Sesab assina contrato para reformar e ampliar o Hospital Regional de Guanambi
Obra terá investimento de R$ 77,6 milhões e prazo de execução de 20 meses
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Marcos Oliveira | Arquivo Sudoeste Bahia
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) assinou o contrato para a reforma e ampliação do Hospital Regional de Guanambi (HRG). O documento, no valor de R$ 77,6 milhões, foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (29). O serviço será executado pelo Consórcio Novo HRG, vencedor da licitação. O prazo previsto para conclusão é de 20 meses. Segundo a Sesab, o projeto prevê a criação de 20 novos leitos de UTI — sendo 10 pediátricos e 10 adultos — elevando a capacidade total para 30 leitos de terapia intensiva. A unidade também ganhará 50 novos leitos de enfermaria, além da reforma de outros 30. A ampliação inclui ainda a construção de uma nova emergência, a requalificação do centro cirúrgico, que passará a ter cinco salas, e melhorias em setores como nutrição, farmácia, esterilização e ensino. Com o contrato assinado, o governo inicia a fase administrativa que antecede o início das obras. O HRG é referência para 37 municípios da região.
Governo envia 2,2 milhões de doses contra covid; Bahia recebe 205 mil
Imunizantes atualizados são destinados principalmente a grupos vulneráveis
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Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde distribuiu mais 2,2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para estados e o Distrito Federal, com o objetivo de reforçar os estoques e garantir a continuidade da imunização no país. A Bahia recebeu 205.008 doses do imunizante. Com a nova remessa, o total distribuído pelo governo federal nos primeiros meses do ano chega a 6,3 milhões de doses.Segundo a pasta, os imunizantes ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para as cepas em circulação e seguem recomendados prioritariamente para grupos mais vulneráveis. O ministério afirma que mantém estoque suficiente para atender à demanda nacional. A distribuição para unidades de saúde e a aplicação das doses são de responsabilidade de estados e municípios.O envio ocorre por meio de critérios técnicos, como o tamanho da população-alvo e o volume de doses já aplicadas. Em caso de necessidade, os estados podem solicitar remessas adicionais ao governo federal.
Lei federal regulamenta auxílio para pacientes do SUS em tratamento fora da cidade
Benefício depende de indicação médica, vaga confirmada e disponibilidade orçamentária dos gestores
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Foto: Reprodução
Foi sancionada nesta semana a Lei nº 15.390/2026, que regulamenta o apoio financeiro a pacientes do Sistema Único de Saúde que precisam se deslocar para realizar exames, cirurgias ou tratamentos fora do município de residência.A nova norma estabelece a cobertura de despesas com transporte — terrestre, fluvial ou aéreo —, além de alimentação e estadia. Com a sanção, o tema deixa de ser tratado apenas por portarias administrativas e passa a integrar a Lei Orgânica da Saúde.O benefício é destinado a pacientes cujo atendimento não esteja disponível na cidade de origem. Para ter acesso, é necessária indicação médica formal e a confirmação de vaga na unidade de saúde de destino.A concessão do auxílio, no entanto, não é automática. A lei prevê que o pagamento dependerá da disponibilidade orçamentária e financeira de estados e municípios, além da aprovação do gestor local de saúde.Segundo o texto, a medida busca evitar deslocamentos desnecessários e garantir que os recursos sejam utilizados em atendimentos previamente agendados no sistema de regulação.Durante a sanção, o governo federal vetou o trecho que previa a restituição de despesas ao paciente em casos de atraso no pagamento. De acordo com o Executivo, a medida poderia gerar insegurança jurídica e aumentar a judicialização contra o sistema público de saúde.
Anvisa quer endurecer regras para manipulação de medicamentos de GLP-1
Medida prevê regras técnicas para produção e controle de qualidade; agência também intensifica combate ao mercado ilegal
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve analisar, no próximo dia 29, uma proposta de instrução normativa que estabelece regras para a manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras. A medida integra um plano de ação anunciado pela agência neste mês, que reúne iniciativas regulatórias e de fiscalização voltadas ao controle desse tipo de produto.A proposta prevê a definição de critérios técnicos para importação, qualificação de fornecedores e realização de testes de controle de qualidade, além de regras para armazenamento e transporte de insumos farmacêuticos ativos. Medicamentos como os que utilizam semaglutida, tirzepatida e liraglutida ganharam popularidade recente, o que, segundo a agência, ampliou o mercado ilegal. Atualmente, a venda desses produtos exige receita médica retida. Anvisa afirma que tem intensificado ações para coibir a comercialização irregular, incluindo versões manipuladas sem autorização. FISCALIZAÇÃO E MEDIDAs: Nesta semana, a agência instituiu dois grupos de trabalho para apoiar o controle sanitário e ampliar a segurança no uso desses medicamentos. Um dos grupos reúne representantes do Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Medicina e Conselho Federal de Odontologia.O outro será responsável por acompanhar a execução das ações e propor ajustes regulatórios. Também foi firmada uma carta de intenção entre a Anvisa e os conselhos profissionais para promover o uso racional e seguro dos medicamentos.PRODUTOS IRREGULARES: Na quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão dos produtos Gluconex e Tirzedral, comercializados como canetas emagrecedoras sem registro no país.Segundo o órgão, os itens não possuem autorização e não há garantia de qualidade ou composição, o que representa risco à saúde. CONTRABANDO: Na segunda-feira (13), uma ação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro interceptou, em Duque de Caxias, um ônibus vindo do Paraguai com medicamentos ilegais. Dois suspeitos foram presos em flagrante com anabolizantes e cerca de mil frascos de canetas emagrecedoras contendo tirzepatida.
Ministério da Saúde envia 2,2 milhões de doses contra covid-19 aos estados
Com nova remessa, total distribuído em 2026 chega a 6,3 milhões de doses; imunização prioriza grupos vulneráveis
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O Ministério da Saúde informou na quinta-feira (16) o envio de 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Segundo a pasta, a medida garante estoque suficiente para atender às demandas regionais. Com a nova remessa, o total distribuído nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.Em nota, o ministério afirmou que os estoques estão assegurados em todo o país. As vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas para as cepas em circulação e têm aplicação prioritária em grupos mais vulneráveis.A pasta é responsável pela compra e envio dos imunizantes. Já a distribuição local, armazenamento e aplicação ficam sob responsabilidade de estados e municípios. Entre janeiro e março, foram enviadas 4,1 milhões de doses, das quais cerca de 2 milhões já foram aplicadas.De acordo com o ministério, a nova remessa dá continuidade ao envio regular e reforça a estratégia de ampliação da cobertura vacinal no país. A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal.SERVIÇO | QUEM DEVE SE VACINAR: Idosos (60+): duas doses, com intervalo de seis meses; Gestantes: uma dose por gestação; Crianças (6 meses a menores de 5 anos): duas ou três doses; Imunocomprometidos: esquema com três doses + reforços semestrais; População geral (5 a 59 anos): uma dose para não vacinados. Também fazem parte do público prioritário profissionais de saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, povos indígenas, quilombolas, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua.
