Caetiteense escapa de golpe após conferir Pix antes de entregar veículo
Caetiteense escapa de golpe após conferir Pix antes de entregar veículo
Negociação era de R$ 45 mil, mas valor nunca entrou na conta da vendedora.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Moradora de Caetité evitou um prejuízo de R$ 45 mil ao identificar uma tentativa de golpe na venda de um carro anunciado nas redes sociais. O comprador enviou um comprovante de Pix falsificado e se dirigiu ao local para retirar o veículo, mas a vendedora conferiu o saldo bancário e constatou que o pagamento não havia sido creditado.
- Especialistas alertam que comprovantes de Pix podem ser adulterados e recomendam confirmar o crédito diretamente no aplicativo ou no extrato antes de entregar o bem. O caso reforça a necessidade de cautela nas negociações online e serve de exemplo para quem comercializa veículos ou produtos nas redes sociais.
Foto: Jorge Santana | Sudoeste Bahia
Uma moradora de Caetité evitou um prejuízo de R$ 45 mil após identificar uma tentativa de golpe durante a venda de um carro anunciada em uma rede social. Segundo as informações obtidas pelo Sudoeste Bahia, o veículo estava anunciado por R$ 50 mil, quando um homem entrou em contato demonstrando interesse e ofereceu R$ 45 mil. Após a negociação, o suposto comprador enviou um comprovante de Pix, dando a entender que a transferência havia sido concluída, e foi até o local para buscar o automóvel. Antes de entregar o veículo, a proprietária decidiu conferir o saldo da conta bancária. Foi nesse momento que percebeu que o valor não havia sido creditado, apesar do comprovante apresentado. Ao ser questionado, o homem passou a apresentar justificativas para a demora da compensação do pagamento. Diante da confirmação de que o dinheiro não havia entrado na conta, a mulher recusou a entrega do carro. O suspeito deixou o local logo em seguida. O caso reforça o alerta para quem realiza negociações pela internet. Especialistas orientam que comprovantes de Pix podem ser falsificados ou adulterados e que a entrega de qualquer bem só deve ocorrer após a confirmação do crédito diretamente no aplicativo ou no extrato bancário. A cautela da proprietária evitou um prejuízo de dezenas de milhares de reais e serve de exemplo para outras pessoas que comercializam veículos ou produtos pelas redes sociais.
Banco Central proíbe propaganda em comprovantes do Pix; veja o que muda
Banco Central proíbe propaganda em comprovantes do Pix; veja o que muda
Comprovantes não poderão mais exibir publicidade, links ou ofertas comerciais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Banco Central divulgou novas normas para o Pix que entram em vigor em 1º de março de 2027, proibindo a inclusão de propagandas, ofertas ou links nos comprovantes de pagamento. A medida visa impedir golpes que utilizam links maliciosos, garantindo que o comprovante sirva apenas para confirmar a transação. Além disso, o Mecanismo Especial de Devolução (MED) será simplificado, permitindo que vítimas de fraudes enviem documentos e explicações detalhadas para acelerar a análise e o reembolso, que continua com prazo de até 80 dias após a transferência.
- As regras também aumentam a segurança dos contatos favoritos do Pix, exigindo aviso ao usuário antes de qualquer alteração nas chaves cadastradas. O MED permanecerá restrito a casos de fraude ou golpe, não sendo aplicável a problemas como atraso na entrega ou insatisfação com o serviço. Bancos terão até 11 dias para responder às solicitações de devolução, que dependem da análise e da disponibilidade de saldo na conta recebedora.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
DEU RUIM! Motorista de carreta é levado para a delegacia após sair sem pagar em Guanambi
O motorista foi abordado e, em seguida, conduzido junto com o representante do estabelecimento para a Delegacia de Polícia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na noite de terça-feira (25), em Guanambi, um motorista de carreta foi acusado de consumir R$ 68 em um estabelecimento à margem da BR-122 e sair sem pagar. A Polícia Militar registrou a ocorrência e iniciou buscas, encontrando o veículo no Posto Rancho Alegre.
- O motorista foi detido e levado à Delegacia de Polícia junto com o representante do estabelecimento. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil, que tomará as medidas legais cabíveis.
Foto: Divulgação | Policia Militar
Uma situação pra lá de inusitada terminou na delegacia na noite desta terça-feira (25), em Guanambi. Segundo a Polícia Militar, um motorista de carreta teria consumido R$ 68 em um estabelecimento comercial às margens da BR-122 e saiu do local sem fazer o pagamento. Após a denúncia, policiais do 17º BPM iniciaram buscas e localizaram o veículo no Posto Rancho Alegre. O motorista foi abordado e, em seguida, conduzido junto com o representante do estabelecimento para a Delegacia de Polícia. O caso foi registrado e será apurado pela Polícia Civil, que adotará as medidas legais cabíveis.
Mulher de 38 anos que fingiu ter 12 anos terá primeira audiência
Mulher de 38 anos que fingiu ter 12 anos terá primeira audiência
Ré responderá por estelionato e falsa identidade; caso envolve laudos psiquiátricos divergentes e golpe aplicado em vários estados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 38 anos, que se passava por uma adolescente de 12 e viveu com uma família em Joinville, terá sua primeira audiência de instrução e julgamento. A sessão será presencial e reunirá depoimentos da acusação, da defesa e da própria ré, Amanda Maria Souza de Oliveira, que responde por estelionato e falsa identidade.
- A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e o processo passou por todas as etapas formais. A audiência vai ouvir todas as partes e, em seguida, abrir espaço para as alegações finais. A defesa afirma que vai demonstrar a inocência de Amanda e sustentar sua versão dos fatos durante a audiência. Amanda também passou por um exame de sanidade mental e a defesa contratou peritos independentes para uma segunda avaliação.
Foto: Reprodução
A mulher de 38 anos que se passava por uma adolescente de 12 e viveu por mais de um ano como “filha adotiva” de uma família em Joinville, no Norte de Santa Catarina, terá sua primeira audiência de instrução e julgamento na quarta‑feira (19). A sessão será presencial e reunirá depoimentos da acusação, da defesa e da própria ré, Amanda Maria Souza de Oliveira, que responde por estelionato e falsa identidade. Amanda foi presa em 2 de junho, após a família que a acolheu descobrir a farsa. Em depoimento, ela admitiu ter repetido o golpe em cidades de Curitiba (PR), Nova Iguaçu (RJ), além de municípios de Minas Gerais, Goiás e Ceará. A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público em 9 de junho, transformando o caso em processo criminal. Antes da audiência, o processo passou por todas as etapas formais: conclusão do inquérito pela Polícia Civil, denúncia do Ministério Público, recebimento da acusação pela Justiça, apresentação da defesa por escrito, contestação do MP e réplica dos advogados. Com isso, o caso está pronto para a fase de depoimentos, marcada para as 18h. A audiência vai ouvir todas as partes e, em seguida, abrir espaço para as alegações finais, quando acusação e defesa fazem suas últimas manifestações sobre as provas reunidas. A sentença não deve ser anunciada no mesmo dia. Amanda também passou por um exame de sanidade mental realizado pela Polícia Científica em 26 de junho. A defesa contratou peritos independentes para uma segunda avaliação. Segundo o advogado Lúcio Sousa, os laudos apresentaram diagnósticos diferentes — o exame oficial teria apontado uma doença, enquanto o relatório da defesa indicou três. Os documentos estão sob sigilo e já foram entregues ao juiz, que poderá utilizá-los na decisão. A mulher viveu 14 meses na casa da família que acreditava estar acolhendo uma adolescente. A defesa afirma que vai demonstrar a inocência de Amanda e sustentar sua versão dos fatos durante a audiência.
