Jerônimo critica ataques ao Pix durante evento em Ipirá
Jerônimo critica ataques ao Pix durante evento em Ipirá
Durante agenda do PGP 2026 em Ipirá, governador afirmou que medidas anunciadas pelos Estados Unidos têm motivações políticas e econômicas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), criticou veementemente as recentes ações dos Estados Unidos contra o Brasil, associando-as à atuação de integrantes da oposição brasileira no exterior. Durante um evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026 em Ipirá, o governador afirmou que setores da oposição estariam pressionando o país em disputas políticas e econômicas, mencionando a interlocução de parlamentares, como o senador Flávio Bolsonaro, com autoridades norte-americanas para incentivar iniciativas contrárias aos interesses nacionais.
- Rodrigues também abordou as discussões em torno do sistema de pagamentos Pix, sugerindo que as controvérsias econômicas possuem motivações que vão além da política, alcançando interesses financeiros de setores afetados por inovações tecnológicas. Em sua fala, o petista defendeu o investimento em educação como ferramenta para fortalecer a capacidade crítica da população e a participação cidadã, ressaltando a importância de uma sociedade mais informada para avaliar cenários políticos e econômicos, em meio ao acirramento das relações entre Brasil e EUA.
Foto: Divulgação
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), criticou neste sábado (5) as recentes medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil e associou as ações à atuação de integrantes da oposição brasileira no exterior. As declarações foram feitas durante um evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026, realizado no município de Ipirá, na Bacia do Jacuípe. Ao comentar as discussões envolvendo possíveis sanções econômicas e questionamentos ao sistema de pagamentos Pix, o governador afirmou que setores da oposição estariam contribuindo para pressionar o país em disputas de caráter político e econômico. Sem citar diretamente medidas específicas, Jerônimo criticou a atuação de parlamentares brasileiros que mantêm interlocução com autoridades norte-americanas. Segundo ele, há grupos políticos que tentam transformar divergências ideológicas em ações que podem prejudicar o Brasil. Durante o discurso, o governador mencionou o senador Flávio Bolsonaro e afirmou que opositores estariam incentivando iniciativas contrárias aos interesses nacionais. O petista também fez referências às recentes discussões envolvendo o Pix, sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central e amplamente utilizado pela população brasileira. Jerônimo argumentou que as disputas em torno de temas econômicos não possuem apenas motivação política, mas também interesses financeiros. Segundo ele, setores afetados por mudanças tecnológicas e novos modelos de transações digitais buscam preservar espaços de mercado diante da popularização de ferramentas como o Pix. O governador ainda defendeu investimentos em educação como instrumento para ampliar a capacidade crítica da população e fortalecer a participação cidadã. Em sua fala, afirmou que uma sociedade mais informada possui melhores condições de avaliar cenários políticos e econômicos. As declarações ocorreram durante mais uma etapa do Programa de Governo Participativo, iniciativa utilizada pelo grupo político para ouvir demandas regionais e discutir propostas para o futuro da Bahia. O evento reuniu lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e moradores de diversos municípios da região. O debate sobre as relações entre Brasil e Estados Unidos ganhou força nos últimos dias após manifestações de autoridades brasileiras e norte-americanas sobre temas econômicos, comerciais e financeiros, ampliando a repercussão política do assunto em diferentes esferas do país.
Adolpho Loyola cobra explicações de ACM Neto sobre promessas não cumpridas
Adolpho Loyola cobra explicações de ACM Neto sobre promessas não cumpridas
Secretário de Relações Institucionais afirmou que eventual disputa entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto abrirá espaço para cobranças sobre compromissos assumidos pelo ex-prefeito de Salvador.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O secretário estadual de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, elevou o tom das críticas ao ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo do Estado, ACM Neto. A declaração de Loyola ocorreu em meio ao aumento das trocas de críticas entre integrantes da base governista e aliados de ACM Neto, movimento que já antecipa o clima da disputa política para as próximas eleições estaduais.