Internações por síndromes respiratórias crescem e elevam demanda por UTI infantil na Bahia
Estado já soma quase 2 mil hospitalizações; procura por UTI pediátrica cresce quase 30%.
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Pablo Barbosa/Saúde GovBA
A Bahia registra aumento nas internações por síndromes respiratórias agudas graves (SRAG), com impacto direto na rede pediátrica, segundo a secretária de Saúde, Roberta Santana. De acordo com dados do estado, até o início de abril foram contabilizadas 1.990 hospitalizações. Os casos são atribuídos principalmente a outros vírus respiratórios (34,6%), influenza (15,6%) e covid-19 (3,9%).A pressão sobre o sistema de saúde se reflete no aumento da demanda por leitos. No primeiro trimestre de 2026, as solicitações de UTI pediátrica chegaram a 2.098, alta de 28,9% em relação ao mesmo período de 2025. Já os pedidos por enfermaria pediátrica somaram 3.657, crescimento de 14,6%. Diante do cenário, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia reforça a importância da vacinação contra a gripe. A campanha está em andamento em todos os municípios, com meta de imunizar ao menos 90% dos grupos prioritários.O imunizante utilizado é trivalente, produzido pelo Instituto Butantan, com proteção contra as cepas A/H1N1, A/H3N2 e B/Victoria. Segundo a pasta, a vacinação é considerada a principal medida para reduzir casos graves e aliviar a pressão sobre a rede hospitalar.
Vacina do Butantan mantém proteção contra dengue por pelo menos cinco anos, aponta estudo
Pesquisa acompanhou mais de 16 mil voluntários e aponta eficácia de 65% contra casos sintomáticos e proteção superior a 80% contra formas graves da doença.
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Foto: Reprodução
Uma nova análise de longo prazo da vacina contra dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan indica que uma única dose do imunizante mantém proteção por pelo menos cinco anos e reduz de forma significativa o risco de casos graves da doença.Os resultados foram publicados na revista científica Nature Medicine e fazem parte do acompanhamento de um ensaio clínico de fase 3 realizado no Brasil.O estudo monitorou mais de 16 mil participantes com idades entre 2 e 59 anos. Após cinco anos de acompanhamento, a eficácia geral da vacina foi estimada em 65% contra dengue sintomática confirmada por exames laboratoriais.Quando analisados apenas os casos graves ou com sinais de alarme, a proteção foi ainda maior: 80,5%.A pesquisa também apontou eficácia tanto em pessoas que já haviam sido infectadas pelo vírus quanto naquelas sem histórico de dengue. Entre indivíduos com infecção prévia, a eficácia foi de 77,1%. Já entre participantes sem contato anterior com o vírus, a taxa ficou em 58,9%.Segundo especialistas, o resultado reforça o papel da vacinação na redução de hospitalizações e mortes pela doença.Para o infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, esse padrão é comum em imunizantes contra doenças virais.“O principal objetivo das vacinas é evitar as formas mais graves da doença. A eficácia costuma ser maior justamente nesses desfechos”, afirma.Durante o período de acompanhamento do estudo, nenhum caso de dengue grave foi registrado entre participantes vacinados, enquanto episódios da forma grave ocorreram no grupo que recebeu placebo.Desafio dos quatro sorotipos:A dengue é causada por quatro sorotipos diferentes do vírus: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4.A vacina do Butantan foi desenvolvida para proteger contra todos eles. No entanto, durante o período do ensaio clínico no Brasil, apenas dois tipos circularam com maior intensidade — DENV-1 e DENV-2.Por isso, a pesquisa não conseguiu medir diretamente a proteção contra os sorotipos 3 e 4. Ainda assim, estudos laboratoriais indicam produção de anticorpos contra os quatro tipos do vírus.Segurança monitorada:Outro foco do estudo foi a avaliação de segurança da vacina.A dengue possui um fenômeno chamado aumento dependente de anticorpos, que pode tornar uma segunda infecção mais grave. Por essa razão, especialistas consideram essencial acompanhar os efeitos da vacina por vários anos.Segundo os pesquisadores, os eventos adversos graves ocorreram em proporções semelhantes entre o grupo vacinado e o grupo que recebeu placebo, sem sinais de risco adicional associado ao imunizante.Combate ao mosquito segue essencial:Apesar dos avanços na vacinação, especialistas alertam que o controle do mosquito transmissor continua sendo fundamental.A dengue é transmitida pelo Aedes aegypti, e nenhum imunizante oferece proteção total contra a doença.De acordo com Kfouri, a combinação entre vacinação e controle do vetor é a estratégia mais eficaz para reduzir a transmissão do vírus.
Fundação Hospitalar Senhora Santana recebe novo arco cirúrgico
Equipamento foi adquirido com emenda do deputado Charles Fernandes.
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Foto: Reprodução
A Fundação Hospitalar e Maternidade Senhora Santana, em Caetité, recebeu um novo arco cirúrgico adquirido por meio de emenda parlamentar de quase R$ 800 mil destinada pelo deputado federal Charles Fernandes. A entrega do equipamento ocorreu na tarde da última quinta-feira (29). O equipamento amplia a capacidade de realização de procedimentos cirúrgicos na unidade, oferecendo maior precisão e segurança durante as intervenções médicas. A expectativa da direção é de que o arco cirúrgico contribua diretamente para a melhoria da assistência hospitalar no município e em toda a região.Participaram da entrega o diretor da unidade, Roberto Laranjeira, e o vereador Jairo, que atuou na articulação do pedido junto ao mandato do parlamentar. Segundo o vereador, o investimento reforça o compromisso com a saúde pública. “É um recurso que fortalece o SUS e garante mais dignidade no atendimento à população”, afirmou.O diretor da Fundação Hospitalar destacou que o equipamento terá impacto imediato na rotina da unidade. De acordo com Laranjeira, o arco cirúrgico será fundamental para ampliar o suporte aos pacientes e qualificar os serviços prestados pelo hospital. Em nota, o deputado Charles Fernandes afirmou que a ação é resultado da parceria com o município e da escuta das demandas da área da saúde. “Nosso compromisso é continuar investindo em iniciativas que fortaleçam o SUS e melhorem a qualidade de vida da população”, declarou.