“Falso advogado” engana mototaxista e leva quase R$ 3 mil em Brumado
“Falso advogado” engana mototaxista e leva quase R$ 3 mil em Brumado
Golpista usou foto e informações de processo real para convencer trabalhador de que ele havia ganhado uma ação contra o INSS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um mototaxista de Brumado, na Bahia, caiu no golpe do falso advogado após receber mensagens pelo WhatsApp sobre um suposto pagamento de um processo contra o INSS. Albertino Novais Ribeiro perdeu quase R$ 3 mil após acreditar que o contato era verdadeiro.
- Depois do golpe, o trabalhador decidiu tornar o caso público para alertar outras pessoas que possuem processos na Justiça e podem receber mensagens semelhantes. O alerta é para nunca clicar em links ou fornecer dados sem confirmar a autenticidade do contato diretamente com o advogado por meio de um canal conhecido.
Foto: Reprodução | Washington Tiago
O que parecia ser uma notícia daquelas que fazem o trabalhador respirar aliviado terminou em prejuízo. Um mototaxista de Brumado, no sudoeste da Bahia, caiu no golpe do falso advogado e perdeu quase R$ 3 mil após receber mensagens pelo WhatsApp sobre um suposto pagamento de um processo contra o INSS. Albertino Novais Ribeiro recebeu o contato na última quarta-feira (5). Do outro lado da conversa, o golpista usava uma foto que, segundo a vítima, correspondia à imagem do advogado responsável pelo processo judicial. E não foi apenas a foto. O criminoso tinha informações sobre a ação e apresentou detalhes do processo, inclusive uma suposta decisão judicial favorável. Tudo foi montado para dar aparência de que o contato era verdadeiro. Albertino, que já aguardava o resultado da ação, acreditou na história. “Como eu já estava esperando por isso, fui lendo as mensagens e achei que realmente tinha ganhado. Ainda agradeci ao falso advogado”, contou o mototaxista. A partir daí, veio a armadilha. Para supostamente liberar o dinheiro da ação, o golpista passou uma série de orientações à vítima. Entre elas, estava a solicitação para que Albertino acessasse sua conta digital por meio de um link enviado durante a conversa. Foi aí que o trabalhador acabou sendo lesado. O prejuízo chegou a quase R$ 3 mil. O caso foi registrado na delegacia e Albertino agora aguarda uma possível devolução do dinheiro por parte do banco. A situação pesa ainda mais porque o mototaxista vive do trabalho diário. Há 26 anos na profissão, ele conta que costuma acordar por volta das 4h para começar as corridas e ganha, em média, R$ 50 por dia. Depois do golpe, a preocupação aumentou. O trabalhador decidiu tornar o caso público para alertar outras pessoas que possuem processos na Justiça e podem receber mensagens semelhantes. O alerta é direto: recebeu mensagem dizendo que você ganhou uma ação ou que precisa fazer algum procedimento para receber dinheiro? Pare e confirme. Antes de clicar em links, fornecer dados ou realizar qualquer pagamento, a orientação é entrar em contato diretamente com o advogado por um canal já conhecido, sem utilizar números ou links enviados na mensagem suspeita. No golpe sofrido por Albertino, o criminoso tinha informações verdadeiras sobre o processo. Mas isso não significava que o contato fosse verdadeiro — e foi justamente essa combinação que tornou a fraude ainda mais convincente.
“PIX fantasma”: homem é suspeito de dar golpe de R$ 2 mil em restaurante de Guanambi
Segundo a denúncia, suspeito apresentava comprovantes de agendamento e depois cancelava as transferências.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O PIX virou dor de cabeça para a proprietária de um bar e restaurante de Guanambi, após um homem ser levado à delegacia suspeito de aplicar um golpe que causou um prejuízo de aproximadamente R$ 2 mil. O suspeito frequentava o local havia sete meses e realizava pagamentos em PIX, mas os comprovantes indicavam transferências agendadas que posteriormente eram canceladas.
- A situação chamou a atenção da Polícia Militar, que realizou uma busca no veículo do suspeito e encontrou uma faca de caça. O caso serve como alerta para comerciantes para conferir se o valor realmente foi creditado antes de liberar produtos ou serviços.
Foto: Divulgação | Polícia Militar - 17ºBPM
O PIX virou dor de cabeça — e prejuízo — para a proprietária de um bar e restaurante de Guanambi, no sudoeste da Bahia. Um homem de 30 anos foi levado à Delegacia Territorial neste domingo (9), suspeito de aplicar um golpe que teria causado um prejuízo de aproximadamente R$ 2 mil ao estabelecimento. Segundo a denúncia feita à Polícia Militar, o suspeito frequentava o local havia cerca de sete meses. O esquema, conforme o relato da proprietária, funcionava de maneira simples: ele consumia no estabelecimento e apresentava comprovantes de PIX como se o pagamento tivesse sido realizado. O problema é que o dinheiro não chegava. De acordo com a proprietária, os comprovantes apresentados pelo homem indicavam transferências agendadas, que posteriormente eram canceladas. Com isso, os produtos e serviços eram consumidos, mas os pagamentos não eram efetivamente concluídos. A situação chamou a atenção e terminou com a intervenção da Polícia Militar. Durante a ocorrência, os policiais também realizaram uma busca no Ford Fiesta prata utilizado pelo suspeito. E a história ganhou mais um capítulo: uma faca de caça foi encontrada debaixo do banco do passageiro do veículo. O homem, o carro e o objeto foram encaminhados para a Delegacia Territorial de Guanambi, onde o caso foi apresentado à autoridade policial. Agora, a Polícia Civil deverá investigar os pagamentos, verificar os comprovantes apresentados e apurar se houve fraude intencional. O suspeito foi apresentado como suspeito, e a responsabilidade criminal será definida após a investigação. O caso serve também de alerta para comerciantes: comprovante de PIX não significa, necessariamente, dinheiro na conta. Antes de liberar o produto ou serviço, é fundamental conferir se o valor realmente foi creditado.
Polícia Federal faz nova fase da Operação Sem Desconto e mira familiares de senador
Familiares do senador Weverton Rocha e um advogado estão entre os alvos da nova etapa da investigação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Sem Desconto para investigar um esquema de fraudes envolvendo descontos associativos não autorizados em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. A investigação apura suspeitas de fraude, lavagem de dinheiro e movimentações financeiras consideradas irregulares.
- Alvos da nova etapa da operação incluem familiares do senador Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz. A PF também investiga a ligação do senador com pessoas investigadas no esquema e se ele teria dado apoio político a um dos principais investigados, conhecido como 'Careca do INSS'.
