Ministério Público recomenda mudanças urgentes na segurança pública de Palmas de Monte Alto
Município terá que criar Conselho, Fundo e Plano Municipal de Segurança para atender às exigências do Sistema Único de Segurança Pública.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) emitiu uma recomendação para que a Prefeitura de Palmas de Monte Alto adote medidas para regularizar sua estrutura de segurança pública e se adeque às normas do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). A iniciativa, que integra o projeto Município Seguro, destaca que a falta de órgãos essenciais — como o Conselho, o Fundo e o Plano Municipal de Segurança — impede o município de captar recursos estaduais e federais para o setor.
- O órgão estabeleceu prazos rígidos para o cumprimento das determinações, que variam de 30 dias para a resposta da prefeitura até 180 dias para a elaboração completa do Plano Municipal de Segurança Pública. Caso as exigências não sejam atendidas sem a devida justificativa, a administração municipal poderá enfrentar medidas judiciais, incluindo ações civis públicas e processos por improbidade administrativa.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que a Prefeitura de Palmas de Monte Alto adote uma série de medidas para regularizar a estrutura da segurança pública no município e atender às exigências do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). A recomendação, assinada pelo promotor de Justiça Marcos Almeida Coelho, faz parte do projeto Município Seguro, que busca fortalecer a gestão da segurança nos municípios baianos e ampliar o acesso a recursos estaduais e federais. De acordo com o MP, embora o município possua Guarda Municipal e órgão executivo de trânsito, ainda faltam estruturas consideradas obrigatórias pela legislação federal, como o Conselho Municipal de Segurança Pública, o Fundo Municipal de Segurança, o Plano Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, além da integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) e da criação de uma ouvidoria específica para o setor. Segundo o órgão, a ausência desses mecanismos impede que Palmas de Monte Alto receba recursos dos fundos estadual e nacional voltados para investimentos em segurança pública. Na recomendação, o Ministério Público estabeleceu prazos para que a administração municipal cumpra as determinações. A Prefeitura terá 30 dias para informar se acata as medidas e apresentar um cronograma de execução. Em até 60 dias, deverá indicar um servidor ou setor responsável pela política de segurança, enquanto os projetos de lei para criação do Conselho e do Fundo Municipal deverão ser encaminhados à Câmara de Vereadores em até 90 dias. O MP também determinou que o Plano Municipal de Segurança Pública seja elaborado em até 180 dias. Caso as exigências não sejam cumpridas sem justificativa, o município poderá responder a medidas judiciais, incluindo ação civil pública e apuração de eventual improbidade administrativa.
Pai é condenado por abusar da filha com deficiência intelectual em Ibotirama
Pai é condenado por abusar da filha com deficiência intelectual em Ibotirama
Vítima tinha 12 anos e deficiência intelectual na época do crime; Justiça também determinou indenização de R$ 500 mil por danos morais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça da Bahia condenou um homem a 21 anos de prisão em regime fechado pelo crime de estupro de vulnerável contra a própria filha, uma adolescente de 12 anos com deficiência intelectual, no município de Ibotirama. O crime ocorreu em 2018, quando a vítima foi até a residência do pai para lhe entregar um alimento e acabou sendo abusada sexualmente pelo agressor.
- Além da pena de reclusão em regime fechado, a sentença de primeira instância determinou que o réu pague uma indenização de R$ 500 mil por danos morais à vítima. A denúncia foi formulada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que ressaltou a relevância da decisão judicial como um passo fundamental no combate e na punição de crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes.
Foto: Divulgação
A Justiça condenou um homem a 21 anos de prisão, em regime fechado, pelo crime de estupro de vulnerável contra a própria filha, no município de Ibotirama, no oeste da Bahia. A decisão atendeu à denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Segundo o processo, o crime ocorreu em 2018, quando a vítima tinha 12 anos e deficiência intelectual. De acordo com o MP-BA, a adolescente havia ido até a residência do pai para entregar um alimento quando foi abusada. Além da pena de prisão, a Justiça determinou que o condenado pague R$ 500 mil de indenização por danos morais à vítima. Conforme a denúncia, o homem agiu de forma consciente ao cometer o crime contra a própria filha. O processo tramitou na comarca de Ibotirama e a sentença encerra a fase de julgamento em primeira instância. O Ministério Público destacou que a condenação representa mais um passo na responsabilização de crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes.
MP recomenda que vice-prefeito de Tanque Novo deixe de atuar como médico
MP recomenda que vice-prefeito de Tanque Novo deixe de atuar como médico
Promotoria de Tanque Novo aponta incompatibilidade entre o exercício do cargo de vice-prefeito e a atuação habitual na rede pública de saúde.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que o vice-prefeito de Tanque Novo, Bruno Diógenes Bomfim Carneiro, suspenda imediatamente os atendimentos médicos e cirurgias que realizava na rede pública municipal. A Promotoria de Justiça estabeleceu um prazo de 15 dias para o cumprimento da medida, apontando que o exercício contínuo da medicina na administração pública, ainda que de forma voluntária, é incompatível com o cargo de vice-prefeito, que exige disponibilidade permanente para substituir o chefe do Executivo.
- A recomendação também destaca indícios de promoção pessoal, uma vez que o vice-prefeito utilizava suas redes sociais para divulgar as cirurgias realizadas, associando serviços públicos à sua imagem política. Caso as determinações não sejam seguidas, incluindo a remoção das postagens e a interrupção dos atendimentos, o MP-BA poderá ajuizar uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que o vice-prefeito de Tanque Novo, Bruno Diógenes Bomfim Carneiro, interrompa imediatamente a realização de atendimentos médicos e procedimentos cirúrgicos na rede pública municipal. A recomendação foi expedida pela Promotoria de Justiça de Tanque Novo e estabelece prazo de 15 dias para o cumprimento das medidas. Segundo o documento, o vice-prefeito, que é médico cirurgião, vinha atuando de forma rotineira no Hospital Municipal e na Policlínica de Tanque Novo, realizando consultas, atendimentos ambulatoriais e cirurgias ao longo dos últimos cinco anos. A investigação teve início após uma representação que apontava possível incompatibilidade entre o exercício do cargo político e a atividade profissional na administração pública. Em sua manifestação, o vice-prefeito e a Prefeitura alegaram que os atendimentos eram prestados de forma voluntária, com base na Lei do Serviço Voluntário, em razão da escassez de médicos especialistas no município. No entanto, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção à Moralidade Administrativa (CAOPAM) concluiu que a utilização da legislação para esse fim caracteriza desvio de finalidade e conflito de interesses. De acordo com a promotora Michely Queiroz de Oliveira, o cargo de vice-prefeito exige disponibilidade permanente para substituir ou suceder o chefe do Executivo, situação considerada incompatível com o exercício contínuo de funções médicas na rede pública, ainda que sem remuneração. O Ministério Público também apontou possível promoção pessoal do agente público. Conforme a recomendação, Bruno Diógenes utilizava as redes sociais para divulgar procedimentos cirúrgicos realizados nas unidades municipais, vinculando os serviços públicos à sua imagem e ao seu grupo político. Além de interromper qualquer atendimento médico, seja de forma voluntária, remunerada ou por pessoa jurídica, o vice-prefeito deverá remover das redes sociais publicações relacionadas aos procedimentos realizados nas unidades públicas. Caso a recomendação não seja cumprida ou não haja resposta dentro do prazo estabelecido, o MP poderá ajuizar uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
MP cobra economia e segurança no São Pedro de Iuiu
MP cobra economia e segurança no São Pedro de Iuiu
Órgão orienta Prefeitura a garantir economia nas contratações, reforçar a segurança e adotar medidas de proteção à população durante os festejos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia recomendou à Prefeitura de Iuiu medidas para garantir a organização, segurança e uso adequado de recursos públicos durante os festejos de São Pedro. As recomendações incluem contratações de artistas com preços justos, fiscalização de circuitos oficiais, controle da poluição sonora e proibição do uso de serpentinas metalizadas.
