Homem morre e mulher entra em coma após ingestão de substâncias tóxicas em Livramento
Polícia investiga possível caso de violência doméstica seguido de suicídio26 Abr 2026 / 17h00

Há quem diga também que Paulo tem conversas avançadas com o presidente da Câmara de Vereadores, Ronilton Alves, o Batata
Por: Tiago Rego | Jornalista
Foto: Redes Sociais
- Paulo Azevedo é o exemplo clássico do aluno que superou o mestre. Pupilo do ex-prefeito Emerson Leal, Paulo rompeu com seu ex-aliado após ter sido derrotado no pleito de 2004. Então, foi vice de Carlos Batista, o Carlão, em 2008, e chegou ao topo do poder em Livramento quando foi consagrado como prefeito, com votação histórica ante ao então candidato e hoje prefeito, Ricardo Ribeiro, o Ricardinho. Independente de qualquer opinião sobre sua dinâmica de sobrevivência política, é inegável que Azevedo é um político nato e com visão estratégica. Mas mesmo com olhar pragmático, o cenário político livramentense é bem diferente de 2012, pois quase não há fragilidades para se explorar — a situação dispõe de um grupo político sólido, com liderança em torno da figura de Ricardinho, ao contrário da oposição, que carece de um líder. — No entanto, como não existe espaço vazio, gradativamente, Paulo Azevedo tenta juntar aquilo que se dispersou, ainda mais após um rompimento desastroso do PSD de Livramento, partido da base do PT, guiado por pesquisas eleitorais com histórico de erros, pois desde que Wagner venceu em 2006, Paulo Souto dormia eleito, mas quem se tornava governador era o candidato do PT, o mesmo aconteceu com ACM Neto, que foi derrotado pelo então desconhecido Jerônimo Rodrigues. Prova do empenho de Paulo em organizar, são as redes sociais; para quem o segue, o médico tem posado para fotos com inúmeras personalidades da cena política local, a exemplo do vereador Josemar Miranda e até mesmo Mário Spínola, filho de Carlão, o que pode ser uma sinalização do que está por vir. Há quem diga também que Paulo tem conversas avançadas com o presidente da Câmara de Vereadores, Ronilton Alves, o Batata, e com o vereador situacionista Vitalmir Moura, que estaria insatisfeito com a situação. Portanto, dado o cenário, não é preciso ser nenhum marqueteiro político para saber que Paulo, por toda sua expertise, sua capacidade de jogar mesmo estando fora do tabuleiro, é a única chance viável estrategicamente da oposição para 24, caso esta não queira amargar mais quatro anos de seca de poder.
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