Foto: Divulgação | PF
A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um suposto esquema de fraudes envolvendo descontos associativos não autorizados em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. Entre os alvos desta etapa estão familiares do senador Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz. Segundo a investigação, entidades associativas realizavam cobranças diretamente nos benefícios previdenciários sem autorização dos segurados. A Polícia Federal apura suspeitas de fraude, lavagem de dinheiro e movimentações financeiras consideradas irregulares. De acordo com os investigadores, Weverton Rocha já havia sido citado em fases anteriores da operação por suposta ligação com pessoas investigadas. A PF também apura se o parlamentar teria dado apoio político a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", apontado como um dos principais investigados no esquema. O senador nega qualquer irregularidade. A Operação Sem Desconto é conduzida em parceria entre a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União e investiga suspeitas de desvios bilionários envolvendo descontos indevidos em aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024. Nas fases anteriores, empresários, dirigentes de entidades associativas e ex-servidores do INSS também foram alvo das investigações. Agora, a PF analisa os materiais apreendidos para identificar o destino dos recursos, localizar possíveis beneficiários e aprofundar a apuração sobre a atuação dos envolvidos. As investigações seguem em andamento e, até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre a responsabilidade dos investigados. Todos os citados têm direito à ampla defesa e ao contraditório durante o processo.
STF autorizou monitoramento de senador Jaques Wagner em investigação da Polícia Federal
Decisão permitiu acesso à localização e aos registros de chamadas por dez dias; conteúdo de ligações e mensagens não foi monitorado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, autorizou a Polícia Federal a monitorar a localização e os registros de chamadas telefônicas do senador Jaques Wagner, como parte de uma investigação sobre supostas fraudes envolvendo o Banco Master.
- A investigação visa apurar suspeitas de que Jaques Wagner possa ter recebido vantagens indevidas por meio de uma empresa ligada à sua nora, além de investigar negociações envolvendo um apartamento em Salvador. O senador já negou qualquer participação em irregularidades e afirma não ter envolvimento com as fraudes investigadas.
Foto: Marcello Casal Jr | Agencia Brasil
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal a monitorar, por dez dias, a localização em tempo real e os registros de chamadas telefônicas do senador Jaques Wagner (PT). A decisão, que estava sob sigilo e foi tornada pública nesta quinta-feira (30), faz parte de uma investigação que apura supostas fraudes envolvendo o Banco Master. Segundo a decisão, a autorização foi concedida após a Polícia Federal apontar risco de vazamento da operação. O monitoramento ficou restrito aos chamados metadados, como localização e histórico de ligações, sem acesso ao conteúdo de conversas telefônicas ou mensagens. A investigação também alcança outras pessoas ligadas ao caso, entre elas empresários e familiares do senador. A Polícia Federal apura suspeitas de que Jaques Wagner possa ter recebido vantagens indevidas por meio de uma empresa ligada à sua nora, além de investigar negociações envolvendo um apartamento em Salvador. Em manifestações anteriores, o senador negou qualquer participação em irregularidades e afirmou não ter envolvimento com as fraudes investigadas. Até a publicação da decisão, a defesa de Jaques Wagner não havia se pronunciado sobre o novo desdobramento do caso.
Polícia Federal realiza operação contra banco ligado a Edir Macedo
Polícia Federal realiza operação contra banco ligado a Edir Macedo
Investigação aponta suspeitas de manipulação contábil e operações financeiras irregulares; Justiça autorizou bloqueio milionário de bens.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou a Operação Miragem para investigar supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional no Banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo. A investigação aponta irregularidades na administração do banco, incluindo manipulação de balanços e resultados contábeis para ocultar a real situação econômica-financeira da instituição.
- Os investigadores também apuram operações financeiras irregulares realizadas em benefício da empresa controladora do banco e a possível inserção de informações falsas em sistemas de controle do órgão regulador. Os envolvidos podem responder pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos e realização de operações de crédito vedadas.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (23), a Operação Miragem, que investiga um suposto esquema de fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo a gestão do Banco Digimais, instituição controlada pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). Mais de 50 policiais federais cumpriram nove mandados de busca e apreensão em São Paulo. A Justiça Federal também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do bloqueio e sequestro de bens e valores que podem chegar a R$ 670,3 milhões. Segundo a Polícia Federal, a investigação teve como base relatórios produzidos pelo Banco Central, que apontaram supostas irregularidades na administração da instituição financeira. As apurações indicam que teria havido manipulação sistemática de balanços e resultados contábeis para ocultar a real situação econômico-financeira do banco e transmitir uma imagem de solvência aos órgãos de fiscalização. Ainda conforme a PF, o esquema teria permitido a supervalorização de ativos e a geração artificial de receitas que somam centenas de milhões de reais. Os investigadores também apuram operações financeiras supostamente irregulares realizadas em benefício da empresa controladora do banco, além da possível inserção de informações falsas em sistemas oficiais de controle do órgão regulador. Edir Macedo aparece entre os investigados por ser proprietário da instituição financeira. Até a publicação desta reportagem, o Banco Digimais não havia se manifestado sobre a operação. Os envolvidos poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedadas pela legislação do Sistema Financeiro Nacional. Fundado em 1981 como Banco Renner, em Porto Alegre (RS), o Digimais passou por mudanças de controle e adotou a atual marca em 2020, quando foi transformado em banco digital. Naquele ano, Edir Macedo assumiu o controle integral da instituição, da qual já era acionista desde 2009.
Pé amputado foi encontrado em mochila de servidor, diz investigação
Pé amputado foi encontrado em mochila de servidor, diz investigação
Investigação descartou assalto e apontou tentativa de fraude para receber indenização de R$ 1,5 milhão.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A descoberta inusitada do pé amputado de um servidor público dentro de sua própria mochila, a cerca de 350 metros do local onde ele foi socorrido em São Gonçalo dos Campos (BA), foi decisiva para desmascarar uma complexa tentativa de fraude contra seguradoras. O homem, que em julho de 2019 alegava ter sido vítima de um assalto seguido de sequestro e amputação, buscava uma indenização de R$ 1,5 milhão.
- As investigações revelaram rapidamente as inconsistências na narrativa do servidor, com a localização do pé e dos supostos objetos roubados – celular e relógio – dentro de sua bolsa, desmentindo o sequestro e a participação de terceiros. O caso culminou na condenação do servidor pela Justiça, que o sentenciou a 720 horas de prestação de serviços à comunidade e ao pagamento de R$ 7.590, reforçando a conclusão de que a amputação foi autoinfligida com o objetivo de simular um crime.