- Além disso, o MP determinou a regularização das estruturas do evento, banheiros em quantidade suficiente, acessibilidade para pessoas com deficiência e plano eficiente de coleta de resíduos sólidos. A recomendação também prevê atuação conjunta com o Conselho Tutelar para prevenir o trabalho infantil e proteger crianças e adolescentes.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) expediu uma recomendação à Prefeitura de Iuiu com uma série de medidas para garantir a organização, a segurança e o uso adequado dos recursos públicos durante os festejos de São Pedro. O documento foi assinado pela promotora de Justiça Michely Queiroz de Oliveira na última sexta-feira (26). Entre as orientações, o MP destaca que as contratações de artistas devem respeitar os preços praticados no mercado e o princípio da economicidade. O órgão considerou adequada a redução do contrato do cantor Eduardinho dos Teclados para R$ 160 mil e solicitou que o município apresente o extrato do termo aditivo, devidamente formalizado e publicado. A recomendação também prevê maior fiscalização nos circuitos oficiais da festa. O Ministério Público orienta a proibição do uso de serpentinas metalizadas e da comercialização de bebidas em recipientes de vidro, além do controle da poluição sonora e da fiscalização dos horários permitidos para funcionamento de paredões e sons automotivos. O documento ainda determina que as estruturas do evento estejam regularizadas junto ao Corpo de Bombeiros, que haja banheiros em quantidade suficiente, acessibilidade para pessoas com deficiência e um plano eficiente de coleta de resíduos sólidos. Além disso, o MP recomenda atuação conjunta da Prefeitura com o Conselho Tutelar para prevenir o trabalho infantil, combater a exploração sexual de crianças e adolescentes e impedir a venda de bebidas alcoólicas a menores de idade durante a festa.
MP investiga suspeitas de fraude em hospedagens do Carnaval de Correntina
MP investiga suspeitas de fraude em hospedagens do Carnaval de Correntina
Investigação apura supostas irregularidades da prefeitura em contrato de hospedagem.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para investigar suspeitas de irregularidades em contratos de hospedagem firmados pela Prefeitura de Correntina, na gestão do prefeito Walter Mariano (União), durante o Carnaval de 2025. A apuração foca no Contrato nº 093/2025, referente à hospedagem de artistas e bandas, onde foram identificados indícios de inconsistências, como CPFs inválidos e nomes de pessoas que negaram ter se hospedado, incluindo moradores locais.
- A investigação aponta que a prefeitura teria pago por diárias não utilizadas e que os gastos com hospedagens em 2025 atingiram R$ 655.359,14. Caso as suspeitas de uso indevido de recursos públicos sejam confirmadas, os responsáveis poderão ser enquadrados por improbidade administrativa. O prefeito Walter Mariano foi notificado e tem 15 dias para apresentar esclarecimentos ao MP-BA.
Foto: Divulgação
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um inquérito civil para investigar suspeitas de irregularidades em contratos de hospedagem firmados pela Prefeitura de Correntina durante o Carnaval de 2025. A apuração envolve a gestão do prefeito Walter Mariano (União) e busca verificar o possível uso indevido de recursos públicos. Segundo o MP, a investigação tem como foco o Contrato nº 093/2025, firmado entre a prefeitura e o Hotel Pousada Sonhos para a hospedagem, com café da manhã, de artistas e bandas entre os dias 28 de fevereiro e 4 de março deste ano. De acordo com os documentos do inquérito, a nota fiscal emitida pelo estabelecimento registra 103 diárias, totalizando R$ 53.240. No entanto, o Ministério Público afirma ter identificado indícios de inconsistências na documentação, como CPFs considerados inválidos e nomes de pessoas que teriam sido incluídas na lista de hóspedes, mas negaram ter se hospedado no hotel durante o Carnaval. Entre elas, estariam moradores do próprio município. Ainda conforme o MP, a recepcionista do hotel informou, em depoimento, que as reservas eram feitas diretamente pela prefeitura por meio de ofícios e que o município pagava pelas diárias reservadas, mesmo quando não eram utilizadas. Os documentos da investigação apontam ainda que a Prefeitura de Correntina gastou R$ 655.359,14 com hospedagens entre janeiro e novembro de 2025, valor que motivou uma análise mais detalhada sobre a regularidade dos contratos. Caso as suspeitas sejam confirmadas, o Ministério Público poderá enquadrar os responsáveis por improbidade administrativa, com possível enriquecimento ilícito, dano ao erário e violação dos princípios da administração pública. O prefeito Walter Mariano terá prazo de 15 dias para apresentar esclarecimentos por escrito ao Ministério Público sobre a lista de hóspedes e a regularidade dos pagamentos realizados.
MP recomenda ações contra paredões em quatro municípios do Sudoeste
MP recomenda ações contra paredões em quatro municípios do Sudoeste
Medida abrange Iuiu, Feira da Mata, Malhada e Carinhanha.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) expediu uma recomendação para combater a poluição sonora em quatro municípios do sudoeste do estado – Iuiu, Feira da Mata, Malhada e Carinhanha. A medida, enquadrada no Procedimento Administrativo nº 064.9.310763/2026, visa reduzir os transtornos causados por sons automotivos ("paredões") e ruídos excessivos em estabelecimentos e residências, reiterando que a poluição sonora é um problema de saúde pública e que a perturbação do sossego pode ocorrer a qualquer horário.
- Assinada pela promotora Michely Queiroz de Oliveira, a recomendação determina que proprietários e condutores de veículos evitem sons audíveis fora dos automóveis em vias públicas. Órgãos como Polícia Militar, Polícia Civil, Guardas Municipais e trânsito foram orientados a intensificar a fiscalização, com blitze, multas e apreensão de veículos, podendo os infratores responder por crime ambiental. As prefeituras têm dez dias úteis para informar ao MP sobre as providências, incluindo fiscalização próxima a hospitais e escolas, e concessão de autorizações para eventos com som automotivo apenas em locais afastados de áreas residenciais.
Igreja Matriz de Carinhanha - Foto: reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou uma série de medidas para combater a poluição sonora nos municípios de Iuiu, Feira da Mata, Malhada e Carinhanha, no sudoeste do estado. A iniciativa tem como objetivo reduzir transtornos causados por sons automotivos, conhecidos como "paredões", além de ruídos excessivos em estabelecimentos comerciais e residências. A recomendação foi expedida no âmbito do Procedimento Administrativo nº 064.9.310763/2026 e destaca que a poluição sonora é considerada um problema de saúde pública. No documento, o órgão também esclarece que a perturbação do sossego e a poluição sonora podem ser caracterizadas em qualquer horário, independentemente da crença popular de que sons altos seriam permitidos antes das 22h. A recomendação, assinada pela promotora de Justiça Michely Queiroz de Oliveira, determina que proprietários e condutores de veículos evitem utilizar equipamentos sonoros audíveis fora dos automóveis quando estiverem em vias públicas. Para reforçar a fiscalização, a Polícia Militar, Polícia Civil, Guardas Municipais e órgãos de trânsito foram orientados a realizar blitze, aplicar multas, apreender veículos irregulares e encaminhar infratores às delegacias. Dependendo da situação, os responsáveis poderão responder por crime ambiental, cuja pena pode chegar a quatro anos de reclusão. O Ministério Público também recomendou que as prefeituras intensifiquem a fiscalização, principalmente em áreas próximas a hospitais, unidades de saúde e escolas. O documento ainda estabelece que eventuais autorizações para eventos com som automotivo devem ser concedidas apenas em locais afastados de áreas residenciais. Os municípios têm prazo de dez dias úteis para informar ao MP quais providências serão adotadas para cumprir a recomendação.
