MP-BA abre inquérito para investigar fechamento de laboratório de água em Brumado
Unidade atendia 43 municípios e teve atividades suspensas; Sesab afirma que análises foram redistribuídas e que serviço voltou a funcionar em 2025.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para apurar os reflexos da paralisação das atividades do Laboratório de Vigilância em Qualidade da Água (LVQA), em Brumado. A unidade é responsável pela análise de amostras de 43 municípios da macrorregião de saúde e teve as operações suspensas após a aposentadoria de servidores sem reposição imediata de pessoal.
- Por outro lado, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) informou que o fechamento foi temporário e que os exames foram redistribuídos para unidades do Lacen-BA em Bom Jesus da Lapa e Jequié, sem prejuízos aos serviços. De acordo com a pasta, a unidade passou por reformas e já voltou a operar normalmente em 2025.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu um inquérito civil para investigar os impactos da suspensão das atividades do Laboratório de Vigilância em Qualidade da Água (LVQA), em Brumado, no sudoeste do estado. A unidade era responsável por análises para 43 municípios da macrorregião de saúde. A investigação foi instaurada após a conversão de um procedimento preparatório e busca esclarecer as circunstâncias do fechamento e eventuais consequências para o serviço de vigilância da qualidade da água na região. Conforme documentos analisados pelo Ministério Público, a paralisação teria ocorrido após a aposentadoria de servidores, sem reposição de profissionais pelo governo estadual. A informação consta em ata de reunião realizada em agosto de 2024 e em ofício da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab). A secretaria, porém, afirma que a suspensão foi temporária e não interrompeu o processamento das amostras. Durante o período, o fluxo de análises teria sido reorganizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA), com encaminhamento dos exames para unidades de Bom Jesus da Lapa e Jequié. Segundo a Sesab, o laboratório de Brumado passou por reforma em 2024 e voltou a operar normalmente em 2025. A pasta também informou que não houve prejuízo à população e que os serviços foram mantidos de forma regionalizada durante a reorganização. Sobre o inquérito, a Sesab declarou que sua área técnica já prestou os esclarecimentos solicitados pelo Ministério Público.
MP-BA abre procedimento para fiscalizar servidores e concurso público em Malhada
MP-BA abre procedimento para fiscalizar servidores e concurso público em Malhada
Procedimento também vai fiscalizar contratações temporárias e vagas efetivas no município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar a política de pessoal da Prefeitura de Malhada, no sudoeste do estado, e avaliar a necessidade de um novo concurso público, conforme decisão da Promotoria de Justiça de Carinhanha publicada em 1º de junho. A apuração buscará identificar cargos efetivos vagos na administração direta e indireta, com foco especial na área da saúde, e analisar a legalidade das contratações temporárias em vigor.
- O objetivo é garantir que o município cumpra as regras constitucionais para admissão de servidores e evitar o uso irregular de vínculos temporários em substituição a profissionais concursados, reforçando a transparência e a regularidade na gestão pública local.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar a política de pessoal da Prefeitura de Malhada, no sudoeste do estado, e apurar a necessidade de um novo concurso público. A medida foi adotada pela Promotoria de Justiça de Carinhanha e publicada nesta terça-feira (1º). A apuração vai verificar a existência de cargos efetivos vagos na administração direta e indireta, com atenção especial à área da saúde, além da legalidade das contratações temporárias em vigor. O objetivo é verificar se o município cumpre as regras constitucionais para admissão de servidores e evitar o uso irregular de vínculos temporários em substituição a profissionais concursados.
MP-BA aponta 205 hectares de Mata Atlântica desmatados ilegalmente na Bahia
MP-BA aponta 205 hectares de Mata Atlântica desmatados ilegalmente na Bahia
Operação realizada em nove municípios aplicou autos de infração, apreensões e embargos ambientais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Operação Mata Atlântica em Pé 2026 identificou 205 hectares de desmatamento ilegal em remanescentes da Mata Atlântica na Bahia, entre 17 e 27 de agosto, envolvendo MP‑BA, Inema, Coppa e Cippa. A fiscalização contou com 121 alertas de desmatamento gerados por sistemas como MapBiomas Alerta, resultando em 63 Autos de Infração de Interdição Temporária, um Auto de Advertência, dois Autos de Apreensão, cinco Autos de Destruição de Fornos e onze notificações.
- O Atlas dos Remanescentes Florestais da Fundação SOS Mata Atlântica destaca que o desmatamento no bioma caiu 40 % em 2025 em relação ao período anterior e 60 % quando comparado a 2020‑2021, atingindo a menor taxa em quatro décadas. A operação faz parte de uma força‑tarefa que cobre 17 estados, usando imagens de satélite, drones e georreferenciamento para identificar áreas desmatadas e orientar inspeções, com consequências administrativas, civis e criminais para os responsáveis.
Foto: Reprodução
A Operação Mata Atlântica em Pé 2026 identificou 205 hectares de desmatamento ilegal de remanescentes da Mata Atlântica na Bahia. A fiscalização foi realizada entre os dias 17 e 27 de agosto e envolveu o Ministério Público da Bahia (MP-BA), o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) e a Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa). As ações ocorreram nas regiões do litoral norte e do sudoeste baiano, alcançando nove municípios. Segundo o MP-BA, foram analisados 121 alertas de desmatamento gerados por sistemas de monitoramento remoto, como o MapBiomas Alerta, que orientaram as vistorias em campo. Durante a operação, os órgãos ambientais lavraram 63 Autos de Infração de Interdição Temporária, um Auto de Advertência, dois Autos de Apreensão, cinco Autos de Destruição de Fornos e emitiram onze notificações. De acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, da Fundação SOS Mata Atlântica, o desmatamento no bioma caiu 40% em 2025 em relação ao período anterior e 60% na comparação com 2020-2021, registrando a menor taxa em quatro décadas de monitoramento. A operação integra uma força-tarefa realizada simultaneamente nos 17 estados abrangidos pela Mata Atlântica. Além das vistorias presenciais, a fiscalização utiliza imagens de satélite, drones e outras ferramentas de georreferenciamento para identificar áreas desmatadas e direcionar as inspeções. Os responsáveis por desmatamentos irregulares podem responder nas esferas administrativa, cível e criminal, além de serem obrigados a reparar os danos ambientais. As áreas embargadas também podem sofrer restrições relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ao acesso ao crédito rural.
MP investiga contratações temporárias e cobra concurso público em Ituaçu
MP investiga contratações temporárias e cobra concurso público em Ituaçu
Procedimento apura vínculos precários desde 2021 e verifica possível substituição indevida de cargos efetivos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) abriu um procedimento administrativo para fiscalizar a regularidade das contratações temporárias realizadas pela Prefeitura de Ituaçu, na Chapada Diamantina, desde 2021. A promotora Paula Rainna Nascimento Santos investigará modalidades como credenciamento, inexigibilidade e processos seletivos simplificados, com foco especial nos setores de saúde e assistência social.
- O objetivo é verificar se os contratos temporários substituem cargos efetivos existentes ou vagos, além de assegurar o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº 825/2011 e a realização de concurso público. O MP acompanhará as medidas adotadas pela gestão municipal e indicará os próximos passos para regularização das contratações e definição de prazos para o certame.
Foto: Reprodução | Agora Sudoeste
O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) abriu um procedimento administrativo para fiscalizar a regularidade das contratações temporárias realizadas pela Prefeitura de Ituaçu, na Chapada Diamantina. A medida foi instaurada pela promotora de Justiça substituta Paula Rainna Nascimento Santos e abrange vínculos firmados a partir de 2021. O órgão vai analisar modalidades como credenciamento, inexigibilidade, processos seletivos simplificados e outras formas de prestação continuada de serviços, com atenção especial aos setores de saúde e assistência social. O objetivo é verificar se esses contratos temporários estariam substituindo cargos efetivos, já existentes ou vagos, no quadro funcional do município. Além da fiscalização das admissões, o MP cobra o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº 825/2011, que estabelece diretrizes para a organização do quadro de pessoal e para a realização de concurso público em Ituaçu. O Ministério Público informou que acompanhará as medidas adotadas pela gestão municipal para adequar os vínculos funcionais e garantir a abertura de um novo certame. O procedimento segue em andamento e deve reunir documentos, contratos e informações complementares da administração. A expectativa é que, após a análise dos dados, o MP indique os próximos passos para regularização das contratações e definição de prazos para o concurso público no município.
Ex-diretora de presídio cobra reconhecimento de paternidade de filha com ex-deputado
Segundo ela, a criança, com pouco mais de um ano, ainda não foi registrada, apesar de um exame de DNA ter confirmado a paternidade.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, investigada por suposta facilitação de fuga de detentos, publicou um vídeo nas redes sociais cobrando o ex-deputado federal Uldurico Junior pelo reconhecimento de paternidade de sua filha de pouco mais de um ano. Segundo a ex-diretora, mesmo com o teste de DNA confirmando o vínculo biológico, a criança permanece sem o registro civil devido a contestações na Justiça promovidas pelo ex-parlamentar.