Foto: Reprodução
O pé amputado de um servidor público acusado de simular um assalto para receber uma indenização de R$ 1,5 milhão foi encontrado dentro da própria mochila dele, a cerca de 350 metros do local onde foi socorrido, na zona rural de São Gonçalo dos Campos, na Bahia. A descoberta foi decisiva para que a investigação descartasse a versão apresentada pela vítima e apontasse uma tentativa de fraude contra seguradoras. O caso ocorreu em julho de 2019. Na época, o servidor, que trabalhava no município de Amélia Rodrigues, procurou atendimento médico alegando ter sido vítima de um assalto seguido de sequestro. Segundo o relato apresentado à Polícia Civil, ele teria sido abordado por dois homens armados em um carro preto, forçado a entrar no veículo, amarrado e vendado. O servidor afirmou ainda que os criminosos roubaram cerca de R$ 2 mil, um relógio e um celular antes de levá-lo para uma estrada de terra, onde seu pé esquerdo teria sido amputado. As investigações, porém, encontraram inconsistências logo nos primeiros levantamentos. O pé amputado foi localizado dentro da mochila do próprio servidor. Além disso, os policiais encontraram na bolsa os mesmos objetos que ele havia informado como roubados, incluindo o celular e o relógio. As evidências levaram os investigadores à conclusão de que o crime havia sido forjado com o objetivo de acionar apólices de seguro e receber uma indenização estimada em R$ 1,5 milhão. As apurações também não identificaram qualquer indício da participação de terceiros ou da existência dos supostos assaltantes. O caso teve desfecho na Justiça com a condenação do servidor. Ele deverá cumprir 720 horas de prestação de serviços à comunidade e pagar prestação pecuniária de R$ 7.590. A decisão reforçou o entendimento de que a amputação foi autoinfligida e que a narrativa apresentada às autoridades foi falsa.
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Camilo é cotado para vaga de Wagner no Senado
Ministro da Educação é apontado como principal nome para assumir a articulação do governo na Casa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O ministro da Educação, Camilo Santana, é apontado para assumir a liderança do governo no Senado em caso de saída do senador Jaques Wagner. A discussão ganhou força após operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio a Wagner, mas Camilo Santana é visto como alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado.
Foto: MEC
O ministro da Educação, Camilo Santana, tem sido apontado nos bastidores do governo como o principal nome para assumir a liderança do governo no Senado caso o senador Jaques Wagner deixe o cargo. A discussão ganhou força após a repercussão da operação que investiga supostas fraudes envolvendo o banco Master. Integrantes do governo avaliam que a permanência de Wagner na liderança tem gerado desgaste político. Nesta sexta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou apoio ao senador ao fazer um gesto positivo durante um evento em Belo Horizonte, ao ser questionado sobre a permanência do aliado no posto. Em entrevista, Jaques Wagner afirmou que continua na liderança e que só deixará a função caso receba um pedido direto de Lula. A declaração, no entanto, não foi bem recebida por alguns interlocutores do presidente, que consideram que o episódio aumentou a pressão sobre o Palácio do Planalto. Nos bastidores, Camilo Santana é visto como uma alternativa para fortalecer a articulação política do governo no Senado. Com mandato de senador até 2030, ele não precisaria disputar eleições em 2026, embora também seja citado como possível candidato ao governo do Ceará. A avaliação dentro do governo é que a liderança no Senado será estratégica nos próximos meses, especialmente diante das negociações com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Senador já havia negado ligação com Vorcaro em discurso
Líder do governo no Senado nega envolvimento em irregularidades e diz que conheceu Daniel Vorcaro apenas duas vezes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal durante a Operação Compliance Zero. Ele utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master.
- A investigação suspeita que Wagner recebeu um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima.
Foto: Reprodução
Dois dias antes de ser alvo de mandado de busca e apreensão da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, o senador Jaques Wagner (PT-BA) utilizou a tribuna do Senado para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre supostas fraudes ligadas ao Banco Master. Na ocasião, Wagner classificou como "leviana" uma reportagem da revista Veja que citava seu nome em uma proposta de delação do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador da instituição financeira. Segundo o senador, não existe qualquer investigação que tenha apontado irregularidades em sua atuação ou na do ministro da Casa Civil, Rui Costa. "A capa da Veja fala que revelará os negócios do PT da Bahia. Eu já desafiei vários a me mostrarem qual foi a investigação da Polícia Federal que encontrou algo sobre o meu comportamento e o comportamento do ex-governador Rui Costa", afirmou. O parlamentar também criticou o modelo de delações realizadas por investigados presos e disse não possuir qualquer relação comercial com Vorcaro. "Eu estou muito à vontade porque conheci esse senhor duas vezes, uma vez em Salvador e uma vez em São Paulo. Não tenho nenhuma relação com ele, não tenho nenhum negócio. Aliás, eu não tenho nem CNPJ, eu só tenho CPF", declarou. Apesar da defesa pública, a Polícia Federal investiga a suspeita de que Wagner tenha recebido um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões como contrapartida por supostas ações favoráveis aos interesses do Banco Master e do empresário Augusto Lima, ex-sócio da instituição. A operação também cumpriu mandados em imóveis e empresas ligadas a Augusto Lima na Bahia, em Brasília e em São Paulo. A defesa do empresário afirmou que ele está à disposição das autoridades e considerou as buscas desnecessárias. Jaques Wagner ainda não comentou oficialmente a operação após o cumprimento dos mandados.
Mulher é detida por suspeita de estelionato empresarial em Vitória da Conquista
Mulher é detida por suspeita de estelionato empresarial em Vitória da Conquista
Funcionária teria criado chave Pix falsa para desviar pagamentos de clientes, segundo a Polícia Civil
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 30 anos foi detida pela Polícia Civil nesta sexta-feira (12), em Vitória da Conquista, Bahia, suspeita de estelionato contra a empresa de soluções ambientais onde trabalhava. As investigações apontam que a funcionária criou uma chave Pix fraudulenta, com nome semelhante ao da companhia, e usou-a para desviar pagamentos de clientes por cerca de sete meses, acumulando um prejuízo de mais de R$ 16 mil.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma mulher de 30 anos foi detida pela Polícia Civil nesta sexta‑feira (12), suspeita de praticar estelionato contra a empresa onde trabalhava, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. De acordo com as investigações, a funcionária criou uma chave Pix fraudulenta com nome semelhante ao da empresa de soluções ambientais e passou a receber pagamentos de clientes como se fosse a conta oficial da companhia. A prática criminosa teria ocorrido por cerca de sete meses, período em que mais de R$ 16 mil foram desviados. A suspeita foi localizada após diligências da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), com apoio do GATTI Sudoeste. Segundo a corporação, ela confessou o crime e entregou voluntariamente seus dados bancários, que reforçam as provas reunidas no inquérito. A mulher foi levada à DRFR, onde prestou depoimento e vai responder ao processo em liberdade. As investigações continuam para identificar outras possíveis vítimas e calcular o prejuízo total causado pelo golpe.
Mulher de 37 anos presa por fingir ser adolescente de 12 usava mamadeira e chupeta para enganar família adotiva
Suspeita viveu 14 meses com identidade falsa em Joinville e adotava comportamento infantil para manter farsa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 37 anos foi presa em Joinville, Santa Catarina, após viver por 14 meses sob a falsa identidade de uma adolescente de 12 anos. Ela usava chupeta, mamadeira e adotava comportamentos infantilizados para convencer uma família a acolhê-la.
- A investigação revelou que a mulher já havia aplicado golpes semelhantes em outros estados, incluindo um caso registrado em Nova Iguaçu (RJ) em 2023. Ela confessou o crime e deve responder por estelionato e falsa identidade.