Brasil envia 100 toneladas de insumos à Venezuela
Envio de 100 toneladas de medicamentos e insumos à Venezuela é anunciado em resposta à destruição de centro de distribuição de saúde.
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Foto: Rafael Nascimento - MS
O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde, anunciou nesta quinta-feira (8) a doação de 100 toneladas de medicamentos e insumos de saúde à Venezuela, em um ato de apoio humanitário à população do país vizinho após a destruição do maior centro de distribuição de medicamentos.A medida ocorre em meio a uma crise na Venezuela que inclui um ataque militar recente que atingiu infraestrutura de saúde e compromet eu a assistência a pacientes dependentes de tratamentos contínuos, especialmente aqueles que realizam hemodiálise.Segundo o Ministério, a primeira remessa será enviada na manhã de sexta-feira (9) e consiste em 40 toneladas de medicamentos de uso contínuo e insumos médico-hospitalares, incluindo filtros, soluções arterial e venosa, cateteres e materiais essenciais para tratamentos renais, visando atender cerca de 16 mil pacientes que precisam de hemodiálise e ficaram sem atendimento adequado após a destruição do centro logístico venezuelano.O ministro Alexandre Padilha afirmou que a doação não compromete o atendimento de pacientes brasileiros, mantendo estoques suficientes para os cerca de 170 mil usuários de diálise atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).Os insumos foram reunidos com o apoio de hospitais universitários e filantrópicos de diversas regiões do país e estão armazenados no Centro de Distribuição de Insumos e Medicamentos do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP), de onde serão despachados conforme cronograma logístico.Em correspondência à ministra da Saúde da Venezuela, Magaly Gutiérrez, o ministro brasileiro reforçou o compromisso com a assistência sanitária dos venezuelanos, especialmente daqueles mais vulneráveis, em um momento de necessidade crítica.O envio das 100 toneladas integra uma resposta humanitária que será realizada em etapas, com remessas programadas ao longo dos próximos dias, em coordenação com autoridades de saúde venezuelanas e organismos internacionais.
Saúde forma 109 mil agentes comunitários e de endemias
Profissionais atuam em 5,2 mil municípios e reforçam a atenção primária e o combate a endemias.
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Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (29) a conclusão da formação de 109 mil Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) vinculados à segunda turma do programa Mais Saúde com Agente. Os profissionais já atuam em 5,2 mil municípios, abrangendo todas as 27 unidades da Federação.Em nota, a pasta afirmou que a iniciativa fortalece a atuação dos agentes na Atenção Primária à Saúde e na Vigilância em Saúde, ampliando o cuidado humanizado e a proximidade com as comunidades. Segundo o ministério, o Mais Saúde com Agente é o maior programa de formação técnica na área da saúde em execução no país.Do total de profissionais qualificados, 81 mil são Agentes Comunitários de Saúde, responsáveis pelo acompanhamento das famílias nos territórios, e 28 mil são Agentes de Combate às Endemias, que atuam na prevenção e no controle de doenças como dengue, zika e chikungunya, com visitas a residências e terrenos para identificação e eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti.O ministério informou ainda que mais de 12 mil profissionais participaram do processo formativo, entre tutores, preceptores e assistentes locais e regionais. O curso teve formato semipresencial, carga horária superior a 1,2 mil horas e duração de dez meses.Nesta segunda edição do programa, foram incluídas novas disciplinas voltadas à equidade e ao enfrentamento das desigualdades, com foco no aprimoramento do acolhimento à população.O Mais Saúde com Agente é uma iniciativa do Ministério da Saúde, executada pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, em parceria com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio e as Escolas de Saúde do SUS.
Governo estadualiza hospital e amplia atendimento em Caetité
Unidade passa a integrar rede estadual e retoma atendimento oncológico
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Leonardo Rattes/Saúde GovBA
O Sudoeste Bahia acompanhou toda a movimentação ocorrida duante a visita do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Você pode acompanhar no nosso Instagram @sudoestebahia. A saúde pública no sudoeste da Bahia entrou em uma nova fase com a oficialização da estadualização do Hospital Municipal de Caetité. A transferência da gestão para o Governo do Estado foi formalizada nesta sexta-feira (19), em ato com a presença do governador Jerônimo Rodrigues e da secretária estadual da Saúde, Roberta Santana. A unidade passa a se chamar Hospital Estadual de Oncologia Alto Sertão. Com a mudança, os serviços de oncologia serão retomados de forma integral. A unidade passa a oferecer cirurgias oncológicas, quimioterapia oral e venosa, atendimento ambulatorial e Ofertas de Cuidados Integrados (OCI) em oncologia. Também estão previstos serviços de cirurgia geral e ortopédica, atendimento de urgência e emergência para adultos e a realização de exames como endoscopia e colonoscopia.Para assumir a gestão do hospital, o Governo da Bahia investiu R$ 2,7 milhões em obras e equipamentos, além da aquisição de uma ambulância no valor de R$ 276 mil. O custeio anual da unidade será de aproximadamente R$ 60 milhões, dos quais 60% serão financiados com recursos federais. O hospital conta com 100 leitos, incluindo 20 de UTI, e quatro salas cirúrgicas. A estimativa é de mais de 1.800 consultas médicas e cerca de 440 sessões de quimioterapia por mês.Segundo a secretária Roberta Santana, a estadualização garante maior estabilidade financeira e amplia a capacidade de atendimento. Já o governador Jerônimo Rodrigues afirmou que a medida fortalece a regionalização da saúde e consolida o hospital como referência no interior do estado. Durante a agenda no município, o governador também inaugurou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h. Para a construção e o aparelhamento da unidade foram investidos R$ 8,7 milhões, sendo R$ 8,4 milhões de recursos estaduais. A gestão será de responsabilidade do município.A UPA funcionará 24 horas por dia, com equipes multiprofissionais capacitadas para atendimento de urgência e emergência, além da realização de exames diagnósticos imediatos. A estrutura conta com cinco leitos de atendimento inicial, 15 leitos de observação e dois leitos de estabilização, além de equipamentos como raio-X, ultrassom, desfibrilador, respirador e eletrocardiógrafo. A nova unidade passa a integrar a rede de atenção às urgências, com estrutura intermediária entre a atenção básica e a rede hospitalar.
