficialização se deu por meio da Portaria nº 30/2026, com a oferta na rede pública prevista para ocorrer em até 180 dias após a publicação.
- Esta decisão, fundamentada em recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), representa um avanço significativo para a saúde pública. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda em adultos, com rápida evolução e a necessidade de diagnóstico e tratamento precoces. A disponibilização dessa alternativa terapêutica pelo SUS é crucial para aumentar as chances de sucesso do tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) de uma nova opção terapêutica para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento combina os medicamentos venetoclax e azacitidina e será destinado a pessoas que, devido às suas condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento convencional com quimioterapia intensiva. A inclusão da terapia foi oficializada por meio da Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15). De acordo com a legislação que regulamenta a incorporação de novas tecnologias no SUS, a oferta do tratamento deverá ocorrer em até 180 dias na rede pública de saúde. A decisão segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está em conformidade com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. O relatório técnico que fundamentou a incorporação da nova terapia será disponibilizado para consulta pública no portal da Conitec. Entenda a leucemia mieloide aguda - Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea, tecido responsável pela produção das células sanguíneas, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Alterações genéticas podem provocar a transformação dessas células em estruturas cancerígenas. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda entre adultos e acomete principalmente pessoas idosas. Por apresentar evolução rápida, a doença exige diagnóstico precoce e encaminhamento especializado para aumentar as chances de sucesso do tratamento. Sem tratamento adequado, a forma aguda da doença pode evoluir de maneira grave. Por isso, o acesso a novas alternativas terapêuticas representa um avanço no cuidado oferecido aos pacientes atendidos pelo SUS.
Anvisa mantém suspensão de lotes específicos da Ypê
Anvisa mantém suspensão de lotes específicos da Ypê
Decisão atinge lotes específicos de desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos fabricados antes das datas consideradas seguras pela agência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da Ypê. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e abrange desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos. Os produtos afetados incluem desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos de diferentes marcas. A suspensão vale para lotes específicos com identificação na embalagem, cuja venda foi proibida após inspeção sanitária que identificou problemas na fabricação.
- A agência reguladora informou que os testes realizados apontaram conformidade nos desinfetantes e detergentes produzidos após março de 2026 e, no caso dos lava-roupas, nos itens fabricados entre abril e o início de maio deste ano. Consumidores devem verificar a identificação na embalagem e seguir as orientações divulgadas pelos órgãos de vigilância sanitária.
Foto: Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da Ypê. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União e abrange desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos. Segundo a Anvisa, a medida foi adotada após uma inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026 identificar o descumprimento de requisitos previstos na regulamentação do setor. Entre os produtos afetados estão os desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê, além de detergentes lava-louças de diferentes versões e linhas. Também foram incluídos na restrição os lava-roupas líquidos das marcas Tixan Ypê e Ypê. A suspensão vale para todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026, no caso dos desinfetantes e detergentes. Para os lava-roupas líquidos, a restrição atinge os lotes com final 1 produzidos antes de 1º de abril de 2026. De acordo com a agência reguladora, análises apresentadas pela fabricante demonstraram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas. Por esse motivo, a medida foi mantida apenas para os lotes mais antigos. A Anvisa informou ainda que os testes realizados apontaram conformidade nos desinfetantes e detergentes produzidos entre março de 2026 e, no caso dos lava-roupas, nos itens fabricados entre abril e o início de maio deste ano. Consumidores que possuam produtos pertencentes aos lotes suspensos devem verificar a identificação na embalagem e seguir as orientações divulgadas pelos órgãos de vigilância sanitária.
Carreta Bom Te Ver chega a Caetité com consultas e exames oftalmológicos gratuitos
Atendimentos vão de 15 a 30 de junho e incluem avaliação completa da visão; moradores devem buscar encaminhamento nas unidades de saúde
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A população de Caetité terá acesso a consultas e exames oftalmológicos gratuitos entre os dias 15 e 30 de junho com a chegada da Carreta Oftalmológica Bom Te Ver ao município.
- A iniciativa amplia o acesso da população da sede e da zona rural a serviços especializados, aproximando o atendimento e fortalecendo as ações de prevenção e cuidado com a saúde dos olhos.