MP cobra retirada de barracas da Praça da Catedral em Caetité
MP cobra retirada de barracas da Praça da Catedral em Caetité
Órgão deu prazo de cinco dias para retirada de estruturas instaladas em área tombada.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou à Prefeitura de Caetité a remoção de todas as barracas, toldos e estruturas comerciais instalados irregularmente na Praça da Catedral, localizada no centro histórico da cidade. A medida, expedida pela Promotoria de Justiça de Guanambi, estabelece um prazo de cinco dias úteis para a desocupação da área, que é tombada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac). O MP-BA argumenta que a ocupação irregular compromete a preservação do patrimônio histórico, a acessibilidade e a segurança dos pedestres.
- A recomendação prevê uma exceção para as tradicionais barracas de acarajé, cuja situação será discutida em conjunto com o Ipac. Além da retirada das estruturas, o Ministério Público determinou que a prefeitura realize uma vistoria detalhada na praça, identifique os responsáveis pelas instalações e crie regras específicas para eventos e atividades comerciais em áreas tombadas, incluindo a restrição de paredões de som. A Prefeitura de Caetité terá dez dias úteis para informar ao MP se acatará a recomendação e quais medidas serão adotadas.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que a Prefeitura de Caetité retire todas as barracas, toldos, estruturas comerciais e equipamentos instalados irregularmente na Praça da Catedral, no centro histórico da cidade. A recomendação foi expedida pela Promotoria de Justiça de Guanambi e publicada nesta sexta-feira (19). O documento estabelece prazo de cinco dias úteis para que o município promova a desocupação da área. Segundo o MP, a praça está localizada dentro da Poligonal de Tombamento definida pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), o que exige cuidados especiais para preservação do patrimônio histórico e cultural. O órgão argumenta que a ocupação irregular compromete a acessibilidade, a segurança dos pedestres, o ordenamento urbano e a preservação da paisagem histórica da cidade. A recomendação prevê exceção para as tradicionais barracas de acarajé, cuja situação deverá ser discutida em conjunto com o Ipac e representantes da atividade, reconhecida como patrimônio cultural imaterial brasileiro. Além da retirada das estruturas, o MP determinou que a prefeitura realize uma vistoria detalhada na praça e em seu entorno, identificando responsáveis pelas instalações e verificando a existência de autorizações e anuência do Ipac. O documento também orienta o município a criar regras específicas para a realização de eventos, festas populares e atividades comerciais em áreas tombadas, além de restringir ou proibir o uso de paredões de som no centro histórico. A Prefeitura de Caetité terá ainda dez dias úteis para informar ao Ministério Público se irá acatar a recomendação e apresentar as medidas adotadas para cumprir as determinações.
Justiça determina readequação de cachês no São João de Anagé após pedido do MP‑BA
Município terá de depositar mais de R$ 107 mil em valores considerados acima dos parâmetros de órgãos de controle
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça da Bahia acatou um pedido liminar do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e determinou que a Prefeitura de Anagé readeque os cachês das bandas Magníficos e Cacau com Leite, atrações do Arraiá dos Gaviões, previsto para junho. A decisão, emitida nesta quinta-feira (19), ordena o depósito judicial de R$ 107.711,42, valor considerado acima dos limites de razoabilidade para as contratações, que somavam R$ 413 mil e R$ 160 mil, respectivamente.
- A apuração do MP-BA, baseada em nota técnica conjunta com os Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, apontou valores razoáveis inferiores, sem que a Prefeitura apresentasse justificativas válidas para os reajustes. O juiz considerou, ainda, a situação de emergência de Anagé por estiagem. O promotor Leandro Aguiar reforçou que o objetivo é garantir o uso responsável dos recursos públicos, pautado na economicidade e moralidade administrativa, sem impedir a realização dos festejos juninos.
Foto: Divulgação
A Justiça acatou um pedido liminar do Ministério Público da Bahia (MP‑BA) e determinou que a Prefeitura de Anagé readeque os cachês contratados para as bandas Magníficos e Cacau com Leite, atrações do Arraiá dos Gaviões, previsto para acontecer entre 21 e 23 de junho. A decisão, emitida nesta quinta‑feira (19), também ordena o depósito judicial de R$ 107.711,42, referentes aos valores considerados acima dos limites de razoabilidade. Segundo a ação civil pública movida pelo promotor de Justiça Leandro Carvalho Duca Aguiar, a banda Magníficos foi contratada por R$ 413 mil, enquanto Cacau com Leite receberia R$ 160 mil. A apuração do MP‑BA, baseada na Nota Técnica Conjunta nº 01/2026 — elaborada em conjunto com o Tribunal de Contas do Estado (TCE‑BA) e o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM‑BA) — apontou que os valores razoáveis seriam R$ 332.556,27 e R$ 132.732,31, respectivamente. Com isso, a Justiça determinou que o município deposite, em até 24 horas, a diferença entre os valores contratados e os considerados adequados: R$ 80.443,73 referentes ao contrato da Magníficos e R$ 27.267,69 relativos à contratação de Cacau com Leite. A decisão destaca que as justificativas apresentadas pela Prefeitura não demonstraram aumento de notoriedade dos artistas nem fatos novos que justificassem reajustes tão elevados em relação ao ano anterior. O juiz também levou em conta o contexto socioeconômico de Anagé, que está em situação de emergência devido à estiagem prolongada que afeta a zona rural. O promotor Leandro Aguiar reforçou que o objetivo do MP não é impedir a realização do São João, mas garantir o uso responsável dos recursos públicos. “Busca‑se apenas assegurar que as contratações respeitem os princípios da economicidade, eficiência e moralidade administrativa. Os recursos empregados nos festejos pertencem à coletividade e devem ser administrados com o mesmo rigor exigido para qualquer outra política pública”, afirmou. A Prefeitura de Anagé ainda não se manifestou sobre a decisão.
MP questiona mais de R$ 3 milhões em contratações para o São João de Serra do Ramalho
Representação enviada ao TCM aponta pagamentos acima dos parâmetros recomendados, falta de transparência e contratação de Maiara & Maraisa durante decreto de emergência
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) a suspensão de contratações artísticas realizadas pela Prefeitura de Serra do Ramalho para os festejos juninos de 2026. A representação, assinada pelo promotor Alex Bacelar, aponta possíveis irregularidades como cachês considerados elevados, falta de transparência nos contratos e a firmação de atrações durante a vigência de um decreto de emergência no município, com gastos estimados em mais de R$ 3 milhões para 16 atrações.
- Entre os questionamentos, o MP-BA destaca valores de cachês acima dos parâmetros definidos em nota técnica conjunta, que serve como referência de mercado. Um exemplo citado é a contratação da dupla Maiara & Maraisa por R$ 784 mil na mesma data em que a cidade decretou situação de emergência devido a fortes chuvas. Além disso, a ausência dos contratos das atrações no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) foi apontada como um impeditivo para a fiscalização dos gastos públicos.