Foto: Reprodução
O secretário estadual de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, elevou o tom das críticas ao ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo do Estado, ACM Neto, durante entrevista concedida à rádio Baiana FM nesta segunda-feira (1º). O auxiliar do governador Jerônimo Rodrigues afirmou que o principal nome da oposição precisará responder por promessas feitas ao longo de sua trajetória política na capital baiana. A declaração ocorre em meio ao aumento das trocas de críticas entre integrantes da base governista e aliados de ACM Neto, movimento que já antecipa o clima da disputa política para as próximas eleições estaduais. Durante a entrevista, Loyola afirmou que um eventual confronto direto entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto será uma oportunidade para discutir compromissos assumidos pelo ex-prefeito durante suas campanhas e sua gestão à frente da Prefeitura de Salvador. “Fique muito tranquilo, ex-prefeito. Na sua hora, sua hora vai chegar. Você vai ter tête-à-tête com o governador Jerônimo. E nós vamos colocar em panos limpos tudo. Você vai poder perguntar, nós também vamos poder perguntar todas aquelas promessas que você fez na época da sua campanha como prefeito. Por que você não fez?”, declarou o secretário. Loyola também sugeriu que ACM Neto demonstra incômodo com comparações entre as gestões estadual e municipal. Além disso, citou a atuação do ex-governador da Bahia e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, apontado como uma das principais lideranças do grupo político que apoia Jerônimo Rodrigues. Nos bastidores, o episódio é visto como mais um capítulo da disputa entre governo e oposição, que intensificam movimentações e discursos de olho no cenário eleitoral dos próximos anos. Enquanto a base governista busca destacar ações da atual administração estadual, a oposição mantém críticas à condução do governo baiano em áreas como infraestrutura, saúde e segurança pública. A expectativa é que o embate político ganhe ainda mais força à medida que o calendário eleitoral se aproxima e os grupos consolidem suas estratégias para a disputa pelo comando do Estado.
Deputados propõem reduzir FGTS pela metade em troca do fim da escala 6x1
Deputados propõem reduzir FGTS pela metade em troca do fim da escala 6x1
Emenda apresentada na Câmara condiciona nova jornada a cortes de encargos trabalhistas e benefícios fiscais para empresas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O debate sobre o fim da escala 6x1 ganhou força na Câmara dos Deputados após a apresentação de uma emenda que propõe reduzir pela metade o depósito do FGTS como contrapartida para a mudança na jornada. A proposta é liderada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS) e visa evitar aumento de custos às empresas. O projeto pretende reduzir a carga máxima de 44 para 36 horas semanais em 10 anos.nnA emenda recebeu apoio de 176 deputados e sugere o corte do depósito mensal do FGTS, isenção do INSS patronal apenas para novas contratações, benefícios fiscais e créditos tributários para micro e pequenas empresas.,
Foto: Ricardo Rimoli | Câmara dos Deputados
O debate sobre o fim da escala 6x1 ganhou força na Câmara dos Deputados após a apresentação de uma emenda que propõe reduzir pela metade o depósito do FGTS como contrapartida para a mudança na jornada. O texto foi protocolado no fim do prazo e passou a orientar a articulação de parlamentares da oposição e do Centrão. A proposta é liderada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS), que defende medidas de compensação para evitar aumento de custos às empresas. Segundo ele, setores como comércio e serviços seriam os mais afetados pela redução da carga semanal sem ajustes fiscais. O relator do projeto na comissão especial, Reginaldo Lopes (PT-MG), vai avaliar se as mudanças serão incorporadas ao parecer final. O que propõe a emenda: A emenda recebeu apoio de 176 deputados, incluindo nomes da oposição como Nikolas Ferreira (PL-MG), Bia Kicis (PL-DF), Zé Trovão (PL-SC) e Marco Feliciano (PL-SP). O grupo afirma que a redução da jornada sem compensações pode gerar demissões e pressionar a economia. As principais medidas sugeridas são: Corte no FGTS — Depósito mensal cairia de 8% para 4% do salário. Isenção do INSS patronal — Alíquota de 20% seria zerada, mas apenas para novas contratações. Benefícios fiscais — Gastos com novos funcionários poderiam ser abatidos do IRPJ e da CSLL. Créditos tributários — Micro e pequenas empresas do Simples teriam abatimentos extras. O texto também prevê um prazo de adaptação de 10 anos para que a nova jornada passe a valer totalmente. Como é o projeto original: A proposta que deu origem ao debate reduz a carga máxima de 44 para 36 horas semanais, com transição gradual: 40 horas no primeiro ano e queda de uma hora por ano até chegar ao limite final. O texto proíbe redução salarial. Próximos passos: As negociações são conduzidas pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, que mantém reuniões com líderes partidários e representantes do setor produtivo. A comissão especial pretende acelerar votações e debates nos próximos dias. O projeto segue em análise na Câmara e ainda não tem data para ser votado no plenário.
