Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Colegiado irá analisar eventos adversos e revisar perfil de risco e benefício do imunizante16 Jun 2026 / 10h00

Secretaria da Saúde intensifica capacitação de profissionais e organização da rede de atendimento após alertas internacionais sobre a doença.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) reforçou os protocolos de vigilância e preparação para possíveis casos da Doença pelo Vírus Ebola (DVE), apesar de não haver registros da doença no estado ou no Brasil. A medida tem caráter preventivo e busca garantir uma resposta rápida caso surja alguma suspeita da enfermidade. A iniciativa ocorre após alertas emitidos por organismos internacionais de saúde e pelo Ministério da Saúde sobre a circulação do vírus em países africanos. Segundo a Sesab, a ampliação das medidas faz parte das ações permanentes de monitoramento de eventos que possam representar riscos à saúde pública. Por meio da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa) e do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs Bahia), o estado elaborou orientações destinadas às unidades públicas e privadas de saúde. O documento define procedimentos para identificação precoce de casos suspeitos, notificação imediata, investigação epidemiológica, isolamento seguro de pacientes e monitoramento de contatos. O Ebola é uma doença viral grave transmitida pelo contato direto com sangue, secreções ou outros fluidos corporais de pessoas infectadas e sintomáticas. Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, dor de cabeça, calafrios e mal-estar, podendo evoluir para quadros mais severos. De acordo com a Sesab, o fortalecimento da vigilância não significa que exista risco iminente para a população baiana. Pelo contrário, a medida demonstra que os serviços de saúde estão preparados para agir de forma rápida e coordenada caso haja necessidade. Além da definição de fluxos de atendimento, a estratégia inclui capacitação de profissionais de saúde, reforço das medidas de biossegurança, orientação sobre o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e integração com órgãos como o Ministério da Saúde, Anvisa e unidades de referência. A Sesab destaca que a prevenção e o planejamento antecipado são fundamentais para garantir segurança à população e evitar a propagação de doenças de impacto internacional.
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