- Durante o desabafo, ela alegou que o ex-deputado estaria utilizando o processo judicial como forma de retaliação por estar preso em decorrência de uma delação premiada firmada por ela junto ao Ministério Público da Bahia. A ex-diretora reforçou que busca apenas garantir os direitos básicos da menor, como registro de nascimento, filiação e pensão alimentícia, enquanto Uldurico Junior não se manifestou publicamente sobre as acusações até o momento.
Foto: Reprodução
A ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, investigada por supostamente facilitar a fuga de 16 detentos em dezembro de 2024, divulgou um vídeo nas redes sociais em que cobra do ex-deputado federal Uldurico Junior (PSDB) o reconhecimento dos direitos da filha do casal. Segundo ela, a criança, com pouco mais de um ano, ainda não foi registrada, apesar de um exame de DNA ter confirmado a paternidade. No vídeo, a ex-diretora afirma que a filha continua sem o registro civil, mesmo após a comprovação do vínculo biológico. "Minha filha ainda continua sem ser registrada, mesmo com a paternidade comprovada por teste realizado pelo genitor. Um direito básico da minha filha continua sem ser reconhecido", declarou. Ela também acusa o ex-parlamentar de contestar judicialmente o processo de reconhecimento de paternidade e de utilizar medidas judiciais como forma de retaliação após sua prisão. Conforme a ex-diretora, o ex-deputado estaria preso em decorrência de uma investigação relacionada à delação premiada firmada por ela junto ao Ministério Público da Bahia (MP-BA). Durante o desabafo, a ex-diretora afirmou que busca apenas garantir os direitos da filha, incluindo o registro civil, o reconhecimento da filiação e o pagamento de pensão alimentícia. "O genitor vem contestando o processo, transformando uma questão que é do direito da minha filha para me atingir porque ele está preso. O que eu quero é o direito das minhas filhas: registro, reconhecimento da filiação e uma pensão alimentícia justa", afirmou. Até o momento, o ex-deputado Uldurico Junior não havia se manifestado publicamente sobre as declarações da ex-diretora.
MP-BA cobra revisão de regras e alerta para aprovação automática escolar
MP-BA cobra revisão de regras e alerta para aprovação automática escolar
Órgão aponta falhas no modelo e cobra provas de que alunos estão recuperando a aprendizagem.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que a Secretaria da Educação do Estado (SEC) revise, em até 30 dias, as regras do Regime de Progressão Parcial (RPP) adotadas na rede estadual de ensino. A medida decorre de uma investigação que sugere que o modelo atual pode funcionar como uma "aprovação automática disfarçada", uma vez que o estado não comprovou o aprendizado efetivo dos estudantes antes de avançarem de série.
- O órgão apontou falhas graves como avaliações de baixíssima complexidade, dependência excessiva de plataformas digitais e pouca participação dos professores na recuperação. Caso a SEC não adote as adequações solicitadas no prazo, o MP-BA adverte que poderá acionar a Justiça por meio de uma Ação Civil Pública.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que a Secretaria da Educação do Estado (SEC) revise, em até 30 dias, as regras de avaliação e do Regime de Progressão Parcial (RPP) adotados na rede estadual de ensino. O órgão alerta que, sem mecanismos pedagógicos eficazes, o modelo pode funcionar como uma "aprovação automática disfarçada". A recomendação foi assinada pela promotora de Justiça Claudia Luiza Ribeiro Elpídio e é resultado de uma investigação iniciada em 2024, após representação da APLB Sindicato. Segundo o MP-BA, a Secretaria da Educação não apresentou informações suficientes para comprovar que os estudantes realmente recuperam os conteúdos pendentes antes de avançarem para a série seguinte. Entre as principais cobranças, o Ministério Público pede a atualização do Regimento Escolar Unificado, a apresentação de um relatório técnico detalhando o funcionamento do RPP e a adequação das normas às regras da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e às resoluções do Conselho Estadual de Educação. O órgão também questiona a qualidade das avaliações aplicadas aos estudantes. Um parecer técnico aponta que algumas provas tinham baixa complexidade e eram concluídas, em média, em apenas 10 minutos. Além disso, o MP demonstrou preocupação com a dependência de plataformas digitais, a participação limitada dos professores das disciplinas no processo de recuperação e a ampliação de três para cinco matérias que podem ser incluídas no regime de progressão. Ao final da recomendação, o MP-BA adverte que o descumprimento das medidas poderá resultar em providências judiciais, incluindo uma Ação Civil Pública. Procurada, a Secretaria da Educação informou que prepara um posicionamento oficial, mas ainda não apresentou resposta sobre a recomendação.
Pescadores quilombolas viram réus no MP por quatro peixes em Carinhanha
Pescadores quilombolas viram réus no MP por quatro peixes em Carinhanha
Grupo de oito quilombolas afirma que pescava para alimentar as famílias durante a pandemia, sem receber o seguro-defeso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Em meio à pandemia da Covid-19, oito pescadores das comunidades quilombolas de Parateca e Pau D'Arco, no município de Carinhanha, foram flagrados pescando durante o período de defeso, o que os levou a responder na Justiça por crime ambiental. A ação do Ministério Público da Bahia teve como base a apreensão de apenas quatro peixes.
- O caso ganhou destaque devido às dificuldades econômicas e ambientais enfrentadas pelas comunidades durante a pandemia, incluindo a suspensão do seguro-defeso, aumento no preço dos alimentos e dificuldades de acesso a alimentos.
- A seca que atingia a lagoa da comunidade foi apontada como um dos fatores que levaram os pescadores a buscar alimento no local.
Igreja Matriz de Carinhanha - Foto: reprodução
Em meio às dificuldades enfrentadas durante a pandemia da Covid-19, oito pescadores das comunidades quilombolas de Parateca e Pau D'Arco, no município de Carinhanha, passaram a responder na Justiça por crime ambiental após serem flagrados pescando durante o período de defeso. A ação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) teve como base a apreensão de apenas quatro peixes. O caso ocorreu em 2 de fevereiro de 2021. Segundo a defesa, os trabalhadores recorreram à pesca para garantir a alimentação das próprias famílias, em um período marcado pela suspensão do seguro-defeso, aumento no preço dos alimentos e dificuldades econômicas agravadas pela pandemia. A seca que atingia a lagoa da comunidade também é apontada como um dos fatores que levaram os pescadores a buscar alimento no local. Os pescadores são representados pela Associação dos Advogados de Trabalhadores Rurais da Bahia (AATR), que sustenta que a conduta ocorreu em situação de extrema necessidade. A entidade também questiona a proporcionalidade da ação penal, destacando que a denúncia foi motivada pela captura de apenas quatro peixes, enquanto a regularização das terras quilombolas da região segue sem conclusão há mais de duas décadas. Em manifestação encaminhada à Vara Municipal de Carinhanha, o Ministério Público rejeitou os argumentos apresentados pela defesa. No parecer, a promotora Michely Queiroz de Oliveira afirmou que as dificuldades financeiras, a realidade social das comunidades e os aspectos culturais, por si só, não afastam a responsabilidade pelo suposto crime ambiental nem caracterizam estado de necessidade. O processo segue em tramitação e aguarda a realização da audiência de instrução. Enquanto isso, as comunidades quilombolas mantêm a contestação da denúncia e defendem que os pescadores agiram apenas para garantir a própria sobrevivência em um dos períodos mais críticos da pandemia.
Ministério Público apura possível ocultação de contratos de artistas em Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe
Investigação envolve eventos como Carnaval, São João e festas de emancipação política em Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um Procedimento Preparatório de Inquérito Civil para investigar suspeitas de irregularidades na divulgação de contratos de artistas contratados para festas públicas em Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe, no oeste do estado. A apuração foca no possível atraso ou ocultação proposital da publicação de extratos contratuais de eventos tradicionais, prática que visaria criar uma situação de "fato consumado" para dificultar a fiscalização e impedir eventuais suspensões judiciais antes da realização dos shows.
