Prefeitura de Caculé decide terceirizar organização do São João 2026
Empresa ficará responsável pela estrutura e exploração comercial da festa08 Abr 2026 / 20h00

Por: Redação do Sudoeste Bahia
Foto: Reprodução
- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) cobrou da Prefeitura Municipal de Caculé, no Sudoeste baiano, nesta segunda-feira (21), que seja anulada a lei municipal que prevê o aumento de 25% nos salários do prefeito, do vice, e dos secretários municipais. De acordo com o órgão, o aumento vai de encontro ao princípio da moralidade, pois privilegia, em especial, interesses pessoais em detrimento do interesse público. O MP-BA ainda atesta que a medida desrespeita a situação de calamidade pública em virtude da pandemia do novo coronavírus. A lei que autorizou o aumento dos agentes públicos foi aprovada pela Câmara de Vereadores de Caculé no ano passado, antes das eleições municipais. Com o aumento, o prefeito de Caculé, Pedro Dias da Silva (PSB) e seu vice, William Lima (PSB), passaram a ganhar R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, ou seja, Pedro está recebendo R$ 4 mil a mais e William R$ 2 mil. No caso dos secretários, o salário saltou de R$ 5 mil para R$ 6,25 mil. Pedrão, como é conhecido na cidade, pode ser acionado por improbidade administrativa.
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