Foto: Divulgação
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) a suspensão de contratações artísticas realizadas pela Prefeitura de Serra do Ramalho para os festejos juninos de 2026. A representação aponta possíveis irregularidades nos contratos, incluindo cachês considerados elevados, falta de transparência e a contratação de atrações durante a vigência de um decreto de emergência no município. O pedido foi assinado pelo promotor de Justiça Alex Bacelar. Segundo dados do Painel de Transparência dos Festejos Juninos do MP, a prefeitura anunciou 16 atrações para o evento, das quais dez são classificadas como artistas de grande porte. Os gastos estimados superam R$ 3 milhões. Cachês sob questionamento - De acordo com o Ministério Público, parte dos contratos apresenta valores acima dos parâmetros definidos pela Nota Técnica Conjunta nº 001/2026, elaborada pelo MP, TCM, Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA) e Ministérios Públicos de Contas. O documento orienta que os municípios utilizem como referência a média dos cachês pagos aos artistas em 2025, corrigida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para verificar a compatibilidade dos valores com os praticados no mercado. Diante disso, o órgão pediu a adoção de medida cautelar para impedir pagamentos acima dos parâmetros recomendados até que a gestão municipal apresente justificativas para os valores contratados. Contrato durante decreto de emergência - A representação também questiona a contratação da dupla sertaneja Maiara & Maraisa por R$ 784 mil. Segundo o promotor, o contrato foi firmado na mesma data em que o município decretou situação de emergência em razão das fortes chuvas que atingiram a região. Falta de transparência - Outro ponto levantado pelo MP é a ausência dos contratos das atrações no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP). Embora os artistas tenham sido anunciados oficialmente pela prefeitura há mais de dois meses, os documentos não estariam disponíveis para consulta. Para o Ministério Público, a falta dessas informações dificulta a fiscalização dos gastos públicos pelos órgãos de controle e pela população.
Caetité garante Selo de Transparência dos festejos juninos 2026
Caetité garante Selo de Transparência dos festejos juninos 2026
Município está entre as cidades baianas que prestaram contas ao MP-BA sobre gastos e contratações para o São João.
Por: Willian Silva
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Narração automática (IA)Resumo
- Caetité, município baiano, conseguiu o Selo de Transparência dos Festejos Juninos 2026, coordenado pelo Ministério Público da Bahia, garantindo a divulgação dos gastos públicos durante a festa junina. O município integra a lista das 390 cidades baianas que prestaram informações sobre o uso de recursos públicos.
- O ministério informa que os municípios que colaboraram com o painel recebem oficialmente o Selo de Transparência em cerimônia em Salvador e que a plataforma permite aos cidadãos consultar informações sobre contratações, valores de cachês e programação dos eventos.
- O painel já registra mais de R$ 600 milhões em investimentos relacionados aos festejos juninos em todo o estado.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Caetité está entre os municípios baianos que já garantiram o Selo de Transparência dos Festejos Juninos 2026, iniciativa coordenada pelo Ministério Público da Bahia para ampliar a fiscalização e a divulgação dos gastos públicos realizados durante o período junino. O município aderiu ao Painel de Transparência dentro do prazo estabelecido pelo MP-BA e integra a lista das 390 cidades baianas que prestaram informações sobre contratações artísticas, programação e investimentos destinados às festas deste ano. Além de Caetité, outros municípios da região, como Guanambi e Brumado, também estão entre os que garantiram participação na iniciativa, considerada uma das principais ferramentas de controle social dos festejos juninos na Bahia. Segundo o Ministério Público, os municípios que colaboraram com o painel receberão oficialmente o Selo de Transparência em cerimônia marcada para a próxima segunda-feira (16), em Salvador. A certificação reconhece a prestação voluntária de informações sobre o uso de recursos públicos durante os eventos. Neste ano, o Painel de Transparência já registra mais de R$ 600 milhões em investimentos relacionados aos festejos juninos em todo o estado. A plataforma permite que qualquer cidadão consulte informações sobre atrações contratadas, valores de cachês, fontes de recursos e programação dos eventos. De acordo com o MP-BA, a iniciativa fortalece a transparência na gestão pública e facilita o acompanhamento dos gastos realizados pelos municípios durante um dos períodos festivos mais importantes da Bahia.
MP-BA apresenta mudanças da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental em seminário em Caetité
Promotor detalhou impactos da legislação para municípios do Alto Sertão e reforçou papel do Ministério Público na fiscalização
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) promoveu em Caetité o VI Seminário Gestão Ambiental Municipal, ocasião em que foram detalhadas as alterações da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025). Conduzida pelo promotor Jaílson Trindade Neves, a apresentação abordou os pontos cruciais da nova legislação, incluindo os procedimentos de licenciamento, a distribuição de competências entre os órgãos públicos e os desafios para sua efetiva implementação. O promotor também enfatizou o papel fiscalizador do MP na defesa do meio ambiente.
- O evento, organizado pelo Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável Alto Sertão, reuniu gestores municipais, técnicos ambientais e representantes de diversas entidades para discutir a adequação dos municípios às novas diretrizes, especialmente no tocante à gestão de resíduos e erradicação de lixões. A iniciativa visa fortalecer a atuação conjunta entre municípios e órgãos ambientais, subsidiando novas estratégias e ampliando a capacidade de fiscalização na região do Alto Sertão, em alinhamento com as políticas públicas de preservação.
Foto: Divulgação | MP-BA
O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) apresentou, em Caetité, as principais mudanças da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025) durante o VI Seminário Gestão Ambiental Municipal: Resultados e Impactos no Alto Sertão, realizado no dia 26 de maio na sede da Uneb. A palestra foi conduzida pelo promotor de Justiça Jaílson Trindade Neves, titular da Promotoria Regional Especializada em Meio Ambiente, com sede em Guanambi. O promotor explicou os pontos centrais da nova legislação e os reflexos diretos para a gestão pública municipal. Entre os temas abordados, destacou os procedimentos de licenciamento, a divisão de competências entre os entes públicos e os desafios para implementação das mudanças previstas na norma. Ele também reforçou o papel do MP na fiscalização do cumprimento da lei e na defesa do meio ambiente como direito fundamental. O seminário foi promovido pelo Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável Alto Sertão e reuniu gestores municipais, técnicos ambientais e representantes de órgãos estaduais, como a Sema e o Inema, além de prefeitos e equipes das prefeituras da região. A iniciativa busca orientar os municípios sobre a adequação às novas regras, especialmente no que diz respeito à gestão de resíduos e à eliminação de lixões, alinhando as ações locais às políticas públicas de preservação ambiental. As discussões devem subsidiar novas estratégias de atuação conjunta entre municípios e órgãos ambientais, fortalecendo a implementação da legislação e ampliando a capacidade de fiscalização no Alto Sertão.
MP fiscaliza shows de Alok e Zé Neto & Cristiano em Santa Maria e Coribe
MP fiscaliza shows de Alok e Zé Neto & Cristiano em Santa Maria e Coribe
Entre os nomes citados estão o DJ Alok e a dupla Zé Neto & Cristiano, apontados pela imprensa como atrações confirmadas para os eventos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar os festejos juninos de 2026 em Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe. A fiscalização visa evitar o uso indevido das festividades para promoção pessoal de agentes públicos e a contratação de artistas custeados com recursos públicos.
- O MP destacou que apresentações artísticas financiadas com verbas públicas não podem ser utilizadas para agradecimentos nominais, manifestações político-partidárias ou enaltecimento de gestores. O objetivo é evitar irregularidades e garantir a responsabilidade na utilização dos recursos.
Foto: Reprodução
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar os festejos juninos de 2026 nos municípios de Santa Maria da Vitória e São Félix do Coribe, com foco na contratação de artistas custeados com recursos públicos. Entre os nomes citados no documento estão o DJ Alok e a dupla Zé Neto & Cristiano, apontados pela imprensa local como atrações confirmadas para os eventos. A fiscalização também inclui outros artistas que venham a ser contratados durante o período junino. Segundo a portaria, o objetivo é evitar o uso indevido das festividades para promoção pessoal de agentes públicos, autoridades, candidatos ou pré-candidatos. O MP destaca que apresentações artísticas financiadas com verbas públicas não podem ser utilizadas para agradecimentos nominais, manifestações político-partidárias ou enaltecimento de gestores. O documento afirma que essas condutas podem configurar desvio de finalidade, violação ao princípio da impessoalidade e até propaganda eleitoral antecipada. Como medida inicial, o MP determinou o envio de recomendação às prefeituras, empresas organizadoras e responsáveis pelas atrações artísticas. Os destinatários deverão confirmar o recebimento no prazo de dez dias. A portaria foi assinada pelo promotor de Justiça Jürgen W. Fleischer Jr., da Promotoria de Santa Maria da Vitória. O MP ressaltou que, até o momento, não há irregularidades comprovadas, e que a atuação tem caráter preventivo.