Foto: Reprodução
Uma mulher de 37 anos foi presa em Joinville, Santa Catarina, após viver por 14 meses sob a falsa identidade de uma adolescente de 12 anos. Segundo a Polícia Civil, ela usava chupeta, mamadeira e adotava comportamentos infantilizados para convencer uma família a acolhê‑la. O caso foi revelado pelo G1. A suspeita se apresentava como “Gabriela” e chegou à casa da família após pedir ajuda em uma igreja. Ela contou que havia fugido de casa por sofrer exploração sexual e justificou a aparência mais madura dizendo que usava hormônios. Sensibilizados, membros da comunidade ajudaram a encontrar um lar para ela. Durante mais de um ano, a mulher participou de festas, ganhou comemorações de aniversário e recebeu cuidados médicos pagos pelos responsáveis — incluindo o uso de tirzepatida (Mounjaro), medicamento usado no tratamento da obesidade. Para sustentar a farsa, ela dizia ser autista e portadora de outras condições de saúde. Segundo o delegado Rodrigo Bueno Gusso, a mulher afinava a voz, simulava crises de pânico, dizia ter medo do escuro e exigia mamadeira ou chupeta para dormir. Também usava objetos com cheiro específico para reforçar o comportamento infantil. A suspeita evitava qualquer tentativa de formalização da adoção, alegando que não queria que o suposto “pai biológico” descobrisse seu paradeiro. A versão foi mantida até o fim. A fraude começou a ruir após um parente da família desconfiar da história e procurar a 6ª Delegacia de Polícia de Joinville na última sexta‑feira (29). A investigação revelou que a mulher já havia aplicado golpes semelhantes em outros estados, incluindo um caso registrado em Nova Iguaçu (RJ) em 2023. Ela confessou o crime e deve responder por estelionato e falsa identidade. A Polícia Civil segue investigando se outras pessoas foram enganadas pela suspeita.
Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro R$ 134 milhões para bancar filme sobre Jair, aponta Intercept
Documentos revelam repasses milionários ao projeto cinematográfico ligado à família Bolsonaro e expõem conversas entre Flávio e o dono do Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, está envolvido em uma controvérsia após mensagens e documentos indicarem que ele teria mantido uma relação próxima com o banqueiro Daniel Vorcaro. Vorcaro foi preso em novembro de 2025 após ser suspeito de operar um esquema de fraude que teria causado um rombo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). nnFlávio Bolsonaro negou qualquer vínculo político ou financeiro com Vorcaro, mas a reportagem do Intercept revela que o senador teria financiado a produção do filme biográfico
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O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, manteve conversas diretas com o banqueiro Daniel Vorcaro dias antes da prisão do empresário, acusado de operar um esquema de fraude que teria provocado um rombo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Mensagens e documentos obtidos pelo Intercept Brasil indicam ainda que Vorcaro teria financiado, com ao menos US$ 10,6 milhões, a produção de “Dark Horse”, filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”, escreveu Flávio Bolsonaro ao banqueiro em mensagem enviada por WhatsApp em 16 de novembro de 2025. Um dia após o envio da mensagem, Vorcaro foi preso enquanto tentava deixar o país. Em 18 de novembro, o Banco Central liquidou o Banco Master. Segundo a publicação, os registros apontam que o banqueiro teria se comprometido a repassar US$ 24 milhões — cerca de R$ 134 milhões na cotação da época, para financiar o longa-metragem ligado à família Bolsonaro. De acordo com os documentos obtidos pelo Intercept, pelo menos US$ 10,6 milhões, equivalentes a cerca de R$ 61 milhões, foram pagos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações destinadas à produção cinematográfica. Os registros incluem cronograma de desembolso, comprovante bancário e cobranças referentes às parcelas previstas para o projeto. Não há evidências, porém, de que as demais parcelas tenham sido quitadas. Ainda segundo a reportagem, a negociação envolvendo Vorcaro teria sido conduzida diretamente por Flávio Bolsonaro, com participação do deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro e do deputado federal Mario Frias, ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro. As conversas privadas e os documentos obtidos revelariam uma relação próxima entre o clã Bolsonaro e o banqueiro. Flávio já havia negado anteriormente qualquer vínculo político ou financeiro com Vorcaro. Em entrevista à CNN, após a divulgação de que o pastor Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro, doou R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, o senador afirmou que a contribuição ocorreu “sem nenhuma vinculação, sem nenhuma contrapartida, sem nenhum contato pessoal, inclusive”. “Essa conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”, declarou o senador na ocasião. Dois dias antes, durante evento de pré-campanha em João Pessoa, na Paraíba, Flávio classificou o caso como um “grande esquema de roubalheira que está dando nojo a todo o país”. Na manhã desta quarta-feira (13), Flávio Bolsonaro foi questionado presencialmente pelo Intercept sobre o suposto financiamento do filme e respondeu: “De onde você tirou essa informação? É mentira”. Em seguida, segundo a reportagem, o senador riu e deixou o local onde concedia entrevista à imprensa, nas proximidades do Supremo Tribunal Federal, após reunião com o ministro Edson Fachin. O Intercept informou ainda que Flávio Bolsonaro foi procurado por telefone, WhatsApp e e-mail, mas não respondeu aos questionamentos até a publicação da reportagem. A defesa de Daniel Vorcaro também foi acionada, sem retorno. Eduardo Bolsonaro e Mario Frias igualmente não responderam aos contatos feitos pela publicação, que afirmou manter o espaço aberto para manifestações futuras.
MPF apura suspeita de fraude na EJA em Pindaí
MPF apura suspeita de fraude na EJA em Pindaí
Inquérito vai investigar possível manipulação de matrículas para aumentar repasses públicos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar suspeita de fraude na inscrição de alunos no programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) em Pindaí, Bahia, suspeitando que gestores locais incluíram matrículas fictícias para aumentar repasses de recursos. A investigação visa identificar responsáveis e confirmar se houve prejuízo aos cofres públicos.
- A investigação segue sob a responsabilidade da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, que atua na área de patrimônio público e social.
Foto: Reprodução
O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar suspeita de fraude na inscrição de alunos no programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) no município de Pindaí, no sudoeste da Bahia. A decisão foi publicada nesta quinta‑feira (30). De acordo com o órgão, a apuração busca esclarecer se houve manipulação no número de matrículas com o objetivo de elevar os repasses de recursos federais e estaduais destinados à manutenção do programa. A investigação teve início após uma representação encaminhada pela Sala de Atendimento ao Cidadão do MPF, que apontou indícios de irregularidades no cadastro de estudantes. Segundo as informações preliminares, gestores locais teriam incluído matrículas fictícias ou mantido alunos indevidamente vinculados ao EJA para ampliar a base de cálculo dos valores recebidos. O procedimento preparatório já havia sido instaurado para as primeiras verificações, mas, diante da necessidade de novas diligências, foi convertido em inquérito civil. O caso ficará sob responsabilidade da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, que atua na área de patrimônio público e social.A investigação seguirá para identificar eventuais responsáveis e confirmar se houve prejuízo aos cofres públicos.