- Como parte das diligências determinadas pelo promotor Jürgen W. Fleischer Jr., as prefeituras e as controladorias internas de ambos os municípios foram notificadas e têm um prazo de 40 dias para apresentar a relação de contratações de artistas e estruturas dos últimos cinco anos. O Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) também foi oficiado para enviar dados sobre os contratos, enquanto o MP-BA apura indícios de interferência de parlamentares no Judiciário e a declaração de um agente político que admitiu omitir divulgações para evitar cancelamentos de eventos.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um Procedimento Preparatório de Inquérito Civil para investigar possíveis irregularidades na divulgação de contratos de artistas contratados para festas públicas nos municípios de Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe, no oeste do estado. A investigação apura se houve atraso injustificado, publicação tardia ou até ocultação temporária dos contratos relacionados a eventos tradicionais do calendário municipal, como Carnaval, São João e festas de emancipação política. A portaria foi assinada pelo promotor de Justiça Jürgen W. Fleischer Jr., que aponta indícios de que as administrações municipais poderiam estar retardando a publicação dos extratos das contratações de forma proposital. Segundo o MP, essa prática dificultaria a atuação dos órgãos de fiscalização, como o próprio Ministério Público e o Tribunal de Contas, já que a divulgação ocorreria próxima à realização dos eventos, reduzindo a possibilidade de uma eventual suspensão judicial antes dos shows. De acordo com o documento, a estratégia criaria uma situação de "fato consumado", em que a interrupção dos eventos poderia gerar prejuízos financeiros e sociais, tornando mais difícil a adoção de medidas por parte da Justiça. A Promotoria também cita um episódio considerado relevante para a investigação. Conforme a portaria, um agente político teria afirmado, durante uma apresentação pública, que deixaria de divulgar novas contratações justamente para evitar que os eventos fossem suspensos por decisões judiciais. O MP ainda apura informações sobre uma possível interferência de integrantes do Poder Legislativo em decisões do Judiciário. Como parte das diligências, o Ministério Público determinou a notificação das prefeituras de Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe, além das Controladorias Internas dos dois municípios. As administrações terão prazo de 40 dias para apresentar a relação completa das contratações de artistas, estruturas de palco e sonorização realizadas nos últimos cinco anos, além das cópias dos processos licitatórios e justificativas para publicações feitas com menos de 30 dias de antecedência dos eventos. O Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) também foi oficiado para encaminhar informações sobre as contratações realizadas pelos dois municípios, que serão analisadas durante a investigação.
Ministério Público recomenda mudanças urgentes na segurança pública de Palmas de Monte Alto
Município terá que criar Conselho, Fundo e Plano Municipal de Segurança para atender às exigências do Sistema Único de Segurança Pública.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) emitiu uma recomendação para que a Prefeitura de Palmas de Monte Alto adote medidas para regularizar sua estrutura de segurança pública e se adeque às normas do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). A iniciativa, que integra o projeto Município Seguro, destaca que a falta de órgãos essenciais — como o Conselho, o Fundo e o Plano Municipal de Segurança — impede o município de captar recursos estaduais e federais para o setor.
- O órgão estabeleceu prazos rígidos para o cumprimento das determinações, que variam de 30 dias para a resposta da prefeitura até 180 dias para a elaboração completa do Plano Municipal de Segurança Pública. Caso as exigências não sejam atendidas sem a devida justificativa, a administração municipal poderá enfrentar medidas judiciais, incluindo ações civis públicas e processos por improbidade administrativa.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que a Prefeitura de Palmas de Monte Alto adote uma série de medidas para regularizar a estrutura da segurança pública no município e atender às exigências do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). A recomendação, assinada pelo promotor de Justiça Marcos Almeida Coelho, faz parte do projeto Município Seguro, que busca fortalecer a gestão da segurança nos municípios baianos e ampliar o acesso a recursos estaduais e federais. De acordo com o MP, embora o município possua Guarda Municipal e órgão executivo de trânsito, ainda faltam estruturas consideradas obrigatórias pela legislação federal, como o Conselho Municipal de Segurança Pública, o Fundo Municipal de Segurança, o Plano Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, além da integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) e da criação de uma ouvidoria específica para o setor. Segundo o órgão, a ausência desses mecanismos impede que Palmas de Monte Alto receba recursos dos fundos estadual e nacional voltados para investimentos em segurança pública. Na recomendação, o Ministério Público estabeleceu prazos para que a administração municipal cumpra as determinações. A Prefeitura terá 30 dias para informar se acata as medidas e apresentar um cronograma de execução. Em até 60 dias, deverá indicar um servidor ou setor responsável pela política de segurança, enquanto os projetos de lei para criação do Conselho e do Fundo Municipal deverão ser encaminhados à Câmara de Vereadores em até 90 dias. O MP também determinou que o Plano Municipal de Segurança Pública seja elaborado em até 180 dias. Caso as exigências não sejam cumpridas sem justificativa, o município poderá responder a medidas judiciais, incluindo ação civil pública e apuração de eventual improbidade administrativa.
Pai é condenado por abusar da filha com deficiência intelectual em Ibotirama
Pai é condenado por abusar da filha com deficiência intelectual em Ibotirama
Vítima tinha 12 anos e deficiência intelectual na época do crime; Justiça também determinou indenização de R$ 500 mil por danos morais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça da Bahia condenou um homem a 21 anos de prisão em regime fechado pelo crime de estupro de vulnerável contra a própria filha, uma adolescente de 12 anos com deficiência intelectual, no município de Ibotirama. O crime ocorreu em 2018, quando a vítima foi até a residência do pai para lhe entregar um alimento e acabou sendo abusada sexualmente pelo agressor.
- Além da pena de reclusão em regime fechado, a sentença de primeira instância determinou que o réu pague uma indenização de R$ 500 mil por danos morais à vítima. A denúncia foi formulada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que ressaltou a relevância da decisão judicial como um passo fundamental no combate e na punição de crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes.
Foto: Divulgação
A Justiça condenou um homem a 21 anos de prisão, em regime fechado, pelo crime de estupro de vulnerável contra a própria filha, no município de Ibotirama, no oeste da Bahia. A decisão atendeu à denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Segundo o processo, o crime ocorreu em 2018, quando a vítima tinha 12 anos e deficiência intelectual. De acordo com o MP-BA, a adolescente havia ido até a residência do pai para entregar um alimento quando foi abusada. Além da pena de prisão, a Justiça determinou que o condenado pague R$ 500 mil de indenização por danos morais à vítima. Conforme a denúncia, o homem agiu de forma consciente ao cometer o crime contra a própria filha. O processo tramitou na comarca de Ibotirama e a sentença encerra a fase de julgamento em primeira instância. O Ministério Público destacou que a condenação representa mais um passo na responsabilização de crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes.
MP recomenda que vice-prefeito de Tanque Novo deixe de atuar como médico
MP recomenda que vice-prefeito de Tanque Novo deixe de atuar como médico
Promotoria de Tanque Novo aponta incompatibilidade entre o exercício do cargo de vice-prefeito e a atuação habitual na rede pública de saúde.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que o vice-prefeito de Tanque Novo, Bruno Diógenes Bomfim Carneiro, suspenda imediatamente os atendimentos médicos e cirurgias que realizava na rede pública municipal. A Promotoria de Justiça estabeleceu um prazo de 15 dias para o cumprimento da medida, apontando que o exercício contínuo da medicina na administração pública, ainda que de forma voluntária, é incompatível com o cargo de vice-prefeito, que exige disponibilidade permanente para substituir o chefe do Executivo.
- A recomendação também destaca indícios de promoção pessoal, uma vez que o vice-prefeito utilizava suas redes sociais para divulgar as cirurgias realizadas, associando serviços públicos à sua imagem política. Caso as determinações não sejam seguidas, incluindo a remoção das postagens e a interrupção dos atendimentos, o MP-BA poderá ajuizar uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que o vice-prefeito de Tanque Novo, Bruno Diógenes Bomfim Carneiro, interrompa imediatamente a realização de atendimentos médicos e procedimentos cirúrgicos na rede pública municipal. A recomendação foi expedida pela Promotoria de Justiça de Tanque Novo e estabelece prazo de 15 dias para o cumprimento das medidas. Segundo o documento, o vice-prefeito, que é médico cirurgião, vinha atuando de forma rotineira no Hospital Municipal e na Policlínica de Tanque Novo, realizando consultas, atendimentos ambulatoriais e cirurgias ao longo dos últimos cinco anos. A investigação teve início após uma representação que apontava possível incompatibilidade entre o exercício do cargo político e a atividade profissional na administração pública. Em sua manifestação, o vice-prefeito e a Prefeitura alegaram que os atendimentos eram prestados de forma voluntária, com base na Lei do Serviço Voluntário, em razão da escassez de médicos especialistas no município. No entanto, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção à Moralidade Administrativa (CAOPAM) concluiu que a utilização da legislação para esse fim caracteriza desvio de finalidade e conflito de interesses. De acordo com a promotora Michely Queiroz de Oliveira, o cargo de vice-prefeito exige disponibilidade permanente para substituir ou suceder o chefe do Executivo, situação considerada incompatível com o exercício contínuo de funções médicas na rede pública, ainda que sem remuneração. O Ministério Público também apontou possível promoção pessoal do agente público. Conforme a recomendação, Bruno Diógenes utilizava as redes sociais para divulgar procedimentos cirúrgicos realizados nas unidades municipais, vinculando os serviços públicos à sua imagem e ao seu grupo político. Além de interromper qualquer atendimento médico, seja de forma voluntária, remunerada ou por pessoa jurídica, o vice-prefeito deverá remover das redes sociais publicações relacionadas aos procedimentos realizados nas unidades públicas. Caso a recomendação não seja cumprida ou não haja resposta dentro do prazo estabelecido, o MP poderá ajuizar uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
MP cobra economia e segurança no São Pedro de Iuiu
MP cobra economia e segurança no São Pedro de Iuiu
Órgão orienta Prefeitura a garantir economia nas contratações, reforçar a segurança e adotar medidas de proteção à população durante os festejos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia recomendou à Prefeitura de Iuiu medidas para garantir a organização, segurança e uso adequado de recursos públicos durante os festejos de São Pedro. As recomendações incluem contratações de artistas com preços justos, fiscalização de circuitos oficiais, controle da poluição sonora e proibição do uso de serpentinas metalizadas.