Prefeito de Malhada destaca importância da estadualização da Unacon durante visita a Caetité
Unidade passa a integrar a rede estadual e deve atender mais de 500 mil moradores da região
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Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
O prefeito de Malhada, Gimmy Ramos (PT), falou à reportagem do site Sudoeste Bahia na sexta-feira (20) sobre a estadualização da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) durante a visita do governador Jerônimo Rodrigues (PT) a Caetité. A unidade passa a se chamar Hospital Estadual de Oncologia do Alto Sertão e deve atender moradores de mais de 40 municípios, alcançando cerca de 500 mil pessoas. Ramos afirmou que a mudança representa um avanço para a região, já que reduz o deslocamento de pacientes que antes precisavam viajar para Vitória da Conquista ou Salvador para receber tratamento. O prefeito também agradeceu ao governador e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo investimento na área da saúde. A unidade segue em processo de transição para integrar a rede estadual. Confira a entrevista abaixo:
Bebê de 4,4 kg nasce de parto normal em hospital de Ilhéus
Isaac é o maior recém-nascido por parto natural no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio
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Foto: Divulgação | FESF
Um bebê de 4,4 kg e 53 centímetros nasceu de parto normal nesta terça-feira (2) no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, no sul da Bahia. O menino, chamado Isaac, é o primeiro filho de Emili do Amparo Silva, de 23 anos, e do marido Melquisedeque Silva dos Santos. Segundo a unidade, Isaac é o maior bebê já nascido de parto natural no hospital. A mãe passou por dois dias de trabalho de parto até o nascimento. De acordo com a equipe do Centro de Parto Normal (CPN), o procedimento foi acompanhado por práticas acolhedoras e humanizadas. A coordenação da maternidade destacou que o parto normal traz benefícios como recuperação mais rápida para a mãe e fortalecimento do sistema imunológico do bebê. No próximo sábado (6), o hospital completa quatro anos de funcionamento, com mais de 12 mil partos realizados desde a inauguração.
Tempo de espera na regulação da saúde aumenta em 14 especialidades na Bahia
Auditoria do TCE aponta demora maior para cirurgias e consultas; Sesab não se posicionou
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O tempo de espera para atendimento em diversas especialidades médicas na Bahia aumentou nos últimos anos, segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA) julgada em outubro. O relatório mostra que, entre 2019 e 2024, houve piora em 14 das 26 especialidades monitoradas. De acordo com o levantamento, pacientes que antes aguardavam em média 4 dias por uma cirurgia torácica agora esperam 10,4 dias, podendo chegar a 17 dias em algumas regiões. Também houve aumento na espera por consultas em áreas como Hematologia (7,8 dias), Oncologia (6,7 dias), Urologia (5,7 dias) e Pneumologia (5,6 dias). Apesar da ampliação de leitos, o TCE concluiu que a rede estadual continua insuficiente para reduzir os atrasos. Apenas 9 especialidades tiveram melhora no tempo de resposta e 3 permaneceram iguais. O relatório também apontou problemas estruturais, como falta de médicos nas centrais de regulação, predominância de servidores terceirizados e ausência de concursos públicos desde 2019. Outro ponto destacado foi a centralização da regulação: desde 2020, os complexos regionais foram desmobilizados e a Central Estadual de Regulação (CER) passou a absorver quase toda a demanda, atendendo 389 municípios e mais de 13 milhões de pessoas. Especialistas ouvidos pelo TCE afirmam que a demora está ligada à baixa cobertura da atenção básica e à escassez de profissionais especializados em áreas críticas, como oncologia e hematologia. A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) foi procurada para comentar os resultados da auditoria, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem.
Mulher sofre parada cardiorrespiratória e é socorrida pela PM em Caetité
Paciente foi levada à UPA após familiares não conseguirem atendimento do Samu
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Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Uma mulher foi socorrida por policiais da 94ª CIPM de Caetité, no sudoeste da Bahia, após sofrer uma parada cardiorrespiratória na manhã deste domingo (30). De acordo com a corporação, por volta das 8h40, os agentes faziam rondas na Avenida Prefeito Dácio Oliveira quando foram abordados por um homem pedindo ajuda para a esposa, que passava mal. Ele relatou ter feito três ligações para o Samu, mas nenhuma ambulância teria sido enviada. Diante da urgência, os policiais colocaram a vítima na viatura e a levaram imediatamente para a UPA de Caetité. No local, a paciente foi atendida pela equipe médica, que conseguiu reverter o quadro e restabelecer suas funções vitais. Até a publicação desta reportagem, a Secretaria de Saúde de Caetité não havia se manifestado sobre o caso.
Câmara de Caetité divulga pauta da sessão da próxima segunda-feira (24)
Reunião começa às 18h e terá projetos em regime de urgência e deliberação
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Foto: Divulgação | Câmara de Caetité
A Câmara Municipal de Caetité, no sudoeste da Bahia, divulgou a pauta da sessão ordinária marcada para a próxima segunda-feira (24), às 18h. Entre os assuntos estão projetos de lei apresentados pelo Executivo e por vereadores, além de pareceres das comissões permanentes. Na pauta, consta o Projeto de Lei nº 1193/2025, que autoriza o Executivo a utilizar recursos contingenciados referentes às emendas impositivas de 2023 não cumpridas por impossibilidade técnica. O texto tramita em regime de urgência. Também será analisado o Projeto de Lei nº 1190/2025, de autoria do prefeito, que trata da composição e funcionamento do Conselho Municipal de Saúde de Caetité, igualmente em regime de urgência. Outro item é o Projeto de Lei nº 1184/2025, do vereador Rodrigo Júnior Lima Gondim, que propõe a criação do Programa Municipal de Saúde Mental nas Escolas, em parceria entre as secretarias de Educação e Saúde. O projeto tem parecer jurídico favorável. Por fim, será discutido o Projeto de Lei nº 1187/2025, também de autoria do vereador Rodrigo Gondim, que eleva a comunidade de Santa Luzia à condição de distrito do município. O texto conta com parecer jurídico. A sessão será transmitida ao vivo pelos canais oficiais da Câmara no Facebook e YouTube, além de sites locais e rádios credenciadas. A população é convidada a acompanhar os trabalhos legislativos e participar das decisões que impactam diretamente o município.