MP-BA recomenda suspensão de show de Léo Foguete na Festa de Sant’Ana 2026 em Caetité
Órgão questiona valor do cachê do artista e pede comprovação da capacidade financeira do município
Por: Willian Silva
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- Uma recomendação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) gerou repercussão em Caetité ao sugerir a suspensão do show do cantor Léo Foguete na Festa de Sant’Ana 2026. A medida foi motivada por questionamentos sobre o valor do cachê contratado, que estaria acima da média de contratos semelhantes realizados no ano anterior. O MP-BA solicitou esclarecimentos e documentação à administração municipal, focando na justificativa para o aumento do cachê e na comprovação da capacidade financeira da cidade.
- O caso em Caetité não é isolado, com outras cidades da região, como Paramirim, enfrentando problemas similares com questionamentos de órgãos de controle sobre valores de contratações artísticas. Essa situação tem gerado tensão entre gestores municipais e produtores de eventos. A Prefeitura de Caetité informou que está providenciando a documentação solicitada pelo MP-BA e busca solucionar a questão para manter a programação festiva.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Uma recomendação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) movimentou os bastidores políticos e jurídicos de Caetité após o órgão sugerir a suspensão do show do cantor Léo Foguete, previsto na programação oficial da tradicional Festa de Sant’Ana 2026. A medida teria sido motivada por questionamentos relacionados ao valor do cachê contratado para a apresentação do artista. Segundo informações obtidas por fontes ligadas ao caso, o MP-BA entende que os valores estariam acima da média praticada em contratos semelhantes realizados no ano passado, o que levou os órgãos de fiscalização a solicitarem esclarecimentos e documentação complementar da administração municipal. Entre os pontos analisados pelo Ministério Público estão a justificativa para o aumento do cachê e a comprovação da capacidade financeira do município para arcar com a contratação sem comprometer as contas públicas. O caso, no entanto, não seria isolado. Informações de bastidores apontam que outras cidades da região também estariam enfrentando problemas semelhantes. Em Paramirim, por exemplo, eventos e apresentações artísticas também teriam sido alvo de questionamentos por parte dos órgãos de controle, com risco de suspensão e até cancelamento de atrações devido aos valores contratados. A movimentação provocou tensão entre gestores municipais, produtores de eventos e equipes jurídicas, especialmente em cidades que já divulgaram oficialmente suas programações festivas para 2026. Prefeitura de Caetité se manifesta sobre a recomendação: Procurada pela reportagem do Sudoeste Bahia, a Prefeitura Municipal de Caetité informou que está providenciando toda a documentação solicitada pelo Ministério Público da Bahia e que trabalha para solucionar a questão o mais rápido possível, com o objetivo de manter a grade oficial da Festa de Sant’Ana 2026. Até o momento, o MP-BA não divulgou oficialmente detalhes da recomendação nem informou se outras medidas poderão ser adotadas caso os esclarecimentos solicitados não sejam apresentados.
Servidor público é preso em operação que apura esquema de R$ 400 milhões no setor de combustíveis na Bahia
Ação do MP-BA, Sefaz e Polícia Civil cumpriu mandados em quatro cidades e afastou servidores municipais de Candeias
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um servidor público estadual e outras duas pessoas foram presos preventivamente durante a Operação Khalas, que investiga um esquema de sonegação fiscal estimado em R$ 400 milhões no setor de combustíveis na Bahia. A ação mobilizou equipes em várias cidades da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana, Camaçari e Candeias.
- A Operação Khalas é coordenada pelo Gaesf, grupo especializado do MP-BA, com apoio da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip/Sefaz) e do Núcleo Especializado de Combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Neccot/Draco) da Polícia Civil. A força-tarefa reforçou que o objetivo é interromper o ciclo de fraudes que impacta diretamente a arrecadação estadual e distorce a concorrência no setor de combustíveis.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Um servidor público estadual e outras duas pessoas foram presos preventivamente na manhã desta quinta-feira (21) durante a Operação Khalas, que investiga um esquema de sonegação fiscal estimado em R$ 400 milhões no setor de combustíveis na Bahia. A ação mobilizou equipes em Salvador, Feira de Santana, Camaçari e Candeias. Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), o grupo criminoso pagava vantagens indevidas a servidores estaduais e municipais para garantir proteção e facilitar práticas ilegais. O esquema envolvia a importação clandestina de insumos, como nafta e solventes químicos, que eram desviados para unidades de mistura irregulares, conhecidas como “batedeiras”, onde eram manipulados para abastecer o mercado de combustíveis de forma fraudulenta.
Foto: Divulgação | Policia Civil
Além das prisões, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, e dois servidores municipais de Candeias foram afastados das funções. A operação é coordenada pelo Gaesf, grupo especializado do MP-BA, com apoio da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip/Sefaz) e do Núcleo Especializado de Combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Neccot/Draco) da Polícia Civil. A Operação Khalas é um desdobramento da Operação Primus, deflagrada em outubro de 2025, e tem como foco desarticular o núcleo operacional e financeiro da organização criminosa. Ao todo, participaram da ação oito promotores de Justiça, 26 delegados, 90 policiais civis, servidores do Fisco Estadual, integrantes do MP-BA e policiais da Cipfaz. A força-tarefa reforçou que o objetivo é interromper o ciclo de fraudes que impacta diretamente a arrecadação estadual e distorce a concorrência no setor de combustíveis. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar a análise do material apreendido.
MP-BA apura aumento da taxa de iluminação em Brumado
MP-BA apura aumento da taxa de iluminação em Brumado
Morador denunciou elevação considerada abusiva na cobrança da CIP
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento para investigar o significativo aumento na cobrança da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP) no município de Brumado, localizado no sudoeste do estado. A ação foi motivada por uma representação apresentada por um morador, Antônio de Pádua Araújo Ferreira, que relatou aumentos expressivos em suas faturas de energia elétrica a partir de abril de 2026, após a entrada em vigor de uma nova Lei Complementar Municipal que alterou a metodologia de cálculo da taxa.
- O denunciante apresentou casos em que a cobrança da CIP saltou de R$ 8,00 para R$ 27,64 (245%) e de R$ 3,00 para R$ 27,54 (mais de 800%), mesmo sem alteração no consumo de energia. Argumentando desrespeito aos princípios de razoabilidade e capacidade contributiva, o morador pediu a intervenção do MP-BA. Em resposta, o promotor Gustavo Pereira determinou que a prefeitura, a Câmara Municipal e a Neoenergia Coelba forneçam justificativas técnicas e financeiras para o reajuste e detalhes sobre a aprovação da lei e a metodologia de cálculo da CIP.
Foto: Reprodução | Radio 88 FM
O Ministério Público da Bahia instaurou um procedimento para apurar o aumento na cobrança da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP) em Brumado, no sudoeste da Bahia. A medida foi tomada após uma representação apresentada pelo morador Antônio de Pádua Araújo Ferreira, no dia 22 de abril de 2026. Segundo o documento, o contribuinte relatou que a cobrança da CIP teve aumento expressivo nas faturas de energia emitidas em abril. Ele afirma que a mudança ocorreu após a entrada em vigor da Lei Complementar Municipal nº 17, aprovada em dezembro de 2025, que alterou a forma de cálculo da taxa. Conforme a denúncia, uma das unidades consumidoras do morador teve a cobrança elevada de R$ 8,00 para R$ 27,64 entre março e abril — alta de cerca de 245%. Em outra unidade, usada em um imóvel em construção, o valor passou de R$ 3,00 para R$ 27,54, aumento superior a 800%, mesmo sem alteração no consumo de energia. O morador argumenta que a nova regra desrespeita princípios de razoabilidade e capacidade contributiva, e pediu a intervenção do MP-BA para avaliar a legalidade da cobrança. De acordo com o órgão, o promotor Gustavo Pereira determinou o envio de ofícios ao prefeito, solicitando, em até dez dias úteis, uma justificativa técnica e financeira para o reajuste. A Câmara Municipal também deverá encaminhar cópia do processo legislativo que aprovou a lei. A Neoenergia Coelba foi acionada para explicar a metodologia usada no cálculo da CIP nas contas emitidas desde abril.