Lobista “Careca do INSS” é suspeito de corromper policiais para forjar furto de carro de luxo
Decisão do STF menciona suspeita de corrupção de policiais civis para simular furto de veículo avaliado em R$ 377 mil
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A Polícia Federal (PF) identificou indícios de que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes teria corrompido duas policiais civis de São Paulo para forjar o furto de um carro de luxo. O veículo, um Audi RS6, está avaliado em cerca de R$ 377 mil.A suspeita consta em decisão sigilosa do Supremo Tribunal Federal (STF), relatada pelo ministro André Mendonça, no âmbito da investigação conhecida como “Farra do INSS”. Segundo o magistrado, há elementos que indicam que o investigado teria pago uma investigadora e uma escrivã da Polícia Civil para simular o furto do veículo.De acordo com a decisão, a suposta fraude teria como objetivo criar um registro formal de crime inexistente. A defesa do lobista afirmou confiar na Justiça. A advogada Danyelle Galvão disse que o cliente ainda não foi ouvido e sustenta que ele teria sido vítima de extorsão por um ex-funcionário.Segundo a versão apresentada, esse ex-funcionário teria subtraído bens do investigado, incluindo outro veículo de luxo. O caso segue sob investigação.
MP investiga suspeita de fraude em contratos na prefeitura de Correntina
MP investiga suspeita de fraude em contratos na prefeitura de Correntina
MP e Gaeco investigam possível esquema de contratos irregulares em Correntina
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O Ministério Público do Estado da Bahia abriu um procedimento investigativo para apurar indícios de fraudes contratuais na prefeitura de Correntina, no oeste do estado. A investigação envolve a gestão do prefeito Walter Mariano Messias, conhecido como Mariano (União Brasil).A denúncia aponta suspeita de irregularidades em contratos públicos e a possível existência de um esquema de corrupção envolvendo fraude em licitações. Entre os pontos investigados está o uso de empresas sem atividade real — chamadas de “empresas fantasmas” — para atender interesses particulares dentro da administração municipal.A apuração é conduzida pela Promotoria de Justiça de Correntina e acompanha um processo que já tramita no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia. O procedimento foi instaurado pela promotora substituta Suelim Iasmine dos Santos Braga para monitorar o andamento do Processo nº 25455e25, que analisa contratos firmados pela prefeitura.Entre os documentos analisados estão os contratos nº 0092/2022 e nº 0002/2024. O Ministério Público também acionou o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), que passa a atuar no caso em apoio às investigações. Um dos pontos centrais da denúncia envolve a publicação do Termo de Adesão nº 005/2025 no Diário Oficial do município. O documento indica que a prefeitura teria aderido a uma Ata de Registro de Preços supostamente criada pelo Governo do Amazonas.Na prática, a administração municipal teria utilizado o mecanismo conhecido como “pegar carona”, aderindo a um contrato já existente para contratar serviços e fornecimentos sem realizar nova licitação.O acordo teria sido usado para contratar fornecimento de materiais de construção, materiais elétricos, ferragens, itens hidráulicos, além de serviços de iluminação pública, manutenção predial e reformas.Prefeitura fala em motivação política:Em nota, a prefeitura de Correntina afirmou que a denúncia tem motivação política e que os questionamentos fazem parte de disputas administrativas.Segundo a gestão municipal, todos os contratos seguem os princípios legais da administração pública, incluindo legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.A prefeitura também declarou que possui mecanismos internos de controle e que todas as informações solicitadas pelos órgãos de fiscalização já foram prestadas.Outras suspeitasO prefeito também já foi alvo de análise do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia em outro processo que investiga contratos ligados à compra de combustíveis.De acordo com o tribunal, um contrato superior a R$ 7 milhões teria estimado consumo de mais de 1,1 milhão de litros de combustível. O volume, segundo o órgão, permitiria que um veículo percorresse cerca de 7,1 milhões de quilômetros — distância equivalente a mais de 300 voltas completas ao redor da Terra.O tribunal aponta ainda que não teria sido apresentado estudo técnico prévio para justificar a quantidade contratada. Até outubro de 2025, os pagamentos relacionados ao contrato já somavam cerca de R$ 3,47 milhões.As investigações seguem em andamento.
PF investiga grupo suspeito de fraude contra Caixa Econômica na Bahia
PF investiga grupo suspeito de fraude contra Caixa Econômica na Bahia
Investigação apura fraude de R$ 1,2 milhão contra a Caixa
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A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (25), dez mandados de busca e apreensão durante a Operação Hydra, que investiga um grupo suspeito de aplicar fraudes contra a Caixa Econômica Federal na Bahia. Segundo a PF, o prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 1,2 milhão. As investigações apontam que os suspeitos utilizavam documentos falsos para abrir contas bancárias em nome de terceiros. Após a abertura das contas, eram contratadas operações de crédito e realizados saques considerados ilícitos dos valores obtidos.Os mandados foram cumpridos em Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Paulo Afonso e Itabuna. A investigação segue em andamento para identificar todos os envolvidos e dimensionar o alcance das fraudes.
Operação recupera mais de R$ 100 mil em fraudes em Arraial d’Ajuda
Operação recupera mais de R$ 100 mil em fraudes em Arraial d’Ajuda
Suspeitos devolveram valores após serem identificados pela Polícia Civil; investigações seguem para localizar outros envolvidos.
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Foto: Divulgação
Uma operação policial deflagrada na sexta-feira (9) recuperou mais de R$ 100 mil em prejuízos causados por fraudes com cartões digitais clonados em hotéis do distrito de Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia. Durante as apurações, um dos suspeitos foi identificado e se apresentou de forma espontânea à Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur). Ele prestou depoimento e restituiu integralmente os valores referentes às diárias de um resort, que somaram mais de R$ 70 mil.O avanço das investigações revelou a ocorrência de fraude semelhante em outro hotel da mesma localidade. Nesse segundo caso, o esquema era executado por um grupo que utilizava diversos cartões digitais vinculados a terceiros para efetuar os pagamentos das hospedagens. Após serem identificados e conduzidos à delegacia, os envolvidos devolveram mais de R$ 30 mil aos estabelecimentos prejudicados. Com isso, o total ressarcido ultrapassou R$ 100 mil.Segundo a Polícia Civil, as investigações prosseguem para apurar a participação de outros suspeitos e identificar possíveis novos casos relacionados ao mesmo esquema criminoso. A ação foi realizada por equipes da Deltur e da 10ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Porto Seguro). O esquema foi descoberto após a identificação de pagamentos feitos com cartões digitais em nome de terceiros, que posteriormente tiveram as transações contestadas pelos verdadeiros titulares junto às instituições financeiras, caracterizando o crime de fraude.
Mulher denuncia golpe durante venda de moto em Caetité
Mulher denuncia golpe durante venda de moto em Caetité
Vítima entregou veículo após suposta confirmação de transferência bancária
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Foto: Jorge Santana | Sudoeste Bahia
Uma mulher de 25 anos procurou a polícia após cair em um golpe durante a venda de uma motocicleta em Caetité, no sudoeste da Bahia. O caso aconteceu depois que ela anunciou o veículo e marcou encontro com um suposto comprador. Segundo relato da vítima, o homem avaliou a moto em frente a uma agência bancária e afirmou ter feito a transferência de R$ 5 mil, valor combinado na negociação. A mulher entregou a moto, as chaves e a documentação, mas percebeu logo depois que o dinheiro não havia sido creditado na conta. Ao questionar o comprador, ouviu que a transferência teria sido estornada e que um novo pagamento seria feito. A promessa não se confirmou e, em seguida, o suspeito bloqueou todos os contatos. A vítima registrou ocorrência na Delegacia de Caetité, onde o caso será investigado.