Câmara de Caetité aprova cessão da Unacon ao Governo do Estado
Unidade nunca funcionou plenamente desde a inauguração e será estadualizada para ampliar atendimento oncológico
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Júnior Moreira | Sudoeste Bahia
A Câmara Municipal de Caetité, no sudoeste da Bahia, aprovou por unanimidade nesta quinta-feira (13) o Projeto de Lei nº 1.191/2025, que autoriza a cessão do Hospital Municipal Dr. Ricardo de Tadeu Ladeia ao Governo do Estado. A medida abre caminho para a estadualização da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), responsável pelo atendimento de pacientes oncológicos da cidade e de toda a região do Alto Sertão. Segundo apurou a reportagem do Sudoeste Bahia, a estadualização da Unacon vai garantir investimentos superiores a R$ 56 milhões anuais em saúde pública. A decisão é considerada um marco para a região, que há anos enfrenta dificuldades com o funcionamento da unidade. Histórico da Unacon - Inaugurada em 2020, a Unacon foi projetada para atender pacientes de mais de 40 municípios da região, evitando deslocamentos para Salvador e outros grandes centros. Apesar da estrutura planejada, a unidade nunca conseguiu funcionar plenamente. Problemas de gestão, atrasos salariais e falta de recursos marcaram sua trajetória. Inicialmente administrada por fundações contratadas, a unidade enfrentou crises constantes, com paralisações de funcionários e denúncias de atendimento precário. Em 2024, a Prefeitura reassumiu a gestão, mas os problemas persistiram. Pacientes e familiares chegaram a realizar protestos cobrando melhorias e regularização dos serviços. Tentativas de solução - Nos últimos meses, a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, reuniu-se com prefeitos da região para discutir a transição de gestão. A estadualização foi apontada como a única saída para garantir estabilidade financeira e ampliar a capacidade de atendimento. Com a aprovação na Câmara, o projeto segue para sanção do prefeito Valtecio Aguiar (PSD). A expectativa é que, a partir de dezembro, o hospital passe a ser administrado diretamente pelo Governo da Bahia, com investimentos em estrutura e contratação de profissionais. Impacto regional - A Unacon atende atualmente pacientes de 27 cidades. Com a estadualização, o Governo promete ampliar especialidades, garantir continuidade dos serviços e oferecer tratamento oncológico digno para milhares de pessoas que dependem da unidade. Assista abaixo a reportagem:
Governo do Estado investe mais de R$ 1,5 milhão na saúde de Dom Basílio
O município foi contemplado com uma ambulância totalmente equipada e uma Unidade Básica de Saúde (UBS)
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Sesab
- A saúde do município de Dom Basílio, no Sudoeste baiano, ganhou mais um reforço do Governo da Bahia nesta quinta-feira (4), com a entrega de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e uma ambulância totalmente equipadas para atender aos mais de 12 mil habitantes e também a população das regiões próximas. O investimento total, realizado por meio da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), é de mais de R$ 1,5 milhão. "Primeiro, dizer que é uma satisfação estar num município que é exemplo para a Bahia e para o Brasil. Dom Basílio tem 100% de cobertura de atenção primária e vacinal e o reflexo disso é uma população saudável e unidades de saúde que podem atender às pessoas com qualidade. Ademais, essa nova UBS e a nova ambulância irão contribuir para que a saúde da população melhore ainda mais, com o trabalho cuidadoso e próximo às famílias por parte dos funcionários", afirma a secretária da Saúde, Roberta Santana, que esteve no município ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e de outras autoridades. A UBS Centro 05 fica localizada no bairro Fonte Nova, em frente ao recém-inaugurado Colégio Estadual de Tempo Integral José Caires Araújo, também entregue nesta quinta, e teve investimento total de mais de R$ 1,2 milhão, sendo mais de R$ 200 mil em equipamentos. A unidade conta com enfermaria, sala de curativos, farmácia, consultório médico, consultório odontológico, sala para os agentes comunitários de saúde, entre outras estruturas. Já a ambulância, do modelo Toyota Hilux 4x4, custou R$ 269 mil aos cofres estaduais. Os equipamentos também são um presente para o município, que celebra 62 anos de emancipação no próximo domingo (7). "Dom Basílio é o exemplo de como o modelo do SUS é sustentável. Em uma região que tem sofrido com a Dengue, o Sudoeste, o município não teve caso grave e muito menos óbito. Isso mostra a qualidade do trabalho dos agentes comunitários e de outros servidores públicos no combate à doença e na conscientização da população", analisa Roberta, que visitou e elogiou as instalações do Hospital Municipal de Dom Basílio Maternidade Dr. Marilton Tanajura, de gestão dupla, e do Centro de Reabilitação Raimundo Caires Chaves.
Ivana Bastos e Jerônimo Rodrigues entregam investimentos para a saúde de diversas cidades baianas
Caetité também foi contemplada com investimentos em equipamentos hospitalares. O vice-prefeito Walmique, representando o prefeito Valtécio Aguiar, o representante do Hospital Nossa Senhora Santana e o
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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- Um um esforço conjunto entre o mandato da deputada Ivana Bastos e o governo do estado da Bahia, uma série de investimentos em saúde foi entregue para diversos municípios nesta segunda-feira (25). A deputada viabilizou emendas para aquisição de equipamentos hospitalares, kits odontológicos e kits para Unidades Básicas de Saúde (UBS), e ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e da secretária de Saúde, Roberta Santana, a parlamentar entregou os investimentos que irão garantir um reforço na assistência à saúde. Um dos municípios beneficiados foi Botuporã. O prefeito Edimilson Saraiva e o vice-prefeito Eron Malheiro receberam um amplo conjunto de equipamentos para suas unidades de saúde, incluindo desde armários até equipamentos médicos essenciais. Caetité também foi contemplada com investimentos em equipamentos hospitalares. O vice-prefeito Walmique, representando o prefeito Valtécio Aguiar, o representante do Hospital Nossa Senhora Santana e o secretário de Saúde, Alfredo Filho estiveram presentes para receber os recursos. Já para Ibitiara, a parlamentar garantiu kits odontológicos e kits UBS para fortalecer os serviços de saúde no município. Receberam os investimentos o prefeito Wilson, o secretário de Saúde Quintino e o ex-prefeito Niltinho. Malhada de Pedras recebeu três kits UBS que fortalecerão os serviços nas unidades. Cada kit é composto por armário, autoclave, balança, cadeira de coleta de sangue, cadeira de rodas, cadeira de escritório, computadores, impressora, ar condicionado, dermatoscópio, eletrocardiógrafo, longarina, mesa de escritório, mesa hospitalar, oftalmoscópio, otoscópio, oxímetro de pulso e foco móvel, refrigerador hospitalar. Os equipamentos foram entregues ao prefeito Beto de Preto Neto e ao vice-prefeito Gonçalo. Lençóis também foi contemplada, recebendo uma CR - Radiologia Computadorizada, que contribuirá significativamente para os serviços de diagnóstico no município. O benefício foi recebido pela secretária de Saúde municipal, na ocasião, representando a prefeita Vanessa Senna, Bruna Najara. Matina recebeu investimentos tanto em kits odontológicos quanto em kits de UBS, fortalecendo ainda mais o sistema de saúde. A entrega desses recursos contou com a presença da prefeita Olga Gentil, do secretário de Governo, Dr. Zezito, e da secretária de Cultura, Cássia Santana. Novo Horizonte também foi beneficiada com investimentos em saúde, recebendo dois kits odontológicos e cinco kits de UBS, em uma parceria entre o mandato parlamentar, o prefeito Djalma e o governador Jerônimo Rodrigues. Por fim, Urandi recebeu um aparelho de ultrassom, adquirido através de emenda parlamentar, contribuindo para a melhoria dos serviços de diagnóstico no município. A entrega desse equipamento contou com a presença do prefeito Warlei Oliveira e do vereador Matheus. “Esses investimentos representam um importante passo na melhoria da qualidade da saúde pública em diversos municípios da Bahia, demonstrando a eficácia da parceria entre o nosso mandato e o governo estadual em prol de mais qualidade de vida população”, afirmou.