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
MP recomenda suspender empréstimo de R$ 100 milhões em Livramento
Promotoria aponta falhas formais e risco financeiro em operação de crédito com a Caixa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação, emitida pela 1ª Promotoria de Justiça, baseou-se em uma representação de dois vereadores, que apontou possíveis irregularidades formais e o risco de impacto significativo nas contas públicas. O MP questiona a necessidade do empréstimo, considerando que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê evento semelhante em 2026, sugerindo capacidade de investimento com recursos próprios.
- Entre as falhas apontadas pelo Ministério Público estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além da falta de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. A Promotoria também criticou a falta de detalhamento na aplicação dos recursos, que mencionava apenas áreas gerais como pavimentação e saneamento. O MP alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais, como FPM e ICMS, em caso de inadimplência, o que poderia afetar despesas obrigatórias. A prefeita tem cinco dias para se manifestar sobre a recomendação.
Foto: Reprodução | Blog Sudoeste
O Ministério Público da Bahia recomendou a suspensão imediata da lei que autoriza o município de Livramento de Nossa Senhora a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões com a Caixa Econômica Federal, por meio do programa FINISA. A orientação foi emitida pela 1ª Promotoria de Justiça após representação apresentada por dois vereadores. De acordo com o órgão, a operação apresenta possíveis irregularidades formais e pode gerar impacto significativo nas contas públicas. A Promotoria cita que o município destinou mais de R$ 5,5 milhões para cachês artísticos no São João de 2025 e prevê um evento de porte semelhante no São João do Amor 2026, o que, segundo o MP, demonstra capacidade de investimento com recursos próprios. O Ministério Público também aponta falhas no processo legislativo que aprovou a lei. Entre os pontos citados estão a ausência de estudos de compatibilidade com o Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além de estimativas de impacto financeiro e demonstrativos da capacidade de pagamento do município. Outro ponto questionado é a falta de detalhamento sobre a aplicação dos recursos. A legislação menciona apenas áreas gerais, como pavimentação e saneamento, sem especificar locais, cronogramas ou custos das obras. A Promotoria ainda alerta para o risco de comprometimento de receitas essenciais em caso de inadimplência, já que valores do FPM e do ICMS podem ser usados como garantia da operação, o que pode afetar despesas obrigatórias, como pagamento de servidores e investimentos mínimos em saúde e educação. O MP também menciona que um pedido de audiência pública para discutir o projeto foi rejeitado na Câmara Municipal, o que teria limitado o debate sobre o tema. A prefeita tem cinco dias para informar se vai acatar a recomendação e apresentar documentos e informações sobre eventuais negociações com a Caixa. A gestão municipal ainda não se manifestou sobre o caso.
Prorrogado prazo para que gestores enviem dados sobre gastos com festejos juninos
O prazo foi prorrogado em virtude da enorme demanda dos municípios verificada pelo MP na quinta-feira (06)
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Gov/BA
- O Ministério Público estadual (MP-BA) prorrogou até o próximo domingo, dia 9, o prazo para os gestores municipais responsáveis pela organização dos festejos juninos, ocorridos entre os dias 1º de maio e 31 de julho, informarem ao ‘Painel de Transparência’ os dados sobres investimentos realizados com contratações públicas de atrações artísticas. O prazo foi prorrogado em virtude da enorme demanda dos municípios verificada pelo MP na quinta-feira (06). Até às 18h de ontem, mais de 294 municípios prestaram informações ao Ministério Público sobre um total de 2.505 contratações que somaram um montante superior a 291 milhões de reais. A consolidação final dos dados se dará após 31 de julho, quando termina a segunda janela para envio de informações complementares pelos Municípios, que se inicia no dia 14 de junho. Transparentômetro - O Painel passa a trazer a ainda o ‘Transparentômetro’, que diariamente vai atualizar, de forma sintética, os valores já informados e as listas dos municípios que disponibilizaram e que não encaminharam os dados. A atualização diária acontece até o próximo dia 13 de junho, quando ocorrerá o evento de entrega do Selo de Transparência para os gestores que colaboraram com o Painel.
Ministério Público divulga recomendações sobre os festejos de São Gonçalo, em Livramento
Em caso de eventuais apreensões de veículos, estes por sua vez, deverão ser encaminhados ao CIRETRAN
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Patrick Cassiano
- Com a chegada dos festejos de São Gonçalo da Canabrava, nos dias 27 e 28 de janeiro, o Ministério Público (MP-BA), divulgou uma série de recomendações em relação a segurança viária, além de recomendar à 46ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), que intensifique o policiamento nos dias de celebração. Para o órgão, muitos motoqueiros se valem da data festiva para burlar o Código de Trânsito, além de colocar as suas vidas e a de terceiros em risco, em razão de manobras perigosas. “CONSIDERANDO que através do mesmo documento o Comando informa a realização de um evento paralelo de expressivo grupo de motociclistas, cuja grande parcela se aproveita dos festejos para cometer crimes e infrações de trânsito de natureza grave, como pilotar sob efeito de bebida alcoólica e entorpecentes, direção perigosa com uso de manobras arriscadas (empinar), além de retirada de carenagem e placas de identificação, adulteração de descarga automotora com intuito de promover expressivo barulho, tudo demonstrado através de imagens de vídeos de eventos ocorridos em anos anteriores, os quais se encontram disponibilizados no perfil “cana_brava2024” na rede social Instagram”, diz trecho do documento que é assinado pela promotora substituta Daniela de Almeida, que recomenda: “RECOMENDA ao Comando da 46ª CIPM para que intensifique as medidas preventivas e de fiscalização o das normas de trânsito brasileiras, ao longo do Evento intitulado ‘Festejo de São Gonçalo da Canabrava’, que se realizará nas datas de 27 e 28 de janeiro de 2024, promovendo a adoção das medidas necessárias para a segurança viária e do público presente, especialmente previstas pelo art. 269, do Código de Trânsito Brasileiro, sem prejuízo de eventuais outras medidas repressivas, caso verificada a ocorrência de crimes de trânsito”, escreveu. Em caso de eventuais apreensões de veículos, estes por sua vez, deverão ser encaminhados ao CIRETRAN.
Deputado estadual da Bahia é alvo de operação sob acusação de liderar grupo miliciano
Quinze foram denunciados pelo MP-BA por crimes de lavagem de dinheiro, receptação qualificada e agiotagem, segundo o próprio órgão
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Foto: AL-BA
- Um deputado estadual da Bahia foi alvo, nesta quinta-feira (7), da Operação ‘El Patron’, deflagrada pelo Ministério Público estadual. O alvo é o parlamentar Binho Galinha (Patriota), segundo informaram fontes do MP-BA ao Metro1. De acordo com MP-BA o legislador é suspeito de liderar um grupo miliciano em Feira de Santana. O MP-BA informou que o deputado estadual é acusado por crimes de lavagem de dinheiro do jogo do bicho, agiotagem e receptação qualificada. O MP-BA cumpre dez mandados de prisão preventiva e 35 mandados de busca e apreensão, incluindo a casa e fazendas do deputado. Ele e mais 14 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público, entre elas, policiais militares. Conforme informou a Receita Federal, foi bloqueado mais de R$ 160 milhões das contas bancárias dos investigados e o sequestro de 40 propriedades urbanas e rurais, além da suspensão de atividades econômicas de seis empresas, em cumprimento à decisão expedida pelo Juízo da 1º Vara Criminal de Feira de Santana. Binho Galinha foi eleito para Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) pela primeira vez no ano passado, com 49 mil votos. Ao Metro1, o presidente da AL-BA, Adolfo Menezes (PSD), informou que a Casa ainda não foi comunicada sobre a operação. "Eu não tenho conhecimento de nada para falar alguma coisa. A AL-BA está fechada, inclusive", disse.