- Além disso, o MP determinou a regularização das estruturas do evento, banheiros em quantidade suficiente, acessibilidade para pessoas com deficiência e plano eficiente de coleta de resíduos sólidos. A recomendação também prevê atuação conjunta com o Conselho Tutelar para prevenir o trabalho infantil e proteger crianças e adolescentes.
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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) expediu uma recomendação à Prefeitura de Iuiu com uma série de medidas para garantir a organização, a segurança e o uso adequado dos recursos públicos durante os festejos de São Pedro. O documento foi assinado pela promotora de Justiça Michely Queiroz de Oliveira na última sexta-feira (26). Entre as orientações, o MP destaca que as contratações de artistas devem respeitar os preços praticados no mercado e o princípio da economicidade. O órgão considerou adequada a redução do contrato do cantor Eduardinho dos Teclados para R$ 160 mil e solicitou que o município apresente o extrato do termo aditivo, devidamente formalizado e publicado. A recomendação também prevê maior fiscalização nos circuitos oficiais da festa. O Ministério Público orienta a proibição do uso de serpentinas metalizadas e da comercialização de bebidas em recipientes de vidro, além do controle da poluição sonora e da fiscalização dos horários permitidos para funcionamento de paredões e sons automotivos. O documento ainda determina que as estruturas do evento estejam regularizadas junto ao Corpo de Bombeiros, que haja banheiros em quantidade suficiente, acessibilidade para pessoas com deficiência e um plano eficiente de coleta de resíduos sólidos. Além disso, o MP recomenda atuação conjunta da Prefeitura com o Conselho Tutelar para prevenir o trabalho infantil, combater a exploração sexual de crianças e adolescentes e impedir a venda de bebidas alcoólicas a menores de idade durante a festa.
MP investiga suspeitas de fraude em hospedagens do Carnaval de Correntina
MP investiga suspeitas de fraude em hospedagens do Carnaval de Correntina
Investigação apura supostas irregularidades da prefeitura em contrato de hospedagem.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para investigar suspeitas de irregularidades em contratos de hospedagem firmados pela Prefeitura de Correntina, na gestão do prefeito Walter Mariano (União), durante o Carnaval de 2025. A apuração foca no Contrato nº 093/2025, referente à hospedagem de artistas e bandas, onde foram identificados indícios de inconsistências, como CPFs inválidos e nomes de pessoas que negaram ter se hospedado, incluindo moradores locais.
- A investigação aponta que a prefeitura teria pago por diárias não utilizadas e que os gastos com hospedagens em 2025 atingiram R$ 655.359,14. Caso as suspeitas de uso indevido de recursos públicos sejam confirmadas, os responsáveis poderão ser enquadrados por improbidade administrativa. O prefeito Walter Mariano foi notificado e tem 15 dias para apresentar esclarecimentos ao MP-BA.
Foto: Divulgação
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para investigar suspeitas de irregularidades em contratos de hospedagem firmados pela Prefeitura de Correntina durante o Carnaval de 2025. A apuração envolve a gestão do prefeito Walter Mariano (União) e busca verificar o possível uso indevido de recursos públicos. Segundo o MP, a investigação tem como foco o Contrato nº 093/2025, firmado entre a prefeitura e o Hotel Pousada Sonhos para a hospedagem, com café da manhã, de artistas e bandas entre os dias 28 de fevereiro e 4 de março deste ano. De acordo com os documentos do inquérito, a nota fiscal emitida pelo estabelecimento registra 103 diárias, totalizando R$ 53.240. No entanto, o Ministério Público afirma ter identificado indícios de inconsistências na documentação, como CPFs considerados inválidos e nomes de pessoas que teriam sido incluídas na lista de hóspedes, mas negaram ter se hospedado no hotel durante o Carnaval. Entre elas, estariam moradores do próprio município. Ainda conforme o MP, a recepcionista do hotel informou, em depoimento, que as reservas eram feitas diretamente pela prefeitura por meio de ofícios e que o município pagava pelas diárias reservadas, mesmo quando não eram utilizadas. Os documentos da investigação apontam ainda que a Prefeitura de Correntina gastou R$ 655.359,14 com hospedagens entre janeiro e novembro de 2025, valor que motivou uma análise mais detalhada sobre a regularidade dos contratos. Caso as suspeitas sejam confirmadas, o Ministério Público poderá enquadrar os responsáveis por improbidade administrativa, com possível enriquecimento ilícito, dano ao erário e violação dos princípios da administração pública. O prefeito Walter Mariano terá prazo de 15 dias para apresentar esclarecimentos por escrito ao Ministério Público sobre a lista de hóspedes e a regularidade dos pagamentos realizados.
MP recomenda ações contra paredões em quatro municípios do Sudoeste
MP recomenda ações contra paredões em quatro municípios do Sudoeste
Medida abrange Iuiu, Feira da Mata, Malhada e Carinhanha.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) expediu uma recomendação para combater a poluição sonora em quatro municípios do sudoeste do estado – Iuiu, Feira da Mata, Malhada e Carinhanha. A medida, enquadrada no Procedimento Administrativo nº 064.9.310763/2026, visa reduzir os transtornos causados por sons automotivos ("paredões") e ruídos excessivos em estabelecimentos e residências, reiterando que a poluição sonora é um problema de saúde pública e que a perturbação do sossego pode ocorrer a qualquer horário.
- Assinada pela promotora Michely Queiroz de Oliveira, a recomendação determina que proprietários e condutores de veículos evitem sons audíveis fora dos automóveis em vias públicas. Órgãos como Polícia Militar, Polícia Civil, Guardas Municipais e trânsito foram orientados a intensificar a fiscalização, com blitze, multas e apreensão de veículos, podendo os infratores responder por crime ambiental. As prefeituras têm dez dias úteis para informar ao MP sobre as providências, incluindo fiscalização próxima a hospitais e escolas, e concessão de autorizações para eventos com som automotivo apenas em locais afastados de áreas residenciais.
Igreja Matriz de Carinhanha - Foto: reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou uma série de medidas para combater a poluição sonora nos municípios de Iuiu, Feira da Mata, Malhada e Carinhanha, no sudoeste do estado. A iniciativa tem como objetivo reduzir transtornos causados por sons automotivos, conhecidos como "paredões", além de ruídos excessivos em estabelecimentos comerciais e residências. A recomendação foi expedida no âmbito do Procedimento Administrativo nº 064.9.310763/2026 e destaca que a poluição sonora é considerada um problema de saúde pública. No documento, o órgão também esclarece que a perturbação do sossego e a poluição sonora podem ser caracterizadas em qualquer horário, independentemente da crença popular de que sons altos seriam permitidos antes das 22h. A recomendação, assinada pela promotora de Justiça Michely Queiroz de Oliveira, determina que proprietários e condutores de veículos evitem utilizar equipamentos sonoros audíveis fora dos automóveis quando estiverem em vias públicas. Para reforçar a fiscalização, a Polícia Militar, Polícia Civil, Guardas Municipais e órgãos de trânsito foram orientados a realizar blitze, aplicar multas, apreender veículos irregulares e encaminhar infratores às delegacias. Dependendo da situação, os responsáveis poderão responder por crime ambiental, cuja pena pode chegar a quatro anos de reclusão. O Ministério Público também recomendou que as prefeituras intensifiquem a fiscalização, principalmente em áreas próximas a hospitais, unidades de saúde e escolas. O documento ainda estabelece que eventuais autorizações para eventos com som automotivo devem ser concedidas apenas em locais afastados de áreas residenciais. Os municípios têm prazo de dez dias úteis para informar ao MP quais providências serão adotadas para cumprir a recomendação.