Brasil atinge 408 mil casos de dengue, aponta Ministério da Saúde
Mulheres representam 54,9% dos casos e homens 45,1%
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- O número de casos possíveis de dengue no país alcançou os 408 mil, de acordo aos dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde, atualizados na sexta-feira (9). Até o momento 62 morters por dengue já foram confirmadas no Brasil e outras 279 estão em investigação. Os dados do painel ainda apontam que o coeficiente de incidência da dengue está em 201 casos de dengue a cada 100 mil habitantes. Os casos prováveis se concentram entre os brasileiros entre 30 a 39 anos, seguidos daqueles entre 40 a 49 e os de 50 a 59 anos. As mulheres são as mais afetadas, com 54,9% dos casos. Os homens em 45,1%. Entre os estados maiores números de casos estão Minas Gerais, com 143 mil pessoas com dengue; São Paulo com 63 mil; Distrito Federal com 49 mil.
Datafolha aponta que saúde é considerada o maior problema do país atualmente
O levantamento divulgado nesta sexta-feira (8) ouviu 2.004 pessoas em 135 cidades
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Foto: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
- Para 23% dos eleitores, a saúde é considerada a maior preocupação dos brasileiros entre as áreas que estão sob responsabilidade do governo federal. É o que diz o levantamento do Datafolha, divulgado nesta sexta-feira (8) pela Folha de S.Paulo. A pesquisa foi feita nesta terça-feira (5), e tem margem de dois pontos para mais ou para menos. Foram ouvidas 2.004 pessoas em 135 cidades. A liderança do ranking é ocupada pela área da saúde, mas outras também foram citadas por entrevistados. Segurança pública e educação tiveram 10% das menções; corrupção registrou 8%; fome angariou 7%; desemprego 7%; economia 6%; e a gestão do governo 4%. Também houve um empate de 2% em políticas públicas, área social, e inflação. Já o meio ambiente marcou apenas 1%. As melhores respostas relacionadas à gestão do governo Lula foram nas áreas da educação e cultura, que tiveram 42% e 43% de respostas positivas, respectivamente. Os dois setores com as piores avaliações foram o da segurança pública, com 27%, e o do combate à corrupção, com 29%.
Livramento: Após perder filho, mãe cobra saúde do município: “tem dinheiro pra praça e festa, saúde nada”
Davi chegou a ser transferido para a cidade de Vitória da Conquista, mas morreu no caminho
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Reprodução | Rádio 88 FM
- O depoimento da jovem Thainá Novais, moradora de Livramento, mãe do pequeno Davi, que faleceu na semana passada, comoveu a população livramentense. O testemunho de Thainá foi concebido à Rádio 88 FM, e a municípe narrou com riqueza de detalhes a situação que vivenciou ao levar Davi à Unidade de Pronto Atendimento (UPA-24h), que de acordo com o relato, evidenciou a deficiência da saúde pública na cidade. Thainá conta que Davi foi levado para a unidade com um quadro de diarreia, que desencadeou desidratação na criança. Ainda de acordo com Novais, após preenchimento da ficha, demoraram mais de 40 minutos para atender seu filho, e quando decidiram hidratar o menino, os profissionais furaram Davi quatro vezes, conforme ela mesmo descreveu, mas mesmo assim, o procedimento que é considerado básico não foi realizado. Neste momento, desesperada, Thainá implorou aos profissionais de saúde: “peguem a veia, por favor”, clamou. Foi então que o médico responsável ligou para o Hospital Municipal de Livramento, porém recusaram o atendimento de Davi, alegando que não há especialista para este tipo de emergência, sem contar na falta de material. Por fim, Thainá afirma que houve erro médico que pode ter sido decisivo para a perda de seu filho, já que Davi estava desidratado e, mesmo assim, recebeu alta. “O erro foi seu! Meu filho veio de manhã e as enfermeiras avisaram: doutor, a criança está desidratada, você mandou embora, você nem deu reposição de eletrólitos pro meu filho, você nem veio vê-lo antes de dar alta”, assegurou. Foi então que, a família tentou transferir Davi para Vitória da Conquista, mas o estado da vítima se agravou na cidade de Dom Basílio, momento em que os socorristas pediram apoio em Brumado. Em Brumado, ainda dentro da ambulância, tentaram reanimar o menino por 40 minutos, mas Davi não resistiu. “Tentaram por 40 minutos trazer meu filho de volta, mas ele não voltou. Meu filho foi embora, gente, porque não tem um pediatra aqui em Livramento”, disse a mãe indignada. Na oportunidade, Thainá fez cobranças ao poder público, uma crítica direta à gestão do prefeito Ricardo Ribeiro (REDE), o Ricardinho, que tem na construção de obras a sua principal plataforma de propaganda. “Que profissionais são estes que estão contratando aqui em Livramento? É tanto dinheiro, é tanta verba pra praça, pra campinhos de futebol, pra festa, e pouco pra saúde. Não é sobre política, é sobre saúde, é sobre uma criança que morreu porque não pegaram um acesso aqui”, protestou a mãe do pequeno Davi. A fatalidade acontecida com Davi se soma a uma série de mazelas com a saúde pública livramentense. São profissionais inexperientes sem acompanhamento, falta de material, recepcionistas despreparados, sem contar na falta de especialistas, o que leva os livramentenses a arcar com exames em clínicas particulares, pois até mesmo um simples exame de sangue, em muitas situações, o resultado é liberado com mais de 90 dias. E, em face do ocorrido, toda equipe do SUDOESTE BAHIA (SB) se solidariza à Thainá e aos familiares do pequeno Davi.