Operação Fogo Cruzado apura sonegação de R$ 14 milhões na Bahia
Operação Fogo Cruzado apura sonegação de R$ 14 milhões na Bahia
Ação cumpre mandados em cinco cidades e apura esquema de fraude, lavagem de dinheiro e uso de empresas de fachada.
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Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cinco municípios contra grupo empresarial do comércio varejista de armas e munições | Foto: Adriano Cardoso/ Cecom Imprensa MPBA
A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou, na manhã desta segunda-feira (2), a Operação Fogo Cruzado, que investiga a sonegação de mais de R$ 14 milhões em impostos por empresários do comércio varejista de armas e munições. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Salvador, Feira de Santana, Irecê, Jussara e Coração de Maria. Em Feira, foi executada uma ordem de prisão temporária contra o empresário apontado como líder do esquema. Conforme a apuração, o grupo deixava de repassar, de forma reiterada, o ICMS declarado e utilizava diversas estratégias para burlar o pagamento do tributo, como sucessão empresarial fraudulenta e utilização de “laranjas” na composição societária. As investigações conduzidas pela Inspetoria Fazendária de Inteligência e Pesquisa (Infip), pelo Ministério Público da Bahia e pela Polícia Civil identificaram a criação de empresas vinculadas entre si com o objetivo de ocultar o real proprietário e postergar indefinidamente o pagamento do imposto devido.A Força-Tarefa também apura a existência de associação criminosa e um esquema de lavagem de dinheiro proveniente da atividade ilícita, utilizando o comércio de joias como fachada complementar. A operação mobilizou sete promotores de Justiça, 14 delegados, 56 policiais do Necot/Draco, seis servidores da Sefaz, oito servidores do MPBA e sete policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz).
Foto: Adriano Cardoso/ Cecom Imprensa MPBA
Preso no Espírito Santo suspeito de desviar 700 cabeças de gado na Bahia
Preso no Espírito Santo suspeito de desviar 700 cabeças de gado na Bahia
Segundo a Polícia Civil, acusado desviou 700 cabeças de gado em fazendas de Itabuna entre 2023 e 2024, e foi localizado em Vitória.
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Foto: Polícia Civil
Um homem de 48 anos foi preso na última quinta-feira (2) no Espírito Santo, acusado de envolvimento em um esquema de furto de gado na região de Itabuna, sul da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, ele teria desviado 700 cabeças de gado de duas propriedades rurais, causando prejuízo superior a R$ 2 milhões. O suspeito, que atuava como gerente e ex-caseiro das fazendas, teria se aproveitado da função de confiança para realizar os desvios entre os anos de 2023 e 2024, sem levantar suspeitas imediatas.Após a identificação do crime e emissão do mandado de prisão, o investigado já havia deixado a Bahia. A prisão foi realizada em Vitória (ES), por meio de uma operação integrada entre a Polícia Civil baiana e as forças de segurança do Espírito Santo. A ação contou com apoio da 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itabuna), Delegacia Especializada em Roubo de Cargas (Derc/ES) e Diretoria de Atividades Especiais (DAS/ES). A análise de dados feita pela equipe da Polícia Civil da Bahia foi determinante para localizar o suspeito.O preso será encaminhado ao sistema prisional e ficará à disposição da Justiça. Ele vai responder por furto qualificado.
PF realiza operação contra fraude em licitação de prefeitura do norte baiano
PF realiza operação contra fraude em licitação de prefeitura do norte baiano
O esquema consiste na interposição de “laranjas” como proprietários das empresas contratadas, com a finalidade de ocultar o real beneficiário da fraude
Por: Redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Divulgação | PF
- Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (24), a Operação Jerimum, com o objetivo de desarticular esquema criminoso especializado em fraudar licitações da Prefeitura Municipal de Jeremoabo, no norte da Bahia, com a celebração de contratos irregulares com o município, na área de transporte escolar, com superfaturamento de preços e, consequentemente, desvio de recursos públicos. O esquema consiste na interposição de “laranjas” como proprietários das empresas contratadas, com a finalidade de ocultar o real beneficiário da fraude, além de alteração da razão social das empresas, disfarçando a continuidade delitiva, ou ainda através da inclusão de novas empresas pertencentes ao mesmo grupo criminoso para participar das licitações fraudulentas. Não obstante as licitações serem procedidas por meio de pregões eletrônicos, não eram disponibilizados todos os documentos e/ou links necessários para a participação de outras empresas no certame na plataforma utilizada para fazer a publicidade dos atos, ou dificultava-se o acesso para incluir/encaminhar documentos, o que findava por gerar a desclassificação das empresas participantes e a restrição da concorrência. Cerca de 30 Policiais Federais cumprem seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Jeremoabo e Paulo Afonso, inclusive na sede da Secretaria Municipal de Educação de Jeremoabo, visando colher elementos para robustecer as evidências de fraudes e dos desvios de recursos públicos praticados em desfavor do município e da União, além de revelar outros envolvidos por ventura ainda não identificados.
Justiça torna Renan Bolsonaro réu por fraude em empréstimo bancário
Justiça torna Renan Bolsonaro réu por fraude em empréstimo bancário
A defesa de Jair Renan disse que ele foi 'vítima de um golpe'
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Foto: Reprodução | Reuters
- A Justiça do Distrito Federal tornou réu Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, juntamente com mais cinco pessoas sob acusação de praticar crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. A decisão da Vara foi expedida nesta segunda-feira (25). A ação é resultado de uma denúncia do Ministério Público e de uma investigação da Polícia Civil do DF, que indiciou Jair Renan em fevereiro deste ano. Ele foi alvo de uma operação de busca e apreensão, em agosto do ano passado.O filho do ex-presidente e os outros réus são acusados de forjar uma declaração de faturamento de uma empresa de Jair Renan, a RB Eventos e Mídia. O objetivo seria dar lastro a empréstimos bancários que chegaram a R$ 291 mil, entre 2022 e 2023. O valor não foi pago e o banco cobrou Jair Renan judicialmente. Em fevereiro deste ano, a Justiça determinou que ele pagasse ao banco a dívida, que estava em R$ 360 mil.Ainda de acordo com o MP, o grupo teria falsificado um documento que atestava falsamente que a empresa dele havia faturado R$4,6 milhões no período de um ano e apresentado esse documento ao banco para a abertura de uma conta.