MP cobra retirada de barracas da Praça da Catedral em Caetité
MP cobra retirada de barracas da Praça da Catedral em Caetité
Órgão deu prazo de cinco dias para retirada de estruturas instaladas em área tombada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou à Prefeitura de Caetité a remoção de todas as barracas, toldos e estruturas comerciais instalados irregularmente na Praça da Catedral, localizada no centro histórico da cidade. A medida, expedida pela Promotoria de Justiça de Guanambi, estabelece um prazo de cinco dias úteis para a desocupação da área, que é tombada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac). O MP-BA argumenta que a ocupação irregular compromete a preservação do patrimônio histórico, a acessibilidade e a segurança dos pedestres.
- A recomendação prevê uma exceção para as tradicionais barracas de acarajé, cuja situação será discutida em conjunto com o Ipac. Além da retirada das estruturas, o Ministério Público determinou que a prefeitura realize uma vistoria detalhada na praça, identifique os responsáveis pelas instalações e crie regras específicas para eventos e atividades comerciais em áreas tombadas, incluindo a restrição de paredões de som. A Prefeitura de Caetité terá dez dias úteis para informar ao MP se acatará a recomendação e quais medidas serão adotadas.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que a Prefeitura de Caetité retire todas as barracas, toldos, estruturas comerciais e equipamentos instalados irregularmente na Praça da Catedral, no centro histórico da cidade. A recomendação foi expedida pela Promotoria de Justiça de Guanambi e publicada nesta sexta-feira (19). O documento estabelece prazo de cinco dias úteis para que o município promova a desocupação da área. Segundo o MP, a praça está localizada dentro da Poligonal de Tombamento definida pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), o que exige cuidados especiais para preservação do patrimônio histórico e cultural. O órgão argumenta que a ocupação irregular compromete a acessibilidade, a segurança dos pedestres, o ordenamento urbano e a preservação da paisagem histórica da cidade. A recomendação prevê exceção para as tradicionais barracas de acarajé, cuja situação deverá ser discutida em conjunto com o Ipac e representantes da atividade, reconhecida como patrimônio cultural imaterial brasileiro. Além da retirada das estruturas, o MP determinou que a prefeitura realize uma vistoria detalhada na praça e em seu entorno, identificando responsáveis pelas instalações e verificando a existência de autorizações e anuência do Ipac. O documento também orienta o município a criar regras específicas para a realização de eventos, festas populares e atividades comerciais em áreas tombadas, além de restringir ou proibir o uso de paredões de som no centro histórico. A Prefeitura de Caetité terá ainda dez dias úteis para informar ao Ministério Público se irá acatar a recomendação e apresentar as medidas adotadas para cumprir as determinações.
Justiça determina readequação de cachês no São João de Anagé após pedido do MP‑BA
Município terá de depositar mais de R$ 107 mil em valores considerados acima dos parâmetros de órgãos de controle
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça da Bahia acatou um pedido liminar do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e determinou que a Prefeitura de Anagé readeque os cachês das bandas Magníficos e Cacau com Leite, atrações do Arraiá dos Gaviões, previsto para junho. A decisão, emitida nesta quinta-feira (19), ordena o depósito judicial de R$ 107.711,42, valor considerado acima dos limites de razoabilidade para as contratações, que somavam R$ 413 mil e R$ 160 mil, respectivamente.
- A apuração do MP-BA, baseada em nota técnica conjunta com os Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, apontou valores razoáveis inferiores, sem que a Prefeitura apresentasse justificativas válidas para os reajustes. O juiz considerou, ainda, a situação de emergência de Anagé por estiagem. O promotor Leandro Aguiar reforçou que o objetivo é garantir o uso responsável dos recursos públicos, pautado na economicidade e moralidade administrativa, sem impedir a realização dos festejos juninos.
Foto: Divulgação
A Justiça acatou um pedido liminar do Ministério Público da Bahia (MP‑BA) e determinou que a Prefeitura de Anagé readeque os cachês contratados para as bandas Magníficos e Cacau com Leite, atrações do Arraiá dos Gaviões, previsto para acontecer entre 21 e 23 de junho. A decisão, emitida nesta quinta‑feira (19), também ordena o depósito judicial de R$ 107.711,42, referentes aos valores considerados acima dos limites de razoabilidade. Segundo a ação civil pública movida pelo promotor de Justiça Leandro Carvalho Duca Aguiar, a banda Magníficos foi contratada por R$ 413 mil, enquanto Cacau com Leite receberia R$ 160 mil. A apuração do MP‑BA, baseada na Nota Técnica Conjunta nº 01/2026 — elaborada em conjunto com o Tribunal de Contas do Estado (TCE‑BA) e o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM‑BA) — apontou que os valores razoáveis seriam R$ 332.556,27 e R$ 132.732,31, respectivamente. Com isso, a Justiça determinou que o município deposite, em até 24 horas, a diferença entre os valores contratados e os considerados adequados: R$ 80.443,73 referentes ao contrato da Magníficos e R$ 27.267,69 relativos à contratação de Cacau com Leite. A decisão destaca que as justificativas apresentadas pela Prefeitura não demonstraram aumento de notoriedade dos artistas nem fatos novos que justificassem reajustes tão elevados em relação ao ano anterior. O juiz também levou em conta o contexto socioeconômico de Anagé, que está em situação de emergência devido à estiagem prolongada que afeta a zona rural. O promotor Leandro Aguiar reforçou que o objetivo do MP não é impedir a realização do São João, mas garantir o uso responsável dos recursos públicos. “Busca‑se apenas assegurar que as contratações respeitem os princípios da economicidade, eficiência e moralidade administrativa. Os recursos empregados nos festejos pertencem à coletividade e devem ser administrados com o mesmo rigor exigido para qualquer outra política pública”, afirmou. A Prefeitura de Anagé ainda não se manifestou sobre a decisão.
MP questiona mais de R$ 3 milhões em contratações para o São João de Serra do Ramalho
Representação enviada ao TCM aponta pagamentos acima dos parâmetros recomendados, falta de transparência e contratação de Maiara & Maraisa durante decreto de emergência
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) a suspensão de contratações artísticas realizadas pela Prefeitura de Serra do Ramalho para os festejos juninos de 2026. A representação, assinada pelo promotor Alex Bacelar, aponta possíveis irregularidades como cachês considerados elevados, falta de transparência nos contratos e a firmação de atrações durante a vigência de um decreto de emergência no município, com gastos estimados em mais de R$ 3 milhões para 16 atrações.
- Entre os questionamentos, o MP-BA destaca valores de cachês acima dos parâmetros definidos em nota técnica conjunta, que serve como referência de mercado. Um exemplo citado é a contratação da dupla Maiara & Maraisa por R$ 784 mil na mesma data em que a cidade decretou situação de emergência devido a fortes chuvas. Além disso, a ausência dos contratos das atrações no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) foi apontada como um impeditivo para a fiscalização dos gastos públicos.
Foto: Divulgação
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) a suspensão de contratações artísticas realizadas pela Prefeitura de Serra do Ramalho para os festejos juninos de 2026. A representação aponta possíveis irregularidades nos contratos, incluindo cachês considerados elevados, falta de transparência e a contratação de atrações durante a vigência de um decreto de emergência no município. O pedido foi assinado pelo promotor de Justiça Alex Bacelar. Segundo dados do Painel de Transparência dos Festejos Juninos do MP, a prefeitura anunciou 16 atrações para o evento, das quais dez são classificadas como artistas de grande porte. Os gastos estimados superam R$ 3 milhões. Cachês sob questionamento - De acordo com o Ministério Público, parte dos contratos apresenta valores acima dos parâmetros definidos pela Nota Técnica Conjunta nº 001/2026, elaborada pelo MP, TCM, Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA) e Ministérios Públicos de Contas. O documento orienta que os municípios utilizem como referência a média dos cachês pagos aos artistas em 2025, corrigida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para verificar a compatibilidade dos valores com os praticados no mercado. Diante disso, o órgão pediu a adoção de medida cautelar para impedir pagamentos acima dos parâmetros recomendados até que a gestão municipal apresente justificativas para os valores contratados. Contrato durante decreto de emergência - A representação também questiona a contratação da dupla sertaneja Maiara & Maraisa por R$ 784 mil. Segundo o promotor, o contrato foi firmado na mesma data em que o município decretou situação de emergência em razão das fortes chuvas que atingiram a região. Falta de transparência - Outro ponto levantado pelo MP é a ausência dos contratos das atrações no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP). Embora os artistas tenham sido anunciados oficialmente pela prefeitura há mais de dois meses, os documentos não estariam disponíveis para consulta. Para o Ministério Público, a falta dessas informações dificulta a fiscalização dos gastos públicos pelos órgãos de controle e pela população.
Caetité garante Selo de Transparência dos festejos juninos 2026
Caetité garante Selo de Transparência dos festejos juninos 2026
Município está entre as cidades baianas que prestaram contas ao MP-BA sobre gastos e contratações para o São João.