Zé Cocá surge como favorito para vice na chapa de ACM Neto em 2026
Zé Cocá surge como favorito para vice na chapa de ACM Neto em 2026
Prefeito de Jequié cresce nas articulações da oposição; chapa ainda discute vice-governadoria e segunda vaga ao Senado.
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Foto: Reprodução
Com a aproximação das eleições de 2026, a oposição ao governo da Bahia intensifica as articulações para a disputa ao Palácio de Ondina. O grupo liderado pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) já tem uma definição considerada praticamente certa: a candidatura do ex-ministro João Roma (PL) para uma das vagas ao Senado. Com isso, permanecem abertas duas posições estratégicas na chapa: a vaga de vice-governador e a segunda candidatura ao Senado.Nos bastidores, diferentes nomes têm sido citados para compor a vice de ACM Neto. Entre eles aparecem o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), e o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP). Nas últimas semanas, porém, o nome de Zé Cocá ganhou força dentro do grupo oposicionista. Interlocutores ligados à pré-campanha avaliam que a presença de uma liderança com forte base no interior pode ser decisiva para ampliar o alcance eleitoral da chapa em 2026.Aliados de ACM Neto consideram que a ausência de um nome com forte influência regional foi um dos pontos analisados após a derrota eleitoral de 2022, quando o ex-prefeito acabou superado pelo atual governador Jerônimo Rodrigues (PT). O avanço do nome de Cocá também ocorre em meio a sinais de que José Ronaldo pretende permanecer à frente da prefeitura de Feira de Santana até o fim do mandato, o que reduziria as chances de renúncia para disputar a vice-governadoria.Reeleito em 2024 com mais de 90% dos votos em Jequié, Zé Cocá passou a ser visto como um dos principais ativos políticos do interior baiano dentro do campo oposicionista. Segundo fontes ouvidas pelo Bahia Notícias, o diálogo entre ACM Neto e o prefeito segue em andamento, embora ainda não exista definição oficial sobre a composição da chapa.O próprio Cocá tem condicionado qualquer avanço nas tratativas à formalização de compromissos relacionados a obras estruturantes para Jequié e municípios do Médio Rio de Contas. Entre as prioridades citadas está a construção de um aeroporto regional, considerado estratégico para o desenvolvimento da região. Paralelamente às negociações para a vice, outro tema que movimenta os bastidores envolve o futuro político do senador Angelo Coronel (PSD). O parlamentar avalia deixar a legenda e se aproximar do grupo oposicionista ao governador Jerônimo Rodrigues.Apesar das especulações, o eventual destino partidário de Coronel ainda não foi definido e segue em discussão nas articulações políticas para 2026.
Senado caminha para rejeitar PEC da Blindagem; Ângelo Coronel é único baiano ainda indeciso
Dos 81 senadores consultados, 46 se opõem à proposta; entre os baianos, apenas Ângelo Coronel permanece indeciso. Relator na CCJ também é contra.
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Foto: Reprodução | Agência Senado
Levantamento publicado neste domingo (22) pelo jornal O Globo indica que a chamada PEC da Blindagem enfrenta forte resistência no Senado Federal. Dos 81 parlamentares consultados, 46 afirmaram ser contrários à medida. Apenas 6 declararam apoio explícito à proposta, enquanto 23 preferiram não se manifestar e outros 6 disseram estar indecisos. Entre os representantes da Bahia, os senadores Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PSD) declararam voto contrário sem hesitação. Já Ângelo Coronel (PSD) figura entre os que ainda não definiram posição.Para que a Proposta de Emenda à Constituição avance, é necessário o apoio mínimo de 49 senadores em votação no plenário. Diante dos números apresentados, o cenário se mostra desfavorável para a aprovação do texto. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por onde a PEC ainda tramita, o panorama também é majoritariamente negativo. Dos 27 membros do colegiado, 17 se posicionaram contra a proposta — incluindo o próprio relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Apenas 3 senadores se declararam favoráveis à matéria.O levantamento reforça a avaliação de que a PEC da Blindagem deve enfrentar dificuldades para prosperar na Casa Alta do Congresso. Com informações do Política Livre.