Foto: Divulgação | Governo de Caetité
A população de Caetité terá acesso a consultas e exames oftalmológicos gratuitos entre os dias 15 e 30 de junho, com a chegada da Carreta Oftalmológica Bom Te Ver ao município. A estrutura itinerante vai oferecer avaliação completa da visão e outros procedimentos essenciais para o cuidado com a saúde ocular. Os atendimentos incluem consultas especializadas e exames que ajudam a identificar alterações visuais e acompanhar doenças que podem comprometer a qualidade de vida em qualquer idade. Para participar, os moradores devem procurar a Unidade de Saúde mais próxima para receber orientações e garantir o encaminhamento necessário. No dia do atendimento, é recomendado apresentar RG, Cartão do SUS e, se houver, encaminhamento médico. A iniciativa amplia o acesso da população da sede e da zona rural a serviços especializados, aproximando o atendimento e fortalecendo as ações de prevenção e cuidado com a saúde dos olhos. A expectativa é de grande procura ao longo dos 15 dias de atendimento, reforçando a importância da iniciativa para quem depende do SUS e enfrenta dificuldades para realizar exames oftalmológicos na região.
Bahia amplia vacinação contra gripe para toda a população acima de seis meses
Bahia amplia vacinação contra gripe para toda a população acima de seis meses
A medida segue até o dia 17 de junho
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) ampliou a vacinação contra a gripe para toda a população acima de seis meses de idade, com o objetivo de facilitar o acesso à imunização durante o período de maior circulação de doenças respiratórias. A medida, que entra em vigor nesta segunda-feira (8) e se estende até o dia 17 de junho, foi tomada em conjunto com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde e visa aumentar a cobertura vacinal em todo o estado.
- Com a ampliação do público-alvo, os municípios baianos poderão utilizar o estoque de doses já distribuído para atender a um número maior de pessoas, após o encerramento da campanha para grupos prioritários em 30 de maio. O imunizante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente e foi atualizado para proteger contra as cepas mais recentes dos vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B. A Sesab reforça que a vacinação é crucial para prevenir complicações e reduzir o risco de casos graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
Para facilitar o acesso à imunização durante o período de maior circulação de doenças respiratórias, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) ampliou a vacinação contra a gripe para toda a população acima de seis meses de idade. A medida entra em vigor nesta segunda-feira (8) e segue até o dia 17 de junho. A decisão foi tomada em conjunto com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde e busca aumentar a cobertura vacinal em todo o estado. Com a ampliação do público-alvo, os municípios poderão utilizar o estoque de doses já distribuído pela rede pública para atender um número maior de pessoas. Até então, a campanha era destinada apenas aos grupos prioritários, como idosos, crianças, gestantes e profissionais da saúde. Essa etapa foi encerrada em 30 de maio, abrindo espaço para a ampliação da estratégia de vacinação. O imunizante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente e foi atualizado para proteger contra as cepas mais recentes dos vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B. Segundo a Sesab, a vacinação é uma das principais formas de prevenir complicações causadas pela doença e reduzir o risco de casos graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
Governo prepara nova cobrança sobre álcool e cigarros em 2027
Governo prepara nova cobrança sobre álcool e cigarros em 2027
Tributo previsto na reforma tributária busca desestimular o consumo de produtos considerados nocivos à saúde e ao meio ambiente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A partir de 2027, bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes, apostas esportivas e outros produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente podem ficar mais caros. Isso ocorre devido à implementação do Imposto Seletivo, criado pela reforma tributária para elevar a carga tributária sobre determinados setores da economia.
- As alíquotas ainda não foram divulgadas, mas a criação do Imposto Seletivo visa reduzir o consumo de produtos associados a impactos negativos para a saúde pública e para o meio ambiente. O governo federal trabalha para colocar a medida em prática já no próximo ano, com a expectativa de encaminhar a proposta com as regras detalhadas aos parlamentares até o final do ano.
Foto: Reprodução
Bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes, apostas esportivas e outros produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente poderão ficar mais caros a partir de 2027. A mudança está prevista na implementação do Imposto Seletivo, mecanismo criado pela reforma tributária para elevar a carga tributária sobre determinados setores da economia. Conhecido popularmente como "imposto do pecado", o tributo tem como principal objetivo reduzir o consumo de produtos associados a impactos negativos para a saúde pública e para o meio ambiente. A estratégia é utilizar a tributação como instrumento de incentivo a hábitos considerados mais saudáveis e sustentáveis. Além de bebidas alcoólicas, produtos derivados do tabaco, refrigerantes e apostas esportivas, a nova cobrança também poderá atingir veículos, conforme o nível de emissão de poluentes, e atividades ligadas à exploração de recursos minerais. O Ministério da Fazenda informou que trabalha para colocar a medida em prática já no próximo ano. No entanto, a regulamentação do imposto ainda depende da aprovação do Congresso Nacional. A expectativa do governo federal é encaminhar a proposta com as regras detalhadas aos parlamentares até o final deste ano. Apesar da previsão de entrada em vigor em 2027, ainda não foram divulgadas as alíquotas que serão aplicadas a cada produto ou atividade econômica. Segundo a equipe econômica, o projeto encontra-se em fase final de elaboração, o que impede, por enquanto, a estimativa oficial dos impactos sobre os preços ao consumidor. A criação do Imposto Seletivo integra o conjunto de mudanças promovidas pela reforma tributária aprovada pelo Congresso. A proposta segue uma tendência adotada em diversos países, que utilizam a tributação diferenciada para tentar reduzir o consumo de itens relacionados a doenças, problemas ambientais ou custos sociais elevados. Especialistas apontam que a definição das alíquotas será decisiva para medir o alcance da medida. Dependendo dos percentuais estabelecidos, os aumentos poderão ter impacto significativo no preço final de produtos consumidos diariamente por milhões de brasileiros. Enquanto a regulamentação não é concluída, consumidores e setores econômicos acompanham as discussões que definirão quais produtos serão alcançados e qual será o peso da nova tributação sobre o bolso dos brasileiros.