Morre Cristiano Chaves, jurista e promotor do Ministério do Público da Bahia
Morre Cristiano Chaves, jurista e promotor do Ministério do Público da Bahia
Cristiano Chaves era ainda membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família e professor da Faculdade Baiana de Direito
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Foto: Redes Sociais
- O jurista e promotor do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Cristiano Chaves de Farias, morreu nesta segunda-feira (6), vítima de câncer. A morte foi divulgada através de nota pela Faculdade Baiana de Direito, onde ele lecionava. Formado em Direito pela Universidade Católica do Salvador, Cristiano Chaves tinha um vasto currículo na área, sendo membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família e professor do Complexo de Ensino Renato Saraiva. A Baiana de Direito decretou luto e suspendeu as atividades acadêmicas. O sepultamento de Cristiano ocorrerá no cemitério Jardim da Saudade, às 17h.
Bahia: Justiça determina bloqueio de R$ 2,6 milhões nas contas de empresários suspeitos de pirataria
Celulares, computadores e documentos foram apreendidos nas residências dos suspeitos.
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Foto: MP-BA
- Dois empresários foram alvos de dois mandados de busca e apreensão, nesta terça-feira (27), e tiveram bloqueio de R$ 2,65 milhões nas contas determinado pela Justiça. De acordo com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), os suspeitos são investigados por violarem direitos autorais, por meio de pirataria, e lavagem de dinheiro em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia. As informações são do G1. Celulares, computadores e documentos foram apreendidos nas residências dos suspeitos em uma ação conjunta da 4ª Promotoria de Justiça e apoio do 8º Batalhão da Polícia Militar de Porto Seguro. Durante as investigações foram identificadas estruturas de fornecimento e distribuição de sinal e acesso para mais de 10 mil pessoas. A ação dos suspeitos dava acesso ilegal a canais de TV por assinatura. Os materiais apreendidos passarão por perícia. Operações simultâneas na Bahia - A prisão dos empresários faz parte de três operações realizadas pelo MP, nesta terça-feira (27), contra o crime organizado no estado. À frente da ação está o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), da capital, e das unidades no norte (Gaeco Norte) e sul do estado (Gaeco Sul). Além da ação em Porto Seguro, duas operações foram deflagradas em Feira de Santana e Juazeiro. As operações desarticularam esquemas e organizações criminosas, respectivamente, de fraude em licitação e tráfico de droga. Mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos nos municípios.
MP-BA define linha de painel de transparência para festas juninas
MP-BA define linha de painel de transparência para festas juninas
Reunião alinhou dados para construção de painel de transparência de gastos com festas juninas
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Foto: Divulgação | Ascom TCE
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) realizou reunião de alinhamento de dados para construção do painel de preços das contratações de artistas para os festejos juninos, nesta quinta-feira, 11, com os promotores de Justiça Frank Ferrari e Rita Tourinho, os presidentes do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Marcus Presídio, do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Francisco Netto, procuradoras-gerais dos MPs de Contas junto ao TCE, Camila Luz, e junto ao TCM, Aline Rego; e e representantes da União dos Municípios da Bahia (UPB), e da Secretaria estadual de Turismo. As informações são do jornal A Tarde. O encontro ocorreu na sede do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e foi reafirmado na necessidade de uma união de esforços pela preservação dos festejos e de uma fiscalização pautada pela prevenção e orientação aos gestores. Foram discutidos e ajustados, de forma cooperada, os dados a serem solicitados aos municípios. O coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Proteção à Moralidade Administrativa (Caopam), promotor de Justiça Frank Ferrari, apresentou a planilha que será preenchida pelos gestores dos municípios baianos com dados sobre as festas juninas de 2022 e 2023. Além disso, ressaltou a necessidade do trabalho colaborativo entre o sistema e os gestores para a defesa pública. “Esse é o nosso compromisso, de tentar viabilizar, e não inviabilizar, o São João, a gente não trabalha com essa hipótese. Foi nesse contexto que a gente pensou no painel, como uma forma de cooperar com os gestores, de unir forças e dar transparência para a sociedade sobre os recursos gastos”, afirmou. A reunião também contou com a participação da chefe de Gabinete da Setur, Giulliana Brito; superintendente da UPB, Elve Cardoso; coordenadora de Relações Institucionais da UPB, Samara Alves; o coordenador jurídico da UPB, Wal Goulart; coordenador de captação de recurso da UPB, Joelson Azevedo; e o Superintendente Técnico do TCE/BA, José Raimundo Bastos de Aguiar.
MP-BA investiga crime de lavagem de dinheiro de R$ 23 milhões do tráfico de drogas em Serra do Ramalho e Urandi
Segundo as investigações do MP-BA, o esquema seria liderado por Valdeci Alves dos Santos, apontado como segundo maior chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC)
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | MP-BA
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) cumpriu, na manhã desta terça-feira (14), nas cidades de Serra do Ramalho e Urandi, três mandados de busca e apreensão, que investigam crime de lavagem de dinheiro de mais de R$ 23 milhões, oriundos do tráfico de drogas. Segundo as investigações do MP-BA, o esquema seria liderado por Valdeci Alves dos Santos, apontado como segundo maior chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), que teria como principal aliado seu irmão, Geraldo dos Santos Filho. As investigações apontam que o dinheiro de origem ilícita seria lavado com o uso de “laranjas”, por meio da compra de imóveis, fazendas, de bovinos e até mesmo ações envolvendo igrejas. Ainda de acordo com o órgão de Justiça, no caso de Geraldo, ele e a esposa abriram ao menos sete igrejas evangélicas, sendo que algumas delas foram alvo de busca e apreensão. Além dos dois irmãos, outras 22 pessoas estão sendo investigadas, pois a operação é nacional, e sete mandados de prisão, e outros 43 de busca e apreensão também foram cumpridos no Rio Grande do Norte, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Ceará, Paraíba e no Distrito Federal. A Justiça determinou também o bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite de R$ 23.417.243,37 relacionados a 28 contas bancárias dos suspeitos.
MP-BA quer reforço na fiscalização de venda de bebidas alcóolicas a menores
MP-BA quer reforço na fiscalização de venda de bebidas alcóolicas a menores
Segundo relatórios de Conselhos Tutelares, menores de idade têm consumido bebidas alcóolicas de forma indiscriminada nas cidades de Macaúbas, Ibipitanga e Boquira
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- O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) recomendou, por meio do promotor de Justiça Victor Teixeira Santana, que os donos de bares, produtoras de eventos e demais estabelecimentos que comercializem bebidas alcóolicas intensifiquem a fiscalização da venda destas. A recomendação vale para as cidades de Macaúbas, Ibipitanga e Boquira, no interior da Bahia. Segundo o MP, a ação levou em consideração as informações constatadas em relatórios apresentados pelos Conselhos Tutelares dos municípios. Os documentos indicam que “crianças e adolescentes fariam uso indevido e indiscriminado de bebidas alcoólicas nas ruas, praças, bares e festas nas cidades”, conforme o promotor de Justiça. A recomendação do MP inclui a cobrança do documento de identidade para comprovar a idade, a fixação de cartazes alertando sobre a proibição e mencionando que o fato constitui crime e infração administrativa. Também pede que os responsáveis pelos estabelecimentos se empenhem em coibir o fornecimento de bebidas alcoólicas a crianças e adolescente por terceiros, nas dependências de seus estabelecimentos, suspendendo de imediato a venda de bebidas a estes e acionando a Polícia Militar. O MP orienta ainda que seja assegurado o livre acesso ao Conselho Tutelar, aos representantes do MP e do Poder Judiciário, além de órgãos de segurança pública ao interior dos respectivos estabelecimentos, para fins de fiscalização do efetivo cumprimento da recomendação. O órgão sugere também que a PM e a Polícia Civil, além das prefeituras dos municípios apoiem a fiscalização dos casos.