Livramento: Pré-candidatura oposicionista ganha reforço do vereador Deca de Dionísio
Deca de Dionísio anunciou publicamente, nesta sexta-feira (15), que não faz mais parte da situação
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Redes Sociais
- Apenas cerca de três horas separaram o anúncio da saída do vereador José Marques da Silva (PL), o Deca de Dionísio, do grupo situacionista liderado pelo prefeito Ricardo Ribeiro (REDE), da foto ao lado do médico e principal nome da oposição livramentense, Paulo Azevedo (UNIÃO), o Dr. Paulo. Na tarde desta sexta-feira (15), como noticiou o site SUDOESTE BAHIA (SB), em sessão da Câmara Municipal, Deca declarou que não fazia mais parte da situação, alegando que o prefeito de Livramento não atendeu um pedido dele para construção de praça na Comunidade de Santa Rita, zona rural de Livramento. Na plenária, o vereador oposicionista Márcio Alan (PSD) comentou de forma sutil sobre a debandada de Deca. “É, vejo que a base do governo está começando a desunir, a ruir, que antes tão coesa, essa casa está ficando como nos velhos tempos”, disse Alan ao se referir à legislaturas em que os prefeitos não gozavam de ampla maioria. A reportagem do SB esteve na Câmara Municipal, e em conversa com um vereador, que pediu para não ter seu nome divulgado, disse o seguinte: “é só o começo. Outro nome forte deles está vindo”, garantiu o parlamentar. O fato político mesmo é que, se antes, Dr. Paulo era o mais competitivo, agora, praticamente, sacramenta seu nome como via oposicionista.
Livramento: Retorno dos trabalhos do Legislativo é marcado por provocações: “Oposiçãozinha pão com ovo”
Mais uma vez, o prefeito Ricardinho não compareceu na abertura dos trabalhos
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Institucional
- Na última sexta-feira (02), teve início os trabalhos do Legislativo livramentense, que finaliza o quadriênio 2021-2024. Como de praxe, após execução do Hino Nacional Brasileiro, ficou a cargo do presidente da Câmara de Vereadores, Ronilton Alves (REDE), o “Batata”, realizar a leitura da abertura da agenda institucional. Após cumprimento do rito, a palavra foi concedida para que os parlamentares pudessem se expressar livremente. Do lado da situação, sobraram elogios ao prefeito Ricardo Ribeiro (REDE), o “Ricardinho”. Joaquim Silva (PL), o “Kinka”, por exemplo, afirmou que Ricardinho entrou para história por garantir segurança viária aos romeiros de São Gonçalo da Canabrava, mesmo em condições adversas de tempo. “Quero parabenizar à gestão municipal, na pessoa do prefeito Ricardinho. Ficou na história de Livramento um dia tão chuvoso, mas graças a Deus, não houve acidente porque nós tínhamos estrada de qualidade. E o que ficou na história, assim que terminou a festa, os maquinários voltaram pra lá para recuperar as estradas”, afirmou. Se por um lado houve completa rasgação de por parte dos situacionistas, do outro, não faltou provocação por parte dos oposicionistas. Josemar Miranda (PSD), o Zemar, levou para a tribuna uma série de reivindicações do município, como organização do trânsito, transporte escolar e demandas de saúde pública, mas fez questão de provocar a trupe de Ricardinho. “Serei um fiscal da oposiçãozinha pão com ovo que só tem 30%, conforme a gestão vem dizendo. Com muito orgulho e responsabilidade, vou estar ao lado desta oposiçãozinha pão com ovo, afinal de contas, esta mesma oposiçãozinha paga impostos”, acalorou Zemar, antecipando assim, a disputa eleitoral deste ano. A abertura dos trabalhos, mais uma vez, não contou com a presença do prefeito e nem da vice-prefeita e pré-candidata, Joanina Sampaio (PL).