Por: Willian Silva
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Narração automática (IA)Resumo
- Caetité, município baiano, conseguiu o Selo de Transparência dos Festejos Juninos 2026, coordenado pelo Ministério Público da Bahia, garantindo a divulgação dos gastos públicos durante a festa junina. O município integra a lista das 390 cidades baianas que prestaram informações sobre o uso de recursos públicos.
- O ministério informa que os municípios que colaboraram com o painel recebem oficialmente o Selo de Transparência em cerimônia em Salvador e que a plataforma permite aos cidadãos consultar informações sobre contratações, valores de cachês e programação dos eventos.
- O painel já registra mais de R$ 600 milhões em investimentos relacionados aos festejos juninos em todo o estado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Caetité está entre os municípios baianos que já garantiram o Selo de Transparência dos Festejos Juninos 2026, iniciativa coordenada pelo Ministério Público da Bahia para ampliar a fiscalização e a divulgação dos gastos públicos realizados durante o período junino. O município aderiu ao Painel de Transparência dentro do prazo estabelecido pelo MP-BA e integra a lista das 390 cidades baianas que prestaram informações sobre contratações artísticas, programação e investimentos destinados às festas deste ano. Além de Caetité, outros municípios da região, como Guanambi e Brumado, também estão entre os que garantiram participação na iniciativa, considerada uma das principais ferramentas de controle social dos festejos juninos na Bahia. Segundo o Ministério Público, os municípios que colaboraram com o painel receberão oficialmente o Selo de Transparência em cerimônia marcada para a próxima segunda-feira (16), em Salvador. A certificação reconhece a prestação voluntária de informações sobre o uso de recursos públicos durante os eventos. Neste ano, o Painel de Transparência já registra mais de R$ 600 milhões em investimentos relacionados aos festejos juninos em todo o estado. A plataforma permite que qualquer cidadão consulte informações sobre atrações contratadas, valores de cachês, fontes de recursos e programação dos eventos. De acordo com o MP-BA, a iniciativa fortalece a transparência na gestão pública e facilita o acompanhamento dos gastos realizados pelos municípios durante um dos períodos festivos mais importantes da Bahia.
MP-BA apresenta mudanças da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental em seminário em Caetité
Promotor detalhou impactos da legislação para municípios do Alto Sertão e reforçou papel do Ministério Público na fiscalização
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) promoveu em Caetité o VI Seminário Gestão Ambiental Municipal, ocasião em que foram detalhadas as alterações da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025). Conduzida pelo promotor Jaílson Trindade Neves, a apresentação abordou os pontos cruciais da nova legislação, incluindo os procedimentos de licenciamento, a distribuição de competências entre os órgãos públicos e os desafios para sua efetiva implementação. O promotor também enfatizou o papel fiscalizador do MP na defesa do meio ambiente.
- O evento, organizado pelo Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável Alto Sertão, reuniu gestores municipais, técnicos ambientais e representantes de diversas entidades para discutir a adequação dos municípios às novas diretrizes, especialmente no tocante à gestão de resíduos e erradicação de lixões. A iniciativa visa fortalecer a atuação conjunta entre municípios e órgãos ambientais, subsidiando novas estratégias e ampliando a capacidade de fiscalização na região do Alto Sertão, em alinhamento com as políticas públicas de preservação.
Foto: Divulgação | MP-BA
O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) apresentou, em Caetité, as principais mudanças da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025) durante o VI Seminário Gestão Ambiental Municipal: Resultados e Impactos no Alto Sertão, realizado no dia 26 de maio na sede da Uneb. A palestra foi conduzida pelo promotor de Justiça Jaílson Trindade Neves, titular da Promotoria Regional Especializada em Meio Ambiente, com sede em Guanambi. O promotor explicou os pontos centrais da nova legislação e os reflexos diretos para a gestão pública municipal. Entre os temas abordados, destacou os procedimentos de licenciamento, a divisão de competências entre os entes públicos e os desafios para implementação das mudanças previstas na norma. Ele também reforçou o papel do MP na fiscalização do cumprimento da lei e na defesa do meio ambiente como direito fundamental. O seminário foi promovido pelo Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável Alto Sertão e reuniu gestores municipais, técnicos ambientais e representantes de órgãos estaduais, como a Sema e o Inema, além de prefeitos e equipes das prefeituras da região. A iniciativa busca orientar os municípios sobre a adequação às novas regras, especialmente no que diz respeito à gestão de resíduos e à eliminação de lixões, alinhando as ações locais às políticas públicas de preservação ambiental. As discussões devem subsidiar novas estratégias de atuação conjunta entre municípios e órgãos ambientais, fortalecendo a implementação da legislação e ampliando a capacidade de fiscalização no Alto Sertão.
MP fiscaliza shows de Alok e Zé Neto & Cristiano em Santa Maria e Coribe
MP fiscaliza shows de Alok e Zé Neto & Cristiano em Santa Maria e Coribe
Entre os nomes citados estão o DJ Alok e a dupla Zé Neto & Cristiano, apontados pela imprensa como atrações confirmadas para os eventos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar os festejos juninos de 2026 em Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe. A fiscalização visa evitar o uso indevido das festividades para promoção pessoal de agentes públicos e a contratação de artistas custeados com recursos públicos.
- O MP destacou que apresentações artísticas financiadas com verbas públicas não podem ser utilizadas para agradecimentos nominais, manifestações político-partidárias ou enaltecimento de gestores. O objetivo é evitar irregularidades e garantir a responsabilidade na utilização dos recursos.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar os festejos juninos de 2026 nos municípios de Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe, com foco na contratação de artistas custeados com recursos públicos. Entre os nomes citados no documento estão o DJ Alok e a dupla Zé Neto & Cristiano, apontados pela imprensa local como atrações confirmadas para os eventos. A fiscalização também inclui outros artistas que venham a ser contratados durante o período junino. Segundo a portaria, o objetivo é evitar o uso indevido das festividades para promoção pessoal de agentes públicos, autoridades, candidatos ou pré-candidatos. O MP destaca que apresentações artísticas financiadas com verbas públicas não podem ser utilizadas para agradecimentos nominais, manifestações político-partidárias ou enaltecimento de gestores. O documento afirma que essas condutas podem configurar desvio de finalidade, violação ao princípio da impessoalidade e até propaganda eleitoral antecipada. Como medida inicial, o MP determinou o envio de recomendação às prefeituras, empresas organizadoras e responsáveis pelas atrações artísticas. Os destinatários deverão confirmar o recebimento no prazo de dez dias. A portaria foi assinada pelo promotor de Justiça Jürgen W. Fleischer Jr., da Promotoria de Santa Maria da Vitória. O MP ressaltou que, até o momento, não há irregularidades comprovadas, e que a atuação tem caráter preventivo.
MP-BA recomenda suspensão de show de Léo Foguete na Festa de Sant’Ana 2026 em Caetité
Órgão questiona valor do cachê do artista e pede comprovação da capacidade financeira do município
Por: Willian Silva
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma recomendação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) gerou repercussão em Caetité ao sugerir a suspensão do show do cantor Léo Foguete na Festa de Sant’Ana 2026. A medida foi motivada por questionamentos sobre o valor do cachê contratado, que estaria acima da média de contratos semelhantes realizados no ano anterior. O MP-BA solicitou esclarecimentos e documentação à administração municipal, focando na justificativa para o aumento do cachê e na comprovação da capacidade financeira da cidade.
- O caso em Caetité não é isolado, com outras cidades da região, como Paramirim, enfrentando problemas similares com questionamentos de órgãos de controle sobre valores de contratações artísticas. Essa situação tem gerado tensão entre gestores municipais e produtores de eventos. A Prefeitura de Caetité informou que está providenciando a documentação solicitada pelo MP-BA e busca solucionar a questão para manter a programação festiva.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Uma recomendação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) movimentou os bastidores políticos e jurídicos de Caetité após o órgão sugerir a suspensão do show do cantor Léo Foguete, previsto na programação oficial da tradicional Festa de Sant’Ana 2026. A medida teria sido motivada por questionamentos relacionados ao valor do cachê contratado para a apresentação do artista. Segundo informações obtidas por fontes ligadas ao caso, o MP-BA entende que os valores estariam acima da média praticada em contratos semelhantes realizados no ano passado, o que levou os órgãos de fiscalização a solicitarem esclarecimentos e documentação complementar da administração municipal. Entre os pontos analisados pelo Ministério Público estão a justificativa para o aumento do cachê e a comprovação da capacidade financeira do município para arcar com a contratação sem comprometer as contas públicas. O caso, no entanto, não seria isolado. Informações de bastidores apontam que outras cidades da região também estariam enfrentando problemas semelhantes. Em Paramirim, por exemplo, eventos e apresentações artísticas também teriam sido alvo de questionamentos por parte dos órgãos de controle, com risco de suspensão e até cancelamento de atrações devido aos valores contratados. A movimentação provocou tensão entre gestores municipais, produtores de eventos e equipes jurídicas, especialmente em cidades que já divulgaram oficialmente suas programações festivas para 2026. Prefeitura de Caetité se manifesta sobre a recomendação: Procurada pela reportagem do Sudoeste Bahia, a Prefeitura Municipal de Caetité informou que está providenciando toda a documentação solicitada pelo Ministério Público da Bahia e que trabalha para solucionar a questão o mais rápido possível, com o objetivo de manter a grade oficial da Festa de Sant’Ana 2026. Até o momento, o MP-BA não divulgou oficialmente detalhes da recomendação nem informou se outras medidas poderão ser adotadas caso os esclarecimentos solicitados não sejam apresentados.