'Síndrome do final de ano': casos de depressão e ansiedade crescem perto da virada
Entenda os sintomas e como se prevenir da condição que afeta as pessoas nos últimos dias de dezembro
Por: Eduardo F. Filho
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- Os psiquiatras advertem: dezembro é um dos meses do ano em que eles mais trabalham. São inúmeros novos casos de pacientes com crises de ansiedade e depressão. E, nas pessoas já diagnosticadas com problemas de saúde mental, há um aumento de crises severas. O crescimento ocorre principalmente depois do Natal e perdura até o início de janeiro. No meio médico essa condição é chamada de “dezembrite”, ou doença de dezembro, conhecida popularmente como a “Síndrome do final de ano”. Ela acontece porque dezembro é conhecido como o mês de despedida e renovação. Em geral, as pessoas estão felizes, celebram as festas, reavaliam o ano que passou, estabelecem novas metas para o novo ciclo, e fazem uma reflexão pessoal do que querem e precisam mudar,e sobre quem querem ao lado. Porém, nem todo mundo se identifica com essa felicidade. Para muitos, esse período pode ser emocionalmente difícil, especialmente se não tiveram um ano muito bom, seja no âmbito pessoal ou no profissional. São pessoas que perderam entes queridos, passaram por rompimentos, doenças, dificuldades econômicas ou, simplesmente, não realizaram seus sonhos e acabam relembrando experiências que queriam ter esquecido. Criam-se camadas de angústias e ansiedade que, quando não tratadas, podem levar a quadros mais graves de depressão. — O ciclo anual é arbitrário. Os últimos dias de dezembro são aqueles em que as pessoas refletem sobre a vida delas e isso gera angústia. É como uma casa que passa o ano inteiro sem uma limpeza e, quando você estimula essa limpeza, a poeira levanta — explica o psiquiatra Arthur Danila, coordenador do Programa de Mudança de Hábito e Estilo de Vida do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Segundo o médico, é uma convocação feita pela própria sociedade: — As pessoas publicam nas redes sociais o quanto estão felizes, começam a fazer uma retrospectiva das coisas boas que aconteceram e quem já está fragilizado, quem não teve um bom ano por inúmeros fatores, acaba se espelhando no que vê e começa a rever o que houve de errado na sua vida, gerando uma crise de ansiedade — completa. Outro fator para o aumento de crises de depressão, ansiedade e angústia nessa época do ano são os encontros familiares. Com um ano marcado por opiniões exacerbadas no campo político, com a eleição, e no esportivo, com a Copa do Mundo, laços entre membros da mesma família foram quebrados e interrompidos. Ter que permanecer ao lado dessa pessoa, mesmo que por algumas horas, pode libertar sentimentos ruins guardados há tempos, se transformando em raiva, agressividade e aversão. — Este ritual, estar ao lado de pessoas que você não queria, ofende o emocional das pessoas. Ela ainda não elaborou esses laços, ainda há um rancor, um desrespeito. Isso tudo, somado a essa felicidade que precisa ser demonstrada muitas vezes de forma que não é real, faz a pessoa ficar mais irritada, reativa, violenta e desconfortável. Ano novo você é obrigado a olhar para o que estar por vir, para o futuro, ao mesmo tempo que olha o passado. Isso pode não trazer felicidade nenhuma, sendo inclusive muito dolorido para muitas pessoas — afirma a psiquiatra Camila Magalhães, especialista em transtornos do humor, além de fundadora da clínica Caliandra Saúde Mental. Os especialistas ainda explicam que pacientes já diagnosticados com depressão e ansiedade acabam se transformando em grupos de risco nessa época do ano em razão do aumento de chances de recaídas. Mesmo com apoio ao longo do ano, por conta do clima geral da população em festa, aliado ao consumo de bebidas alcoólicas, esses pacientes não conseguem acessar suas emoções e sentimentos de forma tranquila. Costumam ter insônia, ansiedade incontrolável, um aparente véu de tristeza muito forte, não conseguem elaborar de forma lúcida o que está acontecendo com a sua mente e começam a lidar muito mal com esse período específico. Prevenção — O primeiro passo é desmistificar essa felicidade, muitas vezes falsa, imposta pela sociedade no ano novo. É entender que ninguém consegue ser feliz 24 horas por dia e que é normal ter seus altos e baixos. A tristeza, a angústia, fazem parte da vida, assim como os momentos felizes. O mundo não é perfeito. O problema é como lidar com isso, como encarar os gatilhos que a vida pode trazer para avaliar o ano e não ficar frustrado ou chateado com o que conseguiu ou não conseguiu ao longo daquele período — explica a psicóloga e especialista em felicidade corporativa, Renata Rivetti. Ela afirma que a competição e comparação imposta pelas redes sociais podem ser prejudiciais para quem está passando pela “Síndrome do final de ano”, bem como as famosas metas na noite da virada. — Ter metas e objetivos é importante, claro, mas as pessoas precisam ter pé no chão. Não dá para criar metas inalcançáveis. Tem que começar com pequenos passos para não abandoná-las em fevereiro ou março. Tem que celebrar as pequenas conquistas ao longo do ano. Não adianta pensar que vai mudar toda a vida da noite para o dia. As pessoas não precisam resolver tudo nos últimos dias de dezembro, porque não vão. É uma mudança no hábito e na rotina diária ao longo dos 365 dias do ano e não nos últimos 31 — diz Rivetti. Autoavaliação - Exercícios físicos, uma alimentação mais saudável, impor horários para trabalho e lazer, ter hobbies, dar mais importância para pequenas metas realizadas, estar ao lado de quem você gosta e quer bem são alguns dos primeiros passos que podem e devem ser dados. Outro ponto que os especialistas levantam é não tentar camuflar o que o ano foi. Se ele foi triste, desafiador, com pontos a melhorar, ou decepcionante, esteja ciente disso e não tente transformá-lo em algo positivo nos últimos minutos apenas para passar uma mensagem positiva, pois isso pode desencadear sentimentos ruins em outras pessoas. — Precisamos parar de romantizar as metas e tê-las como algo inalcançável. É parar de depositar os nossos desejos nos outros e não se comparar com o próximo — diz Arthur Guerra, professor titular de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC. Bebeu demais? Como saber se sua ressaca é por excesso de bebida ou intolerância ao álcool. O cofundador da Caliandra Saúde Mental sugere um olhar para dentro: — Não culpar pessoas, como a mãe, o filho, ou o parceiro se o ano não tiver sido favorável. Existe uma tendência natural de terceirizar essa culpa, mas assumir as responsabilidades é algo primordial para quem quer se autoconhecer e não cair nas tentações dessa falsa felicidade. Confie no seu limite e até onde você pode chegar. Quanto antes entender que tudo isso depende apenas de você, menos frustração terá. A autoavaliação é tida como a atitude mais importante contra a “Síndrome do final de ano”. Ouvir os próprios sentimentos e angústias. Será que eu quero ir e participar dessa festa de final de ano com a minha família, prefiro passar com meus amigos, ou ainda prefiro passar sozinho? Será saudável eu ter contato com essa pessoa que não me acrescenta ou me agrega valores? — É necessário ouvir essas angústias. Saber o motivo pelo qual você está irritado, agressivo. É se colocar em primeiro lugar. O que eu gosto de fazer, com quem eu quero estar, isso me faz bem ou mal? Eu estou feliz ou estou anestesiado pelo sentimento coletivo de festa? Além das metas, é necessário fazer essas indagações para todas as áreas da vida. Tem muita gente que se anestesia, não dorme bem, gasta energia em redes sociais e fortalece este véu invisível da tristeza — completa Camila Magalhães.