ACM Neto promete hospital regional em Barra da Estiva
ACM Neto promete hospital regional em Barra da Estiva
ACM Neto promete hospital regional em Barra da Estiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto, realizou um encontro em Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, com moradores e lideranças locais para ouvir reivindicações cruciais. A atividade, parte do movimento "Sua Voz é Nossa Voz", contou com a presença dos pré-candidatos Zé Cocá e João Roma, além de outras autoridades. As principais demandas apresentadas pela população e produtores rurais focaram na grave escassez de água, que afeta a agricultura e o abastecimento humano, com pedidos específicos para a reconstrução da Barragem do Saco da Laje e a construção de um barramento no Rio Sincorá. A saúde pública também foi tema central, com relatos sobre dificuldades no acesso a vagas hospitalares e atendimentos especializados.
- Em resposta às preocupações, ACM Neto comprometeu-se, caso seja eleito, a priorizar investimentos substanciais na ampliação da rede de saúde do interior baiano, incluindo a proposta de um novo hospital regional na Chapada Diamantina com serviços de média e alta complexidade, UTIs e tratamento oncológico. Adicionalmente, o pré-candidato defendeu a realização de obras essenciais para fortalecer a segurança hídrica da região, como a construção de barragens e sistemas de abastecimento, visando mitigar os impactos das estiagens recorrentes. Este evento integra uma série de agendas da pré-campanha em diversas regiões do estado para mapear e discutir propostas para as prioridades da população.
Foto: Divulgação
O pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto, participou neste sábado (6) de um encontro com moradores e lideranças de Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, onde ouviu reivindicações relacionadas principalmente à saúde pública e à segurança hídrica da região. A atividade integrou o movimento "Sua Voz é Nossa Voz" e reuniu também o pré-candidato a vice-governador, Zé Cocá, e o pré-candidato ao Senado, João Roma, além de prefeitos, vereadores, parlamentares e representantes de diversos segmentos da sociedade local. Durante o evento, produtores rurais destacaram os impactos provocados pela escassez de água e cobraram investimentos em infraestrutura para ampliar a segurança hídrica da Chapada Diamantina. Entre as solicitações apresentadas estiveram a reconstrução da Barragem do Saco da Laje e a construção de um barramento no Rio Sincorá, com o objetivo de garantir a manutenção do fluxo hídrico ao longo de todo o ano. Segundo os moradores, a falta de obras estruturantes tem agravado os efeitos da estiagem recorrente na região, afetando o abastecimento humano e a produção agrícola. A área da saúde também esteve entre os principais temas debatidos. Profissionais do setor relataram dificuldades enfrentadas por pacientes que dependem do sistema de regulação para conseguir vagas hospitalares e atendimentos especializados em municípios de maior porte. Diante das demandas apresentadas, ACM Neto afirmou que, caso seja eleito, pretende priorizar investimentos na ampliação da rede de saúde do interior baiano. Entre as propostas mencionadas está a construção de um novo hospital regional para atender municípios da Chapada Diamantina. Segundo o pré-candidato, a unidade deverá contar com serviços de média e alta complexidade, leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), atendimento de urgência e emergência, além de especialidades médicas e tratamento oncológico. Neto também defendeu a realização de obras voltadas para o fortalecimento da segurança hídrica regional, argumentando que investimentos em barragens e sistemas de abastecimento são fundamentais para reduzir os impactos provocados pelos períodos de seca. O encontro faz parte de uma série de agendas realizadas pelo grupo político em diferentes regiões da Bahia com o objetivo de ouvir demandas locais e discutir propostas para áreas consideradas prioritárias pela população.