Estudante suspeito de fraudar Enem cobrava R$ 150 mil por prova
Estudante suspeito de fraudar Enem cobrava R$ 150 mil por prova
Operação foi deflagrada na última sexta-feira (16) após Polícia Federal receber denúncias de fraude
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Um estudante de medicina suspeito de ter fraudado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) cobrava cerca de R$ 150 mil pelas provas, de acordo com informações da Polícia Federal (PF). André Rodrigues Ataíde, de 23 anos, teria feito provas no lugar de outras pessoas com documentos falsos. As informações são do Metrópoles. Segundo a PF, o estudante teria aplicado o golpe nos anos de 2022 e 2023, e ao menos duas pessoas teriam sido aprovadas no curso de medicina na Universidade Estadual do Pará (UEPA). Ele aceitava o pagamento dos pedidos de forma parcelada. A investigação teve início após a PF ter recebido duas denúncias anônimas sobre o suposto esquema. Segundo o inquérito, Moisés Oliveira Assunção e Eliesio Bastos Ataíde teriam pago para que André realizasse o exame. A namorada de um dos envolvidos fez postagens sobre a fraude e divulgou prints em que o homem se comunicava dentro do período em que teoricamente estava realizando a prova. As assinaturas e a redação foram periciadas e foi comprovado que não foi Moisés quem escreveu. Os advogados de defesa apontam que os acusados são amigos e inocentes. "Eles são alunos de medicina e são inocentes. Não existe recebimento por parte de André de nenhuma quantia para fazer a prova em nome de terceiros", disse ao Fantástico. Os três respondem em liberdade por falsidade ideológica e uso de documento falso.
PF diz que fraudes nos dados de vacina de Bolsonaro foram motivadas por ideologia contra a pandemia
Inquérito aponta que fraudes teriam sido usadas por pessoas do circuito próximo do presidente para "manter coeso o elemento identitário do grupo em relação a suas pautas ideológicas".
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- A Polícia Federal afirmou que as fraudes nos dados de vacinação da covid-19 foram motivadas pela "ideologia" do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a pandemia. A conclusão aparece na representação enviada pelo delegado Fábio Alvarez Shor, da Coordenação de Investigações e Operações de Contrainteligência, ao STF em 18 de abril. “A recusa em suportar o ônus do posicionamento contrário a vacinação, associada à necessidade de manter hígida perante seus seguidores, a ideologia professada (não tomar vacina contra a covid-19), motivaram a série de condutas criminosas perpetradas”, diz trecho do documento. A PF chamou o esquema de "estrutura criminosa" e alega que as fraudes teriam sido usadas por pessoas do circuito próximo do presidente para burlar regras sanitárias e "manter coeso o elemento identitário do grupo em relação a suas pautas ideológicas". “No caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a covid-19″, escreve o delegado.
TJ-BA torna réu prefeito de Itapetinga por fraudes em licitação de lixo
TJ-BA torna réu prefeito de Itapetinga por fraudes em licitação de lixo
O prefeito teria facilitado a contratação, com dispensa de licitação, da empresa Damasceno e Batista LTDA – EPP, por um valor inicial de s de R$ 207 mil, mas que ao final chegou a R$$ 414 mil
Por: Camila São José e Francis Juliano
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- O prefeito de Itapetinga, no Médio Sudoeste, Rodrigo Hagge (MDB), se tornou réu em um processo que o acusa de irregularidades em dispensa de licitações para o serviço de coleta de lixo em 2017. À época, Hagge iniciava o primeiro mandato. Atualmente, ele está no penúltimo ano da reeleição. A decisão desta terça-feira (28) é da desembargadora Nágila Maria Sales Brito, relato do caso no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Segundo denúncia do Ministério Público do Estado (MP-BA), o prefeito teria facilitado a contratação, com dispensa de licitação, da empresa Damasceno e Batista LTDA – EPP, por um valor inicial de s de R$ 207 mil, mas que ao final chegou a R$$ 414 mil. Na decisão, a magistrada contestou uma alegada ausência de dolo por parte do prefeito, já que o mesmo dispensou a licitação de um serviço de caráter rotineiro, que é a coleta de lixo, “o que exclui, portanto, o seu caráter emergencial”, diz a desembargadora. Ela afirma que o fato pressupõe dano ao Erário, uma vez que a prefeitura “perdeu a oportunidade de contratar uma melhor proposta", já que "ciente do caráter rotineiro do serviço (coleta de lixo) não só fez a primeira contratação de forma irregular, como a manteve durante todo o ano de 2017, com os constantes aditivos aos contratos iniciais”. A magistrada, porém, não atendeu o pedido de afastamento do gestor, cobrado pelo MP-BA. Para ela, casos assim só devem ocorrer quando a permanência do gestor “conduzirá ao desapreço do interesse público ou a prejuízo ao transcurso da instrução criminal”.
MP-BA aciona ex-servidor público por fraude em licitação
MP-BA aciona ex-servidor público por fraude em licitação
Órgão acionou também a empresa Alicerce e a F4 Empreendimentos
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- O Ministério Público estadual ajuizou ação contra um ex-servidor público de Eunápolis, no sul da Bahia, por causa de fraude em licitação. Segundo o promotor de Justiça Dinalmari Mendonça, autor da ação, a fraude aconteceu quando Ginaldo Pinheiro Smith Filho participou do pregão presencial para contratação de empresa especializada na prestação de serviços de transporte escolar para alunos da rede pública municipal. A empresa vencedora do pregão foi a Alicerce Construtora Terraplagem e Locadora, que firmou contrato com o Município no valor de cerca de R$ 6.149 milhões para prestação do serviço no prazo de 12 meses. “Observa-se claramente que se trata de um atestado montado ou falso. No documento, aparece como locadora a empresa F4 Empreendimentos e como locatária, a empresa Alicerce, ficando evidente a fraude, pois se a empresa Alicerce forneceu atestado de capacidade técnica para a licitação, era ela quem deveria constar no contrato que embasa o atestado de capacidade técnica como locadora dos ônibus e micro-ônibus”, explicou o promotor de Justiça. O MP acionou também a empresa Alicerce e a F4 Empreendimentos. No documento, o MP requer que a Justiça determine a condenação dos acionados nas sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, com a fixação de multa de até 100 vezes o salário que recebia enquanto servidor público, bem como a proibição das empresas Alicerce e F4 Empreendimentos de contratarem com o poder público por três anos. Além disso, pede que a Justiça proíba os acionados de receberem do Poder Público benefício ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual sejam sócios majoritários também pelo prazo de três anos.
Região: Polícia recupera R$ 100 mil em fraudes no oeste baiano
Região: Polícia recupera R$ 100 mil em fraudes no oeste baiano
De acordo com a apuração da DT, o golpe é realizado por meio de uma compra online
Por: Gabriel Amorim
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- Uma investigação da Delegacia Territorial (DT) de Luís Eduardo Magalhães apreendeu, na segunda-feira (27), uma carga de R$ 100 mil de arame galvanizado comprado por meio de fraudes em cartões de crédito. Um homem que recolhia o material no local de armazenamento, naquele município, foi preso em flagrante. De acordo com a apuração da DT, o golpe é realizado por meio de uma compra online em que o estelionatário, de posse de dados de cartões roubados, faz várias compras com cada um dos documentos. "A prática é comum e só é percebida quando a operadora do cartão informa para a loja que a compra não foi realizada pelo titular do cartão, causando prejuízo enorme para o comerciante, pois já efetuou a venda e entregou dos produtos a um terceiro, o qual é responsável pelo recolhimento do material comprado de forma fraudulenta nas lojas", explicou o delegado Rivaldo Luz, coordenador da 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Barreiras).