Servidor público é preso em operação que apura esquema de R$ 400 milhões no setor de combustíveis na Bahia
Ação do MP-BA, Sefaz e Polícia Civil cumpriu mandados em quatro cidades e afastou servidores municipais de Candeias
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um servidor público estadual e outras duas pessoas foram presos preventivamente durante a Operação Khalas, que investiga um esquema de sonegação fiscal estimado em R$ 400 milhões no setor de combustíveis na Bahia. A ação mobilizou equipes em várias cidades da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana, Camaçari e Candeias.
- A Operação Khalas é coordenada pelo Gaesf, grupo especializado do MP-BA, com apoio da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip/Sefaz) e do Núcleo Especializado de Combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Neccot/Draco) da Polícia Civil. A força-tarefa reforçou que o objetivo é interromper o ciclo de fraudes que impacta diretamente a arrecadação estadual e distorce a concorrência no setor de combustíveis.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Um servidor público estadual e outras duas pessoas foram presos preventivamente na manhã desta quinta-feira (21) durante a Operação Khalas, que investiga um esquema de sonegação fiscal estimado em R$ 400 milhões no setor de combustíveis na Bahia. A ação mobilizou equipes em Salvador, Feira de Santana, Camaçari e Candeias. Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), o grupo criminoso pagava vantagens indevidas a servidores estaduais e municipais para garantir proteção e facilitar práticas ilegais. O esquema envolvia a importação clandestina de insumos, como nafta e solventes químicos, que eram desviados para unidades de mistura irregulares, conhecidas como “batedeiras”, onde eram manipulados para abastecer o mercado de combustíveis de forma fraudulenta.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Além das prisões, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, e dois servidores municipais de Candeias foram afastados das funções. A operação é coordenada pelo Gaesf, grupo especializado do MP-BA, com apoio da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip/Sefaz) e do Núcleo Especializado de Combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Neccot/Draco) da Polícia Civil. A Operação Khalas é um desdobramento da Operação Primus, deflagrada em outubro de 2025, e tem como foco desarticular o núcleo operacional e financeiro da organização criminosa. Ao todo, participaram da ação oito promotores de Justiça, 26 delegados, 90 policiais civis, servidores do Fisco Estadual, integrantes do MP-BA e policiais da Cipfaz. A força-tarefa reforçou que o objetivo é interromper o ciclo de fraudes que impacta diretamente a arrecadação estadual e distorce a concorrência no setor de combustíveis. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar a análise do material apreendido.
MP-BA apura aumento da taxa de iluminação em Brumado
MP-BA apura aumento da taxa de iluminação em Brumado
Morador denunciou elevação considerada abusiva na cobrança da CIP
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento para investigar o significativo aumento na cobrança da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP) no município de Brumado, localizado no sudoeste do estado. A ação foi motivada por uma representação apresentada por um morador, Antônio de Pádua Araújo Ferreira, que relatou aumentos expressivos em suas faturas de energia elétrica a partir de abril de 2026, após a entrada em vigor de uma nova Lei Complementar Municipal que alterou a metodologia de cálculo da taxa.
- O denunciante apresentou casos em que a cobrança da CIP saltou de R$ 8,00 para R$ 27,64 (245%) e de R$ 3,00 para R$ 27,54 (mais de 800%), mesmo sem alteração no consumo de energia. Argumentando desrespeito aos princípios de razoabilidade e capacidade contributiva, o morador pediu a intervenção do MP-BA. Em resposta, o promotor Gustavo Pereira determinou que a prefeitura, a Câmara Municipal e a Neoenergia Coelba forneçam justificativas técnicas e financeiras para o reajuste e detalhes sobre a aprovação da lei e a metodologia de cálculo da CIP.
Foto: Reprodução | Radio 88 FM
O Ministério Público da Bahia instaurou um procedimento para apurar o aumento na cobrança da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP) em Brumado, no sudoeste da Bahia. A medida foi tomada após uma representação apresentada pelo morador Antônio de Pádua Araújo Ferreira, no dia 22 de abril de 2026. Segundo o documento, o contribuinte relatou que a cobrança da CIP teve aumento expressivo nas faturas de energia emitidas em abril. Ele afirma que a mudança ocorreu após a entrada em vigor da Lei Complementar Municipal nº 17, aprovada em dezembro de 2025, que alterou a forma de cálculo da taxa. Conforme a denúncia, uma das unidades consumidoras do morador teve a cobrança elevada de R$ 8,00 para R$ 27,64 entre março e abril — alta de cerca de 245%. Em outra unidade, usada em um imóvel em construção, o valor passou de R$ 3,00 para R$ 27,54, aumento superior a 800%, mesmo sem alteração no consumo de energia. O morador argumenta que a nova regra desrespeita princípios de razoabilidade e capacidade contributiva, e pediu a intervenção do MP-BA para avaliar a legalidade da cobrança. De acordo com o órgão, o promotor Gustavo Pereira determinou o envio de ofícios ao prefeito, solicitando, em até dez dias úteis, uma justificativa técnica e financeira para o reajuste. A Câmara Municipal também deverá encaminhar cópia do processo legislativo que aprovou a lei. A Neoenergia Coelba foi acionada para explicar a metodologia usada no cálculo da CIP nas contas emitidas desde abril.
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
Promotoria aponta falhas formais e risco financeiro em operação de crédito com a Caixa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação, emitida pela 1ª Promotoria de Justiça, baseou-se em uma representação de dois vereadores, que apontou possíveis irregularidades formais e o risco de impacto significativo nas contas públicas. O MP questiona a necessidade do empréstimo, considerando que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê evento semelhante em 2026, sugerindo capacidade de investimento com recursos próprios.
- Entre as falhas apontadas pelo Ministério Público estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além da falta de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. A Promotoria também criticou a falta de detalhamento na aplicação dos recursos, que mencionava apenas áreas gerais como pavimentação e saneamento. O MP alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais, como FPM e ICMS, em caso de inadimplência, o que poderia afetar despesas obrigatórias. A prefeita tem cinco dias para se manifestar sobre a recomendação.
Foto: Reprodução | Blog Sudoeste
O Ministério Público da Bahia recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação foi emitida pela 1ª Promotoria de Justiça após representação apresentada por dois vereadores. De acordo com o órgão, a operação apresenta possíveis irregularidades formais e pode gerar impacto significativo nas contas públicas. A Promotoria cita que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê um evento de porte semelhante no São João do Amor 2026, o que, segundo o MP, demonstra capacidade de investimento com recursos próprios. O Ministério Público também aponta falhas no processo legislativo que aprovou a lei. Entre os pontos citados estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. Outro ponto questionado é a falta de detalhamento sobre a aplicação dos recursos. A legislação menciona apenas áreas gerais, como pavimentação e saneamento, sem especificar locais, cronogramas ou custos das obras. A Promotoria ainda alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais em caso de inadimplência, já que valores do FPM e do ICMS podem ser usados como garantia da operação, o que pode afetar despesas obrigatórias, como pagamento de servidores e investimentos mínimos em saúde e educação. O MP também menciona que um pedido de audiência pública para discutir o projeto foi rejeitado na Câmara Municipal, o que teria limitado o debate sobre o tema. A prefeita tem cinco dias para informar se vai acatar a recomendação e apresentar documentos e informações sobre eventuais negociações com a Caixa. A gestão municipal ainda não se manifestou sobre o caso.
Prorrogado prazo para que gestores enviem dados sobre gastos com festejos juninos
O prazo foi prorrogado em virtude da enorme demanda dos municípios verificada pelo MP na quinta-feira (06)
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Gov/BA
- O Ministério Público estadual (MP-BA) prorrogou até o próximo domingo, dia 9, o prazo para os gestores municipais responsáveis pela organização dos festejos juninos, ocorridos entre os dias 1º de maio e 31 de julho, informarem ao ‘Painel de Transparência’ os dados sobres investimentos realizados com contratações públicas de atrações artísticas. O prazo foi prorrogado em virtude da enorme demanda dos municípios verificada pelo MP na quinta-feira (06). Até às 18h de ontem, mais de 294 municípios prestaram informações ao Ministério Público sobre um total de 2.505 contratações que somaram um montante superior a 291 milhões de reais. A consolidação final dos dados se dará após 31 de julho, quando termina a segunda janela para envio de informações complementares pelos Municípios, que se inicia no dia 14 de junho. Transparentômetro - O Painel passa a trazer a ainda o ‘Transparentômetro’, que diariamente vai atualizar, de forma sintética, os valores já informados e as listas dos municípios que disponibilizaram e que não encaminharam os dados. A atualização diária acontece até o próximo dia 13 de junho, quando ocorrerá o evento de entrega do Selo de Transparência para os gestores que colaboraram com o Painel.