Imposto sobre bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros começa a valer em 2027, diz governo
Objetivo é desestimular a compra de produtos que causam danos à saúde ou ao meio ambiente
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A partir de 2027, o imposto seletivo, conhecido como imposto do pecado, será cobrado pelo consumo de produtos que causam danos à saúde ou ao meio ambiente. A lista inclui bebidas alcoólicas, refrigerantes, cigarros, veículos poluentes, extração de bens minerais e loterias. O valor do imposto ainda não está definido, dependendo da regulamentação que será aprovada até o fim do ano.
Foto: Reprodução | Shutterstock
Aprovado no âmbito da reforma tributária sobre o consumo, o imposto seletivo, conhecido como imposto do pecado, começa em 2027 e tem o objetivo de encarecer produtos ou atividades que causam danos à saúde ou ao meio ambiente. A lista inclui bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros. O novo imposto também vai incidir sobre alguns veículos, conforme o nível de poluição, sobre a extração de bens minerais, e sobre loterias, apostas e jogos de fantasy sports. O Ministério da Fazenda reafirmou o "interesse na implementação do Imposto Seletivo para o ano que vem, principalmente pelo seu efeito regulatório de reduzir o consumo de produtos danosos à saúde e ao meio ambiente". Para começar a valer efetivamente, o Congresso Nacional precisa aprovar a regulamentação do imposto, mas a proposta do governo federal ainda não foi enviada. O Executivo diz que isso será feito até o fim deste ano. Valor do imposto a ser cobrado - O valor do imposto a ser cobrado de cada produto ainda não está definido. Na regulamentação, que terá de ser feita até o fim deste ano, para valer a partir de 2027, a área econômica irá propor, e o Legislativo definirá, quais serão as alíquotas. "O projeto está em desenvolvimento interno em nível técnico de governo e depende de ajustes e definições finais, antes de sua divulgação. Apenas após a definição das alíquotas será possível estimar os eventuais impactos econômicos", comunicou o Ministério da Fazenda.
Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
Novo imunizante protege contra 20 tipos da bactéria responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e sepse; vacinação começa ainda em junho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vacina Pneumo 20 no Calendário Nacional de Vacinação Infantil do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da segunda quinzena de junho. A nova vacina, que protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, será oferecida gratuitamente a crianças de até cinco anos em todo o país, representando uma evolução em relação à versão anterior que cobria dez sorotipos. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, destacando o início da distribuição das primeiras doses e a previsão de vacinação a partir de meados de junho.
- A incorporação da Pneumo 20 é estratégica para combater o aumento de doenças pneumocócicas graves, como pneumonia e meningite, que causaram milhares de casos e óbitos recentes no Brasil. Além das crianças, grupos prioritários como indígenas, idosos acamados e pessoas com condições clínicas especiais também terão acesso ao imunizante. A gratuidade da vacina no SUS elimina o custo de mais de R$ 500 por dose na rede privada, beneficiando milhões de famílias, com a previsão de mais de 6 milhões de doses disponibilizadas ainda em 2026 para reforçar a cobertura vacinal.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou uma das mais importantes novidades do calendário vacinal infantil dos últimos anos. A partir da segunda quinzena de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente a vacina Pneumo 20 para crianças de até cinco anos de idade em todo o país. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo a pasta, a distribuição das primeiras doses já começou e a expectativa é que a vacinação tenha início por volta do dia 15 de junho, conforme os imunizantes forem chegando aos estados e municípios. A Pneumo 20 é considerada uma evolução da vacina atualmente utilizada na rede pública. Enquanto a versão anterior protegia contra dez sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a nova formulação amplia a cobertura para 20 variantes do microrganismo, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite bacteriana, sepse, sinusite e infecções no ouvido. A ampliação da proteção é vista como estratégica diante do aumento recente dos casos de doenças pneumocócicas no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2023 e 2025, foram registrados cerca de 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e mais de 1,4 mil mortes em todo o país. Entre crianças menores de cinco anos, foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos no período. Além das crianças, a vacina também será destinada a grupos prioritários específicos, incluindo povos indígenas, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Outro destaque é o impacto financeiro para as famílias. Na rede privada, a Pneumo 20 pode custar mais de R$ 500 por dose. Com a incorporação ao SUS, milhões de crianças terão acesso gratuito ao imunizante. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6 milhões de doses da vacina ainda em 2026, reforçando a estratégia nacional de ampliação da cobertura vacinal e prevenção de doenças que continuam representando risco para a população infantil.
