Gradativamente, Paulo Azevedo aglutina lideranças; ex-prefeito é a única chance da oposição livramentense para 24
Há quem diga também que Paulo tem conversas avançadas com o presidente da Câmara de Vereadores, Ronilton Alves, o Batata
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Redes Sociais
- Paulo Azevedo é o exemplo clássico do aluno que superou o mestre. Pupilo do ex-prefeito Emerson Leal, Paulo rompeu com seu ex-aliado após ter sido derrotado no pleito de 2004. Então, foi vice de Carlos Batista, o Carlão, em 2008, e chegou ao topo do poder em Livramento quando foi consagrado como prefeito, com votação histórica ante ao então candidato e hoje prefeito, Ricardo Ribeiro, o Ricardinho. Independente de qualquer opinião sobre sua dinâmica de sobrevivência política, é inegável que Azevedo é um político nato e com visão estratégica. Mas mesmo com olhar pragmático, o cenário político livramentense é bem diferente de 2012, pois quase não há fragilidades para se explorar — a situação dispõe de um grupo político sólido, com liderança em torno da figura de Ricardinho, ao contrário da oposição, que carece de um líder. — No entanto, como não existe espaço vazio, gradativamente, Paulo Azevedo tenta juntar aquilo que se dispersou, ainda mais após um rompimento desastroso do PSD de Livramento, partido da base do PT, guiado por pesquisas eleitorais com histórico de erros, pois desde que Wagner venceu em 2006, Paulo Souto dormia eleito, mas quem se tornava governador era o candidato do PT, o mesmo aconteceu com ACM Neto, que foi derrotado pelo então desconhecido Jerônimo Rodrigues. Prova do empenho de Paulo em organizar, são as redes sociais; para quem o segue, o médico tem posado para fotos com inúmeras personalidades da cena política local, a exemplo do vereador Josemar Miranda e até mesmo Mário Spínola, filho de Carlão, o que pode ser uma sinalização do que está por vir. Há quem diga também que Paulo tem conversas avançadas com o presidente da Câmara de Vereadores, Ronilton Alves, o Batata, e com o vereador situacionista Vitalmir Moura, que estaria insatisfeito com a situação. Portanto, dado o cenário, não é preciso ser nenhum marqueteiro político para saber que Paulo, por toda sua expertise, sua capacidade de jogar mesmo estando fora do tabuleiro, é a única chance viável estrategicamente da oposição para 24, caso esta não queira amargar mais quatro anos de seca de poder.
Inoperante e dispersa, oposição livramentense sedimenta, ainda mais, caminho para feito inédito de Ricardinho em 2024
Comunicação eficiente nas redes sociais, um arrojado programa de obras, líder inconteste da situação, faz indicado de Ricardinho ser mais do que favorito em 2024.
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Redes Sociais
- A praticamente um ano das eleições municipais, os chamados políticos ‘coruja’, aqueles que passam a maior parte do tempo entocados, começam a dar as caras. Pelo menos é esta sensação que o livramentense tem quando se trata da oposição, como bem expressou uma internauta nas redes sociais, diante de uma foto do ex-prefeito Paulo Azevedo, ao lado do ex-vice prefeito de Livramento, João Cambuí. “Este homem ainda existe?”, indagou. O certo é que ao longo de 2 anos e meio de mandato, o prefeito Ricardo Ribeiro, o Ricardinho, tem nadado de braçada. Na Câmara de Vereadores, por exemplo, Ricardinho conta com o apoio de 10 dos 13 vereadores. E com um arrojado programa de obras, que vai desde pontes, escolas, construção de praças até bairros inteiros calçados, o gestor tem se dedicado, bem mais do que no primeiro mandato, a divulgar os seus feitos pelas redes sociais, explorando a potencialidade desta ferramenta comunicacional, transformando seu perfil do Instagram e Facebook em uma verdadeira vitrine, onde tem se mostrado um eficiente garoto propaganda, com um aprumado slogan de o “trabalho não para”, enquanto seus opositores patinam ou nem sequer atuam neste campo. Além do mais, o prefeito reune em torno de si, um grupo coeso, forte e aguerrido, sem contar no alinhamento com o governo estadual, que foi consolidado por sua lealdade ao ex-governador e hoje ministro da Casa Civil, Rui Costa, que resultou na esmagadora vitória de Jerônimo Rodrigues no município, do presidente Lula, sem contar nas votações expressivas de Marquinho Viana e de Zé Rocha. Do outro, tem-se uma oposição quase nada barulhenta, dispersa, inoperante e desorganizada, pois como bem diz o cientista político Wilson Gomes, o maior cabo eleitoral de quem está no poder, é uma oposição silenciosa. Portanto, pelo saldo mais do que positivo de seu segundo mandato, pelo aprimoramento comunicacional e pela inércia oposicionista, Ricardinho caminha para um feito inédito da política livramentense: o de fazer seu sucessor depois de ter sido reeleito. Joanina ou Jânio? Façam suas apostas para 2024.