Ministério Público divulga recomendações sobre os festejos de São Gonçalo, em Livramento
Em caso de eventuais apreensões de veículos, estes por sua vez, deverão ser encaminhados ao CIRETRAN
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Patrick Cassiano
- Com a chegada dos festejos de São Gonçalo da Canabrava, nos dias 27 e 28 de janeiro, o Ministério Público (MP-BA), divulgou uma série de recomendações em relação a segurança viária, além de recomendar à 46ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), que intensifique o policiamento nos dias de celebração. Para o órgão, muitos motoqueiros se valem da data festiva para burlar o Código de Trânsito, além de colocar as suas vidas e a de terceiros em risco, em razão de manobras perigosas. “CONSIDERANDO que através do mesmo documento o Comando informa a realização de um evento paralelo de expressivo grupo de motociclistas, cuja grande parcela se aproveita dos festejos para cometer crimes e infrações de trânsito de natureza grave, como pilotar sob efeito de bebida alcoólica e entorpecentes, direção perigosa com uso de manobras arriscadas (empinar), além de retirada de carenagem e placas de identificação, adulteração de descarga automotora com intuito de promover expressivo barulho, tudo demonstrado através de imagens de vídeos de eventos ocorridos em anos anteriores, os quais se encontram disponibilizados no perfil “cana_brava2024” na rede social Instagram”, diz trecho do documento que é assinado pela promotora substituta Daniela de Almeida, que recomenda: “RECOMENDA ao Comando da 46ª CIPM para que intensifique as medidas preventivas e de fiscalização o das normas de trânsito brasileiras, ao longo do Evento intitulado ‘Festejo de São Gonçalo da Canabrava’, que se realizará nas datas de 27 e 28 de janeiro de 2024, promovendo a adoção das medidas necessárias para a segurança viária e do público presente, especialmente previstas pelo art. 269, do Código de Trânsito Brasileiro, sem prejuízo de eventuais outras medidas repressivas, caso verificada a ocorrência de crimes de trânsito”, escreveu. Em caso de eventuais apreensões de veículos, estes por sua vez, deverão ser encaminhados ao CIRETRAN.
Deputado estadual da Bahia é alvo de operação sob acusação de liderar grupo miliciano
Quinze foram denunciados pelo MP-BA por crimes de lavagem de dinheiro, receptação qualificada e agiotagem, segundo o próprio órgão
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Foto: AL-BA
- Um deputado estadual da Bahia foi alvo, nesta quinta-feira (7), da Operação ‘El Patron’, deflagrada pelo Ministério Público estadual. O alvo é o parlamentar Binho Galinha (Patriota), segundo informaram fontes do MP-BA ao Metro1. De acordo com MP-BA o legislador é suspeito de liderar um grupo miliciano em Feira de Santana. O MP-BA informou que o deputado estadual é acusado por crimes de lavagem de dinheiro do jogo do bicho, agiotagem e receptação qualificada. O MP-BA cumpre dez mandados de prisão preventiva e 35 mandados de busca e apreensão, incluindo a casa e fazendas do deputado. Ele e mais 14 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público, entre elas, policiais militares. Conforme informou a Receita Federal, foi bloqueado mais de R$ 160 milhões das contas bancárias dos investigados e o sequestro de 40 propriedades urbanas e rurais, além da suspensão de atividades econômicas de seis empresas, em cumprimento à decisão expedida pelo Juízo da 1º Vara Criminal de Feira de Santana. Binho Galinha foi eleito para Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) pela primeira vez no ano passado, com 49 mil votos. Ao Metro1, o presidente da AL-BA, Adolfo Menezes (PSD), informou que a Casa ainda não foi comunicada sobre a operação. "Eu não tenho conhecimento de nada para falar alguma coisa. A AL-BA está fechada, inclusive", disse.
Morre Cristiano Chaves, jurista e promotor do Ministério do Público da Bahia
Morre Cristiano Chaves, jurista e promotor do Ministério do Público da Bahia
Cristiano Chaves era ainda membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família e professor da Faculdade Baiana de Direito
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Foto: Redes Sociais
- O jurista e promotor do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Cristiano Chaves de Farias, morreu nesta segunda-feira (6), vítima de câncer. A morte foi divulgada através de nota pela Faculdade Baiana de Direito, onde ele lecionava. Formado em Direito pela Universidade Católica do Salvador, Cristiano Chaves tinha um vasto currículo na área, sendo membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família e professor do Complexo de Ensino Renato Saraiva. A Baiana de Direito decretou luto e suspendeu as atividades acadêmicas. O sepultamento de Cristiano ocorrerá no cemitério Jardim da Saudade, às 17h.
Bahia: Justiça determina bloqueio de R$ 2,6 milhões nas contas de empresários suspeitos de pirataria
Celulares, computadores e documentos foram apreendidos nas residências dos suspeitos.
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Foto: MP-BA
- Dois empresários foram alvos de dois mandados de busca e apreensão, nesta terça-feira (27), e tiveram bloqueio de R$ 2,65 milhões nas contas determinado pela Justiça. De acordo com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), os suspeitos são investigados por violarem direitos autorais, por meio de pirataria, e lavagem de dinheiro em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia. As informações são do G1. Celulares, computadores e documentos foram apreendidos nas residências dos suspeitos em uma ação conjunta da 4ª Promotoria de Justiça e apoio do 8º Batalhão da Polícia Militar de Porto Seguro. Durante as investigações foram identificadas estruturas de fornecimento e distribuição de sinal e acesso para mais de 10 mil pessoas. A ação dos suspeitos dava acesso ilegal a canais de TV por assinatura. Os materiais apreendidos passarão por perícia. Operações simultâneas na Bahia - A prisão dos empresários faz parte de três operações realizadas pelo MP, nesta terça-feira (27), contra o crime organizado no estado. À frente da ação está o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), da capital, e das unidades no norte (Gaeco Norte) e sul do estado (Gaeco Sul). Além da ação em Porto Seguro, duas operações foram deflagradas em Feira de Santana e Juazeiro. As operações desarticularam esquemas e organizações criminosas, respectivamente, de fraude em licitação e tráfico de droga. Mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos nos municípios.
MP-BA define linha de painel de transparência para festas juninas
MP-BA define linha de painel de transparência para festas juninas
Reunião alinhou dados para construção de painel de transparência de gastos com festas juninas
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Foto: Divulgação | Ascom TCE
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) realizou reunião de alinhamento de dados para construção do painel de preços das contratações de artistas para os festejos juninos, nesta quinta-feira, 11, com os promotores de Justiça Frank Ferrari e Rita Tourinho, os presidentes do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Marcus Presídio, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Francisco Netto, procuradoras-gerais dos MPs de Contas junto ao TCE, Camila Luz, e junto ao TCM, Aline Rego; e e representantes da União dos Municípios da Bahia (UPB), e da Secretaria estadual de Turismo. As informações são do jornal A Tarde. O encontro ocorreu na sede do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e foi reafirmado na necessidade de uma união de esforços pela preservação dos festejos e de uma fiscalização pautada pela prevenção e orientação aos gestores. Foram discutidos e ajustados, de forma cooperada, os dados a serem solicitados aos municípios. O coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Proteção à Moralidade Administrativa (Caopam), promotor de Justiça Frank Ferrari, apresentou a planilha que será preenchida pelos gestores dos municípios baianos com dados sobre as festas juninas de 2022 e 2023. Além disso, ressaltou a necessidade do trabalho colaborativo entre o sistema e os gestores para a defesa pública. “Esse é o nosso compromisso, de tentar viabilizar, e não inviabilizar, o São João, a gente não trabalha com essa hipótese. Foi nesse contexto que a gente pensou no painel, como uma forma de cooperar com os gestores, de unir forças e dar transparência para a sociedade sobre os recursos gastos”, afirmou. A reunião também contou com a participação da chefe de Gabinete da Setur, Giulliana Brito; superintendente da UPB, Elve Cardoso; coordenadora de Relações Institucionais da UPB, Samara Alves; o coordenador jurídico da UPB, Wal Goulart; coordenador de captação de recurso da UPB, Joelson Azevedo; e o Superintendente Técnico do TCE/BA, José Raimundo Bastos de Aguiar.
