Mulheres passam a ter direito a acompanhante em atendimento de saúde
Decisão saiu, hoje, no Diário Oficial da União
Por: Fabíola Sinimbú
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- Todas as mulheres agora têm direito a um acompanhante maior de idade, sem que haja necessidade de aviso prévio, durante as consultas médicas, exames e procedimentos realizados em unidades públicas e privadas de saúde. O direito foi ampliado pela lei 14.737/2023, publicada nesta terça-feira, no Diário Oficial da União. A nova legislação altera a Lei Orgânica da Saúde (8.080/1990) e determina ainda que - em casos de procedimento com sedação que a mulher não aponte um acompanhante - a unidade de saúde será responsável por indicar uma pessoa para estar presente durante o atendimento. A renúncia do direito deverá ainda ser assinada pela paciente, com um mínimo de 24 horas de antecedência. Informação - As mulheres também devem ser informadas sobre esse direito tanto nas consultas que antecedam procedimentos com sedação, quanto por meio de avisos fixados nas dependências dos estabelecimentos de saúde. Para centros cirúrgicos e unidade de terapia intensiva em que haja restrição por motivos de segurança à saúde dos pacientes, o acompanhante deverá ser um profissional de saúde. O direito de acompanhamento da mulher só poderá ser sobreposto nos casos de urgência e emergência, pela defesa da saúde e da vida. Isso só poderá acontecer quando a paciente chegar desacompanhada à unidade de atendimento. Antes, a Lei Orgânica da Saúde garantia o direito a acompanhamento somente nos casos de parto ou para pessoas com deficiência. E esse direito alcançava apenas o serviço público de saúde.
Vitória da Conquista: Governo da Bahia anuncia investimentos em saúde
A Secretaria estadual da Saúde foi autorizada ainda a firmar convênio com a Santa Casa de Vitória da Conquista para melhoria da assistência à saúde por meio do programa de residência médica da institu
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Foto: Gov/BA
- A saúde de Vitória da Conquista e outras cidades da região sudoeste da Bahia vai ter um investimento de aproximadamente R$ 22 milhões. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (27), pelo governador Jerônimo Rodrigues, acompanhado da ministra da Saúde, Nísia Trindade, e da secretária estadual da pasta, Roberta Santana, durante evento no Hospital Afrânio Peixoto. De acordo com o governador, este pacote de investimentos tem grande relevância para a região. “Os investimentos em saúde são para que os baianos tenham plena assistência. Agora, é acelerar as obras, porque o diagnóstico precoce salva vidas e o acesso ao tratamento adequado precisa ser imediato”, ressaltou o governador Jerônimo Rodrigues. Entre as ações está a distribuição de 12 ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) dos municípios de Aracatu, Barra da Estiva, Canavieiras, Cândido Sales, Carinhanha, Ibirataia, Itapetinga, Jaguaquara, Maetinga, Paramirim, Poções e Vitória da Conquista. Oito são para renovação e quatro para expansão da frota. Foram destinados mais de R$ 3,5 milhões para a compra dos veículos. Na manhã desta segunda (27), foram entregues outras 36 ambulâncias para o Samu em Salvador. Também foi entregue um veículo para o Hospital Geral de Vitória da Conquista. Para a ministra Nísia Trindade, esses equipamentos vão possibilitar um melhor suporte aos serviços de saúde. “Nesses 20 anos do Samu, temos a boa notícia da entrega de mais 1.760 ambulâncias em todo o país. Dessas, 200 são para a Bahia. A ação faz parte da parceria com estados e municípios para fortalecer a atenção à saúde”. A ministra também afirmou que quase R$ 31 bilhões do novo PAC serão para o segmento. “Um dos contemplados será o Hospital Geral de Vitória da Conquista, com a ampliação”. Além disso, o Hospital Afrânio Peixoto recebeu duas autorizações: uma para a elaboração de projeto básico para a implantação do Centro de Bioimagem. O plano deve ser finalizado até o próximo mês de dezembro, ao custo de R$ 135 mil. A execução está orçada em aproximadamente R$ 9,8 milhões, dividido entre obra, equipamentos e mobiliário. A outra foi para a licitação de 20 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O valor é de quase R$ 8,2 milhões. Também foi firmado um credenciamento com o Hospital Unimec, que possibilitará a contratação de 20 leitos de retaguarda para a rede de atenção às emergências do estado. O investimento anual é de R$ 3,6 milhões. A Secretaria estadual da Saúde foi autorizada ainda a firmar convênio com a Santa Casa de Vitória da Conquista para melhoria da assistência à saúde por meio do programa de residência médica da instituição. Esta ação tem o valor de R$ 150 mil. A secretária Roberta Santana considera as contribuições para uma saúde mais estruturada para os moradores da região. “A central de bioimagem vai mudar o perfil de atendimento do Afrânio Peixoto para ortopedia de alta complexidade e vascular. Com gestão independente, terá uma produtividade melhor”, afirmou a titular da Sesab. Em relação à expansão do Samu, ela explicou 33 das 48 ambulâncias entregues foram municípios que não tinham o serviço. “A expectativa é chegar a 100% de cobertura no estado”, completou. A comitiva ainda vistoriou as obras para a construção dos prédios da radioterapia e do Hemocentro do Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC). Serão atendidos moradores de 84 municípios. O prédio para implantação da radioterapia está com 36% das obras executadas. A previsão é que seja concluída em junho de 2024. O investimento é de quase R$ 9,2 milhões. Já o hemocentro está com 62,87% executado. A entrega está prevista para janeiro de 2024. Foram aplicados pouco mais de R$ 4 milhões.