MP-BA aciona ex-servidor público por fraude em licitação
MP-BA aciona ex-servidor público por fraude em licitação
Órgão acionou também a empresa Alicerce e a F4 Empreendimentos
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- O Ministério Público estadual ajuizou ação contra um ex-servidor público de Eunápolis, no sul da Bahia, por causa de fraude em licitação. Segundo o promotor de Justiça Dinalmari Mendonça, autor da ação, a fraude aconteceu quando Ginaldo Pinheiro Smith Filho participou do pregão presencial para contratação de empresa especializada na prestação de serviços de transporte escolar para alunos da rede pública municipal. A empresa vencedora do pregão foi a Alicerce Construtora Terraplagem e Locadora, que firmou contrato com o Município no valor de cerca de R$ 6.149 milhões para prestação do serviço no prazo de 12 meses. “Observa-se claramente que se trata de um atestado montado ou falso. No documento, aparece como locadora a empresa F4 Empreendimentos e como locatária, a empresa Alicerce, ficando evidente a fraude, pois se a empresa Alicerce forneceu atestado de capacidade técnica para a licitação, era ela quem deveria constar no contrato que embasa o atestado de capacidade técnica como locadora dos ônibus e micro-ônibus”, explicou o promotor de Justiça. O MP acionou também a empresa Alicerce e a F4 Empreendimentos. No documento, o MP requer que a Justiça determine a condenação dos acionados nas sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, com a fixação de multa de até 100 vezes o salário que recebia enquanto servidor público, bem como a proibição das empresas Alicerce e F4 Empreendimentos de contratarem com o poder público por três anos. Além disso, pede que a Justiça proíba os acionados de receberem do Poder Público benefício ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual sejam sócios majoritários também pelo prazo de três anos.
Cerca de 10 mil crimes de violência contra mulheres são denunciados pelo MP-BA à Justiça em 2021
Até o último dia 24 de novembro, o órgão denunciou 121 casos de feminicídio
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- Cerca de 10 mil casos de crimes de violência cometidos contra mulheres foram denunciados pelo Ministério Público do Estado da Bahia à Justiça durante o ano de 2021. As denúncias envolvem mulheres vítimas de violência doméstica, feminicídio e outros tipos penais. Segundo o MP-BA, os casos revelam que muitas delas perderam a vida para o ódio, o desprezo, o ciúme ou para o sentimento de perda de controle e da propriedade nutrido por homens. Neste ano, até o último dia 24 de novembro, o órgão denunciou 121 casos de feminicídio à Justiça. Segundo o promotor de Justiça que coordena o Centro de Apoio Operacional Criminal (Caocrim), André Lavigne, os números têm crescido e revelam a necessidade de uma efetiva atuação preventiva, com realização de campanhas de conscientização da população acerca da gravidade desses delitos, das formas como ocorrem e de como é possível denunciar às autoridades competentes.
MP-BA recomenda suspensão de decreto que desobriga o uso de máscaras em Brumado
MP-BA recomenda suspensão de decreto que desobriga o uso de máscaras em Brumado
Em Brumado, 197 pessoas foram mortas por conta de complicações da Covid-19, uma das mais altas taxas de mortalidade do estado da Bahia
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Nesta quinta-feira (11), o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) recomendou a suspensão do decreto que desobriga o uso de máscaras contra Covid-19 na cidade de Brumado, no sudoeste da Bahia. De acordo com o MP-BA, o decreto da Prefeitura de Brumado está em desacordo com com a Lei Estadual nº 14.261/2020, que prevê a obrigatoriedade do uso de máscaras para todas as pessoas em circulação externa nos municípios baianos. Segundo informou o site G1, a decisão foi assinada pela promotora Paola Maria Gallina, que orienta que o decreto seja suspenso até que haja um consenso no que diz respeito a critérios técnico-científicos para a suspensão da obrigatoriedade do equipamento. Ainda de acordo com a promotora, foi levado em consideração, principalmente, o parecer do Comitê Estadual de Emergência em Saúde da Bahia, que reafirma a necessidade de serem mantidas medidas sanitárias para o enfrentamento da Covid-19, inclusive o uso de máscaras em locais abertos e fechados. Vale ressaltar que a cidade de Brumado possui uma das gestões mais fracassadas no que diz respeito ao combate à Covid-19, quando se levado em consideração o contingente populacional, com 197 óbitos pela doença, sendo que tanto o prefeito Eduardo Vasconcelos (sem partido), quanto o secretário de Saúde Cláudio Feres, defenderam o ineficaz tratamento precoce como forma de prevenção da doença.
MP-BA pede anulação de aumento de salário de prefeito, vice e secretários de Caculé
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) cobrou da Prefeitura Municipal de Caculé, no Sudoeste baiano, nesta segunda-feira (21), que seja anulada a lei municipal que prevê o aumento de 25% nos salários do prefeito, do vice, e dos secretários municipais. De acordo com o órgão, o aumento vai de encontro ao princípio da moralidade, pois privilegia, em especial, interesses pessoais em detrimento do interesse público. O MP-BA ainda atesta que a medida desrespeita a situação de calamidade pública em virtude da pandemia do novo coronavírus. A lei que autorizou o aumento dos agentes públicos foi aprovada pela Câmara de Vereadores de Caculé no ano passado, antes das eleições municipais. Com o aumento, o prefeito de Caculé, Pedro Dias da Silva (PSB) e seu vice, William Lima (PSB), passaram a ganhar R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, ou seja, Pedro está recebendo R$ 4 mil a mais e William R$ 2 mil. No caso dos secretários, o salário saltou de R$ 5 mil para R$ 6,25 mil. Pedrão, como é conhecido na cidade, pode ser acionado por improbidade administrativa.
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Foto: Reprodução | Blog do Anderson
A superlotação e as precárias condições carcerárias do Conjunto Penal de Vitória da Conquista e do Módulo Feminino do Conjunto Penal Advogado Nilton Gonçalves, na mesma cidade, serão averiguados pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), após inquéritos civis instaurados na segunda - feira (16) pela 14ª Promotoria de Justiça da cidade. Segundo levantamento estatísticos do "mapa da população carcerária", divulgado pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização na última terça-feira (10), as duas referidas unidades estão com excedente carcerário: o Conjunto Penal Vitoria da Conquista, que tem a capacidade para abrigar 750 pessoas, possui 900. No Advogado Nilton Gonçalves, há o excedente de 116 detentos. Na ala feminina, são 73 presidiárias, mas o documento não esclarece quantas vagas existem na unidade para o módulo. Em Salvador, na mesma situação está a Penitenciária Lemos Brito, 774 pessoas de excedente, abrigando mais do que o dobro de sua capacidade. Em Itabuna, o Conjunto Penal está com 637 de excedente. Outras do estado como em Feira de Santana e Teixeira de Freitas também estão superlotadas. Ainda há unidades prisionais que possuem vagas na Bahia, a exemplo do Conjunto Penal de Serrinha, com 347 vagas, da Unidade Especial Disciplinar, com 310 vagas, e do Anexo Provisório da Cadeia Pública de Salvador, com 131 vagas.
























